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Educação a Distância
Diretrizes e regulamento De 
estágio e Prática interDisciPlinar 
Dos cursos De Formação 
PeDagógica Para graDuaDos 
não licenciaDos e Para segunDa 
licenciatura
Educação a Distância
GRUPO
III
1 DIRETRIZES BÁSICAS PARA O DESENVOLVIMENTO DO ESTÁGIO CURRICULAR 
SUPERVISIONADO E DA PRÁTICA INTERDISCIPLINAR ................................................... 1
 1.1 INTRODUÇÃO ............................................................................................................................... 1
2 ESTÁGIO CURRICULAR SUPERVISIONADO ........................................................................... 2
 2.1 FUNDAMENTAÇÃO LEGAL ...................................................................................................... 2
 2.2 ESTÁGIOS SUSPENSOS ................................................................................................................ 3
 2.3 ÁREAS DE CONCENTRAÇÃO ................................................................................................... 4
 2.4 COORDENAÇÃO, SUPERVISÃO E ORIENTAÇÃO ................................................................ 8
 2.5 EXECUÇÃO ..................................................................................................................................... 9
 2.6 AVALIAÇÃO ................................................................................................................................... 9
 2.7 REGULAMENTO DE ESTÁGIO .................................................................................................. 9
ANEXOS ESTÁGIO CURRICULAR SUPERVISIONADO ........................................................... 18
ANEXO A – CRONOGRAMA DE ATIVIDADES DO ESTÁGIO ................................................ 20
ANEXO B – INFORMAÇÕES IMPORTANTES ............................................................................... 24
ANEXO C – CARTA DE APRESENTAÇÃO ...................................................................................... 26
ANEXO D – NORMAS DE CONDUTA DO ESTAGIÁRIO .......................................................... 27
ANEXO E – ROTEIRO DE OBSERVAÇÃO – ESTÁGIO I ............................................................. 28
ANEXO F – ROTEIRO DE OBSERVAÇÃO – ESTÁGIO II ............................................................ 30
ANEXO G – REGISTRO DE FREQUÊNCIA E ATIVIDADES REALIZADAS NO CAMPO 
 DE ESTÁGIO .................................................................................................................... 32
ANEXO H – MODELO DE PROJETO DE ESTÁGIO ...................................................................... 34
ANEXO I – MODELO DE PAPER DE ESTÁGIO ............................................................................. 38
ANEXO J – FICHA 1 – AVALIAÇÃO DO PROJETO DE ESTÁGIO ............................................ 42
ANEXO La – FICHA 2 – AVALIAÇÃO DO ROTEIRO DE ENTREVISTA .................................. 43
ANEXO Lb – FICHA 2 – AVALIAÇÃO DE DESEMPENHO NO ESTÁGIO .............................. 44
ANEXO Ma – FICHA 3 – AVALIAÇÃO DO PAPER DE ESTÁGIO ............................................. 45
ANEXO Mb – FICHA 3 – AVALIAÇÃO DO PAPER DESCRITIVO DA EXPERIÊNCIA 
DOCENTE ....................................................................................................................... 46
ANEXO Na – FICHA 4 – AVALIAÇÃO DA SOCIALIZAÇÃO DO ESTÁGIO .......................... 47
ANEXO Nb – FICHA 4 – AVALIAÇÃO DA SOCIALIZAÇÃO DA EXPERIÊNCIA 
 DOCENTE ...................................................................................................................... 48
APÊNDICE A – MODELO DE PLANO DE AULA .......................................................................... 49
DIRETRIZES DA DISCIPLINA PRÁTICA INTERDISCIPLINAR .............................................. 51
1. APRESENTAÇÃO ............................................................................................................................... 52
2. O QUE É A DISCIPLINA PRÁTICA INTERDISCIPLINAR? .................................................... 52
 2.1 INTERAÇÃO, COOPERAÇÃO E CONHECIMENTO ............................................................. 54
 2.2 FORMAÇÃO PROFISSIONAL A PARTIR DO DESENVOLVIMENTO DA PRÁTICA 
INTERDISCIPLINAR ..................................................................................................................... 55
3. METODOLOGIA ................................................................................................................................ 57
 3.1 REFERENCIAIS DA DISCIPLINA PRÁTICA INTERDISCIPLINAR ..................................... 57
 3.2 ORIENTAÇÕES PARA REALIZAÇÃO DA DISCIPLINA PRÁTICA 
 INTERDISCIPLINAR ..................................................................................................................... 60
Sumário
IV
 3.3 AVALIAÇÃO DA APRENDIZAGEM DA PRÁTICA INTERDISCIPLINAR ........................ 61
4. TRILHA DE APRENDIZAGEM DA DISCIPLINA SEMINÁRIO DA PRÁTICA ................. 62
5. ASPECTOS IMPORTANTES NO DESENVOLVIMENTO DO PAPER .................................. 62
6. REFERÊNCIAS .................................................................................................................................... 64
ANEXOS ................................................................................................................................................... 65
V
Diretrizes e regulamento De 
estágio
1
1 DIRETRIZES BÁSICAS PARA O DESENVOLVIMENTO DO 
ESTÁGIO CURRICULAR SUPERVISIONADO E DA PRÁTICA 
INTERDISCIPLINAR
1.1 INTRODUÇÃO
Os referenciais de qualidade para Educação Superior a Distância, 
preconizados pelo Ministério da Educação, em julho de 2015, pontuam que a 
superação da visão fragmentada do conhecimento e dos processos naturais e 
sociais enseja uma estruturação curricular por meio da interdisciplinaridade e 
contextualização. Compactuando com essa ideia, o Centro Universitário Leonardo 
da Vinci – UNIASSELVI – compreende que seus cursos de graduação na modalidade 
a distância devem proporcionar aos seus acadêmicos a possibilidade de não só 
conhecerem os conteúdos de cada disciplina, mas também reconhecerem a interação 
entre as disciplinas ou áreas do saber.
Neste contexto, o Estágio Curricular Supervisionado e a Prática 
Interdisciplinar tornam-se importantes instrumentos de vinculação da teoria 
à prática, contribuindo para a formação do futuro professor. Essa relação é 
possibilidade de aproximação da prática à medida que a teoria estudada e discutida 
durante as aulas se constitui como subsídio para a reflexão da realidade das 
escolas. Assim se estabelece um movimento entre o saber e o fazer, que é um dos 
princípios da UNIASSELVI e é um eixo articulador da dinâmica da aprendizagem 
entre conteúdo e forma, numa relação dialética.
Partindo desse pressuposto, o estágio dos cursos de Formação Pedagógica 
da UNIASSELVI foi programado para que o acadêmico possa, no âmbito escolar, 
vivenciar o que está sendo realizado e como isto ocorre. Toda essa dinâmica exige 
um olhar atento sobre o objeto que, neste caso, se constitui no processo de ensino 
e aprendizagem.
Há que se considerar que o estágio é a aplicação dos conhecimentos 
apreendidos, consolidando-os. Eles se organizam em áreas que podem 
ser desdobradas e aprofundadas em questionamentos de conhecimento e 
instrumentalização da teoria e prática e, consequentemente, de transformação 
da realidade existente. Por isso, o Estágio Curricular Supervisionado e a Prática 
Interdisciplinar são dois componentes curriculares complementares. 
Esta é a posição assumida pelo Centro Universitário Leonardo da Vinci 
– UNIASSELVI –, ou seja, a de fazer do Estágio Curricular Supervisionado um 
momento articulado com a Prática Interdisciplinar,integrando os conhecimentos 
adquiridos durante as disciplinas do curso e proporcionando o contato com a 
pesquisa, atividade vista como princípio educativo que possibilita ao acadêmico 
desenvolver uma ação questionadora e reflexiva.
2
2 ESTÁGIO CURRICULAR SUPERVISIONADO
2.1 FUNDAMENTAÇÃO LEGAL
O Estágio Curricular Supervisionado é realizado de acordo com a Lei Federal 
do Estágio nº 11.788, de 25 de setembro de 2008, que define Estágio como “[...] 
ato educativo escolar supervisionado [...] que visa à preparação para o trabalho 
produtivo de educandos que estejam frequentando o ensino regular em instituições 
de educação superior [...]”.
A carga horária é determinada pela Resolução CNE/CP no 2, de 1º de 
julho de 2015, que estabelece 300 horas de Estágio Curricular Supervisionado para 
os cursos de formação de professores da Educação Básica nas modalidades de 
formação pedagógica para graduados não licenciados e para os cursos de segunda 
licenciatura. 
A UNIASSELVI, para seus cursos de Formação Pedagógica, atende à mesma 
Resolução e regulamenta o aproveitamento de horas através da seguinte forma:
• O aproveitamento das horas de atividade docente, para portador de diploma de 
Licenciatura, ocorrerá no Estágio Curricular Supervisionado I, que contém 150 
horas;
Segundo o inciso 7º, da resolução nº 2 de 1º de julho de 2015, “Os portadores de 
diploma de Licenciatura com exercício comprovado no magistério e exercendo atividade 
docente regular na Educação Básica poderão ter redução de carga horária do Estágio Curricular 
Supervisionado até o máximo de 100 horas”.
• O tempo de serviço será validado somente para o acadêmico, portador de 
diploma de Licenciatura, que estiver em pleno exercício de atividade docente.
• É de responsabilidade do acadêmico providenciar o documento comprobatório 
do tempo de serviço que deve ser entregue ao Tutor Externo da turma, no 
prazo de 15 dias após o primeiro encontro da disciplina de Estágio Curricular 
Supervisionado I.
IMPORTANT
E
3
• Serão aproveitadas 100 horas, e as 50 horas restantes deverão ser cumpridas 
participando dos encontros presenciais de estágio, realizando a produção e 
entrega do Paper Descritivo da Experiência Docente, bem como a socialização do 
estágio.
2.2 ESTÁGIOS SUSPENSOS
A UNIASSELVI prevê a suspensão do estágio quando este não atender 
aos regula- mentos estabelecidos nas Diretrizes e Regulamento de Estágio. Assim, 
o acadêmico deve estar ciente de suas responsabilidades em relação à realização 
do estágio, em todas as suas etapas, que deve ser realizado com lisura e ética. A 
realização de qualquer uma das etapas em desacordo com os regulamentos da 
Instituição de Ensino Superior, da instituição concedente ou contrariamente à 
legislação brasileira vigente, implicará a suspensão ou invalidação do Estágio.
O Estágio poderá ser suspenso ou invalidado por decisão conjunta do Coordenador 
do Curso, do Professor Regente, do Colegiado de Curso e do representante legal 
da Instituição Concedente quando:
a) O Estágio estiver em desacordo com os regulamentos da UNIASSELVI 
estabelecidos nas Diretrizes e Regulamento de Estágio ou realizado contrariamente 
àquilo que preconiza a Lei n° 11.788, de 25 de setembro de 2008 e a Resolução 
CNE/CP nº 2, de 1º de julho de 2015.
b) O desenvolvimento das atividades, pelo estagiário, for efetuado em flagrante 
desacordo aos objetivos aos quais se propõe o estágio obrigatório.
c) O desenvolvimento das atividades, pelo estagiário, ferir os padrões de ética 
exigidos pelo curso.
d) O desenvolvimento das atividades, pelo estagiário, não atender aos princípios de 
qualidade exigidos pelo curso.
e) A Instituição de Ensino Superior (UNIASSELVI) ou a Instituição Concedente 
não mais mostrar-se interessada na continuidade do estágio, o que, nesse caso, 
não acarretará prejuízo dos trabalhos em andamento.
f) O acadêmico em realização do Estágio, apresentar condição de insegurança, que 
o exponha (ou cause) risco à vida, ao patrimônio ou ainda ao ambiente.
g) For constatada – da parte do estagiário ou de qualquer dos envolvidos no 
processo de estágio – má fé, fraude ou tentativa de fraude, seja em documentos seja 
em atividades alusivas ao estágio. Ocorrendo constatação de fraude (ou tentativa 
desta) em qualquer documento, este sujeitar-se-á às sanções administrativas 
pertinentes e processos disciplinares, além das penalidades que a lei preconiza.
4
h) A decisão conjunta das partes envolvidas o Coordenador do Curso, juntamente 
com o Orientador de Estágio, o Colegiado de Curso e o representante legal da 
Instituição Concedente) houver por bem, em caso de ocorrência de alguma 
situação imprevista e que justifique a suspensão do estágio.
Em caso de suspensão ou invalidação do estágio, o acadêmico será 
imediatamente reprovado na disciplina, exceto se ele for suspenso nas condições 
previstas nos itens “e” e “h”, após o cumprimento dos objetivos e da carga horária 
mínima exigida.
2.3 ÁREAS DE CONCENTRAÇÃO
O objeto do Estágio Curricular Supervisionado deverá ser enquadrado nas 
Áreas de Concentração definidas pelo Núcleo Docente Estruturante, as quais estão 
descritas por curso.
CURSO DE FORMAÇÃO PEDAGÓGICA EM ARTES VISUAIS
a) Ensino e Aprendizagem das Artes Visuais
A proposta dessa linha é analisar os aspectos do processo de ensinar e aprender 
nas diversas linguagens das Artes Visuais e níveis de ensino. Organizar situações 
de ensino e aprendizagem com propostas alternativas, inclusivas, socializadoras e 
criativas, procurando interagir e ampliar os conhecimentos acerca da arte e de como 
ela pode contribuir para um ensino e aprendizagem que além das particularidades de 
suas linguagens, respeita a diversidade humana, bem como suas diferenças culturais.
b) Didática e Metodologia em Artes Visuais
Promover o estudo contínuo do ensino relativo a Artes Visuais. Investigar 
as mudanças e desenvolvimento ocorridos no ensino de Artes Visuais e as atuais 
necessidades dos professores por meio de suas concepções e práticas pedagógicas. 
Investigar as diversas dimensões das novas tecnologias no processo de ensinar e 
aprender nas diversas linguagens das Artes Visuais. Compreender as mudanças 
didático-pedagógicas ocorridas após as novas conexões estabelecidas com novos 
atores tecnológicos.
c) História da Arte no Contexto Escolar
A proposta desta linha de pesquisa é compreender os temas relacionados 
às disciplinas específicas do curso, conhecendo a evolução dos movimentos/estilos 
artísticos da História da Arte Universal e Brasileira, chegando à apropriação 
dos conceitos contemporâneos das Artes Visuais, suas diversas linguagens e 
manifestações culturais, na perspectiva teórico-metodológica em suas práticas 
pedagógicas.
5
CURSO DE FORMAÇÃO PEDAGÓGICA EM CIÊNCIAS BIOLÓGICAS
a) Formação docente
Tem como objetivo incentivar a pesquisa na área do ensino de ciências em 
diferentes perspectivas: formação pedagógica do professor, formação continuada e 
desenvolvimento de material didático para as disciplinas no Ensino Fundamental 
e Médio.
b) Metodologias de ensino e aprendizagem de Ciências
O ensino e a aprendizagem de ciências nos diferentes níveis de ensino. 
Proposta curricular e os Parâmetros Curriculares Nacionais. Dificuldades de 
ensino/aprendizagem. O ensino de ciências e o livro didático. Fundamentos para a 
construção e acompanhamento de projetos interdisciplinares.
c) Educação ambiental
Esta área de estudo aborda as contribuições do professor de Ciências 
Biológicas no processo educacional como um todo, que vão muito além da aquisição 
de um conjunto de conhecimentos biológicos. São pautadas nas concepções 
teóricas que orientam os processos de ensinar e aprender. Enfoca ainda questões 
relacionadas à prevenção e manutenção dos meios biótico e abiótico.
CURSO DE FORMAÇÃO PEDAGÓGICA EM GEOGRAFIAa) Formação docente
Inclui temas que tratam dos fundamentos da educação geográfica; cumpre o 
papel de discutir a questão da formação do professor de Geografia nas suas dimensões 
histórica, filosófica, sociológica e política. A construção da identidade do professor: 
formação, competências, habilidades e valores inerentes ao perfil do professor do 
Ensino Fundamental e Médio.
b)	Metodologias	de	Ensino	e	Aprendizagem	de	Geografia
O ensino e a aprendizagem de Geografia nos diferentes níveis de ensino. 
Proposta Curricular do estado ou município e os PCN. Dificuldades de ensino/
aprendizagem. O ensino de Geografia e o livro didático. Fundamentos para a 
construção de projetos interdisciplinares e multidisciplinares. Novas tecnologias 
no ensino de Geografia. Aplicabilidade da geografia no ensino inclusivo.
c)	Temas	Emergentes	em	Geografia	no	Ensino	Fundamental	e	Médio
Conceitos geográficos (espaço, paisagem, território, região, tempo, 
desenvolvimento, crescimento, rural e urbano). Astronomia. Caracterização e 
o papel do Estado. Linguagem e localização cartográfica. Desenvolvimento 
rural e urbano e sua consequência. Formação socioespacial e econômica do Brasil. 
Caracterização e apropriação do espaço físico (relevo, clima, vegetação e bacias 
hidrográficas). Dinâmica populacional brasileira. Divisão social e territorial 
do trabalho, onde poderão ser trabalhadas as causas e consequências das 
desigualdades econômicas e sociais das regiões brasileiras. Economia global e fluxos 
econômicos. Estudo dos continentes. Processo de urbanização brasileira e mundial. 
6
Estudo da geografia local (estado ou município). Temas transversais: educação 
ambiental, pluralidade cultural, trabalho e consumo, ética e saúde.
d)	Função	Social	da	Ciência	Geográfica
Planejamento urbano e educação ambiental. Importância do ensino de 
geografia para a formação do cidadão. Geografia cidadã e participação popular. Relação 
entre o espaço construído e a dinâmica da natureza. História da ciência geográfica ou 
os fundamentos epistemológicos da Geografia. Geografia e a sociedade com enfoque 
para as desigualdades regionais e espaciais.
CURSO DE FORMAÇÃO PEDAGÓGICA EM HISTÓRIA
a) História das mulheres e relações de gênero
A linha de pesquisa História das Mulheres e Relações de Gênero focaliza 
os papéis sociais das mulheres ao longo da história, bem como a invisibilidade 
feminina, e a construção dos papéis sociais de homens e mulheres.
b) História regional
A linha aborda a colonização nas mais variadas regiões do Brasil (de acordo 
com a demanda do acadêmico) ao longo dos séculos XVIII, XIX e XX. Privilegia 
as diferentes formas de ocupação do espaço, o trabalho imigrante/migrante, 
a colonização e os conflitos advindos deste processo. A linha aborda ainda os 
diferentes grupos étnicos que compõem o mosaico cultural brasileiro (índios, 
brancos, afrodescendentes).
c) História do tempo presente
Privilegiamos nesta linha de pesquisa diferentes temáticas contemporâneas 
ligadas à cultura política, identidades sociais, globalização e exclusão, historiografia 
e ensino de história.
d) As dinâmicas do ensino da História
A linha busca enfatizar o processo de ensino e aprendizagem da disciplina 
de História nos anos finais do Ensino Fundamental e no Ensino Médio.
CURSO DE LICENCIATURA EM INFORMÁTICA ÁREAS DE CONCENTRAÇÃO
a) Ensino e aprendizagem com a informática
A proposta desta linha é analisar os aspectos do processo de ensinar e 
aprender, fazendo uso da interdisciplinaridade da informática, nos diversos temas 
e níveis de ensino, das diferentes propostas no projeto pedagógico da escola. Busca 
também organizar situações de ensino e aprendizagem com propostas alternativas, 
socializadoras e criativas.
7
b) Formação do professor de informática
A proposta desta linha é analisar temas relacionados às disciplinas 
específicas do curso, conhecendo a evolução dos computadores, chegando 
ao desenvolvimento de processos de orientação e seleção de plataformas 
computacionais adequadas às necessidades das disciplinas.
c) Ferramentas em informática
Esta linha de pesquisa tem por objetivo investigar as diversas dimensões 
da introdução das novas tecnologias no processo de ensinar e aprender, bem como 
as ferramentas de educação assistida por computador. Procura promover o estudo 
continuado do desenvolvimento destas ferramentas.
CURSO DE LICENCIATURA EM MATEMÁTICA
a) Ensino e aprendizagem matemática
A proposta dessa linha é analisar os aspectos do processo de ensinar e 
aprender matemática nos diversos temas e níveis de ensino. Organizar situações de 
ensino-aprendizagem com propostas alternativas e melhorias, procurando integrar 
os acadêmicos do curso de Licenciatura em Matemática da UNIASSELVI com os 
professores e estudantes dos anos finais do Ensino Fundamental e Ensino Médio.
b) História e epistemologia da matemática
A proposta desta linha é investigar temas relativos à História da Matemática, 
o estudo da evolução dos conceitos e suas possíveis relações com a Matemática sob 
o ponto de vista de suas atividades didáticas.
c) Novas tecnologias e educação matemática
Esta linha de pesquisa tem por objetivo investigar as diversas dimensões 
da introdução das novas tecnologias no processo de ensinar e aprender matemática. 
Busca também compreender as mudanças didático-pedagógicas ocorridas após as 
novas conexões estabelecidas com novos atores tecnológicos.
d) Formação continuada
O objetivo desta linha é favorecer a formação e a criação de dinâmica de 
trabalho colaborativo entre os acadêmicos do curso de Licenciatura em Matemática 
da UNIASSELVI e os professores dos alunos dos anos finais do Ensino Fundamental e 
Ensino Médio. Promover o estudo continuado do ensino da matemática, investigar 
as mudanças e desenvolvimentos ocorridos com o professor de matemática por 
meio de suas concepções e percepções. Analisar as diversas tendências na formação 
de professores e consequências.
8
CURSO DE LICENCIATURA EM SOCIOLOGIA
a) Ensino e aprendizagem da sociologia
A proposta dessa linha é analisar os aspectos do processo de ensinar e 
aprender sociologia nos diversos temas e níveis de ensino. Organizar situações 
de ensino-aprendizagem com propostas alternativas e melhorias, procurando 
integrar os acadêmicos do curso de Licenciatura em Sociologia da UNIASSELVI 
com os professores e alunos do Ensino Médio.
b) História e epistemologia da sociologia 
A proposta desta linha é investigar temas relativos à História da Sociologia, 
o estudo da evolução dos conceitos e suas possíveis relações com a disciplina sob 
o ponto de vista de suas atividades didáticas.
c) Ciência política e educação sociológica
Esta linha de pesquisa tem por objetivo investigar as diversas dimensões 
da ciência política e sua aplicação nas práticas sociais, compreender as mudanças 
didático pedagógicas no campo da educação sociológica e sua importância no 
processo de ensinar e aprender Sociologia.
d) Formação continuada
O objetivo desta linha é favorecer a formação e a criação de dinâmica de 
trabalho colaborativo entre os estudantes do curso de Licenciatura em Sociologia 
da UNIASSELVI e os professores dos alunos do Ensino Médio. Promover o estudo 
continuado do ensino da Sociologia, investigar as mudanças e desenvolvimentos 
ocorridos com o professor de Sociologia por meio suas concepções e percepções. 
Analisar as diversas tendências e variantes na formação de professores.
UNI
Acadêmico! Para aprofundar ainda mais o seu conhecimento referente 
às áreas de concentração, consulte a Trilha de Aprendizagem do Estágio Curricular 
Supervisionado em seu AVA – Ambiente Virtual de Aprendizagem.
2.4 COORDENAÇÃO, SUPERVISÃO E ORIENTAÇÃO
A Coordenação, Supervisão e a Orientação de Estágio serão feitas conforme 
consta no respectivo regulamento (ver Capítulo IV do item2.6 destas Diretrizes).
9
2.5 EXECUÇÃO
• Serão programados encontros presenciais, que constam no cronograma de cada 
curso, com todos os acadêmicos da turma.
• O cronograma de atividades contém as datas de entrega do Projeto de Estágio, 
do Paper de Estágio, o período de desenvolvimento das atividades na Instituição 
Concedente e socialização das atividades de Estágio.
• Cada turma será orientada por um orientador, função esta exercida pelo Tutor 
Externo de cada turma, doravante denominado somente orientador.
• O desenvolvimento das atividades no local de estágio será feito depois de 
cumpridas as formalidades definidas na legislação em vigor.
• O produto final do Estágio Curricular Supervisionado consistirá em um Paper 
de Estágio, cujo formato se encontra nos anexos destas Diretrizes e na Trilha de 
Aprendizagem da disciplina de Estágio.
Prezado acadêmico! Se você é portador de diploma de Licenciatura, 
exerce atividade docente regular na Educação Básica e teve aprovação do seu 
comprovante de docência, no Estágio Curricular Supervisionado I, seu produto final 
será um Paper Descritivo da Experiência docente e sua socialização.
ATENCAO
2.6 AVALIAÇÃO
A avaliação do Estágio Curricular Supervisionado será feita da maneira 
descrita no Regulamento de Estágio, devendo contemplar as especificidades de 
cada estágio.
Será considerado aprovado acadêmico que obtiver média final igual ou 
superior a 7,0 (sete).
2.7 REGULAMENTO DE ESTÁGIO
CAPÍTULO I
CONCEPÇÃO, DURAÇÃO E OBRIGATORIEDADE
Art. 1º O Estágio Curricular Supervisionado é concebido como um dos 
momentos privilegiados de integração teoria-prática.
10
Art. 2º O Estágio Curricular Supervisionado terá a duração, em horas, 
estipulada na matriz curricular dos cursos conforme as Diretrizes Curriculares 
Nacionais.
Art. 3º Nenhum acadêmico poderá colar grau sem ter cumprido as exigências 
do Estágio Curricular Supervisionado.
CAPÍTULO II 
DA ORGANIZAÇÃO
Art. 4º O Estágio Curricular Supervisionado do curso compreende as etapas 
a seguir nomeadas e descritas:
I – ETAPA DA PREPARAÇÃO
Esta etapa compreende:
a) Definição do local de estágio;
b) Observação da Instituição Concedente;
c) Coleta dos dados para execução das etapas posteriores.
II – ETAPA DO PLANEJAMENTO
Esta etapa compreende:
a) Elaboração do Projeto de Estágio;
b) Aprovação pelo orientador do Projeto de Estágio;
c) Definição do cronograma de atividades.
§ 1º - No cronograma de atividades constarão as atividades a serem 
realizadas e o respectivo período de realização (ANEXO A).
§ 2º - No processo de definição do local de estágio serão providenciados os 
seguintes documentos: 
a) Assinatura do Termo de Convênio de Estágio entre a Instituição Concedente e a 
UNIASSELVI; 
b) Assinatura do Termo de Compromisso (Anexo B) de Estágio Curricular 
Supervisionado entre a Instituição Concedente e o acadêmico; 
c) Carta de Apresentação (ANEXO C).
§ 3º - O Projeto de Estágio será elaborado de acordo com o modelo definido 
pelo Núcleo Docente Estruturante (ANEXO H).
III – ETAPA DO DESENVOLVIMENTO
Esta etapa compreende:
a) Realização das atividades programadas;
b) Reuniões de acompanhamento entre o orientador e o acadêmico;
c) Visitas do orientador ao local de Estágio;
11
d) Reuniões do acadêmico estagiário com o supervisor responsável da Instituição 
Concedente.
§ 1º - O supervisor responsável da Instituição Concedente acompanhará o 
desenvolvimento do plano de aula elaborado pelo acadêmico e preencherá a 
Avaliação de Desempenho do Acadêmico Estagiário (ANEXO Lb – Ficha 2). 
CONCEITOS
INSUFICIENTE 2,0
REGULAR 4,0
BOM 6,0
MUITO BOM 8,0
EXCELENTE 10,0
Obs.: O Tutor Externo fará a conversão dos conceitos para nota, ao receber a 
ficha de avaliação de desempenho do Estágio.
I – ETAPA DA CONCLUSÃO
Esta etapa compreende:
a) Elaboração do Paper de Estágio de acordo com o modelo (ANEXO I);
b) Postagem da versão final do Paper de Estágio no AVA;
c) Socialização da vivência do estágio;
§ 1º - No desenvolvimento de todas as etapas, o orientador fará atendimento 
ao acadêmico durante os encontros da disciplina.
Prezado acadêmico! Se você é portador de diploma de Licenciatura, 
exerce atividade docente regular na Educação Básica e teve aprovação do seu 
comprovante de docência, no Estágio Curricular Supervisionado I, você não necessita 
realizar as etapas de I a III. No entanto, deverá cumprir a etapa IV, substituindo o Paper 
do Estágio pelo Paper Descritivo da Experiência Docente (ANEXO M).
ATENCAO
12
CAPÍTULO III
LOCAIS DE REALIZAÇÃO
Art. 5º O Estágio poderá ser realizado nos seguintes locais:
a) Escolas, públicas e/ou privadas;
UNI
Você poderá atuar em escolas regulares da Educação Básica, sejam elas 
municipais, estaduais e ou particulares. Lembre-se: dependendo do estágio que você 
estiver cursando, sua atuação poderá ocorrer nos ensinos fundamental e médio, 
ensino de jovens e adultos, também no ensino médio técnico-profissionalizante.
b) Entidades, públicas e/ou privadas.
7ª As instituições de Educação Básica e/ou entidades em que é oferecido 
o Estágio Supervisionado deverão estar localizadas na cidade onde o curso é 
oferecido.
Parágrafo Único – O Estágio Supervisionado Curricular em instituições de 
Educação Básica e/ou entidades só pode ocorrer em cidades localizadas fora da cidade 
em que o curso é oferecido, quando previamente autorizado pelo Tutor Externo.
CAPÍTULO IV
DAS ATRIBUIÇÕES DA COORDENAÇÃO, SUPERVISÃO E ORIENTAÇÃO
Art. 8º A coordenação do Estágio Curricular Supervisionado será exercida 
pelo Coordenador do curso. A este compete:
I - elaborar o calendário de atividades do estágio e divulgá-lo em tempo hábil;
II - baixar normas e instruções pertinentes complementares a este Regulamento;
III - orientar e acompanhar as atividades dos Professores e Tutores quanto às 
normas e programação do estágio.
Art. 9º A Supervisão do Estágio Curricular Supervisionado será assim 
realizada:
I - Pelo Articulador. A este compete:
a) Articular-se com órgãos públicos e privados e efetuar os ajustes necessários 
para a realização do Estágio, fortalecendo o vínculo entre a UNIASSELVI e os 
mesmos;
13
b) Efetuar o levantamento das Instituições Concedentes;
c) Orientar e esclarecer dúvidas dos acadêmicos e dos Tutores Externos quanto ao 
cumprimento do Estágio Curricular Supervisionado;
d) Supervisionar as atividades dos Tutores Externos no cumprimento de suas 
funções no que diz respeito:
i) Ao desenvolvimento do Estágio Curricular Supervisionado;
ii) À aplicação, correção e lançamento no sistema, das notas das avaliações da 
aprendizagem do Estágio Curricular Supervisionado;
iii) Ao desenvolvimento dos encontros presenciais, com especial atenção para o 
cumprimento do horário e realização das atividades programadas, segundo as 
orientações da UNIASSELVI;
iv) À socialização do Estágio Curricular Supervisionado;
v) À supervisão das atividades desenvolvidas pelo acadêmico estagiário.
e) Elaborar e manter atualizado cadastro, incluindo Termo de Convênio com 
entidades concedentes de Estágio, disponibilizando-o aos Tutores Externos e 
acadêmicos;
f) Providenciar, quando solicitado pelo acadêmico, declaração de estágio para 
dispensa do trabalho. Documento disponível no AVA;
g) Digitalizar e postar no sistema os documentos comprobatórios de experiência 
docente dos acadêmicos que solicitarem redução de carga horária no Estágio 
Curricular Supervisionado I, conforme cronograma;
h) Registrar o recebimento no sistema dos Termos de Compromisso de todos os 
acadêmicos, conforme cronograma;
O QUE FICA NO POLO O QUE VEM VIA SISTEMA
Paper (impresso) Diário de classe
Fichas avaliativas Ata de entrega do Paper
Registro de frequência Termo de compromisso**
Declaração da docência
Paper (Digital)
*Os documentos queficam no Polo de Apoio Presencial devem permanecer 
arquivados por
um período de um ano após a formatura do acadêmico.
**O termo de compromisso deverá permanecer arquivado por cinco anos após a 
formatura do acadêmico.
i) Conferir postagens do Paper de Estágio.
Art. 10 A orientação do Estágio Curricular Supervisionado será assim 
realizada:
I - Pelo Professor, a quem compete:
14
a) Orientar e supervisionar as ações dos Tutores Internos e Externos em relação aos 
Estágios Curriculares Supervisionados;
b) Revisar e atualizar, quando necessário, as Diretrizes e Regulamento de Estágio;
c) Inserir e acompanhar no Ambiente Virtual de Aprendizagem – AVA, os 
documentos relacionados ao Estágio Curricular Supervisionado;
d) Homologar o documento comprobatório de experiência docente, postado no 
sistema pelo articulador;
e) Orientar quanto à fundamentação teórica e quanto aos aspectos metodológicos 
e pedagógicos para a realização do Estágio.
II - Pelo Tutor Interno, a quem compete:
a) Orientar o Tutor Externo, Articuladores e os Acadêmicos através do telefone 
0800, e-mail e AVA, sobre os procedimentos de Estágio e aplicação das diretrizes;
b) Responder às dúvidas advindas dos polos de apoio presencial e órgãos públicos e 
privados;
c) Orientar o Tutor Externo sobre a sistemática de avaliação e lançamento das notas 
e postagens dos papers.
III - Pelo Tutor Externo (orientador), a quem compete:
a) Proceder ao estudo das Diretrizes e Regulamento de Estágio com os acadêmicos 
estagiários, esclarecendo-lhes eventuais dúvidas;
b) Divulgar entre os acadêmicos estagiários os planos e cronogramas necessários à 
execução do Estágio;
c) Orientar o planejamento e organização dos seminários de socialização dos 
Estágios;
d) Articular-se com órgãos públicos e privados, efetuando os ajustes necessários 
para a realização do estágio;
e) Orientar a elaboração do Projeto de Estágio e do Paper do Estágio;
f) Acompanhar o acadêmico estagiário na execução de suas tarefas, orientando-o 
nas suas necessidades e dificuldades;
g) Avaliar o desempenho do acadêmico estagiário;
h) Fazer a supervisão das atividades desenvolvidas pelo acadêmico estagiário;
i) Entregar os Termos de Compromisso (de todos os acadêmicos) e documento 
comprobatório de experiência docente (dos acadêmicos que reduzirem carga 
horária no Estágio I) recebidos, para o Articulador do polo de Apoio Presencial;
j) Providenciar, quando solicitado pelo acadêmico, declaração de estágio para 
dispensa do trabalho. Documento disponível no AVA;
k) Proceder à correção final do projeto (ANEXO J – Ficha 1); do Roteiro de Entrevista 
(ANEXO La – Ficha 2); do Paper de Estágio e Paper Descritivo da Experiência 
Docente (ANEXO Ma ou ANEXO Mb: – Ficha 3); e da Socialização (ANEXO Na 
e ANEXO Nb – Ficha 4) de Estágio e aferir nota;
l) Lançar todas as notas referentes ao estágio no Ambiente Virtual de Aprendizagem 
do NEAD/UNIASSELVI.
Obs.: O Tutor Externo fará a conversão dos conceitos em nota, conforme a tabela 
a seguir:
15
CONCEITOS
INSUFICIENTE 2,0
REGULAR 4,0
BOM 6,0
MUITO BOM 8,0
EXCELENTE 10,0
m) Organizar a socialização do estágio e avaliar o desempenho dos acadêmicos na 
respectiva atividade;
n) Fazer todos os registros no diário de classe, ata de entrega do Paper e Termo de 
Compromisso de Estágio;
o) Preencher o diário de classe e a ata de entrega do Paper no AVA;
p) Entregar o termo de compromisso para o articulador para que seja remetido à 
UNIASSELVI via sistema;
q) Verificar a postagem dos Papers de Estágio da turma no AVA;
r) Zelar pelo fiel cumprimento do Termo de Convênio de Estágio entre a 
Instituição Concedente e a UNIASSELVI e, pelo Termo de Compromisso.
Quando o Estágio Curricular Supervisionado ocorrer em turmas Flex, as 
atribuições descritas nos itens k e l, serão destinadas aos tutores internos e professores.
IV - Pelo Supervisor e/ou Professor Regente da Instituição Concedente:
O supervisor e/ou professor regente são os profissionais que acompanham 
e avaliam o acadêmico na Instituição Concedente de Estágio, a quem compete:
a) Supervisionar as atividades do acadêmico estagiário;
b) Preencher os formulários próprios de acompanhamento e avaliação do 
acadêmico estagiário;
c) Dar visto no planejamento das atividades do plano de aula de cada acadêmico 
estagiário.
Art. 11 São atribuições do acadêmico estagiário:
a) Estar devidamente matriculado na disciplina de Estágio;
b) Providenciar o preenchimento e impressão dos documentos necessários (Termo 
de Compromisso, Registro de Frequência e Fichas Avaliativas) disponíveis no 
AVA;
c) Coletar as assinaturas e carimbos necessários ao Termo de Compromisso;
d) Entregar uma via do Termo de Compromisso para o orientador, conforme 
cronograma;
e) Providenciar e entregar documento comprobatório de experiência docente, 
em caso de redução de carga horária no Estágio Curricular Supervisionado I, 
conforme a resolução n. 2 de 1º de julho de 2015, apenas para os portadores de 
16
diploma de Licenciatura com exercício comprovado no magistério e exercendo 
atividade docente regular na Educação Básica, para o orientador, no prazo de 
15 dias após o primeiro encontro da disciplina;
f) Acompanhar a situação de homologação do Termo de Compromisso ou 
Documento Comprobatório de Redução de Carga Horária no sistema;
g) Providenciar documentos retificados conforme justificativas, em caso de 
indeferimento;
h) Elaborar o Projeto de Estágio e Planos de Aula;
i) Cumprir as tarefas programadas;
j) Prestar as informações que lhe forem solicitadas;
k) Elaborar o Paper de Estágio;
l) Socializar a vivência do Estágio;
m) Entregar uma cópia impressa do Paper de Estágio para o orientador;
n) Postar no AVA, o Paper finalizado;
o) Cumprir, fielmente, as Normas de Conduta do Estagiário (ANEXO D);
p) Solicitar, quando necessário, declaração de estágio, para dispensa do trabalho, 
ao orientador e articulador;
q) Cumprir outras obrigações previstas no Termo de Compromisso de Estágio 
entre a Instituição Concedente e a UNIASSELVI e pelo Termo de Convênio.
O Paper poderá fazer parte da Jornada de Integração Acadêmica – JOIA.
ATENCAO
CAPÍTULO V
DA AVALIAÇÃO DO ESTÁGIO
Art. 12 A avaliação do Estágio compreende:
I – Avaliação do Projeto de Estágio (ANEXO J – Ficha 1).
II – Avaliação do Roteiro de Entrevista (ANEXO La – Ficha 2).
III – Avaliação de desempenho do acadêmico estagiário, efetuada pelo Supervisor 
Responsável da Instituição Concedente (ANEXO Lb – Ficha 2).
IV – Avaliação do Paper de Estágio ou Paper Descritivo da Experiência Docente 
(ANEXO Ma ou ANEXO Mb – Ficha 3).
V – Socialização do Estágio (ANEXO Na ou ANEXO Nb – Ficha 4).
§ 1º Será considerado aprovado o acadêmico estagiário que obtiver média 
final igual ou superior a 7 (sete).
§ 2º O acadêmico estagiário que não obtiver nota final igual ou superior a 
7 (sete) será considerado reprovado na disciplina e, consequentemente, terá que 
repeti-la.
17
NOTA
Acadêmico! As notas serão aferidas nas fichas de Estágio e lançadas no AVA pelo 
orientador em cada estágio. A sua média será calculada ao final do lançamento de todas as 
notas em cada estágio.
Prezado acadêmico e Tutor Externo!
Plágio é crime! Textos plagiados não devem ser aceitos. A orientação que a 
UNIASSELVI repassa a seus tutores e professores é atribuição de nota zero 
quando detectado e comprovado o plágio. Dessa forma, acadêmico, prime pela 
autenticidade e autoria própria na escrita de seus trabalhos.
ATENCAO
CAPÍTULO VI
DAS DISPOSIÇÕES GERAIS
Art. 13 A realização do Estágio Curricular Supervisionado não acarretará 
vínculo empregatício de qualquer natureza.
Art. 14 Os casos omissos neste Regulamento serão resolvidos pelo 
Coordenador do curso, cabendo os recursos regimentais.
IMPORTANT
E
No seu AVA, na opçãodisciplina corrente, você poderá acessar a Trilha de 
Aprendizagem de Estágio. Nesta trilha, você encontrará orientações, documentos e 
materiais para auxiliá-lo no desenvolvimento das atividades.
18
ANEXOS
ESTÁGIO CURRICULAR SUPERVISIONADO
19
A seguir, quadro resumo de cada estágio. No Anexo A consta o 
cronograma detalhado para desenvolvimento das atividades.
ATENCAO
Estágio Carga horária do Estágio
Escolas - 
Instituição 
Concedente
Atividade/Carga 
horária Produção escrita
I
150 Educação Básica
- Observação (20h/a)
- Entrevista (a 
definir)
- Roteiro de 
observação;
- Roteiro de entrevista;
- Projeto de estágio;
- Paper de estágio.
Aproveitamento 
de horas/
experiência 
docente
50
(100
reduzidas)
Educação 
Básica X
- Paper do Descritivo da 
Experiência Docente
II 150
Educação 
Básica (Ensino 
Fundamental e 
Ensino Médio)
- Observação (10h/a) - 
- Regência no Ensino 
Fundamental (5h/a)
- Regência no Ensino 
Médio (5h/a)
- Roteiro de 
observação;
- Projeto de estágio;
- Plano de aula (10 – 
um para cada regência);
- Paper de estágio.
Algumas atividades do Estágio Curricular Supervisionado poderão 
ser realizadas em duplas. Nesta condição, observe as atividades que podem ser 
desenvolvidas em dupla e individualmente:
ATENCAO
ATIVIDADE EM DUPLA INDIVIDUAL
Observações X
Roteiro de entrevista X
Planos de aula X
Projeto de estágio X
Entrevistas X
Regências X
Paper X
Socialização X
20
Fase CH Atividade Observações
Preparação
10 Leitura das Diretrizes e Regulamento de Estágio ---------------------
40
1) Identificar em Instituição 
Concedente 2 professores
atuantes na Educação Básica em sua 
área de atuação.
2) Ler as normas de Conduta.
3) Providenciar documentos.
4) Entregar documentos 
preenchidos.
5) Observar 20 h/a para redigir o 
roteiro de observação.
7) Coletar dados da Instituição 
Concedente.
8) Escrever o roteiro de observação.
2 Entrevistas com professores da 
área de atuação do seu curso:
-1 do Ensino Fundamental.
-1 do Ensino Médio.
Documentos: devem ser gerados no 
AVA – Trilha de Aprendizagem
1) Termo de Compromisso (3 vias).
2) Carta de Apresentação (ANEXO 
C) (1 via).
3) Registro de Frequência (ANEXO 
G) (1 via).
- Caso o estágio ocorra em diferentes 
escolas, providencie os documentos 
1, 2 e 3 para cada uma.
Normas de Conduta (ANEXO D).
Modelo de Roteiro de Observação 
disponível para download no AVA 
(ANEXO E).
Planejamento 30
1) Escolher área de concentração.
2) Levantar bibliografias para a 
fundamentação
teórica.
3) Elaborar Projeto de Estágio.
4) Elaborar Roteiro de Entrevista (8 a 
10 questões).
5) Entregar projeto para aprovação 
do orientador.
6) Entregar FICHA 1 para orientador.
7) Entregar FICHA 2 para orientador.
Modelo do projeto disponível para 
download no AVA (ANEXO H).
Fichas disponíveis para download no 
AVA:- FICHA 1: Avaliação do Projeto de 
Estágio (ANEXO J) NOTA 1 (Peso 
2,0).
- FICHA 2: Avaliação do Roteiro de 
Entrevista (ANEXO La) NOTA 2
(Peso 1,0).
Desenvolvimento
10
1) Entrevistar os professores da sua 
área de atuação.
2) Registrar frequências na 
Instituição Concedente.
- Registro de Frequência (utilizar o 
mesmo documento gerado na fase de 
preparação).
40
1) Escrever o Paper do estágio.
2) Providenciar fichas 3 e 4.
3) Entregar registro de frequência 
para orientador.
Modelo do Paper do estágio disponível 
para download no AVA (ANEXO I)
Fichas disponíveis para download no 
AVA:
-FICHA 3: Avaliação do Paper do 
estágio (ANEXO Ma) NOTA 3 (Peso 
3,0)
- FICHA 4: Avaliação da Socialização 
de Estágio (ANEXO Na) NOTA
4 (Peso 4,0).
Conclusão 20
1) Entrega do Paper para orientador.
2) Postar a versão final do Paper no 
AVA.
3) Entregar as fichas 3 e 4 para 
orientador.
4) Socializar a vivência do estágio.
O Paper do estágio deve ser entregue 
em formato impresso e digital.
ANEXO A – CRONOGRAMA DE ATIVIDADES DO ESTÁGIO
ESTÁGIO I (150 horas) – PESQUISA EM FORMAÇÃO DOCENTE NA 
EDUCAÇÃO BÁSICA
21
Prezado acadêmico! Se você é portador de diploma de Licenciatura, exerce 
atividade docente regular na Educação Básica e teve aprovação do seu comprovante de 
docência, no Estágio Curricular Supervisionado I, você deverá desenvolver as seguintes 
atividades:
- Presença nos encontros presenciais;
- Redação do Paper Descritivo da Experiência Docente e
- Socialização da experiência docente.
As fichas de avaliação estão disponíveis para download no AVA.
São elas:
- FICHA 3: Avaliação do Paper Descritivo de Experiência Docente
(ANEXO Mb) - NOTA 1
- FICHA 4: Avaliação da Socialização da Experiência Docente (ANEXO Nb) - NOTA 2
ATENCAO
IMPORTANT
E
Em caso de indeferimento do documento comprobatório de experiência 
docente, você deverá apresentar novo documento até a etapa de planejamento, atendendo 
às retificações indicadas na justificativa do indeferimento.
O acadêmico que não apresentar novo documento comprobatório de experiência docente 
deverá desenvolver integralmente as atividades de estágio para fins de aprovação na disciplina.
O cronograma completo você encontra disponível no seu AVA, na Trilha de 
Aprendizagem da disciplina.
ATENCAO
Para acessar a documentação e modelos para download do Estágio, acesse o 
AVA com seu login/senha.
ATENCAO
22
ESTÁGIO II (150 horas) – DOCÊNCIA NA EDUCAÇÃO BÁSICA
Fase C/H Atividade Observações
Preparação
10 Leitura das Diretrizes e Regulamento de Estágio ---------------------
40
1) Identificar, em Instituição Concedente, 
turmas que tenham a disciplina da sua área de 
atuação do Ensino Fundamental e Médio para 
estagiar.
2) Ler as Normas de Conduta.
3) Providenciar documentos.
4) Entregar documentos preenchidos.
5) Observar 10 h/a das quais 6h/a são destinadas 
as turmas que serão realizadas as regências, 
sendo 3h/a para uma turma do Ensino 
Fundamental e 3h/a para uma turma do Ensino 
Médio. As outras 4h/a de observação poderão 
ser realizadas em outras turmas.
6) Registrar frequências na Instituição 
Concendente.
7) Coletar dados da Instituição Concedente.
8) Coletar dados da turma.
9) Escrever o Roteiro de Observação
10) Conversar com o Professor da escola: 
identificar os assuntos a serem trabalhados em 
sala na regência, aproximando-os, sempre que 
possível, da área de concentração.
Turmas:
- Ensino Fundamental e 
Médio.
Documentos: devem ser 
gerados no AVA – Trilha de 
Aprendizagem.
1) Termo de Compromisso (3 
vias).
2) Carta de Apresentação 
(ANEXO C) (1 via).
3) Registro de Frequência 
(ANEXO G) (1 via).
Normas de Conduta (ANEXO 
D).
Modelo de Roteiro de 
Observação disponível para 
download no AVA (ANEXO F).
Planejamento 30
1) Levantar bibliografias para apropriamento da 
fundamentação
teórica sobre o tema do estágio.
2) Elaborar 10 planos de aula, sendo um para 
cada regência, considerando o assunto e a área 
de concentração do seu curso. Os planos de aula 
devem ser Apêndices do Projeto de Estágio.
3) Entregar projeto para aprovação do orientador.
4) Entregar FICHA 1 para orientador.
Modelo do projeto 
disponível para download 
no AVA (ANEXO H). 
Modelo do Plano de Aula 
disponível para download no 
AVA (APÊNDICE A). Fichas 
disponíveis para download 
no AVA:
- FICHA 1: Avaliação do 
Projeto de Estágio (ANEXO J) 
NOTA 1 (PESO 2,0).
Desenvolvimento
10
1) Exercer 10 regências com 1h/a cada, sendo 5 
regências no Ensino Fundamental e 5 no Ensino 
Médio.
2) Registrar frequências na Instituição Concedente.
3) Entregar FICHA 2 para professor supervisor.
Fichas disponíveis para 
download no AVA:
- FICHA 2: Avaliação de 
Desempenho do Estagiário 
(ANEXO Lb)
NOTA 2 (Peso 1,0).
- Registro de Frequência 
(utilizar o mesmo documento 
gerado na fase de preparação).
40
1) Escrever o Paper de estágio.2) Providenciar fichas 3 e 4.
3) Entregar Registro de Frequência para 
orientador.
Modelo do Paper do estágio 
disponível para download no 
AVA (ANEXO I).
Fichas disponíveis para 
download no AVA:
-FICHA 3: Avaliação do Paper 
do estágio (ANEXO Ma) 
NOTA 3 (Peso 3,0)
- FICHA 4: Avaliação da 
Socialização de Estágio 
(ANEXO Na) NOTA 4 (Peso 4,0).
Conclusão 20
1) Entregar o Paper para orientador.
2) Postar a versão final do Paper no AVA.
3) Entregar as fichas 3 e 4 para orientador.
4) Socializar a experiência do estágio.
O Paper do estágio deve ser 
entregue em formato impresso 
e digital.
23
O cronograma completo você encontra disponível no seu AVA, na Trilha de 
Aprendizagem da disciplina.
ATENCAO
24
Acesse a Trilha de Aprendizagem do Estágio, etapa de preparação, para gerar seu 
Termo de Compromisso. 
Imprima três vias, sendo cada uma entregue ao:
- Representante da Instituição Concedente;
- Orientador;
- Acadêmico.
ATENCAO
UNI
O Termo de Compromisso deve ser entregue ao seu orientador o mais breve 
possível durante a etapa de preparação. Observe que, para fins de aprovação na disciplina de 
Estágio, é fundamental o recebimento do TC pela UNIASSELVI. O controle do recebimento do TC 
ocorre conforme procedimentos descritos no Ofício nº 001/2014. Fique atento ao cronograma!
De acordo com o que preconiza este ofício, pendências relacionadas ao 
Termo de Compromisso não permitem publicação da média final nas disciplinas de 
Estágio. Algumas razões que podem acarretar nesta situação são o preenchimento 
incorreto e a falta de impressão de todas as páginas do Termo de Compromisso.
ANEXO B – INFORMAÇÕES IMPORTANTES
Conforme preconiza o Regulamento de Estágio, o local de realização das 
atividades pode ser escolas ou entidades públicas e/ou privadas. Quando solicitada, 
a UNIASSELVI firma convênio com as escolas da rede pública na cidade do seu 
Polo. Caso venha a estagiar em instituições particulares, o convênio será firmado 
entre a UNIASSELVI e a Instituição. Nesta situação, solicite orientação para o 
articulador do seu Polo, a fim de que ele intermedeie estes trâmites.
Após identificar o campo de estágio e antes de desenvolver qualquer 
atividade, é imprescindível que você providencie o Termo de Compromisso. O 
Termo de Compromisso (TC) é um documento que regulamenta as condições em 
que você realizará o estágio. Para que tenha valor jurídico, o TC deve ser assinado 
por você, carimbado e assinado pelo representante do campo de estágio e pela 
UNIASSELVI. Esse documento precisa ser providenciado antes de iniciar o seu 
estágio.
25
IMPORTANT
E
Orientações para preenchimento do Termo de Compromisso, no item que trata 
dos dados da Instituição Concedente
A INSTITUIÇÃO CONCEDENTE
RAZÃO SOCIAL: 
ENDEREÇO: 
CIDADE: 
CEP: 
SUPERVISOR:
REGISTRO PROFISSIONAL OU EXPERIÊNCIA:
BAIRRO: 
ESTADO: 
TELEFONE:
CPF:
Neste item preencha o número de registro do Professor Regente junto à 
secretaria a que está vinculado ou o tempo de experiência profissional.
Neste item preencha o nome do professor regente e/ou responsável 
pela supervisão do campo de estágio.
26
As horas a serem cumpridas no campo de estágio são destinadas à realização de 
entrevistas, observações e regências.
ATENCAO
Para o Estágio I, serão necessárias 20h/a para observações e 5h/a para entrevistas. 
Assim, é preciso que constem 25h/a, que serão cumpridas no campo de estágio.
Para o Estágio II, serão necessárias 10h/a para observações e 10h/a para regências. Assim, é 
preciso que constem 20h/a, que serão cumpridas no campo de estágio.
IMPORTANT
E
ANEXO C – CARTA DE APRESENTAÇÃO
 
Indaial, de de .
Prezado(a) Sr.(a):
Apresentamos a V.S.ª o(a) acadêmico(a) , regularmente matriculado(a) 
no módulo, do Curso de do Centro Universitário Leonardo 
da Vinci – UNIASSELVI, que pretende realizar Estágio Curricular Supervisionado 
nesta Instituição Concedente.
Informamos que o Estágio é um componente curricular obrigatório, 
perfazendo um total de horas, das quais serão cumpridas nesta 
Instituição Concedente. Será supervisionado pelo Orientador de Estágios da 
UNIASSELVI, que poderá fazer contatos com V.S.ª, com a finalidade de acompanhar 
o desempenho do(a) acadêmico(a) em sua experiência prática na Instituição 
Concedente, bem como coletar dados da sua atuação em suas tarefas.
Agradecemos antecipadamente a oportunidade dada ao(à) nosso(a) 
acadêmico(a) e nos colocamos à disposição para maiores esclarecimentos através do 
telefone ( )__________do Polo de Apoio Presencial__________.
Atenciosamente,
____________________
Nome do Orientador
27
ANEXO D – NORMAS DE CONDUTA DO ESTAGIÁRIO
As Normas de Conduta devem ser observadas com a finalidade de unificar 
uma postura aos acadêmicos durante o período de Estágio. É um momento de 
autoavaliação, cuja principal preocupação deve ser a aproximação cada vez maior 
entre “o que eu digo e o que faço”, entre “o que pareço ser e o que realmente sou”.
Aspectos profissionais a serem observados:
1. Solicita autorização do responsável pela Instituição Concedente para realização 
do Estágio, acertando questões práticas, tais como: data, horário, departamento, 
processo.
2. Cumpre o programa, tendo como parâmetro o aprendizado adquirido.
3. Planeja as ações, observando os horários e o ritmo da Instituição Concedente.
4. Procura identificar as dificuldades para refazer suas estratégias.
5. Exercita sua autoavaliação.
6. Atenta à receptividade de suas atividades.
7. Observa e registra com atenção.
8. Otimiza o tempo.
9. Respeita a privacidade e a individualidade no local de Estágio.
10. Participa da rotina da Instituição Concedente, sem criar polêmicas.
11. Preserva sigilo das informações a que tiver acesso.
12. Discute seu projeto com o seu supervisor e/ou professor regente na Instituição 
Concedente.
13. Aprofunda os conteúdos, a fim de garantir a sua cientificidade.
14. Age com ética na relação com o supervisor e/ou professor regente.
15. Promove a imagem dos acadêmicos e da Instituição UNIASSELVI. Aspectos 
humanos:
1. Procura ser assíduo e pontual em todas as atividades do estágio.
2. Tem uma atitude receptiva e colaboradora.
3. Veste-se adequadamente.
4. Não fuma no ambiente do campo de estágio.
5. Não utiliza celular. O celular deve ser mantido desligado quando o estagiário 
estiver no local e horário de estágio.
6. Dirige-se de forma cordial a todas as pessoas.
7. Atitudes de bom senso são medidas para o sucesso.
8. Adota postura adequada no que se refere à linguagem utilizada, não usa 
gírias.
28
ANEXO E – ROTEIRO DE OBSERVAÇÃO – ESTÁGIO I
1 Caracterização da Instituição em relação à Educação Básica
Organização: turnos de funcionamento e respectivos horários, total de turmas para 
cada nível/ modalidade de ensino atendido, média de estudantes por turma, média 
da faixa etária por turma, quantidade de funcionários, existência de equipe de 
apoio (psicopedagogos, psicólogos, médicos, fonoaudiólogos), em quais situações 
os pais se dirigem à escola.
Infraestrutura: descrição dos aspectos físicos da escola: tipo de prédio, 
conservação e limpeza externa e interna, estrutura das dependências: espaço para 
atendimento aos pais, biblioteca, laboratórios, salas de aula, sala dos professores, 
salas informatizadas, áreas de lazer, estrutura para a realização de esportes, 
espaço destinado à socialização de trabalhos realizados pelos estudantes e para 
informações pertinentes ao funcionamento da escola, acessibilidade para pessoas 
com necessidades especiais, espaço destinado às refeições: a escola possui cantina, 
oferece lanche (merenda), os estudantes trazem lanche de casa, quais equipamentos 
multimídias a escola possui, os estudantes recebem material (cadernos, livros, 
uniformes) da gestão pública,como ocorrem pequenos reparos necessários (quem 
é acionado, a escola possui fundos monetários específicos).
Projeto Político-Pedagógico e Regimento Escolar: descrição dos fins e objetivos 
da proposta pedagógica da escola e quais documentos alicerçam esta proposta 
(Proposta Curricular do Município e Estado, Parâmetros Curriculares Nacionais, 
Referencial Curricular Nacional para a Educação Infantil e outros), o PPP é 
rediscutido em quais momentos? Caso ocorram inovações e/ou alterações, elas são 
comunicadas através de quais meios, no PPP constam registrados e sistematizados 
eventos como: feira de ciências, matemática, viagem de estudos, jogos estudantis, 
entre outras atividades que favorecem o desenvolvimento cognitivo e psicomotor 
dos estudantes, como os conteúdos das disciplinas aparecem organizados, quais 
recursos didáticos e referenciais teóricos norteiam a prática do corpo docente 
e administrativo da escola, a forma de avaliação e a recuperação de conteúdos 
aparecem descritas no PPP.
2 Caracterização do corpo docente
Quantidade de professores atuantes em sala de aula e quantidade de professores 
que atuam na gestão escolar (diretor, supervisor, orientador, secretário). Formação 
acadêmica (quantos possuem Curso Superior, Pós-Graduação, Mestrado, 
Doutorado), regime de trabalho, os profissionais moram no bairro e/ou município 
no qual a escola está edificada, a escola oferece possibilidades de formação 
continuada para docentes (atuantes em sala ou na gestão).
29
3 Caracterização dos professores entrevistados
Aspectos gerais: formação acadêmica, experiência profissional (tempo de atuação 
na Educação), tempo de atuação na escola atual, tendência pedagógica que alicerça 
sua prática, quais recursos midiáticos e técnicas para a explanação dos assuntos 
são comumente utilizados, relacionamento com os estudantes, regime de trabalho, 
o professor mora no bairro e/ou município no qual a escola está edificada, o 
professor busca formação/atualização profissional.
Planejamento: com que frequência são realizados (diária, semanal, anualmente) 
e definidos objetivos para cada aula, os objetivos são centrados nos estudantes 
e apresentados à turma, a avaliação empregada está em conformidade com a 
descrita no PPP, o professor promove a igualdade de expressão, ocorre relação 
do que é planejado com a prática, quais alternativas o professor busca para lidar 
com limitações (espaço físico, falta de material pedagógico e número excessivo de 
estudantes), quanto à motivação dos estudantes, quais meios são empregados para 
esse fim, pontualidade do professor, divide o tempo (hora-aula) entre motivação, 
explanação, atividades práticas e avaliação dos objetivos propostos.
Esse roteiro deve ser utilizado somente para o Estágio I.
ATENCAO
Caso os professores entrevistados sejam de diferentes campos de estágio, você 
necessita caracterizar somente um deles em relação à Educação Básica e ao corpo docente. 
No entanto, você deve caracterizar os dois professores entrevistados quanto aos seus aspectos 
gerais e planejamento.
ATENCAO
30
ANEXO F – ROTEIRO DE OBSERVAÇÃO – ESTÁGIO II 
1 Caracterização da Instituição em relação à Educação Básica
Organização: turnos de funcionamento e respectivos horários, total de turmas para 
cada nível/ modalidade de ensino atendido, média de estudantes por turma, média 
da faixa etária por turma, quantidade de funcionários, existência de equipe de apoio 
(psicopedagogos, psicólogos, médicos, fonoaudiólogos), em quais situações os 
pais se dirigem à escola.
Infraestrutura: descrição dos aspectos físicos da escola: tipo de prédio, conservação e 
limpeza externa e interna, estrutura das dependências: espaço para atendimento aos 
pais, biblioteca, laboratórios, salas de aula, sala dos professores, salas informatizadas, 
áreas de lazer, estrutura para a realização de esportes, espaço destinado à socialização 
de trabalhos realizados pelos estudantes e para informações pertinentes ao 
funcionamento da escola, acessibilidade para pessoas com necessidades especiais, 
espaço destinado às refeições: a escola possui cantina, oferece lanche (merenda), os 
alunos trazem lanche de casa, quais equipamentos multimídias a escola possui, os 
estudantes recebem material (cadernos, livros, uniformes) da gestão pública, como 
ocorrem pequenos reparos necessários (quem é acionado, a escola possui fundos 
monetários específicos).
Projeto Político-Pedagógico e Regimento Escolar: descrição dos fins e objetivos 
da proposta pedagógica da escola e quais documentos alicerçam esta proposta 
(Proposta Curricular do Município e Estado, Parâmetros Curriculares Nacionais, 
Referencial Curricular Nacional para a Educação Infantil e outros), o PPP é 
rediscutido em quais momentos? Caso ocorram inovações e/ou alterações, elas são 
comunicadas através de quais meios, no PPP constam registrados e sistematizados 
eventos como: feira de ciências, matemática, viagem de estudos, jogos estudantis, 
entre outras atividades que favorecem o desenvolvimento cognitivo e psicomotor 
dos estudantes, como os conteúdos das disciplinas aparecem organizados, quais 
recursos didáticos e referenciais teóricos norteiam a prática do corpo docente e 
administrativo da escola, a forma de avaliação e a recuperação de conteúdos 
aparecem descritas no PPP.
2 Caracterização do corpo docente
Quantidade de professores atuantes em sala de aula e quantidade de professores 
que atuam na gestão escolar (diretor, supervisor, orientador, secretário). Formação 
acadêmica (quantos possuem Curso Superior, Pós-Graduação, Mestrado, 
Doutorado), regime de trabalho, os profissionais moram no bairro e/ou município no 
qual a escola está edificada, a escola oferece possibilidades de formação continuada 
para docentes (atuantes em sala ou na gestão).
31
3 Caracterização do professor regente
Aspectos gerais: formação acadêmica, experiência profissional (tempo de atuação 
com a Educação), tempo de atuação na escola atual, tendência pedagógica que 
alicerça sua prática, quais recursos midiáticos e técnicas para a explanação dos 
assuntos são comumente utilizados, relacionamento com os estudantes, regime de 
trabalho, o professor mora no bairro e/ou município no qual a escola está edificada, 
o professor busca formação/atualização profissional.
Planejamento: com que frequência é realizado (diariamente, semanalmente, 
anualmente), são definidos objetivos para cada aula, os objetivos são centrados nos 
estudantes e apresentados à turma, a avaliação empregada está em conformidade 
com a descrita no PPP, o professor promove a igualdade de expressão, ocorre relação 
do que é planejado com a prática, quais alternativas o professor busca para lidar 
com limitações (espaço físico, falta de material pedagógico e número excessivo de 
estudantes), quanto à motivação dos estudantes, quais meios são empregados para 
esse fim, pontualidade do professor, divide o tempo (hora-aula) entre motivação, 
explanação, atividades práticas e avaliação dos objetivos propostos.
4 Caracterização das turmas em que realizará regência 
5 Aspectos gerais: número de estudantes, faixa etária.
Aspectos pedagógicos: receptividade ao planejamento do professor e às regras de 
rotina de acordo com a linha pedagógica adotada no PPP e defendida pelo professor.
Aspectos comportamentais: interesse, participação, cooperação, respeito entre 
os pares, organização no que se refere ao material individual e coletivo (mochila, 
livros, cadernos...), momento(s) e/ou assunto(s) no(s) qual(is) se infere(m) mais 
atenção, interesse e participação dos estudantes.
Esse roteiro deve ser utilizado somente para o Estágio II.
ATENCAO
32
ANEXO G
REGISTRO DE FREQUÊNCIA E ATIVIDADES REALIZADAS NO CAMPO 
DE ESTÁGIO 
CURSO: 
NOME DO ACADÊMICO ESTAGIÁRIO: TURMA:
ORIENTADOR:
INSTITUIÇÃO CONCEDENTE (local de realizaçãodo Estágio):
Data Atividades desenvolvidas Nº de horas Assinatura do supervisor e/
ou professor regente
Data: / / 
_____________________________________________________
Assinatura e carimbo do responsável pela Instituição Concedente
As atividades, no campo de estágio, deverão ser restritas a observações, entrevistas 
e regências.
ATENCAO
33
IMPORTANT
E
No Estágio I, você contabilizará no mínimo 25h/a de atividades na escola, sendo 20 h/a 
para observações e 5h/a para entrevistas.
No Estágio II, você contabilizará, no mínimo, 20h/a de atividades no campo de estágio, sendo 
10h/a para observações e 10h/a para regências.
UNI
O Registro de Frequência está disponível na Trilha de Aprendizagem, na etapa I: 
Preparação.
UNI
Caso você desenvolva as atividades em mais de um campo de estágio, deve 
providenciar uma folha de registro para cada um. Após o término das atividades deverão ser 
recolhidos assinatura e carimbo do responsável da Instituição Concedente.
34
GRUPO
ANEXO H – MODELO DE PROJETO DE ESTÁGIO
NOME DO ACADÊMICO 
(TURMA) 
PROJETO DE ESTÁGIO
Centro Universitário Leonardo da Vinci
Educação a Distância
GRUPO
No projeto, você redigirá como serão desenvolvidas as atividades de Estágio 
alicerçadas na fundamentação teórica, base da área de concentração do seu tema. Em cada 
Estágio, você elaborará um Projeto de Estágio, já que a proposta em cada um deles é distinta.
ATENCAO
35
SUMÁRIO
1 PARTE I: PESQUISA
 
1.1 DELIMITAÇÃO DO TEMA: ÁREA DE CONCENTRAÇÃO 
 E JUSTIFICATIVA.................................................................................xxx
1.2 OBJETIVOS..........................................................................................xxx
1.3 FUNDAMENTAÇÃO TEÓRICA.............................................................xxx
2 PARTE II: PROCEDIMENTOS DO ESTÁGIO
2.1 METODOLOGIA ...................................................................................xxx
2.2 CRONOGRAMA ...................................................................................xxx
REFERÊNCIAS ..........................................................................................xxx
ANEXOS ....................................................................................................xxx
Pagine este documento utilizando o recurso do Word.
ATENCAO
1 PARTE I: PESQUISA
1.1 D E L I M I TA ÇÃO D O T E M A : ÁR E A D E C O N C E N T R A ÇÃO E 
JUSTIFICATIVA
Neste tópico, você, acadêmico, enuncia uma área de concentração e a 
justificativa da escolha. Ao optar por uma área de concentração, você estará 
elegendo um campo ou ramo do conhecimento ou atividade, pois, segundo 
Borges-Andrade (2003, p. 165), uma área de concentração “[...] deve agrupar ações 
e fazê-las convergir para um centro de modo [...] a tornar mais ativo determinado 
domínio de conhecimento”. Ao escolher a área de concentração, você precisa 
definir um tema e delimitá-lo, ou seja, é preciso estabelecer limites, apresentando, 
especificamente, qual é o seu interesse de estudo.
Veja um exemplo de delimitação:
Área de concentração: Avaliação na Educação Básica
Tema: Instrumentos de Avaliação do Ensino Fundamental
36
Observe que, a partir da área de concentração Avaliação na Educação Básica, 
optou- se por estudar os Instrumentos de Avaliação do Ensino Fundamental. As 
leituras elencadas sobre o assunto Avaliação na Educação Básica devem permitir 
um estudo do tema de forma mais completa possível.
1.2 OBJETIVO
O objetivo é o que se pretende saber acerca da temática ao final de cada 
Estágio. É o que configura a meta da pesquisa. Por exemplo, sobre o tema delimitado 
anteriormente, Instrumentos de Avaliação do Ensino Fundamental, poderíamos traçar 
os seguintes objetivos:
- Identificar tipos de instrumentos avaliativos do Ensino Fundamental;
- Elaborar um instrumento alternativo de avaliação;
- Verificar a eficácia de tipos de instrumento de avaliação.
Atente que, ao definir seus objetivos, você deve considerar as atividades práticas 
realizadas em cada Estágio, que servirão de subsídios para alcançar estes objetivos.
1.3 FUNDAMENTAÇÃO TEÓRICA
Uma fundamentação teórica referenda e endossa a área de concentração 
escolhida. Então vejamos: O que é uma teoria? De acordo com o dicionário de 
Língua Portuguesa, trata-se de princípios básicos e elementares de uma arte ou 
ciência. Já uma fundamentação teórica relaciona a literatura mais relevante sobre 
determinado assunto, ou seja, é o momento de buscar subsídios para compreender 
uma área do saber de modo a torná-los adequados ao contexto do trabalho. 
É importante conhecer como conceitos e definições pertinentes à área foram 
abordados em outros estudos já realizados.
A fundamentação teórica sobre a área de concentração será desenvolvida 
sucessivamente, uma etapa a cada estágio. De modo gradual, aprimoram-se 
concepções para um denso embasamento teórico quando da escrita.
UNI
O arquivo “modelo” do Projeto de Estágio está disponível na Trilha de 
Aprendizagem, na Etapa II: Planejamento.
2 PARTE II : PROCEDIMENTOS DE ESTÁGIO
2.1 METODOLOGIA
Nesta metodologia do estágio, você, acadêmico, apresenta como as atividades 
de estágio serão desenvolvidas na Instituição Concedente. Inicie relatando o local 
37
Data Turno e horário Atividade
 / / Observação
 / / Entrevista 1
 / / Entrevista 2
 / / Regência 1
 / / Regência 2
REFERÊNCIAS
BORGES-ANDRADE, Jairo. Em busca do conceito de linha de pesquisa. RAC: 
Revista de Administração Contemporânea, São Paulo, v. 7, n. 6, p. 157-170, abr./
jun. 2003.
UNI
Lembre-se de que os autores utilizados em seu referencial teórico precisam 
ser citados de forma direta ou indireta. Tenha em mãos seu livro didático da disciplina de 
Metodologia Científica e normatize seu projeto conforme as normas da ABNT (NBR 6023).
APÊNDICES
São apêndices do Projeto de Estágio os seguintes documentos:
• Estágio I: Roteiro de observação e de entrevista.
• Estágio II: Roteiro de observação e planos de aula.
onde será realizado o Estágio, utilizando os dados coletados e registrados no Roteiro 
de Observação (ANEXO E ou F). Relate como os dados observados foram coletados 
e registrados. Explane qual será a forma de intervenção de acordo com as atividades 
práticas de cada Estágio, que podem ser: entrevistas, observações e/ou regências.
2.2 CRONOGRAMA
Para cumprir as atividades de Estágio de forma sequencial e sem atropelos, 
é fundamental que você organize seu tempo. Após conversa com o supervisor e/ou 
professor regente, organize suas idas à escola de acordo com o exemplo a seguir:
38
1 INTRODUÇÃO
Na introdução, deve-se anunciar a ideia central do trabalho, delimitando 
o tema em relação à área de concentração escolhida. Em linhas gerais, podemos 
afirmar que a introdução atua como uma espécie de roteiro. Assim, situa o leitor 
no assunto que será abordado. Escreva, brevemente, nesta introdução os itens 
do Projeto de Estágio: área de concentração, justificativa da escolha, o tema e os 
objetivos. Deve conter, também, a caracterização da escola onde o estágio foi 
realizado.
No último parágrafo da introdução, você apresenta como o paper está 
estruturado, ou seja, o que será abordado em cada tópico. Como bem expressam 
Tafner e Silva (2013), “[...] ao ler este último parágrafo, o leitor tem a sensação de 
encontrar ali uma espécie de sumário e pode ir direto para a seção que lhe for mais 
interessante” (TAFNER; SILVA, 2013, p. 126).
ANEXO I – MODELO DE PAPER DE ESTÁGIO
TÍTULO
Autor (acadêmico) 
Tutor Externo (Orientador)
Centro Universitário Leonardo da Vinci – UNIASSELVI 
Curso (TURMA) – Estágio
dd/mm/aa
RESUMO
O resumo deve conter até 250 palavras e apresentar o que foi abordado no trabalho em 
uma redação concisa – em um único parágrafo– destacando os pontos mais relevantes do 
trabalho.
Palavras-chave: . . .
UNI
O seu paper poderá ser publicado na Jornada de Integração Acadêmica – JOIA. 
Por tratar-se de uma publicação científica, o número de palavras do Resumo é igual ao de 
artigos, conforme, indicado no seu livro didático de Metodologia Científica.
39
UNI
Lembre-se: a redação definitiva da Introdução deve ser feita ao final do 
trabalho, uma vez que a sua função é apresentar ao leitor uma noção geral da sua 
prática pedagógica.
2 ÁREA DE CONCENTRAÇÃO: FUNDAMENTAÇÃO TÉORICA/
VIVÊNCIA DA DOCÊNCIA
A partir deste tópico você inicia o desenvolvimento do paper e retoma a 
introdução ampliando o que foi exposto. Citando a área de concentração escolhida, 
a justificativa da escolha, a delimitação do tema e os objetivos.
Após este parágrafo inicial, explane a fundamentação teórica acerca do tema 
primando pela clareza, coerência e coesão requeridas pela norma culta. Além disso 
é imperativo o rigor e o tratamento recomendado aos textos técnico-científicos.
Neste tópico relate também como ocorrem ou ocorreram as atividades 
da sua prática docente, as impressões, a experiência desenvolvida no tempo de 
sua regência, alicerçadas na fundamentação teórica. Tenha como base, os seguintes 
questionamentos e reflexão acerca do exercício da docência. Discorra sobre:
• Histórico da docência: Quando iniciei? Onde? Em que turma? Quais metodologias 
empreguei? Qual é a área de concentração do meu curso, que norteia minha 
prática?
• Quais são as minhas opções docentes: como atuo em sala de aula? Planejo 
minhas aulas com empenho e qualidade? Como busco a atualização da minha 
profissão? Como conduzo as atividades de ensino para melhorar a autonomia e 
a capacidade de intervenção que se apresentam junto ao espaço educativo? Qual 
é a minha concepção de educação e quais são as minhas perspectivas de atuação 
docente?
• Como minha prática está relacionada com a área de concentração escolhida?
• Quais teóricos alicerçam minha prática?
• Quais são as mudanças que ocorreram em minha prática educativa: que 
diferenças de minha prática eu posso observar ao longo do meu exercício 
profissional.
3 CONSIDERAÇÕES FINAIS
Conclua o seu paper apresentando como a vivência do exercício profissional 
contribuiu ou contribui para sua formação de professor. Discorra sobre os 
objetivos propostos a fim de refletir se foram alcançados. Relate as dificuldades e as 
possibilidades encontradas no exercício da docência.
40
No último parágrafo apresente uma postura crítica e reflexiva sobre as 
principais mudanças que ocorreram em sua formação inicial/continuada e quais 
as expectativas em relação ao curso de graduação para ampliar a sua experiência 
profissional, com base na fundamentação teórica estudada.
REFERÊNCIAS
TAFNER, E.P.; SILVA, Everaldo. Metodologia	científica. Indaial: UNIASSELVI, 2013.
Aqui se referenciam todas as obras citadas, conforme a ABNT – Associação 
Brasileira de Normas Técnicas (NBR 6023).
UNI
UNI
O arquivo “modelo” do Paper do Descritivo da Experiência Docente está disponível 
na Trilha de Aprendizagem.
O seu paper deve conter de 6 a 12 laudas. O descritivo da experiência docente 
tem como foco a sua atuação docente, articulada com uma das áreas de concentração. Dessa 
forma, você descreverá sua prática pedagógica delimitada por uma temática nesta área de 
concentração.
Prezado acadêmico e Tutor Externo! Plágio é crime! Textos plagiados não devem 
ser aceitos. A orientação que a UNIASSELVI repassa aos seus tutores é atribuição de nota zero 
quando detectado e comprovado o plágio. Dessa forma, acadêmico, prime pela autenticidade 
e autoria própria na escrita dos seus trabalhos.
ATENCAO
41
UNI
O paper do descritivo da experiência docente deve ser elaborado pelos 
acadêmicos portadores de diploma de Licenciatura e que tiveram a declaração de docência 
aprovada. A redução de carga horária é somente para o Estágio I.
UNI
No descritivo de experiência docente devem ser anexados:
1. Declaração de docência na Educação Básica.
2. FICHA 3: Avaliação do Paper Descritivo da Experiência Docente (ANEXO Mb – Peso 6).
3. FICHA 4: Avaliação da Socialização da Experiência Docente (ANEXO Nb – Peso 4).
42
ANEXO J
FICHA 1 – AVALIAÇÃO DO PROJETO DE ESTÁGIO
É PREENCHIDA PELO ORIENTADOR
CURSO: 
NOME DO ACADÊMICO ESTAGIÁRIO: TURMA:
ORIENTADOR:
ASPECTOS A CONSIDERAR NOTA
I- Pertinência da fundamentação teórica com a área de 
concentração.
I- Coerência dos objetivos e da metodologia com as observações e 
intervenções.
III- Relação entre a área de concentração com as atividades de 
intervenção desenvolvidas na disciplina de estágio.
IV- Coerência na redação do texto.
V- Adequação do projeto de estágio de acordo com as 
metodologias do trabalho acadêmico (referências, citações).
VI – Anexos do projeto, completos e de acordo com as orientações 
definidas nas Diretrizes.
NOTA FINAL: Atribuir nota de 0 a 10 a cada item. A nota final é o 
resultado da soma das notas obtidas nos seis aspectos considerados, 
dividido por seis.
Data: / / 
___________________________________________
Assinatura do Orientador
UNI
Esta ficha deve ser utilizada em todos os Estágios. E está disponível na Trilha de 
Aprendizagem, na etapa II: Planejamento.
O peso dessa avaliação é 2,0.
ATENCAO
43
O peso dessa avaliação é 2,0. O peso dessa avaliação é 1,0.
ATENCAO
ANEXO La
FICHA 2 – AVALIAÇÃO DO ROTEIRO DE ENTREVISTA
É PREENCHIDA PELO ORIENTADOR
CURSO: 
NOME DO ACADÊMICO ESTAGIÁRIO: TURMA:
ORIENTADOR:
ASPECTOS A CONSIDERAR NOTA
I- RELAÇÃO COM A ÁREA DE CONCENTRAÇÃO: as questões da 
entrevista são pertinentes em relação à área de concentração escolhida.
II- RELAÇÃO COM COTIDIANO ESCOLAR: as questões da 
entrevista são pertinentes em relação aos aspectos pedagógicos do 
cotidiano escolar.
III- RELAÇÃO TEORIA-PRÁTICA: as questões da entrevista 
relacionam teoria com a prática docente.
IV- RELEVÂNCIA DA ENTREVISTA: o roteiro de entrevista 
contribui para a compreensão da prática docente do acadêmico 
entrevistador.
V- ORGANICIDADE: sequência lógica das questões, organização 
do documento e linguagem da redação.
NOTA FINAL: atribuir nota de 0 a 10 a cada item. A nota final 
é o resultado da soma das notas obtidas nos cinco aspectos 
considerados, dividido por cinco.
Data: / / 
___________________________________________
Assinatura do Orientador
UNI
Esta ficha deve ser utilizada no Estágio I para realização das entrevistas, e está 
disponível na Trilha de Aprendizagem, na etapa II: Planejamento.
44
ANEXO Lb
FICHA 2 – AVALIAÇÃO DE DESEMPENHO NO ESTÁGIO
É PREENCHIDA PELO SUPERVISOR E/OU PROFESSOR REGENTE DO 
CAMPO DE ESTÁGIO
CURSO: 
ACADÊMICO: TURMA:
 ORIENTADOR:
SUPERVISOR E/OU PROFESSOR REGENTE:
INSTITUIÇÃO CONCEDENTE:
ASPECTOS A CONSIDERAR CONCEITO
1 - PLANEJAMENTO (Plano de aula): apresenta redação organizada, clara, 
lógica e objetiva.
2 - DESENVOLVIMENTO DA AULA (Postura): clareza na comunicação, 
adequação da linguagem, movimentação na sala.
3 - DESENVOLVIMENTO DA AULA (Sequência didática): introdução da aula 
(estimuladora), organização e sequência do conteúdo, domínio do conteúdo, 
recursos didáticos (confecção e exploração), organização do tempo.
4 - DESENVOLVIMENTO DA AULA (Interação): alcance da participação dos 
alunos.
5 - DESENVOLVIMENTO DA AULA (Finalização): adequação da sequência 
didática aos objetivos do plano de aula, síntese final com referência aos objetivos 
do plano de aula.
LEGENDA: E: Excelente MB: Muito Bom B: Bom R: Regular I: Insuficiente
Data: / / 
___________________________________________
Assinatura do supervisor e/ou professor regente e 
carimbo da Instituição Concedente
UNI
Esta ficha deve serutilizada no Estágio II para a realização das regências. Está 
disponível na Trilha de Aprendizagem, na Etapa III: Desenvolvimento.
O peso dessa avaliação é 1,0.
ATENCAO
45
O peso dessa avaliação é 1,0.
ANEXO Ma
FICHA 3 – AVALIAÇÃO DO PAPER DE ESTÁGIO
É PREENCHIDA PELO ORIENTADOR
CURSO: 
NOME DO ACADÊMICO ESTAGIÁRIO: TURMA:
ORIENTADOR:
ASPECTOS A CONSIDERAR NOTA
I- Articulação do tema apresentado com a área de concentração 
escolhida.
II- Síntese dos principais itens do projeto de estágio (delimitação 
do tema, área de concentração, justificativa, objetivos, 
fundamentação teórica e metodologia).
III- Elaboração da fundamentação teórica de acordo com o tema 
delimitado a partir da área de concentração escolhida.
IV- Articulação das atividades (observação, dados coletados, 
entrevistas ou regências) com o tema.
V- Linguagem da redação: clara, lógica e correta.
VI- Apresentação formal conforme modelo definido.
NOTA FINAL: atribuir nota de 0 a 10 a cada item. A nota final 
é o resultado da soma das notas obtidas nos seis aspectos 
considerados, dividido por seis.
Data: / / 
___________________________________
Assinatura do Orientador
UNI
Esta ficha deve ser utilizada em todos os estágios. Está disponível na Trilha de 
Aprendizagem na etapa IV: Conclusão.
O peso dessa avaliação é 3,0.
ATENCAO
46
ANEXO Mb
FICHA 3 – AVALIAÇÃO DO PAPER DESCRITIVO DA EXPERIÊNCIA 
DOCENTE
É PREENCHIDA PELO ORIENTADOR
CURSO: 
NOME DO ACADÊMICO ESTAGIÁRIO: TURMA:
ORIENTADOR:
ASPECTOS A CONSIDERAR NOTA
I- Apresentação da relevância da prática construída no exercício da 
docência.
II- Relação da prática pedagógica com referenciais teóricos.
III- Apresentação de comprometimento e seriedade no planejamento e 
desenvolvimento das suas aulas.
IV- Linguagem da redação: clara, lógica e correta.
V- Apresentação formal conforme modelo definido.
NOTA FINAL: atribuir nota de 0 a 10 a cada item. A nota final é o 
resultado da soma das notas obtidas nos cinco aspectos considerados, 
dividido por cinco.
Data: / / 
______________________________
Assinatura do Orientador
UNI
Esta ficha deve ser utilizada somente para acadêmicos que tiveram aprovada sua 
declaração de docência. 
Está disponível na Trilha de Aprendizagem do Estágio I, na etapa IV: Conclusão.
O peso dessa avaliação é 6,0.
ATENCAO
47
O peso dessa avaliação é 6,0.
ANEXO Na
FICHA 4 – AVALIAÇÃO DA SOCIALIZAÇÃO DO ESTÁGIO
É PREENCHIDA PELO ORIENTADOR
CURSO: 
NOME DO ACADÊMICO ESTAGIÁRIO: TURMA:
ORIENTADOR:
ASPECTOS A CONSIDERAR NOTA
I- Clareza na comunicação, postura e movimento, domínio do conteúdo, 
segurança.
II- Relação do tema (definido a partir da área de concentração) com as 
atividades de intervenção desenvolvidas.
III- Apresentação da vivência do estágio para sua formação de professor.
IV- Sequência da explanação.
V- Organicidade na exploração de recursos para explanação.
NOTA FINAL: atribuir nota de 0 a 10 a cada item. A nota final é o resultado da 
soma das notas obtidas nos cinco aspectos considerados, dividido por cinco.
Data: / / 
______________________________
Assinatura do Orientador
UNI
Esta ficha deve ser utilizada em todos os Estágios e está disponível na Trilha de 
Aprendizagem, na etapa IV: Conclusão.
O peso dessa avaliação é 4,0.
ATENCAO
48
ANEXO Nb
FICHA 4 – AVALIAÇÃO DA SOCIALIZAÇÃO DA EXPERIÊNCIA DOCENTE
É PREENCHIDA PELO ORIENTADOR
CURSO: 
NOME DO ACADÊMICO ESTAGIÁRIO: TURMA:
ORIENTADOR:
ASPECTOS A CONSIDERAR NOTA
I- Clareza na comunicação, postura e movimento, domínio do conteúdo, 
segurança.
II- Relação do exercício de docência com referenciais teóricos.
III- Explanação de comprometimento com o exercício da docência.
IV- Sequência da explanação.
V- Organicidade na exploração de recursos para explanação.
NOTA FINAL: atribuir nota de 0 a 10 a cada item. A nota final é o resultado 
da somadas notas obtidas nos cinco aspectos considerados, dividido por 
cinco.
Data: / / 
_______________________________
Assinatura do Orientador
UNI
Esta ficha deve ser utilizada somente para acadêmicos que tiveram aprovada a 
declaração de docência. 
Está disponível na Trilha de Aprendizagem do Estágio I, na etapa IV: Conclusão.
O peso dessa avaliação é 4,0.
ATENCAO
49
O peso dessa avaliação é 4,0.
APÊNDICE A – MODELO DE PLANO DE AULA
Dados	de	identificação	da	Instituição	Concedente
Nome da escola: .....................................................................................................
Diretor(a): ................................................................................................................
Coordenador(a): ......................................................................................................
Professor(a) regente: .............................................................................................. 
Período: .............................
Nome do(a) Estagiário(a): ......................................................................................
Disciplinas:
Conteúdo: Constar o assunto que será abordado na aula.
Objetivos: Elencar as habilidades/competências a serem alcançadas pelo estudante 
ao final
das regências.
Recursos: Elencar os materiais/recursos necessários que serão utilizados para 
alcançar os objetivos propostos. Exemplo: jornal, livro didático, mapas, quadro de 
giz, computador, vídeo, DVD, CD, internet etc.
Sequência didática: Descrever a sequência da regência, citar os procedimentos/
metodologias que serão utilizados para promover a aprendizagem dos alunos. 
Explicitar como ocorrerá a interação professor-estudante, estudante-professor, 
estudante-estudante.
Avaliação: Averiguar se os objetivos propostos foram atingidos. A avaliação pode 
ocorrer por meio de observação e análise do envolvimento dos estudantes com as 
atividades realizadas durante a regência. Dessa maneira, pode-se fazer, com mais 
segurança e eficácia, as modificações necessárias para as próximas aulas.
Referências: Listar nomes de livros e jornais, CDs, DVDs e outros tipos de materiais 
utilizados na regência, de acordo com as normas da ABNT.
Anexos: Listas de exercícios, textos, entre outros
Caro acadêmico! Atente para o fato de que os verbos dos objetivos devem ser 
redigidos no infinitivo, ou seja, com as terminações em ar, er, ir e or.
ATENCAO
50
UNI
O arquivo “modelo” do Plano de Aula está disponível na Trilha de Aprendizagem, 
na Etapa II: Planejamento.
Acadêmico! Para realizar as atividades na Instituição Concedente, você precisará 
elaborar plano de aula. A escolha dependerá da organização curricular da Instituição 
Concedente.
ATENCAO
51
Diretrizes Da Prática 
interDisciPlinar
52
1. APRESENTAÇÃO
Prezado acadêmico!
A disciplina denominada Prática Interdisciplinar é parte integrante da 
matriz curricular do seu curso e incorpora os conteúdos das disciplinas estudadas 
no módulo, de forma a estabelecer um diálogo entre as áreas do conhecimento 
trabalhadas e promover a interação entre a teoria e a prática. 
A concepção e realização da Prática Interdisciplinar, a partir do contexto de 
um grupo de disciplinas curriculares, fundamentam o processo de desenvolvimento 
de competências e habilidades pedagógicas e profissionais, visando garantir uma 
sólida formação para as ações de atuação. 
As atividades desenvolvidas a partir dessa disciplina de caráter prático 
contribuem para antecipar questões práticas de ordem profissional, simulando assim 
a resolução de problemas relacionados ao seu futuro fazer profissional, pois, como 
diria Leonardo da Vinci: “Não basta fazer, é preciso saber fazer”.
 Assim, a UNIASSELVI convida-o a trilhar esse campo conceitual e 
organizacional do conjunto dessasdisciplinas que, pelas relações cooperativas 
e interativas proporcionadas através das práticas interdisciplinares, farão a 
diferença na sua formação profissional. Vamos, então, conhecer a disciplina Prática 
Interdisciplinar, seus referenciais e as etapas a serem seguidas para a construção 
do conhecimento pautado na sua realidade.
DIRETRIZES DA DISCIPLINA PRÁTICA INTERDISCIPLINAR
2. O QUE É A DISCIPLINA PRÁTICA INTERDISCIPLINAR?
FONTE: Disponível em: <www.gizmodo.uol.com.br>. 
Acesso em: 8 out. 2014.
A Prática Interdisciplinar caracteriza-se pela estratégia de abordagem 
e tratamento do conhecimento. Nessa perspectiva, duas ou mais disciplinas 
53
curriculares ofertadas simultaneamente estabelecem relações de análise e 
interpretação de conteúdos, com a finalidade de propiciar condições de apropriação, 
pelo acadêmico, de um conhecimento mais abrangente e contextualizado. Desse 
modo, permite a construção de uma autonomia com autoria da produção do 
conhecimento, uma vez que o acadêmico e o professor da disciplina são responsáveis 
pela construção do contexto interdisciplinar, transcendendo a realidade local e 
regional para o processo de uma formação técnica, científica, pedagógica e cultural.
Nesse sentido, a disciplina Prática Interdisciplinar consiste no 
desenvolvimento de atividades teóricas e práticas, de caráter investigativo que 
perpassam a dinâmica curricular do seu curso, no sentido de proporcionar um espaço 
de reflexão, interrogação, análise crítica e compreensão do exercício da profissão 
em suas diferentes dimensões.
De tal modo, a disciplina Prática Interdisciplinar é constituída de uma ação 
ousada, em que se buscam novas possibilidades, sem descartar o conhecido, o vivido, 
pois nele estão contidas as sementes de sabedoria que nos permitem avançar. As 
práticas, ao serem realizadas com responsabilidade, nos fornecem princípios que 
permitem enriquecer as ações futuras da profissão e uma de suas características é 
a originalidade. 
Percebemos que as práticas surgem articuladas aos contextos nos quais foram 
gestadas, possuem as marcas de seus autores e vêm ao encontro das necessidades 
de uma determinada comunidade pedagógica. Assim, seu principal objetivo é 
proporcionar elementos científicos que venham fortalecer o inter-relacionamento 
dos conceitos aprendidos em sala, fomentando uma postura investigativa, crítica, 
criativa e inovadora no seu futuro exercício profissional.
Com esse entendimento, a disciplina Prática Interdisciplinar instiga a 
formação de um profissional crítico em sintonia com a sua sociedade, pois permite 
que os conceitos sejam adaptados à realidade dos sujeitos envolvidos. Fornecendo, 
assim, abertura das próprias fronteiras acadêmicas, criando zonas de interseção 
com a comunidade e com a realidade, permitindo um movimento de aproximação, 
diálogo e transformação que vai além das disciplinas. 
A disciplina Prática Interdisciplinar, assim concebida, converge para um 
dos objetivos do Centro Universitário Leonardo da Vinci, manifestada no Plano de 
Desenvolvimento Institucional (2016-2020, p. 32): [...] 
1. Aperfeiçoamento das atividades de extensão nos cursos, à luz da 
autoavaliação institucional e de cursos;
2. Ampliação das atividades, segundo áreas prioritárias, especialmente 
onde for considerado mais necessário o estreitamento das relações entre a 
teoria e prática;
3. Oferecimento de cursos de extensão em áreas selecionadas, conforme 
as demandas da comunidade, detectadas mediante sondagem sistemática;
4. Estímulo à experimentação de novas metodologias de ações sociais, 
envolvendo o acadêmico com diferentes possibilidades de atuação no 
sentido de reduzir as mazelas sociais e promover a disseminação do 
conhecimento do bem público;
54
5. Estabelecimento de ações que aliem a projeção da imagem da instituição 
a serviços específicos prestados à comunidade;
6. Divulgação das extensões que gerem recursos financeiros para ajudar o 
custeamento das despesas fixas da Instituição; e
7. Estabelecimento de estratégias para parcerias na busca de recursos 
financeiros externos, governamentais ou não governamentais, desde que 
compatíveis com as normas e políticas da instituição.
As atividades de extensão (projetos, cursos, eventos, produções intelectuais 
e outras atividades acadêmicas) permitem a ampliação do entendimento das teorias 
discutidas em sala e complementam o aprendizado com a aplicação prática, bem 
como, divulga o conteúdo aprendido à comunidade. Este intercâmbio favorece a 
revisão e a renovação dos conteúdos curriculares e ações do Centro Universitário 
Leonardo da Vinci – UNIASSELVI –, orientando-a para o atendimento da realidade 
local, regional ou nacional, tendo em vista que está presente em vários municípios 
brasileiros, de norte a sul do país. 
Este diálogo entre a comunidade (o saber popular) e a IES (saber científico) 
especialmente para os cursos de graduação na modalidade a distância, que atendem 
acadêmicos de vários estados, abre espaço para os avanços na esfera acadêmica, 
que precisa prever o tratamento das diferenças socioculturais inerentes à realidade 
brasileira.
 Neste cenário, o Núcleo de Programas de Extensão (NUPEX), em parceria 
com o Núcleo de Iniciação Científica (NUIC), fomentam a JOIA (Jornada de 
Integração Acadêmica), evento anual, que oferece ao acadêmico, aos profissionais da 
instituição e à comunidade, a oportunidade de divulgação de trabalhos de iniciação 
científica e a participação em ações extensionistas, como minicursos, palestras e 
oficinas, nos polos de apoio presencial.
As atividades de extensão no Centro Universitário Leonardo Da Vinci 
– UNIASSELVI – envolvem programas e projetos de extensão nas áreas de 
Comunicação, Cultura, Direitos Humanos, Educação, Meio Ambiente, Saúde, 
Tecnologia e Trabalho. (PDI, 2016-2020, p. 32-33).
2.1 INTERAÇÃO, COOPERAÇÃO E CONHECIMENTO
FONTE: Disponível em: <www.papodeempreendedor.com.br>. Acesso 
em: 8 out. 2014.
O processo de conhecimento é encarado como construção ativa da relação 
entre sujeito e mundo (MONTENEGRO; MAURICE–NAVILLE, 1994) e, nesse 
55
2.1 INTERAÇÃO, COOPERAÇÃO E CONHECIMENTO
processo, a disciplina Prática Interdisciplinar leva o acadêmico a “interagir” e assim 
proporcionar a troca de ideias, o compartilhamento de informações e interesses 
comuns, podendo levar à transformação do conhecimento.
A troca de saberes inclui o reconhecimento do outro, a mobilização de 
competências, a capacidade de negociação e a disposição à cooperação. Esses 
aspectos podem evidenciar o potencial de interação mútua e consequente criação 
social.
Desse processo de interação e cooperação entre os acadêmicos, podem 
emergir iniciativas de autoria coletiva, favorecendo novas formas de aprender. 
Portanto, a disciplina Prática Interdisciplinar não é apenas um ato de troca, nem se 
limita à interação pessoal. Esta disciplina busca a abertura para uma comunicação, 
socialização das informações e participação mais efetivas.
Piaget e Vygotsky (apud VALDÉS ARRIAGADA, 2002) reafirmam 
a importância da interação do sujeito com outros indivíduos no processo da 
aprendizagem, dando a noção de compartilhamento e de socialização. Por outro 
lado, discute-se a questão da autonomia e do seu desenvolvimento, assim como 
inter-relaciona os conceitos de cooperação e autonomia.
Nesse contexto, o desenvolver da disciplina Prática Interdisciplinar 
proporciona o aprendizado de forma interativa e prazerosa, uma vez que a 
autonomia o leva ao encontro do seu próprio ritmo de aprendizagem e a cooperação 
o leva a aprender em grupo, participar de projetos, conhecer a realidade, realizar 
pesquisas em conjunto e avançar na qualificação profissional. Como afirma Freire 
(1998, p. 32) “para que a autonomia se desenvolva, é necessário que o sujeito seja 
capaz de estabelecer relações cooperativas”. 
A PráticaInterdisciplinar poderá contribuir para as ações futuras de sua 
nova atuação e qualificação profissional. A seguir vamos entender um pouco mais 
a respeito desse contexto.
2.2 FORMAÇÃO PROFISSIONAL A PARTIR DO 
DESENVOLVIMENTO DA PRÁTICA INTERDISCIPLINAR
FONTE: Disponível em: <www.carreiras.empregos.com.br>. Acesso em: 8 out. 2014.
Se analisarmos os processos relacionados à psicologia da educação e da 
aprendizagem, descobriremos que existe uma forte relação entre o desenvolvimento 
pessoal e a educação. Temos que ter clareza de que o ambiente humano das práticas 
56
profissionais é de suma importância no processo de ensino e aprendizagem, pois a 
vivência prática e aplicação dos saberes estudados garantirão uma formação mais 
sólida e coerente com a realidade na qual estamos inseridos.
Deste modo, é preciso ter clareza de que o processo de aprender possui 
uma relação muito estreita com a sua vivência pessoal, pois na Universidade são 
descobertos novos conhecimentos relacionados ao curso escolhido e, ao mesmo 
tempo, alteram sua concepção de mundo e sociedade, o que possibilitará atuar 
como um agente de transformação.
Na Uniasselvi, entendemos que é por meio das experiências relacionadas à 
educação que os sujeitos têm condições de refletir de forma crítica sobre o futuro 
das suas ações. Assim, ao realizar a Prática Interdisciplinar, haverá condições de 
aplicar os saberes teóricos que internalizou ao cursar as disciplinas, ao ler os livros 
didáticos, ao debater com os colegas, no ambiente problematizador e crítico da 
Universidade.
Por meio das experiências educativas (experiências diversas, relativas a 
conteúdos diversos e também com diferentes graus de sistematização, 
com finalidades mais delimitadas ou difusas), o indivíduo torna-
se um membro ativo e participativo do seu grupo à medida que vai 
compartilhando a cultura. Ao mesmo tempo, as aprendizagens que 
realiza, porque assim lhe permitem as experiências em que se vê 
imerso, constituem o motor por meio do qual se desenvolve em todas 
as suas capacidades-afetivos-relacionais, de equilíbrio pessoal, de 
inserção social, cognitivas e motoras. Podemos afirmar que graças às 
aprendizagens que as diversas experiências educativas possibilitam, 
o indivíduo configura-se como uma pessoa que compartilha com 
as outras determinados e fundamentais aspectos, porém é a única e 
irrepetível, porque são únicos também os contextos específicos em que 
vive, e a maneira que tem de se apropriar das ferramentas culturais é 
idiossincráticas (SALVADOR, 1999, p. 142). 
Levando isto em consideração, compreendemos que o desenvolvimento 
intelectual proposto pela Universidade terá mais sentido e aplicação prática se existir 
a clareza de que o desenvolvimento intelectual é inseparável do desenvolvimento 
profissional. Podemos dizer, então, que existe um processo de união entre as duas 
atividades de desenvolvimento humano/intelectual e humano/profissional.
Assim, o entendimento dessa união deve levar em conta o sentido prático 
da escolha do seu curso, pois o bom desenvolvimento da Prática Interdisciplinar 
indicará a indissociabilidade entre formação intelectual e formação profissional.
Procure sempre relacionar suas leituras, estudos e discussões teóricas, com 
a aplicação prática destes saberes, pois quando, no futuro, estiver exercendo a sua 
profissão, certamente você terá condições e conforto para tomar as decisões mais 
acertadas. 
57
3. METODOLOGIA 
FONTE: Disponível em: <www.enquantoisso.com>. Acesso em: 8 out. 2014.
A Matriz Curricular do seu curso prevê duas disciplinas chamadas de Prática 
Interdisciplinar, totalizando ao final do curso 80 horas. Cada uma delas terá uma 
proposição de atividades diferentes, devidamente referenciadas que contemplarão 
os saberes discutidos e internalizados nas disciplinas cursadas no módulo, com o 
objetivo de aproximar os saberes teóricos com o seu futuro ambiente profissional.
3.1 REFERENCIAIS DA DISCIPLINA PRÁTICA INTERDISCIPLINAR
FONTE: Disponível em: <www.saiadolugar.com.br>. Acesso em: 8 out. 2014.
Essas diretrizes orientam as Práticas Interdisciplinares dos cursos de 
Formação Pedagógica da Uniasselvi que são divididos em: Formação Pedagógica 
para Graduados não Licenciados que tem como objetivo licenciar bacharéis ou 
tecnólogos para a prática da docência; e Formação Pedagógica para Segunda 
Licenciatura, cujo objetivo é habilitar o profissional já licenciado em uma nova 
opção de curso.
Na construção destas diretrizes, partimos da premissa que os acadêmicos 
apresentam experiências e saberes oriundos de sua primeira formação. Deste modo, 
a disciplina de Prática Interdisciplinar oportuniza ampliar essa vivência através dos 
referenciais apresentados no quadro a seguir.
58
QUADRO 1 – Descrição dos temas da prática interdisciplinar para os cursos de formação pedagógica
Módulo Disciplina Tema Carga Horária Descrição
1º
Pr
át
ic
a 
In
te
rd
is
ci
pl
in
ar
 I
Educação 
Básica e a 
Sociedade
40 
horas
A primeira Prática Interdisciplinar 
pretende oportunizar a discussão 
sobre o papel da Educação Básica na 
construção da sociedade, da escola 
enquanto instituição e do papel do 
professor. 
Este tema possibilita desenvolver 
pesquisas acerca dos seguintes 
subtemas:
• Políticas Públicas;
• Diversidade étnico-racial, de gênero, 
sexual, religiosa e de faixa geracional;
• Direitos Humanos;
• Inclusão;
• Gestão da Educação;
• Educação Especial;
• Direitos Educacionais de adolescentes 
e jovens em cumprimento de medidas 
socioeducativas;
• Tecnologia; e
• Educação Ambiental.
3º
Pr
át
ic
a 
In
te
rd
is
ci
pl
in
ar
 II
Metodologias 
Ativas na 
Educação 
Básica
40 
horas
A segunda Prática Interdisciplinar 
pretende oportunizar a discussão sobre 
metodologias de ensino na Educação 
Básica que motivem o educando da 
atualidade a efetivar uma aprendizagem 
significativa.
Este tema possibilita desenvolver 
pesquisas acerca dos seguintes 
subtemas:
• Sala de aula invertida;
• Problematização;
• Gameficação;
• Pesquisa-ação;
• Projeto pedagógico;
• Peer instruction;
• Estudo de caso; e 
• Simulação.
FONTE: Equipe pedagógica NEAD
Na Prática Interdisciplinar I o tema geral se relaciona com os subtemas 
porque compreendemos que a função da educação é integrar os diferentes indivíduos 
ao contexto social. Um exemplo disso é, ao delimitar o subtema Políticas Públicas, 
59
você poderá direcionar sua pesquisa para o “Estudo das Legislações Brasileira 
sobre a Inclusão”.
Para essa prática, você deve seguir as orientações:
1) Forme sua equipe (até quatro pessoas).
2) Defina o subtema.
3) Efetue leituras em artigos, livros, dissertações, teses, que tenham relevância 
sobre o tema proposto e busque subsídios e opiniões que retratem a relevância 
do tema para fomentar a escrita do paper.
4) Escreva a introdução do paper. Lembre-se de que a introdução deverá conter 
tema, problemática, justificativa e objetivos.
5) Utilize os referenciais consultados para a escrita do desenvolvimento do paper 
(fundamentação teórica, material e métodos). Lembre-se de citar os devidos 
autores.
6) Realize sua socialização. Essa atividade terá como principal característica a troca 
de experiências.
Da mesma forma, para a Prática Interdisciplinar II o tema geral 
“Metodologias Ativas na Educação Básica” se relaciona com os subtemas que tratam 
sobre as possibilidades de metodologias inovadoras na motivação do processo de 
ensino e aprendizagem. Por exemplo, ao delimitar o subtema Gamificação, você 
poderá direcionar sua pesquisa para “A utilização da gamificação no ensino sobre 
a Guerra do Contestado”.
Para essa prática, você deve seguir as orientações:
1) Forme sua equipe (até quatro pessoas). 
2) Defina o subtema.
3) Você deverá escolher umconteúdo estudado em uma das disciplinas do módulo 
e desenvolver uma proposta didática, adaptada à educação básica, utilizando a 
metodologia ativa.
4) Efetue leituras em artigos, livros, dissertações, teses, que tenham relevância 
sobre o tema proposto e busque subsídios e opiniões que retratem a relevância 
do tema para fomentar a escrita do paper.
5) Escreva a introdução do paper. Lembre-se de que a introdução deverá conter 
tema, problemática, justificativa e objetivos.
6) Utilize os referenciais consultados para a escrita do desenvolvimento do paper 
(fundamentação teórica, material e métodos). Lembre-se de citar os devidos 
autores.
7) A proposta didática deverá estar descrita detalhadamente no desenvolvimento 
do paper, cabendo, quando possível, registros fotográficos, roteiros, fonográficos, 
entre outros da mesma natureza.
8) Realize sua socialização. Essa atividade terá como principal característica a troca 
de experiências.
60
Com a realização das Práticas Interdisciplinares, o acadêmico terá 
desenvolvido competências e habilidades para ingressar nesse novo caminho com 
mais qualificação e segurança para exercer as suas novas atividades profissionais. 
Vamos agora às orientações para desenvolver as práticas.
3.2 ORIENTAÇÕES PARA REALIZAÇÃO DA DISCIPLINA 
PRÁTICA INTERDISCIPLINAR
FONTE: Disponível em: <www.romildopsicologo.com.br>. Acesso em: 8 
out. 2014.
A Prática Interdisciplinar acontece por meio da interação e cooperação, 
trocando informações e, assim, gerando o conhecimento. Ela está baseada no 
modelo de paper (disponibilizado em sua Trilha de Aprendizagem e também no 
Anexo I) e nas etapas.
QUADRO 2: ETAPAS DE DESENVOLVIMENTO DA DISCIPLINA PRÁTICA INTERDISCIPLINAR
1ª Etapa 2ª Etapa 3ª Etapa 4ª Etapa 5ª Etapa
• Formação do 
grupo (até 4 
acadêmicos).
• Postagem 
da primeira 
parte do paper – 
Introdução.
•Produção do 
Desenvolvimento 
(fundamentação 
teórica, material 
e métodos).
• Postagem da 
segunda parte 
do paper – 
Desenvolvimento 
(fundamentação 
teórica, material e 
métodos). Peso 2. 
• Postagem 
da versão 
completa 
do paper. 
Peso 4
• Socialização 
do paper. 
Peso 4.
• Produção 
da Introdução 
(contextualização, 
objetivos e 
justificativas).
• Produção da 
discussão e da 
conclusão.
FONTE: Equipe pedagógica NEAD 
Observações: 
• Todas as etapas deverão seguir o calendário acadêmico.
• Estas etapas serão norteadas pelo modelo do paper (Anexo I).
• O paper completo deverá ser postado no Ambiente Virtual de Aprendizagem – 
AVA – pelo acadêmico antes da socialização. 
61
QUADRO 2: ETAPAS DE DESENVOLVIMENTO DA DISCIPLINA PRÁTICA INTERDISCIPLINAR
Você deverá postar o paper completo no AVA no link Produção Acadêmica. 
Para postagem, o acadêmico deve seguir o seguinte caminho: Vida Acadêmica-
Atividades-Produção Acadêmica. Lembre-se: a postagem deverá ser realizada antes da 
socialização!
3.3 AVALIAÇÃO DA APRENDIZAGEM DA PRÁTICA 
INTERDISCIPLINAR
O processo de avaliação da disciplina Prática Interdisciplinar, 
desenvolvida pelo acadêmico, será realizada conforme descrito a seguir, observado 
o cumprimento das atividades descritas nas etapas de 1 a 5 do item 3.2: 
a) Avaliação 1: Serão avaliados os processos que foram empreendidos e construídos 
para a elaboração da primeira parte do paper (introdução, fundamentação 
teórica, materiais e métodos). Esta avaliação corresponderá à nota da primeira 
avaliação (N1) e receberá o peso 2 (dois).
b) Avaliação 2: Consistirá na avaliação do paper completo. Esta avaliação 
corresponderá à nota da segunda avaliação (N2) e receberá o peso 4 (quatro).
c) Avaliação 3: Socialização do paper. Esta avaliação corresponderá à nota da 
terceira avaliação (N3) e receberá o peso 4 (quatro).
Cada etapa de realização terá o acompanhamento e orientação da equipe de 
tutor externo, tutor interno e professor da disciplina, sendo que a atribuição do conceito 
será dada ao final de cada etapa. Ao final do processo, será realizada a somatória do 
conceito das três atividades avaliativas, estabelecendo a média, definindo, assim, o 
conceito final do acadêmico na disciplina da Prática Interdisciplinar.
UNI
Acadêmico, fique atento!
• A presença de plágio no trabalho implica em nota insuficiente para obter aprovação na 
disciplina da Prática Interdisciplinar. 
• Caso você não tenha postado a produção solicitada em cada avaliação, até a data prevista no 
cronograma da disciplina, será atribuída nota zero. Nos casos amparados em Lei, você deverá 
solicitar à UNIASSELVI, via requerimento, nova data. 
• A postagem deverá ser feita por todos membros da equipe em seu AVA, em produção 
acadêmica.
ATENCAO
62
4. TRILHA DE APRENDIZAGEM DA DISCIPLINA SEMINÁRIO DA 
PRÁTICA
FONTE: Disponível em: <www.una.br>. Acesso em: 8 out. 2014.
A disciplina Prática Interdisciplinar possui a sua Trilha de Aprendizagem 
como as outras disciplinas. Na trilha há informações e orientações que irão ajudá-
lo no processo de desenvolvimento da disciplina. Para tanto, é necessário que o 
acadêmico acesse a trilha da Prática Interdisciplinar no AVA – Ambiente Virtual 
de Aprendizagem.
Além da Trilha da Prática Interdisciplinar, o acadêmico poderá contar com 
a orientação do seu tutor externo, da tutoria interna e do docente da disciplina. 
Para contatar a equipe interna, utilize o Ambiente Virtual de Aprendizagem ou, 
se preferir, ligue para o 0800-6425000, utilize-se do Da Vinci Talk, da ferramenta 
contato, e-mail. Ou ainda participe dos agendamentos pela ferramenta Plantão.
5. ASPECTOS IMPORTANTES NO DESENVOLVIMENTO DO 
PAPER
FONTE: Disponível em: <www.mayroses.wordpress.com>. Acesso 
em: 8 out. 2014.
63
ALERTA! 
PLÁGIO! 
ENCONTRAMOS E AGORA?
Acadêmico (a)! Ao encontrarmos plágio em qualquer 
atividade acadêmica desenvolvida, você:
1. Terá utilizado um texto, parte dele, parágrafo, frase, como se seu fosse, não o sendo.
2. Terá cometido fraude além de um ato imoral e antiético contra o sistema 
educacional.
3. Terá utilizado um texto sem dar o devido crédito ao seu autor original e isto é 
CRIME.
4. Poderá responder a um processo judicial e ser condenado (a) a pagar multa ou ser 
submetido a detenção (art.184 do Código Penal Brasileiro);
5. A nota de sua atividade será 0 (zero).
6. Com sua nota 0 (zero) poderá ser reprovado(a).
FONTE: Disponível em: <www.
aristocratas.wordpress.com>. 
Acesso em: 8 out. 2014.
Não existe IMPEDIMENTO ALGUM para 
o uso de textos:
• De internet, 
• Livros, 
• Reportagens em jornais, 
• Textos em revistas, 
• Textos científicos, 
• Dissertações, 
• Teses
• etc.
O que você precisa fazer? REFERENCIAR nos textos que você 
produzir:
• Os autores originais, 
• Suas obras, 
• Seus acessos à internet, ou 
• Qualquer outro material que você 
utilize como base para a elaboração 
de seus trabalhos.
FONTE: <www.aristocratas.wordpress.
com>. Acesso em: 8 out. 2014.
Você pode evitar esta situação...
64
Dúvidas?
FONTE: Disponível em: <www.noticia.
r7.com>. Acesso em: 8 out. 2014.
Fale com seu tutor externo, mantenha 
contato com o tutor interno, com o professor 
da disciplina, utilizando nossos meios de 
comunicação (0800-6425000, contato AVA, 
e-mail etc.), busque em livros de metodologia 
científica da Associação Científica de 
Normas Técnicas (ABNT) as formas corretas 
para referenciar os conteúdos de seu 
trabalho acadêmico.
VOCÊ QUE BUSCA O CONHECIMENTO PRECISA PROTEGÊ-LO! 
6. REFERÊNCIAS
FONTE: Disponível em: <www.prat-k.com.br>. Acesso em: 8 out. 2014.
FREIRE, P. Pedagogia da autonomia. 9. ed. Rio de Janeiro: Paz e Terra, 1998. 
MONTENGERO, J.; MAURICE-NAVILLE, D. Piaget ou a inteligência em 
evolução. Porto Alegre: Artmed, 1994.
PLANO DE DESENVOLVIMENTO INSTITUCIONAL (2016–2020). Centro 
Universitário Leonardo da Vinci. Indaial, 2013.SALVADOR, C. C. (Org.). Psicologia da educação. Porto Alegre: Artmed, 1999.
VALDÉS ARRIAGADA, M. Psicomotricidade vivenciada: uma proposta 
metodológica para trabalhar em aula. Blumenau: Edifurb, 2002.
65
6. REFERÊNCIAS
FONTE: Disponível em: <www.prat-k.com.br>. Acesso em: 8 out. 2014.
ANEXOS
ANEXO I – MODELO DE PAPER
MODELO PARA ELABORAÇÃO DO PAPER
TÍTULO (A EDUCAÇÃO AMBIENTAL E A FORMAÇÃO 
DA CIDADANIA NAS ESCOLAS DO CAMPO) (Letra: Times 
New Roman, 14, maiúsculas e em negrito. O título deve ser 
claro e conciso – não ultrapassar três linhas e utilizar parágrafo 
único, não tecle “enter” no título, não se esqueça de excluir este 
comentário).
João da Silva1 
Maria Rita Leone 2 
Kellen Schweitzer3
Resumo
Insira aqui o resumo do artigo com, no máximo, 600 caracteres com espaço. 
A fonte utilizada é Times New Roman, 10, espaço simples e parágrafo justificado.
Palavras-chave: Inserir aqui as palavras-chave (letra: Times New Roman, 
10) separadas por ponto e vírgula (no máximo 5 palavras).
(Deixar um espaço antes do subtítulo – excluir essa nota)
Abstract
Insira aqui o resumo do artigo com, no máximo, 600 caracteres com espaço. 
A fonte utilizada é Times New Roman, 10, espaço simples e parágrafo justificado.
Key-words: Inserir aqui as palavras-chave (letra: Times New Roman, 12) 
separadas por ponto e vírgula (no máximo 5 palavras).
(Deixar um espaço antes do subtítulo – excluir essa nota)
INTRODUÇÃO – TÍTULOS DOS TÓPICOS (Times new roman, 
tamanho 12 – Espaçamento 1,5, negrito)
1 Inserir aqui o vínculo Institucional, endereço(s) e o contato eletrônico (com este estilo de letra: Times 
New Roman, itálico, 10). 
Prof. da Escola Municipal Paulo Freire, Curitiba, PR. <xviepea@gmail.com>.
2 Profª Drª do Departamento de Teoria e Prática de Ensino da UFPR, Curitiba, PR, <educação@
ufpr.br>.
3 Técnico agrícola da EMBRAPA, Curitiba, PR.
66
(Um espaço antes do texto – excluir essa nota)
Este modelo foi preparado usando o editor de texto MS-Word. Para a 
elaboração do artigo devem ser rigorosamente respeitados os padrões estabelecidos 
nos próximos parágrafos. A forma mais simples de montar o artigo da forma requerida 
é substituir o texto do template com o seu texto.
Tamanho do papel: antes de digitar o texto, assegure–se se a página está 
configurada para papel A4 (210 x 297 mm), no modo retrato. 
Margens do texto: as margens devem ser de 3 cm na borda superior, inferior 
e esquerda e 2,0 cm na borda direita.
Formato da página: todo o texto deve ser justificado (com exceção das 
referências).
Fontes: Use Times New Roman – fonte tamanho 12 – espaçamento de 1,5 
entre linhas e texto justificado. 
Parágrafos: 1,25 cm do alinhamento esquerdo.
Texto (Times New Roman – tamanho 12 – Espaçamento 1,5); Texto (Times 
New Roman – tamanho 12 – Espaçamento 1,5); Texto (Times New Roman – tamanho 
12 – Espaçamento 1,5); Texto (Times New Roman – tamanho 12 – Espaçamento 1,5); 
Texto (Times New Roman – tamanho 12 – Espaçamento 1,5); Texto (Times New 
Roman – tamanho 12 – Espaçamento 1,5); Texto (Times New Roman – tamanho 
12 – Espaçamento 1,5):
Citações longas – com mais de 5 linhas (recuo de 4,0 cm da margem 
esquerda, fonte Times New Roman – tamanho 10 – Espaçamento 
simples). Citações longas – com mais de 5 linhas (recuo de 4,0 cm da 
margem esquerda, fonte Times New Roman – tamanho 10 – espaçamento 
simples). Citações longas – com mais de 5 linhas (recuo de 4,0 cm da 
margem esquerda, fonte Times New Roman – tamanho 10).
Texto (Times New Roman – tamanho 12 – Espaçamento 1,5); Texto (Times 
New Roman – tamanho 12 – Espaçamento 1,5); Texto (Times New Roman – tamanho 
12 – Espaçamento 1,5); Texto (Times New Roman – tamanho 12 – Espaçamento 
1,5); Texto (Times New Roman).
(Um espaço antes do subtítulo – excluir essa nota)
METODOLOGIA (OU OUTRO TÓPICO)
(Um espaço antes do texto – excluir essa nota)
Texto (Times New Roman – tamanho 12 – Espaçamento 1,5); Texto (Times 
New Roman – tamanho 12 – Espaçamento 1,5); Texto (Times New Roman – tamanho 
12 – Espaçamento 1,5); Texto (Times New Roman – tamanho 12 – Espaçamento 1,5); 
Texto (Times New Roman – tamanho 12 – Espaçamento 1,5); Texto (Times New 
Roman – tamanho 12 – Espaçamento 1,5); Texto (Times New Roman – tamanho 
12 – Espaçamento 1,5). 
Texto (Times New Roman – tamanho 12 – Espaçamento 1,5); Texto (Times 
New Roman – tamanho 12 – Espaçamento 1,5); Texto (Times New Roman – tamanho 
12 – Espaçamento 1,5); Texto (Times New Roman – tamanho 12 – Espaçamento 
1,5); Texto (Times New Roman – tamanho 12 – Espaçamento 1,5). 
67
(Um espaço antes do subtítulo – excluir essa nota)
RESULTADOS E DISCUSSÃO (OU OUTRO TÓPICO)
(Um espaço antes do texto – excluir essa nota)
Texto (Times New Roman – tamanho 12 – Espaçamento 1,5); Texto (Times 
New Roman – tamanho 12 – Espaçamento 1,5); Texto (Times New Roman – tamanho 
12 – Espaçamento 1,5); Texto (Times New Roman – tamanho 12 – Espaçamento 
1,5); Texto (Times New Roman – tamanho 12 – Espaçamento 1,5).
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New Roman – tamanho 12 – Espaçamento 1,5); Texto (Times New Roman – tamanho 
12 – Espaçamento 1,5); Texto (Times New Roman – tamanho 12 – Espaçamento 
1,5); Texto (Times New Roman – tamanho 12 – Espaçamento 1,5).
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CONSIDERAÇÕES FINAIS 
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Texto (Times New Roman – tamanho 12 – Espaçamento 1,5); Texto (Times 
New Roman – tamanho 12 – Espaçamento 1,5); Texto (Times New Roman – tamanho 
12 – Espaçamento 1,5); Texto (Times New Roman – tamanho 12 – Espaçamento 1,5); 
Texto (Times New Roman – tamanho 12 – Espaçamento 1,5); Texto (Times New 
Roman – tamanho 12 – Espaçamento 1,5); Texto (Times New Roman – tamanho 12 
– Espaçamento 1,5); Texto (Times New Roman – tamanho 12 – Espaçamento 1,5); 
Texto (Times New Roman – tamanho 12 – Espaçamento 1,5); Texto (Times New 
Roman – tamanho 12 – Espaçamento 1,5); Texto (Times New Roman – tamanho 
12 – Espaçamento 1,5); Texto (Times New Roman – tamanho 12 – Espaçamento 
1,5); Texto (Times New Roman – tamanho 12 – Espaçamento 1,5); Texto (Times 
New Roman – tamanho 12 – Espaçamento 1,5). 
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REFERÊNCIAS 
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As Referências, elemento obrigatório, devem ser elaboradas de acordo com 
a NBR 6023/2002. 
Use o espaço abaixo para referências apenas citadas no artigo, conforme as 
normas da Associação Brasileira de Normas Técnicas (ABNT).
SOBRENOME, Nome. Título do texto. Disponível em: <endereço do 
site> Acesso em: dia, mês e ano.
SOBRENOME, Nome. Título do livro: subtítulo (se houver). Edição. 
Local: Editora, ano.
SOBRENOME, Nome. Título do artigo. Título da revista. volume, 
número do fascículo, páginas (inicial e final do artigo) e ano.
SOBRENOME, Nome. Título do texto. Disponível em: <endereço do 
site> Acesso em: dia, mês e ano.
SOBRENOME, Nome. Título do livro: subtítulo (se houver). Edição. 
Local: Editora, ano.
SOBRENOME, Nome. Título do artigo. Título da revista. volume, 
número do fascículo, páginas (inicial e final do artigo) e ano.
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SOBRENOME, Nome. Título do livro: subtítulo (se houver). Edição. 
Local: Editora, ano.
Ou ainda, conforme modelo abaixo:
RUBBA, P. A.; HARKNESS, W. L. Examination of preservice and in–service secondary 
science teachers' beliefs about science technology–society interactions. Science 
Education, v. 77, n. 4, p. 407–431, 1993.
______; SCHONEWEG, C.; HARKNESS, W. L. A new scoring procedure for the 
views on science–technology–society instrument. International Journal of 
Science Education, London, v. 18, n. 4, p. 387–400, 1996.
Obras com mesmo autor e título, mas de edições diferentes:
FREIRE, G. Sobrados e mucambos: decadência do patriarcado rural no Brasil.São Paulo: Ed. Nacional, 1936. 405 p.
FREIRE, G. Sobrados e mucambos: decadência do patriarcado rural no Brasil. 
2. ed. São Paulo: Ed. Nacional, 1938. 410 p.
Nota: cabe ao(s) autor(es) verificar se os endereços eletrônicos (URL) citados 
no texto e/ou nas referências estão ativos.
ACADÊMICOS E TUTOR EXTERNO:
PLÁGIO É CRIME! TEXTOS PLAGIADOS NÃO DEVEM SER ACEITOS. A ORIENTAÇÃO 
QUE A UNIASSELVI REPASSA AOS SEUS TUTORES É ATRIBUIÇÃO DE NOTA ZERO 
QUANDO DETECTADO E COMPROVADO O PLÁGIO. DESSA FORMA, ACADÊMICO, 
PRIME PELA AUTENTICIDADE E AUTORIA PRÓPRIA NA ESCRITA DOS SEUS 
TRABALHOS.
UNI

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