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QUESTIONÁRIO UNIDADE II – HISTÓRIA DO BRASIL IMPÉRIO

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A Regência Trina Permanente, composta por Lima e Silva, Braulio Muniz e Costa Carvalho e que teve na figura do ministro da Justiça Pe. Feijó uma importante liderança, realizou uma série de modificações na Constituição.
Sobre isso, é correto afirmar:
Ocorreu uma centralização política com o retorno do Conselho de Estado.
Feijó deu um golpe de Estado e acabou com a Regência Trina.
Bernardo Pereira de Vasconcelos foi um grande apoiador dos liberais, notabilizando-se sempre pela defesa dessa posição.
A aprovação do Ato Adicional de 1834 foi a sistematização das tendências de mudanças na época.
Aprovou a Lei de Interpretação do Ato Adicional, que determinava a descentralização política com o fim das Assembleias Legislativas Provinciais.

A escolha da Regência Trina provisória com Lima e Silva, Carneiro de Campos e Vergueiro pode ser interpretada como:
O fracasso de diversas eleições de regentes, obrigando a escolha de qualquer político, apenas para a função não ficar desocupada.
A vitória dos ultraconservadores na manutenção da ordem imperial.
Uma tentativa de manter o equilíbrio entre a importância econômica das províncias que disputavam o poder.
O receio de se aceitar a influência de militares no momento, evitando assim um golpe militar contra a Coroa.

A primeira Regência Una teve cunho mais liberal; a segunda Regência Una, cunho mais conservador. Isso, na prática, significou:
A derrota do projeto centralizador do Rio de Janeiro.
O fim da Lei de Interpretação do Ato Adicional.
A supressão do Conselho de Estado, com a volta da Regência Trina.
A manutenção da descentralização política, criada pelo Ato Adicional.
Um grande esforço para reverter a grande descentralização estruturada pelo Ato Adicional – por meio da Lei de Interpretação do Ato Adicional, que determinou o retorno do Conselho de Estado.

A revolta regencial que envolveu escravos na Bahia, em 1835, refletia as preocupações das elites do Império com a subversão da ordem.
Sobre isso, podemos afirmar que:
O caso do Haiti não assustava ninguém e é uma invenção da historiografia recente para causar polêmica.
A menção ao islã e a então recente revolta no Haiti, que culminou em sua independência e erradicação da elite escravista branca, assustava sobremaneira as elites brasileiras.
Apesar do risco, houve uma supervalorização, já que no século XIX as revoltas de escravos não eram mais comuns.
O fator mais importante foi o islamismo, uma vez que as elites sabiam como derrotar revoltas de escravos e tinham grande receio do islã.
Foram comuns revoltas com essas características no século XIX, apesar de todas serem vencidas pelas forças da ordem social latifundiária e escravista.

Apesar de extremamente variadas em suas características, as revoltas regenciais podem ser agrupadas, para fins didáticos, a partir de suas características mais gerais.
Dessa maneira, podemos diferenciar as revoltas:
Em movimentos elitistas, como a Revolta dos Malês e a Farroupilha; ou mesmo populares, como a Sabinada.
Em revoltas contra impostos e contra a unidade nacional.
Em revoltas elitistas pelo retorno de Pedro I ao trono e populares, contra a restauração.
Em movimentos elitistas, como a Farroupilha, ou mesmo populares, como a Revolta dos Malês.
Em revoltas contra o Ato Adicional e revoltas favoráveis ao Ato Adicional.

No momento da abdicação em 7 de abril de 1831, muitos projetos políticos estavam em aberto e, dessa maneira, esse foi um período privilegiado para se estudar a história do Império do Brasil.
Com relação às diversas demandas sociais presentes nessa crise, é correto afirmar que:
A maioria da população era favorável à manutenção de Pedro I no poder.
A defesa da democracia pelas elites dominantes esvaziou das demandas de grupos populares.
Naquele momento, muito pouco se sabia dos interesses populares, uma vez que a grande imprensa nunca tratava deles.
Os setores populares se viram frustrados, uma vez que mudanças substanciais não ocorreram, irrompendo diversos conflitos e disputas em função disso.
Os setores centralistas mais conservadores avançaram muito rapidamente rumo ao controle do poder político no Rio de Janeiro.

Ser considerado exaltado, em termos de política no Brasil na década de 1830, era:
Ser monarquista e centralizador.
Ser favorável ao retorno de Pedro I ao trono do Brasil.
Ser republicano e/ou defender a descentralização política.
Ser republicano e/ou defender a centralização política.
Ser religioso e defender a independência da Igreja Católica em relação do Estado Imperial.

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Questões resolvidas

A Regência Trina Permanente, composta por Lima e Silva, Braulio Muniz e Costa Carvalho e que teve na figura do ministro da Justiça Pe. Feijó uma importante liderança, realizou uma série de modificações na Constituição.
Sobre isso, é correto afirmar:
Ocorreu uma centralização política com o retorno do Conselho de Estado.
Feijó deu um golpe de Estado e acabou com a Regência Trina.
Bernardo Pereira de Vasconcelos foi um grande apoiador dos liberais, notabilizando-se sempre pela defesa dessa posição.
A aprovação do Ato Adicional de 1834 foi a sistematização das tendências de mudanças na época.
Aprovou a Lei de Interpretação do Ato Adicional, que determinava a descentralização política com o fim das Assembleias Legislativas Provinciais.

A escolha da Regência Trina provisória com Lima e Silva, Carneiro de Campos e Vergueiro pode ser interpretada como:
O fracasso de diversas eleições de regentes, obrigando a escolha de qualquer político, apenas para a função não ficar desocupada.
A vitória dos ultraconservadores na manutenção da ordem imperial.
Uma tentativa de manter o equilíbrio entre a importância econômica das províncias que disputavam o poder.
O receio de se aceitar a influência de militares no momento, evitando assim um golpe militar contra a Coroa.

A primeira Regência Una teve cunho mais liberal; a segunda Regência Una, cunho mais conservador. Isso, na prática, significou:
A derrota do projeto centralizador do Rio de Janeiro.
O fim da Lei de Interpretação do Ato Adicional.
A supressão do Conselho de Estado, com a volta da Regência Trina.
A manutenção da descentralização política, criada pelo Ato Adicional.
Um grande esforço para reverter a grande descentralização estruturada pelo Ato Adicional – por meio da Lei de Interpretação do Ato Adicional, que determinou o retorno do Conselho de Estado.

A revolta regencial que envolveu escravos na Bahia, em 1835, refletia as preocupações das elites do Império com a subversão da ordem.
Sobre isso, podemos afirmar que:
O caso do Haiti não assustava ninguém e é uma invenção da historiografia recente para causar polêmica.
A menção ao islã e a então recente revolta no Haiti, que culminou em sua independência e erradicação da elite escravista branca, assustava sobremaneira as elites brasileiras.
Apesar do risco, houve uma supervalorização, já que no século XIX as revoltas de escravos não eram mais comuns.
O fator mais importante foi o islamismo, uma vez que as elites sabiam como derrotar revoltas de escravos e tinham grande receio do islã.
Foram comuns revoltas com essas características no século XIX, apesar de todas serem vencidas pelas forças da ordem social latifundiária e escravista.

Apesar de extremamente variadas em suas características, as revoltas regenciais podem ser agrupadas, para fins didáticos, a partir de suas características mais gerais.
Dessa maneira, podemos diferenciar as revoltas:
Em movimentos elitistas, como a Revolta dos Malês e a Farroupilha; ou mesmo populares, como a Sabinada.
Em revoltas contra impostos e contra a unidade nacional.
Em revoltas elitistas pelo retorno de Pedro I ao trono e populares, contra a restauração.
Em movimentos elitistas, como a Farroupilha, ou mesmo populares, como a Revolta dos Malês.
Em revoltas contra o Ato Adicional e revoltas favoráveis ao Ato Adicional.

No momento da abdicação em 7 de abril de 1831, muitos projetos políticos estavam em aberto e, dessa maneira, esse foi um período privilegiado para se estudar a história do Império do Brasil.
Com relação às diversas demandas sociais presentes nessa crise, é correto afirmar que:
A maioria da população era favorável à manutenção de Pedro I no poder.
A defesa da democracia pelas elites dominantes esvaziou das demandas de grupos populares.
Naquele momento, muito pouco se sabia dos interesses populares, uma vez que a grande imprensa nunca tratava deles.
Os setores populares se viram frustrados, uma vez que mudanças substanciais não ocorreram, irrompendo diversos conflitos e disputas em função disso.
Os setores centralistas mais conservadores avançaram muito rapidamente rumo ao controle do poder político no Rio de Janeiro.

Ser considerado exaltado, em termos de política no Brasil na década de 1830, era:
Ser monarquista e centralizador.
Ser favorável ao retorno de Pedro I ao trono do Brasil.
Ser republicano e/ou defender a descentralização política.
Ser republicano e/ou defender a centralização política.
Ser religioso e defender a independência da Igreja Católica em relação do Estado Imperial.

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22/03/2019 Revisar envio do teste: QUESTIONÁRIO UNIDADE II – 6807-...
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Curso HISTÓRIA DO BRASIL IMPÉRIO
Teste QUESTIONÁRIO UNIDADE II
Iniciado 22/03/19 09:33
Enviado 22/03/19 09:34
Status Completada
Resultado da
tentativa
3 em 3 pontos 
Tempo decorrido 0 minuto
Resultados exibidos Todas as respostas, Respostas corretas, Comentários, Perguntas respondidas
incorretamente
Pergunta 1
Respostas: a. 
b. 
c.
d.
e.
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da
resposta:
A Regência Trina Permanente, composta por Lima e Silva, Braulio Muniz e Costa Carvalho
e que teve na figura do ministro da Justiça Pe. Feijó uma importante liderança, realizou
uma série de modificações na Constituição. Sobre isso, é correto afirmar:
Ocorreu uma centralização política com o retorno do Conselho de Estado.
Feijó deu um golpe de Estado e acabou com a Regência Trina.
Bernardo Pereira de Vasconcelos foi um grande apoiador dos liberais,
notabilizando-se sempre pela defesa dessa posição.
A aprovação do Ato Adicional de 1834 foi a sistematização das tendências
de mudanças na época.
Aprovou a Lei de Interpretação do Ato Adicional, que determinava a
descentralização política com o fim das Assembleias Legislativas
Provinciais.
Resposta: D.
Comentário: por meio do Ato Adicional veio a descentralização, com as
Assembleias Provinciais, além da supressão do Conselho de Estado, órgão
eminentemente centralista e conservador.
Pergunta 2
Respostas: a.
b. 
c.
d.
e.
A escolha da Regência Trina provisória com Lima e Silva, Carneiro de Campos e Vergueiro
pode ser interpretada como:
O fracasso de diversas eleições de regentes, obrigando a escolha de
qualquer político, apenas para a função não ficar desocupada.
A vitória dos ultraconservadores na manutenção da ordem imperial.
Uma tentativa de manter o equilíbrio entre a importância econômica das
províncias que disputavam o poder.
O receio de se aceitar a influência de militares no momento, evitando assim
um golpe militar contra a Coroa. lados.
0,3 em 0,3 pontos
0,3 em 0,3 pontos
0,3 em 0,3 pontos
0,3 em 0,3 pontos
0,3 em 0,3 pontos
0,3 em 0,3 pontos
0,3 em 0,3 pontos
22/03/2019 Revisar envio do teste: QUESTIONÁRIO UNIDADE II – 6807-...
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da
resposta:
Uma tentativa de manter o equilíbrio político entre as diversas correntes que
disputavam o poder, tais como os liberais e os conservadores, para se evitar
uma agudização da crise.
Resposta: E.
Comentário: Lima e Silva era militar, Carneiro de Campos era um
conservador e Vergueiro, um liberal. Assim, diferentes grupos eram
contemplados.
Pergunta 3
Respostas: a. 
b. 
c. 
d. 
e.
Feedback
da
resposta:
A primeira Regência Una teve cunho mais liberal; a segunda Regência Una, cunho mais
conservador. Isso, na prática, significou:
A derrota do projeto centralizador do Rio de Janeiro.
O fim da Lei de Interpretação do Ato Adicional.
A supressão do Conselho de Estado, com a volta da Regência Trina. 
A manutenção da descentralização política, criada pelo Ato Adicional.
Um grande esforço para reverter a grande descentralização estruturada
pelo Ato Adicional – por meio da Lei de Interpretação do Ato Adicional, que
determinou o retorno do Conselho de Estado.
Resposta: E.
Comentário: o Conselho de Estado representava os conservadores próximos
à Coroa, e seu retorno foi um importante ingrediente na centralização
arquitetada com a Regência de Araújo Lima.
Pergunta 4
Respostas: a.
b.
c.
d.
e.
Feedback
da
resposta:
A revolta regencial que envolveu escravos na Bahia, em 1835, refletia as preocupações
das elites do Império com a subversão da ordem. Sobre isso, podemos afirmar que:
O caso do Haiti não assustava ninguém e é uma invenção da historiografia
recente para causar polêmica.
A menção ao islã e a então recente revolta no Haiti, que culminou em sua
independência e erradicação da elite escravista branca, assustava
sobremaneira as elites brasileiras.
Apesar do risco, houve uma supervalorização, já que no século XIX as
revoltas de escravos não eram mais comuns.
O fator mais importante foi o islamismo, uma vez que as elites sabiam como
derrotar revoltas de escravos e tinham grande receio do islã.
Foram comuns revoltas com essas características no século XIX, apesar de
todas serem vencidas pelas forças da ordem social latifundiária e
escravista.
Resposta: B.
Comentário: os trabalhos de João José Reis e outros nos permitem entender
os mecanismos de preconceito social contra os malês, que eram de fato
0,3 em 0,3 pontos
0,3 em 0,3 pontos
0,3 em 0,3 pontos
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muçulmanos, e o fantasma da “haitização” estava sempre presente em
qualquer revolta de escravos do período.
Pergunta 5
Respostas: a.
b. 
c.
d.
e. 
Feedback
da
resposta:
Apesar de extremamente variadas em suas características, as revoltas regenciais podem
ser agrupadas, para fins didáticos, a partir de suas características mais gerais. Esse
recurso é importante para se desenvolver uma visão de perspectiva histórica, com
movimentos amplos. Dessa maneira, podemos diferenciar as revoltas:
Em movimentos elitistas, como a Revolta dos Malês e a Farroupilha; ou
mesmo populares, como a Sabinada.
Em revoltas contra impostos e contra a unidade nacional.
Em revoltas elitistas pelo retorno de Pedro I ao trono e populares, contra a
restauração.
Em movimentos elitistas, como a Farroupilha, ou mesmo populares, como a
Revolta dos Malês.
Em revoltas contra o Ato Adicional e revoltas favoráveis ao Ato Adicional.
Resposta: D.
Comentário: essa separação entre elites e o povo é um indício do complexo
quadro sociopolítico durante as regências, e que teve como consequências
revoltas nos mais diversos grupos sociais, variando o espectro e as
demandas.
Pergunta 6
Respostas: a. 
b. 
c.
d. 
e. 
Feedback
da
resposta:
Em 1834, a Regência aprovou medidas importantes que causaram alterações na
Constituição de 1824. O conjunto de medidas determinava:
A transformação temporária do Brasil em uma república.
O uso do poder moderado pela Regência.
O fim do Conselho de Estado, a criação das Assembleias Legislativas
Provinciais e a substituição da Regência Trina pela Regência Una.
O fim definitivo do tráfico de escravos.
A abolição da escravidão.
Resposta: C.
Comentário: o avanço dos liberais fortaleceu a figura de Feijó que, na eleição
para a Regência Una, vence o pleito com uma margem não muito grande de
votos em relação ao segundo colocado, mas mesmo assim simboliza o
fortalecimento de seu grupo.
Pergunta 7
No momento da abdicação em 7 de abril de 1831, muitos projetos políticos estavam em
aberto e, dessa maneira, esse foi um período privilegiado para se estudar a história do
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Respostas: a. 
b.
c.
d.
e.
Feedback
da
resposta:
Império do Brasil. Com relação às diversas demandas sociais presentes nessa crise, é
correto afirmar que:
A maioria da população era favorável à manutenção de Pedro I no poder.
A defesa da democracia pelas elites dominantes esvaziou das demandas de
grupos populares.
Naquele momento, muito pouco se sabia dos interesses populares, uma vez
que a grandeimprensa nunca tratava deles.
Os setores populares se viram frustrados, uma vez que mudanças
substanciais não ocorreram, irrompendo diversos conflitos e disputas em
função disso.
Os setores centralistas mais conservadores avançaram muito rapidamente
rumo ao controle do poder político no Rio de Janeiro.
Resposta: D.
Comentário: em razão da manutenção das fortes desigualdades sociais do
período, algumas revoltas tiveram aspectos sociais mais marcantes,
enquanto outras, mais políticas.
Pergunta 8
Respostas: a. 
b.
c. 
d. 
e.
Feedback
da
resposta:
O período regencial (1831-1840) foi certamente de grande instabilidade e, em diversas
ocasiões, colocou em risco a unidade e integridade do país, uma vez que:
Todas as revoltas restauradoras eram favoráveis à separação política.
Para além das revoltas populares, havia também aquelas que tiveram
projetos separatistas e republicanos, tal como a Sabinada e a Farroupilha.
Todos os movimentos populares eram restauradores.
O caráter comum geral era o republicanismo.
A Cisplatina obteve sua independência do Brasil e se transformou em
Uruguai.
Resposta: B.
Comentário: a Farroupilha transformou-se em uma república; e na Bahia a
ideia era a separação, ao menos durante a minoridade do herdeiro do trono.
Pergunta 9
Respostas: a. 
b. 
c. 
d. 
e.
Ser considerado exaltado, em termos de política no Brasil na década de 1830, era:
Ser monarquista e centralizador.
Ser favorável ao retorno de Pedro I ao trono do Brasil.
Ser republicano e/ou defender a descentralização política.
Ser republicano e/ou defender a centralização política.
22/03/2019 Revisar envio do teste: QUESTIONÁRIO UNIDADE II – 6807-...
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Feedback da
resposta:
Ser religioso e defender a independência da Igreja Católica em relação do
Estado Imperial.
Resposta: C.
Comentário: o que era um posicionamento contra a ordem imperial e, por
isso, visto como além dos limites aceitáveis.
Pergunta 10
Respostas: a. 
b. 
c. 
d. 
e. 
Feedback
da
resposta:
É possível perceber ao menos três correntes disputando “espaço político” em 1831,
principalmente em função da abdicação. São elas:
Restauradores, liberais moderados e os exaltados.
O Partido Liberal, o Partido Conservador e o Partido Republicano.
O Partido Liberal, o Partido Conservador e os restauradores.
Os jacobinos, os girondinos e o Pântano.
O Partido Católico, os positivistas e os abolicionistas.
Resposta: A.
Comentário: ser restaurador era desejar a volta de Pedro I; os liberais
moderados optavam pela manutenção da ordem imperial alcançada; e os
exaltados eram os que desejavam federalismo e até mesmo república.