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APRESENTAÇÃO
Prezado Aluno,
Este é o Caderno de Prática Jurídica Volume I, componente curricular obrigatório para a obtenção de sua aprovação na disciplina “Prática Jurídica Real I”, cursada no 9º período.
Buscando atender a todos os critérios dispostos na Resolução nº. 09/2004 do CNE-MEC e preocupados com o perfil do Egresso de nossa Instituição de Ensino foi que cada uma das atividades contidas neste instrumento veio a ser desenvolvida e formulada.
O conhecimento da prática real das várias carreiras jurídicas (advocacia, magistratura, ministério público e funcionalismo público em geral) e dos procedimentos jurídicos utilizados para o alcance das composições das mais diversas lides, juntamente com a ratificação dos aprendizados teóricos obtidos ao longo do curso de direito, são os resultados esperados por esta Instituição de Ensino para formação acadêmica de seus alunos na confecção das atividades dispostas neste Caderno.
Desejamos que, mais que o cumprimento de uma obrigação curricular, o preenchimento deste Caderno de Prática Jurídica seja uma oportunidade de conhecimento, de aprendizado, de envolvimento com as carreiras jurídicas e de consciência sobre as questões sociais e humanas envolvidas em cada um dos processos judiciais.
Sucesso! Cordialmente.
Coordenação do Núcleo de Prática Jurídica
	IDENTIFICAÇÃO OBRIGATÓRIA
	NOME:
	MARCO ANTONIO DE SOUZA ALMEIDA
	MATRÍCULA
	 140100001
	PERÍODO
	9º
	TURMA
	( ) A	( X ) B
	TURNO
	( ) MATUTINO	( X ) NOTURNO
INTRODUÇÃO
Conforme estabelecido no REGULAMENTO DO NÚCLEO DE PRÁTICA JURÍDICA, todo acadêmico do curso de direito deverá realizar 40 (quarenta) horas de Prática Jurídica Real I, no 9º período, dentre as quais o Caderno de Prática Jurídica – Volume I corresponde a 20 (vinte) horas.
CONCEITO
O Caderno de Prática Jurídica é um instrumento de avaliação de estágio supervisionado obrigatório dos acadêmicos do curso de direito da Rede DOCTUM, através do qual deverão demonstrar em seus relatórios: 1º. O comparecimento em audiências e/ou sessões de julgamento; 2º. A análise de processos judicialmente finalizados; 3º. A análise de variadas peças jurídicas que compõem um processo judicial, dentre outros.
OBJETIVO
O Caderno de Prática Jurídica tem por escopo proporcionar a vivência prática dos Acadêmicos em situações reais para que possam, desde já, estabelecer correlações eficientes entre teoria e prática, tornando mais eficaz e prática sua aprendizagem e também o seu ingresso no mercado de trabalho.
PERÍODO DE ELABORAÇÃO E ENTREGA DO CADERNO DE PRÁTICA JURÍDICA
O Acadêmico preencherá o Caderno de Prática Jurídica respeitando os prazos estipulados em cada semestre, sendo que o Caderno passará pelos seguintes procedimentos:
	1º
	OBTENÇÃO
	No início do semestre letivo, em data previamente agendada e divulgada
pela coordenação do Núcleo de Prática Jurídica, o aluno receberá o Caderno e as explicações necessárias.
	2º
	ENTREGA
	O aluno entregará na data estipulada pela coordenação do Núcleo o Caderno para correção, após a qual o Caderno será APROVADO ou
REPROVADO.
ATIVIDADES
O Caderno de Prática Jurídica é composto por um total de 10 (dez) atividades às quais serão atribuídas ao final 02 (duas) horas cada, perfazendo um total de 20 (vinte) horas de prática real, estando assim divididas:
	NOMENCLATURA 01 - AUDIÊNCIAS E/OU SESSÕES DE JULGAMENTO
	Nº.
	ATIVIDADES
	HORAS
	1.1
	JUSTIÇA COMUM (FÓRUM) – VARA CÍVEL – AUDIÊNCIA (CONCILIAÇÃO)
	02
	1.2
	JUSTIÇA COMUM (FÓRUM) – VARA CÍVEL – AUDIÊNCIA (INSTRUÇÃO)
	02
	1.3
	JUSTIÇA COMUM (FÓRUM) – VARA CÍVEL – AUDIÊNCIA (INSTRUÇÃO)
	02
	1.4
	JUIZADO ESPECIAL CÍVEL – AUDIÊNCIA DE INSTRUÇÃO E JULGAMENTO
	02
	1.5
	JUIZADO ESPECIAL CÍVEL – AUDIÊNCIA DE INSTRUÇÃO E JULGAMENTO
	02
	NOMENCLATURA 02 - ANÁLISE DE PROCESSOS FINDOS
	Nº.
	ATIVIDADES
	HORAS
	2.1
	JUSTIÇA COMUM (FÓRUM) – PROCESSO FINDO – VARA CÍVEL
	02
	2.2
	JUSTIÇA COMUM (FÓRUM) – PROCESSO FINDO – VARA CÍVEL
	02
	2.3
	JUSTIÇA COMUM (FÓRUM) – PROCESSO FINDO – VARA CÍVEL
	02
	2.4
	JUIZADO ESPECIAL CÍVEL – PROCESSO FINDO
	02
	2.5
	JUIZADO ESPECIAL CÍVEL – PROCESSO FINDO
	02
O Caderno de Prática Jurídica é um corpo de atividades não divisível e, para sua aprovação, deverá o aluno cumprir o preenchimento mínimo e indispensável de 75% (setenta e cinco por cento) das atividades contidas em cada uma das nomenclaturas acima dispostas:
	NOMENCLATURA
	MÍNIMO
	HORAS MÍNIMAS
	1. AUDIÊNCIAS E/OU SESSÕES DE JULGAMENTO
	04 ATIVIDADES
	08 HORAS
	2. ANÁLISE DE PROCESSOS FINDOS
	04 ATIVIDADES
	08 HORAS
	TOTAL MÍNIMO EXIGIDO PARA APROVAÇÃO
	08 ATIVIDADES
	16 HORAS
O Preenchimento de cada uma das atividades deverá respeitar as seguintes regras:
Cabeçalho preenchido correta e completamente, sob pena de perda de pontuação nos termos do Regulamento do NUPRAJUR, nos moldes do exemplo que se segue:
	Vara: 1ª Vara Cível
	Processo nº. 024.00.000000-0
	Data do Relatório: 10/08/2014
	Juízo/Comarca: Belo Horizonte
	Nome do Autor: Fulano de Tal
	Nome do Réu: Beltrano de Tal
Relatório do conteúdo processual mínimo e do ato processual presenciado de modo completo, na forma de resenha, nunca ultrapassando as linhas dispostas na página reservada para cada uma das 10 (dez) atividades existentes no Caderno, sob pena de a atividade com irregularidades no relatório não ser contabilizada para fins de aprovação.
OBS 1: Nos relatórios referentes às atividades dispostas na primeira nomenclatura (Audiências e/ou Sessões de Julgamento de Recurso) deverão conter, no mínimo, as seguintes informações: conteúdo da inicial (causas de pedir e pedidos), conteúdo da defesa (argumentos do Réu) e questões jurídicas ocorridas na Audiência ou Sessão de Julgamento (manifestações das partes, produção de provas, ...).
OBS 2: Já os relatórios referentes às atividades dispostas na segunda nomenclatura (análise de processos findos) deverão conter, no mínimo, as seguintes informações: conteúdo da inicial (causas de pedir e pedidos), conteúdo da defesa (argumentos do Réu), questões jurídicas ocorridas em Audiências ou Sessões de Julgamento (manifestações das partes, produção de provas, ...) ocorridas no processo, decisões interlocutórias (liminares, antecipações de tutela, ...), sentenças, acórdãos, recursos e demais atos jurídicos relevantes ocorridos até o trânsito em julgado da última decisão definitiva disposta no processo sob análise.
Confirmação da presença do aluno na Justiça para o preenchimento de cada atividade do Caderno de Prática Jurídica, a qual poderá se dar das seguintes formas:
	NOMENCLATURA
	FORMAS DE CONFIRMAÇÃO
	1. AUDIÊNCIAS E/OU SESSÕES DE JULGAMENTO
	Assinatura e carimbo da autoridade
ou Ata constando o nome do aluno
	2. ANÁLISE DE PROCESSOS FINDOS
	Assinatura e carimbo do servidor que
entregou o processo para relatório
Além das regras acima dispostas, o cabeçalho e o relatório do conteúdo processual deverão se apresentar nas seguintes condições gerais:
Capas e folhas em bom estado de conservação, sem manchas, dobras e orelhas;
Informações pessoais do aluno (nome completo, período, turma, turno e matrícula acadêmica);
Totalmente sem rasuras, sem rabiscos, sem emendas, sem cortes, sem traços sobrepostos sobre palavras e sem uso de corretivos, sendo admissível apenas anotações de ressalvas dentro do próprio texto do tipo, “digo” ou “o isolamento da palavra ou texto rejeitado apenas por parênteses”;
Anotações realizadas com linguagem atualizada, culta e com letra legível do próprio aluno titular do Caderno, podendo este utilizar tão somente caneta AZUL ou PRETA;
Texto que atenda a critérios mínimos de coerência e entendimento;
Texto escrito somente nas linhas reservadas para cada uma das atividades e em texto corrido (sem parágrafos ou linhas em branco dentro do texto), na modalidade de resenha,não podendo ser complementado com o acréscimo de folhas extras ou em outra página como continuação, ficando ressalvada a possibilidade de refazer a atividade em uma nova página idêntica na qual a atividade será escrita de forma completa;
Caso seja comprovada fraude nos Cadernos de Prática Jurídica, seja por cópia integral ou parcial de relatórios, seja pela “compra de cadernos” ou mesmo pela simulação de atividades falsas, o aluno será reprovado na disciplina Prática Jurídica Real I, ressalvado o direito do Núcleo de Prática Jurídica de instaurar o processo administrativo disciplinar competente e o procedimento criminal cabível.
CORREÇÃO E APROVAÇÃO DO CADERNO DE PRÁTICA JURÍDICA
Todos os critérios acima dispostos e as demais disposições existentes no Regulamento do Núcleo de Prática Jurídica serão levadas em consideração para a correção e aprovação do Caderno de Prática Jurídica, sendo totalmente inviável o aproveitamento parcial de um Caderno de Prática Jurídica reprovado para futuras complementações com novos Cadernos ou em outros semestres.
ORIENTAÇÕES GERAIS
Os alunos, como estudantes de Direito que são, tem o dever de ler todas as regras dispostas sobre o Caderno de Prática Jurídica que lhes são apresentadas pelos professores orientadores e fornecidas por escrito desde o início de cada semestre, não podendo alegar posteriormente o desconhecimento das mesmas, seja a que título for.
Atenciosamente,
Coordenação do Núcleo de Prática Jurídica
	NOMENCLATURA 01 - AUDIÊNCIAS E/OU SESSÕES DE JULGAMENTO
ATIVIDADE 1.1 – JUSTIÇA COMUM (FÓRUM) – VARA CÍVEL – AUDIÊNCIA (CONCILIAÇÃO)
	 Vara: 1ª vara – Cível
	Processo nº. 0006302-94.2017.8.13.0395
	Data do Relatório: 08/03/2017
	Juízo/Comarca: Manhumirim
	Nome do Autor: Ministério Público
	Nome do Réu: Município de Manhumirim e SAAE (Serviço Autônomo de Água e Esgoto do Município de Manhumirim).
	Relatório: O aluno deverá escrever, no mínimo, as seguintes informações: inicial (causas de pedir e pedidos), defesa (argumentos do Réu) e questões jurídicas ocorridas na Sessão (manifestações das partes, produção de provas, ...)
	
 Ação Civil Pública interposta pelo MP referente à obrigação de fazer, para que o Município implemente instalação de hidrômetros em um bairro da cidade, pelo fato do Município estar perdendo arrecadação de receita. A parte ré, Município de Manhumirim, foi representada pelo preposto Evelyn Gilmara de Carvalho Souza que foi acompanhada do advogado Dr. Luiz Gonzaga Amorim. A outra parte ré, SAAE, foi representada pelo preposto Luciano Portilho Borchio que foi acompanhada pelo advogado Rogério de Oliveira Freitas.
	Aberta a audiência as partes requereram a suspensão do feito pelo prazo de 01 (um) ano, para tentativa de solucionar a lide. Argumentaram que o SAAE não possui recursos suficientes para arcar com tal empreendimento e o bairro em questão residem pessoas com baixo poder aquisitivo. Relataram que, mesmo parcelando a instalação dos hidrômetros para o cidadão, alguns não possuem condições. Asseveraram que, para a instalação dos hidrômetros, a rede de fornecimento de água tem que ser reajustada, o que trará grande ônus para a parte e o Município.
	O MP indagou das partes se o Poder Público Municipal já possui projeto, em andamento, para resolver a situação, tendo as partes ré relatado que já está em andamento e o que está atrasando a execução é a falta de recursos.
	O juiz assim deliberou a suspensão do feito pelo prazo solicitado. Desde já as partes foram intimadas da decisão. 
AUTORIDADE CARIMBO E ASSINATURA
	NOMENCLATURA 01 - AUDIÊNCIAS E/OU SESSÕES DE JULGAMENTO
ATIVIDADE 1.2 – JUSTIÇA COMUM (FÓRUM) – VARA CÍVEL – AUDIÊNCIA (INSTRUÇÃO)
	Vara: 1ª Vara – Cível
	Processo nº. 0031031-50.2015.8.13.0395
	Data do Relatório: 09/03/2018
	Juízo/Comarca: Manhumiirm
	Nome do Autor: Leide Daiane Lopes
	Nome do Réu: Instituto Nacional de Seguridade Social – INSS
	Relatório: O aluno deverá escrever, no mínimo, as seguintes informações: inicial (causas de pedir e pedidos), defesa (argumentos do Réu) e questões jurídicas ocorridas na Sessão (manifestações das partes, produção de provas, ...)
	 A autora ajuizou demanda em desfavor do Instituto Nacional de Seguridade Social, na forma de segurada especial, fim obter benefício de aposentadoria por tratar-se de trabalhadora rural.
 Aberta a audiência foi ouvida (01) uma testemunha. A audição das demais foi indeferida, por terem sido arroladas fora do prazo que foi de 15 dias. A advogada asseverou que ocorreram dificuldades para arrolar, pois trata-se de lugar de difícil acesso.
 A testemunha arrolada relatou que sempre conheceu a autora como trabalhadora rural. Disse que o marido da autora nasceu na propriedade de seu pai, tendo ele casado com a autora e sempre residido na roça e que a autora sempre trabalhou na roça junto com o marido.
 A sentença será dada posteriormente, assim que os autos estiverem conclusos, após verificação da documentação.
AUTORIDADE CARIMBO E ASSINATURA
	NOMENCLATURA 01 - AUDIÊNCIAS E/OU SESSÕES DE JULGAMENTO
ATIVIDADE 1.3 – JUSTIÇA COMUM (FÓRUM) – VARA CÍVEL – AUDIÊNCIA (INSTRUÇÃO)
	Vara: 1ª Vara - Cível
	Processo nº. 0025861-42.2014.8.13.0395
	Data do Relatório: 09/03/2018
	Juízo/Comarca: Manhumirim
	Nome do Autor: Gabriela Leandro
	Nome do Réu: Instituto Nacional de Seguridade Social - INSS
	Relatório: O aluno deverá escrever, no mínimo, as seguintes informações: inicial (causas de pedir e pedidos), defesa (argumentos doRéu) e questões jurídicas ocorridas na Sessão (manifestações das partes, produção de provas, ...)
	 A autora ajuizou ação em desfavor do Instituto Nacional de Seguridade Social. Tratou-se de demanda previdenciária especial, cujo desiderato foi obter provimento jurisdicional que assegure à autora a concessão de salário maternidade pelo nascimento de sua filha menor, pretensão esta que foi resistida pelo INSS sob a alegação que não ficou comprovado o período de carência anterior ao nascimento de sua filha.
 A Lei n° 8213/91 assegura a concessão do salário-maternidade á segurada da Previdência Social pelo prazo de 120 dias, desde que cumprida a carência legal. Consta nos autos que o próprio técnico do INSS reconheceu haver indícios de atividade rural da autora, tendo o benefício sido negado administrativamente por divergência de documentação.
 O inciso III da Lei 8213/91 trata que a carência a ser cumprida é de 10 (dez) meses e a autora preenche tal requisito.
 Desta forma, após a análise, foi julgado procedente a demanda e o INSS condenado a pagar as diferenças devidas do benefício maternidade, corrigidas e com juros.
AUTORIDADE CARIMBO E ASSINATURA
	NOMENCLATURA 01 - AUDIÊNCIAS E/OU SESSÕES DE JULGAMENTO
ATIVIDADE 1.4 – JUIZADO ESPECIAL CÍVEL – AUDIÊNCIA DE INSTRUÇÃO E JULGAMENTO
	Vara: 1ª Vara - Cível
	Processo nº. 0015227-04.2014.8.13.0395
	Data do Relatório: 09/03/2018
	Juízo/Comarca: Manhumirim
	Nome do Autor: Maria Sypriana de Lima
	Nome do Réu: Instituto Nacional de Seguridade Social - INSS
	Relatório: O aluno deverá escrever, no mínimo, as seguintes informações: inicial (causas de pedir e pedidos), defesa (argumentos doRéu) e questões jurídicas ocorridas na Sessão (manifestações das partes, produção de provas, ...)
	 A autora ajuizou demanda em desfavor do Instituto Nacional de Seguridade Social, na forma de segurada especial, fim obter benefício de aposentadoria por idade rural.
 Aberta a audiência foram ouvidas testemunhas e todas foram unânimes em afirmar, de forma categórica, que a autora sempre trabalhou no serviço de roça. Disseram que, apesar da autora já possuir idade avançada, a mesma continua com serviços no campo, contudo de forma menos intensa. Disseram quea propriedade pertence à autora e que as pessoas que trabalham na propriedade são parentes, não havendo empregadores assalariados.
 O INSS argumentou que a autora não cumpriu os requisitos necessários, exigidos pela legislação previdenciária, para a concessão do benefício reivindicado.
 Foi passada para a sentença e o Magistrado julgou procedente o pedido da autora, determinando que o INSS conceda o benefício da aposentadoria por idade, no valor de 01 (um) salário mínimo mensal. Deferiu benefício de antecipação de tutela, com a imediata implantação do benefício.
AUTORIDADE CARIMBO E ASSINATURA
	NOMENCLATURA 01 - AUDIÊNCIAS E/OU SESSÕES DE JULGAMENTO
ATIVIDADE 1.5 – JUIZADO ESPECIAL CÍVEL – AUDIÊNCIA DE INSTRUÇÃO E JULGAMENTO
	Vara: 1ª Vara - Cìvel
	Processo nº. 0016308-68.2014.8.13.0395
	Data do Relatório: 09/03/2018
	Juízo/Comarca: Manhumirim
	Nome do Autor: Júlio Maria Lopes
	Nome do Réu: Instituto Nacional de Seguridade Social - INSS
	Relatório: O aluno deverá escrever, no mínimo, as seguintes informações: inicial (causas de pedir e pedidos), defesa (argumentos do Réu) e questões jurídicas ocorridas na Sessão (manifestações das partes, produção de provas, ...)
	 A parte autora ajuizou demanda em desfavor do Instituto Nacional de Seguridade Social, na forma de segurada especial, fim obter benefício de aposentadoria por idade rural.
 Aberta a audiência verificou-se a ausência da parte autora, tendo sido representada pelo seu advogado. O advogado não produziu mais provas.
 A sentença será dada posteriormente após a análise das provas materiais e, se forem contundentes, suprirão as provas testemunhais.
AUTORIDADE CARIMBO E ASSINATURA
	NOMENCLATURA 02 - ANÁLISE DE PROCESSOS FINDOS
ATIVIDADE 2.1 – JUSTIÇA COMUM (FÓRUM) – PROCESSO FINDO – VARA CÍVEL
	Vara: 2ª Vara – Cível
	Processo nº. 0098958-83.2011.8.13.0394
	Data do Relatório: 28/02/2018
	Juízo/Comarca: Manhuaçu
	Nome do Autor: Adalto de Abreu Cavalcante
	Nome do Réu: Renato Pereira Xavier
	Relatório: O aluno deverá escrever, no mínimo, as seguintes informações: inicial (causas de pedir e pedidos), defesa (argumentos do Réu) e todos atos jurídicos relevantes ocorridos até o trânsito em julgado da última decisão definitiva disposta no processo.
	 A demanda trata de Ação de Consignação em Pagamento, com pedidos para que o réu levantasse o depósito ou oferecesse resposta. Com relação às alegações o autor asseverou que celebrou contrato de compra e venda de boa-fé com o autor. Disse que ficou estipulado que a laje do 
	
	
	
	
	
	
	
	
	
	
	
	
	
	
	
AUTORIDADE CARIMBO E ASSINATURA
	NOMENCLATURA 02 - ANÁLISE DE PROCESSOS FINDOS
ATIVIDADE 2.2 – JUSTIÇA COMUM (FÓRUM) – PROCESSO FINDO – VARA CÍVEL
	Vara:
	Processo nº.
	Data do Relatório: 	/	/	
	Juízo/Comarca:
	Nome do Autor:
	Nome do Réu:
	Relatório: O aluno deverá escrever, no mínimo, as seguintes informações: inicial (causas de pedir e pedidos), defesa (argumentos do
Réu) e todos atos jurídicos relevantes ocorridos até o trânsito em julgado da última decisão definitiva disposta no processo.
	
	
	
	
	
	
	
	
	
	
	
	
	
	
	
	
	
	
	
	
	
	
	
	
	
	
	
	
	
AUTORIDADE CARIMBO E ASSINATURA
	NOMENCLATURA 02 - ANÁLISE DE PROCESSOS FINDOS
ATIVIDADE 2.3 – JUSTIÇA COMUM (FÓRUM) – PROCESSO FINDO – VARA CÍVEL
	Vara:
	Processo nº.
	Data do Relatório: 	/	/	
	Juízo/Comarca:
	Nome do Autor:
	Nome do Réu:
	Relatório: O aluno deverá escrever, no mínimo, as seguintes informações: inicial (causas de pedir e pedidos), defesa (argumentos do
Réu) e todos atos jurídicos relevantes ocorridos até o trânsito em julgado da última decisão definitiva disposta no processo.
	
	
	
	
	
	
	
	
	
	
	
	
	
	
	
	
	
	
	
	
	
	
	
	
	
	
	
	
	
AUTORIDADE CARIMBO E ASSINATURA
	NOMENCLATURA 02 - ANÁLISE DE PROCESSOS FINDOS
ATIVIDADE 2.4 – JUIZADO ESPECIAL CÍVEL – PROCESSO FINDO
	Vara:
	Processo nº.
	Data do Relatório: 	/	/	
	Juízo/Comarca:
	Nome do Autor:
	Nome do Réu:
	Relatório: O aluno deverá escrever, no mínimo, as seguintes informações: inicial (causas de pedir e pedidos), defesa (argumentos do
Réu) e questões jurídicas ocorridas na Sessão (manifestações das partes, produção de provas, ...)
	
	
	
	
	
	
	
	
	
	
	
	
	
	
	
	
	
	
	
	
	
	
	
	
	
	
	
	
	
AUTORIDADE CARIMBO E ASSINATURA
	NOMENCLATURA 02 - ANÁLISE DE PROCESSOS FINDOS
ATIVIDADE 2.5 – JUIZADO ESPECIAL CÍVEL – PROCESSO FINDO
	Vara:
	Processo nº.
	Data do Relatório: 	/	/	
	Juízo/Comarca:
	Nome do Autor:
	Nome do Réu:
	Relatório: O aluno deverá escrever, no mínimo, as seguintes informações: inicial (causas de pedir e pedidos), defesa (argumentos do
Réu) e questões jurídicas ocorridas na Sessão (manifestações das partes, produção de provas, ...)
	
	
	
	
	
	
	
	
	
	
	
	
	
	
	
	
	
	
	
	
	
	
	
	
	
	
	
	
	
AUTORIDADE CARIMBO E ASSINATURA

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