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Ricardo Vierira 106 ANATOMIA DO REPRODUTOR MASCULINO O períneo masculino é separado da pelve pelo diafragma da pelve, formado pelos músculos levantador do ânus e coccígeo. A parte membranosa da uretra contém as glândulas bulbouretrais ou de Cowper, que se abrem na parte espanjosa. A parte esponjosa se expande para formar a fossa navicular. Há também na parte esponjosa ductos das glândulas uretrais, que secretam muco. Irrigada por ramos da artéria pudenda. Os vasos linfáticos provenientes da parte membranácea da uretra drenam principalmente para os linfonodos ilíacos internos, enquanto a maioria dos vasos provenientes da parte esponjosa da uretra passa para os linfonodos inguinais profundos. Nervos pudendo A raiz do pênis contém ramos, bulbo, m. isquiocavernoso e m. bulboesponjoso. Temos as glândulas prepulciais sebáceas ou de Tyson. O corpo esponjoso contém duas dilatações: anterior, com a glande, e posterior, com o bulbo. Temos o ligamento suspensor de pênis( fascia de Buck) e o ligamento fundiforme. Irrigada por ramos da artéria pudenda. As artérias helicinas deixam o corpo cavernoso erétil. A ereção é estimulada pelo parassimpático(plexo nervoso prostático), que relaxa o musculo liso da artérias e helcinas e contraem os músculos bolboesponjoso e isquiocarvernoso. N aejaculação, há o estimula simpático e posterior contração das artérias helcinas relaxamento dos músculos bulboesponjsoso e isquiocavernso, retornando o sangue pela veia dorsal profunda do pênis. Inervado pelo nervo pudendo e plexo pélvico. Os linfonodos inguinais recebem a maior parte da linfa proveniente do pênis. O escroto é nutridos pelas anrtérias pudendas. Drenam para os linfonodos inguinais superficiais. A fáscia espermática externa continua-se com o oblíquo externo do abdome e a espermática interna com o oblíquo interno do abdome. Os testículos são irrigados pela artéria testicular, drenados pelo plexo pampiniforme e inervados pelo plexo testicular do plexo celíaco. Linfonodos lombares. Os ductos prostátaticos se abrem em sulcos protstáticos lateralemente ao colículo seminar na uretra prostática. Fáscia subcutânea de Dartos, fáscia espermática externa, musculo cremaster , fáscia espermática interna e túnica vaginal. Faáscia subcutânea de Dartos, fáscia profunda do pênis. Ricardo Vierira 106 CORRELAÇÕES CLÍNICAS DEFERENTECTOMIA: Método de esterilização que se baseia na incisão ou “amarração” do ducto deferente acima do epidídimo. DISTENSÃO DO ESCROTO: Pode ocorrer por uma hérnia inguinal, que aumenta o tamanho do escroto. HIDROCELE: Excesso de líquido no funículo espermático ou na túnica vaginal. HIPOSPADIA: Fusão incompleta das pregas urogenitais. O óstio externo da uretra fica no lugar errado, muitas vezes por defeito na parte esponjosa da uretra. VARICOCELE: Ocorre quando o plexo pampiniforme fica dilatado por defeitos nas válvulas da veia testicular, por exemplo. Problemas renais podem desencadear varicocele no lado esquerdo pois as veia testicular esquerda desemboca na veia renal. HEMATOCELE: Resulta de sangue na cavidade vaginal CRIPTORQUIDISMO: Um ou ambos os testículos não descem, ficando normalmente no canal inguinal. EPIDIMITE: Inflamação do epidídimo. ORQUITE: Inflamação do testículo por caxumba, como exemplo. ESPERMATOCELE: Cisto de retenção no epidídimo. CÂNCER DE TESTÍCULO: Espalha por metástase para os linfondos lombares. CÂCER DE ESCROTO: Espalha por metástase para os linfonodos inguinais superficiais. HÉRNIA INGUINAL: Protrusão do peritônio parietal ou vísceras INDIRETA: Congênita. Maioria. Geralmente entra no escroto. Passa lateralmente aos vasos epigástricos inferiores. Usam caminhos normais, como todo o canal inguinal. DIRETAS: Adquirida. Raro ir para o escroto. Passa medialmente aos vasos epigástricos inferiores. Criam caminhos anormais. Ricardo Vierira 106