A maior rede de estudos do Brasil

Grátis
3 pág.
APOL 2  ETICA E D. CAPITALISTA

Pré-visualização|Página 1 de 3

AP OL 2 ET IC A E D . CA P ITAL IS TA
Ques tão 1/5 - É tica Profi ssio nal do S er vi ço So cia l
Lei a a a firmação a seg ui r Net to (1999, p. 4): “os p rojetos profissi ona is aprese nta m a a utoi magem
da profi ssão, e lege m va lores q ue a leg itimam soci alme nte e prio ri za m o se us objeti vo s e f unçõe s,
form ula m os req ui si tos para o se u exe rc ício, prescre ve m no rma s pa ra o co mpo rtame nto dos
profissi ona is [. .. ].
C om base nes te t rec ho e nos conheci me ntos adqui rido s na di sci plina sobre o e t hos pro fissi ona l ,
assi nale a úni ca a lter na ti va correta .
A
A relação e nt re o p rojeto profi ssi ona l de u ma categori a p rofissi ona l e se u e t hos pro fissi ona l
são eleme ntos exc l ude ntes, poi s não aprese ntam a ide ia d e uma i de ntid ade coleti va
profissi ona l.
B
A relação e nt re o e t ho s e o proje to p ro fi ssio nal es tá pa utada na co nstr ução coleti va de
profissi ona is com uma mesma id ei a de socied ade.
C
Um p rojeto profissi ona l, mesmo que represe nte o et hos profi ssi ona l de de termi nada
catego ri a profi ssi onal , e xc l ui a possi bi li dade de i r ao e nco ntro das necessi dade s
estabe leci da s pela pop ulação.
D
Os pro jetos p rofissi onai s, ap esar de aprese ntare m a a utoi magem de uma profissão ,
desconsid eram o s va lores q ue a legi timam , já q ue não se t rata d e um p rojeto que se q uei ra
hege mô ni co
Ques tão 2/5 - D ese nvol vi me nto C ap itali sta e Se r viço Soci al
Lei a o texto:
C om o merca nti li smo s urge a comerciali zação das me rcadoria s. Co m a venda de prod utos , a
necessi dad e de uma uni dade de valo r, o di nhei ro s urge com a f unção f und a mental de mei o
ci rculação . C onsi ste em se r vi r d e medi da de va lor d as mercadorias.
Ba seando - se nos te xtos e st udados, e os temas trabal had os em a ula . A nali se as se ntenças a
segui r , assi na la nd o V com a afi r mati va se for ve rdadei ra e F pa ra a s a firmati vas falsas.
I - (V ) D in hei ro como medi da d o va lo r e como mei o de ac um ulação,
II ( V ) D i nhei ro como meio de pag ame nto e como di nhei ro uni versa l.
III ( V ) D in hei ro desempe nha a f unção de meio de ac um ulação ,
IV - ( V ) D in hei ro co mo um mei o de enteso urame nto .
Ag ora assina le a sequê nci a cor reta
A
V, V, V , F
B
V,F, V , V
C
V, V, F , V
D
V, V, V , V
Ques tão 3/5 - D ese nvol vi me nto C ap itali sta e Se r viço S oci al
Lei a o texto:

O merca nti li smo s urge da prática eco nômi ca q ue i ni ci a no mome nto em q ue a E uropa passa va
por gra nde escasse z de p reci osos. O estado passa a contro lar a econo mia com i sso gara nte o
enriq ueci me nto das cid ades traze ndo fa vorecime nto a b urg ue sia , c lasse q ue deté m os mei os de
produção.
Relaci ona ndo o te xto com os te mas t raba lha dos em a ula . A na li se as a fi rmações a seg uir.
I P rod ução Merca ntil é co nhe cido como o f undame nto para o s urgi me nto da prod ução
capi tali sta.
II - A d ifere nça e nt re a p rodução merca ntil simple s e a capi ta lista. A p rimei ra se fundame nta no
traba lho i nd ivi d ual, na q uele q ue produz a mercadori a e o seg und o e dono da propri edade p ri va da .
III De sde o s urgi me nto da huma ni dade o capi tali smo se fa z prese nte na di vi são so cia l do
traba lho.
IV - As re la ções capi tali stas tem o se u i n ício na p roduçã o merca ntil .
V - No capi talismo merca nti l os se nhores fe udai s comerci aliza va m o s p rodutos da caça e p esca .
o corretas as afi r mativa s :
A
Afirmativas II, II I e IV
B
Afirmativas II, II I, IV e V
C
Afirmativas I, II, e IV
D
Afirmativas III e IV
Ques tão 4/5 - D ese nvol vi me nto C ap itali sta e Se r viço Soci al
Lei a o te xto :
Eco nomistas a lemães no séc u lo X IX c ria ram o termo merca n ti li smo para desig nar o conj unto d e
prática s econômica s d os Estados e urope us nos séc ulos XV I e X V II. Ob je ti va va a ume nta r o pod er
do estado.
Ba seados nos co nte údos do te xto e das a u las. O te xto aci ma relaci o na -se aos i tens bási cos da
doutri na merca ntil , C om base nessa doutri na, a na li se as a fir mações:
I O me rca nti li smo se basead a na propri edade p ri va da .
II - A e co nomi a me rcantil, é reali zada por di versos p rodutores, trava -se uma ação de
concorrê nci a.
III- Cad a um tem auto nomia para p roduzi r o q ue bem e nte nder se m justifica r sobre a carê nci a
daquela mercadoria fa b ri cada.
Assi na le a a lter na ti va corre ta:

A
Afirmativas I, e II, ape nas
B
Afirmativas I, II, III, ape na s
C
Afirmativas II, e III, ape na s
D
Afirmativas I e III, ape nas
Ques tão 5/5 - D ese nvol vi me nto C ap itali sta e Se r viço S oci al
Lei a o texto:
As ati vi da des i nd ust riai s passa m a te r mai or i mportâ nci a eco nômica a par tir do séc ulo
XV III. Nes te per íodo o capi tali smo co mercia l co meça a perde r s ua força, dando l ugar a o
surgime nto do capi tali smo i nd ustri al . As co nq uistas mar ítimas com as gra ndes na vegaçõ es dos
séculos X V e XV I, foi de f unda mental i mportâ nci a para o desenvo l vi me nto do capi ta li smo.
Ba seando - se nos te xtos e st udados, e os temas trabal had os em a ula . A nali se as se ntenças a
segui r, assi na la nd o V com a afi rmati va se for verdade ira e F p ara as a firmati vas falsas.
I ( V ) A pol íti ca econô mi ca era o li be ra li smo
II (V ) Pri nci pa is potênci as eram Rei no Unid o, Estados U ni dos e A lema nha.
III - ( F ) 3 ª Re vo lução Ind ust rial
IV ( V ) O capi tali smo i ndus tri al ori gi nário cri o u a pobre za soci al.
Ag ora assina le a sequê nci a cor reta
A
V, V, V , F
B
V.F, V , V
C
V, V, F , V
D
V, V, V , V