ACIDENTE NUCLEAR CHERNOBYL
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ACIDENTE NUCLEAR CHERNOBYL


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INSTITUTO FEDERAL DO PARÁ \u2013 CAMPUS BELÉM
 TÉCNICO EM SEGURANÇA DO TRABALHO
 
 
 
 
QUESTÕES AMBIENTAIS 
O ACIDENTE NUCLEAR DE CHERNOBYL
 
 
 
 
ADRIANE ANGELO
DEIVID MORAES
GABRIELA NUNES 
IRLEY BLENDA
LUANA GOMES
 
 
 
 
 
 
 
 
 
Belém \u2013 PA 
2018
ADRIANE ANGELO
DEIVID MORAES
GABRIELA NUNES 
IRLEY BLENDA
LUANA GOMES
 
 
QUESTÕES AMBIENTAIS 
O ACIDENTE NUCLEAR DE CHERNOBYL
Trabalho avaliativo para a nota da 1ª bimestral da matéria de Gestão Ambiental, apresentado no Instituto Federal do Pará como requisito básico de apresentação dentro de sala de aula pelos alunos do curso Técnico em Segurança do Trabalho da TURMA M109.2TA.
 
 
Professor responsável:
 Rildo Santos
 
 
Belém-PA
2018 
JUSTIFICATIVA
OBJETIVO GERAL
Analisar o impacto ambiental do acidente nuclear da usina de Chernobyl, Ucrânia.
OBJETIVOS ESPECÍFICOS
Identificar as causas que contribuíram para a explosão do reator 4 da usina nuclear de Chernobyl.
Verificar as consequências da radiação nas cidades, habitantes e colaboradores.
Analisar a qualidade de vida dos habitantes das cidades próximas da usina nuclear de Chernobyl.
METODOLOGIA 
Para construção do trabalho de gestão ambiental,com o tema proposto pelo professor Rildo sobre impactos ambientais., foi escolhido um tema de proporção planetário, o acidente nuclear do reator 4 de Chernobyl , para reunir informações sobre o tema escolhido, foi usado os meios digitais como sites e vídeos do YouTube.
RESUMO
Chernobyl, uma tragédia por muitos esquecida e por outros, nem conhecida, foi um acidente nuclear catastrófico que ocorreu na central elétrica da Usina Nuclear de Chernobil, que estava sob a jurisdição direta das autoridades centrais da União Soviética. Uma explosão e um incêndio lançaram grandes quantidades de partículas radioativas na atmosfera, que se espalhou por boa parte da União Soviética e da Europa Ocidental.
O acidente na usina nuclear de Chernobyl, é considerado um dos maiores desastres ambientais ocorridos no mundo, onde um de seus reatores explodiu na madrugada do dia 26 de abril de 1986, ás 1h23min, em um teste de segurança. Durante 10 dias, o combustível nuclear ardeu, liberando na atmosfera nuvens tóxicas que contaminaram com radiação até ¼ do território Europeu, transformando cidades inteiras, em cidades fantasmas. Nessa tragédia morreram muitos inocentes, onde as autoridades tentaram manter em sigilo da população, mas as nuvens tóxicas atingiram não só Chernobyl, mas sim, Ucrânia e os vizinhos Bielorrússia e Rússia. Mas, eles foram descobertos pela Suécia no dia 28 de abril de 1986, quando as autoridades detectaram quantidades anormais de radiação. 
O líder soviético Mikhail Gorbachevz, só veio a público comunicar do incidente no dia 14 de maio, 19 dias após a explosão. Depois que as autoridades reconheceram o incidente, 116 mil pessoas precisaram deixar seus lares situados na zona de exclusão, para onde até os dias de hoje e por aproximadamente 100 anos pelo menos, não poderão voltar pelo grande nível de radiação. 
Para conter a radiação do reator número 4, muitos morreram. Em 4 anos, 600 mil pessoas, principalmente militares, policiais, bombeiros e funcionários, trabalharam como \u201cliquidadores\u201d, para conter o incêndio nuclear e criar uma barreira de concreto para isolar o reator. 
Devido ao acidente, os efeitos da radiação nuclear para saúde vão depender do tempo e do grau que o indivíduo esteve sujeito. Se os habitantes não fossem evacuados de Pripyat, em 4 dias eles teriam recebido uma dose letal e todos teriam morrido. Para um conhecimento mais aprofundado sobre o acidente, foi feito uma pesquisa por meio da internet em vários sites e vídeos, com o objetivo de obter o maior número de informações sobre o impacto ambiental que a radiação causou para o planeta e para os seres humanos.
INTRODUÇÃO
Engenheiros do turno da noite iniciaram um teste para verificar se o sistema de refrigeração funcionaria usando energia gerada pelo reator diante de uma falha no sistema elétrico. O problema é que o sistema de desligamento automático, que garantia a segurança da usina, havia sido desativado para a realização do teste, de repente, os níveis perigosos. O reator começou a superaquecer e a água que fazia a refrigeração foi transformada em vapor. O botão de desligamento de emergência foi acionado, mas nada parecia ser o suficiente para evitar o pior, por volta da 1h23 a.m duas explosões ocorreram, causando o rompimento do reator. Como o reator não foi construído sob uma camada reforçada de concreto \u2013 uma prática padrão em muitos países \u2013 o prédio sofreu diversos danos, e grandes quantidades de detritos radioativos foram parar na atmosfera.
O incêndio continuava no reator, e com ele selado, a temperatura e a pressão só aumentavam. Os Cientistas descobriram que o reator corria o risco de explodir. Para diminuir o calor no reator, helicópteros jogaram 2.500 toneladas de chumbo na cratera. Os 600 pilotos morreram, e parte do chumbo foi derretida e lançada na atmosfera. Até hoje moradores do local sofrem com doenças relacionadas ao chumbo.
Um plano foi traçado, e 10.000 mineiros construíram um túnel de 150 metros a partir do reator 3 para o 4, e depois um buraco embaixo do reator 4 de 2x 30 metros, que inicialmente seria revestido de nitrogênio líquido, mas que foi revestido de concreto. Isso evitou que o magma radiativo penetrasse no lençol freático que existia embaixo e contaminasse a água.
O incêndio havia sido finalmente controlado, mas a radiação continuava a ser emitida. O governo da URSS então convocou milhares de militares da reserva e trabalhadores para "liquidar o problema", milhares de homens trabalhavam na limpeza do local. Num raio de 30 quilômetros, árvores, casas, objetos, tudo era limpo.
Os liquidadores precisavam dar um fim na emissão de radiação para a atmosfera, e como não dava para chegar ao reator, resolveram construir uma estrutura que o revestisse, chamada de Sarcófago.
Logo após iniciar a construção do sarcófago, descobriram imensos pedaços de grafites radioativos espalhados pelo alto de estruturas que precisavam ser retirados dali. Começaram utilizando robôs, mas estes davam defeito devido a alta radiação. Então mandaram humanos fazer o serviço, Eles mesmo que tiveram que fazer sua proteção de chumbo e podiam dar somente 2 pazadas de grafite para baixo. a construção do enorme sarcófago recomeçou e ele foi concluído. Mais de 400.000 metros cúbicos de concreto e 7.300 toneladas de estrutura metálica foram utilizados durante sua construção. O grande problema é que esta estrutura foi construída como um recurso de emergência, quando simplesmente não havia tempo para elaborar um projeto consistente. Por ter sido construído em cima das estruturas já fragilizadas da usina, o sarcófago nunca foi sólido e já era esperado que em cerca de 20 anos ele teria que ser reparado. Em 1996 foi considerado impossível reparar o sarcófago devido aos níveis de radiação altíssimos acima de 10.000 Röntgens por hora.
12 de fevereiro de 2013 uma sessão do telhado da usina ao lado do sarcófago acabou colapsando. Após análise de especialistas, estava claro que o complexo todo estava com alto risco de desabar, o que poderia expor todo o material radioativo ao ambiente mais uma vez. Devido à situação inevitável, o governo Ucraniano decidiu abrir espaço para que diversos países apresentassem seus projetos de um novo sistema de contenção. Esse novo sistema deveria atingir os seguintes objetivos:
Transformar a região do reator 4 ambientalmente segura
Reduzir a corrosão e ação do tempo no sarcófago existente;
Diminuir as consequências de um colapso potencial do sarcófago existente, especialmente em termos de conter a poeira radioativa que seria produzida em tal colapso;
Permitir a desconstrução de estruturas instáveis do sarcófago com equipamentos remotamente operados;
Manter a contenção