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UNIVERSIDADE FEDERAL RURAL DO SEMI
DEPARTAMENTO DE 
DISCIPLINA: ANATOMIA DOS ANIMAIS DOMESTICOS
 
INTRODUÇÃO À ANATOMIA
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
PROF. DR. 
M
MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO 
UNIVERSIDADE FEDERAL RURAL DO SEMI-ÁRIDO
DEPARTAMENTO DE CIÊNCIAS ANIMAIS - DCAn
ANATOMIA DOS ANIMAIS DOMESTICOS
 
 
INTRODUÇÃO À ANATOMIA 
 
 
 
 
 
PROF. DR. JOSÉ FERNANDO G. DE ALBUQUERQUE
 
 
Colaborador 
 
Msc. PARMÊNEDES DIAS DE BRITO 
 
 
 
 
 
 
 
 
Mossoró – RN 
2012.1 
ÁRIDO 
DCAn 
ANATOMIA DOS ANIMAIS DOMESTICOS I 
DE ALBUQUERQUE 
 
 
Prof. Dr. José Fernando G. de Albuquerque / Méd. Vet. Parmênedes Dias de Brito Página 2 
 
2 Anatomia dos Animais Domésticos I – Introdução 
 
 
 
 
 
 
 
 
Este material não exclui a necessidade de pesquisar e estudar por 
livros especializados em anatomia animal. 
 
 
 
 
 
PROF. DR. JOSÉ FERNANDO G. DE ALBUQUERQUE 
 
 
 
 
 
Colaborador 
 
 
MED. VET. PARMÊNEDES DIAS DE BRITO 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
Design Gráfico - colaborador 
 
 
 
 
 
JADERSON FERNANDES DE QUEIROZ 
Técnico em Sistema de informação – IFRN 
 
 
Prof. Dr. José Fernando G. de Albuquerque / Méd. Vet. Parmênedes Dias de Brito Página 3 
 
3 Anatomia dos Animais Domésticos I – Introdução 
SUMÁRIO 
 
 
 
INTRODUÇÃO ................................................................................................................... 4 
 Definição ........................................................................................................................................................ 4 
 Etimológica ................................................................................................................................................. 4 
 Divisão da anatomia ..................................................................................................................................... 4 
 Posição anatômica ........................................................................................................................................ 5 
 Estado geral ................................................................................................................................................... 5 
 Variação ........................................................................................................................................................ 5 
 Anomalia ....................................................................................................................................................... 6 
 Monstruosidade .......................................................................................................................................... 6 
 Métodos de estudo ....................................................................................................................................... 6 
 Nomenclatura ............................................................................................................................................... 7 
 Planos de delimitação ................................................................................................................................... 8 
 Eixos de construção .................................................................................................................................... 9 
 Planos de secção e unidades morfológicas .................................................................................................. 10 
 
 
 
ANEXOS ............................................................................................................................... 14 
 
REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS ............................................................................... 17 
 
 
 
 
Prof. Dr. José Fernando G. de Albuquerque / Méd. Vet. Parmênedes Dias de Brito Página 4 
 
4 Anatomia dos Animais Domésticos I – Introdução 
INTRODUÇÃO 
 
 
Anatomia é um ramo da biologia, que lida com a forma e estrutura 
dos seres organizados. 
 
 
Definição 
 É a ciência que estuda as estruturas macroscópicas e microscópicas do corpo dos 
seres vivos. 
 
A anatomia estuda os fenômenos estáticos da estrutura e arquitetura 
dos seres organizados. 
 
 
Etimologia 
 
Significação em Grego: 
 A origem da palavra ANATOMIA resulta do somatório de duas significações 
(partículas): 
 
ANA TOMIA 
 Parte, em partes (tomneir) = cortar. 
Cortar em partes. 
 
Significação em Latim: 
 
Na significação em Latim DISSECAÇÃO: 
. 
 DIS SECARE 
 Em partes seccionar (cortar) 
Cortar separando em partes. 
 
 
 Estrutura: A combinação de elementos figurados e amorfos que reunidos formam 
células, estas agrupadas formam órgãos, que por sua vez combinados resultam em sistemas 
ou aparelhos, que por sua vez somados formam o indivíduo. 
 
Arquitetura: (forma) Modelo segundo a qual o corpo se configura no seu todo ou 
em qualquer de suas partes. (Arche = princípio, norma; tectais = conforme). 
 
Sistema: estruturalmente são iguais desempenhando a mesma função. 
 
Aparelho: estruturalmente são diferentes, mas desempenham função igual. 
 
 
Prof. Dr. José Fernando G. de Albuquerque / Méd. Vet. Parmênedes Dias de Brito Página 5 
 
5 Anatomia dos Animais Domésticos I – Introdução 
Divisão da Anatomia: 
 
1 – Segundo o método de observação. 
Anatomia Animal Macroscópica – Estudo aplicado a olho nu. 
 Microscópica – Histologia, necessitando de aparelhos especializados. 
2 – Segundo o método de estudo. 
 Anatomia Sistemática ou Descritiva – estuda os sistemas orgânicos e aparelhos isoladamente. 
 Anatomia Topográfica ou regional – estuda dividindo em regiões ou segmentos 
 Anatomia Comparada – estudo comparado das estruturas entre as espécies. 
 Anatomia Especial – estuda a anatomia de uma espécie em particular. 
 Anatomia Radiológica – estuda os órgãos pela luz da radiologia. 
 Anatomia das Belas Artes (artística) – Ocupa-se com o relevo do corpo. 
 
Posição Anatômica: 
 Para toda a descrição, vamos considerar o animal em estação, em pé, com os quatro 
membros apoiados ao solo, pescoço formando um ângulo de 145º com o dorso do animal, 
cabeça e olhar dirigidos para frente (admirando o horizonte). 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
Estado do Animal 
 
 
 
Prof. Dr. José Fernando G. de Albuquerque / Méd. Vet. Parmênedes Dias de Brito Página 6 
 
6 Anatomia dos Animais Domésticos I – Introdução 
 Dependendo do fenótipo manifestado pelos animais, pode correm implicações 
quanto da sanidade, portanto o estado do animal pode ser: Normal, Variação, Anomalia e 
Monstruosidade (como mostra o quadro abaixo). 
 
Sanidade Estado 
 
Sadio 
Normal 
Variação 
 
Doente 
Anomalia 
Monstruosidade 
 
Normal 
Em medicina veterinária e humana, do ponto de vista clínico, significa sadio. Em 
Anatomia pode representar conotações diferentes: do ponto de vista estatístico – normal é a 
estrutura mais freqüente, ocorrendo em mais de 50% dos casos; do ponto de vista idealístico 
– normal é a estrutura mais adequada para realizar com perfeição uma função; 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
Variação 
É uma disposição diferente daquela geralmente encontrada, mas que não determina 
alteração do ponto de vista funcional, observado quando ocorre desvio da normalidade, mas 
não ocorre desvio da função. 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
Fatoresque causam variação anatômica: 
Idade, sexo, raça, linhagem, evolução, meio ambiente, biótipo 
 
 
Prof. Dr. José Fernando G. de Albuquerque / Méd. Vet. Parmênedes Dias de Brito Página 7 
 
7 Anatomia dos Animais Domésticos I – Introdução 
Estado fisiológico - compensação 
 
 
 
Anomalia 
É uma alteração morfológica que pode alterar e mesmo impedir a função 
normal, ou seja, quando ocorre desvio da normalidade, mas havendo 
comprometimento da função. 
 
Monstruosidade 
É uma grave alteração morfológica que impede a função, portanto é 
incompatível com a vida. 
 
 
 
Métodos de Estudo 
 
-Dissecação: é o principal método, significa cortar em partes para análise (sem 
destruí-las). 
 
-Maceração: tem como objetivo preservar a estruturação óssea para estudo, logo 
destrói a parte mole do corpo. 
 
-Corrosão: geralmente tem como objetivo o estudo do sistema vascular. Corrosão 
com substâncias ácidas para estudo principalmente de veias e artérias. O método consiste 
em injetar acrílico ou vinilite, uma massa plástica líquida que se torna rígida rapidamente. 
 
-Diafanização: consiste em tornar o órgão transparente mediante a uma prévia 
desidratação da peça em uma série de alcoóis em diversas graduações e, em seguida , 
colocá-lo em substâncias que o torne transpare nte (benzoato de benzila e salicilato de 
metila). Usada para estudo de vasos na parede do órgão. 
 
-Mensuração: tirada de medidas do animal. 
 
-Auscultação: escutar os batimentos cardíacos. 
 Direta: ouvido 
 Indireta: estetoscópio 
 
-Percussão: batidas para a audição de sons de órgãos para conhecer o problema do 
animal. 
 
-Macro-modelos: consiste na utilização de modelos que substituem as peças naturais, 
mantendo-se a maior semelhança com a peça real. 
 
 
 
Prof. Dr. José Fernando G. de Albuquerque / Méd. Vet. Parmênedes Dias de Brito Página 8 
 
8 Anatomia dos Animais Domésticos I – Introdução 
Nomenclatura anatômica veterinária 
 
 
É o conjunto de termos empregados para designar e descrever o organismo como um 
todo ou as estruturas que formam suas partes. 
 
Princípios gerais: tendo como língua oficial o latim, abolindo-se os epônimos, tendo 
termos que indiquem forma, posição, situação, etc. Deve possuir tradução para o vernáculo 
do País. Aceitando-se o uso de Abreviaturas. 
 
-Em relação ao plano mediano Medial 
 Lateral 
 
-Plano frontal Dorsal 
 Ventral 
 
-Região ou extremo proximal e o distal, ou seja, a extremidade longe do tronco é a distal e a 
proximal é o contrário. 
 
 
 
 
 
Planos de delimitação 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
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9 Anatomia dos Animais Domésticos I – Introdução 
 
Planos de delimitação: Eixos de construção e planos de secção do corpo dos animais 
domésticos. 
 
 Antímeros: resulta do plano de secção sagital mediano. Princípio da simetria. 
 Unidades Metâmeros: plano paralelo ao transversal. Princípio da segmentação. 
 Morfológicas Paquímeros: resultante do plano frontal. Princípio da tubulação. 
 
 
 
 
*Os corpos dos mamíferos encontram-se dispostos em planos antímeros, metâmeros e 
paquímeros. 
 
*Delimitam os lados(direito e esquerdo), na face dorsal e ventral, cranial e caudal. 
 
*Posição do animal Posição forçada: animais forçadamente em pé com os membros torácicos e 
 e pélvicos fixos paralelamente e com a coluna reta na horizontal. 
 Posição em estação: parado 
 
 -Plano cranial(vertical): é um plano vertical e tangente ao crânio do animal. 
 
-Plano caudal(vertical): é o plano vertical e tangente à cauda do animal. 
 
-Plano dorsal(horizontal): é um plano horizontal e tangente ao dorso do animal. 
 
-Plano ventral(horizontal): é um plano horizontal e tangencia ao ponto em que o animal toca 
o solo com as extremidades dos membros torácico e pélvico. 
 
-Plano lateral direito(vertical): é um plano vertical e tangente ao lado direito do animal. 
 
-Plano lateral esquerdo(vertical): é um plano vertical e tangente ao lado esquerdo do animal. 
 
 
Prof. Dr. José Fernando G. de Albuquerque / Méd. Vet. Parmênedes Dias de Brito Página 10 
 
10 Anatomia dos Animais Domésticos I – Introdução 
Eixos de construção 
 
 
- Eixo crânio-caudal: eixo que se estende do ponto de intersecção das diagonais do plano 
cranial e do ponto homólogo do plano caudal. 
 
 
-Eixo dorso-ventral: eixo que se estende do ponto de intersecção das diagonais do plano 
dorsal ao ponto homólogo no plano ventral. 
 
 
-Eixo latero-lateral: é o eixo que se estende do ponto de intersecção das diagonais do plano 
lateral direito ao ponto homólogo no plano lateral esquerdo ou vice-versa. 
 
 
 
 
Prof. Dr. José Fernando G. de Albuquerque / Méd. Vet. Parmênedes Dias de Brito Página 11 
 
11 Anatomia dos Animais Domésticos I – Introdução 
Planos de secção e Unidades morfológicas 
 
Plano mediano: 
 
Se fizermos deslizar o eixo dorso-ventral sobre o eixo crânio-caudal obtemos o plano 
mediano que divide o corpo do animal em duas metades aparentemente semelhantes 
chamadas antímeros, a unidade sugere princípios de simetria bilateral. Portanto, o plano 
sagital mediano divide o animal em antímeros direito e outro esquerdo. 
 
 
 
Plano Longitudinal (frontal): 
 
Se fizermos deslizar o eixo latero-lateral sobre o eixo crânio-caudal encontramos o 
plano frontal que divide o corpo do animal em uma porção ventral e outra dorsal 
denominada paquímeros, portanto, temos um paquímero ventral e outro dorsal. O paquímero 
dorsal corresponde ao tubo neural que por sua vez corresponde ao encéfalo e medula 
espinhal representantes do SNC.O paquímero ventral corresponde ao tubo esplâncnico ou 
visceral,onde você pode abordar as vísceras pertencentes ao sistema digestório, 
respiratório,urogenital, etc. Com esta unidade leva- se em conta os princípios de tubulação. 
 
 
 
 
 
Prof. Dr. José Fernando G. de Albuquerque / Méd. Vet. Parmênedes Dias de Brito Página 12 
 
12 Anatomia dos Animais Domésticos I – Introdução 
Plano transversal: 
Se fizermos deslizar o eixo dorso-ventral sobre o latero-lateral encontramos o plano 
transversal que divide o corpo do animal em uma porção cranial e outra caudal. Planos 
paralelos ao plano transversal dispostos em uma seqüência crânio-caudal denominam-se 
metâmeros e estes obedecem o princípio de segmentação(ou metameria) . Ex: costelas, 
vértebras e artérias intercostais. 
 
 
 
 
 
 
Aplicação do Princípio da Segmentação 
 
 
 
 
 
 
 
Prof. Dr. José Fernando G. de Albuquerque / Méd. Vet. Parmênedes Dias de Brito Página 13 
 
13 Anatomia dos Animais Domésticos I – Introdução 
REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS 
 
 
ALVES, D. H. M. Apostila de Anatomia I. Disponível em: 
<.http://www.slideshare.net/danthe05/apostila-de-anatomia-veterinria-i> FUNORTE, Belo 
Horizonte, Minas Gerais, Brasil. Acessado em: 14 de março de 2012. 
 
DYCE, K. M; SACK, W. O; WENSING, C. J. G. Tratado de Anatomia Veterinária. 2. 
ed. Rio de Janeiro: Guanabara, 
 
GETTY, R. SISSON/ GROSSMAN: Anatomia dos animais domésticos. 5 ed. Rio de 
Janeiro: Guanabara Koogan, 1986a. v.1. 
 
FRADSON, R. R. Anatomia e fisiologia dos animais domésticos. 2. ed. Rio de Janeiro: 
Guanabara, 1979. 
 
GETTY, R. SISSON/ GROSSMAN: Anatomia dos animais domésticos. 5 ed. Rio de 
Janeiro:Guanabara Koogan, 1986b. v. 2. 
 
KONIG, H. E. Anatomia dos animais domésticos: texto e atlas colorido. Porto Alegre: 
Artmed, 
2004. v.2. 
 
LESNAU, VILABOL, Termos Gerais em Anatomia. Disponível em: 
<http://lesnau.vilabol.uol.com.br/termos.htm>. Brasil. Acessado em: 14 de março de 2012. 
 
 
SITUADO.NET, Introdução a anatomia animal. Disponível em: 
<.http://situado.net/introducao-a-anatomia-animal/>. Brasil. Acessado em: 14 de março de 
2012. 
 
SITUADO.NET, Planos de delimitação e secção. Disponível em: 
<http://situado.net/planos-de-delimitacao-e-seccao/>. Brasil. Acessado em: 14 de março de 
2012. 
 
 
 
 
 
 
Prof. Dr. José Fernando G. de Albuquerque / Méd. Vet. Parmênedes Dias de Brito Página 14 
 
14 Anatomia dos Animais Domésticos I – Introdução 
 
ANEXOS 
Conceitos: 
 
Apófise: Eminência ou saliência, sobretudo de um osso. 
 
Axial: Relativo ou pertencente a eixo (crânio-caudal). 
 
Abaxial: Que está fora do eixo do corpo ou de uma estrutura particular dele. 
 
Crista: Designação comum às saliências estreitas e alongadas de certos ossos. 
 
Cavidade: Designação genérica de local oco (espaço cavado de um corpo sólido). 
 
Eminência: Saliência, elevação, altura, proeminência, relevo. 
 
Esqueleto: Conjunto de ossos, cartilagens e ligamentos que se interconectam para formar 
o arcabouço do corpo dos animais vertebrados; ossatura, ossamenta. 
 
Face: Qualquer das superfícies planas que definem um objeto (osso, órgão, ou 
genericamente um poliedro) ou um ângulo poliédrico. 
 
Faceta: Pequena face ou superfície. 
 
Forame: Designação genérica de abertura natural (furo, buraco, orifício), esp. a que ocorre 
em osso. 
 
Reentrância: Forma que reentra; que forma ângulo ou curva para dentro. 
 
Tubérculo: Designação genérica de pequena saliência em formação (5) (osso, nervo, dente, 
etc.). 
 
Tuberosidade: Saliência óssea tuberculiforme (Que tem forma de tubérculo; tuberóide, 
tuberoso, tuberculiforme). 
 
Holotopia: localização geral de um órgão no organismo. Ex.: o fígado está localizado no 
abdômen; 
 
Sintopia: relação de vizinhança. Ex.: o estômago está abaixo do diafragma, a direita do 
baço e a esquerda do fígado; 
 
Esqueletopia: relação com esqueleto. Ex.: coração atrás do esterno e da terceira, quarta e 
quinta costelas; 
 
Idiotopia: relação entre as partes de um mesmo órgão. Ex.: ventrículo esquerdo adiante e 
abaixo do átrio esquerdo. 
 
 
Prof. Dr. José Fernando G. de Albuquerque / Méd. Vet. Parmênedes Dias de Brito Página 15 
 
15 Anatomia dos Animais Domésticos I – Introdução 
 
Homolateral ou ipsilateral: do mesmo lado do corpo; 
 
 
AGUARDANDO REVISÃO DO PROFESSOR: 
 
 
Chanfradura: Recorte em ângulo, ou de esguelha, das extremidades dum objeto; chanfro. 
 
Fóvea: Em um osso (órgão consiste em uma fossa superficial. 
 
Oblíquo: Não perpendicular; inclinado; de través. 
 
Perpendicular: Diz-se de qualquer configuração geométrica cuja interseção com outra 
forma um ângulo reto. 
 
Sulco: Rego, ruga, prega, carquilha. 
 
Processo: Designação genérica de massa de natureza variável (osso, ligamento, tecido 
glandular, etc.), que se salienta a partir de uma formação. 
 
Pronação: Movimento de rotação que, executado por mão e antebraço, faz cada palma 
girar para trás ou para baixo e que, executado por pé, leva este a girar para dentro e para 
baixo. Ver inverso da supinação. 
 
Supinação: Movimento que resulta em posição em que a borda medial de cada membro 
se encontra em elevação (giro horário do membro direito e giro anti-horário do membro 
esquerdo ). 
 
Maléolo: (martelo) Cada uma das duas eminências ósseas situadas uma na face interna, e 
outra na externa, da extremidade inferior de cada perna, e que entra na constituição do 
tornozelo. 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
Prof. Dr. José Fernando G. de Albuquerque / Méd. Vet. Parmênedes Dias de Brito Página 16 
 
16 Anatomia dos Animais Domésticos I – Introdução 
 
 
 
Planos de secção 
 
 
 
 
 
 
 
Prof. Dr. José Fernando G. de Albuquerque / Méd. Vet. Parmênedes Dias de Brito Página 17 
 
17 Anatomia dos Animais Domésticos I – Introdução

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