Resumo lei 8112
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Resumo lei 8112


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Coisas de prova
PEGADINHAS: 
CESPE sempre coloca textos grandes e fica mudando minimamente os termos para ser errado. Diz que o cara que cometeu uma falta seria punido com \u201cexoneração\u201d. Sempre muda o lance de \u201crecondução\u201d, \u201caproveitamento\u201d, etc.
CESPE sempre muda os termos que tem ou não conotação de penalidade. Por exemplo: \u201cdestituição de cargo em comissão\u201d é a PENALIDADE, uma simples exoneração do cargo em comissão não é penalidade.
REGIME JURÍDICO ESTATUTÁRIO
Q330858 A natureza do vínculo que liga o servidor ao Estado é de caráter legal e pode sofrer, no âmbito da legislação ordinária pertinente, modificações, às quais o servidor deve obedecer; não há direito adquirido do servidor a determinado regime jurídico.
 CORRETO. Não existe direito adquirido quanto ao regime jurídico dos servidores.
Q303297 O servidor público não tem direito adquirido a regime jurídico, sendo-lhe assegurada, pelo ordenamento constitucional pátrio, a irredutibilidade de vencimentos, de forma que não há impedimento para que a administração promova alterações na composição dos seus vencimentos, retire vantagens, gratificações e reajustes ou, ainda, modifique a forma de cálculo de parcela da remuneração, desde que isso não acarrete decesso remuneratório. 
 CORRETO. Esse \u201cdecesso\u201d = desde que não altere o valor nominal. 
I) Isso está correto, a ADM pode alterar o que ela quiser na composição do salário, porque não tem direito adquirido, DESDE QUE RESPEITANDO a irredutibilidade de vencimentos (ou seja, desde que essas alterações não diminuam o valor nominal)
PROF: conforme já deixou assente nossa Corte Suprema, não há, para o servidor público, direito adquirido em relação à forma como são calculados os seus vencimentos, mas apenas quanto ao valor final destes, que não pode ser reduzido. Entende o STF que aceitar a existência de direito adquirido à manutenção da forma de cálculo da remuneração implicaria reconhecer direito adquirido a regime jurídico, possibilidade há muito afastada pela sua jurisprudência. Em razão dessa orientação, nada impede que uma lei modifique por completo a composição remuneratória de um cargo público, extinguindo ou reduzindo gratificações e adicionais, ou alterando a maneira de calculá-los, desde que o valor final da remuneração seja preservado."
Q372654 O militar é considerado agente público para efeito da Lei de Improbidade Administrativa. Todavia, não é considerado servidor público para efeito de regime jurídico.
 CORRETO. Lembrar que 8112 é RJ dos servidores CIVIS \u2013 se for militar não é servidor público não, chama de \u201cmilitar\u201d mesmo.
SOBRE GREVE:
Q563843 De acordo com o STF, embora exista a possibilidade de desconto pelos dias que não tenham sido trabalhados, será ilegal demitir servidor público em estágio probatório que tenha aderido a movimento paredista.
 CORRETO. A simples adesão à greve não constitui falta grave. Não tem motivo de ele ser demitido. 
I) Mas realmente, a ADM pública PODE SIM descontar os dias não trabalhados. 
II) SÓ NÃO pode descontar se a greve for provocada por conduta ilícita do poder público.
 Q643302 Conforme a jurisprudência do STJ, no setor público, a deflagração do movimento grevista suspende o vínculo funcional e, por conseguinte, desobriga o poder público ao pagamento referente aos dias não trabalhados, podendo haver compensação dos dias de greve.
 CORRETO. A administração pública deve proceder ao desconto dos dias de paralisação decorrentes do exercício do direito de greve pelos servidores públicos, em virtude da suspensão do vínculo funcional que dela decorre, permitida a compensação em caso de acordo. O desconto será, contudo, incabível se ficar demonstrado que a greve foi provocada por conduta ilícita do Poder Público"
Questão falava que em decorrência de greve o servidor faltou mais de 30 dias.
 Não enseja demissão e não configura abandono.
Servidor e cargo público
Q791865 A relação jurídica estatutária não tem natureza contratual, tratando-se de relação própria de direito público
LEMBRAR: Competência para projeto de lei sobre Regime Jurídico dos servidores do Executivo federal + cargos, provimento , aposentadoria dos servidores civis federais é do PR PRIVATIVO.
Art. 1o Esta Lei institui o Regime Jurídico dos Servidores Públicos CIVIS DA UNIÃO, das autarquias, inclusive as em regime especial, e das fundações públicas FEDERAIS.
Não se aplica ao DF nem Estados nem Municípios.
Q380934 A Lei n.º 8.112/1990 se aplica a todos os indivíduos que trabalham no serviço público federal, incluindo os servidores da administração federal, os militares e os empregados públicos. 
FALSO. Militares e empregados públicos não estão agasalhados pela lei.
Art. 2o Para os efeitos desta Lei, SERVIDOR é a pessoa legalmente investida em cargo público.
Art. 3o CARGO PÚBLICO é o conjunto de atribuições e responsabilidades previstas na estrutura organizacional que devem ser cometidas a um servidor.
Q890262 Cargos públicos são as mais simples e indivisíveis unidades de competência a serem expressadas por um agente, previstas em número certo, com denominação própria, retribuídas por pessoas jurídicas de direito público.
Parágrafo único.  Os cargos públicos, acessíveis a todos os brasileiros, SÃO CRIADOS POR LEI, com denominação própria e vencimento pago pelos cofres públicos, para provimento em CARÁTER EFETIVO OU EM COMISSÃO.
Lembrar que os cargos públicos podem ser de DOIS TIPOS:
I) Cargos Efetivos
II) Cargos em Comissão
Q260142 Para os efeitos da Lei n. o 8.112/1990, servidor público é o ocupante de cargo público, conceituação que abrange os ocupantes de cargo em comissão e função de confiança
CORRETO. Lembrar que servidor público SÃO TANTO os ocupantes de cargo efetivo e os ocupantes de cargo em comissão. No caso específico dos ocupantes de cargo efetivo , eles podem ocupar também funções de confiança, 
Q601950 O cargo público, definido como o conjunto de atribuições e responsabilidades incumbidas ao servidor, é criado por lei para provimento em caráter efetivo ou em comissão.
CORRETO. Lembrar que cargo só se cria POR LEI, não importa se é comissão ou efetivo, ambos devem ser criados primeiramente por lei para depois serem ocupados por um servidor
Q351135 CESPE considera que é VEDADO criar cargo em comissão para funções eminentemente técnicas (para tal deve-se usar cargos de provimento efetivo).
Art. 4o É proibida a prestação de serviços gratuitos, salvo os casos previstos em lei.
Q601819 Somente nos casos previstos em lei poderá haver a prestação gratuita de serviços ao poder público.
Investidura no cargo
Art. 5o São requisitos básicos para investidura em cargo público:
I - a NACIONALIDADE BRASILEIRA;
Q483164 Considere que Joana, servidora pública da Universidade de Brasília (UnB), tenha recebido documentação para a instrução do processo administrativo de posse de um professor estrangeiro em um cargo público da universidade. Nessa situação, Joana deve desconsiderar a não apresentação, pelo professor, do documento comprobatório de nacionalidade brasileira, devendo dar prosseguimento ao referido processo. 
II - o gozo dos direitos políticos;
III - a quitação com as obrigações militares e eleitorais;
CUIDADO: Tomar posse em cargo público tem de estar quite com obrigação militar e eleitoral. Mas condição de alistabilidade não pede nada disso (DICA: o cara pode ter 16 anos , então ele não tem obrigação militar nem eleitoral ainda). O único que se aplica aos dois é o gozo dos direitos políticos. 
IV - o nível de escolaridade exigido para o exercício do cargo;
V - a idade mínima de 18 dezoito anos;
VI - aptidão física e mental.
Q259682 Em relação ao indivíduo, a lei estabelece de forma taxativa os requisitos exigidos para ser investido em cargo público. 
FALSO. Pois permite-se que outros critérios possam estar estabelecidos em outras leis.
§ 3o As universidades e instituições de pesquisa científica e tecnológica FEDERAIS PODERÃO
João Paulo
João Paulo fez um comentário
muito bom
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