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Lucio Joao Chiminacio
BOUBA AVIARIA
Monografia apresentada ao curso de Medicina Veteriniuia
da Faculdade de Ciencias Biol6gicas e da Saude da
Universidade Tuiuti do Parana, como requisito parcial para
Obtem;:ao do titulo de Medico VeteriniHio.
Professor Orientador: Dr. Paulo Nocera
Orientador Profissional: EngP AgrOnoma Rita K. Uchino
Curitiba
Maio/2004
SUMARIO
Usta de Tabelas i
Lista de Figuras................................................................................................ ii
Resumo iii
Abstract. iv
1. Introdu~ao..................................................................................................... 01
2. Bouba Aviaria............................................................................................... 03
2.1 Bouba Aviaria - Defini9ao.. 03
2.2 Etiologia e Epidemiologia 05
2.3 Causas.. 06
2.3.1 Avipoxvirus.. 06
2.4 Achados CHnicos.. 17
2.5 Sinais e Sintomas.. 19
2.5.1 Sinais... 19
2.5.2 Sintomas.. . 19
2.6 Diagnostico... 20
2.6.1 Laringotraqueite Infecciosa.. 21
3. Bouba nas Outras Especies Aviarias......................................................... 23
3.1 As Poxviroses.. . 24
3.1.1 Sinais CHnicos.. 24
3.1.2 Diagnostico.. 25
3.1.3 Tratamento e Controle.. 26
4. Preven~ao da Bouba Aviaria....................................................................... 27
4.1 Biosseguran93 e Cuidados Sanitarios para Frangos.. 27
4.2 Planejamento e Cria9ao - Cuidados a Serem Observados.. 30
4.2.1 Manejo Sanitaria.. 31
4.2.2 Programas de Limpeza e Desinfec9ao de Granjas.. 32
4.2.3 Manejo.. 33
5. Profilaxia e Tratamento................................................................................ 34
5.1 Laboratorio.. 36
5.1.2 Exames Laboratoriais.. 37
5.2 Vacina9ao.. 37
5.3 Medicamentos.... 39
5.3.1 Biofor®.. 39
6. Conclusao..................................................................................................... 42
7. Referimcias Bibliograticas.......................................................................... 43
lISTA DE TABELAS
TABELA1. Doenyasviraise seus respectivosexames.. 32
TABELA 2. Molestiase IndicayoesTerapeuticas.. 33
TABELA3. Exemplode esquemade vacina<;iio:Caipirade postura.. 34
LISTA DE FIGURAS
Figura1. Esquemapara identifica<;iiode presen9ade BoubaAviaria.. 01
Figura2. UlceradeAvipoxvirussobrecristada galinha.. 04
Figura 3. Virus Treponema per/enue (genero; Subgrupo; Subfamilia;
Familia).. 06
Figura4. ImagemPoxvirus(Familia;Subfamilia).... 09
Figuras 5 e 6. Preseng8 de verrugas em regioes sem pele.. 13
Figura 7. Urna fotografia de necr6psia mostrando 0 emagrecimento severo de
urn peru selvagem com aviapox... 13
Figura 8. Les6es proliferativas nodulares em areas sem pen as da pele sao
real mente caracterfsticas de infecgoes par aviapox. As les6es
muitas vezes tornam-se desgastadas e com cicatriz oGulta, como
nestecaso.. 14
Figura 9. As les6es proliferativas de aviapox de cores claras descritas na
boca deste peru podem causar debilitayao au morte. Perus
selvagens podem ter quaisquer lesoes externas na pele, lesoes
internas nas pon;6es superiores das areas digestivas e
respirat6rias, ou ambos.. 14
RESUMO
Este trabalho tem por finalidade apresentar uma das patologias que mais acometem
aves, como e a case da Souba Aviaria, com informa~6esrelacionadas a doenC;8,
tais como ser uma doenc;a comum do verao, causada par urn virus de DNA-grande
(virus Treponemo per/enue) do genera Avipoxvirus da familia Poxviridae. Pode ser
transmitida pela picada de insetas que sugam sangue; pelo contata com aves
doentes; QU, par objetos contaminados. Deve-S8 lembrar que sua incidencia e
variilVel devido as diferen<;as em clima, administra980 e higiene ou a pratica de
vacina~o regular. Apresenta diferentes sinais clfnicos que podem ser observados
com avianpox, como par exemplo, fraqueza, emagrecimento, dificuldade de
degluti9iio e respira980 (um dos primeiros sinais a serem observados), redu980 na
prodU<;80 de ovo, presen98 de verrugas com caracteristicas de crescimento
semelhantes nas porc;6es sem penas da pele e/ou formac;ao de uma membrana
difterica na porc;ao superior da area digestiva, entre Qutros. Para a prevenyao e
tratamento deve-S8 utilizar vacinac;ao preventiva nas aves e isolar os animais
doentes em locais protegidos de mosquitos, a biosseguran9a (conjunto de medidas
aplicadas em todos os segmentos da cria~o das aves,) e cuidados sanitarios para
frangos, visando diminuir 0 risco de infec90es e aumentar 0 controle sanitario.
iii
ABSTRACT
This work has for purpose to present one of the pathologies that more they attack
birds, as it is the case of Souba Aviaria, with information related to the disease, such
as being a disease common of the summer, caused by a virus of DNA-grande (virus
Treponema pertenue) of the gender Avipoxvirus of the family Poxviridae. It can be
transmitted by the bite of insects that sugam blood; for the contact with sick birds; or,
for contaminated objects. You should remember that your incidence is variable due to
the differences in climate, administration and hygiene or the practice of regular
vaccination. You presents different clinical signs that they can be observed with
avianpox, as for instance, weakness, emaciation, deglutition and breathing difficulty
(one of the first signs be observed her), reduction in the egg production, presence of
warts with characteristics of similar growth in the portions without featherses of the
skin and/or formation of the diphtheric membrane in the superior part of the digestive
area, among others. For the prevention and treatment should be used preventive
vaccination in the birds and to isolate the sick animals in protected places of
mosquitos, the biosecurity (group of applied measures in all the segments of the
creation of the birds,) and cares sanitariums for chickens, seeking to reduce the risk
of infections and to increase the sanitary control.
iv
INTRODUc;:Ao
A higiene sera sempre 0 melhor remedio contra qualquer doeny8 do animal.
Nas aves, nern sempre as sintomas indicam claramente a molestia, e muitas vezes,
quando surgem, ja e muito tarde e a medica9ilo pode nilo surtir 0 efeito desejado.
Quando se percebe qualquer mudan,a no passaro, convem separa-Io dos demais e
procurar tratamento com urn Medico Veterinario.
Urn dos sinais para bouba aviaria e a respiray80 anormal do passaro, pais
qualquer problema no sistema respiratoria apresenta como sintoma caracteristico
dificuldades respirat6rias.
Nao Sim
I ~:rf~~~~~~~1ante
I e/ou ocular? ~
[; <;~
[- Presen'Ya ~e Cianose? ~I
~neumonla
Nao Sim
[COriza ou D.R.CJ
Sim
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FIGURA 1. Esquema para identifica9iio de presen98 de Souba Aviaria.
A Bouba Aviaria (difteria aviaria) pode ser nolada, principalmenle, por uma
diminuiC;8o do apetite da ave logo que surjam as tumores na cabec;a e as
membranas, tipicas da difteria, no bieD. Quase sempre os olhos estao inchadDs ao
mesmo tempo, lacrimejando urn pouco.
Deve-s8 vacinar a tempo as criac;6es que ja. tenham side vitimadas par difieria
au variola aviaria (bouba). 0 usa de vacinas e indicado em areas onde a doenC;8 e
endemica, au em premissas ende infecc;ao foi diagnosticada.
Sua lenta propagayao e caracteriZ8C;8o ao redor da formaC;8o de les6es
proliferativas e crostas na pele, e les6es diftericas nas partes superiores das areas
digestivas e respiratorias. Para urn diagnostico correto, ao menor sintoma da
doenc;:a, deve-s8 procurar urn Medico Veterinario.
As aves mais sensiveis que podem ser acometidas pela Souba Aviaria sao:
• Galinhas;
• Pombos;
• Faisoes;
• Pavoes; e,
• Perus.
Deve-se salientar, tambem, a importancia do Laborat6rio nao 56 para 0
monitoramento e diagn6stico das diferentes enfermidades, como tambem no
controle de agua, rag6es e vacinas, entreoutros, pois nos ultimos trinta anos a
industria avicola apresentou um grande desenvolvimento tecnologico em todas as
areas que sustentam sua atividade, sendo que os avangos em Manejo, Nutriyao,
Genetica, e Sanidade resultaram em uma maior concentrac;ao de granjas por regiao,
muitas das quais com densidades superiores as trabalhadas nas decadas anteriores.
o resultado deste processo foi 0 aumento da susceptibilidade das aves,
quando consideradas a introdug§o e disseminac;ao de enfermidades que
comprometem a performance zootecnica e os resultados financeiros das empresas.
Visando a resoluc;ao dos problemas sanitarios e seus custos, as decisoes
tecnicas atuais sao subsidiadas com informac;oes sabre biosseguranc;a, programas
imunoprofilaticos, medicac;ao e monitoramenta do status sanitaria dos planteis.
2 BOUBA AVIARIA
2.1 Souba Aviaria - Definigiio
A BOUBA (Epitelioma Contagioso; Difteria Aviaria; Variola Aviaria; Sexiga das
Aves;) e uma vi rose das aves domesticas, caracterizada par nodules epiteliais sabre
a cabeg8, cristas e barbel as que progridem para crostas espessas e lesoes nos
tratos gastrintestinal e respiratorio (forma difterica). Ocorrem membranas diftericas,
caseosas nas mucosas da cabeya.
FIGURA 2. Ulcera de Avipoxvirus sobre crista da galinha.
A Bouba e uma doenc;;;abastante comum nos Fringilideos, e bern mais rara e
sua ocorrencia em outras famllias. Supoem-se tambem, que 0 virus que causa a
variola em algumas especies nao atacam outras, e vice-versa.
E uma infecyao viral de disseminaC;;;aorelativamente lenta que acomete
galinhas e perus, caracterizada por produzir nodulos na pele que progridem para
escaras volumosas e por produzir membranas diftericas no trato digestiv~ e
respirat6rio superior.
Os n6dulos pequenos e rosados a principia crescem rapidamente e
transforma-se em verrugas isoladas ou aglutinadas, de supenicie umida e, alguns
dias ap6s, ressecadas.
As forma90es nodulares se localizam principalmente nas cristas, barbelas,
palpebras, bico e nas membranas interdigitais dos palmipedes. As mucosas da
boca, nariz, faringe e laringe podem ser alteradas por manchas pequenas e
esbranquic;adasque se ulceram.
Apresenta como agente responsavel: Borreliota avium e como agente
etiol6gico Avipoxvirus.
E uma doenya comum do verao, causada por urn virus de DNA (virus
Treponemo pertenue) do genera Avipoxvirus da familia Poxviridae. 0 virus e
transmitido:
• Pela picada de insetos que sugam sangue;
• Pelo contato com aves doentes; ou,
• Por objetos contaminados.
As aves com resistencia organica baixa acabam pegando a doenc;;;8.
2.2 Etiologia e Epidemiologia
o DNA-virus grande (Treponemo pertenue) e altamente resistente e pode
sobreviver par VariDS anos nas crostas ressecadas. As cepas de campo e vacinais
apresentam apenas pequenas diferenryas nos seus perfis genomicos, embora
possam ser diferenciadas par meio de eletrofores8.
FIGURA 3. Virus Treponemo pertenue; genera Avipoxvirus (taxionomia).
Subgrupo: Fowlpox.Subfamilia: Chondropoxvirinae. Familia: Poxviridae.
o virus S8 encontra presente em grande numero nas les6es e e geralmente
transmitido par contato com as companheiros de cercado par meio de abras6es da
pele. Os mosquitos e Qutros insetos picadores podem servir como vetores
mecanicos. A transmissao dentro do plantel e rapida quando os mosquitos sao
abundantes.
Algumas aves afeladas podem-se tornar portadoras e a doen<;a pode ser
reativada por meio de urn estresse (como a muda au imunossupressao devida a
Qutras infeq:6es).
2.3 Causas
A bouba e alta mente contagiosa e espalha-se facilmente pelo criadouro. as
passaros podem ser contaminado5 pelo simples cantata direto, atraves de urn
ferimento au ate mesma por intermedio dos alimentos.
Mosquitos sao tambem transmissores da bouba. Atraves da picada, pelo
sangue, 0 virus chega as varias partes do corpo do animal.
2.3.1 Avipoxvirus
A avian pox tern uma distribui~o mundial e e causada por urn virus de DNA
do genera Avipoxvirus da familia Poxviridae. Sua incidemcia e variiwel devido as
diferen98s em clima, administrayao e higiene au a pratica de vacinayao regular.
Pode causar queda na produyao de ovos, ou crescimento retardado em passaros
jovens.
A avianpox e uma doen<;a de virus de propagayao lenta em galinhas e perus,
caracterizada na forma cutanea (pox seeo) pelo desenvolvimento de les6es
proliferativas, variando de n6dulos pequenos para massas esfericas semelhantes a
verruga na pele da crista, barbel a e outras areas sem penas. Na forma dift9rica (pox
molhado), nodulos opacos brancos ligeiramente elevados desenvolvem nas
membranas mucosas. Eles aumentam rapidamente em tamanho para se tomar uma
membrana difterica amarelada. Les6es tambem acontecem nas membranas
mucosas da boca, es6fago, laringe ou traqueia.
A taxa de mortalidade e mais alta na forma difterica que na forma cutanea,
as vezes se aproximando a 50%, particularmente em passaros jovens.
Recentemente, na integra,ao do virus reticuloendoteliose (REV) foram observadas
sucess6es no genoma do virus pox da galinha. Enquanta a maiaria das diversidades
cantem provirus de REV, variac;6es da vacina tern apenas sabras de repetic;6es
terminais long as.
Descricao:
Avianpox e uma doen98 de desenvolvimento moderado a severo que pode
infectar virtualmente qualquer ordem de passaras, selvagem au damestico, causada
par um Avipoxvirus e tres derivac;6es comuns foram identificados. As tres derivac;6es
sao:
• Virus de pox de ave;
• Virus de pox de pombo; e,
• Virus de pox de canario.
FIGURA 4. Imagem Poxvirus. Familia: Poxviridae.
Subfamilia: Chordopoxvirinae.
Sua lenta propagac;ao e caracterizayao ao redor da formayao de lesces
proliferativas e crostas na pele, e lesoes diftericas nas partes superiores das areas
digestivas e respirat6rias.
As derivayces diferenciam na virulencia deles/delas e as especies de
anfitrioes que eles infetam e tem a habilidade para infetar outras especies de avian.
Porem, muitas das derivayoes foram grupos especificos. Aproximadamente
sessenta especies de passaros originados de 20 familias foram diagnosticadas com
avianpox. A variayao do virus vista em perus selvagens e do tipo pox de ave.
Deveria ser suspeitado onde erup¢es de pele acontecem em areas expostas.
Quanto a literatura passada, 0 termo "pox de ave" era usado para infec<;oes
de poxvirus em perus, galinhas e outros passares; porem, a extensao do termo
avianpox e preferida atualmente porque poxvirus de ave foi designado como uma
varia<;ao especifica de avipoxvirus.
Os Poxvirus infectam 0 tecido epitelial que resultam em proliferayaes,
crescimentos de verrugas. As lesces causadas por avianpox sao muito freqOentes
em areas sem penas como os pes, pernas, palpebras, margens do bico, e na boca,
papo, ou trato respirat6rio superior (Iaringe e/ou traqueia).
As Lesoes desaparecem 6 a 12 semanas freqOentemente espontaneamente
ap6s 0 inicio da infe~o.O prognostico para passaros infetados depende
principal mente da severidade e local das lesces. Les6es na boca ou traqueia ou ao
redor dos olhos normal mente resultam em maior suscetibilidade e mortalidade do
que faya lesoes em outro lugar na pele.
Distribuiciio:
o Avianpox foi observado em uma variedade de hospedeiros de avian
espalhados pelo mundo inteiro. A doenya e muito comum em regioes de climas
temperados (morno e umido) e normalmente e observada em rela<;8oa ciclos de
mosquito sazonais.
Foi diagnosticada em passaros de planalto, passaros de canto (Iamentando
pombas e passaros fringilineos), passaros marinhos, passaros de estimac;ao
(canarios e papagaios), galinhas, perus, ocasionalmente aves de rapina e,
raramente, em aves aquaticas.
Em Michigan, foi diagnoslicado no molotro marrom-encabe\O<ldo(pequeno
passaro pretoamericano, que coloca seus ovos em ninho de outros passares e
segue 0 gado), pintassilgo americano, ave galinacea com colar natural, pombas
pretas, falcao largo-alado, peru selvagem, corvo comum, cisne silvestre, aguia
careca, pardal domestico, tordo americano, estorninho europeu, garya do deserto e
corvo americano. Tambem foj identificada em passaros com hist6ria prematura, mas
isto ainda corretamente considerado uma doenya de viral em desenvolvimento. Em
toda America do Norte seus casos sao relativamente recentes.
Transmissao:
Os Avipoxvirus sao transmitidos por uma variedade de meias que incluem:
(1) cantata do virus com raspas ou epitelio defeituoso da pele, olhos, trato
respirat6rio superior, e cavidade oral; ou,
(2) inoculac;aomecanica do vIrus em tecidos epiteliais.
A transmissao do virus de avianpox pode tambem ocorrer por vetores
mecanicos, principalmenle por especies de mosquitos (pelo menos 10).
Os mosquitos sao muito importantes como vetores de avipoxvirus entre perus
selvagens na Florida, e foram achadas certas especies capazes de transmitir 0 virus
em ate 4 semanas depois de alimentados a partir de perus infetados. Apesar de a
transmissao atraves de mosquitos seja observada ao longo do ano, a maioria das
infecc;oes acontece durante picos de atividade do mosquito no final do verao e
Dutona.
10
A transmissao aconteee quando 0 mosquito S8 alimenta de urn passaro
infetado que tenha uma viremia (virus de pox circulante no sangue) presente au em
secre<;6es virus-carregadas de uma lesao de pox e, entao, S8 alimenta de urn
passaro nao infectado.
Mosquitos podem abrigar e transmitir 0 virus durante urn mes ou mais muito
tempo depois de S8 alimentar de urn passaro infectado. Experimentalmente, moscas
estaveis mostraram a capacidade de poder transmitir 0 vIrus de pox.
o Avianpox tambem pode ser transmitido at raves de cantata direto entre
passares infectados e suscetfveis. 0 virus e diretamente transmitido pelo atrilo ou
pele quebrada au a conjuntiva (membrana mucosa que cobre a superficie anterior
do globo ocular). A transmissao indireta do poxvirus tambem pode acontecer por
ingestao quando estao contaminadas comida e tontes de agua, cevador, poleiros,
gaiolas, ou cobertores sao contaminados com virus da escabiose incubado em
crostas das les6es de urn passaro infetado.
o poxvirus e altarnente resistente ao dessecar e pode sobreviver de meses a
anos nas crostas dessecadas. A transmissao indireta tambem pode acontecer por
inala~o infectada de poxvirus da raiva, escombros de pen a e partfculas
transportadas pelo ar.
Os mosquitos sao provavelmente responsaveis pela transmissao dentro de
areas locais, enquanto passaros selvagens sao responsaveis por erupc;6es
excedentes em maiores distancias.
Sinais clinicos:
Os sinais clfnicos observados com avianpox sao:
• Fraqueza,
• Emagrecimento,
• Dificuldade de degluti,ao e respira,ao,
• Problemas de vi sao (ale mesmo cegueiraj,
II
• Redw;:ao na produgBo de ova,
• Penas faciais sujas,
• Conjuntivites,
• Edema das palpebras; e,
• Presen~ de verrugas com caracterfsticas de crescimento semelhantes
nas pon;;:6es sem penas da pele e/au forma98o de uma membrana difierica
na POf980 superior da area digestiv8.
FIGURAS 5 e 6. Presen,a de verrugas em regi6es sem pele.
FIGURA 7. Uma fotografia de necropsia mostrando 0
emagrecimento severo de urn peru selvagem com avianpox.
12
Estes sinais podem estar totalmente ausentes em passaros com apenas
les6es moderadas au em passaros onde as les6es nao prejudicam a alimentayao,
respira\'iio ou vi sao. Os perus que se tomam debilitados devido ao avian pox sao
vulneraveis a predaty80 como comprovado atraves da facilidade com que eles sao
colhidos ou apanhados por pessoas, e conseqOentemente, muitos passaros doentes
provavelmente sao afastados par predadores.
FIGURA 8. Les6es proliferativas nodulares em areas sem penas da pele
sao realmente caracteristicas de infec96es par avianpox. As les6es muitas
vezes tornam-se desgastadas e com cicatriz aculta, como neste caso.
\3
FIGURA 9. As les5es proliferativas de avianpox de cores claras descritas na
boca deste peru podem causar debilita~o ou morte. Perus selvagens podem
ter quaisquer les6es externas na pele, les6es internas nas pon;6es superiores
das areas digestivas e respirat6rias, au ambos.
Patologia:
o Avianpox acontece em 2 formas:
o Cutaneo (seco); e,
o Difterico (umido).
A forma cutanea e mais comumente observada e e uma infecc;ao
autolimitante com as lesoes regressando e formando cicatrizes. Inicialmente, esta
forma de pox surge com uma pequena vesicula (bolha) branca, rosa ou amarela
(bolha) em partes da pele sem penas (pes, pernas, base do bico, margens de olho e
cabe,a). A vesicula e resultado da separa~o da camada superficial da pele com
forma,ao de bolsos de fluido aguado rico em virus multiplicados. As vesiculas S8
tornam nodulos quando se expandem, aglutinam-se e rompem-se. A linfa das
14
celulas congela e sao formadas crostas. A superffcie dos nodulos fica aspera e
seca e a cor muda para marrom-escuro au preto.
D tamanho e numero de n6dulos presentes dependem da fase e severidade
da infecc;8o. Bactarias podem ganhar acesso causando uma infecyaD secundaria e
resu1tando em uma descarga purulenta (pus) e necrose. Eventualmente, a crosta cai
e uma cicatriz forma no local.
Leva entre 2 a 4 semanas para curar par completo as areas afetadas na pele
provenientes das les6es, nao sendo demasiadamente extensas nas adjacencias,
impedindo assim para 0 passaro de alimentar.
A forma difterica envolve a boca, garganta, traqueia e pulm6es e consistencia
amarela ou branca, moderadamente elevou, areas semelhantes a queijo umido e de
necrose. Uma membrana difterica forma e pode restringir a entrada de ar e resultar
em respirayao trabalhada e passivel sufocayao.
No caso da forma cutanea, a indice de mortalidade e normalmente baixo, e
passaros afetados sao mais provaveis de recuperagao que as com a forma difterica.
Na forma difterica, les6es proliferativas que envolvem as passagens nasais, laringe
au traqueia podem resultar em angustia respirat6ria e morte de sufocagao. A forma
difterica avianpox que envolve a traqueia deve ser diferenciada da laringotraqueite
infecciosa que e causado par um herpesvirus e caracterizada pela presenga de
corpos de inciusao de intranuclear.
Histologicamente, corpos de inclusaa de intracitoplasmica (corpos de
Bollinger) esta presente na pele infetada e mucosa de area respirat6ria. Na forma
difterica da doenga, hiperplasia nodular (aumento no numero de eel as) da mucosa e
observada.
Diagnostico:
Um diagn6stico presumfvel de avianpox pode ser feito devido as les6es totais
no corpo, porem, outras infecl'oes padem se assemelhar a pox e casas suspeitos de
pox devem ser confirm ados atraves de exames de laborat6rio.
15
Os virus de avianpox multiplicam-se no citoplasma de celulas epiteliais com
a forma~o de corpos de inclusao intracitoplasmica grandes (corpos de Bollinger),
isso eontsm corpos elementares menores (corpos de Borrel). As indus6es podem
ser demonstradas em S890es cutaneas e les6es diftericas pelo usa de hematoxylin e
eosin (H & E), acridine laranja ou mancha Giemsa.
Urn metoda tacil e segura para confirmaryao e urn exame microscopico das
les6es que fcram preservadas em 10% de formalina de buffered neutro e dos corpos
de Bollinger caracteristicos. 0 exame microscopico pode revelar corpos de inclusao
caracteristicos (agregadas de particulas de virus) nas celulas epiteliais.
Urn metoda alternativo de confirmaryao esta par isolamento do virus fresco,
congelado au ate ar seeD compensado do material da lesao. As crostas que
freqOentemente desenvolvem aeirna e ao redor das les6es de pox podem contergrande quantidade de virus, E os virus nestas crostas sem conservac;:ao
permanecerao infecciosos. 0 isolamento do virus para transmissao do organisrno
por inoculayeo de ovo, resultado sorologico e de polimerase encadeiam uma reayee
que pode ser uns meios de confirmayeo da doenc;:a.
Prevencao e Tratamento:
A preven~ao pode ser realizada, em algumas situa~6es, prevenindo a
introduyeo de virus por passaros infectados. Durante 0 apanhar e 0 deslocamento
de perus selvagens no decorrer de programas de reabastecimento de passares com
les6es deveriam ser selecionadas. Tarnbem, uma das raz6es para que perus
confinados nunca devam ser usados em programas de reabastecimento e devido ao
potencial de introduc;8o e transmissao de avianpox e outras doenc;:as e parasitas.
Nao ha nenhum tratamento conheeido para avianpox em passares selvagens.
Em silua<;6es cativas, ha uma variedade de tratamentos que foram usados junto com
assistencia para tratar as lesoes de pox e prevenir infecc;6es secundarias em varias
especies de avian. Estes tratamentos consistem em remover lesoes de pele e
utiliza~ae de bicarbonato de sodio ou a solu~e de Lugel em lavagens de iode,
16
remoyao da membrana difterica da boca e garganta e pincelamento da area com a
soluc;ao de Lugol de iodo, banhar os olhos com 1-2% de soluc;ao salina, e elevar a
temperatura ambiental.
Em todos os casos, promovendo ajuda para recuperac;ao permilem expandir a
infecc;ao a outras partes da pele ou para outros passaros.
Controle:
o melhor controle para avianpox em passares de cativeiro (perus, fais6es,
ameac;aram e especies em extinc;ao) e domesticos (galinhas e perus) sao vacinac;ao
com uma vacina ao vivo modificada. Em passares selvagens, vacinay8.o nao e urn
possivel metodo de controle.
o Avianpox e uma doenc;:a altarnente contagiosa e hi! tres melodos primarios
de controle que podem ser usados S8 passaros infectados estiverem presentes.
Eliminando a agua parada controlarao 0 vetar primario, 0 mosquito. Deveriam ser
isolados passares infectados ou deveriam ser selecionados para remover a fonte do
vfrus. Deveriam ser descontaminados cevador, regador, viveiros e gaiolas com uns
10% de soluc;ao de alvejante.
Estudos precoces indicaram a viabilidade de proleger galinhas de avepox
pelo usa de pox de pombo ou pox virus de ave. A vacinat;ao e indicada em areas
onde a doent;a e endemica ou em locais onde a infec~o previamente foi
diagnosticada.
Vacinas de poxvirus vivos em ave e pombo, e tambem vacinas de vetores de
avepox que protegem contra pox, estao comercialmente disponiveis. Estas vaGinas
sao derivadas de embri6es de galinha au culturas de celula de avian.
A imunidade passivelmente adquirida deveria ser absorvida considerando a
durac;ao vacinac;ao da cria de rebanhos que ou tiveram uma recente infecc;ao natural
au vacinaram recentemente. Como a imunidade passiva pode interferir apesar da
vacinac;ao com virus multiplica,ao, tal cria,ao 56 deveria ser vacinada ap6s 0
17
decHnio de anticorpos passivamente adquirido. Vacina de avian pox e aplicada
pelo metodo de penetrayao no tecido da asa.
Significado:
Nao ha nenhuma evidencia que 0 virus de avianpox possa infectar as
humanos e conseqOentemente nao ha uma preocupa~aode sauda publica. Em
algumas populayces de passaros (peru selvagem, aguia calva e albatroz), 0
avianpox pode ser um fator de mortalidade significante.
2.4 Achados Clinicos
Somente algumas aves desenvolvem lesces em urn momento. As les6es sao
proeminentes em algumas aves e podem reduzir significativamente 0 desempenho
do planter. A forma cutanea S8 caracteriza par lesces nodulares em varias partes da
pele nao empenada das galinhas, e da cabeya e pescoyo superior dos perus.
Tambem podem ocorrer les6es generalizadas da pele empenada. Em alguns casas,
as lesces S8 lirnitam principalmente aos pes e pernas.
A leSaD e inicialmente uma area nodular elevada e esbranquic;ada que
aumenta de volume, torna-se amarelada e progride para uma crosta escura e
espessa. Geralmente se desenvolvem lesoes multi pi as, que freqOentemente
coalescem. Podem se encontrar les6es em varies estagios de desenvelvimente na
mesma ave.
A localizayao ao redor das narinas pode causar uma descarga nasal. As
lesces cutaneas nas palpebras podem causar um fechamento completo de um ou de
ambos os olhos.
18
Na forma difte-rica, as les6es ocorrem nas membranas mucosas da boca,
856fa90, faringe, laringe e traqueia (bouba umida au difteria aviaria).
Ocasionalmente, as les6es ocorrem quase exclusivamente em urn ou mais desses
locais. Podem S8 desenvolver manchas caseosas firmemente aderentes a mucosa
da laringe e da boca ou massas proliferativas.
As les6es traqueais causam dificuldade na respirary80 e podem estimular urna
laringotraqueite nas galinhas. As les6es bucais interferem na alimentayao.
Frequentemente S8 prolonga 0 curso da doenc;a em urn planteL
A infec980 extensa em urn plantel de poedeiras resulta em declinio na
produg80 de avos. S6 as infecy6es cutaneas causam ordinariamente urna
mortalidade de baixa a moderada e esses planteis geralmente retornam a produgao
normal ap6s a recupera98o.
A mortalidade e geralmente alta na forma generalizada ou difterica.
Quanto ao Diagn6stico Diferencial: Uma vasta gama de agentes patol6gicos
pode causar sinais de doen~ respirat6ria em galinhas, tais como:
• Doenya de Newcastle (de varios graus de patogenicidade);
• Influenza Aviaria;
• Bronquite lnfecciosa;
• Pneumovfrus Aviario ou Virus Rinotraquefte;
• Infecc;:ao Laringotraqueite;
• Souba Aviaria;
• Haemophilus paragallinarum;
• Mycoplasma gallisepticum;
• Mycoplasma synoviae; e,
• Pasteurella multocida.
Escheriquia coli e frequentemente envoi vida como infecc;:ao secundaria, e
certas outras bacterias como Bordetella avium (previamente Alcaligenes faecalis) e
Ornithobacterium rhinotrachea/e tem sido acusadas de acelerar ou causar doenya
respirat6ria.
Mycoplasma gallisepticum. e Mycoplasma synoviae, podem ser excluidos na
base dos achados sorol6gicos. A falta de um aumento de titulos de outras viroses no
19
testes de soro10gia e resultados negativos em apropriados testes viro1ogicos e
P.C.R. permitiu a eliminag80 da maiaria dessas infeq:5es nesses casas.
Laringotraqueite infeccios8, Souba, C61era Aviaria e Coriza Infecciosa, podem
normal mente ser excluidos com base nos achados de necropsia.
2.5 Sinais e Sintomas
2.5.1 Sinais
A bouba quase sempre surge nas partes nuas - pernas, dedos, regiao em
volta dos olhos e base do bieD - em forma de pipocas amareladas, ternando-se, as
vezes, bolas enormes, duras e amarronzadas pala formac;ao de uma crosta.
Tambem esta caracterizada par produzir nodulos na pele que progridem para
escaras volumosas e par produzir membranas diflericas no trato digestivD e
respirat6rio superior.
2.5.2 Sintomas
Sintomas:
• Tristeza;
• Sonolencia;
• Penas eric;adas;
• Exantema nodular da pele, principalmente nas regi6es desprovidas de
penas.
20
Na chamada forma difterica, a vIrus provoca a aparecimento de pequenas
placas, como S8 fassam membranas, branco-amareladas na boca, na garganta e
nas vias respiratorias (causando graves problemas respirat6rios). Tenta-s8 tirar
essas pseudomembranas, pade haver sangramento.
A bouba pode atingir outros 6rg80s internos, sendo entao muito mais grave.
A bouba pode se apresentar em:
• Forma branda: facilmente curavel. Nesses casas, desaparece logo e a ave
cria imunidade.
• Forma aguda: as possibilidades de cura sao bern menores.
Em uma avitaminose A, alem de problemas de empenamento, a ave pode
apresentar pseudomembranas, em forma de pontcs em vez de placas.
Os sintomas principais sao:
o Surgimento de verrugas ao redor dos olhos e nas patas; e,
o Placas amareladas em alguns 6rg80sinternos.
2.6 Diagn6stico
As infecyoes cutaneas geralmente produzem les6es macro e microscopicas
caracterfsticas. Quando 56 S8 encontram presentes les6es pequenas, fica
frequentemente dificil distingui-Ias das abras6es causadas p~r brigas.
o exame microscopico dos tecidos afetados corados com HIE revela
corpusculos de inclusao citoplasmaticos eosinofilicos. Pode-se detectar corpusculos
elementares nos esfrega90s a partir das les6es coradas pelo metoda de Gimenez.
Devem se diferenciar as lesoes laringeas e traqueais nas galinhas daquelas da
laringotraqueite infecciosa.
21
2.6.1 Laringalraqueite Inlecciasa
Eo uma inlecyaa herpesviral aguda e altamente contagiasa das galinhas e
faisaes, caracterizada par dispneia severa, tosse e estertores; ou uma doenc;a
subaguda cam lacrimejamenta, traqueite, conjuntivite e estertares suaves. Ela lai
descrita a partir da malaria das regioes de criayao intensiva de aves domesticas dos
EUA e muitos Qutros paises.
Na forma aguda, em achados clinicos, en9as90, tosse, estertores e extensao
do pescoc;o durante a inspirayao sao observados 6 a 12 dias ap6s uma exposi~o
natural. A reduc;ao da produtividade constitui urn fator variavel nos planteis de
paedeiras. As aves aleladas perdem a apetite e licam inativas.
Abaca e 0 bico podem-se tingir de sangue com 0 exsudato traqueal. A
mortalidade varia, mas pode atingir 50% nos adultos, e geralmente se deve a uma
oclusao da traqueia par hemorragia ou exsudato. Os sinais geralmente S8 reduzem
ap6s cerea de 2 semanas, embora algumas aves possam tossir par 1 meso As cepas
de baixa virulencia produzem pouca ou nenhuma mortalidade com sinais e lesoes
respiratorios ligeiros e leve declinio na prodw;ao de ovos. Apos a recuperayao,
algumas aves permanecem portadoras. A inlecyao tambem se pode espalhar
mecanicamente. Tem-se correlacionado varias epidernias com 0 transporte de aves
em engradados contaminados.
No diagnostico, os sinais clinicos e 0 achado de sangue, muco e de urn
exsudato caseoso amarelo ou de urn molde caseoso oco na traqueia caracterizam a
doen~ aguda. Microscopicamente, torna-se caracteristica uma traqueite necrosante
descamativa.
Na forma subaguda, areas hemorragicas puntiformes na traqueia e na laringe,
e uma conjuntivite com lacrimejamento permitem urn diagnostico presuntivo. Nos
casos nao cornplicados, geralrnente nao se envolvem os sacos aereos. Pode-s9
fazer urndiagnostico conclusivopor:
1. Demonstrayao de corpusculos de inclusao intranucleares no epitelio
traqueal no inicio do curso da doen9a;
22
2. Isolamento e identificay80 do virus especifico nos embrioes de pinto, nas
culturas teciduais au nas galinhas; QU,
3. lnocula~o do s9iD infraorbitario au do anus de aves sabidamente imunes e
suscetiveis. A neutralizac;ao viral e menes confiavel, mas e utilizada.
Quanto iI profilaxia e tratamento na laringotraqueite infecciosa, obtem-se um
certa alivio dos sinais par meio da manutenc;ao das aves quietas, da reduyao do
nivel de poeira e utilizac;ao de expectorantes suavas, tendO-S8 cui dado para naG S9
contaminar a rac;aoau a agua.
Deve-s8 praticar a vacinac;ao nas areas endemicas e nas granjas ande S8
fizer urn diagnostico especifico. A vacinaC;8o imediata dos adultos durante urn surto
encurta 0 curso da doenl"'. A vacina~ao e mais bem realizada com cepas
modificadas de baixa virulencia aplicadas iI conjuntiva (colirio).
Os metodos de vacina~o em massa (como 0 spray ou a administra~ao na
agua para beber) sao menes consistentes em seus resultados. Deve-se vacinar os
planh~isde corte em algumas areas quando as aves sao jovens, mas e improv8vel
que isso seja efetivo se for realizado antes de 4 semanas de idade. Alguns
fabricantes de vacina recomendam uma vacinagao quando se mantem as aves ate a
maturidade.
23
3 BOUBA NAS OUTRAS ESPECIES AVIARIAS
Registraram-se infec90es por poxvirus aviario a partir de varias aves
silvestres e de estimayao. Alguns isolados sao prima ria mente infecciosos somente
para 0 hospedeiro hom6logo, enquanto outros sao infecciosos para uma au mais
especies adicionais. A classificayao geralmente S8 baseia nos estudos de
patogenicidade do hospedeiro.
A infec9ao par bouba dos canarios e geralmente severa e a mortalidade
algumas vezes atinge 100%. Pode-se desenvolver lesoes cutaneas, bem como
infecyao sistemica com corpusculos de inclusao citoplasmaticos detectados nas
les6es no exame histol6gico. Nao S8 en contra disponfvel nenhuma vacina efetiva
para as canarios nos EUA. A infecyao par poxvirus nos pSitacideos tambem pade
ser severa, especial mente nos papagaios-de-testa-azul. Os poxvirus isolados dos
psitacideos parecem nao estar relacionados com os poxvirus das outras especies
aviarias.
Os perfis genomicos dos virus da bouba dos canarios, mainas e codornizes
mostram diferen9as acentuadas do virus da bouba aviaria quando se campara seu
DNA apes restri9iio da digestao da endonuclease.
o virus da bouba das codornizes demonstra diferen9as antigenicas
acentuadas com relagao ao virus da bouba aviaria, embora se encontrem presentes
alguns antigenos de reac;ao cruzada e proporcione-se uma proteyao cruzada
limitada ou inexistente contra 0 virus da bouba aviaria. Encontra-se disponivel
comercialmente uma vacina do virus da bouba das codornizes.
Recentemente, desenvolveu-se uma vacina contra a bouba dos perus para
controlar a bouba nos planteis de perus nos quais a vacina da bouba aviaria e
ineficiente. A vacina comercialmente disponivel contem um virus da bouba dos perus
imunologicamente nao relacionado com 0 virus da bouba aviaria.
24
3.1 As Poxviroses
As poxviroses mais importantes das aves ornamentais sao:
• A bouba dos canarios;
o A bouba dos papagaios;
o A bouba dos periquitos; e,
o A bouba dos pombos.
3.1.1 Sinais CHnicos
Os sinais dependem da suscetibilidade do hospedeiro e da vinulencia do virus.
Existem tres formas clinicas:
1. cutanea - papulas discretas, pustulas au crostas asperas na pele
(dependendo do estagio de infec,ao) desenvolvem-se em partes do corpo
sem penas. A mortalidade e baixa e a infecC;8o geralmente e autolimitante;
2. difterica - les6es fibrinonecr6ticas extensas desenvolvem-se nas
membranas mucosas da orofaringe, trato respiratorio superior e esofago
(ocasionalmente na conjuntiva). A mortalidade e alta;
3. aguda - 0 inicio dos sinais gerais (incluindo depressao, cianose, anorexia e
morte rapida) e repentino.
A transmissao e feita par cantata direto com aves ou fomites infectados e as
insetos podem agir como vetores mecanicos.
A bouba dos canarios pode ocorrer na forma aguda com sinais respirat6rios
e morte em 1 a 3 dias, au como uma infecy80 cr6nica com les6es dermicas
proliferativas ao redor da boca, olhos, narinas ou pes. 0 virus provoca a formal'ao
25
de corpusculos de inclusao intracitoplasmaticos eosinofilicos (corpusculos de
Bollinger).
A bouba dos papagaios e comum entre as papagaios da Amazonia
(especialmente 0 de testa azul), tuins, agap6mis, periquitos australianos e periquitos
rosela; Os agap6rnis aparentemente sao suscetiveis tanto a bouba dos papagaios
como a bouba deles proprios.
Os virus da varicela podem causar mortalidade alta nos agapornis. A maioria
dos sinais envolve os tecidos perioculares.
No curso inicial da doenga, blefarite e conjuntivite unilaterais geralmente estao
presentes e levarn a edema palpebral, que faz com que 0 olho afetado S8 feche;
seguem-se ulceras e crostas no canto lateral au medial do olho. A descarga ocular
serosa torna-S8 muc6ide e les6es oculares podem-se desenvolver (ceratite, ceratite
ulcerativa, uveite anterior e possivelmente endoftalmia).
o aparecimento de cicatrizes nas palpebras e pequenas opacifica¢es da
cornea sao sequelas comuns, embora as danos permanentes sejam relativamente
men ores S8 comparadosas les6es originais.
As les6es dermicas incluem papulas escamosas nas comissuras da boca,
margem do ceroma e ao redar ou no interior das narinas. Tambem sao observadas
placas salientes e superfrciais na area das coanas, na base da lingua, na faringe
posterior e dentro do es6fago. Anorexia, espirros, dispneia e oclusao das narinas
podem ser conseqOencias. Algumas vezes ocorre morte e esta pode estar
relacionada a septicemia, pneumonia ou inaniyao. Infecyoes fungicas secundarias
nao sao incomuns.
3.1.2 Diagn6stico
o diagnostico e leito por isolamento do virus e achados histologicos tipicos
(hiperplasia epidermica com degenera9ao vacuolar, vesiculas intraepiteliais e
corpusculos de inciusao intracitoplasmaticos eosinofilicos).
26
3.1.3 Tratamento e Controte
Recomenda-se vitamina A parenteral, pomadas oltillmicas, calor, umidade,
antibioticos parenterais, limpeza diaria do olho afetado e preocupa<;ijocom a dieta.
Uma vacina para bouba dos papagaios tem side liberada sob licenya
condicional nos EUA e pode tomar-sa rotineira para espfkies como agapomis e
papagaios de testa azul. Sempre que tais aves forem embarcadas, ou que uma nova
ave for introduzida, havenl risco. A vacina para bouba dos canarios tern side usada
ha muitos anos na Europa.
As vacinas comerciais para bouba dos pombos e das galinhas nao sao
eficientes em pSitacideos, e as vacinas convencionais para bouba das galinhas nao
protegem estas contra a bouba dos papagaios.
27
4 PREVENCAO DA BOUBA AVIARIA
Utilizando a vacinagao preventiva nas aves e isolando os animais doentes em
locais protegidos de mosquitos.
4.1 Biosseguranga e Cuidados Sanitarios para Frangos
Aves doentes com au sem sintomas vislveis, causam perdas a produyao,
al8m de comprometer a segurany8 do late e dos planteis circunvizinhos.
No Brasil, pais grande exportador de carne de frango, a necessidade da
implementag80 de medidas de biosseguran98 no setor produtivo e cada vez maior.
Uma vez que problemas sanitarios graves pod em comprometer a exportagao de
produtos avicolas, essas medidas devem ser adotadas tanto visando a obtenC;80 de
mel hares resultados de produg80 quanta devido ao comprometimento do setor com
a produgao regional e nacional.
A biosseguranC;:8 e urn conjunto de medidas aplicadas em todos as
segmentos da criag80 das aves, objetivando principal mente:
• Diminuir 0 risco de infecgoes e aumentar 0 controle sanitario dos planteis;
• Minimizar a contaminagao do ecossistema; e,
• Resguardar a saude do consumidor do produto.
28
Os cuidados com a sauda das aves comet;am ainda na escolha do local
para a construc;ao do aviario e das linhagens que serao introduzidas na granja.
Principais falares a considerar:
a) Conscientizacao: E fundamental a conscientizac;ao de todos as
funcionarios da granja quanta a importancia e a necessidade do
isolamento das instala90es e da implanta~o de medidas rigorosas para
reduzir a probabilidade de introdu980 de doen9as.
b) Aquisicao dos pintos: Adquirir pintos de incubat6rios idoneos, livres de
micoplasmose, aspergilose e salmonelose, provenientes de matrizes com
nfveis adequadas de anticorpos contra as principais doen98s como:
Gumboro, 8ronquite lnfecciosa das Galinhas, Newcastle, Encefalomielite,
COfiza Infecciosa e Variola Aviaria. Todos as pintos devem ser vacinados
ainda no incubat6rio, contra a doen9a de Marek.
c) Localizacao do aviario: 0 aviafiD deve estar localizado em local tranquilo,
rodeado por arvores nao frutfferas e cercado com tela de arame, para
evitar 0 livre acesso. Observar distancia de um quilometro, entre granjas
de frangos de corte. Entre um aviario e outro, a distancia deve ser de no
minima de 100 metros. E importante manter, nos limites de cada granja,
diferentes areas de acordo com a grau de contaminagao: Area limpa:
Localizada nas imediagoes do aviario, junto as aves; Area de interface:
Area intermediaria, localizada entre a entrada da granja e a aviario, onde e
feita lavagem e desinfecc;ao de veiculos, devendo existir um local para
troca de cal98dos e roupas. Nessa area localizam-se silos, depositos de
gas, deposito de equipamentos; Area suja: Local fora de granja e por onde
circulam dejetos de materiais considerados contaminados. Para circulac;ao
dentro da granja, providenciar diferentes acessos: Estrada limpa: para
trans porte de rar;:ao, aves e equipamentos e Estrada suja: para a retirada
de camas e aves de cada nucleo.
d) Limpeza e desinfeccao: E imprescindivel limpeza compieta e posterior
desinfecc;ao do aviario e equiparnentos entre urn alojamento e outro.
29
Ap6s a retirada do late, fazer limpeza completa do aviario:
• Retirar todos as utensflios utilizados no aviario, remover a cama;
• Lavar com agua sob presseo todos os equipamentos do aviario
(comedouros, bebedouros, telas, cortinas, paredes);
• Desinfetar 0 aviario: Os principios ativos dos desinfetantes mais utilizados
sao: am6nia quaternaria, formal, cloro, iodo, cresol e fenol;
Caiar 0 aviario:
• Redistribuir a cama. Colocar sempre cama nova nos circulos de protec;ao.
• Proceder uma nova desinfecyao do aviario: E importante fazer rodizio
peri6dico do principia ativo do desinfetante utilizado;
• Apos esses cuidados, manter 0 galpao fechado por mais quatro horas.
Manejo Sanitaria:
• Evitar transito de pessoas, animais e vefculos proximo aos aviarios;
• Fazer a troca obrigatoria de cal9ados e roupas (se possivel, adotar a
pratica de tomar banho) antes de entrar na granja;
• Todos as acessos ao aviario devem possuir urn recipiente com soluyao
desinfetante para que as pessoas desinfetem os cal9ados (pediluvios).
Onde houver transito de veiculos, utilizar 0 rodoluvio;
• Proceder desinfecc;ao de veiculos e todos os utensf1ios, antes de entrarem
na granja;
• As aves devem ser criadas no sistema "todos dentro, todos fora";
• Observar 0 vazio sanitario de pelo menos 10 dias entre um lote e outro de
frangos;
• Observar diariamente a limpeza dos bebedouros bern como do aviario e
suas imediayoes;
• Fazer 0 controle de moscas e ratos;
30
• Incinerar ou enterrar as aves martas em tossas septicas ou utilizar
compostagem;
• Ter controle sobre a origem e qualidade da materia prima utilizada na
produ9ao da ra91ioe evitar 0 usa de produtos de origem animal;
• Fornecer as aves somente agua potavel e tralada;
• 0 produtor deve estar atenta quanta as doenyas existentes na regiao.
• Programas de vacinayao para frangos de corte nao sao utilizados com
freqOencia, uma vez que 0 cicio de vida de urn late e curto. No entanto,
quando necessaria, 0 esquema de vacinac;:ao deve alender as condi95es
reais de cada regia.o de acordo com 0 desafio sanitaria de campo;
• Aves doentes nao devem ser vacinadas.
• 0 acompanhamento da saude do late €I muito importante, dessa forma
sempre que S8 fizer necessaria, consulte urn medico-veterinario.
4.2 Planejamento e Cria9ao - Cuidados a Serem Observados
a) Sistema confinado: no sistema confinado as aves sao criadas em galp6es
por todo 0 seu cicio de produ9ao. Os galpoes tem paredes baixas,
medindo de 30 a 50 cm de altura com telas e cortinas plasticas para um
maior controle de chuva e ventos. A lota<;80 ideal de cada galpao varia
conforme a constru91io e 0 clima, normalmente trabalha-se com 9 a 12
aves/m2. 0 comprimento destes galpoes e variavel, mas a largura nao
dave ultrapassar os 12 metros para uma melhor aera~o.
b) Sistema semiconfinado: neste sistema as aves sao criadas ate 2 au 3
semanas de vida em galpoes fechados protegidos de predadores, ventos,
frio e chuva, ap6s esta periodo as aves tern acesso a piquetes com area
de 3 a 5 m2 par ave. Nestes piquetes as aves adquirem a habito de ciscar,
comer sementes de capim, insetos e ainda qualquer alimenta9ao
alternativa.
31
Algumas condiyoes quanta asconstru90es:
• Local: Facil acesso, facilitando a entrada e saida de pintos, ragao, cama,
gas, frango, etc.
• ~: De boa qualidade e quantidade.
• Orientacao dos 9a1p6e5: Sentido leste-oeste, com finalidade de evitar a
incidencia de sol diretamente sabre as aves.
4.2.1 Manejo Sanitario
A higiene dentro e fora do galpao, independente do seu tamanho e
importantissima, pais evita diversos problemas sanitarios na criay80. as principais
procedimentos de manejo sanitarios sao:
• Manter os galpoes sempre limpos e desinfetados ap6s cada criada
• Fazer 0 vazio sanitaria de pelo menes 15 dias ap6s a desinfec980 do
galpao.
• Aplicar corretamente as vacinas e medicamentos necessarios.
• Evitar 0 transito de pessoas e animais ao redor do galpao.
• NaD guardar restas da cama do lote anterior no galpao ande S8 esta
alojando novo late.
• Ter pediluvios e rodoluvios em todas as safdas das instala96es.
• Recolher todas as aves mortas diariamente e deposita-las em fossas,
obedecendo, uma distancia minima de 150 metros da granja.
• Fazer a contrale de insetos e raedores principalmente entre as lotes.
32
4.2.2 Programas de Limpeza e Desinfec9iio de Granjas
A redu9iio ou controle ou mesmo a erradica,ao das doen>"s sao objetivos
que devem ser alcanyados, visando proporcionar 0 incremento dos lucros com a
criagao. Deve-s8 seguir as seguintes medidas para que S8 possa conseguir estes
objetivos:
• Retirar a cama e as equipamentos.
• Varrer as instala,oes (teto, pi so, telas, ao redor dos galpoes, etc.).
• Queimar as penas e detritos com lan98-chamas ou vassoura de fogo,
dentre e ao redor do galpao.
• Lavar e desinfetar equipamentos e cortinas.
• Levantar as cortinas que deverao permanecer fechadas ate a secagem
completa das instala,oes.
• Distribuir 0 material da nova cama e aplicar desinfetante.
• Oeixar 0 galpao em descanso da cria980 de urn late para Dutro, no minima
14 dias.
• Durante a cria9iio, toda ave morta, enferma ou refugo deve ser retirada do
galpao, sacrificada se for 0 caso, em seguida, incinerada ou lan,ada na
fossa.
A limpeza e desinfec~o naD devem ser tratadas como simples preocupa90es
esteticas, mas como medidas profilaticas de suma importancia para a cria~o. Como
preceder:
• Retirar toda a cama antiga.
• Varrer 0 galpao tode,
• Passar lan,a cham as em todo 0 chao e ao redor do galpao.
• Lavar 0 galpao com agua e sabao.
• Pulverizar desinfetante (pode ser formol 5 % ou 8 %).
• Fazer uma caia,ao (8 sacas de call200 litres de agua) se necessario.
33
• Espalhar a cama nova.
• Desinfetar todo 0 equipamento.
• Recolher entulhos 80 redor do galpao.
• Lavar a caixa d'agua e encanamentos do galpao.
• Manter os equipamentos em perfeito estado.
• Colocar veneno de rato e inseticida (dentro do galpilo) e retira-Ios antes da
entrada dos pintos.
4.2.3 Manejo
• Existem diversas maneiras de criayao de frango. Tudo depende do nivel
tecnologico e da condi91iode cada produtor.
• Algumas condit;oes basicas de criayao sao essen cia is: tamar cuidado para
que na chegada das aves, 0 galpilo esteja limpo, desinfetado, com os
circulos montados e que as comedouros e bebedouros estejam
distribuidos e as campilnulas pre-aquecidas.
• Recomenda-se sempre que a primeira agua a ser consumida pelas aves
tenha algum hidratante, que pode ser comercial ou caseiro (de 200 a 300g
de al'ucar para 6 litros de agua).
• Nos primeiros trinta dias, as aves podem ser alojadas em pinteiros au
criadas diretamente nos galpoes, de acordo com a possibilidade do
avicultor.
• A partir da terceira semana, recomenda-se que as aves sejam liberadas
pela manha para urn passeio, visando 0 desenvolvimento da musculatura,
a tarde devem ser recolhidas.
• Qualquer duvida com relac;:aoao estado geral do lote deve ser esclarecida
o mais rapido possivel, para detectar precocemente um eventual problema
e evitar assim 0 prejuizo na criac;ao.
34
5 PROFILAXIA E TRATAMENTO
o tratamento e feito com a aplicac;ao de antibi6ticos, que nao combatem 0
virus, mas evitam infec90es bacterianas secundarias. Previne-se essa doenC;8 pel a
aplicagao nas aves com 1 dia de idade de vaGinas que canham uma cepa suave da
bouba aviaria.
Previne-se a doen~ com a aplicac;ao de vacinas inativadas em duas doses: a
prime ira, com tres a sers semanas de vida; a segunda, com 16 semanas. Deve-s8
evitar a superlotac;ao dos galinheiros, mantendo-os com boa higiene, e 0 contato
entre aves de idades diferentes.
Locais em que S8 registrou ocorrencia da doenC;8 sao desinfetados e
deixados vazios per uma semana. As aves contaminadas sao isoladas, pois a
doen<;a e alta mente contagiosa. 0 tratamento e feito com sulfas (sulfa + trimetropim)
e antibi6ticos (tetraciclina, enrofloxacina e norfloxacina).
A forma cutanea pode ser tratada com tintura de iodo ou mercurocromo, em
uma solu<;ao alc061ica a 3%.
Alguns criadores costumam pingar uma gota dessa solu~o na boca da ave
quando hi! pseudomembranas.
o c1oranfenicol,em alguns casos, mostra-se bastante eficiente.
Qualquer instrumento ou material usado para tratamento deve ser descartado
ou imediatamente esterilizado, sendo importante, tambem, a perfeita assepsia das
maos.
Onde a bouba e prevalente, deve-se vacinar as galinhas e os perus com um
virus propagado em embriao vivo ou em cultura celular.
1.
35
As vacinas mais largamente utilizadas sao:
• Os isolados atenuados do virus da bouba aviaria e do virus da bouba dos
pam bas de alta imunogenicidade e baixa patogenicidade.
Nas areas de alto risco, a vacinayao com uma vacina atenuada de origem em
cultura celular nas primeiras poucas semanas de vida e a revacinac;ao em 12 a 16
semanas sao freqClentemente suficientes. A saude das aves, a extensao da
exposiC;8:o e 0 tipo da cria~o determinam os momentos da vacinac;ao.
Como a infec\Oiio se alastra lentamente, a vacina,ao e freqOentemente util na
limitayao do alastramento nos planteis afetados S8 for administrada quando < 20%
das aves apresentarem les6es. Como a imunidade passiva pode interferir na
multiplicayao do virus vacinal, 56 S8 deve vacinar a progenie de planteis recem-
vacinados ou recem-infectados apos a reduyao da imunidade passiva.
Deve-se examinar as aves vacinadas 1 semana mais tarde para que se forme
um incha,o e uma crosta no local da vacina,ao. A aus€mcia dessa "Iesao vacinal"
indica falta de potencia da vacina, imunidade passiva au vacinayao inadequada.
Indica-se uma revacinayao com outro late seriado de vacina.
Normalmente a pequeno avicultor nao S8 preocupa com os prograrnas de
vacinayao e verrnifugayao. Comete um erro gravfssimo, pois estes programas nao
representam um custo elevado, se comparados aos prejuizos que urn verme ou
doen98 podem causar ao lote.
o esquema de vacinayao varia de regiao para regiao, recomenda-se que
verifique 0 esquema utilizado por uma granja de frangos comerciais perto da
propriedade, pois esta granja ja conhece os desafios regionais. Pode-se consultar
tambem a casa da lavoura do municipio. Quanto ao esquema de vermifugay8o:
• Para vermes, os melhores resultados sao obtidos com Mebendazole,
fornecido em dosagem unica, aos 35 dias de idade da ave.
• No dia da vacinayao, deve ser retirada a agua de bebida duas haras antes
do farnecimenta da vacina as aves. Se a agua for clorada, a cloray8o deve
ser interrompida por no minimo, 24 horas.
36
• So fornecer agua clorada novamente depois de 24 haras da vacina9ao.
As recomenda,oes do fabricante das vacinas e medicamentos devem ser
seguidas rigorosamente.
• A rotac;:ao de piquetes e necessaria para quebrar 0 cicio da verminose e
coccidiose.
5.1 Laboratorio
o Laboratorio tem por fun,ao a obten,ao de informa,oes sobre 0 material
enviado para analise que, em conjunto com Qutros dadas, possam auxiliar no
diagnosticode estados m6rbidos e na avaliaC;:Elo da eficaci8 da
terapia/imunoprofilaxia utilizadas.
Ressalta-se a fato do exame laboratorial ter 0 mesma valor de urn sinal
clinica, com a vantagem de ser susceptive I a reverificac;:oes e em alguns cases de
serem expressos na forma quantitativa (Soralogia).
Muitos metodos laboratoriais apresentam a vantagem de relacionar
diretamente a intensidade do sinal clinico observado ao grau do desvio patol6gico,
mas, por outra lado, oferece 0 perigo de ma interpreta,80 quando sao ignorados os
falores que podem comprometer a qualidade analitica. Basicamente estes falares
podem ser incluidos em dais grupos:
1. Fatores extralaboratoriais - coleta de material para exames em data
inadequada (fase da infec,ao), falta de informa~80 sobre qual material
deve ser coletado (orgaos de elei~o, sora), frascos contaminados
(residuo de vacina), conserva~o do material coletado (temperatura);
2. Fatores laboratoriais - Pureza de reagentes, exatidao dos padroes,
limpeza do material, pericia tecnica, precisao dos equipamentos.
37
5.1.2 Exames Laboratoriais
Entre as exames laboratoriais de usa mais comum na avicultura podemos
citar 0 Sacteriol6gico, Virol6gico, Sorol6gico, Histopatol6gico e PCR (disponivel hoje
para uma gama de agentes infecciosos das aves). A tabela abaixo relaciona
algumas doenC;8s com seus respectivQs exames.
TABELA 1. Doen9Bs virais e seus respectivQs exames,
Ooen~as Orgaos Para Orgaos Para Sorologia
Virais Virol6gico Histopatol6gico (Diag./Monit)
Gumboro SF. bac;o,rim SF. bac;o.rim. timo ELISA, SN, AGP
Newcastle Traqueia, pulmiio Traqueia, pulmiio ELISA, HI
Sronquite Traqueia, pulmiio, rim, Traqueia, pulmiio, ELISA, HI, SN,
Infecciosa oviduto. rim, oviduto. AGP
Souba Aviaria Mucosa com lesces Mucosa com lesces -
pele Ipele
Encefalomielite Proventriculo e SNC Proventriculo, SNC, ELISA, SN
•aves 01-03 dias oviduto
EDS Traqueia, pulmao, rim Traqueia, pulmao, HI/ELISA
rim
Reovirus Figado, tendiio, fluido Tendao, miocardia, ELISA, AGP, SN
sinovial figado
Doen9as Sangue, bac;o Figado, ba90, SF, -
Neoplasicas timo, pele, nervos,
olhos, rins
Pneumovirus Traqueia, pulmao, seie Traqueia, laringe, ELiSAISN
nasal mucosa das narinas,
oviduto
Anemia Figado, ba90, timo Figado, SF, timo, ELISA
Infecciosa medula ossea, rim
5.2 Vacina9iio
Geralmente vacinam-se as aves novas na idade de 4-6 semanas, repetindo-
S8 a opera~o, nas aves destinadas a procriaC;8o, a uns 5 a 6 meses mais tarde.
38
Aplica-se a vacina na face inferior da asa, devendo-se ter 0 cuidado de limpar bern
as instrumentos ap6s cada inoGulac;ao, e de usar apenas soras frescos.
TABELA 2. Molestias e Indica~6esTerapeuticas:
Vac. Contra bouba aviaria Sulfaga Ganadon aux
Vac. contra epitelioma contagioso Vetaglos pomada Averol
Vac. Contra a bouba das aves - forte Kilol-L Avinol
Vae. contra a variola aviaria Vac. Pfizer Caloaformina
Quemicetina soluvel usa avicola Avesivam Aveclor Sivam
Quintumicetina soluble Kilol p6 Lecaf
Kilol-Mix P6 Pentabi6tico vet. aux
a) Vacinas Vivas Virais Combinadas
Definicao: Sao as imun6genos onde, no masma frasco, S9 encontram diferentes
antigen as de vacina e capas. Sao citados como referencia as seguintes
produtos:
• Vacinas contra a Doenc;a de Newcastle e 8ronquite Infecciosa de
Galinhas;
• Vacina contra Encefalomielite Aviaria e Souba Aviaria;
• Vacina contra a Doen~a de Marek - cepas SB1 e HVT (Cepas
Heter6Iogas);
• Vacina contra as doenc;as de Marek e Gumboro.
J.
39
TABELA 3. Exemplo de esquema de vacina(:'3o: Caipira de postura:
IDADE TIPO DE VACINA VIA DE
APLlCAt;:AO
7 dias Newcastle HB1 + Bronquite 52 + Gumboro Ocular ou agua
25 dias Bouba Forte Membrana da
asa
35 dias Newcastle La Sota + BronQuite H52 + Gumboro Aqua
50 dias Coriza Hidr6xido de Aluminio Injetavel na coxa
70 dias Newcastle La Sota + Bronquite H52 + Gumboro Agua
100 dias Encelalomielite Aqua
120 dias Coriza Oleosa Injetavel no peito
135 dias Vacina Triplice Oleosa + Newcastle + Bronquite + Injetavel no peito
EDS
OBS: Recomendamos que 0 programa de vacina(:'3o seja elaborado com base nas
condi,oes e hist6rico sanitario da regi80.
5.3 Medicamentos
5.3.1 Biolor®
FORMULA Cada 100 ml contem:
Concentrado de iodophor 11 ,25 g*
Acido losl6rico 15,00 9
Veiculo q.s.p. .. .. 100 mL
• Contem 2,25% de iado livre
Biolor e um desinletante a base de Complexo de Iodophor, com 2,25% de
iodo livre. Biolor tem um amplo espectro de a980 germicida, possuindo atividade
bactericida contra Staphylococcus, Streptococcus, Salmonella cholerae e
Typhimurium, Pseudomonas aeruginosa, Escherichia coli, Mycobacterium
40
tuberculosis, Corynebacterium, Bacillus anthracis, Shigella, apas 30 segundos de
cantata com a superffcie.
Biafor possui tambem atividade fungicida contra as fungos dos generos:
Microsporum, Epidermophiton, Trichophyton, Aspergillus, Candida, Actinomyces e
Penicillium; ap6s 30 segundos de contata com a superficie, atividade viricida apes
15 segundos de contato com a superficie, contra os virus causadores das seguintes
doen9as: Doen9a de Newcastle, Bouba Aviaria, Doen98 de Gumboro,
Encefalomielite Aviaria, Laringotraqueite infecciosa, Bronquite infecciosa e Hepatite
infeccios8. Nao e t6xico, corrosivD ou irritante para a pele, quando utilizado nas
dosagens recomendadas.
Na avicultur8 tern como indicat;:6es:
• Limpeza e desinfecc;ao de equipamentos e instalac;aes de processamento
de avos; equipamentos e instalac;oes avicolas de modo geraL
• Controle da dissemina9ao de doen9as atraves da agua de bebida das
aves ou simplesmente para melhorar as condi90es de potabilidade.
a) Posologia e Modo de Usar:
• Preven9iio de doen98s atraves da agua de bebida dos anima is: 1 litro de
Biofor para cada 2.000 litros de agua (0,05%). Trocar a solu9iio a cada 24
haras.
• Lavagem e esteriliza9iio de equipamentos: 1 litro de Biofor para cada
1.200 litros de agua (0,08%).
• Umpeza e desinfecc;ao de aviaries, incubadoras, pocilgas, estabulos,
coelheiras, canis, comedouros e bebedouros: 1 litro de Biofor para cada
500 litros de agua (0,02%).
Obs .. 0 tempo de atua9ao eficaz e de 10 minutos ou ate as superficies
secarem.
41
b) Precauc6es Gerais:
• NaG usar 0 prod uta misturado a inseticidas fosforados au clorados.
o Para 0 lodo, 0 antidoto e 0 Tiossulfato de s6dio, na dose de 100 ml a 5%
par via oral.
• Evitar cantato direto com a pele. Casa isto ocorra, lavar a local com
bastante agua corrente limpa. Se houver irritayao persistente, procurar urn
medico, levando a embalagem do produto.
o Informa9iio para uso medico: 0 produto contem iodo em meio acido. Caso
seja ingerido acidentalmente, administrar pDr via oral leite de magnesia
(200 ml ou mais), agua e leite para diluir 0 acido. Nao provOcar vemitos.
c) Apresentacao
o Vidro de 100 ml;
o Frasco plastico de 1 litro;
o Bombonas de 5 e 20 litros; e,
o Tambores de 200 litros.
42
6CONCLUSAO
Pode-se analisar por meio deste trabalho que 0 criador deve se lembrar de
que aves bern alimentadas e com maneja correto sao mais resistentes a doen~s, e
a melhor forma de prevenC;8osao as vaGinas. Para diagnostico correto e tratamento
adequado, a melhor soluyao e sempre consultar urn Medico Veterinario.
A criayiio do frango brasileiro e a fonte de renda mais adequada para as
pequenas prapriedades, pois a sua rusticidade faz com que instala<;6es e sub-
produtos da propriedade sejam reutilizados. Porem a rusticidade das aves nao isenta
o produtor dos cuidados constantes com a higiene, manejo e vacinayao.
E muito importante que 0 produtor tenha sempre atenyao na comercializayao
deste frango, a criayao e bastante simples, mas frango pertence a urn nicho de
mercado, ands existe urn valor agregada aD prod uta. 0 volume e menor em relay80
aD frangobranco comercial, porem a lucratividade e maior.
A preven9aOe 0 melhor e mais econ6mico metodo de contrale de doen9as.
Envolve a adoyiio de normas de isolamento, desinfecyiio, manejo e vacina9aO; nao
obstante, doeny8s podem surgir apesar do emprego dessas medidas, necessitando-
se entao consultar urn Medico Veterinario para obter inforrnac;oes corretas sobre 0
tratarnento da enferrnidade.
43
7 REFERENCIAS BIBLIGRAFICAS
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Medicina Veteriniiria. 20' ediyao revista e atualizada.Organizayao Andrei Editora,
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Milenar
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Mercado Comum do Sui (Mercosul). Resolu<;6es do Grupo Mercado Comum.
Mercosul/GmclRes N° 04/97 - Anexo: Regulamento Tecnico para a Produ<;ao
de Vacinas, Antfgenos e Diluentes para a Avicultura
http://www.virology.neUBig_Virology/BVDNApox.html: Poxvirus
http://www.merckvetmanual.com/mvm/index.jsp?cfile=htm/bcl204901.htm:
Avepox em galinhas
UNIVERSIDADE TUIUTI DO PARANA
Faculdade de CiEmcias Biol6gicas e da Saude
Curso de Medicina Veterinaria
TRABALHO DE CONCLUSAO DE CURSO
(T.C.C.)
Lucio Joao Chiminacio
Curitiba
Maio/2004
UNIVERSIDADE TUIUTI DO PARANA
Faculdade de Ciencias Biologicas e da Saude
Curso de Medicina Veterimiria
TRABALHO DE CONCLUsAo DE CURSO
(T.C.C.)
Curitiba
Maio/2004
Reitor
Luiz Guilherme Rangel Santos
Pro-Reit~r Administrativo
Carlos Eduardo Rangel Santos
Pro-Reitora Academica
Prof' Carmen Luiza da Silva
Pro-Reitor de Planejamento
Afonso Celso Rangel dos Santos
Pro-Reitora de Pos-Gradua~ao, Pesquisa e Extensao
Prof' Elizabeth Tereza Brunini Sbardelini
Secretario Geral
Rui Alberto Ecke
Diretor da Faculdade de Ciencias Biologicas e da Saude
Prof" Joao Henrique Faryniuk
Coordenador do Curso de Medicina Veterinaria
Prof" italo Minardi
Coordenador de Estagio Curricular do Curso de Medicina Veterinaria
Prof" Sergio Jose Meireles Bronze
Metodologia Cientifica
Prof' Lucimes Ruaro Schuta
CAMPUS TORRES
Av. Comendador Franco, 1860 - Jardim Botanico
CEP 80.215-090 - Curitiba - PR
Fone: (41) 331-7600
APRESENTACAO
Este Trabalho de Conclusao de Curso (T.C.C.), apresentado ao Curso de
Medicina Veterinaria da Faculdade de Ciancias Biolagicas e da Saude da
Universidade Tuiuti do Parana, e um dos requisitos para a obtenyao do titulo de
Medico Veterinario pela pr6pria Universidade.
E composto de um Relal6rio de Alividades de Eslagio, no qual sao
descritas as atividades realizadas durante 0 periodo de 1910112004a 0610312004,
periodo este em que estive na Granja Shisa Ltda., localizada no Municipio de
Araucaria (regiao Metropolitana de Curitiba)- PR, cumprindo estagio curricular.
Composto tambem de uma Monografia versando sobre a Bouba Aviaria, que se
encontra logo apas a descri9ao das atividades de estagio.
AGRADECIMENTOS
')if min{za amalia esposa jlna :Maria, por toaa ajuLa, compreensiio,
paciencia e carinfioque tem tfedicaaoa rnirntoaos estesanos.
Ji 'E11fJenfi£irajlgronorna <Rjta,proprietdriaaa qranja Sliisa,que foi
rninliasupervisora tfeestagioaurante minlia estaaa nesta ernpresa.
jI.o meu professor orientaaor PauCo <Rp6erto:Nocera pefa aedicaFiio
prestaaa no tfecorreraos tra6a{fios.
jI.omeugrantfe amigo Pa6iano Cruzara pefagrantfe ajuaa que tem me
prestaao".
iii
Lucio Joao Chiminacio
RELATORIO DE ESTAGIO CURRICULAR
Relat6rio de Estagio Curricular apresentado ao curso de
Medicina Veterinaria da Faculdade de Ciencias Biol6gicas
e da Saude da Universidade Tuiuti do Parana, como
requisite parcial para Obtencao do titulo de Medico
Veterinario.
Professor Orientador: Dr. Paulo Nocera
Orientador Profissional: Enga Agronoma Rita K. Uchino
Curitiba
Maio/2004
SUMARIO
Corpo Oocente Universidade Tuiuti do Parana............................................... i
Apresenta9ao...................................................................................................... ii
Agradecimentos.................................................................................................. iii
Resumo iv
1 Introdu9ao........................................................................................................ 01
2 Oescri9ao do Local de Estagio....................................................................... 02
2.1 Granja Shisa Ltda.. 02
3 Manejo dos Pintainhos 04
3.1 Unidade de Recria de Guajuvira.... 04
3.1.1 Programa de luz.. 05
4 Limpeza e Oesinfec9ao................................................................................... 08
4.1 Oesinfetantes e Termonebuliza\'iio.. 08
4.2 Escolha do Desinfetante.. 09
5 Oebicagem........................................................................................................ 10
5.1 Idades para a Debicagem.. . 10
5.2 De 07-10 Dias.. 11
5.3 De 0~7 Semanas.... 11
5.4 De 12-18 Seman as.. 11
5.5 Precauc;oes.. 12
6 Biosseguran9a................................................................................................. 13
7 Controle de Vacina9ao 14
7.1 Doenc;ade Marek e Bouba Aviaria.. 14
7.2 Doenc;ade Marek.. 14
7.3 Variola au Souba Aviaria.. 15
7.4 Doenc;ade New Castle.. 15
7.5 Doenc;ade Gumboro (IBD).. 16
7.6 Bronquite Infecciosa (IB).. 17
7.7 Coriza Aviaria... 17
7.8 EncefalomieliteAviaria.. 18
7.9 Micoplasmose Aviaria.. 18
7.10 Sindrome da Queda da Postura (EDS 76)... 19
8 Salmonelose..................................................................................................... 20
9 Conclusao........................................................................................................ 21
10 Referencias Bibliograficas............................................................................ 22
Anexos 24
RESUMO
Descri~o das atividades realizadas durante 0 estagio curricular do Curse de
MedicinaVeterinaria da Universidade Tuiuti do Parana, realizado no perfedo de
19/01/2004 a 06/03/2004 na Granja Shisa LTDA na cidade de Araucaria regiao
metropolitana de Curitiba. As atividades desenvolvidas durante a periodo de estagio,
relatam a cotidiano de uma granja de galinhas poedeiras. Relatam todos as
cuidados de manejo. Foi acompanhado a trabalho de todos as setores a fim de
enriquecer 0 aprendizado adquirido no curso de gradu898o, com novas
procedimentos, aplic89fjO de informac;oes e realiz8c;oes de medidas para garantir
qualidade ao produta final, chegando ao consumidor com todas as determina~6es do
Ministt~rio da Agricultura.
Palavras-Chave: Aves; manejo; recria.
iv
1 INTRODU<;AO
o estagio pratico e profissionalizante de Conc1usao de Curso de Medicina
Veterinaria foi realizado na Granja Shisa LTDA na Cidade de Araucaria, na regiao
melropolitana de Curitiba, durante 0 periodo de 19/01/2004 a 06/03/2004 com
galinhas poedeiras, da variedade W-36, seu manejo, doenc;as, vacinagoes e todo 0
processo de coleta de ovos, lavagem, classifica9iio, embalagem e despacho para 0
mercado sob a orientac;;ao da Dra Rita Kazuko Uchino (proprietaria da Granja).
a Brasil e 0 8° produtor de ovos, tendo em 2000 uma produc;;ao de 15.654
milhoes de unidades e previsao para 0 ano de 2001 de 16.453 milhoes de unidades
(ANAUPEC, 2001).
Entre as maiores produtores mundiais de avos, destaca-se a China, EUA,
Japao, india, Russia, Mexico, Franc;;a e Brasil.
as avanc;;os na avicultura de postura sao constantes, no Brasil na decada de
20, a media era 90 ovos/ave alojadas ate 80 semanas de idade, com uma conversao
alimentar de 4 Kg de ra9iio para cada duzia de ovos produzidos, na decada de 90, 0
resultado obtido foi de 320 avos/ave alojada no mesma periodo, com uma conversao
alimentar de 1,6 Kgfduzia (MAZZUCa et ai, 1997).
2 DESCRICAO DO LOCAL DE ESTAGIO
2.1 GRANJA SHISA LTDA
A Granja Shisa LTDA, e uma empresa que esta ha 27 anos no mercado de
produ,ao de avos comerciais e esta localizada na rua Minas Gerais, sIn, bairro
Costeira, municipio de Araucaria, regiao metropolitana de Curitiba com
aproximadamente 24 Alqueires de area, cinco galp6es com oitocenlos metros
quadrados, sete galp6es de trezentos metros quadrados, armazens e silos de
armazenagem de alimento.
Esta empresa possui uma media de 200 mil aves poedeiras com uma
produl'ao media de ovoslmas de 2840 caixas de avos contendo 360 unidadeslcaixa
que sao lavados e classificados mecanicamente separando avos par 1i.Qgsando:
• Tipo 1,
• Tipo 2,
• Tipo 3,
• Extra; e,
• Jumbo.
A empresa conta ainda com uma unidade de reeria com aproximadamente 25
Alqueires de area situ ada na localidade de Guajuvira de Cima, tambem em
Araucaria, com cinco galp6es de oitocentos metros quadrados e oito galp6es de
trezentos metros quadrados.
Recebe pintainhos de 1 dia em um dos galp5es que conta com sistema de
climatizayao a gas, campanulas, gaiolas com 95 pintainhos em media, bebedouros e
comedouros individuais e aproximadamente doze mil pintainhos neste local.
Os outros galp6es vao sendo utilizados, conforme 0 crescimento das frangas,
cada vez em menor numero por gaiolas ate 120 dias de idade, quando come9a 0
periodo da postura e transfer€mciadas aves para a unidade de postura definitiva.
Estao mobilizados neste trabalho sete funcionarios que atuam diariamente na
alimenta9ao, limpeza, remo9ao de camas, vacina9ao e controle de pragas (UCHINO,
2004).
3 MANEJO DOS PINTAINHOS
3.1 Unidade de Recria de Guajuvira
Foi observada antes da chegada dos pintainhos, a limpeza e desinfeC\:iio das
instalac;6es e equipamentos. A COIOC8Y8.O de rayao nos comedouros e suas
distribui~6es dentro dos galp6es, e feita de forma que todos os pintainhos ten ham
acesso a comida. Realiza-s9 tambem, a verificac;ao de torneiras e b6ias de agua,
deixam-se todas as portas das gaiolas abertas para facilitar a coloca~o dos
pintainhos, e forray8.o com tres camadas de papsl em cada gaiola, revisao e limpeza
das lampadas e estabelecimento de horario de iluminac;ao de acordo com 0
programa de luz artificial para cada tipo de lote.
Ap6s a chegada dos pintainhos as necessidades ba.sicas S8 resumem em
agua, ra~o, temperatura e umidade, nos primeiros tres dias, usar ra~iio espalhada
sobre a folha de papel para que as aves achem facilmente 0 alimento, e tomar
extrema cui dado para que a agua seja fornecida abundantemente.
A temperatura deve variar de 30° it 32° C, ao nivel dos pintainhos, deve ser
mantido uniforme controlando a ventilaC;80 atravas das janelas e cortinas, verific8c;8.0
das campanulas e cuidados especiais com 0 abafamenlo do ambiente, e correntes
de ar frio sobre os pintainhos. A umidade deve ser mantida, entre 65 a 70% ate uma
semana de idade, de acordo com a necessidade.
Est'; incluido na rotina diaria a retirada do papel que forra a cama, pintainhos
mortos, registro de mortalidade de cada lote. Se a mortalidade for maior de 0,5% p~r
mes, fazer necropsia das aves mortas, e tambem das refugadas. Se nenhuma
doen~a for constatada, verificar as praticas de manejo e estado nutricional do lote,
5
verificag80 da alimentac;ao, traca de agua e aqu8cimento das campElnulas, e
manter-se alerta no sentido de detectar qualquer sinal de doen"".
Neste periodo de cresci menta das aves:
• Mante-Ias isoladas;
• Manter as mesmos criterios de manejo de quando as aves chegaram;
• Gonduzir os programas de vacina9iio pre-estabelecidos e realizar
regularmente necropsia das aves para observaC;8o da presenC;8 de
verminoses, enfermidades e tambem possibilidade de parasites externos;
• Controle do peso das aves de acordo com a tabela de cresci menta para
observac;ao de conversao alimentar.
Gada lote de 100 pintainhos, ficam alojados em gaiolas medindo um metro
por oitenta centimetros, por aproximadamente 14 dias. Ap6s este termino e
separado de forma a diminuir gradativamente 0 numero de aves pelo espac;o da
gaiola, 50 aves por gaiola, 20 dias, 30 aves por gaiola, 42 dias e por fim 5 aves p~r
gaiola (gaiola de 0,50 m').
3.1.1 Programa de luz
A produc;ao de avos esta estreitamente relacionada com as mudanC;8s do
numero de haras a quais as poedeiras estao expostas a luz. 0 numero de avos, 0
tamanho, a viabilidade e a rentabilidade total podem ser inftuenciados
favoravelmente p~r um programa de ilumina9iio apropriado:
• Na primeira semana as pintainhas devem receber 23 h de luz diaria a uma
intensidade de 10 lux. Reduzir 0 periodo de luz semanalmente ate que
atinja 10 h de luz total diaria. Ate 0 fim de 10 semanas manter este
programa ate 16 semanas.
Varios tipos de programas de luz tern sido usados, mas 0 mais utilizado e 0
que oferece 15 minutos de luz e 45 minutos de escuro a cada hora programada ao
dia. As poedeiras continuam a reconhecer este programa como uma hora completa
de luz.
Este programa deve ser introduzido gradualmente; come9ar com 45 luzl 15
escuro, a cada hora de luz na primeira semana seguido por 30 luzl30 escuro por
uma semana, e depois, continuar com 15 luzl 45 escuro. A ultima hora do dia deve
sempre terminar com 15 minutos de luz para que 0 total de dura9ao de luz do dia
nao diminua enquanto 0 programa seja institufdo.
No primeiro dia, e realizada a vacina~o contra a doenQa de Marek e Bouba
Aviaria. Com sete dias de vida e realizada a vacina9ao contra New Castle (B1),
Bronquite inlecciosa (H120) e Gumboro (UCHINO, 2004).
A primeira debicagem e realizada nas aves com 10 dias de vida. Com 16 dias
e feita a primeira separayao das mesmas, sendo dividido em duas gaiolas onde
ficaram 50 em cada uma, junto com esta separa9ao e leita a 2' dose da vacina
contra a doenc;:ade Gumboro .
./ Quando as aves atingem 20 dias de idade e leita a segunda separa9ao,
sendo dividido os pintainhosem tres gaiolas com mesmo numero de aves
(aproximadamente 30 aves por gaiola).
./ Com 24 dias e realizada a 38 dose da vacina contra a doenc;:a de
Gumboro.
./ Com 32 dias e realizada a 4a dose da vacina contra a doenc;a de Gumboro
e tambem a 28 dose da vacina contra as doenc;as de New Castle,
Bronquite (H120) e a l' dose da vacina contra a doen,a Coriza Aviaria.
./ Com 42 dias e leita a separa,ao de 30 aves para 5 aves por gaiola de Y,
m2
./ Quando as aves atingem 60 dias de vida sao realizadas a 3a dose da
vacina contra doen,a de New Castle (Lasota) e 3' dose da vacina contra a
doen,a Bronquite (H120), 28 dose da vacina contra a doen,a Bouba
Aviaria e 1a dose da vacina contra a doenQa Encefalomielite Aviaria .
./ Com 75 dias e realizada a vacina contra a doen9a Mycoplasmose Aviaria .
./ Quando as aves atingem 80 dias e leito 0 repasse da debicagem.
./ No centesimo dia e realizada a 4a dose da vacina contra a doenya de
New Castle e 8ronquite Infecciosa, l' dose da vacina contra a doenya
EDS (Sindrome da queda de postural e 2' dose da vacina contra a doenya
Coriza Aviaria .
./ Quando as aves atingem a idade de 115 dias, sao transferidas para a
unidade de postura (UCHINO, 2004).
4 LlMPEZA E DESINFECCAO
No Guia Tecnico Agropecuario de Veterinaria e Zootecnia, limpeza e
desinfecgao sao realizadas profilaticamente para livrar a ambiente de possiveis
agentes que possam causar qualquer tipo de prejuizos para a nova remessa de
aves que esta par vir, agentes como ecto e endoparasitas, fungos, viroses e
bacterioses que sao vetores de doeng8s dentro da avicultura. Dentre as formas de
limpeza e desinfe~o pode-se destacar os criterios abaixo descritos (MILLEN,
1993).
4.1 Desinfetantes e Termonebuliza~o
o uso de termonebulizadores para a aplica9ao de desinfetantes esta se
popularizando per numerosas raz6es:
• Facilidade de aplica9iio e velocidade de aplica9ao (1.000 m2 em
aproximadamente 4 minutos).
As goticulas transportam 0 desinfetante que flutua no ambiente, e finalmente
pousam com suavidade sobre as superficies. Os ventiladores e equipamentos em
geral tambem sao desinfetados.
Todo 0 ingrediente ativo permanece no ambiente e nao ha fugas como no
caso dos metodos normais de aspersao. A maioria dos desinfetantes pode ser usada
com os aparelhos de nebuliza9iio (atomizadores). Antes de fazer a nebuliza9iio e
preciso limpar a area a ser desinfetada (FIECHTER 1983).
4.2 Escolha do Desinfetante
Escolha 0 desinfetante mais indicado para a tarefa. 0 desinfetante deve ser
sempre adequadamente misturado com agua para garantir que a area a ser
desinfetada permaneya urn ida, permitinda que 0 desinfetante atue corretamente.
Aumentar a concentrac;ao do desinfetante, usando menDS agua dara como
resultado uma pobre desinfec~iio. Uma boa dosagem e usar 250 ml por m2 0
desinfetante nao deve ser enxaguado: e preciso esperar 0 perfedo de tempo
recomendado.
o peri ado de desinfe~o normal mente consta no r6tulo do produto. Como
regra, todos as inseticidas devem ser pulverizados depois de completar 0 processo
de desinfec~o. 0 uso dos produtos de forma simult;mea pode afetar a efetividade
de ambos, tanto do desinfetante como do inseticida (BAYER. 2003).
10
5DEBICAGEM
Conforme manual da Hy Line, a debicagem e urn processo cirurgico, com a
finalidade de S8 prevenir 0 canibalismo e a escolha das particulas maiores da rayao.
Todas as aves de postura, sob as condi~6es atuais de alojamento e devido as altas
densidades, devem ser debicadas. Tal pratica deve ser realizada antes do lote
atingir 18 semanas de idade.
A debicagem bem leita resulta tambem em maximo aproveitamento da rayao.
Porem, na eventualidade de lalhas nessa opera9ao, como, por exemplo, deixar 0
bieD inferior muito grande, em forma de espatu[a pode ocorrer 0 desperdicio de
ra9ao.
A debicagem e urn fator de "Stressn para as aves. Porem, esse efeito adverso
pode ser diminuido, quando realizado par pessoal capacitado, em tempo adequada
e com 0 usa de equipamento especializado (HY-LiNE 2004).
5.1 Idades para a Debicagem
A debicagem no dia do nascimento nao e recomendada, par duas raz6es:
1. Fator de "Stress" muito grande
2. Necessidade de re-<Jebicagemposterior
11
5.2 De 07-10 Dias
Uma 56 debicagem durante toda a vida da ave pode ser realizada nesta faixa
de idade. Para 0 corte e cauteriza,ao dos bicos, utiliza-se 0 orificio de 5mm de
diiimetro da placa guia.
o exito dessa opera,ao depende muito da habilidade humana.
5.3 De 05-07 Semanas
E a idade recomendada para a debicagem, ja que S8 requer menor precisao.
No entanto, podem ocorrer hemorragias, S8 a temperatura e 0 tempo de
cauteriz8g8o naD forem adequados.
o bieD superior deve ser cortado na altura de %, em relaC;8o a extremidade do
bieD e 1,6da narina, com ligeiro angulo para dentro.
o bico inferior deve ser cortado a aproximadamente % da extremidade do
bieD, justa mente ande as tecidos carnasos terminam, de modo a deixar a bico mais
comprido, em relayao aD superior.
5.4 De 12-18 Semanas
Praticada quando 0 problema de picagem nao tenha ocorrido ate a idade
citada.
Os procedimentos sao identicos aqueles da faixa de 5 a 7 semanas.
12
5.5 Precaug6es
1) Nao debique aves enfermas.
2) Evite debicagem apressada e de emergemcia.
3) Dois ou tres dias depois da debicagem, encha os comedouros, para as aves
camerem mais a vontade, sam a recaio de sa machucarem.
13
6 BIOSSEGURANCA
A avicultura em grande escala, com sistemas modernos de prodw;ao, cria
condic;6es ideais para 0 aumento de agentes infecciosos. Esses agentes podem e
devem ser controlados adequadamente atrav9S de uma boa biosseguran<;a.
A biosseguranya deve ser a maior preocupa<;8o da industria avicola, ja que
todas as pessoas envolvidas nessa atividade estao direta ou indiretamente, ligadas
a produyao de alimentos.
A ideia principal de biosseguranl'a e fixar medidas e programas sanitarios
para diminuif, significativamente, a inevitavel exposiC;80 dos lotes, em geral, aos
agentes infecciosos.
Sendo assim, podemos definir biosseguranC;8 como "conjunto de medidas
sanitarias a serem lamadas com 0 objetivo de minimizar 0 risco de contaminaC;8o
dos nossos planteis e, consequentemente, proteger os consumidores no mundo
todo".
Urn problema importante em biosseguranya e as pragas que encontram nas
granjas avicolas as condi90es ideais para a prolifera9ilo. Os agentes infecciosos sao
encontrados em todos os lugares, mas seus maiores transmissores sao os insetos,
principal mente a mosca domestica, 0 cascudinho e tambem os roedores.
Com a apresenta9ao de sua linha de produtos para aves, a Bayer oferece ao
setor avfcola a mais completa variedade de excelentes produtos e programas
confiaveis que ajudarao a melhorar a rentabilidade de sua atividade.
Estamos seguros ao afirmar que, Bayer significa biosseguranya (BAYER,
2004).
14
7 CONTROlE DE VACINAr;:iio
7.1 Doen98 de Marek e Bouba Aviaria.
No primeiro dia, e realizada a vacinayao contra a doenya de Marek e Souba
Aviaria.
7.2 Doenya de Marek
E uma doenya linfoproliferativa dos frangos que se caracteriza por uma
infiltra.yaomononuclear de urn ou rna is dos seguintes tecidos: nervos perifericos,
gonadas, Iris, visceras, musculatura, celulas do epitelio folicular e pele. E causada
par urn Herpesvirus sendo transmissivel tanto par via aerogena como par cantata
entre as aves.
Os galp6es avicolas contaminados permanecem infectados par varios meses
a uma temperatura de 20-2SoC e durante anos a uma temperatura de 4°C.
As aves podem ser portadoras e disseminar 0 virus sem demonstrar
sintomas.
Os sintomas clinicos sao principalmente sintomas nervosos, par exemplo:
• Paresia;
• Paralisia das extremidades.
15
A DoenC;8de Marek pode ser imunossupressora.Nao existe urn tratamento
efetivo e a vacinayao e 0 melhor caminho para contrala-Ia (MERCK et aI1970).
7.3 Variola ou Bouba Aviaria
A Variola e uma doenc;;a viral comum a lodas as aves domesticas que nao
tern importancia para a saude publica. E causada par urn Poxvirus.
Eo uma doen,a de lenta difusao que se caracteriza pelo desenvolvimento de
lesoes cutaneas (forma cutanea), ou lesoes sobre a membrana mucosa da parte
superior do aparelho respirat6rio, boca e traqueia (forma difterica).
As infecc;oespelo virus da variola das aves sao economicamente importantes
na avicultura domestica. Para a prevenc;ao desta doenya ha vacinas disponiveis no
mercado (GUERREIRO et al 1972).
Com sete dias de vida e realizada a vacina,ao contra New Castle (B1),
Branquite infecciosa (H120) e Gumbora.
7.4 Ooen,a de New Castle
A doen98 e causada por um Paramyxovirus (PMV1 0 Virus da Ooen,a de
Newcastle, NOV) que e 0 prat6tipo de seu genera; e de complicada caracteriza,ao,
pois diferentes familias do virus podem apresentar enormes variaveis de acordo com
a gravidade da doen,a.
A doen,a esta difundida no mundo todo e tem grande importancia econ6mica.
o virus e transmitido por inalayao e por ingestao e causa grande variedade de
16
sintomas em muitas especies de aves. Ha vacinas disponiveis para prevenir a
doen", e a difusao do virus (AOMS, MELVIN et aI1970).
7.5 00en9a de Gumbora (IBO)
E uma doen", aguda, allamente contagiosa dos frangos jovens e ataca
principalmente 0 lecido linf6ide com especial predile9ao pela Bolsa Cloacal. A bolsa
cloacal e 0 principal regulador imunologico dos frangos, esta infecC;8o ocasiona
imunossupressao, mortalidade e grandes prejuizos econ6micos.
A 00en9a de Gumboro e causada por um Birnavirus.
Os virus de campo apresentam diferentes graus de patogenicidade para os
frangos. A vacina viral tambem possui diferentes capacidades antigenicas. A Ooen",
de Gumbora (IBO) pode causar mortalidade (acima de 50%) em frangos. A
imunossupressao tambem prejudica 0 rendimento das aves mesmo que nac haja
sintomas evidentes.
Os pragramas de contrale devem ser adaplados periodicamenle (pelo
aparecimento de noves sorotipos) para poder seguir a evolw;:ao do virus de campo e
das infec90es (ADAMS, MELVIN et al 1970).
17
7.6 Bronquite Infecciosa (I B)
E uma doen9a aguda, altamente contagiosa causada por um Corona virus e
caracterizada par estertores traqueais, tosse e espirros. Nas aves jovens pode S8
observar secre<;ao nasal; ja nas aves de postura observa-s9 uma queda na
prodU9aO de ovos.
As conseqGencias desta doenc;a sabre 0 desenvolvimento das aves bern
como sobre a produ9iio de ovos faz da Bronquite Infecciosa (IB) uma doen98 de
grande importancia econ6mica (MAYER et al 1972).
Com 32 dias e realizado a 1a dose da vacina contra a doenc;a Coriza Aviaria.
7.7 Coriza Aviaria
Doen98 respiratoria aguda causada pelo Haemophilus paragallinarum. Pode
aretar as frangos em crescimento e as aves poedeiras, aumentando 0 numero de
aves segregadas e rejeitadas, ou causar uma forte redU9aO na produ9iio de ovos (de
10 a 40%).
As aves de qualquer idade sao suscetiveis e as animais afetados com a forma
cr6nica au as portadores aparentemente sacs, constituem a fonte da infec99o.
Os sintomas sao principalmente:
• Corrimento nasal;
• Edema facial;
• Conjuntivite;
• Falta de crescimento; e,
• Diminui9iio da produ9iio de ovos.
18
Quando as aves atingem 60 dias, e realizada a 1a dose da vacina contra a
Doen~ada Encefalomielite Aviaria (SOUSA 1955).
7.8 Encefalomielite Aviaria
o virus responsavel par esta doenc;a pareee pertencer a familia dos
Picornaviridae.
Afeta principal mente as frangos jovens e a doen<;8 S8 caracteriza par ataxia e
tremores rapidos, especialmente da cabe~ e pesco~. Vacina9ilo e 0 metodo de
controle (MAYER et aI1972).
Com 75 dias e realizada a vacina contra a doen<;8 Mycoplasmose Aviaria.
7.9 Micoplasmose Aviaria
Esta doenya e causada pelo Micoplasma spp. que nao e urn virus nem urna
bacteria. Os Micoplasmas mais importantes na explora<;8o aviaria sao 0 Mycoplasma
galfisepticum, M.synoviae, M.meleagridis, eo M.jowae.
A doen~ esta amplamente difundida no mundo todo e tem grande
importancia economica, embora nao seja importante para a saude publica. A higiene
e as antibi6ticos assim como 0 sacrificio dos lotes de aves infectadas, ajudam a
manter a doen~a sob controle (RICHARD, 1990).
19
No centesimo dia e realizada a 1a dose da vacina contra a doenga EDS
(Sindrome da queda de postural.
7.10 Sindrome da Queda da Postura (EDS 76)
Esta doen~ afeta a aparelho genital e esta sendo a maior causa de prejuizos
na prodw;ao de avos; e causada par urn Adenovirus. Aparentemente aves sadias
produzem avos com casca fina au sem casca.
Esta doenya nao tem importancia para a saude publica e deve ser controlada
combinando vacinayao, higiene e imunizayao controlada.
20
8 SALMONELOSE
A Salmonelose Aviaria abrange um grande grupo de doen9as agudas e
cronicas causadas pela Salmonella spp, uma bacteria gram-negativa, da qual
existem mais de 2.000 sorotipos conhecidos.
Isto a muito importante para a saude publica porque a produ9ao avicola,
atraves da carne e DVOS, e uma passivel fonte de contaminayao par sal monel a para
o ser humano.
As salmonelas sao muito resistentes no ambiente e urn completo programa de
controle deve ser implementado para controlar a sua difusao (biosseguran9a).
Como metoda de contrale de salmonela deve-s8 levar em consideraC;:8o lodos
as possiveis meiDs de contaminay8o desta bacteria. Todas as cadeias produtivas,
avos, matrizes, frango de corte e poedeiras devem possuir metodos de controle, pois
a salmonela pode ser transmitida via vertical.
Para S9 ter urn controle efetivD, deve-s9 realizar, desinfec980 da agua,
aCidificac;ao de rayao, controle de roedares, insetos, exclusao competitiva nas aves
alam de controle de pessoal e equipamentos (MALDEN et aI1990).
21
9 CONCLUSAO
o estagio oportuniza novas experiencias as quais despertam para a pesquisa
e para 0 estudo, mostrando a real importancia do continuo estudo.
A avicultura, como S8 saba, gera renda e inumeras atividades que estao
interligadas, como f;lbrica de ra~ao, equipamentos, laborat6rios, produ~ao de
materia-prima e muitos Qutros setores.
Os conhecimentos te6ricos adquiridos na disciplina de avicuJtura no Curso de
Medicina Veterinaria foram pastas em pratica e ajudaram a abter conhecimentos em
outros setores.
22
REFERENCIAS BIBLIOGRAFICAS
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1970.
ANAUPEC 2000. Anuario da Pecuaria Brasileira. pag. 242-268, 271-292. FNP,
Boviplan e Argos 2000.
BAYER®2003 Medicamentos. Folder: Manejo de Aves.
FIECHTER, I. Manual para Criayiio de Galinhas. pag. 12. EMATERIACARPA,
1983.
GUERREIRO M. G; MAYER A. Virologia Veterinaria. pag. 333, 373,430, 1972.
HY-LiNE do Brasil. Guia de Manejo Comercial. pag. 6, 2004.
MALDEN, C., M; RICHARD, E. A. Poultry Production. 13° edigao. pag. 232, 245,
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MAZZUCO, H; ROSA, P S. Manejo e Produyiio de Poedeiras Comerciais. pag.
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MILLEN, E. Guia do Tecnico Agropecuario Veterinaria e Zootecnia. pag. 638,
1993.
UCHINO, Rita Kazuko. Proprietaria da Granja Shisa, cita~o verbal, 2004.
23
24
ANEXOS
BRONQUITE INFECCIOSA
DOEN~A DE NEWCASTLE
usa VE'l'ERINArno
~NOBILIS® IB+ND MA5+Clone 30*
DESCRI<;Ao:
INDIC1\.I;:Aa:
<i,' I "'"'1"" <I,' "OJ' I" ,. I',)'" ,) r<'V,~<"; iOl" .'0
'1"1;,,11.•,, ,'" I'""t",,, (. ""
APLlcru;Ao:
IMPORTANTE:-:-::::;-·~~::::;;~:~·,:;,:.rl,~P.i~,.(}~itfti
r ~ealizada nas ho~a~
preferencialmente pe1<)
d".~ I "f"C"nCc!l
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~. Ilc rrc(crencla utilizar bebedou1:os plasticas.
,1.-. "11,,,,1,,;,,o\> .1<;:0 inoxi,Mvel.estar bern I impo!! e sen
desinfetante, sabilo 0<;
IIHIJNlDADE II: JWU;Ac, A. VAClNACAo:
~.,;I.~'.'~~;:;~:~.':':.;,',,:':;,:"::'::1';'~','II:iL::•.'1:' '::':~;" :,": .~::~'.',::~'M:·.•::
!,<.lln,lvel 1" e'lt'II~·.' .1,' .,"'; ,'", I"'" 'u.,'." ,,,.,.
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V:ocl"..-.r lIun''''''•.. ·.V··" !I.•<I;"",
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APUS£NTAcOEs:
FUDC05 de 1000 e 2500 dOll1)5 em cmb"lllgen.o colotl"ilS
c:ontendo 10 !USC05 de 1000 ou 2500 doses.
AKZO NOBEL LTDA. - DIVISAo INTERVET
U"., •..•.·.il': l ••,,,,,.~,,::~.i,',"'I - ,'",-iI iII., - "Il - •..nrl~:/"'f\X: (11111) 3'12-321.1
I" ,,,,,1 ,{."" i 1'(,: Ily, "t! I,. I~. ::; Iv,l - ('Il~tV/I'lt 3819
(041) 372-3213
------
~
DOEN<;A DE MAR.EK •..· .
,~\
U'lico di'lI~l1lc
l'spI.x:ilil:opam
v:lcillas
cOllgcladas
OESCRI<;AO:
INDICl\.C;OE5:
J\.DHItIISTMr;lIo:
ARMAZEHAGEM E TRJ.NSPORTE:
PRECAU(;:OES ESP£CI1l.IS DE S£GUR1IN<;:A:
I. lJi Ill" ,l vllcina conform" instru<;Oes acirna
nh""''-V'l"d"0'1 av;so::; e precau<;oes com 0 ma"useic
; E",::her umil serinqa automatica. previament
;I ':0:.1<1" de ilcordo colO as intru<:;Oes (;
I,ll." !call!:" e .,jusLar f'ClCil0,2 m1. Para a apliCilo;;i1
utilize aqulha 10x10.
:;(>(l,,~e t!. .1ve Pf'<" parte de trAs do pesco<;:o, be
.,I,.,ixo ,I" c"beca. TI pole salta da area e pino;;ad
y••.,tilmente [lelo polegar e 0 indicador. Introdu:
.\ ;)<1,,111.,PO,"l>.~ixo da p<'!la nil dire<;,~o para bai,,!;'
,1.\ (""1>,-..-;,,. ),,;<,1,-, 0,:< ml por ,'''C',
,1. 'J l,-<,:,;code vilcina <leva scc mantido em urn b,lnh
I rio (' freqllentf'mente agitaLio.
PoLiom ser uti lizados sistema autematizados d
01.11 II" 1'.''''·0.1''•.••• ",'r "1.1117.•1(1
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Dil"" a vdcina confo~me instrU';:oes aClma.
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2. A dilnlc,\o dev •• ol).'d'·~·.·, ,1:' 1,'e'""'-·,,,I,'~·(,,,,,d"
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"!J".)ciad",,,.
KI\..'ITEWIA A VhCIIIA EM IIlTItOG&!110 LiQUlOO.
APRESENTAC,.\O:
AmpQlas de 1000 doses.
AKZO NOBEL LTDA. - DIVISAo INTERVET
1'"., 1··••·li~ 1,,,,,,.,I';,,,,~.i,17'1 - ,'",;1 ;10., I'll fU~l) 3'12-37.73
"""I''''''':'v" I ",,"••i,''': "v' "" ,;. r~. ::; Iv., - ('UMV/1'1\ 3B 1 <.)
1\, •.",1;,,,,,,,1 , "" ,',,,,,,,,,,,,<1,,,',',.I (041)372-3273
DOEN~A DE GUMBORO
AMOSTRAS CLASSICAS E VARIANTES
ttNOBILISOO IB+G2+ND*
• NOBILISOO REO+IB+G2+ND*
'k usa VE'l'EHINf..HIO
OESCRlc;Ao: 'j "-1",,,:.••, ,I.' "'1., ••:(> 11.1,. d'~v.~ "" •. lO':'IIordo _.u!'! dU,l!)
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dU""flvolvcr,lo il"ticor"o~ a urn nivel que qera ampl ••
~;,:,,(,;~:::;':'"<,:olll.r" <) virus da doonCII de
lUlHIIHSTRll<;AO:
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1""';0010 de po::;lur,l, lee"u Ilnticorpos milternlli:l pilr"
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PROGRAHA RECOMEIID1lDO PARA VJ\ClIIA<;AO:
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.,1,110111<1.", .1 •••.,..,,,.,~·.l,,. rode ",:o.r"r, ""
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APiU!SENTAI;Ao:
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" )·"'d i ro V"l" /"l n,; ~ i 0 p<o r,1 In" lhor
'1"""'0,..•l'foce,ljmcn1::os eOIl'plClnCntilres.
REA<;:O&S A. VACltlA<;:AO:
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,I<. on"., ",.",1';,.• "or, f't.~, .,,,•..•IIes d<'l$Cnvolveri'lo
,,,,;""'1'"'' .l '"" 11;'11'1'I"" '1",-" protcC'\o contr" "
v",,:: ,I., d".,,,~,.,<I•• U"W(,".1~' IC,
.'""I:,vc'i~. 11.10"011,10 observ;td"!1 q\'o'Ii~.q,,,,,
,I tibui.das ,I VIlO:::i 11,";'.'0. Pode oeorrer, ""
I'''f.•..•lguma" ~;cwan,1S, Inn pequeno inchllco n'
"1,1 '''.'<,:,'0d,l v"c In" ,"'po" a V"C1U'H;.10. ~~.'"
lIolo provoca d"no~ perrnanentes ao tec1do,
I ",,,,:,~;:~ f'." ",'0:::; ",'c,'"tf'''h.... "ido rf',-.l; ::•..•'1.•
RECOIa:tttlAc;OES IME'ORTIINTE:S:
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INTERVET
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::;",11"",<, d .• V"""" .1.' /',,,:,,,,., 11·:n:;}. ",; v, ,OJ:: ".1":.;~":.,\:J.;~'~"""~."".P"""""" n., /,1::" '''1'''''''' ,1.-.'"n.'<,",,,I,,.',,
e. quando for necess~do. deve-se consul tar 0 ~h~dico
"•...'•••,.-i,,;'r;o 1'",·tI melILor orient •••;;ao 'luilnto ,1
l'ro<.;eui"'''''lO~<!omplementares.
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'"'""-l,l, "" ,lV,,,)dC:Jellvolver,lo ilnticorpos a urn !livel
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do p<'5COr;0.
~ES '-AVACIItAcAO-:---"" - ;c',,::.:.c.~~g.,~~"5r·:~-;·
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" ..,,;,;"r..,1, ;1",iol(l5 ,\ v.,c!u,u;,lo. Pode oco~rcr, n,'
entanto, por alqulMs :;ell1,)l1<l5, urn pequeno inchar;o no
local <Iii aplica!;"'o da vacina <lPOS <I v<lcina.;3.o. Ess •..
;''''1,.":,,".1" I'r"v",',~,l.;"fl~.f'<'rm",,,,,,l,,r."" \1'("\,\0,.
",,,,t.,,,(,, 'I"" " v."-I,,,";.'oLenhil rolllo rll"llvl,r .•
ADMINISTR.Al;AO:
,,,I I"" .,'1".
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s('~ aplicada5 em aves rie id<ld'l~ ,·"t~"10 - 20 ~elMn"s,
mas nilo menos de tr~s scm!"'lil~ ,lilt"" do inicio previsto
de post"r;).
tno e necess,'ui(l " I'rInIOWlcinil<;il.o cont~a ,","lOlIiru:,,;
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d.• """"I',il t· ;"''',-,-;,,::•• ""'''' '1'"
OE5CRlcM: tl0BILIS~ 18 II-52
APLlCACAo:'-·-;-:~-:~~:~~~'~.:~!$W~~~j{i~(.
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<I",aqua para 1000 ave9,
11("'11.1:;'" III lI_r,?
,."", , ..•" b,ol\'I";!"
~';"i:;;:"~';',';:';;':;:.
11.""",<:1",,,,-,1.,,,,
INDICM;Ao:
MlMINISTRAcAo :
POSOLOGIA E MODO DE USAR:
hI Inntil.:u;~o 0""",1c/ou ocular
U"e"""ll1.uir a vac;"" com lima 901ul;010
"I11in" (isiol6gica e "dministra-la po~ meio
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~:n~21:;. lll"til,lr uma gota na fossa nilsal ou
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.1<1mill;"trar;.lo ·j~p"'"d"'m ",n 'I'""d"1''''''',..,::11'•.'•....'0 <;1 IIdmini.<;L~aC,'O nela t10Uil de bebida
,,,,:·,1 p..-" '.'.:". d.·v"·~,~ ,."".," II_oj, urn ,,,.'·<li,'"
(I fr,.•"co t1nve ncr ilberto sob a aqua.
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lOl1troll
201ltro!l
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AQUA PARl\ AVES AGUA PARA AVES
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pclll ma"h~.
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C lllllllX!rn dol :Illude e co"ui,;uu!> da:3 alle:s. II hi<jlelle e
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mortu:; e corado", l\!>t('ctil. Iwlo t.f>sre de dgllltinllc,10
dp ['I,v'",os ,,",;'""'1"'",-••""II.,,,'{'''d" ;',I""':'~'"
CillISdU,lS peLl S<llmOnl'i La 1,,,11,.,,pm €! 1'('1.,
.':,./"""",11.1 <1,,/1''',1IIIm, oil' <,.11;,,10.>;:
INDlcru;1.o:
Oiagn6stico dOl puLorose das galinhas e dos per:!s.
Como e possivel que nem tod<'ls as 1I"e5 de urn lote
contaminarlo [eajllm positlvamente ao teste. e
recome:ldado utilizar 0 teste de "qlutina<'.'Jo em plac,,"
""r<> a diagnostico do late, n,~o para identifio.:a<;,\u
Individual ddS "ve:; contdml ',<.Id,,:;.
REALlZACAo 00 TESTE
I. Il,r.i\ l<~min,' d" viol,u bopm 1;I;'l'a, il",nin.1<j" P("I,
h,i,,,,, l"v;I,,, ,',d,o, ,," .,.... iv," .I.• 1•.",,· d.' I,,:)
U," pe'1u(>1\o bil:'lti\O I)"til m'~tU'd.
::l0~0 iresco e em hip6tcse <llgum<l este 501'0 pode set
con'1e1<100. pois isso pode caus<lI' I'eilll;OeS
lllc::lpecificas.
,\1' re3<;:6e5 p05itivas silO visiveis em menos
de 2 minuto" e silO c,Hilcteriz<ld<ls peio aparecimento
de qrAnulos <lzuLados. 0 tamanho dos grAnulos e
va~i"'vel n<l dependlmciil da concentrac;:il.o de anticorpos
no so~o. II reillC;:il.o s6 pode ser considerada
ne'1<ltiva ap6s urn periodo de observa.;:il.o de 2 minutos.
o aparecimento de qranulac;:il.o ap6s 2
minutos deve 5er considerado como rear,:ao
suspeita.
A le"<:;.'Io de aglutinao;il.o rodera ser retardada. se a
telHpcratur<l ••stiver abaixo de 20·C.
I)"al' f:cml're 50ro.~ de ceferenci<l positivo e
nf'Q,~t ivo.
Tcst<lr 0 II.ntigeno puro misturado a uma
qota de soiuctlo salina tamponada (501u<;:(\0
[1:;i016'1i.c1l) p<lra <lv1lliar a condic;:,ao do
l\.ntiQcno.
Enxacjuar e :'Ieear 0 bastilo para 0 U50 a cadil
o teste devel'A set Ical1zadn" ,,,na
20"r e 25"(;. E'n l,,'''pCrilr.ljril~ '""13 pndl"" Con5ervar entre 2'C a 8°C.
"'C"~r"'rreilr;-~o d.·'"uto-.~al,,1 ""',';\0. " r, "u·..,
cont:a-got"~. ""oIQ'~<lr IImil QOla de
e adicionar lImil ""oril d" SQlC'.
o au:"; 110 do hilSt.lO ·Ite lorm,n um circulo de
"pro,.i.madam""~ c I. '> e", d~ (ll"uoCtro. '\'Jitar '<;""V"IOOlll,0 APRESElIl"AI;AO:
" pla"a fa'/or",,"'nrtn 0 "l'iln'"imcIlTn de umil l'o~"i\l"l
,••a<";",'IOI'ositiv". ,\ IP,le,\n '!"Vf' "or teali.""L,1 ,.,~" f":-a"co de conta-gotas eon tendo 10 ou 25 ",1.
corre"pondente a 200 ou 500 testes respecti'lamente.
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~ ii ;'"l:'~'l'~',,~'''(;:l\::';rCIilt':~~'{:\=i;;'~ln~t~:::~~,~aI~'!~
Ell> ""f'" ,,1.<>"",1<1., ,10 'o/i rOJ!': (I., Bo"l",
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"1m;,, j ", ~;"J" "",'1:; d.,.~ "
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PREPARO DA SOLUt;AO VACUtAL:
I"" .",,""-,
f"'"'' I ;"Ii liz,l(!;],
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I..• :""",-1,,,,,,;
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O''''ndn,1 v.,cin., {, dis,w\vid(l (l1" (l" t.orna bao.tllntc
"".1,,,,,:.,,,., c [>"'df.n,~ <lU" <It!viuilde em pUyeil9 hora:).
~~~a"~><.PO"hil a 501u<;,liodil v'-lcina lIo calor ou a I"adia~ao
REACXO~-DA VAcIW.: .P~;~t,,_~~,~~·~~;t:h~i~~~;W~~
lis I"eacOes devem ser examinildas em urn certo n"mero
tie aves entre 6 a 8 dias ap6s a vacina~Ao.
!le,,,'·"",I;<:,)".~ 'lor",,,,bo '\VCIl.
II" I"".,\ tit! .~pllca~,'o podcr!lo IIcr detectadoll pequeno",
".-111,,10."'1qu •• ~••pe"llentam uma coeeeta imuni:::a~.a.o das
II ,~",;••.",.,,~ de rO<lc.'lo pode tier devida ao::; sequintes
I,ll",,:
- "" ,1VC" j,~ e!.<tllrcJ» imuni:::i\doJs;
~ .1 v,'cin,~ tee sido expost" .10 calor ou lIO sol antes
de: "ell e"'preqo;
.• v.,,·;""",1" I", ::Ido "1111~Mta corrllt,~'uelltc.
II"" I'; "I "" I"'>V"',; ,''',•..•" lIll 'J'~Ilnh •..•o \",,,ni~ad ••" .'
''',1<:.1"1,,,·,,1e m,,;11'1"ve:'.(>!l1"'3(.""tc discrcti\. Contudo
.• ';""", ;,1:><1,'(. h.~"t""l-"" ~,"I idll.
PRECAlJ~OES~:·:;:-:-::. ·-·~::";~~2:-4l~i~i.~,~1r~".
LJv;"\t e de:oinfetaI" todo" os equipament03
<1"£,01<;. da v;"\clnac<1o. Quaisquer rcstos <.Ii>
v,l<.:i"" c fr,l.~coS devcrilo ser qucimados
ci"!li,,{••tado~.
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IlTO(:f!,ll",entQs cOII1plcmcntaro(l.
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I/IDlCAcAo:
0"""<1,,., V.1"i,,;,,;,.'0e uma rcvacinac<'io forem rcalil!ada:<l
,I." "",., ",,""'i •...' ,'orr"t", ,'" ilVeS descnvolverAo
.,,,1i ",,, I'()'~ ,,"m 1\;vlll 'Iue <,jera protec4c
con!.ra as Infecc~c9 pelo lIaemopl!11us
paraqallinarum.VacinaCAo de reprodutorll!l tavos e matrizesl e
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e ba~tant.e baixo sendo comprovado por desallos
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f\.hni'"':1,."I .• "",
1""""":')(1"":"'''1
.1"1'"'''' !.:," "V":1 ~.,,,d;\v";~. drv<, "ror rer, ror .,1'1"'''11,
"""''''''',"'"1""1'''''''';"I'!",.:""" l,w.,1 ,I" "1'11".1<:.1,.
•r., ".••.;".•. '1""'"V.";;II"<;,\O.Esse Inehnco nJo p,'o"OC,'
<I.,,,,,s p"rm"n""t<"s ,'0 toei<lo, contanto '1UO "
"'.l'·i ".,,:.10 ',·nh.\ "ido re.,l i ~ol(!,'
"""'I";'·<l,""n'f'.
PROGRII.HA ItECOMEIIDADO PARA VlI,CWN;Ao: 1-:"'.I.,..",'".,,,.l,,d<',,,,,,,,,"oI"!\lr.,d,'."""",:1"'''·\I\,,'
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alem de prejudlear a lmunidade para outra3
valene!;,,,,IlORIL15';")CORIZA d"vC! ser ilplicildiJ em "VI~.';,I~ idMI~'r.
01•• ",,,
""t<.>S <I~'"1'1 ,<.:••d., dV,'" <I,',v••", Le. "id ••
"1"'1,)·,.1,,,,,,,,,1"I" ;"",',;0,·;".••1.• , ,""" 1',·1<>"~,,,,,.,'"''''d·,·,,· v"i.' '1., .':"<""u R~:C()I-1F.rltJAc::O~;SGERI\TS
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() '''n,p'' d"·''',r,'I., ,·,,1,•.. ,,,,,,,.,,,,,,·;,,.,,:.1<) ,..•
"."-;"".,,,,r,, ",1,." .•. ,.,,,,,.,••,,""'1"" APRESEIITAt;Ao:'",,,,,,,,,,,,,""h'"'' 'I"" d",'" 1"" , '.'" 1,,,,,h''''<lII
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.0['1i""~'Jo ,,11\ ""da ave, de modo" encher os doi5
o,-ificio:> eta il(lulha. E"f~eg"" a "quIh" nO lado
i "I "1 '"0 do fr".~co r",ra F.<'",ovcr 'Jota,., e><ce:;"iv"s, II
"J"lh"" jn,;c~id" alr"veg tl" membra'''l d" aga. Dcvc-
"e f>vitar introduzir penas na les~o e evitar
os mtlsculos. vasos c articulacocs. ,i membrana da
~~:,.1~le,~etr~~;,~rg"locvJ~"e{~O~~Qi1~iSi~~~~;i~~~S. Pan~~
lILilizilr a meslna aqulha para lotes ou granjas
dLferf>ntes.
Quando [or utilizar para !rango de corte usar somente
urn" aqulha do cstilete.
REACAci7:~~:ViC~rLJ,i~~j~
As rca.;"'es devem sec examin"das em um ccrto numcro
de ".veS entre 6 " S dias apos a vacina<;~o.
I'~"I'"" F(','.;"U<,,, ".'0 n'er""lcnte locals e n"o interferem
11.1" ,·",,,ll~·',,',, <j('r"l" d.,,, 'lVes.
110 l,w;,1 <i" ill'lic,l<;<1o poder,'o "er detecti1do3 pequeno"
"(,d,,1(l" que repregentilm uma correta imunizac;i'lo das
,~".t';,::;':"ICi" <1[> reac;:;1o porle ser devida aos seguinter.
j,\ ""tarem imuniz"dag;
<l '-"'C;",l lee "ida cxpo"t" ao c"lor ou ao gal
,,,Tr", do g'", empreqo;
1 '1,1<::;11,1 ,,<10 ter 3ido utilizada corretamente.
devc ne" lit! 1 i~.1ldo i",c,1i <lti",",,"tc
s ido aberto e 0 "ontcudo
APRESENTA~O :
F.",bill.ilqcm de 1000 doses. Acompanha diluenLc, aqulha
p1lra vacinar;:Ao e conector para dilui.;Ao.------1'1< - FONE/LiX: (041) 372
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altamente imunoqtnica do viru" da Slnrlrome da
Cabeca Ind':ada - pnoumov\ru$ ""iado (SIlS I TRT) om
.,1t.~'\ "...,,,•..~,,t~.~<:",;",\.nt". v:' "" -:.'" ;n.lt ;·J.~,t,."
,"1""",' ·10· "•••,.
l"v" "",1" ..",) 1"""
d" c.•l" :.1 '"d',Id.l ",,,,,,,,,1.1
ADHINISTRAcAo:
'-,dministICada poT via ,"tr1lmu:;cular, n,~ coxa, no
musen!o do pellO OU .'IubCul,.;:In"""'"""te0<' parte d"trAs
dopesco<:;o.
PROCRJl.M.l\ RECOMEI/OADO i'hM Vi\CIIlllCA.o:
"1"1 i", •.
'" ·1••"".', .• ,.,. ,I" I"'
·1" '101;,-•.1.,.,
,:,~. -;,",';': I; :~:" :; ';' .;:, ~.' I ;::P: / .•,
d., V."""d viv", 1'".1,·
a ".'10'na inat Iv.~d.l.
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o tempo decorrido entre a primovacina<:;;!o e a
vacinacAo de reforCo n.'loo deve ser menor do que duas
s~manas, mas pre!erivelmente maior de seis semanas
para ser produzido 0 efeito de ~boosterH
desejado .
I,w ••;s ,I,·v.''''::,,. LeVilaas em consi(lel"<.;.lo
"""'o'l:-.irio, deve-so consul tar 0 Hedico
p.;lra melhor orienta ••"-o qUilnto II
complcmenti'lres.
Quando a vacin!l!;:llo c a revacinao;;!o forem
~e"i.iz"das de urna maneiril correta, as lives
desenvoive[.\o anticorpos a urn nivel que geral;f~~~;J;~cOlltr" 0 virus d" Sindrome da Cllbet;a
REAC;OES A VACUw;:Ao: "'-':-:-::'-~i::~'kJ';::'-':;'~-;-
Em <~ves saudaveis n.\o ser.\o observadas quai.squer
tt.,a,;oes atribuidas /I v.;lcinac.lo. Pode ocorter, n,..
""t"nto, por illyumas llcmana!.\, urn pequeno inchaco n'"
1"",~I d" "pi i,,,o::;'Io(1(1 v(lcill<l "pos a vacjuacJo. E~-"•..
i''''h,~C()nil0 provoc<l o<lnos pc.rmanentcs ao tccido,
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• NOBILIS® ANTIGENO MM*
• NOBILIS® ANTIGENO MS*
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DESCRlCAO: NOBILIS® ANTIGENO MG
Suspcnsiio de germes de Mycoplasma gallisepticllm,
cepa 56 de Adler. martos e corados. Detect",
pela tes~e de ag! utinac.!o de 1'1<1<::<:1,os ,,"ticorpos
resultant'l:; ,h~ infcccoes Cill1SildilS pelo Nycoplasm:J
gal11sept.E"um, no sangue OU soro de qalinhas e
DESCRI<;Ao: . NOBILISIl ANTlGENO MM
SU5pens.1o de germes de Mycoplasma meleagridis,cepa
Yamamoto 529, mOItos e coradas. Detecta, pelo tQste
de "glutin~c"o de ptaca, os anti.corpos resllltantc!J
de infeccoes causada:; pel0 Mycoplasma meleagriJi:;,
nO :lilngue ou soro de peru",
DESCRlc;:Ao: NOBILIS1l ANTIGENO MS
Suspen.~ao de germes de MycoplJ.sma synoviae,
l1Vll-1853 - t\.T. C. C. mortos" COIildos
INDlCAcAO: NOBILIS» ANTIGENQ MG
Di"'J,,0slico d<l noicopla"mo~,. (Jillillha~ e dos ])('~u:;"
cont<lnLin"do ,cilj.1", po:;iLivc,"",'nte <lL> U";l,',
recr::mcndauo util iZ<l~ a teste de aqlutinilC;:.'io e'" plilc<l
I"lCaorliilg"asticociolote, m,.snii.opdra id,>nt.ifiCil<;,",O
;"diviuuai d,.:; aves co',La,ni.llild"s" in(c.c<;ilo por
Mycoplasma qa.! lisCIJt~c"m pm]" estar: po~.enc;,ll""'''Le
considerado ne<;"rivo quando par
resultados encotltrado:; forem Gemrrc. ""giHi",os"
Diagnostico da micoplaGmose dos perus. Como '-
passivel que nem todas as aves de urn lote contarninadc
reajam positivamente ao teste, e reeomendada utili1.ar
o teSte de aglutina<;<'l.o em plaea par" 0 diagn6sticc
do lote, mas nilo pil~a idcntificllc30 individual
das ilV,.S contaminadas A infec<;ao pOt
Mycoplasma meleagridis pode estar ••.~otencia~mente
presente em urn lote. Desta •. forma, urn .loto;
somente e considerado negativo quando par diversa,.
ve1.es os resllltados encontrados fOJ;em sempJ;O;
neglltivos.
Diagncstieo dll micoplasmOlle das galinhlls e perus.
Como e possivel que nem todas as aves de urn latE
<cont"m;""do Leaj.1m positivamente ao teste, E
"I.;,]i ;".ilL a lc~te de aglut! "a<;<'\oem plac;:l
pa(a C) diagnostico do lote, nila para identifica<;:,k
i'HI;v;(]",11 d,1f; nV()S corot<lminada>l. A iniec<;,lo PO!
Nycoplasm" synoviae pode estar poteneialment£
I'resentf> em urn late" Desta fOJ;ma, urn late somente ~
"""siderado "egiltivo quando por dive~sil"
resultados encontradas rorem
I Unoa lamina dr:. vid~o be," limpa, Llurninada pOL
baixo jevit;n calor excessive dOl fonte de lu1.l
2" Urn pequeno hastJo paLa mistUJ;a.
o t.est.e dever" s"r .el'll i1..1do a "1Jk~ !CftlJler.l~ur,~ (,lIlr(-'
20·C e 25·C. Em temperatura$ mais el(-'vadd5 poo;.ter.\
OC'orrer reac;)o de au~0-a<,j11l1l"ac30. ;,qita. 0 frasco
conta got"'S' coloc",r UII'IiI got.'" d<e antigeno na phcn
e ",diciona. uma qot.a de 90ro. rHsturar as got.all com
o auxi1io do bllstllo ate !o~mar urn circu\o de
(lproximada.ncnte 1,5cm de diflll'ctro. Agit(ljC suavemente
a piaca favorecendo 0 apacecimcnto de urna possivcl
ceac:!:) positivlI. A n~aCcio deve ser reallzada com
soro fresco e em hlp6r."s" al'\l"""" este SOlO "odt' s{'r
congelado, pois ISSO pode causar reaClle!l
inespeciflcOls.
INT£P.PJU:TACAo DO TESTE:
II~ reacOell pos I tlV,)5 sao vi!1ivei,; cln nlp.1l0!l de 2
mlnutos e CBract(lrI7.Bda!l pelo aparccimento d'! grAn\llo!:
(ltU1Bdos. 0 tam;Ulho d09 9r"n,,10s e vari,~vc)
n(l dependcnclil da cOII<"entrac30 de anticoq>05 1m
II re4cllo s6 pode sec con::;,der"d",
negativa apes um periodo de observa:;30 de 2 minutos.
o apareClmentO de 91"o1nu1ac;'0 ap05 'I
minutos deve .!!C.'r congid<'tacio como I(~ac"o
lIu~pe:ita .
" teactlo de .lqluUnactio pod<'I'" "e~ retanJ"da, se 11
temperatur.l estiver abai.xo de 2oue.
Usar sempre soros do reCer~:\cili positivo •
negativo.
Testac 0 '\Otlg"no pUtO mi"tu~ado a \11M gota de
soluctlo sal ina tllmponAda (501\':<;;)0 t isiol.6giCil)
para avali,,! a condi~'i\<:< do flntige"o.
Nao ugar gam}ue coagulado.
Enxilguar e l'IeCilC 0 lJa~L~o paca 0 uso a cadll
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