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Aula 09
Auditoria p/ IPERON (Analista em Previdência - Auditor) Com videoaulas
Professores: Claudenir Brito, Gabriel Rabelo, Luciano Rosa
99416484253 - Bruna Nunes de assis caldas
Auditoria p/ISS-Uberlândia 
Teoria e exercícios comentados 
Prof Claudenir Brito ʹ Aula 04 
 
Auditoria 
Instituto de Previdência do Estado de Rondônia ʹ IPERON 
Teoria e Questões Comentadas 
Prof. Claudenir Brito ʹ Aula 09 
 
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AULA 09: Emissão de relatório de auditoria: 
parecer do auditor, parágrafo de ênfase, 
parágrafo de outros assuntos, formação de 
opinião do auditor e modificações. 
 
SUMÁRIO PÁGINA 
1. Opinião do auditor/Pareceres de Auditoria 3 
2. Tipos de Relatório/Parecer 7 
3. Estrutura, Elementos do Relatório/Parecer de Auditoria 12 
Lista das questões comentadas durante a aula 53 
Resumo do Prof. Claudenir Brito 73 
Referências bibliográficas 75 
 
 
 
 
Observação importante: este curso é protegido por direitos autorais (copyright), nos 
termos da Lei 9.610/98, que altera, atualiza e consolida a legislação sobre direitos 
autorais e dá outras providências. 
 
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que elaboram os cursos. Valorize o trabalho de nossa equipe adquirindo os cursos 
honestamente através do site Estratégia Concursos ;-) 
 
Olá, pessoal. 
 
O tema de hoje é um dos mais presentes nas provas de Auditoria. 
Embora tenha sofrido mudanças com a entrada em vigor das normas de 
auditoria de 2009, do Conselho Federal de Contabilidade ± CFC, continua 
a ser cobrado em questões relativamente tranquilas, que nós não 
podemos deixar de acertar. 
 
Nosso curso já está atualizado em relação às novas normas de 
auditoria publicadas em 04/07/16, que promoveram alterações no 
Relatório do Auditor Independente, e que certamente serão exigidas na 
nossa prova. 
 
Vamos a algumas observações importantes em relação aos exercícios 
constantes na presente aula: 
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1 ± resolvi o máximo de questões disponíveis de diversas bancas. 
2 ± algumas questões são antigas, mas se encontram em consonância 
com o que ainda é cobrado nos concursos, e atendem ao objetivo da 
nossa aula. 
3 ± DV� TXHVW}HV� TXH� HVWDYDP� GHVDWXDOL]DGDV� IRUDP� ³DGDSWDGDV´�� FRP�
poucas alterações, apenas o suficiente para deixá-las atualizadas. 
4 ± algumas questões citam itens que não foram explicitados na parte 
teórica, e foram incluídas porque algumas de suas alternativas são de 
interesse da nossa aula. 
 
Mais uma observação: algumas questões ainda se referem ao tema 
³3DUHFHUHV� GH� DXGLWRULD´, expressão alterada pelas normas do CFC 
para ³5HODWyULR� GR� DXGLWRU� LQGHSHQGHQWH´, e em nossa aula, vamos 
nos referir às duas formas como sinônimos. 
 
Dúvidas que forem surgindo, só perguntar no fórum do curso, enviar um 
email para claudenirbrito@gmail.com ou, ainda: 
 
 
(61) 98104-2123 
 
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referentes às técnicas de estudo e à Auditoria: 
 
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Uma boa aula para todos nós. 
 
 
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Boa aula a todos nós. 
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1. Opinião do auditor/Parecer de Auditoria 
 
Definições importantes para o tema 
 
 
Demonstrações contábeis para fins gerais são demonstrações 
contábeis elaboradas de acordo com a estrutura de relatório financeiro 
para fins gerais. 
 
Estrutura de relatório financeiro para fins gerais é a estrutura de 
relatório financeiro elaborada para satisfazer às necessidades de 
informações financeiras comuns de ampla gama de usuários. A estrutura 
de relatório financeiro pode ser uma estrutura de apresentação 
adequada ou uma estrutura de conformidade. 
 
Opinião não modificada é a opinião expressa pelo auditor quando ele 
conclui que as demonstrações contábeis são elaboradas, em todos os 
aspectos relevantes, de acordo com a estrutura de relatório financeiro 
aplicável. 
 
 
6HJXQGR� 5LEHLUR� H� 5LEHLUR� �������� 5HODWyULR� GH� $XGLWRULD� p� ³XP�
documento por meio do qual o auditor independente expressa, 
claramente, por escrito, sua opinião sobre as demonstrações contábeis 
com base na avaliação das conclusões atingidas pela evidência de 
DXGLWRULD�´�1HOH��p�GHVFULWD�� WDPEpP��D�EDVH�TXH�R�DXGLWRU�XWLOL]RX�SDUD�
emitir sua opinião. 
 
A NBC TA 200 estabelece que são objetivos gerais do auditor, ao 
conduzir a auditoria de demonstrações contábeis: 
 
(a) obter segurança razoável de que as demonstrações 
contábeis como um todo estão livres de distorção relevante, 
independentemente se causadas por fraude ou erro, 
possibilitando assim que o auditor expresse sua opinião sobre se 
as demonstrações contábeis foram elaboradas, em todos os 
aspectos relevantes, em conformidade com a estrutura de 
relatório financeiro aplicável; e 
(b) apresentar relatório sobre as demonstrações contábeis e 
comunicar-se como exigido pelas NBC TAs, em conformidade 
com as constatações do auditor. 
 
Ou seja, a NBC TA 200 exige que o auditor obtenha segurança razoável 
de que as demonstrações contábeis como um todo estão livres de 
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Bruna
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distorção relevante, independentemente se causadas por fraude ou 
erro, e que apresente relatório sobre essas demonstrações. 
 
Asseguração razoável é um nível elevado de segurança. Esse nível é 
conseguido quando o auditor obtém evidência de auditoria apropriada e 
suficiente para reduzir a um nível aceitavelmente baixo o risco de 
auditoria (isto é, o risco de que o auditor expresse uma opinião 
inadequada quando as demonstrações contábeis contiverem distorção 
relevante). 
 
Contudo, asseguração razoável não é um nível absoluto de segurança 
porque há limitações inerentes em uma auditoria, as quais resultam do 
fato de que a maioria das evidências de auditoria em que o auditor baseia 
suas conclusões e sua opinião é persuasiva e não conclusiva. 
 
Distorção é a diferença entre o que é

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