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JADER BRAGA MAIA
Eng.Agr. – Entomologista 
➢ Reino: Plantae;
➢ Divisão: Magnoliphyta;
➢ Classe: Magnoliopsida;
➢ Ordem: Malvales;
➢ Família: Malvaceae;
➢ Genero: Gossypium.
.
Algodão no Mundo
Algodão no Brasil
MANEJO INTEGRADO DE 
PRAGAS (MIP)
MANEJO INTEGRADO DE PRAGAS (MIP) 
Antes do Manejo Integrado de Pragas - MIP
Controle: 
- Químico - Calendários – poder residual do inseticida.
Problemas: 
1. Resistência de pragas a diversos pesticidas;
2. Aparecimento de pragas até então consideradas secundárias;
3. Ressurgência de pragas;
4. Efeito adversos sobre inimigos naturais das pragas, abelhas, 
peixes e animais silvestres;
5. Efeito tóxicos prejudiciais dos produtos químicos ao homem. 
Diante desses fatores de desiquilíbrio 
Termo: Manejo Integrado (Antigo)
Atualmente: MANEJO INTEGRADO DE PRAGAS - MIP 
ETAPAS DE UM PROGRAMA DE MIP
1. Reconhecimento das pragas mais importante (pragas-
chave).
-Identificação taxonômica;
-Bionomia das pragas-chaves (biologia, hábitos,
hospedeiros, inimigos naturais etc.).
2. Avaliação dos inimigos naturais (mortalidade natural no
agroecossistema).
- Técnicos de criação de inimigos naturais para liberação;
- Técnicas de produção de patógenos.
3. Estudo de fatores climáticos que afetam a dinâmica
populacional da praga e seus inimigos naturais.
4. Determinação dos níveis de dano econômico e de
controle.
- Fenologia da plantas;
-Prejuízos da praga, custo de controle e preço da
produção.
ETAPAS DE UM PROGRAMA DE MIP
5. Avaliação populacional (amostragem).
6. Avaliação do(s) método(s) mais adequado(s)
para incorporação num programa de manejo.
ETAPAS DE UM PROGRAMA DE MIP
Pragas da Raízes
Caule
Folhas
Botões florais
Maça e Capulhos
Pragas do Algodoeiro
Separadas:
Pragas Iniciais
Praga Tardias
OCORRÊNCIA DE PRAGAS NA CULTURA DO
ALGODOEIRO
Amostragem na cultura do Algodoeiro
COLÔNIAS DE PULGÕES
Cor: Amarelo claro a Verde –escuro
Danos: Picam a planta e sugam a seiva
Espécies:
Aphis gossypii Glover, 1877
Myzus persicae (Sulzer, 1776)
PULGÕES
- Encarquilhamento das folhas - Deformação dos brotos
- Fumagina
- Vírus: Vermelhão e o Azulão
Importante até aos 60 dias 
( planta até 20 a 25 cm )
Danos - Encarquilhamento das Folhas
Danos - Deformação dos Brotos
Danos - Folhas com “ Honey-Dew ”
Danos - Folhas com “ Fumagina ” ( Capnodium spp. )
Danos - Capulho com “ Fumagina ” (Capnodium spp.)
Danos –
“ Vermelhão ”
Danos –
“ Azulão ”
➢Encurtamento de 
entrenós.
➢Redução do porte das 
plantas (nanismo).
➢Palidez das nervuras.
QUANDO CONTROLAR?
Praga Época de 
ocorrência
Parte amostrada Nível de Controle
Pulgão Até 60 dias Ponteiro (CR) 70% plantas atacadas
Ponteiro (CS) 1 a 5% de plantas atacadas
CR: Cultivar resistente; CS: Cultivar susceptível 
Amostragem dispensável no caso do uso de sementes tratadas ou da aplicação de granulado sistêmicos 
no solo.
Bemisia tabaci
Mosca-branca
DESCRIÇÃO
Ovos – Brancos tornando-se marrons antes da eclosão, depositados folhas.
Ninfas –De cor verde-amarelada, corpo elíptico, translúcido e achatado.
Adulto – De cor branca, 1 mm.
Danos:
1. Sugador de seiva,
2. Depauperação das plantas,
3. Mela e
4. Queda das folhas,
5. Fumagina,
6. Deprecia a fibra,
7. Virose: “Mosaico comum”.
1.Sucção de seiva,
2.Depauperação das plantas.
DANOS A CULTURA
Danos:
1. Mela; 
2. Queda da folhas ,
3. Perda na produção.
Fumagina
DANOS A CULTURA
SINTOMAS
Mosaico comum
QUANDO CONTROLAR?
Praga Época de 
ocorrência
Parte
amostrada
Nível de Controle
Mosca- branca Todo ciclo Toda a 
planta
Presença do inseto
Frankliniella schultzei Trybom, 1920
Ovos –Reniformes e claros que escurecem antes da eclosão.
Ninfa – Cor amarelo-claro e áptera .
Adulto – Negra ou pardo-escura, 1,5mm, asas membranosas e com franjas de
longas cerdas marginais.
Tripes
Danos :
1. Paralisam o crescimento das 
plantas, 
2. Folhas deformadas,
3. Pontuações ferruginosas com 
prateamento da face inferior / 
queimadas,
4. Morte da gemas apicais, 
5. Superbrotamento das plantas. 
- Pontuações ferruginosas.
- Prateamento da face inferior. 
DANOS A CULTURA
1. Morte das gemas
apicais.
2. Superbrotamento
das plantas.
DANOS A CULTURA
Danos - Folhas Coriáceas e Quebradiças
DANOS A CULTURA
Testemunha (esquerda) e Temik (direita) (gran./sulco)
DANOS A CULTURA
QUANDO CONTROLAR?
Praga Época de 
ocorrência
Parte
amostrada
Nível de Controle
Tripes* Até 30 dias folhas 6 indivíduos/folha
* Amostragem dispensável no caso de uso de sementes tradas ou da aplicação de granulado 
sistêmico no solo
Broca-da-raiz
Eutinobothrus brasiliensis (Hambleton, 1937)
DESCRIÇÃO:
Adulto – 3,5 a 5,0 mm comp. Coloração escura.
Larva – branca e ápodas, 7 mm de comprimento.
Pupa – Cor branca, cavidade oval.
Biologia – Ovos -fendas na casca - colo da plantas.
Na entressafra - broca-da-raiz se reproduz em 
socas de algodão ou em outras plantas hospedeiras. 
Podem ocorrer
até 4 gerações
durante a safra.
- Engrossamento no
colo - galerias feitas
pelas larvas.
DANOS A CULTURA
- Folhas bronzeadas.
- Murchamento – dias 
mais quentes.
- Secagem.
- Morte.
DANOS A CULTURA
Danos - Destruição do Sistema Radicular
DANOS A CULTURA
Danos - Reboleira
DANOS A CULTURA
Danos - Plantas Murchas
DANOS A CULTURA
Danos - Mudança de Coloração das Folhas
DANOS A CULTURA
QUANDO CONTROLAR?
Praga Época de 
ocorrência
Parte
amostrada
Nível de Controle
Broca-da-raiz inicial Raiz, solo. Controle preventivo.
Broca-da-haste
Conotrachelus denieri Hustache, 1939
DESCRIÇÃO:
Adulto – 3 a 5 mm de comprimento e
apresenta uma coloração ocre
Ovos –Brancos e inseridos na casca da
parte superior do caule e nas maçãs .
Larva –Cor branca, cremosa, ápoda, 5
mm e 7 mm.
Pupa- Ocorre no solo.
Biologia - As duas ou três primeiras
gerações geralmente ocorrem no caule e
as demais no interior das maçãs.
Danos :
- Redução inicial do estande,
- Internódios curtos e 
ramificadas,
- Galerias nas hastes- morte 
da planta. 
DANOS A CULTURA
QUANDO CONTROLAR?
Praga Época de 
ocorrência
Parte
amostrada
Nível de Controle
Broca-da-haste inicial Raiz, solo. Controle preventivo.
Scoptocoris castanea Perty, 1830
Atarsocoris brachiariae Becker, 1996
DESCRIÇÃO: 
Ovo: Posto no solo
Ninfa: Coloração branca.
Adulto: Coloração castanha, 8 mm de comp.
Biologia:
- Hábito subterrâneo, 20 a 40 cm prof.
- Estiagem- aprofundam.
- Umidade retornam à superfície.
- Praga polífaga.
- Detectada pelo odor que a este exala.
Percevejo-castanho
Danos: 
1. crescimento retardado, amarelo 
avermelhadas. 
2.Nas raízes atacadas podem 
surgir manchas escuras.
3. Morte;
4. redução do estande.
PERIODO CRÍTICO NO 
ESTABELECIMENTO DA 
CULTURA
DANOS A CULTURA
QUANDO CONTROLAR?
Praga Época de 
ocorrência
Parte
amostrada
Nível de Controle
Percevejo-castanho inicial Raiz, solo. Controle preventivo.
Lagarta-rosca
Agrotis ipsilon (Hufnagel, 1767)
DESCRIÇÃO: 
Adulto:
➢ 35 mm e 45 mm envergadura, 
➢ Asas anteriores de cor cinza a marrom e posteriores 
brancas.
Lagarta:
➢ Cinza ao marrom ou até quase preta -45 mm de comp. .
Pupa:
➢ Medem 35 mm, coloração marrom-avermelhada.
Ovo: Coloração branca
➢ Hábitos noturnos.
➢ Dia enroladas e abrigadas no solo.
➢ Após a eclosão,vão atacar as folhas.
➢ Em seguir vão para o coleto, rentes ao 
solo.
➢ Ao serem tocadas, as lagartas se 
enrolam e permanecem imóveis.
Biologia
Danos:
➢Ataque / no inicio da cultura.
➢ Cortam as plantas/tombando. 
➢Redução do estande. 
DANOS A CULTURA
Lagarta-rosada
Pectinophora gossypiella (Saund., 1844)
DESCRIÇÃO:
Adulto: 
15 mm a 20 mm de envergadura 
Asas anteriores de coloração pardo-escura com três 
manchas escuras e franjadas. 
Ovos: Brancos, isolado, botões florais, flores ou 
maçãs . 
Larva: Branco-palha - rosada - 10 a 13 mm de 
comp..
Pupa: Castanho-amarelada - 5 a 8 mm comp.
➢Ataca botões florais – maçãs
- alimentam das sementes.
➢ lagartas destroem as
sementes, fazendo galerias.
➢As maçãs atacadas e
que não abrem normalmente
são chamadas de “carimãs”.
DANOS A CULTURA
QUANDO CONTROLAR?
Praga Época de 
ocorrência
Parte
amostrada
Nível de Controle
Lagarta-rosada 80 - 120 Maçãs
Armadilha
5% maçãs atacadas.
10 adultos/armadilhas
DESCRIÇÃO :
Adulto: 
Asas anteriores verde-pardacenta, 
três linhas oblíquas - margens preto,
32 mm de envergadura. 
Ovos: Cor branca.
Lagarta: Coloração geral verde, vão do verde-claro ao 
marrom, 25 mm de comp. 
Pupa: Cilíndrica, cor castanho-escuro, 3 a 5 cm abaixo 
da superfície do solo.
Heliothis virescens (Fabrícius, 1781) (Lepidoptera: Noctuidae)
Helicoverpa zea (Bod., 1850) (Lepidoptera: Noctuidae)
Lagarta-da-maçã
Danos:
➢ Atacam os botões florais e as flores a partir do
ponteiro.
➢ Posteriormente maçãs pequenas e grandes.
➢ Os botões florais apresentam as brácteas abertas,
caindo posteriormente ao solo.
➢ Nos últimos ínstares as lagartas atacam maçãs,
devorando o conteúdo destas.
➢ Os orifícios – penetração – microrganismos -
apodrecimento das maçãs.
DANOS A CULTURA
QUANDO CONTROLAR?
Praga Época de 
ocorrência
Parte
amostrada
Nível de Controle
Lagarta-da-
maça
70 – 120 dias plantas Ovos: 20% dos ponteiro com
ovos.
Lagartas: 15% do ponteiro 
atacados.
Spodoptera frugiperda ( J.E. Smith, 1797)
Spodoptera eridania (Cr., 1782)
Lagartas
DESCRIÇÃO:
Adulto: Cor cinza-escura, 35mm de envergadura, mancha
oblíqua em forma de V.
Ovos: Rosada-clara - cinzas antes da eclosão –massas - escamas.
Lagarta: Atinge 40 mm de comp., 
Esverdeada a pardo-escura, 
linha mediana long., de cor marrom-clara, entre duas listras 
laterais de cor mais clara. 
A cabeça - sutura - “Y”invertido.
Pupa: Marrom-escura, 
14 a 17 mm de comp.
Danos: 
➢ Raspagem; 
➢Desfolhamento.
➢Perfuram os botões 
florais, 
➢Flores.
➢ Maçãs.
➢ Menor estande.
DANOS A CULTURA
QUANDO CONTROLAR?
Praga Época de 
ocorrência
Parte
amostrada
Nível de Controle
Lagarta
militar
Emergência até 
a maturação
Folhas e brácteas
Botões florais
10% de infestação.
5% de infestação.
DESCRIÇÃO
Ovos: Verde-azulada - isoladadas.
Lagarta: Novas verde-amarelada (incolor). Lagartas 
mais desenvolvidas linha branca mediana 
Adulto: Pardo-argiloso-clara - envergadura de 30 mm 
comp.
Pupa: Cilíndrica - castanho-escuro - presa nas folhas 
por fios de seda e medindo entre 16 a 18 mm de comp. 
Curuquerê
Alabama argillacea (Hueb., 1818)
Danos:
➢ Plantas jovens, raspagem.
➢ Nervuras das folhas.
➢ Desfolhamento total.
➢ Ataque - início da abertura - capulhos -
maturação forçada de maçãs – qualidade – peso.
➢ Deposição de fezes - fibras – depreciação.
DANOS A CULTURA
QUANDO CONTROLAR?
Praga Época de 
ocorrência
Parte
amostrada
Nível de Controle
Curuquerê 90 a 140 dias Plantas 2 lagartas/planta ou 
25% de desfolha.
DESCRIÇÃO:
Adulto: Colorido brilhante, 4 a 5 mm de comp. 
Asas avermelhada, manchas ou estrias 
amareladas, dorso um “V” de cor amarela. 
Ovos: Brancos e inseridos na casca das partes 
tenras do caule e dos ramos.
Ninfas: Ápteras e semelhantes aos adultos, 
apresentando um “Y”invertido no dorso.
Adultos e ninfas têm os mesmos hábitos e 
procuram se esconder entre as brácteas e 
brotações. 
Percevejo-rajado
Horcias nobilellus (Berg., 1883)
Danos:
➢ Sucção de seiva
➢ Botões florais – maçãs - pequenas 
picadas – levando a queda. 
➢ Internamente há formação de 
calosidades - comprometendo - fibra.
➢ As maçãs quando atacadas mostram-
se deformadas (bico-de-papagaio). 
➢ A queda de botões florais e maçãs.
DANOS A CULTURA
Dysdercus spp.
DESCRIÇÃO:
Adulto: Corpo elíptico, 10 a 15 mm de 
comp.
Asas amarela, laranja e vermelha
Ovos: Brancos, tornando-se alaranjados.
Ninfas: Ápteras e de coloração geral 
avermelhada.
Percevejo-machador
Danos:
➢ Sucção de seiva em botões florais,
flores, maçãs.
➢ Os botões e maçãs pequenas, quando
picados, caem ao solo.
➢ As maçãs maiores crescem defeituosas.
➢ Final do ciclo da cultura, os adultos e
ninfas picam sementes nos capulhos,
depreciando e mancham as fibras com
seus dejetos, tornando-as amareladas.
DANOS A CULTURA
QUANDO CONTROLAR?
Praga Época de 
ocorrência
Parte
amostrada
Nível de Controle
Percevejos 90 a 140 dias Plantas 20% de infestação
Bicudo do Algodoeiro
Anthonomus grandis Boh., 1843 
Coleoptera: Curculionidae)
DESCRIÇÃO:
Ovo : Liso e branco - 0,08 mm de comprimento.
Larva: Branca - cabeça pardo-clara - sem patas, 
encurvadas, 5 a 7 mm comp..
Pupa: Branca - 10 mm comp.
Adulto: 
➢ Cor cinzenta ou castanha - 7,0 mm de comp.
➢ Presença de Bico. 
➢ O corpo é coberto - pequenos pêlos dourados.
➢ Olhos e o bico são escuros – antenas 12 segm.
ALTO POTENCIAL REPRODUTIVO 
Praga-chave
DANOS A CULTURA
Danos:
➢ Na ausência de estruturas de
frutificação, os adultos se alimentam
de folhas cotiledonares, pecíolos das
folhas e pontas das hastes.
➢ Os botões florais e maçãs são
utilizados para reprodução e como
alimento.
➢ Ao lado dos furos - excrementos
amarelados .
➢ Os adultos podem fazer vários
orifícios de alimentação em botões
florais, flores e maçãs.
➢ Os botões florais atacados caem ao
solo e as maçãs com larvas apodrecem.
DANOS:
QUANDO CONTROLAR?
Praga Época de 
ocorrência
Parte amostrada Nível de Controle
Bicudo 50 dias até final 
da cultura
Botões florais
Armadilha de captura
10% de infestação
1 adulto/armadilha
Ácaros
Ácaro-rajado
Ácaro-branco
Ácaro-vermelho
DANOS:
Ácaro-branco
➢ Folhas - ressecadas e quebradiças- levando a 
desfolha - danos significativos à produção.
Ácaro-rajado
➢ Teia.
➢ Lesões avermelhadas.
➢ Desfolhas.
Ácaro-vermelho
➢ Teia. 
➢ Lesões avermelhadas.
➢ Desfolhas.
QUANDO CONTROLAR?
Praga Época de 
ocorrência
Parte
amostrada
Nível de Controle
Ácaro-rajado
Ácaro-branco
Ácaro-vermelho
80 – 110 dias
70 – 100 dias
70 – 100 dias
Folhas mediana
Folhas novas
Folhas velhas
10% de plantas infestadas
40% de folhas atacadas
10% de plantas atacadas
MIP Pragas do Algodoeiro
Toma de Decisão
Métodos de Controle
Ao indicar o tipo de controle deve 
sempre ter em mente
MÉTODO DE CONTROLE
PULGÃO E TRIPES
Controle Biológico: 
Chrysoperla externa
Cycloneda sanguinea
Oius insidiosus
PULGÃO E TRIPES
Tabela 1. Produtos recomendados para pulgões e tripes.
BROCA-DA-RAIZ - BROCA-DA-HASTE
Plantas – iscas: 
- Atrair as brocas (baixas áreas)
Eliminação dos restos culturais e de plantas hospedeira
- Após colheita – arrancar e queimar os restos culturais.
- Obrigatória pelo Decreto Estadual n. 19.594ª de 27/07/1950.
Preparo do solo: 
- Aração;
- Gradagem.
Tratamentode sementes
PERCEVEJO CASTANHO
BROCA-DA-RAIZ E BROCA-DA-HASTE
Nome técnico Nome comercial Dosagem
Paration metil Folidol 600 CE 0,5 L/ha
triazofós Hostathion 400 CE 1,0 L/ha
fosmet Imidan 500 PM 1,0 L/ha
clorpirifós Lorsban 480 CE 2,0 L/ha
thiamethoxam Cruise 70 WS 0,2 Kg/ha
Tabela 2. Inseticidas recomendados para o controle da borca-da-raiz.
Fase inicial (até 80 dias)
Nome técnico Nome comercial Dosagem
deltametrina Decis 50 SC 0,20 L/ha
deltametrina Decis 4 UBV 2,50 L/ha
Betaciflutrina Bulldock 125 SC 1,60 L/ha
Zetacipermetrina Fury 180 EW 1,60 L/ha
Tabela 3. Inseticidas recomendados para o controle da borca-da-haste.
LAGARTAS EM GERAL
Lagarta rosa – Destruição do restos culturais e 
tratamento de semente ( inicial).
Armadilha com Feromonios sexuas (gossyplure): 
lagarta rosada – 1/ha.
Liberação Trichogramma spp.
- 60 a 90 mil indivíduos/ha. 
( Lagarta-da-maça/ Curuquerê).
Métodos de Controle
Beauveria bassiana: 
3kg/ ha
Bacillus thuringiensis: 
Dipel 0,50 Kg/ha
Metariziun anisopliae:
500 g conídios/ha
Variedade resistentes: Já existe várias
Monsanto, IMA 5672BG2RF e a IMA 
5675BG2RF
LAGARTAS EM GERAL
LAGARTAS EM GERAL
BICUDO DO ALGOEIRO
Plantas – iscas: 
- Atrair o bicudo (faixas 10 m da 
bordadura) – e aplicar os produtos.
Eliminação dos restos culturais e 
de plantas hospedeira
- Após colheita – arrancar e queimar 
os restos culturais.
- Obrigatória pelo Decreto Estadual n. 
19.594ª de 27/07/1950.
Uso de feromônios sexuais. 
- Grandlure.
Hibiscus spp.
Métodos de Controle
BICUDO DO ALGOEIRO
Métodos de Controle
Beauveria bassiana: 
3kg/ há
Resistência de Plantas ao Bicudo
BICUDO DO ALGOEIRO
Tabela 4. Inseticidas recomendados para o controle do bicudo.
Helicoverpa armigera
DESCRIÇÃO E BIOLOGIA
Helicoverpa armigera
Primeiro Relato
➢ Oeste da Bahia, Goiás e MT;
➢ Algodão - 80% perda;
➢ 3 aplicação a mais;
➢ Mundo: Danos de 5 bilhões de 
dólares; BRASIL: 1 Bilhão de reais.
➢ Potencial reprodutivo – Fêmea – Oviposita -
1.000 a 1.500 ovos – isolados.
➢ Migrantes - naturais - chegar a 1.000 km de
distância.
DANOS CAUSADOS POR H. armigera
Consomem toda a maça da planta.
Ataca desde os
estágios iniciais
até a fase de
maturação das
plantas.
IDENTIFICAÇÃO DE H. armigera
Quando - tocada - curva capsula
cefálica - primeiro par de falsar
perna.
Quarto instar – tubérculos
abdominais escuros - 2° e 3°
segmento.
NÍVEL DE AÇÃO
Ou seja!
Quando tenho que controlar
Cultura Nível de Ação
Algodão Convencional 2 lagartas/metro <8mm ou 1 
lagarta/metro > 8 mm ou 5 ovos 
marrons/metro
Algodão Bt Transgênico 2 lagartas> 3mm/metro ou 1 lagarta 
> 8mm/metro
Soja vegetativa 7,5 lagartas/m²
Soja reprodutiva 1 a 2 lagartas/m²
Feijão 1 a 3 lagartas/m²
Milho 2 lagartas/m
Fonte MAPA. 
Como fazer o monitoramento da 
H. armigera?
➢Antes do plantio:
- Pupas - solo - ou lagartas -restos vegetais. 
-
➢Após o plantio:
- Armadilhas com feromônio; 
- Armadilhas luminosas
- Monitorar ovos e larvas
CONTROLE
Controle biológico:
Trichogramma spp. 60 a 100 mil insetos
Organismo Geneticamente Modificado - OGM
- Algodão Bt
Algodão Bt -
▪ Bordadura de 100 m da lavoura com algodão transgênico das
convencionais (mesmo ciclo e porte).
▪ 20% de área com cultura convencional.
Ingrediente ativo Grupo Algodão Soja Modo Sítio 
Virus VPN HzSNPV Biológico 20g 20g Ingestão
Células do 
mesêntero
Bacillus thruringiensis Biológico 500-750g 500g Ingestão Lise mesêntero
Clorantraniliprole Diamida 150 mL 50mL
Contato-
Ingestão
Bloc. Canais 
Rianodina
Clorfenapuyr Pirazol 150 mL ----
Contato-
Ingestão 
Bloq. Cadeia 
Resp.
Indoxacarbe Oxadiazina 400 mL ---- ----
Bloq. Entrada 
Na.
Dou de 18/03/2013 (n° 52, Seção 1, pág.31)
Produtos Liberados Emergencialmente para o 
Controle de Helicoverpa spp.
JADER BRAGA MAIA
Eng.Agr. – Entomologista
maiajader@yahoo.com.br