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Mecânica dos Solos I Professora: Roberta Costa Meira Quirino E-mail: roberta.quirino@maisunifacisa.com.br Ementa – 80 hs – aulas/laboratório Avaliações – P1 (20/09), P2 (26 e 27/11), PS (03 e 04/12) e PF (13/12) Relatórios e artigos Game 1ª Unidade SOLOS: ORIGEM, FORMAÇÃO E MINERAIS CONSTITUINTES: 1.1. Origem e formação dos solos; 1.2. Solos residuais; 1.3. Solos transportados; 1.4. Solos de constituição orgânica. 1.5.Natureza das partículas; 1.6.Fases constituintes dos solos; ESTRUTURA DO SOLO: 2.1. Estrutura, tamanho e forma dos grãos; 2.2.. Granulometria; 2.3.. Índices físicos dos solos. PLASTICIDADE, LIMITE DE CONSISTÊNCIA E ESTRUTURA: 2.4. Introdução; 2.5. Limites de consistência (Atterberg); 2.6. Índices de consistência; 2.7. Consistência das argilas; 2.8. Estruturas das argilas; 2.9. Atividade coloidal; 2.10. Compacidade das areias. CLASSIFICAÇÃO E IDENTIFICAÇÃO DOS SOLOS: 3.1. Introdução; 3.2. Principais sistemas de classificação; 3.3. Identificação dos solos; 3.4. Identificação visual dos solos no campo; 3.5. Aplicação a pavimentos flexíveis. 2ª Unidade COMPACTAÇÃO DOS SOLOS: 3.6. Introdução e curvas de compactação; 3.7.Ensaios de compactação; 3.8 Equipamentos, produção e custos; 3.9. Noções de controle de compactação; 3.10.. Resistência de solos compactados - I.S.C.; 3.11. Estrutura de solos compactados. PRESSÕES ATUANTES NUM MACIÇO DE TERRA: 4.1. Pressões devidas ao peso próprio do terrapleno; 4.2. Pressões devidas as cargas aplicadas; 4.3. Cálculos práticos de pressões devidas as cargas aplicadas - Equações de Boussinesq. FLUXO UNIDIMENSIONAL: 4.4. Natureza de fluxo d’água nos solos; 4.5.. Lei de Darcy; 4.6. Velocidade de fluxo; 4.7.. Cargas de água; 4.8. Permeabilidade; 4.9. Permeâmetros; 4.10. Fatores que influenciam na permeabilidade; 4.11.. Pressões efetivas sob condições do fluxo unidimensional; 4.12..Gradiente Hidráulico; 4.13.Força de percolação; COMPRESSIBILIDADE E ADENSAMENTO DOS SOLOS: 4.14..Conceito de compressibilidade; 4.15. Classificação dos recalques; 4.16. Teoria do adensamento de Terzaghi; 4.17. Pressão de compressibilidade; 4.18.. Parâmetro de compressibilidade; 4.19.Cálculo do recalque de adensamento;. Método de Skempton - Bjerrum. RESISTÊNCIA AO CISALHAMENTO DOS SOLOS: 4.20.. Critérios de ruptura; 4.21.Círculo de Mohr; 4.22.. Resistência ao Cisalhamento das areias e argilas; 4.23.parâmetros A e B de pressão neutra. BIBLIOGRAFIA Básica • PINTO, Carlos de Sousa. Curso Básico de mecânica dos solos em 16 aulas. 3 ed. São Paulo: Oficina de Textos, 2006. 367p. ISBN 978-85-86238-51-2 • CAPUTO, Homero Pinto. Mecânica dos solos e suas aplicações: v.1, fundamentos .6 ed. Rio de Janeiro: LTC, 2014 234 p. ISBN 978-85-216-0559-1 • MASSAD, Faiçal. Obras de terra: curso básico de geotecnia. 2 ed. São Paulo: Oficina de Textos, 2010 216 p. ISBN 978-85-86238-97-0. • DAS, Braja M. Fundamentos de engenharia geotécnica. 7 ed. São Paulo: Cengage Learning, 2014. 610p. ISBN 978-85-221-1112-1. Complementar • FIORI, Alberto Pio; CARMIGNANI, Luigi. Fundamentos de mecânica dos solos e das rochas: aplicações na estabilidade de taludes. 2 ed. Curitiba: UFPR, 2009 602 p. ISBN 978-85-7335-212-2. • LAMBE, T. William; WHITMAN, Robert V. Soil mechanics. Jhon Wiley & Sons: New York, 2013. 553p. (Séries in SoilEngineering) ISBN 978-0-471-51192-2 • RICARDO, Hélio de Souza; CATALANI, Guilherme. Manual prático de escavação: terraplenagem e escavação de rocha. 3 ed. São Paulo: Pini, 2007 656 p. ISBN 978-85-7266-195-9. • KNAPPETT, J. A.; CRAIG, R. F. Mecânica dos solos. Tradução Amir Elias Abdalla. Rio de Janeiro: LTC, 2014 Existem momentos da vida onde é necessário mudar o “conteúdo da carta” para conquistar além do que havíamos planejado. Origem e Formação do Solo Ano/semestre: 2018.2 Disciplina: Mecânica dos Solos I Curso: Engenharia Civil Professora: Roberta Costa Meira Quirino Mecânica dos Solos I Origem e Formação do Solo O que é Solo??? Conceituação A palavra solo está relacionada com a palavra terra; pode ser definida como material solto, natural da crosta terrestre, usado como material de construção e de fundação de obras. Uma definição abrangente do termo solo é difícil; depende basicamente do ramo do conhecimento que o emprega. Mecânica dos Solos I Origem e Formação do Solo O que é Solo??? Conceituação Agronomia: material relativamente fofo da crosta terrestre, composto por rochas decompostas e matéria orgânica, capaz de sustentar a vida: horizontes de solo possuem pequena espessura. Geologia: material inorgânico não consolidado e proveniente da decomposição das rochas, que não foi transportado do seu local de formação. Engenharia: material granular composto de rocha decomposta, água, ar e eventualmente matéria orgânica, que pode ser escavado sem o auxílio de explosivos. Mecânica dos Solos I Origem e Formação do Solo O que é Rocha??? Conceituação Material que é impossível escavar manualmente; que necessita de explosivo para seu desmonte. Todo solo tem origem na desintegração e decomposição das rochas pela ação do intemperismo. Mecânica dos Solos I Origem e Formação do Solo Intemperismo As rochas que constituem a crosta terrestre estão em equilíbrio. Mas, quando entram em contato com a atmosfera ou ficam próximas desta situação, as rochas sofrem a ação de um conjunto de processos físicos, químicos, físico-químicos e biológicos, que produzem sua destruição. Portanto, intemperismo é o processo que transforma rochas maciças e tenazes em materiais plásticos e friáveis (solos). Mecânica dos Solos I Origem e Formação do Solo Intemperismo ETAPA 1 - A rocha mãe surge à superfície da Terra. Mecânica dos Solos I Origem e Formação do Solo Intemperismo ETAPA 2 - Os fatores externos, como o vento, a água, a temperatura e os seres vivos, vão desgastando a rocha, provocando a sua fragmentação e alteração química. Mecânica dos Solos I Origem e Formação do Solo Intemperismo ETAPA 3 - Os restos de seres vivos colonizam a rocha, misturados com as partículas resultantes da fragmentação desta, originam um solo pouco espesso - solo primitivo. Mecânica dos Solos I Origem e Formação do Solo Intemperismo ETAPA 4 - Depois surgem pequenas plantas com raízes e aparecem pequenos animais que facilitam a desagregação da rocha e a acumulação de restos de matéria orgânica, tornando o solo mais espesso e complexo. Mecânica dos Solos I Origem e Formação do Solo Intemperismo ETAPA 5 - Por último, começam a desenvolver- se plantas e a surgirem animais de maior porte. Os restos deste organismo e os materiais resultantes da sua decomposição vão enriquecendo o solo, que acaba por ficar constituído por diferentes camadas. Este solo é, então, designado por solo maduro. Mecânica dos Solos I Origem e Formação do Solo Mecânica dos Solos I Origem e Formação do Solo fonte: www.cientic.com Horizontes - camadas com diferentes características, sobrepostas e sensívelmente paralelas á superfície Orquídia Neves/2006 Mecânica dos Solos I Origem e Formação do Solo SEDIMENTOS ROCHAS SEDIMENTARES SOLOS INTEMPERISMO O intemperismo pode ser provocado por dois tipos de agentes: - físicos ou mecânicos - químicos ROCHA MAGMÁTICA Intemperismo Mecânica dos Solos I Origem e Formaçãodo Solo Intemperismo Intemperismo Físico ƒ É o processo de decomposição da rocha sem a alteração química dos seus componentes. Os principais agentes do intemperismo físico são: - Variações de temperatura; - Repuxo coloidal; - Ciclos gelo/degelo; e - Alívio de tensões. Mecânica dos Solos I Origem e Formação do Solo Intemperismo Intemperismo Físico Variação da Temperatura ƒ Da física sabemos que todo material varia de volume em função de variações na sua temperatura. Estas variações de temperatura ocorrem entre o dia e a noite, e durante o ano, e sua intensidade será função do clima local. ƒ Acontece que uma rocha é formada de diferentes tipos de minerais, cada qual possuindo uma constante de dilatação diferente, o que faz a rocha deformar de maneira desigual em seu interior, provocando o aparecimento de tensões internas que tendem a fraturá- la. Mecânica dos Solos I Origem e Formação do Solo Intemperismo Intemperismo Físico Variação da Temperatura Mecânica dos Solos I Origem e Formação do Solo Intemperismo Intemperismo Físico Repuxo coloidal ƒ O repuxo coloidal é caracterizado pela retração da argila devido à diminuição de umidade, o que em contato com a rocha pode gerar tensões capazes de fraturá-la. Mecânica dos Solos I Origem e Formação do Solo Intemperismo Intemperismo Físico Ciclos Gelo/Degelo ƒ As fraturas existentes nas rochas podem se encontrar parcialmente ou totalmente preenchidas com água. ƒ Esta água em função das condições locais pode vir a congelar, expandindo-se e exercendo esforços no sentido de abrir ainda mais as fraturas pré-existentes, auxiliando no processo de intemperismo (a água aumenta em cerca de 8% o seu volume devido à nova arrumação das suas moléculas durante a cristalização) Mecânica dos Solos I Origem e Formação do Solo Intemperismo Intemperismo Físico Ciclos Gelo/Degelo Mecânica dos Solos I Origem e Formação do Solo Intemperismo Intemperismo Físico Alívio de Tensões ƒ Alívio de tensões irá ocorrer em um maciço rochoso sempre que da retirada de material, sobre ou ao lado do maciço, provocando a sua expansão, o que por sua vez, irá contribuir no fraturamento e formação de juntas nas rochas. - Erosão e remoção de camadas sobrepostas, - Em aberturas de túneis, galerias e taludes, - A deformação será proporcional a cargaƒ Mecânica dos Solos I Origem e Formação do Solo Intemperismo Intemperismo Químico O intemperismo químico envolve alteração dos minerais da rocha transformando-os em novos compostos. Os processos mais comuns que ocorrem na ação do intemperismo químico, provocado pela água e decomposição de organismos, são: hidrólise; hidratação; carbonatação. Mecânica dos Solos I Origem e Formação do Solo Intemperismo Intemperismo Químico Hidrólise Mecânica dos Solos I Origem e Formação do Solo Intemperismo Intemperismo Químico Hidratação Mecânica dos Solos I Origem e Formação do Solo Intemperismo Intemperismo Químico Mecânica dos Solos I Origem e Formação do Solo Intemperismo Intemperismo Químico ƒ Os diferentes minerais constituintes das rochas originarão solos com características diversas, de acordo com a resistência que estes tenham ao intemperismo local. ƒHá, inclusive, minerais que têm uma estabilidade química e física tal que normalmente não são decompostos. ƒO quartzo, por exemplo, por possuir uma enorme estabilidade física e química é parte predominante dos solos grossos, como as areias e os pedregulhos. Mecânica dos Solos I Origem e Formação do Solo Intemperismo Intemperismo Biológico ƒ Neste caso, a decomposição da rocha se dá graças a esforços mecânicos produzidos por vegetais através das raízes, por animais através de escavações dos roedores, da atividade de minhocas ou pela ação do próprio homem, ou por uma combinação destes fatores. ƒ Ou ainda pela liberação de substâncias agressivas quimicamente, intensificando assim o intemperismo químico, seja pela decomposição de seus corpos ou através de secreções. Mecânica dos Solos I Origem e Formação do Solo Intemperismo Intemperismo Biológico ƒ Logo, os fatores biológicos de maior importância incluem a influência da vegetação no processo de fraturamento da rocha e o ciclo de meio ambiente entre solo e planta e entre animais e solo. ƒ Pode-se dizer que a maior parte do intemperismo biológico poderia ser classificado como uma categoria do intemperismo químico em que as reações químicas que ocorrem nas rochas são propiciadas por seres vivos. Mecânica dos Solos I Origem e Formação do Solo Intemperismo Influência do Intemperismo no Tipo de Solo ƒ O intemperismo químico possui um poder de desagregação da rocha muito maior do que o intemperismo físico. ƒ Deste modo, solos gerados em regiões onde há a predominância do intemperismo químico tendem a ser mais profundos e mais finos do que aqueles solos formados em locais onde há a predominância do intemperismo físico. ƒ Além disto, obviamente, os solos originados a partir de uma predominância do intemperismo físico apresentarão uma composição química semelhante a da rocha mãe, ao contrário daqueles formados em locais onde há predominância do intemperismo químico. Mecânica dos Solos I Origem e Formação do Solo Intemperismo Influência do Clima no Tipo de Intemperismo ƒ A água é um fator fundamental no desenvolvimento do intemperismo químico da rocha, portanto, regiões com altos índices de pluviosidade e altos valores de umidade relativa do ar tendem a apresentar uma predominância de intemperismo do tipo químico, o contrário ocorrendo em regiões de clima seco. Mecânica dos Solos I Origem e Formação do Solo Tipos de Solo Tipos de Solos com Relação à Origem Com base na sua origem geológica os solos podem ser divididos em dois grandes grupos: - RESIDUAIS - TRANSPORTADOS Mecânica dos Solos I Origem e Formação do Solo Tipos de Solo Solos Residuais ƒSão aqueles que permanecem no local de deposição da rocha que o originou, observando- se assim uma gradual transição do solo até a rocha sã. ƒPara que eles ocorram é necessário que a velocidade de decomposição seja maior do que a velocidade de remoção do solo por agentes externos. A velocidade de decomposição depende de vários fatores, entre os quais a temperatura, o regime de chuvas e a vegetação. Mecânica dos Solos I Origem e Formação do Solo ƒ RESIDUAL MADURO – Mais próximos à superfície, e que perdeu toda a estrutura original da rocha-mãe e tornou-se relativamente homogêneo. ƒRESIDUAL JOVEM OU SAPROLITO – Solo que mantém a estrutura original da rocha, mas perdeu a consistência da rocha. Visualmente pode confundir-se com uma rocha alterada, mas apresenta pequena resistência ao manuseio. ƒROCHA ALTERADA - Horizonte em que a alteração progrediu ao longo de fraturas ou zonas de menor resistência, deixando intactos grandes blocos de rocha original. Tipos de Solo Solos Residuais Mecânica dos Solos I Origem e Formação do Solo Os principais agentes de transporte são o vento, a água, a gravidade e as geleiras. São aqueles que, originados em um local, foram transportados para outro, através de um agente qualquer. Tipos de Solo Solos Transportados Mecânica dos Solos I Origem e Formaçãodo Solo SOLOS EÓLICOS São resultantes da ação do vento como agente de transporte. Têm em geral uma textura fina e uniforme. ex.: dunas Características Grãos arredondados atrito constante entre partículas; Depositado em zona de calmaria; Tipo de transporte mais seletivo areias finas ou silte; Grãos de mesmo diâmetro curva granulométrica uniforme. Tipos de Solo Solos Transportados Mecânica dos Solos I Origem e Formação do Solo SOLOS ALUVIONARES OU SEDIMENTARES São solos originados pelo transporte através da água. Apresentam uma textura condizente com a velocidade de arrasto e a distância de transporte. Ex.: seixo rolado Características: ƒTextura depende da velocidade da água; Ocorrência de camadas de granulometria distinta; ƒTextura diferenciada: - Maior capacidade de transporte; - Mais grossos que os eólicos. Tipos de Solo Solos Transportados Mecânica dos Solos I Origem e Formação do Solo SOLOS COLUVIONARES - Originam-se pela ação da gravidade, sendo formados nos pés das elevações, sendo em geral de textura grossa, heterogênea e não coesivos. Pode ser exemplificado pelos deslizamentos de terras nos taludes. De um modo geral, o solo residual é mais homogêneo do que o transportado no modo de ocorrer, principalmente se a rocha matriz for homogênea. Tipos de Solo Solos Transportados Mecânica dos Solos I Origem e Formação do Solo Solos Orgânicos Também são originados “in situ”, formados pela acumulação de restos de organismos: Vegetal – Plantas raízes etc ; Animal – Conchas, carapaças etc. ƒ São chamados solos orgânicos aqueles que contém uma quantidade apreciável de matéria decorrente da decomposição de origem vegetal ou animal, em vários estágios de decomposição. ƒGeralmente argilas ou areias finas, os solos orgânicos são de fácil identificação, pela cor escura. ƒ EX.:TURFAS Tipos de Solo Mecânica dos Solos I Origem e Formação do Solo Tipos de Solo Solos Orgânicos ƒEm algumas formações, ocorre uma importante concentração de folhas e caules em processo incipiente de decomposição formando as turfas e caules. São materiais extremamente deformáveis, mas muito permeáveis, permitindo que os recalques, devidos a carregamentos externos, ocorram rapidamente. Mecânica dos Solos I Origem e Formação do Solo Composição Química e Mineralógica dos Solos Minerais Constituintes dos Solos Grossos MINERAL: Substância inorgânica e natural, que tem uma estrutura interna característica determinada por um certo arranjo específico de seus átomos e íons. Nos solos grossos os minerais predominantes são: Silicatos - principalmente Feldspato Óxidos - principalmente Quartzo (SiO2) Carbonatos - principalmente Calcita e Dolomita Sulfatos - principalmente Anidrita Nos solos grossos o comportamento mecânico e hidráulico está principalmente condicionado por sua compacidade e pela orientação de suas partículas, sendo a sua constituição mineralógica, até certo ponto, secundária. Mecânica dos Solos I Origem e Formação do Solo Composição Química e Mineralógica dos Solos Minerais Constituintes dos Solos Finos -Partindo dos numerosos minerais (principalmente silicatos) que se encontram nas rochas ígneas e metamórficas, os agentes de decomposição química chegam a um produto final: a argila -Ao contrário com o que ocorre com os solos grossos, o comportamento mecânico das argilas é decisivamente influído por sua estrutura em geral, e constituição mineralógica em particular. -As argilas são constituídas basicamente por “silicatos de alumínio hidratados”, podendo também apresentar silicatos de magnésio, ferro ou outros metais, também hidratados.