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-PÚBLICO-
N-12 REV. G 09 / 2015 
 
PROPRIEDADE DA PETROBRAS 27 páginas, Índice de Revisões e GT 
 
Embalagem e Preservação 
de Válvulas 
 Procedimento 
Esta Norma substitui e cancela a sua revisão anterior. 
Cabe à CONTEC - Subcomissão Autora, a orientação quanto à interpretação do 
texto desta Norma. A Unidade da PETROBRAS usuária desta Norma é a 
responsável pela adoção e aplicação das suas seções, subseções e 
enumerações. 
CONTEC 
Comissão de Normalização 
Técnica 
 
Requisito Técnico: Prescrição estabelecida como a mais adequada e que 
deve ser utilizada estritamente em conformidade com esta Norma. Uma 
eventual resolução de não segui-la (“não-conformidade” com esta Norma) deve 
ter fundamentos técnico-gerenciais e deve ser aprovada e registrada pela 
Unidade da PETROBRAS usuária desta Norma. É caracterizada por verbos de 
caráter impositivo. 
SC - 17 
Prática Recomendada: Prescrição que pode ser utilizada nas condições 
previstas por esta Norma, mas que admite (e adverte sobre) a possibilidade de 
alternativa (não escrita nesta Norma) mais adequada à aplicação específica. A 
alternativa adotada deve ser aprovada e registrada pela Unidade da 
PETROBRAS usuária desta Norma. É caracterizada por verbos de caráter 
não-impositivo. É indicada pela expressão: [Prática Recomendada]. 
Cópias dos registros das “não-conformidades” com esta Norma, que possam 
contribuir para o seu aprimoramento, devem ser enviadas para a 
CONTEC - Subcomissão Autora. 
 
Tubulação As propostas para revisão desta Norma devem ser enviadas à CONTEC - 
Subcomissão Autora, indicando a sua identificação alfanumérica e revisão, a 
seção, subseção e enumeração a ser revisada, a proposta de redação e a 
justificativa técnico-econômica. As propostas são apreciadas durante os 
trabalhos para alteração desta Norma. 
“A presente Norma é titularidade exclusiva da PETRÓLEO BRASILEIRO 
S. A. - PETROBRAS, de aplicação interna na PETROBRAS e Subsidiárias, 
devendo ser usada pelos seus fornecedores de bens e serviços, 
conveniados ou similares conforme as condições estabelecidas em 
Licitação, Contrato, Convênio ou similar. 
A utilização desta Norma por outras empresas/entidades/órgãos 
governamentais e pessoas físicas é de responsabilidade exclusiva dos 
próprios usuários.” 
 
 
Apresentação 
 
As Normas Técnicas PETROBRAS são elaboradas por Grupos de Trabalho 
- GT (formados por Técnicos Colaboradores especialistas da Companhia e de suas Subsidiárias), são 
comentadas pelas Unidades da Companhia e por suas Subsidiárias, são aprovadas pelas 
Subcomissões Autoras - SC (formadas por técnicos de uma mesma especialidade, representando as 
Unidades da Companhia e as Subsidiárias) e homologadas pelo Núcleo Executivo (formado pelos 
representantes das Unidades da Companhia e das Subsidiárias). Uma Norma Técnica PETROBRAS 
está sujeita a revisão em qualquer tempo pela sua Subcomissão Autora e deve ser reanalisada a 
cada 5 anos para ser revalidada, revisada ou cancelada. As Normas Técnicas PETROBRAS são 
elaboradas em conformidade com a Norma Técnica PETROBRAS N-1. Para informações completas 
sobre as Normas Técnicas PETROBRAS, ver Catálogo de Normas Técnicas PETROBRAS. 
-PÚBLICO-
N-12 REV. G 09 / 2015 
 
2 
 
1 Escopo 
 
 
1.1 Esta Norma fixa o modo pelo qual devem ser executadas a embalagem e a preservação de 
válvulas para uso da PETROBRAS. 
 
 
1.2 Esta Norma se aplica às válvulas de uso geral, tais como: gaveta, globo, retenção, esfera, 
borboleta e macho. 
 
 
1.3 As válvulas de alívio e segurança, redutoras de pressão e de controle também devem atender 
aos requisitos dessa Norma. Ressalta-se, porém, que requisitos adicionais em relação à embalagem, 
transporte e preservação dessas válvulas devem ser estabelecidos pelos fabricantes, incluindo 
principalmente aqueles aplicáveis aos componentes acessórios (p.e. atuadores, sensores, 
indicadores, conexões). 
 
 
1.4 Esta Norma se aplica às embalagens confeccionadas a partir da data de sua edição. 
 
 
1.5 Esta Norma contém Requisitos Técnicos e Práticas Recomendadas. 
 
 
2 Referências Normativas 
 
Os documentos relacionados a seguir são indispensáveis à aplicação deste documento. Para 
referências datadas, aplicam-se somente as edições citadas. Para referências não datadas, 
aplicam-se as edições mais recentes dos referidos documentos. 
 
PETROBRAS N-115 - Fabricação e Montagem de Tubulações Metálicas; 
 
ASME B16.5 - Pipe Flanges and Flanged Fittings NPS 1/2 Through NPS 24; 
 
ABNT NBR 16278:2014 - Inspeção de Fabricação - Qualificação e Certificação de Pessoal 
para o setor de Petróleo e Gás. 
 
 
3 Termos e Definições 
 
Para os efeitos deste documento aplicam-se os seguintes termos e definições. 
 
 
3.1 
canteiro 
local e área destinado à implantação do Empreendimento contratado pela PETROBRAS, onde a 
MONTADORA será responsável pela construção de local de armazenamento coberto e seco para 
estocagem das válvulas compradas 
 
 
3.2 
distribuidor 
empresa que presta serviço de distribuição de válvulas fabricadas por outra empresa. Geralmente 
dispõe somente de estrutura de venda e logística para entrega 
 
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3 
 
3.3 
embalagem 
revestimento e/ou encapsulamento temporário, desenvolvido de forma a preservar e proteger a 
válvula do ambiente externo e interno (ex.: atmosfera marinha, condensações, etc.), evitando que a 
mesma sofra corrosão nas partes internas e na superfície externa, bem como evitar que agentes 
mecânicos (poeira, areia, particulados, etc) prejudiquem a funcionalidade da válvula. A embalagem 
também deve oferecer proteção mecânica adequada, considerando as necessidades de transporte e 
manuseio, ou condições de içamento e movimentação, onde aplicável 
 
 
3.4 
fabricante 
aquele que fabrica a válvula, responsável pela qualidade geral da válvula e pela execução da 
embalagem conforme detalhado nesta Norma 
 
 
3.5 
fiscalização 
profissional da PETROBRAS, ou representante da mesma, que realiza o acompanhamento técnico 
das atividades aqui descritas para os projetos de investimento, em que a aquisição das válvulas é 
feita por meio de uma Empresa Contratada (geralmente a MONTADORA). Esse acompanhamento é 
realizado com base em um contrato, em que se verifica o atendimento aos requisitos do cliente, 
normas internacionais e nacionais e/ou normas e padrões da PETROBRAS 
 
 
3.6 
fornecedor 
toda pessoa fisica ou jurídica, empresa publica ou privada, nacional ou estrangeira, bem como os 
entes despersonalizados, que desenvolvem atividades de produção, montagem, criação, construção, 
transformação, importação, exportação, distribuição ou comercialização de produtos ou prestação de 
serviços 
 
 
3.7 
inspetor de fabricação 
profissional que atua em nome do comprador, qualificado em uma ou mais modalidades conforme 
ABNT NBR 16278:2014 e autorizado a executar inspeções de serviços e fabricação de materiais, de 
acordo com as atividades básicas indicadas no Anexo A da norma ABNT mencionada 
 
 
3.8 
inspetor de controle da qualidade 
profissional que atua em nome do fabricante, responsável por conduzir e realizar as inspeções 
durante as etapas de execução da fabricação ou dos serviços, inclusive a proteção de serviços 
acabados, relatar e registrar o andamento, e ocorrências e ações ocorridas 
 
 
3.9 
montadora 
empresa responsável pela montagem da instalação onde a válvula será aplicada que deve ter como 
responsabilidade implantar um completo sistema de qualidade abrangendo todas as fases do 
suprimento (se contemplado no seu escopo contratual) e inspeção deste equipamento, desde a 
colocação da compra, montagem final e pré-operação deste equipamento 
 
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4 
 
3.10 
representante 
o representante comercial atua na intermediação dacompra e venda de mercadorias. Desta forma, o 
representante comercial não possui a mercadoria. Ele faz a venda (agencia o pedido), transmite o 
pedido para a representada, a representada entrega o produto diretamente ao comprador com a nota 
fiscal de venda (circulação de mercadorias - ICMS). O comprador pagará para a representada 
(fornecedora da mercadoria) e a representada deve pagar a comissão acordada ao representante 
comercial 
 
 
3.11 
revendedor 
empresa que compra produtos e os revende, em geral para o consumidor ou usuário final. A maioria 
dos revendedores não atua exclusivamente para um FORNECEDOR 
 
 
3.12 
válvulas de controle 
para essa Norma, considera-se válvula de controle todas aquelas que possuem atuador. 
 
 
3.13 
válvulas de pequeno diâmetro 
válvulas com diâmetros menores ou iguais a NPS 1 1/2 (DN 40) 
 
 
4 Condições Gerais 
 
 
4.1 Compete ao FORNECEDOR da válvula o atendimento aos requisitos dessa Norma. Entende-se 
como FORNECEDOR qualquer uma das seguintes figuras: FABRICANTE, DISTRIBUIDOR, 
REPRESENTANTE OU REVENDEDOR. 
 
 
4.2 A embalagem das válvulas no caso de aquisição direta da PETROBRAS deve ser realizada pelo 
FORNECEDOR conforme detalhado no Anexo A, a menos que indicado de forma diferente nos 
documentos de aquisição. 
 
 
4.3 A embalagem das válvulas no caso de aquisição indireta, por meio de empresa MONTADORA ou 
outras formas de contratação relativos aos projetos de investimento da PETROBRAS, deve ser 
realizada conforme detalhado no Anexo B, a menos que indicado de forma diferente nos documentos 
contratuais. Nesse caso além dos requisitos de embalagem aplicáveis ao FORNECEDOR existem 
requisitos adicionais que devem ser atendidos pela MONTADORA. 
 
 
4.4 Em ambos os casos as válvulas devem ser embaladas somente após terem sido aprovadas em 
todos os testes de pressão e de funcionamento aplicáveis, realizados nas instalações do 
FORNECEDOR. 
 
 
4.4.1 Os testes e a embalagem das válvulas devem ser testemunhados por Inspetor de Fabricação 
certificado na modalidade IF-AT, conforme ABNT NBR 16278:2014. 
 
 
4.4.2 Os certificados de teste devem ser assinados pelo Inspetor de Fabricação. 
 
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5 
 
4.4.3 Após os testes de pressão, estanqueidade, funcionamento e a lavagem (se aplicável), todas as 
válvulas devem ser sopradas com ar comprimido seco (posição totalmente aberta, ou parcialmente 
aberta no caso de válvulas esfera e macho), até ficarem totalmente secas. Exceção a essa regra 
somente pode ser aplicada se o sistema de proteção contra corrosão utilizado na válvula tiver sido 
projetado de forma a proteger os internos mesmo na presença de umidade residual. 
 
 
4.5 A válvula deve ser protegida externamente por pintura conforme padrão contratual aplicável. 
 
NOTA Em aquisições indiretas recomenda-se que seja aplicada também a pintura de identificação 
de liga metálica do material do corpo, conforme Anexo D da PETROBRAS N-115. [Prática 
Recomendada] 
 
 
4.6 O Anexo C contém exemplos de tipos de embalagem considerados satisfatórios. O Anexo D 
contém exemplos de problemas de embalagem e preservação de válvulas que conduzem à rejeição 
das mesmas. 
 
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6 
 
Anexo A - Embalagem de Válvulas em Aquisições Diretas PETROBRAS 
 
 
A.1 A função primordial dessa embalagem é garantir a integridade da válvula durante o transporte e 
sua preservação por um período relativamente curto de tempo de armazenamento. É o tipo de 
embalagem padrão para as aquisições diretas da PETROBRAS, em que a preservação da válvula na 
área obedece aos padrões corporativos da empresa, e a aplicação da válvula geralmente acontece 
pouco tempo após a sua chegada á unidade. 
 
 
A.2 Antes da execução da embalagem, todas as válvulas devem ser sopradas com ar comprimido 
seco (posição totalmente aberta, ou parcialmente aberta no caso de válvulas esfera e macho) de 
forma a garantir que todos os componentes internos fiquem totalmente secos. 
 
 
A.3 Em seguida, as válvulas devem ser fechadas e suas superfícies internas recobertas com uma 
película de graxa antioxidante e insolúvel em água, bem como todas as partes externas não pintadas 
como roscas, porcas, parafusos, faces de flange (áreas de vedação) e biseis (ver Figura A.1). As 
válvulas tipo esfera e macho devem ser acondicionadas na posição totalmente aberta. Os demais 
tipos de válvulas devem ser acondicionados na posição totalmente fechados. 
 
NOTA 1 Não é necessário proteger com graxa as partes das válvulas em bronze, aço inoxidável e 
outras ligas metálicas resistentes à corrosão. 
NOTA 2 Alternativamente à utilização da graxa antioxidante pode-se empregar um filme fino 
(recomendado até 100 micrometros de espessura) de um verniz protetor, desde que 
aprovado pela Petrobras. 
 
 
A.4 Todas as válvulas devem receber a proteção contra poeira e umidade previstas em A.5, A.6 e 
A.7. 
 
 
A.5 Proteção Contra Poeira e Umidade em Válvulas Flangeadas 
 
 
A.5.1 Válvulas até Diâmetro de NPS 4 (DN 100) 
 
 
Após a aplicação da graxa, todas as válvulas devem receber um tampão de plástico em cada uma 
das extremidades, conforme a Figura A.2, com as dimensões da Tabela A.1. Todos os tampões 
devem ser marcados, em alto relevo com a classe de pressão e o diâmetro nominal da válvula, 
conforme a Figura A.2. 
 
 
Os tampões de diâmetro de NPS 1/2 (DN 15), NPS 3/4 (DN 20), NPS 1 (DN 25), NPS 1 1/2 (DN 40), 
NPS 2 (DN 50), NPS 2 1/2 (DN 65) e NPS 3 (DN 80) das classes 300 e 600, conforme a 
ASME B16.5, devem ter marcação dupla por servirem para as duas classes. 
 
 
A.5.2 Válvulas de Diâmetro de NPS 6 (DN 150) e Maiores 
 
 
Após a aplicação da graxa, todas as válvulas devem receber placas de borracha ou plástico polionda 
afixadas nas superfícies externas dos flanges, de modo a impedir a entrada de poeira e umidade. 
Pode ser empregado filme de plástico (PVC) aderido para o mesmo fim. 
 
 
Em seguida, as válvulas flangeadas devem receber uma proteção contra danos mecânicos em suas 
faces de vedação. 
 
 
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7 
As válvulas que não dispuserem de condições próprias de permanecerem na posição vertical devem 
receber tábuas aparafusadas a cada flange que permita o seu posicionamento na vertical, montadas 
sobre a proteção de borracha ou filme de plástico, conforme a Figura A.3. 
 
 
A.6 Proteção Contra Poeira e Umidade em Válvulas com Extremidades Roscadas ou com 
Extremidades com Encaixe para Solda (Qualquer Diâmetro) 
 
Após a aplicação da graxa, estas válvulas devem receber um tampão de plástico, encaixando 
internamente com pressão, conforme a Figura A.4. 
 
 
A.7 Proteção Contra Poeira e Umidade em Válvulas Tipo “Wafer” e “Lug” (Qualquer Diâmetro) 
 
Após a aplicação da graxa, proteger conforme detalhado para as válvulas flangeadas com diâmetro 
superior a NPS 6 (DN 150). 
 
 
A.8 Os tampões citados nas A.4, A.5 e A.6 devem ser fabricados em polietileno de baixa densidade, 
ou material similar, capaz de resistir ao tempo por um período mínimo de 2 anos. 
 
 
A.9 A válvula deve ser acondicionada em embalagem compatível com seu peso e volume, sem que 
sua estrutura sofra qualquer deformação. 
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12 
 
Tabela A.1 - Dimensões da Peça Protetora de Plástico para Válvulas Flangeadas 
 
Diâmetro 
Nominal da 
Válvula (NPS) 
Dimensões das peças (mm) 
A B C D E F G H 
C
LA
S
S
E
 1
50
 
1/2 34,9 60,3 13,5 15,7 15,0 15,0 1,5 4 
3/4 42,9 69,8 13,5 15,7 18,0 15,0 1,5 4 
1 50,8 79,4 13,5 15,7 20,0 15,0 1,5 4 
1 1/4 63,5 88,9 13,5 15,7 22,0 15,0 1,5 4 
1 1/2 73,0 98,4 13,5 15,7 25,0 15,0 1,5 4 
2 92,1 121,0 16,0 19,0 25,0 17,5 2,0 5 
2 1/2 105,0 140,0 16,0 19,0 30,0 17,5 2,0 5 
3 127,0 152,0 16,0 19,0 35,0 17,52,0 5 
4 157,0 190,0 16,0 19,0 40,0 17,5 2,0 5 
C
LA
S
S
E
 3
00
 
1/2 34,9 66,7 13,5 15,7 15,0 15,0 1,5 4 
3/4 42,9 82,6 16,0 19,0 18,0 17,5 1,5 5 
1 50,8 88,9 16,0 19,0 20,0 17,5 1,5 5 
1 1/4 63,5 98,4 16,0 19,0 22,0 17,5 1,5 5 
1 1/2 73,0 114,0 19,0 22,2 25,0 20,0 1,5 5 
2 92,1 127,0 16,0 19,0 25,0 17,5 2,0 5 
2 1/2 105,0 149,0 19,0 22,2 30,0 20,0 2,0 5 
3 127,0 168,0 19,0 22,2 35,0 20,0 2,0 5 
4 157,0 200,0 19,0 22,2 40,0 20,0 2,0 5 
C
LA
S
S
E
 6
00
 
1/2 
USAR A MESMA PEÇA DA CLASSE 300 QUE PARA TAL DEVE 
POSSUIR MARCAÇÃO DUPLA DOS NOS DE IDENTIFICAÇÃO. 
EXEMPLO: 300-2, 600-2 
3/4 
1 
1 1/4 
1 1/2 
2 
2 1/2 
3 
4 157,0 216,0 22,0 25,3 40,0 22,5 2,0 6 
C
LA
S
S
E
 9
00
 
1/2 
VER CLASSE 1500 
3/4 
1 
1 1/4 
1 1/2 
2 
2 1/2 
3 127,0 130,0 22,0 25,3 35,0 22,5 2,0 5 
4 157,0 235,0 28,0 31,0 40,0 25,0 2,0 6 
C
LA
S
S
E
 1
50
0 
1/2 34,9 82,6 19,0 22,0 15,0 20,0 1,5 5 
3/4 42,9 88,9 19,0 22,0 18,0 20,0 1,5 5 
1 50,8 102,0 22,0 25,3 20,0 22,5 1,5 6 
1 1/4 63,5 111,0 22,0 25,3 22,0 22,5 1,5 6 
1 1/2 73,0 124,0 25,0 28,0 25,0 25,0 1,5 6 
2 92,1 165,0 22,0 25,3 25,0 22,5 2,0 6 
2 1/2 105,0 190,0 25,0 28,0 30,0 25,0 2,0 6 
3 127,0 203,0 28,0 31,0 35,0 27,5 2,0 6 
4 157,0 241,0 31,0 35,0 40,0 30,0 2,0 7 
C
LA
S
S
E
 2
50
0 
1/2 65,0 88,9 16,0 19,0 15,0 20,0 1,5 5,0 
3/4 73,0 95,3 16,0 19,0 18,0 20,0 1,5 5,0 
1 82,5 108,0 19,0 22,0 20,0 22,0 1,5 6,0 
1 1/4 101,6 130,0 22,0 25,0 22,0 25,0 1,5 6,0 
1 1/2 114,3 146,0 25,0 28,0 25,0 28,0 1,5 6,0 
2 133,4 171,5 22,0 25,0 25,0 25,0 2,0 6,0 
2 1/2 149,4 196,9 25,0 28,0 30,0 28,0 2,0 6,0 
3 168,1 228,6 28,0 31,0 35,0 31,0 2,0 6,0 
4 203,2 273,0 35,0 38,0 40,0 38,0 2,0 7,0 
 
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Anexo B - Embalagem de Válvulas em Aquisições Indiretas 
 
 
B.1 A função primordial dessa embalagem é garantir a integridade da válvula durante o transporte, 
além de garantir sua preservação por um período relativamente longo de tempo (em média acima de 
6 meses). É o tipo de embalagem padrão para as aquisições indiretas da PETROBRAS, em que a 
preservação da válvula depende também de ações da empresa MONTADORA. 
 
 
B.2 Ações cuja responsabilidade é do FORNECEDOR da válvula. 
 
 
B.2.1 Embalagem 
 
A embalagem da válvula deve ser projetada, desenvolvida, definida e inspecionada, de tal modo que 
a válvula seja completamente protegida contra danos mecânicos e intempéries durante o transporte, 
manuseio e estocagem. Deve proteger contra corrosão (interna e externa) por todo o período de 
armazenagem, sem a necessidade de intervenções periódicas na embalagem e na válvula. Os 
seguintes sistemas são aceitos conforme B.2.1.1 e B.2.1.2. 
 
 
B.2.1.1 Válvula de Pequeno Diâmetro em Embalagem Coletiva 
 
O sistema de embalagem coletiva deve ser um sistema composto, com um sistema primário, 
individual a cada válvula, e um sistema secundário, coletivo ao lote embalado para transporte. Desta 
forma, o sistema secundário (coletivo) pode ser aberto no recebimento em canteiro, permitindo que 
as válvulas sejam armazenadas em prateleiras, com seu sistema primário de embalagem intacto. 
 
 
B.2.1.2 Válvula - Embalagem Completa Individual 
 
O sistema de embalagem deve ser capaz de proteger a válvula durante transporte, manuseio, e 
também contra corrosão interna e externa. A embalagem, se íntegra, só deve ser aberta por ocasião 
da instalação. 
 
 
B.2.2 Período de Preservação 
 
A embalagem deve garantir a preservação da válvula por um período mínimo de 12 meses. Períodos 
maiores de preservação podem ser definidos contratualmente, entre a MONTADORA e o 
FORNECEDOR. 
 
 
B.2.3 Procedimento de Embalagem e Preservação 
 
 
O FORNECEDOR deve emitir, por ocasião do envio do Plano de Inspeção e Teste (PIT) das 
Válvulas, um Procedimento de Embalagem e Preservação detalhando os métodos de embalagem e 
preservação das válvulas, bem como orientações para manuseio, armazenamento, inspeção e 
execução de pequenos reparos na embalagem, no canteiro. 
 
 
O procedimento deve contemplar, no mínimo, os seguintes itens, devendo ser verificado e aprovado 
pela MONTADORA: 
 
a) detalhes do sistema de embalagem; 
b) métodos recomendados de manuseio e transporte para a válvula embalada; 
c) instruções para realizar a inspeção da embalagem no recebimento; 
d) instruções para a inspeção periódica da embalagem e da válvula durante o período de 
preservação, a ser realizada pela MONTADORA; 
 
-PÚBLICO-
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14 
 
e) instruções para realizar inspeção durante a retirada da válvula de sua embalagem, com 
registro fotográfico (recomendado) e cuidados a serem tomados; 
f) instruções para inspeção e preservação da válvula, após expirado o período de validade 
da embalagem, ou quando de sua abertura. 
 
 
B.2.4 Inspeção Antes do Embarque 
 
 
O controle de qualidade do FORNECEDOR deve emitir um relatório atestando as condições físicas 
da válvula e de sua embalagem antes do embarque para transporte. Isto se aplica para todas as 
válvulas atuadas e também para as válvulas não atuadas maiores que 3”. 
 
 
Recomenda-se que o FORNECEDOR faça um registro fotográfico das condições de embalagem e 
preservação da válvula. Alternativamente pode-se empregar “coupons” (testemunhos) ou outros 
marcadores para identificar a ocorrência de condições propícias à corrosão. [Prática Recomendada] 
 
 
As embalagens devem ser identificadas com tinta indelével resistente às condições do tempo 
transferindo as marcações que permitam rastrear a válvula. No caso de válvulas inspecionadas por 
um órgão independente ao fabricante, a embalagem deve ser acompanhada de "packing-list" (ou 
romaneio de embarque) assinado e carimbado pelo inspetor qualificado. 
 
 
B.3 Ações de Responsabilidade da Empresa MONTADORA 
 
 
B.3.1 Responsabilidade da MONTADORA 
 
A MONTADORA é responsável por preservar no canteiro a válvula e sua embalagem. O manuseio da 
embalagem deve ser feito conforme descrito pelo FORNECEDOR. 
 
 
B.3.2 Condições de Armazenamento 
 
O armazenamento da válvula (embalada ou não) deve ser feito em área pavimentada, drenada e 
coberta, com afastamento do piso (mínimo de 10 cm), mantendo-se as condições de armazenamento 
conforme orientações do FORNECEDOR. 
 
 
B.3.3 Inspeção Periódica 
 
A MONTADORA deve inspecionar periodicamente a embalagem das válvulas de maneira a checar 
sua integridade, conforme orientações do FORNECEDOR. se qualquer dano for observado, a válvula 
deve ser adequadamente inspecionada de maneira a detectar corrosão, danos mecânicos, entrada 
de poeira e/ou particulados. Um Relatório de Não Conformidade (RNC) deve ser emitido; as 
correções do incidente e as ações corretivas devem ser definidas junto com o FORNECEDOR, 
necessitando de aprovação da Fiscalização. 
 
 
B.3.4 Abertura da Embalagem 
 
 
Um exame visual da válvula deve ser realizado depois da retirada de sua embalagem. Havendo 
diferença significativa entre a condição da válvula e os registros de inspeção antes do embarque, 
deve ser emitido um RNC. As correções dos desvios e as ações corretivas devem ser definidas junto 
com o FORNECEDOR, necessitando de aprovação da Fiscalização. 
 
 
 
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A preservação da válvula, depois de retirada de sua embalagem e em não ocorrendo sua instalação 
imediata, deve ser realizada preferencialmente conforme orientações do FORNECEDOR. A 
MONTADORA pode empregar um procedimento de preservação alternativo, desde que haja 
anuência do FORNECEDOR. 
 
 
A detecção de dano na válvula, por meio de inspeção visual, que possa comprometer a sua 
funcionalidade, deve implicar na emissão de RNC. As correções dos problemas e as ações corretivas 
devem ser definidas juntocom o FORNECEDOR, necessitando de aprovação da Fiscalização. 
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Anexo C - Exemplos de Embalagem de Válvulas Consideradas Satisfatórias 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
NOTA Exemplo de embalagem de válvula empregando (VCI). Nessa preparação a válvula está 
prestes a ser totalmente recoberta com uma primeira camada de um plástico impregnado 
com VCI. 
 
 
Figura C.1.1 - Proteção da Face dos Flanges 
 
 
Figura C.1 - Inibidor de Corrosão Volátil (VCI) 
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NOTA Exemplo de embalagem de válvula empregando (VCI). Nessa preparação a válvula foi 
totalmente recoberta com uma primeira camada de um plástico impregnado com VCI e está 
prestes a receber uma segunda camada de um plástico mais resistente, com a capacidade 
de proteger contra radiação UV e contra intempéries. 
 
 
 
Figura C.1.2 - Primeira Camada de Proteção com Plástico Impregnado com VCI 
 
 
Figura C.1 - Inibidor de Corrosão Volátil (VCI) 
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NOTA Exemplo de embalagem de válvula empregando (VCI). Nessa preparação a válvula foi 
totalmente recoberta com uma primeira camada de um plástico impregnado com VCI e uma 
segunda camada de um plástico mais resistente, com a capacidade de proteger contra 
radiação UV e contra intempéries. 
 
 
Figura C.1.3 - Embalagem Finalizada, com Segunda Camada de Plástico para 
Proteção Contra Intempéries 
 
 
Figura C.1 - Inibidor de Corrosão Volátil (VCI) 
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NOTA Exemplo de embalagem de válvula empregando VCI. Neste caso a proteção exclui a região 
do castelo da válvula. Ficam protegidos o corpo da válvula e os seus internos. O correto 
fechamento em torno do castelo da válvula é essencial para garantir a estanqueidade e a 
eficácia da embalagem. 
 
 
Figura C.1.4 - Alternativa de Proteção Parcial: Embalagem com Plástico Impregnado 
com VCI Sendo Aplicado Somente no Corpo da Válvula 
 
 
Figura C.1 - Inibidor de Corrosão Volátil (VCI) 
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NOTA Exemplo de embalagem de válvula empregando VCI. Nesta preparação a válvula foi 
recoberta com uma primeira camada de um plástico impregnado com VCI e uma segunda 
camada de um plástico mais resistente, com a capacidade de proteger contra radiação UV 
e contra intempéries. A proteção exclui a região do castelo da válvula. Ficam protegidos 
nesse caso o corpo da válvula e os seus internos. O correto fechamento em torno do 
castelo da válvula é essencial para garantir a estanqueidade e a eficácia da embalagem. 
 
 
Figura C.1.5 - Alternativa de Proteção Parcial Embalagem Finalizada com a Aplicação 
da Segunda Camada de Plástico que Protege contra Intempéries 
 
 
Figura C.1 - Inibidor de Corrosão Volátil (VCI) 
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NOTA Exemplo de embalagem empregando material absorvedor de umidade (sílica) associado a 
uma embalagem com vácuo. A ausência de umidade e a estanqueidade da embalagem 
garantem a preservação dos internos, enquanto a caixa protege contra danos mecânicos. 
 
 
Figura C.2.1 - Sílica é Adicionada à Embalagem, de Forma a Absorver a Umidade 
Residual Após o Fechamento 
 
 
Figura C.2 - Sílica Associada à Embalagem com Vácuo 
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NOTA Exemplo de embalagem empregando material absorvedor de umidade (sílica) associado a 
uma embalagem com vácuo. A ausência de umidade e a estanqueidade da embalagem 
garantem a preservação dos internos, enquanto a caixa protege contra danos mecânicos. 
 
 
Figura C.2.2 - É Feito o Fechamento da Embalagem, Com a Aplicação de Calor 
Selando a Embalagem Primária (Plástico) 
 
 
Figura C.2 - Sílica Associada à Embalagem com Vácuo 
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NOTA Exemplo de embalagem empregando material absorvedor de umidade (sílica) associado a 
uma embalagem com vácuo. A ausência de umidade e a estanqueidade da embalagem 
garantem a preservação dos internos, enquanto a caixa protege contra danos mecânicos. 
 
 
Figura C.2.3 - Antes de Finalizar a Selagem do Plástico é Realizado o Vácuo 
 
 
Figura C.2 Sílica Associada à Embalagem com Vácuo 
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Anexo D - Exemplos de Falhas de Embalagem e Preservação que Resultam na 
Rejeição das Válvulas 
 
 
 
 
 
 
Figura D.1 - Falha de Preservação Causando Corrosão Generalizada Interna e na Face 
de Vedação da Válvula 
 
 
 
 
 
 
 
Figura D.2 - Projeto Inadequado de Embalagem, Não Suportou o Peso Próprio da 
Válvula 
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Figura D.3 - Falha de Preservação Causando Corrosão na Face da Válvula 
 
 
 
 
 
 
 
Figura D.4 - Falha de Preservação Causando Corrosão na Face Flangeada da Válvula 
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Figura D.5 - Armazenamento Inadequado das Válvulas: Área Descoberta, Sujeita a 
Intempéries, Piso com Preparação Deficiente 
 
 
 
 
 
Figura D.6 - Proteção Deficiente da Válvula, com a Proteção de Borracha em Tamanho 
Deficiente e Causando a Corrosão da Face da Válvula pelo Contato Direto 
Com a Madeira 
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Figura D.7 - Armazenamento Deficiente da Válvula, Ocasionando o Acúmulo de Água 
e Subsequente Corrosão dos Seus Internos 
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IR 1/2 
 
ÍNDICE DE REVISÕES 
REV. A, B, C e D 
Não existe índice de revisões. 
REV. E 
Partes Atingidas Descrição da Alteração 
1.5 Emendado 
3.2.1 Emendado 
TABELA B-1 Emendado 
 
REV. F 
Partes Atingidas Descrição da Alteração 
1.3 Revisado 
Seção 2 Revisada 
3.2, 3.2.1 e 3.2.2 Revisados 
3.3.2, 3.4 e 3,5 Revisado 
3.7 Incluído 
Figura A.2 Revisada 
Tabela B.1 Revisada 
REV. G 
Partes Atingidas Descrição da Alteração 
1.1, 1.3, 1.4, 1.5 Revisados 
2 Revisado 
3 Texto modificado para “Termos e Definições” 
3.2.1, 3.2.2, 3.3.1, 
3.3.1.1, 3.3.1.2, 3.3.2 Excluídos 
3.1, 3.2, 3.3, 3.4, 3.5, 
3.6, 3.7 Modificados 
3.4, 3.5, 3.6, 3.7, 3.8, 
3.9, 3.10, 3.11, 3.12, Incluídos 
4 Incluído 
4.1, 4.2, 4.3, 4.4, 4.4.1, 
4.4.2, 4.4.3, 4.5, 4.6 Incluídos 
Anexo A Incluído 
A.1, A.2, A.3, A.4, A5, 
A.5.1, A.5.2, A.6, A.7, 
A.8, A.9 
Incluídos 
Figura A.3 Modificada (incluída Nota) 
 
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IR 2/2 
 
REV. G 
Partes Atingidas Descrição da Alteração 
Tabela B.1 Modificação no Título de B.1 para A.1 
Anexo B Incluído 
B.1, B.2, B.2.1, B.2.2, 
B.2.3, B.2.4, B.3, B.3.1, 
B.3.2, B.3.3, B.3.4, 
B.3.5 
Incluídos 
Anexo C Incluído 
C.1, C.2 Incluído 
Anexo D Incluído

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