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Aula 21
Geografia p/ ENEM 2016
Professores: Rafael D. Ferreira, Sergio Henrique
Ciências Humanas e suas
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Tema: Distribuição de
renda e mundo do
trabalho.
Professor: Sérgio Henrique
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SUMÁRIO
00. Bate papo inicial. Pág. 02
1. Distribuição de renda e mundo do trabalho. Pág. 03
2. A economia da desigualdade. Pág. 14
3. As origens das desigualdades sociais
brasileiras.
Pág. 15
4. O IDH, IPH e coeficiente GINI. Pág. 18
5. Exercícios Resolvidos. Pág. 31
6. Exercícios Propostos. Pág. 48
7. Considerações finais. Pág. 119
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00. BATE PAPO INICIAL.
Olá amigo estudante. É com muita alegria que o recebo para
falarmos de geografia. Estudar as aulas anteriores, é fundamental para
que você possa compreender muitas das coisas que vamos tratar aqui.
Leia com atenção seu texto de apoio e assista as vídeo-aulas. Leia e
releia e pratique exercícios. Aos poucos o conteúdo básico vai ficar
retido na sua memória. Claro que para isso é muito importante você
fazer suas próprias anotações, ou em forma de resumo ou anotações
nos exercícios, não importa, você escolhe. O importante é estudarmos
bastante e nos concentrarmos nos estudos. Estimule sua disciplina e
procure motivação pensando em seus sonhos. Bons estudos.
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1. DISTRIBUIÇÃO DE RENDA E MUNDO DO TRABALHO.
O mundo possui uma produção de riquezas enorme. As
atividades econômicas são o grande motor do crescimento econômico,
desenvolvimento social e transformação do espaço.
Os países que tiveram um desenvolvimento econômico antigo,
os países pioneiros das revoluções industriais, passaram por um longo
processo de acumulação de capitais. Como consequência, no decorrer
dos séculos, a melhoria das condições materiais individuais e coletivas
vão se transformando e desenvolvendo cada vez mais. O
desenvolvimento social dos países desenvolvidos, não ocorreram sem
muitos conflitos. Os interesses dos grupos dominantes do poder são
diferentes das necessidades e demandas da população. Para
continuarmos temos que diferenciar desenvolvimento de crescimento.
Crescimento econômico refere-se estritamente ao PIB (produto
interno bruto). A economia pode crescer, mas as desigualdades e
pobreza também.
Desenvolvimento é quando a riqueza material produzida pela
sociedade é melhor distribuída e convertida em melhorias urbanas,
educacionais e todo o tipo de suporte e infraestrutura social. Muitas
vezes a qualidade de vida da população está boa, mas não há
crescimento econômico expressivo. É possível que o país cresça
(aumenta o PIB), mas não se desenvolva. Aumentou a riqueza, mas
ela não corresponde necessariamente na melhoria da qualidade de vida
das pessoas. Então para pensarmos a sociedade hoje, é necessário
considerarmos estes dois conceitos, que devem andar juntos. Quanto
mais próximos, melhor para a sociedade, ou seja, crescimento
econômico e desenvolvimento social.
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Compare comigo: A Grécia está numa espiral inflacionária, uma dívida
pública altíssima, dependendo de empréstimos, mas seu
desenvolvimento humano é muito maior que o brasileiro. Por sua vez
o Brasil possui uma economia sólida, o sétimo PIB do mundo, mas as
desigualdades socais internas são agressivas. Há uma quantidade
muito grande de pobreza e miséria.
Pobreza e miséria é a mesma coisa?
O debate em torno do assunto é bem grande pois é muito difícil
conceituar o que é pobreza. Por exemplo, a renda não é um critério tão
preciso. Uma família cuja renda per capta seja de 600 reais e cinco
membros, dependendo da localidade que vive a família terá uma
diferença drástica na sua capacidade de consumo. Imagine a qualidade
de vida que poderiam ter numa cidade média ou pequena com esta
renda, e imagine também como seriam escassos os recursos da família
se ela vive em uma grande capital como RJ, SP e BSB (Brasília). Nem
todos estudiosos usam os mesmos critérios para definir pobreza e
alguns não diferenciam uma coisa da outra (pobreza de miséria).
Paulo Sandroni, em seu dicionário de economia não distingue
pobreza de miséria.
³Pobreza: Estado de carência em que vivem indivíduos ou grupos
populacionais, impossibilitados, por insuficiência de rendas ou
inexistência de bens de consumo, de satisfazer suas necessidades
básicas de alimentação, moradia, vestuário, saúde e educação [...] A
pobreza manifesta-se mais intensamente nos países subdesenvolvidos.
Em 1980 cerca de 2 bilhões de pessoas viviam em miséria extrema,
com renGD�DQXDO�LQIHULRU�D�����GyODUHV�´
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Outros especialistas como Anna Maria Peliano distinguem
indigentes dos que vivem na linha da pobreza.
³Indigentes: São todos aqueles cuja renda dá apenas, e na
melhor das hipóteses, para garantir a alimentação adequada, ou seja,
para adquirir uma cesta básica de alimentos, cuja composição varia de
acordo com a região e que atende os critérios nutricionais
recomendados pela ONU em seu órgão para a alimentação e
agricultura (FAO).´
Linha de pobreza corresponde ao nível de renda abaixo do qual
as pessoas não conseguem atender sequer às despesas básicas de
alimentação. O Banco Mundial considera pobres os indivíduos que
³YLYHP´�FRP�menos de um dólar diário.
O diplomata brasileiro Luiz Felipe Lampreia considera que:
³>���@�SREUHV��DTXHOHV�FXMD�UHQGD��LQIHULRU�j�OLQKD�GH�SREUH]D��QmR�
permite atender suas necessidades básicas de alimentação, moradia,
vestuário, etc.). Indigentes são aqueles cuja renda não permite
atender nem mesmo as necessidades básicas de alimentação. Não
pobres são aqueles cuja renda se situa acima da linha da pobreza.[...]
Podemos observar ao redor do mundo que a distribuição entre
os países é muito grande, e no interior de cada país, quanto maior a
desigualdade, maior a violência.
Pobreza gera violência?
Este é um dos principais assuntos que preocupam as pessoas.
Muitos associam por exemplo a pobreza com a violência, mas isso não
é verdade. É uma ideia generalizante e sob premissas falsas. Numa
favela, um aglomerado subnormal, é um ambiente carente de recursos
e serviços públicos. Ocorre o que Durkheim chama de anomia social: a
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total ausência de regras sociais e ausência do Estado. Num ambiente
assim, as possibilidades de ocorrerem crimes e associais como crime,
é mais suscetível. Mas é um engano associar por exemplo o favelado à
violência, inclusive porque são em termos percentuais uma pequena
minoria que pratica o crime. Seria como associar que todo o pobre está
mais propenso a cometer crimes que ricos. Não é isso que observamos.
Cada vez mais somos cientes de crimes cujo impacto social é muito
grande, impedem o desenvolvimento e vidas são perdidas diante da
omissão de senhores muito bem vestidos e poderosos.
Quando nos referimos à violência social em que todos passam a
sentir-se inseguros devido ao aumento da violência como roubos,
assassinatos, tráfico, há uma relação direta com o contraste social.
Lugares com enorme desigualdade social tendem a ser mais violentos.
Quanto mais pobres os países, mais ainda persistem elementos sociais
muito arcaicos como no mundo árabe (do norte da África à Indonésia)
em que a submissão feminina ao homem, numa sociedade de costumes
patriarcais é vista como absolutamente natural em termos culturais.
Na Etiópia, e vários lugares do continente africano, ocorrem
rituais terríveis, como a retirada do clitóris feminino aos doze anos de
idade. Podemos observar isso sob o ponto de vista de que se trata de
costumes bastante arcaicos e que possuem sentido dentro do grupo
específico, mas com a integração entre as pessoas e lugares e o
desenvolvimento dos espaços, costumes como esse são pouco a pouco
abandonados. Quanto maior a pobreza e a falta de acesso à
informação, maiores são os atos de violência, até porque existem
localidades no continente africano que estupros ocorrem porque
persiste uma crença de que ter relações sexuais com uma virgem, que
é pura aos olhos tribais, seria um excelente remédio para doenças
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venéreas, entre elas. Para não irmos tão longe, no Brasil colonial, era
considerado um importante remédio para sífilis, ter relações sexuais
com uma virgem. Pobres escravas!
Não podemos esquecer da menina paquistanesa Malala, que
sofreu um atentado levando um tiro na cabeça enquanto ia a escola
com sua turma. A razão do atentado era que ela estudava numa escola
mista e alguns fundamentalistas paquistaneses são totalmente contra
a educação feminina.
Quanto maior o desenvolvimento econômico, maiores são as
chances de ocorrer o desenvolvimento social quanto aos aspectos,
sanitários, alimentares e escolares. Uma maior escolaridade e
percepção das relações políticas e econômicas que te envolvem faz
com que a população passe a agir mais racionalmente e ser cada vez
mais exigente, tornando-se menos tolerantes com algumas práticas.
Em geral, um sinal de desenvolvimento social é a ampliação dos
direitos de proteção à mulher e direitos das minorias.
EUA, Canada, Japão e países da Europa ocidental, possuem uma
população que usufrui de um altíssimo padrão de vida. Os países do
norte europeu, os países escandinavos, Noruega, Suécia e Finlândia, e
países da Europa central como Bélgica Suíça, possuem uma
infraestrutura urbana de altíssima qualidade, tanto em termos de
saneamento, quanto moradia e transporte. A Suíça dia 05/06/2016
realizou um plebiscito para decidir um projeto de renda mínima. Cada
cidadão teria direito à 2500 francos suíços, aproximadamente R$ 9.000
por mês. No plebiscito a proposta foi derrotada, mas por vários
argumentos, como por exemplo a imigração em massa para o país, e
o possível desestímulo ao trabalho produtivo de quem possui uma
renda menor.
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O plebiscito é uma ferramenta de consulta popular muito
avançada pois é uma forma de democracia direta. Na Suíça elas podem
ser propostas no parlamento por qualquer cidadão. É uma das
democracias mais diretas e sólidas do mundo. A proposta foi rejeitada
por mais de 75% dos votos, mas representa uma ideia de vanguarda,
cujos defensores dizem ser a Suíça o país mais indicado para esta
experiência social tão arrojada. A Noruega é um país com muitos ricos
e muito poucos pobres. A diferença de renda e consumo dos 10% mais
ricos e os 10% mais pobres é de 4 vezes. A qualidade de vida que foi
alcançada é tão alta, que por inciativa dos poderes públicos e um grupo
de artistas foi criado o museu da pobreza. Para conscientizar as
crianças norueguesas que não foi sempre assim ... tão desenvolvida.
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Amsterdã. Holanda.
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Bruxelas. Bélgica.
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Os países mais pobres possuem problemas bastante diferentes:
Soldado de uma milícia no Congo. O país vive em situação de
guerra civil há anos.
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Nigéria. África Ocidental.
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Habitantes do Djbuti, na Africa Oriental, banhada pelo mar
vermelho. Estão na praia tentando captar sinal de internet que
vem do Oriente Médio.
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2. A ECONOMIA DA DESIGUALDADE.
O PIB (produto interno bruto) é o principal indicador do tamanho
da economia de um país. De acordo com o PIB, o Brasil ocupa um
significativo sétimo lugar entre as maiores economias do mundo, na
frente de muitos países desenvolvidos, tais como o Canadá, e a
Espanha. Entretanto este indicador, que considera todas as riquezas
produzidas pelo Estado, iniciativa privada nacional e investimentos
estrangeiros, reflete somente a superfície da economia dos Países.
O PIB Chinês, que já é o país mais industrializado do mundo desde
2008, é cerca de 70% maior que o PIB do Japão, cuja população pouco
ultrapassa os 130 milhões. É evidente que a riqueza social
proporcionada pela economia do Japão é muito maior que aquela
proporcionada pela economia chinesa. O PIB brasileiro é bem maior
que o espanhol, em torno de 50%, mas nossa população é cinco vezes
maior que a espanhola.
O que é PNB? É o produto nacional bruto. A soma de todas as
riquezas produzidas no pais por empresas e serviçosnacionais.
É diferente do PIB pois ele considera as riquezas produzidas pelo capital
internacional.
O PIB per capta (renda per capta):
É quando dividimos o PIB pela população. Essa operação simples
revela a distância que existe entre os países. O PIB per capta da China
gira em torno de 6 mil dólares enquanto o do Japão gira em torno de
30 mil dólares.
O PIB per capta da Índia pouco ultrapassa 3.000 dólares ao
mesmo tempo que na Alemanha a renda é superior a 35.000 dólares.
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A renda per capta do Brasil é de quase R$ 30.000.
É baixo se comparado ao dos países desenvolvidos, mas no
contexto regional da América do Sul estamos bem situados, mas atrás
da Argentina, Chile e Uruguai. Você deve ter percebido também que
há algo errado. Se não percebeu eu pergunto: Com vai a mesada de
quase 30.000 reais? Se não está neste grupo de felizardos você já
entendeu que como o PIB representa uma média, e omite as
desigualdades sociais.
3. AS ORIGENS DAS DESIGUALDADES SOCIAIS BRASILEIRAS.
As origens da formação econômica e social foram fundadas sob
o signo da concentração de renda. Desde o início da colonização
portuguesa somos uma sociedade com profundas desigualdades
sociais. Éramos uma sociedade escravista e estratificada. Até a década
de 40 éramos uma sociedade rural. O maior crescimento econômico
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ocorreu após a Segunda Guerra Mundial, mas foi um processo de
desenvolvimento que beneficiou principalmente uma elite da população
e na consolidação de uma classe média urbana pouco numerosa. Isso
significa que uma reduzida parcela da população reteve a maior parte
da riqueza nacional, enquanto a grande maioria da população ficou com
uma fração bem pequena dessa riqueza. Não há país cuja renda seja
distribuída igualmente por todos os habitantes, mas poucos possuem
padrões de distribuição tão perversos quanto os brasileiros. Uma
distribuição de renda tão ruim só ocorre em países como Namíbia,
Serra leoa, República Centro-Africana e África do Sul.
No Brasil o rendimento dos 10% mais ricos é mais de 20 vezes
maior que o rendimento dos 40% mais pobres. Entre os mais ricos
mais de 85% vivem em domicílios ligados a rede de saneamento básico
e mais de um quarto frequentam cursos superiores. Entre os mais
pobres pouco mais de um terço vive em domicílios com saneamento
básico e menos que 5% são estudantes de nível superior. Vamos a
outro dado para ilustrar: os 50% mais pobres possuem renda que
equivale a cerca de metade da que é apropriada pelos 5% mais ricos.
Essa desigualdade ocorre em todas as regiões brasileiras, mesmo que
em intensidades diferentes. Quanto maior o desenvolvimento,
menor as desigualdades sociais. Podemos identificar essa
tendência tanto dentro da população de um país, como na comparação
entre países.
A tendência da concentração da renda possui raízes históricas
profundas. Vamos tentar enumerar algumas por aqui.
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9 Monopólio da terra por um pequeno grupo de latifundiários,
proprietários beneficiados com sesmarias e posteriormente a
lei de terras que limitou o acesso à terra.
9 A base escravista do trabalho. A visão sobre o trabalho e a
valorização que se dá a ele são afetados diretamente por países
que foram escravistas. Além do preconceito/aversão à trabalhos
manuais, ele é desvalorizado, mal remunerado, e associado à
pobreza.
9 O Brasil aboliu a escravidão tardiamente. Fomos o último país
americano que aboliu a escravidão, e com pressão internacional.
9 Regime oligárquico e uma visão da elite política no início do
século XX, que procurava afastar o povo da participação política
e uma superexpoloração.
9 Perpetuação de uma elite política no poder. Há estados
brasileiros em que duas ou três famílias se revezam no poder
desde o início da república.
9 Uma modernização conservadora que promoveu um grande
êxodo rural devido à mecanização da agricultura e o espaço
urbano cresceu de forma desordenada, surgindo as cidades
LOHJDLV�³IDYHODV�H�FRUWLoRV´��
9 Oferta abundante de trabalho para a economia urbano-industrial.
Muita mão de obra disponível, achata os salários.
9 O padrão excludente de desenvolvimento industrial.
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4. O IDH, IPH E COEFICIENTE GINI.
IDH: Índice de desenvolvimento humano:
Este índice procura identificar a qualidade de vida da população,
baseado em uma equação que leva em conta a saúde, educação e
renda per capta. Ele varia em uma escala entre 0 e 1. Quanto mais
próximo de 1 maior a qualidade de vida, quanto mais próximo de 0
pior. Não existem países com IDH 0.
x De 0 a 0,55 o IDH é baixo.
x De 0,55 a 0,7 o IDH é médio.
x De 0,7 a 0,9 o IDH é alto.
x Acima de 0,9 o IDH é muito alto.
Atualmente o nosso índice de desenvolvimento é 0,755. Já é
considerado alto. Melhoramos com relação à 2013 que foi 0,752.
Mesmo com um aumento no IDH caímos de posição. Somos hoje o país
em 75° colocação. Caímos uma posição. Não porque pioramos, mas
porque o Siri Lanka, uma pequena ilha ao sul da Índia melhorou mais
que o Brasil.
Existe outro índice que é o IDH-D. A letra D é de desigualdade,
e quanto maior a desigualdade social no país, ele perde pontos.
Austrália, Nova Zelândia, Canadá, Suécia, Noruega e Alemanha são
bastante igualitários. Durante o desenvolvimento econômico e político
destes países foram criadas politicas distributivas, de caráter
Keynesiano. É a ideia da social democracia europeia: crescimento
econômico e desenvolvimento social. O Brasil no IDH-D perde pontos
e posição. Na verdade, são muitos pontos: É uma queda de mais de
26% e cairíamos para um valor de 0,557.
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Nossa expectativa de vida é em torno de 74,5 anos. Idade
avançada, como em muitos países desenvolvidos. A média de
escolaridade é de 7,7 anos na vida da pessoa. É baixa. É como se
na média os brasileiros só tivessem avançado até o sétimo ano do
ensino básico e não tivessem o concluído. A Pobreza é um desafio de
todas as sociedades. Para combatê-la é necessário uma série de
medidas políticas, ações sociais e mudanças nos espaços de vivencia e
convivência.
IPH: Índice de pobreza humana.
A renda per capta não reflete bem as reais condições de vida da
população de um país. A ONU criou uma série de indicadores capazes
de mensurar e tornar comparáveis os níveis de bem-estar social
vigentes nas diferentes economias nacionais. Foi criado o IPH (índice
de pobreza humana). Como existe uma imensa diferença entes os
países desenvolvidos e os países subdesenvolvidosno que diz respeito
às condições de carência das populações, o IPH considera padrões
diferentes para mensurar os níveis de privação.
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O IPH considera vários indicadores para identificar a
porcentagem de pessoas em uma população que sofre de privações em
quatro dimensões básicas da vida:
a longevidade: considera a parcela de pessoas com expectativa de vida
inferior a quarenta anos
9 O conhecimento: taxa de analfabetismo de adultos
9 A provisão econômica e a inclusão social: parcela da população
sem acesso à água potável e aos serviços de saúde, assim como
a incidência de crianças menores de cinco anos com peso
insuficiente.
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Fique atento: O IPH da ONU não considera a renda como um dos
componentes de análise.
O valor final expressa a parcela da população que vive sob fortes
privações. Entre os 94 países avaliados por esse índice, o Brasil ocupa
a posição 22. Temos aproximadamente 10 milhões de pobres e
estamos atrás de vizinhos da América do Sul como Uruguai, Chile,
Argentina, Colômbia, Equador, Paraguai e Venezuela. Lembre-se que
o índice não mostra a capacidade econômica do país, mas a proporção
de pessoas que vivem na pobreza.
Coeficiente/índice GINI: Mede a desigualdade social:
A sua preocupação principal é identificar as desigualdades
internas de um país ou região. Demonstra, portanto, a concentração
de renda. Assim como o IDH possui uma escala que vai de 0 a 1.
Quanto mais próximo de [1] maior a desigualdade, quanto mais
próximo de [0] maior igualdade. Não existem países nos dois
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extremos. O índice GINI do Brasil nos últimos 15 anos diminuiu
progressivamente. Sobretudo devido ao crescimento econômico
experimentado e políticas de inclusão social. De 2014 para cá o índice
apresentou um leve aumento. Reflexo de uma retração do PIB e uma
conjuntura interna e externa de crise. Não cresceu o suficiente para
afirmarmos que ocorreu um retrocesso, mas o bastante para
compreendermos que políticas sociais e de geração de empregos são
bastante eficientes para gerar um fluxo de desenvolvimento social e
econômico. As desigualdades sociais são as principais causas de
violência, pois os contrastes, sobretudos nas cidades de médio e
grande porte são terríveis. Cria um ambiente de segregação silenciosa,
tenso, cheio de revolta e medo. Veja só. Subscrevo um trecho de uma
entrevista do economista Carlos Lessa, economista e ex-presidente do
BNDES:
³$�WHQGrQFLD�QR�5LR�HUD�R�PHOKRU�WHUUHQR�VHU�RFXSDGR�SHOD�HOLWH��
enquanto o dispensável ficava disponível. Como a cidade é espremida
entre o mar e a montanha [...], os pobres construíram suas habitações
próximas da elite. [...]. É verdade que a cidade nunca foi capaz de
incluir os pobres do ponto de vista da cidadania, mas essa população
excluída sempre teve uma relação simbiótica com a população rica. O
bairro onde mora a pobreza sobrevive em grande parte prestando
serviços à elite. Não é à toa que a maior favela do Rio, a Rocinha, fica
ao lado de bairros com as maiores rendas per capta, como São Conrado
e Gávea. [...] Você não consegue explicar o poder do tráfico sem
H[SOLFDU�R�SRGHU�GH�FRPSUD�GR�$VIDOWR�´
Pesquisadores brasileiros criaram a linha de pobreza que mostra
a distribuição desigual da pobreza no território nacional. De acordo com
os resultados da linha nacional de pobreza, a situação social no Brasil
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é bem mais dramática do que pelas lentes do IPH. Na década de 90
tínhamos 44% da população abaixo da linha da pobreza. Início de 2000
a incidência da pobreza recuou 30% da população. Mais de 50.000.000
de pessoas. Nos últimos 15 anos ocorreram melhorias consideráveis
nos índices sociais, mas ainda assim temos mais de 20 milhões de
brasileiros em condição de miséria, algo em torno de 10% da nossa
população.
É importante observarmos uma coisa importante: a incidência de
pobreza é mais acentuada nas áreas rurais que nas áreas urbanas.
Cerca de 38% da população rural é pobre no Brasil, enquanto a pobreza
atinge quase 28% dos habitantes das áreas urbanas.
As aglomerações urbanas mais populosas do mundo estão na
Ásia, principalmente em países mais pobres. É que mundialmente a
modernização agrícola, sobretudo nos países emergentes foi muito
intensa provocando forte êxodo rural.
A pobreza no Brasil é fortemente regionalizada, e a região mais
pobre é também a que apresenta maior proporção de pessoas vivendo
no meio rural. No Nordeste mais da metade da população é pobre, na
região Sudeste cerca de 19% vivem na pobreza. Se compararmos
estados em diferentes níveis de desenvolvimento social e econômico
como no Maranhão que possui 60% da população na pobreza, em
Santa Catarina a pobreza atinge menos que 13%.
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Retirantes nordestinos/ indústria da seca:
A enorme incidência de pobreza no Nordeste tem raízes
históricas que remontam a econômica colonial. A estrutura de
propriedade da terra, marcada pela coexistência do latifúndio com o
minifúndio, bloqueou o desenvolvimento regional. A urbanização
recente da população nordestina não foi acompanhada de um
crescimento industrial equivalente, então a economia urbana não
absorveu formalmente a maioria dos trabalhadores. A maior parte vai
dedicar-se à serviços, a maioria na informalidade. Nas grandes cidades
reproduziu-se a rígida divisão de classes típica do meio rural, onde uma
elite privilegiada convive com a pobreza da maioria da população. As
principais metrópoles nordestinas como Salvador, Recife e Fortaleza
cresceram a partir de investimentos de empresas estatais ou grupos
privados do Sudeste. Uma das consequências é que o setor industrial
nordestino absorve uma parcela muito restrita da mão de obra. Os
investimentos procuram no nordeste mão de obra abundante e barata.
Altas taxas de crescimento populacional e desigualdade de renda e
oportunidades conduzem à exclusão social. Os salários são achatados
e boa parte da mão de obra qualificada na última década foi formada
no sudeste e migrou para o nordeste. Devido à grande população rural,
ainda persistem formas arcaicas de dominação coronelística que
chamamos a indústria da Seca. Nos estados mais pobres,
destacadamente no semiárido, que ocupa a maior parte de seus
territórios persistem relações clientelistas (dominação/dependência), e
patrimonialistas (que tratam o público como privado). Quanto menor
o acesso a informação e pobreza, maior a manipulação política de
líderes locais, verdadeiros coronéis, que trocam votos em troca deCiências Humanas e suas
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pequenos favores. A manutenção da miséria local serve de mecanismo
de poder e manutenção dos mesmos grupos familiares no Poder. Essa
é a indústria da seca.
Trabalho infantil:
Há uma grande quantidade de trabalho infantil realizada no país.
A legislação trabalhista do Brasil proíbe o trabalho de crianças
com menos de 16 anos, senão na condição de aprendizes, desde que
tenham mais de 14 anos. Para os adolescentes de 16 a 18 anos são
proibidos o trabalho insalubre, o trabalho perigoso e o trabalho
noturno. No meio rural é comum encontrar crianças com menos de 10
anos executando tarefas de adultos.
A mão de obra infantil é empregada em diversas atividades. No
nordeste, norte e centro Oeste é maior a ocorrência, mas nos centros
industriais do sudeste também encontramos. Vamos à exemplos: É
frequente o trabalho infantil em pedreiras como em Pirenópolis (GO),
pedreiras usam crianças de até nove anos para carregar quartzitos
(rochas usadas como piso). Na região de Ribeirão Preto (SP) é comum
ver crianças na colheita de amendoim, no plantio e colheita da cana e
laranja. No norte de Minas Gerais crianças trabalham em carvoarias
em condições insalubres (prejudicam a saúde), muitas vezes em troca
de um prato de comida e um pouco de farinha.
O Estado brasileiro tem tomado desde a redemocratização, várias
providências como o PETI ± programa de erradicação do trabalho
infantil - e da introdução de políticas públicas sociais emergenciais
como é o caso da Bolsa Escola dos governos FHC (94-2002) e da Bolsa
Família criada no governo Luís Inácio Lula da Silva a partir de 2002 e
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o programa existe até hoje. Ambos se destinam às famílias carentes
um valor mensal, em dinheiro, por filho menor, com a contrapartida de
que essas crianças frequentem a escola. De um modo geral, crianças
podem ser vistas nas olarias, amassando e transportando barro; no
comércio nas pequenas indústrias, no extrativismo vegetal e em várias
atividades, inclusive ilegais como o tráfico e a distribuição de drogas.
Na PNAD 2014 ³7UDEDOKR� LQIDQWLO� HP� DWLYLGDGHV� DJUtFRODV´�� RV�
autores investigaram diversos aspectos da distribuição do trabalho
infantil para a população de 10 a 14 anos de idade.
9 89,3% das crianças e adolescentes rurais possuem ocupações. A
maioria delas, 82,7%. São típicas da agricultura familiar e o
restante trabalhos que oscilam do mal remunerado ao
degradante nas carvoarias.
9 Entre 2013 e 2014, o total de ocupados agrícolas nesta faixa
etária, com domicílio rural, cresceu de 406,9 mil para 427,5 mil
ou 5,1%.
³Apesar do aumento no trabalho infantil rural de 2013 para 2014,
o saldo dos dez anos estudados é positivo: a queda do trabalho infantil
no campo (57%) foi muito superior ao decréscimo populacional da
mesma faixa etária nos mesmos dez anos (16%)´.
Os programas sociais do governo de FHC até hoje têm surtido
efeitos consideráveis, principalmente nas regiões mais pobres. São
bastante criticados e para muitos, alvo de polêmicas. São políticas
macroeconômicas, tipicamente influenciadas pelo keynesianismo (as
ideias do economista J.M.Keynes), ou seja, o estado para esta linha de
pensamento deve ser um agente direto da economia, gerando
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empregos e promovendo bem-estar social. É um mecanismo comum
nos países europeus, sociais democratas.
http://www.ipea.gov.br/
Na implantação destas políticas, surgiram várias polêmicas. A
geografia compreende como natural, conflitos sociais entre o topo e a
base da pirâmide. O país realizou uma série de programas sociais
(políticas redistributivas), e também se desenvolveu economicamente
até ocuparmos a 7° posição no PIB. As Classes de consumo D/E
tiveram uma grande diminuição e um aumento da classe C. A
inserção social da nova classe de consumo C foi através de uma política
de subsídios e principalmente de concessão de crédito, o que colaborou
muito para o poder de compra dos mais pobres. Mesmo que o preço
final fique mais caro, a parcela do boleto cabe no bolso. É mais sólido
à longo prazo e denota maior desenvolvimento, se a capacidade de
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consumo aumenta de acordo com o aumento da renda. A classe média,
que seria a base da classe B e o topo da classe C é a que se sentiu
mais prejudicada. Ocorreu melhoria nas condições de vida e acesso,
mas num ritmo e intensidade bem menores do que da classe A e a
classe D/E. Isso gerou um sentimento de insatisfação em amplos
setores da classe média.
Texto complementar: Casos de sucesso e o Brasil nas metas
do milênio
CONHEÇA EXEMPLOS E DEPOIMENTOS DE VOLUNTÁRIOS
ODM 1: Acabar com a fome e a miséria
Comunidade dos Pequenos Profetas ± CPP
Projeto Clarion
Recife (PE)
Ideia chave: Melhorar a qualidade de vida e combater a violência
contra a criança em situação de rua, abordando em especial a agressão
sexual.
A Região Metropolitana do Recife tem aproximadamente 3 milhões de
habitantes e cerca de 600 favelas. A situação de pobreza e ociosidade
leva muitas crianças e adolescentes a fugirem das suas casas ou serem
abandonados, levando-os a morar nas ruas. A partir de uma
convivência intensiva com crianças e adolescente, meninos e meninas
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de rua, foi fundada a Comunidade dos Pequenos Profetas (CPP) -
Projeto Clarion, em 1982 no centro do Recife. Como consequência
dessa experiência de rua, ao passar dos anos, a CPP firmou-se como
uma entidade que tem o compromisso de resgatar crianças e
adolescentes de rua oferecendo-lhes atendimento básico, educação,
profissionalização e socialização, integrando-os no contexto de
participação social ao exercício pleno da cidadania.
Objetivos da Intervenção
x Resgatar as crianças e adolescentes de rua, retirando-os da
marginalidade, propiciando-lhes uma nova opção de vida,
através de atividades educativas, profissionalização e
socialização;
x Ajudar as meninas e meninos, vítimas de violência corporal e
sexual, a diminuir os seus sofrimentos de violência e refletir suas
experiências traumáticas por meio de um atendimento psico-
social;
x Interferir nas políticas públicas através de denúncias contra
agressões, a fim de garantir melhoria na qualidade do
atendimento e das condições de vida das crianças.
Mobilização dos Cidadãos ± Voluntariado: mais de 200 voluntários
já doaram seu tempo de trabalho e talento em prol desta causa.
Atualmente, são 15 voluntários, estrangeiros e brasileiros. Também
trabalham na CPP meninos que já conseguiram sair da rua graças ao
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$GDSWDGR�GD�SXEOLFDomR�³���-HLWRV�%UDVLOHLURV�GH�0XGDU�R�0XQGR�± O
%UDVLO� UXPR� DRV� REMHWLYRV� GH� GHVHQYROYLPHQWR� GR� PLOrQLR´� ± Fonte:
Programa Voluntários das Nações Unidas/PNUD
De acordo com a ONU e seu programa Metas do Milênios
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5. EXERCÍCIOS RESOLVIDOS.
1. (Enem 2000) As sociedades modernas necessitam cada vez mais
de energia. Para entender melhor a relação entre desenvolvimento e
consumo de energia, procurou-se relacionar o índice de
Desenvolvimento Humano (IDH) de vários países com o consumo de
energia nesses países.
O IDH é um indicador social que considera a longevidade, o grau de
escolaridade, o PIB (Produto Interno Bruto) "per capita" e o poder de
compra da população. Sua variação é de 0 a 1. Valores do IDH
próximos de 1 indicam melhores condições de vida.
Tentando-se estabelecer uma relação entre o IDH e o consumo de
energia "per capita" nos diversos países, no biênio 1991-1992, obteve-
se o gráfico a seguir, onde cada ponto isolado representa um país, e a
linha cheia, uma curva de aproximação.
Fonte: GOLDEMBERG, J. Energia, meio ambiente e
desenvolvimento. São Paulo: Edusp, 1998.
Com base no gráfico, é correto afirmar que:
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a) quanto maior o consumo de energia "per capita", menor é o IDH.
b) os países onde o consumo de energia "per capita" é menor que 1
TEP não apresentam bons índices de desenvolvimento humano.
c) existem países com IDH entre 0,1 e 0,3 com consumo de energia
"per capita" superior a 8 TEP.
d) existem países com consumo de energia "per capita" de 1 TEP e de
5 TEP que apresentam aproximadamente o mesmo IDH, cerca de
0,7.
e) os países com altos valores de IDH apresentam um grande consumo
de energia "per capita" (acima de 7 TEP).
Resposta:
[D]
O consumo energético é um dos indicadores do estágio
econômico de um país. A composição da classificação de um
país leva em conta outros indicadores. O Brasil, por exemplo,
consome muita energia comparativamente, porém, é um país
caracterizado pela injustiça social. Os valores totais de
consumo de um país pequeno, como a Holanda, serão menores
em relação a grandes nações territoriais, como os Estados
Unidos, porém, possuem alto IDH.
A alternativa [A] é falsa: quanto maior o consumo de
energia, maior é o IDH;
A alternativa [B] é falsa: vários países com consumo
energético (total) baixo possuem alto IDH;
A alternativa [C] é falsa: na tabela não existem países com
esse perfil. Estão todos abaixo de 1 TEP;
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A alternativa [E] é falsa, existem países com alto IDH que
consomem menos de 7 TEP.
2. (Enem PPL 2012)
Cada uma das personagens adota uma forma diferente de designar os
SDtVHV� ³QmR� GHVHQYROYLGRV´�� SRUpP�� DWXDOPHQWH� WHP-se adotado a
WHUPLQRORJLD�³SDtVHV�HP�GHVHQYROYLPHQWR´�SRUTXH�
a) representa melhor a ausência de desigualdades econômicas que se
observa hoje entre essas nações.
b) facilita as relações comerciais no mercado globalizado, ao aproximar
países mais e menos desenvolvidos.
c) indica que os países estão em processo de desenvolvimento,
UHGX]LQGR�R�HVWLJPD�LQHUHQWH�DR�WHUPR�³VXEGHVHQYROYLGRV´��
d) demonstra o crescimento econômico desses países, que vem sendo
maior ao longo dos anos, erradicando as desigualdades.
e) reafirma que durante a Guerra Fria os países que eram
subdesenvolvidos alcançaram estágios avançados de
desenvolvimento.
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Resposta:
[C]
A dissolução do sistema internacional da guerra fria e a
emergência de uma nova ordem mundial a partir da década de
1990 altera a divisão internacional do trabalho, possibilitando
que os países do Sul subdesenvolvido ampliem sua participação
na economia mundial. Nesse contexto e como afirmado
corretamente na alternativa [C], países subdesenvolvidos que
apresentavam melhor alinhamento tecnológico apresentam
crescimento de suas economias permitindo maior
desenvolvimento.
Estão incorretas as alternativas:
[A], porque embora a denominação tenha se alterado,
esses países ainda apresentam forte desigualdade social, a
exemplo do Brasil;
[B], porque a alteração da terminologia é consequência e
não causa da aproximação comercial com os países
desenvolvidos;
[D], porque embora tenha havido crescimento econômico,
não ocorreu erradicação das desigualdades;
[E], porque embora tenha havido maior participação na
economia mundial, esses países ainda permanecem como
subdesenvolvidos.
3. (Enem cancelado 2009) Por volta de 1880, com o progresso de uma
economia primária e de exportação, consolidou-se em quase toda a
América Latina um novo pacto colonial que substituiu aquele imposto
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por Espanha e Portugal. No mesmo momento em que se afirmou o
novo pacto colonial começou a se modificar em sentido favorável à
metrópole. A crescente complexidade das atividades ligadas aos
transportes e às trocas comerciais multiplicou a presença dessas
economias metropolitanas em toda a área da América Latina: as
ferrovias, as instalações frigoríficas, os silos e as usinas, em proporções
diversas conforme a região, tornaram-se ilhas econômicas estrangeiras
em zonas periféricas.
DONGHI, T. H. História da América Latina. 2ª ed. Rio de Janeiro: Paz
e Terra, 2005 (adaptado).
De acordo com o texto, o pacto colonial imposto por Espanha e Portugal
a quase toda a América Latina foi substituído em função
a) das ilhas de desenvolvimento instaladas nas periferias das grandes
cidades.
b) da restauração, por volta de 1880, do pacto colonial entre a América
Latina e as antigas metrópoles.
c) do domínio, em novos termos, do capital estrangeiro sobre a
economia periférica, a América Latina.
d) das ferrovias, frigoríficos, silos e usinas instaladas em benefício do
desenvolvimento integrado e homogêneo da América Latina.
e) do comércio e da implantação de redes de transporte, que são
instrumentos de fortalecimento do capital nacional frente ao
estrangeiro.
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Resposta:
[C]
A América Latina passa a executar seu papel de
fornecedora de matérias primas na Divisão Internacional do
Trabalho para atender a demanda do capital das economias
centrais da Europa Setentrional recebendo setores de produção
em busca de custos mais baixos, que parecem ilhas de
excelência de produção me áreas de economia primária.
A alternativa [A] é falsa, as áreas de desenvolvimento
situam-se nas grandes cidades.
A alternativa [B] é falsa, houve reestruturação do pacto
colonial em 1880 com as novas metrópoles.
A alternativa [D] é falsa, a infraestrutura tinha por tarefa
atender ao capital externo apenas.
A alternativa [E] é falsa, as redes de transporte fortalecem
o capital externo.
4. (Enem cancelado 2009) Entre as promessas contidas na ideologia
do processo de globalização da economia estava a dispersão da
produção do conhecimento na esfera global, expectativa que não se
vem concretizando. Nesse cenário, os tecnopolos aparecem como um
centro de pesquisa e desenvolvimento de alta tecnologia que conta
com mão de obra altamente qualificada. Os impactos desse processo
na inserção dos países na economia global deram--se de forma
hierarquizada e assimétrica. Mesmo no grupo em que se engendrou a
reestruturação produtiva, houve difusão desigual da mudança de
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paradigma tecnológico e organizacional. O peso da assimetria
projetou- se mais fortemente entre os países mais desenvolvidos e
aqueles em desenvolvimento.
BARROS, F. A. F. Concentração técnico-científica: uma tendência em
expansão no mundo contemporâneo? Campinas: Inovação Uniemp, v.
3, nº 1, jan./fev. 2007 (adaptado).
Diante das transformações ocorridas, é reconhecido que
a) a inovação tecnológica tem alcançado a cidade e o campo,
incorporando a agricultura, a indústria e os serviços, com maior
destaque nos países desenvolvidos.
b) os fluxos de informações, capitais, mercadorias e pessoas têm
desacelerado, obedecendo ao novo modelo fundamentado em
capacidade tecnológica.
c) as novas tecnologias se difundem com equidade no espaço
geográfico e entre as populações que as incorporam em seu dia.
d) os tecnopolos, em tempos de globalização, ocupam os antigos
centros de industrialização, concentrados em alguns países
emergentes.
e) o crescimento econômico dos países em desenvolvimento,
decorrente da dispersão da produção do conhecimento na esfera
global, equipara-se ao dos países desenvolvidos.
Resposta:
[A]
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O período após a Segunda Guerra Mundial mostrou um
avanço firme das democracias, da urbanização e da
industrialização. Acontece que o processo não se deu de forma
regular ou homogênea. Os que se industrializaram ao longo da
década de 1950 em diante são conhecidos como países de
industrialização tardia que mostram algum nível de
dependência seja tecnológica ou econômica e acabam
mostrando deficits sociais e de desenvolvimento e pesquisa, em
assimetria com relação aos países mais adiantados.
A alternativa [B] é falsa, os fluxos de capital, mercadorias
e pessoal encontra-se em expansão.
A alternativa [C] é falsa, a difusão tecnológica é iníqua.
A alternativa [D] é falsa, os tecnopolos são caracterizados
por autonomia locacional em relação à área industriais
tradicionais.
A alternativa [E] é falsa, o crescimento econômico dos
países em desenvolvimento ainda não está equiparado aos
países desenvolvidos.
5. (Enem 2009) Com a perspectiva do desaparecimento das geleiras
no Polo Norte, grandes reservas de petróleo e minérios, hoje
inacessíveis, poderão ser exploradas. E já atiçam a cobiça das
potências.
KOPP, D. Guerra Fria sobre o Ártico. Le monde diplomatique Brasil.
Setembro, n. 2, 2007 (adaptado).
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No cenário de que trata o texto, a exploração de jazidas de petróleo,
bem como de minérios ± diamante, ouro, prata, cobre, chumbo, zinco
± torna-se atraente não só em função de seu formidável potencial, mas
também por
a) situar-se em uma zona geopolítica mais estável que o Oriente Médio.
b) possibilitar o povoamento de uma região pouco habitada, além de
promover seu desenvolvimento econômico.
c) garantir, aos países em desenvolvimento, acesso a matérias-primas
e energia, necessárias ao crescimento econômico.
d) contribuir para a redução da poluição em áreas ambientalmente já
degradadas devido ao grande volume da produção industrial, como
ocorreu na Europa.
e) promover a participação dos combustíveis fósseis na matriz
energética mundial, dominada, majoritariamente, pelas fontes
renováveis, de maior custo.
Resposta:
[A]
O segundo choque do petróleo no final dos anos 1970
provocou uma corrida mundial em busca de novas fontes de
petróleo. A quase totalidade, incluindo áreas subpolares, fora
do Oriente Médio como alternativa às questões geopolíticas
regionais.
A alternativa [B] é falsa, é quase impossível sua ocupação
populacional em função de seus rigores climáticos.
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A alternativa [C] é falsa, não há garantias de que isso
possa acontecer, pois os recursos energéticos como qualquer
outro tipo de commmodity é um produto de mercado.
A alternativa [D] é falsa, é pouco provável que as áreas
subpolares sejam fortemente industrializadas.
A alternativa [E] é falsa, os combustíveis alternativos
crescem em demanda e projeção para substituir os
combustíveis fósseis, mais poluentes.
6. (Enem 2009) No presente, observa-se crescente atenção aos efeitos
da atividade humana, em diferentes áreas, sobre o meio ambiente,
sendo constante, nos fóruns internacionais e nas instâncias nacionais,
a referência à sustentabilidade como princípio orientador de ações e
propostas que deles emanam.
A sustentabilidade explica-se pela
a) incapacidade de se manter uma atividade econômica ao longo do
tempo sem causar danos ao meio ambiente.
b) incompatibilidade entre crescimento econômico acelerado e
preservação de recursos naturais e de fontes não renováveis de
energia.
c) interação de todas as dimensões do bem-estar humano com o
crescimento econômico, sem a preocupação com a conservação dos
recursos naturais que estivera presente desde a Antiguidade.
d) proteção da biodiversidade em face das ameaças de destruição que
sofrem as florestas tropicais devido ao avanço de atividades como a
mineração, a monocultura, o tráfico de madeira e de espécies
selvagens.
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e) necessidadede se satisfazer as demandas atuais colocadas pelo
desenvolvimento sem comprometer a capacidade de as gerações
futuras atenderem suas próprias necessidades nos campos
econômico, social e ambiental.
Resposta:
[E]
O desenvolvimento sustentável é uma forma de promover
o atendimento das demandas atuais de modo racional e
equilibrado de maneira a não comprometer as gerações futuras
quanto a suas necessidades econômicas sociais e ambientais.
A alternativa [A] é falsa, o desenvolvimento sustentável
deve ser capaz de manter atividades econômicas sem causar
danos ao meio ambiente.
A alternativa [B] é falsa, na sustentabilidade o
desenvolvimento econômico e a preservação do meio ambiente
devem ser compatíveis.
A alternativa [C] é falsa, a sustentabilidade deve
preservar os recursos naturais em qualquer tempo.
A alternativa [D] é falsa, a sustentabilidade não se limita
a preservação de biomas, mas é uma nova forma de
pensamento e ação.
7. (Enem 2007) Quanto mais desenvolvida é uma nação, mais lixo
cada um de seus habitantes produz. Além de o progresso elevar o
volume de lixo, ele também modifica a qualidade do material
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despejado. Quando a sociedade progride, ela troca a televisão, o
computador, compra mais brinquedos e aparelhos eletrônicos. Calcula-
se que 700 milhões de aparelhos celulares já foram jogados fora em
todo o mundo. O novo lixo contém mais mercúrio, chumbo, alumínio e
bário. Abandonado nos lixões, esse material se deteriora e vaza. As
substâncias liberadas infiltram-se no solo e podem chegar aos lençóis
freáticos ou a rios próximos, espalhando-se pela água.
"Anuário Gestão Ambiental" 2007, p. 47-8 (com adaptações).
A respeito da produção de lixo e de sua relação com o ambiente, é
correto afirmar que
a) as substâncias químicas encontradas no lixo levam,
frequentemente, ao aumento da diversidade de espécies e, portanto,
ao aumento da produtividade agrícola do solo.
b) o tipo e a quantidade de lixo produzido pela sociedade independem
de políticas de educação que proponham mudanças no padrão de
consumo.
c) a produção de lixo é inversamente proporcional ao nível de
desenvolvimento econômico das sociedades.
d) o desenvolvimento sustentável requer controle e monitoramento
dos efeitos do lixo sobre espécies existentes em cursos d'água, solo
e vegetação.
e) o desenvolvimento tecnológico tem elevado a criação de produtos
descartáveis, o que evita a geração de lixo e resíduos químicos.
Resposta:
[D]
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O desenvolvimento tecnológico de um país capitalista
implica em uma sociedade de consumo, capaz de gerar lixo em
grandes quantidades e ampla diversidade. Com a popularização
de produtos domésticos eletrônicos é cada vez maior a geração
de lixo tecnológico (baterias, pilhas, microprocessadores, entre
outros) capazes de comprometer o meio ambiente nos recursos
hídricos, no solo e no ar, principalmente nos países
subdesenvolvidos, cada vez mais capazes de adquirir esses
produtos. São aspectos que comprometem o desenvolvimento
sustentável, em geral, e nos países mais pobres, em especial,
devido a sua baixa capacidade de implantar e fiscalizar políticas
sustentáveis de meio ambiente.
A alternativa A é falsa: as substâncias químicas,
incorretamente manuseadas e depositadas na natureza,
revelam natureza tóxica, capaz de contaminar o solo;
Em B, as políticas públicas educacionais são fundamentais
na tarefa de incentivar o desenvolvimento sustentável;
Na alternativa C, a produção de lixo é diretamente
proporcional ao nível de desenvolvimento econômico das
sociedades;
Em E, o aumento dos produtos descartáveis, ao contrário
do que diz a alternativa, incrementa a geração de lixo e
resíduos.
8. (Enem 2002) O Protocolo de Kyoto - uma convenção das Nações
Unidas que é marco sobre mudanças climáticas, - estabelece que os
países mais industrializados devem reduzir até 2012 a emissão dos
gases causadores do efeito estufa em pelo menos 5% em relação aos
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níveis de 1990. Essa meta estabelece valores superiores ao exigido
para países em desenvolvimento. Até 2001, mais de 120 países,
incluindo nações industrializadas da Europa e da Ásia, já haviam
ratificado o protocolo. No entanto, nos EUA, o presidente George W.
Bush anunciou que o país não ratificaria "Kyoto", com os argumentos
de que os custos prejudicariam a economia americana e que o acordo
era pouco rigoroso com os países em desenvolvimento.
Adaptado do Jornal do Brasil, 11/04/2001.
Na tabela encontram-se dados sobre a emissão de CO2.
Países
Emissões de CO2 desde
1950 (bilhões de
toneladas)
Emissões anuais de CO2
per capita
Estados
Unidos
186,1 16 a 36
União
Europeia
127,8 7 a 16
Rússia 68,4 7 a 16
China 57,6 2,5 a 7
Japão 31,2 7 a 16
Índia 15,5 0,8 a 2,5
Polônia 14,4 7 a 16
África do Sul 8,5 7 a 16
México 7,8 2,5 a 7
Brasil 6,6 0,8 a 2,5
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Word Resources 2000/2001.
Considerando os dados da tabela, assinale a alternativa que representa
um argumento que se contrapõe à justificativa dos EUA de que o
acordo de Kyoto foi pouco rigoroso com países em desenvolvimento.
a) A emissão acumulada da União Europeia está próxima à dos EUA.
b) Nos países em desenvolvimento as emissões são equivalentes às
dos EUA.
c) A emissão per capita da Rússia assemelha-se à da União Europeia.
d) As emissões de CO2 nos países em desenvolvimento citados são
muito baixas.
e) A África do Sul apresenta uma emissão anual per capita
relativamente alta.
Resposta:
[D]
Segundo vários cientistas e centros de pesquisa, o mundo
corre contra o relógio na tentativa de diminuir emissões de gás
carbônico, visto que podem aumentar as temperaturas médias
do planeta capazes de promover mudanças climáticas
catastróficas.
A alternativa [A] é falsa: EUA e União Europeia são
localidades desenvolvidas;
A alternativa [B] é falsa: as emissões são inferiores às dos
EUA;
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A alternativa [C] é falsa: a emissão da Rússia é inferior
(metade) da União Europeia;
A alternativa [E] é falsa: não se relaciona ao fato de que
os EUA acham que o protocolo foi pouco rigoroso com os países
emergentes.
9. (G1 - cftmg 2016) Observe o mapa a seguir:
São características das regiões cartografadas, EXCETO:
a) predomínio de baixos Índices de Desenvolvimento Humano
Municipal.b) concentração de habitantes em áreas de vulnerabilidade social.
c) carência de investimentos infraestruturais.
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d) limite espacial com as cidades globais.
Resposta:
[D]
O mapa corresponde aos bolsões de pobreza no Brasil com
IDH (Índice de Desenvolvimento Humano) mais baixo. Áreas
com maior ocorrência de subnutrição, problemas educacionais
e infraestrutura mais precária. Todas estas áreas não fazem
limite com as cidades globais brasileiras como São Paulo e Rio
de Janeiro.
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6. EXERCÍCIOS PROPOSTOS.
1. (Fuvest 2016)
Sobre as 20 aglomerações urbanas mais populosas do mundo,
conforme gráfico ao lado, é correto afirmar:
a) A maioria delas se encontra na Ásia, e, dentre estas, predominam
as localizadas em países com economias desenvolvidas ou em
desenvolvimento.
b) Mais de 50% delas encontram-se em países desenvolvidos, com alto
PIB e alta distribuição de renda.
c) 50% delas estão localizadas na América Latina, em países
subdesenvolvidos e pouco industrializados.
d) 25% delas estão em países da Europa Oriental, em que há boa
distribuição de renda e serviços públicos essenciais gratuitos.
e) O segundo maior número dessas aglomerações encontra-se em
países da África, as quais se caracterizam por baixo IDH.
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2. (Fgvrj 2015) Então, reduzir a desigualdade por meio da
redistribuição prejudica o crescimento econômico? Não, segundo dois
estudos marcantes feitos por economistas do FMI (Fundo Monetário
Internacional), que dificilmente é uma organização de esquerda. O
primeiro estudo examinou as relações históricas entre desigualdade e
crescimento e descobriu que os países com desigualdade de renda
relativamente baixa "têm mais êxito em alcançar um crescimento
econômico sustentado, em oposição a surtos ocasionais". O segundo,
divulgado no mês passado, analisou diretamente o efeito da
redistribuição de renda e concluiu que "a redistribuição parece
JHUDOPHQWH�EHQLJQD�HP�WHUPRV�GH�VHX�LPSDFWR�VREUH�R�FUHVFLPHQWR�´
http://noticias.uol.com.br/blogs-e-colunas/coluna/paul-
krugman/2014/03/11/o-lugar-da-distribuicao-de-renda-no-discurso-
publico.htm
Assinale a afirmativa coerente com os argumentos do texto:
a) Os países da zona do euro menos afetados pela crise econômica
foram aqueles que adotam políticas redistribucionistas.
b) As políticas públicas de redistribuição de renda podem ter efeitos
positivos para a população mais pobre, mas promovem efeitos
negativos no conjunto da economia nacional.
c) Os programas de redistribuição de renda afastam os mais pobres do
mercado de trabalho, resultando em desperdício de potencial
humano.
d) Os países com desigualdade de renda relativamente baixa
apresentam menos eficiência econômica.
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e) Nos Estados Unidos, as políticas redistribucionistas transformaram
a desigualdade de renda em igualdade de oportunidades.
3. (Cefet MG 2013)
A partir da análise do gráfico, é correto afirmar que, nos países
centrais, existe uma relação direta entre desenvolvimento humano e
a) crise econômica.
b) superavit comercial.
c) produção tecnológica.
d) distribuição de renda.
e) quantidade populacional.
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4. (Mackenzie 2012)
De acordo com a charge acima e com os aspectos socioeconômicos do
Brasil no período apresentado, considere as afirmativas I, II e III.
I. A ascensão das classes D e E teve um salto a partir do Plano Real,
oscilou durante o governo de Fernando Henrique Cardoso e se
acentuou no governo Lula, entre 2003 e 2010. Nesse contexto, o
Brasil superou totalmente a desigualdade crônica, vivida
historicamente.
II. Apesar das oscilações do período 1995-2003 e da grande evolução
do período 2004-2010, a melhoria da condição social predominou.
No entanto, ainda persistem grandes desigualdades sociais no Brasil.
III. Houve, de um modo geral, uma melhora no padrão de distribuição
de renda nacional. Dessa forma, o Brasil hoje atingiu, em relação à
concentração de renda, os padrões da Europa Ocidental, hoje em
crise.
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Dessa forma,
a) apenas I e III estão corretas.
b) apenas I está correta.
c) apenas II está correta.
d) apenas II e III estão corretas.
e) apenas III está correta.
5. (Uftm 2012) O Coeficiente de Gini é uma relação estatística para
medir a desigualdade social, incluindo a distribuição de renda, e varia
de 0 (zero) a 1 (um). O gráfico apresenta, no período de 2005 a 2009,
os coeficientes encontrados em alguns países do G20, onde para a
distribuição de renda o coeficiente 0 corresponde à completa igualdade
na renda (todos detêm a mesma renda per capita) e o coeficiente 1
corresponde à completa desigualdade entre as rendas.
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A partir da análise do gráfico, é correto afirmar que, no período e
dentre os países analisados,
a) o Brasil é o segundo país com maior desigualdade na distribuição de
renda dentre os países do G20.
b) o Brasil apresenta a melhor taxa de distribuição de renda dos países
da América Latina.
c) assim como no Brasil, os governos de países de economias
emergentes priorizaram a melhoria na distribuição de renda.
d) a África do Sul apresenta a melhor distribuição de renda do grupo
em função dos recursos minerais existentes em seu território.
e) países desenvolvidos como França, Alemanha e Canadá, embora
apresentem economia estável, possuem elevados índices de
desigualdade social.
6. (Unesp 2011) Cândido Portinari conseguiu retratar em suas obras
o dia a dia do brasileiro comum, procurando denunciar os problemas
sociais do nosso país. No quadro Os Retirantes, produzido em 1944,
Portinari expõe o sofrimento dos migrantes, representados por pessoas
magérrimas e com expressões que transmitem sentimentos de fome e
miséria.
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Sobre o tema desta obra, afirma-se:
I. Essa migração foi provocada pelo baixo índice de mortalidade infantil
do Nordeste, associado à boa distribuição de renda na região.
II. Contribuíram para essa migração os problemas de cunho social da
região Sul, com altas taxas de mortalidade infantil.
III. Os retirantes fugiram dos problemas provocados pela seca, pela
desnutrição e pelos altos índices de mortalidade infantil no Nordeste.
IV. Contribuíram para essa migração a desigualdade social, no
Nordeste.
É correto apenas o que se afirma em
a) I.
b) I e II.
c) II, III e IV.
d) III e IV.
e) IV.
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7. (Enem cancelado 2009) No Brasil, entre 2001 e 2007, a renda per
capita dos mais pobres cresceu substancialmente. O crescimento anual
da renda dos 10% mais pobres foi de 7%, quase três vezes maior que
a média nacional de 2,5%. Observe-se que, entre 2001 e 2007, houve
dois momentos bastante distintos do crescimento da renda dos grupos.
Entre 2001 e 2003, a renda média per capita decresceu a uma taxa de
3% ano. Entre 2003 e 2007 essa renda média cresceu 5,4%.
Considera-se classe média, aqui, os extratos situados entre o terceiro
e o oitavo décimos da distribuição de renda representada nos gráficos.
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Com relação à taxa de crescimento médio da renda familiar per capita
entre 2001 e 2003 e considerando-se a distribuição das classes sociais
no Brasil, o gráfico mostra que
a) a renda da classe média apresentou decréscimo.
b) a renda familiar per capita cresceu para os grupos especificados.
c) a renda dos 10% mais pobres foi o dobro da média nacional.
d) ela decresceu linearmente com relação aos décimos da distribuição.
e) o decréscimo mais acentuado foi para os 10% mais ricos, sendo de
2,8%.
TEXTO PARA A PRÓXIMA QUESTÃO:
O AZUL DA COR DA TERRA
Quando, em 12 de abril de 1961, o planeta Terra foi visto a uma
distância jamais atingida antes por qualquer mortal, o astronauta
soviético Yuri Gagarin, que foi o primeiro a vê-la sob este ângulo,
exclamou admirado:
- A Terra é azul!
Pela primeira vez fotografada, assim foi ela vista também pelos
olhos não menos admirados de toda a humanidade: AZUL! Azul da cor
da água límpida dos lagos, rios, mares e oceanos que cobrem a maior
parte da superfície de nosso planeta chamado, contraditoriamente (ou
não), de Terra.
Água que existe em toda parte, dentro e fora de nós, e cuja
presença percebemos ou pressentimos o tempo todo, ainda que não a
vejamos na forma líquida, que, por algum motivo, sempre nos pareceu
"a mais normal".
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Sob essa ou outras formas que lhe são próprias, ela está mesmo
em toda parte, ainda que não tão evidente e explícita para nós: está
nos lugares, nos objetos e nos seres animais, vegetais e minerais que
constituem o nosso ambiente natural, social e cultural.
Se não está no momento presente, já esteve em algum outro
tempo na formação, composição, preparação, conservação ou na
higienização dos objetos que nos rodeiam, por mais sólidos, rígidos,
resistentes ou por mais etéreos que sejam. Como também está ou já
esteve nas paisagens e nos ambientes onde tais objetos e seres se
encontram.
Está nos alimentos, remédios, tratamentos de saúde,
vestimentas, edificações; na luz que nos ilumina e no ar condicionado
que aquece ou refrigera nossos ambientes; na decoração, arte,
literatura; no lazer e no transporte; na política, economia e religião.
Nas comemorações de paz e nas disputas de guerra. Enfim, no
nascimento, na sobrevivência e na morte.
Graças à água, a humanidade se libertou de suas limitações, à
medida que soube aproveitá-la, conduzindo-a para os lugares onde
melhor poderia ser utilizada e servir às suas inúmeras necessidades.
Contudo, apesar da dádiva que ela sempre representou para nós,
humanos, as relações das civilizações modernas e pós-modernas, com
essa mãe provedora, nem sempre têm sido pautadas pelo princípio do
"amor com amor se paga".
Hoje, a nossa Terra corre o risco de se tornar um planeta de
terras áridas pelos maltratos que infligimos à natureza, em suas mais
variadas manifestações e diversidade.
Mas quem usa, cuida; quem necessita, zela; quem ama, protege.
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Quem recebeu a dádiva da vida deve manter viva a fonte da qual a
recebeu.
Daí a razão de termos escolhido a ÁGUA como tema para análise
e reflexão nesta prova.
Planeta Terra: este planeta Azul que, um dia, o compositor e
cantor Guilherme Arantes homenageou com a belíssima música
"Planeta Água".
Águas que movem moinhos são
as mesmas águas que
encharcam o chão
E sempre voltam humildes pro
fundo da terra, pro fundo da
terra
Terra, planeta água
8. (G1 - cps 2007) Reflita sobre a charge de Alcy Linares Deamo.
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Identifique uma interpretação que seja coerente com a charge.
a) A população da periferia das grandes cidades dispensa a ação do
poder público na solução dos problemas provocados pela reação da
natureza.
b) Os problemas ambientais estão diretamente relacionados à elevada
taxa de natalidade registrada nas metrópoles brasileiras.
c) A população pobre, originária do campo, decide morar nas áreas
próximas aos mananciais para evitar problemas de falta de água para
sua família.
d) A má distribuição de renda é um dos fatores que levam famílias a
morar em regiões sujeitas a catástrofes provocadas pela natureza e
pela ação humana.
e) A navegação poderia ser um dos meios mais baratos e eficazes de
transporte para a população pobre da periferia das grandes cidades.
9. (Espm 2006) Observe a matéria e a canção a seguir.
Mais uma vez, o Brasil recebeu destaque negativo em estudo do
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Bird (Banco Mundial). Campeão da desigualdade social na América
Latina, o Brasil só está melhor hoje do que quatro países africanos
Suazilândia, República Centro-Africana, Botswna e Namímbia).
("Folha de S. Paulo", 21/09/05)
O Brasil é o que tem talher de prata,
ou aquele que só come com a mão?
Ou será que o Brasil é o que não come,
Brasil gordona contradição?
O Brasil é uma foto do Betinho,
ou um vídeo da Favela Naval?
São os trens da alegria de Brasília,
ou os trens de subúrbio da Central?
("A cara do Brasil", Celso Viáfora e Vicente Barreto)
Da leitura dos excertos, podemos concluir que:
a) Uma das causas da situação exposta é a perpetuação de uma elite
econômica e política no poder no Brasil há décadas.
b) O aumento do analfabetismo brasileiro verificado nas duas últimas
décadas pode ser visto como o grande responsável pelo quadro social
apontado na reportagem e na canção.
c) O Brasil vem apresentando acentuada piora de seus indicadores
sociais, como acusou o último censo do IBGE.
d) Apesar da melhora da distribuição de renda verificada na segunda
metade do século XX, o ritmo foi insuficiente para corrigir as
distorções sociais no Brasil.
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e) A acentuada melhora das exportações e o crescimento do PIB
brasileiro conseguiram amenizar a forte concentração de renda.
10. (G1 - cps 2005) Considere as informações do texto.
- As desigualdades regionais e estaduais com relação às taxas de
mortalidade infantil ainda continuam grandes no Brasil, confirmando-
se o melhor desempenho das regiões Sul e Sudeste.
- Em 1990, a maior taxa de mortalidade infantil foi registrada em um
estado da região Nordeste, Alagoas (96 por 1 000 nascidos vivos), e a
mais baixa no Rio Grande do Sul (23 por 1 000 nascidos vivos).
- Em 2000, apesar da forte queda da taxa de mortalidade infantil em
Alagoas (60 por 1 000 nascidos vivos) e no Rio Grande do Sul (15 por
1 000 nascidos vivos), a diferença continuava na mesma ordem de
grandeza.
- Outro problema característico da mortalidade infantil no Brasil é sua
elevada taxa de mortalidade infantil tardia (taxas de óbitos que
ocorrem de 28 dias até 1 ano de vida), especialmente concentrada nas
regiões Nordeste e Norte.
(Adaptado de
http://www.pnud.org.br/arquivos/odm4_mortalidadeinf.doc)
A ONU estabeleceu como um de seus objetivos a redução da
mortalidade na infância (até 5 anos de idade). O texto mostra alguns
fatores relacionados à elevada taxa de mortalidade infantil no Brasil.
São medidas que o Brasil poderia adotar para reduzir esse problema
social:
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a) aplicar investimentos no combate às doenças infecto-contagiosas e
manter as crianças nos hospitais durante os primeiros 12 meses de
vida.
b) transferir as mulheres grávidas de baixa renda para as áreas ricas
do país e aumentar a construção de escolas nas regiões mais pobres.
c) aumentar o investimento no abastecimento de água e esgoto no
país e realizar reformas sociais para melhorar a distribuição de renda
no país.
d) manter a distribuição de latas de leite nas escolas públicas e
melhorar a qualidade da merenda escolar no ensino fundamental (1a
a 8a série) e médio (1a a 3a série)
e) criar mais empregos para as crianças de famílias pobres e aumentar
o número de farmácias nas áreas rurais e regiões pobres do país.
11. (Fuvest 2001) No Brasil, os temas "crescimento populacional" e
"exclusão social" aparecem, muitas vezes, vinculados às discussões
sobre crescimento urbano. Considerando as ASSOCIAÇÕES
mencionadas, assinale a alternativa correta.
a) As altas taxas de crescimento populacional, decorrentes da
industrialização, produzem a exclusão social nas grandes cidades.
b) As altas taxas de crescimento vegetativo nas grandes cidades
produzem crise da habitação, sendo responsáveis pela existência dos
"sem-teto".
c) O alto índice de crescimento demográfico e os baixos investimentos
privados em infraestrutura urbana geram uma população
socialmente excluída.
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d) A macrocefalia urbana, decorrente da superpopulação e da
ampliação da megalópole, gera uma população socialmente excluída.
e) As altas taxas de crescimento populacional nas grandes cidades e a
má distribuição de renda conduzem à exclusão social.
12. (Uff 2001) A localização de empresas no espaço urbano vem
revelando novos critérios de seleção. Estes critérios apresentam uma
superação da visão tradicional marcada pela concentração do mercado
de mão de obra, de consumo e de matérias-primas. Dentre tais
critérios, destacam-se:
a) o baixo custo da mão de obra, a rede de transportes intermodal
desenvolvida e o acesso direto às matérias-primas;
b) a participação gerencial do Estado, as estratégias de marketing e o
crescimento contínuo da população;
c) a distribuição de renda que garanta o crescimento do potencial de
consumo, a escolaridade da força de trabalho e a segurança civil;
d) a aglomeração de serviços bancários, a força de trabalho industrial
especializada e a centralização administrativa municipal;
e) a criação de distritos industriais, os incentivos fiscais para
exportação e os investimentos de capitais de origem estatal.
13. (Uerj 2001) Relacione o texto com a mensagem do anúncio:
A América Latina produziu mais pobres nas últimas décadas do que em
toda a sua história: mais pobres, menos empregos formais, um
crescimento da economia informal e um fosso crescente entre os que
têm acesso a condições dignas de vida e os que vivem em situação de
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pobreza. (...) Cresce a exclusão através de mecanismos autoritários e
da repressão policial; aumenta a suspeita e a desconfiança como forma
cotidiana de vida; diminuem os lugares de sociabilidade e de encontro
coletivo, "rebaixando" a experiência urbana.
(Adaptado de REGUILLO, R. In: "Revista Lugar Comum", n.8,
1999.)
A alternativa que caracteriza a segregação social urbana nas
metrópoles é:
a) políticas de estado atuantes na economia visam à desintegração
social nas metrópoles
b) setores da economia alimentados pela insegurança existente
reforçam as barreiras sociais
c) ideologias defensoras da separação permitem a aceleração do
crescimento da cidade
d) segmentos da sociedade ligados à marginalidade impossibilitam as
políticas de distribuição de renda
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14. (Pucmg 2000) Analise o gráfico adiante.
Todas as alternativas apresentam interpretações corretas dos dados
do gráfico, EXCETO:
a) Na década de 70, período de crescimento econômico, a quantidade
de pobres no País reduziu-se em nada menos do que 48%.
b) Nos anos 80, na média, a quantidade de pobres oscilou em torno de
30% do total de população.
c) Na década de 90, período de recessão econômica, o número depobres aumentou relativamente à década anterior.
d) Apesar da redução percentual ocorrida no período, isso não significa
que a distribuição de renda no País tenha melhorado.
e) De 1970 até 1997, a quantidade de pobres teve uma redução de
aproximadamente 70%.
15. (Fatec 2000) Nesta região brasileira, a existência de uma estrutura
fundiária extremamente dividida entre minifúndios e latifúndios
dificultou a distribuição de renda, o aumento dos padrões de consumo
e a expansão das atividades econômicas terciárias, como o comércio e
os serviços, mantendo na pobreza milhões de pessoas e impedindo
uma urbanização mais expressiva. Caracteriza-se, ainda, pelas
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maiores taxas de mortalidade infantil no País.
O texto refere-se à região
a) Norte.
b) Nordeste.
c) Centro-Oeste.
d) Sudeste.
e) Sul.
16. (G1 1996) Com relação à distribuição de renda no Brasil, no
período de 1960-1980 podemos afirmar que:
a) ela tornou-se mais equilibrada entre as diferentes faixas de
rendimentos em 1980;
b) a população da faixa intermediária passou a dividir parte de seu
rendimento com a dos mais pobres;
c) o ano de 1970 foi o de maior equilíbrio entre as faixas;
d) parcela significativa da renda dos mais pobres e dos intermediários
concentrou-se na renda dos mais ricos;
e) no ano de 1960, metade da renda ficava com os mais pobres.
17. (Fei 1996) Observe o quadro a seguir:
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FONTE: IBGE, Diretoria de Pesquisas, Departamento de Emprego
e Rendimento.
A partir da análise do gráfico, podemos afirmar que:
a) Houve uma melhor distribuição de renda nos anos oitenta no Brasil.
b) A diferença entre a porcentagem da renda que os 10% mais ricos
se apropriam e que os 50% dos mais pobres possuem diminuiu na
última década.
c) O processo de concentração de renda se agravou no país na década
de oitenta.
d) Os 10% mais ricos se apropriam de mais de 50% da renda no Brasil.
e) Os 50% mais pobres vêm paulatinamente se apropriando de
maiores fatias da renda no Brasil.
18. (Fei 1997) Observe a tabela a seguir:
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Fonte: Banco Mundial. World Development Report, 1994 apud
VESENTINI, J. W. e VLACH, V. "Geografia Crítica São Paulo": Ed. Ática,
1996 (vol. 3).
Com base nos dados anteriormente relacionados NÃO podemos afirmar
que:
a) A distribuição de renda entre países como Japão e Suíça é bem mais
homogênea do que entre países como o Brasil e o México.
b) Os Estados Unidos e a Índia são os únicos países onde o setor
intermediário da sociedade detém a maior parcela da renda nacional.
c) A distribuição de renda no Brasil é bastante heterogênea,
demonstrando a existência de um setor intermediário que concentra
a menor parte da renda nacional.
d) A renda acumulada pelos 60% mais pobres na Suíça e no Japão é
praticamente a mesma acumulada pelos 30% intermediários nesses
países.
e) O Brasil é o único país da listagem anterior onde os 10% mais ricos
concentram mais da metade da renda nacional.
19. (Pucsp 1997) A tabela a seguir aponta a distribuição dos empregos
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urbanos na região metropolitana mais modernizada do Brasil.
Assinale a alternativa que reflete corretamente as tendências indicadas
na evolução dos dados:
a) O setor de serviços é o de maior crescimento, absorvendo parte da
mão de obra dispensada pelo segmento industrial; mas, como não
possui fôlego para uma incorporação total, parcelas significativas da
população retornam à vida rural.
b) A queda do emprego industrial é uma tendência mundial. Não está
ligada à queda da produção, mas ao aumento da produtividade. Este
associa-se a fatores como a introdução de novas tecnologias no
processo produtivo e novas formas de organização do trabalho.
c) A ampliação do setor de serviços e a queda do trabalho industrial
resultam do processo de desindustrialização no país. Com a ausência
de investimentos, o segmento industrial já deixou de ser a principal
atividade econômica do país.
d) A queda do emprego industrial é um fenômeno momentâneo,
específico do Brasil. A tendência mundial é a multiplicação dos postos
de trabalho nesse segmento, face à introdução de novas tecnologias
no processo produtivo, como a microeletrônica.
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e) Os setores de comércio e serviços absorveram os trabalhadores
dispensados pela indústria, representando avanços nas condições de
trabalho, já que os empregos terciários são mais qualificados e bem
remunerados. Esse processo explica a melhora acentuada na
distribuição de renda no país.
20. (Ufrgs 1997) A respeito das informações constantes na tabela é
correto afirmar que
a) o crescimento da renda per capita é o fator determinante para conter
as taxas de analfabetismo.
b) melhorias na distribuição de renda não influem nos índices de
esperança de vida.
c) o PNB per capita é uma média e, portanto, uma medida falsa que
não permite revelar as características econômicas ou sociais de um
país, nem mesmo quando associadas a outras informações
estatísticas.
d) todos os países localizados em zona intertropical apresentam
indicadores de esperança de vida abaixo de 70 anos.
e) entre os países com PNB per capita inferior a US$1.000, os
localizados na África apresentam as maiores taxas de analfabetismo.
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21. (Ufpr 1999) Alguns indicadores são utilizados para identificar o
nível socioeconômico de um país e podem servir de referência para a
comparação das condições de vida entre os países. Sobre esse assunto
e tendo como referência os dados da tabela a seguir, é correto afirmar:
01) Na Holanda, a distribuição de renda é melhor que nos Estados
Unidos.
02) O índice mais importante para diferenciar os países desenvolvidos
dos subdesenvolvidos e/ou em desenvolvimento é o quociente entre
B e C.
04) A população mais pobre, e consequentemente com piores
condições de vida, é certamente a da Tanzânia.
08) Na Colômbia, a relação entre a renda per capita dos 10% mais
ricos e dos 40% mais pobres é menor que no México.
16) Dentre os países da tabela acima, o Brasil é o que apresenta maior
concentração de renda.
32) Dentre os paísesda tabela acima, nenhum dos que estão situados
no hemisfério norte pode ser considerado subdesenvolvido.
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22. (Ufsm 1999)
ilustração refere-se aos problemas nordestinos. Sobre esse assunto,
pode(m)-se afirmar:
I. A fome e a desnutrição no Nordeste não são consequências
exclusivas da estiagem, mas de um problema social e político ancorado
na desigual distribuição de renda.
II. A fome e a desnutrição constituem um problema exclusivo do sertão
nordestino.
III. A política assistencialista do Estado é o meio mais eficaz para sanar
os problemas da fome e da desnutrição no Nordeste.
IV. A fome e a desnutrição atingem o Nordeste em verdadeiros surtos,
de forma esporádica, justamente nos períodos de seca prolongada.
Está(ão) correta(s)
a) apenas I.
b) apenas I e II.
c) apenas II e III.
d) apenas II e IV.
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e) apenas III e IV.
23. (Ufsm 1999) O mapa a seguir sintetiza a nova diferenciação
regional, obtida através do Índice do Desenvolvimento Humano - IDH.
Moreira, I. "O Espaço Geográfico: Geografia Geral e do Brasil". São
Paulo: Ática, 1998. p.266.
Assinale a alternativa que MELHOR identifica o IDH no Brasil.
a) A distribuição de renda no Brasil, nos últimos anos, tem sido mais
justa, o que, de certa forma, comprova o crescimento econômico do
país e sua caracterização em três "Brasis".
b) Há elevada correlação entre nível de escolaridade, expectativa de
vida e renda per capita nos países com indicadores sociais
comparáveis aos da Índia.
c) O Pará, os estados da Região Nordeste e o Acre apresentam um
nível elevado de desenvolvimento humano.
d) Além de possuir indicadores sociais comparáveis aos da Bélgica e
da Índia, o Brasil apresenta um terceiro segmento social comparável
ao da Bulgária.
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e) Os estados da Região Sudeste apresentam grande homogeneidade
quanto ao índice de desenvolvimento humano.
24. (Ufrrj 2000) "No mundo há 120 milhões de desempregados e 700
milhões de subempregados, o que abre o desafio de se criar
crescimento econômico e, ao mesmo tempo, aumentar o nível de
emprego... É preciso pesquisar modalidades de produção da riqueza
que comportem distribuição de renda mais equitativa, com a inserção
da força de trabalho nas atividades produtivas.
Portanto, a questão que importa colocar é a de saber se é possível criar
um número suficiente de empregos produtivos baseados numa
produtividade de trabalho considerada razoável e capaz de garantir aos
trabalhadores os meios para uma existência digna."
(MOREIRA, Igor. "O Espaço Geográfico." São Paulo, Ática, 1998.
p.190.)
O dilema de que trata o texto diz respeito
a) aos entraves do socialismo de mercado, de países como a China,
por exemplo.
b) às dificuldades assistencialistas, próprias da social democracia.
c) à saturação inevitável da capacidade de gerar empregos por parte
dos países socialistas.
d) à incompatibilidade entre existência digna dos trabalhadores e
subemprego.
e) às atuais dificuldades de adequação entre produção e geração de
empregos.
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25. (Ufscar 2000) O gráfico seguinte reúne dados sobre a distribuição
de rendas, divulgados pelo Banco Mundial.
RENDA DO PAÍS APROPRIADA PELOS 10% MAIS RICOS - EM %
(Banco Mundial - 1999)
A análise desse gráfico permite-nos afirmar que, dentre os países
apresentados,
a) a melhor distribuição de renda é a do Brasil.
b) a pior distribuição de renda é a do Brasil.
c) a França conta com a pior distribuição de renda da Europa.
d) os Estados Unidos e a Indonésia apresentam uma distribuição de
renda bastante equilibrada, sem a existência de pobreza.
e) o Paraguai e o Brasil apresentam distribuição de renda semelhante
porque têm características econômicas também semelhantes.
26. (Ufrn 2000) As limitadas trocas comerciais levadas a efeito no
interior dos países subdesenvolvidos têm como razões principais
a) mercado interno e constituição de megablocos regionais
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b) dependência de capitais e submissão tecnológica aos países
desenvolvidos
c) processo de globalização e retração de monopólios dos países
desenvolvidos
d) baixa população absoluta e má distribuição de renda
27. (Ufrn 2000) Nos países desenvolvidos, notadamente nos
europeus, o índice de crescimento populacional encontra-se, quando
não negativo, próximo de zero.
Isso se deve à(ao)
a) melhor distribuição de renda e à rápida urbanização.
b) melhor distribuição de renda e à revolução feminista.
c) popularização da pílula anticoncepcional e às campanhas de
vacinação.
d) desenvolvimento socioeconômico e às desigualdades sociais.
28. (Unesp 2000) Em termos demográficos, quanto maior é a relação
idoso/criança, mais elevada é a proporção de idosos. A observação da
tabela permite inferir que, nas regiões brasileiras, no período 1980-
1996, todos esses valores percentuais aumentaram.
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Assinale a alternativa que justifica as variações observadas.
a) Aumento contínuo nas taxas de natalidade e diminuição da
esperança de vida.
b) Crescente alta na taxa de natalidade e diminuição da mortalidade
infantil.
c) Crescimento acelerado da taxa de mortalidade e aumento no fluxo
migratório recente.
d) Melhoria na distribuição de renda e diminuição da taxa de
mortalidade.
e) Queda da fecundidade e aumento da esperança de vida.
29. (Uel 2003) O IDH (Índice de Desenvolvimento Humano) é
elaborado considerando-se dados sobre a longevidade, PIB (Produto
Interno Bruto) per capita, grau de escolaridade e poder de compra de
uma população. Varia de 0 a 1, sendo que os valores mais próximos a
1 indicam melhores condições de vida.
Sobre o assunto, considere as afirmativas.
I. Trata-se de um índice que oculta a qualidade de vida de uma
população por relacionar fenômenos independentes.
II. Trata-se de um índice que explicita as desigualdades sociais em
diferentes escalas, pois combina indicadores de desenvolvimento
social.
III. Trata-se de um índice que oculta a existência de políticas públicas
voltadas à melhoria da saúde, distribuição de renda e nível de
escolaridade.IV. Trata-se de um índice que oculta diferenças interpessoais, pois
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resulta de cálculos obtidos a partir de médias.
Assinale a alternativa correta:
a) Apenas as afirmativas I, II e III estão corretas.
b) Apenas as afirmativas I, II e IV estão corretas.
c) Apenas as afirmativas II, III e IV estão corretas.
d) Apenas as afirmativas I e III estão corretas.
e) Apenas as afirmativas II e IV estão corretas.
TEXTO PARA A PRÓXIMA QUESTÃO:
E a cidade se apresenta centro das ambições/ Para mendigos ou ricos
e outras armações/ Coletivos, automóveis, motos e metrôs/
Trabalhadores, patrões, policiais e camelôs/ A cidade não para, a
cidade só cresce/ O de cima sobe e o de baixo desce.
(CHICO SCIENCE. A Cidade. Intérprete: Chico Science. In: Chico
Science & Nação Zumbi. "Da lama ao caos". Rio de Janeiro: Sony. 1CD.
Faixa 4.)
30. (Uel 2005) Com base na letra da canção de Chico Science e nos
conhecimentos sobre a urbanização brasileira, é correto afirmar:
a) Ao apresentar a cidade da forma como o faz, a canção remete ao
processo de produção industrial, considerando suas dinâmicas
específicas e os sujeitos sociais envolvidos.
b) A letra da canção exalta o modo de vida urbano, pois está fundada
na ideia de que, em grandes cidades, a distribuição de renda é mais
equitativa, se comparada aos núcleos urbanos menores.
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c) Ao mapear o cotidiano das metrópoles, a letra denuncia as
contradições entre as classes sociais que estão materializadas nesse
cotidiano.
d) A canção afirma que, por ser o centro das ambições, todos os
moradores da cidade possuem as mesmas chances de ascensão
social, fato esse expresso em seu arranjo espacial.
e) A letra da canção identifica características específicas de pequenas
cidades, exemplificada nas atividades comerciais e nos meios de
transporte descritos.
TEXTO PARA A PRÓXIMA QUESTÃO:
Basta uma gota de sangue para que um chip, criado por cientistas
brasileiros do Instituto de Física da USP de São Carlos, consigam
detectar, em poucos segundos e com baixo custo, se alguém está
infectado com malária, leishmaniose e Chagas.
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31. (Fatec 2013) A Geografia colabora com a medicina, mapeando
informações geográficas das doenças e da assistência médica
oferecida.
Sobre as doenças citadas na matéria, é correto afirmar que
a) são comuns na região Centro-Oeste e no Nordeste Brasileiro, devido
ao elevado índice de umidade dessas regiões.
b) são transmitidas por insetos, que encontram nos países de clima
temperado um habitat ideal para seu desenvolvimento.
c) HVWmR�DVVRFLDGDV�jV� ³FDVDV�GH�SDX-a-SLTXH´�� FRQVWUXo}HV� FRPXQV�
em regiões que passaram pelo processo de conurbação e de
macrocefalia urbana.
d) estão correlacionadas com fatores socioeconômicos, pois se
manifestam principalmente nos países com Índice de
Desenvolvimento Humano (IDH) elevado.
e) estão entre as enfermidades rotuladas como doenças tropicais e são
um grave problema, considerando o alto índice de mortalidade
associado a elas.
32. (Feevale 2016) O PISA ± Programa Internacional de Avaliação de
Estudantes ± é um exame elaborado pela Organização para
Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE), em diferentes
países, visando a avaliar a aprendizagem de estudantes na faixa dos
15 anos, nas áreas de Leitura, Matemática e Ciências. Observe o
gráfico a seguir que apresenta os resultados do Brasil em cada uma
das edições do PISA.
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A respeito do tema e do gráfico, fazem-se as seguintes afirmações.
I. Apesar da melhora do desempenho no período 2000-2012, os
estudantes brasileiros ainda apresentaram resultados inferiores aos
da maioria dos países avaliados no PISA.
II. A diminuição no crescimento dos índices do PISA no Brasil é
resultado de políticas públicas de redução dos investimentos em
educação na última década.
III. A educação também é uma das dimensões consideradas no cálculo
do IDH (Índice de Desenvolvimento Humano) dos países,
juntamente com renda e longevidade.
Marque a alternativa correta.
a) Apenas a afirmação I está correta.
b) Apenas a afirmação II está correta.
c) Apenas as afirmações I e III estão corretas.
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d) Todas as afirmações estão corretas.
e) Nenhuma afirmação está correta.
33. (Espcex (Aman) 2016) O IDH (Índice de Desenvolvimento
Humano) é usado pelo Programa das Nações Unidas para o
Desenvolvimento (PNUD) para avaliar o nível de bem-estar social de
um país. Sobre o IDH, podemos afirmar que
I. o cálculo desse índice é feito com base nos seguintes indicadores
socioeconômicos: longevidade, nível de instrução e PIB per capita.
II. tal como o coeficiente de Gini, os valores do IDH variam entre 0 e
1, e quanto mais próximos a zero, mais elevado será o IDH, isto é,
melhores serão as condições de vida de um país.
III. o Brasil possui um IDH que o classifica acima da média de muitos
países em desenvolvimento, porém encontra-se ainda atrás de
países como a Argentina e o Uruguai.
IV. os IDHs apresentados pelos estados do Maranhão e de Alagoas, no
Nordeste brasileiro, estão entre os piores do mundo, inferiores aos
de países africanos, como Zimbábue e Lesoto.
Assinale a alternativa que apresenta todas as afirmativas corretas.
a) I e III
b) II e IV
c) III e IV
d) I, II e III
e) I, II e IV
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34. (G1 - cftmg 2016) Analise o gráfico a seguir:
A partir da análise dos dados do gráfico, afirma-se que:
I. O Brasil, apesar de possuir um baixo Índice de Desenvolvimento
Humano, possui um nível de desigualdade social similar ao dos países
desenvolvidos.
II. A posição dos países emergentes no gráfico confirma a
heterogeneidade socioeconômica desse grupo.
III. O conjunto de países representados na parte superior do gráfico
apresenta melhores índices sociais.
IV. Para a definição do desenvolvimento social dos países, é necessário
avaliar a relação inversados índices representados.
Estão corretas apenas as afirmativas:
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a) I e II.
b) I e III.
c) II e IV.
d) III e IV.
35. (Unesp 2016)
A charge ironiza uma das variáveis que compõem o cálculo do Índice
de Desenvolvimento Humano proposto pela Organização das Nações
Unidas, a saber,
a) a renda, pela referência ao dia em que as personagens almoçaram.
b) a expectativa de vida, pela alusão ao condicionamento físico da
personagem que move o carrinho.
c) a renda, pela referência aos objetos de alto valor agregado que as
personagens carregam.
d) a escolaridade, pela alusão à língua portuguesa empregada em sua
forma padrão pelas personagens.
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e) a mobilidade, pela referência ao meio de transporte utilizado pelas
personagens.
36. (Pucpr 2015) Observe o quadro abaixo:
Indicadores Máximo Mínimo
Médio do
Brasil
Densidade demográfica
2007(hab/km³)
Rio de Janeiro
(SE) 352.90
Roraima (N) 1.80 21,60
População urbana 2006
(%)
São Paulo (SE)
94.50
Piauí (NE) 62.10 84.50
Taxa de natalidade 2008
(por 1000)
Roraima (N)
29.50
Rio Grande do Sul
(S) 12,6
16,30
Longevidade (anos)
Santa Catarina
(S) 75.30
Alagoas (NE) 66.80 72.60
2007 Homens
Santa Catarina
(S) 72.10
Alagoas (NE) 62.90 68.80
2007 Mulheres
Rio Grande do Sul
(S) 78.80
Alagoas (NE) 70.90 76.40
Mortalidade infantil
(até 5 anos) (por 1000)
Maranhão (NE)
85.70
Santa Catarina (S)
16.80
39.30
Médicos (por 1000 hab.)
2006
Rio de Janeiro
(SE) 3.40
Maranhão (NE)
0.60
1.70
Leitos hospitalares 2005
(por 10.000 hab.)
Rio de Janeiro
(SE) 29.30
Amapá (N) 1.30 24.00
Analfabetismo (%) 2006
(pop. 15-17 anos)
Alagoas (NE)
26.40
Distrito Federal
(CO) 3.80
10.40
Ensino médio (%) 2000
(pop. 15-17 anos)
São Paulo (SE)
53.60
Alagoas (NE) 13.40 34.40
Domicílios com água
corrente 2006 (%)
São Paulo (SE)
96.40
Rondônia (N) 38.60 34.50
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Domicílios com refrigerador
2006 (%)
Santa Catarina
(S) 98.50
Maranhão (NE)
77.80
89.20
Domicílios com TV 2006
(%)
Rio de Janeiro
(SE) 98.60
Maranhão (NE)
77.70
93.00
Domicílios com carro 2000
(%)
Distrito Federal
(CO) 52.10
Maranhão (NE)
7.80
32.30
Renda/per capta (R$) 2007
Distrito Federal
(CO) 824.00
São Paulo (SE)
525.00
Maranhão (NE)
197.00
390.00
Renda dos 10% mais ricos
2007 (%)
Paraíba (NE)
50.80
Santa Catarina (S)
36.70
43.80
PIB 205 (%)
São Paulo (SE)
33.90
Roraima (N) 0.10 100.00
PIB/per capita 205 (R$)
Distrito Federal
(CO) 34.510
São Paulo (SE)
33.90
Piauí (NE) 197.00 11.658
IDH 2007
Distrito Federal
(CO) 0.900
Santa Catarina
(S) 0.860
Alagoas (NE) 0.722 0.816
KOHLHEPP, Gerd. Disparidades regionais e planejamento regional no
Brasil. Revista del CESLA [on-line] 2010, 2, p. 457.
De acordo com os dados apresentados, é possível traçarmos algumas
linhas de reflexão sobre as disparidades regionais brasileiras. Tomando
esses dados, é INCORRETO dizer que:
a) a densidade demográfica, aliada à quantidade de médicos (por
1.000 habitantes) e de leitos hospitalares (por 10.000 habitantes),
apresenta-se em níveis máximos no estado do Rio de Janeiro.
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b) inúmeros indicadores encontram-se abaixo ou acima da mídia
QDFLRQDO��FRPR�Lj�R�FDVR�GD mortalidade infantil no Maranhão ou da
quantidade de leitos hospitalares no Amapá.
c) os indicadores densidade demográfica, população urbana, taxa de
natalidade e mortalidade infantil, quantidade de médicos e leitos
hospitalares não têm nenhuma correlação com o indicador IDH
(índice de desenvolvimento humano).
d) o percentual de domicílios que dispõem de água corrente,
refrigeradores, televisores e carro é um importante indicador de
pobreza sazonal ou crônica, sendo os estados do Norte e Nordeste
os que apresentam os menores índices nesses quesitos.
e) em termos puramente econômicos, a maior diferença se dá no
indicador PIB e PIB/per capita.
37. (Espm 2015) As classificações do IDH têm por base limiares fixos
para os IDH, que derivam dos quartis da distribuição dos indicadores
componentes. Os limiares são:
Grupo que registra um desenvolvimento humano muito elevado ± IDH
superior ou igual a 0,800;
Grupo que registra um desenvolvimento humano elevado ± Valores de
IDH entre 0,700 e 0,799;
Grupo que registra um desenvolvimento humano médio ± Valores de
IDH entre 0,550 e 0,699; e
Grupo que registra um desenvolvimento humano baixo ± Valores de
IDH inferiores a 0,550.
Fonte: IBGE, 2015.
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Em relação ao texto é correto afirmar:
a) O órgão responsável pelo estudo é o PNUD e o Brasil encontra-se
no grupo de desenvolvimento humano médio.
b) O órgão responsável pelo estudo é o Banco Mundial e o Brasil
encontra-se no grupo de desenvolvimento humano elevado.
c) O órgão responsável pela elaboração do estudo é o PNUD e o Brasil
encontra-se no grupo de desenvolvimento humano elevado.
d) O órgão responsável pelo estudo é o UNICEF e o Brasil encontra-se
no grupo de desenvolvimento humano médio.
e) O órgão responsável pelo estudo é o Banco Mundial e o Brasil
encontra-se no grupo de desenvolvimento humano muito elevado.
38. (Acafe 2015) Em setembro de 2000, foram aprovadas pela
Assembleia Geral das Nações Unidas, em Nova York, as resoluções da
Declaração do Milênio. Nesse encontro, foram estabelecidas as Metas
do Desenvolvimento do Milênio.
Sobre essas metas, todas as alternativas estão corretas, exceto a:
a) O relatório da Organização das Nações Unidas para Alimentação e
Agricultura (FAO), em setembro de 2014, apontou avanços na luta
global contra a insegurança alimentar e colocou o Brasil fora do mapa
da fome, embora ainda existam pessoas que sofrem restrição
alimentar.
b) A educação básica universal, uma das metas do Desenvolvimento
do Milênio, deve ser buscada todos os dias e ela aparece na
composição do cálculo do Índice de Desenvolvimento Humano ± IDH,
juntamente com a saúde e a renda per capita.
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c) A fome é uma das principais consequênciasda extrema pobreza e
envolve também questões relacionadas à insegurança alimentar e a
saúde, colocando-a, por isso, como o primeiro objetivo da Declaração
do Milênio.
d) Os avanços para atingir as Metas do Desenvolvimento do Milênio
têm sido equilibrados e iguais nas diferentes regiões do planeta, o
que demonstra o empenho de todas as nações em alcançar e garantir
a sustentabilidade para todos.
39. (Ufrgs 2015) Considere a tabela abaixo, sobre o Índice de
Desenvolvimento Humano (IDH) que é uma medida comparativa usada
para classificar a qualidade de vida oferecida por um país aos seus
habitantes.
Classificação
do IDH
País
IDH
Valor
Expectativa
de Vida
(anos)
Média de
anos de
escolaridade
(anos)
Rendimento
Nacional
Bruto
(RNB) per
capita
(em dólar)
1° Noruega 0,943 81,1 12,6 47557
4° EUA 0,910 78,5 12,4 43557
45° Argentina 0,797 75,9 9,3 14527
51° Cuba 0,776 79,1 9,9 5416
84° Brasil 0,718 73,5 7,2 10162
173° Zimbábue 0,376 51,4 7,2 376
174° Etiópia 0,363 59,3 1,5 971
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Disponível em:
<http://www.pnud.org.br/atlas/ranking/IDH_global_2011.aspx>.
Acesso em: 8 set. 2014.
Com base na tabela, considere as seguintes afirmações.
I. Cuba apresenta expectativa de vida, média de anos de escolaridade
e rendimento per capita superiores aos do Brasil.
II. Brasil e Zimbábue apresentam, em média, a mesma escolaridade.
III. Zimbábue apresenta maior IDH em relação à Etiópia, devido à
média de anos de escolaridade.
Quais estão corretas?
a) Apenas I.
b) Apenas II.
c) Apenas III.
d) Apenas II e III.
e) I, II e III.
40. (Upf 2014) O Atlas Brasil 2013, divulgado recentemente pelo
Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (PNUD),
apresenta o Índice de Desenvolvimento Humano (IDH) e publica dados
referentes às condições de vida dos brasileiros nos últimos 20 anos,
considerando longevidade, educação e renda.
O IDH é expresso por um número, que varia entre 0 e 1 e compreende
as seguintes faixas:
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0 ± 0499 Muito Baixo
0,500 ±
0,599
Baixo
0,600 ± 0,
699
Médio
0,700 ±
0,799
Alto
0,800 ± 1 Muito Alto
Sobre os dados publicados, é correto afirmar:
a) A maioria dos municípios das regiões Sul, Sudeste e Norte é
FODVVLILFDGD� FRP� R� tQGLFH� ³$OWR´� H� ³0XLWR� $OWR� 'HVHQYROYLPHQWR�
+XPDQR´��GHPRQVWUDQGR�UHGXomR�GD�GHVLJXDOGDGH��
b) $� PDLRU� FRQFHQWUDomR� GH� PXQLFtSLRV� FRP� tQGLFH� ³0XLWR� $OWR�
'HVHQYROYLPHQWR� +XPDQR´� HVWi� QDV� UHJL}HV� 6udeste e Sul e na
capital federal.
c) Os municípios da região Nordeste apresentaram o maior crescimento
do IDH referente à longevidade da sua população, colocando-se no
mesmo nível da região Sul nesse quesito.
d) A renda per capita do brasileiro cresceu 14,2% no período, elevando
SDUD� D� FDWHJRULD� GH� ³$OWR� 'HVHQYROYLPHQWR� +XPDQR´� ���� GRV�
municípios brasileiros.
e) O indicador educação é o que menos contribui para o IDH nacional,
embora apresente um crescimento contínuo, impulsionado pelo
avanço da escolaridade da população adulta e pelo aumento de
ingresso e de permanência de jovens no ensino médio.
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41. (G1 - ifce 2014) O subdesenvolvimento é uma realidade do
sistema capitalista que atinge a maior parte dos países do mundo.
Dentre as suas características, destacam-se, exceto
a) dependência econômica e alto endividamento externo e interno.
b) predominância do setor primário na ocupação da população
economicamente ativa na grande maioria de países.
c) grandes desigualdades sociais e concentração de renda.
d) baixo nível de instrução e qualificação da maioria da população.
e) alto Índice de Desenvolvimento Humano (IDH) e alta esperança de
vida ao nascer.
42. (Ufsm 2014) Observe o gráfico:
Conforme o gráfico, é correto afirmar:
I. Há uma tendência que revela a relação entre o número de médicos
por habitante e o Índice de Desenvolvimento Humano dos países.
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II. Identificam-se grupos de países que apresentam distribuição
aleatória em relação a número de médicos por habitante e Índice de
Desenvolvimento Humano.
III. Estados Unidos, Canadá e Inglaterra são exemplos de países que
apresentam relação significativa entre número de médicos por
habitante e Índice de Desenvolvimento Humano.
Está(ão) correta(s)
a) apenas I.
b) apenas III.
c) apenas I e II.
d) apenas II e III.
e) I, II e III.
43. (Uem 2014) Sobre as desigualdades sociais, a pobreza e os
indicadores econômicos, assinale o que for correto.
01) O Índice de Pobreza Humana (IPH) considera diversos indicadores
para verificar a porcentagem de pessoas em uma população que
sofre privações em quatro dimensões básicas da vida: a
longevidade, o conhecimento, a provisão econômica e a inclusão
social.
02) A linha de pobreza é um recorte espacial efetuado nas cidades para
zonear os bairros em classes sociais, dividindo a área urbana em
bairros de alto, de médio e de baixo padrão.
04) O Índice de Desenvolvimento Humano (IDH) é construído com base
em três grandes indicadores: a expectativa de vida, o nível de
instrução e o produto interno bruto per capita.
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08) No Brasil, a concentração de renda está vinculada, entre outros
aspectos, ao monopólio da terra pela elite de latifundiários e ao nível
de salários reduzidos na economia urbano-industrial.
16) O Produto Interno Bruto (PIB) é um dos mais tradicionais
indicadores do desempenho social, sendo suficiente tanto para
medir as desigualdades sociais entre países como para avaliar a
distribuição de renda de um determinado país.
44. (Ufpr 2014) Observe a tabela abaixo:
Países
selecionad
os
População
(2011)
PIB (2011)
Índice de
Gini
(2011)
Cresciment
o do PIB
(2012)
IDH (2011)
Brasil 194 milhões US$ 2,5 trilhões 0,539 1,5% 0,718 (alto)
China 1,34 bilhão
US$ 7,32
trilhões
0,474(*) 7,8%
0,687
(médio)
EUA
313,8
milhões
US$ 15,09
trilhões
0,450 2,2%
0,910 (muito
alto)
(*) Dado para 2012.
Fontes: Revista Época, n. 756, 12 nov. 2012; Income inequality: Delta
blues. The Economist, 23 jan. 2013; UNDP. Human development report
2011.
Com base na tabela e nos conhecimentos de Geografia, assinale a
alternativa correta.
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a) O índice de Gini revela que a tradição liberal dos EUA se reflete em
uma desigualdade de renda mais elevada que a dos outros países
selecionados.
b) A grande população da China torna difícil para esse país alcançar
um IDH elevado devido aos custos dos sistemas de saúde e de
educação.
c) Os EUA possuem o maior PIB em virtude do volume de suas
exportações de alta tecnologia e das remessas de lucros de empresas
multinacionais desse país para suas sedes.
d) Embora possua o segundo maior PIB, o elevado contingente
populacional da China implica uma renda per capita baixa, refletida
no seu nível de desenvolvimento humano.
e) A comparação entre Brasil e China mostra que o crescimento do PIB
não tem efeito sobre o IDH porque esse índice é calculado com base
nas estatísticas de saúde e de educação.
45. (Espm 2014) Observe o mapa:
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Ele está representando:
a) A densidade demográfica mundial.
b) O PIB mundial.
c) O IDH.
d) Os países mais populosos.
e) Emissão de CO2.
46. (G1 - ifal 2014) No ano de 1990, já existiam mais de 10 milhões
de pessoas infectadas pelo HIV naquele continente. Desde o início da
epidemia de AIDS, nos anos 1980, até os dias atuais, esse número já
ultrapassou o de 40 milhões de infectados.
A AIDS é um dos problemas que tem dificultado os avanços sociais no
continente, mantendo piora na esperança de vida e na configuração
negativa do IDH (Índice de Desenvolvimento Humano) do continente,
onde a mortalidade é muito alta. Na Zona meridional, entre os anos
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1980 e 2000, foram registradas as mortes de mais de 11 milhões de
pessoas vítimas do vírus da AIDS.
Em 1997, na Zona mais pobre, cerca de 1,5 milhão de crianças ficaram
órfãs devido à AIDS. Nos últimos anos, seus países perderam
considerável camada da população profissionalmente ativa,
comprometendo o desenvolvimento econômico e social do continente.
Nos países onde a situação é mais grave, a taxa dessa perda varia
entre 20%, 25% e 33% Nos demais países, essa média é de 5%.
Porém, no continente a AIDS atinge todas as classes sociais e
profissionais, de professores a agricultores.
Texto adaptado de: http://www.infoescola.com/doencas/aids-na-
africa/
O continente de que trata o texto é
a) América do Sul.
b) Ásia.
c) Oceania.
d) Europa.
e) África.
47. (Fatec 2013) O Índice de Desenvolvimento Humano (IDH) é uma
medida comparativa usada para classificar a qualidade de vida
oferecida por um país aos seus habitantes, levando em consideração
três dimensões básicas do desenvolvimento humano: renda, educação
e saúde.
O IDH vai de 0 a 1. Quanto mais próximo de 1, mais desenvolvido é o
país.
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Analise a tabela a seguir:
Classificaçã
o do IDH
País
IDH
Valo
r
Expectativ
a de Vida
(anos)
Média de
anos de
escolaridad
e
(anos)
Rendiment
o Nacional
Bruto
(RNB) per
capita (em
dólar)
1º Noruega 0,943 81,1 12,6 47 557
4º EUA 0,910 78,5 12,4 43 017
45º Argentina 0,797 75,9 9,3 14 527
51º Cuba 0,776 79,1 9,9 5 416
84º Brasil 0,718 73,5 7,2 10 162
173º
Zimbábu
e
0,376 51,4 7,2 376
174º Etiópia 0,363 59,3 1,5 971
(www://hdr.undp.org/en/media/HDR_2011_PT_Tables.pdf. Acesso
em: 24.09.2012. Adaptado)
Pode-se concluir corretamente que
a) a Etiópia, por contar com qualidade nos serviços de saúde e de
saneamento ambiental, ampliou a expectativa de vida de seus
habitantes.
b) o Zimbábue apresenta a média de anos de escolaridade igual à do
Brasil e tem o Rendimento Nacional Bruto superior ao da Etiópia.
c) Cuba, apesar de ter o rendimento nacional bruto elevado, não
investe no setor educacional e na saúde de sua população.
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d) a Argentina, por estar em crise econômica, apresenta os índices de
renda, educação e saúde inferiores aos do Brasil.
e) a Noruega tem a maior classificação no IDH por, entre outros
fatores, garantir vários anos de escolaridade para seus habitantes.
48. (Unioeste 2012) Ao se estudar as fases do processo de
desenvolvimento do capitalismo percebe-se que este não se deu de
forma igual em todos os países do mundo. Como um dos resultados
desse desenvolvimento desigual tem-se os países classificados como
³GHVHQYROYLGRV´�H�³VXEGHVHQYROYLGRV´��6DEH-se, também, que somente
índices econômicos não são suficientes para compreender se um país
possibilita boa qualidade de vida para a população ou não. Por isso foi
desenvolvido, pelo Programa das Nações Unidas para o
Desenvolvimento (PNUD) o Índice de Desenvolvimento Humano (IDH).
Analisando as afirmativas seguintes, que se referem ao IDH, assinale
a alternativa correta.
a) Varia de 0 a 10,0.
b) Quanto mais próximo de 0, melhor a qualidade de vida da
população.
c) Não consegue mostrar a evolução das desigualdades sociais entre
os países.
d) Segundo esse índice os países podem ser classificados como de alto
IDH (maior que 0,5) e os de baixo IDH (menor que 0,5).
e) Considera, em seus cálculos, a expectativa de vida, níveis de
educação e renda (através do PIB per capita), que são consideradas
as três dimensões básicas de desenvolvimento humano de uma
sociedade ou país.
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49. (Feevale 2012) ³2�UHODWyULR�GR�'HVHQYROYLPHQWR�+XPDQR�������
divulgado nesta quarta-feira (2) pelo Programa das Nações Unidas para
o Desenvolvimento (Pnud), classifica o Brasil na 84ª posição entre 187
SDtVHV�DYDOLDGRV�SHOR�tQGLFH�´
(Disponível em: <http://g1.globo.com/brasil/noticia>. Acesso em: 04
nov. 2011.)
Sobre o IDH (Índice de Desenvolvimento Humano), que pesquisa a
qualidade de vida das populações, e os resultados deste ano, são feitas
algumas afirmações.
I. A Noruega, neste ano, ocupa a 1ª posição do ranking.
II. O Brasil está no grupo dos Países considerados de desenvolvimento
humano elevado, tendo os melhores indicadores da América Latina.
III. O IDH analisa dados referentes à renda, saúde e escolaridade. No
caso brasileiro, a média de escolaridade da população não chega ao
Ensino Fundamental completo.
Marque a alternativa correta.
a) Apenas a afirmação I está correta.
b) Apenas as afirmações I eII estão corretas.
c) Apenas as afirmações I e III estão corretas.
d) Apenas as afirmações II e III estão corretas.
e) Todas as afirmações estão corretas.
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50. (Ucs 2012) Embora, com base no PIB (Produto Interno Bruto),
apurado pelo FMI (Fundo Monetário Internacional), o Brasil esteja
entre os dez primeiros países na economia mundial, na classificação
baseada no IDH (Índice de Desenvolvimento Humano), que varia em
uma escala de 0 a 1, ele está na 20ª posição no ranking da América
Latina, cuja primeira posição pertence ao Chile. O PNUD (Programa das
Nações Unidas para o Desenvolvimento) estabeleceu, em 2011, que os
47 países com o maior IDH são Países de Desenvolvimento Humano
Muito Elevado. O último colocado nessa classificação atingiu IDH igual
a 0,793.
A tabela a seguir apresenta dados do IDH, constantes no relatório do
Desenvolvimento Humano de 2011, do PNUD.
País IDH
1º Noruega 0,943
2º Austrália 0,929
3º Holanda 0,910
4º Estados Unidos 0,910
5º Nova Zelândia 0,908
6º Canadá 0,908
44º Chile 0,805
73º Venezuela 0,735
84º Brasil 0,718
187º
República Democrática
do Congo
0,286
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(Disponível em: <http://www.redeacqua.com.br>. Acesso em: 16 abr.
2012. ± Adaptado.)
Considerando as informações do texto e da tabela acima, assinale a
alternativa correta.
a) Os continentes em que o país com o IDH mais elevado e o país com
o IDH mais baixo estão localizados são, respectivamente, Europa e
Ásia.
b) A Nova Zelândia, que está entre os cinco países com o maior IDH,
encontra-se no continente africano.
c) A diferença entre o IDH do Brasil e o IDH do país da América do Sul
com maior desenvolvimento humano é de 0,87%.
d) Mantido o IDH dos demais países, se o Brasil tivesse atingido mais
0,076 pontos, teria sido classificado como País de Desenvolvimento
Humano Muito Elevado.
e) Entre os países da América Latina com maior IDH, estão o Chile e a
Venezuela, que são as duas únicas nações da América do Sul a não
fazerem divisa com o Brasil.
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Gabarito:
Resposta da questão 1:
[A]
Como mencionado corretamente na alternativa [A], das 20
maiores aglomerações urbanas do mundo, 14 são asiáticas e, dentre
elas, a maioria encontra-se em países em desenvolvimento.
Estão incorretas as alternativas:
[B], porque somente 4 das aglomerações pertencem à países
desenvolvidos;
[C], porque somente 15% das aglomerações estão localizadas na
América Latina;
[D], porque nenhuma das aglomerações correspondem à Europa
Oriental considerando-se a Rússia como país asiático;
[E], porque o continente africano está representado apenas por
Cairo.
Resposta da questão 2:
[A]
Os países integrantes da Zona do Euro que apresentam melhor
distribuição de renda como é o caso da Alemanha, Holanda e nações
nórdicas como Suécia e Finlândia, ícones do Estado do bem-estar
social, foram menos afetadas pela crise econômica e financeira na
União Europeia. Os países mais afetados foram os PIIGS (Portugal,
Itália, Irlanda, Grécia e Espanha) e Chipre.
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Resposta da questão 3:
[D]
Os países desenvolvidos, a exemplo do Japão e da Alemanha,
apresentam IDH muito elevado (alta renda per capita, elevada
expectativa de vida e alta escolaridade). A melhor distribuição de renda
(índice de Gini mais baixo) contribui para o melhor acesso ao consumo,
educação e saúde.
Resposta da questão 4:
[C]
As afirmativas incorretas são:
[I]. A redução da pobreza, a atenuação da desigualdade social e o
aumento da classe média iniciou no governo Fernando Henrique
Cardoso e se intensificou no governo Lula na década de 2000.
Entretanto, o país continua sendo muito desigual socialmente.
[III]. O Brasil ainda continua sendo um dos países com pior distribuição
de renda do mundo, estando muito distante do padrão existente nos
países desenvolvidos europeus.
Resposta da questão 5:
[A]
Nos anos 2000, houve uma melhora na distribuição de renda no
Brasil. No entanto, o país continua sendo um dos mais desiguais do
mundo. O Brasil apresenta Índice de Gini superior a 0,4 indicando que
o país acentuada concentração da renda. Na América Latina, Argentina
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e México apresentam melhores indicadores que o Brasil. Entre os
países do G20 (das Grandes Economias), a África do Sul é o único que
supera o Brasil em desigualdade social, uma vez que o índice supera
0,6.
Resposta da questão 6:
[D]
As obras de arte como expressões culturais podem exercer vários
papéis, inclusive em transversalidades, como política e psicanálise.
2EUDV�FRPR�R�TXDGUR�³2V�5HWLUDQWHV´�SRGHP�VHU�LQWHUSUHWDGDV�SHOR�VHX�
viés político como expressão ou forma de protesto contra a situação de
injustiça social.
A afirmativa I é falsa: alguns aspectos que provocaram fortes
migrações de nordestinos do Sertão para outras áreas foram, entre
outras, a mortalidade infantil e a má distribuição de renda;
A afirmativa II é falsa: na região Sul, as taxas de mortalidade
infantil estão entre as menores do Brasil.
Resposta da questão 7:
[A]
As políticas públicas, adotadas pelo governo federal, favoreceram
o crédito e a inserção parcial através de programas sociais como bolsa
família.
A alternativa [B] é falsa, a classe média apresentou decréscimo.
A alternativa [C] é falsa, o crescimento é inferior à média.
A alternativa [D] é falsa, decresceu de modo não linear.
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A alternativa [E] é falsa, o decréscimo foi de 3,9%.
Resposta da questão 8:
[D]
Resposta da questão 9:
[A]
Resposta da questão 10:
[C]
Resposta da questão 11:
[E]
Resposta da questão 12:
[C]
Resposta da questão 13:
[B]
Resposta da questão 14:
[C]
Resposta da questão 15:
[B]
Resposta da questão 16:
[D]
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Resposta da questão 17:
[C]Resposta da questão 18:
[C]
Resposta da questão 19:
[B]
Resposta da questão 20:
[E]
Resposta da questão 21:
01 + 02 + 04 + 16 = 23
Resposta da questão 22:
[A]
Resposta da questão 23:
[D]
Resposta da questão 24:
[E]
Resposta da questão 25:
[B]
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Resposta da questão 26:
[B]
Resposta da questão 27:
[B]
Resposta da questão 28:
[E]
Resposta da questão 29:
[E]
Resposta da questão 30:
[C]
Resposta da questão 31:
[E]
[A] INCORRETO ± A região nordeste caracteriza-se por baixa
umidade em decorrência do predomínio do clima semiárido.
[B] INCORRETO ± As doenças mencionadas no texto são
características de áreas tropicais.
[C] INCORRETO ± As doenças mencionadas são características de
áreas rurais ou de menor urbanização.
[D] INCORRETO ± As doenças mencionadas são típicas de países com
baixo IDH.
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[E] CORRETO ± As doenças mencionadas são típicas de áreas
tropicais, afetando considerável população que é privada de
saneamento e assistência médica.
Resposta da questão 32:
[C]
O item [II] está incorreto, conforme o gráfico, houve um
aumento dos índices PISA no Brasil. A melhora é considerada pequena,
visto que o país tem ficado entre os últimos colocados em matemática,
leitura e ciências. O investimento em educação também aumentou,
embora ainda insuficiente.
Resposta da questão 33:
[A]
Os itens incorretos são:
[II] O Índice de Gini mede desigualdade social, quanto mais próximo
de 0 mais igualitário, quanto mais próximo de 1 mais desigual;
[IV] Apesar do IDH de alguns estados do Nordeste brasileiro como
Maranhão e Alagoas estarem entre os menores do país, são melhores
do que os verificados em nações africanas.
Resposta da questão 34:
[C]
Os itens incorretos são:
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[I] o Brasil apresenta IDH elevado e acentuada desigualdade social,
similar a países subdesenvolvidos periféricos africanos;
[III] o desenvolvimento social é representado pelo Índice de
Desenvolvimento Humano, composto por renda per capita,
escolaridade e expectativa de vida, assim quanto mais próximo de 1,
maior a qualidade de vida ou desenvolvimento social.
Resposta da questão 35:
[A]
O IDH (Índice de Desenvolvimento Humano) é integrado pela
expectativa de vida, média de anos de estudo e renda per capita. A
renda per capita constitui a divisão do PIB (Produto Interno Bruto) pela
população absoluta. Como é uma média, não afere a distribuição social
da renda dos países.
Resposta da questão 36:
[C]
O IDH (Índice de Desenvolvimento Humano) é integrado pela
renda per capita, expectativa de vida e média de anos de estudo.
Indicadores como mortalidade, natalidade, acesso a médicos e a leitos
hospitalares possuem correlação com o IDH, visto que se referem às
condições de saúde da população e, portanto, repercutem na
expectativa de vida.
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Resposta da questão 37:
[C]
Como mencionado corretamente na alternativa [C], o PNUD
(Programa das Nações Unidas para o desenvolvimento) é um órgão da
ONU cujo objetivo é promover o desenvolvimento e eliminar a pobreza
no mundo, e dentre outros, tem como função produzir relatórios sobre
o desenvolvimento humano, como o IDH, que no caso brasileiro, é
classificado como elevado.
Estão incorretas as alternativas:
[A], porque a classificação do Brasil é como elevado;
[B], [D], e [E], porque os órgãos citados não são os responsáveis
pela elaboração do IDH.
Resposta da questão 38:
[D]
Como mencionado corretamente nas alternativas [A], [B], e [C],
uma das principais metas da Declaração do Milênio é a erradicação da
fome, cujo predomínio se dá em países subdesenvolvidos. Ao lado da
insegurança alimentar, a educação é também prioridade, haja vista ser
um processo que alavanca o desenvolvimento humano do país.
A alternativa [D] está incorreta porque não há equilíbrio na
execução ou resultados da Declaração do Milênio, haja vista que,
alguns países não têm registrado avanços em suas estatísticas.
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Resposta da questão 39:
[D]
[I] INCORRETA. O rendimento per capita de Cuba é inferior ao do
Brasil.
[II] CORRETA. Os dados apresentados apontam que Brasil e
Zimbábue apresentam a mesma escolaridade.
[III] CORRETA. A média de anos de escolaridade de Zimbábue é
expressivamente maior que a da Etiópia, colocando-a em uma posição
superior com relação à Etiópia.
Resposta da questão 40:
[B]
O Brasil ainda apresenta grandes desigualdades regionais. A
maioria dos municípios com IDH (Índice de Desenvolvimento Humano)
muito elevado localiza-se nas regiões Sul, Sudeste, além do Distrito
Federal. O IDH é integrado por renda per capita, média de anos de
estudo e expectativa de vida.
Resposta da questão 41:
[E]
Os países subdesenvolvidos apresentam diferentes IDHs, alguns
muito elevado e elevado, mas a maioria tem médio e baixo. A maioria
apresenta baixa e média expectativa de vida ao nascer.
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Resposta da questão 42:
[E]
De modo geral, quanto maior o número de médicos por
habitante, maior o IDH (Índice de Desenvolvimento Humano). Nações
desenvolvidas com IDH muito elevado como EUA, Reino Unido e
Canadá tem significativo número de médicos. Existem casos
específicos, Cuba tem elevado número de médicos por habitante, não
correspondendo ao IDH, visto que a renda per capita é mais baixa.
Porém, o país tem bons indicadores de saúde e educação.
Resposta da questão 43:
01 + 04 + 08 = 13.
[01] CORRETA ± A afirmativa descreve corretamente as variáveis
consideradas para se estimar o IPH de um país.
[02] INCORRETA ± $�³OLQKD�GD�SREUH]D´�p�R�WHUPR�TXH�GHVLJQD�D�EDL[D�
ou ausência de renda de parcela da população dos países.
[04] CORRETA ± A afirmativa descreve corretamente as variáveis
consideradas para se estimar o IDH de um país.
[08] CORRETA ± Os baixos salários sustentados pela mais-valia e a
concentração da terra, em um país de tradição agrícola, são
considerados como fatores da concentração de renda noBrasil.
[16] INCORRETA ± O indicador mais adequado à quantificação das
desigualdades é o índice de Gini.
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Resposta da questão 44:
[D]
Como mencionado corretamente na alternativa [D], embora
tenha o 2º maior PIB do planeta, a China apresenta baixa renda per
capita em razão de sua grande população absoluta.
Estão incorretas as alternativas:
[A], porque o coeficiente de Gini mensura a desigualdade social
em uma escala de 0 a 1 em que 0 indica completa igualdade de renda
e 1 completa desigualdade de renda;
[B], porque o IDH não depende do tamanho da população;
[C], porque mais da metade do PIB dos EUA é provida pelo setor
terciário e as remessas de lucros das transnacionais são direcionadas
a ele, haja vista o grande número de empresas de origem
estadunidense;
[E], porque a renda também compõe o cálculo do IDH.
Resposta da questão 45:
[C]
Como mencionado corretamente na alternativa [C], a maior
LQWHQVLGDGH� GR� WHPD� GR� PDSD� UHSUHVHQWDGR� SRU� ³PXLWR� DOWR´� p�
encontrado majoritariamente em países desenvolvidos e, portanto,
correspondem ao IDH.
Estão incorretas as alternativas:
[A], porque países como Canadá e Austrália, registram baixa
densidade demográfica;
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[B], porque economias emergentes e países primos-exportador
como Brasil e Arábia Saudita estão entre os países de maior PIB;
[D], porque China e Índia são os dois países mais populosos do
mundo e não correspondem à maior intensidade do tema;
[E], porque a maior emissão de CO2 incluiria países como China
e Índia.
Resposta da questão 46:
[E]
A África Subsaariana é a região do mundo mais afetada pela
epidemia de HIV-Aids. A região tem cerca de 1 milhão de mortos por
ano devido à epidemia e um alto porcentual de jovens e adolescentes
infectados pelo vírus. A expansão da epidemia na África tem como
causas: precariedade dos sistemas de saúde, baixo nível educacional
da população e a baixa renda que resulta em dificuldades de acesso
aos medicamentos. A epidemia diminuiu a expectativa de vida em
vários países. Apesar de grave, nos últimos anos, aumentou o acesso
aos medicamentos na África em decorrência da maior cooperação
internacional e melhoria socioeconômica em alguns países da região.
Assim, houve uma diminuição da mortalidade.
Resposta da questão 47:
[E]
Como mencionado corretamente na alternativa [E], a
escolaridade é um dos requisitos que garante à Noruega a maior
classificação do IDH.
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Estão incorretas as alternativas:
[A], porque a Etiópia, país subdesenvolvido agrominerador, não
apresenta qualidade de saúde e saneamento;
[B], porque embora a média de anos seja idêntica à do Brasil, o
Zimbábue possui menor RNB que a Etiópia;
[C], porque possui baixo RNB embora tenha tradicional política
de investimentos em educação e saúde;
[D], porque a Argentina apresenta valores mais elevados que o
Brasil nos critérios que definem o IDH.
Resposta da questão 48:
[E]
O IDH (Índice de Desenvolvimento Humano) foi criado pelo PNUD
(Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento), na década de
1990. Logo se tornou o indicador de qualidade de vida dos países, mais
utilizado em âmbito internacional. A nota final de cada país varia entre
0 (pior condição de vida) até 1 (melhor condição de vida). Os países
pesquisados são divididos em 4 grupos: IDH muito elevado, IDH
elevado, IDH médio e IDH baixo. É integrado por três dimensões: a
renda, a educação e a saúde. O indicador de renda é a renda per capita
(PIB ± Paridade de Poder de Compra/População), a média de anos de
estudo/expectativa de anos de estudo e a expectativa de vida (em
anos).
Resposta da questão 49:
[C]
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O IDH é composto pela renda per capita, média de anos de
estudo/expectativa de anos de estudo e expectativa de vida. A
afirmação incorreta é a II, pois na América Latina, o Brasil não está
entre os países com melhor IDH (Índice de Desenvolvimento Humano),
nações como Chile, Argentina, Uruguai, México, Cuba, Costa Rica,
entre outras apresentam posições melhores.
Resposta da questão 50:
[D]
O IDH (Índice de Desenvolvimento Humano) é composto pela
renda per capita (PNB per capita), expectativa de vida e educação
(média de anos de estudo e expectativa de anos de estudo). O Brasil
foi classificado no IDH de 2011 no grupo de IDH elevado, para atingir
o grupo de IDH muito elevado, o país teria que ter 0,076 a mais de
pontuação, atingindo 0,794. Na América do Sul, o IDH do Brasil é
inferior ao de países como Chile, Argentina, Uruguai, Venezuela e Peru.
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7. CONSIDERAÇÕES FINAIS.
Bom pessoal, chegamos ao fim de mais uma aula, espero que ela
seja de grande ajuda para vocês alcançarem seus objetivos. Não se
esqueça deles, dedique-se com toda a força para alcança-los. Você
sabe que com uma boa nota no ENEM poderá escolher uma ótima
universidade e também seu curso dos sonhos. Lembre-se sempre de
suas motivações: ter um bom emprego, estudar numa instituição de
prestigio e várias coisas mais, pois elas vão te dar a energia que você
precisa para encarar o desafio de estudar muito e fazer uma excelente
nota no ENEM. SRQKH�DOWR��SRLV�³TXHP�VHQWH�R�LPSXOVR�GH�YRDU��QXQFD�
PDLV�VH�FRQWHQWDUi�HP�UDVWHMDU´��7H�HQFRQWUR�QD nossa próxima aula.
Bons estudos, um grande abraço e foco no sucesso.
Até logo...
Prof. Sérgio Henrique Lima Reis.