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APS 7º Semestre - Engenharia Civil UNIP

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ATIVIDADES PRÁTICAS SUPERVISIONADAS
7º SEMESTRE
Coordenador do Curso de Engenharia Civil: Profº. Mr. Fernando Brant Carvalho
UNIP - Campus Vargas - Ribeirão Preto, Maio de 2.016
Relatório de visita técnica à uma obra de uma edificação
Trabalho de visita técnica à uma edificação que contenha pilares,
viga e lajes em sua execução. O mesmo tem
por objetivo avaliação da disciplina de
APS – “Atividades Práticas Supervisionadas” do grupo em epígrafe
do 7º Período de Engenharia Civil.
Turmas: EC7R18 e EC7T18 - Sala: 101 do Bloco A.
Aprovado em:
Banca Examinadora
____________________________/___/____
Prof. Avaliador: .
Universidade Paulista – UNIP
Ribeirão Preto/SP, maio de 2.016
Dedicatória
Dedicamos este trabalho ao corpo docente da Universidade Paulista “UNIP” – Campus Vargas de Ribeirão Preto - SP do curso de Engenharia, bem como a todos seus funcionários e aos profissionais da área de Engenharia, que se empenham totalmente a cada dia, cientes de que seu trabalho é de extrema importância para toda a população.
AGRADECIMENTOS
Agradecemos ao arquiteto urbanista/projetista Marcos Suavinho (com seu ótimo conhecimento estrutural, que nos foi muito importante), sua equipe de obra e demais não citados, que nos receberam muito bem em suas instalações.
Em especial gostaríamos de destacar a atenção generosa dispensada, já que fomos acompanhados por toda a obra, respondendo todos nossos questionamentos que surgiam durante a visita, sempre nos passando um conhecimento que levaremos por toda nossa carreira profissional.
	Grupo
	Aluno						R.A.			Turma
	Antonio Luiz de Mello Neto		B68917-0		EC7R18
	Diego Saulo Garcia
	Flávio Ricardo Fuzatto
	Pedro H. Costa do Nascimento
	Samuel Lellis V. Bocalon
Equipe na obra: Pedro, Samuel, Diego, Suavinho, Antonio e João.
“Engenheiros civis constroem a infraestrutura do mundo. Fazendo isso, eles moldam a história das nações. ”
Sociedade Americana de Engenheiros Civis.
Sumário
1 – Aspectos gerais										8
	1.1 – Localização e Perspectiva							8
2 – Pilares
	2.2 – Definições
		2.2.1 - Dimensões mínimas das seções transversais
	2.3 – Cobrimento das armaduras
	2.4 – Pilares na obra
3 – Lajes
	3.1 – Definição 
	3.2 – Tipos de lajes
	3.3 – Estimativa de cargas atuantes
4 – Vigas
	4.1 – Definição 
	4.2 – Tipos de viga
	4.3 – Cálculos de uma viga
5 – Referências Bibliográficas
1 – Aspectos Gerais
1.1	 Localização e perspectiva
	A Edificação em questão ao qual foi realizado o estudo sobre pilares, vigas (bem como o cálculo de dimensionamento de uma delas) está situado no seguinte endereço: estrada municipal da Limeirinha, s/n – Jardim San Marco, Condomínio San Marco I, Ilha de Cenere, Ribeirão Preto. Uma edificação familiar, de 2 pavimentos, cobertura e ampla utilização de produtos estruturais.
	Seguem abaixo figuras iniciais da obra, como a localização do terreno, a perspectiva final de como irá ser a edificação (projeto em ArchiCAD) e fundações.
Figura 1 – Entrada do condomínio San Marco (Reprodução Google Earth)
Figura 2 – Vista aérea da edificação em construção (Reprodução Google Earth)
Figura 3 – Perspectiva final do projeto com a obra finalizada - Frontal (Arquivo Pessoal)
Figura 4 – Perspectiva final da obra – Vista dos fundos (Arquivo Pessoal)
Figura 5 – Fundação da edificação (Arquivo Pessoal)
2- Pilares
2.1- Definição
	Pilares são “Elementos lineares de eixo reto, usualmente dispostos na vertical, em que as forças normais de compressão são preponderantes. ” Isto de acordo com uma norma específica para eles: NBR 6118/20141, item 14.4.1.2).
	Pilares-parede são “Elementos de superfície plana ou casca cilíndrica, usualmente dispostos na vertical e submetidos preponderantemente à compressão. Podem ser compostos por uma ou mais superfícies associadas. Para que se tenha um pilar-parede, em alguma dessas superfícies a menor dimensão deve ser menor que 1/5 da maior, ambas consideradas na seção transversal do elemento estrutural.”
O dimensionamento dos pilares é feito em função dos esforços externos solicitantes de cálculo, que compreendem as forças normais (Nd), os momentos fletores (Mdx e Mdy) e as forças cortantes (Vdx e Vdy) no caso de ação horizontal.
A NBR 6118, na versão de 2003, fez modificações em algumas das metodologias de cálculo das estruturas de Concreto Armado, como também em alguns parâmetros aplicados no dimensionamento e verificação das estruturas. Especial atenção é dada à questão da durabilidade das peças de concreto. Particularmente no caso dos pilares, a norma introduziu várias modificações, como no valor da excentricidade acidental, um maior cobrimento de concreto, uma nova metodologia para o cálculo da esbeltes limite relativa à consideração ou não dos momentos fletores de 2a ordem e, principalmente, com a consideração de um momento fletor mínimo, que pode substituir o momento fletor devido à excentricidade acidental. A versão de 2014 mantém essas prescrições, e introduziu que a verificação do momento fletor mínimo pode ser feita comparando uma envoltória resistente, que englobe a envoltória mínima com 2ª ordem. 
2.2- Dimensões
	Os pilares dos edifícios correntes, com estrutura em concreto armado, têm, em geral, seções transversais constantes de piso a piso (concreto e aço). As seções transversais podem apresentar a forma quadrada, retangular, circular ou de uma figura composta por retângulos (seções L, T, U). 
2.2.1- Dimensões mínimas das seções transversais dos pilares
 As dimensões mínimas da seção transversal de pilares são fixadas no item 13.2.3 da NBR6118:2014. Conforme este item, a seção transversal de pilares não deve apresentar dimensão menor que 19 cm. Em casos especiais, permite-se a consideração de dimensões entre 19 cm e 14 cm, desde que se multipliquem as ações a serem consideradas no dimensionamento por um coeficiente adicional n, de acordo com o indicado na tabela abaixo. Em qualquer caso, a norma não permite pilar com seção transversal de área inferior a 360 cm². 
	Nesta tabela, b é a menor dimensão da seção transversal do pilar e n = 1,95 – 0,05 b é um coeficiente que deve majorar os esforços solicitantes finais de cálculo nos pilares, quando do dimensionamento. 
2.3 – Cobrimento das armaduras
	Segundo o item 6 da NBR6118:2014 (diretrizes para durabilidade das estruturas de concreto), as estruturas de concreto devem ser projetadas e construídas de modo que, sob as condições ambientais previstas na época do projeto e quando utilizadas conforme preconizado em projeto, conservem suas segurança, estabilidade e aptidão em serviço durante o prazo correspondente à sua vida útil. A agressividade do meio ambiente está relacionada às ações físicas e químicas que atuam sobre as estruturas de concreto, independentemente das ações mecânicas, das variações volumétricas de origem térmica, da retração hidráulica e outras previstas no dimensionamento das estruturas de concreto.
Nos projetos das estruturas correntes, a agressividade ambiental pode ser classificada de acordo com o apresentado na seguinte tabela e pode ser avaliada, simplificadamente, segundo as condições de exposição da estrutura ou de suas partes.
	A durabilidade das estruturas é altamente dependente das características do concreto e da espessura e qualidade do concreto do cobrimento da armadura. Ensaios comprobatórios de desempenho da durabilidade da estrutura frente ao tipo e nível de agressividade previsto em projeto devem estabelecer os parâmetros mínimos a serem atendidos. Na falta destes e devido à existência de uma forte correspondência entre a relação água/cimento ou água/aglomerante, a resistência à compressão do concreto e sua durabilidade, permite-se adotar os requisitos mínimos
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