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PILHA DE DANIELL

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C Â M P U S P A R A N A V A Í 
 
 
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Wellington Machry Venite 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
Pilha de Daniell 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
Relatório de Química Geral Experimental 
apresentado ao IFPR – Instituto Federal do 
Paraná - como requisito parcial para obtenção 
de conceito trimestral 
 
Professor. Dr. José Augusto Teixeira 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
PARANAVAÍ 
2018 
 
 
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1 INTRODUÇÃO 
Segundo Bocchi, Ferracin e Biaggio (2000, p.1) Pilha é um dispositivo 
constituído unicamente de dois eletrodos e um eletrólito, arranjados de maneira a 
produzir energia elétrica. 
Segundo Nisenbaum (2009, p.26) a pilha de Daniell foi desenvolvida baseando-
se nos princípios científicos da Eletroquímica introduzidos por Michael Faraday. 
Daniell descobriu que a pilha seria mais eficiente se fossem usados dois eletrólitos, 
os eletrodos são compostos por um metal imerso em uma solução de seus próprios 
íons. A pilha de Daniell (de zinco e cobre) fornece uma voltagem de aproximadamente 
1,1V. 
 
 
2 OBJETIVOS 
Compreender o funcionamento de uma pilha e aplicar os conceitos de oxirredução ao 
experimento comparando os dados teóricos com os experimentais. 
 
3 MATERIAIS E MÉTODOS 
3.1 EQUIPAMENTOS, UTENSÍLIOS E MATERIAIS 
2 béqueres de 25 mL 
Tubo em U 
Multímetro 
Conjunto de fios 
Sulfato de cobre II 
Sulfato de zinco II 
Lâminas de zinco metálico e de cobre metálico 
Algodão 
Suportes 
Lixa ou bombril 
Conjunto de fios 
3.3 METODOLOGIA 
Preparou-se uma ponte salina. Preencheu-se o tubo em U com solução de NaCl 
saturada, de modo que não haja espações vazios no interior do tubo. Fechou-se com 
uma pequena quantidade de algodão em cada ponta. Encaixou-se a ponte salina no 
 
 
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béquer contendo 20 mL de solução de CuSO4 1 M e no outro béquer com 20 mL de 
solução de ZnSO4 1 M. Lixou-se cuidadosamente a lâmina de zinco, removendo 
impureza e óxido de sua superfície, a lâmina de cobre não foi necessário lixar. 
Ligou-se o multímetro em 20 V, o fio vermelho do multímetro foi ligado à lâmina de 
cobre, o fio preto deve ser ligado à lâmina de zinco, o multímetro indicou o potencial 
da pilha. Inverteu-se os fios de ligação do multímetro, é observou-se o que aconteceu. 
Desconectou-se os fios do multímetro e removeu-se as placas e a ponte salina dos 
béqueres contendo as soluções de CuSO4 e ZnSO4.Fez-se então uma diluição da 
solução já utilizada de sulfato de zinco 1:2, montou-se a pilha novamente e mediu o 
potencial. O seguinte esquema representa como foi montado o experimento: 
 
4 RESULTADOS E DISCUSSÃO 
Para este experimento obteve-se no multímetro o valor de 1,05. Em seguida foi 
calculado a energia em J (joules), da seguinte maneira: 
ΔGo = -n.FE 
ΔGo = -2 . 9,6485.104. 1,05 
ΔGo = -202.618,5 J 
 
Onde: 
ΔGo = Variação da energia livre de Gibbs 
-n = Número de elétrons 
FE = Constante de Faraday 
 
De acordo com a literatura a pilha de Daniell produz aproximadamente 1,1 v, 
ao realizar o experimento obteve-se 1,05 v, este valor foi muito próximo do esperado. 
 
5 CONCLUSÃO 
Conclui-se que o experimento foi realizado com sucesso e obteve-se resultado 
aproximado com o da literatura. Na literatura diz que a pilha de Daniell produz 
aproximadamente 1,1 v, e a pilha feita no laboratório obteve-se 1,05 v, com este 
experimento foi possível verificar o funcionamento da pilha de Danniel e produzir 
energia elétrica. 
 
 
 
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6 REFERÊNCIA 
 
Bocchi, N., Ferracin, L. C., & Biaggio, S. R. (2000). Pilhas e Baterias: Funcionamento 
e Impacto Ambiental. Quimica Nova na Escola., ed.11, pg.1. 
 
Nisenbaum, M. A. (2009). Pilhas e Baterias. PUC-Rio, 26. 
 
 
	1 IntroduçãO
	3 MATERIAIS E MÉTODOS
	4 Resultados e Discussão
	6 REFERÊNCIA