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Concepção de sistema de esgoto 
sanitário 
 
Concepção do sistema de esgotamento 
sanitário 
 FUNASA (2002): CONCEPÇÃO é o 
conjunto de estudos e conclusões 
referentes ao estabelecimento das 
diretrizes, parâmetros e definições 
necessárias e suficientes para 
caracterização completa do SES a ser 
projetado. 
 
 
2 
Critérios 
técnicos 
econômicos ambientais 
SISTEMA DE ESGOTO SANITÁRIO 
 Partes constituintes 
 
 Rede Coletora 
 Interceptor 
 Emissário 
 Estação Elevatória 
 Sifão Invertido 
 Estação de Tratamento 
 Corpo receptor 
3 
Constituintes de um SES 
4 
Rede coletora de esgoto convencional 
Conjunto de canalizações destinadas a receber e conduzir 
os esgotos dos edifícios, casas, pontos comerciais, etc; 
 COLETOR SECUNDÁRIO : 
• Recebem dos coletores prediais em qualquer ponto da sua 
extensão e podem ser instalados no passeio com pequeno 
diâmetro e extensão. 
COLETORES PRIMÁRIOS: 
• Coletor tronco → quando somente recebe contribuições 
de coletores secundários; 
• Coletor principal → quando é o coletor de maior extensão 
da bacia. 
SISTEMA DE ESGOTO SANITÁRIO 
5 
Unidade de Coleta 
 Traçado radial (topografia plana) 
 
 Traçado tipo leque ( acidentada) 
 
 Traçado perpendicular 
 plana ou acidentada, com diversos pontos de 
contribuição em um lado do coletor principal, 
sempre evitando ETE. 
6 
7 
 
Tipos de Traçado de Rede 
8 
 
Tipos de Traçado de Rede 
Leque: Terrenos 
acidentados (Ex. São 
Paulo) 
 
 
 
9 
 
Tipos de Traçado de Rede 
Rede coletora de esgoto –
separador absoluto 
 
10 
SISTEMA UNITÁRIO NO JAPÃO 
 
11 
SISTEMA DE ESGOTO SANITÁRIO 
 Partes constituintes 
 Rede Coletora 
 Interceptor 
 Emissário 
 Estação Elevatória 
 Sifão Invertido 
 Estação de Tratamento 
 Corpo receptor 
12 
Constituintes de um SES 
13 
INTERCEPTOR: Canalização que recebe coletores ao 
longo do seu comprimento, NÃO recebendo ligações 
prediais diretas: 
 
Tem o maior diâmetro da rede coletora; 
 
Recebe contribuições apenas em PVs; 
 
Amortece a vazão proveniente dos coletores 
contribuintes. 
 
14 
SISTEMA DE ESGOTO SANITÁRIO 
SISTEMA DE ESGOTO SANITÁRIO 
 Partes constituintes 
 Rede Coletora 
 Interceptor 
 Emissário 
 Estação Elevatória 
 Sifão Invertido 
 Estação de Tratamento 
 Corpo receptor 
15 
EMISSÁRIO 
 São similares aos interceptores, diferenciando apenas por 
não receber contribuição ao longo do percurso. 
 
 
16 
Emissário em Indaiatuba – SP, com 1396 metros de extensão -loteamento 
Colinas I. 
17 
SISTEMA DE ESGOTO SANITÁRIO 
18 
http://www.mma.gov.br/port/conama/processos/EFABF603/Emissarios.pdf 
19 
Emissário submarino de Maceió 
20 
21 
http://2.bp.blogspot.com/_v9fA5LJ78MM/S5_jyE9YwSI/AAAAAAAACYg/Jg_TX45HCoY/s160
0-h/emiss%C3%A1rio+submarino+lixo-01.jpg 
http://www.google.com.br/imgres?q=MACEI%C3%93+emissario+submarino&hl=pt-
BR&client=firefox-a&sa=G&rls=org.mozilla:pt-
BR:official&tbm=isch&tbnid=5rFCXGmrGqnW7M:&imgrefurl=http://tudoglobal.com/blog/noticias-
24-horas/65309/casal-recupera-emissario-submarino-de-maceio.html&docid=1h4p-
Qh3IRHXgM&w=310&h=133&ei=0bNKTuKIMo63tgf5xMirCg&zoom=1&iact=rc&dur=481&page=
1&tbnh=90&tbnw=210&start=0&ndsp=15&ved=1t:429,r:0,s:0&tx=178&ty=44&biw=1366&bih=66
5 
22 
ASPECTOS LEGAIS RELATIVOS À DISPOSIÇÃO OCEÂNICA NO BRASIL 
Resolução CONAMA N. 357/05 (substitui o antiga CONAMA N. 20/86) 
 
 ART. 34: “Os efluentes de qualquer fonte poluidora 
somente poderão ser lançados, direta ou indiretamente, nos 
corpos de água desde que obedeçam as condições e padrões 
previstos neste artigo ...:” 
 -pH entre 5 a 9; 
 -Temperatura inferior a 40oC, sendo que a variação de 
temperatura no corpo receptor não devera exceder a 3oC na 
zona de mistura; 
 -materiais sedimentáveis: ate 1mL/L em teste de 1 hora em 
cone Imhoff; 
 -óleos e graxas: 1 – óleos minerais: ate 20 mg/L; 2 – óleos 
vegetais e gorduras animais: ate 50 mg/L; 
 -ausência de materiais flutuantes; 
 
23 
 ART. 25: “É vedado o lançamento e a autorização 
de lançamento de efluentes em desacordo com as 
condições e padrões estabelecidos nesta 
Resolução.” 
 Parágrafo único: O órgão ambiental competente 
poderá, excepcionalmente, autorizar o lançamento 
de efluente acima das condições e padrões 
estabelecidos no ART. 34, desta Resolução, desde 
que observados os seguintes requisitos:” relevante 
interesse público, atendimento ao enquadramento 
e metas progressivas, realização de EIA, 
estabelecimento de tratamento e exigência para 
este lançamento, fixação de prazo Máximo para o 
lançamento excepcional. 
24 
Vantagens dos emissários: 
 
Desvantagens dos emissários: 
 
 Menor risco ambiental e 
de saúde pública se houver 
problemas operacionais; 
 Maior confiabilidade 
operacional; 
 Menor geração de resíduos 
sólidos e de odor 
 Menor área requerida; 
 Menor custo operacional. 
 Maior impacto no 
ambiente bentônico; 
 Não permite a alternativa 
do reúso; 
 Menor aceitabilidade 
pública. 
 
25 
 
26 
SISTEMA DE ESGOTO SANITÁRIO 
 Partes constituintes 
 Rede Coletora 
 Interceptor 
 Emissário 
 Estação Elevatória 
 Sifão Invertido 
 Estação de Tratamento 
 Corpo receptor 
27 
Estação Elevatória de Esgoto 
(EEE) 
 Conjunto de instalações destinadas a transferir os esgotos 
de uma cota mais baixa para uma outra mais alta; 
 
 
 
 
28 
EEE em Ponta Porã – MS. R$ 121 mil foram destinados para a Estação Estoril (foto 
acima) 
Unidade de Elevação 
 Canal de acesso (redução de velocidade); 
 Grade de barras (material grosseiro); 
 Caixa de areia (partículas inorgânicas); 
 Medidor de vazão; 
 Poço úmido (acúmulo de esgoto) 
 Conjuntos motor – bomba (CMBs) 
 Painel de comando 
 Gerador 
 Poço seco (proteção CMBs, painel de 
comando e gerador) 
29 
SISTEMA DE ESGOTO SANITÁRIO 
 Partes constituintes 
 Rede Coletora 
 Interceptor 
 Emissário 
 Estação Elevatória 
 Sifão Invertido 
 Estação de Tratamento 
 Corpo receptor 
30 
 Sifão Invertido: obra destinada a transposição 
de obstáculo para tubulação de esgoto 
funcionando sob pressão; 
31 
SISTEMA DE ESGOTO SANITÁRIO 
 Partes constituintes 
 Rede Coletora 
 Interceptor 
 Emissário 
 Estação Elevatória 
 Sifão Invertido 
 Estação de Tratamento 
 Corpo receptor 
32 
Estação de Tratamento de 
Esgoto -ETE 
 
 
33 
Unidade de tratamento 
Associação de operações físicas e biológicas 
 
Sólidos grosseiros no trat. Preliminar; 
SS no trat. Primário 
M.O no tratamento secundário (coração da 
ETE) 
 
Microrganismos e macronutrientes no 
tratamento terciário 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
34 
UNIDADE DE TRATAMENTO 
ESGOTO BRUTO 
DOSAGEM 
EVENTUAL 
DE SODA 
TRATAMENTO 
DE GASES 
REATOR PARA 
DEGRADAÇÃO DE 
GORDURA 
QUEIMADORES 
DOSAGEM DE 
COAGULANTES 
GRADES 
 
CAIXAS DE AREIA E 
GORDURA 
REATORES 
UASBs 
MISTURA RÁPIDA 
E 
FLOCULADORES 
UV 
PÓS-AERAÇÃO 
(ESCADA 
HIDRÁULICA) 
EFLUENTE FINAL 
DESAGUAMENTO 
MECÂNICO DE 
LODOS 
DOSAGEM 
DE 
POLÍMERO 
LODO PARA 
ATERRO 
SANITÁRIO 
MATERIAL RETIDO 
PARA ATERRO 
SANITÁRIO 
GORDURA 
FILTRADO 
GÁS 
LODO 
LODOUnidade de tratamento 
 Esgoto → carga → tratamento 
 Evitar → riscos → contaminação 
 mas, antes do projeto.... 
 Características (vazão e composição) 
 Quais as condições do corpo receptor? 
 Qual eficiência? 
 Qual o local da ETE? 
 Quanto custa (construção, operação e 
manutenção)? 
 
36 
■ Tratamento de esgotos 
 
37 
38 
Destinação final 
RECEBIMENTO 
TRANSPORTE 
 LANÇAMENTO 
DEVE CONTER (COM ETE): 
1. CANAL DE ACESSO COM MEDIDOR DE VAZÃO 
2. EEE 
3. MEDIÇÃO DE VAZÃO DE SAÍDA 
4. TUBULAÇÃO PARA LANÇAMENTO FINAL 
TUBULAÇÕES 
SEM ETE: 
1. O CANAL DEVE TER GRADES E CAIXA DE AREIA 
2. BY-PASS 
 
 
 O lançamento do efluente deve respeitar a 
capacidade de assimilação do corpo receptor, ou 
seja: “não é admitida a emissão de efluentes com 
características físicas, químicas e biológicas acima dos 
padrões que possibilitem sua autodepuração”. 
 
 Na maioria das cidades brasileiras, o esgoto é 
coletado, transportado e lançado em sua forma 
bruta. 
 
 
39 
Destinação final 
 
40 
Corpo receptor 
 Corpo d’água onde será lançado os esgotos; 
41 Canal de Marapendi - RJ 
Indicadores de custo 
 
42 
 
CUSTO DE IMPLANTAÇÃO DAS REDES COLETORAS DE 
ESGOTO 
43 
APRESENTAÇÃO DE PROJETOS DE 
SISTEMAS DE ESGOTAMENTO 
SANITÁRIO 
 
44 
Resumindo... 
Definições 
a) estudos de concepção 
- identificação e qualificação de todos os 
fatores intervenientes com o sistema de 
esgotos; 
- diagnóstico do sistema existente, 
considerando a situação atual e futura; 
- estabelecimento de todos os parâmetros 
básicos de projeto; 
 
 
45 
-pré-dimensionamento das unidades dos 
sistemas, para as alternativas 
selecionadas; 
- escolha da alternativa mais adequada 
mediante a comparação técnica, 
econômica e ambiental, entre as 
alternativas, levantando os impactos 
negativos e positivos; 
- estabelecimento das diretrizes gerais de 
projeto e estimativa das quantidades de 
serviços que devem ser executados na 
fase de projeto; 46 
Definições 
 b) projeto básico — conjunto de elementos necessários 
e suficientes, com precisão adequada, para caracterizar 
a obra e o serviço, ou o complexo de obras ou serviços 
objeto da licitação, elaborado com base nas indicações 
dos estudos técnicos preliminares, que assegurem a 
viabilidade do empreendimento, e que possibilite a 
avaliação do custo da obra e a definição dos métodos e 
do prazo de execução; 
c) projeto executivo — conjunto dos elementos necessários 
e suficientes à execução completa da obra, de acordo 
com as normas pertinentes da Associação Brasileira de 
Normas Técnicas (ABNT). 
47 
1. Memorial descritivo 
2. Memorial de cálculo 
3. Plantas 
4. Planilha orçamentária 
5. Cronograma físico-financeiro 
6. Normas técnicas 
7. Anotação de Responsabilidade Técnica 
8. Posse de área 
9. Licenciamento Ambiental 
 
 
 
 
 
 
 
 
Componentes do projeto básico 
48 
1. Memorial descritivo 
  Para a elaboração do memorial descritivo de 
sistemas de esgoto sanitário, é necessário o 
desenvolvimento de uma série de atividades, 
sendo as principais listadas a seguir: 
• descrição sucinta do município ou localidade, 
inclusive principais atividades econômicas e 
equipamentos sanitários urbanos com suas 
respectivas áreas de abrangência; 
•condições sanitárias atuais; índices estatísticos 
de saúde; ocorrências de moléstias de origem 
hídrica; 
49 
• concepção da obra, incluindo a justificativa da 
alternativa técnica adotada, bem como a forma de 
execução de cada etapa ou fase da obra projetada; 
• projeção da população urbana baseada em métodos 
matemáticos, analíticos, comparativos e outros (ano a 
ano); 
• informações que possibilitem a aceitação/aprovação: 
- da solução técnica adotada; 
- dos locais onde serão desenvolvidos os trabalhos; 
- dos métodos executivos; 
- da descrição do material a ser utilizado; e 
- da forma de implantação de cada etapa; 
 
50 
2. Memorial de cálculo 
• grau de atendimento no período de projeto; 
• detalhamento dos cálculos, das quantidades dos 
serviços, inclusive dos materiais, de acordo com 
os quantitativos da Planilha Orçamentária; 
• quanto à rede coletora, apresentar o estudo de 
traçado da rede; pré-dimensionamento 
hidráulico-sanitário das tubulações; 
identificação de tubulações, peças e acessórios 
(definição do material); 
 
 
51 
• quanto ao coletor tronco, interceptor e emissário, 
apresentar a definição do traçado; pré-
dimensionamento hidráulico-sanitário de tubulação, 
peças e acessórios; identificação das tubulações, 
peças e acessórios (definição do material); 
• identificação de interferências e pontos notáveis; 
52 
2. Memorial de cálculo 
• quanto à estação elevatória e linha de recalque, 
apresentar o pré-dimensionamento do poço de 
sucção da elevatória, dimensões e formas 
geométricas; 
pré-dimensionamento dos conjuntos elevatórios 
incluindo curvas características da bomba e do 
sistema; pré-dimensionamento hidráulico-
sanitário de tubulações,peças e acessórios; 
 identificação das tubulações, peças e 
acessórios (definição do material); identificação 
de rede de energia elétrica no local, indicando 
suas características; 
 
53 
2. Memorial de cálculo 
 quanto à estação de tratamento de esgoto, 
apresentar a identificação do corpo receptor; 
determinação do grau de tratamento de esgoto; 
relatório de sondagens da área onde será instalada 
a ETE com parecer técnico; pré-dimensionamento 
das unidades componentes da ETE; estudo da 
locação da ETE em função da topografia; 
 identificação das tubulações, peças, acessórios, 
equipamentos, etc. (definição do material); 
tratamento dos lodos; 
 
54 
2. Memorial de cálculo 
2.Memorial de cálculo 
 • memória de cálculo das quantidades de 
materiais e serviços — o projeto básico 
deverá apresentar a planilha de quantitativos 
de materiais e serviços, calculados de acordo 
com as normas, especificações e manuais 
técnicos e são de responsabilidade do 
projetista. A memória de cálculo detalhada só 
será exigida em caso de dúvidas quanto aos 
valores apresentados na planilha. 
55 
Verificação básica: 
• material gráfico completo e suficiente; 
• planta da cidade ou do município com a localização 
da área de planejamento do sistema; 
• planta do sistema de esgoto sanitário existente; 
• a planta baixa deverá apresentar indicação de cotas 
e dados relevantes do projeto; 
• planta de cortes do pré-dimensionamento 
hidráulico das partes construtivas do sistema; 
56 
3.Plantas 
3.Plantas 
• rede hidráulica com diâmetros de tubulações 
e demais dispositivos localizados; 
• detalhes referentes aos projetos estruturais, 
sendo que as instalações e obras 
complementares deverão ser suficientes à 
avaliação precisa dos quantitativos 
propostos. 
 
57 
4.Planilha orçamentária 
 
Deverão ser observados, no mínimo, o que se 
segue: 
 • detalhamento, item por item, de todos os 
serviços que compõe cada fase da execução; 
 • o detalhamento deverá incluir 
material e mão-de-obra e estar compatível 
com as ações propostas; 
 • o custo das obras ou serviços deverá estar 
atualizado com base nos preços de mercado 
praticados regionalmente; 
 
58 
4.Planilha orçamentária 
• a indicação dos serviços preliminares deverá estar de acordo 
com as respectivas unidades e quantidades propostas; 
• caso seja indispensável a implantação de canteiro de obras, 
o custo dos serviços preliminares deverá estar abaixo de 
4% do valor da obra;• verificar se o BDI (Bonificação e Despesas Indiretas) e 
encargos sociais estão embutidos nos preços unitários de 
serviços e materiais; 
• os custos de mobilização e desmobilização de equipamentos 
deverão estar relacionados com a utilização de 
equipamentos pesados; 
• as unidades deverão estar compatíveis, evitando-se itens 
globais. 
59 
5. Cronograma físico-
financeiro 
Deverá ser observado: 
• compatibilização do prazo de execução da 
obra ou dos serviços com as ações 
propostas; 
• pertinência do cronograma físico-financeiro 
com o custo e duração das obras ou 
Serviços. 
60 
6. Normas técnicas 
 NBR 9648/1986 – Estudo de concepção de 
sistemas de Esgoto Sanitário; 
 NBR 9649/1986 – Projeto de Redes Coletoras 
de Esgoto Sanitário; 
 NBR 12 207/1989 - Projeto de Interceptores 
de Esgoto Sanitário; 
 NBR 12 208/1989 - Projeto de Estações 
Elevatórias de Esgoto Sanitário; 
 NBR 12 209/1990 - Projeto de Estações de 
Tratamento de Esgoto. 
 
61 
7. Anotação de 
Responsabilidade Técnica 
 A ART deverá ser concedida pelo Conselho 
Regional de Engenharia e Arquitetura (Crea) 
durante a fase de elaboração do projeto e 
durante a execução/fiscalização da obra. 
 Ressalta-se que deverá haver também a 
identificação e assinatura do engenheiro 
responsável pelo projeto nas peças gráficas e 
na planilha orçamentária. 
62 
8. Posse de área 
 Quando as intervenções não acontecerem 
em vias públicas, deverá ser apresentado a 
documentação que comprove que a área 
pertence ao Proponente. 
63 
9. Licenciamento Ambiental 
  A Resolução Conama nº 5, de 15 de junho de 1988, 
artigo 3º, inciso II, estabelece que para sistemas de 
esgotamento sanitário as seguintes obras ficam 
sujeitas ao licenciamento ambiental: 
 • obras de coletores troncos; 
 • interceptores; 
 • elevatórias; 
 • estações de tratamento; 
 • emissários; e 
 • disposição final. 
 
 
64 
9. Licenciamento Ambiental 
 Com o mesmo objetivo, a Resolução Conama nº 
237/97, anexo 1 - serviços de utilidade estabelece que 
as obras de implantação de interceptores, 
emissários, estação elevatória e tratamento de 
esgoto sanitário também estarão sujeitas ao 
licenciamento. 
 Diante disso, para as obras de implantação ou 
ampliação de sistemas de esgotamento sanitário, o 
órgão ambiental estadual deverá ser consultado 
sobre a necessidade ou não de licenciamento 
ambiental, devendo o resultado dessa consulta ser 
parte constante do projeto proposto. 
 
65 
9. Licenciamento Ambiental 
 Adicionalmente, a outorga de direitos de uso 
de recursos hídricos, estabelecida pela Lei nº 
9.433/1997, deverá fazer parte do projeto, 
conforme determinação do órgão 
outorgante. 
66

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