Prévia do material em texto
Regiões Polares Zonas Climáticas SISTEMA DE CLASSIFICAÇÃO CLIMÁTICA DE KÖPPEN Climas tropicais úmidos: Todos os meses média > 18 C; quase todos os meses quentes. Sem estação de inverno real. Climas secos: Precipitação baixa > parte do ano; evaporação potencial e transpiração excedem a precipitação. C – Climas úmidos de lat. medias com invernos amenos: Verões quentes, invernos amenos; temp. média do mês + frio < 18 C e > -3 C D – Climas úmidos de lat. medias com invernos severos: Verões quentes, com invernos frios – temp. média do mês + quente > 10 C e média mensal do mês + frio < -3 C E – Climas polares: Invernos e verões extremamente frios; temp. do mês + quente < 10 C. Não há verão “de verdade” Climas Frios Clima Sub-ártico: Angmagssalik - Groenlândia - Verão curto e pouco quente. Inverno muito frio e longo. Temperaturas médias mensais inferiores a -40°C. - Amplitude térmica anual elevada. - Precipitação anual baixa. Valores mais elevados nos meses menos frios. Fraca precipitação no inverno geralmente em forma de neve. Climas Frios Clima Polar: Barrow - Canadá - Temperaturas médias mensais muito baixas. Verão: não passam de 10°C Inverno: atingem -50°C - Amplitude térmica anual muito elevada. - Precipitação reduzida, concentrada na estação mais quente. Regiões Polares • Para qualquer localização sobre a superfície da terra, a temperatura do ar é controlada por três fatores gerais: • Transporte de calor a partir de cima, das camadas inferiores e do mesmo plano, na superfície • Armazenamento de calor • Mudanças de fase de água Regiões Polares Transporte de calor – Por causa das altas latitudes, o transporte de calor pela superfície (horizontalmente) importante Armazenamento de calor – Neve e gelo atuam como cobertores cheios de buracos, principalmente isolando a atmosfera fria do calor armazenado na terra e oceano Mudanças de fase de água - Congelamento e derretimento são muito importantes, especialmente por causa de feedbacks! Temperaturas do Ártico Credit: Peter Guest, NPS http://www.weather.nps.navy.mil/~psguest/polarmet/ Temperaturas na Antártida Credit: Peter Guest, NPS http://www.weather.nps.navy.mil/~psguest/polarmet/ Regiões Polares As regiões polares são importantes para a compreender mudanças climáticas globais • Processos em regiões polares influenciam o clima em todas as latitudes. • 2. Alterações climáticas (aquecimento principalmente) já foram observadas nas regiões polares nas últimas décadas. Barrow (Norte do Alasca): Recordes de temperatura, 1921-2001 Winter 0.21 0C/decade Spring 0.14 0C/decade Summer No linear trend Autumn No linear trend P ro fu n d id ad e d o d e ge lo ( cm ) Mudanças climáticas Polares Anomalias mensais de extensão de gelo plotadas como uma série temporal de diferença (%) entre a extensão para o mês em questão e a média para esse mês com base em dados de Janeiro de 1981 a Dezembro de 2010. Os pontos de dados de anomalias são plotados como sinais (+) e a linha de tendência é plotada com uma linha cinza tracejada. Extensão da cobertura de gelo http://nsidc.org/data/seaice_index/ Mudanças climáticas - Ártico Mudanças climáticas - Ártico http://nsidc.org/data/seaice_index/ Concentração de gelo Mudanças climáticas Ártico http://nsidc.org/data/seaice_index/ Tendências na concentração ou acúmulo de gelo Mudanças climáticas Ántártica http://nsidc.org/data/seaice_index/ Extensão da cobertura de gelo Mudanças climáticas Ántártica http://nsidc.org/data/seaice_index/ Concentração Mudanças climáticas - Ántártica http://nsidc.org/data/seaice_index/ Anomalias Tendências Mudanças climáticas - Ántártica http://nsidc.org/data/seaice_index/ Tendências Anomalias mensais de extensão de gelo plotadas como uma série temporal de diferença (%) entre a extensão para o mês em questão e a média para esse mês com base em dados de Janeiro de 1981 a Dezembro de 2010. Pontos de dados de anomalias são plotados como sinais (+) e a linha de tendência é a linha cinza tracejada. Mudanças climáticas nos Pólos TendênciasEvidências e impacto do aquecimento do Ártico • Gelo do mar - desbaste (> 40%) e diminuição (11,5% / década) • Derretimento do permafrost (pergelissolo) - também libera metano • Derretimento do gelo na Terra - mudanças do nível do mar • Perda de gelo marinho - impactos habitat de ursos polares, morsas, etc. • Mudanças de Ecossistemas - do Ártico para as comunidades subárcticas • Aumento das as atividades humanas - a produção de transporte e petróleo http://arctic.atmos.uiuc.edu/cryosphere/ http:www.giss.nasa.gov/research/news http://nsidc.org http://www.arctic.noaa.gov/reportcard/ Ártico vs. Antártica terra: 8 X 106 km2 (30% gelo) Alimento terrestre substancial Mamíferos terrestres Aves herbívoras e insectívoras terra: 14 X 106 km2 (97% gelo) Alimento terrestre ausente Mamíferos terrestres ausentes Aves herbívoras ou insetívoras Ártico vs. Antártica Geograficamente não isolada Refúgios glaciais Zona costeira sem gelo no verão Diversidade relativamente alta de plantas e animais Geograficamente isolada Não? atuam como refúgios glaciais Zona costeira sem gelo muito restrita no verão Baixa diversidade de plantas e animais • Muitas mudanças ocorreram nos últimos anos na neve, gelo, permafrost, glaciares, e as temperaturas das regiões polares. • Por que essas mudanças ocorreram mais rapidamente nos pólos do que em outras regiões do globo? Mudanças Climáticas Polares • Feedback é um mecanismo pelo qual uma mudança inicial em um processo tenderá a reforçar a mudança (feedback positivo) ou enfraquecer a mudança (feedback negativo). Feedback! Pergelissolo ou Permafrost Terra, gelo e rochas permanen temente congelados. Recoberto por gelo e neve que, se no inverno atinge 300 m de profundidade, ao se derreter no verão, reduz-se para 0,5 a 2 m, tornando a superfície do solo pantanosa, pq as águas não são absorvidas pelo solo congelado. Geleiras ou glaciares Massa de gelo formada em camadas sucessivas de neve compactada e recristalizada, de várias épocas, em regiões onde a acumulação de neve é superior ao degelo. É dotada de movimento e se desloca lentamente, em razão da gravidade, relevo abaixo, provocando erosão e sedimentação glacial. Enormes blocos ou massas degelo que se desprendem das geleiras existentes nas calotas polares, originárias da era glacial, há mais de cinco mil anos. Icebergs Reflectividade da luz sobre o gelo e oceano • Elevação da temperatura => menos gelo => mais águas abertas => águas mais quentes => maior derretimento do gelo e assim sucessivamente… Refletida 85% Luz solar 100 % Refletida 7% Gelo / Neve Absorve 15% Luz solar 100 % Mais energia retida no sistema Albedo diminui Elevação da Menos energia solar temperatura refletida Derretimento da neve e do gelo Se este fosse o único mecanismo atuando, haveria aumento da temperatura Feedbacks Feedbacks Mais energia retida no sistema Albedo aumenta Elevação da Mais energia solar temperatura refletida Mais evaporação Mais nuvens Feedbacks Mais energia retida no sistema Mais energiade ondas Temperaturas longas absorvidas mais elevadas Maior evaporação Mais nuvens Feedbacks Nas regiões polares, os processos de retenção da energia solar no sistema, com consequente diminuição na reflexão dessa energia por derretimento crescente do gelo e da neve, são os responsáveis pelas grandes mudanças já observadas. Alteração global no nível do mar devido ao derretimento de geleiras 1958 1995 Credit: Mark Dyurgerov, INSTAAR Desafios para vida nos Pólos Plantas e animais têm de se adaptar a: • Frio • Seca • Estação de crescimento de curto • Dias longos, noites longas • Mais recentemente, as mudanças no clima podem significar mudanças dramáticas para a biota. Biomas do Ártico TundraTaiga www.runet.edu www.ulapland.fi/ Tundra “tundra” = sertões sem árvores Ecossistemas - Canadá N. Artico = deserto polar S. Artico = tundra Tundra –Estações climáticas Barrow Churchill Iqaluit Svalbard Tiksi Corrente do Golfo Tundra www.mbgnet.net Tussock Sedge, arbusto-anão, musgo Low Shrub Sedge grass, musgo de zonas úmidas Grama ou arbusto-baixo Vegetação da Tundra Musgo do Ártico (Calliergon giganteum) Arctic Willow (Salix arctica) Reindeer Lichen / Caribou Moss (Cladonia rangiferina) Purple Saxifrage (Saxifraga oppositifolia) www.iwebquest.com Vegetação da Tundra • Muitas vezes, reproduzem-se por enxertos ou brotos. • Crescem em grupos para criar microclimas. • Podem florescer a partir de brotos que tem 1 a 2 anos de idade. • Semente pode germinar e crescer ainda ligada à planta- mãe. • Semelhantes a plantas do deserto – com partes aéreas reduzidas e raízes maiores, capazes de armazenar energia e minerais suficientes para permitir o crescimento imediato na Primavera. www.world-builders.org Tundra Cadeia trófica Duração do dia e insolação no topo da atmosfera Equator 40°N 60°N 90°N In s o la ti o n (w m -2 ) 0 100 200 300 400 500 600 daylength (North Pole) 0h 12h 24h 12h 0h J M J S D Temperaturas médias mensais Estações climáticas da tundra -35 -30 -25 -20 -15 -10 -5 0 5 10 15 J F M A M J J A S O N D Barrow,AK Churchill Iqaluit Svalbard Tiksi Distribuição Permafrost (Note as linhas dos transectos e a presença de permafrost subaquático) Microclimatology: slope and aspect forest? Vigorous tree growth on south-facing slopes near treeline Polar montane environments: freeze-thaw weathering - felsenmeer and talus cones Polar uplands: thaw-layer dynamics and solifluction Polar lowlands Cryoturbation and patterned ground QuickTime™ and a TIFF (LZW) decompressor are needed to see this picture. dwarf shrubs, grasses sedges, lichens Frost polygons: note unvegetated ‘boils’ and standing water in cracks Tundra floras (product of late Tertiary cooling and landbridges during glacial phases? Centre-of-origin? Davis Strait “gap” (major floristic contrast) Alpine highlands of NE Asia Tundra vegetation-soil catenas Sedge Shrub Sedge Tussock Heath 0 organics sandy soil permafrost rocky soil silty soilsilty soil Depth (m) 1 2 Felsen- meer Felsenmeer vegetation dominated by lichens Evergreen heath tundra Dominated by Ericaceae (heaths), such as Cassiope Heath tundra is floristically more diverse than other tundra types Tussock tundra (dominated by Eriophorum) [cotton grass] Wet sedge tundra: dominated by graminoids (e.g. Carex, Dupontia) Surviving winter Strategy Organisms Distant migration Local migration Above snow-pack heavy insulation protective colouring Below snow-pack Hibernation Dormant phase birds caribou ground squirrels plants, insects muskox, polar bear lemmings, voles arctic fox, ptarmigan Snow goose dynamics QuickTime™ and a TIFF (Uncompressed) decompressor are needed to see this picture. Lesser snow goose flock ~4 M geese breed in the marshes of the Canadian Arctic birds devegetated area Jeffries et al., 2006. J. Ecol. 94, 234-242. Impacts of snow goose overgrazing drying of surface soil increased soil salinity reduced graminoid growth reduced graminoid biomass Intense grubbing and grazing by snowgeese Effects of snow goose grazing and grubbing (James Bay) Salicornia Puccinellia Recent (post-1950) climate change in polar regions Arctic: • Reduction in sea ice extent and thickness • Northward treeline shifts (e.g. E. coast Hudson Bay) • Increased lake productivity (e.g. Ellesmere Island) • Range expansions (e.g. dragonflies - Inuvik - 2000) Antarctic: • Ice shelf disintegration (e.g. N. Larsen & Wordie Shelf) • Spread of flowering plants (e.g. Antarctic hairgrass has expanded its range 25- fold since 1964) • New lichen species colonizing recently deglaciated areas O Ártico do futuro Impactos do Aquecimento Global (1997) inc. seed weight and viability increased graminoid abundance reduced evergreen shrub competitiveness increased plant productivity Increased air temperature reduced plant diversity Taiga White and Black Spruce Picea glauca, Picea mariana www.runet.edu Jack Pine, Pinus banksiana Balsam Fir, Abies balsamia www.blueplanetbiomes.org • Baixa diversidade vegetal e animal em comparação com tundra • Muitas vezes sucede a tundra durante longos períodos de tempo ou devido à mudança de clima (acelerado) • Plantas de folhas Normalmente agulhas adaptadas ao frio e à Taiga - Ecologia Aves da Tundra & Taiga Marinha / Costeira - papagaios, gaivotas, andorinhas do mar, mergulhões, patos, gansos, cisnes Terrestres – pardais, corujas, gaviões, águias, falcões, maçaricos, corvos Gyrofalcon, uma das únicas aves do inverno Ártico, encontradas somente no topo das árvores, recolhe-se cedo para caçar outras aves de rapina, voando baixo para a terra visando a perseguir presas Antes das canetas, as penas dos cisnes sibilantes foram extensamente usadas para a escrita. Milhares dessas aves foram mortas por suas penas, tendo sido conduzidos quase à extinção. No entanto, devido ao seu isolamento, as populações do Ártico persistiram. Cisne-da-Tundra (ou sibilante) Andorinha- do-mar do Ártico • Única espécie que migra do Ártico para a Antártica. Vivem em grandes colônias de 100 pares. Podem mergulhar até 10 metros para se alimentar. Vivem 30 anos ou mais. Migração Andorinha-do-mar do Artico • Viagem de longa distância entre ~ final de julho e outubro. Vôo direto= ~6165 milhas ( 9.921,6 Km) Gaivota de Herring Um dos membros maiores da família. Ave monogâmica, aninhando em litorais rochosos, hábitos alimentares cosmopolitas, com boa memória para predadores Mergulham superficialmente para capturar pequenos peixes, segurando-os em seu bico até que ele tem uma carga completa – pode levar até 61 peixes em uma única viagem. Papagaio-do-Mar Organizam os peixes em seu bico utilizando uma língua áspera para segurá-los contra o céu da sua boca, enquanto pega o próximo peixe. Parte superior da boca tem espinhos direcionados para trás que seguram os peixes. Não são voadores graciosos, mas pode atingir velocidades deaté 88 km / hora. Ao chegar em terra, muitas vezes realizam pouso forçado! Morsa Muito sociais – reunem-se às centenas. Enquanto mergulham, o fluxo do sangue é desviado para longe de sua pele e gordura; quando se aquecem ao sol após um longo mergulho em água fria, o fluxo de sangue na superfície da gordura é aumentado, permitindo o ganho de calor. Caribu (=Caribou) Quatro sub-espécies no extremo norte. Encontrado principalmente na tundra, passam o inverno na taiga. Seus padrões de migração imprevisíveis fez com as culturas nativas levassem gerações para conduzi-los. Possui circulação em contracorrente como algumas aves e também fosfatos extras em seu sangue para aumentar o consumo de oxigênio em períodos frios. Raposa-do-Ártico Tocas podem ter 4-12 entradas e cobrir até 30 metros quadrados (323 pés quadrados). Algumas cavernas podem ser usadas durante séculos, por muitas gerações, e, eventualmente, tornar-se enorme, com mais de 100 entradas Ramos pulmonares mais longos, com mais área de superfície do que espécies de clima temperado. Estrutura do pulmão aumenta o aquecimento e mistura de ar inalado fria com o ar quente exalado, melhorando a conservação de calor. Mamíferos do Ártico (Carismozoa!) • Whales (Beaked, Grey, Right, Sperm, White, Roqual)* • Dolphins (Orca, Long-finned, White-beaked, Atlantic)* + Harbour porpoise (Phocoena phocoena) • Seals (Harbour, Harp, Hooded, Bearded, Ringed)* • Walrus (Odobenus rosmarus) • Sea Otter (Enhydra lutris) • Polar bear (Ursus maritimus) • Grizzly Bear (Ursus arctos horribilis) • Caribou (Rangifer tarandus) • Muskox (Ovibos moschatus) • Arctic fox (Alopex lagopus) • Grey wolf (Canis lupis) • Red fox (Vulpes vulpes) • Yakut Horse • Lemmings and Voles (Norway Lemming, Lemmus lemmus, Brown Lemming, Lemmus sibiricus) • Arctic hare (Lepus arcticus) • Shrews • Arctic ground squirrel, Citellus parryi • Ermine (Mustela erminea) • Least weasel (Mustela nivalis) • Wolverine (Gulo gulo) * Also found in Antarctic Ártico - Cadeia trófica costeira & marinha Ártico – E os invertebrados? • 2.000 espécies em geral, 550, no alto Ártico • Diptera (moscas), Hymenoptera (formigas, vespas, abelhas), Lepidoptera (traças, borboletas), alguns ectoparasitas de vertebrados de sangue quente, ácaros e Collembola (colêmbolos), relativamente mais bem sucedido. • Em ambientes árticos e alpinos extremos, com o frio limitando o período adequado para o vôo, algumas espécies exibem asas ou antenas reduzidas. Plant Life in the Antarctic Region Antarctic Pearlwort Colobanthus quitensis Hairgrass Deschampsia antarctica Lichens, Verrucaria, Xanthoria, Turgidosculum (Mastodia), Lecanora Mosses, Muelleriella crassifolia Tussock Grass Puccinellia macquariensis Tussock Grass, Falkland Islands Photographs by Rob Seppelt Cadeia trófica - Antártica Photographs by Rob Seppelt Aves da Antártica Photographs by Rob Seppelt • Petréis (de Wilson, do Cabo, da neve) • Albatross (sobrancelha preto, cabeça cinza) • Corvo-marinho de olhos azuis (Phalacrocorax atriceps) • Pinguins (Imperador, de Adelle, Rei) • Andorinha-do-Mar do Ártico Emperor, Aptenodytes forsteri largest, found on mainland only Macaroni, Eudyptes chrysolophus, most numerous of all the world's penguins, with an estimated world population of over 9 million breeding pairs. Breed on peninsula and many outlying islands Aves da Antártica Photographs by Rob Seppelt • Most highly studied, named after an area of the Peninsula called Adelie Land (Adele, wife of explorer Jules Dumont d’Urville) Least conspicuous, very good camouflage from predators. Estimated at 2.5 million pairs, largest populatin near Ross Sea. Pinguim-de-Adele, Pygoscelis adeliae Antarctic Fish and other sea creatures • Merluza negra (Dissostichus eleginoides) • Lulas • Peixe-do-gelo antártico • águas-vivas • Estrelas-do-mar Antarctic Ice Fish have antifreeze proteins that keep their blood from freezing, instead absorbing oxygen through their skin. Some lack hemoglobin (Thus the blood is more fluid and the animals save energy otherwise needed to pump blood through their body),. Antarctic Mammals • Focas (Leopardo, -de-Weddell) * • Baleias (de barbatana - Azul, Jubarte, Dentada - Esperma) * • Orca (na família dos golfinhos, conhecido como baleia-com-dentes) * *Também ocorrem no Ártico Whales Orca Blue Whale Seals Leopard – Most ferocious Weddell – Most well known Invertebrados • Em todo o continente antártico, as únicas criaturas que realmente vivem na terra são insetos. • Mosquitos e ácaros vivem em manchas de musgo que crescem em lados das montanhas rochosas, em pontos que estão abrigadas do vento. Ovos de insetos ficam congelados durante todo o inverno, e descongelam e eclodem no próximo ano. O musgo em que vivem muitas vezes abriga viveiros de pássaros, fertilizado por excrementos chamados de "guano". • Os carrapatos e piolhos também vivem nas aves marinhas, pinguins e focas • A maior criatura viva-terra em todo o continente é a mosca sem asas, cerca de seis milímetros de comprimento (cerca de 1/4 de polegada a 1/2 polegada). Project Explore, Val Olnes, Univ. of Minn. Adaptações de Resposta Proteção ou Confrontamento • Migração • Resistência física • Hibernação – Poecilotérmicos – Homeotérmicos Adaptações das Aves a Ambientes Frios • Ovos “anticongelantes” • Pés frios, coração quente • lares acolhedores • Revestimentos múltiplos de pelos, penas, etc. • Penas expandidas (“raquetes”) • Pés nodosos • Exposição longa ao calor Impactos das Mudanças Climáticas sobre a biota: Hipóteses • Lemingues -Dinâmica Populacional afetadas pelas condições de neve e gelo - alimento sepultados no gelo / neve, comportamento prejudicados pela diminuição de profundidade dessas camadas • Extensão do gelo do mar: Antártida – Pinguins-de-Adele; ursos polares do Ártico • Invernos mais quentes = Reduções nas populações de Krill • Mudanças nos limites de sucessão entre Tundra / Taiga