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AULA 5 Aspectos culturais da morte e morrer no Ocidente e Oriente

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Aspectos culturais da morte e o morrer no Ocidente e no Oriente 
TANATOLOGIA
Prof.: EDUARDO
DIFERENÇAS HISTÓRICAS
Tecnologia da cirurgia, aumento da expectativa de vida.
Familiares e amigos negam a morte;
Os profissionais, “onipotentes” prolongam a “vida”- o médico é o profissional que define a questão da vida e da morte.
CONCEPÇÃO DE MORTE NO OCIDENTE
O homem angustia-se frente ao seu ser mortal. Adoecer e morrer são, então, suas preocupações permanentes.
DIFERENÇAS HISTÓRICAS
CONCEPÇÃO DE MORTE NO OCIDENTE
Preparação e embelezamento para os mortos, e o cuidado de tudo referente ao morto é feito por profissionais e não pelos familiares.
DIFERENÇAS HISTÓRICAS
CONCEPÇÃO DE MORTE NO OCIDENTE
DIFERENÇAS HISTÓRICAS
Crença na possibilidade de libertação do sofrimento.
CONCEPÇÃO DE MORTE NO ORIENTE
Enfrentamento + Naturalidade + Coragem
DIFERENÇAS HISTÓRICAS
A Arte de Morrer 
Enfrentamento da morte não só lúcida, calma e heróica, mas com o intelecto corretamente dirigido para a superação e sublimação mental da dor e do sofrimento proporcionados pela enfermidade do corpo, como se praticado corretamente a Arte de Viver.
KÒVACS, 
CONCEPÇÃO DE MORTE NO ORIENTE
DIFERENÇAS HISTÓRICAS
Livro tibetano dos mortos (Bardo Thodol)
“Libertação pela Audição no Plano do Pós-morte”
É um método iogui de se chegar ao Nirvana
CONCEPÇÃO DE MORTE NO ORIENTE
DIFERENÇAS HISTÓRICAS
A Arte de Viver 
De acordo com os tibetanos:
Três estágios de disciplina: 
Escuta;
Reflexão e 
Meditação;
 levando ao autoconhecimento.
Seguindo o ensinamento do “Livro” a vida e a morte serão encaradas de forma diferente. 
CONCEPÇÃO DE MORTE NO ORIENTE
DIFERENÇAS HISTÓRICAS
Vivência pacífica da morte: através da correta prática de uma fidedigna Arte de Morrer, a morte terá então perdido o seu estado negativo e redundará em vitória.
CONCEPÇÃO DE MORTE NO ORIENTE
OCIDENTE	
 fim, 
ruptura, 
fracasso, 
oculta, 
vergonhosa, 
São procedimentos de ocultamento, vergonha, raiva, temor. 
ORIENTE
a morte surge fundamentalmente como um estado de transição e principalmente de evolução, para o qual deve haver um preparo: a morte é apenas uma iniciação numa outra vida.
DIFERENÇAS HISTÓRICAS
Aspectos psicológicos da morte e do morrer: PERCEPÇÃO de si e do outro NAS MORTES SIMBÓLICAS
TANATOLOGIA
O AUTOCONHECIMENTO E O PROCESSO DE MORRER
CONSTRUÇÃO DE IDENTIDADE
Conhecimento de si e do outro;
Percepção de inserção numa cultura;
Noção de limite e finitude;
IMPORTÂNCIA DA PERCEPÇÃO DE SI PARA VIVÊNCIA DA MORTE
A MORTE SIMBÓLICA
Ao longo da vida, lidamos com vários fins ou com várias mortes:
- A MORTE DO NASCIMENTO
A MORTE SIMBÓLICA
- A MORTE DO DESMAME
A MORTE SIMBÓLICA
- A MORTE DO CORPO INFANTIL QUANDO ENTRAMOS NA ADOLESCÊNCIA,
A MORTE SIMBÓLICA
- A MORTE DE UM RELACIONAMENTO QUANDO ALGUÉM SE SEPARA DE NÓS
A MORTE SIMBÓLICA
- A MORTE DE UM EMPREGO QUANDO SOMOS DESPEDIDOS
A MORTE SIMBÓLICA
 
 O QUE A VIVÊNCIA DESTAS “MORTES” TRAZEM PARA VOCÊ?
A MORTE SIMBÓLICA
 
 Res.: frustração!!!!!!!!!!!
A MORTE SIMBÓLICA: conseguências
Quanto melhor for a capacidade do sujeito em lidar com a frustração e quanto mais criativas forem suas respostas para os problemas que a vida lhe apresentar, mais saudável será a pessoa.
 
A vivência dessas mortes simbólicas nos prepara para a vivência da morte, além de nos proporcionar melhor qualidade de vida e consciência de nossas reais possibilidades.
LUTO ANTECIPATÓRIO
LUTO: só existe luto quando existe vínculo com aquilo que foi perdido.
BOWBLY, 1982
ATIVIDADE
Dividir a sala em grupos de 5 pessoas
10 minutos para trocarem experiências sobre perdas (como foi)
Expressar
“Embora o homem seja o único ser consciente de sua MORTALIDADE e FINITUDE , a sociedade Ocidental com toda sua tecnologia está tornando o homem inconsciente e privado de sua própria morte.”
KÒVACS,
KOVÁCS, Maria Júlia. KOVÁCS, M. J. Morte e Desenvolvimento Humano. Casa do Psicólogo. 2002.Cap. 3 (Atitudes diante da morte. Visão histórica, social e cultural)Disponível na Biblioteca virtual da UNESA (SIA) Leitura da parte inicial do texto: Cuidar, morte e morrer: significações para profissionais de enfermagem.
SILVA, A.L.L. & RUIZ, E.M. Cuidar, morte e morrer: significações para profissionais de enfermagem. Disponível no formato on line em Rev. Estudos de Psicologia, PUC-Campinas, v. 20, n. 1, p. 15-25,janeiro/abril 2003
BIBLIOGRAFIA
Aspectos psicológicos da morte e do morrer: PERCEPÇÃO de si e do outro NAS MORTES SIMBÓLICAS
TANATOLOGIA
O AUTOCONHECIMENTO E O PROCESSO DE MORRER
CONSTRUÇÃO DE IDENTIDADE
Conhecimento de si e do outro;
Percepção de inserção numa cultura;
Noção de limite e finitude;
IMPORTÂNCIA DA PERCEPÇÃO DE SI PARA VIVÊNCIA DA MORTE
A MORTE SIMBÓLICA
Ao longo da vida, lidamos com vários fins ou com várias mortes:
- A MORTE DO NASCIMENTO
A MORTE SIMBÓLICA
- A MORTE DO DESMAME
A MORTE SIMBÓLICA
- A MORTE DO CORPO INFANTIL QUANDO ENTRAMOS NA ADOLESCÊNCIA,
A MORTE SIMBÓLICA
- A MORTE DE UM RELACIONAMENTO QUANDO ALGUÉM SE SEPARA DE NÓS
A MORTE SIMBÓLICA
- A MORTE DE UM EMPREGO QUANDO SOMOS DESPEDIDOS
A MORTE SIMBÓLICA
 
 O QUE A VIVÊNCIA DESTAS “MORTES” TRAZEM PARA VOCÊ?
A MORTE SIMBÓLICA
 
 Res.: frustração!!!!!!!!!!!
A MORTE SIMBÓLICA: conseguências
Quanto melhor for a capacidade do sujeito em lidar com a frustração e quanto mais criativas forem suas respostas para os problemas que a vida lhe apresentar, mais saudável será a pessoa.
 
A vivência dessas mortes simbólicas nos prepara para a vivência da morte, além de nos proporcionar melhor qualidade de vida e consciência de nossas reais possibilidades.
LUTO ANTECIPATÓRIO
LUTO: só existe luto quando existe vínculo com aquilo que foi perdido.
BOWBLY, 1982
ATIVIDADE
Dividir a sala em grupos de 5 pessoas
10 minutos para trocarem experiências sobre perdas (como foi)
Expressar
“Embora o homem seja o único ser consciente de sua MORTALIDADE e FINITUDE , a sociedade Ocidental com toda sua tecnologia está tornando o homem inconsciente e privado de sua própria morte.”
KÒVACS,
KOVÁCS, Maria Júlia. KOVÁCS, M. J. Morte e Desenvolvimento Humano. Casa do Psicólogo. 2002.Cap. 3 (Atitudes diante da morte. Visão histórica, social e cultural)Disponível na Biblioteca virtual da UNESA (SIA) Leitura da parte inicial do texto: Cuidar, morte e morrer: significações para profissionais de enfermagem.
SILVA, A.L.L. & RUIZ, E.M. Cuidar, morte e morrer: significações para profissionais de enfermagem. Disponível no formato on line em Rev. Estudos de Psicologia, PUC-Campinas, v. 20, n. 1, p. 15-25,janeiro/abril 2003
BIBLIOGRAFIA