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02/10/2017 
1 
Perícia Criminal 
 
Balística Forense 
• Gustavo Teixeira Cordeiro 
• Perito Criminal – Polícia Científica - SP 
CADEIA DE CUSTÓDIA 
• Aplicação de uma série de procedimentos destinados 
a assegurar: 
Princípio da segurança – (características originais) 
Princípio da licitude – (legitimidade da prova) 
Princípio da publicidade e transparência 
(rastreamento cronológico) 
 
Objetivo: idoneidade e transparência da prova 
FASES DA CADEIA DE CUSTÓDIA 
• Fonte dos vestígios (local dos fatos) 
• Preservação do local dos fatos (mais importante e de 
mais difícil controle) 
 FASES DA CADEIA DE CUSTÓDIA 
 
 
 FIXAÇÃO DO VESTÍGIOS – fotografação e posicionamento. 
 
02/10/2017 
2 
FASES DA CADEIA DE CUSTÓDIA 
• Coleta dos vestígios 
Uso de EPI 
Individualização (contaminação) 
Instrumento coletor adequado 
 
 
 
FASES DA CADEIA DE CUSTÓDIA 
• Acondicionamento 
Embalagens invioláveis e com numeração para rastreamento 
CADEIA DE CUSTÓDIA 
• NA BALISTICA FORENSE: 
 
PODE INICIAR-SE NO LOCAL DOS FATOS - (Perito 
criminal que atendeu a ocorrência 
 
PODE INICIAR-SE NO IML - (Médico legista) 
02/10/2017 
3 
BALÍSTICA FORENSE 
• É O ESTUDO DAS ARMAS DE FOGO, 
SUAS MUNIÇÕES E DOS EFEITOS 
DOS TIROS POR ELAS PRODUZIDOS 
(DOMINGOS TOCCHETTO) 
 
DIVISÕES 
o BALÍSTICA INTERNA 
o BALÍSTICA EXTERNA 
o BALISTICA TERMINAL 
BALÍSTICA INTERNA 
• Estuda mecanismos das armas 
• Detonação da espoleta queima da pólvora 
• Até a passagem do projétil pelo cano 
• Exame químico (recenticidade) 
• No IC utilizamos no exame de armas, 
munições, projéteis e confronto balístico. 
 
 
BALÍSTICA EXTERNA 
• Estuda trajetória do projétil 
• Velocidade do projétil na saída do cano 
(art 16 e 17 do R 105) 
• Muito utilizada na área militar (ângulo 
de tiro, alcance útil, alcance máximo) 
• Exame químico (residuográfico) 
 
 
BALÍSTICA TERMINAL 
• Estuda o projétil ao atingir o alvo, 
incluindo ricochetes, impactos, 
perfurações, lesões externas e internas 
 
• Inclui efeitos primários e secundários de 
disparo em corpo humano 
 
ARMAS DE FOGO 
• Conceito: são dispositivos que utilizam, para expelir seus 
projéteis, a força expansiva dos gases resultantes da 
combustão da pólvora 
• Segundo o R-105 (art. 3º, Inciso XIII): Arma de Fogo: arma 
que arremessa projéteis empregando a força expansiva dos 
gases gerados pela combustão de um propelente 
confinado em uma câmara que, normalmente, está 
solidária a um cano que tem a função de propiciar 
continuidade à combustão do propelente, além de direção 
e estabilidade ao projétil; 
02/10/2017 
4 
Classificação das armas de fogo 
 
•A primeira análise que o Perito 
Criminal fará da arma examinada 
será a sua classificação; 
Quanto a alma do cano 
 
 
Alma lisa 
Alma raiada 
Cano de alma lisa 
Cano de alma raiada Sistema de carregamento 
• Armas de antecarga – (tempo e 
equipamentos para operação) - 
primeiras armas de fogo 
 
• Armas de retrocarga – cartucho (1835 
LEFAUCHEUX) 
02/10/2017 
5 
Sistema de carregamento 
Sistema de inflamação 
• Por mecha – primeiro sistema de 
inflamação 
Sistema de inflamação 
• Por atrito – faíscas produzidas pelo atrito 
Sistema de inflamação 
• Por percussão – Impacto sobre espoleta 
com mistura iniciadora (fulminato de 
mercúrio e estifinato de chumbo) sensível 
a choque mecânico 
• Divide-se em percussão extrínseca e 
intrínseca 
02/10/2017 
6 
Quanto ao funcionamento 
• Tiro unitário – dividida em simples (carga 
para um único cano) ou múltipla (carga e 
mecanismo independentes para dois ou 
mais canos 
 
Quanto ao funcionamento 
• De repetição - comportam carga para dois 
ou mais disparos com carregamento 
mecânico 
• Diferem do unitário múltiplo 
• Dividem-se em três 
Três tipos de arma de repetição 
• Arma não automática ou manual: aquela cujo mecanismo de 
repetição e de disparo depende exclusivamente da força muscular 
do atirador (revólver/carabina). 
• Arma semi-automática: aquela na qual o esforço muscular do 
atirador é necessário apenas para acionar o mecanismo de disparo 
(gatilho). Aproveita-se a força dos gases da combustão da pólvora 
para o mecanismo de repetição (pistolas). 
• Arma automática: aquela em que os mecanismos de repetição e 
disparo são acionados pela força dos gases da combustão da 
pólvora (metralhadoras) 
 
Mobilidade e ao uso 
• Armas fixas – montada em suporte - apresentam 
movimento angular, vertical e horizontal, sem deslocar-se 
de sua posição original. (canhão antiaéreo) 
• Armas móveis – podem ser transportadas fixadas em base 
motora ou por rodas. (canhões) 
• Semi-portáteis – podem ser deslocadas por duas ou três 
pessoas. (morteiros de infantaria e as metralhadoras 
pesadas) 
• Portáteis – manuseio de único homem podendo ser curta 
ou longa. 
 
02/10/2017 
7 
Laudo de revólver 
 Trata-se de um revólver usado, municiado, de 
marca TAURUS, de numeração xxxxx, de percussão 
central, de calibre nominal .38 Special, de 
acabamento oxidado, com zonas de oxidações 
(ferrugem) por toda arma, dotado de um cano com 
quatro polegadas de comprimento, de alma com 
cinco raias dextrovolventes, de cão exposto e 
percutor articulado, de municiamento por 
deslocamento lateral do tambor, este com seis 
câmaras de explosão, de empunhadura guarnecida 
por placas de madeira de cor preta. 
Laudo de pistola 
 Trata-se de uma pistola semi automática, usada, 
desmuniciada, de marca CZ, modelo P-09, de número 
de série xxxxx, de percussão central, de calibre 
nominal 9x19 mm, de acabamento oxidado, de cão 
exposto e percutor oculto, dotada de um cano com 
comprimento de 4,3 polegadas, de alma com seis 
raias dextrógiras, de empunhadura guarnecida por 
placas de material sintético de cor preta. De 
municiamento por carregador metálico bifilar, com 
capacidade para dezenove cartuchos. 
Laudo de fuzil 
Trata-se de um fuzil semi automático/automático, usado, 
desmuniciado, de marca SIG SAUER, do modelo SG 542, de 
calibre 7,62 mm x 51, de número de série suprimido por 
recobrimento com camada metálica (solda), de percussão 
central, de acabamento oxidado, com coronha retrátil a 
direita e soleira de material sintético de cor preta, dotada de 
cano com comprimento de 482 milímetros com quebra 
chamas na porção terminal, de alma com quatro raias 
dextrógiras, de empunhadura do tipo “pistol grip” de material 
sintético de cor preta, de municiamento por carregador 
metálico bifilar, o qual estava ausente. 
Revólver 
Revólver 
• Arma de fogo curta, portátil, de repetição, 
não automática, com um só cano e várias 
câmaras. 
02/10/2017 
8 
Características (CÃO) 
 
 
Características (percutor) 
 
 
RAIAMENTO Sistema de municiamento/ejeção 
Mecanismos de segurança 
• Calço de interposição – utilizado em 
revólveres de percussão direta. 
 
• Caiu em desuso, pois era retirado devido 
a dificuldade de montagem na arma. 
Calço de interposição 
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9 
Calço de interposição Mecanismo de segurança 
• Barra de transferência – utilizado em 
revólveres de percussão indireta 
 
• É de difícil retirada, já que a arma não 
funciona sem tal mecanismo 
Barra de transferência Barra de transferência 
PISTOLA Pistolas 
• Arma de fogo curta, portátil, de repetição, 
semi automática/automática, com um só 
cano/múltiplos canos. 
• Há o aproveitamento dos gases da 
deflagração, sendo automática a 
substituição dos cartuchos na câmara. 
 
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Massa de 
mira 
Cano 
Armação 
Cão 
Registrode 
segurança e 
desarmador 
do cão 
Alça de mira 
Retém do 
carregador 
Carregador 
Guarda mato 
Gatilho 
Alavanca de 
desmontagem 
Retém do 
ferrolho 
Ferrolho Janela de ejeção 
Características (CÃO) Raiamento 
Carregadores CANO 
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Compensador de recuo Compensador de recuo 
Ejetor / extrator Ejetor / extrator 
Mecanismo de Segurança 
 
• Trava do percussor 
• A trava do percussor é um mecanismo que 
impede o avanço daquela peça caso o gatilho 
não seja acionado 
• A trava é desabilitada por uma alavanca quando 
o gatilho é acionado 
 
Trava do percussor 
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Trava do percussor Espingarda 
Espingarda 
• Arma de fogo longa, portátil, de tiro unitário 
(simples ou múltipla) de repetição (não 
automática, semi automática), com um só 
cano ou múltiplos canos. (o cano é de alma 
lisa) 
 
Espingarda 
Características (cano) 
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Choke 
• Estrangulamento junto a boca do cano, a fim de aumentar o 
alcance efetivo e melhorar a concentração dos chumbos 
(munição de múltiplos balins) 
Quanto ao municiamento Espingarda de antecarga 
• Conhecidas como pica-pau 
• Municiamento se da pela região anterior do cano 
• Muito comum na zona rural 
 
Carabina Carabina 
• Arma de fogo longa, portátil, de repetição 
(não automática ou semiautomática) com 
cano raiado. 
 
 
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Carabina Quanto ao municiamento 
• Do tipo lever action – tubo carregador sob o cano – arma de 
repetição não automática 
semiautomática Metralhadora 
Metralhadora 
• Arma de fogo curta/longa, portátil, de 
repetição (semiautomática ou 
automática) com cano raiado. 
• Possui seletor de disparos. 
• Cadências de tiros elevada (700 a 800 
tiros por minuto) 
Fuzil / Rifle 
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Fuzil / Rifle 
• Arma de fogo longa, portátil, de tiro 
unitário, de repetição (não automático ou 
semiautomática) com cano raiado 
• Maior alcance útil entre as armas portáteis 
• Munição de alta energia / baixa cadência 
• Armamento utilizado em guerras 
 
Fuzil / Rifle 
Fuzil / Rifle Fuzil / Rifle 
Fuzil / Rifle 
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Sistema de ação por êmbolo Sistema de ação por êmbolo e pistão 
Armais artesanais 
• São armas feitas sem nenhum controle 
industrial, com materiais inadequado, 
acabamento rudimentar, sem numeração 
de série ou padrão de montagem. 
 
 
Armas artesanais 
Calibre 
• Calibre real – medido na boca do cano, 
corresponde ao diâmetro interno da alma 
do cano 
• Nas armas raiadas corresponde à medida 
tomada entre duas raias diametralmente 
opostas (milímetros ou polegadas) 
 
 
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Calibre real Calibre nominal 
• Nomenclatura utilizada pela fábrica para 
descrever a munição / arma 
• Vem expressamente escrito tanto no 
armamento como na munição 
• Nem sempre corresponde ao calibre real 
• Expresso da seguinte forma: (.38) e não 
0,38” 
Calibre nominal 
• Para um mesmo calibre real podem existir 
vários calibres nominais: 
• Calibre real .357 ou 8,9 mm 
• Calibres nominais correspondentes: .38 Short, 
.38 S&W, .38 S&W L, .38 SPL, 9 mm LUGER, 
.380 AUTO etc ... 
Calibre nominal 
(polegadas) 
Calibre convertido 
em milímetros 
Calibre real 
.22 5,59 mm 5,6 mm 
.25 6,35 mm 6,35 mm 
.30 7,62 mm 7,62 mm 
.32 8,13 mm 7,65 mm 
.38 9,65 mm 8,9 mm 
.40 10,16 mm 10 mm 
.45 11,43 mm 11,25 mm 
Nomenclatura de Calibres 
• Hoje são dois tipos de sistemas de 
nomenclatura de calibre de arma de fogo 
raiadas: 
• Sistema Inglês 
• Sistema Métrico 
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Sistema Inglês 
• A medida é expressa em centésimos ou 
milésimos de polegadas, contendo ainda o 
fabricante que desenvolveu aquele calibre ou a 
qual arma a que se destina 
Sistema Inglês 
.380 AUTO (armas semi automáticas) 
.40 S&W (criado pela SMITH & WESSON) 
.45 ACP (Automatic Colt Pistol) 
.45 AR (Auto Rim) 
.38 SPL (Smith & Wesson Special Long) 
.32 EXTRA SHORT (utilizado em arma com calibre e câmara 
curta) 
7,62 mm RUSSIAN (Cartucho oficial do exército russo) 
Sistema Métrico 
• A medida do projétil é expressa em milímetros, 
contendo ainda o fabricante que desenvolveu 
aquele calibre ou a qual arma a que se destina 
 
Sistema Métrico 
9 mm LUGER (usado na pistola LUGER) 
6,35 mm BROWNING (desenvolvido para as pistolas BABY) 
7,65 mm BROWNING (usado em pistolas BROWNING) 
10 mm AUTO (utilizado em pistolas de 10 mm) 
 
 
Sistema Métrico 
• Outra forma de expressão no sistema métrico é o 
diâmetro do projétil e o comprimento do estojo 
9x19 mm (9 mm LUGER) 
5,56x45 mm (.223 REM) 
7,62x51mm (.308 WIN) 
7,62x39mm (7,62 mm KALASHNIKOV) 
 
 
 
Sistema alfa numéricos 
• Utilizados por dois fabricantes europeus: DWM e 
G.Roth 
 
30-06 .44 S&W American 9 mm LUGER 
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Não acabou o problema 
• Nomenclaturas fora de regras: 
45-90-300 – projétil com .45 de diâmetro, 90 grains de 
pólvora e o projétil pesa 300 grains 
30-06 Springfield – projétil com .30 de diâmetro e 06 – ano 
de desenvolvimento 
.44-40W – projétil com .44 de diâmetro e 40 grains de 
pólvora 
25-20, 32-20, 38-40 
Energia das munições 
• .38 SPL, 9 mm Luger, .45 AUTO e .38 Super Automatic 
podem ser do tipo +P – geram pressões mais significativas 
• +P+ (não reconhecido pela SAAMI) 
• Express 
• Super Express 
• Nitro Express 
• Magnum 
• TOMAR CUIDADO COM ESSES CALIBRES 
Calibre de cartuchos de alma lisa 
• Para estas armas, o calibre corresponde ao número de 
esferas de chumbo, conseguidas, com uma libra de peso, 
sendo de diâmetro igual ao do diâmetro interno do cano. 
Por exemplo: com 453,6 gramas (1 libra) de chumbo, 
fazem-se esferas com o diâmetro do cano, obtendo com 
isto 12 esferas, no caso. Neste, então, o calibre é o 
12 gauge, ou seja calibre 12. 
Alma lisa 
Temos os calibres 4,8,12,16,20,24,28,32,36 e 40 
Cartuchos para arma de alma lisa Calibre de projéteis 
 
• Além da determinação do calibre das 
armas e munições o Perito Criminal deve 
determinar o calibre de estojos e 
projéteis a fim de guiar a investigação 
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Como é feito? 
• Primeiro passo é medir o diâmetro de base 
do projétil 
• Segundo passo medir o peso do projétil 
(em gramas ou em grains) 
• Terceiro passo observação do tipo de 
raiamento do projétil 
Calibre Diâmetro 
(pol) 
Diâmetro 
(mm) 
Peso 
(gramas) 
Peso (grains) 
.22 .22 5,5 2,6 40 
.25 AUTO .25 6,3 3,2 71 
.308 .30 7,8 9,7 150 
10,5 162 
.32 S&W .32 7,8 4,6 71 
6,3 98 
.40 S&W .40 10,1 10,0 155 
.45 AUTO .45 11,4 12,9 200 
14,9 230 
Calibre Diâmetro 
(pol) 
Diâmetro 
(mm) 
Peso 
(gramas) 
Peso (grains) 
.380 AUTO .355 9 mm 6,1 95 
9 mm Luger .355 9 mm 7,4 115 
9 mm Luger .355 9 mm 8,0 124 
.38 SPL .357 9 mm 8,1 125 
.38 SPL .357 9 mm 9,5 148 
.38 SPL .357 9 mm 10,2 158 
Calibre de uso permitido e não permitido 
• Art 16 uso restrito: 
Armas de fogo curtas, cuja munição tenha, na saída do 
cano, energia superior a (300 libras-pé ou 407 Joules) e 
suas munições. (ex: .357 Magnum, 9 mm Luger, .45 AUTO) 
Armas de fogo Longas Raiadas, cuja munição tenha, na 
saída do cano, energia superior a (1000 libras-pé ou 1355 
Joules) e suas munições. (ex: .223 REM, .308 WIN, 7 mm 
MAUSER) 
 
 
Como medir a energia do projétil 
• Vamos precisar da arma e/ou munição 
questionada 
• Um anteparo para recolha do projétil 
• Cronógrafo 
 
 
Cronógrafo 
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Munições Munições 
• Artefato completo, pronto para 
carregamento e disparo de uma arma, 
cujo efeito desejado pode ser: destruição,iluminação ou ocultamento do alvo; efeito 
moral sobre pessoal; exercício; manejo; 
outros efeitos especiais. 
 
Partes do Cartucho Tipos de cartuchos 
• Lefaucheux 
 
Tipos de cartuchos 
• Flobert 
Tipos de cartuchos 
• Fogo circular 
 
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Tipos de cartuchos 
• Fogo central 
 
Estojos 
• Componente externo, inerte e de maior 
dimensão. 
• Formas e materiais variados 
• A forma e a dimensão que determinam em 
qual arma será utilizado 
 
Partes do estojo Estojos armas raiadas 
Quanto ao culote Quanto ao culote 
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Estojos Quanto ao material 
Quanto ao material Identificação dos estojos 
Espoleta 
• Pequeno recipiente metálico, em forma de 
cápsula, que contém a mistura iniciadora. 
(todos cartuchos que possuem espoleta são 
denominados fogo central) 
Cartuchos de fogo circular 
• Não possuem cápsula de espoletamento 
• A mistura inicial esta na orla oca da base do 
estojo, colocada por centrifugação. 
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Tipos de espoleta 
• Berdan e Boxer 
Tipos de espoleta 
• Bateria 
 
Mistura iniciadora 
• Antes era composta por: 
 
Fulminato de mercúrio 
Clorato de potássio 
 
Mistura iniciadora 
• Hoje composta por: 
Estifinato de chumbo (iniciador) 
Nitrato de bário (combustível) 
Trissulfeto de antimônio (oxidante) 
Alumínio atomizado 
Tetrazeno (iniciador) 
Munição Clean Range (NTA) 
• Não possui compostos a base de Pb, Ba e Sb, 
metais pesados, objetivando reduzir a 
contaminação produzida pelos mesmos 
• Possui nos calibre .38 SPL, 9 mm Luger, .380 
AUTO, .40 S&W, .45 AUTO 
• Composta por Daizodinitrofenol, tetrazeno, 
nitrocelulose, nitrato de potássio e alumínio 
 
Pólvora 
• É o combustível sólido do cartucho, em 
formato granular, com diversos tamanhos de 
grãos, não necessitando de oxigênio para sua 
combustão. 
• Inflama-se com grande rapidez, gerando um 
grande volume de gases. 
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Pólvora negra 
• A mais antiga usada 
• Composta por salitre, carvão vegetal e enxofre 
• Conhecida como pólvora com fumaça 
Pólvora química 
• Também conhecida como pólvora sem fumaça, 
podendo ser de três tipos: 
Base simples: Nitrocelulose 
Base dupla: Nitrocelulose e Nitroglicerina 
Base tripla: Nitrocelulose, Nitroglicerina e 
Nitroguanidina 
Calibre Pólvora (gramas) Velocidade (m/s) 
.38 SPL 0,300 245 
.38 SPL + P 0,410 270 
.380 AUTO 0,200 290 
.380 AUTO +P 0,345 310 
9 mm LUGER 0,450 410 
.40 S&W 0,500 367 
.223 Rem 1,580 980 
.308 Win 2,830 854 
.30-06 3,450 884 
.50 18,790 928 
20 mm 31,750 838 
12 1,900 450 
Velocidade de inflamação 
• Dividem-se em três: 
 
Pólvora viva 
Pólvora progressiva 
Pólvora lenta 
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Projétil 
• Compostos por liga metálica de chumbo, 
estanho e antimônio 
• Podem ser revestidos parcial ou total 
• Possuem diversos formatos 
 
Projétil 
A – Ogiva - Favorece as propriedades balísticas 
concernentes à resistência do ar. 
1 - Anel de Vedamento - Área onde o estojo 
engasta o projétil. 
B - Corpo Cilíndrico - Favorece as propriedades 
balísticas concernentes a arma. 
2 - Sulco Serrilhado - Depósito de lubrificante 
sólido. 
3 - Anel de Forçamento - Adere fortemente no 
raiamento. 
C - BASE - Área de aplicação dos gases. 
4 - Côncavo da Base - Amplia a área de 
aplicação dos gases. 
 
Projétil de chumbo nu 
• Formatos 
Projétil encamisado 
• São de dois tipos: 
Semiencamisados 
Encamisados 
• A camisa é composta por liga metálicas (cobre, 
zinco, níquel. 
• Possuem duas partes: a camisa e o núcleo 
Projétil encamisado 
• Formatos 
 
Projéteis encamisados 
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Projéteis expansivos Projéteis RIP 
Projéteis de fuzil Projéteis Múltiplos 
Alcance do Tiro 
• Movimentos do projétil: 
Translação – parábola na atmosfera 
Rotação – movimento causado pelo raiamento 
Precessão – forma uma espécie de cone de 
revolução 
Nutação – movimento vibratório do projétil 
 
Movimentos do Projétil 
 
 
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Alcance do tiro 
• Útil - é a distância máxima em que o projétil causará 
ferimentos de certa gravidade a um homem (energia 
equivalente a 127,53J) 
• Máximo – é a distância compreendida entre a boca 
do cano da arma e o ponto de chegada do projétil 
• Precisão – é a distância em que o atirador é capaz de 
atingir, com razoável grau de certeza, um quadrado 
de 300 mm de lado 
 
 
 
 
Comparação balística 
Comparação balística 
• Nos delitos praticados com uso de arma de 
fogo (disparo de arma, lesão corporal e 
homicídios), a investigação questiona ao 
perito: 
• Qual tipo de arma foi usada no crime? 
• Esta arma em particular foi a utilizada no 
crime? 
Identificação direita ou imediata 
• É quando através de análise do próprio objeto, 
conjunto de características individualizadoras, 
estabelecemos sua identidade. 
Identificação Indireta ou mediata 
• Se dá através do estudo comparativo dos 
vestígios materiais encontrados na cena de 
crime com padrões obtidos de objetos ou 
pessoas. 
Raiamento 
• Conferir estabilidade ao projétil 
• Consequência: identificação mediata de armas 
de fogo 
• Essa identificação será baseada em 
características originais e/ou adquiridas 
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Raiamento 
Raiamento convencional Raiamento poligonal 
Raiamento 
Raiamento convencional 
• Imbel, Taurus, Rossi, S&W, Colt 
• Menor ajuste do projétil ao cano 
• Maior escape de gases 
• Impressão clara no projétil 
• Delimitações claras entre 
elevados e cavados 
• Menos durável 
Raiamento poligonal 
• Glock, HK, IMI 
• Maio ajuste do projétil ao cano 
• Menor escape dos gases 
• Impressão tênue no projétil 
• Na há delimitações entre 
elevados e cavados 
• Mais durável 
 
Raiamento 
Raiamento convencional 
• Foto projétil taurus 
Raiamento poligonal 
• Foto projétil glock 
Sistema de confecção de raiamento 
• São três principais tipos: 
 
Brochamento por corte 
Brochamento por bilha 
Martelamento 
 
 
 
Corte e Bilha Martelamento 
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Identificação mediata de arma de 
fogo 
• A identificação mediata será realizada, como 
dizemos, através de vestígios deixados pela 
arma nos projéteis e nos estojos 
• Veremos a seguir alguns deles 
Impressões em projéteis 
Impressões em projéteis Compensador de recuo 
Impressões em estojos Culatra da arma 
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Janela de passagem do percutor Características do percutor 
Características do percutor Impressões extrator / ejetor 
Impressões extrator / ejetor Impressões extrator / ejetor 
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Características analisadas no exame 
• Características de ordem genérica 
 
• Características de ordem específica ou 
individual 
Características genéricas impressas 
em projéteis 
• Número e orientação das impressões de raias 
• Largura das impressões de raias 
• Profundidade das impressões de raias 
• Distância entre as impressões de raias 
 
Número e orientação de raias 
 
 
Largura entre as impressões de raias 
Características genéricas impressas 
em estojos 
• Marca de percussão: profundidade, localização 
e conformação 
• Outras marcas: extração, ejeção, culatra 
 
Características genéricas impressas 
em estojos 
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Características específicas de 
projéteis e estojos 
• Micro estriamentos finos existentes na 
superfície analisada 
Realizando exame de confronto 
• Determinar calibre da arma bem como quantidade e 
orientação de raiamento de seu cano 
• Limpeza e manipulação dos projéteis/estojosincriminados 
determinando calibre, orientação e número de raias 
• Coleta dos projéteis/estojos testemunha 
• Verificação no comparador das características impressas 
pela arma nos projéteis testemunhas 
• Por fim comparação entre os testemunhas e os 
incriminados 
 
 
Padrões em Balística 
• Projéteis e estojos coletados da arma suspeita 
• As munições devem possuir mesma 
caraterísticas 
• Quantidade varia de acordo com o caso 
• Identificação das peças (esmalte) 
 
Coletor em tanque de água 
Coletor caixa de algodão Comparador Balístico 
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Confronto de projétil Confronto de projétil 
Confronto de projétil Confronto de estojo 
Confronto de estojo Confronto de estojo 
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Confronto de estojo Confronto de estojo 
Nanotecnologia Nanotecnologia 
Nanotecnologia EVOFINDER 
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EVOFINDER Exames Químicos 
• São três exames utilizados em balística: 
 
Exame residuográfico 
Recenticidade de disparo 
Exame metalográfico 
Exame residuográfico 
• Consiste na pesquisa de resíduos de disparo na 
mão do atirador 
• Na detonação da espoleta a temperatura 
ultrapassa os 2500 graus 
• Pesquisa de Pb, Ba e Sn 
Exame residuográfico 
Objetivos Da Perícia: 
 
1- se houve disparo da arma de fogo pelo 
suspeito; mão direita, mão esquerda ou ambas; 
 
2- diagnósticos diferenciais de homicídio e 
suicídio. 
 
Exame residuográfico Exame residuográfico 
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Exame residuográfico 
• Pode ser realizado de duas formas: 
 
• Via úmida – rodizonato de sódio 
• Por MEV 
 
Teste do Rodizonato de Na 
 
 
Permite a detecção de Pb 
 
 
Oh shit do teste: e o Bário e o Antimônio 
(provenientes da espoleta) ???????? 
 
 
 
Usar microscopia de varredura eletrônica 
Kit para SEM (scanning electron microscope): 
 
Stabs: cilindros com adesivo esfregado nas mãos do 
suspeito em pontos específicos. 
MEV 
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Microscópio Eletrônico de Varredura 
Novas Técnicas 
• Utilização de muco nasal – AAS (vantagens e 
desvantagens) 
 
• Utilização de marcadores nas munições 
 
Recenticidade de disparo 
• Consiste na pesquisa de nitrito no interior do 
cano da arma 
 
• Na deflagração da pólvora são produzidos 
grande quantidade de óxidos de carbono, 
vapor d’água e óxidos de nitrogênio 
Recenticidade de disparo 
• Objetivo da perícia: 
 
1 - Identificar se arma questionada realizou 
disparos 
Recenticidade de disparo 
• Como é realizado? 
• Aplica-se água no interior do cano a fim de 
remover as partículas ali contidas 
• Nesse líquido é aplicado IPT + NH4 
• Resultados: 
• Positivo – amarelo 
• Negativo - incolor 
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Recenticidade de disparo Recenticidade de disparo 
• Inconsistências do teste: 
• Reação colorimétrica – não específica 
• Não permite quantificação do tempo de 
disparo 
• Falso negativo.... 
 
Exame metalográfico 
• As armas de fogo possuem gravações de 
número de série que lhes dão rastreabilidade 
pelo fabricante. 
• Dessa forma podemos realizar a identificação 
imediata da peça examinada. 
• Portaria do Exército obriga a identificação das 
armas utilizadas no Brasil (portaria 07 D LOG 
28/04/2006) 
Exame metalográfico 
• Objetivo da perícia: 
 
1. Identificar se a numeração esta ausente por 
fatores propositais ou ação do tempo 
2. Revelar a numeração da arma 
Porque? 
• Lei 10.826 22/12/2003 – Lei do desarmamento 
• Capítulo IV dispõem sobre os crimes e as penas 
• Art 14 
• Art 16 
 
Onde esta essa numeração??? 
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Onde esta essa numeração??? 
 
Onde esta essa numeração??? 
Como é feita e quais consequências 
• Realizada por cunhagem a frio 
• Modifica a estrutura cristalina do metal, 
alterando suas propriedades físicas e 
mecânicas 
• Nessas modificações que se aplicam as 
técnicas de recuperação da numeração 
 
Cunhagem a frio 
Remoção da numeração 
• Limagem 
 
 
 
 
• Brocagem 
• Puncionamento 
 
 
 
 
• Soldagem 
Método de revelação químico 
• Utilização de reagentes fortemente oxidantes 
como FRY, BESSAMN ou HCL 
• Realizado polimento da região da numeração 
• Limpeza da área 
• Aplicação do reagente 
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Revelação método químico Revelação método químico 
Revelação método químico Balística terminal 
• Estuda o projétil ao atingir o alvo, incluindo 
ricochetes, impactos, perfurações, lesões 
externas e internas 
 
• Inclui efeitos primários e secundários de 
disparo em corpo humano 
 
Efeitos primários 
• Orla de enxugo – formada quando o projétil 
passa pela pele - ao redor do orifício de 
entrada 
 
Efeitos primários 
• Orla de Contusão – área localizada em torno 
do ferimento em que a epiderme é arrancada 
pelo atrito do projétil. 
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Efeitos primários 
• Orla equimótica – com o rompimento dos 
vasos sanguíneos a extravasamento de 
sangue e infiltração hemorrágica nos tecidos 
adjacentes 
Orifício de entrada 
• Bordas regulares (há exceções) 
• Possui orla de enxugo, orla de contusão, orla 
equimótica (quando em vida) 
• Nos disparos a curta distância orla de enxugo e 
de contusão fica mascarada pelos efeitos 
secundários 
• Determinação de calibre pela lesão. (tecido 
mole, ricochete, tiro encostado) 
 
Orifício de saída 
• Nunca encontra-se orla de enxugo 
• Orla equimótica 
• Bordas evertidas, orifício irregular e 
geralmente maior que o de entrada. 
Efeitos secundários 
• Zona de chama – produzida pelos gases 
superaquecidos provocando queimadura na 
pele, pelos e vestes 
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Efeitos secundários 
• Zona de esfumaçamento – produzida por 
depósito de fuligem oriunda da combustão da 
pólvora 
• Zona de tatuagem – produzida por resíduos 
maiores de pólvora incombusta e pequenos 
fragmentos que se desprendem do projétil 
 
Classificação do disparo quanto a 
distância 
• Tomando como base os efeitos primários e 
secundários de disparo podemos classificar os 
disparos em: 
• Tiros encostados 
• Tiros à curta distância 
• Tiros distantes 
 
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Tiros encostados 
• A boca do cano da arma se apoia o alvo 
possibilitando que a lesão seja produzida pelo 
projétil (efeito primário) e pelos gases da 
combustão (efeito secundário) 
• O orifício de entrada é irregular, geralmente 
maior que o diâmetro do projétil e não há orla 
de esfumaçamento e tatuagem 
Tiros encostados 
• Mina de Hofmann – acontece em tecidos 
apoiados sobre placas ósseas 
 
• Sinal de Benassi – orla acinzentada na 
superfície do osso chato ao redor do orifício de 
entrada 
 
Tiros encostados Tiros encostados 
• Sinal de Werkgaertner – consiste na impressão 
na pele do formato da boca do cano e massa 
de mira no caso de revólveres e da boca do 
cano e da extremidade anterior da guia da 
mola nas pistolas 
Tiros encostados Tiros encostados 
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Tiros a curta distância 
• É aquele desferido contra o alvo situado dentro dos 
limites da região varrida pelos gases e resíduos de 
combustão da pólvora expelido pelo cano da arma. 
• Orifício de entrada é arredondado ou ovalar, com 
bordas invertidas, efeitos primários e zona de 
esfumaçamento e em alguns casos de tatuagem. 
• Subtipo – tiro a queima-roupa. 
Tiros distantes 
• É aquele desferido contra o alvo no qual o 
orifício de entrada apresentará apenas os 
efeitos primários. 
• Geralmente são caracterizados a mais de um 
metro do alvo. 
• Orifício de entrada de forma regular e 
geralmente menor que o diâmetro do projétil. 
Trajeto do projétil 
• Percurso do projétil no interiordo corpo não 
pode ser exclusivamente utilizado para traçar 
linha básica de trajetória que vinha 
desenvolvendo no espaço 
OBRIGADO Contatos: 
 
gustavoteixeiracordeiro@yahoo.com.br 
gustavo.gtc@policiacientifica.sp.gov.br 
Face – Gustavo Teixeira Cordeiro

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