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1. Quando a instituição escolar recebe um aluno com deficiência auditiva/surdez, muitas vezes não dispõe de um profissional Tradutor Intérprete de Libras (Tils). O MEC dispõe documentos norteadores, para que esses gestores possam contratar esse profissional para atuar como mediador na comunicação entre esses alunos e o professor regente de sala. Com base nas orientações descritas nesses documentos, descreva os passos que esse gestor deverá realizar para ter esse profissional em sua instituição. Resposta Esperada: Visto que todos os estados possuem os Centros de Capacitação dos Profissionais de Educação e de Apoio às Pessoas com Surdez (CAS), é de responsabilidade dos gestores, no momento da matrícula, entrar em contato com a Secretaria de Educação (do Estado e/ou município), a fim de conseguir um profissional Tradutor Intérprete de Libras (Tils) para atender esse aluno desde o seu ingresso na instituição. Com os laudos em mão, é necessário: fazer um cadastro, comunicando as necessidades específicas daquele aluno. Dessa forma, a secretaria já começa a verificar no seu cadastro currículos e/ou fará um processo seletivo, a fim de selecionar um profissional habilitado para fazer esse atendimento. Além disso, é oferecido cursos e formações para professores que desejarem se especializar na área, como também alguns materiais de apoio pedagógico. 2. Ao tratarmos de deficiência e diferenças, é necessário termos cuidado e refletir, pois segundo as ciências humanas, todos nós temos nossa individualidade e diferenças. Assim, ao examinarmos as circunstâncias que cercam a vida das pessoas com alguma deficiência, identificamos alguns mecanismos de segregação, marginalização e exclusão, fomentados por políticas assistencialistas e conhecimento médico. Disserte sobre as circunstâncias que cercam a vida das pessoas com surdez envolvendo a deficiência e a diferença. Resposta Esperada: Devemos ver a surdez como uma diferença e não deficiência em que pessoas buscam ser aceitas a partir de uma visão multicultural, e tentam buscar reconhecimento de uma cultura própria, de uma identidade própria para tentar afirmar que é apenas diferente, consequentemente, negando a deficiência. Devemos lembrar que a deficiência não é doença, ela é uma condição do indivíduo, assim, esse indivíduo carrega consigo suas diferenças. Nesta perspectiva de diferença, no caso do surdo, considera-se a linguagem uma das diferenças marcantes que proporciona apropriações diferentes do mundo e os significados das coisas, dando sentido aos fenômenos naturais e sociais que o cercam.