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RESUMO DO LIVRO O CONTO DA ILHA DESCONHECIDA NOME: MATHEUS MOREIRA DA SILVA MATRICULA: 181016030 CURSO: CIÊNCIAS CONTÁBEIS Havia um determinado reino onde o rei que governava, tinha um palácio e que nesse palácio tinha varias portas. O rei só ligava para a porta dos obséquios, é claro os obséquios que o faziam. Sempre que alguém batia na porta das petições, o rei não queria atender ou seja não dava muita atenção, é ele só atendia a porta das petições quando ficava tirando o sossego da vizinhança que murmurava questionando o rei que não queria atender as pessoas. É o interessante desse conto e que os atendimentos eram das maneiras mais indiretas possível, tendo assim todo um processo totalmente burocrático em que varias pessoas designavam uns a outras a um nível inferior para desempenhar o que o rei tinha ordenado, é só quando não havia nenhuma outra pessoa inferior a outra era que a porta das petições era atendida. e para que o rei desse a resposta a petição, era feito o mesmo processo só que inverso, a informação passava por todos os “setores” abaixo do rei para que se chegasse a petição ao mesmo; tornando o processo deveras lento, o que em um lado mais interpretativo nos dá base para acreditar que há um desprezo por esse lado se conceder um favor em relação ao de Receber Algo de outrem. Importante destacar que não se podia duas pessoas fazerem simultaneamente suas petições, o que mais embasa a interpretação de desprezo Pela população e pelos seus respectivos pedidos. É nesse contexto, que certa feita aparece um homem que lhe veio pedir um barco, porem, abordagem desse homem era diferente. Ao envia de fazer o pedido diretamente a moça da limpeza ele exige falar pessoalmente com o rei. Coisa que nunca iria ocorrer ocasionalmente, se não fosse pelos métodos usados por ele. Partindo do pré suposto de que só poderia ser atendido uma pessoa em cada porta, ele se deita impedindo que outras pessoas sejam atendidas gerando descontentamento, opõe incomoda o rei de tal forma que ele se sente obrigado a ir atender o rapaz, após toda sua persistência; claro que A demora que tinham em Atendê-lo, atrasaria também o atendimento de todos os demais, os quais sabendo disso começaram a se revoltar exigindo que o rei o atendesse Urgentemente. O rei se dirige a porta da petições e ate cogita atende ló pela brecha da porta, porem visto que pegaria mal, ele decide sair a encontro do homem que lhe pede um barco. E ao ser questionado de suas intenções com o pedido explana que seu interesse é encontra uma ilha desconhecida. Após um discurso, o rei nega o pedido Obviamente, afinal para ele não haviam mais ilhas desconhecidas, porém sem desistir ora paz se firma em sua opinião e vendo que o rei iria negar o povo novamente se revolta contra ele e é alvo de criticas de seus súditos, forçando-o a mudar sua decisão. No pedido Do barco orei claramente mostra que não deseja que o rapaz pegue um barco que o mataria ao não suportar as dificuldades marítimas,e exige ao capitão que cuida dos barcos que ofereça um que não seja tão grande mas que ora paz tenha no mínimo chances de sobrevivência garantidas,seria linda a motivação do rei se O mesmo não estivesse pensando em sua imagem que ficaria danificada se o rapaz morresse. Quando finalmente o homem recebe do rei o que pediu, ele recebe a orientação de ir ao rapaz das docas que lá ele irar receber seu barco. Então quando ele recebe as instruções do rei para ir pegar seu barco ele vai embora e assim liberando a porta das petições e gerando um grande tumulto entre as outras pessoas que avia esperado para fazer seus pedidos, e assim ao chamar a mulher da limpeza se deram conta que ela já não estava mais no palácio, Enquanto isso tudo ocorria a mulher da limpeza havia tomado caso do homem que queria um barco e tomando uma atitude faz com que todos percebam que ela já não estava mais no palácio e sim que havia cruzado a porta das decisões raramente usada porta essa que o texto destaca que quando usada é no sentido de não voltar atrás. Apartes dai a mulher torna se uma personagem fundamental desse conto. Quando o rapaz chega no local, encontra se com o capitão e entrega-o a carta de solicitação de uma embarcação; inquieto, o capitão pergunta qual o interesse do homem para com o barco e este responde que ele vai em busca da ilha desconhecida. Porem, a reação do capitão é idêntica ao do rei e questiona a sua capacidade de navegação, alem de sua não tripulação. Após essa pequena discurso, o capitão obedece as ordens do rei e indica ao homem uma caravela para sua jornada e é nesse momento em que a mulher da limpeza mostra se a eles Após estar parada escutando a conversa e imaginando Qual Barco iriam navegar, Nesse momento de imaginação, Tinha ela desejado aquele mesmo barco que o capitão que cuidava do cais dera ao homem que queria um barco, tanto que quando descobre que seria aquele mesmo barco, Ela pula e diz que era O barco dela Simplesmente por ter gostado do barco,Onde aparece afra se (Gostar é provavelmente a melhor maneira de ter, ter deve ser a pior maneira de gostar) e comunica sua decisão de acompanha-lo em sua busca. A empolgação da moça é explicita quando ouve que a embarcação recebida tratava-se daquela que ela admirava tanto que a considerava sua. No momento seguinte, eles se separam, o rapaz em direção a cidade em busca de marujos e a moça em direção ao barco para organiza-lo conforme o combinado. Como desde a conversa com o capitão os dois se dispuseram a aprender a arte da navegação, desde a linguagem do ramo até a observação de pequenos detalhes relacionados a embarcação. No dado momento em que se separam o livro traz um detalhe interessante na parte onde a mulher da limpeza desbrava toda a caravela e na tentativa de aprender mais sobre a arte de navegar, começa a observar o funcionamento do barco e alguns defeitos que precisavam ser reparados. No cair da tarde, o rapaz retorna de sua busca por tripulação com um embrulho na mão, superando as expectativas dela em relação ao que aconteceria após seu retorno, afinal, imaginava ela, que ele iria aparecer com inúmeros famintos marinheiros a espera de comida, porem acontece que o embrulho que trazia na mão era a refeição deles, tirando com isso, a visão dela de que ele seria apenas mais um homem egoísta. Porém, sua feição cabisbaixa mostrava sua desilusão por não encontrar ninguém disposto a aventura-se em uma viagem tão perigosa e incerta como seria a de navegar mar a dentro em busca de algo que ninguém jamais encontraria. No meio do diálogo com a moça da limpeza surge o questionamento, sobre o que fazer sem uma tripulação, ele até a propõe morarem ali mesmo enquanto ele lavava os barcos que fossem às docas, nesse momento em que ela afirma sua real vontade em encontrar a ilha desconhecida, a qual seria a de encontrar a si mesma na ilha, quando afirma querer saber quem será quando na ilha estiver, em tom filosófico completa que, se não sais de si, não chega a saber quem é; onde cita um intrigante personagem que é o filosofo do rei, onde ela conta que, enquanto vivia no palácio conta que o filósofo enquanto não tinha nada pra fazer a observava, à passar a peúga dos pajens, e de vez enquanto filosofava que todo homem era uma ilha, e ela fingindo que não falava com ela, afinal se tratava de uma mulher, a moça da limpeza ignorava e continuava em seus ofícios, em meio a isso surgiu a frase, É necessário sair da ilha para ver a ilha, que não nos vemos se não saímos de nós, não saímos de nós próprios; nesse contexto se encontra parte mais Ilustrativa da obra, em que o escritor geniosamente trás um contextos estéticos para as sensação que quer causar no leitor. Ao caracterizar a escuridão no céu, a coloração das águas, e a tenebrosidade marítima àquela hora da noite. Então fugindo um pouco da caracterização feita a moça da limpeza o mostra o barco que tinha ganho e aquilo que tinha aprendido na observação que tinha feito, cerca de alguns minutos ao encerrar a volta pelo barco, o homem faz uma observação sobre abeleza da embarcação e demonstra pela primeira vez no livro desânimo, citado inclusive pela mulher da limpeza, onde questiona que após a primeira contrariedade o homem já indica tal comportamento o que gera um dialogo sobre como seria loucura de apenas duas pessoas governarem um barco sozinhas; quando se dirigem a popa do navio para comer, onde novamente o escritor coloca um belo cenário quando cita a imagem da lua, após isso um detalhe interessante é a visão da mulher da limpeza sobre a caravela pertencer ambos, e ela disfarça dando outros rumos a conversa, e apenas quando o luar ilumina em cheio o rosto da mulher da limpeza ele finalmente percebe algo diferente da mesma, que a achava bonita, e o texto é bem categórico ao descrever, que ele não estava se referindo a embarcação, enquanto que a mulher não pensa nada; após comerem todo o alimento que estava a disposição, tiveram um breve diálogo sobre as aventuras que teriam no mar daquele momento em diante, motivo de risadas, de um breve silencio, um deles sugere que seria melhor irem dormir, mesmo ambos estando sem sono, então desceram em direção as beliches que haviam embaixo, em direção à coberta, quando decidem um ir para cada lado vem a memória da mulher que havia se esquecido das velas, onde ocorre outro momento interessante no livro a partir daí, ao ascender as velas a luz ilumina rosto de ambos onde novamente ele pensa o que tinha citado em outro momento, acerca da beleza da mulher, acontece porém que dessa vez ao destacar a parte da mulher ela acredita que ele só tem olhos para a ilha do desconhecido, e mostra como as pessoas tendem a ser precipitadas em seus julgamentos quanto ao outro. Enfim ela entrega uma vela à ele e diz até amanhã que durma bem, em resposta ele a deseja bons sonhos. Destaca o escritor que foi a frase que lhe saiu, e que logo mais, já deitado em seu beliche o vem frases mais insinuantes como as que se destina a uma mulher quando estão a sós, os dois. Enquanto estava ele ainda deitado , se questiona se ela já estaria a dormir ou se estaria a demorar a pegar no sono; então começa a imagina determinada situação onde estaria ele a procura dela e não conseguia acha-la e que estavam os dois perdidos dentro do barco. Interpretando o que o escritor cita acerca da separação que o sono trazia, podemos perceber que havia ele dormido pensando em tal situação, o que fez com que sonhasse em uma situação no mínimo intrigante. E quanto mais ele adentra no sono, sonha que já estava em alto mar e manejava o leme de sua caravela, com sua tripulação descansando, imaginando ele que estes tenham se arrependido da recusa de ir em busca da ilha e embarcado. também estavam presente no barco diversos animais, desde aves ate animais necessários para trabalhos pesados, e um grupo de mulheres que, sem contar, podia notar que eram tantas quantos homens. Ele chega a se perguntar como poderiam estar ali tantos indivíduos, se antes mal cabia a tripulação; no meio de tudo isso, ele procura a moça da limpeza no meio das demais e não a encontra... E sabendo, sem saber como sabia, que ela havia partido na ultima hora e, já no cais, dissera adeus, já que ele só tinha olhos para a ilha desconhecida, porem, já não era mais verdade, por naquele momento ele encontrar-se a pensar nela. No decorrer do sonho, uma chuva se inicia e as mais diversas plantas começam a brotar dos saco de terra que seriam usado nas plantações quando descoberta a ilha. No momento seguinte, o homem pergunta aos marujos se eles avistaram algum sinal de terra firma, e esses respondem que não e que desejam desembarcar na próxima ilha povoada que aportarem. Decepcionado e preocupado com a atitude dos marinheiros e seu futuro abandono, o homem avista uma ilha e pensa em ignora-la, porem os tripulantes protestam e a caravela é direcionada ao porto. Ao chegar La, ele observa, sem reivindicar nada, as mulheres partindo seguidas pelos homens e animais que lá estavam. Com a pressa na saída, os ex-tripulantes acabaram rompendo os sacos de terra que se espalhou pelo convés de onde cresceram arvores, trigo e flores. Então a embarcação tornou-se uma floresta flutuantes, indo a encontro das ondas rumo ao mar, onde se ouviam os pássaros a cantar escondidos nas arvores. Em certo momento, o homem sai do leme e desce para o deque, quando ele corta a primeiras espigas, vê uma sombra uma sombra ao seu lado e desperta de seu sonho. Ao acordar, ele se depara abraçado com a mulher da limpeza e ambos de abraçavam, perdidos em onde e quem. Depois, com o amanhecer, ambos foram pintar na proa nome que faltava dar a caravela. E, em torno do meio dia, a Ilha Desconhecida ganha o mar em busca de si mesma. NOTA DO ALUNO A história do homem querendo encontrar uma ilha desconhecida é, na verdade, uma metáfora que indica a busca do ser humano por aquilo que ele não conhece, a busca pelo novo, mesmo quando ela é marcada por incertezas.O fato de ele conseguir encontrar a ilha que tanto desejava, mesmo sem ter o apoio e incentivo de outras pessoas, é uma demonstração clara de que cada um tem dentro de si aquilo que precisa para atingir as suas metas e objetivos. Por outro lado, a personagem feminina, representada pela mulher que limpava o castelo, tem uma grande importância: ela traz a reflexão sobre a impossibilidade de mergulhar em uma aventura como essa de forma completamente isolada, por outro lado, a necessidade que isso trás de se dispor a conviver com alguém.O Conto da Ilha Desconhecida mostra o quanto pode ser cômodo permanecer na própria zona de conforto, sem enfrentar o desconhecido. No entanto, a evolução humana está justamente em buscar o novo, em desafiar a si mesmo e procurar superar constantemente os próprios medos e limites. Também não deixa de ser uma lição de otimismo, uma vez que o homem encontra a ilha apesar de todas as adversidades que existiam até então.Por fim, utilizando tempos medievais como referência, Saramago ainda traz uma crítica social. O fato de não revelar os nomes dos personagens e identificar cada um por meio da sua função, reforça essa ideia. O rei, por exemplo, estava sempre disposto a receber os presentes, mas não a atender as necessidades do seu povo.