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Guia do Operador
CAPÍTULO 1
NOTAS GERAIS
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1.1. PÚBLICO ALVO DO GUIA DO OPERADOR
Instruções para:
Operação da
Máquina
Público Alvo:
• Gerentes
• Homens de Set-up
• Operadores
• Técnicos de Manutenção
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CAPÍTULO 2
DESCRIÇÃO DO PAINEL
DE CONTROLE CNC
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2.1. PAINEL DE COMANDO - CNC FANUC 0i - MATE
Com monitor colorido 10.4"
Painel de
Exibição
Teclado de
Programação
Painel de
Operação
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Vídeo
Soft Keys
2.1.1. Denominação das teclas
Page Up /
Down
Páginas Cursores
Shift
Can
Input
Delete
Insert
Alter
Help
Reset
Vídeo
Soft Keys
Exibe todos os eventos do comando (interface entre o operador e o sistema
operacional)
Botões para navegação no comando
Nome
Reset
Help
Teclas
Alfanuméricas
Shift
Input
Can
Insert
Alter
Delete
Função
Páginas
Rebobina o programa, cancela alarmes, apaga o programa MDI, etc..
Ajuda do comando para os seguintes tópicos: Operação, parâmetros e
detalhes de alarmes
Letras, números e outros caracteres para a criação e alteração dos
dados do comando
Segunda função. É utilizada para inserir os caracteres secundários nas
teclas de edição. Ex.: SP (espaço),#,(,)etc.
Introduz dados no comando (geralmente utilizado para introdução de
parâmetros)
Cancela o último caracter, quando estiver na linha de edição
Introduz dados no comando (geralmente utilizado para introdução de
dados no programa)
Altera os dados no programa
Exclui um parâmetro que esteja selecionado
Exibe as páginas do comando. São elas: POS(posições),
PROG(programas), Offsetsetting(dados ferramenta, peça),
SYSTEM(parâmetros), MESSAGE(alarmes e mensagens), GRAFH(gráfico
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Função
Ativa modo de execução automática
Acessa edição de programas
O modo de entrada de dados é usado para inserir e executar um ou mais blocos de dados
manualmente.
Ativa movimentação de eixos via teclas direcionais.
Nome
AUTO
MDI
JOG
EDIT
Ativa / Desativa o teste do programa sem ligar o eixo árvore.
Ativa / Desativa o teste do programa sem movimento da máquina.
Seleciona incrementos de distância de 0.001mm ou 0.0001" para operação MPG (via
manivela eletrônica).
Seleciona incrementos de distância de 0.01mm ou 0.001" para operação MPG (via
manivela eletrônica).
PROG TEST
DRY RUN
MPG X10
MPG X1
MPG X100 Seleciona incrementos de distância de 0.1mm ou 0.01" para operação MPG (viamanivela eletrônica).
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FunçãoNome
Ativa / Desativa execução do programa bloco a bloco.
Ativa / Desativa a eliminação do bloco. (qualquer bloco precedido pela BARRA ( / ) é
eliminado).
Ativa / Desativa a parada opcional do programa.
Liga o sistema de refrigeração.
SINGLE BLOCK
OPT STOP
CLNT ON
BLOCK DELET
Desliga o sistema de refrigeração.
Ativa a refrigeração via programa.
Ativa o modo de referência da máquina.
Tecla direcional para movimentação do eixo na direção +X.
CLNT AUTO
CLNT OFF
+X
HOME
Tecla direcional para movimentação do eixo na direção -Z.-Z
Acionando-se esta tecla simultaneamentecom qualquer tecla direcional, altera-se a
velocidade para "avanço rápido".
Tecla direcional para movimentação do eixo na direção +Z.
São teclas de função para execuções especiais.
Tecla direcional para movimentação do eixo na direção -X.
TRVS
F1
-X
+Z
Desliga alarme sonoro
JOG da Torre sentido horário.
Aciona o Transportador de Cavacos
Desliga o Transportador de Cavacos e inverte o sentido do movimento quando
pressionada
TURRET POS
OK OP-
ERATOR
CHIP STOP
RW
CHIP DOWN
FW
Aciona o JOG da Torre ( deve ser presionado simultaneamente com "TURRET POS")JOG TURRET
Gira o eixo árvore no sentido horário.SPLD CW
Interrompe a rotação do eixo árvore.SPLD STOP
(opcional) Aciona a Wash Gun (Pistola de Lavagem).WASH GUN
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2.2.2. Descrição dos Elementos do Painel
PARADA DE EMERGÊNCIA:
Interrompe todas as funções da
máquina, incluindo os eixos Z e X.
SELETOR DE ROTAÇÃO
DO SPINDLE:
Permite trocar a rotação
programada de 50% a 120%.
SELETOR DE AVANÇO:
Permite trocar o avanço programado (F) de passos de 10%
a 200% do avanço programado e avanço manual (JOG e avanço
rápido [G00]) em passos de 25%.
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Muito cuidado deve ser tomado quando se conectar qualquer instrumento na tomada de
energia elétrica.
Certifique-se de o instrumento conectado na tomada de energia não exceda a corrente
liberada pela tomada. Certifique-se que o instrumento está ajustado para a voltagem da
tomada de energia elétrica.
A voltagen está sempre presente na tomada enquanto a chave geral está ligada.
Cuidado deve ser tomado antes de conectar qualquer instrumento na tomada.
Não conecte qualquer instrumento além daqueles indicados para o uso.
2.2.3. Tomada Serial RS232 e Tomada de Energia Elétrica
Não desconecte ou conecte o cabo do Leitor de Fita CNC (cabo de sinal) sem desligar
a chave geral da máquina, de outro modo o PCB do Leitor de fita e/ou o PCB do
controlador CNC poderá ser danificado.
VOLTAGEM.......................220 VAC
CORRENTE (Máxima)......3A
Tomada Serial RS232
Tomada Energia
Elétrica
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CAPÍTULO 3
OPERAÇÃO DA MÁQUINA
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3.1. LIGAR A MÁQUINA
• Ligue a chave geral localizada na porta do painel elétrico.
• Pressione a tecla "NC" no painel de comando para ligar o painel CNC.
Nota: O comando irá fazer uma verificação geral, mostrando na tela a mensagem "NA CONDIÇÃO
DE EMERGÊNCIA NÃO RESET".
• Desativar o botão de emergência.
• Feche a porta frontal da máquina.
• Pressione o botão verde ~ para ligar a linha de comando do CNC.
Liga o Comando
(Eixos)
Liga o CNC
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3.1.1. REFERENCIAR A MÁQUINA:
Referenciar máquina é um procedimento exigido pelo software para identificar os limites de curso
da máquina. Geralmente este procedimento é executado ao ser ligada a máquina.
Observações:
- Caso o usuário esqueça de referenciar a máquina, o próprio CNC enviará a mensagem
"REFERENCIAR A MÁQUINA", alertando o operador, e não permitirá a execução de nenhuma
instrução antes que seja realizado o procedimento.
- Antes de executar o procedimento, verificar se os eixos estão na posição de referência e, caso
positivo, desloque-os no sentido "X-" e "Z-" através do "JOG".
Para referenciar a máquina, deve-se:
• Acionar a tecla "HOME"
• Acionar a tecla "CICLE START"
NOTA
Para a segurança dos operadores, todos os movimentos dos eixos X e Z e do eixo árvore,
são feitos com a porta frontal da máquina fechada.
Entretanto há uma chave de "SETUP" localizada na parte inferior do painel. Quando
colocada na posição F2, permite o movimento de giro do eixo árvore, deslocamentos dos eixos
X e Z com a porta aberta, e também a execução de programas bloco a bloco.
ADVERTÊNCIA!
A Chave de SETUP deve ser
usada somente para o "setup"
(ajustes) da máquina.
Após este procedimentoa
chave deve ser removida para
segurança do operador.
Chave do SETUP
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3.1.2. Movimentação dos Eixos em JOG Contínuo
• Pressione a tecla "JOG".
• Pressione as teclas de posicionamento dos eixos +X, -X, +Z, -Z.
Nota: É impossível variar as velocidades dos eixos pelo seletor de % de avanços.
Usando a tecla TRVRS junto com as teclas +X, -X, +Z ou -Z é possível mover os eixos em
avanço rápido.
3.1.3. Movimentação dos Eixos Utilizando Manivela Eletrônica
• Pressione a tecla "MPG".
• Selecione a velocidade requerida (X1, X10 ou X100) que corresponde a 0.001, 0.01 ou 0.1mm
respectivamente para cada pulso gerado pela manivela eletrônica.
• Pressione a tecla X ou Z para selecionar os eixos.
• Gire a manivela (MPG) para a direção escolhida.
3.1.4. Operando o CNC com Entrada de dados Manuais M.D.I.
• Pressione a tecla "MDI".
• Insira o dado.
Exemplo: N10 S500 M03 "EOB" "INSERT".
• Pressione a tecla "CYCLE START".
Nota: Pressionando a tecla "RESET" todas as operações serão canceladas.
3.1.5. Movimentação dos Eixos com o Eixo Árvore Rodando
• A função G95 avanço por revolução deve estar ativada.
• Faça as operações "3.1.4." para ligar o eixo árvore e "3.1.2" para mover os eixos.
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3.2. CONTADOR DE PEÇAS
A função do contador de peças é ativada pelo código M76
Exemplo1: . Exemplo2: .
. .
. .
N 120 M76 N 120 M76
N 130 M30 N 130 M99
Obs. Cada vez que o programa encontra M76, ele irá somar 1 ao contador de peças.
3.2.1. Visualização do contador de peças
MODO1: Acionar a tecla "POS"
Irá aparecer o campo "CONT. PEÇAS" na parte inferior direita do comando.
MODO2: Acionar a tecla "OFFSET SETTING"
Acionar a soft key [ DEFIN ]
Acionar a tecla "PAGE " até aparecer os seguintes campos:
• TOTAL PEÇAS (Representa o número total de peças executadas)
• PEÇAS REQUERIDAS (Representa um limite/meta a ser atingido)
Quando este limite/ meta for atingido, o comando envia um sinal interno ao seu PMC lógico.
Obs.: Normalmente este campo é utilizado juntamente com o sistema de compensação automática
de ferramenta.
• N° REPETIÇÕES (Representa o n° parcial de peças usinadas)
3.2.2. Zerar contador de peças
MODO 1:
• Acionar a tecla "POS".
• Acionar a soft key [ OPRT ]
• Acionar a soft key [ PTSPRE ]
• Acionar a soft key [ EXEC ]
• Automaticamente o campo "CONT. PEÇAS" será zerado
MODO 2:
• Acionar a tecla "MDI"
• Acionar a tecla "OFFSET SETTING"
• Acionar a soft Key "DEFIN"
• Acionar a tecla "PAGE " até aparecer o campo "N° REPETIÇÕES"
• Digitar "0"
• Acionar a tecla "INPUT"
• O campo N° REPETIÇÕES será zerado.
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3.3. ZERAMENTO DE FERRRAMENTAS
O zeramento de ferramentas é um processo prático, cujo objetivo é especificar para a máquina
quais são os comprimentos das ferramentas. Para isso deve-se ter algum dispositivo de referência
(geralmente a face da torre) para que assim se possa comparar as distâncias entre as pontas das
ferramentas e esse dispositivo de referência nos eixos X e Z.
3.3.1. Zeramento no eixo "Z"
• Acionar a tecla "OFFSET SETTING"
• Acionar a soft key [ CORRET ]
• Acionar a soft key [ GEOM ]
1. Tocar a ferramenta na face da peça
2. Posicionar o cursor no número da ferramenta correspondente
3. Digitar "ZO"
4. Acionar a soft key [ MEDIR ] (o valor será registrado)
5. Afastar a ferramenta
OBS. Repetir as operações 1, 2, 3, 4, e 5 para as demais feramentas
3.3.2. Zeramento no eixo "X"
• Medir o diâmetro da peça que será usado como referência. Ex.: 50mm
• Acionar a tecla "OFFSET SETTING".
• Acionar a soft key [ CORRET ]
• Acionar a soft key [ GEOM ]
1. Tocar a ferramenta no diâmetro da peça
2. Posicionar o cursor na ferramenta correspondente
3. Digitar "X" e o diâmetro medido. Ex.: X50
4. Acionar a soft key [ MEDIR ] (o valor será registrado)
5. Afastar a ferramenta
OBS. Repetir as operações 1, 2, 3, 4, e 5 para as demais feramentas
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3.3.3. Raio e quadrante da ferrramenta
Após os zeramentos em " X " e " Z ". deve-se informar os valores do RAIO e do QUADRANTE
(lado de corte ) das ferramentas, correspondentes aos campos " R " e " T ", respectivamente. Para isso
deve-se:
• Acionar a tecla "OFFSET SETTING".
• Acionar a soft key [ CORRET ]
• Acionar a soft key [ GEOM ]
• Posicionar o cursor nas colunas "R" ou "T" e na linha correspondente ao número da ferramenta
• Digitar o valor do raio ou do lado de corte da ferramenta
• Acionar a tecla "INPUT"
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3.4. TORNEAMENTO DE CASTANHAS:
Este processo é importante quando se deseja fixar peça com necessidade de
concentricidade,devido a mesma já ter sofrido algum tipo de processo de transformação, ou para obter-
se uma fixação adequada.
Caracteriza-se pela utilização de um jogo de castanha torneável (não endurecida) que, é
preparado de forma tal que, com uma pequena remoção de material estará perfilado de acordo com o
diâmetro a ser fixado.
3.4.1. Como usinar as castanhas
O sobremetal a ser removido deve ser suficiente para estabelecer um encosto para a peça a ser
fixada. No exemplo abaixo, observa-se o diâmetro preliminar de 60,5mm e que será torneado com
75,5mm x 15mm. Assim, teremos uma parede de 7,5mm para encosto ou limite.
Para usinar as castanhas conforme desenho abaixo siga as instruções:
• Fazer o zeramento da ferramenta que irá usinar as castanhas
• Prender um calço entre as castanhas para eliminar possíveis folgas
• Acionar a tecla "MDI"
• Acionar a tecla "PROG"
• Acionar a soft key [ MDI ]
• Digitar o n° da ferramenta. Ex.: T0505
• Acionar a tecla "EOB"
• Acionar a tecla "INSERT"
• Acionar "CYCLE STAR"
• Acionar a tecla "MPGx10" ou "MPGx100"
• Acionar a tecla "X" ou a "Z"
• Através da manivela encostar a ferramenta na face da castanha
• Acionar a tecla "OFFSET SETTING"
• Acionar a soft key [ ], até aparecer a soft key [ W. SHIFT ]
• Acionar a soft key [ W. SHIFT ]
• Posicionar o cursor no campo "Z" à direita
• Digitar "0"
• Acionar tecla "INPUT"
• Posicionar a ferramenta no diâmetro inicial da castanha
• Acionar a tecla "POS"
• Acionar a soft Key [ ABS ]
• Anotar o valor do eixo "X". Ex.: X60
• Fazer o programa (conforme o exemplo abaixo)
• Testar e executar o programa
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Programa exemplo para torneamento de castanhas
O0500 (TORNEAM. CASTANHAS);
G21 G40 G90 G95;
G00 X350 Z250 T00;
T0505 (DESB. INT.);
G54;
G96 S120;
G92 S1000 M03;
G00 X59 Z2;
G77 X63 Z-14.9 F.2;
X66;
X69;
X72;
X75;
G00 X79.5 Z2;
G01 Z0 F.16;
X75.5 Z-2;
Z-13;
X76.1 Z-15;
X59;
G00 Z2;
G00 X350 Z250 T00;
M30;
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* Observação: Para este procedomento pode-se utilizar qualquer ferramenta, desde que tenha sido
zerada anteriormente.
3.5. DEFINIÇÃO "ZERO PEÇA"
3.5.1. Utilizando o "WORK SHIFT"
Para se definir o zero peça utilizando o "DESLOCAMENTO DE TRABALHO" ( WORK SHIFT )
deve-se seguir o procedimento abaixo:
• Acionar a tecla "MDI"
• Acionar a tecla "PROG"
• Acionar a soft key [ MDI ]
• Digitar "T" e o n° de uma ferramenta qualquer*. Ex.: T0404
• Acionar a tecla "EOB"
• Acionar a tecla "INSERT"
• Acionar "CYCLE STAR"
• Movimentar eixos através das manivelas até tocar a ponta da ferramenta na face da peça.
• Ativar a página "OFFSET SETTING"
• Acionar a soft key [ ], até ser exibida [ W. SHIFT ]
• Acionar a soft key [ W. SHIFT ]
• Posicionar o cursor no campo "Z" à direita
• Digitar "0" (para o zero-peça na face) ou o comprimento da peça (para o zero-peça no fundo,
exemplo:80mm), conforme as figuras.
• Acionar tecla "INPUT"
O CNC calculará e definirá o "DESLOCAMENTO" no campo "Z" ( à esquerda ) automaticamente,
e assim, estará definido o novo "ZERO PEÇA".
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3.5.3. Efetuar correção no sistema de coordenada de trabalho (G54 a G59):
• Acionar tecla "OFFSET SETTING"
• Acionar a soft key [ TRAB ]
• Posicionar o cursor no campo desejado (G54 à G59) sempre em "Z"
• Digitar o valor de correção (+/-). Ex.: -0.1 (para diminuir 0,1mm)
• Acionar a soft key [ +ENTER ]
3.5.2. Utilizando o Sistema de Coordenada de Trabalho (G54 a G59)
Para se definir o zero peça utilizando o "SISTEMA DE COORDENADA DE TRABALHO (G54 A G59),
deve-se seguir o procedimento abaixo:
• Ativar ferramenta a ser utilizada no processo de zeramento através de "MDI"
• Ativar zero peça desejado G54 a G59 através de "MDI"
• Movimentar os eixos através de "MPG" até tocar a ponta da ferramenta na face da peça, conforme
ilustração abaixo.
• Ativar a página "OFFSET SETTING"
• Acionar a soft key [ TRAB ]
• Selecionar zero desejado G54 a G59
• Posicionar o cursor no campo "Z"
• Digitar "ZO" (para o zero-peça na face) ou o "Z" e o comprimento da peça (para o zero-peça no
fundo, exemplo: Z80 para 80mm), conforme as figuras e respectivamente
• Acionar a soft key [ MEDIR ]
O CNC calculará e definirá automaticamente o valor do zero peça.
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Guia do Operador
3.6. EDIÇÃO EM BACKGROUND
Esta função permite a edição de programas com a máquina em funcionamento.
• Com a máquina em movimento proceder da seguinte forma:
• Acionar a tecla "PROG".
• Acionar a soft key [ OPRT ].
• Acionar a soft key [ ED SIM ].
• Acionar a soft key [ DIR ].
• Selecionar novo programa: O_____.
• Acionar "INSERT", "EOB", "INSERT".
• Digitar informações.
• Ao terminar a edição acionar a soft key [ FIM-ES ].
3.7. ALTERAÇÃO DE PARÂMETROS
IMPORTANTE:
A alteração de parâmetros de máquina influi no seu devido funcionamento. Portanto, a
mudança de qualquer item deve ser feita cuidadosa e criteriosamente.
• Acionar a tecla "MDI".
• Acionar a tecla "OFFSET SETTING".
• Acionar a soft key [ DEFIN ].
• Posicionar o cursor em "ESCRITA PARAM."
• Digitar "1".
• Acionar a tecla "INPUT" (caso ocorra alarme acionar- "CAN+RESET").
• Acionar a tecla "SYSTEM".
• Digitar o n° do parâmetro desejado.
Ex: 6510 (parâmetro gráfico).
• Acionar a soft key [ NO. SRH ].
Quando necessário, posicionar o cursor no "bit" a ser alterado.
• Entrar com a alteração.
• Acionar tecla "INPUT".
OBS:
• Após alteração voltar em "ESCRITA PARAM.", digitar "0", acionar "INPUT".
• Quando necessário, desligar a máquina, após a alteração.
S58581A Guia do Operador - ROMI G240 / G260 / G280 23
Guia do Operador
3.8. EDITANDO UM NOVO PROGRAMA
• Pressione a tecla "EDIT".
• Pressione a tecla "PROG" até ver a tela do diretório.
• Digite "O" e o novo número do programa.
• Pressione a tecla "INSERT".
• Pressione a tecla "EOB".
• Pressione a tecla "INSERT" (irá aparecer uma nova tela para uma nova edição, mostrando
somente o número do programa no topo).
• Digite as instruções do programa.
• Para verificar os programas salvos na memória da máquina pressione a tecla "PAGE".
• A tecla soft PRGRM permite ao operador ver outro tipo de página maior do que a página anterior.
3.9. SELECIONANDO UM PROGRAMA SALVO NO DIRETÓRIO
• Pressione a tecla "EDIT".
• Pressione a tecla "PROG", até ver a tela do diretório.
• Pressione a tecla soft "DIR".
• Digite o endereço "O" e o número do programa escolhido.
• Pressione a tecla (ò).
3.10. INSERINDO DADOS NO PROGRAMA
• Selecione o programa.
• Pressione as teclas "PAGE e/ou "CURSOR" localizando o cursor na posição onde os dados serão
inseridos.
• Digite os dados e pressione a tecla "INSERT".
3.11. PROCURANDO POR UM DADO ESPECIFICADO NO PROGRAMA
• Selecione o programa.
• Digite a palavra escolhida. Por exemplo: X100
• Pressione a tecla de controle do cursor (ñ) ou (ò) para encontrá-la no programa.
Nota: Se a palavra não for encontrada, será mostrado a mensagem "DADO NÃO ENCONTRADO".
3.12. MUDANDO OS DADOS EM UM PROGRAMA
• Selecione o programa.
• Coloque o cursor na palavra que irá ser substituída.
• Digite a informação correta.
• Pressione a tecla "ALTER".
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Guia do Operador
3.13. APAGANDO DADOS NO PROGRAMA
• Selecione o programa.
• Posicione o cursor na palavra que será apagada.
• Pressione a tecla "DELETE".
3.14. APAGANDO BLOCOS DE PROGRAMA
• Selecione o programa.
• Coloque o cursor no primeiro bloco "N" da seqüência que será apagada.
• Acionar a tecla do endereço "N" e o número do último bloco a ser excluído.
• Pressione a tecla "DELETE".
OBS.: Os dados contidos da posição atual do cursor até o bloco "N" definido serão excluídos da
memória.
3.15. APAGANDO PROGRAMAS DO DIRETÓRIO
• Pressione a tecla "EDIT".
• Pressione a tecla "PROG" .
• Pressione a tecla "DIR".
• Digite "O" e o número do programa.
• Pressione a tecla "DELETE".
3.16. APAGANDO TODOS OS PROGRAMAS DO DIRETÓRIO
• Pressione a tecla "EDIT".
• Pressione a tecla "PROG" até ver a tela do diretório.
• Digite "O - 9999".
• Pressione a tecla "DELETE".
Nota: Preste atenção para usar esta função, porque todos os programas serão apagados da memória
e nenhum programa será recuperado novamente.
3.17. TROCANDO O NÚMERO DE PROGRAMAS
• Selecione o programa que será renomeado.
• Coloque o cursor na palavra "O".
• Digite "O" e o número do programa.
• Pressione a tecla "ALTER".
Nota: Se existir um programa com este número, a mensagem "ALARM 73" irá aparecer na tela de
comando.
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3.18. COMUNICAÇÃO DE DADOS
A comunicação serial é aquela realizada entra a máquina e o periférico (computador, perfumadora,
coletor, etc), através da porta serial.
Para isso é necessário a utilização de um cabo (ver "ESPECIFICAÇÃO DO CABO DE
COMUNICAÇÃO - capítulo) e, se o periférico for um computador, de um software de comunicação.
Existem inúmeros softwares de comunicação e, por isso neste capítulo serão descritos apenas
as configurações e procedimentos para comunicação relativos à máquina. Para maiores detalhes sobre
os softwares de comunicação, deve-se consultar os fabricantes dos mesmos.
Configurar os Parâmetros de Comunicação
• Acionar a tecla "MDI".
• Acionar a tecla "SYSTEM"
• Acionar a soft key [ ] até exibir [ ALL I/O ]
• Acionar a soft key [ ALL I/O ]
• Acionar a soft key [ PARAM ]
• Configurar os parâmetros de transmissão de acordo com o desejado. Exemplo:
REC/TRANSM (PROGRAMA)
CANAL COMUM. 1 TV CHECK DES
NO. DO MODULO 1 CODIG. TRANS. ISO
TAXA DE COM 9600 COD. ENTRADA EIA/ISO
STOP BIT 2 FURO TRAÇÃO S/TRAC.
CARAC. NULO (EIA) NO TRANS. COD. EOB LFCRCR
TV CHECK DES
OBS: O computador e o CNC devem ser configurados de modo igual.
NOTA: No comando FANUC 0i Mate - TB, os parâmetros de transmissão: "TAMANHO DE
PALAVRA" ("DATA BITS") E "PARIDADE" ("PARITY"), já estão configurados como:7
"IMPAR" ("EVEN"), respectivamente.
Página de Configuração de Transmissão
26 Guia do Operador - Linha ROMI G240 / G260 / G280 S58581A
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3.19. ESPECIFICAÇÃO DO CABO
O microcomputador ou periférico externo, do qual fará a comunicação deverá possuir uma porta
serial do tipo DB 9 ou DB 25 livre. O tipo de conector é irrelevante, desde que haja perfeita fixação, sem
perigo de ocorrência de mal contatos. O cabo para conexão deve obedecer a seguinte configuração:
DB 25 DB 25 DB 9DB
(Perif.) (Máq.) (Perif.) (Máq.)
1 SHIELD 1 1 SHIELD 1
2 TXD 3 2 RXD 2
3 RXD 2 3 TXD 3
4 DTR 5 4 DTR 6
5 GND 4 5 GND 7
6 DSR 20 6 DSR 20
20 RTS 6 7 RTS 5
7 CTS 7 8 CTS 4
Salvar Programa:
• Preparar o periférico (micro, perfuradora, etc) para receber dados.
• Acionar a tecla "EDIT".
• Acionar a tecla "PROG".
• Acionar a soft key [ DIR ].
• Digitar "O" e o número do programa desejado.
• Acionar a soft key [ ].
• Acionar a soft key [ TRANSM ].
• Acionar a soft key [ EXEC ].
OBSERVAÇÃO: Para salvar os programas do diretório, digite O-9999.
S58581A Guia do Operador - ROMI G240 / G260 / G280 27
Guia do Operador
3.20. SALVANDO PROGRAMAS
• Prepare o microcomputador para receber os dados.
• Pressione "EDIT".
• Pressione "PROG" , até ver a tela do diretório.
• Digite "O" e o número do programa escolhido.
• Pressione a tecla soft " ".
•- Pressione a tecla soft "PUNCH".
• Pressione a tecla soft "EXEC".
Nota: Para salvar todos os programas do diretório, digite 9999 após o endereço "O".
3.21. CARREGANDO PROGRAMAS
• Pressione a tecla "EDIT".
• Pressione a tecla "PROG", até ver a tela do diretório.
• Digite "O" e o novo número do programa.
• Pressione a tecla soft " ".
• Pressione a tecla soft "READ".
• Pressione a tecla soft "EXEC" (irá aparecer LSK).
• Prepare o microcomputador para enviar os dados.
3.22. SALVANDO DADOS DE COMPENSAÇÃO DE FERRAMENTAS
(CORRETORES)
• Prepare o computador para receber os dados.
• Pressione a tecla "EDIT".
• Pressione a tecla "OFFSET SETTING".
• Pressione a tecla soft "OPRT".
• Pressione a tecla soft " ".
• Pressione a tecla soft "PUNCH".
• Ligue o microcomputador.
• Pressione a tecla soft "EXEC".
3.23. CARREGANDO DADOS DE COMPENSAÇÃO DE FERRAMENTAS
(CORRETORES)
• Pressione a tecla "EDIT".
• Pressione a tecla " OFFSET SETTING".
• Pressione a tecla soft "OPRT".
• Pressione a tecla soft " ".
• Pressione a tecla soft "READ".
• Pressione a tecla soft "EXEC".
• Prepare o microcomputador para enviar os dados.
28 Guia do Operador - Linha ROMI G240 / G260 / G280 S58581A
Guia do Operador
3.24. TESTANDO PROGRAMAS SEM MOVIMENTAR OS EIXOS DA MÁQUINA
• Selecione o programa.
• Pressione a tecla "EDIT".
• Pressione a tecla "PROG".
• Pressione a tecla "PRG TEST".
• Pressione a tecla "RESET".
• Pressione a tecla "AUTO".
• Pressione a tecla "CYCLE START"
Nota: Após fazer os testes, o torno deve ser referenciado novamente "HOME" , "CYCLE START".
3.25. TESTE GRÁFICO
O objetivo deste teste é verificar se o perfil da peça está correto, pois através deste podemos
observar todo o percurso que a ferramenta iria desenvolver durante aquela usinagem. Para executar
este teste, deve-se seguir
• Selecionar o programa
• Acionar a tecla "RESET".
• Acionar a tecla "GRAPH" (até exibir a tela gráfica).
OBS: Caso seja a primeira simulação gráfica da peça, deve-se informar os valores de seu
comprimento e diâmetro, para que o comando calcule a escala do gráfico, possibilitando uma
melhor visualização do mesmo. Para isso deve-se:
• Acionar a soft key [ G.PRM ]
• Preencher os campos "COMPRIMENTO DA PEÇA" e "DIÂMETRO PEÇA" na forma milesimal,
acionando a tecla "INPUT" para introduzir os dados.
• Acionar a soft key "NORMAL".
• Acionar a soft key [ GRAFIC ].
• Acionar a tecla "AUTO".
• Acionar a tecla "PROG TEST".
• Acionar a tecla "RESET".
• Acionar a tecla "CYCLE START".
S58581A Guia do Operador - ROMI G240 / G260 / G280 29
Guia do Operador
NOTAS:
1. Caso seja interrompida a simulação e desejam-se voltar a simular, deve-se acionar "AUTO",
"RESET", "GRAPH" e "CYCLE START".
2 Se desejar ampliar o perfil:
• Acionar a soft key [ ZOOM ].
• Aproximar o cursor ativo à esquerda do detalhe a ser ampliado.
• Acionar a soft key [ AL/BA ].
• Aproximar o novo cursor ativo à direita do detalhe.
• Acionar a soft key [ ATU ].
• Acionar a tecla "CYCLE START".
Página de Simulação Gráfica
3. Se desejar mudar o quadrante na tela gráfica, alterar o parâmetro "6510", para 1 ou 4, sendo fundo
ou face da peça respectivamente.
IMPORTANTE: Ao terminar a simulação gráfica, desativar o "PRG TEST" e referenciar a
máquina novamente ("HOME" e "CYCLE START").
30 Guia do Operador - Linha ROMI G240 / G260 / G280 S58581A
Guia do Operador
3.26. TESTANDO O PROGRAMA SEM RODAR A PLACA ("DRY RUN")
O modo "DRY RUN" é usado para testar os deslocamentos dos eixos num programa. Este
processo é muito útil para observar o percurso das ferramentas antes de usinar uma peça.
O operador pode evitar possíveis colisões e pode otimizar o programa.
Nota 1: Inicie o programa em "DRY RUN" sem peça na placa. As ferramentas devem estar referenciadas
e estar definido o "WORK SHIFT" (zero peça) antes de testar o programa no modo "DRY RUN".
Nota 2: Neste modo, somente os eixos terão movimentos e a torre estará pronta para indexar,
entretanto, o eixo árvore não irá rodar.
• Selecione o programa.
• Pressione a tecla "EDIT".
• Pressione a tecla "PROG".
• Pressione a tecla "RESET".
• Pressione a tecla "AUTO".
• Pressione a tecla soft "ALL" (para ver a distância que serão deslocados).
• Pressione a tecla "DRY RUN".
• Pressione a tecla "SINGL BLOCK".
• Pressione a tecla "CYCLE START"
(O cycle start deve ser pressionado para executar cada linha do programa)
S58581A Guia do Operador - ROMI G240 / G260 / G280 31
Guia do Operador
3.27. EXECUTANDO PROGRAMAS EM MODO AUTOMÁTICO
Todos os programas após serem testados estarão prontos para execução em modo automático.
Siga as instruções para saber como executar o programa em modo automático:
• Selecione o programa.
• Pressione a tecla "AUTO"
• Pressione a tecla "RESET".`
• Pressione a tecla "CHECK".
• Pressione a tecla "CYCLE START".
Nota: Em caso de executar o programa passo a passo, pressione a tecla "SING BLOCK", e para cada
execução de bloco, pressione a tecla "CYCLE START".
3.28. ABORTANDO UMA EXECUÇÃO DE PROGRAMA
• Pressione a tecla "CYCLE STOP".
• Pressione a tecla "RESET".
3.29. PARA SELECIONAR PARADA OPCIONAL
• Pressione a tecla "OPT STOP".
Notas:
• A característica de Parada Opcional irá interromper a Execução do Programa quando M01 for
executado e o LED "OPT STOP" estará iluminado.
• O operador precisa selecionar esta função antes de acionar a execução do programa.
• Desative a função pressionando a tecla "OPT STOP" novamente.
• Pressione a tecla "CYCLE START" para continuar a execução de programa.
3.30. PARA OMITIR BLOCOS DE PROGRAMA
• Pressione a tecla "BLOCK DELET"
• O CNC irá ignorar qualquer bloco precedido pela barra "/" .
Nota: Quando a opção "BLOCK DELET" está ativa, o comando irá ignorar todas as linhas de bloco
com o código "/" no início, mas se "BLOCK DELET" não estiver ativo, todas as linhas do bloco
com o código "/" no início serão executadas.
3.31. AJUSTE DO RELÓGIO
• Pressione a tecla "mdi".
• Pressione a tecla "OFFSET SETTING" (duas vezes), até ver a página de ajuste (manualmente).
• Usando o cursor encontre a função "TIME" na tela do monitor.
• Posicione o cursor em hora, minuto ou segundo.
• Insira o novo valor.
• Pressione a tecla "INPUT".
32 Guia do Operador - Linha ROMI G240 / G260 / G280 S58581AGuia do Operador
3.32. DESLIGANDO A MÁQUINA
• Pressione o botão de emergência.
• Desligue a chave geral.
3.33. EDIÇÃO EM BACKGROUND
Esta função permite a edição de programas com a máquina em funcionamento.
Com a máquina em movimento proceder da seguinte forma:
• Acionar a tecla "PROG".
• Acionar a soft key [ OPRT ].
• Acionar a soft key [ ED SIM ].
• Acionar a soft key [ DIR ].
• Selecionar novo programa: O_____.
• Acionar "INSERT", "EOB", "INSERT".
• Digitar informações.
• Ao terminar a edição acionar a soft key [ FIM-ES ].
3.34. ALTERAÇÃO DE PARÂMETROS
IMPORTANTE: A alteração de parâmetros de máquina influi no seu devido funcionamento.
Portanto, a mudança de qualquer item deve ser feita cuidadosa e criteriosamente.
• Acionar a tecla "MDI".
• Acionar a tecla "OFFSET SETTING".
• Acionar a soft key [ DEFIN ].
• Posicionar o cursor em "ESCRITA PARAM."
• Digitar "1".
• Acionar a tecla "INPUT" (caso ocorra alarme acionar- "CAN+RESET").
• Acionar a tecla "SYSTEM".
• Digitar o n° do parâmetro desejado.
Ex: 6510 (parâmetro gráfico).
• Acionar a soft key [ NO. SRH ].
Quando necessário, posicionar o cursor no "bit" a ser alterado.
• Entrar com a alteração.
• Acionar tecla "INPUT".
OBS:
• Após alteração voltar em "ESCRITA PARAM.", digitar "0", acionar "INPUT".
• Quando necessário, desligar a máquina, após a alteração.
S58581A Guia do Operador - ROMI G240 / G260 / G280 33
Guia do Operador
3.35. PROCEDIMENTO PARA JUMPS CONDICIONAIS EM PROGRAMAS
QUANDO O TORNO É EQUIPADO COM ALIMENTADOR DE BARRAS
O Jump Condicional é usado para programar uma ramificação em uma parte de um programa sob
a ocorrência de um evento externo.
Um evento externo é monitorado pelo CNC através de PMC lógico.
O Jump Condicional é programado numa parte do corpo do programa com o objetivo de controlar
o fluxo de execução onde o programa pode ramificar para um bloco ou não dependendo de um evento
externo.
O programa irá desviar do fluxo normal quando o evento externo sob testes é VERDADEIRO e
não desviará quando sua condição for FALSA.
Vide Salto Condicional em Programas via Código M.
3.35.1. Exemplos de Programação
Neste exemplo se o evento externo é VERDADEIRO, o programa irá saltar para o bloco N70 e
irá continuar sua execução deste ponto, caso contrário, o programa irá continuar do bloco N50.
N10 M80 A90 (SE FOR FINAL DE BARRA VÁ PARA N90);
N20 M20 (ABRE A PINÇA);
N30 M49 (ALIMENTA PEÇA);
N40 G4 X2 (TEMPO DE 2 SEG.);
N50 M21 (FECHA PINÇA);
N60 M49 (PUXA O EMPURRADOR);
N70 M98 P_ _ (CHAMA O PROGRAMA);
N80 M99 (LOOPING);
N90 G00 X_ _ Z _ _ (POSIÇÃO DE CORTE DA PONTA)
N100 M20 (ABRE A PINÇA);
N110 M49 (ALIMENTA NOVA PEÇA );
N120 M21 (FECHA PINÇA);
N130 M49 (RECOLHE O EMPURRADOR);
N140 (USINA A NOVA PONTA DE BARRA)
.
.
NXXXM99;
34 Guia do Operador - Linha ROMI G240 / G260 / G280 S58581A
Guia do Operador
Página Utilitários
3.36. DIFERENCIADORES DE SOFTWARE ROMI
Os Diferenciadores de Software Romi são uma série de funções de software, desenvolvidas pela
Romi a partir da linguagem de programação Fanuc, chamada Macro Executer. Estas funções objetivam
dotar as máquinas com uma melhor operacionalidade e permitir a customização da mesma.
As principais funções são:
• Auto desligamento (standard)
• Transportador de cavacos (standard)
• Alimentador de barras (opcional)
• Diagnóstico remoto (opcional)
3.36.1. Auto desligamento
A função denominada de Auto deligamento tem como objetivo desligar a máquina sob certas
condições previamente estabelecidas, evitando assim que a máquina continue ligada mesmo nos
períodos improdutivos, auxiliando na redução dos gastos desnecessários de energia. Estas condições
podem ser configuradas de modo interativo, através de uma página dedicada à esta função.
As condições básicas para se executar uma sequência de desligamento da máquina estão
aplicadas em máquinas com Alimentador de Barras, através do fim de barra ou por uma quantidade de
número de peças produzidas.
Para ativar o auto desligamento deve-se:
• Acionar a tecla "CUSTOM GRAPH"
• Acionar a soft key [ UTILIT ]
• Acionar a soft key [ AUTDS ]
S58581A Guia do Operador - ROMI G240 / G260 / G280 35
Guia do Operador
3.36.1.1 Página do auto desligamento
Através desta página pode-se definir configurações de como e quando deve ser atuada a função
Auto Desligamento.
A página possui um cursor com dois campos configuráveis. Estes campos são acessados através
de duas soft keys dedicadas.
Basicamente, a página apresenta um campo definido como TIPO, o qual indica em que condição
a função Auto Desligamento irá atuar (Fim de Barra ou Número de Peças), e o campo STATUS, que
indica se o Auto Desligamento está ativa ou não (Desligado ou Ligado).
Uma vez estando o cursor sobre o campo denominado TIPO, o sistema o sistema disponibiliza
duas soft keys, as quais referem-se às duas condições possíveis Fim Bar ou (N. Peça) deve significar
seleção da condição Número de Peças.
As figuras abaixo ilustram a página do Auto Desligamento de forma ilustrar o campo TIPO.
Vizualização do "TIPO" para Número de Peças
Visualização do "TIPO" Fim de Barras
Opções para o Campo Tipo
Descreve a opção
selecionada
Campo Tipo
Opções para o Campo Tipo
Descreve a opção
selecionada
Campo Tipo
36 Guia do Operador - Linha ROMI G240 / G260 / G280 S58581A
Guia do Operador
Por sua vez, estando o cursor sobre o campo denominado "STSTUS", o sistema disponibiliza
duas soft keys. Estas duas soft keys referem-se às duas condições possíveis (Ligado/Desligado).
Portanto, "Liga" deve significar que aquele "TIPO" foi ligado e que "Desliga" deve significar que aquele
"TIPO" foi desligado. A figura 4 ilustra a página do Auto Desligamento de forma a ilustrar o campo
STATUS.
3.36.1.2. Apagar as mensagens de erro
Como normalmente, ao se ligar a máquina, o botão "RESET" é acionado, qualquer mensagem
existente neste momento poderá ser apagada, evitando-se, dessa forma, que o operador possa saber
o que poderia ter causado o auto-desligamento.
De forma a se preservar as mensagens do operador, principalmente para aquelas relacionadas
com a rotina de auto-desligamento, a função disponibiliza uma soft key dedicada cuja função é a de
gerar uma informação às lógicas de interfaceamento quando acionada.
Assim, as mensagens do operador somente poderão ser apagadas quando necessárias,
permitindo ao operador que se leia as mensagens anteriormente. A função desta soft key é a de apagar
as mensagens somente após confirmação do operador.
Quando acionando a soft key [ APAGAR ], o sistema irá sempre requerer uma confirmação da
operação solicitada. Dessa forma, ao se acionar esta soft key, o sistema irá mostrar as soft keys
[CANCEL] e [OK]. Se a operação de apagar as mensagens pode ser executada, então aciona-se a soft
key [ OK ], caso contrário aciona-se a soft key [ CANCEL ].
Visualização do "TIPO" Fim de Barra
Descreve a opção
selecionada
Campo Status
Opções para o Campo Status
S58581A Guia do Operador - ROMI G240 / G260 / G280 37
Guia do Operador
3.36.2. Transportador de cavacos
A função denominada de "Tranportador de Cavacos" tem como objetivo parametrizar o
funcionamento automático do mesmo, definindo-se dessa forma seu ciclo de funcionamento. Este ciclo
de funcionamento deve permitir um escoamento mais eficiente do cavaco e reduzir a transferência do
líquido refrigerante para os elementos coletores de cavacos.
Portanto, para se definir um ciclo de funcionamento do transportador de cavacos, o sistema
disponibiliza dois tempos. O primeiro tempo determina o tempo em que o transportador de cavacos deve
permanecer ligado e outro, o tempo que o transportador deve permanecer desligado. É possível ainda,
dentro desta função definir um ciclo contínuo de funcionamento. Neste caso, on transportador de
cavacos poderá permanecer ligado, independentede qualquer tempo.
Conforme se observa na Figura , a função Transportador de Cavacos é invocada através da soft
key [ TCAVCO ] na página Utilitários ( "[ UTILIT ]")
3.36.2.1. Página do Tranportador de Cavacos
Através da página do Transportador de Cavacos é possível fazer sua configuração de
funcionamento.
A página possui um cursor com um campo principal denominado STATUS selecionado (contínuo
ou pausado), o sistema poderá disponibilizar ainda mais dois campos. A seleção do STATUS é feita
através de duas soft keys dedicadas.c A primeira, denominada de Conti. define o tipo CONTÍNUO,
enquanto que a segunda, denominada de Pausa, define o tipo PAUSADO.
O tipo denominado PAUSADO é aquele em que se é possível determinar o tempo em que o
transportador de cavacos permanecerá ligado e desligado. Para a programação destes tempos, uma
vez selecionado o tipo Pausado, há dois campos numéricos. A faixa de programação destes campos
é de 1 a 3600, cujos valores são expressos em segundos.
Já o tipo denominado CONTÍNUO não requer a programação de nenhum tempo, posto queneste
caso, o Transportador de Cavacos poderá atuar em modo contínuo, e também em função de outros
comandos externos.
As figuras ilustram a seleção dos tipos Contínuo e Pausado.
Chamada da função Transportador de cavacos na página Utilitários
38 Guia do Operador - Linha ROMI G240 / G260 / G280 S58581A
Guia do Operador
OBSERVAÇÃO: Para desligar o transportador de cavacos manualmente, deve-se
acionar a tecla "CHIP C. STOPRW".
Transportador de cavacos em Tipo Contínuo
Transportador de cavacos manualmente, deve-se acionar a tecla "CHIP C. STOP RW"
Tipo de Operação
Modos de Operação
do Transportador
Tipo de Operação
Tipo de Operação
do Transportador
Parametrização
dos tempos em
que o
Transportador fica
ligado/desligado.
(Faixa 1~3600)
Entrada
de dados
S58581A Guia do Operador - ROMI G240 / G260 / G280 39
Guia do Operador
3.36.3. Diagnóstico Remoto
Este software foi criado para facilitar o usuário na habilitação do software da FANUC na
monitoração remota, tanto via RS-232 quanto via MODEM de formato de cartão de tecnologia PCMCIA.
O software possui a opção de se mudar o canal de comunicação (RS-232 e PCMCIA), de se
mudar o estado do diagnóstico (tanto ligado quanto desligado) e possui ainda um cursor para permitir
a entrada nos dados no campo desejado.
Página do Diagnóstico Remoto
40 Guia do Operador - Linha ROMI G240 / G260 / G280 S58581A
Guia do Operador
3.36.3.1 Funções do Cursor e da Tecla "INPUT"
O cursor, neste software, possui a sua navegação somente no sentido vertical. Através deste
cursor, o usuário seleciona o campo desejado. A entrada dos valores digitados são aqueles passados
para esse campo via o campo NUM=.
Nesse campo, o usuário digita valores numéricos com capacidade de até 8 casas decimais, onde
a sua entrada de dados é obtida via teclado.
A entrada de valores através do campo NUM, preserva as vantagens que a FANUC proporciona
para este tipo de campo. Operações como apagar o campo todo via tecla RESET; cancelar dígito por
dígito via tecla CAN e outras facilidades que a FANUC possui, são permitidas.
Um valor gigitado no campo NUM somente será transferido para o campo correspondente -
selecionado com a posição do cursor - deve-se precionar a tecla do INPUT.
3.36.3.2. Algumas Considerações
Quando se habilita o Diagnóstico Remoto, o usuário do CNC perderá automaticamente o relógio
na maioria das telas.
Se por descuido ou por falta de conhecimento o usuário mudar o parâmetro (vide parâmetro #20)
que define o tipo do canal de comunicação, isto é, diferente de 0 - RS-232 ou diferente de 4 - PCMCIA,
o diagnóstico remoto, em sua tela de status do canal, mostrará em seu campo a sequência de carcteres
formada por 4 caracteres "????", fazendo com que o sistema não saiba qual o canal de comunicação
parametrizado pelo usuário. Neste caso, o usuário deve verificar qual valor foi previamente definido,
lembrando que a configuração do diagnóstico remoto somente pode operar com RS-232 ou PCMCIA.
A figura abaixo ilustra uma situação onde o diagnóstico remoto está ligado com erro na
parametrização do canal de comunicação do CNC.
Página do Diagnóstico Remoto ligado e o canal parametrizado errado
Indica o status do canal de comunicação. Neste exemplo, no status do
canal, consta que o parâmetro de comunicação(#20) está parametrizado
de forma errada, sendo que o sistema não conseguiu interpretar o
mesmo.
S58581A Guia do Operador - ROMI G240 / G260 / G280 41
Guia do Operador
3.36.3.3. Funções das Soft Keys
O Diagnóstico Remoto pode ser operado através de várias soft keys. Suas funções estão
descritas abaixo.
a) Função de Dlig
Esta função é usada para ativar o Diagnóstico Remoto, escrevendo no parâmetro #2bit0=1.
Quando habilitado o Diagnóstico Remoto, no lugar de aparecer o relógio, aparecerá em blink e com a
back ground em vermelho com a letra em cinza o texto "RMT DGN", aparecerá novamente o relógio.
[ Dlig. ]
b) Função de Ddslg
Esta função é usada para desativar o Diagnóstico Remoto, escrevendo no parâmetro #2bit 0=0.
Quando desabilitando o Diagnóstico Remoto, no lugar de aparecer em blink e com o back groud em
vermelho com a letra em cinza o texto "RMT DGN", aparecerá novamente o relógio.
[ Ddslg ]
c) Função de Mensa
Esta função será implementada nos novos softwares que virão, com a finalidade de comunicação
entre o usuário e o técnico de serviço. Na versão atual esta soft key está sem função operacional.
[ Mensa. ]
d) Função de RS-232
Esta função habilita, através do canal de comunicação, a porta RS-232 do CNC, escrevendo no
parâmetro #20, com o valor do mesmo igual a 0.
[ RS - 232 ]
e) Função de PCMCIA
Esta função habilita, através do canal de comunicação, a porta PCMCIA do CNC, escrevendo no
parâmetro #20, com o valor do mesmo igual a 4.
[ PCMCIA ]
42 Guia do Operador - Linha ROMI G240 / G260 / G280 S58581A
Guia do Operador
Para maiores detalhes sobre o funcionamento e uso do diagnóstico remoto, favor reportar-se ao
manual GFZ-634EN/01 da GE Fanuc (Remote Diagnostic Function Host Software for Windows). Para
as conexões, a GE Fanuc recomenda um dos seguintes modem no padrão PCMCIA. O SW a ser usado
no PC é o A08B-9010-J501#EN07.
Para as conexões, a GE Fanuc recomenda um dos seguintes modem no padrão PCMCIA
Tabela 3 - Lista de modem padrão PCMCIA
3.36.3.4. Configuração Para Uso do Diagnóstico Remoto
O diagnóstico remoto deve ser configurado de modo a permitir a conexão do CNC sob
monitoração através de uma linha telefônica e modem. Este tipo de conexão é denominada de conexão
modem-modem, sempre passando por uma linha telefônica.
A figura ilustra a conexão de um CNC sob monitoração. Observa-se a conexão via um modem
no padrão PCMCIA do lado do CNC. Já do lado da monitoração, a conexão, também através de um
modem, é feita para um PC. Este PC é a unidade responsável pela monitoração.
O cartão modem PCMCIA deve ser inserido na interface de PCMCIA do próprio CNC, localizado
na parte frontal do CNC. Por sua vez, este modem deve estar conectado a um cabo telefônico com
conector padrão RJ11.
Este PC de monitoração deve ser configurado com um software da GE Fanuc.
Ilustração da conexão modem-modem para o Diagnóstico Remoto
Linha
Telefônica
MODEM PCMCIA
TDK DF2814B
TDK DF3314ES
TDK DF3314EX
TDK DFS5660
TDK DF5600
3COM XJ1560
3COM3CXM556
S58581A Guia do Operador - ROMI G240 / G260 / G280 43
Guia do Operador
3.36.4. Preset Semi-Automático de Ferramentas
Para executar o preset da ferramenta foi desenvolvido uma função especial G63 cujos
argumentos, formato e csintaxe seguem:
G63 T__A(K__), onde:
G63 = invoca a função de preset de ferramenta.
T = ferramenta a ser presetada (posição ferramentana torre).
A = código de posição de toque no sensor com relação a geometria (lado da ferramenta).
K = distância real entre a face da torre e o centro do suporte (obrigatório quando A=7),
sendo: K30.0 - G240
K31.0 - G260 e G280
Procedimento
O processo de preset é semi-automático, para tanto, é necessário seguir o seguinte procedimento:
• Montar ferramentas na torre.
• Elaborar programa de preset, conforme o exemplo abaixo:
O 0001 (ZERAMENTO);
N10 G21 G40 G90 T00; (Bloco de segurança)
N20 G63 T01 A03;
(G63 - Ativa o ciclo de preset)
(T01 - ferramenta número 01)
(A03 - lado 03 - ferramenta externa direita)
N30 G63 T02 A07 K31;
(G63 - Ativa o ciclo de preset)
(T02 - ferramenta número 02)
(A07 - lado 07 - ferramenta tipo broca)
(K31 - fator K para o G 280 = 31mm)
• repetir estes blocos tantas vezes quanto for as ferramentas a serem presetadas.
N40 M50; recolhe o sensor
N50 M30; fim de programa
44 Guia do Operador - Linha ROMI G240 / G260 / G280 S58581A
Guia do Operador
OBSERVAÇÕES:
• Os eixos serão conduzidos automaticamente à posição onde foi iniciado a execução.
• O ciclo se repetirá tantas vezes quantas forem as ferramentas a serem presetadas quando
então, o "TOOL EYE" será recolhido automaticamente e finalizado o programa.
NOTAS:
• Quando o código A da ferramenta for 7, não serão executados os passos 10 e 11.
• Após os zeramentos em "X" e "Z", deve-se informar os valores do RAIO e do LADO DE
CORTE (ou quadrante) das ferramentas, correspondentes aos campos "R" e "T".
Para zerar as ferramentas siga as instruções:
1- Posicionar a ferramenta mais comprida montada na torre em posição de segurança no campo de
trabalho.
2- Desça o "TOOL EYE" atavés de "MDI" (Função: M51)
3- Posicionar a torre via jog num ponto que não haja interferência da ferramenta posicionada e o
sensor, deixando um espaço mínimo de 30mm.
4- Recolha o "TOOL EYE" através do "MDI" ( Função: M50)
5- Selecionar o programa de preset
6- Acionar "AUTO"
7- Acionar "CYCLE START".
A seguir são descritos os eventos que ocorrem:
• A torre posiciona a 1° ferramenta a ser presetada.
• O "TOOL EYE" desce automaticamente.
• O CNC emite um sinal sonoro (bip), ativa o modo de operação "MPG" e aguarda a intervenção
do operador.
8- O operador deve posicionar o ponto de contato da ferramenta no sentido "Z" deixando de 2 a 10mm
de folgas.
9- Acionar "CYCLE START". (aguardar até que a ferramenta seja sensorada e ative o modo de
operação"MPG")
10- O operador deve então posicionar o ponto de contato da ferramenta no sentido "X" deixando e 2
a 10mm de folga.
11- Acionar "CYCLE START" (aguardar até que a ferramenta seja sensorada e ative o modo de
operação"MPG")
12- O operador deve então acionar o eixo Z e afastar a ferramenta para uma área segura
13- Acionar "CYCLE START".
S58581A Guia do Operador - ROMI G240 / G260 / G280 45
Guia do Operador
3.36.5 Compensação Automática de Desgaste de Ferramenta
O Sistema de Compensação Automática de Ferramentas é também conhecido como Sistema de
Medição de Desgaste de Ferramentas. Para facilidade de referência, este procedimento irá referenciá-
lo como "SCAF".
O SCAF foi desenvolvido utilizando-se do mesmo sensor utilizado pelo Ciclo de Preset de
Ferramentas.
O SCAF sempre mede as feramentas em ambos os eixos X e Z e, não permite a medição de
ferramntas tipo Broca. Os quadrantes permitidos são os quadrantes 2, 3 e 4, como segue o exemplo
abaixo:
Leitor de Posição
As coordenadas X e Z de retorno, finda a medição, são as coordenadas definidas antes da
chamada do primeiro G37. Normalmente estas coordenadas são a posição X e Z de troca de ferramenta.
Com esta função podemos programar uma medição do desgaste da ferramenta em processo.
Para isso temos:
G37 T__ A__ (I__) (C1) (B1), onde
T = define a ferramenta a ser medida
A = define o quadrante do sensor a ser tocado
I = define o máximo de valor de desgaste
CI = suspende ciclo para retirada da peça B1 = indica último bloco de medição
M76 = ativa o contador de peças
Exemplo:
...
N250 G0 X200 T00; (ponto de troca)
N260 M76; (contador de peça ativo)
N270 G37 T01 A2 I0.1; (ou G37 T01 I0.1)
N280 G37 T04 A3 I0.05 B1; (ou G37 T04 I0.05 B1)
N290 M50;
N300 M30
46 Guia do Operador - Linha ROMI G240 / G260 / G280 S58581A
Guia do Operador
3.37. FUNÇÕES ESPECIAIS
3.37.1. Edição de Programas com funções Extendidas:
Esta função permite realizar as seguintes operações usando um programa que já esteja
memorizado:
A- Cópia total ou parcial de um programa para outro.
B- Inclusão de dois programas em um só.
C- Troca de um dado por outro.
Esta função permite que se faça uma cópia de programa sem apaga-lo, preparar um programa
incluindo um trecho similar de outro programa ou inventar alguma ordem de programação.
3.37.2. Cópia Total Para Um Programa Novo:
• Acionar a tecla "EDIT".
• Acionar a tecla "PROG".
• Acionar a soft key [ DIR ].
• Selecionar o programa a ser copiado.
• Acionar a soft key [ OPRT ].
• Acionar a soft key [ ].
• Acionar a soft key [ EX-EDT ].
• Acionar a soft key [ COPIAR ].
• Acionar a soft key [ TODOS ] (aparecerá a informação COPIA TUDOPRG=0000).
• Digitar somente o número do novo programa que receberá a cópia.
• Acionar a tecla "INPUT".
• Acionar a soft key [ EXEC ] (o programa copiado aparecerá com o novo número).
S58581A Guia do Operador - ROMI G240 / G260 / G280 47
Guia do Operador
3.37.3. Cópia de Uma Parte de Um Programa Já Existente Para Um Programa Novo
• Acionar a tecla "EDIT".
• Acionar a tecla "PROG".
• Acionar a soft key [ DIR ].
• Selecionar o programa a ser copiado.
• Acionar a soft key [ OPRT ].
• Acionar a soft key [ ].
• Acionar a soft key [ EX-EDT ].
• Acionar a soft key [ COPIAR ].
• Posicionar o cursor na posição que iniciará a cópia.
• Acionar a soft key [ CRSL ~ ] (aparecerá na tela COPIACRSL ~).
• Posicionar o cursor na posição final que vai ser copiado.
• Acionar a soft key [ ~ CRSL ] (aparecerá na tela a mensagem COPIACRSL ~ ~ CRSL PRG =
=0000).
• Digitar somente o número do novo programa que receberá a cópia.
• Acionar a tecla "INPUT".
• Acionar a soft key [ EXEC ].
3.37.4 Copiar a Partir de Uma Parte de Um Programa Já Existente Até o Final:
• Acionar a tecla "EDIT".
• Acionar a tecla "PROG".
• Acionar a soft key [ DIR ].
• Selecionar o programa a ser copiado.
• Acionar a soft key [ OPRT ].
• Acionar a soft key [ ].
• Acionar a soft key [ EX-EDT ].
• Acionar a soft key [ COPIA ].
• Posicionar o cursor na posição que iniciará a cópia.
• Acionar a soft key [ CRSL ~ ] (aparecerá na tela COPIACRSL ~).
• Acionar a soft key [ BTTM ] (aparecerá na tela COPIACRSL ~ ~ BTTM PRG=0000)
• Digitar somente o número do novo programa que receberá a cópia.
• Acionar a tecla "INPUT".
• Acionar a soft key [ EXEC ].
48 Guia do Operador - Linha ROMI G240 / G260 / G280 S58581A
Guia do Operador
3.37.5. Transferir (mover) Uma Parte de um Programa Para Um Programa Novo
OBS: A parte do programa a ser movida é apagada do programa original.
• Acionar a tecla "EDIT".
• Acionar a tecla "PROG".
• Acionar a soft key [ DIR ].
• Selecionar o programa desejado.
• Acionar a soft key [ OPRT ].
• Acionar a soft key [ ].
• Acionar a soft key [ EX-EDT ].
• Acionar a soft key [ MOVER ].
• Posicionar o cursor na posição que iniciará a cópia.
• Acionar a soft key [ CRSL ~ ] (aparecerá na tela MOVERCRSL ~).
*• Posicionar o cursor na posição final do ponto que se vai copiar.
• Acionar a soft key [ ~ CRSL ] (aparecerá na tela MOVERCRSL ~ ~ CRSL PRG=0000).
• Digitar somente o número do novo programa que receberá a cópia.
• Acionar a tecla "INPUT".
• Acionar a soft key [ EXEC ].
OBS: para se transferir de uma posição até o final, no item (*) deve-se acionar a soft key [BTTM].
3.37.6. UnirDois Programas:
• Acionar a tecla "EDIT".
• Acionar a tecla "PROG".
• Acionar a soft key [ DIR ].
• Selecionar o programa desejado que será alterado (receber o programa).
• Acionar a soft key [ OPRT ].
• Acionar a soft key [ ].
• Acionar a soft key [ EX-EDT ].
• Acionar a soft key [ UNIR ].
• Posicionar o cursor na posição em que se introduzirá o outro programa.
• Acionar a soft key [ ~ CRSL ].
• Digitar somente o número do programa que entrará nesta posição.
• Acionar a tecla "INPUT".
• Acionar a soft key "EXEC".
S58581A Guia do Operador - ROMI G240 / G260 / G280 49
Guia do Operador
3.37.7. Trocar Dados
OBS: Esta função permite substituir um dado (função) por outra ou por vários dados seguidos.
• Acionar a tecla "EDIT".
• Acionar a tecla "PROG".
• Acionar a soft key [ DIR ].
• Selecionar o programa que será alterado.
• Acionar a soft key [ OPRT ].
• Acionar a soft key [ ].
• Acionar a soft key [ EX-EDT ].
• Acionar a soft key [ TROCAR ].
• Digitar o dado que será alterado, exemplo: X200.
• Acionar a soft key [ ANTES ].
• Digitar o novo dado. Exemplo: X300.
• Acionar a soft key [ DEPOIS ]
• Acionar a soft key [ EXEC ] ou [ EX-SGL ].
NOTAS:
• Ao acionar a soft key [ EXEC ], todos os dados (iguais ao primeiro) que estão depois do cursor
são alterados.
• Ao acionar a soft key [ EX-SGL ], é alterado somente o primeiro dado encontrado.
• Ao acionar a soft key [ SALTAR ], o dado selecionado não é alterado.
50 Guia do Operador - Linha ROMI G240 / G260 / G280 S58581A
Guia do Operador
S58581A Guia do Operador - ROMI G240 / G260 / G280 51
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CAPÍTULO 4
PROGRAMAÇÃO BÁSICA
52 Guia do Operador - Linha ROMI G240 / G260 / G280 S58581A
Guia do Operador
IMPORTANTE:
Este capítulo apresenta informações básicas e resumidas
sobre a programação da máquina.
Para maiores informações sobre programação,
recomenda-se consultar o MANUAL DE OPERAÇÃO FANUC.
S58581A Guia do Operador - ROMI G240 / G260 / G280 53
Guia do Operador
MOVIMENTO LONGITUDINAL
MOVIMENTO TRANSVERSAL
4o QUADRANTE
1o QUADRANTE2o QUADRANTE
3o QUADRANTE
4.1. SISTEMA DE COORDENADAS
Toda geometria da peça é transmitida ao comando com auxílio de um sistema de coordenadas
cartesianas.
O sistema de coordenadas é definido no plano formado pelo cruzamento de uma linha paralela
ao movimento longitudinal (Z), com uma linha paralela ao movimento transversal (X).
Todo movimento da ponta da ferramenta é descrito neste plano XZ, em relação a uma origem pré-
estabelecida (X0,Z0). Lembrar que X é sempre a medida do diâmetro.
Observação:
O sinal positivo ou negativo introduzido na dimensão a ser programada é dado pelo quadrante,
onde a ferramenta está situada.
54 Guia do Operador - Linha ROMI G240 / G260 / G280 S58581A
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4.1.1. Sistema de Coordenadas Absolutas
Neste sistema, a origem é estabelecida em função da peça a ser executada, ou seja, podemos
estabelecê-la em qualquer ponto do espaço para facilidade de programação. Este processo é
denominado “Zero Flutuante”.
Como vimos, a origem do sistema foi fixada como sendo os pontos X0, Z0. O ponto X0 é definido
pela linha de centro do eixo-árvore. O ponto Z0 é definido por qualquer linha perpendicular à linha de
centro do eixo-árvore.
Durante a programação, normalmente a origem (X0, Z0) é pré-estabelecida no fundo da peça
(encosto das castanhas) ou na face da peça , conforme ilustração abaixo:
EXEMPLO DE PROGRAMAÇÃO:
ORIGEM (X0, Z0) ORIGEM (X0, Z0)
Movimento CoordenadasAbsolutas
Partida Meta Eixo
De Para X Z
A B 30 30
B C 50 20
C D 80 20
D E 80 0
S58581A Guia do Operador - ROMI G240 / G260 / G280 55
Guia do Operador
EXEMPLO DE PROGRAMAÇÃO:
4.1.2. Sistema de Coordenadas Incrementais
A origem deste sistema é estabelecida para cada movimento da ferramenta.
Após qualquer deslocamento haverá uma nova origem, ou seja, para qualquer ponto atingido pela
ferramenta, a origem das coordenadas passará a ser o ponto alcançado.
Todas as medidas são feitas através da distância a ser deslocada.
Se a ferramenta desloca-se de um ponto A até B (dois pontos quaisquer), as coordenadas a serem
programadas serão as distâncias entre os dois pontos, medidas (projetadas) em X e Z.
Note-se que o ponto A é a origem do deslocamento para o ponto B e B será origem para um
deslocamento até um ponto C, e assim sucessivamente.
Movimento CoordenadasIncrementais
Partida Meta Direção
De Para X Z
A B 30 0
B C 20 -10
C D 30 0
D E 0 -20
56 Guia do Operador - Linha ROMI G240 / G260 / G280 S58581A
Guia do Operador
4.2. TIPOS DE FUNÇÕES
4.2.1. Funções de posicionamento:
4.2.1.1. Função X - Aplicação: Posição no eixo transversal (absoluta)
Formato: X +- 5.3 (milímetro)
4.2.1.2. Função Z - Aplicação: Posição no eixo longitudinal (absoluta)
Formato: Z +- 5.3 (milímetro)
4.2.1.3. Função U - Aplicação: Deslocamento no eixo transversal (incremental)
Formato: U +- 5.3 (milímetro)
4.2.1.4. Função W - Aplicação: Deslocamento no eixo longitudinal (incremental)
Formato: W +- 5.3 (milímetro)
4.2.2. Funções Especiais:
4.2.2.1. Função N - Aplicação: Número sequencial de blocos.
Cada bloco de informação é identificado pela função “N”, seguida de até 4 dígitos, que o comando
lança automaticamente no programa mantendo um incremento de 10 em 10. Caso o programador
decida modificar a numeração de um determinado bloco, o comando assumirá os incrementos em
relação a alteração efetuada.
Exemplo: N13;
N23;
N33;
4.2.2.2. Função: O - Aplicação: Identificação do programa
Todo programa ou sub-programa na memória do comando é identificado através de um único
número "O" composto por até 4 digitos, podendo variar na faixa de 0001 até 9999.
4.2.2.3. Função: Barra (/) - Aplicação: Inibir a execução de blocos.
Utilizamos a Função Barra (/) quando for necessário inibir a execução de blocos no programa, sem
alterar a programação.
Se o caracter “/” for digitado na frente de alguns blocos, estes serão ignorados pelo comando,
desde que o operador tenha selecionado a opção BLOCK DELETE no painel de comando.
Caso a opção BLOCK DELETE não seja selecionada, o comando executará os blocos
normalmente, inclusive os que tiverem o caracter “/”.
4.2.2.4. Função: F
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Guia do Operador
Definição do codigo T em função do parâmetro #5002.1 (LGN)
Parâmetro #5002.1 Formatação do Código T
0
Txxyy
xx = Pos. da Ferramenta na Torre
yy = Tool Geometry e Tool Wear
Exemplo : T0112 => Posição de Indexação 1. Valores de Tool
Geometry e Tool Wear da posição 12.
1
Txxyy
xx = Pos. da Ferramenta na Torre e Tool Geometry
yy = Tool Wear
Exemplo : T0112 => Posição de Indexação e Valor de Tool
Geometry referente a posição 1. Valor de Tool Wear da
posição 12.
Geralmente nos tornos CNC utiliza-se o avanço em mm/rotação, mas este também pode ser
utilizado em mm/min.
O avanço é um dado importante de corte e é obtido levando-se em conta o material, a ferramenta
e a operação a ser executada.
4.2.2.5. Função T
A Função T é usada para selecionar as ferramentas informando à máquina o seu zeramento
(PRE-SET), raio do inserto, sentido de corte e corretores.
Programa-se o código "T" acompanhado de no máximo quatro dígitos. Os dois primeiros dígitos
definem à máquina a localização da ferramenta na torre e seu zeramento (PRE-SET), e os dois últimos
dígitos definem o número do corretor de ajustes de medidas e correções de desgastes do inserto.
Existem duas opções para a utilização da função T determinada pelo parametro 5002.1 (LGN).
Ex.: T0101
IMPORTANTE:
O raio do inserto (R) e a geometria da ferramenta (T) devem ser inseridos somente na
página de geometria de ferramentas.
58 Guia do Operador - Linha ROMI G240 / G260 / G280 S58581A
Guia do Operador
4.3.2. Função: G1 - Aplicação:Interpolação linear.
Com esta função obtem-se movimentos retilíneos com qualquer ângulo, calculado através de
coordenadas e com um avanço (F) pré-determinado pelo programador.
A função G1 é Modal e cancela as funções G0, G2, G3.
4.3.3. Função: G2 e G3 - Aplicação: Interpolação circular.
Tanto G2 como G3 executam operações de usinagem de arcos pré-definidos através de uma
movimentação apropriada e simultânea dos eixos.
A função G02 ou G03 requer:
X ( U )=posição final do arco
Z ( W ) = posição final do arco
I = coordenada do centro do arco ( sentido )
K = coordenada do centro do arco ( sentido )
R = valor do raio
(F)= valor do avanço
Na programação de um arco deve-se observar as seguintes regras:
O ponto de partida do arco é a posição de início da ferramenta.
Programa-se o sentido de interpolação circular G02 ou G03 (horária ou anti-horária).
Juntamente com o sentido da interpolação programa-se as coordenadas do ponto final do arco
com X e Z ou então as funções U e W que determinam um deslocamento incremental.
Juntamente com o sentido do arco e as coordenadas finais , programa-se as funções I e K
(coordenadas do centro do arco), ou então, a função R (valor do raio).
4.3. FUNÇÕES PREPARATÓRIAS: "G"
Aplicação: Este grupo de funções definem à máquina o que fazer, preparando-a para executar
um tipo de operação, ou para receber uma determinada informação.
As funções podem ser MODAIS ou NÃO MODAIS.
MODAIS: São as funções que uma vez programadas permanecem na memória do comando,
valendo para todos os blocos posteriores, a menos que modificados por outra função ou a
mesma.
NÃO MODAIS:São as funções que todas as vezes que requeridas, devem ser programadas, ou seja,
são válidas somente no bloco que as contém.
4.3.1. Função: G0 - Aplicação: Posicionamento rápido.
Os eixos movem-se para a meta programada com a maior velocidade de avanço disponível na
máquina.
A função G0 é Modal e cancela as funções G1, G2, G3.
OBS.: O deslocamento rápido processa-se inicialmente à 45º até uma das metas "X" ou "Z"
programadas, para depois deslocar-se em um só eixo até o ponto final desejado.
S58581A Guia do Operador - ROMI G240 / G260 / G280 59
Guia do Operador
4.3.3.1. Função: R - Aplicação: Arco definido por raio.
É possível programar “interpolação circular” até 180 graus com auxílio da função R, discriminando
o valor do raio sempre com sinal positivo.
4.3.3.2. Função: "I" e "K" - Aplicação: Arco definido por centro polar.
As funções I e K definem a posição do centro do arco, onde:
I é paralelo ao eixo X.
K é paralelo ao eixo Z.
Esquema para programação de Rosca Esquerda e Direita:
Notas:
As funções I e K são programadas tomando-se como referência a distância do ponto de
início da ferramenta ao centro do arco, dando o sinal correspondente ao movimento.
A função "I" deve ser programada em raio.
EXEMPLO:
SENTIDO A-B: I-10.KO.
SENTIDO B-A: I0.K-10.
60 Guia do Operador - Linha ROMI G240 / G260 / G280 S58581A
Guia do Operador
TORRE TRASEIRA (Quadrante Positivo)
O sentido da execução da usinagem do arco define se este é horário ou anti-horário, conforme
os quadros abaixo:
G02 (HORÁRIO)
G03 (ANTI-HORÁRIO)
EXEMPLO DE PROGRAMAÇÃO
.
.
.
N30 G0 X21. Z81.;
N40 G1 Z80. F.25;
N50 X24. Z78.5;
N60 Z50.;
N70 G2 X44. Z40. R10.;
ou
N70 G2 X44. Z40. I10. K0.;
N80 G1 X50. Z25.;
N90 X74.;
N100 G3 X80. Z22. R3.;
ou
N100 G3 X80. Z22. I0. K-3.;
N110 G1 Z0.;
Importante:
As Funções G2 e G3 não são Modais, e após sua utilização, deveremos confirmar o próximo
código "G" a ser utilizado nos blocos subsequentes.
S58581A Guia do Operador - ROMI G240 / G260 / G280 61
Guia do Operador
OBS.: No exemplo foram considerados raios e chanfros de "3mm"
4.3.3.3. Função: C, R - Aplicação: Chanfro e arredondamento de cantos
Um chanfro ou um canto arredondado pode ser inserido automaticamente entre dois movimentos
lineares que formem ângulos retos (90º). Através das funções C (chanfro) ou R (raio) no bloco que gera
o primeiro segmento, indicando o sinal (direção do próximo movimento) e a dimensão de chanfro ou
raio desejado.
Exemplos:
Em máquinas que possuem o eixo "C" (orientação do eixo árvore), a função de chanframento
deve ser substituída por " K " ou " I ", observando os sentidos do próximo movimento se longitudinal
ou transversal, respectivamente
N40 G0 X90 Z0 F.3 ;
N50 Z20 R-3;
N60 X60 K3;
N70 Z40 R-3;
N80 X30 R3;
N90 Z60 I-3;
N100 X0 ;
N40 G01 X90. Z0 F.2;
N50 Z20. R-3.;
N60 X60. C3.;
N70 Z40. R-3.;
N80 X30. R3.;
N90 Z60. C-3.;
N100 X0;
N40 G01 X0 Z60. F.3;
N50 X30. C-3.;
N60 Z40. R3.;
N70 X60. R-3.;
N80 Z20. C3.;
N90 X90. R-3.;
N100 Z0;
N40 G01 X0 Z60 F.3 ;
N50 X30 K-3;
N60 Z40 R3;
N70 X60 R-3;
N80 Z20 I3;
N90 X90 R-3;
N100 Z0 ;
PERFIL EXTERNO
A -------> B
B -------> A
62 Guia do Operador - Linha ROMI G240 / G260 / G280 S58581A
Guia do Operador
4.3.4. Função: G04 - Aplicação: Tempo de permanência (DWELL)
Entre um deslocamento e outro da ferramenta, pode-se programar um determinado tempo de
permanência da mesma. A função G4 executa uma permanência, cuja duração é definida por um valor
"P", "U" ou "X" associado, que define o tempo em segundos.
A função G04 requer:
G04 (X) (U) (P)
(X), (U), (P) = valor do tempo em segundos
EXEMPLO:TEMPO DE 2.5 SEGUNDOS
G04 X2.5;
G04 U2.5;
G04 P2500;
4.3.5. Função: G20 - Aplicação: Referencia unidade de medida - Polegada
4.3.6. Função: G21 - Aplicação: Referencia unidade de medida - Métrico.
Esta função prepara o comando para computar todas as entradas de dados em milímetros. Não
há necessidade de programa-se esta função, pois a mesma está ativa quando o comando é ligado.
S58581A Guia do Operador - ROMI G240 / G260 / G280 63
Guia do Operador
4.3.7. Função: G33 - Aplicação: Ciclo de roscamento
A função G33 executa o roscamento no eixo X e Z onde cada profundidade é programada
explicitamente em bloco separado.
Há possibilidade de abrir-se roscas em diâmetros internos e externos como roscas paralelas e
cônicas, simples ou de múltiplas entradas.
A função G33 requer:
X ( U ) = diâmetro final do roscamento
Z ( W ) = posição final do comprimento da rosca
F = passo da rosca
R = valor da conicidade incremental no eixo "X" .
OBS.: Não há necessidade de repetirmos o valor do passo (F) nos blocos posteriores de G33.
A função G33 é modal.
Opcional
64 Guia do Operador - Linha ROMI G240 / G260 / G280 S58581A
Guia do Operador
EXEMPLO DE PROGRAMAÇÃO:
ROSCA MÉTRICA DIÂMETRO 30 x 1,5
Relação de fórmulas:
P (Altura do filete)
P = (0.65 x passo)
P = (0.65 x 1,5)
P = 0.975
X (Diâmetro final)
X = Diâmetro inicial - (Altura do Filete x 2)
X = 30 - 1.95
X = 28.05
G33
N20 G0X35.Z83.;
N25 X29.35;
N30 G33 Z48.5 F1.5;
N35 G0X35.;
N40 Z83.;
N45 X28.95;
N50 G33 Z48.5;
N55 G0X35.;
N60 Z83.;
N65 X28.55;
N70 G33 Z48.5;
N75 G0X35.;
N80 Z83.;
N85 X28.15;
N90 G33 Z48.5;
N95 G0X35.;
N100 Z83.;
N105 X28.05;
N110 G33 Z48.5;
N115 G0X35.;
N120 Z83.;
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Guia do Operador
4.3.8. Função: G76 - Aplicação: Ciclo de roscamento automático
A função G76 requer:
G76 P (m) (r) (a) Q R; onde:
m = número de repetições do último passe
r = comprimento da saída angular da rosca
valor programado = [(r ÷ passo) x 10]
a = ângulo da ferramenta (0º, 29º, 30º, 55º e 60º)
Q = mínima profundidade de corte (raio/ milésimos de milímetro)
R = profundidade do último passe (raio/ milésimos de milímetro)
G76 X(U) Z(W) R P Q F; onde
X = diâmetro final do roscamento
(U) = distância incremental do ponto posicionado até o diâmetro final da rosca (raio)
Z = comprimento final do roscamento
(W) = distância incremental no eixo longitudinal para rosca cônica
R = valor da conicidade incremental no eixo "X" (raio / negativo para externo e positivo parainterno)
P = altura do filete da rosca (raio / milésimos de milímetro)
Q = profundidade do 1º passe (raio/ milésimos de milímetro)
F = passo da rosca
66 Guia do Operador - Linha ROMI G240 / G260 / G280 S58581A
Guia do Operador
EXEMPLO DE PROGRAMAÇÃO:
ALTURA DO FILETE:
P=(0.65 x passo)
P=(0.65 x 2)
P=1.3
Diâmetro final=Diâmetro inicial - (altura do filete x 2)
Diâmetro final=25 - (1.3 x 2)
Diâmetro final=22.4
Cálculo do número de passadas "Q":
Q = P
Nº Passes
Nota: No exemplo, cálculo para 11 passadas.
Q = 1.3
11
Q = 0.392
.
.
.
N50 G00 X29. Z57.;
N60 G76 P010060 Q00 R00;
N70 G76 X22.4 Z41. P1300 Q392 F2.;
.
.
.
S58581A Guia do Operador - ROMI G240 / G260 / G280 67
Guia do Operador
ROSCA CÔNICA:
EXEMPLO DE PROGRAMAÇÃO:
Rosca cônica NPT 11.5 fios/pol
Inclinação: 1 grau 47 min
Cálculos:
Passo:
F=25.4: 11.5
F=2.209
Altura do filete:
P=(0,866 x F)
P=(0.866 x 2.209)
P=1.913
Conversão do grau de inclinação:
1 grau 47 min = 1.78 graus
R=(Conicidade incremental do Eixo "X"):
tg = CO
CA
tg 1.78 = R
25
R = 0.777
68 Guia do Operador - Linha ROMI G240 / G260 / G280 S58581A
Guia do Operador
Diâmetro final:
Diâmetro final = diâm. inicial - (altura do filete x 2)
Diâmetro final = 33.4 - 3.826
Diâmetro final = 29.574
CÁLCULO DO NÚMERO DE PASSADAS "Q":
Q = P
nº. de passes
Nota: No exemplo, cálculo para 16 passadas.
Q = 1.913
16
Q = 0.479
.
.
.
N50 G0 X35. Z75.;
N60 G76 P010000 Q00 R00;
N70 G76 X29.574 Z50. P1913 Q479 R-0.777 F2.209;
.
.
.
S58581A Guia do Operador - ROMI G240 / G260 / G280 69
Guia do Operador
PROFUNDIDADES NO EXEMPLO:
1º passe= 0.8mm
2º passe= 0.6mm
3º passe= 0.4mm
4º passe= 0.15mm
Altura do filete:
P = (0.65 x passo)
P = (0.65 x 1.5)
P = 0.975
Diâmetro final:
Diâmetro final = Diâmetro inicial - (altura do filete x 2)
Diâmetro final = 25 - (0.975 x 2)
Diâmetro final = 23.05
.
.
.
G0 X30. Z54.;
G78 X24.2 Z35. F1.5;
X23.6;
X23.2;
X23.05;
G0 X_ _ _ _ Z_ _ _ _ ; (PONTO DE TROCA)
.
.
.
4.3.9. Função: G78 - Aplicação: Ciclo de roscamento semi-automático
A função G78 requer:
G78 X Z (R) F; onde:
X = diâmetro de roscamento
Z = posição final de roscamento
R = valor da conicidade incremental no eixo "X" (rosca cônica)
F = passo da rosca
70 Guia do Operador - Linha ROMI G240 / G260 / G280 S58581A
Guia do Operador
ROSCA COM VÁRIAS ENTRADAS:
Rosca: M25x2 2 entradas
Altura do filete:
P = (0.65 x passo)
P = (0.65 x 2)
P = 1.3
Diâmetro final:
Diâmetro final = Diâmetro inicial - (altura do filete x 2)
Diâmetro final = 25 - (1.3 x 2)
Diâmetro final = 22.4
Passo:
F = Passo nominal x nº de entradas
F = 2 x 2
F = 4
N70 G0 X28. Z104.; (1ª entrada)
N80 G78 X24. Z62. F4.;
N90 X23.2;
N100 X22.6;
N110 X22.4;
N120 G0 Z106.; (2ª entrada)
N130 G78 X24. Z62. F4.;
N140 X23.2;
N150 X22.6;
N160 X22.4;
N170 G0 X_____ Z_____; (PONTO DE TROCA)
PROFUNDIDADES NO EXEMPLO:
1º PASSE = 1.0mm
2º PASSE = 0.8mm
3º PASSE = 0.6mm
4º PASSE = 0.2mm
2
en
tra
da
s
S58581A Guia do Operador - ROMI G240 / G260 / G280 71
Guia do Operador
Posição do inserto:
- Face de corte para cima
- Face de corte para baixo
Adotar:(E) Esquerda
(D) Direita
Obs: A programação de rosca esquerda e direita deverá levar em consideração a posição de
montagem do ferramental na máquina e o sentido de giro do eixo-árvore olhando-se frontalmente.
Sentido Horário Sentido Anti-Horário
Sentido Horário Sentido Anti-Horário
Sentido HorárioSentido Anti-Horário
72 Guia do Operador - Linha ROMI G240 / G260 / G280 S58581A
Guia do Operador
4.3.10. Função: G40 - Aplicação: Cancela compensação de raio
A Função G40 deve ser programada para cancelar as funções previamente solicitadas como G41
e G42. Esta função, quando solicitada pode utilizar o bloco posterior para descompensar o raio do
inserto programado na página de “GEOMETRIA DE FERRAMENTAS”, utilizando avanço de trabalho
(G1).
A Função G40 é um código Modal e está ativa quando o comando é ligado.
O ponto comandado para trabalho encontra-se no vértice entre os eixos X e Z.
4.3.11. Função: G41 - Aplicação: Ativa compensação de raio (esquerda)
A Função G41 seleciona o valor da compensação do raio da ponta da ferramenta, estando à
esquerda da peça a ser usinada, vista em relação ao sentido do curso de corte.
O raio da ferramenta e o lado de corte (código T) devem ser definidos na página de "Geometria
de Ferramentas"
A Função G41 é Modal, portanto cancela a G40.
4.3.12. Função: G42 - Aplicação: Ativa compensação de raio (direita)
Esta função implica em uma compensação similar à Função G41, exceto que a direção de
compensação é a direita, vista em relação ao sentido do curso de corte.
A Função G42 é Modal, portanto cancela a G40.
O raio da ferramenta e o lado de corte (código T) devem ser definidos na página de "Geometria
de Ferramentas"
Notas:
Durante a compensação de raio os deslocamentos programados devem ser sempre maior
que o valor do raio do inserto (pastilha).
A ferramenta não deve estar em contato com o material a ser usinado, quando as funções
de compensação forem ativadas no programa.
Ponto de Comando
S58581A Guia do Operador - ROMI G240 / G260 / G280 73
Guia do Operador
CÓDIGOS PARA COMPENSAÇÃO DO RAIO DA FERRAMENTA:
QUADRANTE POSITIVO
74 Guia do Operador - Linha ROMI G240 / G260 / G280 S58581A
Guia do Operador
TIPO DE FERRAMENTA
PARA COMPENSAÇÃO DO RAIO
DESBASTE EXTERNO PARALELO AO EIXO X:
TORRE
Ponta da
Ferramenta
Ferramenta
Externa Direita
Ferramenta
Externa
Esquerda
Ferramenta
Interna Esquerda Ferramenta
Interna Direita
S58581A Guia do Operador - ROMI G240 / G260 / G280 75
Guia do Operador
4.3.13. Função: G70 - Aplicação: Ciclo de acabamento.
Este ciclo é utilizado após a aplicação dos ciclos de desbaste G71, G72 e G73 para dar o
acabamento final da peça sem que o programador necessite repetir toda a sequência do perfil a ser
executado.
A função G70 requer:
G70 P Q; onde:
P = número do bloco que define o início do perfil
Q = número do bloco que define o final do perfil
As funções F, S e T especificadas nos blocos G71, G72 e G73 não tem efeito, mas as
especificadas entre o bloco de início do perfil (P) e final do perfil (Q) são válidas durante a utilização do
código G70.
Nota: Após a execução do ciclo G70 a ferramenta retorna automaticamente ao ponto utilizado
para o posicionamento.
4.3.14. Função: G71 - Aplicação: Ciclo automático de desbaste longitudinal
A função G71 deve ser programada em dois blocos subsequentes, visto que os valores relativos
a profundidade de corte e sobremetal para acabamento nos eixos transversal e longitudinal são
informados pela função "U" e "W", respectivamente.
A função G71 no 1º bloco requer:
G71 U R; onde:
U = valor da profundidade de corte durante o ciclo (raio)
R = valor do afastamento no eixo transversal para retorno ao Z inicial (raio)
A função G71 no 2º bloco requer:
G71 P Q ±U ±W F (S) (T); onde:
P = número do bloco que define o início do perfil
Q = número do bloco que define o final do perfil
U = sobremetal para acabamento no eixo "X" (positivo para externo e negativo para o interno/
diâmetro)
W = sobremetal para acabamento no eixo "Z" (positivo para sobremetal à direita e negativo para
usinagem esquerda)
F = avanço de trabalho
(S) = valor da velocidade de corte ou rotação
(T) = define o número da ferramenta para a execução do ciclo
NOTAS:
1. Após a execução do ciclo, a ferramenta retorna automaticamente ao ponto posicionado.
2. Não é permitida a programação da função "Z" no 1º bloco que define o perfil a ser usinado.
76 Guia do Operador - Linha ROMI G240 / G260 / G280 S58581A
Guia do Operador
USINAGEMEXTERNA
EXEMPLO DE PROGRAMAÇÃO:
.
.
.
N40 G0 X80. Z72.;
N50 G71 U2.5 R2.;
N60 G71 P70 Q140 U1. W.3 F.25;
N70 G0 X16.;
N80 G1 Z70. F.2;
N90 X20. Z68.;
N100 Z55.;
N110 G2 X30. Z50. R5.;
N120 G1 X50.;
N130 Z40.;
N140 X80. Z25.;
N150 G42;
N160 G70 P70 Q140;
N170 G40;
N180 G0 X_ _ _ _ Z_ _ _ _ ; (PONTO DE TROCA)
S58581A Guia do Operador - ROMI G240 / G260 / G280 77
Guia do Operador
USINAGEM INTERNA
EXEMPLO DE PROGRAMAÇÃO:
.
.
.
N50 G0 X30. Z72.;
N60 G71 U3. R2.;
N70 G71 P80 Q150 U-1. W.3 F.3;
N80 G0 X80.;
N90 G1 Z70. F.2;
N100 X76. Z68.;
N110 Z60.;
N120 G3 X66. Z55. R5.;
N130 G1 X50.;
N140 Z45.;
N150 X30. Z20.;
N160 G41;
N170 G70 P80 Q150;
N180 G40;
N190 G0 X_ _ _ _ Z_ _ _ _; (PONTO DE TROCA)
78 Guia do Operador - Linha ROMI G240 / G260 / G280 S58581A
Guia do Operador
4.3.15. Função: G72 - Aplicação: Ciclo automático de desbaste transversal
A função G72 deve ser programada em dois blocos subsequentes, visto que os valores relativos
a profundidade de corte e o sobremetal para acabamento no eixo longitudinal são informados pela
função "W".
A função G72 no 1º bloco requer:
G72 W R; onde:
W = profundidade de corte durante o ciclo
R = valor do afastamento no eixo longitudinal para retorno ao "X" inicial
A função G72 no 2º bloco requer:
G72 P Q ±U ±W F (S) (T); onde:
P = número do bloco que define o início do perfil
Q = número do bloco que define o final do perfil
U = sobremetal para acabamento no eixo "X" (positivo para externo ou negativo para interno
W = sobremetal para acabamento no eixo "Z" (positivo para sobremetal à direita do perfil ou negativo
para sobremetal à esquerda do perfil)
F = avanço de trabalho
(S) = valor da velocidade de corte ou rotação
(T) = define o número da ferramenta para a execução do ciclo
Notas: Após a execução do ciclo, a ferramenta retorna automaticamente ao ponto posicionado.
Não é permitida a programação da função "X" no 1º bloco que define o perfil a ser usinado.
IMPORTANTE:
A PROGRAMAÇÃO DO PERFIL DO ACABAMENTO DA PEÇA, DEVERÁ SER DEFINIDO
DA ESQUERDA PARA A DIREITA.
S58581A Guia do Operador - ROMI G240 / G260 / G280 79
Guia do Operador
.
.
.
N30 G0 X84. Z70.;
N40 G72 W2. R1.;
N50 G72 P60 Q140 U1. W.3 F.25;
N60 G0 Z38.;
N70 G1 X80. F.18;
N80 X76. Z40.;
N90 X65.;
N100 G3 X55. Z45. R5.;
N110 G1 Z54.;
N120 X38.;
N130 X28. Z65.;
N140 Z70.;
N150 G41;
N160 G70 P60 Q140;
N170 G40;
N180 G0 X_ _ _ _ Z_ _ _ _; (PONTO DE TROCA)
80 Guia do Operador - Linha ROMI G240 / G260 / G280 S58581A
Guia do Operador
EXEMPLO DE PROGRAMAÇÃO
.
.
.
N30 G0 X28. Z75.;
N40 Z70.;
N50 G72 W2.5 R1.5;
N60 G72 P70 Q140 U-1. W.3 F.3;
N70 G0 Z38.;
N80 G1 X30. F.2;
N90 X34. Z40.;
N100 X43.;
N110 G2 X53. Z45. R5.;
N120 G1 Z55.;
N130 X60.;
N140 X70. Z70.;
N150 G42;
N160 G70 P70 Q140;
N170 G40;
N180 G0 X_ _ _ _ Z_ _ _ _; (PONTO DE TROCA)
S58581A Guia do Operador - ROMI G240 / G260 / G280 81
Guia do Operador
4.3.16. Função: G73 - Aplicação: Ciclo automático de desbaste paralelo ao perfil final.
O ciclo G73 permite a usinagem de desbaste completa de uma peça, utilizando-se apenas de dois
blocos de programação.
A função G73 é específica para materiais fundidos e forjados, pois a ferramenta segue
sempre um percurso paralelo ao perfil definido.
A função G73 requer:
G73 ±U ±W R; onde:
U = direção e quantidade de material a ser removido no eixo "X" por passe (raio).
W = direção e quantidade de material a ser removido no eixo "Z" por passe.
R = número de passes em desbaste
Fórmulas para cálculos dos valores de "U" e "W":
Excesso de material em "X" no raio- Sobremetal para acabamento em "X" no raio
Número de passes ( R )
Excesso de material em "Z" - Sobremetal para acabamento
Número de passes ( R )
U =
W =
G73 P Q ±U ±W F (S) (T); onde:
P = número do bloco que define o início do perfil
Q = número do bloco que define o final do perfil
U = sobremetal para o acabamento no eixo "X" (positivo para externo e negativo para interno/
diâmetro)
W = sobremetal para o acabamento no eixo "Z" (positivo para sobremetal à direita do perfil ou
negativo para sobremetal à esquerda do perfil)
F = avanço de trabalho
(S) = valor da velocidade de corte ou rotação
(T) = define o número da ferramenta para a execução do ciclo.
82 Guia do Operador - Linha ROMI G240 / G260 / G280 S58581A
Guia do Operador
EXEMPLO DE PROGRAMAÇÃO:
.
.
.
N50 G0 X90. Z80.;
N60 G73 U2. W1.35 R2;
N70 G73 P80 Q130 U2. W.3 F.2;
N80 G0 X25.;
N90 G1 Z75. F1.;
N100 Z66. F.18;
N110 X50. Z50.;
N120 Z30.;
N130 X80. Z20.;
N140 G42;
N150 G70 P80 Q130;
N160 G40;
N170 G0 X_ _ _ _ Z_ _ _ _; (PONTO DE TROCA)
No exemplo foi considerado:
Desbaste em duas passadas
Excesso de material "X" = 10mm (f)
Excesso de material "Z" = 3mm
Sobremetal para acabamento "X" = 2mm (f)
Sobremetal para acabamento "Z" = 0.3mm
S58581A Guia do Operador - ROMI G240 / G260 / G280 83
Guia do Operador
EXEMPLO DE PROGRAMAÇÃO:
.
.
.
N50 G0 X27. Z66.;
N60 G73 U-1. W1.2 R3;
N70 G73 P80 Q140 U-2 W.4 F.3;
N80 G0 X70.;
N90 G1 Z60. F1.;
N100 Z55. F.2;
N110 X60. Z50.;
N120 X50.;
N130 X40. Z24.;
N140 X35.;
N150 G41;
N160 G70 P80 Q140;
N170 G40;
N180 G0 X_ _ _ _ Z_ _ _ _; (PONTO DE TROCA)
No exemplo foi considerado:
Desbaste em três passadas
Excesso de material "X" = 8mm (f)
Excesso de material "Z" = 4mm
Sobremetal para acabamento "X" = 2 mm (f)
Sobremetal para acabamento "Z" = 0.4 mm
Nota:Quando o ciclo G73 executar usinagem interna, os valores de excesso de material
e sobremetal para acabamento no eixo "X" deverão ser negativos.
84 Guia do Operador - Linha ROMI G240 / G260 / G280 S58581A
Guia do Operador
4.3.17. Função: G74 - Aplicação: Ciclo de furação / torneamento.
Ciclo de furação
A função G74 como ciclo de furação requer:
G74 R;
G74 Z(W) Q F; onde:
R = retorno incremental para quebra de cavaco no ciclo de furação
Z = posição final (absoluto)
(W) = valor do comprimento de corte (incremental)
Q = valor do incremento no ciclo de furação (milésimo de milímetro)
F = avanço de trabalho
NOTAS:
• Após a execução do ciclo. a ferramenta retorna automaticamente ao ponto posicionado.
• Quando utilizarmos o ciclo G74 como ciclo de furação não poderemos informar as funções "X"
e "U" no bloco.
.
.
.
N50 G0 X0 Z75.;
N60 G74 R2.;
N70 G74 Z-4. Q15000 F.15;
N80 G0 X____ Z____; (PONTO DE TROCA)
.
.
.
S58581A Guia do Operador - ROMI G240 / G260 / G280 85
Guia do Operador
Ciclo de torneamento.
A função G74 como ciclo de torneamento requer:
G74 X(U) Z(W) P Q R F; onde:
X = diâmetro final do torneamento
(U) = valor do material a ser removido no eixo transversal (raio)
Z = posição final (absoluto)
(W) = valor do comprimento de corte (incremental)
P = profundidade de corte (raio/ milésimo de milímetro)
Q = comprimento de corte (incremental/ milésimo de milímetro)
R = Valor do afastamento no eixo transversal (raio)
F = Avanço de trabalho
NOTAS:
1. Para a execução deste ciclo, deveremos posicionar a ferramenta no diâmetro da primeira passada.
2. Após a execução do ciclo a ferramenta retorna automaticamente ao ponto de posicionamento.
.
.
.
N50 G0 X84. Z82.;
N60 G74 X30. Z60. P3000 Q22000 R2. F.2;
.
.
.
86 Guia do Operador - Linha ROMI G240 / G260 / G280 S58581A
Guia do Operador
4.3.18. Função: G75 - Aplicação: Ciclo de canais / faceamento.
Ciclo de canais
A função G75 como ciclo de canais requer:
G75 R; onde:
R = retorno incremental para quebra de cavaco (raio)
G75 X(U) Z(W) P Q F; onde:
X = diâmetro final do canal
(U) = valor do material a ser removido no eixo transversal (raio)
Z = posição final (absoluto)
(W) = valor do comprimento de corte (incremental)
P = incremento de corte (raio/ milésimo de milímetro)
Q = distância entre os canais (incremental/ milésimode milímetro)
F = avanço de trabalho
Neste ciclo os canais deverão ser equidistantes, com excessão do último.
NOTA: Após a execução do ciclo, a ferramenta retorna automaticamente ao ponto posicionado.
.
.
.
G0 X75. Z67.;
G75 R2.;
G75 X60. Z25. P7500 Q14000 F.2;
S58581A Guia do Operador - ROMI G240 / G260 / G280 87
Guia do Operador
Ciclo de Faceamento.
A função G75 como ciclo de faceamento requer:
G 75 X(U) Z(W) P Q R F; onde:
X = diâmetro final do faceamento
(U) = valor do material a ser removido no eixo transversal (raio)
Z = posição final (absoluto)
(W) = valor do comprimento de corte (incremental)
P = incremento de corte no eixo "X" (raio/ milésimo de milímetro)
Q = profundidade de corte por passada no eixo "Z" (milésimo de milímetro)
R = afastamento no eixo longitudinal para retorno ao "X" inicial (raio)
F = avanço programado
.
.
.
N50 G0 X64. Z88.;
N60 G75 X25. Z60. P19500 Q2000 R1. F.2;
Nota: Após a execução do ciclo a ferramenta retorna automaticamente ao ponto posicionado.
Para execução deste ciclo, deveremos posicionar a ferramenta no comprimento do 1º
passe de desbaste.
88 Guia do Operador - Linha ROMI G240 / G260 / G280 S58581A
Guia do Operador
4.3.19. Função: G77 - Aplicação: Ciclo de torneamento paralelo / cônico
Ciclo de torneamento paralelo
A função G77 pode ser utilizada como ciclo de torneamento paralelo ao eixo "Z", o qual torneia
com sucessivos passes, até o diâmetro desejado.
A função G77, como ciclo de torneamento, requer:
G77 X(U) Z(W) F; onde:
X = diâmetro da primeira passada
(U) = profundidade em incremental
Z = posição final (absoluto)
(W) = distância incremental
F = avanço de trabalho
EXEMPLO DE PROGRAMAÇÃO:
N50 G0 X90. Z82.;
N60 G77 X84. Z50. F.3;
N70 X78.;
N80 X72.;
N90 X66.;
N100 X60.;
N110 G0 X_ _ _ _ Z_ _ _ _;(PONTO DE TROCA)
Nota: Ao final de cada passe de torneamento a ferramenta executa um faceamento com
avanço de trabalho G1 até o diâmetro de posicionamento.
S58581A Guia do Operador - ROMI G240 / G260 / G280 89
Guia do Operador
Ciclo de torneamento cônico.
A função G77 como ciclo de torneamento cônico, requer:
G77 X(U) Z(W) R F; onde:
X = diâmetro da primeira passada
(U) = profundidade em incremental
Z = posição final (absoluto)
(W) = distância incremental
R = conicidade incremental no eixo "X" entre o ponto inicial e final (raio)
F = avanço de trabalho
Nota:No posicionamento da ferramenta no eixo "X", acrescentar o valor de "R" (no
diâmetro), para definição da coordenada a ser programada, em relação ao material em bruto.
EXEMPLO DE PROGRAMAÇÃO
.
.
.
N30 G0 X80. Z57.;
N40 G77 X76. Z20. R-5. F.2;
N50 X72.;
N60 X68.;
N70 X64.;
N80 G0 X_ _ _ _ Z_ _ _ _;(PONTO DE TROCA)
90 Guia do Operador - Linha ROMI G240 / G260 / G280 S58581A
Guia do Operador
4.3.20. Função: G79 - Aplicação: Ciclo de faceamento paralelo / cônico
Ciclo de faceamento paralelo.
A função G79 descreve seu ciclo paralelo ao eixo "X", auxiliando nos trabalhos de desbaste como
ciclo de faceamento.
A função G79, como ciclo de faceamento requer:
G79 X(U) Z(W) F; onde:
X = diâmetro final do faceamento
(U) = quantidade de material a ser removido no eixo transversal (raio)
Z = posição final (absoluto)
(W) = distância incremental
F = avanço de trabalho
EXEMPLO DE PROGRAMAÇÃO
.
.
.
N40 G0 X73. Z70.;
N50 G79 X30. Z68. F.15;
N60 Z66.;
N70 Z64.;
N80 Z62.;
N90 Z60.;
N100 Z58.;
N110 Z56.;
N120 G0 X_ _ _ _ Z_ _ _ _; (PONTO DE TROCA)
S58581A Guia do Operador - ROMI G240 / G260 / G280 91
Guia do Operador
tg = CO
CA
CO = tg14 x 22
CO = 0.2493 x 22
CO = 5.485
.
.
.
N50 G0 X64. Z55.485;
N60 G79 X20. Z52.485 R-5.485 F.15;
N70 Z49.485;
N80 Z46.485;
N90 Z43.485;
N100 Z40.485;
N110 Z38.;
N120 G0 X_ _ _ _ Z_ _ _ _; (PONTO DE TROCA)
Ciclo de faceamento cônico.
A função G79, como ciclo de faceamento cônico, requer:
G79 X(U) Z(W) R F; onde:
X = diâmetro final do faceamento
(U) = quantidade de material a ser removido no eixo transversal (incremental)
Z = posição final (absoluto)
(W) = distância incremental
R = conicidade incremental (negativo para externo e interno)
F = avanço de trabalho
92 Guia do Operador - Linha ROMI G240 / G260 / G280 S58581A
Guia do Operador
4.3.21. Função: G90 - Aplicação: Sistema de coordenadas absolutas
Este código prepara a máquina para executar operações em coordenadas absolutas, tendo uma
origem pré-fixada para a programação.
A função G90 é Modal.
4.3.22. Função: G91 - Aplicação: Sistema de coordenadas incrementais
Este código prepara a máquina para executar todas as operações em coordenadas incrementais.
Assim, todas as medidas são feitas através da distância a se deslocar.
Neste caso, a origem das coordenadas de qualquer ponto é o ponto anterior ao deslocamento.
A função G91 é Modal.
4.3.23. Função: G92 - Aplicação: Estabelece limite de rotação (RPM) / Estabelece nova
origem
Quando se estiver trabalhando com o código G92 junto com a função auxiliar S4 (4dígitos)
estaremos limitando a rotação do eixo árvore.
Ex.: G92 S2500 M4;
Estamos permitindo que o eixo árvore gire até 2500 rpm.
A função G92 é Modal.
4.3.24. Função: G28 - Aplicação: Retorna eixos para referência de máquina
Quando se desejar retornar a ferramenta para a posição de "referência máquina", devemos
programar:
G28 U0 W0;
4.3.25. Função: G94 - Aplicação: Estabelece avanço x/minuto.
Esta função prepara o comando para computar todos os avanços em polegadas/minutos (G20)
ou milímetros/minutos (G21).
A função G94 é Modal.
4.3.26. Função:G95 - Aplicação: Estabelece avanço x / rotação:
Esta função prepara o comando para computar todos os avanços em polegadas/rotação (G20)
ou milímetros/rotação (G21).
S58581A Guia do Operador - ROMI G240 / G260 / G280 93
Guia do Operador
4.3.27. Função: G96 - Aplicação: Estabelece programação em velocidade de corte
constante.
A função G96 seleciona o modo de programação em velocidade de corte constante, onde o
cálculo da RPM é programada pela função "S".
A máxima RPM alcançada pela velocidade de corte constante pode ser limitada através da
programação da função G92.
A função G96 é Modal e cancela a Função G97.
Exemplo:
.
.
.
N50 G96 S200;
N60 G92 S3000 M3;
4.3.28. Função: G97 - Aplicação: Estabelece programação em RPM
É programada a RPM diretamente pela função S, usando um formato (S4).
A modificação da RPM pode variar através das teclas de SPINDLE , de 50% até 120% da
velocidade programada.
A função G97 é Modal e cancela a Função G96.
Exemplo:
.
.
.
N70 G97 S2500 M3;
.
.
94 Guia do Operador - Linha ROMI G240 / G260 / G280 S58581A
Guia do Operador
M98P1002
M30
M98P1003
M99
O1001 O1002
M99
O1003
PROGRAMA PRINCIPAL SUB-PROGRAMA SUB-PROGRAMA
4.3.29. Funções: M98 / M99 - Aplicação: Chamada e retorno de um Sub-programa
Quando a usinagem de uma determinada sequência de operações, aparece muitas vezes no
programa, pode-se usar o recurso de chamado sub-programa através da função M98.
O bloco contendo a função M98, deverá conter também o número do sub-programa através da
função "P". Ex.: M98 P1001
O número do sub-programa é o mesmo encontrado no diretório do comando CNC.
O sub-programa por sua vez, deverá conter o referido número no início do programa através da
função "O" e finalizar com a função M99.
A programação da função M99 com a função "P", acompanhado do número do bloco, faz com que
o comando retorne a programação no bloco indicado por "P".
Quando após uma chamada, o sub-programa finaliza suas operações, o controle é retornado ao
programa principal.
Quando no programa principal a função M99 substituir M30 o programa será executado
seguidamente em "looping".
Exemplo:
O formato para a chamada de um sub-programa é o seguinte:
M98 P00000000
Nº de repetiçõesdo
sub-programa
Nº do sub-programa
OBS.: Caso seja omitido o número de repetições, o comando executará o sub-programa
uma vez.
S58581A Guia do Operador - ROMI G240 / G260 / G280 95
Guia do Operador
PROGRAMAÇÃO INCREMENTAL E SUB-PROGRAMA
EXEMPLO:
Sub-programa (O0002)
N01 G91;
N02 G0 Z-20.;
N03 G1 X-10. F.15;
N04 G0 X10.;
N05 G1 Z-.5 F.5;
N06 X-5.;
N07 X-1. Z.5 F.15;
N08 G0 X6.;
N09 G1 Z.5 F.5;
N10 X-5.;
N11 X-1. Z-.5 F.15;
N12 G0 X6.;
N13 M99;
Programa principal (O0001)
N01 G21 G40 G90 G95 G97;
.
.
.
N10 G0 X55. Z110.; (POSICIONAMENTO)
N11 M98 P00030002;
N12 G90;
N13 G0 X85. Z130.; (PONTO DE TROCA)
N14 M30;
96 Guia do Operador - Linha ROMI G240 / G260 / G280 S58581A
Guia do Operador
* FIM DO PROGRAMA
G00 X____. Z____. T00; (ponto de troca da ferramenta)
M30;
?
?
FLUXOGRAMA DE PROGRAMAÇÃO
S
N
N
S
FIM
HA
+
FER/TA
?
GERAÇÃO DO
PERFIL
RPM
VCC
?
* INICIO
O_______; (numero do programa)
G21 G40 G90 G95; (bloco de instrução de segurança)
* TROCA DE FERRAMENTA
G00 X____. Z____. T00; (ponto de troca da ferramenta)
T_______; (número da ferramenta desejada)
? ?
??
* VELOCIDADE DE CORTE CONSTANTE
M11/M12; seleciona faixa de rotação
G96 S__________; (valor da Vc)
G92 S__________ M3; (limite e sentido de rotação)
?
?
* PROGRAMAÇÃO EM RPM
M11/M12, seleciona faixa de rotação
G97 S__________M3; (valor e sentido de rotação - RPM)
* GERAÇÃO DO PERFIL
(instruções de acordo com a
criatividade do programador)
? ?
TROCA DE
FERRAMENTA
INICIO
VEL. CORTE
RPM MAX.
S58581A Guia do Operador - ROMI G240 / G260 / G280 97
Guia do Operador
4.4. FUNÇÕES OPCIONAIS
4.4.1. Função: G80 - Aplicação: Cancela ciclos de furaçäo
4.4.2. Função: G83 - Aplicação: Ciclo de furação
Este ciclo permite executar furos com quebra de cavaco com ou sem retorno ao ponto inicial
depois de cada incremento de furação. Também podemos programar um tempo de permanência no
ponto final da furaçäo, como vemos a seguir:
G83 Z Q (P) F
Z = Posição final do furo (absoluto)
Q = Valor do incremento (incremental / milesimal)
P = Tempo de permanência ao final de cada incremento (milésimos de segundo)
F = Avanço
R = Plano de referência para início de furação (incremental)
Nota: Após a execução do ciclo a ferramenta retorna ao ponto inicial.
Se "R" não for programado o inicio da furação será executada a partir do "Z" de aproximação.
Para programar retorno ao plano "R" após cada incremento, deve-se alterar o parâmetro "5101#2" para
"1", sem retorno, alterar para "0".
Exemplo:
.
.
.
N80 G0 X0 Z68 ;
N90 G83 Z-4 Q15000 P1500 R -2 F0.12 ;
N100 G80 ;
.
.
2
98 Guia do Operador - Linha ROMI G240 / G260 / G280 S58581A
Guia do Operador
4.4.3. Função: G84 - Aplicação: Ciclo de roscamento com macho
Com este ciclo podemos abrir roscas com machos de duas formas distintas, ou seja, utilizando
suporte flutuante (standard) ou suporte fixo ( macho rígido - opcional).
Para isso temos:
G84 Z F, onde
Z = posiçäo final da rosca
F = passo da rosca
Exemplos:
Com suporte flutuante
.
.
.
N100 G97 S120 M3 ;
N110 G0 X0 Z54 ;
N120 G84 Z30 F2 ;
N130 G80 ;
.
.
.
Com suporte fixo (Macho rígido)
.
.
.
N100 M5 ;
N110 G0 X0 Z54 ;
N120 M29 S120;
N130 G84 Z30 F2 ;
N140 G80 ;
.
.
.
S58581A Guia do Operador - ROMI G240 / G260 / G280 99
Guia do Operador
4.4.4. Função: G85 - Aplicação: Ciclo de mandrilar
Este ciclo executa trabalhos utilizando ferramentas de mandrilar, alargadores, brunidores
esféricos e etc. Para isso temos:
G85 Z F, onde
Z = Posição final
F = Avanço
Exemplo:
.
.
.
N100 G97 S100 M3 ;
N110 G0 X0 Z52 ;
N120 G85 Z-5 F0.5 ;
N130 G80 ;
.
.
.
NOTA: O avanço de saída é o dobro do programado para a usinagem.
100 Guia do Operador - Linha ROMI G240 / G260 / G280 S58581A
Guia do Operador
4.4.5. Função: G10 - Aplicação: Gerenciador de Vida da Ferramenta
Esta função permite monitorar o tempo ou a frequência (Número de peças), de uma determinada
ferramenta visando sua substituição para a operação desejada.
Para a determinação do modo de monitoramento, deve-se alterar o parâmetro 6800#2.
Se ativo (1), determinará TEMPO. Se desativo (0), QUANTIDADE DE PEÇA.
Um programa contendo os dados de monitoramento deve ser executado para que sejam
carregados na página de vida de ferramenta.
Deve-se criar grupos de ferramentas de operações distintas.
Exemplo:
O0010 ;
N10 G10 L3 ; ( Ativa o gerenciador )
N20 P01 L20 ; (P01 = No. do grupo, L20 = Tempo/min ou Quantidade de peça)
N30 T0202 ;
N40 T0404 ; ( Carrega as ferramentas no grupo 01 )
N50 T0606 ;
N60 G11 ; (Cancela o gerenciador )
N70 M30 ;
Exemplo de programa de usinagem:
O0011 ;
N10 G21 G40 G90 G95 ;
N20 G0 X200 Z200 T00 ;
N30 T0101 ;
.
.
.
N100 T0199 ; (01 = No. do grupo, 99 = Ativa gerenciamento de ferramentas do grupo)
N110 G96 S220 ;
.
.
.
N220 T0188 ; (Cancela o gerenciamento )
N230 T0505 ;
N240 G96 S180 ;
.
.
.
N350 M30 ;
Nota: O comando automaticamente utilizará as ferramentas descritas no grupo, sendo que, a
última ferramenta que foi especificada ficará ativa até que o tempo seja recarregado.
S58581A Guia do Operador - ROMI G240 / G260 / G280 101
Guia do Operador
( X,Z )
( I,K )
4.4.6. Função: G22 - Aplicação: Área de Segurança
Esta função permite programar uma determinada área na qual a face da torre é proibida de entrar
ou sair.
Através do "Parâmetro" 1300 #0 (BIT 0) podemos determinar se a área programada é de proibir
a entrada ou a saída da ferramenta.
A função G22 requer:
G22 X Z I K
Os valores programados para o comando G22 têm como origem a posição de " zero máquina".
Deve-se programar a função G23 quando se deseja cancelar a "área de segurança".
TO
R
R
E
102 Guia do Operador - Linha ROMI G240 / G260 / G280 S58581A
Guia do Operador
4.4.8. Efetuar Correção no Sistema de Coordenada de Trabalho (G54 a G59)
• Acionar tecla "OFFSET SETTING".
• Acionar a soft key [ TRAB ].
• Posicionar o cursor no campo desejado (G54 à G59). Sempre em "Z".
• Digitar o valor de correção (+/-). Ex.: -0.1 (para diminuir 0,1 mm).
• Acionar a soft key [ +ENTER].
4.4.7. Referência de Coordenada de Trabalho (G54 a G59)
Para se definir o zero peça utilizando o "SISTEMA DE COORDENADA DE TRABALHO (G54 a
G59), deve-se seguir o procedimento abaixo:
• Ativar ferramenta a ser utilizada no processo de zeramento através de "MDI"
• Ativar zero peça desejado G54 a G59 através de "MDI".
• Movimentar os eixos através de "MPG" até tocar a ponta da ferramenta na face da peça conforme
ilustração abaixo.
• Ativar a página "OFFSET SETTING"
• Acionar a soft key [ TRAB ]
• Selecionar zero desejado G54 a G59
• Posicionar o cursor no campo "Z"
• Digitar "ZO" (para o zero-peça na face) ou o "Z" e o comprimento da peça (para o zero peça no fundo,
exemplo: Z80 para 80mm), conforme as figuras, respectivamente.
• Acionar a soft key [ MEDIR ]
O CNC calculará e definirá automaticamente o valor do zero peça.
S58581A Guia do Operador - ROMI G240 / G260 / G280 103
Guia do Operador
4.4.9. Função: "C" - Aplicação: Posicionamento angular do eixo árvore (OPC).
Através desta função "C" podemos programar um determinado ângulo inteiro para o posicionamento
do eixo árvore de 0 a 360 graus.
Antes de ativar a função "C" devemos programar a função "M19", que é a responsável pela
orientação do eixo árvore.
Exemplo:
.
.
.
M19; (orienta o eixo árvore 0 grau)
G0 C90; (o eixo árvore posiciona em 90 graus)
.
.
.
O parâmetro 1850 ajusta a posição do M19 (zero grau)
(valor máximo 4096=360°)
OBSERVAÇÃO: a função M19 funciona somente em faixa baixa de rotação (M11).
104 Guia do Operador - Linha ROMI G240 / G260 / G280 S58581A
Guia doOperador
4.4.10. Função: G65 - Aplicação: MACRO B
Podemos utilizar esta função quando desejamos elaborar programas, cujas peças a serem
fabricadas, apresentam formas geométricas iguais, mas com dimensões diferentes, ou seja, no caso
de famílias de peça.
Devemos então elaborar um programa, definindo o processo a ser utilizado para a usinagem,
com grandezas de dimensões representadas por variáveis, conforne a tabela.
Este programa será invocado por outro, no qual deverá ser programado a função G65
acompanhado da função P , definindo o número do programa contendo o processo de usinagem, e
também dos endereços das variáveis representados pelas letras da tabela com seus respectivos
valores dimensionais.
VARIÁVEL
CORRESPONDENTE
ENDEREÇO
A
B
C
D
E
F
H
I
J
K
M
Q
R
S
T
U
V
W
X
Y
Z
#1
#2
#3
#7
#8
#9
#11
#4
#5
#6
#13
#17
#18
#19
#20
#21
#22
#23
#24
#25
#26
S58581A Guia do Operador - ROMI G240 / G260 / G280 105
Guia do Operador
Ø A = 20 mm
Ø B = 24 mm
Ø C = 34 mm
Ø I = 55 mm
K = 20 mm
R = 5 mm
F = 25 mm
J = 2 mm
Exemplo de programação:
O 0001 (PROGRAMA PRINCIPAL);
N10 G21 G40 G90 G95;
N20 G0 X200. Z200. T00;
N30 T0101;
N40 G96 S210;
N50 G92 S3500 M3;
N60 G65 P2222 A20 B24 C34 I55 J2 K20 F25 R5;
N70 G0 X200 Z200 T00;
N80 M30;
O 2222 ( SUB PROGRAMA);
N10 G0 X [ #1 ] Z [ [ [ #6 ] + [ #18 ] + [ #9 ] + [ #5 ] ] +2 ];
N20 G1 W-2. F0.2;
N30 X [ #2 ] W - [ #5 ];
N40 W - [ #9 ];
N50 G3 X [ #3 ] W - [ #18 ] R [ #18 ];
N60 G1 X [ #4 ];
N70 W - [ #6 ];
N80 M99;
N90 M30;
106 Guia do Operador - Linha ROMI G240 / G260 / G280 S58581A
Guia do Operador
EXEMPLOS de comandos:
COMANDOS MOVIMENTO DA FERRAMENTA
4.4.12. Entrada direta de valores para Chanfros e Concordâncias
Os ângulos das linhas retas, os valores de chanfros, os valores de arredondamentos de cantos
e outros valores podem ser programados introduzindo-os diretamente nas coordenadas.
OBS:
1. Os códigos G02, G03, G90,G94 não podem ser programados juntamente com a introdução direta
de valores angulares, chanfros e arredondamentos.
2. O arredondamento de canto não pode ser inserido num bloco de abertura de rosca.
3. Ocorre um alarme quando se calcula o ponto de intersecção se o ängulo formado por duas linhas
está compreendido entre +/- 1º.
X2____(Z2____), A__;
,A1___;
X 3 -
__Z3__,A2__;
1
2
S58581A Guia do Operador - ROMI G240 / G260 / G280 107
Guia do Operador
COMANDOS MOVIMENTO DA FERRAMENTA
X2___Z2___,R1___;
X3,___Z3___;
ou
,A1___,R1___;
X3___Z3___,A2___;
3
X2___Z2___,C1___;
X3___Z3___;
ou
,A1___,C1___;
X3___Z3___,A2
X2___Z2___,R1___;
X3___Z3___,R2___;X4___Z4____;
ou
,A1___,R1___;X3___Z3___,A2___,R2___;X4___Z4___;
X2___Z2___,C1___;X3___Z3___,R2___;X4___Z4___;
ou
,A1___,C1___;X3___Z3___,A2___,R2___;X4___Z4___;
4
5
6
108 Guia do Operador - Linha ROMI G240 / G260 / G280 S58581A
Guia do Operador
4.5. FUNÇÕES MISCELÂNEAS OU AUXILIARES
As funções Auxiliares abrangem os recursos da máquina não cobertos pelas funções anteriores.
Estas funções têm formato M2 e apenas um código M pode ser programado em cada bloco.
NÚMERO - FUNÇÃO
TORNO
ROMI G240 ROMI G260 ROMI G280
M00 - Parada de programa STD STD STD
M01 - Parada de programa opcional STD STD STD
M02 - Final de programa STD STD STD
M03 - Gira eixo árvore sentido horário STD STD STD
M04 - Gira eixo árvore sentido anti-horário STD STD STD
M05 - Parada do eixo árvore STD STD STD
M08 - Liga refrigeração STD STD STD
M09 - Desliga refrigeração STD STD STD
M11 - Seleciona baixa velocidade do eixo árvore ---- ---- ----
M12 - Seleciona alta velocidade do eixo árvore ---- ---- ----
M18 - Cancela modo posicionamento do eixo
árvore STD STD STD
M19 - Eixo árvore em modo posicionamento STD STD STD
M20 - Acionar alimentador de barras OPC OPC OPC
M21 - Para alimentador de barras OPC OPC OPC
M24 -Abre Castanha STD STD STD
M25 - Fecha Castanha STD STD STD
M26 - Retrai manga do cabeçote móvel OPC OPC OPC
M27 - Avança manga do cabeçote móvel OPC OPC OPC
M30 - Final de programa e retorno STD STD STD
M31 - Avança corpo do cabeçote móvel ---- ---- ----
M32 - Retrai corpo do cabeçote móvel ---- ---- ----
M36 - Abre porta automática do operador OPC OPC OPC
M37 - Fecha porta automática do operador OPC OPC OPC
M38 - Avança aparador de peças OPC OPC OPC
M39 - Retrai aparador de peças OPC OPC OPC
M40 - Seleciona modo operação interna placa STD STD STD
M41 - Seleciona modo operação externa placa STD STD STD
M42 - Liga limpeza de placa OPC OPC OPC
M43 - Desliga limpeza de placa OPC OPC OPC
M45 - Liga sist. limpeza cavacos proteções ---- ---- ----
M46 - Desliga sist. limpeza cavacos proteções ---- ---- ----
M47 - Seleciona nível de pressão "1" p/ placa OPC OPC OPC
M48 - Seleciona nível de pressão "2" p/ placa OPC OPC OPC
M49 - Troca de barra OPC OPC OPC
M50 - Retrai leitor de posição de ferramenta OPC OPC OPC
M51 - Avança leitor de posição de ferramenta OPC OPC OPC
M60 - Rosca rígida direita STD STD STD
M61 - Rosca rígida esquerda STD STD STD
M76 - Contador de peças STD STD STD
M87 - Liga transportador de cavacos OPC OPC OPC
M87 - Desliga transportador de cavacos OPC OPC OPC
CONFIGURAÇÃO:
STD - STANDARD OPC - OPCIONAL
S58581A Guia do Operador - ROMI G240 / G260 / G280 109
Guia do Operador
4.6. SEQUÊNCIA PARA PROGAMAÇÃO MANUSCRITA
O programador necessita ter consciência de todos os parâmetros envolvidos no processo e obter
uma solução adequada para usinagem de cada tipo de peça. Este deve analisar ainda todos os recursos
da máquina, que serão exigidos quando da execução da peça.
4.6.1. Estudo do desenho da peça: final e bruta
O programador deve ter habilidade para comparar o desenho (peça pronta) com a dimensão
desejada na usinagem com a máquina a Comando Numérico.
Há necessidade de uma análise sobre a viabilidade da execução da peça,levando-se em conta
as dimensões exigidas, o sobremetal existente da fase anterior, o ferramental necessário, a fixação da
peça, etc.
4.6.2. Processo a utilizar
É necessário haver uma definição das fases de usinagem para cada peça a ser executada,
estabelecendo-se, assim, o sistema de fixação adequado à usinagem.
4.6.3. Ferramental voltado ao CNC
A escolha do ferramental é importantíssima, bem como, a sua disposição na torre. É necessário
que o ferramental seja colocado de tal forma que não haja interferência entre si e com o restante da
máquina. Um bom programa depende muito da escolha do ferramental adequado e da fixação deste,
de modo conveniente.
4.6.4. Conhecimento dos parâmetros físicos da máquina e sistema de programação
do comando
São necessários tais conhecimentos por parte do programador, para que este possa enquadrar
as operações de modo a utilizar todos os recursos da máquina e do comando, visando, sempre
minimizar os tempos e fases de operações e ainda garantir a qualidade do produto.
110 Guia do Operador - Linha ROMI G240 / G260 / G280 S58581A
Guia do Operador
Vc = p . D . N
1000
4.6.5. Definição dos parâmetros de corte (avanço e velocidade) em função do material
Em função do material a ser usinado, bem como da ferramenta utilizada e da operação a ser
executada, o programador deve estabelecer as velocidades de corte, os avanços e as potências
requeridas da máquina. Os cálculos necessários na obtenção de tais parâmetros são os seguintes:
Velocidade de corte (VC)
A velocidade de corte é uma grandeza diretamente proporcional ao diâmetro e à rotação
da árvore, dada pela fórmula:
onde:
Vc= Velocidade de corte (m/min)
D = Diâmetro (mm)
N = Rotação do árvore (rpm)
Na determinação da velocidade de corte para uma determinada ferramenta efetuar uma
usinagem, a rotação é dada pela fórmula:Avanço
O avanço é um dado importante de corte e é obtido levando-se em conta o material, a
ferramenta e a operação a ser executada.
Geralmente nos tornos com comando numérico utiliza-se o avanço em mm / rot. mas este
pode ser determinado também em mm/min.
N = Vc x 1000
p x D
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Guia do Operador
4.6.6. Cálculos
Velocidade de corte (Vc)
Dependendo do material a ser usinado, a velocidade do corte é um dado importante e necessário.
A velocidade de corte é uma grandeza diretamente proporciional ao diâmetro e à rotação da
árvore, dada pela fórmula:
Vc = p.D.N
1000
onde:
Vc = Velocidade de corte (m/min)
D = Diâmetro (mm)
N = Rotação do eixo árvore (rpm)
Rotação (N)
Na determinação da velocidade de corte para uma determinada ferramenta efetuar uma
usinagem, a rotação é dada pela fórmula:
N = Vc x 1000
p x D
112 Guia do Operador - Linha ROMI G240 / G260 / G280 S58581A
Guia do Operador
Potência de Corte (Nc)
Para evitarmos alguns inconvenientes durante a usinagem tais como sobrecarga do motor e
consequente parada do eixo-árvore durante a operação, faz-se necessário um cálculo prévio da
potência a ser consumida, que pode nos ser dada pela fórmula:
Nc = Ks x Fn x Ap x Vc (CV)
4500 x h
Ks = Pressão específica da corte
Ap = Profundidade de corte
Fn = Avanço
Vc = Velocidade de corte
h = Rendimento
GALAXY = 0,9
COSMOS = 0,9
CENTUR = 0,8
ÁREA DE CORTE PARA FERRAMENTA DE 90 GRAUS
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4.7. CONDIÇÕES DE RESPOSTA A SEREM EXECUTADAS PELO PLC
Número Função Condições De Resposta Para SeremExecutadas Pelo Plc
M00 Parada De Programa • Empurre A Tecla Ciclo Start
M01 Parada Opcional De Programa
• Se O Led De Parada Opcional Estava Aceso
(Painel De Operação), Empurre A Tecla Cycle Start
, De Outra Modo, É Diretamente Enviado
M02 Final De Programa • Diretamente Enviado
M03 Eixo Árvore Sentido Horário • Velocidade Do Eixo Árvore Direçao AjustadaSentido Horário.
M04 Eixo Árvore Sentido Anti- Horário • Velocidade Do Eixo Árvore Direçao AjustadaSentido Anti - Horário.
M05 Parada Do Eixo Árvore • Velocidade Do Eixo Igual Zero
M08 Liga Refrigeração • Diretamente Enviado
M09 Desliga Refrigeração • Diretamente Enviado
M11 Seleciona Baixa Velocidade Do Eixo Árvore •
M12 Seleciona Alta Velocidade Do Eixo Árvore •
M18 Cancela Modo De Posicionamento Do EixoÁrvore • Diretamente Enviado
M19 Modo De Posicionamento Do Eixo Árvore • Eixo Árvore Com Posição Orientada
M20 Aciona Alimentador De Barras • Automático Do Alimentador De Barras
M21 Para Alimentador De Barras • Diretamente Enviado
M24 Placa Destravada
• Modo De Operação De Placa Externa E Solenóide
De Trava Desligado E Solenóide De Destravamento
Ligado. • Placa Em Modo De Operação Interna,
Solenóide De Destravamento Ligado.
M25 Placa Travada
• Modo De Operação De Placa Externa E Solenóide
De Trava Ligado E Solenóide De Destravamento
Desligado. • Placa Em Modo De Operação Interna,
Solenóide De Travamento Ligado.
M26 Manga Do Cabeçote Móvel Retraída Cabeçote Móvel Avançado
114 Guia do Operador - Linha ROMI G240 / G260 / G280 S58581A
Guia do Operador
Número Função Condições De Resposta A Serem ExecutadasPelo Plc
M27 Avança Cabeçote Móvel • Sensor De Cabeçote Móvel Avançado
M30 Fim De Programa • Diretamente Enviado
M31 Avança Base Do Cabeçote Móvel • Diretamente Enviado
M32 Recua Base Do Cabeçote Móvel • Diretamente Enviado
M36 Abre Porta Automática Do Operador • Sensor De Porta Fechada Desativado ESensor De Porta Aberta Ativado
M37 Fecha Porta Automática Do Operador • Sensor De Porta Fechada Ativado E SensorDe Porta Aberta Desativado
M38 Avança Aparador De Peças
• Sensor De Aparador De Peças Avançado
Ativado E Sensor Do Aparador De Peças
Recuado Desativado
M39 Recua Aparador De Peças
• Sensor De Aparador De Peças Recuado
Ativado E Sensor Do Aparador De Peças
Avançado Desativado
M42 Aciona Limpeza Da Placa • Diretamente Enviado
M43 Interrompe Limpeza Da Placa • Diretamente Enviado
M45 Aciona Limpeza De Cavacos • Diretamente Enviado
M46 Interrompe Limpeza De Cavacos • Diretamente Enviado
M47 Seleciona nível de pressão "1" para placa
M48 Seleciona nível de pressão "2" para placa
M49 Troca Barras • Start Renmant Cycle Actived.
M50 Recua Leitor De Posição De Ferramentas • Sensor De Leitor De Posição De FerramentasRecuado Ativado
M51 Avança Leitor De Posição De Ferramentas • Sensor De Leitor De Posição De FerramentasAvançado Ativado
M52 Fecha Luneta • Não Aplicado
M53 Abre Luneta • Não Aplicado
M60 Rosca rígida direita
M61 Rosca rígida esquerda
M76 Contador De Peças • Diretamente Enviado
M87 Liga O Transportador De Cavacos • Diretamente Enviado
M88 Desliga O Transportador De Cavacos • Diretamente Enviado
S58581A Guia do Operador - ROMI G240 / G260 / G280 115
Guia do Operador
4.8. MENSAGENS DE DIAGNÓSTICO
Endereço Número Mensagem
Máquina
ROMI G240 ROMI G260 ROMI G280
A03.6 1006 Sobrecarga do Motor Limpeza Das Proteções OPC OPC OPC
A03.7 1007 Sobrecarga do Motor de Refrigeração STD STD STD
A04.0 1008 Sobrecarga do Motor Da Unidade Hidráulica STD STD STD
A04.1 1009 Sobrecarga do Motor do Exaustor de Névoa OPC OPC OPC
A04.2 2024 Ciclo "Start" Inibido OPC OPC OPC
A04.3 2025 Preset Manual Inibido OPC OPC OPC
A08.0 1000 "Emergência" STD STD STD
A08.1 1001 Parada de Emergência Não Reajustada STD STD STD
A08.2 1002 Falha do Circuíto de Parada de Emergência STD STD STD
A08.3 1003 "Parada de Emergência Ativada" STD STD STD
A08.4 2000 Ciclo Não Completado STD STD STD
A08.5 2001 Função M Inválida STD STD STD
A08.7 2002 Código T Inválido STD STD STD
A09.0 2003 Requer Referência STD STD STD
A09.1 2004 Pressão Hidráulica Baixa STD STD STD
A09.2 1004 Máquina Ligada STD STD STD
A09.3 2005 Requer M18 - Cancela Modo do Eixo Árvore STD STD STD
A09.4 2006 Falha de Lubrificação STD STD STD
A09.5 2007 Baixo Nível de Lubrificante STD STD STD
A09.6 2008 Placa Aberta STD STD STD
A09.7 2009 Placa Sem Peça STD STD STD
A09.8 2010 Inválido Código S Mensagem STD STD STD
A10.0 2011 Tipo Ilegal de Alimentador de BarrasSelecionado STD STD STD
A10.1 2012 Falha do Alimentador de Barras OPC OPC OPC
A10.2 2013 Porta Aberta STD STD STD
A10.3 2014 Feche a Porta Para Continuar STD STD STD
A10.4 2015 Cabeçote Móvel Fora de Posição STD STD STD
A10.5 2016 Aparador de Peças Fora de Posição OPC OPC OPC
A10.6 2017 Leitor de Posição de Ferramentas Fora dePosição STD STD STD
A10.7 2018 Torre Fora de Posição STD STD STD
A11.1 2020 "Advertência" OPC OPC OPC
Porta Aberta STD STD STD
Use Cautela ao Operar a Máquina STD STD STD
CONFIGURAÇÃO
STD: STANDARD OPC: OPCIONAL
116 Guia do Operador - Linha ROMI G240 / G260 / G280 S58581A
Guia do Operador
4.9. TABELAS DE DIAGNÓSTICO
MENSAGEM PONTOS A SEREMVERIFICADOS CORREÇÃO NOTAS
"EMERGÊNCIA"
Verifique os seguintes itens:
• "placa aberta" com o eixo árvore
rodando" • pressão hidráulica
baixa
• acione o botão de parada de
emergência
• para eixo árvore
• aciona alarme sonoro
• desabilita o comando
PARADA DE
EMERGÊNCIA NÃO
REAJUSTADA
• O relê de segurança não aciona • verifique o relê de segurança • circuito de parada deemergência ativado
FALHA DO CIRCUÍTO
DE PARADA DE
EMERGÊNCIA
• A linha de parada de
emergência está aberta
• verifique o circuito da linha de
parada de emergência
• parada de emergência
ativada
"PARADA DE
EMERGÊNCIA
ATIVADA"
• O botão de parada de
emergência está ativado
• desative o botão de parada de
emergência
• circuito de parada de
emergência habilitado
CICLO NÃO
COMPLETADO
•Se uma função "M" ou "T" atrasa
por mais de 25 segundos, a
mensagem de erro será
mostrada. Cada função "M" tem
uma condição de resposta. Então,
verifique a função "M" inefetiva e
a causa.
• acione a tecla reset e encontre
as causas.
• veja a tabela de códigos "M"
para encontrar as possíveis
causas.
• executa feedhold
• aciona alarme sonoro
FUNÇÃO "M"
INVÁLIDA
• Verifique os códigos "m" os
quais são conhecidos pelos PLC
• ver tabela de códigos "m"
• pressione a tecla reset e troque
o programa para um código válido
CÓDIGO "T" INVÁLIDO
• Verifique se a faixa de códigos
"T"
• faixa até 12
• acione a tecla reset e troque o
programa para um código válido • executa "feedhold
REQUER
REFERÊNCIA
• Logo após referência da
máquina ser ajustada, o modo de
operação automático e MDI estão
habilitados.
• acione a tecla de zeramento
(home position) • pressione cycle
start • empurre preset, desde
estão o modo JOG ou MPG estão
selecionado.
• executa "feedhold" quando
o modo automático ou MDI
está selecionado
LIGAR MÁQUINA • Acione o botão NC par ligar amáquina
FALHA DE
LUBRIFICAÇÃO
• Verifique o nível de lubrificante
no reservatório • complete o nível de lubrificante
BAIXO NÍVEL DE
LUBRIFICANTE
• Verifique o nível de lubrificante
no reservatório • complete o nível de lubrificante
PRESSÃO
HIDRÁULICA
BAIXA
• Verifique se o motor hidráulico
está funcionado • verifique se o
relê térmico esta aberto • verifique
o pressostato da linha principal
• empurre o relê térmico ou regule
o pressostato
• aciona emergência para o
motor do eixo árvore
• aciona alarme sonoro
PORTA ABERTA
• Se a porta do operador está
aberta o movimento dos eixos e
do eixo árvore está desabilitado.
• feche a porta • troque atrava
elétrica da porta
FECHE A PORTA
PARA CONTINUAR
• Se a porta do operador está
aberta o movimento dos eixos e
do eixo árvore está desabilitado.
• feche a porta • troque atrava
elétrica da porta
TORRE FORA DE
POSIÇÃO
• Verifique o sensor de controle
de travamento para uma
coincidência entre a posição
comandada e a atual posição.
• troque a operação automática
por mdi (entrada de dados
manual) acione a chave de
abilitação do operador e tente a
operação mdi
• executa "feedhold" •
desabilita bomba de
refrigeração
S58581A Guia do Operador - ROMI G240 / G260 / G280 117
Guia do Operador
MENSAGEM PONTOS A SEREMVERIFICADOS CORREÇÃO NOTAS
LEITOR DE POSIÇÃO
DE FERRAMENTA
FORA DE POSIÇÃO
• O braço do leitor de posição de
ferramentas não está em uma
posição definida
• o braço do leitor de posição de
ferramentas está avançado com
o sistema de coordenadas
pré-ajustado desabilitado.
• acione o código M50 para retrair
o braço do leitor
• ajuste os sensores de avanço e
retração
• troque os sensores danificados
• troque a mola do braço do leitor
de posição de ferramentas
• executa "feedhold"
FALHA DE
ALIMENTADOR DE
BARRAS
• Alimentador de barras informa
falha • verifique alimentador de barras
• executa "feedhold" quando
o modo automático ou mdi
está selecionado
APARADOR DE
PEÇAS FORA DE
POSIÇÃO
• Aparador de peças não está em
uma posição definida
• ative um comando para mover o
aparador de peças para uma
posição definida.
• ajuste os sensores do aparador
de peças
• troque os sensores danificados
• executa "feedhold"
PLACA ABERTA
• Verifique a regulagem dos
sensores ou o modo de operação
da placa (prendendo pelo externo
ou interno)
• feche a placa e ajuste os
sensores • executa "feedhold"
PLACA SEM PEÇA
• Verifique a regulagem dos
sensores ou o modo de operação
da placa (prendendo pelo externo
ou interno)
• recoloque uma peça a ser
usinada e ajuste os sensores • executa "feedhold"
CABEÇOTE MÓVEL
FORA DE POSIÇÃO
• Verifique a regulagem do
cabeçote móvel ou ele estará
ineficiente.
• ajuste os sensores ou troque-os • executa "feedhold" • parao motor do eixo árvore
REQUER M18
- CANCELA MODO
DO EIXO ÁRVORE
• M19 foi previamente
programado • eixo árvore em
modo de posicionamento
• programar m18 antes de
qualquer código m com respeito
ao eixo árvore
CÓDIGOS INVÁLIDO • Um valor s foi programadoexcedendo a faixa de velocidade.
• reprogramar um novo código s
com um valor admissível.
TIPO ILEGAL DE
ALIMENTADOR DE
BARRAS
SELECIONADO
• Um tipo de alimentador de
barras errado foi escolhido
• escolha novamente um
alimentador de barras apropriado
• Veja o qual está instalado n
a máquina.
"ADVERTÊNCIA"
PORTA ABERTA
USE CAUTELA AO
OPERAR A MÁQUINA
• Porta de segurança foi
desviada
SOBRECARGA NO
MOTOR DE LIMPEZA
DAS PROTEÇÕES
• Verificar o rele térmico mol5
• verificar se o motor não está
travado
• rearmar o térmico MOL5
• eliminar a causa do travamento
do motor
SOBRACARGA NO
MOTOR DE
REFRIGERAÇÃO
• Verificar o rele térmico mol2
• verificar se o motor não está
travado
• rearmar o térmico MOL2
• eliminar a causa do travamento
do motor
SOBRECARGA NO
MOTOR DA UNIDADE
HIDRÁULICA
• Verificar o rele térmico mol4
• verificar se o motor não está
travado
• rearmar o térmico MOL4
• eliminar a causa do travamento
do motor
118 Guia do Operador - Linha ROMI G240 / G260 / G280 S58581A
Guia do Operador
NOTA:
Para Mensagens de Software consulte o MANUAL DE OPERAÇÃO
FANUC
MENSAGEM PONTOS A SEREMVERIFICADOS CORREÇÃO NOTAS
SOBRECARGA NO
MOTOR DO
EXAUSTOR DE
NÉVOA
• Verificar o rele térmico mol11
• verificar se o motor não está
travado
• rearmar o térmico MOL11
• eliminar a causa do travamento
do motor
CICLO START • Braço do leitor de posição deferramenta pode estar abaixado
• verifique a posição do braço e
posicione-o corretamente
PRESET MANUAL
INIBIDO
• Verificar se há algum ciclo em
progressão
• verificar se os eixos foram
previamente referenciados
• colocar a máquina em ciclo
manual
• referenciar os eixos
S58581A Guia do Operador - ROMI G240 / G260 / G280 119
Guia do Operador
CAPÍTULO 5
AJUSTE DOS
ACESSÓRIOS DA
MÁQUINA
120 Guia do Operador - Linha ROMI G240 / G260 / G280 S58581A
Guia do Operador
5.1. PRESSÃO DE TRABALHO PARA PLACA E CABEÇOTE MÓVEL
Os limites máximos de pressão de trabalho para Placa e Cabeçote Móvel são mostrados na tabela
abaixo.
Manômetro de pressão
da manga do cabeçote
móvel
Manômetro de pressão da
placa
Manômetro da pressão
principal Ajuste de pressão damanga do cabeçote móvel
Ajuste de pressão da placa
IMPORTANTE:
Os valores dos limites de pressão na tabela são referências somente para Placa e Cilindros
Hidráulicos da SMW AUTOBLOK fornecidos com a máquina.
Para ROMI G240 / G260 / G280
RotaçãoModelo Cabeçote PrincipalLimite de Pressão
Placa Limite de
Pressão (máx)
6.000 rpmROMI G240 23 Bar
4.500 rpmROMI G260 19 Bar
3.500 rpmROMI G280 20 Bar
20 Bar
20 Bar
20 Bar
S58581A Guia do Operador - ROMI G240 / G260 / G280 121
Guia do Operador
5.2. CABEÇOTE MÓVEL (OPCIONAL)
O torno possui um cabeçote móvel com acionamento da manga hidráulico, fornecido como
equipamento opcional.
O cabeçote é movimentado manualmente ao longo das guias de seu barramento (ROMI G240
/ G260 / G280).
A manga deve ser posicionada com um menor curso possivel.
É importante que este componente da máquina seja explorado pelo usuário para se obter a melhor
qualidade de torneamento.
O travamento do cabeçote móvel no seu barramento é feito por meio de parafusos de trava ROMI
G240 / G260 / G280).
ATENÇÃO
* Esteja certo de que o cabeçote móvel
esteja bem travado em sua base
antes de atuar a manga.
* Quando a manga estiver avaçada,
isto é, uma peça obra estiver presa
entre pontas, o cabeçote móvel
nunca deverá ser destravado.
Para ROMI G250 / G260 / G280
Base de
Travamento
Parafusos de Trava
(Sistema mecânico)
122 Guia do Operador- Linha ROMI G240 / G260 / G280 S58581A
Guia do Operador
5.2.1. Ajuste dos Sensores do Cabeçote Móvel
No corpo do cabeçote móvel existem 2 sensores que informam ao CNC se a manga está
avançada ou recolhida.
Os sensores são acionados por meio dos cames instalados no eixo que se movimenta junto com
a manga.
Para cada dimensão de peça a ser usinada, os cames precisam ser ajustados.
Para ajustar o sensor de manga avançada, solte o came esquerdo, desloque-o até a posição
correta de trabalho, e aperte o came novamente.
Para ROMI G240 / G260 / G280
Came Esquerdo
Sensor de Manga
Avançada
Came Direito
Sensor de manga
recuada
S58581A Guia do Operador - ROMI G240 / G260 / G280 123
Guia do Operador
5.3. TORRE ROMI SERVOMOTORIZADA
A linha Galaxy é equipado com torre ROMI servomotorizada.
Os movimentos de indexação da torre são bidirecionais e o disco de ferramentas é travado
hidraulicamente. Durante a indexação, o sistema de trava e destrava é feito internamente sem que haja
deslocamento axial do disco.
O disco de ferramentas standard possui capacidade para 12 suportes de ferramentas com
sistema de fluxo de refrigerante interno.
IMPORTANTE:
Nas faces do disco que não serão instalados suportes de ferramentas, é necessário
colocar parafusos (plugs) - código Romi P19393, na saída de fluido refrigerante evitando que
cavacos obstruam a passagem de fluxo.
DADOS TÉCNICOS ROMI G280ROMI G240ROMI G260
- Nº de ferramentas 12
mm Secção de ferramentas quadrada 20 X 20
mm Secção de ferramentas redondas (ø) 32
12
25 X 25
40
seg. Tempo de indexação (próx. ferram.) 0,4
seg. Tempo de indexação (180º) 0,9
ciclos/min Frequência de indexação (90º) (máx.) 10
0,5
1
10
ciclos/min Pressão Hidráulica Requerida 50 50
124 Guia do Operador - Linha ROMI G240 / G260 / G280 S58581A
Guia do Operador
5.4. TOMADAS DO ALIMENTADOR DE BARRAS
As voltagens principais presentes nestes conectores são 220 VAC.
Não conecte ou desconecte as tomadas quando o alimentador de barras estiver
ligado.
Seja cauteloso quando conectar o desconectar as tomadas.
Tenha certeza que elas não estejam molhadas quando manipuladas sob o risco
de ocorrer choque elétrico.
Quando qualquer dispositivo for removido ou não tenha sido instalado, certifique-
se de que a cobertura dos conectores está em seu devido lugar.
Nunca conecte qualquer dispositivo ao lado do Alimentador de Barras especialmente
especificado para esta máquina, sob risco ocorrer severos danos para a máquina /
dispositivo e operador.
Mantenha a área destes dois conectores sempre limpa e livre de qualquer
obstrução.
Tomada do Alimentador de Barras
S58581A Guia do Operador - ROMI G240 / G260 / G280 125
Guia do Operador
CAPÍTULO 6
GRÁFICO DE POTÊNCIA
DO EIXO ÁRVORE, LAY-
OUT DE FERRAMENTAS E
SUPORTES DE
FERRAMENTAS
126 Guia do Operador - Linha ROMI G240 / G260 / G280 S58581A
Guia do Operador
6.1.2. ROMI G260
Eixo Árvore Cabeçote
Cabeçote 4.500 rpm
Eixo Árvore A2-6" - furo de passagem Ø73mm
Placa Ø210 - furo de passagem Ø51mm
6.1. GRÁFICOS DE POTÊNCIA
6.1.1. ROMI G240
Eixo Árvore Cabeçote
Cabeçote 6.000 rpm
Eixo Árvore A2-5" - furo de passagem Ø58mm
Placa Ø165 - furo de passagem Ø41.5mm
Cabeçote 4500 rpm
10
21
00
67
5
45
00
10
15
00
15
75
33
75
0
15
0
50
0
10
00
15
00
20
00
25
00
30
00
35
00
40
00
45
00
50
00
Rotação [ RPM ]
P
ot
en
ci
a
[ C
V
]
71N.m
158N.m
Cabeçote 6000 rpm
1010
28
00
90
0
60
00
20
00
21
00
45
00
0
15
0
50
0
10
00
15
00
20
00
25
00
30
00
35
00
40
00
45
00
50
00
55
00
60
00
Rotação [ RPM ]
P
ot
en
ci
a
[ C
V
]
54N.m
119N.m
S58581A Guia do Operador - ROMI G240 / G260 / G280 127
Guia do Operador
6.1.3. ROMI G280
Eixo Árvore Cabeçote
Cabeçote 3.500 rpm
Eixo Árvore A2-8" - furo de passagem Ø85mm
Placa Ø254 - furo de passagem Ø65mm
Cabeçote 3500 rpm
14
00
46
7 35
00
11
67
0
20
0
10
00
20
00
30
00
40
00
50
00
60
00
Rotação [ RPM ]
Po
te
nc
ia
[
C
V
] 122 N.m
305N.m
128 Guia do Operador - Linha ROMI G240 / G260 / G280 S58581A
Guia do Operador
6.2. LAYOUT DE TRABALHO
Suporte Ferramenta Torneamento Externo Bidirecional Suporte FerramentaTorneamento Interno
Suporte Ferramenta Torneamento Frontal
Suporte Ferramenta Torneamento Externo Bidirecional Suporte FerramentaTorneamento Interno
Suporte Ferramenta Torneamento Frontal
Dimensões em milímetros
A
B
C
Placa
BHM210
A
B
C
Ø210
104
148
Placa
BHM165
Ø165
85
125
Placa
BBM175
Ø175
92
132
Placa
BBM210
Ø210
104
148
637
500
599
32
0
637
500
617
32
0
637
500
622
32
0
6.2.2. ROMI G260
6.2.1. ROMI G240
S58581A Guia do Operador - ROMI G240 / G260 / G280 129
Guia do Operador
6.2.4. Cabeçote Móvel
Cabeçote Móvel
ROMI G280
130
315
ROMI G260
130
505
ROMI G240
95
305
780840640
909090
A
B
C
D
6.2.3. ROMI G280
Suporte Ferramenta Torneamento Externo Suporte FerramentaTorneamento Interno
Suporte Ferramenta Torneamento Frontal
Placa
BHM250
A
B
C
Ø250
119
148
Placa
BBM250
Ø250
119
148
130 Guia do Operador - Linha ROMI G240 / G260 / G280 S58581A
Guia do Operador
6.3.2. ROMI G260
6.3. LAYOUT DE TRABALHO PARA MÁQUINA PROVIDA DE TORRE STAND-
ARD
6.3.1. ROMI G240
S58581A Guia do Operador - ROMI G240 / G260 / G280 131
Guia do Operador
.3.3. ROMI G280
132 Guia do Operador - Linha ROMI G240 / G260 / G280 S58581A
Guia do Operador
6.4. TORRE ROMI VDI (OPCIONAL)
6.4.1. Torre VDI-30 (opcional do ROMI G240)
6.4.2. Torre VDI-40 (opcional do ROMI G260)
S58581A Guia do Operador - ROMI G240 / G260 / G280 133
Guia do Operador
6.4.3. Torre VDI-40 (opcional do ROMI G280)
134 Guia do Operador - Linha ROMI G240 / G260 / G280 S58581A
Guia do Operador
6.5. CURSOS E ZERAMENTO
Modelo
ROMI G280
ROMI G260
ROMI G240
C
180
190
210
B
532
632
654
A
310
320
360
+ X
5
5
5
- Z
395
495
530
+ Z
5
5
10
- X
175
175
197
S58581A Guia do Operador - ROMI G240 / G260 / G280 135
Guia do Operador
Bucha Cone Morse
Bucha de Redução
Bucha de Redução
Suporte de Ferramentas para
Torneam. Externo Bidirecional
Suporte de Ferramentas para
Torneam. Externo para
ferramenta Esquerda ou Direita
(opcional modelo Romi G280)
Suporte de Ferramentas
para Torneam. Interno
Suporte de Ferramentas
para Torneam. Frontal
Suporte de Ferramentas Interno
com Sistema de Refrigeração
(tipo T-Max)
6.6. SUPORTES DE FERRAMENTAS
136 Guia do Operador - Linha ROMI G240 / G260 / G280 S58581A
Guia do Operador
ROMI G240
ROMI G260
Milimetros Polegada
S35595
R8368332 R84738
S35596
R64601
Suporte de Ferramenta
Externo Bidirecional
Interno
ROMI G280
Milimetros Polegada
20 3/4
1 3/4
25
40
1
1 1/2
Buchas de Redução
8 5/16 10 3/8
10 3/8 12 1/2
12 1/2 16 5/8
16 5/8 20 3/4
20 3/4 25 1
25 1 32 1 1/4
R86256
R87181
R86256
R85942
R85944
R85945
R86174
R87182
R86178
R85946
R85948
R85949
R29761
R29762
R29763
R29764
R26760
R29757
CM1 MT1 CM1 MT1
CM2 MT2 CM2 MT2
- - CM3 MT3
R87418
R87420
-
R87421
R87422
-
R28011
R28010
R28009
Buchas Cone Morse
(Opcional)
20 3/4 25 1
32 1 1/4 40 1 1/2
S35611
R86038 R86041
S35612
R78992
Frontal
Interno com Sist. Refrig.
(Tipo T-Max) (Opcional)
Buchasde Redução
(Opcionais)
20 3/4 20 3/4
25 1 25 1
- - 32 1 1/4
- - - -
R89206
R89207
-
-
R89204
R89205
-
-
R89211
R89212
R89213
-
-
-
-
R64485
R64491
R70959
Ext. Ferram. Esquerda
Ext. Ferram. Direita
Int. Tipo KM loc (Opc)
-
-
-
-
-
-
--
--
--
-
-
-
R65200
R64055
R64057
R64059
R64045
R64047
R64049
R64069
R64068
R64067
R87898
R89208
R89209
R89210
R95190
R65198
R65196
-
7
4
1
1
1
1
2
1
0
0
0
1
0
0
0
0
0
-
-
-
Qtd
*
S58581A Guia do Operador - ROMI G240 / G260 / G280 137
Guia do Operador
6.7.2. ROMI G280
6.7. DIMENSÕES DA FACE DO DISCO PORTA FERRAMENTAS
6.7.1. ROMI G240 / G260
138 Guia do Operador - Linha ROMI G240 / G260 / G280 S58581A
Guia do Operador
6.8. DIMENSÕES DO EIXO ÁRVORE
6.8.1. ROMI G240
6.8.1.1. Eixo árvore ASA A2-5" com Furo de Passagem Ø60 mm
DETALHE DO POSICIONAMENTO DO TUBO DE
TRAÇÃO X NARIZ DO EIXO ÁRVORE
Montado com
• Cilindro Hidráulico Autoblok
Modelo 102/46 VNK ...................... S09904
• Tirante Tubular .............................. S62025
• Cilindro Hidráulico Autoblok
Modelo 130/52 VNK ...................... S09905
• Tirante Tubular .............................. S61020
• Cilindro Hidráulico Autoblok
Modelo 140/52 VSNC .................... R63406
• Tirante Tubular .............................. S61020
M50x1,5 29 43 M50X1,5 51 16 40 15
M60x1,5 29 52 M60X1,5 59,5 16 49 24
M60X1,5 29 52 M60X1,5 59,5 16 49 19
A B C D E F G H I
587
551
551
102/46 VNK
130/52 VNK
140/52 VSNC
S58581A Guia do Operador - ROMI G240 / G260 / G280 139
Guia do Operador
6.8.2. ROMI G260
6.8.2.1. Eixo Árvore ASA A2-6" com Furo de Passagem Ø73mm
DETALHE DO POSICIONAMENTO DO TUBO DE
TRAÇÃO X NARIZ DO EIXO ÁRVORE
M60x1,5 30 52 M60x1,5 61 21 48 23
M72x1,5 30 65 M72x1,5 72,5 21 48 18
M60x1,5 30 52 M60x1,5 61 21 48 18
A B C D E F G H I
614
619
614
130/52 VNK
150/67 VNK
140/52 VSNC
M72x1,5 30 66 M72x1,5 72,5 21 47 12619180/67 VSNC
Montado com
• Cilindro Hidráulico Autoblok
Modelo 130/52 VNK....................... S09905
• Tirante Tubular .............................. S44448
• Cilindro Hidráulico Autoblok
Modelo 150/67 VNK....................... S09906
• Tirante Tubular .............................. S50340
• Cilindro Hidráulico Autoblok
Modelo 140/52 VSNC .................... R63406
• Tirante Tubular .............................. S44448
• Cilindro Hidráulico Autoblok
Modelo 180/67 VSNC .................... R63410
• Tirante Tubular .............................. S50340
140 Guia do Operador - Linha ROMI G240 / G260 / G280 S58581A
Guia do Operador
6.8.3. ROMI G280
6.8.3.1. Eixo Árvore ASA A2-8" com Furo de Passagem Ø85mm
Dimensões em mm
Dimensiones em mm
DETALHE DO POSICIONAMENTO DO TUBO DE
TRAÇÃO X NARIZ DO EIXO ÁRVORE
M75x2 30 66 75 M75x2 21 56 26
M85x2 30 77 84,5 M85x2 21 56 26
M75x2 30 66 75 M75x2 21 56 26
A B C D E F G H I
635
635
635
150/67 VNK
170/77 VNK
180/67 VSNC
Montado com
• Cilindro Hidráulico Autoblok
Modelo 150/67 VNK ...................... S09906
• Tirante Tubular .............................. S60510
• Cilindro Hidráulico Autoblok
Modelo 170/77 VNK ...................... S43773
• Tirante Tubular .............................. S60513
• Cilindro Hidráulico Autoblok
Modelo 180/67 VSNC .................... R63410
• Tirante Tubular .............................. S60510