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APS Custos e Preços 5º Semestre

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UNIVERSIDADE PAULISTA 
INSTITUTO DE CIÊNCIAS SOCIAIS E COMUNICAÇÃO – ICSC 
CURSO DE CIÊNCIAS CONTÁBEIS 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
ATIVIDADE PRÁTICA SUPERVISIONADA 
ESTUDO DE CONTABILIDADE DE CUSTOS 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
SOROCABA – SP 
2018 
 
 
Eduarda Oliveira Barboza C98FIG9 
Thays Galindo de Queiroz Lira C880GF6 
 
 
 
 
 
 
 
ATIVIDADE PRÁTICA SUPERVISIONADA 
ESTUDO DE CONTABILIDADE DE CUSTOS 
 
 
 
 
 
 
Atividades Práticas Supervisionadas – APS- 
trabalho apresentado como exigência para a 
avaliação do 5º semestre, do curso de 
Ciências Contábeis da Universidade Paulista 
sob orientação do professor Paulo Lopes 
 
 
 
 
 
 
 
SOROCABA – SP 
2018 
 
 
SUMÁRIO 
 
1 INTRODUÇÃO 7 
2 OBJETIVO 8 
3 DESENVOLVIMENTO TEÓRICO 9 
3.1 Apresentação da Empresa 9 
3.1.1 Opção Tributária 9 
3.1.2 Lucro Real 10 
3.1.2.1 Alíquotas 10 
3.1.2.2 Apuração trimestral 11 
3.1.2.3 Apuração Anual 11 
3.1.2.4 Sistemática de Apuração do Lucro Real – Apuração Trimestral 11 
3.1.2.4.1 Adições 12 
3.1.2.4.2 Exclusões 12 
3.2 Componentes do Patrimônio 13 
3.2.1 Ativo 13 
3.2.2 Passivo 14 
3.2.3 Patrimônio Líquido 15 
3.3 Razão 16 
3.3.1 Débito e Crédito 16 
3.4 Folha de Pagamento 17 
3.4.1 Horas Extras 18 
3.4.2 Provisão para férias e décimo terceiro salário 18 
3.4.3 Obrigações descontadas da folha de pagamento 19 
3.4.3.1 Contribuição Previdenciária – INSS 19 
 
 
3.4.3.2 Imposto de renda retido na fonte 19 
3.4.4 Encargos Sociais 20 
3.4.4.1 Contribuição Previdenciária – INSS Patronal 20 
3.4.4.2 Fundo de Garantia do Tempo de Serviço – FGTS 21 
3.5 Controle de Estoque 22 
3.5.1 Inventário Periódico 22 
3.5.2 Inventário Permanente 22 
3.5.2.1 Método MPM 23 
3.5.2.2 Método PEPS 23 
3.5.2.3 Método UEPS 24 
3.6 Impostos 25 
3.6.1 ICMS 25 
3.6.2 PIS/PASEP 26 
3.6.3 COFINS 26 
3.6.4 IPI 27 
3.7 Rateio 28 
3.8 Estrutura dos Custos 29 
3.9 Balancete 30 
3.10 Balanço Patrimonial 31 
3.11 Demonstração de Resultado do Exercício 33 
3.11.1 Composição dos principais grupos da DRE 35 
4 DESENVOLVIMENTO PRÁTICO 37 
4.1 Contabilização de janeiro/X2 37 
4.1.1 Posição Inicial 37 
 
 
4.1.2 Produtos fabricados pela empresa APS Ltda 37 
4.1.3 Saldos iniciais de Estoques 38 
4.1.4 Transações ocorridas no mês de janeiro/X2 38 
4.1.5 Dados para apuração do Custo de Produção 43 
4.1.5.1 Ficha de Movimentação do Estoque de Matéria Prima 43 
4.1.5.2 Informações para alocação do CIF aos Departamentos 43 
4.1.5.3 Mão de Obra Direta 44 
4.1.5.4 Apropriação dos custos indiretos de fabricação 44 
4.1.5.4.1 Mapa de Apuração dos CIFs 45 
4.1.5.5 Apuração do Custo dos Produtos Acabados 45 
4.1.6 Ficha de Movimentação dos Estoques de Produtos Acabados 45 
4.1.7 Contabilizações de janeiro/X2 46 
4.1.7.1 Diário 46 
4.1.7.2 Razonetes 50 
4.1.8 Balancete janeiro 54 
4.2 Contabilização de fevereiro/X2 55 
4.2.1 Transações ocorridas no mês de fevereiro/X2 55 
4.2.2 Dados para apuração do Custo de Produção 59 
4.2.2.1 Ficha de Movimentação do Estoque de Matéria Prima 59 
4.2.2.2 Informações para alocação do CIF aos Departamentos 59 
4.2.2.3 Mão de Obra Direta 60 
4.2.2.4 Apropriação dos custos indiretos de fabricação 60 
4.2.2.4.1 Mapa de Apuração dos CIFs 61 
4.2.2.5 Apuração do Custo dos Produtos Acabados 61 
 
 
4.2.6 Ficha de Movimentação dos Estoques de Produtos Acabados 61 
4.2.7 Contabilizações de fevereiro/X2 62 
4.2.7.1 Diário 62 
4.2.7.2 Razonetes 66 
4.2.8 Balancete fevereiro 70 
4.3 Contabilização de março/X2 71 
4.3.1 Transações ocorridas no mês de março/X2 71 
4.3.2 Dados para apuração do Custo de Produção 75 
4.3.2.1 Ficha de Movimentação do Estoque de Matéria Prima 75 
4.3.2.2 Informações para alocação do CIF aos Departamentos 75 
4.3.2.3 Mão de Obra Direta 76 
4.3.2.4 Apropriação dos custos indiretos de fabricação 76 
4.3.2.4.1 Mapa de Apuração dos CIFs 77 
4.3.2.5 Apuração do Custo dos Produtos Acabados 77 
4.3.6 Ficha de Movimentação dos Estoques de Produtos Acabados 77 
4.3.7 Apuração dos Impostos a Pagar – Lucro Real Trimestral 78 
4.3.7.1 IRPJ 78 
4.3.7.2 CSLL 78 
4.3.8 Contabilizações de março/X2 79 
4.3.8.1 Diário 79 
4.3.8.2 Razonetes 84 
4.3.8 Balancete março 89 
4.4 Balancete após encerramento 90 
4.5 Balanço Patrimonial 91 
 
 
4.6 DRE 92 
CONSIDERAÇÕES FINAIS 93 
REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS 94 
FICHA DE COMPOSIÇÃO DA EQUIPE 96
 
7 
 
1 INTRODUÇÃO 
O trabalho aqui apresentado trata-se de um trabalho semestral, interdisciplinar, 
extraclasse e em equipes. 
Como consta no Projeto Pedagógico do Curso (PPC) as APS - Atividade Prática 
Supervisionada, constituíram-se em um meio ou instrumento pedagógico para o 
aprimoramento da aprendizagem via interdisciplinaridade - integração e 
relacionamento dos conteúdos de disciplinas que compõem os semestres do curso – 
e, práxis - integração teoria e prática por meio da aplicação do conhecimento adquirido 
em sala de aula à realidade. 
As APS - Atividades Práticas Supervisionadas visam, por um lado, contribuir 
para desenvolver nos alunos as competências requeridas dos Contadores, na 
expectativa de que, no mercado de trabalho, poderão atuar em funções executivas e 
especializadas relativas às muitas práticas de gestão requeridas pelas organizações, 
como empreendedoras (de negócios próprios) e, por outro, a favorecer um meio de 
reflexão crítica da realidade a partir dos fundamentos teóricos das disciplinas do 
semestre letivo e da observação, descrição e análise de importantes temas e desafios, 
que cercam o campo das Ciências Contábeis, em uma situação real. A APS - Atividade 
Prática Supervisionada é uma disciplina, que o aluno deve cursar normalmente dentro 
de cada semestre. 
 
8 
 
2 OBJETIVO 
O presente trabalho tem como objetivo se aprofundar mais nos conceitos da 
Contabilidade de acordo com o conhecimento adquirido no 5º semestre do curso de 
Ciências Contábeis. 
Baseado nos conceitos de custos e estrutura das demonstrações contábeis, 
obtemos um resumo simplificado sobre os tópicos de grande importância para o 
desenvolvimento da atividade principal dentro do programa Account. 
 
9 
 
3 DESENVOLVIMENTO TEÓRICO 
3.1 Apresentação da Empresa 
A empresa APS indústria de torneiras Ltda. é uma tradicional indústria 
fabricante de torneiras, líder no mercado nacional, produzindo dois tipos de torneiras: 
Torneira Normal (classificada como produto A) e Torneira Especial (classificada como 
produto B). 
Está localizada em região que atende a todo território nacional com 
especialidade na fabricação e comercialização de Torneiras. Conta com uma equipe 
de funcionários familiarizada com as novas tecnologias empregadas no processo de 
produção, garantindo qualidade e padronização do produto final.Além de um design inovador, conta com alta qualidade nos produtos e a busca 
pela perfeição e inovação são uma constante na empresa. 
A empresa é contribuinte do Imposto de Renda pelo Lucro Real Trimestral. 
3.1.1 Opção Tributária 
Segundo o livro Planejamento tributário na pratica, de Chaves, A partir de um 
planejamento tributário, as empresas podem controlar, gerir e reduzir a carga tributária 
de forma legal, aplicando-se as leis, para escolha de uma opção que lhe cabe, que 
anteceda o fato gerador, buscando uma melhor forma de tributar seu resultado. No 
planejamento tributário, algumas perguntas devem ser feitas como: 
Qual o cenário de negócios para o próximo ano? 
A receita da empresa e as despesas será mantida? 
Com essas perguntas e respostas será definida a melhor opção tributaria. A 
empresa que optar por pelo regime do lucro presumido, recolhera em fevereiro as 
guias referentes a janeiro dos impostos: Imposto de Renda, Contribuição sobre o 
Lucro do Exercício, PIS e COFINS. 
Assim determinara a opção escolhida de tributação. Como também no 
pagamento da primeira quota ou quota única, do primeiro trimestre, da declaração do 
imposto de renda. Atualmente, conforme atividade da empresa, temos as seguintes 
opções, simples nacional, lucro presumido e lucro real. 
10 
 
3.1.2 Lucro Real 
 O Lucro real é o lucro líquido apurado na escrituração contábil, que atende as 
normas da legislação comercial, e é ajustado no Livro de Apuração do Lucro Real – 
LALUR, informando as adições, exclusões e compensações permitidas segundo a 
legislação tributária (arts. 247, 249 e 250 do RIR/99). 
 O lucro real tem como finalidade apurar a base de cálculo do imposto de renda 
das pessoas jurídicas, é o regime jurídico padrão de apuração do IRPJ, pode ser 
utilizado por todas as pessoas jurídicas que quiserem, porém, algumas empresas são 
obrigadas a apurar pelo lucro real. 
 O art. 246 do RIR/99 descreve os casos onde as empresas são obrigadas a 
optar pelo Lucro Real, esses são: 
a. Empresas que tiverem receita bruta total no ano-calendário anterior superior a R$78 milhões 
b. Instituições financeiras. 
c. Empresas que tiverem lucros, rendimentos ou ganhos de capital do exterior 
d. Empresas que tiverem usufruam de certos benefícios fiscais 
e. Empresas que tenham feito pagamento mensal pelo regime de estimativa 
f. Atividades de factoring. 
g. Atividades de construção, incorporação, compra e venda de imóveis que tenham registro de 
custo orçado. 
 
O lucro real pode ser apurado de duas formas diferentes, que ficam a critério da 
pessoa jurídica, apuração trimestral onde os recolhimentos devem ser apurados há 
cada três meses e pagos no último dia do mês subsequente ao trimestre, e a apuração 
anual que se compõe por parcelas mensais estimadas que representam meros 
adiantamentos do IRPJ a ser apurado no ajuste anual, após o final do exercício. 
3.1.2.1 Alíquotas 
A alíquota do IRPJ é de 15% sobre a base de cálculo, já o CSLL, a alíquota é 
de 9% e 15% caso de seguros privados das de capitalização e das referidas nos 
incisos I a VII, IX e X (1º art. 1º lei complementar 105/01). 
Para apuração do IRPJ, existe também o adicional de IR a ser apurado, caso a 
base de cálculo seja maior que R$ 60.000,00 (R$ 20.000,00 por mês), devendo ser 
subtraído da mesma, e assim, aplicando o adicional de 10%. Exemplo: 
11 
 
Lucro Líquido: 64.000,00 = base de cálculo (maior que 60.000,00) 
64.000,00 – 60.000,00 = 4.000,00 x 10% (adicional) = 400,00 
Base de cálculo 64.000,00 x 15% (alíquota) = 9.600,00 + 400,00 = 10.000,00 de IRPJ 
 
3.1.2.2 Apuração trimestral 
 A apuração trimestral é feita pela apuração e recolhimento definitivo do IRPJ e 
CSLL a cada trimestre (março, junho, setembro e dezembro). O pagamento deve ser 
realizado até o último dia do mês subsequente ao trimestre. Esse tipo de apuração 
tem como desvantagem a compensação de prejuízos de um trimestre para o outro, 
que fica limitada a 30% do lucro real apurado. 
3.1.2.3 Apuração Anual 
 A forma de apuração anual, procede-se a recolhimentos mensais durante o 
ano, que são calculados com base em estimativas de lucratividade, são feitas meras 
antecipações do tributo a ser apurado no final do exercício financeiro, na ocasião do 
ajuste anual definitivo que ocorre em 31 de dezembro. 
 Assim como a apuração trimestral, é pago um adicional de 10% sobre os 
valores acima de R$ 240.000,00 verificados na somatória anual. Ao contrário da 
sistemática da apuração trimestral, eventuais prejuízos fiscais apurados durantes os 
meses do ano, podem ser compensados integralmente. 
3.1.2.4 Sistemática de Apuração do Lucro Real – Apuração Trimestral 
(+) Lucro líquido contábil antes do IRPJ 
(+) Adições 
(-) Exclusões 
(=) Lucro Real do Período-Base 
(-) Compensações de Prejuízos Fiscais (Limitada a 30% do Lucro Real apurado) 
(=) Lucro Real (Se positivo) 
(=) Prejuízo Fiscal (Se negativo) 
(x) Alíquota (s) do IRPJ 
(=) IRPJ devido 
(-) IRRF sobre Serviços Prestados 
(=) IRPJ a Pagar 
 
12 
 
3.1.2.4.1 Adições 
a) custos, despesas, encargos, perdas, provisões, participações e quaisquer 
outros valores deduzidos na apuração do lucro líquido e que, de acordo com a 
legislação do Imposto de Renda, não sejam dedutíveis na determinação do 
lucro real; 
b) resultados, rendimentos, receitas e quaisquer outros valores não incluídos na 
apuração do lucro líquido e que, de acordo com a legislação do Imposto de 
Renda, devam ser computados na determinação do lucro real. 
 
Principais Adições: 
• CSLL; 
• Alimentação de sócios, acionistas e administradores; 
• Brindes; 
• Multas por infrações fiscais; 
• Provisões (exceto as de férias, 13º salários e seus encargos sociais e as provisões técnicas 
estabelecidas pela Susep); 
• Ajustes de RTT; e 
• Outras adições. 
 
3.1.2.4.2 Exclusões 
a) Resultados, rendimentos, receitas e quaisquer outros valores incluídos na 
apuração do lucro líquido e que, de acordo com a legislação do Imposto de 
Renda, não sejam computados no lucro real; 
b) Valores cuja dedução seja autorizada pela legislação do Imposto de Renda e 
que, pela sua natureza exclusivamente fiscal, não tenham sido computados na 
apuração do lucro líquido. 
 
Principais Exclusões: 
• Lucros ou dividendos recebidos, de investimento avaliado pelo custo de aquisição; 
• Reversão de provisões não dedutíveis; 
• Ajustes de RTT; e 
• Outras exclusões. 
 
 
13 
 
3.2 Componentes do Patrimônio 
Os componentes do patrimônio são o que formam o Balanço Patrimonial de 
determinado exercício da empresa. Conforme detalha Dornelas (2012, p.172): O ativo 
corresponde a todos os bens e direitos de uma empresa. O passivo é uma obrigação, 
ou a parcela de financiamento obtido de terceiros. O patrimônio líquido corresponde 
aos recursos dos proprietários aplicados na empresa. O valor do patrimônio se altera 
quando a empresa tem lucro ou prejuízo no período, ou ainda quando ocorre 
investimento por parte dos sócios. O ativo da empresa representa as aplicações de 
recursos que se dividem em circulantes, de longo prazo, e permanentes. O passivo, 
assim como o patrimônio líquido, representa as origens de recursos. 
 
3.2.1 Ativo 
O ativo compreende os bens e os direitos controlados pela entidade e expresso em 
moeda e possuem a característica de gerar benefícios de fluxos de Caixa futuros para 
a entidade. 
O ativo é elaborado por ordem decrescente de liquidez, mostrando a rentabilidade da 
empresa, com os bens e direitos das aplicações de recursos, de curto ou longo prazo. 
Conforme artigo 178 da Lei 11.638 consta que: 
§ 1º No Ativo, as contas serão dispostasem ordem decrescente de grau de liquidez dos elementos 
nelas registrados, nos seguintes grupos: 
I – ativo circulante; e 
II – ativo não-circulante, composto por ativo realizável em longo prazo, investimentos, imobilizado e 
intangível. 
Abaixo, o exemplo das principais contas pertencentes ao ativo: 
ATIVO CIRCULANTE 
Caixa e equivalentes de caixa 
Investimentos temporários, as aplicações financeiras até um ano. 
Valores a receber, são valores, venda de mercadorias ou serviços sem ser da atividade 
principal da empresa, direito/créditos, como adiantamentos, empréstimos, (-) credito de 
liquidação duvidosa (conta redutora). 
14 
 
Estoque, são as mercadorias disponíveis para venda, as matéria-prima, material em 
transformação e produto acabado, ou também adiamentos a fornecedores. 
Outros créditos, demais títulos a receber que não são da atividade principal da 
empresa. 
Títulos a compensar, com os impostos a recuperar e compensar. 
Despesas antecipadas. 
Despesas do exercício seguinte. 
 
ATIVO NÃO CIRCULANTE 
Realizável a longo prazo. 
Investimentos temporários. 
Contas a receber. 
Depósitos judiciais. 
Empréstimos controladas, empréstimo a sócios 
Investimento, com o objetivo de produzir renda, são os ativos relativamente 
permanentes, não originados da atividade principal, exemplo, participações societárias. 
Imobilizado, bem que compõe o operacional da empresa, exemplo, veículos, moveis e 
utensílios, e também tem conta redutora dos mesmos, como as (-) depreciações. 
Intangível, não monetário, identificável, não é físico, como marcas e patentes, conta 
redutora (-) amortizações. 
 
3.2.2 Passivo 
No passivo estão todas as obrigações a pagar que a empresa possui, ou seja, 
são compromissos para com terceiros devido ao consumo de recursos. É elaborado 
por ordem de exigibilidade e assim como o ativo é dividido em dois grupos, 
circulante e não circulante, onde no circulante estão as contas realizadas a curto 
prazo e no não circulante as contas realizadas a longo prazo. 
Abaixo, as principais contas do passivo: 
 
15 
 
PASSIVO CIRCULANTE 
Fornecedores 
Obrigações tributaria, impostos a recolher sobre o lucro ou mercadorias. 
Obrigação com pessoal, salários e encargos a pagar. 
Contas a pagar. 
Adiantamento de clientes. 
Empréstimos e financiamentos. 
 
PASSIVO NÃO CIRCULANTE 
Resultado de exercícios futuros, exigibilidade de longo prazo, maior de um ano. 
 
3.2.3 Patrimônio Líquido 
O Patrimônio Líquido de uma empresa é constituído pelo montante investido 
por seus acionistas na mesma (capital) e pelo Lucro (ou Prejuízo) resultante da 
atividade operacional da companhia. 
Entre as principais contas do patrimônio líquido, temos: 
Capital social 
(-) gastos com emissão de ações. 
Reservas de capital. 
Reservas de lucros. 
Reservas de incentivos fiscais. 
(+/-) Ajuste de avaliação patrimonial. 
Ajuste acumulados 
 
 
16 
 
3.3 Razão 
O Razão é um livro indispensável ao processo contábil de qualquer tipo de 
empresa, principalmente as de tributação com base no Lucro Real, pois é exigido pela 
legislação brasileira. Ele é composto pelo conjunto de contas contábeis. 
Por meio dele, é possível controlar separadamente os movimentos das contas. 
Podendo assim, conhecer os saldos, possibilitando a apuração dos resultados e a 
elaboração de demonstrações contábeis, como o balancete de verificação, balanço 
patrimonial, etc. 
3.3.1 Débito e Crédito 
Segundo Marion, não se pode definir o que é Débito e Crédito, pois são apenas 
convenções, nomes que foram dados aos lados do razonete, Débito para o lado 
esquerdo e Crédito para o lado esquerdo. 
No dicionário, as palavras débito e crédito possuem os seguintes significados: 
a) Débito: o que é devido, dívida. 
b) Crédito: o que é devido a alguém. 
Na contabilidade é errado associá-los com subtração ou adição do financeiro, 
o correto é associá-los aos termos Destino e Origem. 
Quando dizemos debitar, significa anotar na coluna do Débito de uma conta, 
para aumentar o seu valor (se a conta representa um Bem ou um Direito), ou para 
diminuir seu valor (se a conta representa uma obrigação). Sendo o débito, o destino. 
E creditar significa registrar uma importância na coluna de Crédito de uma 
conta, para aumentar seu valor (se a conta representa uma obrigação), ou para 
diminuir seu valor (se a conta representa um Bem ou Direito). Sendo crédito, a origem. 
17 
 
3.4 Folha de Pagamento 
 
A folha de pagamentos é uma obrigatoriedade da empresa para o 
empregador, conforme determina o artigo 32 da Lei nº 8.212/91, a folha de 
pagamento deve ser preparada e elaborada para todos os segurados a seu 
serviço de acordo com os padrões e normas estabelecidos pelo órgão 
competente da Seguridade Social. 
Nesta, deve estar incluso todas as vantagens, proventos e descontos dos 
funcionários da empresa: 
Vantagens ou proventos: 
 
• Salário 
• Gratificações 
• Comissões 
• Horas Extras 
• Adicional de insalubridade 
• Adicional de periculosidade 
• Adicional noturno 
• Férias 
• 13º Salário 
• Salário-maternidade 
• Salário-família 
• Diárias para viagens 
• Ajuda de custo 
 
Descontos: 
 
• Adiantamentos 
• Faltas injustificadas e atrasos 
• Contribuição previdenciária 
• Contribuição sindical 
• Imposto de Renda Retido na Fonte 
• Vale-Transporte 
• Vale-Refeição 
• Pensão alimentícia 
18 
 
• Empréstimos 
• Planos de benefícios sociais (assistência médica, previdência privada etc.) 
 
De acordo com o princípio contábil de competência, a folha de pagamento 
deve ser contabilizada no mês de ocorrência do fato gerador, independente se 
os pagamentos dos proventos sejam realizados no mês seguinte. A empresa 
que adotar como norma o pagamento de até o 5º dia útil do mês subsequente, 
terá que apropriar em uma conta classificada no passivo circulante os valores 
devidos dos salários. 
 
3.4.1 Horas Extras 
A jornada de trabalho tem uma duração de 7 horas e 20 minutos diárias, 
totalizando 44 horas semanais, com exceção de casos especiais previstos em lei. 
Esta jornada de trabalho poderá ter um acréscimo de horas extras, desde que 
não exceda 02 horas diárias, mediante acordo por escrito entre empregado e 
empregador ou contrato coletivo de trabalho. 
Estas horas extras deverão ser pagas com um acréscimo, de pelo menos 
50% sobre o valor da hora trabalhada. Horas extras em domingos e feriados o 
acréscimo deverá ser de 100% sobre a hora normal. 
As horas extras integram remuneração dos empregados para todos os fins, 
inclusive descansos semanais remunerados, feriados e FGTS. 
 
3.4.2 Provisão para férias e décimo terceiro salário 
As provisões para férias e décimo terceiro salário, bem como seus encargos 
sociais, devem ser apropriadas mensalmente em uma conta do passivo 
circulante de forma que atendam ao princípio de competência. 
CÁLCULO DA PROVISÃO MENSAL 
Para calcular a provisão mensal de férias, precisamos adicionar ao salário-
base do empregado 1/3 constitucional e depois dividirmos esse resultado por 12 
meses. Em cima desse valor, devemos calcular o INSS patronal, neste caso da 
19 
 
nossa APS, a empresa usa a alíquota de 28,8%. E também realizaremos o 
cálculo do FGTS com alíquota de 8%. 
Para calcular a provisão do décimo terceiro salário, dividimos o salário 
base do empregado por 12 meses e calculamos os encargos sociais: INSS 
Patronal e FGTS com as alíquotas apresentadas anteriormente. 
 
3.4.3 Obrigações descontadas da folha de pagamento 
3.4.3.1 Contribuição Previdenciária – INSSOs empregados são responsáveis por parte do custeio da Previdência 
Social, o governo atribuiu a responsabilidade da arrecadação das contribuições 
previdenciárias aos empregadores. Sendo assim, na folha de pagamento, 
deverão constar os valores descontados referente ao INSS. 
A contribuição do empregado, é calculada mediante a aplicação da 
alíquota correspondente sobre o seu salário de contribuição mensal, de forma 
não cumulativa. De acordo com a tabela abaixo: 
 
SALÁRIO DE CONTRIBUIÇÃO ALÍQUOTA 
até 1.659,38 8% 
de 1.659,39 até 2.765,66 9% 
de 2.765,67 até 5.531,31 11% 
 
*Os salários que excederem R$ 5.531,31 deverão utilizar como base este valor 
máximo para cálculo do INSS. 
3.4.3.2 Imposto de renda retido na fonte 
De acordo com a faixa salarial do empregado, haverá ou não a retenção 
do imposto de renda da pessoa física, por parte da empresa, descontado do 
pagamento do salário. A base de cálculo para o imposto de renda refere-se a: o 
total de remuneração recebida pelo empregado, deduzindo o INSS e também o 
valor de R$ 189,59 multiplicado pela quantidade de dependente. 
A partir dessa base de cálculo aplica-se a alíquota correspondente 
20 
 
conforme tabela vigente em 2018: 
 
BASE DE CÁLCULO ALIQUOTA PARCELA A DEDUZIR 
de 1.903,99 até 2.826,65 7,5% 142,80 
de 2.826,66 até 3.751,05 15% 354,80 
de 3.751,06 até 4.664,68 22,5% 636,13 
acima de 4.664,68 27,5 869,36 
 
Então, para descobrirmos o valor que será descontado da folha de 
pagamento do empregado referente ao IRRF devemos calcular: 
1) PROVENTOS – INSS – (189,59 * NÚMERO DE DEPENDENTES) = BASE DE CÁLCULO 
2) BASE DE CÁLCULO * ALIQUOTA = IMPOSTO DE RENDA DEVIDO 
3) IMPOSTO DE RENDA DEVIDO – PARCELA A DEDUZIR = VALOR DESCONTADO NA 
FOLHA DE PAGAMENTO (IMPOSTO DE RENDA RETIDO NA FONTE) 
 
3.4.4 Encargos Sociais 
3.4.4.1 Contribuição Previdenciária – INSS Patronal 
 
A obrigação de restante da contribuição destinada à Seguridade Social, é do 
empregador. E são discriminadas conforme abaixo: 
• 20% sobre o total das remunerações pagas, devidas ou creditadas a qualquer título, durante 
o mês, aos segurados empregados e trabalhadores avulsos que lhe prestem serviços, 
destinadas a retribuir o trabalho, qualquer que seja sua forma, inclusive as gorjetas, os 
ganhos habituais sob a forma de utilidades e os adiantamentos decorrentes de reajuste 
salarial, quer pelos serviços efetivamente prestados, quer pelo tempo à disposição do 
empregador ou tomador de serviços nos termos da lei ou do contrato, ou ainda, de 
convenção ou acordo coletivo de trabalho ou sentença normativa; 
 
• Para o financiamento dos benefícios de aposentaria especial e daqueles concedidos em 
razão do grau de incidência de incapacidade laborativa decorrente de riscos ambientais do 
trabalho, sobre o total das remunerações pagas ou creditadas no decorrer do mês, aos 
segurados empregados e trabalhadores avulsos, aplicando-se as seguintes alíquotas: 
a. 1% para as empresas cuja atividade preponderante o risco de acidentes do trabalho 
seja considerado leva; 
21 
 
b. 2% para as empresas cuja atividade preponderante o risco de acidentes do trabalho 
seja considerado médio; 
c. 3% para as empresas cuja atividade preponderante o risco de acidentes do trabalho 
seja considerado grave; 
Além das contribuições citadas acima, as empresas contribuem com 5,8% para 
outras entidades ou terceiros. 
 
 
TABELA DE CONTRIBUIÇÃO PREVIDENCIÁRIA PATRONAL 
 
3.4.4.2 Fundo de Garantia do Tempo de Serviço – FGTS 
O FGTS está constituído na Lei nº 5.107, é formado por depósitos 
mensais, que são obrigatoriamente efetuados pela empresa em nome dos seus 
empregados nas agências da Caixa Econômica Federal, o valor corresponde a 
8% das remunerações brutas (sem descontos) pagas ou devidas, calculadas 
mensalmente. 
A criação deste encargo teve como objetivo substituir a indenização e 
eliminar a estabilidade do emprego. Todo empregado admitido já tem 
assegurado o direto aos depósitos do Fundo de Garantia. 
 
22 
 
3.5 Controle de Estoque 
Qualquer loja, empresa, indústria e afins, deve ter um controle sobre o seu 
estoque e seus registros. Dentro da Contabilidade isto é feito por meio de um 
inventário e há dois tipos que podem ser aplicados, permanente e periódico. Para a 
execução do nosso trabalho utilizaremos Inventário Permanente com o método MPM, 
porém, descreveremos também, sobre os outros métodos e inventário. 
3.5.1 Inventário Periódico 
O controle de estoque por inventário periódico é uma forma de controle mais 
utilizada por pequenos negócios, é feito pela contagem física de seus itens, 
geralmente ao final do exercício, quando acontece o fechamento do balanço. Para 
controle gerencial é melhor que o mesmo seja feito mensalmente, no fechamento do 
balancete de verificação. 
Dentro do inventário periódico não são registradas saídas por saída nos 
estoques, então não são identificadas saídas não motivadas por vendas como por 
exemplo roubos, perdas etc., o CMV será responsável por incluir o custo destas 
saídas. 
Adquirindo este modo de controlar o estoque, o CMV passa a ser calculado da 
seguinte forma: Custo de Mercadoria Vendida é igual à Estoque Inicial mais Compras 
menos Estoque Final (CMV = EI + C - EF). 
Ao contabilizar uma compra de mercadoria com o uso do sistema de Inventário 
Periódico, utilizaremos uma conta para cada operação, e somente neste sistema será 
utilizada a conta Compras para registrar a entrada de mercadorias, a conta de estoque 
de mercadorias servirá somente para registrar o saldo inicial do estoque e o saldo final 
de estoque no fim do período. 
3.5.2 Inventário Permanente 
No sistema de Inventário Permanente tem como objetivo controlar o estoque 
permanentemente, como o próprio nome já diz, o estoque é controlado diariamente 
por um sistema eletrônico de dados, onde são contabilizadas todas as operações de 
entradas e saídas de seus produtos. E este será o sistema abordado em nosso 
trabalho. 
23 
 
Dentro deste sistema, existem vários métodos que podem ser utilizados para a 
contabilização de saídas de mercadorias, dependendo da necessidade gerencial de 
cada empresa. Os principais métodos são: Preço ou Custo Específico, PEPS 
(Primeiro que Entra, Primeiro que Sai), UEPS (Ultimo que Entra, Primeiro que Sai) e 
MPM (Média Ponderada Móvel). 
Dentre os quatro métodos citados, apenas o UEPS é proibido por legislação no 
Brasil, o mesmo não pode ser utilizado para fins fiscais. Somente para fins gerenciais. 
O método de Preço ou Custo Específico é utilizado em casos especiais por 
empresas que possuem em seu estoque mercadorias com um valor relevante e em 
poucas quantidades, como é o caso de máquinas ou veículos. Em um estoque com 
muitos itens e quantidades fica difícil encontrar um custo unitário específico para cada 
item, então este método geralmente não se aplica a empresas comerciais. 
Em um breve resumo, ao utilizar o método PEPS, os primeiros itens que saírem 
do estoque deverão ser baixados pelo preço dos primeiros que entraram. Já no 
método UEPS, a saída de estoque é baixada primeiramente pelos últimos itens que 
entraram. E por fim o método MPM consiste na identificação de um custo médio para 
cada unidade de produto no estoque, em cada compra é calculado um novo custo 
para a mercadoria e na saída de mercadorias o estoque é baixado de acordo com o 
custo médio atual. 
3.5.2.1 Método MPM 
Método principal do nosso trabalho, foi utilizado para fazermos os lançamentos 
no Account. É um método bastante utilizado no Brasil, o estoque é controlado 
permanentemente e em cada compra de mercadoria é calculado o custo médio das 
mercadorias.Somando os custos dos lotes anteriores com o lote atual e dividindo pela 
quantidade total de produtos. 
3.5.2.2 Método PEPS 
O método PEPS também faz parte do inventário permanente, e funciona de uma 
forma cronológica. A medida que as vendas acontecem, dá-se baixa nas unidades do 
primeiro lote que entrou no estoque. Como o próprio nome já diz, as unidades que 
entram primeiro no estoque são as primeiras a sair. Neste método, na hora da baixa 
do estoque usa-se os custos das unidades mais antigas ainda existentes no estoque. 
24 
 
3.5.2.3 Método UEPS 
Segue o raciocínio contrário ao do PEPS. Para contabilizar o custo da mercadoria 
vendida, leva-se em consideração os últimos itens que entraram no estoque. Como o 
nome já diz, os últimos lotes que entram são os primeiros a sair na hora da venda. 
Este método só pode ser usado para fins gerenciais, a legislação brasileira não 
permite seu uso para apurações fiscais. 
25 
 
3.6 Impostos 
O imposto é o “tributo cuja obrigação tem por fato gerador uma situação 
independente de qualquer atividade estatal específica, relativa aos contribuintes” 
CNT, art 16. 
Na execução de nosso trabalho estudaremos o ICMS (Imposto sobre a 
Circulação de Mercadorias e Prestação de Serviços), o PIS/PASEP e o COFINS, mas 
abordaremos também uma breve teoria sobre o IPI. 
3.6.1 ICMS 
ICMS (Imposto sobre a Circulação de Mercadorias e Prestação de Serviços), é o 
imposto cobrado sobre à circulação de mercadorias e prestações de serviços de 
transporte interestadual, intermunicipal e de comunicação. Sua arrecadação compete 
aos governos estaduais e do Distrito Federal. 
Esse imposto é regulamentado pela Lei Complementar 87/1996, a chamada "Lei 
Kandir" e pelos convênios firmados entre os Estados e o Distrito Federal, com 
autonomia para estabelecer suas próprias regras de cobrança, respeitando a 
legislação vigente. 
Na maior parte dos casos, o ICMS já está embutido no preço, com a alíquota 
correspondente a 18%. Porém, para certos alimentos básicos, como arroz e feijão, 
corresponde em torno de 7%. Já no caso de produtos supérfluos, como por exemplo, 
cigarros e cosméticos, o percentual normalmente é de 25%. 
O ICMS não é cumulativo. Em cada etapa da circulação de mercadorias e em 
toda prestação de serviço, deve haver a emissão da nota fiscal ou cupom fiscal. Estes 
documentos serão escriturados nos livros fiscais e através deles, o imposto será 
calculado e arrecadado pelo Estado. 
Os contribuintes são pessoas físicas ou jurídicas, que de modo habitual, 
pratiquem operações de circulação de mercadoria ou prestações de serviços de 
transporte interestadual, intermunicipal e de comunicação. Para as importações de 
mercadorias de outros países, mesmo sem habitualidade ou intuito comercial deverão 
ser taxados. 
26 
 
Sua base de cálculo é de modo geral é o valor da operação com mercadorias, 
incluindo importâncias acessórias, como seguros e fretes pagos pelo comprados, 
excluindo descontos incondicionais. 
3.6.2 PIS/PASEP 
O PIS (Programa de Integração Social) é uma contribuição tributária de caráter 
social, instituído na Lei Complementar nº 7/1970, com objetivo de financiar o 
pagamento do seguro-desemprego, abono salarial e participação na receita dos 
órgãos e entidades. As empresas privadas pagam esse tributo, sem descontar nada 
do funcionário. 
Os contribuintes do PIS são pessoas jurídicas com fins lucrativos e equiparadas 
pela legislação do IR (Imposto de Renda), inclusive prestadores de serviços, exceto 
microempresas e empresa de pequeno porte submetida ao Simples Nacional. 
O PIS possui dois regimes de incidência: O cumulativo, regido pela lei 
9.718/1998, é calculado diretamente sobre a base de cálculo, não havendo descontos 
de crédito (lucro presumido). Sua alíquota é de 0,65%. Enquanto no não cumulativo a 
alíquota é referente a 1,65% (lucro real) 
3.6.3 COFINS 
COFINS (Contribuição para o Financiamento da Seguridade Social) é uma 
contribuição social, instituída pela Lei Complementar 70/1991, mas atualmente regida 
pela Lei 9.718/1998, aplicada sobre o valor bruto apresentado por uma empresa. Tem 
como finalidade financiar a Seguridade Social, como por exemplo, a Previdência 
Social e Assistência Social. 
Os contribuintes da COFINS são pessoas jurídicas de direito privado, inclusive 
as pessoas equiparadas ao IR (Imposto de Renda), exceto empresas e 
microempresas submetidas ao regime do Simples Nacional (regime estabelecido pela 
Lei Complementar 123 de 2006). 
A COFINS possui dois regimes de incidência: 
Não cumulativa: regida pela Lei 10.833/2003. O desconto de crédito apurado com 
base em custos, despesas e encargos da pessoa jurídica é permitido. Sua alíquota é 
de 7,6%. As pessoas jurídicas de direito privado, e as equiparadas pela legislação do 
27 
 
imposto de renda que apuram com base no Lucro Real estão sujeitas à incidência não 
cumulativa, exceto: as instituições financeiras, entidades beneficentes de assistência 
social, microempresas optantes do Simples Nacional, sindicatos, cooperativa (exceto 
cooperativa de consumo), associações. 
Cumulativa: sua base de cálculo é a receita bruta da pessoa jurídica, sem 
deduções de custos, despesas e encargos. A alíquota é de 3%. As pessoas jurídicas 
de direito privado e as equiparadas pelo imposto de renda que o apuram com base no 
Lucro Presumido ou arbitrado estão sujeitas a incidência cumulativa. 
3.6.4 IPI 
IPI (Imposto sobre Produtos Industrializados) é o imposto não cumulativo de 
competência federal, instituído pela União, que incide sobre produtos industrializados 
de origem nacional ou estrangeira. Esse imposto é uma obrigação tributária devida 
pelas indústrias e estabelecimentos equiparados a ela. Sua base legal encontra-se 
amparada no Art. 153, inciso IV da Constituição Federal. 
As alíquotas são variáveis e seguem a classificação dos produtos da Tabela de 
Incidência do IPI (TIPI), aprovada pelo Decreto Federal nº 4.070. O fato gerador deste 
imposto são as saídas de produtos industrializados dos estabelecimentos industriais 
ou equiparados a ela e, o desembaraço aduaneiro de produtos importados. 
De acordo com o regulamento do IPI (RIPI), a definição legal de industrialização 
é qualquer operação que modifique a natureza, funcionamento, acabamento, 
apresentação, finalidade ou aperfeiçoamento do produto para o consumo. 
A base de cálculo do IPI, é o valor total da operação das saídas das 
mercadorias do estabelecimento industrial ou equiparado a indústria. O valor da 
operação compreende o preço do produto acrescido do valor do frete e das demais 
despesas acrescidas, cobradas ou debitadas pelo contribuinte ao comprador ou 
destinatário. 
 
28 
 
3.7 Rateio 
Rateio, segundo Crepaldi (1998), é o recurso empregado para distribuição dos 
custos, ou seja, é o fator pelo qual os custos indiretos são divididos. Maher, (2001, 
p.231), explica que o “rateio de custos representa a atribuição de um custo indireto a 
um objeto do custo, segundo uma certa base”; esta é a base de rateio que será 
empregada para dividir os itens de custo indireto. 
Benato (1992, p.76), acrescenta que tais itens “são distribuídos aos produtos ou 
serviços de acordo com critérios pré-estabelecidos”. Essa distribuição é o que se 
denomina de alocação dos custos e para que esta se dê adequadamente, deve-se 
proceder estudos que auxiliem na seleção de um critério coerente à absorção destes 
custos. 
Os rateios dos custos indiretos devem ser segundo os critérios mais adequados 
para relacioná-los aos produtos em função dos fatores mais relevantes. É necessário 
que as pessoas resposáveis pela escolha dos critérios conheçam bem o processoprodutivo. Pois, os critérios bons em uma empresa, pode não ser em outra. É 
absolutamente necessário que as pessoas responsáveis pela escolha dos critérios 
conheçam bem o processo produtivo. É de extrema importância a aplicações desses 
critérios para a avaliação dos estoques, para que os resultados não se artificializem. 
 
29 
 
3.8 Estrutura dos Custos 
O custo de um produto é composto pelo preço da matéria-prima, o preço da 
mão-de-obra direta usada na sua produção e pelo custo indireto de fabricação. 
Matéria-prima (M.P) é a é a substância bruta (natural ou transformada) principal 
e indispensável que as empresas utilizam em seu processo produtivo para obter o 
produto acabado. 
Mão-de-obra direta (M.O.D) está relacionado aos colaboradores que trabalham 
diretamente sobre a fabricação do produto. Segundo Martins, a mão de obra direta 
depende da mensuração do tempo despendido e a identificação de quem executou o 
trabalho sobre a fabricação dos produtos, sem que haja necessidade apropriação 
indireta ou rateio. 
Custo Indireto de Fabricação (C.I.F): 
Materiais indiretos: são materiais que auxiliar o colaborador na fabricação do 
produto e que não integram fisicamente o produto. Como por exemplo: Agulha, 
lixa, serra. 
Mão-de-obra indireta: não está ligada diretamente a produção da matéria-
prima em produto, ou que o tempo gasto na fabricação dos produtos não pode 
ser determinado. Exemplo: Limpeza, manutenção das máquinas, vigilância etc. 
E outros custos indiretos incorridos na fábrica, mas que o consumo não pode ser 
quantificado de forma direta e objetiva nos produtos. 
 
30 
 
3.9 Balancete 
O balancete é um demonstrativo não obrigatório que reúne todas as contas no 
movimento na empresa e seus respectivos saldos (saldo devedores e credores). É 
importante para prevenir possíveis erros nos lançamentos da empresa. Também é 
utilizado para que os gestores possam acompanhar a evolução das receitas e 
despesas. 
Segundo Marion, existem três utilidades para o balancete: 
1) Detectar erros na estruturação; 
2) Auxiliar a elaboração das Demonstrações financeiras; 
3) Instrumento para tomada de decisão. 
 
Através do balancete é possível chegar em resultados importantes para a 
Contabilidade de uma empresa, auxiliando a elaborar outros demonstrativos 
contábeis, como por exemplo, Demonstração do Resultado do Exercício (DRE) e 
Balanço Patrimonial. 
31 
 
3.10 Balanço Patrimonial 
Baseado nos livros, Análise das Demonstrações Financeiras, escrito por 
Morante e o livro Contabilidade Gerencial, de Clovis, Balanço patrimonial, é uma 
ferramenta que facilita a análise da situação financeira, onde as empresas 
representam de forma monetária, em um devido momento, de um determinado 
período, seus bens, direitos, obrigações e valor patrimonial. É uma das 
demonstrações contábeis mais importante, e eficiente para tomada de decisões, com 
uma análise financeira ampla, a partir dos indicadores para entendimento das 
operações. Totalizado os ativos menos os passivos e o patrimônio líquido. Reflete 
toda a riqueza da empresa, o capital investido, e o lucro distribuído, com todas as 
transações, sendo avaliado mensalmente. 
O balanço é elaborado com as principais contas do ativo circulante e não 
circulante, passivo circulante e não circulante e patrimônio líquido. As contas de 
resultado não entram no balanço patrimonial. 
Segundo o livro Analise das demonstrações financeiras, que cita o artigo 176, 
divide o balanço em: 
CIRCULANTE: disponibilidades, direitos realizáveis a aplicações até um ano. 
Assim como as obrigações no passivo. 
NÃO CIRCULANTE: Direitos realizáveis assim como aqueles originários de 
transações com sociedades coligadas e controladas, diretores, acionistas, 
sempre que a realização ocorra até um ano. No passivo são as obrigações com 
vencimento também no próximo exercício social. 
PATRIMÔNIO LÍQUIDO: é o centro do balanço, composto basicamente pelo 
capital social, as reservas e prejuízo acumulado, mostrando a rentabilidade dos 
acionistas. 
Basicamente o balanço patrimonial é um meio de gestão de demonstração 
financeira que reproduz a situação econômica e financeira da empresa, que verifica, 
avalia e controla os elementos patrimoniais a disposição em suas operações. Por si 
só, é uma ferramenta estática, que se torna mais eficaz com o complemento de outras 
demonstrações, chamadas de análise das demonstrações financeiras. Como, as 
notas explicativas, que posiciona de forma mais analítica algumas contas que 
32 
 
necessitam de maior esclarecimento que não vai para o balanço, as demonstrações 
do resultado do exercício, fluxo de caixa, demonstração das origens e aplicações de 
recursos, demonstração das mutações patrimoniais, analise horizontal e vertical, 
indicadores econômico-financeiro, e analise do capital de giro. Garantindo uma melhor 
administração, fazendo previsões, um planejamento, e controle econômico. De forma 
interligada, o balanço se completa com as notas explicativas, compreende os dados 
da demonstração financeira e fluxo de caixa, partindo da movimentação patrimonial, 
identificando assim os aspectos econômicos e financeiros, esclarecendo o resultado 
da empresa. 
 
33 
 
3.11 Demonstração de Resultado do Exercício 
 A DRE tem um papel excepcional na contabilidade, é uma demonstração 
dinâmica e de preparação obrigatória pelas empresas, o seu estudo mostra 
detalhadamente como a empresa se comportou em seu último exercício e permite que 
os interessados por essas informações contábeis compreendam o resultado das 
atividades – Lucro líquido do exercício ou Prejuízo - por conta disso, é considerada 
um relatório de extrema importância. 
 Esta, é um resumo ordenado das receitas e despesas da empresa em 
determinado ano, independente de estas terem sido recebidas ou pagas, portanto a 
DRE deve incluir as receitas e despesas em obediência ao Princípio da Competência. 
A sua elaboração deve seguir as orientações do artigo 187 disposto na lei 6.404/76, 
onde são definidas as contas de receitas e despesas que devem constar na DRE 
elaborada: 
Art. 187. A demonstração do resultado do exercício discriminará: 
I – a receita bruta das vendas e serviços, as deduções das vendas, os abatimentos e os 
impostos; 
II – a receita líquida das vendas e serviços, o custo das mercadorias e serviços vendidos e o 
lucro bruto; 
III – as despesas com as vendas, as despesas financeiras, deduzidas das receitas, as 
despesas gerais e administrativas, e outras despesas operacionais; 
IV – o lucro ou prejuízo operacional, as outras receitas e as outras despesas. (Redação dada 
pela Lei nº11. 941, de 2009) 
V – o resultado do exercício antes do Imposto sobre a Renda e a provisão para o imposto; 
VI – as participações de debêntures, empregados, administradores e partes beneficiárias, 
mesmo na forma de instrumentos financeiros, e de institui- ções ou fundos de assistência ou 
previdência de empregados, que não se caracterizem como despesa. (Redação dada pela Lei 
nº 11.941, de 2009) 
VII – o lucro ou prejuízo líquido do exercício e o seu montante por ação do capital social. 
§ 1º Na determinação do resultado do exercício serão computados: 
a) as receitas e os rendimentos ganhos no período, independentemente da sua realização em 
moeda; e 
34 
 
b) os custos, despesas, encargos e perdas, pagos ou incorridos, correspondentes a essas 
receitas e rendimentos. 
A apresentação da DRE, de maneira geral é feita de forma dedutiva – 
vertical. Das receitas, são deduzidas as despesas e apura-se então o resultado 
final. 
Com base nas orientações do artigo 187, temos o seguintemodelo de 
DRE: 
 
Modelo de DRE - https://blog.contaazul.com/modelo-de-dre/ 
 
 
 
 
35 
 
3.11.1 Composição dos principais grupos da DRE 
• Receita Bruta de Vendas e Serviços: Refere-se à receita total das 
atividades principais da empresa – vendas de mercadorias, de produtos 
ou de prestação de serviços. 
• Devoluções de vendas e serviços: Corresponde aos tributos, 
devoluções, os abatimentos e os descontos incondicionais concedidos 
sobre vendas e/ou serviços. 
• Receita Líquida de vendas e serviços: Trata-se do valor da receita bruta 
deduzido das deduções de vendas e serviços. 
• Custo de Mercadorias Vendidas: Refere-se aos valores das compras 
líquidas das mercadorias baixadas do estoque no ato de sua venda. 
• Resultado bruto: Corresponde à receita líquida de vendas e serviços, 
deduzida do CMV. 
• Despesas gerais e administrativas: Trata-se dos gastos incorridos em 
atividades de direção ou gestão da empresa, como por exemplo: 
salários, contabilidade, jurídico, IPTU, seguro, contas de energia elétrica 
etc. 
• Despesas de vendas: Trata-se dos gastos incorridos nas atividades de 
promoção, venda e entrega de mercadorias. São gastos ligados 
diretamente com os esforços na venda das mercadorias/produtos. Como 
por exemplo: a comissão de vendedores, as despesas com veículos da 
empresa utilizados pelos vendedores, gastos com publicidade etc. 
• Despesas/receitas financeiras: As despesas tratam-se de juros de 
empréstimos e financiamentos bancários, taxas bancárias, variação 
cambial etc., já as receitas tratam-se de rendimento sobre aplicações 
financeiras, juros de mora recebidos, descontos obtidos, etc. 
• Outras despesas e receitas: Trata-se principalmente de despesas e 
receitas ligadas com a baixa dos ativos não circulantes, investimento, 
imobilizado e intangível. Como por exemplo, a venda de um ativo. 
• Imposto de renda e Contribuição social sobre o Lucro Líquido: Trata-se 
de despesas com esses tributos que incidem sobre o lucro das 
empresas. 
• Participações no lucro: Trata-se de gastos ligados com a remuneração 
36 
 
de terceiros, não vinculadas ao investimento dos sócios. Os 
participantes no resultado, geralmente são: empregados, 
administradores, partes beneficiárias e as contribuições para 
instituições. 
 
37 
 
4 DESENVOLVIMENTO PRÁTICO 
4.1 Contabilização de janeiro/X2 
4.1.1 Posição Inicial 
A empresa apresentou, em 31/12/X1, a seguinte posição: 
 
4.1.2 Produtos fabricados pela empresa APS Ltda 
 Torneira Normal e Torneira Especial sendo classificados como produto A e B, 
respectivamente, como já mencionado anteriormente. 
No sistema Account a torneira normal será identificada com produto A e a 
torneira especial será identificada como produto B. 
 
 
 
38 
 
4.1.3 Saldos iniciais de Estoques 
• Saldo de Matéria-Prima: 
 
Ferro: 
Quantidade: 500 Kg 
Valor Total: R$ 4.090,00 
Obs: Para a realização das torneiras é necessário apenas a utilização do ferro como 
matéria prima. 
• Saldo de Produtos em Elaboração: 
 
Toda a produção é acabada no final de cada mês. 
 
• Saldo de produtos acabados: 
 
Produto A (Torneira Normal) 
Quantidade: 200 unidades 
Valor Total: R$ 3.400,00 
Produto B (Torneira Especial) 
Quantidade: 200 unidades 
Valor Total: R$ 6.000,00 
4.1.4 Transações ocorridas no mês de janeiro/X2 
05.01.X2 – Compra de matéria-prima a prazo para estoque: 
QUANTIDADE 15.000kg 
PREÇO DE COMPRA R$ 11,20/kg 
ICMS 12% 
PIS e COFINS 9,25% 
 
 
39 
 
07.01.X2 – Pagamento do FGTS da folha de dezembro de 2015 no valor de R$ 
4.500,00 
12.01.X2 – Compra, à vista, de materiais para manutenção das máquinas no valor de 
R$ 5.000,00. 
12.01.X2 – Recebimento de duplicatas no valor de R$ 150.000,00. 
12.01.X2 – Contabilização da venda bruta efetuada nas seguintes condições: 50% à 
vista e 50% a prazo: 
PRODUTO QUANTIDADE VALOR UNITÁRIO 
Torneira Normal 3.200 R$ 50,00 
Torneira Especial 1.000 R$ 90,00 
ICMS 12% e PIS e COFINS 9,25% 
 
15.01.X2 – Pagamento do seguro dos equipamentos da fábrica no valor de R$ 
3.500,00. 
15.01.X2 – Contabilização da venda bruta efetuada nas seguintes condições: 50% à 
vista e 50% a prazo. 
PRODUTO QUANTIDADE VALOR UNITÁRIO 
Torneira Normal 2.000 R$ 50,00 
Torneira Especial 800 R$ 90,00 
ICMS 12% e PIS e COFINS 9,25% 
 
20.01.X2 – Pagamento dos impostos do mês anterior conforme descrito abaixo: 
INSS a recolher R$ 16.000,00 
IRRF a recolher R$ 2.500,00 
ICMS a recolher R$ 65.000,00 
PIS e COFINS a recolher R$ 50.000,00 
 
 
40 
 
22.01.X2 – Pagamento das seguintes despesas: 
Despesas Gerais e Administrativas R$ 20.000,00 
Despesas com Vendas R$ 15.000,00 
 
29.01.X2 – Pagamento de Energia Elétrica no valor de R$ 17.000,00, referente ao mês 
de janeiro de X2: 
Fábrica R$ 14.500,00 
Escritório R$ 2.500,00 
 
29.01.X2 – Pagamento do Aluguel no valor de R$ 38.000,00, referente ao mês de 
janeiro de X2: 
Fábrica R$ 30.000,00 
Escritório R$ 8.000,00 
 
29.01.X2 – Pagamento de outros gastos (Água, Gás, etc.) no valor de R$ 7.000,00, 
referente ao mês janeiro de X2: 
Fábrica R$ 2.000,00 
Escritório R$ 5.000,00 
 
29.01.X2 – Contabilização da venda bruta efetuada nas seguintes condições: 50% à 
vista e 50% a prazo. 
PRODUTO QUANTIDADE VALOR UNITÁRIO 
Torneira Normal 3.600 R$ 50,00 
Torneira Especial 1.100 R$ 90,00 
ICMS 12% e PIS e COFINS 9,25% 
 
 
 
41 
 
29.01.X2 – Pagamento de Fornecedores no valor de R$ 240.000,00 
30.01.X2 – Recebimento de duplicatas no valor de R$ 130.500,00. 
30.01.X2 – Contabilização da Folha de Pagamento da do mês de janeiro de X2 (os 
encargos sociais serão contabilizados na mesma conta de Salários): 
 
Os gastos com pessoal têm a seguinte distribuição e prazos de pagamento: 
 
Gastos da empresa com Pessoal: 
 
 
42 
 
30.01.X2 – Contabilização da depreciação do mês de janeiro de X2 sendo as seguintes 
taxas: 
Máquinas e Equipamentos: 20% de R$ 600.000,00(1/12) = 10.000,00 
Móveis e Utensílios: 10% de R$ 150.000,00(1/12) = 1.250,00 
 
30.01.X2 – Contabilização da apuração do ICMS e do PIS e COFINS de janeiro de X2 
(a recuperar/a recolher). 
30.01.X2 – Apropriação do consumo de Matéria-Prima (Custo Direto), ver ficha de 
controle de estoques de Matéria Prima. 
Torneira Normal R$ 79.194,19 
Torneira Especial R$ 39.597,10 
 
30.01.X2 – Apropriação da MOD (Custo Direto) proporcional ao consumo da Matéria-
Prima (conf. Ficha de Movimentação dos estoques de Matéria-Prima). 
PRODUTO KG VALOR 
Torneira Normal 9.000 R$ 43.020,00 
Torneira Especial 4.500 R$ 21.510,00 
TOTAL R$ 64.530,00 
 
 30.01.X2 – Apropriação dos CIFs, conforme Mapa de Apuração do CIF por 
departamento R$ 21.970,00. 
30.01.X2 – Transferência de Produtos em Elaboração para Produtos Acabados: 
Torneira Normal R$ 189.764,82 
Torneira Especial R$ 115.526,47 
 
 
 
43 
 
30.01.X2 – Transferência de Produtos Acabados para CPV 
Torneira Normal R$ 184.766,35 
Torneira Especial R$ 110.133,36 
 
30.01.X2 – Pagamento do IRPJ referente ao exercício anterior no valor de R$ 
35.000,00. 
30.01.X2 – Pagamento da CSL referente exercício anterior no valor de R$ 
15.000,00 
4.1.5 Dados para apuração do Custo de Produção 
4.1.5.1 Ficha de Movimentação do Estoque de Matéria Prima (Média Ponderada 
Móvel) DATA
QUANT UNIT R$ QUANT UNIT R$ QUANT UNIT R$
 31/12/X1 500,00 8,18 4.090,0005/01/X2 15.000,00 8,82 132.300,00 15.500,00 8,80 136.390,00
 30/01/X2 9.000,00 8,80 79.194,19 6.500,00 8,80 57.195,81
 30/01/X2 4.500,00 8,80 39.597,10 2.000,00 8,80 17.598,71
Ficha de Movimentação do Estoque de Matéria Prima (Média Ponderada Móvel)
ENTRADAS SAIDAS SALDO
 
4.1.5.2 Informações para alocação do CIF aos Departamentos 
Normal Especial Fundição Cromação Montagem Almox. Manut.
Adm. 
Fábrica
Vendas mês
(em unidades)
8.800 2.900 11.700
Consumo de MP 
(Ferro em Kg)
9.000 4.500 13.500
N° de funcionários 15 6 9 4 6 5 45
Tempo uso de 
horas máquina 
(hrs)
4.800 4.200 3.000 12.000
N° de requisições 600 300 300 1.200
Dados Físicos
TORNEIRAS DEPARTAMENTOS
TOTAL 
GERAL
 
 
 
4.1.5.3 Mão de Obra Direta 
44 
 
Torneira Normal R$ 43.020,00 
Torneira Especial R$ 21.510,00 
 
4.1.5.4 Apropriação dos custos indiretos de fabricação – departamentalização 
Custos indiretos a serem apropriados: 
Custos R$ Critérios
Salários 56.970,00 Atribuídos aos departamentos conforme folha de pagamento
Energia Elétrica
14.500,00
Distribuídos aos departamentos produtivos proporcionalmente ao 
tempo de uso das máquinas
Material de manutenção 5.000,00 Apropriado diretamente ao departamento de manutenção
Aluguel da Fábrica
30.000,00
Apropriado diretamente ao departamento de Administração da 
Fábrica
Utilidades (CGF)
2.000,00
Apropriado diretamente ao departamento de Administração da 
Fábrica
Seguro das máquinas
3.500,00
Distribuídos aos departamentos produtivos proporcionalmente ao 
tempo de uso das máquinas
Depreciação das máquinas
10.000,00
Distribuídos aos departamentos produtivos proporcionalmente ao 
tempo de uso das máquinas
Total 121.970,00R$ 
 
Critérios para apropriação dos custos dos departamentos auxiliares para os 
departamentos produtivos: 
Custos Critérios 
Administração da 
fábrica 
Distribuído aos outros departamentos proporcionalmente ao número de 
funcionários. 
Manutenção Distribuído aos departamentos produtivos proporcionalmente ao tempo de 
uso de máquinas. 
Almoxarifado Distribuído aos departamentos produtivos proporcionalmente ao número 
de requisições. 
 
 
 
 
 
4.1.5.4.1 Mapa de Apuração dos CIFs (conforme critérios estabelecidos acima) 
45 
 
CIF FUNDIÇÃO CROMAÇÃO MONTAGEM ALMOX. MANUT. ADM.FÁBRICA TOTAL
Salários 14.670,00 4.900,00 8.100,00 4.900,00 11.400,00 13.000,00 56.970,00
Energia Elétrica 5.800,00 5.075,00 3.625,00 14.500,00
Mat.Manutenção 5.000,00 5.000,00
Aluguel 30.000,00 30.000,00
Utilidades 2.000,00 2.000,00
Seg.Máquinas 1.400,00 1.225,00 875,00 3.500,00
Deprec.Máquinas 4.000,00 3.500,00 2.500,00 10.000,00
Total 25.870,00 14.700,00 15.100,00 4.900,00 16.400,00 45.000,00 121.970,00
Adm.Fábrica 16.875,00 6.750,00 10.125,00 4.500,00 6.750,00 -45.000,00 -
Soma 42.745,00 21.450,00 25.225,00 9.400,00 23.150,00 0,00 121.970,00
Manutenção 9.260,00 8.102,50 5.787,50 -23.150,00 -
Soma 52.005,00 29.552,50 31.012,50 9.400,00 0,00 0,00 121.970,00
Almoxarifado 4.700,00 2.350,00 2.350,00 -9.400,00 - - -
Total 56.705,00 31.902,50 33.362,50 0,00 0,00 0,00 121.970,00
Mapa de Apuração dos CIFs (conforme critérios estabelecidos acima)
 
4.1.5.5 Apuração do Custo dos Produtos Acabados 
1) Os custos dos Departamentos de Fundição e Montagem são alocados aos produtos 
proporcionalmente à quantidade produzida. 
2) Somente a Torneira Especial passa pelo processo de Cromação. 
Torneira Normal Torneira Especial Total
Matéria-Prima 79.194,19 39.597,10 118.791,29
Mão-de-Obra Direta 43.020,00 21.510,00 64.530,00
Total dos Custos Diretos 122.194,19 61.127,10 183.321,29
Fundição 42.528,75 14.176,25 56.705,00
Cromação 31.902,50 31.902,50
Montagem 25.021,88 8.340,62 33.362,50
Total CIF 67.550,63 54.419,37 121.970,00
Custo Total 189.764,82 115.526,47 305.291,29
Quantidade Produzida 9.000 3.000 12.000
Custo Unitário 21,0850 38,5088
 
 
4.1.6 Ficha de Movimentação dos Estoques de Produtos Acabados 
DATA
QUANT UNIT R$ QUANT UNIT R$ QUANT UNIT R$
 31/12/X1 200,00 17,00 3.400,00
 30/01/X2 9.000,00 21,09 189.764,82 9.200,00 21,00 193.164,82
 30/01/X2 8.800,00 21,00 184.766,35 400,00 21,00 8.398,47
MOVIMENTAÇÃO DO ESTOQUE DE PRODUTOS ACABADOS TORNEIRA NORMAL (Média Ponderada Móvel)
ENTRADAS SAIDAS SALDO
 
46 
 
DATA
QUANT UNIT R$ QUANT UNIT R$ QUANT UNIT R$
 31/12/X1 200,00 30,00 6.000,00
 30/01/X2 3.000,00 38,51 115.526,47 3.200,00 37,98 121.526,47
 30/01/X2 2.900,00 37,98 110.133,36 300,00 37,98 11.393,11
MOVIMENTAÇÃO DO ESTOQUE DE PRODUTOS ACABADOS TORNEIRA ESPECIAL (Média Ponderada Móvel)
ENTRADAS SAIDAS SALDO
 
4.1.7 Contabilizações de janeiro/X2 
4.1.7.1 Diário 
LCTO TIPO CONTA DÉBITO CRÉDITO 
5 DE JANEIRO 
1 
D Estoque de matérias-primas 132.300,00 
D ICMS a recuperar 20.160,00 
D PIS e COFINS a recuperar 15.540,00 
C Fornecedores 168.000,00 
2 
D FGTS a recolher 4.500,00 
C Caixa e Equivalentes de Caixa 4.500,00 
12 DE JANEIRO 
3 
D Manutenção de Máquinas e Equipamentos - CGF 5.000,00 
C Caixa e Equivalentes de Caixa 5.000,00 
4 
D Caixa e Equivalentes de Caixa 150.000,00 
C Duplicatas a receber 150.000,00 
5 
D Caixa e Equivalentes de Caixa 125.000,00 
D Duplicatas a receber 125.000,00 
C Vendas 250.000,00 
6 
D ICMS sobre Vendas 30.000,00 
C ICMS a recolher 30.000,00 
7 
D PIS e COFINS sobre Vendas 23.125,00 
C PIS e COFINS a recolher 23.125,00 
47 
 
15 DE JANEIRO 
8 
D Seguros – CGF 3.500,00 
C Caixa e Equivalentes de Caixa 3.500,00 
9 
D Caixa e Equivalentes de Caixa 86.000,00 
D Duplicatas a receber 86.000,00 
C Vendas 172.000,00 
10 
D ICMS sobre Vendas 20.640,00 
C ICMS a recolher 20.640,00 
11 
D PIS e COFINS sobre Vendas 15.910,00 
C PIS e COFINS a recolher 15.910,00 
20 DE JANEIRO 
12 
D INSS a recolher 16.000,00 
D IRRF a recolher 2.500,00 
D ICMS a recolher 65.000,00 
D PIS e COFINS a recolher 50.000,00 
C Caixa e Equivalentes de Caixa 133.500,00 
22 DE JANEIRO 
13 
D Despesas Gerais e Administrativas 20.000,00 
D Despesas com Vendas 15.000,00 
C Caixa e Equivalentes de Caixa 35.000,00 
29 DE JANEIRO 
14 
D Energia Elétrica – CGF 14.500,00 
D Energia Elétrica 2.500,00 
C Caixa e Equivalentes de Caixa 17.000,00 
15 
D Aluguéis – CGF 30.000,00 
D Aluguéis 8.000,00 
C Caixa e Equivalentes de Caixa 38.000,00 
48 
 
16 
D Despesas Gerais e Administrativas 5.000,00 
D Outros Custos Indiretos – CGF 2.000,00 
C Caixa e Equivalentes de Caixa 7.000,00 
17 
D Caixa e Equivalentes de Caixa 139.500,00 
D Duplicatas a receber 139.500,00 
C Vendas 279.000,00 
18 
D ICMS sobre Vendas 33.480,00 
C ICMS a recolher 33.480,00 
19 
D PIS e COFINS sobre Vendas 25.808,00 
C PIS e COFINS a recolher 25.808,00 
20 
D Fornecedores 240.000,00 
C Caixa e Equivalentes de Caixa 240.000,00 
30 DE JANEIRO 
21 
D Caixa e Equivalentes de Caixa 130.500,00 
C Duplicatas a receber 130.500,00 
22 
D Salários – MOD 64.530,00 
D Salários MOInd. 56.970,00 
D Despesas de Salários e Encargos Sociais 41.900,00 
C INSS a recolher 38.800,00 
C IRRF a recolher 20.000,00 
C FGTS a recolher 8.000,00 
C Salários a pagar 70.000,00 
C Férias e encargos a pagar 15.200,00 
C 13º Salário a pagar 11.400,00 
23 
D Salários a pagar 70.000,00 
C Caixa e Equivalentes de Caixa 70.000,00 
 
49 
 
24 
D Depreciações – CGF 10.000,00 
D Despesas com Depreciações 1.250,00 
C DepreciaçõesAcumuladas Máquinas e Equipamentos 10.000,00 
C Depreciações Acumuladas Móveis e Utensílios 1.250,00 
25 
D ICMS a recolher 20.160,00 
C ICMS a recuperar 20.160,00 
26 
D PIS e COFINS a recolher 15.540,00 
C PIS e COFINS a recuperar 15.540,00 
27 
D Estoque de Produtos em Elaboração “A” 79.194,19 
D Estoque de Produtos em Elaboração “B” 39.597,10 
C Estoque de Matéria-Prima 118.791,29 
28 
D Estoque de Produtos em Elaboração “A” 43.020,00 
D Estoque de Produtos em Elaboração “B” 21.510,00 
C Salários – MOD 64.530,00 
29 
D Estoque de Produtos em Elaboração “A” 67.550,63 
D Estoque de Produtos em Elaboração “B” 54.419,37 
C Salários MOInd. 56.970,00 
C Energia Elétrica – CGF 14.500,00 
C Manutenção de Máquinas e Equipamentos – CGF 5.000,00 
C Aluguéis – CGF 30.000,00 
C Outros Custos Indiretos – CGF 2.000,00 
C Seguros – CGF 3.500,00 
C Depreciações – CGF 10.000,00 
30 
D Estoque de Produtos Acabados “A” 189.764,82 
D Estoque de Produtos Acabados “B” 115.526,47 
C Estoque de Produtos em Elaboração “A” 189.764,82 
C Estoque de Produtos em Elaboração “B” 115.526,47 
50 
 
31 
D CPV 294.899,71 
C Estoque de Produtos Acabados “A” 184.766,35 
C Estoque de Produtos Acabados “B” 110.133,36 
32 
D IRPJ a recolher 35.000,00 
C Caixa e Equivalentes de Caixa 35.000,00 
33 
D CSLL a recolher 15.000,00 
C Caixa e Equivalentes de Caixa 15.000,00 
 
4.1.7.2 Razonetes 
 
51 
 
 
 
52 
 
 
 
53 
 
 
 
 
 
54 
 
4.1.8 Balancete janeiro 
 
 
 
 
55 
 
4.2 Contabilização de fevereiro/X2 
4.2.1 Transações ocorridas no mês de fevereiro/X2 
05.02.X2 – Compra de matéria-prima a prazo para estoque: 
QUANTIDADE 25.000kg 
PREÇO DE COMPRA R$ 11,20/kg 
ICMS 12% 
PIS e COFINS 9,25% 
 
07.02.X2 – Pagamento do FGTS da folha de janeiro/x2 no valor de R$ 8.000,00 
12.02.X2 – Compra, à vista, de materiais para manutenção das máquinas no valor de 
R$ 5.300,00. 
12.02.X2 – Recebimento de duplicatas no valor de R$ 125.000,00 referente venda do 
dia 12.01.X2. 
12.02.X2 – Contabilização da venda bruta efetuada nas seguintes condições: 50% à 
vista e 50% a prazo: 
PRODUTO QUANTIDADE VALOR UNITÁRIO 
Torneira Normal 2.540 R$ 50,00 
Torneira Especial 1.800 R$ 90,00 
ICMS 12% e PIS e COFINS 9,25% 
 
15.02.X2 – Pagamento do seguro dos equipamentos da fábrica no valor de R$ 
3.710,00. 
15.02.X2 – Contabilização da venda bruta efetuada nas seguintes condições: 50% à 
vista e 50% a prazo. 
PRODUTO QUANTIDADE VALOR UNITÁRIO 
Torneira Normal 3000 R$ 50,00 
Torneira Especial 300 R$ 90,00 
56 
 
ICMS 12% e PIS e COFINS 9,25% 
 
20.02.X2 – Pagamento dos impostos do mês anterior conforme descrito abaixo: 
INSS a recolher 38.800,00 
IRRF a recolher 20.000,00 
ICMS a recolher 63.960,00 
PIS e COFINS a recolher 49.303,00 
 
22.02.X2 – Pagamento das seguintes despesas: 
Despesas Gerais e Administrativas R$ 21.200,00 
Despesas com Vendas R$ 15.900,00 
 
25.02.X2 – Pagamento de Energia Elétrica no valor de R$ 18.020,00, referente ao mês 
de fevereiro de X2: 
Fábrica R$ 15.370,00 
Escritório R$ 2.650,00 
 
26.02.X2 – Pagamento do Aluguel no valor de R$ 40.280,00, referente ao mês de 
fevereiro de X2: 
Fábrica R$ 31.800,00 
Escritório R$ 8.480,00 
 
26.02.X2 – Pagamento de outros gastos (Água, Gás, etc.) no valor de R$ 7.420,00, 
referente ao mês fevereiro de X2: 
Fábrica R$ 2.120,00 
Escritório R$ 5.300,00 
 
57 
 
26.02.X2 – Contabilização da venda bruta efetuada nas seguintes condições: 50% à 
vista e 50% a prazo. 
PRODUTO QUANTIDADE VALOR UNITÁRIO 
Torneira Normal 3.500 R$ 50,00 
Torneira Especial 2.000 R$ 90,00 
ICMS 12% e PIS e COFINS 9,25% 
 
26.02.X2 – Pagamento de Fornecedores no valor de R$ 254.400,00 
26.02.X2 – Recebimento de duplicatas no valor de R$ 225.500,00 referente venda de 
15.01.X2 e 29.01.X2. 
27.02.X2 – Contabilização da Folha de Pagamento da do mês de fevereiro de X2 (os 
encargos sociais serão contabilizados na mesma conta de Salários): 
 
Os gastos com pessoal têm a seguinte distribuição e prazos de pagamento: 
 
58 
 
Gastos da empresa com Pessoal: 
 
 
27.02.X2 – Contabilização da depreciação do mês de fevereiro de X2 sendo as 
seguintes taxas: 
Máquinas e Equipamentos: 20% de R$ 600.000,00(1/12) = 10.000,00 
Móveis e Utensílios: 10% de R$ 150.000,00(1/12) = 1.250,00 
 
27.02.X2 – Contabilização da apuração do ICMS e do PIS e COFINS de fevereiro de 
X2 (a recuperar/a recolher). 
27.02.X2 – Apropriação do consumo de Matéria-Prima (Custo Direto), ver ficha de 
controle de estoques de Matéria Prima. 
Torneira Normal 101.412,41 
Torneira Especial 51.588,05 
 
27.02.X2 – Apropriação da MOD (Custo Direto) proporcional ao consumo da Matéria-
Prima (conf. Ficha de Movimentação dos estoques de Matéria-Prima). 
PRODUTO KG VALOR 
Torneira Normal 11.700 48.187,99 
Torneira Especial 5.850 16.342,01 
TOTAL R$ 64.530,00 
 
 27.02.X2 – Apropriação dos CIFs, conforme Mapa de Apuração do CIF por 
departamento R$ 125.270,00. 
59 
 
27.02.X2 – Transferência de Produtos em Elaboração para Produtos Acabados: 
Torneira Normal 218.636,02 
Torneira Especial 124.164,45 
 
27.02.X2 – Transferência de Produtos Acabados para CPV 
Torneira Normal 172.469,90 
Torneira Especial 161.378,04 
 
4.2.2 Dados para apuração do Custo de Produção 
4.2.2.1 Ficha de Movimentação do Estoque de Matéria Prima (Média Ponderada 
Móvel) DATA
QUANT UNIT R$ QUANT UNIT R$ QUANT UNIT R$
30/01/X2 2.000,00 8,80 17.598,71
05/02/X2 25.000,00 8,82 220.500,00 27.000,00 8,82 238.098,71
27/02/X2 11.500,00 8,82 101.412,41 15.500,00 8,82 136.686,30
28/02/X2 5.850,00 8,82 51.588,05 9.650,00 8,82 85.098,24
Ficha de Movimentação do Estoque de Matéria Prima (Média Ponderada Móvel)
ENTRADAS SAIDAS SALDO
 
4.2.2.2 Informações para alocação do CIF aos Departamentos
Normal Especial Fundição Cromação Montagem Almox. Manut.
Adm. 
Fábrica
Vendas mês (em 
unidades)
9.040 4.100 13.140
Consumo de MP 
(Ferro em Kg)
11.500 5.850 17.350
N° de funcionários 15 6 9 4 6 5 45
Tempo uso de 
horas máquina 
(hrs)
4.800 4.200 3.000 12.000
N° de requisições 600 300 300 1.200
Dados Físicos
TORNEIRAS DEPARTAMENTOS
TOTAL 
GERAL
 
 
 
4.2.2.3 Mão de Obra Direta 
60 
 
Torneira Normal R$ 48.187,99 
Torneira Especial R$ 16.342,01 
 
4.2.2.4 Apropriação dos custos indiretos de fabricação – departamentalização 
Custos indiretos a serem apropriados: 
Custos R$ Critérios
Salários 56.970,00 Atribuídos aos departamentos conforme folha de pagamento
Energia Elétrica
15.370,00
Distribuídos aos departamentos produtivos proporcionalmente ao 
tempo de uso das máquinas
Material de manutenção 5.300,00 Apropriado diretamente ao departamento de manutenção
Aluguel da Fábrica
31.800,00
Apropriado diretamente ao departamento de Administração da 
Fábrica
Utilidades (CGF)
2.120,00
Apropriado diretamente ao departamento de Administração da 
Fábrica
Seguro das máquinas
3.710,00
Distribuídos aos departamentos produtivos proporcionalmente ao 
tempo de uso das máquinas
Depreciação das máquinas
10.000,00
Distribuídos aos departamentos produtivos proporcionalmente ao 
tempo de uso das máquinas
Total 125.270,00R$ 
Critérios para apropriação dos custos dos departamentosauxiliares para os 
departamentos produtivos: 
Custos Critérios 
Administração da 
fábrica 
Distribuído aos outros departamentos proporcionalmente ao número de 
funcionários. 
Manutenção Distribuído aos departamentos produtivos proporcionalmente ao tempo de 
uso de máquinas. 
Almoxarifado Distribuído aos departamentos produtivos proporcionalmente ao número 
de requisições. 
 
 
61 
 
4.2.2.4.1 Mapa de Apuração dos CIFs (conforme critérios estabelecidos acima) 
CIF FUNDIÇÃO CROMAÇÃO MONTAGEM ALMOX. MANUT. ADM.FÁBRICA TOTAL
Salários 14.670,00 4.900,00 8.100,00 4.900,00 11.400,00 13.000,00 56.970,00
Energia Elétrica 6.148,00 5.379,50 3.842,50 15.370,00
Mat.Manutenção 5.300,00 5.300,00
Aluguel 31.800,00 31.800,00
Utilidades 2.120,00 2.120,00
Seg.Máquinas 1.484,00 1.298,50 927,50 3.710,00
Deprec.Máquinas 4.000,00 3.500,00 2.500,00 10.000,00
Total 26.302,00 15.078,00 15.370,00 4.900,00 16.700,00 46.920,00 125.270,00
Adm.Fábrica 17.595,00 7.038,00 10.557,00 4.692,00 7.038,00 -46.920,00 -
Soma 43.897,00 22.116,00 25.927,00 9.592,00 23.738,00 0,00 125.270,00
Manutenção 9.495,20 8.308,30 5.934,50 - -23.738,00 - -
Soma 53.392,20 30.424,30 31.861,50 9.592,00 0,00 0,00 125.270,00
Almoxarifado 4.796,00 2.398,00 2.398,00 -9.592,00 - - -
Total 58.188,20 32.822,30 34.259,50 0,00 0,00 0,00 125.270,00
Mapa de Apuração dos CIFs (conforme critérios estabelecidos acima)
 
4.2.2.5 Apuração do Custo dos Produtos Acabados 
1) Os custos dos Departamentos de Fundição e Montagem são alocados aos produtos 
proporcionalmente à quantidade produzida. 
2) Somente a Torneira Especial passa pelo processo de Cromação. 
Torneira Normal Torneira Especial Total
Matéria-Prima 101.412,41 51.588,05 153.000,47
Mão-de-Obra Direta 48.187,99 16.342,01 64.530,00
Total dos Custos Diretos 149.600,40 67.930,07 217.530,47
Fundição 43.452,23 14.735,97 58.188,20
Cromação - 32.822,30 32.822,30
Montagem 25.583,39 8.676,11 34.259,50
Total CIF 69.035,62 56.234,38 125.270,00
Custo Total 218.636,02 124.164,45 342.800,47
Quantidade Produzida 11.500 3.900 15.400
Custo Unitário 19,0118 31,8370
 
 
4.2.6 Ficha de Movimentação dos Estoques de Produtos Acabados 
DATA
QUANT UNIT R$ QUANT UNIT R$ QUANT UNIT R$
30/01/X2 400,00 21,00 8.398,47
27/02/X2 11.500,00 19,01 218.636,02 11.900,00 19,08 227.034,49
27/02/X2 9.040,00 19,08 172.469,90 2.860,00 19,08 54.564,59
MOVIMENTAÇÃO DO ESTOQUE DE PRODUTOS ACABADOS TORNEIRA NORMAL (Média Ponderada Móvel)
ENTRADAS SAIDAS SALDO
 
62 
 
DATA
QUANT UNIT R$ QUANT UNIT R$ QUANT UNIT R$
30/01/X2 300,00 37,98 11.393,11
27/02/X2 3.900,00 31,84 124.164,45 4.200,00 32,28 135.557,56
27/02/X2 4.100,00 32,28 132.330,00 100,00 32,28 3.227,56
MOVIMENTAÇÃO DO ESTOQUE DE PRODUTOS ACABADOS TORNEIRA ESPECIAL (Média Ponderada Móvel)
ENTRADAS SAIDAS SALDO
 
4.2.7 Contabilizações de fevereiro/X2 
4.2.7.1 Diário 
LCTO TIPO CONTA DÉBITO CRÉDITO 
5 DE FEVEREIRO 
34 
D Estoque de matérias-primas 220.500,00 
D ICMS a recuperar 33.600,00 
D PIS e COFINS a recuperar 25.900,00 
C Fornecedores 280.000,00 
7 DE FEVEREIRO 
35 
D FGTS a recolher 8.000,00 
C Caixa e Equivalentes de Caixa 8.000,00 
12 DE FEVEREIRO 
36 
D Manutenção de Máquinas e Equipamentos - CGF 5.300,00 
C Caixa e Equivalentes de Caixa 5.300,00 
37 
D Caixa e Equivalentes de Caixa 125.000,00 
C Duplicatas a receber 125.000,00 
38 
D Caixa e Equivalentes de Caixa 144.500,00 
D Duplicatas a receber 144.500,00 
C Vendas 289.000,00 
39 
D ICMS sobre Vendas 34.680,00 
C ICMS a recolher 34.680,00 
40 D PIS e COFINS sobre Vendas 26.732,50 
63 
 
C PIS e COFINS a recolher 26.732,50 
15 DE FEVEREIRO 
41 
D Seguros – CGF 3.710,00 
C Caixa e Equivalentes de Caixa 3.710,00 
42 
D Caixa e Equivalentes de Caixa 88.500,00 
D Duplicatas a receber 88.500,00 
C Vendas 177.000,00 
43 
D ICMS sobre Vendas 21.240,00 
C ICMS a recolher 21.240,00 
44 
D PIS e COFINS sobre Vendas 16.372,50 
C PIS e COFINS a recolher 16.372,50 
20 DE FEVEREIRO 
45 
D INSS a recolher 38.000,00 
D IRRF a recolher 20.000,00 
D ICMS a recolher 63.960,00 
D PIS e COFINS a recolher 49.303,00 
C Caixa e Equivalentes de Caixa 171.263,00 
22 DE FEVEREIRO 
46 
D Despesas Gerais e Administrativas 21.200,00 
D Despesas com Vendas 15.900,00 
C Caixa e Equivalentes de Caixa 37.100,00 
25 DE FEVEREIRO 
47 
D Energia Elétrica – CGF 15.370,00 
D Energia Elétrica 2.650,00 
C Caixa e Equivalentes de Caixa 18.020,00 
26 DE FEVEREIRO 
48 D Aluguéis – CGF 31.800,00 
64 
 
D Aluguéis 8.480,00 
C Caixa e Equivalentes de Caixa 40.280,00 
49 
D Despesas Gerais e Administrativas 5.300,00 
D Outros Custos Indiretos – CGF 2.120,00 
C Caixa e Equivalentes de Caixa 7.420,00 
50 
D Caixa e Equivalentes de Caixa 177.500,00 
D Duplicatas a receber 177.500,00 
C Vendas 355.000,00 
51 
D ICMS sobre Vendas 42.600,00 
C ICMS a recolher 42.600,00 
52 
D PIS e COFINS sobre Vendas 32.837,50 
C PIS e COFINS a recolher 32.837,50 
53 
D Fornecedores 254.400,00 
C Caixa e Equivalentes de Caixa 254.400,00 
54 
D Caixa e Equivalentes de Caixa 225.500,00 
C Duplicatas a receber 225.500,00 
27 DE FEVEREIRO 
55 
D Salários – MOD 64.530,00 
D Salários MOInd. 56.970,00 
D Despesas de Salários e Encargos Sociais 41.900,00 
C INSS a recolher 38.800,00 
C IRRF a recolher 20.000,00 
C FGTS a recolher 8.000,00 
C Salários a pagar 70.000,00 
C Férias e encargos a pagar 15.200,00 
C 13º Salário a pagar 11.400,00 
56 D Salários a pagar 70.000,00 
65 
 
C Caixa e Equivalentes de Caixa 70.000,00 
57 
D Depreciações – CGF 10.000,00 
D Despesas com Depreciações 1.250,00 
C Depreciações Acumuladas Máquinas e Equipamentos 10.000,00 
C Depreciações Acumuladas Móveis e Utensílios 1.250,00 
58 
D ICMS a recolher 33.600,00 
C ICMS a recuperar 33.600,00 
59 
D PIS e COFINS a recolher 25.900,00 
C PIS e COFINS a recuperar 25.900,00 
60 
D Estoque de Produtos em Elaboração “A” 101.412,41 
D Estoque de Produtos em Elaboração “B” 51.588,05 
C Estoque de Matéria-Prima 153.000,46 
61 
D Estoque de Produtos em Elaboração “A” 48.187,99 
D Estoque de Produtos em Elaboração “B” 16.342,01 
C Salários – MOD 64.530,00 
62 
D Estoque de Produtos em Elaboração “A” 69.035,62 
D Estoque de Produtos em Elaboração “B” 56,234,38 
C Salários MOInd. 56.970,00 
C Energia Elétrica – CGF 15.370,00 
C Manutenção de Máquinas e Equipamentos – CGF 5.300,00 
C Aluguéis – CGF 31.800,00 
C Outros Custos Indiretos – CGF 2.120,00 
C Seguros – CGF 3.710,00 
C Depreciações – CGF 10.000,00 
63 
D Estoque de Produtos Acabados “A” 218.636,02 
D Estoque de Produtos Acabados “B” 124.164,44 
C Estoque de Produtos em Elaboração “A” 218.636,02 
66 
 
C Estoque de Produtos em Elaboração “B” 124.164,44 
64 
D CPV 304.799,90 
C Estoque de Produtos Acabados “A” 172.469,90 
C Estoque de Produtos Acabados “B” 132.330,00 
 
4.2.7.2 Razonetes 
 
 
67 
 
 
 
68 
 
 
 
 
69 
 
 
 
 
 
 
70 
 
4.2.8 Balancete fevereiro 
 
 
71 
 
4.3 Contabilização de março/X2 
4.3.1 Transações ocorridas no mês de março/X2 
05.03.X2 – Compra de matéria-prima a prazo para estoque: 
QUANTIDADE 10.000kg 
PREÇO DE COMPRA R$ 11,45/kg 
ICMS 12% 
PIS e COFINS 9,25% 
 
06.03.X2 – Pagamento do FGTS da folha de fevereiro/x2 no valor de R$ 8.000,00
 
12.03.X2 – Compra, à vista, de materiais para manutenção das máquinas no valorde 
R$ 5.896,25. 
12.03.X2 – Recebimento de duplicatas no valor de R$ 144.500,00 referente venda do 
dia 12.02.X2. 
12.03.X2 – Contabilização da venda bruta efetuada nas seguintes condições: 50% à 
vista e 50% a prazo: 
PRODUTO QUANTIDADE VALOR UNITÁRIO 
Torneira Normal 2.280 R$ 50,60 
Torneira Especial 2.880 R$ 91,00 
ICMS 12% e PIS e COFINS 9,25% 
 
12.03.X2 – Pagamento do seguro dos equipamentos da fábrica no valor de R$ 
4.127,38. 
13.03.X2 – Contabilização da venda bruta efetuada nas seguintes condições: 50% à 
vista e 50% a prazo. 
PRODUTO QUANTIDADE VALOR UNITÁRIO 
Torneira Normal 2.850 R$ 50,60 
72 
 
Torneira Especial 1000 R$ 91,00 
ICMS 12% e PIS e COFINS 9,25% 
 
20.03.X2 – Pagamento dos impostos do mês anterior conforme descrito abaixo: 
INSS a recolher 38.800,00 
IRRF a recolher 20.000,00 
ICMS a recolher 64.920,00 
PIS e COFINS a recolher 50.042,50 
 
20.03.X2 – Pagamento das seguintes despesas: 
Despesas Gerais e Administrativas R$ 23.585,00 
Despesas com Vendas R$ 17.688,75 
 
20.03.X2 – Pagamento de Energia Elétrica no valor de R$ 20.047,26, referente ao mês 
de março de X2: 
Fábrica R$ 17.099,13 
Escritório R$ 2.948,13 
 
20.03.X2 – Pagamento do Aluguel no valor de R$ 44.811,50, referente ao mês de 
março de X2: 
Fábrica R$ 35.377,50 
Escritório R$ 9.434,00 
 
20.03.X2 – Pagamento de outros gastos (Água, Gás, etc.) no valor de R$ 8.254,75, 
referente ao mês março de X2: 
Fábrica R$ 2.358,50 
Escritório R$ 5.896,25 
 
73 
 
23.03.X2 – Contabilização da venda bruta efetuada nas seguintes condições: 50% à 
vista e 50% a prazo. 
PRODUTO QUANTIDADE VALOR UNITÁRIO 
Torneira Normal 2.450 R$ 50,60 
Torneira Especial 2.575 R$ 91,00 
ICMS 12% e PIS e COFINS 9,25% 
 
27.03.X2 – Pagamento de Fornecedores no valor de R$ 268.100,00 
27.03.X2 – Recebimento de duplicatas no valor de R$ 266.000,00 referente venda de 
15.02.X2 e 26.02.X2. 
31.03.X2 – Contabilização da Folha de Pagamento da do mês de fevereiro de X2 (os 
encargos sociais serão contabilizados na mesma conta de Salários): 
 
Os gastos com pessoal têm a seguinte distribuição e prazos de pagamento: 
 
74 
 
Gastos da empresa com Pessoal: 
 
 
31.03.X2 – Contabilização da depreciação do mês de fevereiro de X2 sendo as 
seguintes taxas: 
Máquinas e Equipamentos: 20% de R$ 600.000,00(1/12) = 10.000,00 
Móveis e Utensílios: 10% de R$ 150.000,00(1/12) = 1.250,00 
 
31.03.X2 – Contabilização da apuração do ICMS e do PIS e COFINS de fevereiro de 
X2 (a recuperar/a recolher). 
31.03.X2 – Apropriação do consumo de Matéria-Prima (Custo Direto), ver ficha de 
controle de estoques de Matéria Prima. 
Torneira Normal 45.578,34 
Torneira Especial 90.978,29 
 
31.03.X2 – Apropriação da MOD (Custo Direto) proporcional ao consumo da Matéria-
Prima (conf. Ficha de Movimentação dos estoques de Matéria-Prima). 
PRODUTO KG VALOR 
Torneira Normal 5.110 27.686,68 
Torneira Especial 10.200 36.843,32 
TOTAL R$ 64.530,00 
 
 31.03.X2 – Apropriação dos CIFs, conforme Mapa de Apuração do CIF por 
departamento R$ 131.828,76. 
75 
 
31.03.X2 – Transferência de Produtos em Elaboração para Produtos Acabados: 
Torneira Normal 114.959,50 
Torneira Especial 217.955,88 
 
31.03.X2 – Transferência de Produtos Acabados para CPV 
Torneira Normal 161.228,69 
Torneira Especial 206.918,71 
 
31.03.X2 – Apuração do IRPJ e CSLL do a pagar de acordo com o lucro real trimestral. 
31.03.X2 – Apuração do lucro acumulado do exercício. 
4.3.2 Dados para apuração do Custo de Produção 
4.3.2.1 Ficha de Movimentação do Estoque de Matéria Prima (Média Ponderada 
Móvel) DATA
QUANT UNIT R$ QUANT UNIT R$ QUANT UNIT R$
28/02/X2 9.650,00 8,82 85.098,24
05/03/X2 10.000,00 9,02 90.168,75 19.650,00 8,92 175.266,99
30/03/X2 5.110,00 8,92 45.578,34 14.540,00 8,92 129.688,66
30/03/X2 10.200,00 8,92 90.978,29 4.340,00 8,92 38.710,37
Ficha de Movimentação do Estoque de Matéria Prima (Média Ponderada Móvel)
ENTRADAS SAIDAS SALDO
 
4.3.2.2 Informações para alocação do CIF aos Departamentos
Normal Especial Fundição Cromação Montagem Almox. Manut.
Adm. 
Fábrica
Vendas mês (em 
unidades)
7.580 6.455 14.035
Consumo de MP 
(Ferro em Kg)
5.110 10.200 15.310
N° de funcionários 15 6 9 4 6 5 45
Tempo uso de 
horas máquina 
(hrs)
4.800 4.200 3.000 12.000
N° de requisições 600 300 300 1.200
Dados Físicos
TORNEIRAS DEPARTAMENTOS
TOTAL 
GERAL
 
 
76 
 
 
4.3.2.3 Mão de Obra Direta 
Torneira Normal R$ 27.686,68 
Torneira Especial R$ 36.843,32 
 
4.3.2.4 Apropriação dos custos indiretos de fabricação – departamentalização 
Custos indiretos a serem apropriados: 
Custos R$ Critérios
Salários 56.970,00 Atribuídos aos departamentos conforme folha de pagamento
Energia Elétrica
17.099,13
Distribuídos aos departamentos produtivos proporcionalmente ao 
tempo de uso das máquinas
Material de manutenção 5.896,25 Apropriado diretamente ao departamento de manutenção
Aluguel da Fábrica
35.377,50
Apropriado diretamente ao departamento de Administração da 
Fábrica
Utilidades (CGF)
2.358,50
Apropriado diretamente ao departamento de Administração da 
Fábrica
Seguro das máquinas
4.127,38
Distribuídos aos departamentos produtivos proporcionalmente ao 
tempo de uso das máquinas
Depreciação das máquinas
10.000,00
Distribuídos aos departamentos produtivos proporcionalmente ao 
tempo de uso das máquinas
Total 131.828,76R$ 
Critérios para apropriação dos custos dos departamentos auxiliares para os 
departamentos produtivos: 
Custos Critérios 
Administração da 
fábrica 
Distribuído aos outros departamentos proporcionalmente ao número de 
funcionários. 
Manutenção Distribuído aos departamentos produtivos proporcionalmente ao tempo de 
uso de máquinas. 
Almoxarifado Distribuído aos departamentos produtivos proporcionalmente ao número 
de requisições. 
 
 
77 
 
4.3.2.4.1 Mapa de Apuração dos CIFs (conforme critérios estabelecidos acima) 
CIF FUNDIÇÃO CROMAÇÃO MONTAGEM ALMOX. MANUT. ADM.FÁBRICA TOTAL
Salários 14.670,00 4.900,00 8.100,00 4.900,00 11.400,00 13.000,00 56.970,00
Energia Elétrica 6.839,65 5.984,70 4.274,78 17.099,13
Mat.Manutenção 5.896,25 5.896,25
Aluguel 35.377,50 35.377,50
Utilidades 2.358,50 2.358,50
Seg.Máquinas 1.650,95 1.444,58 1.031,85 4.127,38
Deprec.Máquinas 4.000,00 3.500,00 2.500,00 10.000,00
Total 27.160,60 15.829,28 15.906,63 4.900,00 17.296,25 50.736,00 131.828,76
Adm.Fábrica 19.026,00 7.610,40 11.415,60 5.073,60 7.610,40 -50.736,00 -
Soma 46.186,60 23.439,68 27.322,23 9.973,60 24.906,65 0,00 131.828,76
Manutenção 9.962,66 8.717,33 6.226,66 - -24.906,65 - -
Soma 56.149,26 32.157,01 33.548,89 9.973,60 0,00 0,00 131.828,76
Almoxarifado 4.986,80 2.493,40 2.493,40 -9.973,60 - - -
Total 61.136,06 34.650,41 36.042,29 0,00 0,00 0,00 131.828,76
Mapa de Apuração dos CIFs (conforme critérios estabelecidos acima)
 
4.3.2.5 Apuração do Custo dos Produtos Acabados 
1) Os custos dos Departamentos de Fundição e Montagem são alocados aos produtos 
proporcionalmente à quantidade produzida. 
2) Somente a Torneira Especial passa pelo processo de Cromação. 
Torneira Normal Torneira Especial Total
Matéria-Prima 45.578,34 90.978,29 136.556,62
Mão-de-Obra Direta 27.686,68 36.843,32 64.530,00
Total dos Custos Diretos 73.265,01 127.821,61 201.086,62
Fundição 26.230,50 34.905,56 61.136,06
Cromação - 34.650,41 34.650,41Montagem 15.463,99 20.578,30 36.042,29
Total CIF 41.694,49 90.134,27 131.828,76
Custo Total 114.959,50 217.955,88 332.915,38
Quantidade Produzida 5.110 6.800 11.910
Custo Unitário 22,4970 32,0523
 
 
4.3.6 Ficha de Movimentação dos Estoques de Produtos Acabados 
DATA
QUANT UNIT R$ QUANT UNIT R$ QUANT UNIT R$
28/02/X2 2.860,00 19,08 54.564,59
30/03/X2 5.110,00 22,50 114.959,50 7.970,00 21,27 169.524,10
30/03/X2 7.580,00 21,27 161.228,69 390,00 21,27 8.295,41
MOVIMENTAÇÃO DO ESTOQUE DE PRODUTOS ACABADOS TORNEIRA NORMAL (Média Ponderada Móvel)
ENTRADAS SAIDAS SALDO
 
78 
 
DATA
QUANT UNIT R$ QUANT UNIT R$ QUANT UNIT R$
28/02/X2 100,00 32,28 3.227,56
30/03/X2 6.800,00 32,05 217.955,88 6.900,00 32,06 221.183,44
30/03/X2 6.455,00 32,06 206.918,71 445,00 32,06 14.264,73
MOVIMENTAÇÃO DO ESTOQUE DE PRODUTOS ACABADOS TORNEIRA ESPECIAL (Média Ponderada Móvel)
ENTRADAS SAIDAS SALDO
 
4.3.7 Apuração dos Impostos a Pagar – Lucro Real Trimestral 
4.3.7.1 IRPJ 
2.492.953,00
-230.598,66
-299.144,36
-967.847,01
-48.588,75
-80.981,25
-125.700,00
-3.750,00
-8.098,13
-25.914,00
702.330,84
Alíquota Normal 15% 105.349,63
Alíquota Adicional (642.330,84 x 10%) 64.233,08
169.582,71IMPOSTO DE RENDA SOBRE O LUCRO A PAGAR
(-) Despesas Gerais e Administrativas
(-) Despesas com Salários e Encargos Sociais
(-) Despesas com Depreciações
(-) Energia Elétrica
(-) Aluguéis
LUCRO REAL
APURAÇÃO DO IMPOSTO DE RENDA SOBRE O LUCRO - LUCRO REAL TRIMESTRAL
Receita de Vendas
(-) PIS e COFINS sobre Vendas
(-) ICMS sobre Vendas
(-) Custo dos Produtos Vendidos
(-) Despesas com Vendas
 
4.3.7.2 CSLL 
2.492.953,00
-230.598,66
-299.144,36
-967.847,01
-48.588,75
-80.981,25
-125.700,00
-3.750,00
-8.098,13
-25.914,00
702.330,84
Alíquota Aplicada 9% 63.209,78
63.209,78
(-) Despesas com Vendas
CONTRIBUIÇÃO SOCIAL SOBRE O LUCRO A PAGAR
APURAÇÃO DA CONTRIBUIÇÃO SOCIAL SOBRE O LUCRO - LUCRO REAL TRIMESTRAL
Receita de Vendas
(-) PIS e COFINS sobre Vendas
(-) ICMS sobre Vendas
(-) Custo dos Produtos Vendidos
(-) Despesas Gerais e Administrativas
(-) Despesas com Salários e Encargos Sociais
(-) Despesas com Depreciações
(-) Energia Elétrica
(-) Aluguéis
LUCRO REAL
 
 
79 
 
4.3.8 Contabilizações de março/X2 
4.3.8.1 Diário 
LCTO TIPO CONTA DÉBITO CRÉDITO 
5 DE MARÇO 
65 
D Estoque de matérias-primas 90.168,75 
D ICMS a recuperar 13.740,00 
D PIS e COFINS a recuperar 10.591,25 
C Fornecedores 114.500,00 
6 DE MARÇO 
66 
D FGTS a recolher 8.000,00 
C Caixa e Equivalentes de Caixa 8.000,00 
12 DE MARÇO 
67 
D Manutenção de Máquinas e Equipamentos - CGF 5.896,25 
C Caixa e Equivalentes de Caixa 5.896,25 
68 
D Caixa e Equivalentes de Caixa 144.500,00 
C Duplicatas a receber 144.500,00 
69 
D Caixa e Equivalentes de Caixa 188.724,00 
D Duplicatas a receber 188.724,00 
C Vendas 377.448,00 
70 
D ICMS sobre Vendas 45.293,76 
C ICMS a recolher 45.293,76 
71 
D PIS e COFINS sobre Vendas 34.913,94 
C PIS e COFINS a recolher 34.913,94 
72 
D Seguros – CGF 4.127,38 
C Caixa e Equivalentes de Caixa 4.127,38 
13 DE MARÇO 
73 D Caixa e Equivalentes de Caixa 117.605,00 
80 
 
D Duplicatas a receber 117.605,00 
C Vendas 235.210,00 
74 
D ICMS sobre Vendas 28.255,20 
C ICMS a recolher 28.255,20 
75 
D PIS e COFINS sobre Vendas 21.756,93 
C PIS e COFINS a recolher 21.756,93 
20 DE MARÇO 
76 
D INSS a recolher 38.800,00 
D IRRF a recolher 20.000,00 
D ICMS a recolher 64.920,00 
D PIS e COFINS a recolher 50.042,50 
C Caixa e Equivalentes de Caixa 173.762,50 
77 
D Despesas Gerais e Administrativas 23.585,00 
D Despesas com Vendas 17.688,75 
C Caixa e Equivalentes de Caixa 41.273,75 
78 
D Energia Elétrica – CGF 17.099,13 
D Energia Elétrica 2.948,13 
C Caixa e Equivalentes de Caixa 20.047,26 
79 
D Aluguéis – CGF 35.377,50 
D Aluguéis 9.434,00 
C Caixa e Equivalentes de Caixa 44.811,50 
80 
D Despesas Gerais e Administrativas 5.896,25 
D Outros Custos Indiretos – CGF 2.358,50 
C Caixa e Equivalentes de Caixa 8.254,75 
23 DE MARÇO 
81 
D Caixa e Equivalentes de Caixa 179.147,50 
D Duplicatas a receber 179.147,50 
81 
 
C Vendas 358.295,00 
82 
D ICMS sobre Vendas 42.955,40 
C ICMS a recolher 42.955,40 
83 
D PIS e COFINS sobre Vendas 33.142,29 
C PIS e COFINS a recolher 33.142,29 
27 DE MARÇO 
84 
D Fornecedores 268.100,00 
C Caixa e Equivalentes de Caixa 268.100,00 
85 
D Caixa e Equivalentes de Caixa 266.000,00 
C Duplicatas a receber 266.000,00 
31 DE MARÇO 
86 
D Salários – MOD 64.530,00 
D Salários MOInd. 56.970,00 
D Despesas de Salários e Encargos Sociais 41.900,00 
C INSS a recolher 38.800,00 
C IRRF a recolher 20.000,00 
C FGTS a recolher 8.000,00 
C Salários a pagar 70.000,00 
C Férias e encargos a pagar 15.200,00 
C 13º Salário a pagar 11.400,00 
87 
D Salários a pagar 70.000,00 
C Caixa e Equivalentes de Caixa 70.000,00 
88 
D Depreciações – CGF 10.000,00 
D Despesas com Depreciações 1.250,00 
C Depreciações Acumuladas Máquinas e Equipamentos 10.000,00 
C Depreciações Acumuladas Móveis e Utensílios 1.250,000 
89 D ICMS a recolher 13.740,00 
82 
 
C ICMS a recuperar 13.740,00 
90 
D PIS e COFINS a recolher 10.591,25 
C PIS e COFINS a recuperar 10.591,25 
91 
D Estoque de Produtos em Elaboração “A” 45.578,34 
D Estoque de Produtos em Elaboração “B” 90.978,29 
C Estoque de Matéria-Prima 136.556,63 
92 
D Estoque de Produtos em Elaboração “A” 27.686,68 
D Estoque de Produtos em Elaboração “B” 36.843,32 
C Salários – MOD 64.530,00 
93 
D Estoque de Produtos em Elaboração “A” 41.694,49 
D Estoque de Produtos em Elaboração “B” 90.134,27 
C Salários MOInd. 56.970,00 
C Energia Elétrica – CGF 17.099,13 
C Manutenção de Máquinas e Equipamentos – CGF 5.896,25 
C Aluguéis – CGF 35.377,50 
C Outros Custos Indiretos – CGF 2.358,50 
C Seguros – CGF 4.127,38 
C Depreciações – CGF 10.000,00 
94 
D Estoque de Produtos Acabados “A” 114.959,50 
D Estoque de Produtos Acabados “B” 217.955,88 
C Estoque de Produtos em Elaboração “A” 114.959,50 
C Estoque de Produtos em Elaboração “B” 217.955,88 
95 
D CPV 368.147,40 
C Estoque de Produtos Acabados “A” 161.228,69 
C Estoque de Produtos Acabados “B” 206.918,71 
96 
D Vendas 2.492.953,00 
C Apuração do Resultado do Exercício 2.492.953,00 
83 
 
97 
D Apuração do Resultado do Exercício 1.790.622,16 
C Aluguéis 25.914,00 
C CPV 967.847,01 
C Despesas com Depreciações 3.750,00 
C Despesas com Salários e Encargos Sociais 125.700,00 
C Despesas com Vendas 48.588,75 
C Despesas Gerais e Administrativas 80.981,25 
C Energia Elétrica 8.098,13 
C ICMS sobre Vendas 299.144,36 
C PIS e COFINS sobre Vendas 230.598,66 
98 
D Imposto de Renda sobre o Lucro do Exercício 169.582,71 
C IRPJ a recolher 169.582,71 
99 
D Contribuição Social sobre o Lucro do Exercício 63.209,78 
C CSLL a recolher 63.209,78 
100 
D Apuração do Resultado do Exercício 232.792,49 
C Imposto de Renda sobre o Lucro do Exercício 169.582,71 
C Contribuição Social sobre o Lucro do Exercício 63.209,78 
101 
D Apuração do Resultado do Exercício 469.538,35 
C Lucros Acumulados 469.538,35 
 
 
84 
 
4.3.8.2 Razonetes 
 
 
85 
 
 
86 
 
87 
 
88 
 
 
 
 
89 
 
4.3.8 Balancete março 
 
 
 
90 
 
 
4.4 Balanceteapós encerramento 
 
 
 
 
 
 
 
91 
 
4.5 Balanço Patrimonial 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
92 
 
4.6 DRE 
 
 
 
 
 
 
93 
 
CONSIDERAÇÕES FINAIS 
Observamos que, comparando fevereiro com janeiro, realizamos a compra de 
matéria prima pelo menos valor, tivemos o aumento de em média 6% nas despesas 
operacionais que compõem o custo indireto de fabricação, foi produzido 27% a mais 
de torneiras normais e 30% a mais de torneiras especiais e as vendas tiveram um 
aumento de 12%, os produtos foram vendidos pelo mesmo preço de janeiro. 
Comparando março com fevereiro, o preço da matéria prima teve um reajuste 
de 2,2%, isto, junto ao aumento de 11,25% nas despesas operacionais que compõem 
o custo indireto de fabricação e a queda de 23% na produção fez com que o preço de 
venda precisasse ser reajustado em 1%, referente as vendas, foram vendidas 7% a 
mais de unidades referente ao mês anterior. 
 
 
94 
 
REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS 
Livros 
MARION, José Carlos. Contabilidade Empresarial. 1ª edição. São Paulo: Atlas, 
2015. 
MARTINS, Eliseu. Contabilidade de Custos. 5ª edição. São Paulo: Atlas, 1996. 
PADOVEZE, Clovis. Contabilidade Gerencial: um enfoque em sistema de 
informação contábil. 7ª edição. São Paulo: Atlas, 2010. 
CHAVES, Francisco Coutinho. Planejamento Tributário na Prática: Gestão 
Tributária Aplicada. 4ª edição. São Paulo: Atlas, 2017. 
CHAVES, Francisco Coutinho. Planejamento Tributário na Prática: Gestão 
Tributária Aplicada. 3ª edição. São Paulo: Atlas, 2014. 
CREPALDI, Silvio Aparecido. Planejamento Tributário: teoria e prática. 1ª edição. 
São Paulo: Saraiva: 2012. 
Apostilas 
MENESES, Carlos; CERQUEIRA, Luciano. Folha de Pagamentos e Encargos 
Sociais. Faculdade da Cidade do Salvador, 2009. 
http://www.grupoempresarial.adm.br/download/uploads/Contabilidade%20e%20Folha%20de%20Pag 
amento_M3_AR.pdf 
MUNIZ, Ian. Introdução à Contabilidade. FGV Direito Rio, 2015-2. 
https://direitorio.fgv.br/sites/direitorio.fgv.br/files/u100/introducao_a_contabilidade_2015-2.pdf 
BÄCHTOLD, Ciro. Contabilidade Básica. Curitiba: Instituto Federal Paraná, 2011. 
http://redeetec.mec.gov.br/images/stories/pdf/proeja/contabil_basica.pdf 
LIMA, Eugenize Bezerra. Contabilidade de Custos. Conselho Regional de 
Contabilidade do Estado do Rio de Janeiro, 2014. 
http://webserver.crcrj.org.br/APOSTILAS/A0084P0449.pdf 
CÓRDOVA, Neomar Antônio. Lucro Real, RTT e FCONT. Conselho Regional de 
Contabilidade do Paraná, 2012. 
http://www.crcpr.org.br/new/content/download/eventos/2498/LUCRO_REAL.pdf 
95 
 
MARTINI, Luigi. Contabilidade Geral. 2013. 
https://educacaocoletiva.com.br/assets/system_files/material/phpCggYZ11779.pdf 
GONÇALVES, Alberto. Lucro Real. Conselho Regional de Contabilidade do Estado 
do Rio de Janeiro, 2014. 
http://webserver.crcrj.org.br/APOSTILAS/A0123P0175.pdf 
 
Sites 
CONTABILIZA 
http://contabilizando.com/ 
CONTABILIDADE FINANCEIRA 
http://www.contabilidade-financeira.com/ 
PORTAL DE CONTABILIDADE 
http://www.portaldecontabilidade.com.br/ 
JUS 
https://jus.com.br/artigos/56566/irpj-lucro-real-e-as-adicoes-e-exclusoes-ao-lucro-liquido-para-apurar-
irpj-e-csll-devidos 
 
96 
 
FICHA DE COMPOSIÇÃO DA EQUIPE 
 
Nome da empresa/organização: APS indústria de torneiras Ltda 
Área de atuação: INDUSTRIA 
Turma: CT5P17 Classe: D42 
Representante grupo: 
EDUARDA O. BARBOZA 
Telefone: 
(15) 99174-1596 
E-mail: 
eduardabarboza@outlook.com 
Identificação dos Integrantes Do Grupo 
Nome: 
Eduarda Oliveira Barboza 
Endereço: 
Rua Darci Marcon, 63 – Portal dos 
Pilares – Cerquilho, SP 
 
 
 
RA: C98FIG-9 
Telefone: (15) 9 9174-1596 
E-mail: eduardabarboza@outlook.com 
Nome: 
Thays G. de Queiroz Lira 
Endereço: 
Rua João Paes, 67 - Portal dos Pilares – 
Cerquilho, SP 
 
 
RA: 
C880GF6 
Telefone: (15) 9 9672-7873 
E-mail: thays.gqlira@hotmail.com

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