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CÂMARA DOS DEPUTADOS 2014 
Língua Portuguesa 
Maria Augusta 
1 
Foi aprovada, em sessão do Pleno, a 
Resolução n.º 982, que institui a tramitação 
eletrônica dos documentos no Tribunal de 
Contas do Estado do Rio Grande do Sul 
(TCE/RS). O Tribunal enviou ofício aos 
gestores municipais, alertando que o envio de 
dados e documentos relacionados às 
inativações na esfera municipal passará a ser 
realizado pela Internet, 
o que exigirá que as administrações adquiram 
certificados digitais específicos aprovados pela 
Infraestrutura de Chaves Públicas Brasileiras 
— ICP-Brasil. Os certificados pessoais são 
obrigatórios para os administradores públicos e 
seus substitutos formais, para os responsáveis 
pelos controles internos, para os agentes com 
delegação para concessão de inativações e 
para os responsáveis operacionais pelo 
Sistema de Certificação Digital do TCE/RS 
(TCENet). Em breve, o Tribunal promoverá 
treinamentos para os usuários do novo 
sistema. 
 
Internet: <www1.tce.rs.gov.br/portal> (com 
adaptações). 
 
Em relação às estruturas linguísticas do 
texto acima, julgue os itens a seguir. 
 
1 O emprego de vírgula após “Em breve” 
(R.16) justifica-se por isolar adjunto adverbial 
anteposto, ou seja, deslocado de sua posição 
tradicional. 
 
2 Mantém-se a correção gramatical do período 
ao se substituir “Foi aprovada” (R.1) por 
Aprovou-se. 
 
3 O emprego do sinal indicativo de crase em 
“às inativações” (R.6) justifica-se pela regência 
do termo “envio” (R.5), que exige complemento 
regido da preposição “a”, e pela presença do 
artigo definido feminino plural que determina o 
substantivo “inativações” (R.6). 
 
4 A substituição de “exigirá” (R.8) por exigiriam 
manteria a correta correlação entre os tempos 
e modos verbais empregados no período. 
 
5 A substituição de “para os” por aos nas 
ocorrências entre as linhas 11 e 15 manteria a 
correção gramatical do texto. 
O sistema de banco de milhagens 
desenvolvido pelo TCE/RS é modelo para 
outras instituições no Rio Grande do Sul e no 
Brasil. O banco de registro de milhagens utiliza 
os créditos de passagens aéreas custeadas 
com recursos públicos. “Considerando que as 
despesas com a emissão de passagens para 
viagens oficiais são custeadas pelo tesouro, 
entendemos que devem ser adotadas todas as 
medidas possíveis para que esses créditos 
sejam utilizados na aquisição de novos 
bilhetes, em benefício dos entes da própria 
administração pública”, assinalou. Prêmios ou 
créditos de milhagens oferecidos pelas 
companhias de transporte aéreo, quando 
resultantes de passagens adquiridas com 
recursos da administração direta ou indireta de 
qualquer dos poderes do Rio Grande do Sul, 
serão incorporados ao erário e utilizados 
apenas em missões oficiais. 
Internet: <www1.tce.rs.gov.br/portal> (com 
adaptações) 
 
Com base no texto acima, julgue os itens 
que se seguem. 
 
6 Se a palavra “erário” (R.16) for substituída 
por tesouro público, prejudica-se a informação 
do período. 
 
7 Depreende-se das informações do texto que 
os funcionários que usarem passagens aéreas 
custeadas pelo governo do Rio Grande do Sul 
podem usufruir, para viagens particulares, dos 
prêmios ou créditos de milhagens concedidos 
pelas companhias aéreas. 
 
8 Prejudica-se a informação do texto ao se 
substituir a forma verbal “assinalou” (R.11) por 
alguma das seguintes: observou, admitiu, 
informou, esclareceu, declarou. 
 
9 Se o termo “quando” (R.13) for substituído 
pela conjunção se ou pela conjunção desde 
que, haverá prejuízo da coerência textual. 
 
A impunidade de políticos não decorre de foro 
privilegiado, mas de justiça ineficiente. Abolir o 
referido mecanismo produzirá efeitos 
desfavoráveis. Compreensível a confusão. A 
designação mais conhecida, “foro privilegiado”, 
sem dúvida, sugere a existência de condenável 
regalia. Não é estranho, portanto, que o 
 
 
 
 
 
 
 
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Maria Augusta 
2 
Congresso tenha incluído em sua 7 agenda 
positiva um esforço para eliminar essa 
prerrogativa constitucional. Os parlamentares 
estariam, com isso, oferecendo o seu quinhão 
para o combate à impunidade que 
tradicionalmente beneficia políticos de todos os 
matizes. 
Entretanto, há dois equívocos nesse raciocínio. 
O primeiro é imaginar que o foro especial — 
assegurado a autoridades como o presidente 
da República, governadores, prefeitos, 
congressistas e ministros de Estado — seja 
responsável pela ausência de punições na 
esfera jurídica. As 16 numerosas instâncias da 
justiça comum favorecem a interposição de 
recursos, o que atrasa a caminhada processual 
e contribui para a impunidade. 
O segundo equívoco d raciocínio é imaginar 
que a prerrogativa de foro constitua, de fato, 
um privilégio. De um lado, porque não há 
benefício na supressão de um ou de todos os 
graus de jurisdição. De outro, porque o 
mecanismo busca assegurar um julgamento 
imparcial — em proveito não só do réu, mas 
também da sociedade. 
Em tese, tribunais superiores estão mais 
protegidos contra as pressões que governantes 
e legisladores podem tentar exercer em favor 
da absolvição, assim como são menos 
suscetíveis à litigância meramente 
persecutória. 
 
Folha de S.Paulo, 11/7/2013 (com 
adaptações). 
 
Em relação ao texto acima, julgue os itens 
que se seguem. 
 
10 O termo “com isso” (R.8) refere-se ao fato 
de o Congresso ter “incluído em sua agenda 
positiva um esforço para eliminar essa 
prerrogativa” (R.6-7). 
 
11 Mantêm-se as relações sintáticas originais 
ao se substituir o termo “Entretanto” (R.11) por 
qualquer um dos seguintes: Porém, Contudo, 
Todavia, No entanto. 
 
12 O trecho “que tradicionalmente beneficia 
políticos de todos os matizes” (R.9-10) é 
empregado, no texto, com sentido restritivo. 
13 A substituição dos travessões empregados 
nas linhas 12 e 14 por vírgulas prejudicaria a 
correção gramatical do período. 
 
14 A estrutura organizacional do texto é 
indicadora do tipo textual dissertativo-
argumentativo. 
 
15 A expressão “o referido mecanismo” (R.2-3) 
retoma o antecedente “justiça ineficiente” (R.2). 
Em cada um dos itens a seguir, é apresentado 
um fragmento de correspondência oficial. 
Julgue-os no que se refere à correção 
gramatical e à adequação da linguagem ao tipo 
de documento oficial identificado entre 
parênteses. 
 
16 Durante os debates, o promotor XYZ tomou 
a palavra e, além de solicitar o apoio do 
TCE/RS para sensibilizar os tribunais de contas 
que ainda não aderiram ao termo que 
estabelece medidas conjuntas e integradas de 
combate à corrupção, solicitou também que o 
tema seja discutido em âmbito nacional, tanto 
pela Associação dos Membros de Tribunais de 
 Contas quanto pelo Instituto Rui Barbosa. (ata) 
 
17 Estamos neste momento vindo informar à 
Vossa Excelência que o Pleno do Tribunal de 
Contas do Estado aprovou, três resoluções que 
orientam e normatizam as ações iniciais 
necessárias à implantação do processo 
eletrônico na instituição. A Resolução n.º 984 
disciplina os procedimentos relacionados ao 
cadastro de pessoas vinculadas aos órgãos 
fiscalizados por meio do sistema de cadastro. 
(memorando) 
 
18 Como é do conhecimento de V. S.ª, a 
Escola Superior de Gestão e Controle 
Francisco Juruena, órgão de educação 
corporativa do Tribunal de Contas do Estado 
do Rio Grande do Sul, tem como finalidade a 
capacitação de agentes públicos que integram 
o corpo técnico do Tribunal e dos órgãos e 
entes jurisdicionados. (ofício) 
 
19 A direção da Escola Superior de Gestão e 
Controle Francisco Juruena vem convidar-lhe 
para participar do Encontro Regional de 
Controle e Orientação. O evento tem como 
objetivo propiciar debates sobretemas 
 
 
 
 
 
 
 
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relevantes a administração pública, 
capacitando os gestores municipais. (convite) 
 
20 Chegou-se à conclusão de que a função 
institucional da Escola Superior de Gestão e 
Controle Francisco Juruena efetiva-se 
mediante a articulação de esforços orientada 
para a geração, a difusão e o apoio à 
mobilização de conhecimento técnico e 
gerencial em matéria de Estado, administração 
pública e controle externo em todos os níveis e 
áreas, para o desenvolvimento institucional do 
Tribunal de Contas do Estado do Rio Grande 
do Sul e da administração pública. (relatório) 
 
Texto para os itens de 1 a 13 
 
Embora as conquistas obtidas a partir da 
Revolução Francesa tenham possibilitado a 
consolidação da concepção de cidadania, elas 
não foram suficientes para que essa condição 
se verificasse na pratica. A mera declaração 
formal das liberdades nos documentos e nas 
legislações esboroava diante da inexorável 
exclusão econômica da maioria da população. 
Em vista disso, já no século XIX, buscaram-se 
os direitos sociais com ações estatais que 
compensassem tais desigualdades, 
municiando os desvalidos com direitos 
implantados e construídos de forma coletiva 
em prol da saúde, da educação, da moradia, 
do trabalho, do lazer e da cultura para todos. 
Mundial que a afirmação da cidadania se 
completou, haja vista que só então se 
percebeu a necessidade de se valorizar a 
vontade da maioria, respeitando-se, sobretudo, 
as minorias, em suas necessidades e 
peculiaridades. Em outras palavras, verificou-
se claramente que a maioria pode ser 
opressiva, a ponto de conduzir legitimamente 
ao poder o nazismo ou o fascismo. Para que 
fatos como esse não se repetissem, fez-se 
premente a criação de salvaguardas em prol de 
todas as minorias, uma vez que a soma destas 
empresta legitimidade e autenticidade à 
vontade da maioria. 
Eis aí o fundamento primeiro das políticas em 
favor de quaisquer minorias. No que toca às 
pessoas com deficiência, é possível afirmar 
que o viés assistencialista e caridosamente 
excludente que orientava as ações 
governamentais tem sido substituído por pro 
gramas de efetiva inclusão, que visam 28 
formar cidadãos sujeitos do próprio destino, e 
não mais meros beneficiários de políticas de 
assistência social. O direito de ir e vir, de 
trabalhar e de estudar é a mola mestra da 
inclusão de qualquer cidadão e, para que se 
concretize em face das pessoas com 
deficiência, há que se exigir do Estado a 
construção de uma sociedade livre, justa e 
solidária (como prevê o artigo 3.º da 
Constituição Federal), por meio da 
implementação de políticas públicas 
compensatórias e eficazes. 
A obrigação, porém, não se esgota nas ações 
estatais. Todos nós somos igualmente 
responsáveis pela efetiva compensação de que 
se cuida. As empresas, por sua vez, devem 
primar pelo respeito ao princípio constitucional 
do valor social do trabalho e da livre iniciativa, 
para que se implementem a cidadania plena e 
a dignidade do trabalhador com ou sem 
deficiência (previstas nos artigos 1.º e 170 da 
Constituição Federal). Nesse diapasão, a 
contratação de pessoas com deficiência deve 
ser vista como qualquer outra. Desses 
trabalhadores, espera-se profissionalismo, 
dedicação, assiduidade, enfim, atributos ínsitos 
a qualquer empregado. Não se quer 
assistencialismo, e sim oportunidades. 
 
Julgue os itens seguintes, relativos às 
ideias apresentadas no texto. 
 
1 De acordo com o texto, ações 
governamentais de assistencialismo às 
pessoas com deficiência constituem 
salvaguarda eficaz no processo de inclusão 
desses indivíduos. 
 
2 Segundo o autor do texto, a construção de 
uma sociedade livre, justa e solidária só é 
possível mediante a inclusão, na sociedade, 
das pessoas com deficiência. 
 
3 Infere-se da leitura do texto que a 
contratação de pessoas com deficiência por 
empresas privadas vai de encontro ao princípio 
constitucional do valor social do trabalho e da 
livre iniciativa. 
 
4 Da leitura dos dois primeiros parágrafos 
conclui-se que as conquistas sociais 
verificadas após a Segunda Guerra Mundial 
 
 
 
 
 
 
 
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4 
foram mais efetivas que as percebidas após a 
Revolução Francesa. 
 
5 Depreende-se do texto que a necessidade de 
busca de direitos sociais que compensassem 
as desigualdades econômicas foi a razão maior 
da Segunda Guerra Mundial. 
 
Com base na estrutura linguística do texto, 
julgue os itens que se seguem. 
 
6 A inserção de vírgulas imediatamente antes e 
depois da oração “que orientava as ações 
governamentais” (R.26) manteria a correção 
gramatical, mas alteraria o sentido do período. 
 
7 Dada a relação de concessão estabelecida 
entre as duas primeiras orações do texto, a 
palavra “Embora” (R.1) poderia, sem prejuízo 
do sentido ou da correção gramatical do texto, 
ser substituída por Conquanto. 
 
8 A expressão “tais desigualdades” (R.8), 
empregada, no período em que ocorre, sem 
um referente explícito, está associada à 
“inexorável exclusão econômica da maioria da 
população” (R.6). 
 
9 No trecho “o nazismo ou o fascismo” (R.18-
19), a conjunção “ou” evidencia a relação de 
sinonímia existente entre os nomes “nazismo” 
e “fascismo”. 
 
Cada um dos itens abaixo apresenta uma 
proposta de reescrita de trecho do texto — 
indicado entre aspas —, que deve ser 
julgada certa se estiver gramaticalmente 
correta e mantiver o sentido original do 
texto, ou errada, em caso contrário. 
 
10 “No entanto (...) completou” (R.12-13): Mas, 
apenas depois da Segunda Guerra Mundial é 
que a cidadania solidificou-se. 
 
11 “O direito (...) cidadão” (R.29-31): O direito 
de ir e vir, o de trabalhar e o de estudar são a 
mola mestra da inclusão de qualquer cidadão. 
 
12 “Desses (...) empregado” (R.45-46): 
Esperam-se desses trabalhadores 
profissionalismo, dedicação, assiduidade, 
enfim, atributos imanentes a qualquer 
empregado. 
13 “A mera (...) população” (R.4-6): A simples 
declaração formal das liberdades nos 
documentos e nas legislações ruíam frente à 
fatal exclusão econômica da maior parte da 
população. 
 
Texto para os itens de 14 a 20 
 
Existe no mercado uma tendência de 
crescimento da taxa de atividade feminina e de 
melhoria para as mulheres na disputa por 
postos de trabalho. De fato, desde meados dos 
anos 4 oitenta do século XX, a taxa anual de 
emprego das mulheres mostra-se mais elevada 
que a masculina, o que representa um forte 
aumento de pessoas do sexo feminino entre a 
população ocupada. 
Muitas razoes podem explicar esse 
comportamento mais favorável as mulheres do 
que aos homens, no que se refere a expansão 
do nível de ocupação. Uma delas decorre da 
amplitude do processo de reestruturação 
produtiva iniciada na década de noventa do 
século passado, que afeta principalmente 13 o 
emprego industrial, cuja redução massiva tem 
rebatimentos negativos e incide mais sobre os 
homens do que sobre as mulheres, pouco 
representadas no setor. 
Outro fator que estimula a inserção produtiva 
das mulheres diz respeito a expansão da 
economia de serviços. Entretanto, ha de se 
considerar que esse fenômeno pouco tem 
alterado a predominância de um ou outro sexo 
em determinados setores, dado o perfil da 
segregação ocupacional de gênero: as 
mulheres permanecem majoritárias ― 
representam mais de 70% do total ― nas 
atividades de saúde e de ensino, na 
administração publica e nos serviços pessoais. 
O terceiro fator que favorece o aumento do 
emprego feminino nos anos recentes e a maior 
flexibilização do mercado de trabalho, 
juntamente com a “precarização”das relações 
de trabalho, dada a falta de regulamentação de 
certas garantias de trabalho e de seguridade 
social, as formas de contrato sem carteira 
assinada, a diminuição dos níveis salariais, o 
aumento das formas de trabalho em domicilio e 
por conta própria e o aumento da 
informalidade, de forma geral. 
Esse enfoque explica o aumento maior de 
oportunidades de emprego para as mulheres, 
em razão, sobretudo, das características da 
 
 
 
 
 
 
 
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atual divisão do trabalho por sexo: o emprego 
em atividades de tempo parcial atrairia 
prioritariamente as mulheres, pois permitiria 
compatibilizar trabalho domestico e trabalho 
remunerado; como mão de obra secundaria, as 
mulheres aceitariam salários inferiores, o que 
atenderia mais imediatamente a demanda dos 
setores publico e privado, ate porque, em face 
do aumento do desemprego, seriam 
provavelmente as primeiras a serem 
dispensadas. 
Em outras palavras, existe uma oposição entre 
elevação da taxa de emprego feminina ― ou 
“feminização” do emprego ― e a 
“precarização” das relações de trabalho, e isso 
explica vantagens comparativas da mão de 
obra feminina sobre a masculina. 
 
Tânia M. Fontenele-Mourão. Mulheres no topo 
de carreira: flexibilidade e persistência. Brasil: 
Secretaria Especial de Políticas para as 
Mulheres, 2006. Internet: <www.dominiopubl 
ico.gov.br> (com adaptações). 
 
Julgue os itens a seguir com base nas 
ideias do texto. 
 
14 Conclui-se da leitura do texto que, 
comparado ao numero de homens contratados 
para trabalhar no setor industrial, o numero de 
mulheres que trabalham nesse setor e 
pequeno. 
 
15 Depreende-se da leitura do texto que o 
aumento do numero de mulheres no mercado 
de trabalho deve-se, em parte, ao fato de as 
mulheres serem menos ambiciosas do que os 
homens e, por essa razão, aceitarem salários 
mais baixos e condições menos satisfatórias de 
emprego. 
 
16 De acordo com o texto, o setor de serviços 
tem-se expandido, no Brasil, desde a década 
de noventa do século passado, assim como a 
presença feminina nesse setor. 
 
17 De acordo com as informações 
apresentadas no texto, a reestruturação 
produtiva iniciada na década de noventa do 
século XX, a expansão da economia de 
serviços e a maior flexibilização do mercado de 
trabalho, somada a precarização das relações 
de trabalho, são fatores que explicam o 
aumento do contingente feminino no mercado 
de trabalho. 
 
Com base na estrutura linguistica do texto, 
julgue os itens que se seguem. 
 
18 As formas verbais “tem” (R.13) e “incide” 
(R.14) estão flexionadas no singular porque 
concordam com o termo “redução massiva” 
(R.13). 
 
19 A substituição do trecho “o que atenderia” 
(R.38-39) por que atendem manteria a 
correcao gramatical e a coerência do texto. 
 
20 Não haveria prejuízo para a correção 
gramatical ou para o sentido original do texto 
caso o primeiro período do segundo paragrafo 
fosse assim reescrito: Muitos são os motivos 
que podem explicar esse comportamento mais 
favorável a mulher do que os homens, quanto a 
expansão do nível de ocupação. 
 
Considerando as orientações constantes do 
Manual de Redação da Presidência da 
República, julgue os itens subsequentes. 
 
21 O ofício e o aviso se diferenciam do 
memorando quanto a sua forma e finalidade. 
 
22 O ofício segue o mesmo padrão do aviso 
quanto ao formato, sendo que se diferencia 
quanto à finalidade por tratar também de 
assuntos oficiais com particulares. 
 
23 O memorando é uma forma de 
comunicação estritamente interna. 
 
24 O despacho ao memorando deve ser dado 
por meio de outro memorando. Assim, torna-se 
possível historiar o andamento de matéria que 
seja tratada no memorando, formando-se uma 
espécie de processo simplificado. 
 
25 Os princípios da publicidade e da 
impessoalidade, princípios da administração 
pública, orientam a elaboração de atos e 
comunicações oficiais. 
 
26 A linguagem clara e inteligível deve pautar a 
comunicação oficial. Desse modo, o uso de 
jargão técnico colabora para a clareza na 
comunicação. 
 
 
 
 
 
 
 
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