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cap23   Discos

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assim não ficamos limitados a ver os filmes apenas
na tela do monitor. 
Note que o drive de DVD-ROM substitui um drive de CD-ROM, pois
executa todas as suas funções. O mesmo podemos dizer sobre os gravadores
de CDs. Para quem deseja acessar DVDs e gravar CDs, além de ler outros
tipos de CDs, existem duas opções. A mais fácil é instalar dois drives, sendo
um leitor de DVD e outro, um gravador de CDs. A outra opção é utilizar os
drives combinados (“tudo em 1”), já existentes no mercado. Fisicamente eles
são parecidos com os drives de CD-ROM. Esses drives podem fazer tudo o
que faz um drive de CD-ROM, um drive de DVD-ROM e um gravador de
CDs. 
23-38 Hardware Total
Figura 23.35
Drive de DVD-ROM.
Super Disquetes
Atualmente é inviável utilizar disquetes de 1.44 MB para transporte de
grandes quantidades de dados. Uma solução para o problema é utilizar os
disquetes de alta capacidade. Os drives de alta capacidade mais comuns são
o ZIP Drive e o LS-120. 
Seus disquetes são discos removíveis, de alta capacidade e baixo custo. Sem
dúvida o mais popular desses meios de armazenamento é o ZIP Drive,
desenvolvido pela Iomega. Seus discos (ZIP Disks) são oferecidos em dois
modelos, de 100 e 250 MB, e são parecidos com disquetes de 3½”. Milhões
de PCs em todo o mundo utilizam ZIP Drives.
Os primeiros modelos de ZIP Drive eram conectados ao PC através de uma
interface SCSI (ZIP Drive SCSI) ou de uma interface paralela (ZIP Drive
paralelo), na mesma porta onde é ligada a impressora.
Atualmente são comercializados modelos de ZIP Drive que são conectados
em uma interface IDE (ZIP Drive IDE), como o mostrado na figura 36.
Apesar disso, os modelos paralelo e SCSI ainda são muito vendidos.
Capítulo 23 – Discos 23-39
Figura 23.36
ZIP Drive IDE.
Todos os fabricantes de discos removíveis, como é o caso do ZIP Drive,
estão também lançando modelos USB. A interface USB tem muitas
vantagens sobre os outros tipos de interface, como maior facilidade de
instalação (instalar um ZIP IDE ou SCSI não é tarefa ao alcance da maioria
dos usuários) e menor probabilidade de conflitos (a interface paralela é
muito sujeita a este tipo de problema). 
ZIP 250 ATAPI
Tempo de acesso entre trilhas 4 ms
Tempo de acesso – full stroke 55 ms
Tempo médio de acesso 29 ms
Taxa de transferência 2,4 MB/s
ZIP 100 ATAPI
Tempo de acesso entre trilhas 4 ms
Tempo de acesso – full stroke 55 ms
Tempo médio de acesso 29 ms
Taxa de transferência 1,4 MB/s
Para aqueles que possuem conhecimentos de hardware, a instalação de um
ZIP Drive IDE é uma tarefa simples. Tanto as conexões como o método de
instalação deste dispositivo são similares aos de um disco rígido. Na figura 37
vemos os conectores existentes na parte traseira de um ZIP Drive IDE. Existe
um conector de 40 vias, no qual é ligado o cabo flat IDE, e um conector
para ligar na fonte de alimentação. Um bloco de jumpers é usado para
indicar o funcionamento do drive como Master ou Slave. 
23-40 Hardware Total
Figura 23.37
Conectores na parte traseira de um ZIP
Drive IDE.
Outro disco de alta capacidade, porém bem menos popular que o ZIP Drive
é o LS-120. Também chamado de a:drive, o LS-120 tem o aspecto idêntico
ao de um drive de disquetes de 3½”. Seus discos também são quase iguais a
disquetes comuns, mas armazenam 120 MB. O mais interessante é que esses
drives também permitem usar disquetes de 3½” comuns. Neste caso a
capacidade continua sendo de 1.44 MB. Como o LS-120 aceita ambos os
tipos de disquetes, dispensa a instalação de um drive de disquetes. 
Figura 23.38
Drive LS-120 e seu disquete.
A figura 38 mostra um drive LS-120 e seu disquete. Este drive é conectado
em uma interface IDE, como se fosse um disco rígido ou um drive de CD-
ROM. Existe ainda a versão USB. Nos PCs mais modernos, é até mesmo
permitido executar um boot através do LS-120, seja usando um disquete
comum, seja usando o seu disco de 120 MB.
Na figura 39 vemos as conexões existentes na parte traseira de um LS-120.
Temos um conector de 40 vias, no qual ligamos um cabo flat IDE, e um
conector para ligar na fonte de alimentação.
Capítulo 23 – Discos 23-41
Figura 23.39
Conectores na parte traseira de um drive
LS-120.
Tanto o ZIP Drive IDE como o LS-120 (assim como também ocorre com
discos rígidos e drives de CD-ROM) possuem jumpers para selecionamento
de endereço (Master/Slave). Este grupo de jumpers define a letra com a qual
o drive será reconhecido pelo BIOS e pelo sistema operacional. Por
exemplo, se em uma interface IDE existirem conectados um disco rígido
configurado como Master, e um LS-120 configurado como Slave, o disco
rígido será “C”, e o LS-120 será “D”.
LS-120 IDE
Tempo médio de acesso 60 ms
Taxa de transferência 1,1 MB/s
Velocidade de rotação 1440 RPM
Discos rígidos SCSI
A maioria das informações apresentadas até agora neste capítulo a respeito
de discos rígidos, valem para modelos IDE e SCSI, exceto aquelas em que
fizemos referências específicas ao padrão IDE. Faremos agora uma
complementação com informações específicas sobre os discos SCSI.
Os discos SCSI são usados em escala muito menor que os discos IDE.
Apenas computadores de altíssimo desempenho, como servidores e estações
de trabalho, utilizam discos SCSI. Este tipo de disco opera de forma mais
eficiente quando são feitos acessos de um elevado número de programas,
como ocorre nos servidores. Nos computadores para uso pessoal, o perfil é
bastante diferente. O número de programas em execução simultânea tende a
ser menor, e portanto a eficiência de um disco SCSI é menos aproveitada.
Discos IDE são menos eficientes que os SCSI, em compensação são mais
baratos, pelo fato de utilizarem interfaces e placas de circuito mais simples.
Esta pequena redução de custo acaba se tornando maior, devido ao maior
volume de produção. 
23-42 Hardware Total
Do ponto de vista mecânico, discos IDE e SCSI são semelhantes. A diferença
está na placa lógica existente no disco, bem como na interface conectada na
placa de CPU. Os fabricantes em geral produzem, utilizando a mesma
mecânica (discos, braço, motores, etc.), modelos IDE e SCSI de mesma
capacidade. Discos IDE e SCSI que utilizam a mesma mecânica tendem a
apresentar desempenhos iguais quando utilizados em sistemas monousuário.
O modelo SCSI terá desempenho sensivelmente maior em sistemas onde são
feitos mais acessos a disco. Por outro lado, os fabricantes sempre oferecem
modelos de elevada taxa de transferência, altíssima capacidade e baixo
tempo de acesso, com todas as condições para apresentar desempenho bem
acima da média. Sendo mais avançados, esses discos tendem a ser muito
caros, por isso não são oferecidos ao mercado na versão IDE, apenas na
versão SCSI. De um modo geral, os modelos mais caros, de maior
capacidade e de maior desempenho são oferecidos inicialmente apenas na
versão SCSI. 
Conectores de um disco SCSI
A figura 40 mostra um disco rígido SCSI. Alguns modelos de alta
capacidade podem ter dupla altura, devido ao grande número de pratos. A
princípio são bem parecidos com os modelos IDE. 
Figura 23.40
Disco rígido SCSI.
A diferença física entre um HD SCSI e um IDE fica por conta dos
conectores existentes na sua parte traseira. O conector de alimentação é
idêntico, mas o conector de dados, para ligação no cabo flat, é
completamente diferente. 
Capítulo 23 – Discos 23-43
Figura 23.41
Parte traseira de um disco SCSI.
Existem ainda jumpers para configurar o endereço do disco. Enquanto
discos IDE podem ter dois endereços diferentes (Master e Slave), um disco
SCSI pode ter 16 endereços diferentes. Este endereço é o que chamamos de
SCSI ID, que pode receber
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