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A definição de Inteligência emocional

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A definição de Inteligência Emocional, é algo que pode ser aprendido ao longo da vida e vai muito além de descrever ou reconhecer os seus próprios sentimentos, é também, uma capacidade de possuir uma sensibilidade social e empatia para detectar e identificar sentimentos e motivos das pessoas, criando assim, uma habilidade para saber lidar com todos eles. Para Goleman, a Inteligência Emocional (I.E) não se refere ao raciocínio intelectual avaliado no indivíduo e sim o desenvolvimento intelectual de competências como: a autoconfiança, a gestão das emoções, a empatia e a gestão de relacionamentos em grupos.
 Portanto, a I. E deve ser estimulada nas escolas de modo a desenvolver nos alunos competências, através do delineamento de estratégias, para que consigam identificar, compreender e controlar as suas próprias emoções e ter uma melhor perspectiva de vida, tendo em vista que, ser emocionalmente inteligente, não supõe afirmar que, deve-se ser simpático com todas as pessoas, mas sim, ser honesto com o que realmente sente. E a aplicabilidade da I.E no contexto escolar seria satisfatório primeiramente trabalhar em conjunto com os pais, pois dessa forma, criaria uma relação de confiança que pode ser saudável e proveitosa para a criança, pois a família, é o primeiro agente nesse processo de aprendizagem, por serem os “modelos” para as crianças de como exprimem sentimentos e emoções em diversas situações. 
 Portanto, para se criar estratégias para impulsionar as competências emocionais dos alunos, deve-se manter um ambiente agradável, onde possa potencializar momentos de partilha, como por exemplo: uma rotatividade de troca de livros entre eles mesmos, pois iria, desenvolver a empatia e consequentemente o investimento na leitura, criando assim, um espaço de descontração, onde favoreceria a inserção de dinâmicas de grupos, de leituras dinâmicas, dramatizações e jogos que possam ajudar a promover o reforço positivo, sendo assim, os alunos refletiriam acerca dos seus comportamentos ganhando mais confiança em si mesmo. Visto que, valorizando essas competências emocionais, eles passam a ter uma melhor consciência dos seus próprios valores, do que pretendem e do reconhecimento da sua própria subjetividade.