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Apostila_de_E._Experimental_no_SISVAR

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-------------------------------------------------------------------------------- 
 
-------------------------------------------------------------------------------- 
O contraste testado está apresentado a seguir: 
-------------------------------------------------------------------------------- 
Nível dessa Fonte de Variação Coeficientes 
-------------------------------------------------------------------------------- 
1 0.0000 
2 1.0000 
3 -1.0000 
-------------------------------------------------------------------------------- 
Obs. Valores dos coeficientes positivos foram divididos por 
 1 e os negativos por 1 
-------------------------------------------------------------------------------- 
Estimativa : 0.12500000 
DMS Scheffé : 1.26293134 
NMS: : 0.05 
Variância : 0.13050000 
Erro padrão : 0.36124784 
t para H0: Y = 0 : 0.346 
Pr>|t| : 0.734 
F para H0: Y = 0 : 0.120 
Pr>F : 0.734 
 22 
Pr exata Scheffé : 0.998 
-------------------------------------------------------------------------------- 
 
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Contraste para a FV Tratamentos 
-------------------------------------------------------------------------------- 
Média harmonica do número de repetições (r): 4 
Erro padrão de cada média dessa FV: 0.255440795488896 
CONTRASTE NÚMERO 4 
-------------------------------------------------------------------------------- 
 
-------------------------------------------------------------------------------- 
O contraste testado está apresentado a seguir: 
-------------------------------------------------------------------------------- 
Nível dessa Fonte de Variação Coeficientes 
-------------------------------------------------------------------------------- 
1 0.0000 
2 0.0000 
3 0.0000 
4 1.0000 
5 -1.0000 
-------------------------------------------------------------------------------- 
Obs. Valores dos coeficientes positivos foram divididos por 
 1 e os negativos por 1 
-------------------------------------------------------------------------------- 
Estimativa : -0.87500000 
DMS Scheffé : 1.26293134 
NMS: : 0.05 
Variância : 0.13050000 
Erro padrão : 0.36124784 
t para H0: Y = 0 : -2.422 
Pr>|t| : 0.029 
F para H0: Y = 0 : 5.867 
Pr>F : 0.029 
Pr exata Scheffé : 0.261 
-------------------------------------------------------------------------------- 
 
 TABELA DE ANÁLISE DE VARIÂNCIA DOS CONTRASTES 
 
-------------------------------------------------------------------------------- 
FV GL SQ QM Fc Pr>Fc 
-------------------------------------------------------------------------------- 
Contraste 1 1 3.784500 3.784500 14.500 0.0017 
Contraste 2 1 2.250000 2.250000 8.621 0.0102 
Contraste 3 1 0.031250 0.031250 0.120 0.7341 
Contraste 4 1 1.531250 1.531250 5.867 0.0286 
Resíduo 15 3.915000 0.261000 
-------------------------------------------------------------------------------- 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 23 
APRESENTAÇÃO DOS RESULTADOS 
 
Tabela 8. Coeficientes e estimativa dos contrastes com suas respectivas significativas. 
Tratamentos (médias) Estimativa do 
Contraste 
 
 
Contrastes 
 
SC 
5,25 
SC+E 
6,775 
SC+E+NPK 
6,65 
SC+V 
5,525 
SC+V+NPK 
6,4 
 
 Coeficientes dos contrastes 
Cerrado ou os demais 4 -1 -1 -1 -1 -1,0875 
Esterco ou vermiculita 1 1 -1 -1 0,750 
Esterco sem NPK ou 
esterco com NPK 
1 -1 0,125 
Vermiculita sem NPK 
ou vermiculita com 
NPK 
 1 -1 -0,875 
 
Interpretação dos resultados 
 
Da análise de variância, concluímos que: 
1) Solo cerrado somente vs demais 
Os efeitos sobre a altura de mudas de Pinus oocarpa são diferentes (P<0,01) e, pelos 
resultados das parcelas, verificamos que é interessante a utilização de esterco ou vermiculita. 
2) Esterco vs vermiculita 
Os efeitos sobre a altura de mudas de Pinus oocarpa são diferentes (P<0,05) e, pelos 
resultados, verificamos que com esterco é melhor. 
3) Esterco sem NPK vs esterco + NPK 
Os efeitos não diferem (P<0,05) e, portanto se usar esterco, colocar ou não NPK não 
altera os resultados de altura das mudas. 
4) Vermiculita sem NPK vs vermiculita + NPK 
Se adicionarmos vermiculita, colocando-se NPK, as alturas das mudas serão diferentes 
(P<0,05) do que não se colocando NPK. 
 
 
 
 24 
7. DELINEAMENTO EM BLOCOS CASUALIZADOS 
O delineamento em blocos casualizados é utilizado quando as condições experimentais 
não são homogêneas. 
A área heterogênea é subdividida em blocos, de forma que, cada bloco seja o mais 
homogêneo possível. A exigência de homogeneidade dentro de cada bloco pode limitar o 
número de tratamentos a serem testados. 
Considerando um experimento em que serão avaliados 5 tratamentos (T1, T2, T3, T4 e 
T5) em uma área heterogênea, instalado no delineamento em blocos casualizados com 4 
blocos, um possível plano experimental a ser utilizado consta de: 
 
 
bloco 1 
 
T3 
 
T1 
 
T2 
 
T5 
 
T4 
 
 
 
bloco 2 
 
T1 
 
T4 
 
T3 
 
T5 
 
T2 
 
 
 
bloco 3 
 
T5 
 
T3 
 
T1 
 
T2 
 
T4 
 
 
 
bloco 4 
 
T4 
 
T5 
 
T3 
 
T2 
 
T1 
 
Observa-se que em cada bloco, tem-se uma repetição de cada tratamento. Os 
tratamentos são casualizados dentro de cada bloco. A disposição dos blocos vai depender das 
condições de heterogeneidade da área experimental. No esquema indicado, como a 
heterogeneidade é no sentido vertical, os blocos devem ser dispostos no sentido horizontal, ou 
seja, tem-se que em cada bloco todos os tratamentos serão avaliados sob a mesma condição. 
De maneira geral, o bloco deve ser o mais homogêneo possível, podendo haver diferenças 
marcantes de um bloco para o outro. 
 
VANTAGENS 
• Controla diferenças nas condições ambientais de um bloco para outro; 
• Leva a uma estimativa mais exata da variância residual, uma vez que a variação 
ambiental entre blocos é isolada. 
 
 
 25 
DESVANTAGENS 
• Há uma redução no número de graus de liberdade do erro pois o DBC utiliza o 
princípio do controle local; 
• O número de tratamentos a ser utilizado é limitado pela exigência de homogeneidade 
dentro dos blocos, não podendo ser muito elevado. 
O modelo estatístico do delineamento em blocos casualizados é dado por: 
ij i j ijy eµ α β= + + + 
em que: 
 
ijy é o valor observado na parcela experimental que recebeu o tratamento i no bloco 
j ; 
µ representa uma constante geral associada a esta variável aleatória; 
jβ é o efeito do bloco j ( )1, 2,...,j b= ; 
iα é o efeito do tratamento i ( )1,2,...,i t= ; 
ijε é o erro experimental. 
Na Tabela 7 é apresentado o esquema da análise de variância para experimentos 
instalados no delineamento em blocos casualizados. 
Tabela 9. Esquema da análise de variância para experimentos instalados

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