A maior rede de estudos do Brasil

Grátis
5 pág.
ATIVIDADE 2 TEORIA

Pré-visualização | Página 1 de 2

DISCIPLINA TEORIAS DA CULTURA
Prof. Dr. Lourival dos Santos
1º SEMESTRE DE 2018
CRITÉRIOS DE AVALIAÇÃO DOS FICHAMENTOS DE TEXTOS
ATIVIDADE 2
Nome: Eliane Araújo Nazário
Título do texto e autor (a): SEEGER, Anthony. O Significado dos ornamentos corporais. In: Os Índios e nós. Rio de Janeiro. Ed. Campus; 1980. Pág. 41-57. 
- Os europeus tem o costume de usar a cor preta em sinal de luto e os chineses já usam o branco, onde em cada situação as vestes usadas serão indicadas pelo uso de uma veste ao quais os mesmos se consideram como sendo especial, com isso demonstra que cada cultura pode ser considerada como irrespondível ou irrelevante. Pág. 43.
- As sociedades tribais de origem sul americanas, acabam exibindo uma grande variedade de ornamentos tantos labiais como objetos usados em decorações de variados tamanhos e também tipos, ao quais podem ser usados tanto nas orelhas como no nariz e também ornamentos penianos também feitos de variados tipos e também de tamanhos. Pág. 44.
- Os ornamentos de modelos físicos deverão ser tratados como sendo símbolos tendo sempre uma grande variedade de referentes, onde os mesmos deverão sempre ser examinados como sendo um importante sistema que se encontra presente em qualquer sociedade, onde ao invés de serem examinados como sendo uma maneira isolada ou também lúdica, mas ao mesmo tempo como sendo enganadora, como sempre foi feito deste o passado. Pág. 45.
- A palavra Suyá quando associada com a audição ku-mba, acaba tendo uma enorme variedade de referentes onde além da palavra portuguesa ouvir. Ela acaba significando saber, ouvir e também compreender. Pág. 46.
- Tanto a audição como também a fala são considerados como sendo complementares uma da outra, da mesma maneira ao qual que enfatizam a audição, os Suyá acabam colocando enorme ênfase na fala, onde o falar e também o não falar são considerados como sendo atos sociais considerados muitos importantes. A música Suyá só faz o uso do chocalho como instrumento, 
sendo considerada exclusivamente vocal, onde de certa maneira são intimamente reconhecidas como sendo uma maneira de falar. Pág. 47.
- Quando se discute as ideias de Suyá referente à visão, toda a habilidade de ver deverá ser discriminada de todo o significado simbólico referente aos olhos, pois toda a visão usada diariamente se referindo a recepção saudável com relação aos estímulos visuais em um primeiro momento não terá nenhum tipo de relação juntos a outros significados que esta sendo discutido, pelo motivo do considerar que os mesmos não foram simbolicamente elaborados, pois os Suyá sempre elogiam o bom caçador pela sua habilidade em conseguir flechar as suas caças e nunca pela sua visão. Pág. 48.
- Os feiticeiros Suyá consegue ver coisas que pessoas que são consideradas normais não conseguem ver, onde os mesmos possuem sentidos considerados diferentes. Os Suyá classificam os animais de acordo com o seu cheiro, onde os Suyá consideram todas as coisas que possuem os cheiros fortes como sendo as que sãos as mais poderosas e ao mesmo tempo também são consideradas como sendo as mais poderosas. Após o olfato, o tato e também as faculdades dos gostos acabam sendo consideradas como sendo de pouca importância de maneira simbólica. Pág. 49.
- Durante as cerimonias dos Suyá a visão nunca é considerada importante onde os convidados somente ouvem ao invés de presenciar toda a festa. Os Suyá em uma situação de vergonha, o mesmo não fala e não olham diretamente um para o outro, somente irá ouvir com uma atenção maior. Pág. 50.
- Os Ornamentos corporais dos Suyá acabam sendo inseridos durantes os ritos de passagem e que são considerados como sendo um status para os mesmos. As orelhas dos mesmos (mulher e homens) acabam sendo perfuradas ao perceber o primeiro sinal de atividade sexual. Os Suyá são muitos tolerantes com relação às crianças. Já com relação aos jovens, os Suyá incentivam os jovens a cantarem e se dediquem a fabricação dos discos labiais, onde as suas orelhas serão perfuradas para que os mesmos possam adquirir um comportamento considerado por eles. Pág.51.
- Os Jê setentrionais são considerados como sendo semelhantes no ponto de vista cultural de tal maneira que as diferenças presentes nos ornamentos corporais acabam indicando as diferenças nas dificuldades e de órgãos existente do grupo. Os Kiapós são considerados como 
sendo os mais semelhantes com os Suyás, pelo motivo dos mesmos também usarem discos labiais, sem nenhum desenho na parte inferior, não fazem o uso de discos auriculares, mas os mesmos possuem um furo no lombo das orelhas, nas quais penduram um colar geralmente nas cores azuis ou brancas. Pág. 52.
- Os Suyá considera que a relação sexual é considerada como sendo má para a audição dos jovens, os kayapó enfatizam menos as orelhas como sendo uma fonte com relação aos ensinamentos morais. Nos Kayapós o controle social parece sempre ser simbolizado através do controle da sexualidade, ao contrário de ser através da ênfase no moral em geral. Pág. 54.
Título do texto e autor (a): CUNHA, Manuela Carneiro da. Antropologia do Brasil, mito, história e etnicidade. São Paulo. Ed. Da Universidade de São Paulo. 1986. Pág. 95-108.
- Nesta disciplina o termo linguagem tem o seu significado mais lato, ou seja, possuem formas institucionais tanto quanto em relação às crenças práticas e também valores são tanto linguagem como também representações. Pág. 97.
- Uma forma de colocarmos a questão é analisarmos sobre todas as substâncias referentes à etnicidade, substância essa que já foi pensada em termos biológicos, quando os mesmos se relacionavam com raças e também sobre as suas heterogeneidades. A noção de cultura veio pra substituir o termo raça, dentro de um movimento que procurou ser generoso. Logo após surgiu o termo aculturação que através dele foi possível pensar, para uns sendo os engenheiros sociais e para outros antropólogos que tinha o intuito da perda da diversidade cultural. Pág. 98.
- No século XX, foi possível de se perceber que a etnicidade passou a vigorar pelos quatro cantos do mundo, como exemplo em Nova Iorque, onde grandes partes das atividades de um cidadão comum se processavam dentro de suas comunidades étnicas, inclusive todas aquelas que eram pensadas de uma maneira mais racional. Pág. 99.
- Todas as escolhas referentes aos tipos de traços culturais que buscam garantir toda a distinção presente do grupo enquanto o mesmo ainda depende de outros grupos, em se referindo à presença e também sociedade, em que os mesmos acham que estão inseridos, já 
que todos os sinais diacríticos deverão ter meios de conseguir se opuser tanto por definição quanto até mesmo a grupos semelhantes. Pág. 100.
- Jamais poderá definir grupos étnicos a partir de sua cultura, mesmo cultura sendo um modo essencial na etnicidade. A cultura é algo que não é dado ou posto, mas é algo que constantemente é reinventado, recomposto e ainda sempre é investido de novos significados, e por isso se faz necessário conseguir perceber toda a dinâmica e também a produção cultural. Pág. 101.
- Em uma nova perspectiva tanto a etnicidade como também a noção de cultura que era usado de substrato, acabou se tornando privada de qualquer tipo de substância, ou seja, foi abolida a ideia ao qual se tinha de uma cultura de maneira estática, dada ab initio, ela ainda se permanece como sendo algo que não se opõe somente se contrapõe, e tanto como o seu motor e a sua lógica se encontra externamente. Pág. 102.
- Lévi-Strauss descreveu aos funcionalistas: todos os traços culturais que forem selecionados por um grupo ou também fração de uma sociedade não serão arbitrário, mesmos eles sendo imprevisíveis, onde de alguma forma iremos resignar de forma epistemológica com todas as surpresas ao qual poderá nos reservar, como por exemplo, a de podermos ver como a igreja ou mesmo a sociedade de amigos existente nos Bairros de poderem tomar tanto significações ou algum alcance que possa acontecer de maneira inesperada. Pág. 103.
- A tradição ligada a Aristóteles