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SISTEMAS ELÉTRICOS DE 
POTÊNCIA
Profª SUZANA DA HORA MACEDO
Sistema Elétrico de Potência
� FUNÇÃO: Fornecer energia elétrica aos usuários, grandes ou pequenos, com a
qualidade adequada, no instante em que for solicitada.
� Transforma energia de alguma natureza fornecendo aos consumidores a
quantidade de energia demandada, instante a instante.
� O sistema deve contar com a capacidade de produção e transporte que
atenda ao suprimento, num dado intervalo de tempo, da energia consumida e
à máxima solicitação instantânea de potência ativa.
� Deve-se dispor de sistemas de controle da produção de modo que a cada
instante seja produzida a energia necessária a atender à demanda e às perdas
na produção e no transporte.
� No Brasil, predomina a produção de energia elétrica pela transformação de
energia hidráulica em elétrica, usinas hidroelétricas.
� Os centros de produção estão afastados dos centros de consumo. É
imprescindível a existência de um elemento de interligação entre ambos que
esteja apto a transportar a energia demandada.
� O valor da tensão de transmissão é estabelecido em função da
distância a ser percorrida e do montante de energia a ser
transportado.
� Em se chegando aos centros de consumo, face à grande diversidade no
montante de potência demandada pelos vários consumidores, variável
desde a ordem de grandeza de centenas de MW até centenas de W, é
inviável o suprimento de todos os usuários na tensão de transmissão.
� Exige-se um primeiro abaixamento do nível de tensão para valor
compatível com a demanda dos grandes usuários, “tensão de
subtransmissão”.
� O abaixamento de tensão é feito através das “subestações de
subtransmissão”, que são supridas através das linhas de transmissão,
suprindo, por sua vez, linhas que operam em nível de tensão mais
baixo, “tensão de subtransmissão” ou “alta tensão”.
� Posteriores abaixamentos no nível de tensão são exigidos, em função das
características dos consumidores. Assim, o sistema de subtransmissão supre as
“subestações de distribuição”.
� Subestações de distribuição – são responsáveis por novo abaixamento no nível
de tensão para a “tensão de distribuição primária” ou “média tensão”.
� A rede de distribuição primária irá suprir os transformadores de distribuição,
dos quais se deriva a rede de distribuição secundária ou rede de baixa tensão,
cujo nível de tensão é designado por “tensão secundária” ou “baixa tensão”.
DIAGRAMA DE BLOCOS 
DO SISTEMA
GERAÇÃO
TRANSMISSÃO/SUBTRANSMISSÃO
DISTRIBUIÇÃO
Os Sistemas elétricos de Potência se 
subdividem em 3 grandes blocos:
� GERAÇÃO – que tem a função de converter alguma forma de energia em
energia elétrica.
� TRANSMISSÃO – é responsável pelo transporte da energia elétrica ods centros
de produção aos de consumo.
� DISTRIBUIÇÃO – que distribui a energia elétrica recebida do sistema de
transmissão aos grandes, médios e pequenos consumidores.
Valores eficazes das tensões com 
frequência de 60 Hz utilizados no Brasil
Tensões utilizadas no Brasil
� Sistema de geração – tensão nominal de 13,8kV,
encontrando-se também tensões desde 2,2kV até a ordem
de grandeza de 22kV.
� Há também pequenas unidades de geração, que podem
ser conectadas diretamente no sistema de distribuição.
EXEMPLO DE DIAGRAMA UNIFILAR DE 
SISTEMA ELÉTRICO DE POTÊNCIA
Três usinas, um conjunto de linhas de transmissão, uma rede de subtransmissão,
uma de distribuição primária e três de distribuição secundária.
� O Sistema de transmissão opera, em geral, em malha.
� O Sistema de subtransmissão opera radialmente, podendo, com
cuidados especiais operar em malha.
� O Sistema de distribuição primária opera geralmente radial.
� O Sistema de distribuição secundária pode operar quer em malha,
quer radialmente.
SISTEMA DE TRANSMISSÃO
� Deve operar interligado:
o confiabilidade
o possibilidade de intercâmbio entre áreas (ex: suprindo ciclos
hidrográficos diferentes) (aumento da disponibilidade do sistema)
o sistema mais robusto
� O esgotamento das reservas hídricas, próximas aos centros
de consumo, impôs que fosse iniciada a exploração de
fontes mais afastadas, exigindo o desenvolvimento de
sistemas de transmissão de grande porte, envolvendo o
transporte de grandes montantes de energia a grandes
distâncias. Foi necessário então aumentar a tensão de
transmissão.
Transmissão em Corrente Contínua
� Também transmissão em corrente contínua, atendidos por estação
retificadora, do lado da usina, e inversora, do lado do centro de
consumo.
� O Brasil é um dos pioneiros nesta tecnologia.
� Elo de corrente contínua de Itaipu – um dos maiores do mundo pela
potência transportada e pela distância percorrida.
� Opera com dois bipolos nas tensões de +600kV e -600kV em relação à
terra, que corresponde a tensão entre linhas de 1200kV.
� De Itaipú a Ibluna (SP), cobrindo uma distância de 810km e
transportando uma potência de 6.000 MW.
SIN – SISTEMA INTERLIGADO NACIONAL
� Com tamanho e características que permitem considerá-lo único em
âmbito mundial, o sistema de produção e transmissão de energia
elétrica do Brasil é um sistema hidrotérmico de grande porte, com
forte predominância de usinas hidrelétricas e com múltiplos
proprietários. O Sistema Interligado Nacional é formado pelas
empresas das regiões Sul, Sudeste, Centro-Oeste, Nordeste e parte da
região Norte. Apenas 1,7% da energia requerida pelo país encontra-se
fora do SIN, em pequenos sistemas isolados localizados principalmente
na região amazônica.
Integração 
Eletroenergética
(2015)
ELETROBRAS
� A ELETROBRAS lidera um sistema composto por empresas
de geração, transmissão e distribuição, um centro de
pesquisas, uma empresa de participações e metade do
capital de Itaipu.
ELETROBRAS
� Empresa de economia mista e capital aberto, a Centrais
Elétricas Brasileiras S.A. (Eletrobras) é a maior companhia
de capital aberto do setor de energia elétrica da América
Latina e atua nos segmentos de geração, distribuição,
transmissão e comercialização por meio das empresas
Eletrobras holding, CGTEE, Chesf, Eletronorte,
Eletronuclear, Eletrosul, Furnas, Amazonas Geração e
Transmissão de Energia, Distribuição Amazonas,
Distribuição Acre, Distribuição Alagoas, Distribuição Piauí,
Distribuição Rondônia, Distribuição Roraima e metade do
capital de Itaipu Binacional. Além disso, controla o Centro
de Pesquisas de Energia Elétrica (Eletrobras Cepel) e a
Eletrobras Participações S.A. (Eletrobras Eletropar). Em
janeiro de 2015, foi concluído o processo de aquisição do
controle acionário da Celg-D.
ELETROBRAS
� Controladora de empresas de geração, transmissão
e distribuição e detentora de uma das matrizes mais
limpas do mundo para a geração de energia elétrica, a
Eletrobras tem sede em Brasília e escritório central no Rio
de Janeiro. Seu maior acionista é o governo federal
(54,46% das ações ordinárias) e a empresa possui ações
negociadas nas Bolsas de Valores de São Paulo
(BM&FBovespa), de Madri e de Nova Iorque.
ELETROBRAS
� Com capacidade instalada total de 44.156 MW, a
Eletrobras é a maior empresa de geração de energia
elétrica brasileira e tem uma participação de 33% do total
da capacidade instalada do país. Cerca de 91% dessa
capacidade instalada vem de fontes com baixa emissão de
gases de efeito estufa, o que faz da Eletrobras uma das
maiores do mundo em geração de energia limpa e
renovável e a maior responsável pela matriz elétrica
brasileira ser a segunda mais limpa e renovável do mundo.
ELETROBRAS
� A Eletrobras possui uma malha de linhas de transmissão de
abrangência nacional, com aproximadamente 60.502 quilômetros,
equivalente a 48% do total do país em sua rede básica, em alta e
extra-altatensão. No segmento de distribuição, considerando os
ativos da Celg-D, a Eletrobras cobre uma área correspondente a 31%
do território brasileiro, distribuindo energia elétrica a mais de 6,6
milhões de consumidores, por meio de uma rede de distribuição com
mais de 464 mil quilômetros. A Eletrobras também trabalha de forma
constante na busca de fontes alternativas de energia e na criação de
novos modelos de negócio, como as participações em Sociedades de
Propósito Específico (SPEs) e operações no exterior.
ELETROBRAS
� As empresas Eletrobras são responsáveis por
aproximadamente 61 mil quilômetros de linhas de
transmissão de energia elétrica com tensão maior ou igual
a 230 kV, o que representa cerca de 47% das linhas desse
tipo no Brasil. Desse total, mais de 55 mil km são de
propriedade das empresas Eletrobras e 5.482 km foram
conquistados em leilões por meio de parcerias
denominadas Sociedade de Propósito Específico (SPE) -
valor referente à participação proporcional da Eletrobras.
� Quanto à capacidade de transformação, as empresas
Eletrobras e as parcerias em SPE são responsáveis por
239.866 MVA de potência distribuídos em 271 subestações
em todas as regiões do país.
ELETROBRAS
� Além de operar e manter esses empreendimentos dentro
dos padrões de desempenho e qualidade exigidos pela
Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel), a
Eletrobras, através por meio das empresas Eletrobras
Chesf, Eletrobras Eletronorte, Eletrobras Eletrosul e
Eletrobras Furnas, tem participado ativamente da
expansão do sistema de Transmissão brasileiro, seja
através de novas concessões adquiridas nos leilões
promovidos pela Aneel ou através de autorizações para
reforços no sistema atual.
Fontes: Informes das empresas Eletrobrás e Boletim de Monitoramento do Setor Elétrico (MME) - Dezembro/2015
ELETROBRAS 
ELETROBRAS
ELETROBRAS 
Nova interligação internacional
ELETROBRAS 
Nova interligação internacional
Plano de Ação 2016
Treinamento
Apresenta:
Postes
Os postes são classificados pelo tamanho, material construtivo, 
forma e pela sua resistência mecânica, esta medida é dada em daN
(deca Newton) = kgf, para todos os postes existem uma gama de 
diferentes esforços.
Tipos:
�Concreto Circular
�Concreto Duplo “T”
�Madeira
�Aço Circular
�Trilho
�Fibra
�Ornamentais
Postes Circular e Duplo T
�Poste Concreto Circular – “CC”
o Características
� Altura:
� 9 metros => 30 ft
� 11 metros => 35 ft
� 12 metros => 40 ft
� 13, 14, 15, 18...
� Esforço:
� 200 daN
� 400 daN
� 600 daN
� 1000, 1500 ...
� Data de Imobilização
� Data referente a sua fabricação
�Poste Concreto Duplo 
“T” – “DT”
o Características
� Altura:
� 9 metros
� 11 metros 
� 12 metros
� 13, 14, 15, 18...
� Esforço:
� 200 daN
� 300 daN
� 400 daN
� 1000, 1500 ...
� Data de Imobilização
� Data referente a sua fabricação
Postes de concreto
� Representação Topográfica
� Existente
� Retirado
� Projetado
� Representação Topográfica
� Existente
� Retirado
� Projetado
�Poste Concreto Circular – “CC” �Poste Concreto Duplo T – “DT”
Postes de concreto
� Representação Topográfica
� Existente
� Retirado
� Projetado
� Representação Topográfica
� Existente
� Retirado
� Projetado
�Poste Concreto Circular – “CC” �Poste Concreto Duplo T – “DT”
Postes de Madeira
o Características
� Altura:
� 9 metros
� 11 metros 
� 12 metros
� 13, 14, 15 ...
� Esforço:
� L - 250 daN
� M - 400 daN
� P - 600 daN
� Representação Topográfica
� Existente
� Retirado
� Projetado
� Data de Imobilização
� Data referente a sua fabricação
- “L – para Leve”,
- “M – para Médio” e
- “P – para Pesado”
� Representação Topográfica
� Existente
� Retirado
� Projetado (não pode ser projetado)
�Poste Aço Circular – “AC”
o Características
� Altura:
� 9 metros 
� 11 metros 
� 12 metros
� Esforço:
� L - 200 daN
� M - 400 daN
� P - 600 daN
� Data de Imobilização
� Data referente a sua fabricação
- “L – para Leve”,
- “M – para Médio” e
- “P – para Pesado”
�Poste Trilho – Perfil “I”
o Característica
� Altura:
� 9 metros 
� 11 metros 
� 12 metros
� Esforço:
� L - 200 daN
� M - 400 daN
� P - 600 daN
� Representação Topográfica
� Existente
� Retirado
� Projetado (não pode ser projetado)
� Data de Imobilização
� Data referente a sua fabricação
- “L – para Leve”,
- “M – para Médio” e
- “P – para Pesado”
Postes de Aço
Poste de Fibra
�Poste de fibra
o Características
� Altura:
� 9 metros 
� 11 metros
� Esforço:
� 400 daN
� Representação Topográfica
� Retirado
� Existente
� Projetado
Poste Ornamental
�Postes usados para iluminação pública / ornamentação
� Representação Topográfica
� Retirado
� Existente
� Projetado
� Estruturas para MT � Estruturas para BT
Estruturas
�Cruzeta
�Madeira;
�Concreto;
�Ferro;
�Polimérica
Tamanho pode variar de 
2,00m, 2,40 e 5,00m.
�Suporte para Isolador:
�Ferro;
�Polimérica.
� Estruturas para MT � Estruturas para BT
Estruturas
�Cruzeta �Suporte para Isolador:
Estruturas
�Tipos de Montagem de Estruturas de “MT” Mais Comuns
�Rede Aberta
�Normal
�Meio Beco
�Beco
�HT
�LE
�T
�TE
�U (mais utilizada em áreas rurais)
�Rede compacta
�CE1 , CE1A
�CE2.C , CE2.H
�CE3.C , CE3.U
�CE4.C , CE.U 
�NORMAL
Estruturas Rede Aberta
�MEIOBECO
Estruturas Rede Aberta
Estruturas Rede Aberta
�BECO
Estruturas Rede Aberta
�HT
Estruturas Rede Aberta
Estruturas Rede Compacta
�CE1
Estruturas Rede Compacta
�CE2
Estruturas Rede Compacta
�CE3
Estruturas Rede Compacta
�CE4
� Estruturas de BT poste CC
Estruturas rede aberta BT
� Estruturas de BT poste CC
Estruturas rede isolada BT
� SI1
Estruturas rede isolada BT
Ângulo até 40°
� SI2
Estruturas rede isolada BT
Ângulo entre 40° e 60°
� SI3
Estruturas rede isolada BT
Fim de linha e ramal de ligação
� SI4
Estruturas rede isolada BT
Ancoragem dupla
� 2F2.S3
Estruturas rede isolada BT
Transição
Estruturas MT Rede Ampla
� M1T
Estruturas MT Rede Ampla
� M2T
Estruturas MT Rede Ampla
� M3T
Estruturas MT Rede Ampla
� M4T
Estruturas MT Rede Ampla
� B1T � B1TE
Estruturas MT Rede Ampla
� B2T
� B2TE
Estruturas MT Rede Ampla
� B3T
� B3TE
Estruturas MT Rede Ampla
� B4T
� B4TE
MÉDIA TENSÃO BAIXA TENSÃO
�336,4 CA
�4/0, 1/0 e 2 CA
�4 CAA
�16, 35, 70 CU
�COMP 185
�COMP 50
�25, 50 e 160 AAAC
�336, 1/0 CAA
�4/0 , 1/0 , 2 CA
�4 , 1/0 CAA
�16, 35, 70 CU
�PR 3#35(50) AL
�PR 3#50(50) AL
�PR 3#95(50) AL
�PR 3#95(70) AL
�PR 3# 150(70) AL
�25, 50 AAAC
�MULT. 2#35(35) AL
�PR2#16(25) AL
Condutores
Transformador
Os transformadores de distribuição são utilizados para abaixar a tensão de 
distribuição para os níveis de utilização dos equipamentos domésticos, podem 
ser monofásicos ou trifásicos.
15 kVA
25 kVA
30 kVA
45 kVA
75 kVA
150 kVA
Distribuição de energia
LEGISLAÇÃO BÁSICA
PROFª SUZANA DA HORA MACEDO
ANEEL – O poder concedente
�ANEEL – Agência Nacional de Energia Elétrica
�Atribuição: regular e fiscalizar a prestação dos serviços de produção, transmissão, distribuição e 
comercialização de energia elétrica.
�É a agência reguladora do Governo Federal, vinculada ao Ministério das Minas e Energia.
�Para apoiar as suas atividades existem 2 empresas (instituições privadas sem fins lucrativos) 
subordinadas a ela:
◦ CCEE-Câmara de Comercialização de Energia Elétrica
◦ ONS-OperadorNacional do Sistema Elétrico
�CCEE – responsável pelas transações de compra e venda de energia.
�ONS-Tem a função de supervisionar e controlar os centros de operação de sistemas elétricos do 
País.
�Regulamentação (ANEEL)-estabelece dois grandes ambientes de contratação de energia 
elétrica, o Ambiente de Contratação Livre (ACL) e o Ambiente de Contratação Regulada (ACR)
Ambiente de Contratação Livre (ACL)
�Atuam empresas de geração, transmissão e distribuição e também as empresas chamadas de 
comercializadoras (que têm o papel de adquirir grandes blocos de energia das geradoras, 
revendendo posteriormente para os consumidores.
�Os consumidores que atuam no ACL podem adquirir a energia consumida (MWh) de qualquer 
comercializadora e a demanda necessária (kW) para atendimento da sua instalação dever ser 
contratada da empresa de distribuição ou transmissão que atende a sua região.
�Dependendo da negociação realizada com a comercializadora, o custo final da energia elétrica 
adquirida no ACL pode ser menor do que no ACR.
�Por isso existe interesse de consumidores neste ambiente de contratação, mas há regras para o 
consumidor ser elegível de atuar no ACL.
�O consumidor que atua no ACL pode ser classificado como consumidor livre ou consumidor 
especial. 
�O consumidor livre deve atende a um dos seguintes requisitos:
� Demanda contratada igual ou superior a 3.000kW, conectado em uma tensão igual ou superior a 69kV e 
com energia elétrica ligada antes de 7/julho/1995.
� Demanda contratada igual ou superior a 3.000kW, conectado em qualquer nível de tensão e com 
energia elétrica ligada após 7/julho/1995.
�É possível também o enquadramento na categoria de consumidor especial, desde que seja 
atendido um dos seguintes requisitos:
�Demanda contratada maior ou igual a 500kW e inferior a 3.000kW, conectado em qualquer 
nível de tensão.
�Portanto, o ACL é restrito a consumidores de energia elétrica de maior porte!!!
Lembrando... Energia x demanda
�DEMANDA – corresponde à potência total requerida da rede para manter o funcionamento dos 
equipamentos elétricos. O conceito de demanda é instantâneo e não cumulativo.
�A potência pode variar de um momento para outro, de acordo com as cargas que estão ligadas 
na rede.
�A energia elétrica consumida representa a potência elétrica sendo requerida da rede ao longo 
de um determinado tempo. As faturas de energia emitidas pelas distribuidoras registram a 
energia consumida dentro do período de um mês.
ACR – Ambiente de Contratação 
Regulada
�Os consumidores comprar a energia elétrica da distribuidora que atende a sua região.
�As distribuidoras têm o direito de concessão de explorar esse serviço público.
�ANEEL estabelece as principais regras que dever ser seguidas.
�ANEEL estabelece indicadores de qualidade, prazos de atendimento, valores e tarifas a serem 
cobrados e fiscaliza as empresas de distribuição com equipe própria ou por meio das agências 
estatais envolvidas.
�Em alguns estados a ANEEL possui agências conveniadas.
REOLUÇÃO 414/2010 (9/set/2010)
�Resolução que estabelece as condições gerais de fornecimento de energia elétrica que as 
distribuidoras devem seguir – estabelece regras e critérios.
�Esta resolução vem sendo ajustada de acordo com necessidades específicas.
Classificação da Unidade Consumidora
�Residencial
�Residencial baixa renda
�Residencial baixa renda indígena
�Residencial baixa renda quilombola
�Residencial baixa renda benefício de prestação continuada da assistência social – BPC
�Residencial baixa renda multifamiliar
Os consumidores Baixa renda são beneficiados com a Tarifa Social de Energia Elétrica
Os consumidores Baixa renda são beneficiados com a Tarifa Social de Energia Elétrica
Além da classificação residencial, existem também: comercial, industrial, rural, poder público, 
iluminação pública, serviço público e consumo próprio.
Classificação das unidades consumidoras
Grupo A (Ex. indústrias, shoppings, edifícios comerciais, etc.)
Fornecimento com tensão igual ou superior a 2,3 kV ou em tensão inferior a 2,3 kV atendendo a 
partir do sistema de distribuição subterrâneo.
Se divide em 4 subgrupos:
� A1 – 230Kv oumais
� A2 – 88 a 138kV
� A3 – 69kV
� A3a – 30 a 44kV
� A4 – 2,3 a 25kV
� AS – sistema subterrâneo
Grupo B
� B1 – residencial e residencial baixa renda
� B2 – rural e cooperativa de eletrificação rural
� B3 – demais classes
� B4 – iluminação pública
Prazos para que seja realizada a ligação da unidade consumidora:
Grupo B em área urbana: 2 dias úteis
Grupo B em área rural: 5 dias úteis
Grupo A: 7 dias úteis
Legislação sobre o Fator de Potência
A ANEEL publicou em 23/julho/2013 a resolução 569:
“As unidades consumidoras do grupo B não podem ser cobradas pelo excedente de reativos 
devido ao baixo fator de potência.”
Prodist – Procedimentos de Distribuição de 
Energia Elétrica no Sistema Elétrico Nacional
Compêndio de documentos que estabelece várias regras e requisitos gerais a serem seguidos 
por todas as distribuidoras de energia elétrica do País.
Principais objetivos:
Garantir que os sistemas de distribuição operem com segurança, eficiência, qualidade e 
confiabilidade.
Propiciar o acesso aos sistemas de distribuição, assegurando tratamento não discriminalizatório
entre agentes.
Disciplinar os procedimentos técnicos para as atividades relacionadas ao planejamento da 
expansão, á operação dos sistemas de distribuição, à medição e à qualidade da energia elétrica.
Estabelecer requisitos para os intercâmbios de informações entre os agentes setorias.
Assegurar o fluxo de informações adequadas à ANEEL.
Disciplinar os requisitos técnicos na interface com a Rede Básica, complementando de forma 
harmônica os Procedimentos de Rede.
Prodist - Módulos
1-Introdução
2-Planejamento da Expansão do Sistema de Distribuição
3-Acesso ao Sistema de Distribuição
4-Procedimentos Operativos do Sistema de Distribuição
5-Sistemas de Medição
6-Informações Requeridas e Obrigações
7-Cálculo de Perdas na Distribuição
8-Qualidade da Energia Elétrica
9-Ressarcimento de Danos Elétricos
Prodist - Módulo 1
Âmbito em que se aplicam os procedimentos de distribuição
Responsabilidades dos envolvidos
Fundamento legal que sustenta o Prodist
Sanções que podem ser aplicadas
Glossário
Com os demais módulos estão estruturados
Prodist - Módulo 2
Planejamento do sistema de distribuição
Estabelece as principais diretrizes e requisitos mínimos a serem seguidos
Critérios básicos para troca de informações entre os agentes envolvidos.
Prodist - Módulo 3
Condições e requisitos para que seja realizado o acesso aos sistemas de distribuição e as demais 
instalações de transmissão
São estabelecidas 4 etapas de um procedimento padronizado para a realização do acesso: 
consulta, informação, solicitação e parecer do acesso
São estabelecidos critérios técnicos e operacionais para a realização do projeto do acesso à rede 
da empresa de distribuição
Prodist - Módulo 4
Tratamento que deve ser dado às informações de carga planejada e à geração de energia para 
fins de organização da operação do sistema
Intervenções que devem ser comunicadas a todos os envolvidos
Regras gerais para o controle da carga que pode prover cortes no fornecimento em situações de 
contingência ou emergência ou reduzir a tensão do sistema a níveis tecnicamente aceitáveis
Prodist - Módulo 5
Requisitos do sistema de medição (faturamento, qualidade da energia elétrica, Cargas do 
sistema de distribuição, estudos de previsão de demanda, curvas de carga, apura~ção das 
perdas técnicas)
Leitura dos medidores
Prodist - Módulo 6
Como deve ser realizada a troca de informações entre as distribuidoras e também em relação aoutros agentes do setor
Não determina um protocolo de comunicação específico, mas determina que o protocolo 
adotado seja aberto.
Prodist - Módulo 7
Estabelece uma forma padronizada de cálculo das perdas técnicas no sistema de distribuição
Perdas técnicas – atribuídas à natureza física do sistema elétrico (Efeito Joule nos cabos e 
transformadores)
Prodist - Módulo 8
Aspectos de qualidade de energia
Qualidade do produto:
� Tensão em regime permanente
� FP
� Harmônicos
� Desequilíbrio de tensão
� Flutuação de tensão
� Variações de tensão de curta duração
� Variação da frequência
Na relação entre as distribuidoras e os consumidores devem ser apurados os seguintes 
indicadores do serviço prestado:
�Tempo de atendimento às ocorrências emergenciais
�Continuidade do serviço de distribuição de energia elétrica
DIC – Duração de interrupções individual por unidade consumidora
FIC – Frequência de interrupções individual por unidade consumidora
DMIC – Duração máxima de interrupção contínua por unidade consumidora
DICRI – Duração de interrupção individual ocorrida em dia crítico por unidade consumidora
DEC – Duração equivalente de interrupção por unidade consumidora
FEC – Frequência equivalente de interrupção por unidade consumidora
Prodist - Módulo 9
Estabelece procedimentos padronizados que as distribuidoras devem seguir para realizar o 
ressarcimento de danos elétricos decorrentes de sua rede, independentemente de ter havido 
dolo ou culpa.
O ressarcimento ao consumidor é devido pela distribuidora toda vez que houver dano a algum 
equipamento provocado por perturbação na rede de energia, mesmo que esta perturbação 
tenha sido provocada por equipamentos da própria distribuidora, como também por ação da 
natureza (ex. descargas atmosféricas).
Perfis de Carga
SUZANA DA HORA MACEDO
2.1 Classificação das Cargas
Características:
A partir daí, pode-se fixar critérios de classificação dos consumidores.
Localização geográfica
�Zona urbana – densidade de carga elevada, às vezes, crescimento de 
carga vegetativo
�Bairros periféricos – densidade de carga menor
�Zona rural – densidade de carga muito baixa.
Tipo de utilização de energia
Finalidade:
Dependência da energia elétrica
Leva-se em conta os prejuízos que a interrupção ocasiona.
�Cargas sensíveis – prejuízo enorme devido à perda de produção já feita ou 
causa danos à instalação.
�Cargas semissensíveis – 10 minutos não ocasionam os prejuízo apresentados 
pelas sensíveis.
�Cargas normais – não acarretará os prejuízos citados
A interrupção sempre causa prejuízo à imagem, faturamento e penalidades.
Efeitos da carga sobre o sistema de 
distribuição
Cíclicas e acíclicas – não funcionam continuamente
Cíclicas – ciclo de trabalho periódico
Acíclicas – ciclo aperiódico
Cargas transitórias – impõem ao projeto soluções mais elaboradas
Tarifação
É o modo como é tarifada a energia.
Usuários são divididos em categorias, por faixa de tensão, a cada uma correspondendo uma 
tarifação diferenciada.
Classificação usual:
Tensão de fornecimento
2.2 FATORES TÍPICOS UTILIZADOS EM 
SISTEMAS DE DISTRIBUIÇÃO
DEMANDA DE UMA INSTALAÇÃO – é a carga nos terminais receptores tomada em valor médio 
num determinado intervalo de tempo.
CARGA – aplicação que está sendo medida em termos do valor eficaz da intensidade de 
corrente.
INTERVALO DE DEMANDA – período no qual é tomado o valor médio
DEMANDA INSTANTÂNEA - Fazendo-se o intervalo de demanda tender a zero 
CURVA INSTANTÂNEA DE DEMANDA NO PERÍODO – curva de demanda instantânea em função 
do tempo. Utiliza-se 10 ou 15 min.
Curva diária de demanda
DEMANDA MÁXIMA
É A MAIOR DE TODAS AS DEMANDAS QUE OCORRERAM NUM PERÍODO ESPECIFICADO DE 
TEMPO.
Usualmente 10 ou 15 min.
Exemplo 2.1
DIVERSIDADE DA CARGA
Será a demanda máxima de um conjunto de consumidores igual à soma de suas demandas 
máximas individuais? NÃO! Existe uma diversidade entre os consumidores!
A demanda diversificada de um conjunto de cargas, num dado instante, é a soma das demandas 
individuais das cargas naquele instante.
FATOR DE DIVERSIDADE
Fator de diversidade de um conjunto de cargas á a relação entre a soma das demandas máximas 
das cargas e a demanda máxima do conjunto.
Fator de coincidência
FATOR DE DEMANDA
É A RELAÇÃO ENTRE A DEMANDA MÁXIMA DO SISTEMA OU PARTE DELE, NO INTERVALO DE 
TEMPO CONSIDERADO, E A CARGA NOMINAL OU INSTALADA TOTAL DO ELEMENTO 
CONSIDERADO. Devem ser medidas nas mesmas unidades.
FATOR DE UTILIZAÇÃO
A capacidade do sistema é expressa em unidades de corrente ou de potência aparente. Seu valor 
é usualmente não maior do que um.
O fator de demanda exprime a porcentagem da potência instalada que está sendo utilizada, o de utilização
Exprime a porcentagem da capacidade do sistema que está sendo utilizada.
Fator de Carga
Fator de perdas

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