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HIPOTERMOTERAPIA 
PROFESSOR GABRIEL MAURIZ 
CRÉDITOS DA AULA PROFESSORA VERUSKA CRONEMBERGER 
NOGUEIRA E PROFESSOR VAGNER SÁ 
 
 
CRIOTERAPIA 
 É o uso do resfriamento local ou geral do 
corpo com fins terapêuticos(00C a 18,30C) 
Redução do fluxo sanguíneo local- 13,80C 
Analgesia- 14,40C 
 
 
 
Efeitos Hemodinâmicos 
Cameron, 2009 
AÇÕES GERAIS E EFEITOS DA 
CRIOTERAPIA: 
 Sensações da aplicação da crioterapia: formigamento, cócegas, frio, 
e perda da sensação tátil. 
Knight: dimunuição da dor, espasmo muscular, hipóxia secundária, 
espasticidade e edema. 
Nível vascular: vasoconstrição. Ação do gelo sobre o SNA (via 
simpática) ou atuação direta sobre os vasos. O sangue torna mais 
viscoso 
Diminuição da permeabilidade celular 
dor 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
Diminuição significativa do metabolismo 
Restringe o extravasamento sanguíneo 
Diminui a intensidade da hemorragia 
Redução do edema 
Diminuição da dor 
Aumento da rigidez do tecido 
local 
ALÍVIO DA DOR: 
 
 
Decréscimo na transmissão das fibras de dor; 
Diminuição da excitabilidade nas terminações 
nervosas livres; 
Redução no metabolismo tecidual, aumentando 
limiar das fibras de dor; 
Ação contra irritante; 
Promove a liberação de endorfinas. 
 o 
 
 
DICA CLÍNICA 
“Como a força muscular pode ser temporariamente 
influenciada pela crioterapia, o teste de força deve 
ser, de preferência, realizado antes do tratamento”. 
DIMINUIÇÃO DO ESPASMO 
MUSCULAR: 
 
 
Diminuição da entrada sensorial 
Via estimulação simpática, promovendo a diminuição 
na descarga via aferente 
 
durante o 
 Quebrando o ciclo dor-espasmo-dor 
resfriamento 
EFEITOS NEUROMUSCULARES 
 
 Queda na velocidade de condução nervosa 
 Elevação do limiar de dor 
 Diminuição da espasticidade 
 Modificação da geração da força muscular 
 
 
os esclerose em placa) 
OUTROS EFEITOS DA 
CRIOTERAPIA: 
 Pacientes espásticos (hemiplégicos, paraplégic , : 
apresentam diminuição do quadro álgico após aplicação da crioterapia 
Pacientes reumáticos: diminuição da atividade metabólica após a crio 
Hunter: aumento da rigidez e dificuldade de movimento com a 
diminuição da temperatura 
Músculo: diminuição do tônus e da espasticidade, após a crio 
Knight: “A vasoconstrição permanece por um período relativamente 
longo após a retirada do estímulo hipotérmico” (Vasodilatação induzida 
pela crio x redução parcial da vasoconstrição) 
O diâmetro do vaso não ultrapassa o inicial após o uso da crio 
Lentell et al: Usar a crio após a realização de alongamentos muscular, 
para resfriamento dos tecidos moles e minimização da dor 
 
 
 
 
 
 
DICA CLÍNICA 
“Quando o objetivo da intervenção for a vasodilatação, 
não se recomenda o uso da crioterapia, que não 
apresenta esse efeito de forma consistente”. 
TRAUMA AGUDO E INFLAMAÇÃO: 
 Inflamação: Resposta corporal aos agente agressores. É 
sempre a mesma, independente da localização ou natureza 
do agente. 
Trauma: Ruptura dos vasos (hemorragia direta nos 
espaços intersticiais = hematoma). Liberação de histamina 
(vasodilatação e aumento da permeabilidade). 
Extravasamento de plasma e proteínas. 
 
 Após o trauma: lesões de ligamentos, músculos, 
nervos. Presença de dor, espasmo, rubor, calor 
Edema: Após o trauma. 
vasos e 
 
PROTOCOLO GERAL 
FRIO 
COMPRESSÃO 
ELEVAÇÃO 
REPOUSO 
TÉCNICAS DE CRIOTERAPIA: 
 Bandagem Fria: 
- 
- 
Patologias estéticas 
Reduzir a temperatura normal 
subcutâneos 
dos tecidos 
- Tempo: 20 a 40 minutos. 
TÉCNICAS DE CRIOTERAPIA: 
 
- 
- 
- 
- 
- 
Compressas Frias ou Segmentares: 
Cuba com água e gelo 
Temperatura: 0 a 4 graus centígrados 
Toalhas imersas 
Troca constante de toalhas 
Não se usa mais ultimamente 
 
10 
TÉCNICAS DE CRIOTERAPIA: 
 
- 
- 
- 
- 
- 
“Panquecas”: 
Tolha grande e gelo miúdo 
Gelo fica dentro da toalha (ou bolsa) 
Quadro álgico muito intenso (cervical e lombar). 
Atualmente: coluna, articulações... 
Tempo: 20 a 30 min. 
TÉCNICAS DE CRIOTERAPIA: 
 
- 
- 
- 
- 
Imersão: 
Cuba (ou algo maior) com água e gelo 
Temperatura: 0 a 4 graus 
Tempo: máximo 3 min. 
Repetição: 7 a 8 vezes 
 
12 
TÉCNICAS DE CRIOTERAPIA: 
 
- 
- 
- 
- 
- 
- 
Banho de Imersão: 
Banheira com + ou – 20 Kg de gelo e água 
Temperatura: 0 a 1 grau 
Imerso até o nível da cicatriz umbilical 
Tempo: 7 a 15 min. (se suportar) 
TÉCNICAS DE CRIOTERAPIA: 
 
- 
- 
- 
Criomassagem: 
Pedra de gelo com toalha ou luva para segurá-lo 
Escolha da região a ser tratada 
Sensações relatadas pelo pac.: 
# 
# 
# 
# 
Sensação 
Sensação 
Sensação 
Sensação 
de 
de 
de 
de 
frio 
queimação 
dor 
anestesia 
- 
- 
- 
Nem todos os pacs. têm essas sensações 
Tempo: 16 a 30 minutos 
Objetivo: Analgesia 
13 
 
berger Nogueira 
 
14 
BOLSAS TÉRMICAS MAIS 
UTILIZADAS: 
Veruska Cronem 
CUIDADOS ESPECIAIS COM A 
CRIOTERAPIA: 
 
 
 
Não 
Não 
Não 
molhar o local onde 
se expor ao sol 
foi feito a crioterapia 
cobrir a área tratada (dificultará a 
evaporação) 
Não realizar conjuntamente com outra conduta 
eletroterápica 
 
CONTRA INDICAÇÕES: 
 Aplicação abdominal 
transtornos gástricos 
Afecções cutâneas na 
em indivíduos com 
ou intestinais (úlcera) 
área a ser tratada  
 
 
 
Após refeições (bandagens abdominais) 
Sobre área cardíaca 
Presença de tumores ou transtornos 
circulatórios sob a área a ser tratada 
 Intolerância ao frio ou alergia aos gelo 
produtos utilizados 
e aos 
Criocinética 
Crioinibição 
Crioinibição 
Crioinibição 
Crioalongamento 
Crioimersão