A maior rede de estudos do Brasil

Grátis
105 pág.
TUDO JUNTO

Pré-visualização | Página 20 de 24

um músculo elevador, o músculo levantador da 
pálpebra superior. 
• Uma abertura transversa, a fissura palpebral, situa-se entre as margens livres das pálpebras, as quais se unem nas suas 
extremidades, chamadas canto medial e canto lateral. 
▪ O canto medial é mais baixo que o canto lateral, essa distância é aumentada em alguns grupos asiáticos. Ele é separado do bulbo 
do olho por um pequeno espaço triangular, o lago lacrimal, no qual está situado um pequeno corpo avermelhado chamado 
carúncula lacrimal. A carúncula representa uma área de pele modificada contendo alguns pelos finos, e está montada sobre a 
prega semilunar. 
▪ Uma pequena elevação, a papila lacrimal, está localizada em cada margem palpebral. Há uma pequena abertura, o ponto 
lacrimal, no centro da papila, que forma a abertura para o sistema de drenagem da lágrima. 
• Os dois terços anteriores da margem palpebral são pele, e o terço posterior é mucosa da túnica conjuntiva da pálpebra. Uma 
estreita “linha cinzenta” localiza-se anterior à junção mucocutânea. Os cílios residem na frente da linha cinzenta (grandes glândulas 
sebáceas associadas aos cílios são as glândulas ciliares), as aberturas das glândulas tarsais localizam-se atrás dela. 
• Internamente, a túnica conjuntiva da pálpebra é refletida sobre o bulbo do olho, onde é contínua com a túnica conjuntiva do bulbo. 
As linhas de reflexão da túnica conjuntiva da pálpebra sobre o bulbo do olho formam recessos profundos, os fórnices superior e 
inferior da conjuntiva. O saco da conjuntiva é o espaço limitado entre essas túnicas. 
• O septo orbital é uma membrana fibrosa que se estende dos tarsos até as margens da órbita, onde se torna contínuo com o periósteo. 
Contém o corpo adiposo da órbita e, em razão de sua continuidade com a periórbita, consegue limitar a disseminação de infecção 
para a órbita e desta para outros locais. 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 Ddd APARELHO LACRIMAL 
 A DESCRIÇÃO 
• Função: É responsável pela produção de lágrimas que garantem que o olho fique lubrificado, limpo e protegido de lesões decorrentes 
de micro-organismos e substâncias estranhas. 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 A COMPOSIÇÃO 
• O aparelho lacrimal consiste nas estruturas responsáveis pela produção de lágrimas e nas vias de drenagem lacrimal que coletam o 
líquido da lágrima e o transportam para dentro da cavidade nasal. 
• A glândula lacrimal é o principal produtor do componente aquoso da camada de lágrima e consiste em partes orbital e palpebral. 
O líquido lacrimal é conduzido das glândulas lacrimais para o saco da conjuntiva pelos dúctulos excretores da glândula lacrimal. 
• Os canalículos lacrimais começam em um ponto lacrimal na papila lacrimal perto do ângulo medial do olho e drenam líquido 
lacrimal do lago lacrimal, um espaço triangular no ângulo medial do olho onde se acumulam as lágrimas, para o saco lacrimal, a 
parte superior dilatada do ducto lacrimonasal. 
• A partir desse saco, o líquido segue para o meato nasal inferior da cavidade nasal através do ducto lacrimonasal. Dessa região, 
ele é drenado posteriormente através do assoalho da cavidade nasal para a parte nasal da faringe e é, por fim, engolido. 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 A INERVAÇÃO 
• A inervação da glândula lacrimal é simpática, ramos do plexo carótico interno e nervo petroso profundo, e parassimpática, 
ramos do nervo petroso maior (oriundo do nervo facial). As fibras simpáticas são vasoconstritoras e parassimpáticas são 
secretomotoras. A junção de ambas as fibras forma o canal pterigoideo. 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 Ddd BULBO DO OLHO 
• Função: O bulbo do olho contém o aparelho óptico do sistema visual. 
• Localização: Ocupa a maior parte da porção anterior da órbita, suspenso por seis músculos extrínsecos que controlam seu 
movimento e por um aparelho suspensor da fáscia. 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
▪ 
▪ ntêm os tecidos são então levados a um micrótomo (Figura 1.1), onde são seccionados por uma lâmina de aço ou de vidro, de modo 
a fornecer cortes de 1 a 10 micrômetros de espessura. Lembre-se de que: um micrômetro (1 µm) = 0,001 mm= l0-6 m; um 
nanômetro (1nm) =0,001 µm = l0-6 mm = l0-9 m. Após serem seccionados, os cortes são colocados para flutuar sobre uma 
superfície de água aquecida e, depois, sobre lâminas de vidro, onde aderem e serão, em seguida, corados. 
▪ • 
 
 A DESCRIÇÃO 
 A COMPOSIÇÃO 
• Todas as estruturas anatômicas no bulbo do olho têm disposição circular ou esférica. 
• Existe uma camada de tecido conectivo frouxo que circunda o bulbo do olho, sustentando-o dentro da órbita. A camada de tecido 
conectivo é composta posteriormente pela bainha do bulbo do olho, que forma a verdadeira cavidade para o bulbo do olho, e 
anteriormente pela túnica conjuntiva do bulbo. 
• O bulbo do olho propriamente dito tem três túnicas: 
▪ Túnica fibrosa (camada externa): Formada pela esclera e córnea. 
▪ Túnica vascular (camada intermédia): Formada pela corioide, corpo ciliar e íris. 
▪ Túnica interna (camada interna): Formada pela retina, que tem partes óptica e não visual. 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 A TÚNICA FIBROSA 
• A túnica fibrosa do bulbo do olho é o esqueleto fibroso externo, que garante a forma e a resistência. A esclera é a parte opaca 
resistente da túnica (camada) fibrosa do bulbo do olho que cobre os cinco sextos posteriores do bulbo do olho. É o local de fixação 
dos músculos extrínsecos e intrínsecos do bulbo do olho. A córnea é a parte transparente da túnica fibrosa que cobre a sexta 
parte anterior do bulbo do olho. 
• As duas camadas diferem principalmente em termos grau de hidratação e vascularização de cada uma. Enquanto a esclera é 
relativamente avascular, a córnea é totalmente avascular e nutrida por leitos capilares periféricos e líquidos existentes sobre suas 
faces externa e interna (líquido lacrimal e humor aquoso, respectivamente). 
• O limbo da córnea é o ângulo formado pela interseção das curvaturas da esclera e da córnea na junção corneoescleral. 
• Inervação da córnea: A córnea é muito sensível ao toque; sua inervação é realizada pelo nervo oftálmico (NC V1). Mesmo corpos 
estranhos muito pequenos (p. ex., partículas de poeira) levam a pessoa a piscar, ao fluxo de lágrimas e, às vezes, à dor intensa. 
 
 
 
 
 
 A TÚNICA VASCULAR 
• A corioide, uma camada marrom-avermelhada escura situada entre a esclera e a retina, forma a maior parte da túnica vascular do 
bulbo do olho e reveste a maior parte da esclera. 
• O corpo ciliar é um espessamento anular da camada posterior ao limbo da córnea, que é muscular e vascular. Une a corioide à 
circunferência da íris. O corpo ciliar é o local de fixação da lente. A contração e o relaxamento do músculo liso circular do corpo 
ciliar controlam a espessura e, portanto, o foco da lente. 
▪ Pregas na face interna do corpo ciliar, os processos ciliares, secretam humor aquoso. O humor aquoso ocupa o segmento 
anterior do bulbo do olho, o interior do bulbo anterior à lente, ligamento suspensor e corpo ciliar 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
anterior do bulbo do olho, o interior do bulbo anterior à lente, ligamento suspensor e corpo ciliar. 
• A íris, que literalmente está