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PRODUÇÃO PRIMÁRIA E 
PRODUTIVIDADE PESQUEIRA
Prof. Cassiano Monteiro Neto
Laboratório ECOPESCA
Eficiência em fixar energia em uma determinada
área num intervalo de tempo.
CO2 + H2O CH2O + O2 (compostos
orgânicos ricos em energia)
Unidade: g de C/m2/ano.
PRODUTIVIDADE PRIMÁRIA
PRODUTORES PRIMÁRIOS
• Fitoplâncton
• Cianobactérias
• Microalgas bentônicas
• Macroalgas
• Plantas de mangue e marisma
• Associações simbióticas com algas
PRODUÇÃO PRIMÁRIA BRUTA NOS 
AMBIENTES MARINHOS
• Produção Primária nos ecossistemas marinhos:
–40% da produção primária global
–30 – 60 x 109/ano de carbono orgânico
• Produção Primária Nova – Montante de produção
resultante da incorporação de nitrogênio oriundo de fora da
zona fótica. Intimamente relacionada com o fluxo de material
orgânico para águas profundas.
• Produção Primária Regenerada – Produção derivada do
uso do nitrogênio reciclado (ou regenerado) na zona eufótica
pela trama trófica. Responsável pela manutenção das tramas
tróficas pelágicas em equilíbrio.
FATORES QUE AFETAM A PRODUÇÃO 
PRIMÁRIA
• LUZ – intensidade de radiação e penetração da luz
• NUTRIENTES – disponibilidade no ambiente 
Nitrogênio – nitrato (NO3-), nitrito (NO2-) e amônio (NH4+)
Fosfato (PO43-).
• TURBULÊNCIA – circulação na coluna d’água
• PROFUNDIDADE CRÍTICA - profundidade na qual a 
fotossíntese da população de fitoplâncton da coluna d’água iguala 
a sua respiração total. 
Ganho fotossintético se 
iguala a respiração
População se desenvolve 
somente se profundidade de 
mistura for menor que a 
profundidade crítica.
(Produção líquida>0)
Turbulência
VARIAÇÃO GEOGRÁFICA DA 
PRODUTIVIDADE NOS OCEANOS
VARIAÇÃO GEOGRÁFICA DA 
PRODUTIVIDADE NOS OCEANOS
• Regiões Temperadas
–Inverno- Baixa intensidade luminosa, portanto baixa 
produtividade;
–Verão- Produtividade baixa, mesmo com níveis 
luminosos favoráveis;
–Outono- Pequeno pico produtivo;
–Primavera- Pico de produtividade.
VARIAÇÃO GEOGRÁFICA DA 
PRODUTIVIDADE NOS OCEANOS
• Regiões Tropicais – Termoclina permanente, 
produtividade constante e baixa o ano inteiro;
• Regiões Polares – Produtividade restrita ao verão;
• Regiões Costeiras – Produtividade média maior 
que em regiões oceânicas. Concentração alta de 
nutrientes, produtividade elevada o ano inteiro.
VARIAÇÃO GEOGRÁFICA DA 
PRODUTIVIDADE NOS OCEANOS
PRODUÇÃO PRIMÁRIA DOS 
AUTOTRÓFICOS
FITOPLÂNCTON – 90% da produção primária marinha;
• 25% da produtividade fitoplanctônica ocorre em 8% da área 
total oceânica, 50% em 24% e 75% em 54% da área;
• Produção Primária bruta – 45-50 Gt C y-1
•Plataforma continental – 100-160 g C.m-2.ano-1
•Oceanos Tropicais – 18-50 g C.m-2.ano-1
•Oceanos Temperados – 70-120 g Cm-2.ano-1
•Oceanos Antárticos - 100 g Cm-2.ano-1
•Oceano Ártico - < 1 g Cm-2.ano-1
MACROALGAS
Laminaria – 1200-1900 g C.m-2.ano-1
Macrocistis – 800-1000 g C.m-2.ano-1
Ecklonia – 600-1000 g C.m-2.ano-1
MANGUEZAIS
1000-2000 até 5000 g C.m-2.ano-1 
RECIFES DE CORAL
2000-4000 g C.m-2.ano-1 
GRAMAS MARINHAS E PLANTAS DE MARISMA
2000-4000 g C.m-2.ano-1 
PRODUÇÃO PRIMÁRIA DOS 
AUTOTRÓFICOS
PRODUÇÃO HETEROTRÓFICA
• Dependente da herbivoria, decomposição e armazenagem 
(compostos acumulados no sedimento);
• A maior parte da produção de macroalgas plantas de 
mangue e marisma entram na cadeia como detritos;
• A matéria orgânica produzida pelos autotróficos é 
consumida pelos heterotróficos, que produzem resíduos 
que serão reciclados pelos microorganismos, fazendo um 
link entre todos os níveis da cadeia alimentar.
EFICIÊNCIA DE TRANSFERÊNCIA
• Eficiência de Crescimento Bruto – Proporção do carbono 
da presa convertida a carbono do predador;
• Eficiência de Transferência – Produto da eficiência de 
crescimento bruto e da eficiência de predação;
• Eficiência de Transferência sempre < Eficiência de 
Crescimento Bruto; 
• Perda de carbono a cada nível da cadeia alimentar;
• Não existe 100% de eficiência na digestão e absorção do 
que é consumido;
• Gastos na respiração, reprodução, locomoção, alimentação, 
etc.
• Tende a ser menor quanto maior o número de níveis 
tróficos;
• Organismos que consomem diretamente produtores 
primários e secundários têm maiores taxas de produção, 
que os que consomem no ápice da cadeia;
• Uma vez que a eficiência de transferência não é 100%, os 
organismos possuem estratégias alimentares que visam 
aumentar o consumo e diminuir os gastos de energia.
EFICIÊNCIA DE TRANSFERÊNCIA
• Ryther (1969) dividiu os oceanos mundiais em oceano 
aberto, regiões costeiras e de ressurgência e assumiu um 
número de elos de 5 para os oceanos abertos e 1,5 para as 
regiões de ressurgência;
• A eficiência de transferência seria de 10%, desta forma a 
produção pesqueira global sugerida estaria em torno de 
24x107 t/ano.
• Regiões Temperadas – 20-50 g C.m-2.ano-1
• Recifes Tropicais – 14-35 g C.m-2.ano-1
EFICIÊNCIA DE TRANSFERÊNCIA
EFICIÊNCIA DE TRANSFERÊNCIA
PRODUÇÃO PRIMÁRIA E 
PRODUTIVIDADE PESQUEIRA
PRODUTIVIDADE PRIMÁRIA E 
RESSURGÊNCIA
• Produtividade em ressurgências dependem de:
– intensidade do vento
– diferenças espaciais no fluxo de marés
– aumento da turbulência
– altamente sazonal
– produção nova geralmente supera a produção regenerada;
• Produção fitoplanctônica zooplanctônica pesqueira;
• 25% da captura total de peixes marinhos vem de 5 áreas de 
ressurgência que ocupam 5% da área oceânica;
PRODUTIVIDADE PRIMÁRIA E 
RESSURGÊNCIA
• Correntes associadas as áreas de ressurgência: 
– Califórnia
– Peru
– Canarias (NW África)
– Benguela (Namíbia)
– Somalia;
PRODUTIVIDADE PRIMÁRIA E 
RESSURGÊNCIA
PRODUTIVIDADE PRIMÁRIA E 
RESSURGÊNCIA
	PRODUÇÃO PRIMÁRIA E PRODUTIVIDADE PESQUEIRA��Prof. Cassiano Monteiro Neto�Laboratório ECOPESCA
	Slide Number 2
	PRODUTORES PRIMÁRIOS
	PRODUÇÃO PRIMÁRIA BRUTA NOS AMBIENTES MARINHOS
	FATORES QUE AFETAM A PRODUÇÃO PRIMÁRIA
	Slide Number 6
	Slide Number 7
	VARIAÇÃO GEOGRÁFICA DA PRODUTIVIDADE NOS OCEANOS
	VARIAÇÃO GEOGRÁFICA DA PRODUTIVIDADE NOS OCEANOS
	VARIAÇÃO GEOGRÁFICA DA PRODUTIVIDADE NOS OCEANOS
	Slide Number 11
	PRODUÇÃO PRIMÁRIA DOS AUTOTRÓFICOS
	PRODUÇÃO HETEROTRÓFICA
	EFICIÊNCIA DE TRANSFERÊNCIA
	EFICIÊNCIA DE TRANSFERÊNCIA
	EFICIÊNCIA DE TRANSFERÊNCIA
	EFICIÊNCIA DE TRANSFERÊNCIA
	PRODUÇÃO PRIMÁRIA E PRODUTIVIDADE PESQUEIRA
	PRODUTIVIDADE PRIMÁRIA E RESSURGÊNCIA
	PRODUTIVIDADE PRIMÁRIA E RESSURGÊNCIA
	Slide Number 21
	PRODUTIVIDADE PRIMÁRIA E RESSURGÊNCIA
	Slide Number 23

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