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Sistemas de Tempo Compartilhado

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Sistemas de Tempo 
Compartilhado 
 
Time - Sharing 
1 - Definição de Sistemas de Tempo 
Compartilhado 
1.1 - Definição de Sistemas de Tempo 
Compartilhado 
• Este conceito significa compartilhamento de tempo, ou 
seja, o tempo ocioso entre os processos são 
compartilhados com outros processos para dinamizar o 
sistema. 
• Múltiplos job são executados simultaneamente, sendo 
que a CPU atende cada job por um pequeno tempo, um a 
um em sequência. 
• Os tempos dedicados para cada job são pequenos o 
suficiente para que os usuários consigam interagir com 
cada programa sem que percebam que existem outros 
programas rodando. 
 
1.2 - Funcionamento de um Sistema de 
Tempo Compartilhado 
 
2 - Características de Sistemas do Tempo 
Compartilhado 
• A capacidade e o tempo de processamento 
da máquina é dividida em múltiplos 
usuários; 
• Jobs são constantemente trocados entre 
memória e disco; 
• Processamento on – line; 
• Interação dos usuários com o sistema; 
• Sistema multiprogramáveis; 
• Interatividade com o usuário; 
 
2 - Exemplo de interatividade com o 
usuário 
3 – Vantagens de Sistemas do Tempo 
Compartilhado 
• Multitarefa; 
• Fornecimento de resposta rápida; 
• Evita a duplicação de software; 
• Reduz CPU tempo ocioso; 
 
4 - Desvantagens do Sistemas de Tempo 
Compartilhado 
• Problema de confiabilidade; 
• Questão de segurança e integridade dos 
programas 
• e dados do usuário; 
• Problema de comunicação de dados; 
 
5 - Time - Slice 
• Time – slice significa fatia de tempo, tempo 
fatiado. 
• Permite que um processo seja executado sem 
interrupção durante um certo intervalo de tempo. 
• Caso a fatia de tempo não seja suficiente para a 
conclusão do programa, ele é interrompido pelo 
sistema operacional e substituído por um outro, 
enquanto fica aguardando por uma nova fatia de 
tempo. 
• O sistema cria para cada usuário um ambiente de 
trabalho próprio, dando a impressão de que todo o 
sistema está dedicado exclusivamente a ele. 
 
 
 Equipe de desenvolvimento do SO Multics. 
Em 1953, surgiu o sistema operacional chamado 
Multics, que possuía características de tempo 
compartilhado (vários usuários compartilhando os 
recursos de um único computador). 
6 - Lotes X Tempo Compartilhado 
 
7 - Sistema de tempo 
compartilhado escalonado 
 
• O escalonador trabalha com uma tabela, 
gravada na memória principal, dos 
processos que estão sendo executados. 
• Existem dois tipos de escalonamento: 
escalonamento cooperativo e 
escalonamento preemptivo. 
 
 
 
7.1 - Sistema de tempo 
compartilhado escalonado 
 1. Escalonamento cooperativo 
Quando a CPU é alocada para executar um 
determinado processo, ela não é liberada para 
outro processo até que o primeiro seja executado 
ou entre em estado de espera (aguarda o que 
deve fazer). 
No escalonamento cooperativo o papel do 
escalonador de processos é basicamente iniciar os 
processos, podendo usar algoritmos para 
determinar qual processo iniciar. 
7.1 - Sistema de tempo 
compartilhado escalonado 
• Vantagem 
As aplicações podem ter uma 
implementação mais simples por não terem 
que lidar com interrupções do 
processamento. 
• Desvantagem 
Aplicações mal escritas podem 
monopolizar o tempo do processador 
causando um travamento no sistema. 
 
 
 
 
 
7.1 - Sistema de tempo 
compartilhado escalonado 
 2. Escalonamento preemptivo 
Permite que a CPU seja retirada de um processo 
para ser entregue a outro. 
Garante que os processos possam progredir 
uniformemente. 
Não permite a monopolização da CPU. 
Usado para o atendimento rápido de processos 
mais importantes e atender aos usuários em 
sistema de tempo compartilhado. 
 
 
Referências 
• CRECENTE, Luciano. Tipos de Sistemas Operacionais. Disponível em: 
<https://www.slideshare.net/lscrecente/tipos-de-sistemas-
operacionais/19?src=clipshare > Acesso em: 19 de fevereiro de 2018. 
• BUENO, Henrique. Arquivo da tag: time sharing. Disponível em : < 
https://hbueno.wordpress.com/tag/time-sharing/ > Acesso em : 18 de fevereiro de 
2018. 
• TANENBAUM, Andrew S. Sistemas Operacionais Modernos. 3a ed. São Paulo: 
Pearson, 2010.

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