Logo Passei Direto
Buscar

INTERLANDI 10.4 ANÁLISE CEFALOMÉTRICA

User badge image
Flavio Loss

em

Material
páginas com resultados encontrados.
páginas com resultados encontrados.

Escolha uma das opções e acesse esse e outros materiais sem bloqueio. 🤩

Cadastre-se ou realize login

Ao continuar, você aceita os Termos de Uso e Política de Privacidade

Escolha uma das opções e acesse esse e outros materiais sem bloqueio. 🤩

Cadastre-se ou realize login

Ao continuar, você aceita os Termos de Uso e Política de Privacidade

Escolha uma das opções e acesse esse e outros materiais sem bloqueio. 🤩

Cadastre-se ou realize login

Ao continuar, você aceita os Termos de Uso e Política de Privacidade

Escolha uma das opções e acesse esse e outros materiais sem bloqueio. 🤩

Cadastre-se ou realize login

Ao continuar, você aceita os Termos de Uso e Política de Privacidade

Escolha uma das opções e acesse esse e outros materiais sem bloqueio. 🤩

Cadastre-se ou realize login

Ao continuar, você aceita os Termos de Uso e Política de Privacidade

Escolha uma das opções e acesse esse e outros materiais sem bloqueio. 🤩

Cadastre-se ou realize login

Ao continuar, você aceita os Termos de Uso e Política de Privacidade

Escolha uma das opções e acesse esse e outros materiais sem bloqueio. 🤩

Cadastre-se ou realize login

Ao continuar, você aceita os Termos de Uso e Política de Privacidade

Escolha uma das opções e acesse esse e outros materiais sem bloqueio. 🤩

Cadastre-se ou realize login

Ao continuar, você aceita os Termos de Uso e Política de Privacidade

Escolha uma das opções e acesse esse e outros materiais sem bloqueio. 🤩

Cadastre-se ou realize login

Ao continuar, você aceita os Termos de Uso e Política de Privacidade

Escolha uma das opções e acesse esse e outros materiais sem bloqueio. 🤩

Cadastre-se ou realize login

Ao continuar, você aceita os Termos de Uso e Política de Privacidade

Prévia do material em texto

GRÁFICO VETORIAL
ORTODÔNTICO
IV
s. Interlandi
As documentações ortodônticas de empre-
go mais freqüente, para o diagnóstico e plano
de tratamento, são os modelos articulados e
as telerradiografias laterais da face. Com eles,
é possível medirem-se vários fatores que irão
interferir naquela planificação, como: as dis-
crepâncias de modelo da área anterior (DMa),
áreas médias (DMm) e posteriores (DMp), a
discrepância cefalométrica (DC), a profundi-
dade da curva de Spee, podendo ser calcula-
do, ainda, o "Espaço Final" das áreas anterior
e médias (EFam), que resultará das movimen-
tações preconizadas. O ortodontista, de posse
desses dados, embora parciais, poderá decidir
não somente sobre extrações, como também
saber da extensão dos movimentos dentários,
para corrigir determinada maloclusão. Estas
movimentações estão contidas nos três planos
do espaço, e as mais importantes, clinicamen-
te, visam ao relacionamento ântero-posterior,
isto é, os movimentos mesiais ou distais das
hemiarcadas, a fim de se obter uma relação
correta entre as mesmas, em harmonia com o
maciço crânio-facial,
A simples decisão de distalizar-se a arcada
superior, para a correção, por exemplo, de
uma Classe lI, implica em identificarem-se a
localização e a extensão exatas dos movimen-
tos dentários. Estes podem ser simétricos,
quando uma hemiarcada superior ou inferior,
sofrer igual movimento da hemiarcada do
lado oposto ou ter extensões diferentes - as-
simétricos -, segundo o dente ou grupo de
dentes considerados. Ocorrerá ainda, a hipó-
tese de se movimentar somente um lado da
arcada. A "imaginação" correta por parte do
ortodontista, desta série de intervenções no
espaço da correção, não é simples, o que difi-
culta sensivelmente a avaliação exata da atua-
ção ortodôntica nos diversos setores.
O clínico poderá estar ciente dos detalhes
de uma correção e identificá-Ias numerica-
mente. A "visualização" subjetiva, porém, dos
espaços a serem percorridos pelos diversos
grupos de dentes, será de grande dificuldade,
principalmente nos casos de movimentação
assimétrica (de maior freqüência).
A intenção de expressar numericamente os
movimentos ortodônticos, não é uma idéia
nova. Dentre outros autores, Mcl.aughlin="
(1987) elaborou um esquema com o qual,
após a planificação de tratamento, identifica
espaços e direção de movimentos dentários, à
custa de flechas e expressões numéricas com
sinais negativos e positivos. Segundo aquele
autor, o método foi idealizado para a análise
dos movimentos dentários relativos aos pri-
meiros molares, caninos e correção da linha
mediana.
O presente GRÁFICO VETORIAL OR-
TODÔNTICO visa a expor com clareza, os
problemas relacionados aos espaços das ar-
cadas, à extensão dos movimentos ântero-
posteriores a serem considerados, e à vetori-
zação correspondente, segundo um deter-
minado plano de tratamento já elaborado. O
gráfico não participa do plano de tratamen-
to - que deve ser feito previamente, pelo
ortodontista. Ele, apenas expressa as movi-
mentações dentárias das hemiarcadas supe-
riores e inferiores, direitas e esquerdas, em
obediência àquele plano. Uma planificação
inadequada quanto à extensão dos movi-
mentos exigidos, será flagrantemente evi-
denciada pelo gráfico (o que permite ao or-
todontista fazer as alterações julgadas ne-
cessárias, antes de iniciar a correção). Os
deslocamentos mesiais ou distais, e as assi-
metrias de movimentação estarão aparentes
de forma nítida. Isto, é claro, possibilitará
um planejamento eficiente das forças ema-
nadas da mecânica ortodôntica, seja qual
for a técnica empregada.
Existem, ainda, algumas considerações im-
portantes com referência à possibilidade de
vetorização dos movimentos ortodônticos:
Seu emprego, sendo de extrema simplicida-
de, possibilita que, em tempo mínimo, sejam
traçados todos os vetores, permitindo ao orto-
dontista uma visão clara do problema que, até
então, era somente numérica e subjetiva.
Embora se recorram somente a quatro "va-
lores básicos" para o preenchimento, na reali-
dade, eles originam-se de oito variáveis nu-
méricas. A critério do ortodontista, outras va-
riáveis poderão ser incluídas dentre as que
dão origem aos valores básicos, sem dificultar
o preenchimento do gráfico.
Sendo ainda de emprego posterior à plani-
ficação de tratamento, o uso do gráfico não
interfere em quaisquer dos recursos que o or-
todontista esteja habituado a adotar para o
planejamento dos casos.
OS QUATRO VALORES BÁSICOS
DO GRÁFICO
(FIG. 10.lV.6)
1Q) Espaço Final das áreas Anterior e
Médias - "EFam" - (fileiras "D"· direita e
esquerda)
Este valor diz respeito ao espaço que sobre
ou falte, nas resoluções das discrepâncias das
áreas anterior e médias, na arcada inferior,
após serem ou não, consideradas as extrações
no plano de tratamento.
As quatro variáveis que compõem o valor
de "EFam" são:
1) Discrepância cefalométrica (DC) (prove-
niente da análise de escolha do ortodontista).
2) Discrepância de modelo da área anterior
(DMa) (medida de canino a canino).
3) Discrepância de modelo das áreas médi-
as (DMm) (medida nos premo lares e primei-
ros molares de cada lado).
4) Curva de Spee (modifica a "DMm",
sempre com valor negativo proporcional à
profundidade da curva).
2Q) Linha Mediana (fileiras "E" direita e
esquerda)
Para a vetorização destas fileiras, são ne-
cessárias as seguintes considerações prévias:
no modelo inferior original, poderão ser ob-
servadas linhas medianas de três diferentes
referências:
a - "linha mediana interdentária" - co-
incide com o espaço entre os dois incisivos
centrais (não será considerada para o preen-
chimento do gráfico);
b - "linha mediana sagital" (ou "esquelé-
tica") - é traçada de acordo com o critério do
ortodontista, e será aquela a ser obedecida
como objetivo finar da correção. Deve ser es-
colhida à custa de exame no paciente e nos
modelos (prega labial superior, rafe mediana
palatina etc) e, então, demarca da no modelo
superior (preferivelmente na borda incisal
dos dentes anteriores). Ela poderá ou não, ser
coincidente com a "linha mediana interdentá-
ria";
c - "linha mediana simétrica" - localiza-
se em algum ponto da curvatura dos dentes
anteriores (idealmente entre os dois incisivos
centrais), porém, a igual distância linear dos
dentes posteriores. As faces mesiais dos pri-
meiros molares podem ser tomadas como re-
ferências (Fig. 10.IY.1e 10.IV.2).
Pode ser demarcada com o auxílio da fo-
lha transparente (que acompanha os impres-
sos dos diagramas geométricos já publicados
pelo autor), em que se vêem duas linhas re-
tas: uma horizontal, na base, outra vertical,
que parte da primeira, no meio, em ângulo
'-'I' 1'JL.J'JI'" 11" - Uf""'\JLJ rf""'\l'\.!"\ !"\ 1l~ILIt\'-rf\V
Fig. IO.IV.I - A linha mediana simétrica (ângulo superior do triângulo) coincide com a sagital (no caso,
entre os dois incisivos).
reto, e estende-se para cima (Fig. 10.IV3). Na
linha horizontal, são demarcados pontos
equidistantes do meio, a cada 0,5 cm. Sobre-
ponha cuidadosamente, a folha sobre o mo-
delo da arcada inferior do paciente, de sorte
que a linha horizontal coincida com as faces
mesiais dos primeiros molares, e alinha ver-
tical fique a igual distância daqueles dentes.
A "linha mediana simétrica" será automati-
camente identificada (riscar no modelo) à
custa de uma escala milimétrica que permite
a leitura direta da distância que a separe da
linha mediana "sagital" (já demarcada). A
correção será sempre no sentido de movi-
mentar a linha mediana "simétrica" para a
"sagital", tornando-as coincidentes no final
do tratamento.
3Q) Acerto Original Direito (fileira "C"
lado direito)
Este valor diz respeito ao entrosamento de
duas variáveis:
a) "ajuste nos modelos" (lado direito): medi-
.- - - - - - - - - - - - - - - - 1" - - - - - -
I
I
Fig. IO.IV.2- A linha medianasimétrica (dependente da posição dos dentes posteriores) não coincide com
a sagital (aqui, entre os dois incisivos).
Fig. IO.IY.3 - Folha transparente sobre o modelo inferior. Os molares são tomados como referência, e a
linha vertical mostra onde está a linha mediana simétrica, à custa da escala milimétrica coincidente com as
bordas incisais.
ção da distância da cúspide vestibular do se-
gundo premolar superior direito, ao plano da
face mesial do primero molar inferior direito,
a fim de atingir-se a relação ântero-posterior
correta entre. as duas hemiarcadas direitas
(Fig. IO.Iy'4);
b) "previsão da relação da arcada inferior com
a superior": esta estimativa deve ser baseada
segundo experiência clínica e, evidentemen-
te, amparada em informações presentes na
literatura ortodôntica. Diz respeito a quanto
a arcada dentária inferior deverá deslocar-se
para frente, em decorrência, principalmente,
do crescimento mandibular, durante o perío-
do de tratamento. - De acordo com Ricketts,
deduzimos que este avanço da arcada inferi-
or poderá estar, durante o período de trata-
mento, entre O e 5 mm - (basicamente, se-
gundo o grupo etário, sexo etc.).
Serão levadas em conta também, a critério
do ortodontista, as duas seguintes variáveis
que poderão interferir com os valores dos
"Acertos Originais" direito e esquerdo:
1) possível estacionamento ou retrocesso da
maxila, em virtude da mecânica empregada;
2) provável alteração de posição da mandí-
bula (côndilo - fossa), sempre que o ortodon-
tista tenha o cuidado de montar os modelos
iniciais em relação cêntrica. Dos itens "a" e
"b" resulta o valor numérico do "Acerto Ori-
ginal Direito".
4Q) Acerto Original Esquerdo
(fileira "C", lado esquerdo)
a) "ajuste nos modelos" (lado esquerdo):
medição da distância da cúspide vestibular
do segundo premolar superior esquerdo, ao
plano da face mesial do primeiro molar inferi-
or esquerdo, a fim de atingir-se a relação ânte-
ro-posterior correta, entre as duas hemiarca-
das esquerdas (Fig. IO.IV.5);
b) "previsão da relação da arcada inferior com
a superior": é considerada aqui, variável idên-
tica à adotada no parágrafo "b" anterior, ob-
servando as mesmas considerações adicionais
lá desenvolvidas, resultando o valor numéri-
co do "Acerto Original Esquerdo".
PREENCHIMENTO DO GRÁFICO
Os quatro valores básicos mencionados,
serão distribuídos no gráfico - de acordo
com o critério que virá expresso adiante -
em cinco fileiras horizontais, três para a arca-
da superior (A, B, C), e duas para a inferior
(D, E) (Fig. IO.IY.6). Os perfis das figuras den-
tárias que aparecem no centro das asas do
gráfico, junto à linha vertical "x", são uma vi-
são vestibular, das faces mesiais dos primei-
ros molares inferiores e das cúspides vestibu-
lares dos segundos premolares superiores,
corretamente relacionados. Estes dentes são
~'" ~- •.... " , •...•........... , "",.,. " •........ " '')-", •.......•
Fig. lO.IV.4 - Ajuste no modelo (lado direito). A dis-
tância da cúspide do primeiro premolar superior, à
face mesial do primeiro molar inferior, é de 4,5 mm.
as referências mais empregadas para medi-
rem-se os movimentos a que os hemiarcos se
submeterão. No entanto, em determinados
casos, outros dentes poderão ser adotados,
como será visto no exemplo da Figura 10.IY.S.
A "linha vertical demarcatória" (x) corres-
ponde sempre ao local de início do primeiro
vetor traçado, e os detalhes dos dentes foram
desenhados, guardando entre si, a relação ân-
tero-posterior correta, que deverão exibir
após a correção.
Resumindo, os quatro "valores básicos"
expostos, originam-se diretamente de um to-
tal de oito variáveis, de acordo com o seguin-
te quadro:
1- Linha Mediana
- De (discrepância cefalométrica)
- DMa (discrepância de mode-
lo, da área anterior); ambos
perfazem DTa (discrepância
total da área anterior)
2 - EFam - Profundidade média da cur-
va de Spee
- DMm (discrepância de mode-
lo das áreas médias); ambos
perfazem DTm (discrepância
total das áreas médias)
3 - AcertO{ - Ajuste no modelo (lado esq.)
Original - Previsão da relação da arcada
esquerdo inferior com a superior
4 - AcertO{ - Ajuste no modelo (lado dir.)
Original - Previsão da relação da arcada
direito inferior com a superior
Fig. lO.IV.5 - Ajuste no modelo (lado esquerdo). A
distância da cúspide do primeiro premolar superior,
à face mesial do primeiro molar inferior, é de 1,5mm.
Cada vetor a ser desenhado nas cinco filei-
ras, interliga-se com o adjacente, formando
um conjunto de direções e sentidos vários.
Ciente disto, é fácil admitir-se que nem todos
os vetores, embora presentes, são evidencia-
dos clinicamente. O sentido e a força de um,
poderão, eventualmente, anular ou modificar
o sentido e a força de outro. Daí, o valor
clínico para leitura final do gráfico, residir nos
chamados "vetores resultantes" (que serão
descritos posteriormente).
A Figura lO.IV.6 mostra o gráfico (no terço
inferior da ficha, preenchido em vermelho)
para a correção de um caso em que não foram
consideradas extrações dentárias.
Os valores que afetam a arcada superior,
estão anotados no corpo do gráfico (área cen-
tral), nas três primeiras linhas superiores. (O
vala numérico para o deslocamento da linha
mediana, está expresso na parte inferior.) As
quadrículas que a eles correspondem, conti-
nuam lateralmente, nas asas, ocupando as fi-
leiras horizontais" A", "E" e "C". As duas fi-
leiras horizontais "D" "E", dizem respeito, da
mesma forma, à arcada inferior. As cinco filei-
ras existentes lado a lado, são constituídas, a
partir da linha vertical demarcatória "x", de
oito quadrículas para o lado mesial, e dez
para o lado distal. Cada quadrícula equivale a
1 (um) milímetro de movimento.
É conveniente que as primeiras fileiras a se-
rem preenchidas, sejam a da arcada inferior, de
dentro para fora da asa (de "D" para "E"), e a
seguir, a da arcada superior, também de dentro
para fora da asa (de "C" para "A").É importan-
te lembrar que somente o primeiro vetor a ser
traçado se inicia na linha demarcatória "x", To-
dos os outros sucedem-se em continuidade, isto
é, iniciando-se cada um coincidente com a fle-
cha final do vetor anterior e localizado na fileira
adjacente, na seqüência recomendada.
Fileira "D"
Sendo o valor de "EFam", deduzido da arca-
da inferior (áreas anterior e médias), ao ser des-
tinado a cada hemiarcada, será dividido pela
metade, tendo sempre o sinal + ou -. Quando
tem o valor negativo (ou sigla "distal"), o vetor
correspondente progride para fora (no gráfico,
movimento distal): com o valor positivo (ou si-
gla "mesial"), o vetor é traçado para dentro
(movimento mesial). No exemplo da Figura
10.IV6,o valor de EFam/2 é igual a +3/2, isto é,
+1,5mm para cada hemiarco. Na fileira 'TI" in-
ferior esquerda, o vetor inicia-se na linha "x"
(zero),e segue em sentido mesial (por ser positi-
vo), ocupando 1,5quadrícula. Do lado direito, o
vetor segue igualmente, de zero a 1,5 mesial.
Isto indica que, no presente caso, de acordo com
a variável "EFam", os molares inferiores deveri-
am ser movimentados 1,5mm mesialmente, de
cada lado (sem, até agora, considerar-se a inter-
ferência dos vetores seguintes)..
Fileira "E"
Na parte inferior do corpo do gráfico, há
uma escala horizontal pontilhada (cada espa-
çamento equivalente a 1 milímetro) para a di-
reita e para a esquerda. Nela relacionam-se a
linha mediana "sagital" com a linha mediana
"simétrica". Com a flecha ali desenhada, o or-
todontista transfere o vetor correspondente,
para a fileira "E" (a partir do vetor de "D"-,já
traçado), sempre conservando o mesmo senti-
do do vetor, em ambos os lados.
Para a correção da linha mediana, os mo-
vimentos distais de um lado, correspondem
necessariamente, a movimentos mesiais do
outro. No exemplo, a linha mediana simétrica
está 1 mm à direita da linha medianasagital.
Portanto, para permitir a correção da linha
mediana simétrica, o primeiro molar inferior
esquerdo deve distalizar 1 mm, e o direito,
mesializar 1 mm, de acordo com os vetores
traçados nesta fileira, fazendo coincidir, as-
sim, a linha mediana simétrica, com a sagital.
Fileira "C"
Nos modelos articulados originais, em
ambos os lados, foram medidas, com um
compasso de pontas secas, as distâncias a se-
rem percorridas pelas cúspides vestibulares
do ,2, a fim de coincidirem com as faces me-
siais dos 6, como está no desenho impresso
nas asas do gráfico. Estes movimentos per-
mitem que se obtenha a relação ântero-poste-
riar correta, entre as arcadas. No lado direi-
to, calculou-se um movimento distal do ,2, de
4,5 mm. No lado esquerdo, da mesma forma,
deverá haver movimentação distal do ,2, de
1,5 mm. As movimentações dos premolares,
medidas da forma acima, serão alteradas se,
em virtude do crescimento mandibular, ocor-
rer qualquer movimento mesial da arcada
inferior, com relação à superior. Da mesma
forma, qualquer alteração de posição ântero-
posterior da maxila, merecerá conotação
idêntica (ver a descrição dos terceiros e quar-
tos valores básicos). Portanto, no presente
caso, tendo sido estimado um movimento
mesial de 1 mm, da arcada inferior, é eviden-
te que o premolar superior direito não deve-
rá distalizar-se 4,5 mm, mas, sim, 3,5 mm
(acerto original direito), a fim de que fique
assegurada deste lado, uma relação ântero-
posterior correta (ver desenho em norma la-
teral direita, no terço superior da folha de
planificação). Da mesma forma, do lado es-
querdo, o premolar, no modelo, deve distali-
zar-se 1,5 mm; porém, com o mesmo avanço
da arcada inferior, já estimado em 1 mm, de-
duz-se facilmente que o vetor corresponde
ao acerto original, no lado esquerdo, terá o
valor de 0,5 mm. O vetor da fileira C, lado
direito, ocupa 3,5 mm, partindo da linha "x",
em sentido distal, e o do lado esquerdo, 0,5mm,
partindo da linha "x", em sentido também
distal. Nos extremos finais, onde estariam as
flechas, estes dois vetores são ligados ver-
ticalmente para cima, com a fileira adjacen-
te, de onde se originarão os vetares das fi-
leiras "B".
"';'
".;
PLANIFICAÇÃO ORTODÔNTICA PADRÃo "CEEÓ"
,',
Data: _1_/._. _'(
Idade: -12 aLmPaciente: Sexo:~
Norma lat. dir. Norma frontal Sobremordída Norma lat. esq.
l\iuste nos 15
modelos: ~
prev, relação 1
arcoinfi'sup: .--
acerto n5.
original: ~
ajuste nos - .sI
modelos: #.
prev, relação ~
arco infi'sup: ---"-+
acerto
original: ~
linha medo I
simétrica ~ Linha I = •••+
NQ _
EXTRAÇÕES
Imediatasrt--r
a posterlorl
~
ANALISE DE ESPAÇO (mod. inf.) ESPAÇO FINAL
Áreas:
Anterior DMa = -0,5
DC = .• + x2= + 8
DTa: I+~5 I
Média DMm = - 2.,,5
Spee =- .2
DTm: I - 4:.~ I
+3DTam= I I
DMp= -22
=~
DTp: I - ~r I
Posterior
estimat./aum.
Total Geral: -14-
1 - Áreas anterior e média:
DTam= +3 mm
xp /1/ =+
mm r'l"'nsãO +fatores desgaste +
colaterais = mm dentíst.--
IEFaml +3
mento
=. I TOTAL
2 - Área posterior:
DTp= -ir mm
(EFam) = +3 mm
Ep = - 44- mm
xp----grg =+ 22 mm
IEFPI
_ -to 8-, I
{
GRÁFICO VETORIAL ORTODÔNTICO (S. Interlandi)
(vetorização: a partir da relação ântero-post. normal, entre as arcadas)
chaves de oclusão {segUndOS premolares superiores: cúspides vestibulares
usuais primeiros molares inferiores: faces mesiais
xx drícul 1 rddireit u ~ 'tua •••••• ~~'tu..:;
A 14 .-LINHA MEDIANA~ .-i A
B 1_I--00I .- EFam/2=+t6~ -"" B
C ' II +-----oo\.CERTOORIG~~ :..J C
••••••• '--" I _/. • • • • •• ~ I. . '_ '()J...••••
"Q,) ·"V: .~~, "'<~~-+ - - - - - - - - - - - - - - - - discrep, cefalom, (DC) - - - - - - - - V- - - - ~ - - - +- (1) ('I)
~'!f-+~ ? ~ ~ ~ ~ !!~!!~~~~? ~ +~. = mm ~ Z ~ ~ ~ ~ !! !!~~~~? ~+-1:~
;>~ •••••••• ~. • • • • • • ••••••• L •••••••• ('D ••--, _ •• ''1:''
D -+..'- EFam/2 ~ rt- D
E LL1 '-LINHAMEDIANA~ ~ E
.••Linha medo sagit. (inf.) .• -
54321Õ12345. . . . -!l... • . . .
'Linha medo simét. (inf.) ,.Çm~n
I
n
I
Fig. IO.IV.h 1'1 ,ANIJo'I( 'A(:I\I 1 (IN'I'lll II 'INTI( 'A I'AJ)RÃO "CEEO", No terço superior; ('Hlt)o 01' dl'HI'l1hm; do ('!lHO II !-lI'I' 11'111.11111,111111 \'111111','11111111\1\111ti
Na colunn "NtII'l1111 11II dlr' 1'111",1111.ó\, ti "11I'1'l'hIIll'IKII1I1I" «\R); em "Norrnn 1,1[. \'1'1'1.," ( O,[i); \'111 "Nonnn I'I't\IIIIII" '1111"'11'1 ~I' 11 111111,1I1l1'd hll 111111"1,\111111, "111
"Sobrcruonll.l.r". 1"1"1",, lU' 1\ dl~I"'I'I'"1111 \1'1111111111'11'11'11(,-I), \' om "HXTRA<:()I\S", III'l dl'l1h'" 111'1'1'1'1111"11'1111111
'h'yrrMtd,w. 'M '
Completando a vetorização
Das três fileiras relacionadas à arcada su-
perior, "13:' e "A" são ocupadas pelos vetores
relativos às variáveis "EFam" /2 e "Linha Me-
diana". (A técnica de planejamento do gráfico
exige que estes dois valores básicos, sejam
considerados igualmente, também na arcada
superior.) O critério de traçado dos vetores é
adotado nas colunas correspondentes da arca-
da inferior ("D" e "E") com os mesmos valo-
res. A flecha do vetor superior direito ("13")
inicia-se na quadrícula acima do vetor de "C"
(já traçado), e caminha +1,5 quadrícula mesi-
al, terminando em 2 mm distal. Do lado es-
querdo, o vetor de "C" distalizou-se -0,5 mm;
portanto, iniciou-se aí, na fileira adjacente su-
perior, o vetor de "13" (+1,5) para o lado me-
sial (positivo), terminando com a flecha em
+1 mesial.
A fileira "A", correspondente à linha medi-
ana, deve merecer o mesmo tratamento: O ve-
tor de 1 mm deve ser colocado em sentido dis-
tal, no lado esquerdo (flecha em O). No lado
direito, será colocado em sentido mesial (com a
flecha terminando, portanto, em -1 distal).
Vetores Resultantes
Na arcada superior, tanto no lado direito
como no esquerdo, a distância, a partir da li-
nha vertical demarcatória (x), até a flecha do
último vetor traçado (fileira "A"), correspon-
de a um vetor denominado "resultante". Na
arcada inferior, a distância de "x" até a flecha
do vetor da fileira "E", corresponde igual-
mente, em cada lado, a um vetor "resultante"
inferior. Haverá, portanto, quatro "vetores re-
sultantes", dois relativos aos movimentos da
arcada superior e dois aos movimentos da ar-
cada inferior (lados direito e esquerdo).
Após identificado, cada "vetor resultante"
deverá ser traçado originando-se da linha de-
marcatória "x", na escala horizontal pontilha-
da, partindo dos dentes ali desenhados. Os
vetores que apontam para fora, denotam os
movimentos distais, e os que apontam para o
centro, os mesiais. Cada um deles expressa
exatamente, o sentido e a extensão, em milí-
metros (com aproximação de 0,5), de movi-
mento (mesial ou distal) que deve ser realiza-
do pelo dente que, na realidade, representa
todo o hemiarco correspondente.
No exemplo da Figura 10.lY.6,os "vetores
resultantes" são:
1) hemiarco superior direito = 1 mm em
direção dista I;
2) hemiarco inferior direito = 2,5 mm em
direção mesial;
3) hemiarco superior esquerdo = O coinci-
dente com "x";
4) hemiarco inferior esquerdo = 0,5 mm
em direção mesial.
A observância dos valores acima relacio-
nados, implica num planejamento que deverá
permitir movimentos que obedeçam vetores
resultantes de cada hemiarco. Além da visua-
lização "espacial" dos vetores localizados no
gráfico, o ortodontista dispõe também dos
valores numéricos que devam ser obedecidos.
É evidente que qualquer caso considerado,
deverá ter os dentes anteriores, subordinados
às movimentações ortodônticas de cada hemi-
arco, condição essencial para a correção da
"discrepância cefalométrica" da maloclusão
original.
Áreas inferiores do gráfico (sob as asas)
Sob cada asa do gráfico, há um desenho
do primeiro molar do lado correspondente,
distal à linha "x", e tendo ao lado, um traço
horizontal em que serão demarcados o senti-
do (com cabeça de flecha) e o número demilí-
metros (em cima) em que aqueles dentes de-
verão movimentar-se. Estes valores coinci-
dem, é claro, com o dos "vetores resultantes",
na linha pontilhada, dentro de cada asa.
O desenho da cúspide dos segundos pre-
molares deverá ser feito em cada lado (acima
dos molares), copiando a mesma posição que
ocupam nos modelos originais articulados
(ver na página de planificação, os valores nu-
méricos de "ajuste nos modelos"). A cúspide
do premolar desenhado, coincidirá com a li-
nha horizontal pontilhada, próxima à face
oclusal do molar (com pontos já distanciados
dois milímetros um do outro, o que facilita a
localização do desenho a ser feito).
Em cada um dos traços horizontais acima
mencionados, deverá ser desenhada uma fle-
cha que indicará o sentido do' movimento
(distal ou mesial), das hemiarcadas. Sobre o
traço será colocado ainda, o valor em milíme-
tros, daquele movimento. Há, portanto, no
exemplo da Figura 10.IV.6,um vetor para o
molar inferior esquerdo, de 0,5 mm e sentido
mesial, e para o molar inferior direito, de 2,5
mm, de sentido mesial. Os vetares dos segun-
dos premolares superiores serão de O mm
para o' lado esquerdo, e 1 mm distal, para o
lado direito.
Teste de exatidão dos resultados
Após o preechimento de cada área inferior
do gráfico, é simples o teste a que se deve
recorrer, para verificar a exatidão dos resulta-
dos numéricos obtidos:
Se os dois vetares finais de cada lado, tive-
rem o mesmo sentido, subtrai-se o menor do
maior, e o resultado deverá ser igual ao "acer-
to original" expresso no corpo do gráfico, no
lado correspondente. Se o sentido dos vetares
for oposto, somam-se os valores numéricos
dos vetares finais, obtendo-se, também, um
número que deverá, da mesma forma, ser
igual ao "acerto original" do mesmo lado.
CASO COM EXTRAÇÃO
A Figura 10.IY.7mostra a resolução vetori-
al de um caso com extração dos quatro pri-
meiros premolares (e dos terceiros molares),
em que se faz necessário reajustarem-se os ve-
tares resultantes, como será visto, modifican-
do-se assim, o plano de tratameno inicial (um
dos ensejos do gráfico). Os dados para preen-
chimento do gráfico são mostrados na página
de planificação ortodôntica adotada pelo
CEEO (Centro de Estudo e Ensino Ortodônti-
cos).Numa mesma página estão condensadas
as seguintes informações:
(no terço superior)
1 - Título da página e data de início da
correção.
2 - Nome, sexo, idade e número do pa-
ciente.
3 =-a) Espaçospara desenharem-se em cor
de destaque, os detalhes das arcadas, em
norma lateral direita, nonna frontal, so-
bremordida e norma lateral esquerda (co-
piados dos modelos articulados iniciaise
da telerradiografia lateral).
b) Espaços para os cálculos dos a
tos originais" direito e esquerdo, da e-
marcação da "linha mediana simétrica
e da "discrepância cefalométrica", o de-
senho da sobremordida. (No presente
caso, foi adotada a "Linha I", do autor.)
4 - Esquema indicativo de extrações
"imediatas" e "a posteriori".
(no terço médio, à esquerda)
5 - "Análise de Espaço" do modelo in-
ferior, nas áreas anterior e médias. (Os
cálculos referentes às áreas posteriores
- segundos e terceiros molares inferio-
res -, embora necessários na planifica-
ção, não são empregados no preenchi-
mento do gráfico.)
(no terço médio, à direita)
6 - Cálculo do Espaço Final" das áreas
anterior e médias, em que se podem
adicionar valores numéricos positivos
ou negativos, relativos aos seguintes
fatores colaterais presentes na chave à
direita:
a) expansão de arcada:
Sempre que for adotada, a expansão
implica em ganho de algum espaço,
que irá aumentar o valor do "espaço
presente" (EP).
b) desgaste interproximal:
A diminuição dos diâmetros mésio-dis-
tais dos dentes, tanto anteriores como
posteriores, à custa de desgastes das fa-
ces mesiais e distais, constitui-se num
recurso vantajoso que diminuirá o "es-
paço requerido" (ER).
c) dentística:
As intervenções clínicas, em dentística,
possibilitam alterações nas dimensões
mésio-distais, o que poderá aumentar
ou diminuir o "espaço requerido" (ER).
d) relação lábio-mento:
Quando. a saliência tegumentar do
mento for exígua, em comparação com
a do lábio superior, Merrifield/" acres-
centa um valor negativo na "discrepân-
cia cefalométrica", aumentando, conse-
qüentemente, a inclinação lingual dos
incisivos inferiores. Esta providência,
segundo aquele autor, permite um rela-
xamento e descenso da musculatura do
mento, salientando-o e provendo me-
lhor harmonia com os lábios.
7 - Na parte inferior da página acima
descrita, está a impressão do GRÁFICO
VETORIAL ORTODÔNTICO.
Para efeito de simplificação, no caso pre-
sente da Figura 10.IV.7, será exposta apenas a
seqüência de operações para o preechimento.
Os quatro valores básicos, já calculados, estão
visíveis no corpo do gráfico, estando o leitor,
portanto, capacitado para manipulá-los de
acordo com o que foi explicado anteriormente.
1) "Linha mediana": a "simétrica" (inferi-
or) será desloca da para a direita (do paciente),
3 mm, a fim de coincidir com a "sagital".
2) "Espaço final das áreas anterior e mé-
dia": para o cálculo do EFam, além das variá-
veis já expressas no texto, foi considerado
também, neste caso, o fator colateral denomi-
nado "mente", segundo a explicação referente
ao item "d" para o cálculo do Espaço Final
(informação nº 6, acima).
Portanto, os dados da Análise de Espaço são:
DMa= - 5
DC = 6 x 2 = -12 (DTa = - 17)
DMm= -1
Spee (profundidade média) = -2 (DTm = - 3)
Discrepância Total da Área anterior e média = -20
Os cálculos acima levam a um EFam = -8
(Ver seqüência no quadro da direita relativo ao
"Espaço Final", lembrando-se que os valores
expressos referentes à área posterior, não são
considerados para o preenchimento do gráfico).
Portanto, EFam / 2 = -4
3) "Acerto original direito":
"ajuste nos modelos" do segundo premo-
lar sup. direito = 2,5 (distal)
Na "previsão da relação da arcada inf. com
a sup.", foi estimado um "avanço" de +2. O
"ajuste nos modelos" é, então, alterado, resul-
tando num valor para o "acerto original direi-
to", de 0,5 (distal).
4) "Acerto original esquerdo":
"ajuste nos modelos" do segundo premo-
lar sup. esquerdo = 2 (distal)
Sendo a "previsão da relação da arcada
inf. com a sup". = +2, o "ajuste nos modelos"
será zero para o lado esquerdo.
Vetorização
Os quatro valores básicos acima, e que ali-
mentem o gráfico; são empregados no seguin-
te es'1uema para a seqüência de vetorização:
- fileira D-
lado esquerdo: traçar, de "x", 4 quadrícu-
Ias dj~·:.js e conectar verticalmente, à ·C;L,.l'8.'r1:~
cula iruerior (da fileira "E"). "
lad: direito: traçar, de "x", 4 quadrículas
distais e conectar verticalmente, à quadrícula
inferior (da fileira "E").
- fileira E-
lado esquerdo: traçar, da conexão vertical
da fileira "D", 3 quadrículas mesiais, e dese-
nhar a flecha do vetor resultante, em 1 (dis-
tal).
lado direito: traçar, da conexão vertical da
fileira "D", 3 quadrículas distais, e desenhar a
flecha do vetar resultante, em 7 (distal).
- fileira C-
lado esquerdo: traçar, de "x", zero quadrí-
cula e conectar verticalmente à quadrícula su-
perior (da fileira "B").
lado direito: traçar, de "x", 0,5 quadrícula
distal e conectar verticalmente, à quadrícula
superior (da fileira "B").
- fileira B-
lado esquerdo: traçar, da conexão vertical da
fileira "C", 4 quadrículas distais, e conectar verti-
calmente à quadrícula superior (da fileira "A").
lado direito: traçar, da conexão vertical da fi-
leira "C", 4 quadrículas distais, e conectar verti-
calmente, à quadrícula superior (da fileira "A").
- fileira A-
lado esquerdo: traçar, da conexão vertical
da fileira "B", 3 quadrículas mesiais, e dese-
nhar a flecha do vetor resultante em 1 (distal).
lado direito: traçar, da conexão vertical da
fileira "B", 3 quadrículasdistais e desenhar a
flecha do vetor resultante em 7,5 (distal). ~
REAJUSTE DE VETORES
o exame dos "vetares resultantes" pode
alertar quanto à impossibilidade de movi-
mentos, cujas extensões ultrapassem os limi-
tes aceitos pela experiência clínica. Isto po-
derá sugerir, inclusive, a necessidade de alte-
ração do plano inicial de tratamento (o quê
nãoA9i o caso, por exemplo, daf.jgura
10.IV.6). Conseqüentemente, os "vetores re-
sultantes" deverão ser alterados segundo o
critério do ortodontista, em benefício de mo-
~entos julgados clinicamente viáveis. Se-
rã-::><;ti\9rtanto,traçados no m~s:tpo~JJ.áfico,
novos vetares modificados, que se lecaliza-
rão .paralelos aos primeiros,.agora .1~'l'\ndoo
nome de "vetores reajustados". Estes estarão
nas linhas tracejadas que terminam nos ex-
tremos laterais do gráfico, com os dizeres:
"vetares-reajuste". Em virtude desta modifi-
cação do plano de tratamento, o valor supri-
mido de um "vetar resultante", para o traça-
do dos "vetores reajustados", deve ser igual-
mente deduzido de todos os outros três veta-
res das arcadas- superior e inferior, dos lados
direito e esquerdo. Isto acontecendo, a corre-
ção da "discrepância cefalométrica", que
aparece no centro do gráfico, será também
alterada, pois, os incisivos inferiores exibirão
no final, posição deslocada para a frente,
numa distância igual ao valor suprimido dos
vetores. Aos incisivos inferiores é, então, re-
servada após a correção, nova posição final,
expressa no corpo do gráfico, onde se lê
"discrep. cefalom. (DC)". O desenho oclusal
dos dois incisivos inferiores está original-
mente, obediente ao plano de tratamento ini-
cial, isto é, sem" discrepância cefalométrica".
Eles receberão uma flecha, cujo eixo já está
traçado entre os dois dentes, indicando o va-
lor numérico e o sentido da alteração. O va-
lor corrigido da discrepância cefalométrica
(DC), será expresso em milímetros, no centro
do gráfico, ao lado do desenho dos incisivos
centrais inferiores. Terá sinal positivo ou ne-
gativo, segundo a posição estimada do den-
te, seja lingual ou vestibular. (Ao lado, a
"OC" é dobrada, para identificação em milí-
metros, do valor total da discrepância, que
persistirá após a correção).
A possibilidade de se reajustarem os vetares
resultantes, é de grande valor prático na com-
plementação da planificação do tratamento.
O vetor resultante, referente ao hemiarco
superior direito do caso da Figura 10.N7, in-
dica, em obediência ao plano de tratamento
inicial, a necessidade de uma distalização de
7,5 mm. Esta extensão de movimento, sendo
considerada excessiva, leva o clínico, de acor-
o do com suá experiência, a reduzi-Ia de 4,5
mm (o que resulta em movimento distal de 3
mm), mesmo com prejuízo da "discrepância
cefalométrica" final que será também de -4,5
mm. Com este critério, o "vetor resultante"
será substituído por um "vetar reajustado" de
3 mm, que será o vetar final, localizado na
linha tracejada correspondente.
Esta nova proposta de distalização da he-
miarcada superior direita, permite a iniciação
do tratamento, como um alvo mais viável.
Uma vez aceita esta redução de 4,5 mm, os
outros três vetares resultantes, como foi expli-
cado, devem também ser diminuídos de 4,5
mm em seus valores. Os novos "vetares reajus-
tados" serão traçados nas linhas tracejadas cor-
respondentes, em substituição aos "vetares re-
sultantes". Da mesma forma,' corrige-se a dis-
crepância cefalométrica zero, no corpo do grá-
fico,para uma DC de -4,5mm (total de -9mm).
As áreas inferiores do gráfico mostrarão os
seguintes valores numéricos, que serão os
movimentos ortodônticos a serem executados
nas hemiarcadas correspondentes:
segundo premolar sup. esq.: 3,5 mm mesial
primeiro molar inf. esq." 3,5 mm mesial
eegundopremoiar sup. dir.: 3 mm distal
primeiro molar inf. dir:" 2,5 mm distal
Os movimentos ortodônticos acima defi-
nidos pelos vetores reajustados, expressam
matematicamente, o término do caso, com
uma discrepância cefalométrica (DC) de -4,5,
isto é, os incisivos centrais inferiores estarão
4,5 mm à frente do que foi determinado pelo
plano inicial de tratamento, mostrado inicial-
mente, pelos "vetares resultantes".
É de se lembrar que as análises numéri-
cas, usualmente empregadas para o cálculo
da discrepância cefalométrica (Tweed, Stei-
ner, Holdaway, Reidel e outros), bem como
as estabelecidas à custa de amostras popula-
PlANIFICAÇÃO ORTODÓNTICA PADRÃo "CEEO" Data:_I_L_
Paciente: A.~ A.M. Sexo: ri' Idade:Jl..a_m
Norma lat. dir.
~
ajuste nos 51
modelos: #.
prev. relação .,
are. inf/sup: ...&...,.
acerto _1l~5.
original: ~
Norma frontal Sobremordida
Linha I
Norma lat. esq.
~_6
. ~l\)uste nosmodelos: :
prev. relação 2
are. inf/sup: ~
acerto ~
original: .;.J4
NQ ~.2B8
EXTRAÇÕES
imediatas
~
~
a posterlorl
~
linha medo
simétrica ~
Áreas:
ANALISE DE ESPAÇO (mod. inf.) ESPAÇO FINAL
Anterior
DC=~
Média
Posterior
estimat./aum.
DMa= -5
x2= -12
DTa' I'" ff. I
DMm= -1
Spee =- 2
DTm' I ..•.3. I
DTam=1 -20
DMp= O I
=+ /
DTp: I O I
Total Geral: -22
1-Áreas anterior e média:
DTam= -20 mm
xp~=+i+ mm {.xpaIL'ãO +
fatores - -2 desgaste +colaterais mm dentíst.
...8 mento - -y-IEFaml I TOTAL -z-I
2 - Área posterior:
DTp= O mm
(EFam) = -8
Ep= -8
xp----grg =+ 22
IEFPI =~
mm
mm
mm
GRÁFICO VETORIAL ORTODÔNTICO (S. Interlandi)
(vetorização: a partir da relação ântero-post. normal, eotre as arcadas)
chaves de oclusão {segUndOS premo lares superíores: cúspides vestibulares
usuais primeiros molares inferiores: faces mesiais
x 1 x
Fig. lO.IV.7 - GRÁFICO VETORIAL-Extração dos primeiros premolares superiores e inferiores. Chaves de oclusão: segundos premolares superiores e'
primeiros molares inferiores. O gráfico mostra que o plano de tratamento inicial deve ser modificado, em virtude dos "vetores resultantes" denotarem grande
extensão de movimento distal das arcadas. Após a redução de 4,5 mm, os "vetores reajustados" autorizam o tratamento, em condições mais favoráveis. O caso
será terminado, no entanto, com uma discrepância cefalométrica de -4,5 mm. .
drículdireit u .••" '1UiI 111111"" O:"'1UO:1UU
A ~ .--UNHAMEDIANA--+ A
B .-- EFam/2 =- + --+ B
C. L. ~~r.0ORIG~~~--+ C
., ',[/. • • • • • • • I -. -. • •••••• ,~ •••••••i·t~? ~ ~ ~ ~~ !~~~~~? ~ + ~eral::.;C:m ~ i ~~~~3 2 1 li! ~ ~ ~ ~ ~ ? ~:t'l
;> •.•• .:; • • • • • • •• -4~ • • • • • • • • ~ • • • .,. •• ('D ••
D .-- EFam/2 --+ D
E I' .--UNHAMEDIANA--+ I E
U I I mesial •..Linha medo sagit. (inf.) ,
• I 54321Õ12345
~ ~ (2mm) • • • • •1:. f··
5. ~ . . . . .. "'Linha medo simét. (iof.) " n
I
{
~
cionais nacionais, corno a do autor (Linha 1),
revestem-se de urna circunstância clínica lá-
bil. Portanto, elas devem ser entendidas
corno meras contribuições para o estabeleci-
mento de um alvo ortodôntico. Esta idéia
colide com a possível rigidez daquelas pro-
postas iniciais, porém, o exame de tecido
mole, crescimento, grupo etário, sexo e raça,
por certo, autorizará o ortodontista a desvin-
cular-se das mesmas, em benefício das possí-
lidades mecânicas do tratamento e de melho-
res resultados estéticos. É imperioso que se
considere o enunciado de Mcl-Jamaraê'" (pág.
19): "Sempre que exista urna discrepância
entre os valores de urna avaliação cefalomé-
trica e o exame clínico, referentes à posição
da maxila, este último deverá prevalecer".
EXTRAÇÃO SOMENTE DOS PRIMEIROS
PREMOlARES SUPERIORES
A Figura 10.IY.Sdiz respeito a um plano
de tratamento que prevê a extração somente
dos primeiros premolares superiores. O de-
senho das cúspides, na metade superior de
cada asa do gráfico, diz respeito não mais ao
segundo premolar superior, mas, sim, à cús-
pide mésio-vestibular do primeiro molar su-
perior (veja a notação "6" grafada no próprio
desenho). Em virtude das extrações mencio-nadas, esta cúspide mostra urna relação de.
Classe II com o primeiro molar inferior, o
quê deverá permanecer após o tratamento.
São os seguintes, os quatro valores, na se-
qüência de vetorização (ver a página de pla-
nificação do presente caso):
- fileira D-
lado esquerdo: traçar, de "x", meia quadrí-
cula mesial, e conectar verticalmente, à qua-
drícula inferior (da fileira E).
lado direito: traçar, de "x", meia quadrícu-
la mesial, e conectar verticalmente, à quadrí-
cula inferior (da fileira E).
- fileira E-
lado esquerdo: traçar, da conexão vertical
da fileira D, 1,5 quadrícula distal, e desenhar
a flecha do vetor resultante, em 1 (distal).
lado direito: traçar, da conexão vertical da
- eira D, 1,5 quadrícula mesial, e desenhar a
flecha do vetar resultante, em 2 (mesial),
- fileira C-
lado esquerdo: traçar, de "x", 2,5 quadrícu-
las mesiais, e conectar verticalmente, à qua-
drícula superior (da fileira B).
lado direito: traçar, derx", 3,5 quadrículas
mesiais, e conectar verticalmente, à quadrícu-
la superior (da fileira B).
- fileira B-
lado esquerdo: traçar, da conexãovertical da
fileiraC, 0,5 quadrícula mesial, e conectar verti-
calmente à quadrícula superior (da fileiraA).
lado direito: traçar, da conexão vertical da
fileira C, 0,5 quadrícula mesial, e conectar ver-
ticalmente à quadrícula superior (da fileira A).
- fileira A-
lado esquerdo: traçar, da conexão vertical
da fileira B, 1,5 quadrícula distal, e desenhar a
flecha do vetor resultante em 1,5 (mesial).
lado direito: traçar, da conexão vertical da
fileira B, 1,5 quadrícula mesial, e desenhar a
flecha do vetar resultante, em 5,5 (mesial).
Análise do "vetor resultante".
O "vetor resultante" referente ao hemiarco
superior direito, exige um movimento de 5,5
rnrn, portanto, de longa extensão. Porém, o
sentido do movimento é mesial, e as condi-
ções examinadas para a movimentação, são
favoráveis, o que é, no entender do ortodon-
tista, mecanicamente viável, e permite, por-
tanto, aceitar-se o plano de tratamento, sem
recorrer aos vetores reajustados.
Teste de exatidão
Da mesma forma corno foi explicado no
caso da Figura 10.IV.6,a diferença entre os
dois vetores finais, do lado direito (vetores de
mesmo sentido), é de 3,5 rnm, igual ao "acerto
original" do lado correspondente. A sorna dos
dois vetares finais do lado esquerdo (vetores
de sentido contrário), é de 2,5, igual ao acerto
original correspondente, expresso acima. Es-
tes dois cálculos comprovam a veracidade
dos vetores traçados no gráfico, e conferem
toda credibilidade ao mesmo.
CASO COM DESGASTES INTERPROXIMAIS
Refere-se a um tratamento sem extração,
porém, programado com desgastes interpro-
ximais de 9,5 mm feitos nos premolares, cani-
nos e incisivos inferiores (Fig. lO.IV.9).
Tendo seguido a análise dos casos anterio-
res, o leitor, certamente, entenderá o preenchi-
mento do gráfico da Figura lO.IV.9com os
valores ali presentes.
No quadro referente ao cálculo do "Espaço
Final", veja em "fatores colaterais", a adição
de +9,5mm, em virtude dos desgastes menci-
onados. Note-se, também, que o valor final da
De (discrepância cefalométrica), após a corre-
ção do presente caso, ficará em -4, decidido
com o reajuste dos vetores.
PLAJIi{IFICAÇÁO ORTODÔNTICA PADRÃo "CEEO" Data: _I_/._
Paciente: r. F. c;. Sexo: if Idade: 13 a_m
Norma lat. dir. Norma frontal Sobremordida
Linha I = ..••1
Ng.A44S
Norma lat. esq. EXTRAÇÕES
ajuste nos 61
modelos: ~
prev: relação 2 5
arc. mf/sup: ~
acerto =====
original: ~.51
~
li.nh~ f!1ed. .~!f ..
símêtríca ~
Áreas:
ANALISE DE ESPAÇO (mod. inf.)
Imediatas-+-
Anterior DMa = -l-'-----
x2 = ..••.2
DTa: 1 .•• 1 1
DMm= O---=-_ ...
Spee =- 2--=~
DTm: 1-2 1
DTam= i -4
DMp= ••.•~8 I
=+ 12
DTp: I' -6 1
DC = 1-~---:...--'------
Média
Posterior
estimat./aum.
Total Geral: -1
!\iuste nos 16
modelos: ~
prev: relação ~ S'
are. mf/sup: #4=-
acerto =====
original: #:.
a posterlorl
+
ESPAÇO FINAL
1-Áreas anterior e média:
DTam=~mm
xp / 1/ =+
mmrX28D'áO +
fatores
=+2
desgaste +~
colaterais mm dentíst.---
_T1 mentoIEFaml i TOTAL +,r-I
2 - Área posterior:
DTp= -b
(EFam) = -\-1
Ep= -5
xp~=+ mm
mm
mm
mm
IEFpl = I I
GRÁFICO VETORIAL ORTODÔNTICO (8. Interlandi)
(vetorização: a partir da relação ântero-post, normal, entre as arcadas)
chaves de ocJusão {segUndOS premo lares superiores: cúspides vestibulares
usuais primeiros molares inferiores: faces mesiais
x xdrículdireit 1 rd
Fig. lO.IV.8 - Caso com extração de dois primeiros premolares superiores. Note que as movimentações básicas serão mesiais, com cxcoção do
hemiarcada inferior esquerda. A chave de oclusão superior será à custa dos primeiros molares permanentes, e não, dos segundos prcmolnres, mmo (,
usual. No cálculo do Espaço Final (EF), considerou-se o desgaste interproximal dos incisivos inferiores, para um ganho de 2 mm, OH Vl'lOl'('H 1't'HltlllIllll!
não foram modificados, o que permite deduzir-se que o tratamento, em obediência a todos os vetores, resultará. ncccssariarnonte, 11I11ll 11'1'1111110 HI'Il1
discrepância cefalométrica.
u ,/ 'lua ......,./ ~~'1U~
A t-" +--LINHA MEDIANA~ - ~ A
B I~ +-- EFam/2 =+Q,5~., B
C I J +---ACERTO ORIGINAL~ '- i-r- C
••••••• '-./../ • •• ~ I #+ :~lV.. · . · ..~.i'"8 7 (; 5 '4 j i i\v'i i j' 4 5 li ; 8 + dlsc~p. cefalom. (DC) 8:; li 5 4 j i i l/i i j 4 5 li 7 fi +-~,~
QS~ ••• - - - - - - - - - - - - - - - - $ = mm - - - - - - - - - - - - - - - - +-S!l.!Jl> •...•••••••• ~ • • • • • • • ••••••• Lla ••••••• ('1) ••---, - .. ~,
D ., +-- EFam/2 ~ r D
E LHI +--LINHA MEDIANA~ L~ E
- .••Linha medo sagit. (inf.) , _. -
54321Õ12345.... ~ .....
'Linha medo simét. (inf.) ,.
~ nI {n.
PLANIFICAÇÃO ORTODÓNTICA PADRÃo "CEEO"
Paciente: S.e. Sexo:~
Data:_/._/._
Idade: 22 a~m
Norma lat, dir.
ajuste nos
modelos:
prev. relação
are. inf/sup:
acerto
original:
Norma frontal Norma lat. esq.
ajuste nos
modelos:
prev. relação O
are. inf/sup: +--
acerto O
original: -:---f
linha medo
simétrica ~ Linha I =..;. +
NQ 1501
EXTRAÇÕES
Imediatas
LU
818
a posteriori
+
Sobremordida
Áreas:
ANALISE DE ESPAÇO (mod. inf.) ESPAÇO FINAL
Anterior
Média
Posterior
estimat./aum.
DC= -f
DMa= -2J5
x2= -8
DTa: I -1qS
DMm= •.•3 I
Spee =- 4
DTm: I --,. I
DTam= , -~~5, ,
DMp= ---~
=~
DTp: I I
Total Geral:
1-Áreas anterior e média:
DTam = -1l5 mm.
xp7V =. mm rpansãO +
fatores 9.5 desgaste +~
colaterais = +' I mm deniÍst.. ---_ 8 mento
i' '{.5IEFaml =, , TOTAL
2 - Área posterior:
DTp= mm
(EFam) = mm
Ep= mm
xp~=+ mm
IEFPI - , ,
Fig. lO.IV.9 - o gráfico deste tratamento mostra que o ortodontista deverá recorrer à modificação dos vetores resultantes, se não quiser autorizar
extrações de premolares. No cálculo do ESPAÇOFINAL, vê-se que estão preconizados desgastes interproximais de 9,5 mm para compensar, certamente,
uma DTam (discrepância total das áreas anterior e"médias) de -17,5mm. A finalização é prevista com uma De (discrepância cefalométrica) de -4mm.
GRÁFICO VETORIAL ORTODÔNTICO (S. Interlandi)
(vetorização: a partir da relação ântero-post. normal, entre as arcadas)
chaves de oclusão {segUndOS premolares superiores: cúspides vestibulares
usuais primeiros molares inferiores: faces mesiais
x x1 rdUIl"\!UU "" lfUitUU\:UUlõ .I. •••••• " ""'"'lU""
A 1-1 ~LINHAMEDIANA-' I....., A
B ,~ EFam/2=-4--. B
C r. +---AC,ElUO ORIGINAL-. •• C
1'- 4: _.0. I _.0. .'\..... /
•• G,) ••••• -,. • • • • • •• •• •• ••••••• ,~",",----+,· .. ....<
~.!-8 ; 6 5 4 j i ~ i j 4 5 6 7 fi + dlsc~p. cefalom, (DC) fi 7 6 5 4 j i i f1 i j 4 5 6 ; 8+-~.~
GS ~- - - - - - - - - ~ - - - - - - - ~ = - B mm - - - - - - - - ~ - - - - - - - +-~~> •...••••• ~ • • • • • • •• L • • • • • • • • til. ••• <1> ••
• --r1\
D I ~ EFam/2 -. D
E H ~LINHAMEDIANA-' H E
.. . •. Linha medo sagit. (inf.) •• mesial I dist .
:~~: tI! :~~~ (2mm) ....• ~.. ~
Linha medo simet. (inf.) '- I~ .Aç n, {
••....•.•" ••......• '-' •...•.•,.,,, \ u/\..,.IL.. ••.• 1/\1"\ 1\ •• '1.\........,\y/\\....I
CONSIDERAÇÕES FINAIS
- São inúmeras as alternativas de preen-
chimento do GRÁFICO VETORIAL ORTO-
DÔNTICO. Por serem todas elas sistematiza-
das, a inclusão desta documentação na pasta
do paciente, é extremamente simples e rápida.
Não exigirá mais que alguns minutos do orto-
dontista, e enriquecerá sobremaneira, a visão
prévia - e necessária - dos aspectos relati-
vos às movimentações dentárias.
Em ortodontia, é indiscutível a aceitação
REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS E LEITURAS
RECOMENDADAS
1. ABRAHAM, R.A. - A cephalometric investi-
gation of craniofacial growth based on an oc-
clusal reference system. Angle Orthodont.,
39(3):198-208, July 1959.
2. ADAMS, J.W. - Cephalometric studies on the
form of the human mandible. Angle Ortho-
dont., 18(1/2): 8, Jan./ Apr. 1948.
3. ADLER, L.K. & HOROWlTZ, S.L. - Duplica-
tion of cephalometric roentgenographic and
tracings. Angle orthodont., 34(3):231-3, [uly
1964.
4. ALEXANDER, W. - The Alexander discipline
- Contemporary concepts and philosophies.
USA. Ormco Co. 1986, 461p.
5. ALESSANDRA, P. - Cephalometric evaluati-
on of the facial profile in adolescence. Amer. J.
Orthodont., 48(3):220-1, Mar. 19621Resumo /.
6. ANDERSON, G.M. - Practical orthodontics. 7.
ed., Saint Louis, Mosby, 1948. 556 p.
7. ANDERSON, J.P. et alii - A cephalometric
study of profiles changes in orthodontically
treated cases ten years out of retention. Angle
Orthodont., 43(3):324-36, [uly 1973.
8. ANGLE, E.H. - Classification of malocclusi-
on. Dent. Cosmos, 41(2):248-64, Feb. 1899.
9. ANGLE, E.H. - Malocc/usion of the teeth. 7.
ed., Philadelphia, S.S. White, 1907, 628 p.
10. APPLEBAUM, E. - Integration of anatomic
and cephalometric studies of growth of the
head. Amer. J. Orthodont., 39(8):612-22, Aug.
1953.
11. ATKINSON, S.R. -Anatomic factors guiding
treatment therapy. Trans. Amer. Ass. Ortho-
dont., p. 59-75, 1942.
12. ATWOOD, D.A. - Cephalometric study of
the clinical rest position of the mandibble.
Part II. - The variability in the rate of bone
de que a máxima intercuspidação ortodôntica
deva coincidir com a relação cêntrica. O estu-
do pormenorizado da seqüência vetorial será
de grande valia na visualização dos diversos
movimentos dentários implicados naquela
afirmação.
A experiência advinda do emprego cons-
tante do gráfico, permitirá também, fazer-se
de relance, uma análise geral das possibilida-
des clínicas e limitações de cada caso, o que é
de vital importância na abordagem inicial de
qualquer tratamento ortodôntico.
loss following the removal of occ1usal con-
tacts. J. Prosth. Dent., &(4):544-52, [uly 1957.
13. BAHADOR, M.A. & HIGLEY, L.B. - Bite
opening: A cephalometric analysis. J. Amer.
dent. Ass., 31:343-52, Mar. 1944.
14. BALBACH, D.R. - The cephalometric relati-
onship between the morphology of the man-
dible and future occ1usal position. Angle Or-
thodont., 39(1):29-41, [an. 1969.
15. BALDRIDGE, J.P. - Further studies of the re-
lation of the maxillary first permanent molars
to the face in Class I and Class II malocc1usi-
on. Angle Orthodont., 20(1):3-10, Jan. 1950.
16. BALGRIDGE, J.P. - A study of the relation of
the maxillary first permanent molars to the
face in Class I and Class II malocc1usions. An-
gle Orthodont., 18(1/2):10-1, [an.z'Apr, 1948.
17. BALLARD, c.F. - Role of teleroentgenogra-
phy in orthodontic diagnosis and treatment.
Acta CMF, 1:23-4, 1957 apud Dentt. Abstr.,
3(1):33, Jan. 1958.
18. BAPTISTA, J.M. - Traçãoextra-bucal. Diagnose
e Terapia.Santos Ed., S. Paulo - 255p. 1985.
. 19. BARNES, J.Q. - Serial cephalometric studies
of facials and denture pattems in children ha-
ving excellent occ1usion using angular and li-
near measurements. Amer. J. Orthodont.,
41(3):231-2, Mar. 1955.
20. BARTON, J.J. - High-pull headgear versus
cervical traction: a cephalometric comparison.
Amer. J. orthodont. 62(5):517-29, Nov. 1972.
21. BATRES, L.G.M. - Crescimento mandibular -
Alguns conceitos de importância para a ortodon-
tia. São Paulo, 1975. IMonografia - Mestrado
- Faculdade de Odontologia USP1
22. BAUM, A.T. - Cephalometric evaluation of
the normal skeletal and dental pattem of chil-
dren with excellent occlusions. Angle Ortho-
dont., 21(2):96-103, Apr. 1951.
23. BAUM, AT. - Direct analysis of cephalome-
tric X- ray films. Angle Orthodont., 27(3):171-7,
[uly 1957.
24. BAUMRIND, S. & FRANTZ, RC - The relia-
bility of head film measurements. L Landma-
rk indentification. Amer. J. Orthodont.,
60(2):111-27, Aug. 1971.
25. BEGG, P.R - Begg Orthodontíc Theory and Te-
chníque. Philadelphia, 2ª ed. Saunders, 1965,
364p.
26. BENETI, G.G. et alii - A cephalometric stu-
dy of mandibular development and its relati-
onship to the mandibular and occlusal planes.
Angle Orthodont., 40(2):119-28, Apr. 1970.
27. BENSONS, W.N. - Standardized radiogra-
phy in orthodontic case analysis. Dent. J.
Aust., 19:381-96, 398-9, Aug.; 435-63, Sept
1947.
28. BERGER, H. - Problems and promises of ba-
silar view cephalograms. Angle Orihodoni.,
31(4):237-45, Oct. 1961.
29. BERGERSEN, E.O. - Comparative study of
cephalometric superimposition. Angle Ortho-
doni., 31(4):216-29, Oct. 1961.
30. BERGSTROM, K. & JENSEN, R. - Responsi-
bility of the third molar for secondary cro-
wding. Svensk. tandliik. Tskr., 54:111-24, Mar.
1961 apud Dent. Abstr., 6:544-5, Sept. 1961. .
31. BEZKIN, E. et alii - Cefalometría clínica. Bue-
nos Aires, Mundi, 1966. 216 p.
32. BIEDERMAN, W. - Non-critical character of
some standard cephalometric normas. J. dent.
Res., 32:639, Oct. 1953/Resumo/.
:>3. BIEN, S.M. - Method for recording the key
ridge. Amer. J. Orthodont. oral Surg., 32(11):619-
26, ovo 1946.
34. BJERIN, R apud GARNER, E. et alii - Anato-
mia - Trad. por Di Dio, L.J.A, Rio de Janeiro,
Liv. Guanabara Koogan, 1964, P: 625.
35. BJORK, A - Discussion on the significance
of growth changes in the facial pattern and
their relationship to changes in occlusion. Eu-
íOp. orthodoni. Soc. Trans., p. 105-17, disc, 118-
22, 1951.
36. BJORK, A - Follow-up X-ray study of the
individual variation in growth occuring be-
tween of 12 and 20 years and its relation to
brain case and face development. Amer. J. Or-
hodoni., 41(3):199-225, Mar. 1955.
~-_ BJORK, A - The relationship of the jaws to
e cranium. In: LUNDSTROM, A - Intro-
.; ztion to orthodontícs. New York, Mc Graw-
HilL 1960. p. 104.
38. BJORK, A - Variations in the growth pattem
of the human mandible: longitudinal radio-
graphic study by the implant method. J. dent.
Res., 42(1):400-1, Jan./Feb. 1963.
39. BOLTON, W.A - Disharmony in tooth size
and its relation to the analysis and treatrnent
of malocclusion. Angle Orthodont., 28(3):113-
30, [uly 1958.
40. BOONE, G.N. - Archwires designed for indi-
vidual patients. Angle Orihodoni., 33(3):178-85,
July 1963.
41. BRANOFF, RS. - A roentgenographic cepha-
lometric study of changes in soft time profile
related to orthodontic treatrnent. Amer. J. Or-
thodoni., 60(3):305-6, Sept. 1971.
42. BRASH, J.C - The growth of the jaws and
palate. "Dental Board of the United King-
dom". 1924 apud HIGLEY, L.B. - Preventive
orthodontics. In: BRAUBR, j.C, et alii - Den-
tistry for children. 2 ed. Philadelphia, Blakston,
1947. p. 417.
43. BRAUM, M.L. & SCHMIDT, w.G. - A cepha-
lometric appraisal of the curve of Spee in
Class I and Class II, Division 1 occlusions for
males and females. Amer. J. Orthodont.,
42(4):255-78, Apr. 1956.
44. BREITNER, C - Praktische orthodontíe. Berlin,
Urba, Schwarzenberg, 1936, V. 6. 252 p.
45. BRIGHT, P.J. - Cephalometric radiographic
study of a correlation ofthe occlusal vertical
dimension and the problem. Angle Orthodoni.,
23(1):19-25, [an. 1953.
46. BROADBENT, B.H. - The face of the normal
child. Angle Orihodoni., 8(4):261-5, Oct. 1938.
47. BROADBENT, B.H. - A new X-ray technique
and its application to orthodontia. Angle Or-
thodont., 1(2):45-66, Apr. 1931.
48. BROADBENT, B.H. - Ontogenic develop-
ment of occlusion. Angle Orthodont., 11(4):223-
41, Oct. 1941.
49. BRODIE, AG. - et alii - Cephalometric Ap-
praisal of Orthodontic results: A preliminary
report. Angle Orthodont., 8( ):261-351, 1938.
50. BRODIE, A.G. - Co-report: growth aspects in
the diagnosis of malocclusion. In. dent. J.,
8(2):287-8, disc, 296-7, June 1958.
51. BRODIE, AG. - Does scientific investigation
support the extraction of teeth in orthodontic
therapy? Trans. Ass. Orthodont., p. 61-77, 1944.
52. BRODIE, AG. - Late growth changes in the
human face. Angle Orihodont., 23(3):146-57,
July 1953.
53. BRODIE, AG. - On the growth pattem of the
human head from the third month to the eight
year of life. Amer.]. Anat., 68(2):209-62,Mar. 1941.
54. BRODIE, A.C. - Ramifications of the Class II
malocclusion problem. J. Canad. dent. Ass.,
29(3):148-63, 1963.
55. BRODIE, A.C. - Some recent observations on
the growth of the face and their implications
to the orthodontics. Amer. J. Orthodont. oral
Surg., 26(8):741-57, Aug. 1940.
56. BRODIE, [r., A.C. - The behavior of the era-
nial base and its components as revealed by
serial cephalometric roentgenograms. Angle
Orthodont., 25(3):148-60, [uly 1955.
57. BRODIE, [r., A.C. - Cephalometrics, cephalo-
metrists, and orthodontics. (Ed.). Amer. J. Or-
thodoni., 41(9):709-11, Sept. 1955.
58. BROWNE, R.W. - A cephalometric analysis
of effective mandibular lenght changes in pa-
tients treated with the Andresen appliance.
Amer. J. Orthodont., 46(5):383, May 1960. /Re-
sumo/
59. BRUSOLA, J.A.c. - Ortodoncia Clinica. Barce-
lona, Salvat Editores, 1989, 509p.
60. BURSTONE, CJ. - Integumental profile.
Amer. J. Orthodont., 44(1):25, [an. 1958.
61. BUSHRA, E. - Variations in the human facial
pattern in norma lateralls. Angle Orthodont.,
18(3/4):100-2, July/Oct. 1948.
62. CALLAHAN, R.D. - A study of the re/iability
of point A as a cephalometric landmark. St. Louis,
1958. !Tese/
63. CAMPION, C.C. - Facial growth in children.
Trans. Brit. Soco Study Orthodont., p. 23-8, 1948.
64. CAPON, P.C. - Localized vertical growth dis-
turbances. Dent. Rec., 64:127-32, [une 1942.
65. CARABELLI, C. apud WEINBERC, B.W. -
Orthodontics: an historical review of its origin and
evolution. St. Louis, Mosby, 1926. V. 1
66. CAREY, c.w. - Diagnosis in orthodontics.
Angle Orthodont., 20(3):155-61, [uly 1950.
67. CARLSON, D.H. - Serial cephalometric radi-
ographic study of the anteroposterior relation
of the maxilla and mandible in individuals
with excellent occlusion of the teeth. Amer. J.
Orthodont., 42(10):787, Oct. 1958. /Resumo/
68. CARLSON, D.H. - Cephalometric radiogra-
phic study of the change in relation of mandi-
ble to maxilla in orthodontic treatment. Amer.
J. Orthodont., 39(11):886, Nov. 1953. /Resumo/
69. CASE, C. - Dental orthopedia and correction of
c/eft palate. 2. ed. Chicago, Case, 1908. 486 p.
70. CASE, C. - A pratical treatise on the techniques
and principies of dental orthopedia. Chicago,
Case, 1908.
71. CASTO, F.M. - The trend of orthodontic tre-
atment. Int. J. Orthodont. oral Surg. & Radiol.,
16(10):1078-92, Oct. 1930.
72. Cephalometrics is work in progresso (Ed.)
Amer J. Orthodont., 47(8):629-31, Aug. 1961.
73. COBEN, S.E. - Crowth concepts. Angle Or-
thodont., 31(3):194-201, July 1961.
74. COBEN, S.R. - Integration of certain variants
of the facial skeleton. A serial cephalometric
roentgenographic analysis of craniofacial
form and growth. Amer. J. Orthodont.,
39(9):712-3, Sept. 1953 /Resumo/
75. COBEN, S.E. - The integration of facial ske-
letal variants (A serial cephalometric roentge-
nographic analysis of craniofacial form and
growth). Amer. J. Orthodont., 41(6):407-34, June
1955.
76. COCCARO, P.J.et alii - Behavior of points A
and B in denture patients. Amer. J. Orthodont.,
51(3):183-92, Mar. 1965.
77. COHEN, J.T. - Arch growth and develop-
ment. Dent. Suro., 23:867-70, May 1947.
78. COHEN, M.M. - Clínical studies in develop-
ment of dental height. Amer. J. Orthodont.,
36(12):917-32, Dec. 1950.
79. COHEN, M.I. & HAMMOND, E. - Cephalo-
metric in the atomic age. Amer. J. Orthodont.,
43(8):592-7, Aug. 1957.
80. COLEMAN, R.E. - Equilibration of occlusion
in orthodontics. Amer. J. Orthodont., 34:791-
811, Oct. 1948.
81. CORLETT, E.L. - Mandibular incisor pattern
relative to basal bone. Trans. Amer. Ass. Ortho-
doni., p. 114-22, 1946; Amer. J. Orthodont. oral
Surg., 33(1):21-9, [an. 1947.
82. COX, N.H. & VAN DER LINDEN, F.P.- Faci-
al harmony. Amer. J. Orthodont., 60(2):175-83,
Aug.1972.
83. CRAIC, CE, - Skeletal patterns characteris-
tics of Class I and Class II, Division 1 maloc-
clusions in norma lateralis. Angle Orthodont.,
21(1):44-56, [an. 1951.
84. CUCALON [r., A. - Cephalometric evaluati-
on of extra oral anchorage. Amer. J. Orthodont.,
41(8):640-1, Aug. 1955 /Resumo/
85. DE CASTRO, N. - Challenge of Class II, Di-
vision 1 malocclusion. Amer. J. Orthodoni.,
46(11):829-33, Nov. 1960.
86. DE COSTER, L. - Hereditary potentially ver-
sus ambient factors. Europ. orthodont. Soc.
Trans., p. 227-34, 1951.
87. DE COSTER, L. - New line of reference for
study lateral facial teleradiographs. Amer. J.
Orthodont., 39(4):304-6, Apr. 1953 /Resumo/
88. DE COSTER, L. - L'orthodontie a base d' acier.
Líege, Masson, 1935, 203 p.
89. DE LA ROSA, F.R. - Evolution of the concep-
tion of diagnosis in orthodontics. Amer. J. Or-
ihodoni., 37(1):35-49,[an, 1951.
90. DEWEL, B.F. - Clinical observations on the
axial inclination of teeth. Amer. J. Orthodoni.,
35(2):98-115,Feb. 1949.
91. DILLON, CF.S. - Orthodontic diagnosis pro-
cedure. Amer. J. Orthodont. oral Surg.,
31(9):458-79,Sept. 1945.
92. DONOVAN, RW. - Influence of increments,
line and direction of facial growth on ortho-
dontic therapy. Amer. J. Orthodoni., 49(1):69-70,
Jan. 1954, /Resumo/
93. DONOVAN, RW - Radiograph cephalome-
tric consideration of facial growth during or-
thodontic treatment. Amer. J. Orthodont.,
39(5):340-57,May 1953.
94. DONOVAN, RW. - Recent research for diag-
nosis. Amer. J. Orthodont., 40(8):591-609,Aug.
1954.
95. DOWNS, WB. - Analysis of the dentoíacial
profile. Angle Orthodont., 26(4):191-212, Oct.
1956.
96. DOWNS, W.B. - Variationsin facial relati-
onships: their significance in treatment and
prognosis. Amer. J. Orthodont., 34(10):812-40,
Oct. 1948; Angle Orthodont. 19(3):145-55,July
1949.
97. DRELICH, RC - Cephalometric study of
untreated Class Il, Division 1 malocc1usion.
Angle Orthodont, 18(3/4):80-6, July/Oct. 1948.
98. The EASTERN ASSOCIATION of GRADUA-
TES of the ANGLE SCHOOL of ORTHO-
DONTIA - A memorial meeting to the late
Edward Hartley Angle. [an, 1931.
99. ELSASSER,WA. - Cephalometric method in
the analysis of the human profile. Amer. J. Or-
thodont., 43(3):192-209,Mar. 1955.
100. ENLOW, D.H. - Facial growth - Saunders,
3rd ed. 562 p. 1990.
101. FALKNER, F. - Human development. Philadel-
phia, Saunders, 1966.
102. FAUCHARD, P. Le chirurgién dentiste. 2. ed.,
Paris, Pierre Jean Mariette, 1746. v. 1. 494 p.
103. FAUCHARD, P.~ Le chirurgién dentiste. 1. ed.,
Paris, Pierre [ean Mariette, 1728, v. 2, 346 p.
104. FEO, P.S. - Estudo cefalométrico de algumas re-
lações entre a estrutura dento esquelética e o perfil
mole da face inferior. Bauru, 1971. /Tese/
105. FANTINI, S.M. - Aspectos morfofuncionais da
oclusão dentária ao início e ao término do trata-
mento ortodôntico. Dissertação para o título de
Mestre em Odontologia. 1990. S. Paulo.
106. FISCHER, B. - Cephalometric appraisalof a
Class I (Angle) malocc1usion in which four
first premolars were extracted as part of the
treatment plane. Amer. J. Orthodont. oral Surg.,
32(7):407-19,[uly 1946.
107. FISCHER, B. - Clinical orthodontics. Philadel-
phia, Saunders, 1957. 478 p.
108. FISCHER, B. - Orthodontics. Philadelphia,
Saunders, 1952. 334 p.
109. FISCHER, B. - Recording Frankfort-mandi-
bular plane angular using oriented mandibu-
lar radiogram. Angle Orthodont., 16(1):30-56,
Jan/ Apr. 1945.
110. FISHMAN, L.S. - A longitudinal cephalome-
tric study of the normal cranio-facial profile,
utilizing a proportional analysis of skeletal,
soft tissue, and dental structures. Int. dent. ].,
19(3):351-79,Spt. 1969.
111. FOGEL, M.s. - Cephalometric assessment of
prepared mandibular anchorage. Amer. J. Or-
thodoni., 43(7):511-36,[uly 1957.
112. FORD, E.H.R - Growth of the human cranial
base. Amer. J. Orthodont., 44(7):498-506, July
1958.
113. FRANKLIN, J.B. - Effect of high killovoltage
on hard and soft tissue definition in lateral
. cephalometric roentgenograms. Amer. J. Or-
thodont., 40(11):837-49,Nov. 1954.
114. FRANKLIN, J.B. - Radiation hazards in ce-
phalometric roentgenography. Angle Ortho-
dont., 23(4):222-8,Oct. 1953.
115. FRANKLIN, J.B. - Radiographic phenomena
in cephalometric roentgenography. Angle Or-
ihodont., 27(3):162-70,July 1957.
116. FREITAS, P.A. - Telerradiografia - Filtro
para destacar perfil de partes moles. Boi. Soco
paul. Ortodont., 4(2):17-9,jul./dez. 1966.
117. FRIEL, S. - Migrations of teeth following ex-
tractions. Proc. roy. Soco Med., Seco Odont.,
38:456-62,June 1945.
118. GAILLARD, G. - Des desviations de arcades
dentaires et de leur traitment rationnel. Paris,
Octave Doin, 1881. 203 p.
119. GARDNER, A.F. - Diagnostic methods in or-
thodontics. Dent. Items lnieresi., 71(12):1245-
54, Dec. 1949.
120. GIANELLY,A.A. & GOLDMAN, H.M. - Bio-
logic Basis of Orthodontics. 1ª ed. Philadelphia,
Lea & Febiger, 1971. 414p.
121. GLOWACZ, CR - Radiographic study of
the position of the mandibular condyle in in-
dividuals possessing malocc1usion of the tee-
th before and after orthodontic treatment.
Amer. J. Orihodoni., 39(1):54-5,Jan. 1953. /Re-
sumo/ .
122. GOLDBERG,M. - Cephalometrics. Int. J. Or-
ihodont., 11(4):111-29,Dec. 1973.
123. GRABER, T.M. - Critical review of c1inical
cephalometric radiography. Amer. r Ortho-
doni., 40(1):1-26, [an, 1954.
124. GRABER, T.M. - Implementation of the ro-
entgenographic cephalometric. Amer. r Ortho-
âoni., 44(12):906-32, Dec. 1958.
125. GRABER, T.M. - An orthodontic perspective
after 75 years, Amer. r Orihodoni., 69(5):572-83,
May 1976.
126. GRABER, T.M. - Orthodontics. Philadelphia,
Saunders, 1961. 805 p.
127. GRABER, T.M. - Patient photography in or-
thodontics. Angle Orthodont., 16(1):17-43, Jan./
Apr.1946.
128. GRABER, T.M. - Problems and limitations of
cephalometric analysis in orthodontics. r
Amer. dent. Ass., 53(4):439-54, Oct. 1956.
129. GREEN, L.J. - Interrelationships among hei-
ght, weight and chronologícal, dental and
skeletal ages. Angle Orthodont., 31(3):189-93,
[uly 1961.
130. GREENSTEIN, AV. - Tweed philosophy: .an
analysis. Amer. J. Orthodont. oral Surg.,
29(9):527-40, Sept. 1943.
131. GREENSTINE, r. - Roentgenographic crani-
ometric evaluation of several bony landmarks
used in orthodontic cephalometry. Amer. J.
Orthodont., 46(5):386-7, May 1960 /Resumo/
132. GREGORY, W.K, - Our face from fish to mano
New York, Hafner, 1963. 295 p.
133. GRIEVE, G.W. - Anatomical and clinical pro-
blems involved where extraction is indicated
in orthodontic treatment. Trans. Amer. Ass. Or-
ihodont., p. 54-60, 1944.
134. GUARDO, AJ. - Temas de ortodoncia.Buenos
Aires, El Ateneo, 1953. V. 4
135. HALLIDAY, R.W. - Another look at cephalo-
metrics. Orthodontists, 3:25-7, Spring 1971.
136. HARDIN, W.J. - A cephalometric supple-
ment for clínical applications. Amer. r Ortho-
doni., 59(6):568-80, June 1971.
137. HARRIS, J.E. - Cephalometric analysis of
mandibular growth rate. Amer. J. Orthodont.,
48(3):161-74, Mar. 1962.
138. HARRIS, J.E. et alii - Orthodonticscontribu-
tion to UNESCO's camping to save the monu-
ments of Nubia: A 1970 field report. Amer. r
Orthodont., 58(6):578-96, Dec. 1970.
139. HASUND, A et alii - The position of the in-
cisors in relation to the lines NA and NB in
different facial types. Amer. r Orthodont.,
57(1):1-14, [an, 1970.
140. HAWLEY apud MONTI, AE. - Tratadode or-
iodoncia., 2. ed. Buenos Aires, El Ateneo, 1953,
V. 1. 226 p.
141. HELLMAN, M. - Development of faceand
dentition in its application to orthodontic tre-
atment. Amer. r Orthodont., 26(5):424-47, May
1940.
142. HELLMAN, M. - Diagnosis in orthodontia
and the method of the technique. I use in
practique. Angle Orthodont., 13(1):3-14, Jan./
Apr.1943.
143. HELLMAN, M. - Fundamental príncíples
and expediente compromises in orthodontic
procedures. Amer. J. Orthodont., 34(1):18-27,
[an. 1948.
144. HELLMAN, M. - A preliminary study in de-
velopment as it effects the human face. Dent.
Cosmos, 69(3):250-69, Mar. 1927.
145. HELLMAN, M. - Some conditions not favo-
rable to orthodontic procedure. Amer. J. Ortho-
dont., 34(1):28-50, [an. 1948.
146. HEMLEY, S. - Orthodontic theory and practice.
2 ed., New York, Grune & Stratton, 1953. 591
p.
147. HERPIN, A. - Introduction à I' étude de
l'orthodontie. Paris, Semaine Dentaire, 1927.
137 p.
148. HERZBERG, F. & HOLIC, R. - Anthropolo-
gic study of face height. Amer. r Orthodont.
oral Surg., 29(2):90-100, Feb. 1943.
149. HIGLEY, L.B. - Application of cephalometric
appraisals to orthodontic diagnosis and treat-
ment. Amer. J. Orthodoni., 37(4):244-52, Apr.
1951.
150. HIGLEY, L.B. - Assumptions concerning or-
thodontic diagnosis and treatment, Amer. r
Orthodont. oral Surg., 33(11):738-53, Nov. 1947.
-151. HIGLEY, L.B. - Case analysis - indicated
types of malocclusions. Amer. J. Orthodont.,
34(8):645-64, Aug. 1948.
152. HIGLEY, L.B. - Cephalometric diagnosis its
implication in treatment. J. Amer. dent. Ass.,
32(1):3-19, Jan. 1945.
153. HIGLEY, L.B. - Cephalometric standards for
children 4 to 6 years of age. Amer. r Ortho-
doni., 40(1):51-9, [an, 1954.
154. HIGLEY, L.B. - Preventive orthodontics. In:
BRAUER, J.c. et alii - Dentistry for children. 4.
ed., New York, Me Graw Hill, 1958.
155. HIGLEY, L.B. - Rational approaches in or-
thodontic diagnosis. Amer. r Orthodont.,
40(2):109-19, Feb. 1954.
156. HIRSCHFELD, W. & MOYERS, R. - Predicti-
on of craniofacial growth: The state of the art,
Amer. J. Orthodont., 60(5):435-44, Nov. 1971.
157. HITCHCOK, H.r. - A cephalometric descrip-
tion of Class II, Division 1 malocclusion. Amer.
r Orthodont., 63(4):414-23, Apr. 1973.
158. HITCHCOK, H.r. - A cephalometric supple-
ments. Amer. J. Orthodont., 57(1):47-54, [an.
1970..= . I-llXON, E.H. - Cephalometrics and longitu-
dinal research. Amer. J. Orthodont., 46(1):36-42,
Jan.1960.
60. HIXON, E.H. - Cephalometrics: perspective.
Angle Orthodont., 42(3):200-11, July 1972.
.61. HIXON, E.H. & HOROWITZ, S.L. - The natu-
Te of orthodontic diagnosis. St. Louis, Mosby,
1966.393 p.
162. HORFRATH, H. - Die bedeutung der rõn-
tgenfern und abstandsaufnahmen für die di-
agnostik der kiefenanomalien. Fortshc. Ortho-
dont., 2:232-58, 1931.:
163. HOLDAWAY, RA apud STEINER, C. - The
use of cephalometrics as an aid to planning
and assessing orthodontic treatment. Amer. J.
Orthodont., 46(10):721-35, Oct. 1960.
164. HOLDAWAY, RA - Changes in relationship
of points A and B during orthodontic treat-
ment. Amer. J. Orthodont., 42(2):176-93, Feb.
1956.
165. HOROWITZ, S.L. et alii - Cephalometric stu-
dy of craniofacial variations in adult twins.
Angle Orthodont., 30(1):1-5, [an. 1960.
166. HOWES, AE. - Case analysis and treatrnent
planning based upon the relationship of the
tooth materialto its supporting bone. Amer. J.
Orthodont. oral Surg., 33(8):499-533, Aug. Cor-
rection 690, Oct. 1947.
167. HUGHES, B.O. - Hereditary and variation in
the dentofacial complexo Trans. Amer. Ass. Or-
thodont., p. 92-6, 1944.
168. HUMPHREY, G.M. - On growth of the jaws.
Transactions of the Cambridge Philosophical
Society, 1866. apud HIGLEY, L.B. - Preventi-
ve Orthodontics. In: BRAUER, J.c. et alii -
Deniistru for children. 2. ed, Philadelphia,
Blakston, 1947,417 p.
169. lNTERLANDI, S. - Ancoragem Cinética nas
retrações anteriores (Nota Prévia) - Ortodon-
tia 23(3):93-94, S. Paulo, 1990.
1 O. INTERLANDI, S. & TSUJI, AS. - Projeção
USP (ProjUSP) na relação cefalométrica maxila x
mandibula, Nota Prévia. Ortodontia,
24(1)68:69, 1991.
.71. NTERLANDI, S. - Desvio vetorial do cresci-
mento das maxilas observado em norma lateral,
sob a ação de mecânica ortodôntica. São Paulo,
1968. /Tese/
112. lNTERLANDI, S. - Linha I na análise morfo-
diferencial para o diagnóstico ortodôntico.
Rev. Fac. Odont. S. Paulo, 9(2):289-310, jul/ dez.
1971.
173. INTERLANDI, S. - Ortodontia - Mecânica
do Arco de Canto - Introdução à Técnica. 2ª
ed., S. Paulo, Sarvier, 1992, 114p.
174. INTERLANDI, S. - Método para o traçado e
emprego de um diagrama de contorneamento
ortodôntico. Boi. Soe. paul. Ortodont., 4(2):5-9,
jul. / dez. 1966.
175. INTERLANDI, S. - A new plane of reference for
direct cephalograms. St. Louis, 1963. /Tese/
176. INTERLANDI, S. - Sobremordidas profun-
das. Rev. Ass. paul. cirurg. Dent., 14(5):3-11,
set/out/ 1960.
177. JACOBSON, A - Orthodontics - mechani-
calor biological objectives? Amer. J. Ortho-
dont., 64(1):1-16, July 1973.
178. JAHINA, S.B. - Correlation between cepha-
lometry and roentgenographic cephalometric.
Angle Orthodont., 34(3):194-206, July 1964.
179. JAKOBSSON, S.o. - Cephalometric evaluati-
on treatment effect on Class II, Division I,
malocclusion. Amer. J. Orthodont., 53(6):446-57,
June 1967.
180. JENSEN, E. & PALLING, M. - gonial angle: a
survey. Amer. J. Orthodont., 40(2):120-33, Feb.
1954. .
181. JOHNSON, E.L. - New Vistas in Orthodontics.
1ª ed. Philadelphia, Lea & Febiger, 1985. 347p.
(USA).
182. JOHNSTON, L.E. - A statistical evaluation of
cephalometric prediction. Angle Orthodont.,
38(10):284-304,Oct. 1968.
183. JONES, F.G. - Study if concornitant changes
produced in the faces of children undergoing
orthodotinc treatment. Amer. J. Orthodont.,
46(5):383-3, May 1960.
184. KLONTZ & MERRIFIELD - Curso - Tweed
Foundation, Tucson, 1988, (USA).
185. KING, T.B. - Cephalometric study of the po-
sitional relationship of the incisors and apical
base to each other in Class I and Class Il.Díví-
sion 1. Amer. f. Orthodont., 48(8):629-:,30"Aug.
1962/Resumo/ '
186. KOSKI, K. - Cranial growth~ ~o!lter~: facts or
falacies? Amer. J. Orthodont., 54(8);561\)-83,Aug.
1968.
187. KRAUS, B.s. RIEDEL, RA - Vi§tas in Ortho-
dontics. Philadelphia, Lea &; Febiger, 1962, 397
p.
188. KRAUS, B.s. et alii - Hereditary and the era-
niofacial complexo Amer. J. Orthodont.,
45(3):172-217, Mar. 1959.
189. KROGMAN, W.M. - Craniometry and ce-
phalometry as research tools in growth of
head and face. Amer. J. Orthodont., 37(6):406-
14, [une 1951.
190. KROGMAN, W.M. - Forty years of growth
research and orthodontics. Amer. J. Orthodont.,
63(4):357-65, Apr. 1973.
191. KROGMAN, W.M. - The problem of growth
changes in the face and skull as view from a
comparative study of anthropoids and mano
Dent. Cosmos, 72(6):624-30, June 1930.
192. KROGMAN, W.M. - Role of growth analysis
in orthodontic interpretation. Amer. J. Ortho-
doni., 34(9):708-13, Sept. 1948.
193. KROGMAN, W.M. - Validation of roentge-
nographic cephalometric technique. Amer. J.
Orthodont., 44(12):433-9, Dec. 1958.
194. KUZMA, J.W. et alii - A method for checking
the reliability of cephalometric and dental
morphologic variables. Angle Orthodont.,
38(2):166-9, Apr. 1968.
195. LANDE, M.J. - Growth behavior of the hu-
man bony profile revealed by serial cephalo-
metric roentgenology. Amer. J. Orthodont.,
39(2):146, Feb. 1953. /Resumo/.
196. LANGLADE, M. - Cefalometria Ortodôntica-
(trad. BENVENGA, M.N.) Santos, 1ª ed. 1993,
289p. São Paulo
197. LINDEN, F.P.G.M. - Crescimento e Ortopedia
Facia!. (trad. MAlA, F.A.) Rio de Janeiro,
Quintessence, 1990, 244p.
198. LINO, A.P. - Ortodontia Preventiva Básica. S.
Paulo. Artes Médicas. 1990. 168p.
199. LUDWlG, M. - A cephalometric analysis of
the relationship between facial pattern, inte-
rincisal angulation and aterior overbite chan-
ges. Angle Orthodoni., 37(3):194-204, July 1967.
200. LUNDSTROM, A. - Some asymetries of the
dental arches, jaws and skull, and their etiological
significance. Amer. J. Orthodont., 47 (2):81-106,
Feb. 1961.
201. LUNDSTROM, A. - Cephalometric registra-
tions as an aid in diagnosing malocclusions.
Acta odont. scand., 11(2):100-19, Nov. 1953; An-
gle Orthodont., 24(1):8-14, [an. 1954.
202. LUNDSTROM, A. - Introduction to orthodon-
tics. New York, Mc Graw Hill, 1960, 315 p.
203. LUSTERMAN, E.A. - Cephalometric evalua-
tion of orthodontic therapy involving the use
of tissue and tooth-borne anchorage. Amer. J.
Orthodoni., 43(6):429-53, June 1957.
204. McCOY, J.D. - Applied orthodontics. 3. ed. Phi-
ladelphia, Lea & Febiger, 1931. 344 p.
205. McCOY, J.D. - Contribution to the sympo-
sium. (Dentofacial anomalies). Trans. Amer.
Ass. Orthodont., p. 26-36, 1942.
206. McLAUGHLIN, RP. - USC Student Manual
(revised 1987) San Diego (USA).
207. McLAUGHLIN, RP. - Brazil Clinical Straight-
Wire Course. Feb. 18, 1991, San Diego, CAL.
(USA)
208. MAJOLO, M.S. - Estudo das formas e dimen-
sões dos arcos dentários superiores, em adolescen-
tes brasileiros, leucodermas, portadores de oclusão
normal. São Paulo, 1986. p. 119. (Tese para o
grau de Mestre em Odontologia. - IMES).
209. McNAMARA, J.A. Jr. & BRUDON, w.L. -
Orthodontic and Orthopedic Treatment in the mi-
xed dentition. Needham Press, Ann Arbor
1994. 365p.
210. McNAMARA, J.A.Jr. - Components of Cl. Il
Maloclusion in children 8-10 years of age. An-
gle Orthodont., 51:177-202, 1981.
211. McNAMARA, J.A.Jr. - An experimental stu-
dy of increased vertical dimension in the gro-
wing face. Amer. J. Orthodont. 71:382-395,
1977.
212. McNAMARA, J.A.Jr. - A method of cephalome-
tric evaluation. Amer. J. Orthodont. 86(6)449-
69, (USA) 1984.
213. MARCONDES, A.R - Integration of certain
variants as a determinant of facial morphology.
Chicago, 1955. /Tese/
214. MARGOLIS, H.L. - Axial inclination of the
mandibular incisors. Amer. J. Orthodont. oral
Surg., 29(10):571c94, Oct. 1943.
215. MARGOLIS, H.L. - Basic facial pattem and
its application in clínical orthodontic. Amer. J.
Orthodont. oral Surg., 33(10):631-41, Oct. 1947.
216. MARGOLIS, H.L. - A basic facial pattem
and its application in clinical orthodontics. L
The maxillo facial triangle. Amer. J. Orthodont.,
33(10):631-41, Oct. 1947.
217. MARGOLIS, H.L. - Basic facial pattems and
its application in clinical orthodontics. lI. Cra-
niofacial skeletal analysis (conr'd), and dento-
cranio-facial orientation. Amer. J. Orthodoni.,
39(6):425-43, June; Correction: 39(8):633, Aug.
1 53. .
218. MARGOLIS, H.L. - Standardized X-Ray ce-
phalometrics. Amer. J. Orthodont. oral Surg.,
26(8):725-40, Aug. 1940.
219. MARKUS, M.B. - Divergences of facial gro-
wth and development of the dentition. Amer.
J. Orthodont. oral Surg., 28(12):743-59, Dec.
1942.
220. MARKUS, M.B. - Study of the angular relati-
onship in the upper and lower anterior teeth.
Amer. J. Orthodont., 36(4):281-91, Apr. 1950.
221. MARONNEAUD, P.L. - L'orthopédie stomato-
logique infantile. Marsella, Libraire Maupetit,
1956, 170 p.
222. MASSLER, M. & SCHOUR, L - Post natal
growth patem of the facial skeleton as measu-
red by vital injections of alizarine red S. J.
deni.Res., 23(3):217-8,[une 1944.
~. _IEREDITH, H.V. - Change in the profile of
the osseous chin during childhood. Amer. J.
Orthodont., 44(10):799-800, Oct. 1958 /Resu-
moi
--24..MEREDITH, H.Y. & COX, C.C - Widths of
the dental arches at the permanent first mo-
lars in children 9 years of age. Amer. J. Ortho-
dont., 40(2):134-44,Feb. 1954.
225. MERROW, W.W. - Cephalometric statistical
appraisal of dentofacial growth. Ang/e Ortho-
dont., 32(10):205-13,Oct. 1962.
226. MERRIFlELD, L.L. - The profile line as an
aid in critically evaluating facial esthetics.
Amer. J. Orthodont., 52(11):804-22,Nov. 1966.
227. MERRIFlELD,L.L. - Curso da Tweed Foundati-
on, Tucson, 1988 (USA).
228. MILLS, J.R - The application and importan-
ce of cephalometry in orthodontic treatrnent.
Orthodontist, 2:32-47, 1970.
229. MITCHELL, D.J.E. - Mandibular morpholo-
gy of distocclusion. Amer. J. Orthodont., 40:232,
Mar. 1954. /Resumo/
230. MITCHELL, D.L. et alii - Arcial growth 'with
metallic implants in mandibular growth pre-
diction. Amer. J. Orthodont., 68(6):655, Dec.
1975.
231. MONTI, A.E. - Tratado de ortodoncia. 2. ed.,
Buenos Aires, El Ateneo, 1953. 2 v.
232. MOORE, A.W. - Cephalometrics as a diag-
nostic too1. J. Amer. dent. Ass., 82(4):775-81,
Apr. 1971.
233. MOORE, A.W. - Observations on facial gro-
wth and its clinical sigriificance. Amer. J. Or-
thodont., 45(6):399-32,[une 1959.
234. MOORE, A.W. - Orthodontic education:
past, present and future. Amer. J. Orthodont.,
69(1):42-56,[an. 1976.
235. MOORE, A.W. - Orthodontic treatrnent fac-
tors in Class II malocclusions. Amer. J. Ortho-
doni., 45(5):323-52,May 1959.
236. MOORREES, CF.A. - The dentition of the gro-
wing child. Boston, Harvard University Press,
1959.238 p.
237. MOORREES, CF.A. - Normal variation and
its bearing on the use of cephalometric radio-
graphs in orthodontic diagnosis. Ame. J. Or-
thodont., 39(12):942-50,Dec. 1953.
238. MOORREES, CF.A. & KEAN, M.R - Natu-
ral head position, a basic consideration in the
interpretation of cephalometric radiographs.
Hum. Bio/. 16:213-34, June 1959 apud Dent.
Abstr., 5(4):223,Apr. 1960.
239. MOORREES, CF.A. - et alii - New norms
for the Mesh diagram analysis. Amer. J. Ortho-
dont., 69(1):57-71,[an. 1976.
240. MOSS, M.L. - The functional matrix. In:
KRAUS, B.5. & RIEDEL, RA. - Vistas in or-
thodontics. Philadelphia, Lea & Febiger, 1962.
p.85-98.
241. MOURA, C de. - Ortodontia Clínica. São
Paulo. Robe, 1991, 531p.
242. MOYERS, RE. - Handbook of Orthodontics.
4th edition. Chicago, Year Book Medical Pu-
blishers, 1988, 577p.
243. MUZ], E. - Investigation of the facial profile
and new diagnostic methods. Europ. ortho-
dont.-Soc. Trans., p. 177-90, 1947/1948.
244. MUZ], E. &MA], C. - Constitucional basis of
orthodontics. Angle Orthodont., 26(4):213-28,
Oct. 1956.
245. MUZ], E. et alii - Mew studies of the diffe-
rent types of face profile, Europ. orthodoni. Soco
Trans., p. 97-113,1949.
246. NANCE, H.N. - Limitations of orthodontic
treatrnent. Trans. Amer. Ass. Orthodont., p. 36-
84, 1946; Amer. J. Orthodont. oral Surg.,
33(4):177-23,Apr. 253-301,May 1947.
247. NANDA, S.K. - Planes of reference in roen-
tgenographic cephalometry. Angle Orthodont.,
35(4):311-9,Oct. 1965.
248. NANDA, S.K. - Rates of growth of several
facial comparison measured from seria1 ce-
phalometric roentgenograms. Amer. J. Ortho-
dont., 41(9):658-73,Sept., 1955.
249. NANDA, S.K. et alii - Roentgenographic ce-
phalometry: an aid in unsuspected abnormali-
ties. Ang/e Orthodont., 37(3):223-6,[uly 1967.
250. NELSON, RM. et alii - Facial growth stan-
dards based on cephalometrics. a. Findings
for the 5-, 6- and 7- years old group; b. Findin-
gs compared with others reported in the lite-
rature; c. changes occuring within the group
with age. Amer. J. Orthodont., 39(4):306,Apr.
1953. /Resumo/
251. NORTON, L.A. & BURSTONE,CJ. - The Bi-
ology of tooth movement. Boca Raton, CRC
Press, 1989. 366p.
252. OKUN, J.H. - Cephalometrics and the positi-
oning of the denture in the cranium. J. clin.
Orthodont., 4(9):524-9,Sept. 1970.
253. PICOSSE,M. - Contribuição ao estudo da mor-
f%gia do arco dental superior, nos brasileiros. S.
Paulo, 1955. 103 p. - Tese de Livre Docência
- FOUSP.
254. PETRELLI, E. - (coordenação) - Ortodontia
Contemporânea. 1ª ed. S. Paulo, Sarvier, 1988.
316p.
255. PERRY,H.T. - Antecipating adolescent gro-
wth vectors and velocities. Amer. J. Orthodont.,
62(6):580-90, Dec. 1972.
256. PONT, A. -1909 apud HITCHCOCK, H.P.-
Orthodontics for under graduates. Philadelphia,
Lea/Febiger, 1974. p. 532.
257. RANLY, D.M. - A synopsis of craniofacial gro-
wth. Norwalk, 2ª ed. Appleton & Lange. 1988,
225p.
258. RICKETTS, RM. Curso ministrado. São Paulo,
(Brasil) out. 1989.
259. RICKETTS, RM. - Cephalometric analysis
and synthesis. Angle Orthodont., 31(3):141-56,
July 1961.
260. RICKETTS, RM. - Cephalometric synthesis.
An exercise in stating objectives and planning
treatment with tracings of the head roentge-
nograms. Amer. J. Orthodont., 46(9):647-73,
Sept. 1960.
261. RICKETTS, RM. - Provocations and percepti-
ons in cranio-facial orthopedics. 2v, [ostens, 1989.
(USA)
262. RICKETTS, RM. - Influence of orthodontic
treatment on facial growth and development.
Angle Orthodont. 30(3):103-31, disco 131-3, July
1960.
263. RICKETTS, RM. - Laminagraphy in the di-
agnosis of tem poro mandibular joint dísor-
ders. J. Amer. dent. Ass., 46(6):620-48, [une
1953.
264. RICKETTS, RM. - Planning treatment on the
basis of facial pattem as an estima te of its gro-
wth. Angle Orthodont., 27(1):14-37, [an. 1955.
265. RICKETTS, RM. and col. - Orthodontic Diag-
nosis and Planning. Vol. r. Rocky Mountain,
(USA) 471p.
266. RICKETTS, RM. et alii - An overview of
computerized cephalometrics. Amer. J. Ortho-
doni., 61(1):1-28, [an, 1972.
267. RIEDEL, RA. - Relattion of maxillary struc-
ture to cranium in malocclusion and in nor-
mal occlusion. Angle Orthodoni., 22(3):142-5,
July 1952.
268. ROSE, G.J. - Cross-sectional study of the re-
lationship of facial areas with several body
dimensions. Angle Orthodont., 30(1):6-13, [an,
1960.
269. RUBIN,J. - Use of the cephalometric X-ray.
Technique in dentistry. Dent. Students Mag.,
22:26-8, Apr. 1944.
270. SALZMANN, J.A. - Biologic factors of an
orthodontic nature in dentistry. N.Y.J. Deni.,
21(3):101-4; Mar. 1951.
271. SALZMANN, J.A. - Diagnosis in orthodon-
tics: theory and practice. Amer. J. Orthodont.
oral Surg., 28(7):414-26, July 1942.
2J2. SALZMANN, J.A. - Frankfort-mandibular
base angle in dento-facial esthetics and ortho-
dontic prognosis. (Ed.) Amer. J. Orthodont. oral
Surg., 32(4):231-2, Apr. 1946.
273. SALZMANN, J.A. - General growth accele-
ration and retardation in relation to dentofaci-
al development. Amer. J. Orthodont., 40(4):243-
56, Apr. 1954.
274. SALZMANN, J.A. - Limitations of roentge-
nographic cephalometrics. Amer. J. Orthodont.,
50(3):168-88, Mar. 1964.
275. SALZMANN, J.A. - Orthodontics: principies
and prevention. Philadelphia, Lippincott, 1957.
381 p.
276. SALZMANN, J.A. - Orthodontic therapy as
limited by ontogenic growth and the basal ar-
ches. Amer. J. Orthodont., 34(4):297-313, Apr.
1948.
277. SALZMANN, J.A. - Roentgenographic cephalo-
metrics. Philadelphia, Lippincott, 1959. 195 p.
278. SANTOS Jr.J. - Oc/usão - Tratamento da Sin-
tomatologia Crâniomandibular. S. Paulo. Pancas
Editorial, 1987, 238p.
279. SASSOUNI, V. - Diagnosis and treatment
planning via roentgenographic cephalometry.
Amer. J. Orthodont., 44(6):433-63, June 1958.
280. SASSOUNI, V. & NANDA, S. - Analysis of
dentofacial vertical proportions. Amer. J. Or-
thodont., 50(11):801-23, Nov. 1964.
281. SCHAEFFER, A. - Behavior of the axis of
human incisor teeth during growth. Angle Or-
ihodoni., 19:254-75, disco 271-3, Oct. 1949.
282. SCHNEIDER,w.G. - Growth study in ramus
height. Amer. J. Orthodont., 47(3):228-9, Mar.
·1961 /Resumo/
283. SCHWARZ, M.A. - Las correcciones ortodonti-
cas com placas. 2. ed. Barcelona, Labor, 1944.
151 p.
284. SCHWARZ, M.A. - Teleroentgenography in
orthodontics. Schweiz. Mschr. Zahnheilk., 67:47-
73, [an, 1957 apud Dent. Abstr., 2(10):583-4,
Oct. 1957.
285. SCOTT, J.H. - Growth and function of the
muscles of mastications in relation to the de-
velopment on the facial skeleton and of the
dentition. Amer. J. Orthodont., 40(6):429-49,
June 1954.
286. SEAL, W.M. - Relationship of the Frankfort
horizontal to ghe His line. Angle Orthodont.,
34(4):235-43, Oct. 1964.
287. SEKIGUCHI, T.& SAVARA, B.S. - Variability
of cephalometric landmarks used of face gro-
wth studies. Amer. J. Orthodont., 61(6):603-18,
[une 1972.
288. SERVOSS, J .M. - The acceptability of
Steiner's acceptable comprornises. Amer. J. Or-
thodont., 63(2):161-5, Feb. 1973.
289. SERVOSS, J.M. - Derivation of acceptable ar-
rangements in the Steiner analysis. Angle Or-
thodont., 41(2):146-9, Apr. 1971.
290. SIMON, P. - Grundzüge einer systematischen
diagnostik der gebiganomalien. Berlin, Hermann
Meusser, 1922. 302 p.
291. SIVERTSEN, R. et alii - The His line and
ophistionnasion line in relation to the several
pattem of craniofacial associations. Angle Or-
thodont., 40(1):11-9, [an, 1970.
292. SPEIDEL, T.D. & STONER, M.M. - Variation
of mandibular incisors axis in adult "normal"
occlusion. Amer. J. Orthodont. oral Surg.,
30(10):536-42, Oct. 1944; Trans. Amer. Ass. Or-
thodont., p. 165-71, 1944.
293. SPENCER, P.G. - Prevention of malocc/usion.
St. Louis, Mosby, 1941. 254 p.
steiner, c.c. - anotações de aula. St. Louis,
1962.
294. STEINER, c.c. - Anotações de aula. St.
Louis, 1962.
295. STEINER, c.c. - Cepahlometrics as a clinical
tool. In: .RIEDEL,RA. - Vistas in orthodoniics.
Philadelphia, Lea & Febiger, 1962. 397 p.
296. STEINER, e.e. - Cephalometrics for you and
me. Amer. J. Orthodont., 39(10):729-55, Oct.
1953.
297. STElNER, e.e. - Cephalometrics in clinical
practice. Angle Orthodont., 29(1):8-29, [an.
1959.
298. STEINER, c.e. - Instructions for using cephalo-
metric measurements for treatment planning as-
sessment as used in Steiner analysis. St. Louis,
1962. /Curso/.
299. STEINER, e.e. - The use of cephalometrics
as an aid planning and assessing orthodontic
treatment. Amer. J. Orthodont., 46(10):631-41,
Oct. 1960.
300. STEINER, e.e. - Use of cephalometrics as an
aid planning and assessing orthodontic treat-
ment. Report of a case. Amer. J. Orthodont.,
46(10):721-35,Oct. 1960.
301. STEVER, I. - The cranial base for superimpo-
sition of lateral cephalometric radiographs.
Amer. J. Orthodont., 61(5):493-500, May 1972.
302. STONER, M.M. et alii - A cephalometric eva-
luation of fifty-seven consecutive cases trea-
ted by Dr. Charles Tweed. Angle Orthodont.,
26(2):68-98, Apr, 1956.
. STOREY, E. - Growth and remodeling of
bone and bones. Amer. J. Orthodont., 62(2):142-
65, Aug. 1972.
STRANG, RH.w. - Highlights of sixty-four
vears in Orthodontics. Angle Orthodont.,
44(2):101-12, Apr, 1974.
305. STRANG, RH.W. - Problems in treatment,
from a clinical viewpoint. Amer. J. Orihodoni.
oral Surg., 31(3):125-37, Mar. 1945.
306. STRANG, RH.W. & THOMPSON, W.M. - A
text book of orihodontia. 4. ed. Philadelphia, Lea
& Febiger, 1958, 880 p.
307. SUBTELNY, J.D. - Changing relationship
with growth, of the soft tissues of the naso-
pharynx. Int. Ass. dent. Res., 34:5, 1956. /Resu-
moi
308. SUBTELNY, J.D. - Soft tissue profile, growth
and treatment changes. Angle Orthodont.,
31(2):105-22, Apr. 1961.
309. SVED, A. - Critical review of cephalometrics.
Amer. J. Orthodont., 40(8):567-90, Aug. 1954.
310. TACAIL, c.P. - Notions élémentaires
d'Orthodontie. Paris, Soins de l'Ecole Odonto-
technique de Paris, 1927. 173 p.
311. TENTI, EV. - Atlas of orthodontic appliances.
Genova, 1ª ed. (English), Caravel. 1986, 365p.
312. THOMPSON, J.R - Letter: on SNA and SNB.
Amer. J. Orthodont., 65(1):88, [an. 1974.
313. THOMPSON, J.R - Rest position of the man-
dible its application to analysis and correction
of malocclusion. Angle Orthodont., 19(3):162-
87, [uly 1949.
314. THUROW, RC. - Cephalometric methods in
research and privete practice. Angle Ortho-
dont., 21(2):104-16, Apr. 1951.
315. THURSTON, J.L. - Cephalometric evaluati-
on of the facial skeletal and dental changes
during and after treatment of Class Il, Divisi-
on 1 malocclusion. Amer. J. Orthodont.,
41(9):721-2, Sept. 1955. /Resumo/
316. TODD, T.W. - Hereditary and environmental
factors in facial development. Int. J. Orihodoni.
oral Surg & Radiol., 18(8):799-808, Aug. 1932.
317. TOSI, R & DE MARIA, A. - Análise da linha
I em amostragem de pacientes argentinos. In:
Reunião do Grupo de Estudo Argentina-Bra-
sil. Buenos Aires, 21 e 22 de julho de 1972.
318. TURPIN, D.L. - Growth and remodeling of
the mandible in the Macaca Mulatta Monkey.
Amer. J. Orthodont., 54(4):251-71, Apr. 1968.
319. TWEED, c.H. - Clinical orthodontics. St.
Louis, Mosby, 1966. 2v.
320. TWEED, c.H. - Evolutionary trends in or-
thodontics past, present, and future. Amer. J.
Orthodont., 39(2):81-108, Feb. 1963.
321. TWEED, C.H. - The Frankfort-mandibular
incisor angle (FMIA) in orthodontic diagnosis,
treatment planning and prognosis. Angle Or-
thodont., 24(3):121-69, July 1954.
322. TWEED, e.H. - The Frankfort-mandibular
plane angle in orthodontic diagnosis, classifi-
cation treatment planning, and prognosis.
Amer. J. Orthodont. oral Surg., 32(4):175-230,
Apr.1946.
323. TWEED, CH. - A philosophy of orthodontic
treatment. Amer. J. Orthodont., 31(2):74-103,
Feb.1945.
324. TWEED, CH. - Treatment planning and the-
rapy in the mixed dentition. Amer. J. Ortho-
doni., 49(12):881-906, Dec. 1963.
325. TWEED, CH. - Was the development of the
diagnostic facial triangle as an accurate analy-
sis based on fact or fancy? Amer. J. Orthodont.,
48(11):823-40, Nov. 1962.
326. URSI, W.J.S. et al. - Sexual dimorphism in
normal craniofacial growth. Angle Ortho-
dont., 63:47-56, 1993.
327. VON LOON apud KORKHAUS, C. - Ortho-
pedia biomecánica de Ia dentadura y de los
maxilares. In: BRUHN, C - Ortodoncia, 2.
ed., Trad. por Diego Costa deI Rio, Barcelona,
Labor, 1944.
328. 'WALKER, G.E - A new approach to the analy-
sis of craniofacial morphology and growth.
Amer. J. Orthodont., 61(3):221-30,Mar. 1972..
329. WALKER, C.E et alii - The distribution of
the ANB angle in "normal" individuals. Angle
Orthodont., 41(4):332-5, Oct. 1971.
330. WALKER, C.E et alii - On the use of the SNA
and SNB angles in cephaloetrics analysis. Amer.
J. Orthodont., 64(5):517-23,Nov. 1973.
331. WALLACE, J.S. - Variations in the form of the
jaws. Londons, Balliêre, Tindall & Cox, 1927.
265 p.
332. WALTHER, D.P. - Orthodontic notes. Bristol,
[ohn Wright & Sons, 1960. 198 p.
333. WATSON, T.J. - Extra-alveolar cephalometric
appraisal during treatment; a new approach.
Amer. J. Orthodont., 41(4):318-9, Apr. 1955. /
Resumo/
334. WEI, S.H. - The variability of roentgenogra-
phic cephalometric lines of reference. Angle
Orthodont., 38(1):74-8, [an. 1968.
335. WEINBERC, B.W. - Orthodontics: an historical
review of its origin and evolution. St. Louis, Mos-
by, 1926, v.1
336. WEINCART, M.A. - "Key Ridge=as a diag-
nostic aid in orthodontics. J. Amer. dent. Ass.,
29(13):1583-9, Sept. 1942.
337. WEINMANN, J.P. & SICHER, H. - Bone and
bones. 2. ed., St. Louis, Mosby, 1955.
338. WESTFALL, A.P. - Factors pertaining to or-
thodontic diagnosis. J. Houston Dist. dent. Soc.,
14:6-16, [uly 1943.
339. WIESLANDER, L. - The effect of orthodontic
treatment on the concurrent development of
the craniofacial complexo Amer. J. Orthodont.,
49(1):15-27, Jan. 1963.
340. WOLFF, J. - Das gesestz der transformation der
knochen. Berlin,A. Hirschwald, 1892. apud
ROUVIERE, H. - Anatomie générale. Paris,
Masson, 1939, 192 p.
341. WOODS L C.A. - Changes in width dimen-
sions between certain teeth and facial points
during human growth Amer. J. Orthodont.,
36(9):676-700, Sept. 1950.
342. WYLIE, W.L. - Assessment of anteroposteri-
ar dysplasia. Angle Orthodont., 17(3/4):97-109,
July/Oct. 1947.
343. WYLIE, WL. - Cephalometric roentgenogra-
phy and the dentist. Amer. J. Orthodont. oral
Surg., 31(7):341-60, [uly 1945.
344. WYLIE, W.L. - Orthodontic concepts since
Edward H. Angle. Angle Orthodont., 26(2):59-
67, Apr. 1956.
345. WYLIE, WL. - Philosophy of orthodontic di-
agnosis. Amer. J. Orthodont., 45(9):641-54, Sept.
1959.
346. WYLIE, WL. - Relationship between ramus
height, dental height and overbite. Amer. J.
Orthodont. oral Surg., 32(2):57-67, Feb. 1946.
347. ,YEN, P.K.J. - Identification of landmarks in
cephalometric radiographs. Angle Orthodont.,
30(1):35-41, [an, 1960.