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Literatura Brasileira I - Avaliando o Aprendizado

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Todos terão sua razão, mas tudo tem sua conta. Aos que têm a seara em casa, pegar-lhes-ão a semeadura; aos que vão buscar a seara tão longe, hão-lhes de medir a semeadura, e hão-lhes de contar os passos. Ah! dia do juízo! Ah! pregadores! Os de cá, achar-vos-ei com mais Paço; os de lá, com mais passos..." 
Essa passagem é representativa de uma das tendências típicas da prosa Barroca, a saber: 
	
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	A exaltação do heroico e do épico, por meio das metáforas grandiloquentes da epopeia.
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	O Conceptismo, caracterizado pela utilização constante dos recursos da dialética.
	
	A busca do exotismo e da aventura ultramarina, presentes nas crônicas e narrativas de viagem.
	
	O lirismo trovadoresco, caracterizado por figuras de estilo passionais e místicas.
	
	O Sebastianismo, isto é, a celebração do mito da volta de D. Sebastião, rei de Portugal, morto na batalha de Alcácer - Quibir.
	
	7a Questão (Ref.: 201504667575)
	
	
	"Não é o homem um mundo pequeno que está dentro do mundo grande, mas é um mundo grande que está dentro do pequeno. Baste ¢por prova o coração humano, que sendo uma pequena parte do homem, excede na capacidade a toda a grandeza do mundo. (...) O mar, com ser um monstro £indômito, chegando às areias, pára; as árvores, onde ¤as põem, não se mudam; os peixes contentam-se com o mar, as aves com o ar, os outros animais com a terra. Pelo contrário, o homem, monstro ou quimera de todos os elementos, em nenhum lugar pára, com nenhuma fortuna se contenta, nenhuma ambição ou apetite o falta: tudo confunde e como é maior que o mundo, não cabe nele".
 Podemos reconhecer neste trecho do Padre Antônio Vieira: 
	
	
	c) Uma visão de mundo centrada no homem, própria da época romântica (princípio do século XIX).
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	a) O caráter argumentativo típico do estilo barroco (século XVII).
	
	e) A consciência da destruição da natureza pelo homem, típica de um escritor moderno (século XX).
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	d) O racionalismo comum dos escritores da escola realista (final do século XIX).
	
	b) A pureza de linguagem e o estilo rebuscado do escritor árcade (século XVIII).
	
	8a Questão (Ref.: 201504667576)
	
	
	"Será porventura o estilo que hoje se usa nos púlpitos um estilo tão empeçado, um estilo tão dificultoso, um estilo tão afetado, um estilo tão encontrado a toda parte e a toda a natureza? O estilo há de ser muito fácil e muito natural. Compara Cristo o pregar e o semear, porque o semear é uma arte que tem mais de natureza que de arte." 
(Sermão da Sexagésima: Padre Antonio Vieira)
 O objetivo do autor é: 
	
	
	e) mostrar que, segundo o exemplo de Cristo, pregar e semear afeta o estilo, porque são práticas inconciliáveis.
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	c) argumentar que a lição de Cristo é desnecessária para os objetivos da pregação religiosa. 
	
	d) lamentar o fato de os sermões serem dirigidos dos púlpitos, excluindo da audiência as pessoas que ficavam fora da igreja.
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	a) destacar que a naturalidade - propriedade da natureza - pode tornar mais claro o estilo das pregações religiosas.
	
	b) salientar que o estilo usado na igreja, naquela época, não era afetado nem dificultoso.
Aula 6
	1a Questão (Ref.: 201504628378)
	
	
	(FUND. STO. ANDRÉ) Cultivou a poesia sacra, lírica e satírica. Também escreveu poemas graciosos e pornográficos. Essa diversidade de caminhos percorridos pela inspiração do vate baiano se explica acima de tudo pela riqueza plástica de seu talento literário e, ao fim, pela estética barroca, que lhe serviu de pano de fundo.
Tais palavras, de Massaud Moisés, em A Literatura Brasileira Através dos Textos, aplicam-se a:
	
	
	Domingos Caldas Barbosa.
	
	Eusébio de Matos.
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	Bento Teixeira.
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	Gregório de Matos.
	
	Manuel Botelho de Oliveira.
	2a Questão (Ref.: 201504628362)
	
	
	(FUVEST-SP) 
Nasce o Sol, e não dura mais que um dia.
Depois da luz, se segue a noite escura,
Em tristes sombras morre a formosura,
Em contínuas tristezas a alegria.
Na estrofe acima, de um soneto de Gregório de Matos Guerra, a principal característica do Barroco é:
	
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	a forte presença de antíteses.
	
	o culto do amor cortês.
	
	a utilização de rimas alternadas.
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	o uso de aliterações.
	
	o culto da Natureza.
	3a Questão (Ref.: 201504628360)
	
	
	(UF-RS) Considere as afirmações abaixo:
I - A obra de Gregório de Matos centrava-se em dois pólos temáticos, a religião e a vida amorosa, que se concretizam, na sua poesia, no conflito entre o pecado e o prazer.
II - Para concretizar esses conflitos, Gregório de Matos fez uso frequente de figuras retóricas como antíteses e paradoxos.
III -  A crítica social que se pode encontrar nos poemas de Gregório de Matos dirige-se principalmente aos homens públicos da Bahia do século XVII.
Assinale a alternativa que contenha apenas as afirmações corretas:
	
	
	Apenas II.
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	Apenas I.
	
	Apenas I e II.
	
	Apenas I e III.
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	I, II e III.
	
	4a Questão (Ref.: 201504552625)
	
	
	SONETO VII Ardor em firme coração nascido! Pranto por belos olhos derramado! Incêndio em mares de água disfarçado! Rio de neve em fogo convertido! Tu, que em um peito abrasas escondido, Tu, que em um rosto corres desatado, Quando fogo em cristais aprisionado, Quando cristal em chamas derretido. Se és fogo, como passas brandamente? Se és neve, como queimas com porfia ? mas ai! Que andou Amor em ti prudente. Pois para temperar a tirania, Como quis, que aqui fosse a neve ardente, Permitiu, parecesse a chama fria. Gregório de Matos. ASSINALE AS CARACTERÍSTICAS DO POEMA ACIMA CITADO:
	
	
	Sintaxe segundo a ordem lógica do Classicismo, predomínio das inversões, temática da fugacidade do tempo e da vida.
	
	Trocadilhos, predomínio de metonímias e de símiles, a dualidade temática da sensualidade e do refreamento, antíteses claras dispostas em ordem direta.
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	Temática barroca, predomínio do jogo antitético de ideias seguindo os conceitos teóricos do Conceptismo de Quevedo. 
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	Dualidade temática da sensualidade e do refreamento, construção sintática por simetrias sucessivas, predomínio figurativo das metáforas e pares antitéticos que tendem para o paradoxo.
	
	Temática naturalista, assimetria total de construção, ordem direta predominando sobre a ordem inversa. 
	
	5a Questão (Ref.: 201504667591)
	
	
	Ao Braço do Mesmo Menino Jesus Quando Appareceo O todo sem a parte não é todo, A parte sem o todo não é parte; Mas se a parte fez todo, sendo parte, não se diga que é parte, sendo todo. Valorização da imagem é formulada com base na metáfora, pormenorizando seus detalhes. 
Como exemplo desse