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Zootecnia Geral 
Zootecnia Geral 
Etologia 
Bioclimatologia 
 
 
 Professor: 
Jean Carlos dos Reis Soares 
Zootecnia Geral 
 
Material: 
 
NETAULA 
 
Zootecnia Geral 
Zootecnia Geral 
Zootecnia Geral 
 
INTRODUÇÃO 
 
Zootecnia Geral 
Provérbio Chinês: 
“O começo da sabedoria, advêm com o nome correto das 
coisas.” 
 
Zootecnia Geral 
Vídeo Zootecnia!!!! 
 
Zootecnia Geral 
Definição de Zootecnia: 
 
“Ciência aplicada que estuda e aperfeiçoa os meios de 
promover a adaptação econômica do animal ao ambiente, 
e deste aquele.” 
 
Ciência: 
“Zootecnia é uma ciência, pois investiga através da 
observação e experimentação os fenômenos biológicos, 
que se passam com os animais domésticos, em 
determinados ambientes (natural ou artificial).” 
 
 
Zootecnia Geral 
Zootecnia Geral 
Definição e objetivo: 
 
“Pode-se definir zootecnia como produção animal e seu 
objetivo como "produzir o máximo, no menor tempo 
possível, sempre visando lucro, tendo em conta o bem 
estar animal". 
 
 
 
Zootecnia Geral 
“É também a arte de criar animais.” 
Zootecnia Geral 
“É também a arte de criar animais.” 
Zootecnia Geral 
Aperfeiçoamento: 
 Zootecnia está em constante desenvolvimento 
 É uma ciência integrada 
 
 
Zootecnia está integrada (princípios e conceitos): 
Fisiologia, sanidade, genética, nutrição economia, 
estatística, física, química, comercialização, instalações 
(engenharia), bem estar e comportamento animal, gestão 
entre outros. 
GESTÃO!!!!! 
 
Sanidade Reprodução 
Genética Nutrição 
Gestão 
Zootecnia Geral 
Zootecnia Geral 
Aperfeiçoamento: 
 
 
 
 Evolução rebanho leiteiro -EUA 
 1940 - 25.000.000 animais 2.045 lt/vaca/ano 
 1960 - 19.500.000 animais 2.926 lt/vaca/ano 
 1980 - 10.000.000 animais 5.214 lt/vaca/ano 
 1992 - 9.904.000 animais 7.300 lt/vaca/ano 
 2004 - 8.935.000 animais 8.703 lt/vaca/ano 
 
 Evolução do rebanho leiteiro - Brasileiro 
 1992 - 17.800.000 animais 873 lt/vaca/ano 
 1997 - 17.067.000 animais 1.207 lt/vaca/ano 
 2004 - 15.100.000 animais 1.534 lt/vaca/ano 
 
+ 325% - 65% 
+ 175% 
Zootecnia Geral 
Aperfeiçoamento: Zootecnia está em constante 
desenvolvimento. 
 
 
 
Aves de corte 
DATA C.A Idade Peso 
1950 3,0: 1 70 dias 1,4 kg 
1970 2,2: 1 56 dias 1,7 kg 
2013 1,7: 1 42 dias 2,8 kg 
 
2020 1,5: 1 40 dias 2,8 kg 
Zootecnia Geral 
Aperfeiçoamento: Zootecnia está em constante 
desenvolvimento. 
 
 
 
Suínos 
 
Prolificidade 
 
C.A 3,5:1  2,4:1  2,2:1 
 
Idade 
 
 
Zootecnia Geral 
Aperfeiçoamento: 
 
 
Década 60 Década 70 
Zootecnia Geral 
Aperfeiçoamento: 
 
 
Década 2010 
Zootecnia Geral 
Ambiente: 
O animal melhor e mais rentável, não é mais aperfeiçoado 
no sentido geral, ou o mais especializado em determinada 
função produtiva. 
 
É aquele adaptado as condições de criação e exploração. 
Zootecnia Geral 
Ambiente: Zebuino X Britânico 
Zootecnia Geral 
Objeto da Zootecnia: 
“O objeto da zootecnia é o animal doméstico, cuja vida o 
criador precisa conhecer bem, para explora-lo melhor, 
obtendo o retorno econômico.” 
 
O bom desenvolvimento deste animal é que irá influenciar 
o lucro do criador. Este desenvolvimento está intimamente 
relacionado com o ambiente. 
 
A adaptação ao ambiente, no qual se explora o animal é a 
condição mais importante para o sucesso e êxito da 
criação. 
 
Zootecnia Geral 
Objetivo da Zootecnia: 
 
“O objetivo da zootecnia é manter a saúde e produção 
animal mais eficiente nível, que possibilite o máximo de 
retorno ao criador.” 
 
“Produzir o máximo possível, no menor tempo possível, da 
melhor forma possível, sempre considerando aspectos 
econômicos, sociais e ambientais.” 
 
 Produção animal 
Zootecnia Geral 
Manejo: 
“ MANEJO é definido como o 
PROCESSO DE TOMADA DE 
DECISÕES.” 
Manejo: tomada de decisões corretas  resultados 
Primordial o planejamento de todas as áreas que afetam a 
produção animal 
 
Zootecnia Geral 
A produção depende de: 
 
 Tecnologia 
 Conhecimento 
 Especialização 
 
Com o desenvolvimento populacional e a concentração da 
população em áreas urbanas cada vez mais se deve 
aumentar a produção e produtividade nos sistemas de 
criação dos animais domésticos. 
 
Zootecnia Geral 
A produção depende de: 
 
De todas as necessidades básicas do ser humano, 
nenhuma é mais importante do que a nutrição. 
 
A explosão demográfica mundial criou a necessidade de 
aumentar a produção e produtividade, baseados em 
conhecimento, tecnologia e especialização. 
 
Zootecnia Geral 
Anos População mundial 
1650 500 milhões 
1850 (200 anos) 1 bilhão 
1930 (80 anos) 2 bilhões 
1975 (45 anos) 4 bilhões 
2000 (25 anos) 6 bilhões 
2013 (13 anos) 7,2 bilhões 
Crescimento exponencial!!!! 
Zootecnia Geral 
As estimativas demonstram que: 
 
 
Em 2025 a população mundial  8,2 bilhões de habitantes 
 
Em 2050 a população mundial  9,6 bilhões de habitantes 
 
Em 2100 a população mundial  10,9 bilhões de habitantes 
 
Zootecnia Geral 
Anos Produtor Consumidor urbano 
1820 1 4,1 
1900 1 8,0 
1940 1 11,0 
1975 1 45,0 
1992 1 80,0 
Relação entre produtor e consumidores urbanhos (EUA). 
Zootecnia Geral 
Tipo animal Conc. % Volumoso % 
Bovinos de leite 31,3 68,7 
Bovinos de corte 21,2 78,8 
Ovino Caprino 10,2 89,8 
Suíno 95,6 4,4 
Aves 98,2 1,8 
Equinos 22,9 77,1 
Utilização de alimentos volumosos e concentrados (%) para 
a produção animal. 
Zootecnia Geral 
 
PECUÁRIA 
 
Zootecnia Geral 
Pecuária: PECUS em Latim significa GADO 
 
Gado: conjunto de animais criados no campo para os 
trabalhos agrícolas e uso doméstico. 
 
“Desta forma pecuária significa criação dos animais 
domésticos”. 
 
Pecuária e Zootecnia: para a zootecnia moderna, pecuária 
diz respeito à criação dos gados (bovino, ovino, caprino, 
suíno, eqüino etc..) aves e insetos (abelhas, bicho da 
seda) utilíssimos criados em regime de domesticidade. 
Zootecnia Geral 
Pecuária: 
o Pecuária BOVINA - Corte, leite ou Mista. 
o Pecuária EQÜINA 
o Pecuária OVINA 
o Pecuária CAPRINA 
o Pecuária SUÍNA 
o Pecuária AVÍCOLA 
o Pecuária SERICÍCOLA 
o Pecuária APÍCOLA 
o Pecuária CUNÍCULA 
 
Cada uma com sua técnica peculiar de criação e destino 
econômico especial. 
 
Zootecnia Geral 
Pecuária: 
Ao invés de pecuária bovina a exploração de bovinos pode 
ser chamada de: 
o BOVINOCULTURA 
o BUBALINOCULTURA 
o EQUINOCULTURA 
o SUINOCULTURA 
o OVINOCULTURA 
o CAPRINOCULTURA 
o AVICULTURA 
o Entre outras 
E ainda há a PISCICULTURA e RANICULTURA para o caso 
de espécies não propriamente domésticas. 
 
 
Zootecnia Geral 
Base teórica geral da pecuária e sua evolução: 
 
 Criação de animais domestico/agricultura. 
 
Maior o progresso do povo, mais aperfeiçoada seria a 
técnica de criação. 
 Domínio do empirismo total. 
 1844 o Conde GASPAREN propôs o termo ZOOTECNIA. 
ZOON – animais e TECHNÊ – arte, técnica. 
 1848, em Paris, criada a primeira disciplina. 
 
Zootecnia passou a constituir a base teórica da pecuária. 
 
 
 
Zootecnia Geral 
Conhecimento do animal: 
 
Domesticação: e sua importância para zootecnia. 
 Individualização: característicasraciais e produtivas 
Aclimatação: ação do meio sobre o animal e seus reflexos 
sobre a produção 
Melhoramento: ação das condições reguladas pelo 
homem; manejo, alimentação, higiene. 
Estatística: variabilidade, como pré-requisito para seleção, 
curva de seleção normal – Gauss. 
Genética: reprodução, seleção e herdabilidade. 
Métodos de reprodução: biotécnicas da reprodução e 
melhoramento genético. 
 
 
 
Zootecnia Geral 
Domesticação: 
 
 
 
• Domus = casa (latim) 
 
• Domesticação: ato de uma espécie animal sair do estado 
de selvagem, para passar a viver com o homem e depender 
dele. 
 
• Domesticidade: Estado de domesticação. Condição de 
sujeição, de servidão em que vivem, certos animais 
relativamente ao homem 
 
Milen, 1975 
 
Zootecnia Geral 
Origem da domesticação: 
 
 
 
• Mais de 6 mil anos antes de Cristo 
• Abandono da vida nômade 
• Sociabilidade entre homem e animal 
• Mansidão 
• Perda do estado selvagem 
• Início da reprodução em cativeiro 
• Início com pequenos animais 
 
Zootecnia Geral 
Domesticidade - fases 
 
 
 
São três fases ou estados de domínio do homem 
sobre os animais: 
 
• Cativeiro 
• Mansidão 
• Domesticidade 
 
Zootecnia Geral 
Domesticidade - fases 
 
 
 
• Cativeiro 
É a fase inferior de domínio que o homem exerce 
sobre o animal. Mantem o animal preso, mas, ainda é 
selvagem – zoológico. 
• Mansidão 
Estado intermediário. Existe uma convivência pacífica 
entre homem e animal. Animais prestam serviços ao 
homem – elefante na África. Animal reproduz em 
liberdade sendo capturado. Domínio sobre poucos 
indivíduos. 
Zootecnia Geral 
Domesticidade - fases 
 
 
 
Zootecnia Geral 
Domesticidade - fases 
 
 
 
• Domesticidade 
Os animais são naturalmente mansos e prestam 
serviços ao homem e sem eles seria impossível a 
vida do homem civilizado. 
 
Atributos animais domésticos: 
 Sociabilidade (facilitou a aproximação entre 
homem e animais) 
 Tendência hereditária à mansidão 
 Reprodução em cativeiro. 
Zootecnia Geral 
ANIMAL DOMÉSTICO: 
 
 É aquele criado e reproduzido pelo homem, em 
estado de cativeiro e de mansidão natural, com o fim 
de obter uma utilidade ou um serviço. 
(DOMINGUES, 1960) 
Zootecnia Geral 
Efeitos da domesticação: 
 
a) Dimensão do pelo - Ovino primitivo não apresentava lã 
b) Suíno primitivo não apresentava gordura subcutânea 
c) Bovino - Os chifres, defesas naturais, se reduziram ou desapareceram 
d) Tamanho - Antes bastante uniforme, hoje muito variável 
e) Constituição - deixou de ser rústica. 
f) Temperamento - maior mansidão. 
g) Prolificidade - aumentou. 
h) Aptidão leiteira - aumentou em diversas vezes. 
i) Postura - aumentou grandemente. 
j) Multiplicação do número de raças em cada espécie. 
 
 
 
Zootecnia Geral 
 
CURIOSIDADES ZOOTÉCNICAS 
 
Zootecnia Geral 
 
 Primeiro animal domesticado foi o cachorro – lobos asiáticos (30 mil 
anos) 
 Segundo foram as cabras e ovelhas (10 mil anos) 
 Após porco, burro, cavalo, camelo, galinha, 
 Gatos somente após o surgimento da agricultura (roedores) 
 
 
Domesticação pelo homem: 
 
Zootecnia Geral 
Domesticação pelo homem: 
 
 
 
“SERIA DUVIDOSO O HOMEM TER SAÍDO DA BARBARIA, 
SE NÃO TIVESSE OS ANIMAIS EM SERVIDÃO! 
 
 
“A OBTENÇÃO DO FOGO, O CULTIVO DAS PLANTAS E A CRIAÇÃO 
DOS ANIMAIS DOMÉSTICOS, SÃO OS TRÊS PILARES 
FUNDAMENTAIS, SOBRE O QUAL SUSTENTA O 
DESENVOLVIMENTO DA HUMANIDADE!” 
 
Zootecnia Geral 
 
FUNÇÕES ZOOTÉCNICAS 
 
Zootecnia Geral 
Funções zootécnicas (5 grupos): 
 
GI - Produtores de alimento. Ex: animais produtores de carne, leite, ovos. 
 
GII - Produtores de matéria prima - Ex: lã, couro. 
 
GIII - Produtores de trabalho - Ex: tração animal 
 
GIV - Hobby, lazer, social - Ex: cães, cavalos de corrida, cães para cegos. 
 
GV - Produtores de adubo orgânico - Ex: esterco, urina. 
 
 Muitos animais podem pertencer a dois ou mais grupos. 
 
 
Zootecnia Geral 
Funções zootécnicas (5 grupos): 
 
 
Zootecnia Geral 
 
RAÇAS 
 
Zootecnia Geral 
Raças: 
 
As espécies domésticas, objeto da zootecnia, apresentam-se 
divididas em raças. É o grupo fundamental da zootecnia. 
Espécie  raça 
 
 
 
Definição: Animais da mesma espécie, com características 
comuns, de acordo com um padrão zootécnico pré-
estabelecido por cada Associação de Raças. 
 
Na caracterização das raças deve-se procurar conferir cada 
vez maior importância aos ATRIBUTOS ECONÔMICOS. 
 
Raças em constante evolução  Adaptação ao ambiente 
Zootecnia Geral 
Evolução: 
 
 
Década 60 Década 70 
Zootecnia Geral 
Raças: 
 
Para a existência oficial de uma raça, a mesma precisa ter um 
padrão racial e um livro genealógico ou livro de registros, a 
cargo da Associação de criadores. 
 
 
 
Zootecnia Geral 
Raças – padrão e livro: 
 
 
 
Zootecnia Geral 
Raças – padrão e livro: 
 
Raças devem ser produtivas 
Não são estáticas 
Padrão é um acordo entre criadores – Associação 
Existência oficial necessita livro genealógico 
Registro aberto ou fechado 
 Puros de origem ou pedigree (PO ou PP) 
 Puros por cruza (PC) 
 
 
Zootecnia Geral 
Natureza das raças: 
 
São classificadas em primitivas ou derivadas 
Primitiva ou natural é a raça de determinada 
região, formada inicialmente por seleção natural. 
Ex: cavalo árabe, cavalo pantaneiro e bovinos 
hereford, angus, devon e zubuínos. 
 
Derivada provêm de raças primitivas, após 
cruzamentos. 
Ex: Brangus e Braford 
 
 
 
Zootecnia Geral 
Variedade das raças: 
 
Certas raças se dividem por variedades, conforme 
características – raciais ou econômicas. 
Exemplo: holandês preto e branco e vermelho e branco 
 
 
Zootecnia Geral 
Variedade das raças: 
 
Exemplo: Angus vermelho (Red) ou Angus preto 
 
 
Zootecnia Geral 
Linhagem das raças: 
 
Expressa o conjunto de indivíduos descendentes de um 
mesmo antepassado, em linha direta. 
 
Zootecnia Geral 
Indivíduo (genótipo e fenótipo): 
 
É a unidade em zootecnia que não pode ser dividida. 
Espécie – raça – família – linhagem - indivíduo 
 
 • Indivíduo nunca igual ao outro (gêmeos univitelinos) 
• Diferenças aumentam com a idade 
• Diferenças não dependem só dos genes 
• Influenciadas pela alimentação, sanidade, manejo 
Zootecnia Geral 
Indivíduo (genótipo e fenótipo): 
 
Genótipo: É o indivíduo considerado segundo sua origem 
genética, ou seja, os genes que ele apresenta. 
 
 
Fenótipo: É a expressão exteriorizada do genótipo, sob a 
influência do meio (ambiente). 
Fenótipo = genótipo + ambiente 
Melhoristas!!!!! 
Zootecnia Geral 
Tipo zootécnico: 
“Tipo em zootecnia traduz-se por conformação que torna o 
animal altamente utilizável em determinado gênero de 
exploração. Ou seja, a conformação mais adequada a um 
fim econômico.” 
Obs: tipo é diferente de raça 
 
 
Zootecnia Geral 
Tipo zootécnico: 
 
 
Zootecnia Geral 
Tipo zootécnico: 
Obs: tipo é diferente de raça 
 
 
Zootecnia Geral 
Caracteres zootécnicos: 
 Exteriores 
 Fisiológicos 
 Econômicos ou zootécnicos 
 
 
Caracteres exteriores = fenótipo: 
 Importante na distinção das raças 
 Características menos influenciadas pelo ambiente 
 Maior herdabilidade e fácil fixação 
 Podem indicar o valor econômico dos animaisPrepúcio 
Bem aderido ao corpo 
Cabeça 
Mocho, levemente 
côncava c/ Polled 
Paletas 
Musculosas mas 
não proeminentes 
Profundidade 
corporal 
Pescoço e peito 
Pouca barbela 
Pelagem 
Preta ou vermelha 
Linha Dorso-
lombar 
A mais reta possível 
Massas musculares 
Desenvolvidas e 
harmônicas 
Aprumos 
corretos 
Testículos 
desenvolvidos 
Zootecnia Geral 
Caracteres fisiológicos: 
 Temperamento do animal (calmo, vivo, nervoso) 
 Constituição orgânica (rústica, delicada) 
 Imunidade (resistência contra doenças) 
 Caracteres econômicos ou zootécnicos: 
 Prolificidade 
 Lactação 
 Precocidade 
 Ganho de peso 
 Produção de lã 
 Desenvolvimento de faro de cães 
 Entre outros 
 
 
 
Zootecnia Geral 
 
Diferença entre sexos 
 
Zootecnia Geral 
Dimorfismo sexual: 
 
“É a diferença na caracterização determinada pelo sexo.” 
 
Os caracteres sexuais se dividem em dois grupos: 
1 - Caracteres sexuais primários - órgãos genitais 
2 - Caracteres sexuais secundários - ou simplesmente 
caracteres sexuais, são de natureza morfológica e 
fisiológica. 
 
Zootecnia Geral 
Dimorfismo sexual: 
 
Os caracteres sexuais (secundários) são de certo modo uma 
consequência da atividade dos órgãos genitais (produzem 
hormônios sexuais) e por isso o dimorfismo sexual se 
evidencia em animais adultos. 
 
 Além de ser mais evidente na idade adulta, o 
dimorfismo sexual, é maior ou menor conforme a espécie 
considerada. 
 Em ordem decrescente a classificação de algumas 
espécies domésticas quanto ao dimorfismo sexual: Galo; 
carneiro, touro, bode, suíno, cão, eqüino, gato, coelho. 
 
Zootecnia Geral 
Dimorfismo sexual: 
 
Zootecnia Geral 
Dimorfismo sexual: 
 
Zootecnia Geral 
Zootecnia Geral 
Zootecnia Geral 
Castração: 
 
 Como já foi dito, características de dimorfismo sexual, 
são resultantes da formação dos hormônios sexuais pelas 
gônadas. 
 
 Desta forma, com a castração impede-se a formação 
dos hormônios sexuais, alterando-se, então a expressão dos 
caracteres sexuais secundários. 
 
Zootecnia Geral 
Justificativa da castração: 
1- Engorda, animais castrados passam a depositar maior 
quantidade de gordura. 
 Ganho de peso (gordura X músculo) 
 Animais inteiros ganham mais peso 
 Animais castrados depositam mais gordura 
 
2- Modifica o temperamento ( > docilidade) 
 
3- Diminuir o odor desagradável do macho fértil (bode) 
4- Eliminar da reprodução animais indesejados. 
5- Melhorar a qualidade de certos produtos como carne 
(relacionada com a idade de abate) 
Zootecnia Geral 
 
Seleção 
 
Zootecnia Geral 
História da seleção: 
Antes da domesticação: 
• Seleção natural 
• Ambiente desfavorável 
• Esforço de subsistência 
• Rusticidade 
Após a domesticação: 
 Seleção artificial 
 Comodidade, segurança e conforto 
 Auxílio do homem 
 Menor rusticidade (ambientes adversos) 
 
Zootecnia Geral 
História da seleção: 
Problemas: 
• Seleção pela capacidade produtiva 
• Sem limitação nutricional 
• Desconsideração do ambiente 
• Baseado em beleza - show 
Outras dificuldades: 
 Pequena exigência produtiva (metas) 
 Avaliação apenas de pedigree 
 Animais sub-férteis 
 Problemas de genéticos 
 Seleção por peso no cocho 
 Animal caro = BOM 
 
Zootecnia Geral 
SELEÇÃO: 
• É o caminho mais eficaz para melhoramento 
• Incremento da produção – carne, leite, ovos etc 
• Precisa também de nutrição, sanidade, reprodução e 
manejo 
 
Importante: 
 Número de animais selecionados 
 Filhos superiores aos pais 
 
“O potencial genético é que predetermina as 
qualidade do animal, mas, este só se torna 
evidente se houver um meio favorável”. 
 
Zootecnia Geral 
SELEÇÃO: 
• Seleção de macho deve ser rigorosa!!!! 
• Média 100 crias em 5 anos 
• Custo genético: R$ touro / Nº de crias (R$ 8.000,00/100 = 
R$ 80,00) 
• A inseminação artificial dilui este custo 
 
Caracteres produtivos: avaliar tempo e custo 
 Seleção de corte X leite 
 Seleção fenótipo X genótipo 
 Seleção animal bonito X produtivo e útil 
 
Zootecnia Geral 
SELEÇÃO: 
Critérios de Seleção: 
• Tipo ou individualidade (exterior do animal) 
• Pedigree (antecedentes genealógicos) 
• Prêmios obtidos em exposições 
• Provas de produção 
Cada método tem aplicação particular, mas, as provas 
de produção são as mais importantes. 
 
Zootecnia Geral 
Tipo ou individualidade (exterior do animal) 
Zootecnia Geral 
Pedigree (antecedentes genealógicos) 
Zootecnia Geral 
Prêmios (exposições) 
Zootecnia Geral 
SELEÇÃO: 
Provas de produção: 
• Registro de produção 
• Características de ordem econômica 
• Avaliação de forma objetiva 
• Divisão: provas de desempenho e progênie 
 
Provas de desempenho: 
• Peso ao desmame 
• Peso ao sobreano 
• Ganho médio diário 
• Conversão alimentar 
Provas de progênie: 
• Avaliação dos dados dos 
Filhos 
• Mais precisa 
Zootecnia Geral 
Zootecnia Geral 
Até a próxima aula!!!! 
Zootecnia Geral 
Bovinocultura 
Leiteira 
 
 
 
Professor: 
Jean Carlos dos Reis Soares 
Zootecnia Geral 
Zootecnia Geral 
 
INTRODUÇÃO 
 
 
Fonte: Prof. Dr. Carlos S. Gottschall 
 
Zootecnia Geral 
 
Material: 
 
NETAULA 
Zootecnia Geral 
 
Bovinocultura leiteira MUNDIAL 
LEITE NO AGRONEGÓCIO 
Os maiores produtores mundiais 
Países/blocos 2015 2014 2013 
União Europeia 148.100 146.500 140.100 
Estados Unidos 94.480 93.461 91.277 
Índia 64.000 60.500 57.500 
China 37.250 37.250 34.300 
Rússia 30.025 30.499 30.529 
Brasil 26.300 25.489 24.259 
Nova Zelândia 21.391 21.893 20.200 
México 11.750 11.464 11.294 
Fonte: Anuário DBO – Mil toneladas métricas 
LEITE NO AGRONEGÓCIO 
As maiores produtividades mundiais 
Países/blocos 2015 2014 2013 
Estados Unidos 10.148 10.096 9.896 
Japão 9.833 9.488 9.409 
Canadá 9.091 8.835 8.786 
União Europeia 6.287 6.239 6.041 
Argentina 6.131 5.808 5.485 
Austrália 5.865 5.706 5.697 
Ucrânia 4.606 4.445 4.381 
Brasil (12ªlugar) 1.362 1.515 1.461 
Fonte: Anuário DBO – em kg de leite vaca/ano 
LEITE NO AGRONEGÓCIO 
As maiores produtividades mundiais 
Países/blocos 2015 l/dia 
Estados Unidos 10.148 37,59 
Japão 9.833 36,42 
Canadá 9.091 33,67 
União Europeia 6.287 23,29 
Argentina 6.131 22,71 
Austrália 5.865 21,72 
Ucrânia 4.606 17,06 
Brasil (12ªlugar) 1.362 5,04 
Fonte: Anuário DBO – lactação de 270 dias 
LEITE NO AGRONEGÓCIO 
VACA BRASILEIRA produz cerca de 5 litros de leite/dia, o que 
equivale a 7,5 vezes menos do que uma VACA AMERICANA 
LEITE NO AGRONEGÓCIO 
LEITE NO AGRONEGÓCIO 
Produção de leite 2015: 
36,2 Bilhões de litros 
Vacas Ordenhadas: 
23,2 milhões de cabeças 
Produtividade de leite 
( litros/vaca/ano) 
1.558 
Fonte: Anuário DBO 
BRASIL 
2º maior rebanho 
leiteiro mundial 
 
1º Índia: 
38,5 milhões 
LEITE NO AGRONEGÓCIO 
Unidade 2015 2014 2013 
 Vacas em ordenha Cabeças 23.261.397 23.064.495 22.954.537 
 Produção mil litros 36.230.121 35.174.271 34.255.236 
 Produtividade l/vaca/ano 1.558 1.525 1.492 
 Produtividade l/vaca/dia 5,77 5,65 5,53 
 Exportação ton 76.813 86.037 42.473 
 Importação ton 137.165 108.572 159.127 
 Consumo l/hab/ano 170 174 175 
Fonte: Anuário DBO 
Leite no Brasil: 
0,37% 
LEITE NO AGRONEGÓCIO 
Vacas ordenhas por região 
Fonte: Anuário DBO 
LEITE NO AGRONEGÓCIOVacas ordenhas por Estados 
Região/Estado 2014 2013 Variação (%) 
Minas Gerais 5.808.524 5.850.737 -0,72 
Goiás 2.658.373 2.723.594 -2,39 
Bahia 2.068.800 2.081.959 -0,63 
Paraná 1.723.996 1.715.686 0,48 
Rio Grande do Sul 1.544.072 1.554.909 -0,70 
São Paulo 1.287.509 1.390.485 -7,41 
Santa Catarina 1.107.263 1.132.664 -2,24 
Rondônia 773.079 582.306 32,76 
Pará 742.821 717.419 3,54 
Maranhão 623.347 620.125 0,52 
1º 
5º 
Fonte: Anuário DBO 
LEITE NO AGRONEGÓCIO 
Produção de leite por Estados 
Região/Estado 2014 2013 Variação (%) 
Minas Gerais 9.367.470 9.309.165 0,63 
Rio Grande do Sul 4.684.960 4.508.518 3,91 
Paraná 4.532.614 4.347.493 4,26 
Goiás 3.684.341 3.776.803 -2,45 
Santa Catarina 2.983.250 2.918.320 2,22 
São Paulo 1.776.563 1.675.914 6,01 
Bahia 1.212.091 1.162.598 4,26 
Rondônia 940.621 920.496 2,19 
Mato Grosso 721.392 681.694 5,82 
Pernambuco 656.673 561.829 16,88 
Fonte: Anuário DBO 
Bovinocultura de leite 
LEITE NO AGRONEGÓCIO 
 Presente em quase todos municípios (5.500) 
 Em 50 municípios é a atividade principal 
 Crescimento desde os anos 80 
 2.062 estabelecimentos industriais (IBGE 2015) 
 
 
 
 
Leite no Brasil: 
Bovinocultura de leite 
- 
co
m
p
le
xo
 
Extensivo 
Pasto + 
 Animais + 
RH 
C
o
m
p
le
xo
 
Intensivo a 
Pasto 
+++ 
Fertilizantes + 
 Manejo de 
Pastagens + 
Conhecimento 
+ 
co
m
p
le
xo
 
Confinado 
 
++++++ 
 Silagem + 
Concentrado + 
Manejo 
nutricional e 
Sanitário + 
Genética + 
Infraestrutura 
Sistemas de produção: 
Bovinocultura de leite 
EXTENSIVO 
Bovinocultura de leite 
INTENSIVO A PASTO 
Bovinocultura de leite 
CONFINADO 
Zootecnia 2 
C. S. Gottschall 
 
Produção de bovinos leiteiros 
Características gerais de bovinos leiteiros: 
Genética adequada à produção leiteira 
Conformação (tipo leiteiro) 
–Desenvolvimento mamário, 
–Angulosidade, 
–Volume torácico e abdominal 
 
Zootecnia 2 
C. S. Gottschall 
 
• Úbere grande, largo e bem inserido, quartos mamários 
volumosos e simétricos. 
• Glândula repleta antes da ordenha e completamente 
vazia após 
Bovinocultura de leite 
 
Raças leiteiras 
 
Zootecnia 2 
C. S. Gottschall 
 
PRINCIPAIS RAÇAS LEITEIRAS 
Holandesa 
Animais de maior porte (550 a 750 kg) 
Maior produção leiteira 
Maior exigência nutricional 
Característica VACAS TOUROS 
Comprimento do corpo (cm) 168 172 
Altura das cruzes (cm) 140 150 
Peso vivo (kg) 550 - 750 700 - 1200 
Peso ao nascer (kg) 30 - 50 30 - 50 
Zootecnia 2 
C. S. Gottschall 
 
PRINCIPAIS RAÇAS LEITEIRAS 
Holandesa 
 
Indiscutivelmente apresentam o maior potencial genético 
para a maior produção leiteira. 
 
São representados por 3 variedades, cada uma com seu 
próprio registro genealógico: 
 
1- Holandês preto e branco – aproximadamente 80% do 
total de animais 
 
2- Mosa-Reno-Issel – aproximadamente 18% do total de 
animais (Vermelho e branco) 
 
3- Groningen (cabeça branca), com cerca de 2%. 
 
Bovinocultura de leite 
• Domesticada a 2.000 anos A.C 
• Origem Holanda 
• Raça cosmopolita – vários países 
• Rebanho aproximado de 226.7 milhões 
• No Brasil - 1530 e 1535 
• Produção de 8.000 a 9.000 l. 
 
Holandesa Preto e Branco 
Bovinocultura de leite 
• Criados no vale do rio Mosa, Reno e Issel (MRY) 
• Produção semelhante ao Preto e Branco 
• Pequeno quantidade de animais 
• Brasil foi um polo da genética 
Holandesa Vermelho e Branco 
Zootecnia 2 
C. S. Gottschall 
 
PRINCIPAIS RAÇAS LEITEIRAS 
Jersey 
Característica VACAS TOUROS 
Comprimento do corpo (cm) 140 150 
Altura das cruzes (cm) 120 125 
Peso vivo (kg) 400 - 500 600 - 750 
Peso ao nascer (kg) +/- 20 +/- 20 
• Animais menores (400 a 500 kg) 
• Produção de leite com maior teor de 
gordura (4,0% a 6,0%) 
• Menor exigência nutricional 
Bovinocultura de leite 
Em 1895, Joaquim Francisco de Assis Brasil comprou da Granja de 
Windsor-Inglaterra, da Rainha Vitória, as vacas Jersey Fennel e Sagé, 
com seus respectivos “rebentos” Vitelio e Vitória, trazidos para o 
Brasil no ano seguinte. 
Zootecnia 2 
C. S. Gottschall 
 
AYRSHIRE 
Bovinocultura de leite 
AYRSHIRE 
 
 Descendente do gado Escocês – Condados de Ayr e 
Lanakde 
 Caracterizado por terras pobres 
 Pelagem branca e vermelha 
 São menores que as holandesas 
 Produção média de 3.900 litros e 3,8% gordura 
 Rico em matéria seca – melhor queijeira Inglesa 
 
 
Zootecnia 2 
C. S. Gottschall 
 
GUERSNEY 
Bovinocultura de leite 
Guerney 
 
 Formada por cruzamentos de raças francesas 
 Considerada mais rústica que o Jersey 
 Necessitam de boa alimentação para produzir 
 Pelagem avermelhada / amarelada com manchas 
brancas 
 
 
Zootecnia 2 
C. S. Gottschall 
 
GIR LEITEIRO 
Bovinocultura de leite 
GIR LEITEIRO 
 
 Raça de origem zebuína (Índia) 
 Muito adaptada ao calor 
 Linhagem para produção de leite 
 Rebanho considerável no Brasil 
 Produção média de 4.000 litros 
 Utilizada em cruzamentos com holandesa 
 Origem da raça Girolanda 
 
 
Bovinocultura de leite 
Zootecnia 2 
C. S. Gottschall 
 
GIROLANDA 
Bovinocultura de leite 
GIROLANDA 
 
 Rusticidade da raça GIR 
 Produção da raça holandesa 
 Adaptado a produção nos trópicos 
 Desempenho muito satisfatório 
 
 
 
Bovinocultura de leite 
 
Raças de duplo propósito 
 
Zootecnia 2 
C. S. Gottschall 
 
RAÇAS DE DUPLO PROPÓSITO 
Pardo Suíço 
Bovinocultura de leite 
PARDO SUÍÇO 
 
 Originária da Suíça 
 Duplo propósito – uma das raças mais antigas 
 Bom tempo de vida útil 
 Adapta-se em diferentes regiões – rusticidade 
 Produção média 2.500 litros de leite 
 
 
 
Zootecnia 2 
C. S. Gottschall 
 
RAÇAS DE DUPLO PROPÓSITO 
Normanda 
Bovinocultura de leite 
NORMANDA 
 
 Originária da Normandia – Noroeste da França 
 Pelagem amarelada ou avermelhada; castanho escuro; 
vermelho ou ruivo-blonde (rajadas ou malhadas) 
 Pode ser mocho ou aspado 
 A produção média 6.170 litros e 4,18% gordura 
 Principal raça leiteira da França 
 Necessitam ser bem alimentadas!! 
 
 
 
Zootecnia 2 
C. S. Gottschall 
 
RAÇAS DE DUPLO PROPÓSITO 
Simental 
Bovinocultura de leite 
Simental 
 
 Originária da Suíça – Vale do Simme ou Simmenthal 
 Produção média de 5.500 litros e 4,2% gordura 
 Pelagem com coloração amarelada ou avermelhada 
com manchas brancas – características 
 No Brasil muito utilizado a linhagem de corte!!! 
 
 
 
Zootecnia 2 
C. S. Gottschall 
 
RAÇAS DE DUPLO PROPÓSITO 
Red-Poll 
Bovinocultura de leite 
RED-POLL 
 
 Originária da Inglaterra 
 Criada a partir de cruzamentos 
 A pelagem é vermelha 
 Difundida na Austrália, Nova Zelândia, Canadá, 
Argentina e Uruguai 
 Alta fertilidade e precocidade 
 Tamanho moderado 
 Cruzamento com Guzerá, originou a raça Pitangueiras 
Bovinocultura de leite 
PITANGUEIRAS 
 
Bovinocultura de leite 
Pitangueiras 
 
 Originária do Brasil 
 Fazenda Três Barras – Município de Pitangueiras-SP 
 A raça é de porte médio 
 Aptidão leite e carne 
Zootecnia 2 
C. S. Gottschall 
 
RAÇAS DE DUPLO PROPÓSITO 
Shorthorn 
Zootecnia 2 
C. S. Gottschall 
 
RAÇAS DE DUPLO PROPÓSITO 
Shorthorn 
Bovinocultura de leite 
SHORTHON 
 
 Originária da Escócia 
 No século XIX muito popular na Inglaterra 
 Pelagem varia entre o vermelho a branco, comanimais 
rosilhos 
 Animais mochos e aspados 
 Tamanho moderado 
 
Bovinocultura de leite 
CARACU 
 
Bovinocultura de leite 
CARACU 
 
 Originária do Brasil 
 Descendente dos bovinos portugueses – colônia 
 Extremamente adaptado 
 Mais comum no nordeste, sudoeste, centro oeste 
 Dupla aptidão 
Bovinocultura de leite 
 
Classificação conforme TIPO 
ideal leiteiro – Raça Holandesa 
 
Zootecnia 2 
C. S. Gottschall 
 
CLASSIFICAÇÃO CONFORME TIPO 
IDEAL – RAÇA HOLANDESA 
Modelo ideal para o Macho e Fêmea 
Tipo leiteiro 
 
Fêmeas 
Aparência ................................. 30 pontos 
Características leiteiras............... 20 pontos 
Capacidade corporal .................. 20 pontos 
Sistema mamário....................... 30 pontos 
 
Machos 
Aparência ................................. 45 pontos 
Características leiteiras............... 30 pontos 
Capacidade corporal .................. 25 pontos 
 
Zootecnia 2 
C. S. Gottschall 
 
CLASSIFICAÇÃO CONFORME TIPO 
IDEAL – RAÇA HOLANDESA 
Somatório das notas 
 
 - EXCELENTE (EX)................... 90 a 100 pontos 
 - MUITO BOA (MB) ................. 85 a 89 pontos 
 - BOA MAIS (B +).................... 80 a 84 pontos 
 - BOA (B) .............................. 75 a 79 pontos 
 - REGULAR (R)....................... 65 a 74 pontos 
 - FRACA (F) ........................... abaixo de 65 pontos 
Zootecnia 2 
C. S. Gottschall 
 
CLASSIFICAÇÃO CONFORME TIPO 
IDEAL – RAÇA HOLANDESA 
Zootecnia 2 
C. S. Gottschall 
 
Características da raça: pelagem, tamanho, cabeça 
ossatura, aprumos, inserção das paletas, feminilidade, 
vigor, fortaleza, harmonia, equilíbrio (SUBJETIVIDADE) 
 
 
 
 
CABEÇA ........................... 10 pontos 
 
PALETAS .......................... 10 pontos 
 
PERNAS e CASCOS ............ 10 pontos 
 
Aparência Geral 
 (30 pontos) 
Zootecnia 2 
C. S. Gottschall 
 
 
- MOTIVOS PARA REJEIÇÃO: 
 
Assimetria de cabeça; 
Cegueira; 
Prognatismo; 
Hérnias; 
Hipoplasias; 
Pelagem totalmente branca / preta; 
Aparência Geral 
 (30 pontos) 
Zootecnia 2 
C. S. Gottschall 
 
CABEÇAS 
JERSEY 
Aparência Geral 
 (30 pontos) 
Zootecnia 2 
C. S. Gottschall 
 
CABEÇAS 
HOLANDESA 
Aparência Geral 
 (30 pontos) 
Zootecnia 2 
C. S. Gottschall 
 
PALETAS 
Holandesa Guernsey 
 
 
 
INSERÇÃO ADEQUADA ANIMAL “ALADO” - FRAQUEZA 
 
Aparência Geral 
 (30 pontos) 
Zootecnia 2 
C. S. Gottschall 
 
Aparência Geral 
 (30 pontos) 
PERNAS E PÉS 
 
 
 
APRUMOS ADEQUADOS DEDOS ABERTOS 
 
Zootecnia 2 
C. S. Gottschall 
 
CARACTERÍSTICA LEITEIRA 
(20 pontos) 
 Capacidade leiteira, Angulosidade, Amplitude 
 Pescoço  longo, feminino, delgado, suave 
 Cruzes  definidas e angulosas 
 Costelas  espaçadas, arqueadas, largas, plana 
AMPLITUDE 
 Coxas  ligeiramente côncavas, cedendo espaço para o 
úbere 
 Ossos  planos, achatados, fortes 
Zootecnia 2 
C. S. Gottschall 
 
Angulosidade, arqueamento de 
costelas, ossos largos, planos, chatos 
CARACTERÍSTICA LEITEIRA 
(20 pontos) 
“Curta, pesada, grossa” semelhante 
à vaca de corte 
Zootecnia 2 
C. S. Gottschall 
 
ANGULOSIDADE (forma triangular) 
 
CARACTERÍSTICA LEITEIRA 
(20 pontos) 
Zootecnia 2 
C. S. Gottschall 
 
CAPACIDADE CORPORAL 
(20 pontos) 
Ampla capacidade, Força, Vigor 
Tórax  com base larga, separação membros anteriores 
Perímetro torácico  grande, profundo, arqueado – FORÇA 
Abdômen  forte, comprido, profundo – CAPACIDADE DIGESTIVA 
Zootecnia 2 
C. S. Gottschall 
 
EXCELENTE CAPACIDADE CORPORAL REDUZIDA CAPACIDADE CORPORAL 
CAPACIDADE CORPORAL 
(20 pontos) 
Zootecnia 2 
C. S. Gottschall 
 
EXCELENTE CAPACIDADE CORPORAL 
CAPACIDADE CORPORAL 
(20 pontos) 
SOFRÍVEL CAPACIDADE CORPORAL 
Zootecnia 2 
C. S. Gottschall 
 
ABERTURA DE ANTERIORES FECHAMENTO 
CAPACIDADE CORPORAL 
(20 pontos) 
Zootecnia 2 
C. S. Gottschall 
 
SISTEMA MAMÁRIO 
(30 pontos) 
ÚBERE .............................. 10 pontos 
½ ÚBERE ANTERIOR ...... 06 pontos 
½ ÚBERE POSTERIOR .... 07 pontos 
TETOS ............................... 05 pontos 
VEIAS MAMÁRIAS ............ 02 pontos 
Zootecnia 2 
C. S. Gottschall 
 
• Úbere  fortemente aderido, simétrico, capacidade, 
textura macia 
• Úbere  comprimento, largura e profundidade 
moderada, fortemente inserido, divisão acentuada entre 
as metades, macio, volume reduzido após a ordenha 
• Ligamento médio (CENTRAL)  marcado, evidenciando 
as metades 
SISTEMA MAMÁRIO 
(30 pontos) 
Zootecnia 2 
C. S. Gottschall 
 
• Úbere anterior  inserção firme e suave, comprimento e 
largura moderados 
• Úbere posterior  alto, largo, ligeiramente 
arredondado, aderido 
• Tetos  comprimento e diâmetro medianos (+/- 6 cm), 
cilíndricos, perpendiculares, centrados em cada quarto 
• Veias mamárias  grandes, compridas, volumosas, 
tortuosas, ramificadas 
SISTEMA MAMÁRIO 
(30 pontos) 
Zootecnia 2 
C. S. Gottschall 
 
ÚBERE PRÓXIMO AO IDEAL FORTEMENTE INSERIDO 
BALANCEADO VEIAS MAMÁRIAS DESENVOLVIDAS 
SISTEMA MAMÁRIO 
(30 pontos) 
Zootecnia 2 
C. S. Gottschall 
 
ÚBERE ALTO E AMPLO CORRETA COLOCAÇÃO 
E TAMANHO DOS TETOS 
SISTEMA MAMÁRIO 
(30 pontos) 
Zootecnia 2 
C. S. Gottschall 
 
ÚBERE ABAIXO DA LINHA DO JARRETE LIGAMENTO ANTERIOR FRACO 
QUARTOS TRASEIROS PROJEÇÃO PARA FRENTE 
DESBALANCEADOS INDICA FRAQUEZA DE 
TETOS CORRETAMENTE INSERIDOS LIGAMENTO CENTRAL 
SISTEMA MAMÁRIO 
(30 pontos) 
Zootecnia 2 
C. S. Gottschall 
 
ÚBERE - DESBALANCEADO 
SISTEMA MAMÁRIO 
(30 pontos) 
Zootecnia 2 
C. S. Gottschall 
 
QUARTO TRASEIRO ESQUERDO AUSÊNCIA DE SEPARAÇÃO “ 
“CEGO” ENTRE AS METADES 
 ÚBERE RASO POUCO PROFUNDO 
FALTAS GRAVES 
SISTEMA MAMÁRIO 
(30 pontos) 
Zootecnia 2 
C. S. Gottschall 
 
PERDA DE AÇÃO 
LIGAMENTO 
CENTRAL 
SISTEMA MAMÁRIO 
(30 pontos) 
Zootecnia 2 
C. S. Gottschall 
 
LIGAMENTO DO ÚBERE ANTERIOR 
“VAZIO” ENTRE PAREDE ABDOMINAL 
ROMPIMENTO DOS LIGAMENTOS 
ANTERIOR, CENTRAL, POSTERIOR 
- HIGIENE - MAMITES 
- ORDENHA 
- DESLOCAMENTO 
 
SISTEMA MAMÁRIO 
(30 pontos) 
Zootecnia 2 
C. S. Gottschall 
 
QUALIDADE DO ÚBERE 
 
Observação e palpação 
 
Suave e pegável (suave flácido e pegável sem 
excesso de tecido) 
 
Intermediário – textura fraca, com algum excesso de 
tecido adiposo 
 
Carnoso – volumoso, grande quantidade de tecido 
adiposo ou conjuntivo 
 
SISTEMA MAMÁRIO 
(30 pontos) 
Bovinocultura de leite 
 
Características Lineares 
descritivas – Raça Holandesa 
 
Zootecnia 2 
C. S. Gottschall 
 
CARACTERÍSTICAS DESCRITIVAS 
LINEARES 
Sistema de classificação linear – desenvolvido pela 
HOLSTEIN ASSOCIATION 
 
Permite uma classificação de características biológicas 
 melhoramento genético 
 
 Mede características biológicas isoladas, por 
observação, de um extremo a outro 
 
 Avalia características de potencial econômico e 
importância funcional 
 
 Avaliação uniforme – escala de 1 a 50 ou 1 a 9 
Bovinocultura de leite 
...... 
 
 ...... 
“True type” 
2012 
127º Reunião Associação Americana 
Zootecnia 2 
C. S. Gottschall 
 
HERDABILIDADE DAS CARACTERÍSTICAS DESCRITIVAS LINEARES 
 CARACTERÍSTICA
 
h 2 CARACTERÍSTICA h 2 
 Estatura0,37 Ligamento anterior 0,18 
 Força 0,26 Altura úbere posterior 0,18 
 Profundidade 
corporal 
0,32 Largura úbere posterior 
 
0,16 
 Angulosidade 0,23 Ligamento central 0,15 
 Angulo de garupa 0,29 Profundidade de úbere 0,25 
 Comprimento de 
garupa 
0,24 Colocação de tetos 0,21 
 Pernas, vista de lado 0,16 Comprimento de tetos 0,26 
- Angulo de casco
 
0,10 Escore final 0,30 
CARACTERÍSTICAS DESCRITIVAS 
LINEARES 
Zootecnia 2 
C. S. Gottschall 
 
ESTATURA 
Holandês e Pardo Suíço 
 
9 - Muito alta. 
> ou = 150cm 
7 - Alta. 145cm 
5 - Média. 140cm 
3 - Baixa. 135cm 
1 - Muito Baixa. < ou = 129cm 
Jersey 
 9 - Muito alta. > ou = 135cm 
7 - Alta. 129cm 
5 - Média. 124cm 
3 - Baixa. 119cm 
1 - Muito 
Baixa. 
< ou = 114cm 
CARACTERÍSTICAS DESCRITIVAS 
LINEARES 
Zootecnia 2 
C. S. Gottschall 
 
 
ANGULOSIDADE 
 
9 - Extremamente angulosa,descamada. 
7 - Angulosa. 
5 - Angulosidade mediana, moderadamente musculosa. 
3 - Pouca angulosidade, ossos arredondados, tosca. 
1 - Extremamente tosca, sem angulosidade. 
 
 
CARACTERÍSTICAS DESCRITIVAS 
LINEARES 
Zootecnia 2 
C. S. Gottschall 
 
CAPACIDADE CORPORAL 
(20 pontos) 
Zootecnia 2 
C. S. Gottschall 
 
 
 
9 - Peito extremamente profundo, narinas amplas e ossatura consistente. 
7 - Forte e boa largura de peito. 
5 - Largura de peito e força medianas. 
3 - Carência de força e abertura de peito. 
1 - Extremamente fina e débil. 
 
 
FORÇA 
CARACTERÍSTICAS DESCRITIVAS 
LINEARES 
Zootecnia 2 
C. S. Gottschall 
 
CAPACIDADE CORPORAL 
(20 pontos) 
Zootecnia 2 
C. S. Gottschall 
 
PROFUNDIDADE CORPORAL 
 
 
9 - Costelas extremamente profundas, arqueadas e grande capacidade corporal. 
7 - Corpo profundo. 
5 - Profundidade média. 
3 - Pouca profundidade. 
1 - Muito pouca profundidade. 
 
CARACTERÍSTICAS DESCRITIVAS 
LINEARES 
Zootecnia 2 
C. S. Gottschall 
 
CARACTERÍSTICAS DESCRITIVAS 
LINEARES 
Zootecnia 2 
C. S. Gottschall 
 
LARGURA DE GARUPA 
 
9 - Extremamente larga. 
7 - Larga. 
5 - Medianamente larga. 
3 - Apertada. 
1 - Extremamente apertada. 
 
CARACTERÍSTICAS DESCRITIVAS 
LINEARES 
Zootecnia 2 
C. S. Gottschall 
 
ÂNGULO DE GARUPA 
CARACTERÍSTICAS DESCRITIVAS 
LINEARES 
Zootecnia 2 
C. S. Gottschall 
 
ÂNGULO DE GARUPA 
 
9 - Extremamente caída. 
7 - Moderadamente caída. 
5 - Nivelada. 
3 - Moderadamente levantada. 
1 - Extremamente levantada. 
 
CARACTERÍSTICAS DESCRITIVAS 
LINEARES 
Zootecnia 2 
C. S. Gottschall 
 
CARACTERÍSTICAS DESCRITIVAS 
LINEARES 
Zootecnia 2 
C. S. Gottschall 
 
PERNAS – VISTA LATERAL 
 
9 - Extremamente curvas, jarrete. 
7 - Mederadamente curvas. 
5 - Ângulo do jarrete levemente curvado. 
3 - Moderadamente retas. 
1 - Extremamente retas. 
 
CARACTERÍSTICAS DESCRITIVAS 
LINEARES 
Zootecnia 2 
C. S. Gottschall 
 
PERNAS VISTA POSTERIOR 
 
 
9 - Caminha com os jarretes certos sem colocar o casco para fora. 
7 - Jarretes para dentro, casco levemente para fora. 
5 - Jarrete medianamente para dentro, casco também. 
3 - Jarrete raspando no úbere, casco para fora. 
1 - Jarrete extremamente fechado, casco para fora. 
 
CARACTERÍSTICAS DESCRITIVAS 
LINEARES 
Zootecnia 2 
C. S. Gottschall 
 
ÂNGULO DE CASCOS 
 
9 - Extremamente encastelados (talões altos). 
7 - Levemente encastelado. 
5 - Muralha 45 graus. 
3 - Levemente achinelados. 
1 - Extremamente achinelados. 
 
CARACTERÍSTICAS DESCRITIVAS 
LINEARES 
Zootecnia 2 
C. S. Gottschall 
 
ÂNGULO DE CASCOS 
CARACTERÍSTICAS DESCRITIVAS 
LINEARES 
Zootecnia 2 
C. S. Gottschall 
 
ÚBERE ANTERIOR 
 
9 - Firme, fortemente ligado à parede abdominal. 
7 - Bem ligado. 
5 - Medianamente ligado, um pouco bojudo. 
3 - Solto e bojudo. 
1 - Extremamente solto. 
 
CARACTERÍSTICAS DESCRITIVAS 
LINEARES 
Zootecnia 2 
C. S. Gottschall 
 
ALTURA DO ÚBERE POSTERIOR 
 
9 - Extremamente alto (10cm) acima de um ponto médio entre o jarrete e o ísquio. 
7 - Alto (+5cm). 
5 - Medianamente alto. 
3 - Baixo (-5cm). 
1 - Extremamente baixo (-10cm). 
 
CARACTERÍSTICAS DESCRITIVAS 
LINEARES 
Zootecnia 2 
C. S. Gottschall 
 
ALTURA DO ÚBERE POSTERIOR 
CARACTERÍSTICAS DESCRITIVAS 
LINEARES 
Zootecnia 2 
C. S. Gottschall 
 
ALTURA DO ÚBERE POSTERIOR 
CARACTERÍSTICAS DESCRITIVAS 
LINEARES 
Zootecnia 2 
C. S. Gottschall 
 
LARGURA DO ÚBERE POSTERIOR 
 
9 - Extremamente largo no ponto de insersão com perna (22cm) ou mais. 
7 - Largo (19cm). 
5 - Largura mediana (14cm). 
3 - Estreito (8cm). 
1 - Extremamente. 
 
CARACTERÍSTICAS DESCRITIVAS 
LINEARES 
Zootecnia 2 
C. S. Gottschall 
 
LIGAMENTO CENTRAL 
 
 
 
9 - Extremamente repartido, ligamento forte, fenda 7,5cm. 
7 - Claramente repartido, bom ligamento (5cm). 
5 - Quase não tem repartição (2,5cm). 
3 - Base do úbere sem repartição (1,5cm). 
1 - Sem repartição, assoalho convexo (2,5cm). 
 
CARACTERÍSTICAS DESCRITIVAS 
LINEARES 
Zootecnia 2 
C. S. Gottschall 
 
LIGAMENTO CENTRAL 
 
 
CARACTERÍSTICAS DESCRITIVAS 
LINEARES 
Zootecnia 2 
C. S. Gottschall 
 
PROFUNDIDADE DE ÚBERE 
 
 
9 - Base extremamente alta (15cm) acima do jarrete. 
7 - Base alta (10cm) acima do jarrete. 
5 - Base acima do jarrete (5cm). 
3 - Base na altura do jarrete. 
1 - Muito profundo, bem abaixo do jarrete (+5cm). 
 
CARACTERÍSTICAS DESCRITIVAS 
LINEARES 
Zootecnia 2 
C. S. Gottschall 
 
CARACTERÍSTICAS DESCRITIVAS 
LINEARES 
Zootecnia 2 
C. S. Gottschall 
 
CARACTERÍSTICAS DESCRITIVAS 
LINEARES 
PROFUNDIDADE DE ÚBERE 
 
Zootecnia 2 
C. S. Gottschall 
 
POSIÇÃO DE TETOS 
 
 
9 - Extremamente fechados, base do teto para dentro. 
7 - Localização interna do quarto. 
5 - Localização no centro do quarto. 
3 - Localização na periferia do quarto. 
1 - Extremamente aberto, base do teto na periferia. 
 
CARACTERÍSTICAS DESCRITIVAS 
LINEARES 
Zootecnia 2 
C. S. Gottschall 
 
POSIÇÃO DE TETOS 
 
CARACTERÍSTICAS DESCRITIVAS 
LINEARES 
Zootecnia 2 
C. S. Gottschall 
 
COMPRIMENTO DOS TETOS 
 
9 - Medindo da base à ponta do teto anterior (7,5cm). 
7 - Medindo da base à ponta do teto anterior (6,5cm). 
5 - Medindo da base à ponta do teto anterior (5,0cm). 
3 - Medindo da base à ponta do teto anterior (3,5cm). 
1 - Medindo da base à ponta do teto anterior (2,5cm). 
 
CARACTERÍSTICAS DESCRITIVAS 
LINEARES 
Zootecnia 2 
C. S. Gottschall7HO03707 PARADISE-R CLEITUS MATHIE Excellent (96) GM 
CLEITUS X BELL 
 MATHIE 
Zootecnia 2 
C. S. Gottschall 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 Produção USDA (PTA-Lbs) 
 Leite 696 
 Proteína 2 
 % Proteína -0.07 
 Gordura 27 
 % Gordura 0.01 
 % Conf 99 
 Filhas/Rebanhos 60107/10749
 
 Mérito Líquido 261 
 Mérito Fluído 327 
 Mérito em Queijo 218 
 Células 
Somáticas 
 2.88 
 CS % Conf 99 
 Tipo (PTA) 
 Tipo 0.50 
 % Conf 99 
 Filhas/Rebanhos 13534/4742 
 TPI 1376 
 Comp Úbere 1.18 
 Comp Pernas/Pés 0.56 
 Comp Corporal 0.01 
 Comp Leiteiro -0.43 
 País de Origem USA 
 Número de Reg 2080263 
 Vida Produtiva 4.3 
 VP % Conf 99 
 Facilidade de Parto 
 % Facilidade Parto 
Touro 
 7 
 % Conf/Obs 99/62492
 
 % Facilidade Parto 
Filhas 
 6 
 % Conf/Obs 99/38614
 
 % Nas Mortos (Pai) 7.5 
 % Conf/Obs 99/38343
 
 % Nas Mortos (Filhas) 7.8 
 % Conf/Obs 99/ 
 Indice Preñez Filhas -0.8 
 IPF % Conf 99 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 Produção USDA (PTA-Lbs) 
 Leite 696 
 Proteína 2 
 % Proteína -0.07 
 Gordura 27 
 % Gordura 0.01 
 % Conf 99 
 Filhas/Rebanhos 60107/10749
 
 Mérito Líquido 261 
 Mérito Fluído 327 
 Mérito em Queijo 218 
 Células 
Somáticas 
 2.88 
 CS % Conf 99 
 Tipo (PTA) 
 Tipo 0.50 
 % Conf 99 
 Filhas/Rebanhos 13534/4742 
 TPI 1376 
 Comp Úbere 1.18 
 Comp Pernas/Pés 0.56 
 Comp Corporal 0.01 
 Comp Leiteiro -0.43 
 País de Origem USA 
 Número de Reg 2080263 
 Vida Produtiva 4.3 
 VP % Conf 99 
 Facilidade de Parto 
 % Facilidade Parto 
Touro 
 7 
 % Conf/Obs 99/62492
 
 % Facilidade Parto 
Filhas 
 6 
 % Conf/Obs 99/38614
 
 % Nas Mortos (Pai) 7.5 
 % Conf/Obs 99/38343
 
 % Nas Mortos (Filhas) 7.8 
 % Conf/Obs 99/ 
 Indice Preñez Filhas -0.8 
 IPF % Conf 99 
Estatura 0.63 A 
 Caráter Leiteiro -0.13 C 
 Força -0.64 D 
 Profundidade Corporal -0.57 P 
 Largura da Garupa -0.64 E 
 Ângulo da Garupa 1.47 B 
 Pernas, Vista Lateral -0.71 R 
 Pernas, Vista Posterior -0.02 A 
 Ângulo do Casco 1.20 A 
 Escore de Pernas e Pés 0.44 A 
 Úbere Anterior, Inserção 1.36 F 
 Úbere Posterior, Altura -0.78 B 
 Úbere Posterior, Largura -0.42 E 
 Ligamento Central Úbere 1.15 F 
 Profundidade do Úbere 2.53 P 
 Colocação Tetas Anteriores 1.69 C 
 Colocação Tetas Posteriores 1.26 J 
 Comprimento, Tetas Ant. -0.24 C 
 -2 0 2 
 
MATHIE 
7HO03707 PARADISE-R CLEITUS MATHIE Excellent (96) GM 
Bovinocultura de leite 
Bovinocultura de leite 
Bovinocultura de leite 
 
 
 
 Até a próxima aula!!!! 
Zootecnia Geral 
Bovinocultura de 
corte 
 
 
 
Professor: 
Jean Carlos dos Reis Soares 
Zootecnia Geral 
 
INTRODUÇÃO 
 
 
Fonte: Prof. Dr. Carlos S. Gottschall 
 
Zootecnia Geral 
 
Material: 
NETAULA 
 
Zootecnia Geral 
Zootecnia Geral 
5 
• Globalização 
• Aumento da competitividade 
• Diminuição da rentabilidade 
• Explosão tecnológica 
• Expansão ambiental 
• Função social das 
organizações 
Bovinocultura de corte 
Tempo 
M
o
d
e
rn
iz
a
ç
ã
o
 
Evolução da atividade Pecuária 
Competitividade 
Tecnologias 
Gestão 
Bovinocultura de corte 
Bovinocultura de corte 
Bovinocultura de corte 
Rebanho Bovino 2014
Mato Grosso 28.592.183
Minas Gerais 23.707.042
Goias 21.538.072
Mato Grosso do Sul 21.003.830
Pará 19.911.217
Rio Grande do Sul 13.956.953
Rondônia 12.744.326
Bahia 10.824.134
São Paulo 10.126.223
Paraná 9.181.577
Tocantis 8.062.227
Demais estados 32.696.148
Rebanho bovino: 212.343.932 
33% 
22% 
18% 
13% 
14% 
Centro Oeste Norte Sudeste
Sul Nordeste
Fonte: Anúário DBO 
Zootecnia Geral Norte: 22% 
Centro Oeste: 33% 
BOVINOS EM 2014 
 
Nº DE CABEÇAS POR 
REGIÕES PRODUTORAS (%) 
Fonte: Anuário DBO 
Sul: 13% 
Nordeste: 14% 
Sudeste: 18% 
Zootecnia Geral 
MT: 13% 
BOVINOS EM 2014 
 
Nº DE CABEÇAS POR 
REGIÕES PRODUTORAS (%) 
Fonte: Anuário DBO 
MG: 11% 
GO: 10% 
MS: 10% 
PA: 9% 
RS: 7% 
Zootecnia Geral 
Principais produtores mundiais de carne bovina*** 
País 2016* 2015** 2014 
EUA 11.389 10.861 11.076 
Brasil 9.600 9.425 9.723 
U Europeia 7.560 7.540 7.443 
China 6.785 6.750 6.890 
Índia 4.500 4.200 4.100 
Argentina 2.680 2.740 2.700 
Austrália 2.300 2.550 2.595 
México 1.865 1.845 1.827 
Paquistão 1.775 1.725 1.675 
Rússia 1.300 1.355 1.370 
Canadá 975 1.025 1.099 
Outros 8.467 8.427 9.248 
Total 59.196 58.443 59.746 
* Estimativa; ** Dados preliminares; *** Milhões de toneladas equivalente carcaça; Fonte: USDA/DBO 2015 
 
Zootecnia Geral 
Principais exportadores mundiais de carne bovina*** 
País 2016* 2015** 2014 
Índia 2.175 2.000 2.082 
Brasil 1.775 1.625 1.909 
Austrália 1.625 1.815 1.851 
EUA 1.100 1.035 1.167 
Nova Zelândia 598 590 579 
Paraguai 410 400 389 
Uruguai 395 360 350 
Canadá 370 375 370 
U Europeia 310 300 300 
México 300 245 194 
Argentina 265 230 197 
Outros 603 626 594 
Total 9.926 9.601 9.982 
* Estimativa; ** Dados preliminares; *** Milhões de toneladas equivalente carcaça; Fonte: USDA/DBO 2015 
 
Zootecnia Geral 
Principais importadores mundiais de carne bovina*** 
País 2016* 2015** 2014 
EUA 1.381 1.559 1.337 
Rússia 735 700 929 
Japão 727 740 739 
China 700 600 417 
Hong Kong 500 450 646 
Coréia do Sul 454 400 392 
U Europeia 370 370 372 
Canadá 285 290 284 
Egito 285 270 270 
Malásia 250 235 205 
Chile 230 200 241 
Outros 1.794 1.745 2.068 
Total 7.711 7.559 7.900 
* Estimativa; ** Dados preliminares; *** Milhões de toneladas equivalente carcaça; Fonte: USDA/DBO 2015 
 
Zootecnia 3 
C. S. Gottschall 
 
BOVINOS DE CORTE 
ANIMAIS TIPO CARNE: 
 
 
“Em contraposiçãoaos bovinos de leite, nos 
bovinos de corte observamos indivíduos 
corpulentos, corpo compacto e linhas 
redondas”. 
Zootecnia 3 
C. S. Gottschall 
 
Produção de bovinos de corte 
ANIMAIS TIPO CARNE: 
 
 
 Caracterizam-se por grande profundidade e espessura do 
corpo. Seu propósito principal é converter eficientemente o 
alimento em carne de alta qualidade para o consumo 
humano. 
PADRÃO  Características de 
carcaça comercializável de acordo c/ o 
gosto do consumidor. Deve apresentar 
alto rendimento - compacto, profundo, 
desenvolvido, espessa cobertura 
muscular ( cortes nobres) 
Zootecnia 3 
C. S. Gottschall 
 
MELHORAMENTO / SELEÇÃO 
Em 1710  vacas c/ 170 kg e terneiros c/ 22 kg 
 
  ROBERT BAKEWELL 
Em 1795  vacas c/ 362 kg e terneiros c/ 67 kg. 
 
O aumento da população de gados não aumentou de 
forma paralela com o aumento da população humana. 
 
 
 Entretanto a produtividade animal aumentou de 
forma considerável. 
 
 
O mais importante sem dúvida é identificar e eliminar 
os animais improdutivos, para manter a lucratividade 
dos rebanhos. 
Bos 
primigenius 
Bos indicus 
Zebu indiano 
Zebu 
africano 
Bos taurus Europeu 
Africano 
 Origem das raças 
18 
Zootecnia 3 
C. S. Gottschall 
 
RAÇAS DE BOVINOS DE CORTE: 
Britânicas: 
 Aberdeen Angus; Hereford; Devon 
 
Continentais (grande porte): 
 Charolês, Chianina 
 
 Zebuínas: 
 Nelore; Brahman; Guzerá; Tabapuã 
 
Adaptadas: 
 Boran; Tuli; Senepol 
 
Derivadas ou compostas: 
 Santa Gertrudis; Brangus; Braford; Montana 
Zootecnia 3 
C. S. Gottschall 
 
 
B. taurus  ZONAS 
TEMPERADAS. 
 
 
Ex: Red Angus 
 
 
 
B. indicus  ZONAS TROPICAIS, 
> RESISTÊNCIA AO CALOR, 
CERTAS ENFERMIDADES E 
PARASITOS EXTERNOS. 
 
 Ex: Nelore 
ORIGEM – Bos taurus, Bos indicus e CRUZAS. 
Produção de bovinos de corte 
Zootecnia 3 
C. S. Gottschall 
 
ORIGEM – Bos taurus, Bos indicus e CRUZAS. 
Produção de bovinos de corte 
Bos indicus Bos taurus 
Tolerância ao calor Elevada Pequena 
Ecto e endoparasitos > Resistência < Resistência 
Regime de pastoreio < exigente > exigente 
Necessidades nutricionais < exigente > exigente 
Gestação 292 dias 281 dias 
Pescoço Curto e estreito Curto e amplo 
Giba Presente Ausente 
Barbela Com barbela Sub desenvolvida 
Umbigo na fêmea Desenvolvido Vestígio 
Pelos > curto e lisos < curto e lisos 
Bolsa escrotal/testículos Menor Grande 
Pele > elástica < elástica 
Zootecnia 3 
C. S. Gottschall 
 
ORIGEM – Bos taurus, Bos indicus e CRUZAS. 
Produção de bovinos de corte 
Bovinocultura de corte 
 
RAÇAS DE BOVINOS DE CORTE 
 
Zootecnia 3 
C. S. Gottschall 
 
RAÇAS DE BOVINOS DE CORTE: 
Britânicas: 
 Aberdeen Angus; Red Angus 
 
Bovinocultura de corte 
Origem e História 
 Nativa da Escócia – condado de Aberdeen e Angus 
 Uma das raças mais antigas 
 Início era aspada – mocho é dominante 
 Pelagem não era padrão 
 Produção e qualidade de carne (tipo zootécnico) 
 Pressão de seleção 
 Primeiro registro (histórico oficial 1862) 
Maior impulso da raça nos EUA (1870 – A.A.A) 
Bovinocultura de corte 
RAÇA ABERDEEN ANGUS 
Origem e História - BRASIL 
 No Brasil – primeiro criador Leonardo Collares Sobrinho – Bagé 
 Touro Menelik – registrado em 1906 
 
 
Bovinocultura de corte 
Aberdeen Angus e Red Angus 
 Origem Escocesa – Britânica 
 Raça mocha 
 Pelagem preta ou vermelha 
 Utilizada em cruzamentos – reprodução 
 Aptidão produção de carne 
 Origem da raça Brangus (Brahman) 
 Grande crescimento no Brasil 
 
 
 
Zootecnia 3 
C. S. Gottschall 
 
RAÇAS DE BOVINOS DE CORTE: 
Britânicas: 
 Hereford; Polled Hereford 
 
 
Bovinocultura de corte 
Bovinocultura de corte 
Hereford 
 Origem Inglaterra – Condado de Hereford 
 Primeiro registro no Brasil 1907 
 Pelagem vermelha e branca 
 A cara, o bordo superior do pescoço, a frente do peito, extremidades 
dos membros e a ponta da cauda são brancos. 
 Variedade mocha e aspada 
 Utilizada em cruzamentos – reprodução 
 Aptidão produção de carne 
 Origem da raça Braford (Brahman) 
 
Zootecnia 3 
C. S. Gottschall 
 
RAÇAS DE BOVINOS DE CORTE: 
Britânicas: 
 Devon 
 
 
Bovinocultura de corte 
Devon 
 Origem Inglaterra – Condado de Devon 
 Pelagem avermelhado escuro – No Brasil pelagem Rubi 
 Apresentam chifres 
Muito criada no RS 
 Devon no Brasil – Assis Brasil 
 
 
 
Bovinocultura de corte 
Devon 
Zootecnia 3 
C. S. Gottschall 
 
RAÇAS DE BOVINOS DE CORTE: 
Continentais (grande porte): 
 Charolês, 
 
Bovinocultura de corte 
Charolês 
 Origem na França 
 Pelagem branco creme uniforme 
 Porte Grande 
 Alta produção de carne 
 Alta exigência nutricional 
 O RS foi um importante polo da raça 
 Forma a raça Canchim 
 
Zootecnia 3 
C. S. Gottschall 
 
RAÇAS DE BOVINOS DE CORTE: 
Continentais (grande porte): 
 Limousin 
 
Bovinocultura de corte 
Limousin 
 Origem na França 
 Animais de grande porte 
 Alta produção de carne 
 Pelagem amarelo claro com áreas mais claras em torno dos olhos, do 
focinho, ventre, períneo e extremidades dos membros 
 
 
 
 
Zootecnia 3 
C. S. Gottschall 
 
RAÇAS DE BOVINOS DE CORTE: 
Continentais (grande porte): 
 Chianina 
 
 
Bovinocultura de corte 
Chianina 
 Origem na Itália 
 Raça de maior porte 
 Pelagem de cor branco porcelana 
 Utilizado para cruzamentos 
 No Brasil os primeiros animais chegaram em 1956 
 
 
 
 
Zootecnia 3 
C. S. Gottschall 
 
RAÇAS DE BOVINOS DE CORTE: 
Zebuínas: 
 Nelore; 
Bovinocultura de corte 
Nelore 
 Origem na Índia 
 Pelagem branca ou cinza clara e vermelha amarelada e pintada de 
preto 
 Pele é preta, solta, macia e oleosa 
 Pelo curto fino e sedoso e orelhas curtas 
 Representa o maior percentual do rebanho brasileiro 
 Nelore mocho e aspado 
Muito utilizado em cruzamentos 
 
Bovinocultura de corte 
Nelore 
 
Zootecnia 3 
C. S. Gottschall 
 
RAÇAS DE BOVINOS DE CORTE: 
Zebuínas: 
 Brahman; 
Bovinocultura de corte 
Brahman 
 Criada nos EUA 
 Cruzamento das raças Nelore, Gir, Valley e Sindi 
 Entrou no Brasil em 1994 – vindo EUA 
 Pelagem cinza claro para escuro 
 Origem as raças Braford e Brangus 
 
 
40 
Zootecnia 3 
C. S. Gottschall 
 
RAÇAS DE BOVINOS DE CORTE: 
Zebuínas: 
 Guzerá; 
Bovinocultura de corte 
Guzerá 
 Origem da Índia 
 Primeira raça zebuína a chegar no Brasil - 1870 
 Chifres desenvolvidos e simétricos 
 Pele preta, solta, fina e flexível 
 Pelagem de cinza clara a cinza escuro 
 Anterior e posterior normalmente mais escuro 
 
 
 
 
Zootecnia 3 
C. S. Gottschall 
 
RAÇAS DE BOVINOS DE CORTE: 
Zebuínas: 
 Tabapuã 
Bovinocultura de corte 
Tabapuã 
 É uma raça nacional – Município de Tabapuã – SP 
 Descendente da raça Nelore e Guzerá - 1940 
 Raça Mocha 
 Pelagem branca ou variações de cinza 
 “Zebu Brasileiro” – conhecido 
 O Gir e o Guzerá foram introduzidos na raça 
 
 
 
 
Zootecnia 3 
C. S. Gottschall 
 
RAÇAS DE BOVINOS DE CORTE: 
Adaptadas: 
 Tuli; 
Bovinoculturade corte 
Tuli 
 É uma raça originária do Zimbabwe 
 A pelagem varia entre amarelo, marrom e vermelho 
 
 
 
 
 
Zootecnia 3 
C. S. Gottschall 
 
RAÇAS DE BOVINOS DE CORTE: 
Adaptadas: 
 Senepol 
Bovinocultura de corte 
Senepol 
 É uma raça originária das Ilhas Virgens no Caribe (1918) 
 Origem do cruzamento das raças Red Poll (britânica) e N´Dama 
(Senegal) 
 1940 registro da raça Senepol 
 No Brasil importação de sêmen em 1998 
 Pelo curto 
 Adaptada a temperaturas altas 
 Raça mocha 
Zootecnia 3 
C. S. Gottschall 
 
RAÇAS DE BOVINOS DE CORTE: 
Derivadas ou compostas: 
 Santa Gertrudis 
Bovinocultura de corte 
Santa Gertrudis 
 Origem no Texas – EUA 
 Nome em homenagem ao rio Santa Gertrudis 
 Origem do cruzamento das raças Shorthon e Brahman 
 1940 reconhecimento da raça 
 Pelagem vermelho escuro 
 
Zootecnia 3 
C. S. Gottschall 
 
RAÇAS DE BOVINOS DE CORTE: 
Derivadas ou compostas: 
Brangus 
Bovinocultura de corte 
Red Brangus 
Bovinocultura de corte 
Brangus e o Red Brangus 
 Criada nos EUA - 1912 
 Originária das raças Brahman e Angus 
 No Brasil, utilizado com a raça Nelore 
 Animais 3/8sangue zebuino e 5/8 angus 
 Brangus no Brasil: Ibage – EMBRAPA Bagé – RS 
 Objetivo: maior produção de carne e rusticidade 
 Pelagem curta preta ou vermelha 
 
Bovinocultura de corte 
Exemplo Girolando 
 
Zootecnia 3 
C. S. Gottschall 
 
RAÇAS DE BOVINOS DE CORTE: 
Derivadas ou compostas: 
 Braford; 
Bovinocultura de corte 
Derivadas ou compostas: 
 Braford; 
Bovinocultura de corte 
Braford 
 Criada nos EUA – Flórida - 1964 
 Originária das raças Brahman e Hereford 
 No Brasil, utilizado com a raça Nelore 
 Animais 3/8sangue Brahman e 5/8 hereford 
 No Brasil: EMBRAPA Bagé – RS 
 Objetivo: maior produção de carne e rusticidade 
 Pelagem curta –variações de vermelho 
 
 
Zootecnia 3 
C. S. Gottschall 
 
RAÇAS DE BOVINOS DE CORTE: 
Derivadas ou compostas: 
Montana  NABC 
Bovinocultura de corte 
Montana 
 Produto composto – Nelore, Adaptado, Britânico, Continental (NABC) 
 Envolve de 4 a 8 raças 
 Composto = comum em suínos e aves 
 Explora o ganho de heretose (cruzamento) 
 No Brasil, Início em 1994 
 Empresas responsáveis: Cia CFM e Leachman (EUA) 
 Trabalha no sistema de Franquia 
 Apoio técnico da USP – Pirassununga – SP 
 
Bovinocultura de corte 
Highland 
 
 
Bovinocultura de corte 
Long horn 
 
 
Bovinocultura de corte 
Franqueiro – Crioulo Lageano 
 
 
60 
Zootecnia 3 
C. S. Gottschall 
 
CATEGORIAS DE UM REBANHO 
1- Terneiros / as 
2- Novilhos (sobreano) 
3- Novilhos (2,5 anos) 
4- Bois de 3,5 anos 
5- Bois de 4,5 anos 
6- Bois de 5,5 anos 
7- Novilhas de sobreano 
8- Novilhas de 2,5 anos 
9- Novilhas de 3,5 anos 
10- Vacas c/ cria 
11- Vacas solteiras 
12- Vacas de invernar (descarte) 
13- Touros 
Zootecnia 3 
C. S. Gottschall 
 
FASES DO PROCESSO PRODUTIVO 
1- Cria 
2- Recria 
3- Terminação ou Engorda 
 
 
 
 
 
 
 
 
I. 
CRIA 
 II. 
RECRIA 
III. 
TERMINAÇÃO 
 
(Venda R$) 
 Quando a propriedade realiza as três fases pode ser denominado 
 CICLO COMPLETO. 
 
 
 
CRIA 
Objetivo: Produção de Bezerros 
Sistemas extremamente complexos 
Sistemas de Produção – Bovinocultura de Corte 
 
 
 
CRIA 
Objetivo: Produção de Bezerros 
Sistemas extremamente complexos 
Sistemas de Produção – Bovinocultura de Corte 
 
 
 
CRIA 
Objetivo: Produção de Bezerros 
Sistemas extremamente complexos 
Sistemas de Produção – Bovinocultura de Corte 
Objetivo número 
1 da vaca de cria 
Um terneiro viável 
por ano 
 
 
 
Objetivo: Produção de Bezerros 
Sistemas extremamente complexos 
Sistemas de Produção – Bovinocultura de Corte 
VIVO 
PARIDO NO 
TEMPO CERTO 
SAUDÁVEL 
DESMAMADO 
COM BOM PESO 
Bezerro viável!!!! 
DESAFIOS 
Pecuária competitiva e de alta eficiência 
Otimizar produção de bezerros (taxas) 
Bezerros mais pesados 
Utilizar de forma adequada as tecnologias 
Produtividade – palavra chave 
Produção de Bezerros 
73 
 
 
 
RECRIA 
Objetivo: Desenvolvimento de Machos e Fêmeas 
Espaço curto de tempo 
Sistemas de Produção – Bovinocultura de Corte 
 
 
 
RECRIA 
Objetivo: Desenvolvimento de Machos e Fêmeas 
Espaço curto de tempo 
Sistemas de Produção – Bovinocultura de Corte 
 
 
 
ENGORDA / TERMINAÇÃO 
Objetivo: Produção de carne 
Entre 90 a 150 dias 
Sistemas de Produção – Bovinocultura de Corte 
 
 
 
ENGORDA / TERMINAÇÃO 
Objetivo: Produção de carne 
Entre 90 a 150 dias 
Sistemas de Produção – Bovinocultura de Corte 
 
 
 
ENGORDA / TERMINAÇÃO 
Objetivo: Produção de carne 
Entre 90 a 150 dias 
Sistemas de Produção – Bovinocultura de Corte 
 
 
 
ENGORDA / TERMINAÇÃO 
Objetivo: Produção de carne 
Entre 90 a 150 dias 
Sistemas de Produção – Bovinocultura de Corte 
Zootecnia 3 
C. S. Gottschall 
 
 OBJETIVO – DIMINUIR ESTOQUE (Diminuir custos) 
Eliminar do processo animais improdutivos 
---
---
XXX
XXX
XXX
---XX3,5 anos
Pecuária 
Moderna
Pecuária 
Tradicional
Categorias
XXXXXXXTerneiros
---XX4,5 anos
---XX2,5 anos
---XXSobreano
Eficiência de utilização do estoque bovino 
 
 
 
Zootecnia 3 
C. S. Gottschall 
 
 INDICADORES MÉDIOS DE PRODUTIVIDADE – BOV. 
DE CORTE 
 
 
 
Taxa de natalidade  45-50% (desmame = 37%) 
Idade de abate  4 anos 
Idade ao 1o acasalamento  3 anos 
Idade ao 1o parto  4 anos 
Taxa de mortalidade  metade ou mais do que é abatido 
Taxa de desfrute  17 – 18 % 
 INDICADORES DESEJADOS DE PRODUTIVIDADE – 
BOV. DE CORTE 
Taxa de natalidade  80-90% (desmame = 75-85%) 
Idade de abate  1,5 a 2,5 anos (10 meses) 
Idade ao 1o acasalamento  14-15meses; 2 anos 
Idade ao 1o parto  2 ou 3 anos 
Taxa de mortalidade  entre 1 a 3% 
Taxa de desfrute  23 - 45 % 
Indicadores de Produtividade na Cria 
(Barcellos, 2013) 
Sistema de cria Tradicional Competitivo 
Taxa de natalidade (%) 60-80 80-95 
Taxa de mortalidade até 1 ano (%) 4-10 2-4 
Idade ao desmame (meses) 3-5 6-8 
Peso ao desmame (kg) 120-140 180-225 
Idade ao 1º acasalamento (meses) 24-36 18-24 
Peso ao 1º acasalamento (kg) 270-300 300-320 
Intervalo entre partos (meses) 16-20 14-16 
Lotação (UA/há) 0,5 a 1,0 1,0 a 2,5 
Zootecnia 3 
C. S. Gottschall 
 
ESTRUTURA DO REBANHO RELACIONADA AO MANEJO 
TRADICIONAL x MANEJO PROPOSTO 
 
 
 
Manejo tradicional 
45 - 50% natalidade 
Manejo proposto 
80% natalidade 
Vacas com cria ao pé 20 % 38 % 
Vacas solteiras 19 % --- 
Novilhas de 3 anos 8 % --- 
Novilhas de 2 anos 9 % 15 % 
Terneiros/as 18 % 30 % 
Novilhos de 4 anos 7 % --- 
Novilhos de 3 anos 8 % --- 
Novilhos de 2 anos 8 % 14 % 
Touros 3 % 4 % 
Zootecnia 3 
C. S. Gottschall 
 
 PRINCIPAIS CAUSAS DE BAIXO DESEMPENHO 
 
 
 
Nutricional (fome) 
 
Ausência de conhecimento e práticas de manejo 
 
Seleção - tipo animal  interação com o ambiente 
Zootecnia 3 
C. S. Gottschall 
 
 PROCESSO PRODUTIVO  Baseado em Campo nativo 
 
 
 
 Apresenta uma estacionalidade de produção em 
qualidade e quantidade 
Produção de matéria seca do campo nativo em Kg/haBAGÉ
650
750
217
277
563
835
167
95
133
200
383367
0
100
200
300
400
500
600
700
800
900
J F M A M J J A S O N D
Meses
Kg de MS/ha
Zootecnia 3 
C. S. Gottschall 
 
 PROCESSO PRODUTIVO  Baseado em Campo nativo 
 
 
 
Desenvolvimento de novilhos em campo natural X pastagem 
cultivada
214
255
325
400
427
466
512
409
442
342
362
219230
190179
200
235
0
100
200
300
400
500
600
Ju
l
S
et
 1
 a
no
Ja
n
A
br
A
go
O
ut
 2
 a
no
s
M
ai
S
et
 3
 a
no
s
M
ai
S
et
 4
 a
no
s
A
br
 4
,5
 a
no
s
Idade e meses
K
g
Pastagem cultivada
Campo nativo
Zootecnia 3 
C. S. Gottschall 
 
 PROCESSO PRODUTIVO  Baseado em Campo nativo 
 
 
 
Variações de peso de novilhos em campo 
nativo (kg/dia/mês). 
-0,5
0
0,5
1
Set Out Nov Dez Jan Fev Mar Abr Mai Jun Jul Ago
Adaptado de CAGGIANO FILHO et al., (1987).
• Ganho de peso = + 110,8 kg
• Perda de peso = - 40,4 kg
Saldo = + 70,4 kg
Zootecnia 3 
C. S. Gottschall 
 
 PROCESSO PRODUTIVO  Baseado em Campo 
nativo 
 
 
 
Ganhos 
(Kg) 
Perdas 
(kg) 
Saldo 
(G.P.V/Ha) 
Lotação 
Vacaria 79,5 Set/Fev -43,8 35,8 kg/ha 1,5 nov/ha 
São Gabriel 118,7 Set/Abr -32,8 85,9 kg/há 1,0 nov/ha 
Uruguaiana 96,1 Ago/Jun - 9,6 86,5 kg/ha 0,7 nov/ha 
80 
 
 
 
 
 
 
 
 
 Manter registro - eficiência na produção 
 Exemplo de controles: 
 Ganho de peso 
 Reprodução 
 Mortalidade 
 Uso de produtos 
 Facilita a identificação e a correta tomada de 
decisão 
 A identificação é um manejo importante na 
pecuária 
 Ideal é realizar o quanto antes 
 
IDENTIFICAÇÃO 
 Composta por um código (números/letras) 
 Identificação única para o animal 
 Procedimento de identificação é simples, mas, 
necessita de atenção especial 
 Pessoa treinada e equipamentos bons 
 Métodos de identificação: 
 Tatuagem 
 Brincos (visual ou eletrônicos) 
 Marcação a fogo 
 Outros: corte na orelha, marcação a frio, 
colares e etc. 
Todos os métodos tem limitações de usos!!!! 
 
IDENTIFICAÇÃO 
 Método permanente 
 Fácil realização 
 Visualização ruim 
 Realizado animal jovem 
 Combinado com outro 
método 
 
IDENTIFICAÇÃO 
 Método permanente 
 Fácil realização 
 Visualização ruim 
 Realizado animal jovem 
 Atenção ao local!!!!! 
 Combinado com outro 
método 
 
IDENTIFICAÇÃO 
 Muito comuns 
 Fácil aplicação 
 Boa visibilidade 
 Perda de brincos!!! 
(produtos ruins e aplicação) 
 Treinar a pessoa 
responsável 
 
 
 
IDENTIFICAÇÃO 
IDENTIFICAÇÃO 
IDENTIFICAÇÃO 
 Método mais comum 
 Identificar a raça, proprietário, 
indivíduo, manejos e etc. 
 Desaconselhado – bem estar 
 Manejo mais complexo 
 Fácil visualização 
 Pessoa capacitada e treinada 
para executar a tarefa 
 
 
 
IDENTIFICAÇÃO 
IDENTIFICAÇÃO 
IDENTIFICAÇÃO 
101 
IDENTIFICAÇÃO 
Muito obrigado. 
Até a próxima aula!!!! 
 
Jean Carlos dos Reis Soares 
Bovinocultura de corte 
Bovinocultura de 
corte 
Continuação..... 
 
 
Professor: 
Jean Carlos dos Reis Soares 
Zootecnia Geral 
 
INTRODUÇÃO 
 
 
Fonte: Prof. Dr. Carlos S. Gottschall 
 
Zootecnia Geral 
 
Material: GMAIL 
E-mail: zootecniaulbra@gmail.com 
Senha: agrovet2016 
 
Zootecnia Geral 
Zootecnia Geral 
107 
Zootecnia 3 
C. S. Gottschall 
 
PRINCIPIOS PARA O MANEJO DE BOV. DE 
CORTE 
 EFICIÊNCIA REPRODUTIVA  NATALIDADE; 
  Através do  % parição,  idade 1º acasalamento, 
  % vacas nos rebanhos. 
Zootecnia 3 
C. S. Gottschall 
 
PRINCIPIOS PARA O MANEJO DE BOV. DE 
CORTE 
 ALIMENTAÇÃO 
  A base alimentar dos rebanhos baseada em CN que 
 apresenta: 
 - Boa produção estival (Primavera / verão) 
 - Mantêm no Outono 
 - Perde no Inverno 
 NO RS 90% da exploração de BOV de CORTE é 
baseada em campo nativo (aperfeiçoar manejo e utilização 
das áreas, conhecendo suas POTENCIALIDADES e 
LIMITAÇÕES). 
Zootecnia 3 
C. S. Gottschall 
 
CARACTERISTICAS REPRODUTIVAS DE BOV. DE 
CORTE 
Estro ou cio  A fêmea aceita o macho. 
 Dura cerca de 16-20 hs (3 a 30 hs) 
 Ocorre em média a cada 21-21 dias (18-23) 
 
 
 Poliéstrica anual 
 
 Sinais de estro 
 - nervosismo, montar em outras, muco, micção, hiperemia 
 - reflexo de imobilidade. 
Zootecnia 3 
C. S. Gottschall 
 
CARACTERISTICAS REPRODUTIVAS DE BOV. DE 
CORTE 
 Período gestação bovina - 283 dias (280-285) 
Zootecnia 3 
C. S. Gottschall 
 
PRINCIPIOS PARA O MANEJO DE BOV. DE 
CORTE 
 Anestro pós-parto (ausência de cio) é um 
fenômeno complexo controlado por vários fatores, 
sendo a NUTRIÇÃO freqüentemente a causa principal 
de infertilidade  BAIXA NATALIDADE 
Zootecnia 3 
C. S. Gottschall 
 
PARTIÇÃO ENERGÉTICA 
 Os nutrientes são divididos por ordem de prioridade: 
 - Primeiro para manter a vida do animal e; 
 - Depois para propagar a espécie. 
A ordem aproximada para a divisão de nutrientes é a seguinte: 
 
1-) Metabolismo basal; 2-) Atividade muscular; 
3-) Crescimento; 4-) Reserva energética básica; 
5-) Prenhez; 6-) Lactação; 
 
7-) Reservas energéticas adicionais; 8-) Ciclo estral e início de 
 gestação 
9-) Reservas em excesso. 
USO DO ESCORE DE CONDIÇÃO CORPORAL 
(ECC) 
A estimativa do estado nutricional dos 
ruminantes de interesse zootécnico por meio da 
avaliação da condição corporal é uma medida 
subjetiva baseada na classificação dos animais 
em função da cobertura muscular e da massa 
de gordura. 
 
Portanto, o escore de condição corporal (ECC) 
estima o estado nutricional dos animais por 
meio de avaliação visual e/ou tátil e representa 
uma ferramenta importante de manejo. 
USO DO ESCORE DE CONDIÇÃO CORPORAL 
(ECC) 
O método é rápido, prático e barato, reflete as 
reservas energéticas dos animais e serve como 
auxiliar na indicação de práticas a serem adotadas 
no manejo nutricional do rebanho. 
 
Iniciou com Jefferies em 1961, na Escócia, para 
ovinos. A avaliação era feita por palpação do grau 
da cobertura muscular e da cobertura adiposa da 
região lombar dos animais. 
Essa metodologia foi estendida, ainda na Escócia, 
para bovinos de corte (LOWMAN et al., 1976) 
Zootecnia 3 
C. S. Gottschall 
 
USO DO ESCORE DE CONDIÇÃO CORPORAL 
(ECC) 
  Medida subjetiva (palpação ou visual) para determinar o grau 
de reservas energéticas do ANIMAL 
 Vacas em melhor ECC apresentam maior probabilidade de 
PRENHEZ 
 Escala de 1 a 5 
Muito Magra 
Magra 
Moderada 
Gorda 
Muito Gorda 
Zootecnia 3 
C. S. Gottschall 
 
 Método subjetivo de 
avaliação da reserva 
energética animal 
 
 
 Escala de 1 a 5 
 (Lowman et al, 1978) 
 
 Escala de 1 a 9 
 (Nebraska System) 
117 
Zootecnia 3 
C. S. Gottschall 
 
 Permite comparar animais de diversos tamanhos e raças 
 
 Classificação pelo grau de reservas independente do peso 
 
 Sem custo adicional 
 
 Aceitável grau de precisão 
 
 
 
 
 
 
  Indicador real de estado nutricional, podendo ser usado 
como preditor de eficiência reprodutiva 
 
118 
Zootecnia 3 
C. S. Gottschall 
 
 Inúmeros trabalhos conseguiram demonstrar uma relação 
direta entre o ECC ao parto e eficiência reprodutiva 
 (Kilkenny,1978; Herd & Sprott 1986; Williams, 1990; Rae et al, 1993; 
Anderson 2002) 
 
 ECC USADO COMO FERRAMANTA DE MANEJO PARA 
AVALIAR: 
 Potencial reprodutivo 
 Determinar o planejamento nutricional 
 Determinar estratégias de manejo dos rebanhos de cria 
 
 
119 
Desmame 
Suplementação vacas 
 
Zootecnia 3 
C. S. Gottschall 
 
Prioridade do uso de Nutrientes 
Perspectivas da VACA 
120 
121 
Ponta do 
Ílio 
Zootecnia 3 
C. S. Gottschall 
 
Escala 1 a 9 
ECC 1 
Debilitada: Vaca 
extremamente magra, sem 
nem uma gordura detectável. 
Inserção da cauda e as costelas 
bastante proeminentes. 
123 
Zootecnia 3 
C. S. Gottschall 
 
Escala 1 a 9 
ECC 2 
Pobre: Vaca bastante magra, mas inserção da cauda e 
as costelas menos projetadas. Processos espinhosos e 
transversos continuam pontiagudos, mas apresenta um 
pouco de cobertura – tecido. 
124 
Zootecnia 3 
C. S. Gottschall 
 
Escala 1 a 9 
ECC 3 
Magra: Costelas continuam inidentificáveis 
individualmente, mas, menos agudas ao toque – 
presença de tecido de cobertura. Há pequena 
quantidade de gordura palpável ao longo da espinha e 
cauda 
125 
Zootecnia 3 
C. S. Gottschall 
 
Escala 1 a 9 
ECC 4 
Intermediária - limite: As costelas não identificadas 
individualmente. Processos espinhosos detectados por 
palpação e bem mais arredondados. Certa cobertura de 
gordura nas costelas, processos transversos e ossos da bacia 
126 
Zootecnia 3 
C. S. Gottschall 
 
Escala 1 a 9 
ECC 5 Moderada: Animal com boa aparência geral, 
cobertura de gordura nas costelas e inserção 
da cauda – palpável. 
127 
Zootecnia 3 
C. S. Gottschall 
 
ECC 6 
 Escala 1 a 9 
Moderada alta - boa: necessário palpação firme para 
sentir os processos espinhosos. Grande quantidade de 
gordura palpável nas costelas e cauda. 
ECC 6 
128 
Zootecnia 3 
C. S. Gottschall 
 
Escala 1 a 9 
ECC 7 
Boa: boa cobertura muscular 
e considerável quantidade de 
gordura – aparência gorda. 
Costela e inserção da cauda 
cobertos. Presença de 
“bolsas” de acúmulo de 
gordura localizada. 
129 
Zootecnia 3 
C. S. Gottschall 
 
Escala 1 a 9 
ECC 8 
Gorda: alta deposição de 
carne e gordura. Impossível 
palpar os processos 
espinhosos. Vasto depósito 
de gordura nas costelas, ao 
redor da cauda e em torno da 
vulva. Várias “bolsas”. 
130 
Zootecnia 3 
C. S. Gottschall 
 
Escala 1 a 9 
Extremamente gorda: vaca obesa, semelhante a um bloco. 
“bolsas” projetadas. Inserção da cauda e íleo cobertos por 
gordura. Estrutura óssea não podem ser visualizadas e quase 
impossível palpar. Prejudica mobilidade. 
ECC 9 
131 
Zootecnia 3 
C. S. Gottschall 
 
Efeito do ECC ao inicio da estação de acasalamento 
sobre a taxa de prenhez (150 dias pós parto) 
 
 
 
ECC durante o acasalamento 
4 ou 
menos 
5 6 ou mais 
Numero de vacas 122 300 619 
% de prenhez 58 85 95 
Sprott, 1985 
132 
Zootecnia 3 
C. S. Gottschall 
 
Relação entre ECC ao inicio da estação de 
acasalamento e IEP 
 
 
 
Sprott, 1985 
ECC escala de 1 a 9 
Intervalo 
entre 
partos 
(dias) 
133 
NUTRIÇÃO NA ZOOTECNIA 
A nutrição é o principal 
fator que afeta a 
reprodução de vacas de 
corte!!!!! 
Fatores que afetam a eficiência dos 
reprodutiva de vacas de corte 
135 
 
NUTRIÇÃO ANIMAL 
136 
Zootecnia 3 
C. S. Gottschall 
 
NUTRIÇÃO ANIMAL 
137 
Zootecnia 3 
C. S. Gottschall 
 
NUTRIÇÃO 
 
NUTRIÇÃO ANIMAL 
140 
Zootecnia 3 
C. S. Gottschall 
 
141 
NUTRIÇÃO ANIMAL 
142 
NUTRIÇÃO ANIMAL 
143 
NUTRIÇÃO ANIMAL 
144 
 
INVERNO 
NUTRIÇÃO ANIMAL 
145 
Zootecnia 3 
C. S. Gottschall 
 
146 
Zootecnia 3 
C. S. Gottschall 
 
147 
Zootecnia 3 
C. S. Gottschall 
 
148 
Zootecnia 3 
C. S. Gottschall 
 
149 
Zootecnia 3 
C. S. Gottschall 
 
150 
Zootecnia 3 
C. S. Gottschall 
 
 
151 
Zootecnia 3 
C. S. Gottschall 
 
152 
Zootecnia 3 
C. S. Gottschall 
 
TERMINAÇÃO 
153 
Zootecnia 3 
C. S. Gottschall 
 
154 
Zootecnia 3 
C. S. Gottschall 
 
155 
Zootecnia 3 
C. S. Gottschall 
 
Confinamento 
156 
Muito obrigado. 
 
Jean Carlos dos Reis Soares 
soaresjean@hotmail.com 
Zootecnia 3 
C. S. Gottschall 
 
158 
Zootecnia 3 
C. S. Gottschall 
 
159 
Zootecnia 3 
C. S. Gottschall 
 
Quantidade X Qualidade de alimentos 
160 
Zootecnia 3 
C. S. Gottschall 
 
161 
Zootecnia 3 
C. S. Gottschall 
 
Oferta de 
Forragem 
162 
Zootecnia 3 
C. S. Gottschall 
 
10 cm 20 cm 
 30 cm 40 cm 
Avaliação de quatro diferentes alturas de pastagem 
sobre desempenho animal 
163 
Zootecnia 3 
C. S. Gottschall 
 
Integração Lavoura-pecuária 
 
164 
Zootecnia 3 
C. S. Gottschall 
 
165 
Zootecnia 3 
C. S. Gottschall 
 
 Anualpec 1998 e 2004 
166 
Zootecnia 3 
C. S. Gottschall 
 
167 
PESAGEM DOS BOVINOS 
 Prática de manejo importante – informações 
 Utilizada para tomada de decisões 
 Peso ao nascimento 
 Peso ao desmame 
 Peso ao sobreano 
 Peso novilhas – reprodução 
 Peso para venda 
 Entre outros 
 Diversos tipos de balanças 
 
 
 
PESAGEM DOS BOVINOS 
Fim – Bovinos de corte. 
 
Jean Carlos dos Reis Soares 
ZOOTECNIA GERAL 
Ovinos e caprinos 
 
 
Professor: 
Jean Carlos dos Reis Soares 
ZOOTECNIA GERAL 
ZOOTECNIA GERAL 
 
INTRODUÇÃO 
 
Material: contribuição Prof. Paulo Afonso Carvalho 
Zootecnia 4 
C. S. Gottschall 
 
 
Zootecnia 4 
C. S. Gottschall 
 
 
Zootecnia 4 
C. S. Gottschall 
 
 
Zootecnia 4 
C. S. Gottschall 
 
 
Zootecnia 4 
C. S. Gottschall 
 
Zootecnia 4 
C. S. Gottschall 
 
Zootecnia 4 
C. S. Gottschall 
 
 
Zootecnia 4 
C. S. Gottschall 
 
 Principais raças de ovinos 
RAÇAS TIPO LÃ ORIGEM Obs: 
Merino Lã Fina Espanha Chifres nos Machos 
Ideal Lã Fina Australiana 
Corriedale Mista Média Nova 
Zelandia 
M.Lincoln X F. Merino 
M. Leicester X F. 
Merino 
Lincoln Mista Grossa Inglaterra 
Romney Mista Grossa Inglaterra 
Hampshire Down Carne Média Inglaterra Cara Negra 
Suffolk Carne Média Inglaterra Cara Negra 
Ile de France Carne Média França 
Texel Carne Média Holanda 
Karakul Pele ----- Asia Central 
Lacaune Leite Média França Queijo - Roquefort 
Bergamasea Leite Média Itália Queijo - Gorgonzola 
Zootecnia 4 
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Merino 
 Animais da raça Merino constitui uma das raças mais 
antigas. 
 Na Espanha em 1500 viviam em grandes rebanhos, na 
Austrália e Nova Zelândia caracterizam-se por animais 
de excelente qualidade. 
 Possuem aptidão para produção de lã, de altíssima 
qualidade. 
 O Merino apresenta, alta resistência a intoxicação por 
cobre e resiste a condições adversas de criação. 
 
Lã 
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C. S. Gottschall 
 
Ideal (POLWARTH) 
 Ovino de origem Australiana,surgindo a partir do 
cruzamento de ovinos Merino (75%) com Lincoln (25%). 
 São encontrados em regiões de altos índices 
pluviométricos, sul da Austrália. 
 A raçaideal pode possuir chifres, embora predomine a 
ausência deles. 
 Produz lã, com um velo de alta qualidade, branco, macio 
e com um diâmetro de 22 a 25 mícron. 
 O ideal possui uma carcaça magra adequada para o 
mercado de exportação. 
 
 
Lã 
Zootecnia 4 
C. S. Gottschall 
 
Corriedale 
 Corriedale foi desenvolvido na Austrália e Nova 
Zelândia, através do cruzamento de carneiros Lincoln ou 
Leicester com fêmeas Merino. 
 A raça é largamente distribuída em todos os países do 
mundo. 
 O corriedale é um ovino de duplo propósito (lã e carne), 
possui porte grande e boa qualidade de carcaça. 
 É a raça mais criada no Rio Grande do Sul. 
Mista 
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Lincoln 
 Raça do condado de Lincoln, na Inglaterra. 
 Animais de lã longa e grossa. 
 Cruzamentos e seleção resultaram em maior 
precocidade, qualidade da carne e da lã. 
 São animais grandes e pesados, podendo pesar até 
160 kg (macho). 
 Cabeça larga e chata, com topete e sem chifres. 
Mista 
Zootecnia 4 
C. S. Gottschall 
 
Romney Marsh 
 Romney teve seu início na Inglaterra. 
 Raça antiga de dupla aptidão, foi melhorada com 
sangue de Leicester no século XΙΧ. 
 Animais resistentes ao excesso de umidade ao foot 
rot (frieira) e a verminose. 
 O velo permanece saudável mesmo em condições 
adversas para produção de lã. 
 
Mista 
Zootecnia 4 
C. S. Gottschall 
 
Hampshire Down 
 Foram desenvolvidos no condado agrícola de 
Hampshire Dowm, sul da Inglaterra. 
 A raça foi desenvolvida a partir da mistura de raças 
ovinas existentes nessa região. 
 Ovino de porte grande e ativo, orelhas de porte médio e 
grossas cobertas por pêlos, face comprida ambas livres 
de lã. 
 Raça com aptidão para produção de carne apresentando 
velos de baixa qualidade. 
 
Carne 
Zootecnia 4 
C. S. Gottschall 
 
Suffolk 
 A raça foi originada apartir do cruzamento de carneiros 
Southdown com ovelhas Norfolk Horned. 
 Ovino de porte grande podendo o macho atingir 160kg. 
 Os membros e cabeça preta não devem possuir lã, 
ambos os sexos não possuem chifres. 
 Os cordeiros apresentam crescimento rápido quando 
submetidos a sistemas intensivos de produção. 
 Raça com aptidão para produção de carne e adaptação 
em regiões de clima temperado-frio. 
 
Carne 
Zootecnia 4 
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Ile de France 
 Produto do cruzamento do English Leicester e o 
Rambouillet difundida na França. 
 Animais compactos, com ausência de lã na face e nos 
membros abaixo do joelho e jarrete. 
 Raça de duplo propósito (carne e lã) predominando a 
produção de carne. 
 A lã apresenta altos níveis de gordura o que resulta 
num baixo rendimento. 
 
 
Carne 
Zootecnia 4 
C. S. Gottschall 
 
Texel 
 Formada na ilha de Texel na costa dos Países Baixos, 
no início do século XIX. 
 Na seleção da raça todo o esforço foi voltado para a 
produção de uma carcaça com pouca deposição de 
gordura. 
 Os animais possuem um notável desenvolvimento 
muscular e a área de olho de lombo é superior aos 
animais de cara preta. 
 O crescimento dos cordeiros é lento comparado aos de 
cara preta, embora sua eficiência alimentar seja 
melhor. 
 
Carne 
Zootecnia 4 
C. S. Gottschall 
 
Karakul 
 Raça mais velha de todos os ovinos domésticos. 
 O Karakul é nativo da Ásia Central e tem o nome de 
uma vila chamada Karakul. 
 Embora a raça seja conhecida pela produção de 
peles é também fonte de carne, leite, gordura e lã. 
 Suportam grandes variações de temperatura, do frio 
ao calor intenso. 
 A seleção da raça tornou-os resistentes, desta forma 
adquiriram grande longevidade. 
 
 
Pele 
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Lacaune 
 Raça originaria da França, predominantemente leiteira. 
 Considerada como uma das melhores raças para a 
produção de leite. 
 A pelagem é clara, pouquíssima lã de velo, sem lã nas 
patas, barriga e cabeça. 
 O leite apresenta 7,5% de gordura, sendo utilizado para 
a fabricação do queijo Roquefort. 
 
Leite 
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Zootecnia 4 
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Bergamácia 
 A Bergamácia é originaria da Itália. 
 Embora seja considerada como produtora de carne, 
sua alta produção de leite indica que seja explorada 
como raça leiteira. 
 Apresentam temperamento dócil, fácil de manejar. 
Leite 
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Zootecnia 4 
C. S. Gottschall 
 
 
Zootecnia 4 
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OUTRAS RAÇAS 
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Morada Nova 
 Encontrada no nordeste do Brasil, provavelmente teve 
sua origem na África. 
 É considerada uma raça ovina deslanada. 
 Raça pequena animais adultos pesam em torno de 30 a 
40 kg. 
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Santa Inês 
 Raça deslanada encontrada no Brasil, surgiu do 
cruzamento das raças Morada Nova, Crioula e 
Bergamácia. 
 Suas cores variam nos tons de vermelho, preto e branco, 
podendo ocorrer mistura das mesmas. 
 Possuem corpos grandes, pernas compridas, orelhas 
pendulares e longas e não apresentam chifres. 
 Não apresentam estacionalidade reprodutiva e são 
adaptados a regiões de climas quentes. 
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Dorper 
 Raça desenvolvida para as regiões extensivas e áridas 
da África do Sul. 
 Apresenta alta fertilidade, bom comprimento de corpo 
que é coberto por pelo curto e lã. 
 Demonstram boa adaptabilidade, resistência, taxas 
excepcionais de reprodução e crescimento. 
 Ovino produtor de carne, entretanto,suas exigências 
nutricionais não são tão altas. 
 A raça é fértil, fêmeas em boas condições nutricionais 
podem parir até 3 cordeiros em 2 anos. 
 
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Rabo Largo 
 Encontrados no nordeste do Brasil, levam este nome 
devido ao grande acumulo de gordura na cauda. 
 Raça se originou entre o cruzamento de animais 
deslanados de cauda gorda, trazidos da África. 
 São brancos malhados ou brancos com a cabeça 
colorida, ambos os sexos possuem chifres. 
 
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 Categorias de um rebanho: 
 1- cordeiros/ as 
 2- borregos/ as 
 3- ovelhas 
 4- carneiros 
 5- capões 
 6- rufiões 
 
 Conformação ideal para carne: 
1. Qualidade e rendimento de carcaça 
2. Peito amplo e profundo 
3. Costelas arqueadas 
4. Dorso e lombo amplos e profundos 
5. Quartos carnudos e desenvolvidos 
6. Bons aprumos 
7. Além de velo com peso e qualidade aceitáveis 
 
 
 
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Conformação ideal para lã: 
- Sendo a produção de lã a principal fonte de ingresso na 
exploração de ovinos tipo lã, a qualidade do velo é de 
extrema importância. 
- As fibras devem ser longas, finas e bem onduladas. 
 - Classificação da lã: 
 • Diamêtro da fibra 
 • Comprimento 
 
 
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 Determinação da idade de ovinos e 
caprinos: 
 Os ovinos possuem 32 dentes, sendo 24 molares e 8 
incisivos inferiores. 
 Mudam: 
 • Pinças → 14-15 meses 
 • 1os Médios → 24 meses 
 • 2os Cantos → 36 meses 
 • Cantos → 48 meses 
 • Aos 4 anos → Boca cheia 
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14 - 15 meses 24 meses 36 meses 48 meses 
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Determinação da idade pelos dentes 
OVINOS - CAPRINOS: 
 Pinças  14 -15 meses 
 1os médios  24 meses 
 2os médios  36 meses 
 Cantos  48 meses 
 
 Aos 4 anos  Boca cheia, após inicia-se o 
desgaste, tornando os dentes rasados e 
aproximando da gengiva. 
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Determinação da idade pelos dentes 
BOVINOS: 
 Pinças  24 meses 
 1os médios  36 meses 
 2os médios  48 meses 
 Cantos  54-60 meses 
 
 Fatores como genética, alimentação, tipo de 
solo, mineralização irão afetar o desgaste dos 
dentes 
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 Reprodução de ovinos: 
 Puberdade 
 5 a 7 meses no macho 
 8 a 10 meses na fêmea (1 outono)x alimentação 
 • Acasalamento 
 8 A 10 meses 
 18 meses (2 dentes) → 1 parição aos 24 meses 
 • cio → poliéstricos estacionais, fotoperiodo negativo 
outono. 
 - Cio em média 30 horas. 
 - Intervalo entre cios 14-17 dias 
 - Apresentam poucos sinais externos de cio→Rufiões 
 • Gestação → 144 -152 dias 
 
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Caprinos 
 Raças caprinas: 
 Leiteiras: Saanem, Toggemburg, Parda Alpina. 
 
 Mista: Anglonubiana. 
 
 Fibra: Angorá. 
 
 Corte: Boer 
 
 
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Saanem 
 De origem Suíça, considerada uma das melhores raças 
leiteiras. 
 Animal grande, profundo, espesso, possuindo uma boa 
estrutura óssea. 
 Pelagem uniformemente branca. 
 Média de produção de leite 3kg de 3 a 3,5%de gordura. 
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Parda Alpina 
 Tem origem nos Alpes Suíços. 
 A pelagem em geral, é castanha parda, com listra preta 
na região da nuca e lombo. 
 A média diária de leite no Brasil é de 2,5 a 4,9kg para 
uma lactação de 260 a 365 dias. 
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Toggemburg 
 De origem Suíça, proveniente do cruzamento inicial da 
cabra Fulva de Saint Gall x Saanem, raça produtiva e 
rústica. 
 Apresenta porte médio, pelagem castanha cinza com 
duas listras da boca até as orelhas. 
 Média da produção de leite é de 600 a 900kg em 275 – 
305 dias de lactação. 
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Anglonubiana 
 De origem Inglesa, considerada uma raça muito rústica. 
 Animais normalmente mochos, pêlo curto e lustroso com 
coloração desde á preta até branca. 
 Possuem aptidão para produção de carne e leite. 
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Angorá 
 
 Conhecida mundialmente devido ao comprimento, finura 
e maciez dos seus pêlos. 
 De porte médio e pequeno, pelagem de cor branca com 
tom prateado ao amarelado. 
 O leite é apenas suficiente para as crias. 
Zootecnia 4 
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Boer 
 Origínaria da Afríca do Sul, resultado do cruzamento de 
várias raças de cabra. 
 Animais brancos com o pescoço avermelhado, pêlo curto 
e macio. 
 Animais com aptidão para produção de carne. 
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Características reprodutivas 
 Reprodução: 
 - reprodução → semelhante aos ovinos 
 - gestação → 140 a 150 dias 
 - poliéstrica estacional → cio a cada 21 dias 
 
 Caprinos são muito sensíveis ao tempo frio e 
úmido e parasitas gastrointestinais. 
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FIM !!!!! 
ZOOTECNIA GERAL 
AVICULTURA 
 
 
Professor: 
Jean Carlos dos Reis Soares 
• Colocar dados da produção de ovos. Tem no 
relatório Anual ABPA 
2 
 
3 
ZOOTECNIA GERAL 
Zootecnia Geral 
 
INTRODUÇÃO 
 
 
Fonte: Prof. Elisabete Gabrielli 
 
ZOOTECNIA GERAL 
 
ASSINAR A CHAMADA!!!!! 
 
ZOOTECNIA GERAL 
Avicultura – aves e ovos 
HISTÓRICO – Evolução no Brasil 
 Inicio com o descobrimento (22 
de abril de 1500) 
 Aves chegaram com as caravelas 
 Registrado na carta de Pero Vaz 
de Caminha – escrivão 
 Mostraram carneiro e galinha 
para os índios 
Avicultura – aves e ovos 
HISTÓRICO – Evolução no Brasil 
 Desenvolvimento de forma artesanal (tradicional e familiar) 
 Finalidade de subsistência e comércio de excedente 
 Carne e Ovos 
 Proteína era muito cara 
 
A gravura “escravos vendedores de aves” (1823), 
de Jean-baptiste debret, traz um flagrante do 
comércio de aves no início do século XiX 
 
Avicultura – aves e ovos 
HISTÓRICO – Evolução no Brasil 
 1913 criação da 1ª Sociedade Brasileira de Avicultura: 
 Objetivos; 
 Normas baseadas na American Poultry Association 
 Estreitar relações entre criadores 
 Promover exposições, feiras e concursos 
 Difundir tecnologias – desenvolvimento 
 Criação de escolas técnicas 
Avicultura – aves e ovos 
HISTÓRICO – Evolução no Brasil 
 Comércio de animais vivos 
Desconfiança – peste 
 Custo mais baixo 
 Não existia abatedouros 
 Década de 30 início da virada 
Vendedores de aves, em foto de Marc Ferrez: nos 
anos 1920, era comum a venda de aves vivas 
Avicultura – aves e ovos 
HISTÓRICO – Evolução no Brasil 
 Sexagem - Europa e EUA 
 Valor nutritivo dos alimentos 
 Produção por baterias 
 Nutrição total – completa 
 Início de nova etapa 
 Fugir da dependência do café 
 Surgimento do cooperativismo 
Plano de ação: 
Fornecimento de 
um frango de 
raça em troca de 
dois crioulos 
Avicultura – aves e ovos 
HISTÓRICO – Evolução no Brasil 
Década de 50: 
 Auxílio na produção com os imigrantes 
Abertura de comércio exterior - frango 
 Fim das raças duplo propósito 
 Início das linhagens “marcas” 
 Maior produção de ovos que carne 
 Custo mais caro que o boi!!! 
Avicultura – aves e ovos 
HISTÓRICO – Evolução no Brasil 
Década de 60 para frente: 
 Urbanização – favoreceu a demanda e produção 
 Bom status sanitário 
Boa qualidade genética 
 Crescimento da Avicultura Industrial 
Avicultura – aves e ovos 
HISTÓRICO – Evolução no Brasil 
Sadia – Concórdia – Santa Catariana 
 Primeira a realizar sistema de integração 
 Iniciou com 100 pintos 
 Fornecem os pintos, medicamentos, vacinas, ração, apoio 
técnico e abate dos animais 
 1970 inícios das exportações 
Avicultura – aves e ovos 
Avicultura – aves e ovos 
Avicultura – aves e ovos 
Sul 
Sudeste 
Centro Oeste 
Avicultura – aves e ovos 
Avicultura – aves e ovos 
Avicultura – aves e ovos 
Avicultura – aves e ovos 
Avicultura – aves e ovos 
Consumo per capita mundial 
2013: 
 
Kuwait – 65,9 kg 
Emirados Árabes – 63,8 kg 
Estados Unidos – 44,2 kg 
Arábia Saudita – 37,6 kg 
 
Avicultura – aves e ovos 
Avicultura – aves e ovos 
Mercado mundial de carnes de frango (mil. Ton) – Fonte: USDA/ABPA 
Avicultura – aves e ovos 
Produção e Manejo de Aves 
 
Características Anatômicas e 
Fisiológicas Únicas das Aves 
 
 
Avicultura – aves e ovos 
Anatomia Externa – Macho e Fêmea 
Características Esqueléticas 
• Compacto, leve e resistente adaptado à 
movimentos rápidos no chão e vôos curtos 
– Evolução dos répteis 
– Vértebras fundidas permitem suporte corporal e 
batimento das asas 
Características Esqueléticas 
• Alterações adaptativas 
– Menor número de ossos 
– Concentração mineral maior 
– Ossos pneumáticos 
• Ocos e conexão com trato respiratório 
• Crânio, úmero, clavícula,vértebras lombares e 
sacrais, esterno 
Características da Pele das Aves 
• Fina e sem glândulas de secreção 
– Exceção é a glândula uropígea 
• Porção superior da cola com secreção de saturação 
típica para impermeabilização das penas 
– Gordura sub-cutânea é o segundo depósito de 
gordura das aves 
Glândula 
Uropígea 
Anatomia e Fisiologia Digestivas 
• Características únicas das aves 
– Bico e ausência de dentes 
– Papo 
– Moela 
– Cecos em pares 
– Cloaca 
Anatomia e Fisiologia Digestivas 
Fertilização 
• Ao contrário dos mamíferos o 
desenvolvimento embrionário ocorre com 
material do próprio ovo 
• Ejaculação de milhões de espermatozóides 
– Células hospedeiras 
– Blastodisco 
• Natural vs. Inseminação 
Incubação em Várias Espécies 
Espécie Dias 
Codorna 16 – 19 
Pomba 17 
Galinha 21 
Faisão 24 
Pato 28 
Peru 28 
Marreco 35 
Avestruz 42 
Eclosão 
Manejo de Ovos Férteis 
• No momento da postura embrião tem 60.000 
células 
• Desenvolvimento embrionário continua se 
temperatura ambiental + ou > 20° C 
• Ovos sujos preferencialmente não devem ser 
incubados 
– Limpeza a seco 
– Lavagem (água com 12°C acima da temp. Ovo) 
– Fumigação (formaldeído elimina bactérias antes da 
penetração) 
Armazenamento de Ovos Férteis 
• No ambiente natural as aves pões ovos em 
sequências até entrarem em choco, portanto toleram 
algumas variações ambientais 
• Desenvolvimento embrionário cessa quase 
completamente abaixo de 21°C 
– Armazenamento de 11 a 18°C aumenta as chances de 
sobrevivência 
Condições Físicas para a Incubação 
• Temperatura é o fator mais importante 
– 37,5°C resulta em melhores resultados 
• Temperaturas superiores aceleram desenvolvimento 
embrionário 
– Redução para 36,5°C no nascedouro 
• Umidade deve repor as perdas evaporativas 
– Incubadora: 60% 
• Porosidade 
• Movimento de ar na incubadora 
– Nascedouro: 65% UR 
• O2 ao nível do mar = 21% 
– Adequado para ótimo desenvolvimento 
– Áreas mais altas necessitam suplementação 
• CO2 ao nível do mar = 0,04% 
– Acima de 0,4% reduz viabilidade 
• Ventilação forçada para renovação do ar e 
restauração do nível normal de gases 
Concentração de Gases 
Durante Incubação 
Orientação e Viragem 
• Primeira respiracão pulmonar ocorre na 
câmara de ar 
– Ovos incubados com lado largo para cima têm 
90% dos embriões posicionados com a cabeça 
nesta direção 
– Viragem durante incubação reduz aderência do 
embrião às membranas da casca 
– No ambiente natural a mãe procede à viragem, 
incubadoras automáticas viram até 4 vezes por 
hora até os 18 dias 
Métodos Comerciais de Incubação 
• Equipamentos necessários 
– Fonte de aquecimento 
– Ventilação forçada 
– Fonte de umidade 
– Fonte de O2 (depende da situação) 
– Viragem automática 
Tipos de Incubadoras 
• Estágio Simples 
• Multi-estágio 
Incubatório 
Incubadora 
Sequência de Eventos 
Durante a Incubação 
• Coleta de ovos 
– Limpeza e fumigação 
• - 7 dias: Armazenamento 
• - 1 dia: Fumigação 
• Dia 0: início da incubação 
• Dia 6 – 7 : ovoscopia 
• Dia 18: Transferência para nascedouro 
• Dia 21: Retirada de pintinhos 
• Quebragem de ovos 
Avaliação da Qualidade do Embrião 
• Ovoscopia 
– Ovos férteis 
• Alaranjados internamente 
• Sistema vascular presente 
– Mortalidade após terceiro dia 
• Amarelos internamente 
• Sistema vascular não intacto 
– Ovos inférteis ou claros 
• Sem manchas 
• Transparência pela iluminação 
Ovoscopia 
Ovoscopia 
Transferência 
para o Nascedouro 
Eclosão 
 
Características do Pintinho ao Nascer 
• Peso do pintinho é 65 % do peso do ovo original 
• Saco vitelino dura 3 dias 
• Não é capaz de manter homeotermia 
• Capacidade digestiva e absortiva desenvolvida 
Avicultura – aves e ovos 
Avicultura – aves e ovos 
Avicultura – aves e ovos 
Avicultura – aves e ovos 
Avicultura – aves e ovos 
Avicultura – aves e ovos 
Produção e Manejo de Aves 
 
Raças de Aves 
 
 
Avicultura – aves e ovos 
LEGHORN 
 Produção de ovos 
 Origem mediterrânea (Itália) 
 Pele amarela e cor da casca 
dos ovos é branca 
 Animais leves 
 Fácil adaptação ao nosso clima 
 Melhorada EUA e Inglaterra 
 
Avicultura – aves e ovos 
PLYMOUTH ROCK 
 Originária dos EUA 
 Variedades branca e barrada 
 Barrada = duplo propósito 
 Branca = carne 
 Porte médio 
 Grande pernas e coxas bem cobertas 
 Pele amarela 
Avicultura – aves e ovos 
RHODE ISLAND RED 
 Classe americana 
 Alta produção de ovos 
 Casca marron 
 Utilizado para cruzamento – 
ovos vermelhos 
 Muito utilizada no Brasil 
Avicultura – aves e ovos 
CORNISH 
 Raça inglesa 
 Pele amarela 
 Excelente para carne 
 Grande peso e corte 
carnudos 
Tipos zootécnicos 
Melhoramento genético para a obtenção de tipos 
zootécnicos melhor adaptados às suas funções: 
 
 
 Produção de carne 
 
 Produção de ovos brancos 
 
 Produção de ovos castanhos/vermelhos 
Tipos zootécnicos 
Produção de carne 
 
 Cruzamentos entre Cornish X Plymouth Rock; 
 Seleção para ganho de peso e rendimento de 
cortes especiais; 
 Abate: 40 - 49 dias; 
 Peso: 2,0 - 3,0 kg; 
 Conversão Alimentar: 1,7 - 2,0. 
Tipos zootécnicos 
Linhagem de poedeiras leves: 
Produção de ovos brancos 
 
 Cruzamentos com White Leghorn 
 Seleção para produção de ovos 
 Idade à maturidade sexual: 18 - 20 semanas 
 Peso: 1,5 - 1,7 kg 
 Produção: 340 ovos até as 80 semanas 
Tipos zootécnicos 
Linhagens de poedeiras Semipesadas: 
Produção de ovos vermelhos 
 
 Cruzamentos entre Leghorn X Rhode Island 
Red 
 Seleção para produção de ovos 
 Idade à maturidade sexual: 19 - 20 semanas 
 Peso: 1,7 - 2,0 kg 
 Produção: 325 ovos até as 80 semanas 
LEVE PESADO 
DIFERENÇAS ENTRE TIPOS ZOOTÉCNICOS 
• Tipo zootécnico pesado 
 
• Produção em piso 
 
• Separação ou não de sexo 
 
• Criação em idade única 
Produto Idade (dias) Peso (gramas) 
Galeto 25 - 28 800 - 1.000 
Frango inteiro 40 - 44 1.800 - 2.200 
Carcaça para desossa 49 - 56 2.400 - 3.000 
Frangões 70 - 84 3.900 - 4.800 
Frangos de Corte 
Aves de Postura 
 
Casca branca: 
poedeiras leves 
Ovos de 
consumo 
Casca vermelha: 
poedeiras semi-pesadas 
Avicultura – aves e ovos 
Produção e Manejo de Aves 
 
Estrutura da Produção Avícola 
 
Integração Vertical 
Integração de várias operações que geram produtos 
representando vários passos de um processo amplo 
por uma única companhia de modo a melhorar a 
eficiência produtiva. 
 
Produção de Carne de Frango 
• Complexos Industriais 
– Integrador 
• Granjas de matrizes e incubatório 
• Fábrica de racão 
• Abatedouro e comercialização 
– Integrado 
• Instalações, equipamentos e mão-de-obra 
• Granjas de reprodutores 
 
• Maioria em Complexos Empresariais 
Fechados 
– Granja de matrizes e incubatório 
– Recria 
– Aviários de produção 
– Lavagem, classificação, embalagem e 
comercialização 
Produção de Ovos Comerciais 
Aviário de Postura 
Propriedade Típica no RS 
Propriedade 
Típica 
Atividade 
Familiar 
Propriedade Típica 
Atividade Familiar 
Aviário Típico no RS 
Aviário Típico no RS 
Recebimento de Ração na Granja 
Avicultura – aves e ovos 
Produção e Manejode Aves 
 
Manejo de Reprodutores 
 
Objetivos 
• Obter aves saudáveis com peso adequado 
para maximização da produção de ovos 
férteis 
Características de Uma Granja de Matrizes 
• Isolamento 
– Aves jovens das adultas 
– Outras aves 
– Outros animais 
 
• Granjas de recria 
• Granjas de produção 
Acasalamento Natural 
• Poligamia 
• Presença do macho estimula ovulação 
• Introdução de novos machos (spiking) 
• Território 
• Freqüência 
• Cópula – contato de cloaca 
Inseminação Artificial 
• Usual apenas com perus ou em programas 
de seleção 
• Melhora pressão de seleção 
• Evita favoritismo 
• Reduz número de machos 
• Aumenta mão-de-obra 
Avicultura – aves e ovos 
Produção e Manejo de Aves 
 
Manejo para a Produção de Ovos 
Comerciais 
 
 
• Recria: até 18 – 20 semanas 
• Primeiro ciclo: 18 – 20 até 65 – 75 semanas 
• Segundo ciclo: 4 – 8 semanas após primeiro 
ciclo 
– Segundo e terceiro ciclo: cada ciclo dura em 
torno de 8 semanas a menos e tem pico 5% 
abaixo do ciclo anterior 
Estágios de Manejo das Poedeiras 
Produção em Gaiolas 
Maturidade Sexual 
• Controle do peso corporal 
• Consumo de alimento 
• Densidade nutricional da dieta 
• Programas de luz 
Maturidade Sexual 
• Momento ideal para início da postura 
– Peso de ovo (relação com peso da ave) 
– Manutenção da postura 
– Pico de postura 
• Maturidade antecipada 
– Ovos muito pequenos 
– Baixo pico 
– Declínio acelerado no pico 
– Mortalidade por prolapso de oviduto 
Curva Típica de Postura 
0
20
40
60
80
100
18 22 30 38 46 54 62 70 78
Semanas
%
 O
AD
% O/A/D 
Ovo, g 
Fotoperíodo e Maturidade Sexual 
• Aves são fotossensíveis 
– Fotoperíodo mínimo para estímulo sexual 
– Controle hormonal 
• FSH 
– Crescimento folicular 
• LH 
– Liberação do folículo 
• Estrógenos 
– Manutenção da reprodução 
» Mobilização de nutrientes 
» Absorção de cálcio 
» Mobilização de cálcio 
Fotoperíodo Natural 
• Hemisfério sul 
– Dia mais longo: 21 de dezembro 
– Dia mais curto: 21 de junho 
• Luz do dia 
– 15 – 30 minutos antes do sol nascer 
– 15 – 30 minutos após por do sol 
Fotoperíodo Natural 
8
9
10
11
12
13
14
15
DE
Z
JA
N
FE
V
MA
R
AB
R
MA
I
JU
N
JU
L
AG
O
SE
T
OU
T
NO
V
DE
Z
Horas de Luz 
Mínimo para Estímulo 
Aviários Fechados 
Manejo da Postura 
• Gaiolas 
– Benefícios 
• Microbiológico 
• Limpeza de ovos 
• Mão-de-obra 
• Manejo de dejetos 
• Automatização 
• Eficiência alimentar (menor mantença) 
• Aves / aviário 
 
Aviário de Postura Típica em Gaiolas 
Avicultura – aves e ovos 
Produção e Manejo de Aves 
 
Programas Alimentares para Aves 
 
 
• Ração: Mistura de diversos ingredientes 
– Grãos 
• Milho, soja tostada, sorgo, trigo, triticale 
– Farelos (sub-produtos de origem vegetal) 
• Soja, girassol, canola, arroz 
Componentes das Dietas para Aves 
• Suplementos energéticos 
– Gorduras animal e vegetal 
• Animal: Sebo, banha, óleo de frango 
• Vegetal: Óleo de soja 
• Suplementos minerais 
– Sal comum, calcário, fosfato bicálcico, farinha 
de ossos 
• Premixes 
– Mineral, vitamínico, aditivos e medicamentos 
Componentes das Dietas para Aves 
Programa Tradicional 
• Ração 
– Pre-inicial: 1 - 7 
– Inicial: 7 – 21 dias 
– Crescimento: 22 dias até 7 dias antes do abate 
– Final ou retirada: últimos 7 dias 
Níveis Nutricionais para 
Frangos de Corte 
 Fase Proteína, % Energia, kcal EM/kg 
Pré-inicial 23,5 3.000 
Inicial 23 3.100 
Crescimento 20 3.150 
Final 18 3.200 
Avicultura – aves e ovos 
Produção e Manejo de Aves 
 
Reprodução 
 
Sistema Reprodutivo 
• Machos 
– Produção de esperma 
– Transporte até fêmea 
• Fêmeas 
– Formação e desenvolvimento da ova 
– Armazenamento de espermatozóides 
– Fertilização 
– Formação do ovo 
Características Únicas das Aves 
• Machos 
– Testículos internalizados 
– Sêmen altamente concentrado 
– 25 – 40 cópulas por dia 
• Fêmeas 
– Ovário e oviduto único 
– Hierarquia folicular 
– Glândulas hospedeiras de esperma 
• Junção útero-vaginal 
• Infundíbulo 
Trato Reprodutivo 
dos Machos 
Trato Reprodutivo da Fêmea 
• Dois ovários e ovidutos no embrião, apenas 
os esquerdos permanece após eclosão 
 
Oviduto 
Postura do Ovo 
Tamanho de Ovo 
Espécie Peso, g 
Avestruz 1.400 
Cisne 285 
Ganso 215 
Peru 80 
Galinha 60 
Pomba 18 
Codorna 10 
Canário 2 
Avicultura – aves e ovos 
FIM!!! 
ZOOTECNIA GERAL 
EQUINOCULTURA 
 
 
Professor: 
Jean Carlos dos Reis Soares 
ZOOTECNIA GERAL 
Zootecnia Geral 
 
INTRODUÇÃO 
 
 
Fonte: Prof. Elisabete Gabrielli 
 
ZOOTECNIA GERAL 
 
Material: GMAIL 
E-mail: zootecniaulbra@gmail.com 
Senha: agrovet2016 
 
ZOOTECNIA GERAL 
Equinocultura 
HISTÓRICO 
Evolução constante – 60 milhões 
de anos 
 Início: montaria e carga 
 Posterior: Tracionador – 
intercambio comercial e cultural 
 Variedade grande no uso 
Equinocultura 
Uso Qualidades 
Tiro e Sela Resistência e vivacidade 
Trabalho agrícola Resistência e voluntariedade 
Caça Agilidade, capacidade respiratória e 
vivacidade 
Equitação Elegância e tranquilidade 
Corrida Velocidade e nervosismo 
Escolas de equitação Resistência, calma e estabilidade 
Turismo equestre Resistência, calma e estabilidade 
Equinocultura 
IDADE DOS EQUINOS - AVALIAÇÃO 
Aparência das covas ou olhais 
Constituição das ganachas 
Presença de pelos grisalhos e/ou 
brancos 
Elasticidade da pele 
Aparência do lábio inferior 
Ocorrências na arcada dentária 
Equinocultura 
IDADE DOS EQUINOS – Determinação 
Os dentes é o principal método para determinar a idade 
Maioria dos animais não tem registros – idade subjetiva 
Equinocultura 
IDADE DOS EQUINOS – Determinação 
O cavalo adulto possui 40 dentes e a égua 36, normalmente, 
assim distribuídos: 
12 incisivos 
6 superiores 
6 inferiores 
4 caninos, em geral, ausentes na fêmea 
24 molares distribuídos igualmente nas duas arcadas 
Equinocultura 
IDADE DOS EQUINOS – Determinação 
Os dentes de leite são menores e mais brancos que os dentes 
permanentes e possuem um colo ou linha de estrangulamento em 
seu terço médio. 
Equinocultura 
IDADE DOS EQUINOS – Determinação 
Equinocultura 
IDADE DOS EQUINOS – Determinação 
1º estágio: Erupção dos dentes de leite 
Equinocultura 
IDADE DOS EQUINOS – Determinação 
1º estágio: Erupção dos dentes de leite 
• Pinças – até o fim da 1ª semana 
• Médios – no fim do 1º mês 
• Cantos – no 6º mês, alcançando o nível dos demais até o 
10º mês 
• A partir dos 2 anos de idade os animais passam a fazer a 
troca dos dentes de leite pelos permanentes 
Equinocultura 
IDADE DOS EQUINOS – Determinação 
2º estágio: rasamento dos dentes de leite 
• Pinças – com 1 ano 
• Médios com 1 1/2 anos 
• Cantos – com 2 anos 
 
Equinocultura 
IDADE DOS EQUINOS – Determinação 
3º estágio: Mudas 
• Pinças – surgem aos 2 1/2 anos e estão crescidos aos 3 
• Médios – surgem aos 3 1/2 anos e estão crescidos aos 4 
• Cantos – surgem aos 4 1/2 anos e estão crescidos aos 5 
EquinoculturaIDADE DOS EQUINOS – Determinação 
4º estágio: Rasamento dos definitivos 
• Pinças – aos 6 anos 
• Médios – aos 7 anos 
• Cantos – aos 8 anos 
Equinocultura 
IDADE DOS EQUINOS – Determinação 
5º estágio: Arredondamentos 
• Pinças – aos 9 anos 
• Médios – aos 10 anos 
• Cantos – entre 11 e 12 anos 
Equinocultura 
IDADE DOS EQUINOS – Determinação 
6º estágio: Triangularidade 
• Pinças – aos 14 anos 
• Médios – aos 15 anos 
• Cantos – entre 16 e 17 anos 
Equinocultura 
FISIOLOGIA DA REPRODUÇÃO 
Puberdade: em torno de 14 a 18 meses 
Início da reprodução: 
 machos:3 anos 
 fêmeas: varia de 3 a 5 anos 
Ciclo estral: 22 dias 
Fêmeas poliéstricas estacionais 
Cio: média de 6 dias (2 a 11 dias) 
Equinocultura 
FISIOLOGIA DA REPRODUÇÃO 
Cio: 
 inquietação 
 cauda levantada 
 relinchar freqüente 
 perda de apetite 
 orelhas móveis, posicionadas para frente e para cima 
 urinar freqüente 
 movimentação de clitóris 
Equinocultura 
FISIOLOGIA DA REPRODUÇÃO 
Equinocultura 
FISIOLOGIA DA REPRODUÇÃO 
Equinocultura 
FISIOLOGIA DA REPRODUÇÃO 
Fertilização: 
 monta natural ou inseminação artificial 
 ovulação: 24 ou 48 horas finais do cio 
 gestação: 335 a 345 dias 
 cio do potro: 5 a 12 dias após o parto 
Proximidade do parto 
Equinocultura 
FISIOLOGIA DA REPRODUÇÃO 
Parto: 
Equinocultura 
FISIOLOGIA DA REPRODUÇÃO 
Parto: 
Equinocultura 
FISIOLOGIA DA REPRODUÇÃO 
Parto: 
Equinocultura 
FISIOLOGIA DA REPRODUÇÃO 
Parto: 
Equinocultura 
FISIOLOGIA DA REPRODUÇÃO 
Parto: 
Equinocultura 
FISIOLOGIA DA REPRODUÇÃO 
Parto: 
Equinocultura 
FISIOLOGIA DA REPRODUÇÃO 
Parto: 
Até a próxima aula!!!! 
 
40 
ZOOTECNIA GERAL 
SUINOCULTURA 
 
 
Professor: 
Jean Carlos dos Reis Soares 
Zootecnia Geral 
Trabalho de equinos: 
 Árabe 
 Crioulo 
 Mangalarga Machador ou Paulista 
 Quarto de Milha 
 Puro Sangue Lusitano 
 Appaloosa 
 Pôneis 
 Percheron e Bretão 
Descrição 
Morfológica e 
funcional 
Zootecnia Geral 
Trabalho de equinos: Segunda noite 
Raça equina Responsável Grupo 
Appaloosa Schaiane 
Árabe Bruna 
Crioula Kaiele 
Mangalarga Paulista ou 
Machador Andreia 
Percheron / Bretão Alexandre 
Ponei Murilo 
Puro Sangue Lusitano Taison 
Quarto de Milha Carine 
Zootecnia Geral 
Trabalho de equinos: Terça manhã 
Raça equina Responsável Grupo 
Appaloosa Alunos Faltantes 
Árabe Larissa 
Crioula Mateus 
Mangalarga Paulista ou 
Machador Gislaine 
Percheron / Bretão Vitor 
Ponei Paula 
Puro Sangue Lusitano Natalia 
Quarto de Milha Maire 
Zootecnia Geral 
Trabalho de equinos: Quarta tarde 
Raça equina Responsável Grupo 
Appaloosa Camila 
Árabe Natali 
Crioula Roberto 
Mangalarga Paulista ou 
Machador Sofia Ferrari 
Percheron / Bretão Tiago 
Ponei Leonardo 
Puro Sangue Lusitano Sofia Dallagno 
Quarto de Milha Aline 
ZOOTECNIA GERAL 
Zootecnia Geral 
 
INTRODUÇÃO 
 
 
Fonte: Prof. Elisabete Gabrielli 
 
ZOOTECNIA GERAL 
 
Material: NETAULA 
 
ASSINAR A CHAMADA!!!! 
ZOOTECNIA GERAL 
Suinocultura 
Suinocultura no Brasil 
 Rebanho: 37 milhões de animais 
 Região sul: maior produção 
 
Distribuição do rebanho suíno brasileiro por região 
Suinocultura 
Suinocultura 
Suinocultura 
20,69% 
27,40% 
21,47% 
Suinocultura 
Suinocultura 
Carne mais consumida no mundo 
 
 
 
 
 
Carne mais produzida no mundo 
Suinocultura 
Fonte: Beef Point - FAO 
Consumo mundial de carnes 
Consumo mundial de carne suína 
Suinocultura 
Suinocultura 
Suinocultura 
Suinocultura 
Suinocultura 
Suinocultura 
Suinocultura no Brasil 
Suinocultura 
HISTÓRICO – Evolução no Brasil 
 Antigamente: 
Transformador de resíduos 
agrícolas e domésticos 
 Imagem – comedor de lixo 
 Uso da gordura – alimentação 
 Importância: banha = carne 
 
Suinocultura 
HISTÓRICO – Evolução no Brasil 
 Atualmente: 
 Seleção produção de carne magra 
 Bom manejo sanitário 
 Melhor orientação de produção 
 70 % gordura está no toucinho 
 20 a 22 % musculatura 
 
Suinocultura 
Suinocultura 
Suinocultura 
Suinocultura 
PORCO TIPO BANHA 
 
40 a 45% carne magra 
5 a 6 cm de ET 
 
▼ 
 
SUÍNO TIPO CARNE 
 
58 a 62% carne magra 
1,0 a 1,5 cm de ET 
? 
Suinocultura 
Suinocultura 
Suinocultura 
Suinocultura 
Raças suínas: DUROC 
Suinocultura 
Raças suínas: DUROC 
 Origem EUA 
 Pelagem marrom 
 Perfil subconcavilíneo 
 Orelhas ibéricas 
 Rústicos 
 Alta velocidade de ganho de peso 
 Ótima conversão alimentar 
 
Suinocultura 
Raças suínas: LANDRACE 
Suinocultura 
Raças suínas: LANDRACE 
 Origem Dinamarca 
 Pelagem branca 
 Perfil retilíneo 
 Orelhas célticas 
 Prolíferos 
 Precoces sexualmente 
 Boa produção leiteira 
 
Suinocultura 
Raças suínas: LARGE WHITE 
Suinocultura 
Raças suínas: LARGE WHITE 
 Origem Inglaterra 
 Pelagem branca 
 Perfil concavilíneo 
 Orelhas asiáticas 
 Rústicos 
 Prolíferos 
 Precoces sexualmente 
 
Suinocultura 
Outras raças suínas: MEISHAN 
 
 Origem da China 
 Excepcional precocidade e 
prolificidade 
 Resistentes a doenças 
 Grande produção de leite 
 Crescimento lento e gordos 
 
 
Suinocultura 
Outras raças suínas: PIETRAIN 
 
 Origem da Bélgica 
 Raça dos quatro pernis 
 Baixa velocidade de ganho 
 Conformação curto e 
arredondada 
 
 
 
Suinocultura 
Outras raças suínas: TATU (Macau) 
 
 Origem Asiática – China 
 Porte reduzido (70 a 90 kg) 
 Fronte abaulada e larga 
 Focinho curto e reto 
 Orelhas pequenas 
 Pele fina e preta – sem pelos 
 Ótimos produtores de gordura 
 
 
 
Linhagens 
x 
Aspectos reprodutivos 
• Puberdade: 5,5 e 6,5 meses de idade 
 
• Poliéstrica não estacional 
 
Aspectos reprodutivos 
 Ciclo estral:21 dias 
 
 Cio: 36 a 56 horas 
 
 Sinais: reflexo de imobilidade 
 deixar-se montar 
 não saltar sobre outras fêmeas 
 urinar com frequência pequena quantidade 
 
 Ovulação: 24 a 36 horas após o início do cio 
 
 
• Monta natural: 15 a 20 fêmeas para cada macho 
 
• Gestação: 3M 3S 3D  3D 
 
• Diagnóstico de gestação: 18 a 23 dias após fertilização 
 
• Parto: 2 a 6 horas 
 
• Sinais: congestão e sensibilidade dos tetos 
 edema vulvar 
 alteração de comportamento 
 secreção das glândulas mamárias 
 
• Puerpério: 21 dias 
 
• Desmame: 21 a 28 dias após o parto 
 
• Retorno ao cio (nova fertilização):  7 dias 
 
• Vida útil dos reprodutores: 2 a 2,5 anos 
 
 
• Conforto térmico recém-nascidos: 28 a 32ºC 
 acima de 50kg: 15 a 18ºC 
 
• Pré-cobrição/Gestação: baias coletivas ou celas individuais 
 
• Maternidade: salas para lotes de fêmeas e suas leitegadas 
 
• Creche: leitões desmamados 
 
• Crescimento/Terminação: instalações até o abate 
 
Instalações 
Vista Geral 
Maternidade 
Creche 
Gestação 
Crescimento/Terminação 
Ar livre 
Alimentação 
• Não ruminantes• Alimentos concentrados