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Germinação 
Juvenilidade 
Maturidade 
Florescimento/ 
Frutificação 
Senescência/mort
e 
BIOCICLO VEGETAL 
JUVENILIDADE e MATURIDADE 
 
 O que é juvenilidade? 
 
 
 
 O que é maturidade? 
Cinética do crescimento vegetal 
 
 Perenes: vegetam durante dezenas de anos 
 Anuais: cessam o desenvolvimento vegetativo com a 
iniciação do florescimento 
 Bianuais: Vegetam no 1° ano e florescem no 2° 
Bambusa spp 
12 anos 
Aspidosperma polyneuron 
 Peroba rosa 
25 anos 
Sequoia gigantea 
70 anos 
A juvenilidade varia de acordo com a espécie 
A juvenilidade varia de acordo com a espécie 
Pinus sylvestris 5 a 10
Larix decidua 10 a 15
Pseudotsuga taxifolia 15 a 20
Picea abies 20 a 25
Betula pubescens 5 a 10
Fraximus excelsior 15 a 20
Acer pseudoplantamus 15 a 20
Quercus robur 25 a 30
Fagus sylvatica 30 a 40
Duração do periodo juvenil
 Classificação da juvenilidade 
 
A) Quantitativa: depende apenas de um 
estímulo externo (fotoperíodo, água, 
temperatura) 
 
B) Qualitativa: depende da planta (inapta) 
independente que o ambiente seja lhe 
favorável. 
Ex.: Xanthium strumarium 
Estágios de evocação floral 
 Competente 
 Determinado 
 
 
 
 
 
Crescimento 
Vegetativo 
Competente Determinado Expressão 
Indução Sinal 
Características morfofisiológicas da 
fase juvenil 
 Mesmo plantas com competência para florescer, 
podem não florescer (dependência do ambiente) 
 Inabilidade de florescer 
 Espessura foliar 
 Filotaxia 
 Espinhosidade 
 Potencial para formar raízes adventícias 
 Retenção de folhas no outono 
 Conteúdo de pigmentos 
 Forma da folha, dentre outras. 
Desenvolvimento 
Transição da fase juvenil/adulta 
Acompanha mudanças nas características 
vegetativas 
Heterofilia 
Morfologia foliar 
Filotaxia 
Capacidade de enraizamento 
Desenvolvimento 
 Características morfológicas e fisiológicas 
da juvenilidade 
 
 Geotropismo pronunciado 
 Alto vigor vegetativo 
 Alta capacidade de Fotossíntese 
 Incapacidade de florescer 
 Alta capacidade de enraizamento 
 Alta pega na enxertia 
Transição de fases juvenil / madura 
 
A) Mudanças morfológicas: forma das folhas 
 Ex.: fabaceas (feijão, Cassia) 
 folhas primárias simples e depois são compostas 
(trifolioladas) 
 fase adulta voltam a serem simples e inteira 
 Alguma espécies podem ter até 8 formas foliares até 
atingirem a fase madura 
 Outras mudanças: filotaxia em eucaliptus; mudança de 
cor; presença de espinhos 
 
Sassafrás albidum 
B) Mudanças fisiológicas/maduras 
 Redução da habilidade para rizogênese 
 Aptidão para florescer 
 Síntese de pigmentos (antocianinas) 
 Alterações no crescimento 
Transição de fases juvenil / madura 
Hábito de Crescimento 
 Crescimento plagiotrópico, menor diâmetro e menor 
número de brotações do propágulo maduro em 
comparação ao juvenil. 
Mudas de Pinus taeda 
originadas vegetativamente 
de propágulos com 1 ano (J) 
e 25 anos (M) de idade 
Anatomia foliar e caulinar 
 
 Diferenças entre características de brotações na fase 
juvenil e adulta de algumas plantas lenhosas. 
 
 Brotações adultas e juvenis 
Sequóia 
Ficus 
Pinus 
Eucalyptus 
Diâmetro e altura 
 Enxertos e estacas juvenis 
 maior crescimento do caule 
 maior quantidade de folhas 
 maior biomassa 
 maior capacidade de enraizamento 
 
 Maturação 
 menores crescimentos em altura e 
 diâmetro 
 sistema radicular menos vigoroso 
Diâmetro e altura 
 Juvenil - maior crescimento vegetativo da 
planta e a produção de grande superfície foliar - 
importante para a captação de energia solar 
indispensável à fotossíntese, facilitando a 
absorção de água e íons do solo 
 
 Maduro - Reduzido crescimento em diâmetro e 
altura devido ao aumento da complexidade e 
tamanho da árvore 
Mudanças anatômicas 
 
 Folhas adultas: maior grau de diferenciação 
celular 
 
 Tecidos paliçádicos mais densos 
 células epidérmicas com cutícula mais 
delgada 
 Alta densidade estomática 
 Expressões químicas 
 
 
 * tecidos juvenis: menos amido e 
açúcares, menos fibras, proteínas 
que tecidos adultos 
 Exemplos de dependência do 
ambiente p/ florescer: 
 
 - Beterraba: florescimento 
dependente de baixas temperaturas; 
 
 - Xanthium strumarium: dependente 
do fotoperíodo 
 Florescem em condições de baixas temperaturas – juvenilidade 
preferencialmente quantitativa 
 
 Lunaria – floresce após 7 semanas de idade 
 
 Couve de bruxelas – não são induzidas pelo frio antes de 11 
semanas de idade 
 
 Beterraba – florescem em resposta ao frio em qualquer idade 
Diferenças 
Planta juvenil 
 Folhas palmadas (3/5 
lóbulos) 
 Filotaxia alterna 
pigmentação arroxeada 
nas folhas e caules 
 Hábito crescimento 
indeterminado 
 Maior enraizamento de 
estacas 
 Ausência de flores 
 Presença de raízes aéreas 
 Presença de pelos nos 
caules 
Planta adulta 
 Folhas ovais, inteiras 
 Filotaxia espiral, ausência de 
pigmentação arroxeada 
 Hábito determinado 
 Difícil enraizamento de 
estacas 
 Presença de flores e 
ausência de raízes aéreas 
 Ausência de pubescência 
Gradiente de juvenilidade em planta 
originada por semente 
Conífera 
Gradiente de juvenilidade 
(diferença da idade 
ontogenética) 
 
A>F>E>D>C>B 
Folhosas 
Partes Juvenis 
(A, B, C, D, E e F) 
 
Partes Maduras 
(G = parte apical) 
Gradiente de juvenilidade 
 
 Aumenta em direção à base da árvore 
 variável entre espécies 
 
 Maturação é maior 
 + próximo do meristema apical 
 
 Maior juvenilidade na região basal 
 meristemas mais próximos da base formaram-se 
em épocas mais próximas à germinação que o das 
regiões terminais 
 
Gradiente de juvenilidade pelo 
eixo do caule 
 Tecidos juvenis são 
produzidos primeiro e se 
localizam na base do 
caule 
 
 Fase adulta e reprodutiva 
 Posição apical e 
periférica do caule 
Maturidade - Chave para o 
florescimento 
a) Controle genético 
b) Época do ano 
c) Dependência do ambiente: 
d) Idade fisiológica 
e) Tamanho adequado 
(desenvolvimento vegetativo) 
f) Fator de indução (florígeno) 
g) Inibidor do florescimento 
h) Fitohormônios 
Rejuvenescimento de plantas 
 Reverter o estádio maduro para o juvenil 
 Métodos: propagação vegetativa e as podas 
sucessivas 
 Método natural de promover o 
rejuvenescimento de partes maduras de 
plantas: propagação sexuada (+ mais 
eficiente) origina a parte mais juvenil da 
planta (embrião) a partir da parte mais 
madura (órgão florífero). 
Rejuvenescimento de plantas 
 Rejuvenescimento por micropropagação - 
cultura in vitro 
 Rejuvenescimento por estaquia – confecção de 
estacas de brotações a partir de estacas enraizadas. 
Ex.: Eucalyptus spp. 
 
 Rejuvenescimento por podas drásticas – 
realização do corte raso de árvores adultas para 
induzir o crescimento de brotações juvenis e a 
manutenção da juvenilidade por podas sucessivas, 
aumentar a produção de propágulos e manter a 
juvenilidade dos mesmos.

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