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ESTO006-17SB Materiais e suas Propriedades Aula: Estruturas Cerâmicas Centro de Engenharia, Modelagem e Ciências Sociais Aplicadas – CECS Profa. Dra. Christiane Ribeiro ESTO006-17SB Materiais e suas Propriedades Histórico Cerâmicas (keramus): artefato de barro queimado propriedades são atingidas após tratamento térmico - 5000 A.C.: artefatos de argila e louça de barro - 3500 A.C.: torno de olaria - 1000 A.C.: porcelana (China) Vaso japonês para armazenamento de comida, datado de ~2500-1500 a.C. ESTO006-17SB Materiais e suas Propriedades Classificação temporal: melhora de propriedades ESTO006-17SB Materiais e suas Propriedades Classificação das cerâmicas baseada na aplicação ESTO006-17SB Materiais e suas Propriedades Cerâmica Tradicional Ex. Cerâmica vermelha, cerâmica branca, materiais de revestimento e refratários materiais à base de argilas Al2O3. SiO2. H2O, sílica (SiO2) e feldspato (K2O. Al2O3. 6 SiO2) Telhas e tijolos são fabricados a partir de argila natural que contém os três componentes básicos Cerâmica branca os três componentes básicos apresentam composição controlada, sendo que a argila contém baixo teor de ferro Refratários à base de argila refratária e magnesita Cerâmica de Alta Tecnologia (Cerâmica Avançada ou de Alto Desempenho) Classificadas por função (estrutural, eletro-eletrônica, térmica, química, nuclear, etc. ) ou por tipo de material (óxidos, carbetos, nitretos, etc) Em um grande número de aplicações são utilizados materiais à base de óxidos de alumínio e de zircônio, carbetos e nitretos de silício ESTO006-17SB Materiais e suas Propriedades Cerâmica tradicional ESTO006-17SB Materiais e suas Propriedades Cerâmica Avançada ESTO006-17SB Materiais e suas Propriedades vidros avançada branca refratária argila , de engenharia eletro/eletrônica capacitores/substratos porcelanas elétricas biocerâmica outros Demanda de acordo com o tipo de cerâmica (a) , de acordo com a aplicação das cerâmicas (b). (a) (b) ESTO006-17SB Materiais e suas Propriedades Cerâmica (definição atualizada Barsoum-1997) Materiais cerâmicos são compostos sólidos formados pela aplicação de calor, algumas vezes, calor e pressão, que podem ser constituídos por metais (M), não metais (NM) ou elementos intermediários (I). Exs: M + NM: MgO, Al2O3, BaTiO3 M + I: TiC I + NM : SiO2, Si3N4 I + I: SiC, B4C ESTO006-17SB Materiais e suas Propriedades Estrutura Atômica Desde puramente iônica até totalmente covalente (caráter iônico depende da eletronegatividade dos átomos) ESTO006-17SB Materiais e suas Propriedades Estrutura atômica - caráter iônico Exemplo: SiC XSi= 1.8 e XC= 2.5 Onde X = eletronegatividade ESTO006-17SB Materiais e suas Propriedades Ligação Iônica & Estrutura Cristalina Configurações de coordenação ânion-cátion Neutralidade de carga Fórmula geral: f (Tamanho relativo (rc/ra < 1) e Magnitude da carga elétrica) Influência das Características dos cátions e ânions ESTO006-17SB Materiais e suas Propriedades FATORES QUE DETERMINAM O TIPO DE ESTRUTURA CRISTALINA 1) Estequiometria do cristal Fórmula química do composto, que reflete a neutralidade elétrica das cargas dos íons; impõe limitações no tipo de estrutura que os íons podem assumir (MX, MX2, M2X, M2X3, ABX3, AB2X4) 2) Razão entre raios (cátion/ânion) Determina o número de coordenação, número de ânions (cátions) ao redor do cátion (ânion) ESTO006-17SB Materiais e suas Propriedades Fatores que determinam o tipo de estrutura ESTO006-17SB Materiais e suas Propriedades Estrutura cristalina cerâmica Obedecem às estruturas descritas pelas redes de Bravais Ânions, por serem maiores, ocupam posições da rede Cátions, por serem menores, ocupam posições intersticiais ESTO006-17SB Materiais e suas Propriedades Sítios octaédricos Sítios tetraédricos Os círculos indicados por “O” representam os centros dos interstícios octaédricos no arranjo CFC dos ânions. Os círculos indicados por “T” representam os centros dos interstícios tetraédricos no arranjo CFC dos ânions. Estruturas Cristalinas Cerâmicas ESTO006-17SB Materiais e suas Propriedades Estruturas Cristalinas Cerâmicas ESTO006-17SB Materiais e suas Propriedades Estruturas Cristalinas Cerâmicas ESTO006-17SB Materiais e suas Propriedades Principais tipos de estruturas cerâmicas ESTO006-17SB Materiais e suas Propriedades Estrutura cerâmica do tipo AX Sal gema ESTO006-17SB Materiais e suas Propriedades Estrutura cerâmica do tipo AX Ânions no vértice e cátion no centro do cubo. Intercâmbio de ânions e cátions produz a mesma estrutura cristalina. Não é CCC, pois estão envolvidos íons de duas espécies diferentes. ESTO006-17SB Materiais e suas Propriedades Estrutura cerâmica do tipo AX Blenda de zinco ou esfalerita • Número de coordenação é 4; isto é, todos os átomos estão coordenados tetraedricamente. • Todos os vértices e posições faciais da célula cúbica estão ocupados por átomos de S. • Enquanto os átomos de Zn preenchem posições tetraédricas interiores. • Ocorre um estrutura equivalente se as posições dos átomos de Zn e de S forem invertidas. Compostos: ZnS, SiC, ZnTe. ESTO006-17SB Materiais e suas Propriedades Estrutura cerâmica do tipo AX2 -Os íons cálcio estão posicionados nos centros de cubos, com os íons flúor localizados no vértice. - A fórmula química mostra que para um determinado número de íons F- existe apenas metade de íons Ca2+ e, portanto, a estrutura cristalina seria semelhante àquela apresentada pelo CsCl. NC = 8 Mesma estrutura: UO2, PuO2 e o ThO2. ESTO006-17SB Materiais e suas Propriedades Estrutura cerâmica do tipo ABX3 Estrutura cristalina cúbica (tipo CFC) ESTO006-17SB Materiais e suas Propriedades Resumo das Estruturas Cristalinas mais Comuns Nome da estrutura Tipo de Estrutura Compactação do ânion Exemplos Sal-Gema AX CFC NaCl, MgO Cloreto de Césio AX CS CsCl Blenda de Zn (esfalerita) AX CFC ZnS, SiC Fluorita AX2 CS CaF2, UO2 Perovskita ABX3 CFC BaTiO3 ESTO006-17SB Materiais e suas Propriedades Determinação da relação rcation/ranion (NC = 3) Vértice de um triângulo ESTO006-17SB Materiais e suas Propriedades Solução ... ArAP CA rrAO 2 3 30cos o CA A rr r AO AP cos AO AP B A C O P rC/rA = 0,155 ESTO006-17SB Materiais e suas Propriedades Determinação da relação rcation/ranion (NC = 6) ESTO006-17SB Materiais e suas Propriedades Determinação da relação rcation/ranion(NC = 6) Vértice de um octaédro ESTO006-17SB Materiais e suas Propriedades Cálculo da densidade para materiais cerâmicos n = número de unidades da fórmula dentro da célula unitária ΣAc = soma do peso atômico de todos os cátions da célula (g/mol) ΣAA = soma do peso atômico de todos os ânions da célula (g/mol) Vc = volume da célula unitária NA = númerode Avogadro = 6,02 x 10 -23unidades da fórmula/ mol ESTO006-17SB Materiais e suas Propriedades Exemplo – cálculo de densidade em cerâmicas ESTO006-17SB Materiais e suas Propriedades Cálculo do fator de empacotamento iônico do CsCl ESTO006-17SB Materiais e suas Propriedades ESTRUTURA CRISTALINA DE CERÂMICAS – CERÂMICAS IÔNICAS A maioria das estruturas iônicas é densamente empacotada (íons podem ser aproximados pelo modelo de esferas rígidas) Em relação às propriedades: • Apresentam baixa condutividade elétrica a baixa temperatura e condutividade iônica a alta temperatura • Compostos com íons monovalentes dos grupos IA (Li, Na, K) e VIIA (F, Cl, Br), como NaCl e LiF, são fortemente iônicos, mas apresentam valores de resistência mecânica, temperatura de fusão e dureza relativamente baixos, quando comparados com os demais materiais cerâmicos ESTO006-17SB Materiais e suas Propriedades Suas estruturas não são densamente empacotadas Átomos de eletronegatividade intermediária (C, N, S, Ge, Te) formam estruturas com caráter fortemente covalente Em relação às propriedades: • As cerâmicas covalentes usualmente apresentam alta resistência mecânica, dureza e temperatura de fusão, devido às suas fortes ligações interatômicas • Apresentam baixos valores de coeficiente de expansão térmica, devido às suas estruturas “abertas” • Apresentam baixa condutividade elétrica a baixa temperatura ESTRUTURA CRISTALINA DE CERÂMICAS- CERÂMICAS COVALENTES ESTO006-17SB Materiais e suas Propriedades IMPLICAÇÕES DO CARÁTER IÔNICO – COVALENTE Propriedades • O coeficiente de expansão térmica de um sólido varia inversamente com sua energia de ligação ou temperatura de fusão • Em geral, as cerâmicas apresentam valores de coeficiente de expansão térmica (CET) menor do que os dos metais • O CET aumenta com o aumento da temperatura. Assim, é importante especificar a faixa de temperatura na qual o CET é medido • As cerâmicas covalentes, como SiC e Si3N4, apresentam menores valores de CET do que as cerâmicas iônicas densamente empacotadas, como NaCl e MgO, pois as suas estruturas mais abertas possibilitam acomodar as vibrações dos átomos pela mudança dos ângulos de ligação ESTO006-17SB Materiais e suas Propriedades ESTRUTURA CRISTALINA DE MATERIAIS CERÂMICOS E PROPRIEDADES Estrutura cristalina afeta o comportamento de: • Difusão: geralmente depende do tamanho e do número dos sítios intersticiais, ambos função da estrutura • Deformação por escorregamento (slip) ou maclação (twinning): o sistema de escorregamento é usualmente definido pela direção e pelo plano mais densamente empacotados, desde que não haja superposição de íons com cargas de mesmo sinal (restrição eletrostática) ESTO006-17SB Materiais e suas Propriedades Propriedades Gerais dos Materiais Cerâmicos • Os materiais cerâmicos apresentam alto ponto de fusão. • São geralmente isolantes elétricos, embora possam existir materiais cerâmicos semicondutores, condutores e até mesmo supercondutores (estes dois últimos, em faixas específicas de temperatura). • São quimicamente estáveis sob condições ambientais severas. • Os materiais cerâmicos são geralmente duros e frágeis. • Se destacam pelo comportamento mecânico de alta resistência a compressão. ESTO006-17SB Materiais e suas Propriedades Vidros O vidro apresenta estrutura não cristalina (amorfa) moléculas não estão dispostas em ordem repetitiva ou regular a longa distância A estrutura amorfa ocorre pela adição de óxidos modificadores de rede: CaO, Na2O, K2O e MgO. Cerâmicas a base de silicatos Elementos mais abundantes na crosta terrestre: Si e O ESTO006-17SB Materiais e suas Propriedades - TiO2 e Al2O3- substituem o Si, tornando parte da rede, estabilizando-a, são chamados de intermediários - Adição de óxidos nos vidros intuito de reduzir aTF e a viscosidade, tornando mais fácil sua conformação a T mais baixas Catedral de Nowich ESTO006-17SB Materiais e suas Propriedades Cerâmicas a base de silicatos - Silicatos em camadas: caolinita, talco-Mg3(Si2O5)2(OH)2, micas- KAl3Si3O10(OH)2. -3 átomos de O são compartilhados -Lâminas ligadas por van der Waals, porém suas ligações internas são fortes forsterita aquermanita Mineral argiloso mais comum - caolinita ESTO006-17SB Materiais e suas Propriedades Composições dos vidros • Vidro de sílica fundida:> 99.5 SiO2 (em massa) Baixo coeficiente de expansão, boa resistência ao choque térmico e pequena deterioração Elevada temperatura de fusão, processamento difícil e de custo elevado Utilizado em janelas de veículos espaciais, sistemas ópticos e dispositivos espectrofotométricos • Vycor: 96%SiO2 e 4 % de B2O3 B2O3 →diminui a temperatura de amolecimento e a expansão térmica Resistente a choque térmico e ataque químico Usado em vidrarias de laboratório • Vidro sódico-cálcico -Composição básica: 71 a 73% de SiO2; 12 a 14% de Na2O; 10 a 12% de CaO -1 a 4% de MgO →evita desvitrificação -0,5 a 1,5% Al2O3→aumenta durabilidade -Na2O e CaO diminuem o pto de amolecimento de 1600 para cerca de 730oC Representa 90% da produção de vidros. É usado na produção de vidros planos, recipientes e produtos para iluminação em que não se exige grande resistência química e ao calor Facilidade de processamento (prensagem e sopragem) e boa durabilidade ESTO006-17SB Materiais e suas Propriedades Vidros boro-silicato (vidro Pirex) • 81% SiO2; 3,5% NaO2; 2,5% Al2O3; 13% B2O3 • Substituição dos óxidos alcalinos por óxido de boro →vidro com menor expansão térmica e menor temperatura de amolecimento • Apresenta boa resistência a choques térmicos e a ataques químicos • É usado em vidraria para laboratório Vidros de chumbo (cristais) • 54% SiO2; 1% NaO2; 37% PbO, 8% K2O • O óxido de chumbo atua como modificador de rede da sílica • Apresentam menor temperatura de fusão →vidros de selagem. • Apresentam elevado índice de refração →lentes óticas Composições dos vidros ESTO006-17SB Materiais e suas Propriedades Materiais cristalinos X vítreos Materiais cristalinos: Cristalizam-se na temperatura de fusão (Tf) com diminuição signiticativa de volume específico Vidros: O líquido torna-se viscoso com a diminuição de temperatura passando de um estado “pastoso” (facilmente deformável) para o estado sólido amorfo. Esta transição ocorre na temperatura de transição vítrea (Tg) dada pela intersecção das duas curvas de diferentes inclinações Volume específico (1/) vs temperatura (T) ESTO006-17SB Materiais e suas Propriedades Vidro - efeitos da temperatura na viscosidade Ponto de fusão:temperatura na qual o vidro é suficientemente fluido para ser considerado um líquido. Viscosidade = 102poises Ponto de trabalho:temperatura de fabricação dos vidros. Viscosidade = 104poises Ponto de amolecimento:temperatura máxima em que o vidro pode ser manuseado sem provocar alterações dimensionais signiticativas. Viscosidade = 107 poises Ponto de recozimento:temperatura para alívio das tensões internas do vidro (tempo de ~15min). Viscosidade = 1013 poises Ponto de deformação:abaixo desta temperatura o vidro é rígido e a relaxação das tensões ocorre em uma velocidade muito lenta Viscosidade = 1014 poises Temperatura de transição vítrea→ sólido amorfo Pontos de referência: T E M PE R A T U R A ESTO006-17SB Materiais e suas Propriedades 1P(poise) = 1dine.s/cm2= 0,1 Pa.s - Viscosidade diminui com aumento da temperatura - Impurezas diminuem Tdeform Vidro - efeitos da temperatura na viscosidade ESTO006-17SB Materiais e suas Propriedades Tratamento térmico nos vidros Recozimento: • Elimina tensões internas provocadas por resfriamento rápido • A peça é aquecida até o ponto de recozimento e então resfriada lentamente até a temperatura ambiente. Têmpera: • Melhora da resistência mecânica pela introdução intencional de tensões residuais de superfície de natureza compressiva. o vidro é aquecido acima da Tg, porém abaixo do ponto de amolecimento e resfriado ( jato de ar ou banho de óleo) ESTO006-17SB Materiais e suas Propriedades A “Nossa Senhora das vidraças” Degradação em vidros corrosão + irisdescência ESTO006-17SB Materiais e suas Propriedades Vitrocerâmicas - Material policristalino obtido a partir de vidros inorgânicos não- cristalinos mediante tratamento térmico a alta temperatura (processo de devitrificação) - Agente de nucleação : ex. óxido de titânio -Características: baixo coeficiente de expansão térmica, resistência mecânica e condutividade térmica relativamente elevadas - Podem ser transparentes ou opacos Aplicações: louças para fornos, boca para fogão a gás, placas aquecedoras ESTO006-17SB Materiais e suas Propriedades Cimentos Cimento Portland: - Material produzido pela moagem e mistura de argilas e minerais que contém cal e posterior aquecimento a 1400oC em forno rotativo. O produto resultante “clinquer” é submetido á moagem e adição de gesso (CaSO4-2H2O) para retardar o processo de enrijecimento (“pega”) após hidratação. - Patenteado em 1824 por um construtor inglês Joseph Aspdin O nome Portland é decorrente da semelhança deste material com as rochas desta península. ESTO006-17SB Materiais e suas Propriedades PROCESSAMENTO DOS MATERIAIS CERÂMICOS Após a conformação, ocorrem os seguintes fenômenos durante a queima: • Eliminação do material orgânico (dispersantes, ligantes, material orgânico nas argilas) • Decomposição e formação de novas fases de acordo com o diagrama de fases • Sinterização (eliminação da porosidade e densificação) • Aumento da densidade e da resistência mecânica, devido à combinação dos fatores acima ESTO006-17SB Materiais e suas Propriedades Técnicas de Fabricação dos Materiais Cerâmicos ESTO006-17SB Materiais e suas Propriedades Fabricação de Materiais Cerâmicos Métodos de Conformação Extrusão Prensagem Uniaxial Torneamento Prensagem Isostática Colagem com barbotina ESTO006-17SB Materiais e suas Propriedades Sinterização durante a queima •O potencial para a sinterização é a diminuição da quantidade de superfície por unidade de volume. •O transporte de massa ocorre por difusão. Representação esquemática de etapas processo de sinterização Formação do “pescoço” (alumina sinterizada) 1 3 2 4 ESTO006-17SB Materiais e suas Propriedades Aplicações dos Materiais Cerâmicos ESTO006-17SB Materiais e suas Propriedades Aplicações dos Materiais Cerâmicos ESTO006-17SB Materiais e suas Propriedades Aplicações dos Materiais Cerâmicos ESTO006-17SB Materiais e suas Propriedades Aplicações dos Materiais Cerâmicos ESTO006-17SB Materiais e suas Propriedades Aplicações dos Materiais Cerâmicos ESTO006-17SB Materiais e suas Propriedades Características gerais das cerâmicas Inércia química estabilidade térmica resistência a corrosão e ao desgaste refratariedade alta dureza resistência a compressão cristalização mais difícil materiais normalmente frágeis diversidade de aplicações Fixando... ESTO006-17SB Materiais e suas Propriedades Exercício Cátion Al 3+ Fe 2 + Fe 3+ Ca 2+ Ânion O 2- Cl - F - Raio iônico (nm) 0,053 0,077 0,069 0,100 0,140 0,181 0,133 Qual o número de coordenação e a geometria para o composto iônico FeO? ESTO006-17SB Materiais e suas Propriedades 550,0 140,0 077,0 ânion cátion r r Este valor se encontra entre 0,414 e 0,732 e, portanto, o FeO possui NC de 6 e uma estrutura cristalina do tipo AX. Resposta