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Apresentação1 RESÍDUOS SÓLIDOS

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UNIP
SAÚDE AMBIENTAL E VIGILÂNCIA SANITÁRIA
RESÍDUOS HOSPITALARES
SUMÁRIO
INTRODUÇÃO....................................................................
OBJETIVO...........................................................................
RESÍDUOS SÓLIDOS URBANO........................................
RESÍDUOS SÓLIDOS HOSPITALARES............................
RESÍDUOS PERIGOSOS...................................................
MÉTODOS...........................................................................
CLASSIFICAÇÃO...............................................................
CONSIDERAÇÕES.............................................................
INTRODUÇÃO
O gerenciamento de resíduos gerados no serviços de saúde, com vista à preservar a saúde pública e a qualidade do meio ambiente considerando os princípios de biossegurança de empregar medidas técnicas, administrativas e normativas para prevenir acidentes, preservando á saúde pública e o meio ambiente.
Considerando que os serviços de saúde são responsáveis pelo correto gerenciamento por todos os resíduos hospitalares por eles gerados, atendendo as normas desde o momento de sua geração até sua destinação final.
OBJETIVO
Além de regularizar o problema que é o próprio lixo hospitalar, este programa dará mais segurança aos trabalhadores da área, pois minimiza todos os contatos com este material contaminado, bem como dará destinação final correta aos resíduos da área da saúde.
 Não é apenas para a destinação final do lixo hospitalar, ele instala normas e hábitos que devem ser seguidos por todos os funcionários do setor, sejam eles da área administrativa, médica, enfermagem e da limpeza.
A consciência de que determinados RH (sangue, secreções, material ionizado, produtos químicos e tecidos humanos), enquanto focos de contaminação, constituem perigo para a saúde pública, tornou-se mais aguda a partir do desenvolvimento de graves doenças transmissíveis, como a SIDA e a hepatite B.
Esta situação levou ao aumento das preocupações com os cuidados a terem provocando problemas ambientais graves.
Com os RH, que se refletiram igualmente na criação de legislação específica (que pretende evitar a sua deposição em lixeiras, por exemplo), com o consequente crescimento das quantidades de resíduos a incineração.
Resíduos Sólidos Urbanos (RSU)
	 Incluem-se nestes os lixos que são produzidos pelas pessoas no seu dia-a-dia. Podem ser orgânicos (vulgar lixo proveniente, geralmente, da nossa alimentação, que deve ser colocado devidamente acondicionado no contentor do lixo), potencialmente recicláveis (papel, cartão, embalagens de plástico e metal, vidros, etc.) e outros.
	Resíduos Hospitalares:
Provenientes de locais onde se prestam cuidados de saúde a seres humanos ou a animais, bem como de laboratórios de análises clínicas ou centros de 
Resíduos Perigosos
	Contêm determinadas substâncias que põem em risco a saúde pública: medicamentos e outros resíduos hospitalares, substâncias radioativas, pilhas e baterias, restos dos laboratórios de fotografia, etc.
Resíduos Sólidos Hospitalares
Resíduos produzidos em unidades de prestação de cuidados de saúde, incluindo atividades médicas de diagnóstico, prevenção e tratamento de doença, em seres humanos ou animais, e ainda as atividades de investigação relacionadas á restos cirúrgicos.
METÓDOS
 Prevenção da produção e riscos associados 
 Formas de gestão interna na unidade de saúde 
 Valorização do componente reaproveitável 
 Tratamento e destino final 
 Formação de profissionais e informação ao publico. 
Classificação
 Os resíduos hospitalares classificam-se em 4 tipos (decreto-lei nº 242/96 de 13 de Agosto): 
 Grupo I ; Grupo II ; Grupo III e Grupo IV .
 Sendo considerados resíduos não perigosos os resíduos do grupo I e II, e perigosos o III e IV. 
 Grupos I – não exMMigem cuidados especiais no seu tratamento, dado que são equiparados a Resíduos Sólidos Urbanos (RSU) 
Grupo II
Resíduos hospitalares não perigosos 
 Não estão sujeitos a tratamentos específicos, podendo ser 
equiparados a resíduos urbanos.
 a) Material ortopédico: talas, gessos e ligaduras gessadas não
contaminados e sem vestígios de sangue;
 b) Fraldas e resguardos descartáveis não contaminados e sem
vestígios de sangue;
 c) Material de proteção individual utilizado nos serviços gerais de apoio, com exceção do utilizado na recolha de resíduos;
 d) Embalagens vazias de medicamentos ou de produtos de uso clínico ou comum, com exceção dos incluídos no grupo III e no grupo IV;
 e) Frascos de soros não contaminados, com exceção dos do 
grupo IV.
 Grupo III 
 Resíduos hospitalares de risco biológico 
Resíduos contaminados ou suspeitos de contaminação, susceptíveis de incineração ou de outro pré-tratamento eficaz, permitindo posterior eliminação como resíduo urbano.
a) Todos os resíduos provenientes de quartos ou enfermarias de doentes infecciosos ou suspeitos, de unidades de hemodiálise, de blocos operatórios, de salas de tratamento, de salas de autópsia e de anatomia patológica, de patologia clínica e de laboratórios de investigação, com exceção dos do grupo IV;
b) Todo o material utilizado em diálise;
c) Peças anatómicas não identificáveis;
d) Resíduos que resultam da administração de sangue e derivados; 
e) Sistemas utilizados na administração de soros e medicamentos, com exceção dos do grupo IV;
f) Sacos coletores de fluidos orgânicos e respectivos sistemas;
g) Material ortopédico: talas, gessos e ligaduras gessadas contaminados ou com vestígios de sangue; material de prótese retirado a doentes;
h) Fraldas e resguardos descartáveis contaminados ou com vestígios de sangue;
i) Material de proteção individual utilizado em cuidados de saúde e serviços de apoio geral em que haja contato com produtos contaminados (como luvas, máscaras, aventais e outros).
Grupo IV 
Resíduos hospitalares específicos 
Resíduos de vários tipos de incineração obrigatória. 
a) Peças anatómicas identificáveis, fetos e placentas, até
publicação de legislação específica;
b) Cadáveres de animais de experiência laboratorial;
c) Materiais cortantes e perfurantes: agulhas, catéteres e 
todo o material invasivo;
d) Produtos químicos e fármacos rejeitados, quando não
sujeitos a legislação específica;
e) Citostáticos e todo o material utilizado na sua
manipulação e administração.
 Deve-se proceder à separação dos resíduos que permita, para os resíduos dos grupos I e II, a reciclagem ou
reutilização de cartão e papel, de vidros, de metais ferrosos e não ferrosos, de películas de Raios-X, de pilhas e baterias, e de mercúrio.
 A triagem e acondicionamento dos Resíduos Hospitalares deve ser feita junto do local onde se deu a sua produção, e acondicionados de forma a ser clara a sua origem e grupo.
Grupo I e II – recipientes de cor preta
Grupo III – branca com indicação de risco biológico 
Grupo IV – vermelha (exceto materiais cortantes e perfurantes, que devem ser armazenados em recipientes ou contentores imperfuráveis. 
Saliente-se ainda, que os contentores usados no grupo III e IV devem ser facilmente manuseáveis, resistentes e estanques, mantendo-se hermeticamente fechados, laváveis e desinfetáveis, se forem de uso múltiplo.
O armazenamento dos Resíduos Hospitalares deve ser efetuado num local específico e sinalizado, de modo a separar os do Grupo I e II dos III e IV. 
No caso do grupo I e II, a separação deve ser feita tendo em conta a possibilidade de reciclagem e reutilização de cartão e papel, vidros, metais, películas de RX, pilhas e baterias.•
CONSIDERAÇÕES
 Resíduos da área de saúde. Não aguarde a fiscalização, a sua consciência deve prevalecer!
 Sabemos que a lei é mais morosa, ela somente aparece após o ato consumado, para que esperar pela infecção hospitalar ou dos consultórios nos prédios de uso exclusivo ou mistos?
 O lixo hospitalar ou da saúde 
não é tão somente "juntar seringas" 
e recolhe-las de quinze
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