A maior rede de estudos do Brasil

Grátis
Tratamento de água de Piscina

Pré-visualização | Página 1 de 2

Tratamento de água de Piscina.
Integrantes: 
Danilo Silva
Felipe Silva
Jader Lima
Maria Girlaine
Objetivos: 
Apresentar a piscina e sua parte mecânica.
Apresentar principais problemas encontrado em piscinas.
Formas de tratamento da água.
Formas de controle e verificação da qualidade da água.
Marcas mais utilizadas.
Introdução:
Tratamento de Água da Piscina:
Estes itens requer tratamento específico, porém todos são interdependentes, como as pernas de um tripé.
O moderno tratamento visa atingir e manter esses três objetivos de forma simples, eficaz e econômica. 
Água Limpa:
Água limpa é aquela livre de sujeira física visível. É obtida pelos processos de limpeza física: filtração, aspiração, peneiração e limpeza dos cestos pré-filtros e das bordas da piscina. iniciar com 4 a 8 horas diárias durante o verão e de 2 a 4 horas diárias no inverno. O objetivo é manter água sempre limpa; se sentir que ela começa a turvar-se, aumente o tempo de filtração.
Água Limpa:
Aspirador – Conectado a tomada de aspiração na parede da piscina remove a sujeira depositada sobre as paredes e fundo da piscina.
Peneira – Usada para a remoção de folhas e outros detritos maiores em suspensão ou depositados no fundo da piscina. 
Escovão – Para limpeza das superfícies submersas. Use-o, como uma vassoura. Isso reduz o trabalho de aspiração.
Água Balanceada:
Água balanceada é aquela que não produz irritação nos olhos e mucosas dos banhistas, não corrói equipamentos, cimento ou argamassa e também não deposita incrustações sobre as superfícies submersas. Obtém-se água balanceada mantendo o pH, a alcalinidade total e a dureza cálcica dentro da faixa ideal e em equilíbrio entre si.
pH da Água:
O pH de águas de piscinas deve sempre ser mantido na faixa de 7,2 a 7,8 e preferencialmente entre 7,4 e 7,6, isto é, levemente básico.
Correção de pH:
É fundamental realizar constantemente o controle do pH na água para isto existe vários métodos, onde se utilizar a água da piscina com um reagente e aguarda a mudança na coloração. 
Para correção do pH, Dissolva a dosagem recomendada num balde plástico com água da própria piscina; distribua essa solução sobre a superfície da água de maneira mais ou menos uniforme, longe dos equipamentos metálicos. Evite respingos e não permita o contato direto do produto puro ou de sua solução concentrada com partes do corpo ou roupas.
Alcalinidade:
É a soma das concentrações dos diversos sais alcalinos dissolvidos na água expressa em ppm, os quais reagem com ácidos, neutralizando-os, e dessa forma, impedem o abaixamento do pH. A alcalinidade total, confere estabilidade ao pH; por isso águas com baixa alcalinidade têm seu pH facilmente alterado até pelas águas da chuva (geralmente ácida) e águas com alta alcalinidade têm pH difícil de ser baixado. 
A alcalinidade tem uma finalidade especial e principal que é a de manter o pH estável. A alcalinidade baixa dificulta a correção do pH e a alta exige uma grande quantidade de produtos corretores de pH.
Alcalinidade:
Alcalinidade, varia entre 80 e 120 ppm. 
Para a redução do pH e alcalinidade, usa-se o ácido clorídrico (também chamado de ácido muriático), em concentração mais comum em torno de 10%. Outro produto usado é o bissulfato de sódio, também conhecido como ácido seco, na forma de pó, mais seguro que o ácido clorídrico.
Para aumentar o pH e a alcalinidade, os produtos são diferentes. Para o pH usa-se carbonato de sódio, também conhecido comercialmente por barrilha (Na2CO3). E para a alcalinidade total usa-se bicarbonato de sódio (NaHCO3).
Embora sejam usados os mesmos produtos para baixar ambos:  alcalinidade e pH, a maneira como devem ser introduzidos na piscina são totalmente diferentes. Enquanto que para corrigir a alcalinidade o produto deve ser colocado num ponto único, para o pH deve-se espalhar o produto por toda a piscina.
Dureza cálcica:
Dureza cálcica de uma água expressa em ppm (200-400), de seu conteúdo em sais de cálcio dissolvidos. Nas águas de piscinas, a preocupação com a dureza cálcica é justifi cada pelo fato de os sais de cálcio se combinarem com a alcalinidade – em pH elevado – para formar compostos insolúveis, os quais, quando presentes em grandes quantidades, provocam turbidez da água e incrustações calcárias nos aquecedores e em outras superfícies. Alta dureza cálcica também diminui a efi ciência da desinfecção. 
Águas com dureza excessivamente baixa também podem causar problemas como corrosão de argamassa (e outros materiais que contenham cálcio em sua composição, como cimento, cal, gesso etc.) e de metais.
Equilíbrio:
Se o pH e a alcalinidade estiverem na faixa ideal, trace uma reta que passe pela alcalinidade total determinados e prolongue essa reta até passar pela linha da dureza cálcica. A dureza cálcica indicada nesse ponto de intersecção é a dureza (máxima) que a água deve conter. Se ela situar-se dentro da faixa ideal recomendada compare-a com o valor obtido na análise da água da piscina e determine se você precisa elevar ou abaixar sua dureza cálcica. 
Água Saudável:
Água saudável é aquela que é mantida devidamente desinfetada, livre de germes – vivos ou mortos, causadores ou não de doenças, de substâncias orgânicas que possam servir de alimento para microrganismos e de outros contaminantes orgânicos ou inorgânicos que possam deteriorar seu aspecto, cor, odor ou comprometer a desinfecção e causar qualquer tipo de desconforto ao usuário. 
Poluição:
Durante o uso, banhistas deixam na água cabelos, pelos, cosméticos, células mortas e óleos da pele, suor, urina e outras secreções, além de seus próprios microrganismos. Mesmo com a piscina sem uso, os agentes atmosféricos – como ar, vento, chuvas – trazem poeiras, insetos, folhas, algas, fungos e bactérias. A própria água de abastecimento, conforme sua origem, pode conter alguns ou todos esses contaminantes.
Desinfecção:
Os microrganismos vivos precisam ser eliminados para não crescerem e se multiplicarem. Desinfecção é nome do processo que elimina 99,99% dos microrganismos vivos. O cloro – por suas diversas características – é o produto mais amplamente utilizado em todo o mundo para a desinfecção de águas para fins potáveis, industriais e recreacionais.
Desinfecção:
Cloro: O cloro industrializado é eficiente no combate de germes e coliformes fecais. Porém, quando é utilizado em excesso pode causar problemas respiratórios, irritação nos olhos e ressecamento da pele.
Salinização: Ele permite a produção de cloro natural por meio de um equipamento de célula eletrolítica devidamente instalado na piscina. Assim, produz hipoclorito de sódio por meio de um processo conhecido como eletrólise.
Ozônio ozônio é 100 vezes mais eficaz que o cloro, ou seja, ele é mais potente quando aplicado para eliminar microrganismos nocivos à saúde humana.
Desinfecção por UV: é o processo de esterilização encontrado na Natureza que utiliza um comprimento de onda da radiação solar, entre 200 e 300 nm, altamente germicida, um tratamento com constante bombeamento de água pura para o sistema é mais simples de manter e reduz a necessidade de agentes oxidantes. 
Oxidação de Choque:
A oxidação de choque é o processo de eliminação – por queima de todo o material orgânico ou inorgânico que a água acumula ao longo do tempo, seja durante a ausência de tratamento ou durante seu uso por banhistas. A oxidação de choque é feita com alta dosagem de oxigênio ativo e deve ser executada logo após se obter água limpa e antes de iniciar seu processo de cloração para evitar que contaminantes nitrogenados reajam com o cloro e resultem na formação de subprodutos indesejáveis da cloração. 
Cloro residual:
A mesma luz solar que propicia o uso da piscina com maior alegria e prazer também ameaça a ação desinfetante do cloro. A luz ultravioleta destrói até 90% do residual de cloro livre em 2 a 3 horas de exposição a sol forte. É praticamente impossível manter o residual de cloro por várias horas numa água exposta ao sol, a menos que se façam adições constantes