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Era Paleozoica
Introdução
A Era Paleozóica faz parte do Éon (unidade de tempo geológico composto por eras) Fanerozóico .
Do grego: paleo = antiga + zóico = vida. 
Fanerozóico = derivado de faneros= aparente e zóico= vida).
Que abrange ainda as eras Mesozóica e Cenozóica e compreende o período de aproximadamente 540 milhões de anos a 250 milhões de anos atrás. 
O Paleozoico corresponde praticamente a metade do Fanerozóico, com aproximadamente 300 milhões de anos. 
A era Paleozoica sucede a era Neoproterzoica do éon Proterozoico e precede a era Mesozoica de seu éon. 
A Era Paleozóica é limitada por dois importantes eventos da história da Terra:
o seu início, há 545 milhões de anos, marca o começo da expansão da vida;
no seu final, há 248 milhões de anos, marca a maior extinção em massa que já ocorreu no nosso planeta. 
A Era Paleozóica é dividida em seis Períodos, do mais antigo para o mais recente:
Cambriano, Ordoviciano, Siluriano, Devoniano, Carbonífero e Permiano. 
Características Gerais
Os terrenos paleozóicos são constituídos fundamentalmente por rochas sedimentares.
Essas rochas sedimentares são conglomerados, xistos argilosos, grés, grauvacas, calcários, etc., atravessados por formas magmáticas.
No princípio da Era = os continentes agrupavam-se a volta da linha do Equador, aonde o continente Gondwana se deslocava para o sul.
O clima da Terra no princípio desta Era começou aquecer e ficou suave, geralmente quente e úmido;
Mas com o deslocamento na direção para o pólo sul continente Gondwana = temperatura desceu = glaciações
O planeta voltou a aquecer por causa do efeito estufa, voltando o clima a ficar suave e quente, depois verificando-se novas glaciações seguidas de clima temperado.
Laurentia e Gondwana (Pangeia)
A Pangea estava em formação,o hemisfério sul começou a arrafecer = formando capas de gelo.
Desertos espalharam-se por Pangea, sumindo as geleiras no hemisfério Sul e se formando no hemisfério Norte
Durante a Era Paleozóica nos blocos  Laurentia, Báltica e Sibéria ocorreram diversas orogenias: Apalachiana (480-460 M.a.), Taconiana (460-440 Ma), Caledoniana (450-430 Ma), Acadiana (410-380 Ma), Uraliana (380 - 300), Herciniana (350-245 Ma) e Alegueniana (320-220 Ma) (Pan Terra Inc., 1998). 
Muitas rochas paleozoicas são economicamente importantes. Por exemplo, rochas calcárias para finalidades industriais de construção civil, assim como os depósitos de carvão, que foram formadas durante o paleozóico. 
A característica mais importante = aparecimento dos seres multicelulares (570 M.a.) = crescimento e evolução = novos seres.
Todos o grande grupos de animais estiveram presentes nesta Era, com exceção das aves e mamíferos.
Os invertebrados marinhos foram os animais dominantes no começo da Era.
Nessa Era (período Siluriano) que começam a surgir os primeiros peixes com mandíbulas e as primeiras plantas terrestres.
Entre os protozoários, >>>> evoluíram principalmente os radiolários e os foraminíferos.
Dos celenterados >>>> distinguiram-se principalmente os coraliários e, dos equinodermos, os crinóides.
Com grande representação nesta Era, estiveram as trilobitas e os artrópodes, cujos fósseis são característicos do Paleozóico.
Os braquiópodes evoluíram em um grande número de gêneros e espécies.
Nos moluscos = grande desenvolvimento dos cefalópodes, tanto nos retrabranquiais como nos amonóides.
Extensas florestas dominadas por samambaias, pteridospermas e licófitas de porte arbóreo e esfenófitas principalmente no Período Carbonífero.
Divisão da Era Paleozoica
	Era Paleozoica
	Período
	Intervalo de Tempos (M.a.)
	Plantas e animais
	
	Cambriano
	570 a 505
	Mares dominados por gastrópodes, vermes, braquiópodes, trilobites, algas e primeiros vertebrados.
	
	Ordoviciano
	505 a 438
	Primeiros peixes sem mandíbula (peixes couraçados) e possivelmente as primeiras plantas terrestres.
	
	Siluriano
	438 a 408
	Primeiros peixes com mandíbula, plantas e animais tornam-se abundantes nas áreas continentais.
	
	Devoniano
	408 a 360
	Anfíbios evoluem e começam a dominar áreas continentais.
	
	Carboinífero
	360 a 286
	Anfíbios e insetos tornam-se abundantes e os répteis aparecem pela primeira vez. Feto arbóreo e outras árvores originam jazidas de carvão
	
	Permiano
	286 a 245
	Os répteis começam a ter grande desenvolvimento. O Permiano termina com uma grande extinção de seres vivos – trilobites e outros animais marinhos.
Cambriano – Geral
Está compreendido entre 542 a 300 M.a.
O período Cambriano sucede o período Ediacarano da era Neoproterozóica do éon Proterozóico e precede o período Ordoviciano de sua era. 
Divide-se nas épocas Cambriana Inferior, Cambriana Média e Cambriana Superior, da mais antiga para a mais recente. 
O nome Cambriano vem de Cambria = o antigo nome do País de Gales = encontrados os primeiros estratos rochosos deste período. 
Os locais onde se encontram rochas e fósseis deste período = raros, sendo:
Folhelho Burgess, no Canadá, 
Folhelho de Maotianshan (ou biota de Chengjiang), na China,
Argilitos de Emu Bay, na Austrália. 
Paleogeografia
Existiam quatro continentes no Cambriano, três pequenos mais ou menos na região entre os trópicos: 
Laurentia (parte central da América do Norte), 
Báltica (parte da Europa) 
Sibéria (mesma região no oeste russo);
Gondwana (supercontinente no sul). 
Os continentes = rocha nua e estéril = não existiam plantas, 
Os climas do mundo eram bem mais quentes; 
A maior parte dos continentes = latitudes tropicais e temperadas do sul = recifes.
O hemisfério norte = por um oceano colossal - Panthalassa, com oceanos menores no hemisfério sul. 
Fauna
Durante o Cambriano, ocorre uma maior diversificação da vida, evento conhecido como Explosão Cambriana (534 a 500 M.a.).
Dentre as espécies, que surgem estão os graptólitos dendróides, e os arqueociatos.
O maior registro de grupos animais ocorreu = Tomotiano e de Atdabaniano do Cambriano Superior, em um intervalo de tempo extremamente curto para os padrões geológicos. 
Esse intervalo marca o aparecimento dos braquiópodes, trilobitas e outras classes de artrópodes, moluscos, equinodermos e muitos outros.
Explosão Cambriana = rápida diversificação talvez tenha sido estimulada por mudanças ambientais tais como:
a) aumento da disponibilidade de O2 
b) aumento de carbonato de cálcio.
Extinções
Ao final do período cambriano, (500 M.a.) = primeira extinção em massa.
Possíveis causas: queda de temperatura = glaciação e diminuição dos níveis de O2 nos mares. 
Este evento = extinção de 75% das espécies de trilobites e 50% das espécies de esponjas, além de uma grande quantidade de graptólitos, braquiopódes e gastropódes. 
Marcou o fim do domínio dos dinocáridos, e permitiu o maior desenvolvimento dos moluscos e artrópodes. 
Ordoviciano - Geral
Está compreendido entre 505 e 438 M.a.
O período Ordoviciano sucede o período Cambriano e precede o período Siluriano, ambos de sua era. 
Divide-se nas épocas Ordoviciana Inferior, Ordoviciana Média e Ordoviciana Superior, da mais antiga para a mais recente. 
Os limites do Ordoviciano são marcados pela ocorrência de graptozoários planctônicos. 
As rochas são geralmente os argilitos escuros, orgânico que carregam os restos dos graptolitos e podem ter sulfeto de ferro.
Naquele período os terremotos eram frequentes
Paleogeografia
No Ordoviciano os Continentes ainda eram desérticos , rebaixados por epirogênese e invadidos por extensos mares rasos; 
o norte dos trópicos = inteiramente oceano, e a maior parte terrestre do mundo = ao sul, o supercontinente Gondwana. 
Durante todo o Ordoviciano, Gondwana foi deslocado para o pólo sul e muito dele ficou debaixo d'água 
O clima do ordoviciano era mais suave com temperaturas médias e a atmosfera muito úmida. 
Entretanto, quando o Gondwana se estabeleceu finalmente no pólo sul as geleiras maciças tomaram forma. 
Isto causou provavelmente extinções maciças que caracterizam o fim do Ordoviciano, em que 60% detodos os gêneros e 25% dos invertebrados marinhos de todas as famílias foram extintos. 
Fauna e Flora
Os graptólitos graptolóides surgem no Ordovícico inferior. 
O Ordoviciano = presença de invertebrados marinhos, incluindo graptozoários, trilobites (estes atingiram seu auge neste período) e braquiopodes. 
Presença de algas vermelhas e verdes, peixes primitivos, cefalópodes, corais, crinóides, e gastrópodes. 
Evidências de esporos trietes, sugerindo que as plantas invadiram a terra neste período.
Surgem os primeiros peixes sem mandíbulas.
Siluriano – Geral 
Está compreendido entre 438 a 408 M.a. aproximadamente.
O período Siluriano sucede o período Ordoviciano e precede o período Devoniano, ambos de sua era. 
O nome para o período originou-se de uma tribo Celtica do País de Gales, os Siluares.
Divide-se nas épocas Llandovery, Wenlock, Ludlow e Pridoli, da mais antiga para a mais recente.
A diversidade biológica aumentou mais uma vez. 
Diversificação dos agnatas e aparecimento de uma nova classe de vertebrados, os placodermas (que tinham mandíbulas e, em alguns casos, estruturas com a forma de nadadeiras). 
É nesse período que Laurentia, Europa e Sibéria colidem formando a Laurásia. 
A Gondwana que no final do período anterior estava no hemisfério sul, começa a se locomover de encontro a Laurásia. 
No final deste o clima amenizou (menos seco), mas com formação de áreas continentais desérticas. 
Cima quente e árido = aparecimento de vegetação nos continentes.
No Siluriano a fauna teve que se recuperar da extinção em massa do final do Ordoviciano, porém ela manteve a predominância de invertebrados, principalmente trilobites, crinóides, euriptéridos (escorpiões marinhos) e cefalópodes; 
Peixes estão diversificando bastante = com mandíbula (placodermos).
Com relação a flora, este período é marcado pelo surgimento das primeiras plantas terrestres.
Surgem os insetos parecidos com centopéias e aranhas.e os cefalópodes e os recifes de coral.
Devoniano - Geral
Está compreendido entre 408 e 360 M.a., aproximadamente. 
O período Devoniano sucede o período Siluriano e precede o período Carbonífero, ambos de sua era.
Divide-se nas épocas Devoniana Inferior, Devoniana Média e Devoniana Superior, da mais antiga para a mais recente. 
Neste período se formaram muitos depósitos de petróleo e gás natural que temos hoje. 
Surgem os primeiros peixes dotados de pulmões que habitavam rios de água doce, eles dariam início ao modo de vida anfíbio. 
As árvores já atingiam o porte das árvores atuais, tendo evoluído bastante até então. 
Paleogeografia
Neste período os continentes de Laurentia e Báltica colidem e formam o continente de Euramérica, reduzindo o número de continentes do mundo para três (os outros dois são Sibéria, no norte, e Gondwana, no sul). 
Os continentes começam a se aproximar cada vez mais, já indicando sua futura união para formar Pangéia.
O clima era quente e o nível dos oceanos alto. o que fez com que muitas terras fossem cobertas por mares rasos, onde proliferavam grandes recifes de coral. 
Fauna e Flora
Invertebrados:
Braquiópodes􀃆espiriferídeos que atingiram seu apogeu nesse período;
Artrópodes􀃆trilobitas, principalmente os facopídeos (Phacops),e também a presença dos escorpiões marinhos euripterídeos.
Os recifes foram dominados pelo coral rugoso colonial Hexagonaria e pelo coral rugoso solitário Heliophylum.
Equinodermos – estrelas do mar e ofiuróides;
Cefalóides nautilóides foram substituídos pelo samonóides;
Destacavam-se no Devoniano os amonóides Goniatites – suturas em zigue-zague.
Durante o Devoniano, ocorre a proliferação dos peixes, que dominam de vez os ambientes aquáticos, motivo pelo qual o Devoniano é conhecido como "a idade dos peixes“.
Surgem os primeiros tubarões e os placodermos assumem o topo a cadeia alimentar, porém se extinguem no final do período. 
É neste período que surgem os primeiros anfíbios. 
Os graptólitos graptolóides extinguem-se e os trilobites iniciam sua decadência. 
Neste período também surgem as primeira formas de amonites, que só serão extintos no final do período Cretáceo, junto com os dinossauros. 
Com relação as plantas, é neste período que licopódios, samambaias e progimnospermas formamos primeiros bosques. 
Flora de Archaeopteris = vegetação de grande porte (bosques) que cresciam em terras baixas e úmidas da Laurásia.
Carbonífero – Geral
Está compreendido entre 360 a 300 M.a., aproximadamente. 
O período Carbonífero sucede o período Devoniano e precede o período Permiano, ambos de sua era.
Divide-se nas épocas Mississippiana e Pennsylvaniana, da mais antiga para a mais recente. 
O Carbonifero tem este nome devido as grandes quantidades de carvão mineral encontradas em formações rochosas da época na Inglaterra, onde foram datadas pela primeira vez rochas do período. 
Do latim “carbone” = carvão.
Estas grandes formações de carvão tem origem, segundo crêem os especialistas, nas grandes florestas e pântanos que cobriam a maior parte das terras imersas do período. 
Apesar disto, na América do Norte, a maioria das jazidas de carvão são datados do Pennsylvaniano, enquanto que as rochas do Mississippiano são formadas principalmente calcárias
Extensas florestas dominadas por samambaias, pteridospermas e licófitas de porte arbóreo e esfenófitas. 
Profusão de ordens primitivas de insetos, incluindo Orthoptera, Blattaria (baratas), Ephemerida, Homóptera (cigarras) e um grupo de ordens "paleópteras" primitivas que não sobreviveram após o Paleozóico. 
Os anfíbios, muitos dos quais enormes (mais de 4 metros), sofreram uma radiação adaptativa que continuou através do Permiano, porém sua grande maioria se extinguiu no final daquele período. 
Os primeiros répteis, os protorotirídeos, evoluíram de um antigo estoque de anfíbios, os diadectiamorfos. 
Paleogeografia
No começo do carbonífero o clima era quente e úmido. 
O nível do mar sobe e se estabiliza formando deltas e planícies costeiras quentes e úmidas nas regiões equatoriais. 
No final do Carbonífero = clima esfria = nova glaciação principalmente no Gondwana (300 m.a.).
Devido à glaciação = nivel do mar subia e descia = gerando grandes transgressões e regressões neste período.
Fauna e Flora
Dentre os animais, se destaca a extinção total dos graptólitos e dos peixes mais primitivos (como os placodermos, por exemplo).
O período também merece destaque pela proliferação dos animais terrestres = grande variedade de artrópodes e anfíbios + surgimento dos primeiros répteis e dos primeiros animais com a capacidade de voar (insetos, muitos deles semelhantes a libélulas). 
Em relação aos artrópodes, merece destacar o grande tamanho de alguns (como, por exemplo, Arthropleura e Archimylacris) comparado com os atuais, = gigantismo destas criaturas = porcentagem de oxigênio na atmosfera do período.
Um fato importante foi a proliferação das florestas e de novas formas de vida vegetal, apesar de licopódios e samambaias ainda predominarem, merecendo destaque para as chamadas "samambaias com sementes", hoje extintas. 
Permiano – Geral 
Está compreendido entre 300 a 250 M.a., aproximadamente. 
O período Permiano sucede o período Carbonífero de sua era e precede o período Triássico da era Mesozóica de seu éon. 
Deve o seu nome à cidade e região de Perm, na Rússia. 
Divide-se nas épocas Cisuraliana, Guadalupiana e Lopingiana, da mais antiga para a mais recente.
No Brasil, a Formação Irati pertence a este período. 
Primeiros fósseis da maioria das ordens de insetos que não havia sido encontrada no Carbonífero: os extintos Protodonata (libélulas gigantes), os Odonatas, Plecoptera, Hemiptera, Neuroptera (formigas-leão), Mecoptera, Trichoptera, Coleóptera e Díptera.
Uma variedade de grupos de répteis evoluiu a partir dos protorotirídeos, incluindo os pelicossauros (Dimetrodon). 
Aparecimento dos Terapsídeos, répteis com características de esqueleto dos mamíferos. 
Tempo da radiação dos peixes ósseos condrósteos e evolução dos Holostei (representadoshoje pelo âmia e pelo peixe-agulha). 
No final do Permiano, ocorre a maior extinção em massa até então sofrida pelos seres vivos. Estima-se que até 95% de todas as espécies vivas antes do evento de extinção desapareceram. 
Curiosamente, ocorrem extinções de menor importância entre os peixes ou na vida terrestre. 
Paleogeografia
Migração da placa gondwânica para o norte = deslocamento das zonas climáticas. 
Ressecamento gradual dos mares interiores e início da aridização em áreas anteriormente úmidas
Neste período, o clima na Terra começou a esquentar cada vez mais, e começaram a surgir grandes desertos no interior do unico continente Pangéia. 
O nível do mar mais baixo de toda a história geológica da Terra
Fauna e Flora
Relativamente à fauna, se destacam o maior desenvolvimento e diversificação dos répteis; que passam a dominar definitivamente o mundo, 
A decadência dos artrópodes gigantes; que se extinguem neste período. 
Neste período já existiam os ancestrais do grandes dinossauros. 
A fauna terrestre do período se destacam animais que não eram nem répteis nem mamíferos e pertenciam ao grupo dos synapsida. 
Nas águas doces havia anfíbios gigantes e no mar, tubarões primitivos, moluscos cefalópodes, braquiópodes, trilobitas e artrópodes gigantescos conhecidos como eurypterida ou escorpiões do mar.
As únicas criaturas voadoras do período eram parentes gigantes das libélulas. 
A flora é caracterizada pelas suas glossopteris e pelo surgimento das primeiras coníferas. O fóssil mais antigo encontrado até hoje, do período Permiano, é de glossopteris. 
Flora de Glossopteris = flora de clima temperado presente no sul de Gondwana (África, América do Sul, Austrália e Antártida) constituído por plantas do aspecto de samambaia, com sementes e folhas grandes em forma de língua.
Fauna de Mesosauros = fauna do Permiano do SW da África e SE da América do Sul = pequeno réptil (Mesosaurus) encontrados em antigos deltas de lagoas.
A Flora de Glossopteris e a Fauna de Mesosaurus = primeiras evidências da deriva continetal.
Extinções
O final do período Permiano é marcado por uma extinção (2ª Grande) em massa de proporções nunca antes vistas.
Desapareceram 85 % das espécies marinhas (entre elas os trilobitas), e 70 % dos vertebrados terrestres. Os insetos se extinguiram quase por completo. 
Esse evento é conhecido como extinção Permo-triássica; 
Porém alguns grupos sobreviveram e voltaram a se desenvolver, entre eles os amonites e os répteis terapsídeos. 
Possiveis causas: queda de um asteróide, erupções vulcânicas na Sibéria ou uma diminuição natural do O2.

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