Bioquímica - Isomeria Óptica
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Bioquímica - Isomeria Óptica


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Isomeria óptica 
Isomeria óptica 
\uf0a2 Estuda o comportamento das 
substâncias, quando submetidas a 
um feixe de luz polarizada. 
\uf0a2 Luz não polarizada, as ondas 
eletromagnéticas, vibram em vários 
eixos. 
Luz polarizada 
\uf0a2 É um conjunto de ondas 
eletromagnéticas que vibram em um 
plano único; 
 
\uf0a2 Em 1815, o físico francês Jean-
Batiste Biot percebeu que alguns 
líquidos orgânicos e algumas 
soluções aquosas de substâncias 
orgânicas(óleos de limão, caldo-de-
cana, cânfora, etc.) desviavam a luz 
polarizada. 
Químico Francês: Louis 
Pasteur(1822-1895) 
\uf0a2 Durante o processo de fermentação 
do suco de uva em vinho, formam-se 
dois ácidos que se depositam nas 
paredes dos barris; 
\uf0a2 Os cristais apresentavam 
comportamento diferentes quando 
submetido a luz polarizada; 
\uf0a2 Um deles, o ácido tartárico, 
provocava desvio no plano de 
polarização para a direita; 
\uf0a2 O outro, o racêmico, era inativo. 
\uf0a2 Usando o microscópio e uma pinça, 
separou os dois tipos de cristais e os 
dissolveu em água. 
\uf0a2 Analisando essas substâncias, sob a 
ação de luz polarizada, percebeu que 
o ácido racêmico, era uma mistura, 
formada por 50% de um tipo de ácido 
tartárico, que desviava a luz para 
direita(dextrógiro); 
\uf0a2 E 50% de um tipo de ácido desviava 
para esquerda(levógiro). 
Assimetria molecular e a 
isomeria óptica 
\uf0a2 A molécula deve ser assimétrica, para 
ocorrer a isomeria óptica; 
\uf0a2 Pelo menos um carbono assimétrico ou 
quiral; 
\uf0a2 Carbono quiral: apresenta 4 ligantes 
diferentes entre si. 
Quantidade de carbonos assimétricos 
e n° de isômeros ópticos 
\uf0a2 Para um carbono quiral temos dois 
isômeros opticamente ativos(IOA); 
\uf0a2 E um isômero opticamente inativo.