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QUESTÕES De PROVA Paciente com hábitos se sucção não nutritiva apresenta problemas orais deletérios, qual o problema? Se esse paciente chupa dedo, ele vai ter mordida cruzada anterior ou posterior? Explique.Mordida cruzada posterior, porque a língua fica baixa e o bucinador faz pressão na maxila. Perda precoce em caninos decíduos pode causar apinhamento dos arcos superior e inferior. E correto interceptar o apinhamento logo que ele acontece?Sim, porque senão os incisivos permanentes inclinam para a língual. Podendo também ocorrer: Perda de perímetro do arco dentário inferior Sobremordida acentuada Desvio da linha média Diastemas Perda de espaço (bilateral) Grampo Adams: Que tipo de grampo é?Retenção Qual a indicação?Para casos que requerem maior retenção das placas ou quando outros tipos de grampo não podem desempenhar essa função. Descreva a técnica passo a passo e o porquê dos passos.(LER NA PAGINA 23 DO ART 7) Paciente com perda precoce dos dentes. Porque isso ocorre?Isso ocorre por varias razões, exemplo: cárie, trauma, processo patológico... Deve-se manter esse espaço, a fim de evitar inclinações dentárias e falta de espaço pra o sucessor permanente. Paciente com classe I, arco tipo 2 de Baune. Quando nascer os incisivos permanentes vai ter problema de mau posicionamento dentário? Por quê?Não, apesar do paciente não possuir espaço entre os dentes, ele apresenta chave de molar (cúspide MV) e chave de canino (canino superior está pela distal do inferior). Indica uma relação de crescimento ósseo normal de maxila e mandíbula no sentido Antero-posterior, portanto a dentição permanente tende a seguir o modelo da decídua. Convém que os 2º PM nasçam antes dos 2ºM? Por quê?Sim, pois se o 2ºM nascer antes pode provocar uma mesialização do 1ºM e impedir com que o 2ºPM irrompa de forma adequado. Alem disso colabora pra que o perímetro do arco dentário seja mantido, evitando má-oclusões e overbite. Qual o dente que Angle se baseou para criar sua classificação de mau posicionamento? Explique quais os critérios que ele usou.Tendo em vista que o arco maxilar por ser um ponto fixo, poderia ter um ponto que se relacione com o outro ponto no arco inferior, então foi escolhido o 1ºM superior por acreditar que ele ocupa com maior freqüência a posição normal. Observou também a relação normal dos caninos, que devido ao tamanho forçava sua passagem para posição normal. Criança com dentição mista. Qual a etiologia dos maus posicionamentos dentários? Quais os maus posicionamentos mais desenvolvidos por elas?Sua etiologia é: hábitos de sucção de bico e dedo, posicionamento lingual atípico, interposição e sucção labial e respiração bucal. Os maus posicionamentos mais desenvolvidos são: mordida aberta anterior, protrusão maxilar, mordida cruzada, sobremordida, sobressaliencia exagerada, retrusão e apinhamento. Mola palatina, quais são os componentes e o porquê de cada um?É indicada quando o I superior esta em palatoversao e ICS esta por trás do ICI quando em oclusão, e também para corrigir a mordida cruzada anterior. É composta pelo: Braço: sua importância é dar sustentação para o espiral espiral: sua importância é realizar a movimentação do dente com força leve e continua. haste: parte que se adapta do palato e é quem dá retenção no acrílico. OBS: O espiral com relação ao braço fica para incisal e o braço com relação ao espiral dica para cervical (quando ativa a mola faz pressão e o braço vai pra incisal) Toda vez que se tem sobremordida tem sobressaliência?Provavelmente sim, porque quando há sobressaliencia há também uma extrusão dos inferiores, isso provoca sobremordida exagerada. O caso ainda é intensificado se o 2º M permanente ainda não tiver irrompido. Paciente com 9 anos de idade, portador de uma relação oclusal normal nos 1º M permanentes e equilíbrio de bases ósseas apicais, mostra uma mordida cruzada anterior total. Como será denominada essa oclusão e qual a finalidade principal do urgente tratamento usando correto posicionamento dos dentes anteriores superiores? Classe I. Evitar que o paciente adquira os hábitos do colocar a língua entre os dentes, o que levaria a uma deglutição e fonação atípicas. Cite 3 condições que indicam a utilização de um plano inclinado para corrigir uma mordida anterior: Mordida cruzada não deve exceder 1/3 da coroa Indicado somente para cruzados em classe I, de forma que os Incisivos batam na superfície do plano e são estimulados a irem para frente. Exigotrepasse vertical para auto-contensão Paciente com 8 anos portador de uma má oclusão classe I de Angle, perde precocemente os 2º M decíduos inferiores. Um CD examinando o paciente comunica a mãe da necessidade de impedir a mesioversão dos 1º M permanentes inferiores, utilizando um aparelho ortodôntico removível tipo mantenedor de espaço. Pergunta-se: o procedimento indicado está correto? Argumente Sim, porque é o procedimento correto em ortodontia preventiva para manter o espaço para o permanente em caso de perda precoce do decíduo correspondente. Um paciente apresentou o seguinte caso clínico: acentuado prognatismo mandibular, mordida cruzada anterior, padrão de fechamento da mandíbula normal sem interferências oclusais. Pergunta-se: uma correção da mordida cruzada anterior pode ser tratada com plano inclinado? Por quê? Não, porque o problema do paciente é esquelético classe III e o plano inclinado é contra indicado para classe III Explique o que é mordida cruzada funcional, definindo que tipo de problema pode provocá-la. O paciente acomoda a mandíbula para um dos lados, ou para frente devido a um contato prematuro, principalmente na área de caninos. Há um desvio da linha média quando o paciente oclui. Normalmente a eliminação do contato prematuro, respiradores bucais, restaurações altas. No recém nascido o crânio é 8 a 9 vezes maior que a face, ao final do surto de crescimento puberal a face ocupa metade do tamanho da cabeça. Pergunta-se que estímulos são responsáveis por tal situação na adolescência? Estímulos fisiológicos: fonação, deglutição, sucção e respiração. A placa demordida é um aparelho ortodôntico removível constituído de resina acrílica, cujo emprego se destina a correção de sobremordida media profunda, má posição dentaria muito comum na classe II fazendo com que haja uma acentuada intrusão dos dentes anteriores e uma leve extrusão dos posteriores superiores. Diga se a alternativa está correta ou não e argumente sua resposta. Não é correta. Ela não corrige classe II, é apenas usada como tratamento preliminar e coadjuvante da classe II. Promove uma leve intrusão dos anteriores inferiores e acentuada extrusão dos posteriores superiores. O espaço livre de Nance pode ser considerado como um dos aspectos de grande importância no processo de desenvolvimento da dentição do ser humano. Pergunta-se: O que vem a ser este processo fisiológico e qual sua importância clinica? É o somatório do diâmetro MD no C, 1º e 2º M decíduos, que é maior do que o somatório do diâmetro MD de C, 1º e 2º PM permanentes. Tal espaço é denominado espaço livre de Nance, esse espaço deve ser mantido para a correta irrupção dos dentes permanentes. Qual a diferença entre uma má oclusão classe II segunda divisão de uma de primeira divisão? Na1ª os incisivos superiores estão com inclinação pra V, é a sobressaliencia, perfil bem convexo. Paciente respirador bucal, pois não há fechamento dos lábios. Perfil de face de passarinho. Já a 2ª os incisivos superiores encontram-se inclinados vertical ou para lingual (sem chave se C e 1ºM), é asobremordida. Cite as vantagens e desvantagens das placas ortodônticas. VANTAGENS: baixo custo, pratica, fácil confecção, bom rendimento se usada no caso certo. DESVANTAGENS: dificulta a higiene, acumula resíduos de alimento, depende da colaboração do paciente, não realiza movimento de corpo, só de coroa. Num paciente portador de má oclusão de classe I de Angle com 13 anos de idade, ao exame clinico notamos um canino superior em infra-vestibuloversão,sendo que a coroa esta inclinada para distal e a raiz para medial. Pergunta-se: neste caso deveríamos utilizar um aparelho removível para a correção da má posição do dente? Argumente. Não, porque o aparelho removível realiza somente movimentos de coroa e nesse casso precisamos de movimentos de corpo, por isso o mais indicado seria o aparelho fixo. Paciente portador de dentição mista aos 9 anos de idade, relação de molar cúspide a cúspide, apresenta sinais de assincronia de esfoliação. Pergunta-se: qual seria a atitude do CD? Solicitar uma radiografia para verificar porque o dente não esfoliou. Quais os principais centros de crescimento e desenvolvimento da maxila? Sutura fronto-maxilar, zigomático-maxilar, zigomático-temporal, petérigo-palatina, tuberosidade, processo alveolar e aposição do palato. Como é obtida a relação normal de oclusão dos 1º M permanentes (16 e 26), cúspide MV, no sulco central (V do 36 e 46), quando temos uma relação em plano reto das faces distais do 2ºM decíduo e arcos decíduos do tipo II de Baune? Estes dentes podem sofrer mesialização ocupando o espaço livre de Nance. Explique com que finalidade pode ser solicitada uma radiografia de punho e mão esquerda de um paciente e dê exemplos de caso clinico em que esta solicitação é indicada. A finalidade é verificar se o paciente esta na fase de crescimento puberal quando requer realização de tratamento ortodôntico corretivo, como por exemplo: mordida cruzada posterior habitual, apinhamento. Nesta fase de crescimento puberal este problema será eliminado em tempo menor, pois contamos com o crescimento ósseo. Um paciente portador de diastemas entre IC permanentes de aproximadamente 3mm com 9 anos de idade, solicitou tratamento a um CD. O profissional fornece alguns elásticos ao paciente ensinando-o a colocar ao redor dos 2 I com a finalidade de aproximá-los. Pergunta-se: o CD agiu corretamente? Qual a conduta clinica você aconselharia.Não porque nessa fase poderá haver aproximação das raízes e reabsorção das mesmas. Pode também levar a extrusão dos dentes. A conduta nesse caso seria verificar se os IC estão paralelos ou divergentes apical em direção ao colo, caso estivessem divergentes esperaria ate os 12 anos quando irrompem os C superiores permanentes que promoveriam o fechamento do diastema fisiológico, e esta fase se denomina “patinho feio” Um paciente apresenta o ICS esquerdo em palatoversao e o ICI esquerdo permanente em vestibuloversao, tendo contato oclusal em mordida cruzada. Que tipo de aparelho ortodôntico deve ser usado para corrigir essa essa má oclusão dentária? Explique. Aparelho plano inclinado em S, pois promove movimentação dos dentes superiores e inferiores ao mesmo tampo, levando ambos a posição correta (inferiores para trás e superiores para frente). Explique em que situações um crescimento ósseo terminal ou final exagerado da mandíbula poderá causar a formação de diastemas entre ISP ou apinhamentodos IInf. Permanente sem um paciente em torno de 16/17 anos? Vai promover um choque entre a face vestibular dos inferiores com a face palatina dos superiores, se o individuo apresentar musculatura hipetonica ou hormotonica, vai haver apinhamento dos IInf. Caso a musculatura seja hipotônica haverá entre os ISup Quando usamos o plano inclinado removível? Quando não temos mais superfície para fixação do aparelho ou quando os dentes não irrompem totalmente, para evitar problemas de irrupção (ex: anquilose). Quais etapas ou surtos de crescimento na adolescência? Crescimento grande (15 anos), crescimento pequeno (5-10 anos). Outro surto de crescimento: homens 12-14 anos e mulheres 11-13 anos. Cite as áreas de crescimento da mandíbula: côndilo, processo alveolar e ramo ascendente. A retenção prolongada de um decíduo é considerada como um dos fatores que concorre para instalação de uma má oclusão dentaria individual. Cite ou descreva resumidamente 3 causas de permanência anormal desses dentes na arcada. Ausência congênita de sucessor permanente não promovendo a queda do decíduo, dente anquilosado que impede a erupção do permanente e trauma no decíduo com desvio do germe dentário do permanente. Classifique a seguinte ma oclusão segundo Angle: paciente mostra ao exame clinico os lábios fechados, harmonia facial de perfil, sobremordida normal, apinhamento em cúspide disto vestibular do 16 e 26 ocluindo nos sulcos centrais dos 46 e 36 respectivamente e infra-vestibuloversao do 13 e 23. Classe I. Como seria o mecanismo de ação de uma placa de mordida no tratamento de ma oclusão com sobremordida exagerada num paciente de 12 anos de idade? A placa de mordida é presa no arco superior e apresenta um batente na região anterior, próximo aincisal dos dentes na palatina. Os dentes anteriores inferiores baterão no batente e dessa forma os posteriores não entrarão em oclusa e sofrerão extrusão. Ao mesmo tempo os inferiores anteriores sofrerão intrusão pela batida no batente. A intrusão dos anteriores é menos que a extrusão dos posteriores. Em que casos o CD deve fazer uma análise da dentição mista e cite qual a medida que MOYERS preconiza para correlacionar com a zona de diâmetro MD para canino, 1º PM e 2ºPM, não irrompidos tanto superiores como inferiores. O profissional dve analisar a dentição mista para: observar a relação terminal dos 2ºM decíduos, observar a seqüência de esfoliação e irrupção, observar se há diastemas ou não nos arcos dentários e verificar se são patológicos e fisiológicos. Moyers preconiza tirar uma radiográfica e medir com régua milimetrada onde a somatória do diâmetro MD do C, 1ºM e 2º M decíduo é maior que o diâmetro do C, 1ºPM e 2ºPM permanente. A sobressaliencia (overjet) e a sobremordida (overbite) exagerada e a mordida cruzada anterior são respectivamente mais encontradas em que tipo de má oclusão em Angle. Explique resumidamente as causas do apinhamento e dos arcos em ma oclusão. Sobremordida exagerada classe II subdivisão II, porque os dentes posteriores estão extruidos no alvéolo levando a falta de crescimento do osso alveolar e os dentes anteriores superiores estão extruidos levam a sobremordida exagerada. Sobressaliencia classe II divisão I, a mandiblua se encontra em relação distal com a maxila, pois a mandíbula tem um crescimento menos e os incisivos superiores estão mesiovestibularizados. Mordida cruzada anterior classe III, pois a mandíbula encontra-se em relação mesial com a maxila e os incisivos superiores ficam atrás dos posteriores. No inicio da dentição temos geralmente a presença de sobremordida. Pergunta-se: com o desenvolvimento da dentição qual os fenômenos que ocorreram para diminuição e estabilidade dessa sobremordida. ela começa a aparecer com a irrupção do 1º M decíduo, estabiliza com a irrupção do 1ºM permanente, se não estabilizar é porque há características hereditárias; Numa criança encontramos incisivos superiores permanentes com vestíbuloversao ocasionada com pela intensidade e frenquencia que tal hábito é executado. Pergunta-se se seria indicado a colocação imediata de uma aparelho ortodôntico para impedir a execução desses hábitos orais viciosos. Sim, porque na arcada vestibuloversao pode ficar um espaço entre os incisivos superiores e inferiores e a criança pode adquirir o habito de colocação de língua nesse espaço, levando a deglutição e fonação atípicas. É um habito difícil de corrigir. Porque provavelmente haverá uma atraso de irrupção do 1ºPM permanente se o 1º M decíduo correspondente foi removido precocemente, mais precisamente antes do dente permanente atingir o estagio 6 da formação dentaria de Nolla. Porque o 1ºPM antes do estagio 6 não esta no momento de irruptar e com isso haverá formação de tecido ósseo que promovera um atraso na irrupção. Paciente com 9 anos de idade apresenta os dentes do segmento dos anteriores permanentes alinhados, sem evidencia de apinhamento e de qualquer má posição dentaria.cite ou descreva resumidamente 2 fatores que contribuíram para apresentar tal situação. Presença de diastemasprimatas, arco dentário tipo 1 de Baune e esfoliação do decíduo no período correto Porque provavelmente haverá uma atraso de irrupção do 2ºPM inferior direito permanente caso o dente decíduo antecessor de um paciente de 7 anos de idade for perdido precocemente mais precisamente quando o citado dente permanente estiver no estagio 5 de desenvolvimento preconizado por Nolla? Porque haverá uma neo formação óssea e fibrosa gengival devido aos estímulos mastigatórios. Uma paciente portadora de uma má oclusão classe II de divisão I de Angle, com 13 anos de idade é aconselhada pelo CD da família a procurar um ortodontista, mas só faze-lo depois dos 15 anos, sabedor que era da vontade da manina debutar nos bailes da cidade e diante da possibilidade de não ter sido concluído o tratamento nessa época, pergunta-se: agiu certo ou errado e porque? Errado, pois a idade que se encontra a menina, 13 anos, é a fase de crescimentointensivo e é a melhor fase para tratamento ortodonticocorretvo. Um CD solicitou a um paciente que procura-se um orto para fechamento de um diastema localizado entre os incisivos centrais superiores permanentes, causado por inserção baixa do freio labial. Antes porem realizou a frenectomia. O citado paciente tem 10 anos de idade sendo portador de uma má oclusão classe I se Angle. O procedimento cirúrgico executado pelo CD foi correto, porque? Errado, primeiro deveria esperar a irrupção dos caninos e observar se o diastema não diminui e em 2º lugar deveria primeiro fechar o diastema para posteriormente realizar a frenectomia, pois a cicatrização dificulta o fechamento do diastema. Menina de 14 anos apresentando caninos superiores permanentes com apenas 1/3 irruptado. É correto esse processo? JustifiqueNão, com essa idade o dente já deveria estar em boca, pois sua irrupção normal é aos 12 anos em média. Ele pode estar impactado (falta de espaço). Paciente com chave de canino e classe II de Baune. É possível desenvolver uma má oclusão? Quais alterações fisiológicas estão acontecendo ou irão acontecer nesse período? Sim, pois esse paciente não apresenta nenhum espaço na dentição decídua. Podendo assim faltar espaço para a irrupção dos permanentes. Já está iniciando ou irá iniciar troca das dentições. Podem acontecer as seguintes alterações: deficiência ou retrognatismo mandibular, prognatismo maxilar ou associação de ambos. Paciente de 9 anos com mordida aberta esquelética e classe II. Seu prognostico é bom ou ruim? Quais fatores fisiológicos ocorrem nesse período e que devem ser levados em conta?Seu prognóstico é bom.A mordida aberta poderá ser corrigida, pois nessa idade estão irrompendo os incisivos superiores.O movimento fisiológico que acontece nesse momento é o irruptivo e pode estar associado a outros como: processo alveolar crescendo em altura, dente decíduo reabsorvendo, dente permanente movimentando e raiz do permanente aumentando. Pcte. Apresenta o seguinte caso clínico, acentuado prognatismo mandibular, MCA, padrão de fechamento mandibular normal sem interferências oclusais. Pergunta-se: uma correção da mordida cruzada anterior pode ser tratada com plano inclinado? Por quê? Resposta: Não. Porque o problema do paciente é esquelético,classe III e o plano inclinado é contra-indicado para classe III. Explique o que é a MC funcional,definindo que tipo de problemas pode provocá-la. Resposta: O paciente acomoda a mandíbula para um dos lados, ou para frente devido a um contato prematuro,principalmente na área de caninos.Há um desvio de linha média quando o paciente oclui.Normalmente a eliminação do contato prematuro na região de canino decíduo resolve o problema. A placa de mordida é um aparelho ortodôntico removível construído de resina acrílica, cujo emprego se destina a correção de sobre mordida média profunda, má posição dentária muito comum na oclusão classe II, fazendo com que haja uma leve intrusão dos anteriores inferiores e uma leve extrusão dos posteriores superiores. Diga se a alternativa está correta ou não e argumente a sua resposta. Resposta: Não é correta. Ela não corrige classe II, é apenas usada como tratamento preliminar e coadjuvante da classe II. Promove uma leve intrusão dos anteriores inferiores e acentuada extrusão dos posteriores superiores. Paciente com 9 anos de idade, portador de uma relação oclusal normal nos primeiros molares permanentes e equilíbrio das bases ósseas apicais, mostra uma mordida cruzada anterior total. Como será denominada essa oclusão e qual finalidade principal do urgente tratamento usando correto posicionamento dos dentes anteriores superiores? Resposta: Classe I. Evitar que o paciente adquira os hábitos de colocar a língua entre dentes, o que levaria a uma deglutição e fonação atípicas. Cite as vantagens e desvantagens das placas ortodônticas. Resposta: Vantagens: baixo custo, prático, fácil confecção Desvantagens: dificulta a higiene, acumula resíduos de alimentos, depende da colaboração do paciente, não realiza movimento de corpo mas só de coroa. Cite três condições que indicam a utilização de um plano inclinado para corrigir uma mordida cruzada anterior. Resposta: Mordida cruzada n deve exceder 1/3 da coroa Indicado somente p I cruzados em classe I, d forma q os I batam na sup do plano e são estimulados a irem p frente Exige trespasse vertical p auto-contensão Paciente portador de dentição mista com 9 anos de idade,relação de 1º MP cúspide a cúspide apresenta sinais de assincronia de esfoliação. Pergunta-se qual seria a atitude do CD neste caso? Resposta: bater uma radiografia para verificar porque o dente não esfoliou. Como é obtida a relação normal de oclusão dos primeiros MP (16 e 26), cúspide MV,sulco central ( 36 e 46),quando temos uma relação em plano das faces distais do segundo MD e arcos decíduos do tipo II de Baume? Resposta: Estes podem sofrer mesialização ocupando o espaço livre de Nance. Um paciente portador de diastemas anteriores entre incisivos centrais permanentes de aproximadamente 3mm com 9 anos de idade,solicitou tto a um CD. O profissional fornece alguns elásticos ao paciente ensinando-o a colocar ao redor dos incisivos com finalidade de aproximá-los. Pergunta-se o CD agiu corretamente? Qual conduta clínica vc aconselharia? Resposta: Não pq nessa fase poderá haver a aproximação das raízes e reabsorções das mesmas. A conduta correta nesse caso seria verificar se os incisivos centrais estão paralelos ou divergentes apical em direção ao colo. Caso estivessem divergentes esperar-se-ia até os 12 anos, quando eruptariam os caninos sup permanentes que promoveriam o fechamento do diastema fisiológico e esta fase seria denominada do patinho feio. Um paciente apresenta o ICS esquerdo em palato versão e o ICI esquerdo permanente em vestíbulo versão tendo contato oclusal em MC. Que tipo de aparelho ortodôntico deve ser usado para corrigir essa má oclusão dentára? Explique. Resposta: Aparelho plano inclinado em S, pois promove movimentação dos dentes sup e inf. ao msm tempo, levando ambos a posição correta. Explique em que situações um crescimento ósseo terminal ou final exagerado da mandíbula poderá causar a formação de diastemas entre ISP ou apinhamento dos inf. Permanentes em um paciente em torno de 16,17 anos? Resposta: Se o paciente apresentar musculatura hipertônica ou normotônica, vai haver um apinhamento dos incisivos inf. Caso musc. seja hipotônica haverá diastemas entre os incisivos sup. A retenção prolongada de um decíduo é considerada como um dos fatores tais que concorrem para a instalação de uma má posição dentária individual. Cite ou descreva resumidamente 3 causas de permanência anormal desses dentes na arcada. Resposta: Ausência congênita de sucessor permanente não promovendo a queda do decíduo. Dente decíduo anquilosado que impede a erupção do permanente Trauma no decíduo com desvio do germe dentário do permanente Como seria o mecanismo de ação de uma placa de mordida notratamento de má oclusão com sobremordida exagerada num paciente de 2 anos? Resposta: a placa de mordida é presa no arco superior e apresenta um batente na região anterior, próximo a incisal dos dentes nas palatinas. Os dentes ant.inf. baterão no batente e dessa forma, os posteriores não entrarão em oclusão e sofrerão extrusão. Ao mesmo tempo os inf. Ant. sofrerão intrusão pela batida no batente. A intrusão dos ant. é menor do que a extrusão dos posteriores. Em um paciente com 10 anos de idade portador de hábito de resp bucal queremos: etiologia, má-oclusão ocasionada, método de correção do hábito. Etiologia- desvio de septo, pólipos nasais, hipertrofia de adenóide. Má-oclusão- MAA, MCP Tto- cirurgia de adenóide, eliminar o hábito, no caso de lábios hipotônicos fortalecer o músculo orbicular dos lábios com exercícios. Tendo sido feito diagnóstico de diastema entre IC sup. Causado pela inserção baixa do freio labial sup. Explique sucintamente qual a conduta clínica adotada. Resposta: espera-se irromper os caninos, vamos fechar o diastema e deixar o aparelho 3 meses em contenção e depois fazer a cirurgia. Às vezes a própria compressão das fibras pelo fechamento do diastema faz com que a inserção do freio não fique tão baixa e talvez n seja necessária cirurgia. O tecido cicatricial da cirurgia impede que o diastema recidiva. A sobressaliência e a sobremordida exagerada e MCA são respectivamente mais encontradas em que tipo de má oclusão de ANGLE? Explique resumidamente as causas do apinhamento dos arcos e má oclusões. Sobremordida exagerada- Clase II subdivisão dois, porque os dentes posteriores estão extruídos no alvéolo levando a falta de crescimento do osso alveolar e os dentes ant. sup. Estão extruidos levam a sobremordida exagerada. Sobressaliência- classe II subdivisão 1, a mandíbula se encontra em relação distal com a maxila porque a mandíbula tem um crescimento menor e os inc. sup. Estão mésio-vestibularizados. MCA – classe III porque a mandíbula encontra-se em relação mesial com a maxila e os inc. sup. Ficam atrás dos inf. Numa criança encontramos IS permanentes com vestíbuloversão ocasionada pela intensidade e freqüência que tal hábito é executado. Pergunta-se: seria indicado a colocação imediata de um parelho ortodôntico para impedir a execução desse hábito oral vicioso? Resposta: Sim. Porque na marcada vestibuloversão pode ficar um espaço entre incisivos superiores e inferiores e a criança adquirir o hábito de colocação da língua nesse espaço, levando a deglutição e fonação atípicas, é um habito difícil de corrigir. Pq provavelmente haverá um atraso de erupção do 1ºPMP se o 1ºMD correspondente foi perdido precocemente, mais precisamente antes do dente permanente atingir o estágio 6 da dormação dentária de NOLLA? Resposta: porque o 1ºPM antes do estágio 6 ainda não está no momento de eruptar e com isso haverá formação de tecido ósseo que promoverá um atraso na erupção. Paciente com 9 anos de idade apresenta dentes do segmento anterior permanente alinhados, sem evidência de apinhamento, de quaisquer má posições dentárias. Cite ou descreva resumidamente três fatores que contribuam para apresentar tal situação. Presença de diastemas primatas Arco dentário tipo I de Baume Esfoliação do decíduo no período correto Porque provavelmente haveria um atraso no período de erupção de um 2ºPM inf. Direito caso o dente decíduo antecessor de um paciente de 7 anos de idade for perdido precocemente, mais precisamente quando citado dente permanente estiver no estágio 5 de Nolla? Resposta: porque haverá neoformação óssea e fibrose genvival devido aos estímulos mastigatórios. Um CD solicitou a um paciente que procurasse um ortodontista para o fechamento de um diastema localizado entre os IC sup. Permanentes causados por inserção baixa do freio labial. Antes, porém realizou frenectomia. O citado pcte tem 10 anos de idade sendo portador de uma má oclusão Classe I de Angle. Pergunta-se o procedimento cirúrgico executado pelo CD foi correto? Por que? Resposta: errado. Primeiro deveria-se esperar a erupção dos caninos e observar se o diastema não diminuiria. Em segundo lugar deveria-se primeiro fechar o diastema para posteriormente realizar a frenectomia, pois a cicatrização dificulta o fechamento do diastema. Um paciente com 10 anos apresenta uma má oclusão com as seguintes características: MCA envolvendo os 4 inc., primeiros molares inf. Em relação mesial com seus antagonistas. Analisando sua radiografia cefalométrica de perfil encontramos um ângulo ANB= -3 graus. Pergunta-se: Classifique segundo ANGLE Classifique padrão esquelético Que orientação clinica daria Um paciente com 8 anos portador de uma má oclusão classe I de Angle,perde precocemente os segundos molares decíduos inf.. Um CD examinando o paciente comunica à mãe da necessidade de impedir a mésioversão dos primeiros molares permanentes inf. utilizando um aparelho ortodôntico removível tipo mantedor de espaço.Pergunta-se : o procedimento indicado está correto? Argumente sobre a resposta. Resposta: sim,porque é o procedimento correto em orto preventiva para manter o espaço para o permanente em caso de perda precoce do decíduo correspondente. Qual é a época ideal para se iniciar o tratamento das más oclusões? Deve-se avaliar a relação custo-benefício da intervenção precoce, a fim de se decidir a época mais oportuna para o início do tratamento. DESVANTAGENS DO TRATAMENTO PRECOCE -dificuldades em prever o rumo do processo de crescimento e desenvolvimento craniofacial -menor domínio da manipulação ortopédica dentofacial, quando comparado à biomecânica da movimentação dentária -prolongamento do período cronológico de tratamento. CASOS QUE DEVEM SER TRATADOS PRECOCEMENTE -perda precoce de dentes decíduos (manutenção e recuperação de espaço) -hábitos bucais -mordida aberta anterior -mordida cruzada posterior -mordida cruzada anterior dentoalveolar CASOS QUE PODEM SER TRATADOS PRECOCEMENTE -discrepância dente-osso negativa -classe II esquelética -falsa classe III -classe III por deficiência maxilar CASOS QUE NÃO DEVEM SER TRATADOS PRECOCEMENTE E IRREGULARIDADES TEMPORÁRIAS -fase do ‘patinho feio’ -classe III por prognatismo mandibular -classe II com severa deficiência mandibular -classe I com biprotrusão. Fase do “patinho feio”: os caninos empurram os laterais ? NÂO. Nesta fase os incisivos centrais e laterais estão com as coroas inclinadas para DISTAL enquanto o canino não vem, esta fase pode persistir por 3 a 4 anos. Quando os caninos irrompem totalmente as coraos dos iincisivos se mesializam e os diastemas diminuem ou desaparecem = o patinho feio vira um lindo cisne ! Explicação do pq que os caninos(germes) não empurram os laterais: o folículo pericoranário tem fatores de crescimento epidérmico(EGF) que nas células ósseas induz reabsorção tecidual de tecidos mineralizados inclusive dentários, assim a reabsorção radicular induzida por dentes não irrompidos vizinhos e próximos acontece frequentemente na região de 3ºMolar inferior (este fica retido e seu folículo reabsorve a raiz do 2º molar), entãose fosse os caninos que empurrassem os incisivos estes teriam suas raízes reabsorvidas. Assim não tem fundamentação biológica e clínica que o canino superior empurra o incisivo, mas sim que os caninos contribuem para geração de vetores de crescimento (forças de pressão e tensão que direcionam o aumento alargamento e determinam as formas finais do maxilar e mandíbula), então os vetores de crescimento maxilar, inclusive associados ao canino superior, deslocam os incisivos laterais e centrais corrigindo o aspecto de patinho feio. ESPAÇO LIVRE DE NANCE: é o resultado da diferença do tamanho M-D das coroas dos caninos e molares decíduos em relação às coroas de PM e caninos permanentes em ambos os arcos. É este espaço que permite a acomodação dos molares permanentes na chave de oclusão. Esta acomodação se faz devido à migração mesial do 1° molar inf permanente (1,7mm)ser maior que a migração mesial do 1° molar sup permanente (0,9mm). RELATO DO CASO Paciente de 3 anos de idade, menina, chega ao consultório para uma consulta de rotina. À anamnese a mãe relatou, preocupada, que a criança succionava o polegar direito. Além disso, afirmou que esse hábito estava presente desde o nascimento, mamou no peito até os 11 meses, a mãe colocou luvas na paciente por orientação do pediatra para tentar impedir o hábito e tentou introduzir a chupeta, mas não obteve sucesso. Apesar do hábito de sucção digital, ao exame clínico foi observada uma ligeira MAA e a mãe foi orientada da importância de extinguir o hábito antes da dentição permanente e consultas de motivação para a criança foram marcadas. Aos 7 anos de idade, a paciente retornou para uma nova avaliação e verificou-se que havia uma considerável MAA com projeção da língua ao deglutir e sem envolvimento da fala. Neste momento, devido ao fator estético, foi mais fácil motivar a paciente para utilizar um aparelho tipo lembrete. Como a freqüência e a intensidade do habito tinham aumentado, a mãe foi orientada a procurar um psicólogo para que ele pudesse avaliar a relação psicológica com o hábito de succionar o dedo. A mãe argumentou que não havia necessidade pois ela não acreditava que a criança pudesse apresentar algum problema psicológico. Sendo assim, optou-se por colocar o aparelho com grade palatina, após o consentimento da paciente e da mãe. Nas consultas subseqüentes, a mãe relatou que, na primeira noite, a criança chorou ao dormir, teve insônia e ficou irritada. Passado o período de adaptação, ela cessou o hábito e passou a dormir normalmente. Após 7 meses a paciente removeu o aparelho, pois não queria mais usá-lo. Em uma avaliação 6 meses depois a mãe relatou que o hábito retornou, porém com uma freqüência menor. Não houve recidiva da mordida aberta, mas ocorreu uma vestibularização do incisivo central superior esquerdo. DISCUSSÃO: Talvez este componente psicológico não tratado no caso em questão, seja o motivo do insucesso do tratamento realizado para a interrupção do hábito. Apesar de o aparelho não ter sido eficaz para interromper totalmente o hábito, ele permitiu o fechamento da mordida aberta no período crítico da erupção dos incisivos centrais permanentes. Portanto, o dispositivo pode ser considerado uma opção de tratamento, mesmo nos casos onde o componente psicológico não é abordado, porém, se o tratamento psicológico for aceito pelos pais, o problema pode ser resolvido integralmente, com o tratamento do lado psicológico e emocional. CONCLUSÃO: A idade ideal para intervir dependerá individualmente da severidade do hábito e do risco emocional, psicológico e dental. O aparelho com grade palatina pode ser indicado nos casos de sucção persistente, principalmente na época de erupção dos incisivos permanentes, entretanto, deve-se eliminar o componente psicológico, se estiver presente. O tratamento efetivo para os casos de sucção persistente requer muitas vezes o acompanhamento da família e de uma equipe multidisciplinar composta de odontopediatra, pediatra, fonoaudióloga, ortodontista e psicóloga. CASO CLÍNICO Paciente, feminina, 9 anos, branca, apresentou-se à faculdade para tratamento ortodôntico. A análise clínica demonstrou que a respiração e a dicção eram normais, a deglutição era atípica, com participação da musculatura peribucal e pressionamento atípico da língua. Pela análise oclusal, a paciente encontrava-se na fase de dentição mista, apresentando uma classe II, 1ª divisão, subdivisãodireita, com MAA devido ao hábito de sucção digital. A linha média dentaria inferior estava 2mm desviada para a direita e a linha média superior estava coincidindo com o plano sagital mediano. Análise cefalométrica – a relação entre as bases ósseas era desfavorável. A maxila apresentava-se ligeiramente protruída e a mandíbula encontrava-se retruída, o perfil facial era convexo, com equilíbrio entre os vetores de crescimento facial. Os incisivos superiores e inferiores estavam acentuadamente inclinados para vestibular e protruídos em suas bases apicais. Plano de tratamento: Inicialmente, instalou-se uma placa removível reeducadora do hábito, com grade palatina que foi utilizada durante 12 meses, 20h por dia, Simultaneamente, foi realizada a cimentação das bandas nos 1ºs molares superiores e instalada a ancoragem extrabucal assimétrica, juntamente com a placa por 20h diárias para a correção da má oclusão classe II. Utilizou-se durante 1 ano, com força de 400g, para o lado direito e 250g para o lado esquerdo. Com o estabelecimento da relação molar em classe I, a ancoragem passou a ser utilizada somente a noite. Durante o período em que a paciente fez tratamento, houve atuação da fono para correção da postura de língua e sucção digital. A colaboração da paciente foi ótima e o tempo total de tratamento foi de um ano e seis meses. O resultado obtido foi considerado satisfatório, inclusive com a correção da relação molar de classe II e do hábito de sucção digital. As fotografias extra e intrabucais após 18 anos do tratamento demonstraram um perfil facial ortognático e a estabilidade do caso, correspondendo aos objetivos do plano de tratamento. CASO CLÍNICO Paciente, feminina, 9 anos, branca, apresentou-se à faculdade para tratamento ortodôntico. A análise clínica demonstrou que a respiração e a dicção eram normais, a deglutição era atípica, com participação da musculatura peribucal e pressionamento atípico da língua. Pela análise oclusal, a paciente encontrava-se na fase de dentição mista, apresentando uma classe II, 1ª divisão, subdivisãodireita, com MAA devido ao hábito de sucção digital. A linha média dentaria inferior estava 2mm desviada para a direita e a linha média superior estava coincidindo com o plano sagital mediano. Análise cefalométrica – a relação entre as bases ósseas era desfavorável. A maxila apresentava-se ligeiramente protruída e a mandíbula encontrava-se retruída, o perfil facial era convexo, com equilíbrio entre os vetores de crescimento facial. Os incisivos superiores e inferiores estavam acentuadamente inclinados para vestibular e protruídos em suas bases apicais. Plano de tratamento: Inicialmente, instalou-se uma placa removível reeducadora do hábito, com grade palatina que foi utilizada durante 12 meses, 20h por dia, Simultaneamente, foi realizada a cimentação das bandas nos 1ºs molares superiores e instalada a ancoragem extrabucal assimétrica, juntamente com a placa por 20h diárias para a correção da má oclusão classe II. Utilizou-se durante 1 ano, com força de 400g, para o lado direito e 250g para o lado esquerdo. Com o estabelecimento da relação molar em classe I, a ancoragem passou a ser utilizada somente a noite. Durante o período em que a paciente fez tratamento, houve atuação da fono para correção da postura de língua e sucção digital. A colaboração da paciente foi ótima e o tempo total de tratamento foi de um ano e seis meses. O resultado obtido foi considerado satisfatório, inclusive com a correção da relação molar de classe II e do hábito de sucção digital. As fotografias extra e intrabucais após 18 anos do tratamento demonstraram um perfil facial ortognático e a estabilidade do caso, correspondendo aos objetivos do plano de tratamento. CASO CLÍNICO 1 Paciente do sexo feminino, 11 anos, apresentou-se à faculdade sendo relatado Pelos seus pais que a mesma era portadora de problemas gengivais e de oclusão. Ao exame clínico, constatou-se a MCA envolvendo os elementos 11, 12 e 22, com repercussões severas para o 41, que apresentava recessão gengival e discreta mobilidade. Ao se realizar a análise da dentição mista de Moyers, verificou-se uma discrepância severa (-9,5mm) no arco superior, sendo os responsáveis e a paciente, orientados para, posteriormente à atuação do odontopediatra, procurarem o tratamento ortodôntico necessário para a resolução dos problemas oclusais. Contudo, de imediato, objetivando melhorar a saúde gengival do elemento 41 bem comoevitar alterações esqueléticas, foi confeccionada uma placa superior removível, contendo grampo de Hawley (fio 0,8mm), dois grampos interproximais entre os 1º prés e 2º molares decíduos, dois grampos de retenção vestibular dos elementos 16 e 26 construídos com fio 0,7mm, e uma mola digital para promover a inclinação para vestibular do elemento 11, confeccionada com fio 0,6mm. A ativação da mola foi feita uma única vez, uma semana após a colocação do aparelho. Decorridas 3 semanas, verificou-se o correto alinhamento do dente 11 e a melhora no quadro de recessão gengival do elemento 41. CASO CLÍNICO 2 Paciente do sexo feminino, 8 anos, procurou a faculdade queixando-se de problemas ortodônticos. Ao exame clínico, constatou-se a presença de MCA afetando o 22. Durante a anamnese, foi relatado pelos pais que a paciente portava o hábito de onicofagia. Observou-se que o hemiarco esquerdo estava mais freqüentemente envolvido com o hábito, particularmente os incisivos laterais que eram utilizados como elementos cortantes das unhas. Uma vez que não havia espaço para o descruzamento do 22, inicialmente foi realizado um “slice” na face mesial do 63 com o auxílio de broca diamantada 3070. Optou-se pela colocação de placa com mola, arco de hawley, quatro grampos interproximais e dois circulares, confeccionados com fio 0,8mm. A mola foi construída com fio 0,6mm e foi recoberta com resina acrílica com a finalidade de evitar-se movimentos em direção incisal durante a ativação, fato que prejudicaria a ação da mesma. A mola foi ativada quinzenalmente, de encontro ao “stop” de resina, e, após 4 semanas, verificou-se a correção da MCA, estando o incisivo lateral superior esquerdo corretamente posicionado no arco. DISCUSSÃO A MCA deve ser tratada o mais precocemente possível, objetivando a prevenção de alterações esqueléticas. No caso 1, com relação à recessão gengival associada a MCA, ressaltam que, se tal maloclusão não foi corrigida, pode comprometer a integridade do periodonto da face vestibular dos incisivos inferiores, ao se corrigir o alinhamento do incisivo central superior direito da paciente, houve a melhora da saúde gengival do elemento 41, sendo visível a regressão da recessão gengival. No caso 2, evidenciou-se a relação entre a onicofagia e a presença de MCA. A escolha, nos casos relatados, recaiu na utilização da placa superior removível com molas para correção da MCA, uma vez que esse dispositivo tem como principais indicações casos em que é necessário movimentar um ou mais dentes, particularmente os incisivos laterais cruzados, e casos em que há previsão da necessidade de contenção. Em se tratando do tempo necessário para a correção da MCA, o resultado desejado é visto após 30 dias. É importante destacar que aqueles que se dispõe a corrigir a MCA devem conhecer os fatores etiológicos dessa maloclusão, além de supervisionar a cronologia e a erupção dental. Em acréscimo, faz-se necessário possuir conhecimentos integrados de oclusão, análise da dentição decídua e mista, crescimento ósseo e cefalometria, com vistas a fazer um correto diagnóstico diferencial antes de optar pelo tratamento. CASO CLÍNICO: desvio de linha média sem causa aparente. SNA: ângulo que mostra a posição da maxila em relação à base anterior do crânio. É grau de protrusão ou retrusão da maxila no sentido ântero-posterior. Correlaciona com ângulo de convexidade. SNB: ângulo indica a posição da mandíbula em relação à base anterior do crânio, é o grau de protrusão ou retrusão da mandíbula no sentido ântero-posterior. Correlaciona-se com ângulo da convexidade e SND. ANB: diferença dos ângulos SNA e SNB, relação entre maxila e mandíbula, relação ântero-posterior dos dois ossos. Indicador de harmonia ou não das partes ósseas. QUESTÃO SOBRE MOLDAGEM Organização da mesa clinica para o procedimento, Profilaxia dos dentes, Seleção da moldeira, Dicagem com cera em toda extensão da borda da moldeira, Flambar a cera, Posicionar o paciente adequadamente, Manipulação do alginato, Inserção do alginato na moldeira, Alisar superfície de alginato, Secagem dos dentes, Introdução da moldeira na boca do paciente, Remoção da moldeira, após a presa total do alginato, Preenchimento com alginato o espaço da língua, Registro em cera da oclusão do paciente, Lavar o molde em água corrente e desinfecção. ESPAÇO PRESENTE: é o perímetro do arco ósseo disponível para o alinhamento dentário. O valor é encontrado a partir da seguinte medida: Mesial do 1º molar permanente de um lado até a mesial do 1º molar permanente do lado oposto. Pode ser feita essa medida com fio de, latão ou compasso de ponta seca ou paquímetro de Boley. Fio de latão: com o fio contorna-se o arco dentário de 1º molar a 1º molar com o fio sobre as cúspides vestibulares e bordos incisais dos dentes. Depois de utilizado o fio sobre as incisais/oclusais, levá-lo estendido sobre uma régua milimetrada e verificar o comprimento obtido. Compasso de Ponta seca ou paquímetro de boley: a medida é obtida por segmentos. Primeira medida faz-se a mesial do 1º molar ao ponto de contato da mesial do canino decíduo, depois da mesial do canino até o ponto de contato entre os incisivos centrais. Repete os segmentos do lado oposto, IC até C e de C até 1ºM. Somar os valores obtidos em cada um dos 4 segmento. ESPAÇO REQUERIDO: soma dos diâmetros mésio-distais dos dentes permanentes mesialmente os 1º molares permanentes da mesma arcada. Na dentição mista não conhecemos o diâmetro de PM e C permanentes, pois ainda não estão irrompidos, podendo impedir a obtenção de medida direta dos modelos, sendo assim faz-se uma estimativa. Há vários métodos para este fim, dentre eles há o método baseado na correlação de tamanhos dentários (Tanaka e Johnston) e métodos radiográficos (Telerradiografia obliqua em 45 graus). Método de Tanaka e Johnston: correlacionam diâmetros mesio-distais dos PM e C permanentes com diâmetros dos incisivos inferiores. Sabe-se que os incisivos irrompem precocemente na dentição mista, sendo facilmente medidos e ser diretamente envolvidos com a maioria dos problemas de controle de espaço. O valor a ser obtido é através das seguintes fórmulas: ARCADA INFERIOR: Soma dos C+PM= Soma I.I. ÷2 +10,5mm ER= (soma dos C+PM)x 2 + soma I.I ARCADA SUPERIOR: soma dos C+PM= soma I.I÷2 + 11mm ER= (soma dos C+PM) x 2 + soma dos I.S Método da Telerradiografia obliqua em 45 graus: usada para arcada inferior. Obtém o valor da soma dos diâmetros mesio-distais dos PM e C permanentes com duas tomadas radiográfica (direita e esquerda). Para compensar a magnificação da imagem recomenda-se utilizar a tabela de Lima (ver na pagina 3 do Xerox a tabela). Se não for utilizar a tabela, pode-se multiplicar por 0,928 com o valor obtido na radiografia. Soma das medidas obtidas no RX= Y Valor estimado= Y x 0,928 ER= valor estimado + soma I.I Discrepância de modelos: diferença de valores de espaço presente e espaço requerido. DM= EP – ER Valores +: sobra de espaço Valores -: falta de espaço Valores nulos: EP=ER RELATO DE CASO Paciente procurou atendimento devido a traumatismo do dente 61, quando apresentava 3 anos e 7 meses de idade. O trauma ocorreu causando subluxação do 61. Cinco meses depois o paciente foi levado pela mãe ao atendimento. Ao exame clínico, o paciente apresentava a dentição decídua completa. O dente traumatizado, apesar da coroa acinzentada, apresentava mobilidade e som à percussão normais. O 51 apresentava aspecto normal. A criança fazia uso de chupeta e mamadeira. Ao exame radiográfico da região anterior (periapical), normalidade dos dentes 51 e 61 e tecido de suporte. Um ano após o primeiro trauma, depois de um acidente de bicicleta, o paciente teve outro traumatismo dental. Verificou-se extrusão dental e mobilidade aumentada do 51. Quanto aos dentes contralaterais (52 e 61), estes apresentavam mobilidade aumentada e o 61 continuava com alteração de cor da coroa. Ao exameradiográfico, as raízes apresentavam-se íntegras apesar da extrusão do 51. Como tratamento para o traumatismo, decidiu-se pela exodontia do dente. Depois de 1 mês após a extração (período de férias), verificou-se a total cicatrização da área do dente extraído, o que foi confirmado ao medir-se com um compasso de ponta seca, o espaço presente e a distância médio-distal do dente extraído. Foi planejado um aparelho do tipo removível para a recuperação do espaço, com grampos do tipo circular no 55, 54, 64 e 65, Hawley do 53 ao 63 e molar digitais na região do 52 e 61. Após a instalação do aparelho foram realizadas consultas periódicas de 15 em 15 dias para a ativação do aparelho. Até obter-se o espaço de 7mm (largura do dente extraído). A recuperação total do espaço foi conseguida após dois meses e, então, foi realizada uma nova moldagem para a confecção de um aparelho do tipo mantenedor de espaço removível utilizando um dente de acrílico. A recomendação é que o aparelho seja usado diariamente, sendo removido apenas na hora da escovação. Após 8 meses de uso, a criança perdeu o aparelho e ao procurar o atendimento, foi constatado a perda de espaço de 7 para 6mm. A recuperação do espaço foi realizada com o mesmo aparelho anteriormente utilizado. Depois de recuperado o espaço, nova moldagem foi realizada para a confecção de um novo mantenedor de espaço estético. Relato de caso: M.T.D., 8 anos e 1 mês, classe I, 1° período transitório da dentição mista, relação de caninos classe I, relação de molares tendendo a classe II, maxila atrésica, mordida cruzada dente 16, 55 e 22 topo a topo, apinhamento superior, discrepância -4 mm, giroversão do dente 22 e espaço deficiente para erupção de dentes anteriores. No arco inferior: -3 mm de discrepância, línguo-versão do dente 32, 2 mm entre distal do 31 e mesial do 73 e irregularidade no posicionamento dos incisivos. Bom posicionamento dos incisivos inferiores em relação à base óssea. Tratamento/Procedimentos: Expansão rápida da maxila e placa lábio-ativa no arco inferior Remoção do lip bumper após 1 ano e substituição por arco lingual de Nance Após 18 meses da contenção, aumento de 2,3 mm da distância intercaninos, 2 mm na distância intermolares e 5,5 mm no comprimento do arco. Inclinação dos incisivos inferiores para vestibular. Solução do apinhamento inferior, condição de espaço para erupção dos sucessores, linha média dentária quase coincidente com linha média facial. Caso clínico: F.S.A.V., 8 anos, má-oclusão classe I de Angle, discrepância severa entre tamanho dentário e estrutura de suporte. Tratamento de escolha: programa de extrações seriadas. Dispositivo de levantamento de mordida devido à mordida profunda. Caninos ocuparam área de 1° pré-molar extraído. Necessidade de ortodontia fixa para fechar diastemas residuais e obter adequado equilíbrio oclusal e paralelismo radicular. Extração seriada pode diminuir impacção dentária e tempo de tratamento ativo se bem indicada. Proporciona maior estabilidade e alinhamento precoce e fisiológico de incisivos, mas necessita de finalização com ortodontia fixa. É necessário controlar sobremordida e lingualização de incisivos inferiores. Caso clínico: Sexo masculino, 8 anos, dentição mista, perfil levemente convexo, má-oclusão classe I, sobremordida normal, trespasse horizontal de 3 mm, mordida cruzada do ILSD, discrepância negativa inferior de 10,8 mm. Plano de tratamento com exodontias: 1° pré-molares, arco lingual previamente (para manter o perímetro do arco), aparelho removível superior (para verticalizar o canino superior direito e, com a mola digital, vestibularizar o incisivo lateral) Houve melhora da posição dos elemento dentários, correção da mordida cruzada e alívio do apinhamento inferior. Sem mudanças significativas esqueléticas e dentárias. Necessária aparelhagem fixa. Que força devemos utilizar nos movimentos ortodônticos¿ CAIU NA PROVA 3, MAS NÃO LEMBRO DIREITO COMO ERA A PERGUNTA... Espaço ligamentar recebe compressão mecânica – 20 a 26g/mm2 Ocorre hipóxia tecidual (redução da luz dos capilares) ****** Liberação de mediadores químicos (prostaglandinas, cininas,...) Mobilização de elementos celulares indiferenciados Reabsorção direta do osso no lado de pressão (osteoclastos) Proliferação de osteoblastos no lado de tensão Aparecimento de tecido osteóide Fascículo ósseo novo OBSERVAÇÕES IMPORTANTES: Rotação é o movimento que tem maior recidiva Intrusão é o movimento mais difícil de fazer. São fatores fundamentais para elaboração de um diagnostico ortodôntico: - exame clínico; - exame complementares (modelos de estudo, radiografias periapical, oclusal e panorâmica, teleradiografias, fotografias e outros) - entrevista com os pais do pacientes Analise diagnostico plano de tratamento prognostico. 1° consulta: abordagem do paciente; contatos iniciais com a família do paciente; exame clinico. Ao receber o paciente, já iniciamos nosso exame verificando a aparência física, estado de saúde geral, suas atitudes. Sempre que possível, devemos manter nosso contato direto com o paciente. E conforme ele vai nos respondendo o nome, endereço e outras perguntas já devemos observar sua maneira de falar, sua atitude e reações conosco, seu desenvolvimento mental. Questões relativas a saúde geral do paciente, devem ser feitas ao pais. Somente depois de percebermos que o paciente já está a vontade na nossa cadeira, é que devemos começar o exame clínico propriamente dito, e inicialmente com o paciente sentado, para olharmos a face, o perfil facial e a oclusão. No exame facial, a importância está na postura labial, verificar se os lábios entram em contato sem esforço, e se o volume de um está em equilíbrio com o outro. Deve-se saber diferenciar a postura labial decorrente da má posição dos incisivos, daquela decorrente de uma inadequada atividade funcional. Em casos de hipertrofia do músculo mental é encontrado, na maioria das vezes, associado a gengivite na região dos incisivos inferiores. Para análise da respiração bucal ou nasal, pode-se além de perguntar aos pais sobre o assunto, observar se lábios enquanto pedimos a ele que respire pelo nariz: -lábios se tocam suavemente enquanto ocorre ligeira dilatação das narinas respirador nasal. -lábios se tocam com esforço muscular enquanto ocorre dilatação das narinas respirador bucal. Pode-se fazer o exame com o auxilio de um espelho colocado sob o nariz do paciente e observar se embaça na parte superior(respirador nasal) ou na parte inferior(respirador bucal). LEMBRAR DO QUE O DOUVER FALOU EM AULA!! Para examinar a posição da língua enquanto a mandibula esta em posição de repouso, uma teleradiografia com a mandibula nessa posição pode ajudar ou, um leve afastamento dos lábios também pode ajudar. Interposição de língua só é observado em mordida aberta. Também deve-se observar a língua durante a pronuncia das palavras, deglutição e mastigação. Nos casos de classe III a língua esta bem internamente abaixo do plano oclusal, e nos casos de classe II a língua tende a se colocar para frente. Os problemas de oclusão ligados diretamente a má postura de língua são os mais difíceis de serem tratados. PROGNOSTICO RESERVADO. Ao observar a deglutição normal, a mandíbula permanece na mesma posição enquanto os dentes estão em ligeiro contato, sem movimentos labiais, sem contratações dos músculos faciais. Outro exame que pode ser feito é abaixando o lábio inferior com um espelho, em seguida se pede que o paciente degluta. Em deglutição normal, o paciente consegue deglutir saliva enquanto o lábio se encontra assim afastado. Em casos de deglutição atípica, o paciente não consegui deglutir com os lábios nesta posição, pois precisam da contração dos lábios e dos músculos para executá-la. Por fim, deve-se observar a fala do paciente. 2° ) Exame dos dentes, gengiva, bochecha e oclusão propriamente dita. O exame dos dentes começa com a contagem dos elementos em boca, observando a cronologia esua seqüência de erupção. Na dentição mista é imprescindível a radiografia panorâmica, para observar o grau de má posição individual dos dentes, higidez de cada um, manchas ou hipoplasias, caries e restaurações. É solicitado ao paciente para ocluir, com a finalidade de observar se esta está ocorrendo em relação centrica (RC). Nesta fase inicia a classificação do caso a partir da inter-relação dos molares, sobremordida e sobressaliencia. Tudo será confirmado posteriormente a analise do modelo. Deve-se dar atenção ao estado da gengiva. Lesões gengivais localizadas podem ser devido a uma oclusão traumática, higiene bucal defeituosa, problema de erupção do dente. O exame das partes moles é feito por ultimo. 3°) Exames complementares. - modelos de estudo: é o mais importante para se poder analisar um caso de maloclusão. Essencial para realização de diagnostico ortodôntico. Um bom modelo deve mostrar as condições de alinhamento dos dentes, processos alveolares bem nítidos, vista oclusal perfeita, onde podemos analisar a forma da arcada, assimetrias, alinhamento dos dentes, forma de abobada palatina, má posição individual dos dentes, relação oclusal entre as arcadas. - radiografia periapical: importante quando precisamos de detalhes quanto a ausência congênita, impactação, supranumerários, estagio de desenvolvimento dos dentes, caries e problemas periapicais. - radiografia oclusal: não muito utilizada para diagnostico ortodôntico, porem, podem diminuir duvidas quanto a posição de dentes inclusos, suprenumerarios localizados na linha media. - radiografia panorâmica: valor inestimável para ortodontia. Podemos visualizar relações entre ambas dentições, em ambas as arcadas, ao mesmo tempo em que observamos a ATM, osso mandibular, estagio de desenvolvimento dos dentes permanentes e as reabsorções dos decíduos, e ainda observar certas lesões. - telerradiografia: quando tomadas em norma lateral são mais freqüentes em diagnostico ortodontico. Através de uma telerradiografia pode-se avaliar a situação das arcadas dentarias em relação ao esqueleto facial. - fotografias: intra-oral e extra-oral. - outros exames: radiografia de mão e pulso(grau de maturação óssea), exames médicos complementares, entre outros. 4°) entrevista com os pais do paciente. Não devem ser feitas na frente das crianças. É importante levar ao conhecimento dos pais as persperctivas de tratamento, prognostico, necessidade de colaboração, orientação de higiene bucal. PROVA Paciente criança classe I, arco tipo 2 Baume. Qdo nascer os incisivos permanentes vai ter problema de mau posicionamento¿ pq¿ Não. Apesar de o pct não possuir espaços entre os dentes, ele apresenta chave de molar (cúspide MV está em cima do sulco central do 1 MI) e chave de canino (CS está p distal do CI). Isso indica uma relação normal de maxila e mandíbula em relação ao crescimento ósseo no sentido Antero-posterior. Portanto a dentição permanente tende seguir o modelo da decídua. Convém que os 2 PM nasçam antes dos 2M porq¿ Sim. Se o 2M nascer antes pode provocar uma mesialização do 1M e impedir que o 2 PM irrompa de forma adequada. Além disso é conveniente p q o perímetro do arco seja mantido, evitando maloclusões e overbite. Qual o dente em q Angle se baseou p criar sua classificação de mau posicionamneto¿ explique quais critérios q ele usou. - O corpo mandibular deve ocupar um posicionamento normal em relação a anatomia do crânio;o - o arco maxilar, por ser fixo, poderia ter um ponto q pudesse se relacionar com outro ponto no arco inferior, daí então foi escolhido o 1MS , por acreditar que ele ocupa co aioe freqüência a posição normal; - observou Tb a relação normal dos caninos, q devido ao tamanho forçava sua passagem p dentro da posição normal. Criança com dentição mista. Qual a etiologia dos maus posicionamentos dentários e quais os maus posicionamentos mais desenvolvidos por elas¿ Hábitos de sucção de dedo e bico. Posicionamento lingual atípico; Interposição e sucção labial; Respiração bucal; Mordida aberta; overbite-sobremordida Sobressaliencia exagerada; Protusão-retrusão Apinhamento Mordida cruzada. Mola palatina. Quais são os componentes e pq de cada um. Quando IS em palato versão e ICS por trás dos ICI e Tb p corrigir a mordida cruzada anterior. Composta pelo: Braço: apoiado no dente a ser movimentado; Espiral: dá força ao dente; Haste: vai se adaptar no palato e dar retenção no acrílico. Toda vez que se tem sobremordida tem sobressaliencia¿ Normalmente sim. Pq qdo há sobressaliencia, há Tb uma extrusão de inferiores, isso provoca sobremordida exagerada. O caso ainda se intensifica se o 2 molar permanente ainda não tiver irrompido. Paciente c hábito de sucção não nutritiva apresenta problemas orais deletérios, quais podem ser¿ se esse paciente chupa dedo, ele vai ter mordida cruzada anterior ou posterior¿ Dedo, chupeta, lábio inferior Mordida cruzada posterior: pq a língua fica baixa e o bucinador faz pressão na maxila. Freio lingual, distemas, exame clínico e radiográficos. Do ex clínico e radiográfico o q se deve observar p diagnosticar diastema do ICS p ministrar um tto adequado¿ Exame clínico: se puxar o lábio e o freio ficar isquêmico é pq ele é hipertrófico e a inserção baixa, coroa dos ICS PARALELAS. RX: crista óssea larga, ver se tem ausência congênita dos ILS, fusão imperfeita da linha média, dentes supra numerários. Perda precoce dos caninos decíduos pode causar apinhamento dos arcos sup e inf. É correto interceptar o apinhamento logo que ele acontece¿ Sim. Pq senão os incisivos permanentes inclinam p lingual; Perda do perímetro do arco dentário inferior; Sobremordida acentuada; Desvio da linha média; Diastema; Perda de espaço bilateral. Grampo de ADAMS Que tipo de grampo é: retenção Qual indicação: coroa clínica curta ou molares que estão irrompendo Descreva a técnica passo a passo e o pq doa passos: Paciente com hábitos de deglutição atípica e 22 em lingoversão. Que tipo de aparelho removível vc faria¿porque: Placa redutora:corrigir a posição da língua; Mola palatina; mordida aberta anterior. Paciente com perda precoce de dentes, pq isso ocorreu e o que pode ter ocorrido Cárie; Risólize anormal; Traumatismo. Pode ocorrer: Inclinação dos dentes vizinhos; Vestibularização de dentes (pq põe a língua onde perdeu o dente; Retardo da irrupção (forma osso e a gengiva fica mais ceratinizada); Extrussão do antagonista; Desvio da linha média; Classe II e classe III de Angle.