Rl. Parcial Prointer2   Rodrigo
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Rl. Parcial Prointer2 Rodrigo


DisciplinaProinter IV Gestao Comercial Parcial2 materiais69 seguidores
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UNIVERSIDADE UNIDERP
Curso de Tecnologia em Gestão Comercial
POLO: PIRASSUNUNGA 
ACADÊMICO: RODRIGO ALMEIDA RIBEIRO \u2013 RA: 8798005089
TUTOR A DISTÂNCIA: DIEGO VAZ
PROINTER II \u2013 RELATÓRIO PARCIAL
Pirassununga - SP
Outubro/2017
ACADÊMICO: RODRIGO ALMEIDA RIBEIRO \u2013 RA: 8798005089
TUTOR A DISTÂNCIA: DIEGO VAZ
		
PROINTER II \u2013 RELATÓRIO PARCIAL
Trabalho apresentado ao Curso de Tecnologia em Gestão Comercial do Centro de Educação a Distancia - CEAD da Universidade Anhanguera UNIDERP, como requisito parcial para obtenção de nota na disciplina Prointer \u2013 Projeto Interdisciplinar.
Pirassununga \u2013 SP
Outubro/2017
RESUMO
A responsabilidade socioambiental empresarial é um assunto de extrema relevância na atualidade, pois devido a grande evolução do desenvolvimento econômico, teve gradativamente um aumento dos impactos ambientais causados por muitas empresas, envolvendo assim a sociedade e diversas outras organizações. O objetivo desse estudo permitiu de forma pratica analisar a visão de uma empresa em questões de sustentabilidade e responsabilidades socioambientais, percebe-se uma atuação de grandes estratégias para minimizar tais impactos, através de metodologias, normas e sistemas de gestão ambiental, levando em consideração a importância do crescimento econômico e a inovação de novas tendências para as gerações futuras. Ainda assim existe um grande paradigma social em relação a essas mudanças, envolvendo não somente as organizações, mas também os clientes, fornecedores, a política, onde a necessidade de perceber as grandes mudanças de valores seja cultural, econômica e as questões ao meio ambiente. 
Palavras chaves: Sustentabilidade. Meio Ambiente. Sociedade.
INTRODUÇÃO
Antigamente muitas empresas tinham suas preocupações ligadas aos lucros que eles obteriam com a venda de suas produções, deixando de lado várias questões e fatores, tais como, os trabalhadores, os assuntos inter-relacionados com a sociedade, as questões ambientais e os impactos que nelas continham. Esse fato ocorreu desde a época da revolução industrial onde ocorriam os grandes processos de manufaturas.
Com o passar de várias décadas, surgiram novos conceitos, pessoas de grandes nomes, filósofos e grandes cientistas nos trouxeram diversificadas opiniões e valores, no qual, com esse avanço as pessoas começaram a ter mais acesso as informações e ao conhecimento.
Esse fato apresenta um novo cenário a cada dia que passa, pois milhares de pessoas precisam consumir, sendo que com esse grande aumento da demanda e com um publico com mais conhecimento e exigências, as empresas necessitam cada vez mais se adequar para se manter no mercado se preocupando cada vez mais com a sociedade, ao meio ambiente, cultura e diversos outros valores.
Em 1972 foi realizada, em Estocolmo, na Suécia, a primeira Conferência da ONU (Organização das Nações Unidas) sobre o Meio Ambiente (United Nations Conference on the Human Environment). Essa conferência chamou a atenção do planeta (Tiago de Miranda, 2017).
Na década de 1980 houve uma diferença significativa entre o que o público esperado de negócio e o que o negócio estava realmente fazendo em termos de meio ambiente (B. Garcia, 2017). É o que mostra no relatório Brundtland, em 1987, sobre os grandes desenvolvimentos do presente sem pensar nas necessidades das futuras gerações. 
Logo após essas conferências é que veio o termo responsabilidade socioambiental, através de vários estudos e publicações relacionados ao meio ambiente. Porém esse movimento sobre a responsabilidade socioambiental só ganhou impulso na década de 90, após a primeira e segunda conferência mundial da indústria sobre gerenciamento ambiental (ASSIS GARNIER, 2017).
De lá pra cá, muitas empresas começaram a se adequar com essas novas tendências e se preocupar com os impactos que elas causam a sociedade e ao meio ambiente, não só as empresas as empresas como seus Stakeholders. Para tentar amenizar esse contexto muitas se adequaram aos sistemas de gestão ambiental que começou há surgir um pouco após a época das conferências mundiais.
Nessa mesma época havia uma organização chamada ISO (International Organization for Standardization), ou organização internacional para padronização, que o famoso sistema de gestão ambiental ISO 14000.
A ISO 14000 é uma norma de gerenciamento, não é uma norma de produto ou de performance. É um processo de gerenciamento das atividades da companhia que têm impacto no ambiente (SIGNIFICADO, 2017).
Atualmente, ser social e ambientalmente responsável no mundo corporativo é fator de competitividade. Inicialmente, o fator mais relevante era o preço, em seguida passou a ser a qualidade e, hoje, com a responsabilidade socioambiental, é preciso investir no constante aprimoramento das relações, de qualquer que seja a ordem. (DIAS SISSON SANTOS, 2017). 
 As organizações que desejam obter sucesso e mostrar valor a seus clientes adotam medidas de preservação do meio ambiente, que vem sendo cada vez mais degrado, devido há anos e anos de ação do homem sobre a natureza. (MARQUES, 2017).
O Desenvolvimento sustentável é o uso racional dos recursos naturais em prol do bem-estar social, garantindo o crescimento econômico necessário para suprir as nossas demandas e as necessidades das futuras gerações (LEAL DE CARVALHO et al., 2015).
Na qual ainda assim necessita de uma grande revolução para equilibrar o desenvolvimento sustentável juntamente com o desenvolvimento econômico.
 2. DESENVOLVIMETO
O motivo da escolha da empresa foi que já havia contato com a mesma em uma outra oportunidade de realizar uma atividade e por ser uma empresa Startup de base tecnológica e inovação, gostaria de aproveitar e conhecer como é o conceito sobre as questões ambientais, já que é uma grande tendência surgir empresas com esse mesmo seguimento de Startup de inovação.
Aa empresas Startups apesar serem pequena muitas não têm um sistema de gestão ambiental ou algo semelhante, porém a maioria tem soluções inovadores envolvendo aspectos ambientais, sustentabilidade e até mesmo soluções para problemas pertinentes aos problemas ao meio ambiente.
2.1 Levantamento de campo
 1 - Descrição da Empresa: 
Fundada em 2013, na cidade de Pirassununga, interior do estado de São Paulo, pelo hoje presidente Miler Ricardo Vicente, a Hidrofito é uma empresa startup de base tecnológica com parceria com a universidade de São Paulo e o EMBRAPA. Seu seguimento esta voltado para a prestação de serviços e produtos técnicos\u2013agronômico, projetos de irrigação, cultivo em ambiente protegido, insumos agrícolas e agricultura de precisão.
- Tipo societário, razão social e nome fantasia. 
Sociedade Limitada
Razão social: Miler Ricardo Vicente Agricultura 
Nome Fantasia: Hidrofito Agricultura de Alta Eficiência 
 - Motivo para a escolha do nome. 
A escolha do nome surgiu pela a junção de duas palavras abreviadas. Hidro \u2013 água e Fito \u2013 Fitossanidade das plantas, que significa o conjunto de ciências que estuda sanidades das plantas.
- Nome e formação acadêmica do(s) proprietário(s). - Localização.
Nome: Miler Ricardo Vicente.
Formação acadêmica: Engenheiro Agrônomo e Matemática
- Segmento de atuação (Ex.: Esportivo; Saúde; Alimentos; Tecnologia; etc.). 
Tecnologia agrícola e serviços de irrigação 
- Campo de Atuação. 
Vendas de nível nacional 
- Público-Alvo. 
Agricultores em geral, proprietários de estufas de produção agrícola, casas e condomínios.
- Breve histórico. - Missão, Visão, Objetivos, Valores e Princípios da organização. 
A empresa Hidrofito Agricultura de Alta Eficiência nasceu com a intenção de desenvolver tecnologias aplicáveis ao agronegócio. Auxiliando aos produtores na tomada de decisão, gerando maior controle e eficiência na lavoura.
Suas tecnologias