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EESTATUTO DOSSTATUTO DOS SSERVIDORESERVIDORES PPÚBLICOSÚBLICOS APLICADO ÀAPLICADO À RECURSOS HUMANOSRECURSOS HUMANOS Ministério da Justiça 2008 - 2009 Estatuto dos Servidores Públicos aplicado à PRF 2 TARSO FERNANDO HERZ GENRO Ministro de Estado da Justiça HÉLIO CARDOSO DERENNE Diretor-Geral do Departamento de Polícia Rodoviária Federal SÉRGIO MAX BASTOS LINS Coordenador-Geral de Recursos Humanos São responsáveis pela criação deste livro os participantes do Quinto Encontro Nacional de Recursos Humanos do Departamento de Polícia Rodoviária Federal (V ENARH), realizado no Centro de Treinamento de Cachoeira Paulista – SP, no período de 17 a 22 de novembro de 2008: SEDE: • AMIRCE FERREIRA RODRIGUES DOS SANTOS • DANIEL ALVES BRASIL • DOUGLAS HIRÔO HIGASHIE FERREIRA • FRANCISCO BRANDÃO DE OLIVEIRA • FRANK JORGE BORGES RODRIGUES • GUSTAVO BRITO • IDÊ FERNANDO MARTINS MACHADO • JUSSARA ALESSANDRA DE CAVALHO COSTA • MARIA IZABEL RIBEIRO DE CERQUEIRA • RICARDO DE OLIVEIRA BETAT • RODRIGO REGIS JANSEN • RÔMULO FABRÍCIO LEITE E LOPES • SÉRGIO MAX BASTOS LINS 1ª SRPRF/GO • FRANCISLAY JOSEPH DE ALMEIDA BENDÔ • INÁCIA BENÍCIO DE MELO NETA • JAIRO BRAGA 2ª SRPRF/MT • CLADISNEY BOTELHO DA SILVA • ODENER VICENTE DA SILVA 3ª SRPRF/MS • JUCINÉA BATISTA MARINHO • LINDOMAR ELIAS DOS SANTOS • NEEMIAS GONÇALVES DE CARVALHO Estatuto dos Servidores Públicos aplicado à PRF 3 4ª SRPRF/MG • CRISTHIAN PIRES DE MIRANDA • EDUARDO ANDRADE D. MACHADO • MARCÍLIO MARTINS DA S. MAIA 5ª SRPRF/RJ • JOSÉ FERNANDO COELHO • LÚCIO ALVES ÂNGELO JUNIOR 6ª SRPRF/SP • CARLOS ALBERTO FISHER • EDUARDO CAFFER • INGRID GARCIA S SANTOS • OTÁVIO JOSÉ C. OLIVEIRA • RAFAEL G. GAIOTO SOARES • RUTE DA SILVA GUSMÃO • WAGNER SCHMITZ 7ª SRPRF/PR • ADRIANO MARCOS FURTADO • ELOISE ROSÁRIO DA SILVA • EVERSON ANTÔNIO GULMINE 8ª SRPRF/SC • ALEXANDRE DANIEL LITRAN DOS SANTOS • ALLAN CARLOS VIEIRA • NÚRIA PALOMERO MACHADO 9ª SRPRF/RS • EDSON HOFFMANN PORTO • LEANDRO NIEDO CUPELLO • LÚCIA HELENA MADEIRA GONÇALVES 10ª SRPRF/BA • ANA PATRICIA VINHAS BARRETO • ÉRICO ANTONIO MATHEOS GUEDES DOS SANTOS • JANEIDE CAVALCANTI DE MORAES TELES 11ª SRPRF/PE • LOUIS GUSTAVO OLIVEIRA VILA NOVA • LUIS VITORINO DE SOUZA FILHO • RENATO DE CERQUEIRA ANTUNES BORGES RODRIGUES Estatuto dos Servidores Públicos aplicado à PRF 4 12ª SRPRF/ES • ELIETE ZAMPROGNO • JOSEMAR PEDRO 13ª SRPRF/AL • ALEXON MELO DE OLIVEIRA • MANOEL BELO PEREIRA • MARIA LÚCIA LEITE ALBUQUERQUE 14ª SRPRF/PB • DELOSMAR PETRUCCI FALCÃO • EDUARDO HENRIQUE GEORGE DINIZ • MARILZA FREIRE FERREIRA 15ª SRPRF//RN • ALDO FURTADO MAIA • BIANCA JUCIELLY DA SILVA CUNHA • MARIA DE FÁTIMA SILVA SOARES 16ª SRPRF/CE • ÁLVARO BARRETO DANTAS • MILENA MENEZES DE OLIVEIRA • ROSSICLER SOUSA DA SILVA 17ª SRPRF/PI • ELIZA SANTOS DE MORAIS • IZABEL BASTOS BATISTA COELHO 18ª SRPRF/MA • EDUARDO JOSÉ MENDONÇA LIMA • FRANCISCO ARÃO DUARTE • THADEU DE MELO ALVES 19ª SRPRF/PA • BENEDITO DOMINGOS COELHO JUNIOR • MARCELO SOARES MARTINS • MARCIA MENEZES DO ESPIRITO SANTO 20ª SRPRF/SE • ANTÔNIO PEREIRA RODRIGUES NETO • FÁBIO SANTOS DA SILVA • SÉRGIO REIS DE OLIVEIRA Estatuto dos Servidores Públicos aplicado à PRF 5 21ª SRPRF/RO • JOÃO MARIA DE MEDEIROS • MAÍZA PEDREIRA DE SOUZA AULER • MÁRCIO ROBERTO POMPILIO 1ª SRPRF/DF • CARLOS OTÁVIO RODRIGUES DE OLIVEIRA • LEONARDO ACÁCIO RODRIGUES DE OLIVEIRA 2º DRPRF/TO • JOSÉ ACÁCIO DA SILVA MELO 3º DRPRF/AM • CHARLES MAITSON DE BARROS ARAÚJO • GLÁUCIO CASACURTA SANTOS 4º DRPRF/AP • ROSALINA DAS NEVES BITTENCOURT TORK 5º DRPRF/RR • ANTÔNIA ERILEUDA SILVEIRA ROCHA • EDINIR DA SILVA LIMA CGRH/MJ • CINTIA REGINA VASCONCELOS DA COSTA LIMA • MARIA SALETE SANTANA CARVALHO • SUZANA MODESTO DA SILVA Esta edição do Estatuto dos Servidores Públicos aplicado à PRF foi revisada e atualizada até julho/2009. Estatuto dos Servidores Públicos aplicado à PRF 6 SUMÁRIO INTRODUÇÃO............................................................................................................11 PARTE I – DO PROVIMENTO, VACÂNCIA, REMOÇÃO E SUBSTITUIÇÃO..........13 APROVEITAMENTO........................................................................................................13 CONCURSO PÚBLICO....................................................................................................15 DISPONIBILIDADE...........................................................................................................18 ESTABILIDADE................................................................................................................21 EXERCÍCIO......................................................................................................................23 EXERCÍCIO PROVISÓRIO..............................................................................................27 NOMEAÇÃO E POSSE DE CARGO EM COMISSÃO COM VÍNCULO............................31 NOMEAÇÃO E POSSE DE CARGO EM COMISSÃO SEM VÍNCULO............................34 NOMEAÇÃO PARA CARGO EFETIVO............................................................................40 POSSE.............................................................................................................................43 PROMOÇÃO / PROGRESSÃO........................................................................................46 READAPTAÇÃO..............................................................................................................51 RECONDUÇÃO................................................................................................................55 REDISTRIBUIÇÃO...........................................................................................................58 REINTEGRAÇÃO.............................................................................................................62 REMOÇÃO.......................................................................................................................66 REVERSÃO DE APOSENTADORIA................................................................................71 VACÂNCIA.......................................................................................................................76 PARTE II - DOS DIREITOS E VANTAGENS.............................................................80 ABONO DE PERMANÊNCIA E ISENÇÃO DE PSS.........................................................80 ADICIONAL DE FÉRIAS..................................................................................................83 ADICIONAL DE INSALUBRIDADE E PERICULOSIDADE...............................................84 ADICIONAL DE SERVIÇO EXTRAORDINÁRIO..............................................................87 ADICIONAL NOTURNO...................................................................................................90 ADICIONAL POR TEMPO DE SERVIÇO.........................................................................91 AJUDA DE CUSTO, PASSAGEM AÉREA E TRANSPORTE DE MOBILIÁRIO E BAGAGEM.......................................................................................................................95 AUXÍLIO PRÉ-ESCOLAR...............................................................................................100 AUXÍLIO-ALIMENTAÇÃO...............................................................................................104 AUXÍLIO-FUNERAL........................................................................................................106 AUXÍLIO-NATALIDADE..................................................................................................108 AUXÍLIO-RECLUSÃO.....................................................................................................111 AUXÍLIO-TRANSPORTE................................................................................................116AVERBAÇÃO DE TEMPO DE SERVIÇO.......................................................................119 DIÁRIAS.........................................................................................................................123 FATOR 1.4 E 1.2............................................................................................................125 FÉRIAS...........................................................................................................................129 Estatuto dos Servidores Públicos aplicado à PRF 7 GEAPRF.........................................................................................................................138 GAE................................................................................................................................139 GDATA...........................................................................................................................141 GRATIFICAÇÃO NATALINA..........................................................................................144 INCORPORAÇÃO DE QUINTOS / DÉCIMOS................................................................146 INDENIZAÇÃO DE TRANSPORTE................................................................................150 PLANO ESPECIAL DE CARGOS DO DPRF – PEDPRF (NOVAS GRATIFICAÇÕES, DEVIDAS A PARTIR DE 1º/03/2008).............................................................................152 VANTAGEM PECUNIÁRIA INDIVIDUAL........................................................................164 PARTE III - DAS LICENÇAS....................................................................................165 LICENÇA À ADOTANTE................................................................................................165 LICENÇA À GESTANTE................................................................................................167 LICENÇA INCENTIVADA SEM REMUNERAÇÃO.........................................................169 LICENÇA PARA ATIVIDADE POLÍTICA........................................................................173 LICENÇA PARA CAPACITAÇÃO...................................................................................175 LICENÇA PARA DESEMPENHO DE MANDATO CLASSISTA......................................177 LICENÇA PARA SERVIÇO MILITAR.............................................................................179 LICENÇA PARA TRATAMENTO DA SAÚDE.................................................................181 LICENÇA PARA TRATAMENTO DA SAÚDE (ACIDENTE EM SERVIÇO)....................184 LICENÇA PARA TRATAR DE INTERESSE PARTICULAR............................................187 LICENÇA PATERNIDADE..............................................................................................190 LICENÇA POR MOTIVO DE AFASTAMENTO DO CÔNJUGE......................................191 LICENÇA POR MOTIVO DE DOENÇA DE PESSOA DA FAMÍLIA................................193 LICENÇA-PRÊMIO POR ASSIDUIDADE.......................................................................196 PARTE IV - DAS CONCESSÕES.............................................................................200 HORÁRIO ESPECIAL AO SERVIDOR ESTUDANTE....................................................203 HORÁRIO ESPECIAL AO SERVIDOR PORTADOR DE DEFICIÊNCIA........................205 PARTE V - DOS AFASTAMENTOS.........................................................................207 AFASTAMENTO PARA ESTUDO OU MISSÃO NO EXTERIOR....................................207 AFASTAMENTO PARA EXERCÍCIO DE MANDATO ELETIVO.....................................211 AFASTAMENTO PARA PARTICIPAR DE PROGRAMA DE PÓS-GRADUAÇÃO STRICTO SENSU EM INSTITUIÇÃO DE ENSINO SUPERIOR NO PAÍS.....................214 AFASTAMENTO PARA SERVIR EM OUTRO ÓRGÃO OU ENTIDADE (CESSÃO / REQUISIÇÃO)................................................................................................................216 PARTE VI - DA APOSENTADORIA.........................................................................222 APOSENTADORIA ........................................................................................................222 APOSENTADORIA ESPECIAL......................................................................................247 PARTE VII - DA PENSÃO........................................................................................253 PENSÃO ALIMENTÍCIA JUDICIAL.................................................................................253 Estatuto dos Servidores Públicos aplicado à PRF 8 PENSÃO ALIMENTÍCIA VOLUNTÁRIA..........................................................................256 PENSÃO CIVIL...............................................................................................................258 PENSÃO CIVIL - JUDICIAL............................................................................................274 PENSÃO ESPECIAL - GRACIOSA................................................................................275 PENSÃO ESPECIAL - INDENIZATÓRIA........................................................................276 PARTE VIII - ASSUNTOS DIVERSOS.....................................................................278 ACUMULAÇÃO DE CARGOS........................................................................................278 CONSIGNAÇÃO EM FOLHA..........................................................................................281 DECLARAÇÃO DO IMPOSTO DE RENDA RETIDO NA FONTE – DIRF......................286 IMPOSTO SOBRE RENDA E PROVENTOS DE QUALQUER NATUREZA (DEDUÇÃO) .......................................................................................................................................288 JORNADA DE TRABALHO / CONTROLE DE FREQUÊNCIA........................................290 PAGAMENTO DE EXERCÍCIOS ANTERIORES............................................................294 RECADASTRAMENTO..................................................................................................298 RELAÇÃO ANUAL DE INFORMAÇÕES SOCIAIS – RAIS.............................................301 REVERSÃO, REPOSIÇÃO E INDENIZAÇÃO AO ERÁRIO...........................................304 SUBSTITUIÇÃO.............................................................................................................306 PARTE IX - FLUXOGRAMAS..................................................................................312 ABONO DE PERMANÊNCIA E ISENÇÃO DE PSS.......................................................313 ACUMULAÇÃO DE CARGOS........................................................................................314 ADICIONAL DE INSALUBRIDADE E PERICULOSIDADE.............................................315 ADICIONAL NOTURNO.................................................................................................316 ADICIONAL POR TEMPO DE SERVIÇO.......................................................................317 AFASTAMENTO PARA ESTUDO OU MISSÃO NO EXTERIOR....................................318 AFASTAMENTO PARA EXERCÍCIO DE MANDATO ELETIVO.....................................319 AJUDA DE CUSTO, PASSAGEM AÉREA E TRANSPORTE DE MOBILIÁRIO E BAGAGEM.....................................................................................................................320 APOSENTADORIA COMPULSÓRIA..............................................................................321 APOSENTADORIA POR INVALIDEZ.............................................................................322 APOSENTADORIA VOLUNTÁRIA.................................................................................323 APROVEITAMENTO......................................................................................................324 AUSÊNCIA EM DECORRÊNCIA DE CASAMENTO......................................................325 AUSÊNCIA EM DECORRÊNCIA DE FALECIMENTODE PESSOA DA FAMÍLIA.........326 AUSÊNCIA PARA DOAR SANGUE...............................................................................327 AUSÊNCIA PARA SE ALISTAR COMO ELEITOR.........................................................328 AUXÍLIO-ALIMENTAÇÃO...............................................................................................329 AUXÍLIO-FUNERAL........................................................................................................330 AUXÍLIO-NATALIDADE..................................................................................................331 AUXÍLIO PRÉ-ESCOLAR...............................................................................................332 AUXÍLIO-RECLUSÃO.....................................................................................................333 AUXÍLIO-TRANSPORTE................................................................................................334 Estatuto dos Servidores Públicos aplicado à PRF 9 AVERBAÇÃO DE TEMPO DE SERVIÇO.......................................................................335 AFASTAMENTO PARA SERVIR EM OUTRO ÓRGÃO OU ENTIDADE (CESSÃO / REQUISIÇÃO)................................................................................................................336 CONCURSO PÚBLICO..................................................................................................337 CONSIGNAÇÃO EM FOLHA..........................................................................................338 DISPONIBILIDADE.........................................................................................................339 EXERCÍCIO PROVISÓRIO............................................................................................340 FATOR 1.4 e 1.2............................................................................................................341 FÉRIAS...........................................................................................................................342 HORÁRIO ESPECIAL AO SERVIDOR ESTUDANTE....................................................343 HORÁRIO ESPECIAL AO SERVIDOR PORTADOR DE DEFICIÊNCIA........................344 INCORPORAÇÃO DE QUINTOS / DÉCIMOS................................................................345 INDENIZAÇÃO AO ERÁRIO..........................................................................................346 LICENÇA À ADOTANTE................................................................................................347 LICENÇA À GESTANTE................................................................................................348 LICENÇA INCENTIVADA SEM REMUNERAÇÃO.........................................................349 LICENÇA PARA ATIVIDADE POLÍTICA........................................................................350 LICENÇA PARA CAPACITAÇÃO...................................................................................351 LICENÇA PARA DESEMPENHO DE MANDATO CLASSISTA......................................352 LICENÇA PARA SERVIÇO MILITAR.............................................................................353 LICENÇA PARA TRATAMENTO DE SAÚDE.................................................................354 LICENÇA PARA TRATAMENTO DE SAÚDE (ACIDENTE EM SERVIÇO)....................355 LICENÇA PARA TRATAR DE INTERESSE PARTICULAR............................................356 LICENÇA PATERNIDADE..............................................................................................357 LICENÇA POR MOTIVO DE AFASTAMENTO DO CÔNJUGE......................................358 LICENÇA POR MOTIVO DE DOENÇA DE PESSOA DA FAMÍLIA................................359 LICENÇA-PRÊMIO POR ASSIDUIDADE - GOZO.........................................................360 LICENÇA-PRÊMIO POR ASSIDUIDADE - PAGAMENTO EM PECÚNIA......................361 NOMEAÇÃO E POSSE DE CARGO EM COMISSÃO....................................................362 NOMEAÇÃO PARA CARGO EFETIVO, POSSE E EXERCÍCIO....................................363 PAGAMENTO DE EXERCÍCIOS ANTERIORES............................................................364 PENSÃO ALIMENTÍCIA JUDICIAL.................................................................................365 PENSÃO ALIMENTÍCIA VOLUNTÁRIA..........................................................................366 PENSÃO CIVIL...............................................................................................................367 PENSÃO ESPECIAL – GRACIOSA................................................................................368 PROMOÇÃO / PROGRESSÃO......................................................................................369 READAPTAÇÃO.............................................................................................................370 RECONDUÇÃO..............................................................................................................371 REINTEGRAÇÃO...........................................................................................................372 REMOÇÃO A PEDIDO ENTRE UNIDADES...................................................................373 REMOÇÃO A PEDIDO NA MESMA UNIDADE..............................................................374 REMOÇÃO EX-OFFÍCIO................................................................................................375 REMOÇÃO POR PERMUTA..........................................................................................376 Estatuto dos Servidores Públicos aplicado à PRF 10 REPOSIÇÃO AO ERÁRIO..............................................................................................377 REVERSÃO DE APOSENTADORIA..............................................................................378 SUBSTITUIÇÃO.............................................................................................................379 VACÂNCIA.....................................................................................................................380 PARTE X - FORMULÁRIOS.....................................................................................381 REQUERIMENTO DE ABONO DE PERMANÊNCIA......................................................382 REQUERIMENTO DE AJUDA DE CUSTO....................................................................383 REQUERIMENTO DE ALTERAÇÃO DE DADOS BANCÁRIOS.....................................384 REQUERIMENTO DE ALTERAÇÃO DE ENDEREÇO...................................................385 REQUERIMENTO DE ALTERAÇÃO DE FÉRIAS..........................................................386 REQUERIMENTO DE ALTERAÇÃO DE NOME DE IDENTIFICAÇÃO..........................387 REQUERIMENTO DE APOSENTADORIA.....................................................................388 REQUERIMENTO DE AUXÍLIO-FUNERAL....................................................................389 REQUERIMENTO DE AUXÍLIO MORADIA....................................................................390 REQUERIMENTO DE AUXÍLIO NATALIDADE..............................................................391 REQUERIMENTO DE AUXÍLIO PRÉ-ESCOLAR...........................................................392 REQUERIMENTO DE AUXÍLIO TRANSPORTE............................................................393 REQUERIMENTO DE AVERBAÇÃO DE TEMPO DE SERVIÇO...................................394 REQUERIMENTO DE HORÁRIO ESPECIAL A ESTUDANTE.......................................395 REQUERIMENTO DE LICENÇA-PRÊMIO.....................................................................396 REQUERIMENTO DE PAGAMENTO DE SUBSTITUIÇÃO............................................397 REQUERIMENTO DE PENSÃO CIVIL...........................................................................398 REQUERIMENTO DE REMOÇÃO.................................................................................399 REQUERIMENTO DE TRANSPORTEDE MOBILIÁRIO E BAGAGEM.........................400 REQUERIMENTO DE TRANSPORTE – PASSAGEM AÉREA......................................401 REQUERIMENTO DE VACÂNCIA.................................................................................402 CONCLUSÃO...........................................................................................................403 Estatuto dos Servidores Públicos aplicado à PRF Voltar ao Sumário 11 INTRODUÇÃO A presente obra, fruto do trabalho de todos os operadores da área de Recursos Humanos do Departamento de Polícia Rodoviária Federal, tem por finalidade proporcionar a todos os servidores um instrumento que permita o pronto acesso às informações, precisas e atualizadas, sobre as normas que regulamentam sua vida funcional e pretende, também, garantir aos servidores que atuam nas unidades de Recursos Humanos, em todo o Brasil, a permanente atualização de seu conhecimento. Com o lançamento deste livro, o Departamento de Polícia Rodoviária Federal, através da Coordenação-Geral de Recursos Humanos, procura suprir uma demanda permanente dos seus servidores por informações acerca de seus direitos e deveres, de forma transparente e objetiva, visando dar-lhes a tranquilidade necessária para o correto exercício da função pública da qual estão incumbidos. De caráter abrangente e em conformidade com o ordenamento jurídico estabelecido pela Lei Federal nº 8.112/90, o chamado Regime Jurídico Único (RJU), esta publicação apresenta aos servidores um apanhado geral sobre a normatização que envolve a sua vida funcional, desde o seu ingresso até a sua aposentadoria, bem como seus dependentes, abrangendo, também, aspectos remuneratórios e os benefícios a que fazem jus, e como requerê-los corretamente. Em virtude da vasta legislação que rege a área de Recursos Humanos e, principalmente, a sua natureza dinâmica, esta cartilha deverá ser objeto de permanente atualização, estando o seu conteúdo sujeito a futuras modificações, facultando aos usuários o envio de sugestões visando o seu aperfeiçoamento. Que o seu texto sirva, não somente para que dúvidas sejam sanadas e regras disseminadas, mas, também, para que se fortaleçam as relações entre a Administração e aquele que se constitui no seu mais valioso patrimônio: o servidor. Na elaboração deste trabalho procuramos garantir uma linguagem clara, precisa e concisa, bem como um texto que apresentasse um nível de profundidade compatível com as necessidades de operacionalização do Sistema de Administração de Pessoal. Com o mesmo espírito de abertura que incentivou a elaboração deste livro, e ainda, em razão da dinâmica dos textos legais, entendimentos e decisões jurisprudenciais, solicitamos aos servidores deste Departamento, que utilizem desta fonte para esclarecer dúvidas e tomar conhecimento dos seus direitos, fazendo chegar suas sugestões e críticas à Coordenação-Geral de Recursos Humanos, visando ao aperfeiçoamento deste trabalho. Estatuto dos Servidores Públicos aplicado à PRF Voltar ao Sumário 12 O Estatuto dos Servidores Públicos aplicado à PRF apresenta a seguinte estrutura: • Introdução • Parte I – Do Provimento, Vacância, Remoção e Substituição • Parte II – Dos Direitos e Vantagens • Parte III – Das Licenças • Parte IV – Das Concessões • Parte V – Dos Afastamentos • Parte VI – Da Aposentadoria • Parte VII - Da Pensão • Parte VIII - Assuntos Diversos • Parte IX - Fluxogramas • Parte X - Formulários • Conclusão SÉRGIO MAX BASTOS LINS Coordenador-Geral de Recursos Humanos Estatuto dos Servidores Públicos aplicado à PRF Voltar ao Sumário 13 PARTE I – DO PROVIMENTO, VACÂNCIA, REMOÇÃO E SUBSTITUIÇÃO APROVEITAMENTO 1. CONCEITO: Aproveitamento é o retorno à atividade, de servidor público que tenha sido colocado em disponibilidade, em cargo com atribuições e vencimentos compatíveis com o anteriormente ocupado. 2. OCORRÊNCIA: Publicação da Portaria de Aproveitamento no Diário Oficial da União. 3. INFORMAÇÕES GERAIS: O órgão central do Sistema de Pessoal Civil – SIPEC determinará o imediato aproveitamento de servidores em disponibilidade, em vaga que vier a ocorrer nos órgãos ou entidades da Administração Pública Federal. O prazo para o servidor aproveitado entrar em exercício em outra sede é de, no mínimo 10 (dez) e no máximo 30 (trinta) dias, contados da data de publicação do ato de aproveitamento, incluindo nesse período, o tempo necessário para o deslocamento para a nova sede. Será tornado sem efeito o aproveitamento e cassada a disponibilidade do servidor que não entrar em exercício no prazo legal, salvo doença comprovada por Junta Médica Oficial. Os servidores aproveitados em órgãos ou entidades cujos planos de classificação de cargos sejam diferentes daqueles a que pertenciam serão enquadrados na Instituição de destino na forma da legislação vigente. Quando o aproveitamento resultar em mudança de sede, o servidor, seu cônjuge ou companheiro, seus filhos ou enteados que vivam em sua companhia e os menores sob sua guarda com autorização judicial, se estudantes, têm assegurada, na localidade da nova residência ou na mais próxima, matrícula em instituição de ensino congênere, em qualquer época, independentemente de vaga. Nos casos em que a mudança de sede obrigar o servidor a mudar de domicílio em caráter permanente, ser-lhe-á devida ajuda de custo para compensar as despesas de instalação, vedado o duplo pagamento de indenização, no caso do cônjuge ou companheiro que detenha a condição de servidor também fazer jus a esse benefício. Considera-se sede o município onde a repartição estiver instalada e onde Estatuto dos Servidores Públicos aplicado à PRF Voltar ao Sumário 14 o servidor tiver exercício em caráter permanente. 4. INSTRUÇÃO PROCESSUAL: • Oficio ao Ministério do Planejamento Orçamento e Gestão comunicando o interesse em absorver os servidores ocupantes de cargos declarados desnecessários dentro da Administração Pública Federal; • Presente a necessidade da Administração e observados os critérios definidos pelo MPOG, o aproveitamento de servidor posto em disponibilidade dar-se-á em cargo de atribuições, vencimentos, nível de escolaridade, especialidade ou habilitação profissional compatíveis com o anteriormente ocupado; • Publicação do Ato; • O setor de cadastro recebe o servidor mediante ofício de apresentação do órgão de origem e • Solicita liberação do cadastro funcional no SIAPE/SIAPECAD; • Abre pasta funcional e registra a ocorrência de aproveitamento; • Solicita ao órgão de origem os Assentamentos Funcionais e a Certidão de Tempo de Serviço do servidor; • Observar rotina de Averbação de Tempo de Serviço; • Providenciar o enquadramento do servidor, se for o caso, na forma da legislação vigente; • Observar a rotina para a concessão de Ajuda de Custo, se ocorrer mudança de domicílio funcional; • Apresentação do servidor ao chefe da unidade de lotação e exercício por meio de memorando; • Encaminha comunicação ao setor de Pagamento. 5. FUNDAMENTO LEGAL: • Artigos 8º, inciso VII, 30 a 32, da Lei nº 8.112, de 11/12/90 (D.O.U. 12/12/90), com nova redação dada pela Lei nº 9.527, de 10/12/97; • Artigos 7º, 8º e 26 da Lei nº 8.270, de 17/12/91 (D.O.U. 19/12/91), com a redação dada pela Lei nº 9.624 de 02/04/98; • Decreto nº 3.151, de 23/08/99; • Orientação Normativa nº 105, de 06/05/91. 6. PROCEDIMENTOS PARA LANÇAMENTO NO SIAPE: Consultar a Divisão de Cadastro – DICAD/CGRH. Estatuto dos Servidores Públicos aplicado à PRF Voltar ao Sumário 15 CONCURSO PÚBLICO 1. CONCEITO: Concurso Público é o mecanismo utilizado pela Administração PúblicaFederal para selecionar candidatos para provimento de cargo em caráter efetivo ou temporário, no quadro de pessoal do órgão, por meio de processo aberto ao público em geral, observando, para tanto as disposições constitucionais referentes ao assunto. 2. OCORRÊNCIA: Publicação de Portaria do Ministério do Planejamento, Orçamento e Gestão no Diário Oficial da União, autorizando a realização do concurso público. 3. INFORMAÇÕES GERAIS: O concurso público destinado a selecionar candidatos para provimento de cargo efetivo ou temporário tem por objetivo compatibilizar o suprimento das necessidades da Administração Pública Federal com as prioridades governamentais e os recursos orçamentários disponíveis. O pedido de autorização deve ser encaminhado ao Ministro de Estado do Planejamento, Orçamento e Gestão, pela autoridade competente do DPRF, em observância ao Art. 3º, do Decreto nº 4.175, de 27 de março de 2002. O DPRF deverá apresentar à Secretaria de Gestão do Ministério do Planejamento, Orçamento e Gestão justificativa fundamentada, com indicação das vagas a serem providas e comprovação da disponibilidade orçamentária. O concurso público será regido por edital, cabendo a sua execução à instituição escolhida mediante processo em conformidade com a Lei de Licitações. O edital do concurso deverá ser publicado no D.O.U. e divulgado por meio eletrônico. A reserva legal de vagas para candidatos com deficiência dependerá da compatibilidade do exercício do cargo com o tipo de deficiência. O concurso público para cargos que compõem o quadro de pessoal do DPRF compreenderá duas etapas distintas, observadas as especificidades de cada cargo: • A primeira etapa será composta de 4 (quatro) fases, sendo prova objetiva e prova de redação, exame de capacidade física, exames médicos e avaliação psicológica; • A segunda etapa consistirá do Curso de Formação Profissional. Estatuto dos Servidores Públicos aplicado à PRF Voltar ao Sumário 16 Haverá investigação social durante todo o certame. Os candidatos aprovados na primeira etapa do concurso público e classificados dentro do número de vagas previsto serão convocados em edital específico para apresentação dos documentos necessários para a matrícula no Curso de Formação Profissional, segundo a ordem de classificação e dentro do número de vagas previsto para cada estado. Os candidatos que forem classificados além do limite de vagas previsto neste edital não terão assegurado o direito à matrícula no Curso de Formação Profissional, mas apenas a expectativa desse direito, segundo a rigorosa ordem classificatória. Durante o período de validade do concurso público, o Ministério do Planejamento, Orçamento e Gestão poderá autorizar a nomeação ou contratação de candidatos classificados e não convocados, até o limite de 50% (cinquenta por cento) a mais do quantitativo original de vagas. O valor cobrado a título de inscrição no concurso será de, no máximo, 2,5% (dois e meio por cento) do valor da remuneração inicial do cargo público previsto no edital, podendo ser isentado de taxas de inscrição o candidato que se declarar hipossuficiente, na forma da Lei. O órgão ou entidade responsável pela realização do concurso público homologará e divulgará no Diário Oficial da União, a relação dos candidatos aprovados no certame, classificados em até duas vezes o número de vagas previsto no edital para cada cargo público, por ordem de classificação. A nomeação ou contratação dos candidatos obedecerá rigorosamente à ordem de classificação do concurso público. O edital de convocação para realização de exames médicos deverá, preferencialmente, estabelecer a data de nomeação dos candidatos. Havendo vacância ou desistência de candidatos durante o processo seletivo, antes da nomeação ou da assinatura do contrato, facultar-se-á à Administração substituí-los, por meio da convocação dos próximos candidatos aprovados, obedecendo a ordem de classificação e o limite de vagas previsto no edital. Os candidatos preliminarmente aprovados em concurso público para provimento de cargos na Administração Pública Federal, durante o programa de formação, farão jus, a título de auxílio financeiro, a 50% (cinquenta por cento) da remuneração da classe inicial do cargo a que estiver concorrendo. As nomeações de candidatos sub judice serão efetuadas conforme a demanda. Estatuto dos Servidores Públicos aplicado à PRF Voltar ao Sumário 17 4. INSTRUÇÃO PROCESSUAL: 4.1. CANDIDATOS APROVADOS: • Portaria de nomeação da comissão de licitação para escolha da instituição que realizará o certame; • Escolha da instituição; • Portaria de nomeação da comissão nacional de concurso; • Definição do Edital junto com a organizadora do certame; • Publicação do edital no D.O.U. e divulgação por meio eletrônico; • Inscrições e processo seletivo; • Homologação de candidatos aprovados, segundo a ordem de classificação e dentro do número de vagas previstas para cada estado; • Portaria de nomeação dos candidatos, assinada pelo Diretor do DPRF e publicada no D.O.U.; • Portaria de lotação dos candidatos, assinada pelo Coordenador-Geral de Recursos Humanos do DPRF, publicada no B.S.; • Posse na regional pelos respectivos Superintendentes/Chefes de Distrito, mediante Termo de Posse e Termo de Exercício. 4.2. CANDIDATOS “SUB JUDICE”: • Decisão Judicial, provisória ou definitiva, para nomeação e posse de candidato eliminado do certame por não ter logrado êxito em qualquer das etapas do concurso; • Solicitação de força executória da decisão para a Advocacia-Geral da União; • Cumprimento da decisão com a publicação no D.O.U. da nomeação do candidato, através de Portaria do Diretor-Geral do DPRF; • Portaria de lotação do candidato, assinada pelo Coordenador-Geral de Recursos Humanos do DPRF; • Posse na regional pelos respectivos Superintendentes/Chefe de Distrito, mediante Termo de Posse e Termo de Exercício. Observação: Caso a decisão para nomeação e posse seja modificada (decisões provisórias), é editada Portaria do Diretor-Geral do DPRF, tornando sem efeito a Portaria de nomeação do candidato. 5. FUNDAMENTO LEGAL: • Art. 11, 12 da Lei 8.112/90, de 11/12/90 (Redação dada pela Lei nº 9.527, de 10/12/97); • Art. 37 da Constituição Federal, de 5/10/1988; • Decreto 3.298, de 20/12/1999; • Decreto nº 4.175, de 27/3/02; • Art. 14 da Lei n 9.624/98; • Orientação Normativa nº 02, de 25/03/02; • Portaria nº 450, de 06/11/02. 6. PROCEDIMENTOS PARA LANÇAMENTO NO SIAPE: Não há lançamentos no SIAPE. Estatuto dos Servidores Públicos aplicado à PRF Voltar ao Sumário 18 DISPONIBILIDADE 1. CONCEITO: Disponibilidade é o instituto que permite ao servidor estável, que teve seu cargo extinto ou declarado desnecessário, permanecer sem trabalhar, temporariamente, percebendo a remuneração proporcional ao tempo de serviço, até seu adequado aproveitamento em outro cargo. 2. OCORRÊNCIA: Publicação de ato do Ministro de Estado da Justiça no Diário Oficial da União, extinguindo um cargo ou declarando-o desnecessário. 3. INFORMAÇÕES GERAIS: Respeitados o interesse público e a conveniência da Administração, os cargos públicos podem ser declarados desnecessários, nos casos de extinção ou de reorganização de órgãos ou de entidades. Caracterizada a existência de cargos sujeitos à declaração de desnecessidade, a Administração deverá adotar, separada ou cumulativamente, os seguintes critérios de análise, pertinentes à situação pessoal dos respectivos ocupantes, para fins de disponibilidade: • Menortempo de serviço; • Maior remuneração; • Idade menor; • Menor número de dependentes. Autorizada por Lei, a extinção de cargo público far-se-á mediante ato privativo do Presidente da República. Fica delegada competência ao Ministro de Estado para a prática dos atos de declaração de desnecessidade de cargos públicos e de colocação dos respectivos ocupantes em disponibilidade remunerada. Esta delegação não admite subdelegação. Extinto o cargo ou declarada sua desnecessidade, o servidor estável nele investido será imediatamente posto em disponibilidade, com remuneração proporcional ao respectivo tempo de serviço. O ato que colocar em disponibilidade servidor que se encontre regularmente licenciado ou afastado, somente produzirá efeitos após o término da licença ou do afastamento. Estatuto dos Servidores Públicos aplicado à PRF Voltar ao Sumário 19 A remuneração do servidor em disponibilidade deverá considerar, para o respectivo cálculo, 1/35 (um trinta e cinco avos) ou 1/30 (um trinta avos) da respectiva remuneração mensal, por ano de serviço, respectivamente, seja homem ou mulher. No caso de servidor cujo trabalho lhe assegure o direito à aposentadoria especial, definida em Lei, o valor da remuneração a ele devida, durante a disponibilidade, terá por base a proporção anual correspondente ao respectivo tempo mínimo para a concessão da aposentadoria integral. Não se incluem no cálculo da remuneração proporcional o adicional pela prestação de serviço extraordinário, o adicional noturno, o adicional de insalubridade, de periculosidade ou pelo exercício de atividades penosas, o adicional de férias, a retribuição pelo exercício de função ou cargo de direção, chefia ou assessoramento, a gratificação natalina, o auxílio funeral, o auxílio natalidade, o auxílio alimentação, o auxílio-transporte, o auxílio pré-escolar, as indenizações, as diárias, a ajuda de custo em razão de mudança de sede e o custeio da moradia. Além da remuneração proporcional, o servidor em disponibilidade perceberá, integralmente, as vantagens pessoais nominalmente identificadas, já incorporadas. O servidor em disponibilidade contribuirá para o regime próprio de previdência do servidor público federal, e o tempo de contribuição, correspondente ao período em que permanecer em disponibilidade, será contado somente para efeito de aposentadoria e nova disponibilidade. O servidor em disponibilidade poderá participar de programa de treinamento dirigido para o exercício de novas funções na Administração Pública Federal, sob a coordenação do Ministério do Planejamento, Orçamento e Gestão e da Escola Nacional de Administração Pública – ENAP. O servidor em disponibilidade será aposentado, compulsoriamente, ao completar a idade limite estabelecida pela legislação em vigor; A exoneração, a pedido, do servidor em disponibilidade, implicará no cancelamento da disponibilidade e acarretará, exclusivamente, no pagamento da remuneração devida no mês da publicação do respectivo ato e da gratificação natalina proporcional. 4. INSTRUÇÃO PROCESSUAL: • Manifestação da autoridade quanto à desnecessidade de um cargo; • Levantamento, pela unidade de Recursos Humanos, dos cargos públicos passíveis de serem declarados desnecessários, seu quantitativo e rol de atribuições; • Enviar à Assessoria Jurídica para a análise quanto ao interesse público e a conveniência da Administração em declarar desnecessários os cargos públicos, nos casos de extinção ou de reorganização de órgãos ou de Estatuto dos Servidores Públicos aplicado à PRF Voltar ao Sumário 20 entidades; • Remeter à autoridade máxima do DPRF; • Enviar o processo com a declaração de desnecessidade dos cargos ao MJ; • Publicar o ato de disponibilidade; • Dar ciência ao servidor e à chefia imediata; • Observar as rotinas de exoneração de cargo comissionado ou função gratificada, se for o caso; • Observar as rotinas de aposentadoria voluntária e compulsória, se for o caso; • Registrar nos sistemas SIAPE/SIAPECAD e SRH; • Registrar nos assentamentos funcionais; • Observar as rotinas de Frequência e Benefícios; • Efetuar os acertos financeiros. 5. FUNDAMENTO LEGAL: • Artigos 41, § 3º, e 84, inciso XV, da C.F./88; • Artigos 30 a 32, da Lei nº 8.112, de 11/12/90; • Artigo. 8º da Lei nº 8.270, de 17/12/91; • Decreto nº 3.151, de 23/08/99; • Orientação Normativa SAF nº 74, de 01/02/91; • Orientação Normativa SAF nº 109, de 27/05/91. 6. PROCEDIMENTOS PARA LANÇAMENTO NO SIAPE: Consultar a Divisão de Cadastro – DICAD/CGRH. Estatuto dos Servidores Públicos aplicado à PRF Voltar ao Sumário 21 ESTABILIDADE 1. CONCEITO: Estabilidade é a garantia que o servidor habilitado em concurso público e empossado em cargo de provimento efetivo adquire de permanecer por determinado prazo nos quadros da Administração pública. 2. OCORRÊNCIA: Publicação, no Boletim de Serviço, da aprovação do servidor no Estágio Probatório. 3. INFORMAÇÕES GERAIS: A estabilidade dos servidores públicos federais do poder executivo ocorreu na forma da legislação vigente, das seguintes formas: • Para os servidores regidos pela Lei nº 1.711/52, após 3 (três) anos de efetivo exercício no cargo; • Para os servidores concursados e admitidos no regime da CLT, após 2 (dois) anos de efetivo exercício no cargo; Os servidores públicos civis da União, admitidos através de concurso público anteriormente a data de publicação da Emenda Constitucional nº 19, de 04/06/98, publicada no Diário Oficial de 05/06/98, são considerados estáveis após 2 (dois) anos de efetivo exercício, na forma dos artigos 41 (redação original) da Constituição Federal/88 e 21 (redação original) da Lei nº 8.112/90. Os servidores nomeados após a publicação da Emenda Constitucional nº 19/98, são considerados estáveis no Serviço Público, após 3 (três) anos de efetivo exercício, na forma dos artigos 41 (na nova redação data pela E. C. nº 19/98) da Constituição Federal/88 e 21 (na nova redação dada pela E. C. nº 19/98) da Lei nº 8.112/90. Os servidores públicos não concursados, que se encontravam em exercício no Serviço Público, em 05/10/88 (data da promulgação da Constituição Federal), há pelo menos 5 (cinco) anos, ininterruptos, são considerados estáveis, nos termos do artigo 19 do Ato das Disposições Constitucionais Transitórias. O servidor público estável só perderá o cargo nas seguintes situações: • Em virtude de sentença judicial transitada em julgado; • Mediante processo administrativo, no qual lhe é assegurado o contraditório e ampla defesa; Estatuto dos Servidores Públicos aplicado à PRF Voltar ao Sumário 22 • Mediante procedimento de avaliação periódica de desempenho, na forma de Lei Complementar, assegurada ampla defesa; • Por excesso de despesa (Art. 169 da C.F./88; Lei Complementar nº 101 e Lei nº 9.801/99). A perda de cargo público por insuficiência de desempenho do servidor estável, depende de edição de Lei Complementar. Encontra-se em tramitação no Congresso Nacional o Projeto de Lei Complementar nº 248/98, que objetiva disciplinar a matéria. 4. DA INSTRUÇÃO PROCESSUAL: A estabilidade é um ato que se materializa quando é publicada no Boletim de Serviço a aprovação do servidor no estágio probatório. 5. FUNDAMENTO LEGAL: • Art. 8º, inciso VIII e Art. 41 da Constituição Federal/88; • Art. 19, § 10, inciso II, e 53, inciso I, do ADCT; • Parecer SEDAP/PR nº 327/89; • Parecer SEDAP/PR nº 84/90; • Parecer SEDAP/PR nº 134/90; • Parecer SEDAP/PR nº 222/90; • Parecer AGU nº 151/98; • Ofício-CircularSRH/MPOG nº 16, de 27/07/04; • Art. 6º da Emenda Constitucional nº 19/98. 6. PROCEDIMENTOS PARA LANÇAMENTO NO SIAPE: Consultar a Divisão de Cadastro – DICAD/CGRH. Estatuto dos Servidores Públicos aplicado à PRF Voltar ao Sumário 23 EXERCÍCIO 1. CONCEITO: Exercício é o efetivo desempenho das atribuições do cargo público ou da função de confiança. 2. OCORRÊNCIA: Apresentação do servidor para assinatura do respectivo termo, e início efetivo do desempenho das atribuições do cargo público ou da função de confiança. 3. INFORMAÇÕES GERAIS: O prazo para o servidor entrar em exercício é de 15 (quinze) dias contados da data da posse, improrrogável. O servidor empossado que não entrar em exercício no prazo a que se refere o item anterior será exonerado do cargo efetivo ou será tornado sem efeito o ato de sua nomeação/designação para o cargo em comissão ou função e confiança Compete à autoridade máxima do Órgão ou Entidade, para onde o servidor for nomeado ou designado, dar-lhe exercício. O prazo para entrar em exercício será contado em dias corridos, excluindo-se o dia do começo e incluindo-se o do vencimento, ficando prorrogado para o primeiro dia útil seguinte quando vencido em dia em que não haja expediente. Ao chefe imediato do servidor, que foi nomeado para cargo efetivo ou em comissão ou designado para função gratificada, compete dar-lhe as devidas orientações sobre as atribuições do cargo ou função. O início do exercício da função de confiança coincidirá com a data de publicação do ato de designação, salvo quando o servidor estiver em licença ou afastamento por qualquer outro motivo legal. Nesse caso, o exercício recairá no primeiro dia útil após o término do impedimento, não excedendo a trinta dias da publicação do ato. Não há necessidade de protocolização de processo para informar o exercício do servidor, devendo, a unidade de Recursos Humanos da regional de lotação, somente arquivar na Pasta de Assentamentos Funcionais o respectivo termo de exercício. Quando a data da posse e do exercício coincidirem, deverá ser registrado no termo de posse e exercício. Quando a data de posse e de exercício for diferente, deverá ser feito um termo de posse e um termo de exercício. Estatuto dos Servidores Públicos aplicado à PRF Voltar ao Sumário 24 A partir da entrada em exercício do servidor deverá ser autuado o processo de estágio probatório, individual. O servidor, no momento de entrar em exercício, deverá comparecer na área de Recursos Humanos para receber o “memorando de apresentação”, informando a data e local de lotação e exercício. Logo após, deverá se apresentar à chefia da unidade de lotação para a qual foi designado para ser colocado em exercício. 4. INSTRUÇÃO PROCESSUAL: Não há necessidade de autuação de processo. 5. FUNDAMENTO LEGAL: Artigos 15, 34 e 238 da Lei nº 8.112, de 11/12/90. 6. PROCEDIMENTOS PARA LANÇAMENTO NO SIAPE: 6.1. EXERCÍCIO: 1º passo: Cadastrar o DL na transação >DPINCLEXT (inclui documento legal externo); 1ª TELA NÚMERO: informar nº da Portaria UORG: 000021 MINISTERIO DA JUSTICA ANO: informar ano de emissão da Portaria TIPO: 02 PORTARIA TECLE <ENTER> -------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------- 2ª TELA ASSUNTO: 016 NOMEAÇÃO CONCURSADO DATA EMISSÃO: informar a data da emissão da Portaria DATA VIGÊNCIA: informar a data da publicação da Portaria no D.O.U. DATA PUBLICAÇÃO: informar a data da publicação da Portaria no D.O.U. TECLE <ENTER> OBSERVAÇÕES: informar alguns dados (nº do D.O.U., seção, página, etc.) TECLE <PF3> atualiza e sai 2º passo: >CAIASERVID (inclui/altera servidor) incluir os dados conforme solicitado; 3º passo: >PEATPROVEX (provimento excepcional); CPF DO SERVIDOR: informar CPF do servidor nomeado DATA DE INÍCIO (NOMEAÇÃO): informar data da Portaria Estatuto dos Servidores Públicos aplicado à PRF Voltar ao Sumário 25 FORMA PROVIMENTO: 009 DATA DE POSSE: informar a data que servidor tomou posse DATA DE EXERCÍCIO: informar a data que o servidor entrou em exercício CARGO: 911001 TABELA: 912 ÓRGÃO DE ORIGEM: não preencher POSICIONAMENTO: NÍVEL: (NI) CLASSE: (F) PADRÃO: (I) VAGA:Conforme Portaria de lotação 4º passo: >CAATDADSIA (atualiza dados SIAPE da matrícula); INGRESSO NO ÓRGÃO DATA: Informar a data do exercício OCORRÊNCIA: Teclar F1 01100 - Nomeação de Caráter efetivo artigo 9, item I da Lei nº 8.112/90 DIPL.LEGAL: COD:Teclar F1 (04- Portaria) NR: da Portaria de nomeação DATA: data da publicação no D.O.U. INGRESSO NO SERV PUBL DATA: Informar a data do exercício se não tiver ocupado cargo público anteriormente, caso tenha ocupado cargo público na vigência da Lei nº 8.112/90, também deverá ser informado, excluindo o tempo prestado aos estados, municípios e Distrito Federal. Essa atualização deverá ser feita com a averbação do tempo de servido anterior. OCORRÊNCIA: DIPL.LEGAL: COD:Teclar F1 (04-Portaria) NR: do DL DATA: data da publicação no D.O.U. OCUPACAO NO CARGO ATUAL DATA: Estes campos ficam Indisponíveis OCORRÊNCIA: DIPL.LEGAL: COD: NR: DATA: USA MODULO DEPENDENTE PARA IR/SF? : S NR DEPENDENTES - IMP.RENDA: SAL.FAMÍLIA: FÉRIAS ESPECIAIS: N GRATIFICAÇÃO DE DESEMPENHO(PONTOS): 0,00 TECLE <ENTER> CONFIRMA ALTERAÇÃO? S ( S-SIM N-NÃO A-ALTERA ) 5º passo: >CDATALIIND (atualiza programa Alimentação individual); DATA DE INÍCIO DA OPÇÃO: informar a data que o servidor entrar em exercício. DATA DE TÉRMINO DA OPÇÃO: não preencher TIPO DE VALE: 'A' para vale alimentação Observações: Os valores do auxílio-alimentação são fixados pela SRH/MPOG, através de Portaria Normativa. Estatuto dos Servidores Públicos aplicado à PRF Voltar ao Sumário 26 O auxílio-alimentação é pago, antecipadamente, tendo em vista a própria natureza do benefício,como verba de custeio. No ato de inclusão só é gerado o pagamento do auxílio-alimentação referente ao mês posterior. Desta forma, no ato do lançamento deve ser calculado os valores proporcionais do mês corrente e anterior, se for o caso, e lançado na rubrica 136, sequência 1 e 2, prazo 1. Ver módulo AUXÍLIO-ALIMENTAÇÃO. 6º passo: >CAEEINTGRS (executa integração do servidor); Estatuto dos Servidores Públicos aplicado à PRF Voltar ao Sumário 27 EXERCÍCIO PROVISÓRIO 1. CONCEITO: Exercício Provisório é uma licença remunerada, concedida ao servidor para que exerça atribuições compatíveis ao seu cargo em outro órgão ou entidade da Administração Federal direta, autárquica ou fundacional, enquanto acompanha cônjuge ou companheiro, que também seja servidor público civil ou militar, de qualquer dos Poderes da União, dos Estados, do Distrito Federal e dos Municípios, deslocado para outro ponto do território nacional, para o exterior ou para o exercício de mandato eletivo dos Poderes Executivo e Judiciário. 2. OCORRÊNCIA: Publicação da Portaria de Exercício Provisório no Diário Oficial da União. 3. INFORMAÇÕES GERAIS: O órgão de origem será o responsável pelo pagamento do servidor em exercício provisório, mediante o controle de frequência a ser encaminhado pelo órgão de destino. O órgão onde o servidor encontrar-se em exercício provisório deverá informar, mensalmente, ao órgão de origem a frequência do servidor. No deslocamento de servidor cujo cônjuge ou companheiro também seja servidor público, civil ou militar, de qualquer dos Poderes da União, dos Estados, do DistritoFederal e dos Municípios, poderá haver exercício provisório em órgão ou entidade da Administração Federal direta, autárquica ou fundacional, desde que para o exercício de atividade compatível com o seu cargo. O deferimento do exercício provisório está condicionado à exigência de que a atividade a ser desempenhada pelo servidor no órgão de destino sejam compatíveis com as atribuições de seu cargo, ausência de impedimentos legais e documentos probatórios. Em se tratando de companheiro(a), o(a) servidor(a) deverá comprovar união estável. Se tiver filhos, deverá apresentar certidão de nascimento, comprovante de residência comum e declaração conjunta dos companheiros sobre esta condição. Em não havendo filhos, a união por 5 (cinco) anos será, então, confirmada mediante declaração conjunta, sob as penas da Lei, seguida da comprovação de endereço comum. É proibido ao servidor exercer atividades estranhas a seu cargo durante o período em que se encontrar em exercício provisório. Estatuto dos Servidores Públicos aplicado à PRF Voltar ao Sumário 28 4. INSTRUÇÃO PROCESSUAL: Caso deseje ter exercício provisório em órgão público da Administração direta, autárquica ou fundacional, existente no novo local de residência, no País, o servidor deverá apresentar, à sua Chefia imediata, requerimento, solicitando o exercício provisório no órgão em que desejar, anexando cópia da documentação comprobatória do direito e a manifestação de interesse do órgão federal receptor (destino). A chefia imediata encaminha o requerimento à unidade de Recursos Humanos da Superintendência ou Distrito Regional, juntamente com toda a documentação apresentada. A unidade de Recursos Humanos autua e instrui o processo com os documentos a seguir indicados e emite pronunciamento quanto ao pedido: • Dados funcionais do servidor; • Certidão de casamento ou declaração de união estável • Cópia do documento comprobatório do deslocamento do cônjuge ou companheiro, também servidor público, no interesse da Administração, para exercício em outro ponto do território nacional (Portaria de remoção ex-officio, Portaria de nomeação para cargo comissionado – DAS); • Informação quanto às atribuições do cargo e Plano de cargos e salários, regime jurídico do servidor e impeditivos legais para o pedido; • Certidão Disciplinar; • Nada consta da Comissão de Ética; • Nada consta de material permanente; • Nada consta de débito com o Erário; • Histórico de ausências, faltas injustificadas e licenças concedidas ao servidor; • Manifestação da chefia imediata do servidor. O Superintendente ou Chefe de Distrito deverão manifestar concordância quanto ao exercício provisório do servidor, indicando se o afastamento acarretará prejuízos às atividades da Desconcentrada e, em seguida, deverá encaminhar o processo à Coordenação-Geral de Recursos Humanos do DPRF. A Divisão de Recursos Humanos – DIREC/CGRH analisa o processo sob o aspecto legal do pedido e o encaminha ao Diretor-Geral do DPRF, para manifestação quanto a sua concordância com o exercício provisório do servidor. Estatuto dos Servidores Públicos aplicado à PRF Voltar ao Sumário 29 O Diretor-Geral do DPRF, se concordar com o exercício provisório, encaminha o processo à Coordenação-Geral de Recursos Humanos do Ministério da Justiça, para análise do assunto e encaminhamento à Secretaria de Recursos Humanos – SRH/MPOG, que possui a competência para a publicação da Portaria de exercício provisório. A SRH/MPOG analisa o processo, publica a Portaria de exercício provisório no D.O.U. e devolve o processo à CGRH/MJ. A CGRH/MJ restitui o processo à CGRH/DPRF. A CGRH/DPRF encaminha o processo à regional de origem, para conhecimento, ciência ao servidor. A regional de origem: • Recebe o processo; • Comunica ao servidor; • Apresenta, através de ofício (onde deverão ser informadas as atribuições do cargo e Plano de cargos e salários); • Registra no SIAPE/SIAPECAD; • Arquiva cópia da Portaria de Exercício Provisório na pasta funcional do servidor; • Controla, mensalmente, o registro da frequência do servidor; • Mantém o processo em arquivo próprio até o retorno do servidor ao DPRF. 5. FUNDAMENTO LEGAL: Art. 84, § 2º, da Lei nº 8.112/90, com a redação dada pela Lei nº 9.527/97. 6. PROCEDIMENTOS PARA LANÇAMENTO NO SIAPE: 6.1. EXERCÍCIO PROVISÓRIO: 1º passo: >CDATAFAST (atualiza afastamento); OCORRÊNCIA DE AFASTAMENTO GRUPO / OCORRÊNCIA: 02 / 102 – Retorno a Origem DATA INÍCIO: informar data do início do exercício provisório DATA TÉRMINO: informar data do término do exercício provisório DIPLOMA LEGAL CÓDIGO: teclar <PF1> e escolher o código correspondente ao DL NÚMERO: informar número do DL PUBLICAÇÃO: informar data de publicação do DL Estatuto dos Servidores Públicos aplicado à PRF Voltar ao Sumário 30 6.2. TÉRMINO DE EXERCÍCIO PROVISÓRIO: 1º passo: >CDEXCADAST (atualiza exclusão do cadastro); OCORRÊNCIA DE AFASTAMENTO GRUPO / OCORRÊNCIA: 03 / 00160 EXERCÍCIO PROVISÓRIO-Art. 84 DATA OCORRÊNCIA: informar data do término do exercício provisório DIPLOMA LEGAL CÓDIGO: teclar <PF1> e escolher o código correspondente ao DL NÚMERO: informar número do DL PUBLICAÇÃO: informar data de publicação do DL Estatuto dos Servidores Públicos aplicado à PRF Voltar ao Sumário 31 NOMEAÇÃO E POSSE DE CARGO EM COMISSÃO COM VÍNCULO 1. CONCEITO: Nomeação e Posse de cargo em comissão com Vínculo é o ato formal de nomeação, em cargo comissionado ou função de confiança, de servidor ocupante de cargo público efetivo. 2. OCORRÊNCIA: Publicação, no Diário Oficial da União, da Portaria de Nomeação do servidor. 3. INFORMAÇÕES GERAIS: A nomeação só poderá acontecer quando existir vaga em cargo comissionado ou função de confiança. Se o servidor indicado para cargo em comissão pertencer a quadro de pessoal de outra Instituição, deverá ser providenciada sua cessão, antes da nomeação. O servidor não poderá exercer mais de um cargo em comissão, exceto quando nomeado para ter exercício interinamente em outro cargo de confiança, sem prejuízo das atribuições do que atualmente ocupa, ou como substituto eventual, devidamente designado, hipóteses em que deverá optar pela remuneração de um deles durante o período da interinidade ou de substituição. O servidor ocupante de cargo efetivo investido em cargo em comissão deverá preencher o termo de opção por uma das remunerações. É vedada a exoneração arbitrária ou sem justa causa da servidora gestante, ocupante do cargo em comissão, desde a confirmação da gravidez até cinco meses após o parto. O servidor nomeado para o exercício de cargo em comissão deverá apresentar termo autorizando consulta por meio eletrônico das declarações anuais do Imposto de Renda de Pessoa Física – IRPF ou a Declaração de IRPF com o respectivo recibo de entrega à Receita Federal, ou ainda, formulário próprio de declaração de bens. 4. INSTRUÇÃO PROCESSUAL: Não há necessidade de autuar processo referente à nomeação de servidor para o exercício de cargo em comissão. A Portaria é publicada no Diário Oficial da União pela Secretaria Executiva do Ministério da Justiça e, posteriormente, é encaminhada a este Órgão. Estatuto dos Servidores Públicos aplicado à PRF Voltar ao Sumário 32 O Coordenador-Geral de Recursos Humanos – CGRH/DPRF, juntamente com o Diretor-Geral – DG/DPRF, empossa o servidor no cargo em comissão para o qual foi nomeado, momento em que solicita ao servidor: • A juntada de declarações, documentos e formulários cadastrais obrigatórios,devidamente preenchidos; • A apresentação do Termo de Opção de acesso à Declaração de Bens do servidor por meio eletrônico ou a entrega da cópia da Declaração de Imposto de Renda, com o comprovante da entrega à Receita Federal. • Apresentar Termo de Opção, devidamente preenchido e assinado, por uma das remunerações previstas em Lei; • Apresentar Declaração de Não Acumulação de Cargos, ou Declaração de Acumulação Lícita de Cargos, devidamente preenchida e assinada; • Lançamento das informações cadastrais nos Módulos SIAPE/SIAPECAD, SISAC e SRH; • Ajustes financeiros. 4.1. FORMULÁRIOS: • Declaração de Não Acumulação de Cargos ou Declaração de Acumulação Lícita de Cargos; • Termo de Opção por Remuneração; • Formulário de Opção de Acesso a Declaração de Bens do servidor por meio eletrônico. 5. FUNDAMENTO LEGAL: • Art. 37, II da C.F./88; • Artigos 9º, II; 13, 15, § 4º, 119 da Lei nº 8.112, de 11/12/90, com redação dada pela Lei nº 9.527, de 10/12/97; • Lei nº 11.526, de 04/10/07; • Portaria Interministerial MP/CGU nº 298, de 06/09/07. 6. PROCEDIMENTOS PARA LANÇAMENTO NO SIAPE: 6.1. NOMEAÇÃO E POSSE DE CARGO EM COMISSÃO COM VÍNCULO: 1º passo: >CANOPFUDIR ( nomeação / designação de função / contratação direta); Estatuto dos Servidores Públicos aplicado à PRF Voltar ao Sumário 33 1ª TELA DOCUMENTO LEGAL NÚMERO DO DL: UORG: ANO: TIPO: DE NOMEAC/DESIG TECLE <PF2> para incluir o DL 2ª TELA INFORME OS CAMPOS ABAIXO PARA CONSULTAR OU INCLUIR DOCUMENTO LEGAL DL INTERNO: UORG: informe a UORG da regional ANO: ano do DL NÚMERO: nº do DL TIPO: 02 ASSUNTO: 061 PROVIMENTO EMISSÃO: data da emissão do DL VIGÊNCIA: data da vigência do DL PUBLICAÇÃO: data da publicação do DL TECLE <PF4> inclui DL TECLE <PF3> atualiza e sai TECLE <PF12=CANCELA> TECLE <ENTER> 3ª TELA CPF DO SERVIDOR: digite o CPF do servidor ou tecle PF1 e digite a matrícula SIAPE. (*)Após este passo o sistema recuperará a as informações cadastrais . DENOMINAÇÃO: COD.FUNÇÃO/C.COMISS: TIPO DE PROVIMENTO: UORG EXERCÍCIO: DATA NOMEAC/DESIG.: LIMITE PARA POSSE: LIMITE PARA EXERCIC: tecle PF1 ou digite o código da Função, conforme detalhado abaixo tecle PF1 e selecione a função (FGR, DAS etc...) T (T-TITULAR S-SUBSTITUTO R-RESPONSÁVEL) tecle PF1 e selecione a UORG onde será exercida a função informe a data de vigência da Portaria TECLE <ENTER> Escolher Tipo Opção: Teclar F1 *** S I P E - A J U D A *** --------------------------------- Indica o tipo de opção de remuneração do servidor no exercício da função/c.comissão/cne Informe: Ativos “C” C- Opção pelo cargo e parte da função/c.comissão/cne Aposentados “F” F -opção pela função/c.comissão / cne integral TECLE <ENTER> e confirme a designação TABELA DE DENOMINÇÃO DE FUNÇÃO/CNE CÓDIGO DE DENOMINAÇÃO COD.FUNÇÃO/C.COMISS 0171 SUPERINTENDENTE REGIONAL DAS-1013 - SUPERINTENDENTE REGIONAL 0112 CHEFE DE DISTRITO ROD/FEDERAL DAS-1011 - CHEFE DE DISTRITO ROD/FEDERAL 0041 CHEFE DE SEÇÃO FGR-1 CHEFE DE SEÇÃO 0059 CHEFE DE DELEGACIA FGR-2 CHEFE DE DELEGACIA 0061 CHEFE DE NÚCLEO FGR-3 CHEFE DE NÚCLEO Estatuto dos Servidores Públicos aplicado à PRF Voltar ao Sumário 34 NOMEAÇÃO E POSSE DE CARGO EM COMISSÃO SEM VÍNCULO 1. CONCEITO: Nomeação e Posse de cargo em comissão sem Vínculo é o ato formal de nomeação, em cargo comissionado ou função de confiança, de pessoa sem vínculo efetivo com a Administração Pública. 2. OCORRÊNCIA: Publicação, no Diário Oficial da União, da Portaria de Nomeação da pessoa indicada. 3. INFORMAÇÕES GERAIS: A pessoa indicada deverá: • Ter nacionalidade brasileira; • Estar em gozo dos direitos políticos; • Ter quitação das obrigações militares e eleitorais; • Ter nível de escolaridade exigido para o exercício do cargo; • Ter idade mínima de dezoito anos; • Possuir aptidão física e mental. O ocupante de cargo em comissão, sem vínculo efetivo com o Serviço Público Federal, vincula-se ao Regime Geral da Previdência Social, tendo direito somente a assistência à saúde pelo Plano de Seguridade Social do Servidor e aos benefícios constitucionais garantidos aos trabalhadores em geral. O ocupante de cargo em comissão ou função de confiança é submetido à regime de integral dedicação ao serviço, podendo ser convocado sempre que houver interesse da Administração. É vedada a exoneração arbitrária ou sem justa causa da servidora gestante, ocupante do cargo em comissão, desde a confirmação da gravidez até cinco meses após o parto. O servidor ocupante de cargo em comissão, sem vínculo efetivo, também, deverá apresentar o Termo, devidamente preenchido e assinado, autorizando a consulta, por meio eletrônico, das Declarações anuais do IRPF ou a Declaração de IRPF, com o respectivo recibo de entrega à Receita Federal, ou ainda, o formulário próprio de declaração de bens. Estatuto dos Servidores Públicos aplicado à PRF Voltar ao Sumário 35 4. INSTRUÇÃO PROCESSUAL: Não há necessidade de autuar processo para a nomeação de pessoa indicada para o exercício de cargo em comissão. A Portaria é publicada no Diário Oficial da União pela Secretaria Executiva do Ministério da Justiça e, posteriormente, é encaminhada a este Órgão. O Coordenador-Geral de Recursos Humanos – CGRH/DPRF, juntamente com o Diretor-Geral – DG/DPRF, empossa o servidor no cargo em comissão para o qual foi nomeado, momento em que solicita ao servidor: • A Juntada de declarações, documentos e formulários cadastrais obrigatórios, devidamente preenchidos; • A apresentação do termo de opção de acesso à Declaração de Bens do servidor por meio eletrônico ou a entrega da cópia da declaração de imposto de renda, com o comprovante da entrega à Receita Federal. • Apresentar Termo de opção, devidamente preenchido e assinado, por uma das remunerações previstas em Lei; • Apresentar Declaração de Não Acumulação de Cargos, ou Declaração de Acumulação Lícita de Cargos, devidamente preenchida e assinada; • Lançamento das informações cadastrais nos Módulos SIAPE/SIAPECAD, SISAC e SRH; • Ajustes financeiros. 4.1 RELAÇÃO DE DOCUMENTOS PARA INGRESSO NO CARGO: • Carteira de identidade (original e cópia); • Título de Eleitor e comprovante de votação na última eleição (original e cópia); • Certificado de reservista (original e cópia); • Cadastro de Pessoa Física - CPF (original e cópia); • Cartão de PIS/PASEP (original e cópia), se não houver, solicitar a inclusão no programa PIS/PASEP; • Certidão de nascimento ou casamento (original e cópia); • Certidão de Nascimento de filhos menores de 24 anos (original e cópia); • Carteira de Motorista (original e cópia); • Comprovante de endereço (original e cópia); • Comprovante de escolaridade (original e cópia); • Comprovante do 1º emprego (original e cópia), se houver; • Registro no Conselho competente, se for o caso, somente para servidores administrativos; • Comprovante de domicílio bancário, onde conste número do banco, agência bancária e conta corrente; • Para pessoas que possuem outro emprego público (federal, estadual ou municipal) devem apresentar declaração de não acumulação ilegal de cargos Estatuto dos Servidores Públicos aplicado à PRF Voltar ao Sumário 36 públicos; • Declaração de bens ou cópia da última declaração de imposto de renda com o comprovante da entrega à Receita Federal ou preenchimento de formulário autorizando consulta por meio eletrônico das declarações anuais do IRRF; • 02 (duas) fotos noformato 3x4 recente. 4.2. FORMULÁRIOS: • Cadastro; • Inclusão de Dependentes; • Solicitação de Auxílio-Transporte; • Solicitação de Auxílio Alimentação; • Solicitação de Auxílio Pré-Escolar; • Declaração de União Estável; • Declaração de Dependência Econômica; • Formulário de declaração de bens; • Formulário de Opção de Acesso a Declaração de Bens do servidor por meio eletrônico. 5. FUNDAMENTO LEGAL: • Art. 37, II da C.F./88; • Artigos 9º, II; 13, 15, § 4º, da Lei nº 8.112, de 11/12/90, com redação dada pela Lei nº 9.527, de 10/12/97; • Lei nº 11.526, de 04/10/07; • Portaria Interministerial MP/CGU nº 298, de 06/09/07. 6. PROCEDIMENTOS PARA LANÇAMENTO NO SIAPE: 6.1. NOMEAÇÃO E POSSE DE CARGO EM COMISSÃO SEM VÍNCULO: 1º passo: >CANOPFUDIR ( nomeação / designação de função / contratação direta); 1ª TELA DOCUMENTO LEGAL NÚMERO DO DL: UORG: ANO: TIPO: DE NOMEAC/DESIG TECLE <PF2> para incluir o DL 2ª TELA INFORME OS CAMPOS ABAIXO PARA CONSULTAR OU INCLUIR DOCUMENTO LEGAL DL INTERNO: UORG: informe a UORG da regional ANO: ano do DL NÚMERO: nº do DL TIPO: 02 ASSUNTO: 061 PROVIMENTO EMISSÃO: data da emissão do DL VIGÊNCIA: data da vigência do DL PUBLICAÇÃO: data da publicação do DL TECLE <PF4> inclui DL TECLE <PF3> atualiza e sai TECLE <PF12=CANCELA> TECLE <ENTER> 3ª TELA Estatuto dos Servidores Públicos aplicado à PRF Voltar ao Sumário 37 CPF DO SERVIDOR: digite o CPF do servidor designado TECLE <ENTER> NOME: SEXO: DATA DE NASCIMENTO: GRUPO SANGUINEO: NOME DO PAI: NOME DA MAE: CIDADE NASCIM: UF: ESCOLARIDADE: ESTADO CIVIL: COR/ORIGEM ETNICA: NECESSIDADES ESPECIAIS: QTDE DEPENDENTES ECONOMICAMENTE: SIT.NACIONALIDADE: Campo obrigatório Campo obrigatório Campo obrigatório Campo obrigatório Campo obrigatório Campo obrigatório Campo obrigatório Campo obrigatório TECLE <PF1> e escolha a opção desejada TECLE <PF1> e escolha a opção desejada TECLE <PF1> e escolha a opção desejada 00 1 Brasileiro Nato TECLE <ENTER> OU PF8 PARA AVANCAR PARA A PROXIMA TELA 4ª TELA IDENTIDADE: NÚMERO: Campo obrigatório ÓRGAO EXPEDIDOR: Campo obrigatório UF: Campo obrigatório DATA EXPEDIÇÃO: Campo obrigatório TIT.ELEITORAL: NÚMERO: Campo obrigatório UF: Campo obrigatório ZONA: Campo obrigatório SEÇÃO: Campo obrigatório DATA DE EMISSÃO: Campo obrigatório COMP.MILITAR: NÚMERO: Campo obrigatório para homens ÓRGÃO DE EXPEDIÇÃO: SÉRIE: CART.TRABALHO: NÚMERO: SÉRIE: UF: CART.MOTORISTA: NÚMERO: REGISTRO: UF: EXPEDIÇÃO: CATEGORIA: PRIMEIRA HABILITAÇÃO: VALIDADE: PIS/PASEP: NÚMERO: Campo obrigatório PASSAPORTE: NÚMERO: DATA DO PRIMEIRO EMPREGO: TECLE <ENTER> OU PF8 PARA AVANCAR PARA A PROXIMA TELA 5ª TELA LOGRADOURO: COMPLEMENTO: MUNICIPIO: Campo obrigatório Campo obrigatório Campo obrigatório NÚMERO: BAIRRO: UF: Campo obrigatório Campo obrigatório Campo obrigatório PAÍS: 024 CEP: Campo obrigatório CX POSTAL : TELEFONE: DDD: FONE: Campo obrigatório RAMAL: FAX: DDD: FONE: END. ELETRÔNICO: Campo obrigatório TECLE <ENTER> OU PF8 PARA AVANCAR PARA A PROXIMA TELA 6ª TELA DADOS BANCARIOS PARA DEPÓSITO DO PAGAMENTO Estatuto dos Servidores Públicos aplicado à PRF Voltar ao Sumário 38 TIPO CONTA: BANCO/AGENCIA: TECLE <PF1> e selecione o tipo de conta TECLE <PF1> e selecione o banco e a agência NÚMERO DA C/C : digitar o nº da conta ou conta judicial. OBS CONTA JUD. : TECLE <ENTER> OU PF8 PARA AVANCAR PARA A PROXIMA TELA 7ª TELA CONTA CORRENTE PARA DEPOSITO DO FGTS BANCO: AGENCIA: NÚMERO DA CONTA: DATA DE OPÇÃO FGTS: Não preencher Não preencher Não preencher Não preencher TECLE <ENTER> OU PF8 PARA AVANCAR PARA A PROXIMA TELA 8ª TELA CONTA CORRENTE PARA DEPOSITO DO PAGAMENTO TIPO CONTA: BANCO: AGENCIA: NÚMERO DA CONTA: CONTA JUDICIAL: OBS CONTA JUD.: informação recuperada automaticamente informação recuperada automaticamente informação recuperada automaticamente informação recuperada automaticamente TECLE <ENTER> CONFIRMA INCLUSÃO ? S ( S-SIM N-NÃO A-ALTERA ) TECLE <PF12=CANCELA> 9ª TELA CPF DO SERVIDOR: digite o CPF do servidor designado DENOMINAÇÃO: COD.FUNÇÃO/C.COMISS: TIPO DE PROVIMENTO: UORG EXERCÍCIO: DATA NOMEAC/DESIG.: LIMITE PARA POSSE: LIMITE PARA EXERCIC: tecle PF1 ou digite o código da Função, conforme detalhado abaixo tecle PF1 e selecione a função (FGR, DAS etc...) T (T-TITULAR S-SUBSTITUTO R-RESPONSÁVEL) tecle PF1 e selecione a UORG onde será exercida a função informe a data de vigência da Portaria TECLE <ENTER> Escolher Tipo Opção : Teclar F1 *** S I P E - A J U D A *** --------------------------------- Indica o tipo de opção de remuneração do servidor no exercício da função/c.comissão/cne. Informe: Ativos “C” função/c.comissão/cne Aposentados “F” F -opção pela função/c.comissão / cne integral TECLE <ENTER> e confirme a designação 6.2. EXONERAÇÃO DE CARGO EM COMISSÃO SEM VÍNCULO: 1º passo: >CAVADIRFEX (vacância direta função / cargo comissionado DL. Externo); Estatuto dos Servidores Públicos aplicado à PRF Voltar ao Sumário 39 1ª TELA MATRÍCULA : tecle F1 e informe o nome ou matrícula do servidor TECLE <ENTER> DENOMINAÇÃO: FUNÇÃO/C.COMISS: TIPO DE PROVIMENTO: UORG EXERCÍCIO : NOMEAC/DESIGNAC: POSSE: EXERCÍCIO: DL DA VACÂNCIA: DATA DE ENCERRAMENTO: FORMA DE SAÍDA: informe o nº, a data de vigência e a publicação do DL informe a data de vigência e a publicação do DL tecle <PF1> e escolha o código desejado: 037 DISPENSA DA FUNÇÃO/CARGO COMISSÃO/CNE 038 EXONERAÇÃO DE OFICIO C.COMISSÃO 056 DESTITUIÇÃO CARGO COMISSÃO C/ IMPEDIMENTO 057 EXONERAÇÃO A PEDIDO DE FUNÇÃO/C.COMISSÃO TECLE <ENTER> e confirme a dispensa Estatuto dos Servidores Públicos aplicado à PRF Voltar ao Sumário 40 NOMEAÇÃO PARA CARGO EFETIVO 1. CONCEITO: Nomeação para Cargo Efetivo é a forma de provimento em cargo público efetivo permanente. 2. OCORRÊNCIA: Publicação, no Diário Oficial da União, da Portaria de Nomeação dos candidatos aprovados no concurso público. 3. INFORMAÇÕES GERAIS: Para nomeação, deverá ser obedecida rigorosamente a ordem de classificação no concurso público. A nomeação só poderá acontecer quando houver cargo vago. As nomeações só podem ser efetuadas dentro do prazo de validade do concurso. Durante o período eleitoral deverão ser observados as limitações e prazos prescritos no Art. 73, da Lei nº 9.504/97. No quadro do DPRF, a nomeação é feita por meio de ato administrativo do Diretor-Geral, devidamente publicado no Diário Oficial da União – D.O.U.. A investidura no cargo de Policial Rodoviário Federal dar-se-á no padrão único da classe de Agente, onde o titular permanecerá por pelo menos 3 (três) anos ou até obter o direito à promoção à classe subsequente. 4. INSTRUÇÃO PROCESSUAL: • Edital de Homologação do resultado do concurso público publicado no D.O.U.; • Portaria de Nomeação dos candidatos aprovados no concurso público, publicada no D.O.U.; • Juntada dos formulários cadastrais e de auxílios devidamente preenchidos pelo candidato, recolhimento dos documentos necessários para o ingresso no cargo e lançamento das informações cadastrais no Módulo SIAPE/SIAPECAD,SISAC e SRH; • Recolher termo autorizando consulta por meio eletrônico das Declarações anuais do IRPF ou apresentação da Declaração de IRPF, com o respectivo recibo de entrega à Receita Federal, ou ainda, formulário próprio de declaração de bens; Estatuto dos Servidores Públicos aplicado à PRF Voltar ao Sumário 41 • Assinatura do Termo de Posse e de Exercício ou Termo de Posse e Termo de Exercício, conforme o caso; • Abertura de Pasta Funcional; • Inclusão na Folha de Pagamento e demais ajustes financeiros. 4.1. RELAÇÃO DE DOCUMENTOS A SEREM APRESENTADOS PARA INGRESSO NO CARGO (original e cópia): • Carteira de identidade; • Título de Eleitor e comprovante de votação na última eleição; • Certificado de reservista ou Certificado de Dispensa de Incorporação – CDI, quando o candidato for do sexo masculino; • Cadastro de Pessoa Física – CPF; • Cartão de PIS/PASEP, se não houver, solicitar a inclusão no programa PIS/PASEP; • Certidão de nascimento ou casamento; • Certidão de nascimento de filhos menores de 24 anos; • Carteira Nacional de Habilitação – CNH, se for o caso; • Comprovante de endereço; • Comprovante de escolaridade; • Comprovante do 1º emprego, se houver; • Registro no Conselho competente, se for o caso, somente para servidores administrativos; • Comprovante de domicílio bancário, onde conste número do banco, agência bancária e conta corrente; • Declaração de não acumulação ilegal de cargos públicos independente da esfera (Federal, Estadual, Distrital ou Municipal); • Declaração de bens ou cópia da última Declaração de IRPF com o comprovante da entrega à Receita Federal ou preenchimento de formulário autorizando consulta por meio eletrônico das Declarações anuais do IRPF; • 02 (duas) fotos no formato 2,5 x 3, com fundo branco e, caso seja para o cargo de PRF, o servidor deve estar uniformizado; • Exame de indicação de tipagem sanguínea. 4.2. FORMULÁRIOS: Os formulários a seguir relacionados deverão ser devidamente preenchidos, datados e assinados pelo servidor: • Cadastro; • Inclusão de Dependentes (se houver); • Solicitação de Auxílio Transporte (se o servidor desejar); • Solicitação de Auxílio Alimentação; • Solicitação de Auxílio Pré-Escolar (se houver dependente com menos de 6 (seis) anos); • Declaração de União Estável (se for o caso); • Declaração de Dependência Econômica; Estatuto dos Servidores Públicos aplicado à PRF Voltar ao Sumário 42 • Declaração de Não Acumulação de Cargos ou Declaração de Acumulação Lícita de Cargos; • Formulário de Opção de Acesso a Declaração de Bens do servidor por meio eletrônico. 5. FUNDAMENTO LEGAL: • Artigos 5º, 6º, 7º, 8º, 9º, 10, 13, 14 e 15 da Lei nº 8.112, de 11/12/90; • Artigo 58 da Lei nº 11.784, de 22/09/08; • Portaria nº 2.343 de 20/07/94; • Ofício-Circular SRH/MPOG nº 03, de 01/02/02; • Portaria Interministerial MP/CGU nº 298, de 06/09/07. 6. PROCEDIMENTOS PARA LANÇAMENTO NO SIAPE: Ver módulo EXERCÍCIO. Estatuto dos Servidores Públicos aplicado à PRF Voltar ao Sumário 43 POSSE 1. CONCEITO: Posse é o ato de investidura em cargo público, de caráter efetivo ou em comissão, da pessoa nomeada para tal fim. É o momento em que o servidor aceita as atribuições do cargo que passa a ocupar a partir de então. 2. OCORRÊNCIA: Apresentação do servidor para assinatura do respectivo Termo. 3. INFORMAÇÕES GERAIS: O candidato a ser empossado deverá ser comunicado, mediante edital, que a posse ocorrerá no prazo improrrogável de 30 (trinta) dias, contados da publicação da Portaria de Nomeação no Diário Oficial da União, e que será tornado sem efeito o ato de provimento se a posse não ocorrer no prazo legal estabelecido. O prazo para a posse será contado da data do término da licença ou do afastamento legal, quando o provimento de cargo efetivo se referir a pessoa já detentora da condição de servidor, ocupante de cargo efetivo, que se encontrar nessa situação. O prazo para posse será contado em dias corridos, excluindo-se o dia do começo e incluindo-se o do vencimento, ficando prorrogado para o primeiro dia útil seguinte quando vencido em dia que não haja expediente. A posse dar-se-á pela assinatura do respectivo termo, no qual deverão constar as atribuições, os deveres, as responsabilidades, e os direitos inerentes ao cargo ocupado, que não poderão ser alterados unilateralmente por qualquer das partes, ressalvados os atos de ofício previstos em Lei. A posse poderá ser dada mediante procuração pública específica. A posse em cargo público dependerá de prévia inspeção médica realizada pela unidade de Assistência ao Servidor. A validade deste procedimento, que é feito antes do curso de formação, não poderá exceder 180 (cento e oitenta) dias. Só poderá ser empossado aquele que for julgado apto, física e mentalmente, para o exercício do cargo. No ato da posse, o servidor apresentará declaração de bens e valores que constituem seu patrimônio e declaração quanto ao exercício ou não de outro cargo, emprego ou função pública. Quando a posse e o exercício do servidor ocorrerem na mesma data, deverá ser registrado um único termo. Estatuto dos Servidores Públicos aplicado à PRF Voltar ao Sumário 44 Caso a posse e o exercício ocorram em datas diferentes, deverá ser feito um termo específico para cada ocorrência. Os termos de posse e de exercício deverão ser arquivados na pasta funcional do servidor. Modelos de termos: • De Posse e Exercício; • De Posse; • De Posse por Procuração; • De Exercício. A posse e o exercício ficam condicionados à apresentação dos seguintes documentos (original e cópia): • Carteira de identidade; • Certificado de reservista; • Certidão de nascimento ou casamento; • Certidão de nascimento de filhos menores de 24 anos; • Comprovante de endereço; • Comprovante do primeiro emprego, se houver; • Cadastro de Pessoa Física – CPF; • Título eleitoral com o último comprovante de votação nos dois turnos, se for o caso; • Comprovante do PIS ou PASEP; • Comprovante de escolaridade conforme exigido no edital de abertura do concurso público; • Registro no órgão de classe, para cargos técnicos; • Declaração de bens e valores que integram o patrimônio do servidor, bem como o do cônjuge, companheiro, filhos ou outras pessoas que estejam sob a sua dependência econômica • Declaração de acumulação de cargos, empregos e funções, com horário especificado, para pessoas que possuam outro emprego público (autarquias, fundações públicas, empresas públicas, sociedades de economia mista da União, do Distrito Federal, dos Estados, dos Territórios e dos Municípios); Estatuto dos Servidores Públicos aplicado à PRF Voltar ao Sumário 45 • Comprovante de conta corrente bancária, em qualquer agência dos Bancos com sede no País; • Declaração de que não acumula cargo ou emprego público. 4. DA INSTRUÇÃO PROCESSUAL: Não há necessidade da abertura de processo para a posse de servidores. Os documentos listados deverão compor a pasta funcional do novo servidor. 5. FUNDAMENTO LEGAL: • Artigos 6º, 7º, 13, 14 e 238 da Lei nº 8.112, de 11/12/90, alterado pela Lei nº 9.527/97; • Decreto nº 978, de 10/11/93; • Artigo 13 da Lei nº 8.429/92; • Portaria nº 3.198, de 30/10/98. 6. PROCEDIMENTOS PARA LANÇAMENTO NO SIAPE: Não há lançamentos no SIAPE. Estatuto dos Servidores Públicos aplicado à PRF Voltar ao Sumário 46 PROMOÇÃO / PROGRESSÃO 1. CONCEITO: Progressão é a mudança do servidor da referência em que se encontra para a imediatamente superior. Quando a mudança ocorrer dentro da mesma classe, denomina-se Progressão Horizontal e quando implicar mudança de classe, denomina-se Progressão Vertical (Promoção).2. OCORRÊNCIA: Publicação do Ato de Homologação da Promoção / Progressão no Boletim de Serviço – B.S.. 3. INFORMAÇÕES GERAIS: A progressão horizontal ocorrerá sempre a partir da ultima data em que o servidor progrediu, sendo 12 (doze) meses, se avaliado com conceito 1, ou 18 (dezoito) meses, se avaliado com conceito 2. Para progressão vertical o interstício será de 12 (doze) meses. Dependendo da conceituação (conceito 1 ou 2) a progressão ocorrerá ou em 1º de setembro ou em 1º de março. A progressão horizontal decorrerá da avaliação de desempenho do servidor, expressa em conceitos que determinarão o interstício a ser cumprido pelo mesmo, e pode ser: • Por mérito: 50% (cinquenta por cento) dos servidores recebem progressão no conceito 1 (doze meses); • Por antiguidade: Os outros 50% (cinquenta por cento), recebem a progressão no conceito 2 (dezoito meses). Para progredir, os servidores devem ser avaliados a cada interstício, onde interstício é o período de tempo exigido para a obtenção da progressão horizontal ou vertical compreendido entre o dia 1º de julho até o dia 30 de junho do ano seguinte. A avaliação representará o desempenho do servidor no período de 12 (doze) meses e será feita até 15 de agosto, onde o desempenho funcional será apurado pelo chefe imediato e ponderado de acordo com os critérios de: • Qualidade e quantidade do trabalho; • Iniciativa e cooperação; • Assiduidade e urbanidade; Estatuto dos Servidores Públicos aplicado à PRF Voltar ao Sumário 47 • Pontualidade e disciplina. Em julho de cada ano, todos os servidores devem ser avaliados, exceto: • Os servidores concorrentes à progressão vertical; • Os servidores nomeados após o primeiro dia do mês de julho. Nesses casos, os servidores serão avaliados somente na 2ª avaliação que se verificar após a data de entrada em exercício; • Os servidores afastados pelos motivos de licença com perda de vencimentos, suspensão disciplinar ou preventiva, prisão administrativa ou decorrente de decisão judicial, licença para tratamento de saúde igual ou superior a 180 dias. Nesses casos, os servidores perdem o interstício, recomeçando a contagem do tempo de serviço para fins de progressão funcional no primeiro dia de julho após o retorno à atividade; • Aos servidores que no primeiro dia do mês de julho estiverem afastados do exercício do cargo por período igual ou superior a seis meses, por motivos não relacionados no item anterior será atribuído, automaticamente, o conceito 2; • Aos servidores afastados do cargo para o exercício de mandato eletivo federal, estadual ou municipal. Nesses casos, atribuir-se-á, automaticamente, o conceito 2; • Aos servidores que no interstício tenham exercido função gratificada – FG ou cargo em comissão – DAS, titular ou substituto, por mais de 180 (cento e oitenta) dias, será atribuído, automaticamente, o conceito 1; • Aos servidores que exerçam função gratificada – FG ou cargo em comissão – DAS, titular ou substituto, será atribuído, automaticamente, o conceito 1; • Aos servidores cedidos será atribuído, automaticamente, o conceito 1. Os servidores ocupantes do cargo de Policial Rodoviário Federal no padrão único da classe inicial de Agente permanecerão por pelo menos 3 (três) anos até obterem o direito à promoção à primeira referência (classe/padrão) da classe subsequente (Agente Operacional), automaticamente. As avaliações para progressão deverão ser realizadas até o dia 15 de agosto. O ato de homologação de progressão deverá ser publicado no B. S. até o dia 10 do mês de setembro de cada ano. A vigência (efeitos financeiros) das progressões são: 1º de setembro ou 1º de março, conforme o caso. No âmbito deste Departamento, a competência para a prática dos atos de Estatuto dos Servidores Públicos aplicado à PRF Voltar ao Sumário 48 concessão de progressão é do Diretor-Geral, subdelegada ao Coordenador-Geral de Recursos Humanos. 4. INSTRUÇÃO PROCESSUAL: A progressão funcional no DPRF é feita por meio informatizado, portanto, somente nos casos de revisão de progressão funcional deverá ser autuado processo próprio. 4.1. REVISÃO DE PROGRESSÃO FUNCIONAL: 1. Requerimento do servidor: 1.1. Requerendo revisão de toda a progressão funcional: - anexar cópia de todas as Fichas de Avaliação de Desempenho – FADs. - anexar cópia de todas as Portarias de concessão. - anexar a evolução da classe/padrão do servidor no sistema SIAPE (rotina CDCOINDFUN - opção cargo/emprego), emitindo a tela sempre que houver alteração da referencia do servidor. Observação.: Se o servidor for da Turma de 94, deverá ser anexada a Portaria de concessão de progressão em virtude do Mandado de Segurança específico, verificando até que interstício ela abrangeu. Nesse caso, deverão ser anexadas cópias apenas das FADs e da evolução funcional posteriores ao interstício a que se refere o Mandado de Segurança. 1.2. Requerendo revisão de avaliação, alegando como base o artigo 16 do Decreto 84.669/80: “A investidura no cargo de Policial Rodoviário Federal dar-se- á no padrão único da classe de Agente, onde o titular permanecerá por pelo menos 3 (três) anos ou até obter o direito à promoção à classe subsequente”. - anexar a documentação referenciada no item 1 específica ao período avaliatório questionado; - anexar cópia das Portarias de lotação do servidor; - anexar cópia das frequências do servidor no período; - anexar cópia das Portarias de designação e/ou dispensas das chefias imediatas a que esteve subordinado á época. 1.3. Requerendo revisão por não concordar com os critérios da avaliação e/ou atribuição de notas: - anexar documentação referenciada no item 1 específica ao período avaliatório questionado; - anexar a manifestação da chefia imediata quanto as notas atribuídas ao servidor. 2. A área de Recursos Humanos da regional responsável pela análise processual, deverá emitir despacho competente sobre o assunto, quanto ao direito ou não do pleiteado pelo servidor (deferindo ou indeferindo); Estatuto dos Servidores Públicos aplicado à PRF Voltar ao Sumário 49 3. Deferindo: encaminhar o processo devidamente embasado à Divisão de Cadastro – DICAD/CGRH para providências; 4. Indeferindo: providenciar imediata ciência nos autos ao servidor; 5. Se o servidor solicitar reconsideração ou revisão do ato, encaminhar o processo devidamente instruído à DICAD/CGRH. A autuação dos documentos deverá seguir a ordem acima descrita. Compete ao Coordenador-Geral de Recursos Humanos conceder progressão funcional aos servidores do DPRF. 5. FUNDAMENTO LEGAL: • Lei nº 5.645, de 10/12/70; • Decreto nº 84.669, de 29/04/80; • Ofício SRH/MPOG nº 185, de 29/07/03. 6. PROCEDIMENTOS PARA LANÇAMENTO NO SIAPE: 6.1. PROMOÇÃO / PROGRESSÃO: 1º passo: Cadastrar o DL na transação >DPEDITADL (edita documento legal interno); 1ª TELA NÚMERO: informar nº da Portaria UORG: informar UORG da regional ANO: informar o ano TIPO: 02 PORTARIA TECLE <ENTER> 2ª TELA ASSUNTO : 71 PROGRESSÃO FUNCIONAL - MANUAL DATA EMISSÃO: informar a data da emissão da Portaria DATA VIGÊNCIA: informar a data da publicação da Portaria no B.S. DATA PUBLICAÇÃO: informar a data da publicação da Portaria no B.S. TECLE <ENTER> OBSERVAÇÕES : informar alguns dados (nº do B.S., etc.) TECLE <PF3> atualiza e sai 2º passo: >CAINPROGMA (inclui progressão funcional – manual); Estatuto dos Servidores Públicos aplicado à PRF Voltar ao Sumário 50 1ª TELA DL INTERNO NÚMERO DO DL: UORG: ANO: TIPO: (Informar os dados do DL INTERNO cadastrado acima) TECLE <ENTER> MATRÍCULA: teclar F1 e informar a matrícula SIAPE do servidor TECLE <ENTER> FORMA DE ENTRADA: 046PROGRESSÃO FUNCIONAL MANUAL DATA VIGÊNCIA : vigência da Portaria (1º de março ou 1º de setembro) TECLE <ENTER> NOVO POSICIONAMENTO - NÍVEL: NI - nível intermediário para PRF, servidores do quadro especial NS para nível superior, NI - nível intermediário e NA para nível auxiliar. CLASSE : consultar Portaria PADRÃO: consultar Portaria TECLE <ENTER> CONFIRMA PROGRESSÃO ? S ( S-SIM N-NÃO A-ALTERA ) Outras transações: >CACOPOSPRO - consulta progressão >CAALPROGM - altera/corrige progressão Observações: • Não finalizar o DL antes do lançamento de todos os servidores beneficiados pela Portaria de progressão. Entretanto, caso isto aconteça, deverá ser utilizada a transação >DPRBDL (reabre documento legal). • Para servidores aposentados utilizar a transação >CACRPROVAP (corrige proventos após erro), para alterar o campo posicionamento. • Para instituidores de pensão utilizar a transação >CDALPSINST (altera instituidor de pensão) • Depois de adotados os procedimentos, consultar a transação >CDCOINDFUN (dados individuais funcionais), para verificação dos lançamentos. Em caso de dúvida entrar em contato com a Divisão de Cadastro – DICAD/CGRH. Estatuto dos Servidores Públicos aplicado à PRF Voltar ao Sumário 51 READAPTAÇÃO 1. CONCEITO: Readaptação é a investidura do servidor em cargo de atribuições e responsabilidades mais compatíveis com a limitação que tenha sofrido em sua capacidade física e/ou mental, que dependerá sempre de inspeção médica. 2. OCORRÊNCIA: Publicação de Portaria no Diário Oficial da União 3. INFORMAÇÕES GERAIS: A Junta Médica Oficial deverá verificar preliminarmente se a limitação da capacidade física ou mental não obsta o desempenho de pelo menos 70% (setenta por cento) de parcela das atribuições pertinentes ao respectivo cargo. As limitações da capacidade serão consignadas em Laudo de Junta Médica Oficial. Na impossibilidade de readaptação por incapacidade para o Serviço Público, verificada em inspeção médica, o servidor será aposentado por invalidez. A readaptação não acarretará diminuição ou aumento salarial para o servidor, em atendimento ao princípio da irredutibilidade de vencimento. As condições para a readaptação são: • A limitação física e/ou mental do servidor deverá ser consignada em Laudo Médico emitido por Junta Médica Oficial; • Há de ser respeitada a escolaridade exigida para o exercício do novo cargo; • Deverá ser efetivada em cargo de atribuições correlatas; • As atribuições e responsabilidades do cargo devem ser compatíveis com a limitação do servidor readaptado; • Deverá ocorrer independentemente da existência de vaga, podendo o servidor ficar como excedente à lotação até o surgimento de vaga; • Deverá ser feita em cargo de mesmo nível, classe e padrão, que tenha a mesma carga horária do cargo anteriormente ocupado e equivalência de vencimentos; • A CGRH, ou as unidades de Recursos Humanos onde o servidor encontra-se lotado, acompanhará o desempenho do servidor no novo cargo, verificando Estatuto dos Servidores Públicos aplicado à PRF Voltar ao Sumário 52 sua adequação às atribuições; • Em se tratando de adaptação no mesmo cargo, não há que se falar em readaptação, e sim em simples restrição de atividades dentre as atribuições do referido cargo. 4. INSTRUÇÃO PROCESSUAL: • Relatório da chefia imediata que constatou a inaptidão do servidor com as atribuições do cargo e dificuldades apresentadas; • Registro de conhecimento do servidor; • Laudo do médico assistente do servidor, acompanhado de exames complementares que comprovem as limitações sofridas em sua capacidade física e/ou mental; • Realização de perícia médica, análise dos atestados médicos e exames complementares; • Emissão de Laudo Médico por Junta Médica Oficial, consignando a limitação física e/ou mental sofrida pelo servidor, indicando quais as atividades que o ele poderá exercer no âmbito do Órgão; • Envio de comunicado a unidade de Recursos Humanos com a conclusão de exame médico-pericial; • Dados funcionais do servidor, onde conste cargo, classe, padrão e unidade de lotação e exercício; • Apresentar informações básicas sobre: - Escolaridade exigida para o cargo que o servidor ocupa; - Atribuições do cargo que o servidor ocupa, discriminada por classe; - Carga horária legal do cargo que o servidor ocupa. • Envio a unidade de legislação de pessoal para apreciação e informação; • Retorno à unidade de Recursos Humanos para elaboração de minuta de Portaria, submetendo a autoridade competente para a homologação; • Publicação do Ato; • Lançamentos nos sistemas SIAPE/SIAPECAD e SRH; • Registro nos assentamentos funcionais do servidor; • Observar rotina de benefícios • Ciência do servidor e da chefia imediata; Estatuto dos Servidores Públicos aplicado à PRF Voltar ao Sumário 53 5. FUNDAMENTO LEGAL: • Art. 24 e 188 da Lei nº 8.112/90; • Lei nº 9.527, de 10/12/97; • Ofício-Circular nº 5, de 17/03/92; • Ofício-Circular nº 37, de 16/08/96; • Ofício-Circular nº 31, de 19/04/02. 6. PROCEDIMENTOS PARA LANÇAMENTO NO SIAPE: 6.1. READAPTAÇÃO: 1º passo: Cadastrar o DL na transação >DPINCLEXT (edita documento legal externo); 1ª TELA NÚMERO: informar nº da Portaria AUTORIDADE EXT. : 000021 Ministério da Justiça DATA DE EMISSÃO: informar a data de emissão da Portaria TIPO: 02 PORTARIA TECLE <ENTER> 2ª TELA ASSUNTO: 045 READAPTAÇÃO DATA PUBLICAÇÃO: informar a data de publicação da Portaria no D.O.U. DATA VIGÊNCIA: informar a data de publicação da Portaria no D.O.U. TECLE <ENTER> OBSERVAÇÕES: informar alguns dados (nº do D.O.U., seção, página, etc.) CONFIRMA INCLUSÃO? S ( S-SIM N-NÃO A-ALTERA ) 2º passo: >CAENEXCAPO (encerramento excepcional); 3º passo: >PEATPROVEX (provimento excepcional); 1ª TELA CPF DO SERVIDOR: DATA DE INÍCIO (NOMEAÇÃO): informar CPF do servidor informar data de exercício FORMA PROVIMENTO: 002 DATA DE POSSE: não informar DATA DE EXERCÍCIO: informar data de exercício CARGO: 911001 para PRF 437XXX para servidores administrativos TABELA: 912 437 ÓRGÃO DE ORIGEM: não preencher POSICIONAMENTO: NÍVEL: NA/NI/NS CLASSE: “X” PADRÃO: “X” VAGA: XXXXXXX Obs.: Digitar a mesma classe, nível ou padrão em que o servidor se encontrava antes do seu afastamento. JORNADA TRABALHO: 40 REGIME JURÍDICO: 02 RJU UORG DE LOTAÇÃO: UORG DE EXERCÍCIO: MATRÍCULA UTILIZADA: UORG onde o servidor será lotado UORG onde o servidor será lotado este campo será gerado automaticamente Estatuto dos Servidores Públicos aplicado à PRF Voltar ao Sumário 54 TECLE <ENTER> 2ª TELA DL EXTERNO NÚMERO DO DL: nº da Portaria AUTORIDADE: 021-Ministro ANO: TIPO: 02 (Portaria) TECLE <ENTER> CONFIRMA PROVIMENTO? S ( S-SIM N-NÃO A-ALTERA ) 4º passo: >CAIASERVID ( inclui / altera servidor); 5º passo: >CAATDADSIA (atualiza dados SIAPE da matrícula); INGRESSO NO ÓRGÃO DATA: Informar a data do exercício OCORRÊNCIA: Teclar F1 01128 - Readaptação, Art. 24 da Lei 8.112/90 DIPL.LEGAL: COD:Teclar F1 (04- Portaria) NR: da Portaria de nomeação DATA: data da publicação no D.O.U. INGRESSO NO SERV PUBL: DATA: Informar a data do exercício. Obs.: Caso o servidor tenha ocupado cargo público na vigência da Lei nº 8.112/90, também deverá ser informado, excluindo o tempo prestado aos estados, municípios e Distrito Federal. Essa atualização deverá ser feita com a averbação do tempo de servido anterior. Teclar F1(01116 REVERSÃO, Art.25 DA LEI 8.112/90) OCORRÊNCIA: Teclar F1 01128 - Readaptação, Art. 24 da Lei 8.112/90DIPL.LEGAL: COD:Teclar F1 (04-Portaria) NR: do DL DATA: data da publicação no D.O.U. OCUPAÇÃO NO CARGO ATUAL DATA: Estes campos ficam indisponíveis OCORRÊNCIA: DIPL.LEGAL: CÓD: NR: DATA: USA MÓDULO DEPENDENTE PARA IR/SF ? S NR DEPENDENTES – IMP.RENDA: SAL.FAMÍLIA: FÉRIAS ESPECIAIS: N GRATIFICAÇÃO DE DESEMPENHO (PONTOS): 0,00 TECLE <ENTER> CONFIRMA ALTERAÇÃO? S ( S-SIM N-NÃO A-ALTERA ) 6º passo: >CAEEINTGRS (executa integração do servidor); Estatuto dos Servidores Públicos aplicado à PRF Voltar ao Sumário 55 RECONDUÇÃO 1. CONCEITO: Recondução é o retorno, à atividade, do servidor estável ao cargo anteriormente ocupado, em decorrência de não aprovação em estágio probatório em outro cargo, desistência do cargo a que estava submetido a estágio probatório ou reintegração do servidor que ocupava o cargo anteriormente. 2. OCORRÊNCIA: Publicação da Portaria de Recondução no Diário Oficial da União. 3. INFORMAÇÕES GERAIS: A recondução não gera direito à indenização. No caso do cargo de origem já se encontrar provido, o servidor estável será aproveitado em outro cargo de atribuições e vencimentos compatíveis com o anteriormente ocupado. O servidor estável poderá ser reconduzido ao cargo inacumulável de que foi exonerado, a pedido, caso desista do estágio probatório a que está submetido. O instituto da recondução somente é aplicável à esfera de abrangência da Lei 8.112/90, que assegura esse direito somente aos servidores públicos civil da União, das autarquias e das fundações públicas federais, não alcançando ocupantes de cargos em outra esfera administrativa. 4. INSTRUÇÃO PROCESSUAL: • Requerimento do servidor contendo: - Cópia do documento emitido pelo órgão o qual o inabilitou, comprovando a reprovação no Estágio Probatório; ou - Cópia do pedido de desistência protocolado no órgão federal, comprovando a desistência do cargo durante o estágio probatório; • De ofício, em virtude da reintegração do ocupante anterior do cargo; • Envio a unidade de Recursos Humanos para análise e elaboração de minuta de Portaria, submetendo a autoridade competente; • Publicação do ato administrativo no D.O.U.; • Ciência e apresentação do servidor ao órgão, solicitando a documentação abaixo (original e cópia): - Carteira de identidade; - Título de eleitor e comprovante de votação na última eleição; Estatuto dos Servidores Públicos aplicado à PRF Voltar ao Sumário 56 - Certificado de reservista; - Cadastro de Pessoa Física – CPF; - Comprovante de PIS/PASEP; - Certidão de Nascimento ou Casamento; - Certidão de nascimento de filhos menores de 24 anos; - Comprovante de endereço; - Comprovante de escolaridade, conforme nível do cargo; - Comprovante do 1º emprego; - Registro no conselho competente, para os cargos de nível superior; - Comprovante de domicílio bancário, onde conste o Banco, agência e conta corrente; - 02 (duas) fotos 3x4, recentes; • Preencher os formulários: - Cadastro; - Inclusão de dependentes; - Solicitação de Auxílio-Transporte; - Solicitação de Auxílio Alimentação; - Solicitação de Auxílio Pré-Escolar; - Declaração de União Estável ou outro meio admitido em Lei; - Declaração de Dependência-Econômica; - Declaração de não acumulação de cargos ou Declaração de acumulação lícita de cargos; - Formulário de Opção de acesso a declaração de bens do servidor por meio eletrônico (Portaria Interministerial MP/CGU nº 298, de 06/09/2007); • Lançamento nos sistemas SIAPE/SIAPECAD e SRH; • Registro nos assentamentos funcionais; • Observar rotina de Benefícios e Frequência; • Inclui dados da recondução no SISAC/TCU; • Efetuar os acertos financeiros. 5. FUNDAMENTO LEGAL: • Artigos 29 e 30 da Lei 8.112, de 11/12/90; • Ofício COGLE/SRH/MPOG nº 366, de 19/11/01; • Ofício SRH/MPOG nº 44, de 01/07/02; • Ofício COGLE/SRH /MPOG nº 275, de 02/10/02; • Súmula AGU nº 16, de 19/06/02. 6. PROCEDIMENTOS PARA LANÇAMENTO NO SIAPE: 6.1. RECONDUÇÃO: 1º passo: >PEATPROVEX (provimento excepcional, efetiva reintegração no cargo); Estatuto dos Servidores Públicos aplicado à PRF Voltar ao Sumário 57 1ª TELA CPF DO SERVIDOR: DATA DE INÍCIO (NOMEAÇÃO): informar CPF do servidor publicação da Portaria FORMA PROVIMENTO: 006 DATA DE POSSE: não informar DATA DE EXERCÍCIO: publicação da Portaria CARGO: 911001 para PRF 437XXX para servidores administrativos TABELA: 912 437 ÓRGÃO DE ORIGEM: não preencher POSICIONAMENTO: NÍVEL: NA/NI/NS CLASSE: “X” PADRÃO: “X” VAGA: XXXXXXX Obs.: Digitar a mesma classe, nível ou padrão em que o servidor se encontrava antes do seu afastamento. JORNADA TRABALHO: 40 REGIME JURÍDICO: 02 RJU UORG DE LOTAÇÃO: UORG DE EXERCÍCIO: MATRÍCULA UTILIZADA: UORG onde o servidor será lotado UORG onde o servidor será lotado este campo será gerado automaticamente TECLE <PF2> inclui documento legal 2ª TELA DL EXTERNO NÚMERO DO DL: nº da Portaria AUTORIDADE: 021-Ministro ANO: XXXX TIPO: 02 (Portaria) TECLE <ENTER> CONFIRMA PROVIMENTO? S ( S-SIM N-NÃO A-ALTERA ) 2º passo: >CDATALIIND (atualiza programa alimentação individual); DATA DE INÍCIO DA OPÇÃO: informar a data que o servidor entrar em exercício. DATA DE TÉRMINO DA OPÇÃO: não preencher TIPO DE VALE: 'A' para vale alimentação Observações: • Os valores do auxílio-alimentação são fixados pela SRH/MP, através de Portaria Normativa; • O auxílio-alimentação é pago, antecipadamente, tendo em vista a própria natureza do benefício, como verba de custeio; • No ato de inclusão só é gerado o pagamento do auxílio-alimentação referente ao mês posterior; • Desta forma, no ato do lançamento deve ser calculado os valores proporcionais do mês corrente e anterior, se for o caso, e lançado na rubrica 136, sequência 1 e 2, prazo 1; Ver módulo AUXÍLIO-ALIMENTAÇÃO. Estatuto dos Servidores Públicos aplicado à PRF Voltar ao Sumário 58 REDISTRIBUIÇÃO 1. CONCEITO: Redistribuição é o deslocamento de cargo de provimento efetivo, ocupado ou vago, no âmbito do quadro geral de pessoal, para outro órgão ou entidade do mesmo Poder, com prévia apreciação do Sistema de Pessoal Civil - SIPEC. 2. OCORRÊNCIA: Publicação, no Diário Oficial da União, do Ato de Redistribuição. 3. INFORMAÇÕES GERAIS: Para efetivação da redistribuição deverá ser observado: • O interesse da Administração; • A equivalência de vencimentos (idêntica tabela salarial dos órgãos envolvidos); • Manutenção da essência das atribuições do cargo; • Vinculação entre os graus de responsabilidade e complexidade das atividades; • Mesmo nível de escolaridade, especialidade ou habilitação profissional; • Compatibilidade entre as atribuições do cargo e as finalidades institucionais do órgão ou entidade. A redistribuição ex officio visa o ajustamento de lotação e da força de trabalho às necessidades do serviço ou suprir os órgãos de mão-de-obra necessária, em caso de reorganização, extinção , ou criação de órgão ou entidade. A redistribuição de cargos vagos ocorrerá mediante ato conjunto entre os órgãos envolvidos e o Sistema de Pessoal Civil - SIPEC. Quando da reorganização ou extinção de órgão ou entidade, sendo extinto ou declarado desnecessário o cargo, o servidor que não for redistribuído ficará em disponibilidade remunerada. Nesse caso, se o servidor não for colocado em disponibilidade, poderá ser mantido sob a responsabilidade do Órgão Central do SIPEC e ter exercício provisório em outro órgão ou entidade, até seu aproveitamento. A redistribuição é feita com contrapartida, que pode ser um cargo vagoou ocupado. Quando a contrapartida oferecida é um cargo ocupado, acontece entre os órgãos envolvidos a troca entre os servidores. Quando a contrapartida é um cargo Estatuto dos Servidores Públicos aplicado à PRF Voltar ao Sumário 59 vago, este irá para o Órgão Central do SIPEC. Em se tratando de Órgão extinto, ou em extinção, a contrapartida poderá ser dispensada, a critério do Órgão central do SIPEC. Competência para a efetivação de redistribuições: • Quando se tratar de cargo ocupado por servidores do quadro de pessoal dos extintos Territórios, a competência é do Secretário de Recursos Humanos do Ministério do Planejamento, Orçamento e Gestão. • Quando se tratar de cargos ocupados por servidores dos quadros de Pessoal dos Ministérios, a competência é dos Ministros de Estado envolvidos. • Em se tratando de cargos ocupados ou vagos entre órgãos ou entidades vinculados a um mesmo Ministério, a competência é do Ministro de Estado. No âmbito deste Departamento, não há amparo legal para a redistribuição de servidores para outros órgãos ou vice-versa. 4. INSTRUÇÃO PROCESSUAL: Deixamos de consignar a instrução processual, haja vista a impossibilidade legal de redistribuições no âmbito do DPRF. 5. FUNDAMENTO LEGAL: • Art. 18 e 37 da Lei nº 8.112, de 11/12/90; • Portaria MPOG nº 57, de 14/04/00; • Medida Provisória nº 212/04, convertida na Lei nº 11.095/04; • Ofício Circular SRH/MARE nº 24, de 12/06/96; • Ofício Circular SRH/MARE nº 35, de 05/08/96; • Ofício Circular SRH/MPOG nº 07, de 17/04/00; • Ofício COGLES/SRH/MPOG nº 214, de 08/08/00; 6. PROCEDIMENTOS PARA LANÇAMENTO NO SIAPE: 6.1. LIBERAÇÃO DE SERVIDOR REDISTRIBUÍDO: 1º passo: Solicitar à Divisão de Cadastro – DICAD/CGRH providências após a publicação da Portaria de redistribuição pelo Ministério do Planejamento; 2º passo: Cadastrar o DL na transação >DPINCLEXT (inclui documento legal externo); 1ª TELA NÚMERO: informar nº da Portaria UORG: teclar F1 e informar UORG da Autoridade Externa ANO: informar o ano do DL Estatuto dos Servidores Públicos aplicado à PRF Voltar ao Sumário 60 TIPO: teclar F1 informar o tipo de DL TECLE <ENTER> 2ª TELA ASSUNTO: 054 REDISTRIBUICAO PARA OUTRO ÓRGÃO DATA PUBLICAÇÃO: informar data da publicação do DL no D.O.U. DATA VIGÊNCIA: informar a data da vigência do DL (data da redistribuição) OBSERVAÇÕES : informar alguns dados relevantes. TECLE <ENTER> CONFIRMA INCLUSÃO? S ( S-SIM N-NÃO A-ALTERA ) 3º passo: >CALIREDIST (libera redistribuição / lotação carreira AGU); 1ª TELA MATRÍCULA: teclar F1 e informar a matrícula SIAPE FORMA DE SAÍDA: 007 ÓRGÃO DESTINO: teclar F1 e informar UORG de do Órgão de destino DL REDIST/LOT.AGU. NÚMERO DL: AUTORIDADE: ANO: TIPO: (informar os dados do DL cadastrado acima) HISTÓRICO: TECLE <ENTER> -------------------------------------------- DADOS DE CONTRAPARTIDA ----------------------------------------- 2ª TELA ESTA REDIST/LOT.AGU NÃO REQUER CONTRAPARTIDA INFORME O CÓDIGO DA VAGA LIVRE OU A MATRÍCULA DO SERVIDOR, SE VAGA OCUPADA: VAGA : informar vaga disponível ou . . . MATR. SIAPECAD : MATRÍCULA SIAPE : 00101 teclar F1 e informar a matrícula SIAPE TECLE <ENTER> CONFIRMA REDISTRIBUIÇÃO? S ( S-SIM N-NÃO A-ALTERA ) 6.2. ACEITAÇÃO DE SERVIDOR REDISTRIBUÍDO: 1º passo: Cadastrar o DL na transação >DPINCLEXT (inclui documento legal externo), conforme exposto no item 1; 2º passo: >CAALREDIST (aceita redistribuição / lotação carreira AGU); 1ª TELA DL REDIST/LOT.AGU. NÚMERO DL: AUTORIDADE: ANO: TIPO: (informar os dados do DL cadastrado acima) HISTÓRICO: TECLE <ENTER> 2ª TELA CPF DO SERVIDOR: informar CPF do servidor ÓRGÃO ORIGEM: informar Órgão de origem DATA DO ACEITE: informar da redistribuição (chegada do servidor no Órgão) Estatuto dos Servidores Públicos aplicado à PRF Voltar ao Sumário 61 TECLE <ENTER> CONFIRMA REDISTRIBUIÇÃO? S ( S-SIM N-NÃO A-ALTERA ) 3º passo: >CAATDADSIA (atualiza dados SIAPE da matrícula); • Caso haja necessidade de mudança de cargo e de tabela utilizar a transação >CAPVPCAENQ (PCA por enquadramento). Estatuto dos Servidores Públicos aplicado à PRF Voltar ao Sumário 62 REINTEGRAÇÃO 1. CONCEITO: Reintegração é a medida que torna insubsistente a demissão injusta do servidor estável, consistindo no ato de empossá-lo novamente no cargo que anteriormente ocupava, ou no cargo resultante de sua transformação, quando sua demissão, seja por decisão administrativa ou judicial, for tornada sem efeito, com ressarcimento de todas as vantagens que lhes forem de direito, referentes ao período que passou demitido. 2. OCORRÊNCIA: Publicação, no Diário Oficial da União, da Portaria de Reintegração. 3. INFORMAÇÕES GERAIS: Somente o servidor estável poderá ser alcançado pela reintegração. O direito de requerer a reintegração está sujeito a prescrição quinquenal, cujo prazo será contado a partir da data de publicação do ato de demissão ou da data da ciência pelo interessado, quando este não for publicado. Se o cargo anteriormente ocupado tiver sido extinto, o servidor ficará em disponibilidade. Se o cargo anteriormente ocupado se encontrar provido, seu eventual ocupante será reconduzido ao cargo de origem, sem direito a indenização, aproveitado em outro cargo, ou posto em disponibilidade. A reintegração de ex-servidores em cumprimento de decisão judicial, transitada em julgado, é de competência dos Ministros de Estado e Advogado Geral da União, vedada a subdelegação. 4. DA INSTRUÇÃO PROCESSUAL: 4.1. SE DECORRENTE DE DECISÃO ADMINISTRATIVA: • Pedido do servidor, solicitando revisão do seu processo de demissão; • O requerimento de revisão do processo será dirigido ao Ministro de Estado ou autoridade equivalente, que, se autorizar a revisão, encaminhará o pedido ao dirigente do órgão onde se originou o processo disciplinar; • Deferido o pedido de revisão constitui-se uma comissão para avaliação do pedido (a comissão irá instruir o processo de revisão com todas as peças legais exigidas na parte da Lei nº 8.112/90 que trata sobre PAD); • Caso a decisão seja favorável, publica-se no Diário Oficial da União a Portaria de reintegração, assinada pelo Ministro da Justiça, invalidando a demissão. Estatuto dos Servidores Públicos aplicado à PRF Voltar ao Sumário 63 4.2. SE DECORRENTE DE DECISÃO JUDICIAL: • Mandado de Notificação; • Cópia da petição inicial; • Determinação judicial e manifestação da Advocacia-Geral da União, enviar para a Divisão de Acompanhamento de Decisões Judiciais – DIAJU/CGRH/DPRF, para confecção de minuta de Portaria para ser assinada pelo Ministro de Estado da Justiça. 5. FUNDAMENTO LEGAL: • Artigos 21, 28, 30, 31, 106, 110, 174, 177 e 182, da Lei nº 8.112, de 11/12/90; • Art. 41 da C.F./88 6. PROCEDIMENTOS PARA LANÇAMENTO NO SIAPE: 6.1. REINTEGRAÇÃO: 1º passo: Cadastrar o DL na transação >DPINCLEXT (inclui documento legal externo); 1ª TELA NÚMERO: informar nº da Portaria AUTORIDADE EXT. : 000021 Ministério da Justiça DATA DE EMISSÃO: informar a data de emissão da Portaria TIPO : 02 PORTARIA TECLE <ENTER> 2ª TELA ASSUNTO: 046 REINTEGRACAO DATA PUBLICAÇÃO: informar a data da publicação da Portaria no D.O.U. DATA VIGÊNCIA: informar a data da publicação da Portaria no D.O.U. TECLE <ENTER> OBSERVAÇÕES : informar alguns dados (nº do D.O.U., seção, página, etc.) CONFIRMA INCLUSÃO? S ( S-SIM N-NÃO A-ALTERA ) 2º passo: >PEATPROVEX (provimento excepcional, efetiva reintegração no cargo); 1ª TELA CPF DO SERVIDOR: DATA DE INÍCIO (NOMEAÇÃO): informar CPF do servidor informar data de exercício FORMA PROVIMENTO: 529 DATA DE POSSE: não informar DATA DE EXERCÍCIO: informar data de exercício CARGO:911001 para PRF 437XXX para servidores administrativos TABEL A: 912 437 ÓRGÃO DE ORIGEM: não preencher POSICIONAMENTO: NÍVEL : NA/NI/NS CLASSE: “X” PADRÃO: “X” VAGA: XXXXXXX Estatuto dos Servidores Públicos aplicado à PRF Voltar ao Sumário 64 Obs.: Digitar a mesma classe, nível ou padrão em que o servidor se encontrava antes do seu afastamento. JORNADA TRABALHO: 40 REGIME JURÍDICO : 02 RJU UORG DE LOTAÇÃO: UORG DE EXERCÍCIO: MATRÍCULA UTILIZADA: UORG onde o servidor será lotado UORG onde o servidor será lotado este campo será gerado automaticamente TECLE <ENTER> 2ª TELA DL EXTERNO NÚMERO DO DL: nº da Portaria AUTORIDADE: 021-Ministro ANO: XXXX TIPO: 02 (Portaria) TECLE <ENTER> CONFIRMA PROVIMENTO? S ( S-SIM N-NÃO A-ALTERA ) 3º passo: >CAIASERVID (inclui / altera servidor); 4º passo: >CAATDADSIA (atualiza dados SIAPE da matrícula); INGRESSO NO ÓRGÃO DATA : Informar a data do exercício OCORRÊNCIA: Teclar F1 01006 - Reintegração DIPL.LEGAL: COD:Teclar F1 (04- Portaria) NR:da Portaria de nomeação DATA: data da publicação no D.O.U. INGRESSO NO SERV PUBL DATA : Informar a data do exercício. Obs.: Caso o servidor tenha ocupado cargo público na vigência da Lei nº 8.112/90, também deverá ser informado, excluindo o tempo prestado aos estados, municípios e Distrito Federal. Essa atualização deverá ser feita com a averbação do tempo de servido anterior. Teclar F1(01116 REVERSÃO, Art.25 DA LEI 8.112/90) OCORRÊNCIA: Teclar F1 01006 - Reintegração DIPL.LEGAL: COD:Teclar F1 (04-Portaria) NR: do DL DATA: data da publicação no D.O.U. OCUPACAO NO CARGO ATUAL DATA: Estes campos ficam Indisponíveis OCORRÊNCIA: DIPL.LEGAL: COD: NR: DATA: USA MODULO DEPENDENTE PARA IR/SF? S NR DEPENDENTES – IMP.RENDA: SAL.FAMÍLIA: FÉRIAS ESPECIAIS: N GRATIFICAÇÃO DE DESEMPENHO (PONTOS): 0,00 TECLE <ENTER> CONFIRMA ALTERAÇÃO? S ( S-SIM N-NÃO A-ALTERA ) 5º passo: >CDATALIIND (atualiza programa de alimentação individual); DATA DE INÍCIO DA OPÇÃO: informar a data que o servidor entrar em exercício. DATA DE TÉRMINO DA OPÇÃO: não preencher TIPO DE VALE: 'A' para vale alimentação Estatuto dos Servidores Públicos aplicado à PRF Voltar ao Sumário 65 Observações: • Os valores do auxílio-alimentação são fixados pela SRH/MP, através de Portaria Normativa; • O auxílio-alimentação é pago, antecipadamente, tendo em vista a própria natureza do benefício, como verba de custeio; • No ato de inclusão só é gerado o pagamento do auxílio-alimentação referente ao mês posterior; • Desta forma, no ato do lançamento deve ser calculado os valores proporcionais do mês corrente e anterior, se for o caso, e lançado na rubrica 136, sequência 1 e 2, prazo 1; Ver módulo AUXÍLIO-ALIMENTAÇÃO. 6º passo: >CAPVREINTE (PCA por reintegração); • A data de integração deve ser igual a data de encerramento do provimento anterior. 7º passo: >CAEEINTGRS (executa integração do servidor); • Caso seja gerada crítica impeditiva, utilizar a transação a seguir. 8º passo: >CDEXCADAST (atualiza exclusão cadastro); • Se o afastamento for superior a 90 (noventa) dias, deverá ser solicitado a Divisão de Cadastro a liberação para alteração, finalização ou exclusão do afastamento. Estatuto dos Servidores Públicos aplicado à PRF Voltar ao Sumário 66 REMOÇÃO 1. CONCEITO: Remoção é a mudança de lotação do servidor, a pedido ou de ofício, dentro do mesmo órgão, podendo ocorrer ou não a mudança de Sede. 2. OCORRÊNCIA: Publicação da Portaria de Remoção no Boletim de Serviço. 3. INFORMAÇÕES GERAIS: Para melhor compreensão desse ato, faz-se necessário relembrar os conceitos de quadro de pessoal e lotação: Quadro de pessoal é o conjunto de cargos efetivos, em comissão, e função de confiança, integrados nas estruturas organizacionais de órgãos ou entidades. A lotação pode ser numérica ou nominal: • Numérica: corresponde aos cargos e funções fixados às várias unidades administrativas da estrutura organizacional do órgão. • Nominal: consiste na distribuição nominal dos servidores para cada uma das unidades administrativas, com a finalidade de preencher os claros do quadro numérico. Assim, remoção é o deslocamento do servidor no âmbito do mesmo quadro de pessoal, com ou sem mudança de sede. Para os fins da Lei n. 8.112/90, considera-se sede o município onde a repartição estiver instalada e onde o servidor tiver exercício em caráter permanente. A remoção constitui prerrogativa da Administração, contra a qual não pode se opor o servidor. A remoção pode ocorrer de ofício, no interesse da Administração, ou a pedido do servidor, ficando condicionado seu deferimento à conveniência da Administração. Entretanto, o servidor tem garantida a sua remoção, independentemente do interesse da Administração, se seu pedido for para outra localidade a fim de acompanhar cônjuge ou companheiro, que também detenha a condição de servidor público civil ou militar, de qualquer dos poderes da União, dos Estados, do Distrito Federal e dos municípios, que foi deslocado no interesse da Administração. Estatuto dos Servidores Públicos aplicado à PRF Voltar ao Sumário 67 O servidor também faz jus à remoção, independentemente do interesse da Administração, por motivo de saúde do servidor, cônjuge, companheiro ou dependente que viva às suas expensas e conste do seu assentamento funcional, condicionada à comprovação por Junta Médica Oficial. Temos ainda, como última modalidade de remoção a pedido, aquela realizada por meio de processo seletivo, caso a demanda de remoção seja superior ao número de vagas, de acordo com normas preestabelecidas pelo órgão ou entidade a que pertença o servidor, assegurando sempre a impessoalidade e equanimidade. 4. INSTRUÇÃO PROCESSUAL: 4.1. REMOÇÃO POR PERMUTA • Formulários de remoção devidamente preenchidos e assinados pelos servidores interessados e pelas respectivas chefias, sendo que, somente uma regional abrirá o processo; • Ciência e manifestação da chefia imediata; • Ficha de nada consta preenchida e assinada pelos responsáveis; • Certidões, declarações ou nada consta das áreas responsáveis, se emitidas; • Despacho da área de Recursos Humanos competente; • Ciência e manifestação do dirigente da regional (de acordo ou contrário à remoção) • Encaminhar o processo à próxima regional do servidor interessado; • Ciência e manifestação da chefia imediata; • Ficha de nada consta preenchida e assinada pelos responsáveis; • Certidões, declarações ou nada consta das áreas responsáveis, se emitidas; • Despacho da área de Recursos Humanos competente; • Ciência e manifestação do dirigente da regional (de acordo ou contrário à remoção). • Encerrada a instrução, as regionais dos servidores interessados deverão encaminhar os autos à CGRH. 4.2. REMOÇÃO A PEDIDO (ARTIGO 36 – INCISO II) • Requerimento do servidor com o respectivo formulário de remoção devidamente preenchido e assinado pelo servidor e chefia imediata; • Ciência e manifestação da chefia imediata; • Ficha de nada consta preenchida e assinada pelos responsáveis; • Certidões, declarações ou nada consta das áreas responsáveis, se emitidas; • Despacho da área de Recursos Humanos competente; • Ciência e manifestação do dirigente da regional (de acordo ou contrário à remoção); • Encaminhar o processo a CGRH. 4.3. REMOÇÃO A PEDIDO (ARTIGO 36 – INCISO III) • Requerimento do servidor justificando o pedido com o respectivo formulário de remoção devidamente preenchido e assinado pelo servidor e chefia imediata; Estatuto dos Servidores Públicos aplicado à PRF Voltarao Sumário 68 • Documentos comprobatórios; • Ciência e manifestação da chefia imediata; • Ficha de nada consta preenchida e assinada pelos responsáveis; • Certidões, declarações ou nada consta das áreas responsáveis, se emitidas; • Despacho da área de Recursos Humanos competente; • Ciência e manifestação do dirigente da regional (de acordo ou contrário à remoção); • Encaminhar o processo à CGRH. 4.4 – REMOÇÃO EX-OFÍCIO (ARTIGO 36 – INCISO I) • Requerimento do dirigente da regional interessada justificando a razão e necessidade da remoção do servidor; • Ciência e manifestação do servidor; • Ciência e manifestação da chefia imediata; • Ficha de nada consta preenchida e assinada pelos responsáveis; • Certidões, declarações ou nada consta das áreas responsáveis, se emitidas; • Planilha de ajuda de custo; • Despacho da área de Recursos Humanos competente; • Ciência e manifestação do dirigente da regional (de acordo ou contrário à remoção); • Encaminhar o processo a CGRH. 5. FUNDAMENTO LEGAL: • Art. 36 da Lei nº 8.112/90; • Portaria TCU nº 103/02; • Comunica SIAPE nº 52574/NUCAD, de 02/08/06; • I.N. DG/DPRF nº 08/04; • Art. 58 da Lei nº 11.784, de 22/09/08. 6. PROCEDIMENTOS PARA LANÇAMENTO NO SIAPE: 6.1. REMOÇÃO DE SERVIDORES ATIVOS: 1º passo: >CACOPENDAT (verificar se servidor tem alguma pendência, se houver, regularizar); 2º passo: >CACOOCORSE (verificar se servidor tem alguma ocorrência em aberto, se houver, finalizar na transação >CAFIOCORSE – finaliza ocorrência do servidor); 3º passo: >CAROCOLHIS (remoção coletiva); • De uma unidade para outra unidade da federação (exclusiva para NUCAD/DICAD); • Dentro da mesma unidade: UORG DE LOTAÇÃO ORIGEM: informar a UORG de lotação atual UORG DE LOTAÇÃO DESTINO: informar a UORG de destino INÍCIO DA LOTAÇÃO DESTINO: data da vigência do DL DL DE LOTAÇÃO: Portaria/Memorando nº e data Estatuto dos Servidores Públicos aplicado à PRF Voltar ao Sumário 69 INFORME UMA DA OPÇÕES: ( ) SELECAO AUTOMATICA (X) SELEÇÃO MANUAL INFORME ABAIXO AS MATRÍCULAS DOS SERVIDORES A SEREM REMOVIDOS COLETIVAMENTE MATRÍCULA NOME DO SERVIDOR LOCALIZAÇÃO EXERCÍCIO Teclar F1 e informar a matrícula do servidor Informar a UORG de destino CONFIRMA REMOÇÃO COLETIVA? S ( S-SIM N-NÃO A-ALTERA ) 4º passo: >CAEEINTGRS (executar a integração do servidor); 6.2. REMOÇÃO DE SERVIDORES APOSENTADOS (procedimento exclusivo para NUCAD/DICAD/CGRH): 1º passo: >CACOPENDAT (verificar se servidor tem alguma pendência, se houver, regularizar); 2º passo: >CALITRANSF (libera transferência de UPAG); MATRÍCULA: informar a matrícula do servidor NOVA UORG DE LOCALIZAÇÃO : informar UORG de destino DATA LIBERACAO P/ TRANSF.: data da vigência do DL OBSERVAÇÕES: informar o DL e a data em atendimento ao comunica nº XXX/Regional, de xx/xx/xxxx (data do comunica). 3º passo: >CAACTRANSF (aceita transferência de UORG); MATRÍCULA: informar a matrícula do servidor NOVA UORG : informar o código da nova UORG NOVA VIGÊNCIA A PARTIR DE: (informar a data um dia após a data de vigência do DL) OBSERVAÇÕES: informar comunica nº XXX/Regional, de xx/xxx/xxxx (data do comunica). 4º passo: >CAALUORFIN (altera UORG exercício financeiro); 1ª TELA MATRÍCULA: informar a matrícula do servidor TECLE <ENTER> 2ª TELA MATRÍCULA: (informação recuperada do Sistema SIAPE) ULT.CARGO: 911001 POLICIAL RODOVIARIO FEDERAL UORG ATUAL: (informação recuperada do Sistema SIAPE) VIGENTE A PARTIR DE: (informação recuperada do Sistema SIAPE) NOVA UORG : informe a nova UORG de lotação do servidor NOVA VIGÊNCIA A PARTIR DE: informe a data da transferência (INCLUSIVE) OBSERVAÇÕES: 6.3. REMOÇÃO DE PENSIONISTAS (procedimento exclusivo para NUCAD/DICAD/CGRH): Estatuto dos Servidores Públicos aplicado à PRF Voltar ao Sumário 70 1º passo: >TROCAHAB (usar a UPAG de origem do servidor); 2º passo: >CDLIPSUPAG (libera instituidor e beneficiário para mudança de UPAG); 3º passo: >TROCAHAB (usar a UPAG de destino); 4º passo: >CDACPSUPAG (entrada de instituidor e beneficiário na nova UPAG); 6.4. PROCEDIMENTOS PARA LIBERAÇÃO DE SERVIDOR / PENSIONISTA: Em todos os casos acima citados, na remoção entre unidades do DPRF, a regional de origem deverá solicitar, por meio de comunica, a liberação do servidor ao Núcleo de Cadastro do DPRF. 1º passo: >CEIAMENSAG (inclui / altera mensagens – editar e enviar mensagem ao NUCAD/DICAD, solicitando a remoção /transferência de servidor no SIAPECAD, com as seguintes informações básicas: • Nome e Matrícula; • Número e data da Portaria de remoção,no caso de servidor ativo; • Código da UORG de lotação (ex. Núcleo, Seção, Delegacia); • Regional de Destino. O cumprimento deste procedimento agiliza as transferência no sistema, ressaltando que somente serão atendidas as liberações solicitadas pelas Regionais de origem. 6.5. PROCEDIMENTOS PARA EXCLUSÃO / CORREÇÃO DE LOTAÇÃO: 1º passo: >CDCOINDFUN (verificar se o servidor pertence a mesma UORG de lotação e exercício) Caso estejam diferentes, regularizar conforme abaixo: • 1ª Situação - UORG de exercício diferente da UORG de lotação correta: 2º passo: >CAALEXECOL (mudar a UORG de exercício para a UORG de lotação); • 2ª Situação - UORG de lotação diferente da UORG de exercício correta: 2º passo: >CAALEXECOL (mudar a UORG de lotação para a UORG de exercício); • 3ª Situação - UORG de lotação e de exercício incorretas: 2º passo: >CACONLOTAC (verificar a UORG de lotação ou exercício corretas); 3º passo: >CAALEXECOL (mudar a UORG de lotação e depois a UORG de exercício nesta mesma transação); Estatuto dos Servidores Públicos aplicado à PRF Voltar ao Sumário 71 REVERSÃO DE APOSENTADORIA 1. CONCEITO: Reversão de Aposentadoria é o ato pelo qual o servidor estável, aposentado por invalidez, retorna à atividade, a pedido ou de ofício, quando cessado os motivos determinantes da invalidez, por declaração de Junta Médica Oficial, ou no interesse da Administração, desde que seja certificada por Junta Médica Oficial a aptidão física e mental do servidor para o exercício das atribuições inerentes ao cargo. 2. OCORRÊNCIA: Publicação da Portaria de Reversão de Aposentadoria no Diário Oficial da União. 3. INFORMAÇÕES GERAIS: A reversão far-se-á, preferencialmente, no mesmo cargo, nível, classe e padrão em que ocorreu a aposentadoria ou em outro cargo, quando reorganizado ou transformado. A reversão no interesse da Administração dependerá da existência de vagas dos cargos, previamente publicada no D.O.U.. A reversão, no interesse da Administração, fica sujeita à existência de dotação orçamentária e financeira e poderá ser concedida aos servidores inativos pertencente ao quadro dos órgãos públicos federais, desde que tenham cumprido os seguintes requisitos: • Tenham solicitado a reversão; • A aposentadoria tenha sido voluntária; • Tenha adquirido estabilidade quando em atividade; • A aposentadoria tenha ocorrido antes de 05 (cinco) anos contados da data da solicitação; • Seja certificada, por Junta Médica Oficial, a aptidão física e mental do servidor para o exercício das atribuições inerentes ao cargo; • Haja cargo vago. No DPRF, compete ao Diretor-Geral, ou à autoridade por ele delegada, expedir o ato de reversão, que deverá ser publicado no Diário Oficial da União. Compete ao Ministro de Estado da Justiça, baixar instruções Estatuto dos Servidores Públicos aplicado à PRF Voltar ao Sumário 72 complementares relativas à execução da reversão dos órgãos vinculados. No âmbito do DPRF, não foram baixadas instruções complementares relativas à reversão. Efetivada a reversão, o servidor será lotado conforme as necessidades do órgão, definida pela CGRH. São asseguradosao servidor que reverter à atividade os mesmos direitos, garantias, vantagens e deveres aplicáveis aos servidores em atividade; O servidor que reverter à atividade, no interesse da Administração, somente terá nova aposentadoria com os proventos calculados com base na legislação em vigor, se permanecer em atividade por, no mínimo, 05 (cinco) anos. Após completar a idade para a aposentadoria compulsória, o aposentado não fará jus ao instituto da reversão. O servidor revertido deverá, obrigatoriamente, passar por cursos de qualificação profissional, de acordo com o cargo e/ou função a ser exercida. 4. INSTRUÇÃO PROCESSUAL: 4.1. SE A REVERSÃO FOR POR CESSAÇÃO DA INVALIDEZ PODERÁ SER PROPOSTA DE OFÍCIO OU A PEDIDO: Nesse caso, o processo será encaminhado à Junta Médica Oficial para avaliação do servidor e emissão de Laudo Médico-pericial, atestando a aptidão física e mental do servidor. • Envio da comunicação da conclusão de exame médico-pericial a unidade de Recursos Humanos, que procederá a juntada da Portaria de Aposentadoria e instrução processual, devendo observar os seguintes requisitos: - Constatação por Junta Médica Oficial da insubsistência dos motivos que causaram a aposentadoria do servidor; - Que a reversão ocorra no mesmo cargo ou no cargo resultante de sua transformação; - Que o servidor não tenha completado a idade limite para a aposentadoria compulsória; 4.2. SE A REVERSÃO FOR MEDIANTE INTERESSE DA ADMINISTRAÇÃO: • Levantamento do quantitativo de vagas; • Solicitação de disponibilidade orçamentária; • Divulgação por meio de Edital publicado no Diário Oficial da União, a relação dos cargos disponíveis para Reversão, fixando prazo e condições para a efetivação do ato; Estatuto dos Servidores Públicos aplicado à PRF Voltar ao Sumário 73 • Análise dos seguintes documentos: - Requerimento do servidor endereçado ao dirigente máximo da unidade; - Portaria que concedeu aposentadoria ao servidor; - Documento ou informação que comprove a estabilidade do interessado; - Informação do responsável onde o servidor trabalhava quanto ao retorno do interessado ao serviço; - Avaliação detalhada das limitações físicas e mentais, realizada por Junta Médica Oficial, em que indique, ainda, as aptidões remanescentes do servidor; - Atesto quanto à existência de vaga. - Atesto da existência de disponibilidade orçamentária e financeira; - Avaliação para verificação de impedimentos disciplinares; - Avaliação para verificação de impedimentos decorrentes de investigação social; - Avaliação referente o possível aperfeiçoamento e requalificação; - Avaliação referente à possibilidade do exercício de atividades externas; - Informação quanto ao aspecto da legalidade do ato de reversão. • Análise da unidade de Recursos Humanos e elaboração de minuta de Portaria de reversão, submetendo à autoridade competente para homologação e publicação; • Minuta de Portaria de lotação, homologação e publicação; • Ciência do interessado; • Lançamentos nos sistema SIAPE/SIAPECAD e SRH; • Registro nos assentamentos funcionais; • Apresentação do servidor ao chefe da unidade de lotação, por meio de memorando; • Observar rotina de Frequência e Benefícios; • Inserir dados no SISAC/TCU; 5. FUNDAMENTO LEGAL: • Artigos 25 a 27 e 103, §1°, da Lei nº 8.112, de 11/12/90; • Decreto nº 3.644, de 30/10/00. • Instrumentação Normativa nº 10, de 06/10/06. 6. PROCEDIMENTOS PARA LANÇAMENTO NO SIAPE: 6.1. REVERSÃO: 1º passo: Cadastrar o DL na transação >DPEDITADL (edita documento legal Estatuto dos Servidores Públicos aplicado à PRF Voltar ao Sumário 74 interno); 1ª TELA NÚMERO: informar nº da Portaria UORG: informar UORG da regional ANO: informar o ano da edição da Portaria TIPO: 02 PORTARIA TECLE <ENTER> 2ª TELA ASSUNTO: 102 REVERSAO DATA EMISSÃO: informar a data da emissão da Portaria DATA VIGÊNCIA: informar a data da publicação da Portaria no D.O.U. DATA PUBLICAÇÃO: informar a data da publicação da Portaria no D.O.U. TECLE <ENTER> CONFIRMA INCLUSÃO? S ( S-SIM N-NÃO A-ALTERA ) 2º passo: >CAENEXCAPO (encerramento excepcional); 1ª TELA MATRÍCULA : teclar F1 e informar a matrícula SIAPE do servidor TECLE <ENTER> 2ª TELA UORG DE LOCALIZAÇÃO : informação automática do SIAPE PROCESSO APOSENTADORIA: informação automática do SIAPE APOSENT. INICIADA EM : informação automática do SIAPE DATA DE ENCERRAMENTO DA APOSENTADORIA: informar a data da publicação da Portaria no D.O.U. MOTIVO DO ENCERRAMENTO: 003 NÚMERO DO PROCESSO: informar o nº do processo de reversão (OPCIONAL) ÓRGÃO DESTINO: (NO CASO DE TRANSF. ÓRGÃOS) OBSERVAÇÕES: TECLE <ENTER> CONFIRMA ENCERRAMENTO? S ( S-SIM N-NÃO A-ALTERA ) 3º passo: >PEATPROVEX (provimento excepcional); CPF DO SERVIDOR: informar CPF do servidor revertido DATA DE INÍCIO (NOMEAÇÃO): informar data da Portaria FORMA PROVIMENTO: 009 DATA DE POSSE: não informar DATA DE EXERCÍCIO: informar um dia ante da data da publicação da Portaria no D.O.U. CARGO: 911001 TABELA: 912 ÓRGÃO DE ORIGEM: não preencher 4º passo: >CAIASERVID (inclui / altera servidor); atualizar os dados do servidor, se for o caso. 5º passo: >CAATDADSIA (atualiza dados SIAPE da matrícula); Estatuto dos Servidores Públicos aplicado à PRF Voltar ao Sumário 75 INGRESSO NO ÓRGÃO DATA : Informar a data do exercício OCORRÊNCIA: Teclar F1(01116 -REVERSAO, Art.25 DA LEI 8.112/90) DIPL.LEGAL: COD: Teclar F1 (04- Portaria) NR: da Portaria de reversão DATA: data da publicação no D.O.U. INGRESSO NO SERV PUBL DATA : Informar a data do exercício se não tiver ocupado cargo público anteriormente, caso tenha ocupado cargo público na vigência da Lei nº 8.112/90, também deverá ser informado, excluindo o tempo prestado aos estados, municípios e Distrito Federal. Essa atualização deverá ser feita com a averbação do tempo de servido anterior. Teclar F1(01116 REVERSAO, Art.25 DA LEI 8.112/90) OCORRÊNCIA: DIPL. LEGAL: COD: Teclar F1 (04-Portaria) NR: do DL DATA: data da publicação no D.O.U. OCUPACAO NO CARGO ATUAL DATA: Estes campos ficam Indisponíveis OCORRÊNCIA: DIPL.LEGAL: COD: NR: DATA: USA MODULO DEPENDENTE PARA IR/SF? S NR DEPENDENTES – IMP.RENDA : SAL.FAMÍLIA: FÉRIAS ESPECIAIS: N GRATIFICAÇÃO DE DESEMPENHO (PONTOS): 0,00 TECLE <ENTER> CONFIRMA ALTERAÇÃO? S ( S-SIM N-NÃO A-ALTERA ) 6º passo: >CDATALIIND (atualiza programa de alimentação individual); DATA DE INÍCIO DA OPÇÃO: informar a data que o servidor efetivamente voltar a trabalhar. DATA DE TÉRMINO DA OPÇÃO: não preencher TIPO DE VALE: 'A' para vale alimentação Observações: • Os valores do auxílio-alimentação são fixados pela SRH/MP, através de Portaria Normativa; • O auxílio-alimentação é pago, antecipadamente, tendo em vista a própria natureza do benefício, como verba de custeio; • No ato de inclusão só é gerado o pagamento do auxílio-alimentação referente ao mês posterior; • Desta forma, no ato do lançamento deve ser calculado os valores proporcionais do mês corrente e anterior, se for o caso, e lançado na rubrica 136, sequência 1 e 2, prazo 1; Vermódulo AUXÍLIO ALIMENTAÇÃO. 7º passo: >CAEEINTGRS (executa integração do servidor). Estatuto dos Servidores Públicos aplicado à PRF Voltar ao Sumário 76 VACÂNCIA 1. CONCEITO: Vacância, no Serviço Público, é o cargo declarado vago por motivo de exoneração, demissão, promoção, readaptação, aposentadoria, falecimento em atividade ou posse em outro cargo inacumulável. 2. OCORRÊNCIA: Publicação da Portaria de Vacância no Diário Oficial da União. 3. INFORMAÇÕES GERAIS: A exoneração de cargo efetivo dar-se-á a pedido do servidor, ou de ofício quando: • Não satisfeitas às condições do estágio probatório; • Tendo tomado posse, o servidor não entrar em exercício no prazo de quinze dias. É vedada a exoneração de servidor, a pedido, que esteja respondendo a Processo Administrativo Disciplinar – PAD. A demissão é a desinvestidura de cargo público a título de penalidade funcional, e é sempre precedida de PAD, sendo assegurada ampla defesa ao acusado. Na posse em outro cargo inacumulável, o servidor que for nomeado para provimento de cargo efetivo inacumulável com o que ocupa, deverá declarar esta situação junto ao órgão de origem. O órgão ou entidade expedirá ato declarando vago o cargo, em virtude de “posse em outro cargo inacumulável” e o servidor tomará posse no outro cargo, submetendo-se ao estágio probatório. Caso o servidor não seja aprovado, será exonerado, se o servidor for estável, poderá solicitar o seu retorno mediante recondução ao órgão ou entidade de origem. O servidor deixando o cargo vago, por exoneração ou por posse em outro cargo inacumulável, terá os seguintes direitos: • Gratificação natalina, na proporção de 1/12 (um doze avos) por mês de exercício ou fração igual ou superior a 15 (quinze) dias, calculada com base na remuneração do cargo, no mês de publicação do ato de exoneração, compensada a importância recebida a título de adiantamento; Estatuto dos Servidores Públicos aplicado à PRF Voltar ao Sumário 77 • Indenização relativa ao período de férias a que tiver direito e ao período incompleto, na proporção de 1/12 (um doze avos) por mês de efetivo exercício ou fração superior a 14 (quatorze) dias, calculada com base na remuneração do cargo no mês de publicação do ato exoneração. 4. DA INSTRUÇÃO PROCESSUAL: 4.1. QUANDO A VACÂNCIA FOR POR POSSE EM OUTRO CARGO INACUMULÁVEL, CONFORME O INCISO VIII DO ARTIGO 33, DA LEI Nº 8.112/90: • O servidor deverá apresentar os seguintes documentos: - Requerimento do servidor, juntamente com cópia do RG, CPF e declaração de IRPF; - Cópia do ato de nomeação do servidor para o novo cargo; - Termo de posse e exercício no novo cargo inacumulável; - Cópia da folha de ponto ou de outro documento que comprove o último dia trabalhado pelo servidor; - Declaração de bens (atualizada) ou última declaração de imposto de renda do servidor, com o respectivo recibo da entrega à Receita Federal (se for simplificada ou não tiver preenchida a parte dos bens é preciso que o servidor preencha o formulário próprio de declaração de bens); - Nada consta a respeito de material permanente sob sua guarda ou responsabilidade; - Nada consta da Corregedoria; - Nada consta da Comissão de Ética; - Documento comprobatório da devolução da Identidade Funcional, do Cartão de Abastecimento e Carteira do Plano de Saúde (se pertencer ao plano de saúde co-patrocinado pelo DPRF); - Planilha de acertos financeiros expedida pela unidade competente e a forma de devolução de possíveis reposições ao erário; - Formulário de Desligamento do SISAC. • Encaminhar os autos à Coordenação-Geral de Recursos Humanos, para análise e publicação do respectivo ato de desligamento. • Posteriormente os autos serão devolvidos à regional, para conhecimento, lançamento do desligamento nos sistemas SIAPE/SIAPECAD e SRH, acerto de contas com o servidor, registro na pasta funcional e ciência ao interessado. • Após os devidos acertos, o processo deverá ser encaminhado a unidade de Recursos Humanos, para lançamento do desligamento no SISAC. 4.2. QUANDO A VACÂNCIA OCORRER POR FALECIMENTO DO SERVIDOR, EM ATIVIDADE, CONFORME O INCISO IX DO ARTIGO 33 DA LEI Nº 8.112/90: • Abrir processo específico com o comunicado se acidente em serviço/trajeto ou comunicado da família; • Cópia autenticada da Certidão de Óbito do servidor; Estatuto dos Servidores Públicos aplicado à PRF Voltar ao Sumário 78 • Cópias autenticadas do CPF e RG do servidor; • Planilha de acertos financeiros expedida pela unidade competente e a forma de devolução de possíveis reposições ao erário; • Encaminhar os autos à Coordenação-Geral de Recursos Humanos, para análise e publicação do ato de vacância; • Posteriormente os autos serão devolvidos à regional, para conhecimento, lançamento da vacância nos sistemas SIAPE/SIAPECAD e SRH e registro na pasta funcional do ex-servidor; • Se não gerar pensão, após os devidos acertos, o processo deverá ser encaminhado à Coordenação-Geral de Recursos Humanos, com vistas à Divisão de Cadastro – DICAD/CGRH, no prazo máximo de 20 (vinte) dias, para lançamento do desligamento no SISAC; • Formulário de Desligamento do SISAC; • Se gerar pensão, os autos poderão ser arquivados, pois vacância do cargo ocupado pelo ex-servidor falecido será automática no Sistema SISAC, quando ocorrer o cadastramento das pensões no referido Sistema. 5. FUNDAMENTO LEGAL: • Artigos 20, 34, 63, 65, 78, 3º, 95, 172, 238 e 243 da Lei nº 8.112/90, com nova redação dada pela Lei nº 9.527/97. • Memorando-Circular CGRH/DPRF nº 20, de 05/10/06. 6. PROCEDIMENTOS PARA LANÇAMENTO NO SIAPE: 6.1. VACÂNCIA POR POSSE EM OUTRO CARGO INACUMULÁVEL: 1º passo: >CACOPENDAT (verificar se servidor tem alguma pendência, se houver, regularizar); 2º passo: >CACOOCORSE (verificar se servidor tem alguma ocorrência em aberto, se houver, finalizar na transação >CAFIOCORSE – finaliza ocorrência do servidor); 3º passo: Cadastrar o DL na transação >DPEDITADL (edita documento legal interno); 1ª TELA NÚMERO: informar nº da Portaria UORG: informar UORG de lotação do servidor ANO: XXXX TIPO: 02 PORTARIA TECLE <ENTER> Estatuto dos Servidores Públicos aplicado à PRF Voltar ao Sumário 79 2ª TELA ASSUNTO: 053 Vacância Por Posse Outro Cargo Inacumulável DATA EMISSÃO: informar data da emissão da Portaria DATA VIGÊNCIA: informar vigência da Portaria ( data da vacância) DATA PUBLICAÇÃO: informar data da publicação da Portaria no Diário Oficial da União OBSERVAÇÕES: informar alguns dados da Portaria (nº do D.O.U., Seção e Página, etc.) TECLE <PF3> atualiza e sai 4º passo: >CAVAEXCEP (vacância excepcional); 1ª TELA MATRÍCULA: F1 - digitar a matrícula SIAPE para buscar a matrícula SIAPECAD DATA VACÂNCIA: (informar a data sempre um dia antes da vigência) FORMA DE VACÂNCIA: 611 - Por Posse Outro Cargo Inacumulável ÓRGÃO DESTINO: não informar TECLE <ENTER> 2ª TELA (Informar os dados do DL INTERNO cadastrado acima) DL INTERNO NÚMERO DO DL: UORG: ANO: TIPO: (Se preferir, teclar F2 e digitar os dados DL INTERNO cadastrado acima para confirmá-lo.) TECLE <ENTER> CONFIRMA A VACÂNCIA? S (S-SIM N-NÃO A - ALTERA) Estatuto dos Servidores Públicos aplicado à PRF Voltar ao Sumário 80 PARTE II - DOS DIREITOS E VANTAGENS ABONO DE PERMANÊNCIA E ISENÇÃO DE PSS 1. CONCEITO: A Isenção de Contribuição para o Plano a Seguridade Social – PSS era devida ao servidor público civil ativo que, após completar as exigências para aposentadoria voluntária integral, optava por permanecer em atividade, até a data da publicaçãode sua aposentadoria, voluntária ou compulsória. Consistia em não contribuir para o Plano de Seguridade Social. O Abono de Permanência é um benefício pecuniário concedido ao servidor, titular de cargo efetivo, que, após ter cumprido todos os requisitos para aposentadoria voluntária, opte por permanecer em atividade, até completar as exigências para aposentadoria compulsória. Consiste no pagamento do valor equivalente ao da contribuição previdenciária. 2. OCORRÊNCIA: Publicação da Portaria de concessão do Abono de Permanência no Boletim de Serviço. 3. INFORMAÇÕES GERAIS: Os servidores que poderiam se aposentar com proventos integrais em 16/12/98 e optaram por permanecer em atividade, fizeram jus a isenção de PSS, como também os servidores que ingressaram no Serviço Público até 16/12/98 e implementaram os requisitos para aposentadoria com proventos integrais até 31/12/2003, e optaram por permanecer em atividade. O Art. 40, § 19, da C.F./88, estabelece que o servidor de que trata este artigo que tenha completado as exigências para aposentadoria voluntária estabelecidas no § 1º, III, a (aposentadoria voluntária com proventos integrais: 65 (sessenta e cinco) anos de idade + 35 (trinta e cinco) anos de contribuição/homem e 60 (sessenta) anos de idade + 30 (trinta) anos de contribuição/mulher) e que opte por permanecer em atividade, fará jus a um abono de permanência equivalente ao valor da sua contribuição previdenciária, até completar as exigências para aposentadoria compulsória contidas no § 1º, II (aposentadoria compulsória). Assim, o servidor que, após a vigência da E.C. nº 41/03, implemente todos os requisitos para aposentar-se voluntariamente com proventos integrais e decida permanecer em atividade, fará “jus” ao abono de permanência, até que atinja a idade limite para se aposentar compulsoriamente. O Art. 2º, § 5º, da E.C. nº 41/03, estabelece que o servidor de que trata este artigo, que tenha completado as exigências para aposentadoria voluntária Estatuto dos Servidores Públicos aplicado à PRF Voltar ao Sumário 81 estabelecidas no caput, e que opte por permanecer em atividade, fará “jus” ao abono de permanência equivalente ao valor da sua contribuição previdenciária até completar as exigências para aposentadoria compulsória contidas no Art. 40, § 1º, II, da C.F./88. Aqui, estamos tratando da primeira regra de transição da E.C. nº 41/03. Assim, o servidor que ingressou em cargo efetivo até 16 de dezembro de 1998 (data de publicação da E.C. nº 20/98), e implementou os requisitos elencados no caput do Art. 2º da E.C. nº 41/03, terá direito ao abono de permanência, desde que permaneça em atividade, até a idade-limite para se aposentar compulsoriamente. O Art. 3º, § 1º, da E.C. nº 41/03, que estabelece que o servidor de que trata este artigo que opte por permanecer em atividade tendo completado as exigências para aposentadoria voluntária e que conte com, no mínimo, 25 (vinte e cinco) anos de contribuição, se mulher, ou 30 (trinta) anos de contribuição, se homem (aposentadoria proporcional - Art. 40, III B, E.C. nº 20/98), fará jus ao abono de permanência equivalente ao valor da sua contribuição previdenciária até completar as exigências para aposentadoria compulsória. Assim, são duas as condições exigidas para a concessão do abono de permanência, quais sejam: • Servidores que tenham cumprido os requisitos para aposentadoria voluntária até 31 de dezembro de 2003 (data da publicação da EC 41/03), portanto, podendo se aposentar sob a égide do texto original da C.F./88 ou texto emendado pela E.C. nº 20/98. • Servidor com 30 (trinta) anos de contribuição, se homem, e 25 (vinte e cinco) anos, se mulher, desde que permaneça em atividade até que atinja a idade- limite para se aposentar compulsoriamente. (Vale a ressalva de que as duas condições devem ser atendidas conjuntamente, até que atinja a idade limite para se aposentar compulsoriamente); O servidor deve estar ciente que na contagem de tempo de serviço para aposentadoria/abono de permanência em atividade poderá utilizar as licenças prê- mio não gozadas, adquiridas na forma da Lei nº 8.112/90 até 15 de outubro de 1996, computadas como tempo em dobro, as quais não poderão ser mais usufruídas nem convertidas em pecúnia para os dependentes, em caso de falecimento do servidor ativo. O policial rodoviário federal, que firmar opção pela permanência em atividade, após implementar os requisitos para aposentadoria pela regra contida no artigo 1º, inciso I, da Lei Complementar nº 51/85, faz jus à percepção do abono de permanência. Nesse caso, o abono de permanência será concedido com base no § 19 do artigo 40 da Constituição Federal (na redação dada pela Emenda Constitucional nº 41/03), conforme Nota nº AGU/JD-2/06, e no Despacho do Senhor Consultor-Geral da União nº 361/08, aprovados pelo Senhor Advogado da União, Substituto, em 10 de outubro de 2008. 4. INSTRUÇÃO PROCESSUAL: • Requerimento do servidor; • Documento comprobatório da idade do requerente; • Documento comprobatório da data de admissão do requerente; Estatuto dos Servidores Públicos aplicado à PRF Voltar ao Sumário 82 • Cópias autenticadas das certidões de tempo de serviço do servidor, inclusive do DPRF; • Mapa de contagem de licença-prêmio, caso seja contada em dobro; • Declaração do servidor em que afirma estar ciente da contagem da licença- prêmio para a concessão do abono de permanência; • Mapa de contagem de tempo de serviço para aposentadoria; • Contagem do tempo para fins de abono de permanência, conforme modelo fornecido por esta CGRH; • Elaboração da minuta da Portaria de concessão; • Homologação do Superintendente/Chefe de Distrito e publicação da Portaria no Boletim de Serviço; • Lançamento da concessão no sistema SIAPE/SIAPECAD; • Aposição de ciência do servidor interessado; • Arquivamento do processo na pasta funcional do servidor. 5. FUNDAMENTO LEGAL: • E. C. nº 20/98; • Art. 3º , § 1º, II, da Emenda Constitucional 41/03; • Art. 2º , § 5º, II, da Emenda Constitucional 41/03; • Art. 40, § 19 da Constituição Federal/88, com redação dada pela E.C. nº 41/03; • Emenda Constitucional nº 41/03; • Nota nº AGU/JD-2, de 06/10/06; • Despacho do Senhor Consultor-Geral da União nº 361, de 08/10/08, aprovados pelo Senhor Advogado da União, Substituto, em 10/10/08; • Memorando-Circular CGRH nº 6, de 09/07/09; • Memorando-Circular CGRH nº 8, de 13/07/09. 6. PROCEDIMENTOS PARA LANÇAMENTO NO SIAPE: 6.1. INCLUIR/EXCLUIR ABONO (PSS) Isenção PSS / abono de permanência • > CDISPSSABP (para excluir/encerrar com data igual a lançada) Estatuto dos Servidores Públicos aplicado à PRF Voltar ao Sumário 83 ADICIONAL DE FÉRIAS 1. CONCEITO: O adicional de férias consiste em uma vantagem que, independente de solicitação, é paga ao servidor, por ocasião das férias. 2. OCORRÊNCIA: Fruição do período de férias. 3. INFORMAÇÕES GERAIS: O adicional de férias corresponde a valor de 1/3 (um terço) da remuneração ou subsídio do servidor, correspondente ao mês das férias. O fato gerador para o pagamento da vantagem é o gozo do período de férias. Caso haja parcelamento do período a vantagem será paga no primeiro período de férias. O valor da remuneração do cargo em comissão ou função gratificada também é considerado no cálculo do adicional de férias. 4. INSTRUÇÃO PROCESSUAL: A implementação do pagamento desse adicional é automatizada no SIAPE, não havendo necessidade de formalização de processo. 5. FUNDAMENTO LEGAL: • Artigo 7º, inciso XVII, da Constituição Federal/88; • Artigo 76 da Lei nº 8.112, de 11/12/90.6. PROCEDIMENTOS PARA LANÇAMENTO NO SIAPE: • O pagamento dessa vantagem é automático; • Quando existir acerto financeiro, deve-se usar a transação: FPATMOVFIN e lançar os valores na Rubrica 00220 ADICIONAL 1/3 DE FÉRIAS. Estatuto dos Servidores Públicos aplicado à PRF Voltar ao Sumário 84 ADICIONAL DE INSALUBRIDADE E PERICULOSIDADE 1. CONCEITO: O Adicional de Insalubridade é um valor devido aos servidores expostos habitualmente a atividades insalubres, as quais por sua natureza, condições ou métodos de trabalho, exponham os servidores a agentes nocivos à saúde, acima dos limites de tolerância fixados em razão da natureza e da intensidade do agente e do tempo de exposição aos seus efeitos. O Adicional de Periculosidade é um valor devido aos servidores expostos habitualmente a atividades periculosas, as quais por sua natureza, condições ou métodos de trabalho, exponham os servidores a substâncias inflamáveis, explosivas ou radioativas, em condição de risco acentuado à vida. 2. OCORRÊNCIA: Publicação da Portaria de concessão do Benefício no Boletim de Serviço. 3. INFORMAÇÕES GERAIS: O adicional de insalubridade corresponde aos percentuais de 5% (cinco por cento), 10% (dez por cento) e 20% (vinte por cento), de acordo com os graus, respectivos, mínimo, médio ou máximo, estabelecidos em laudo técnico, calculados sobre o vencimento-básico do cargo efetivo do servidor. O adicional de periculosidade corresponde ao percentual de 10% (dez por cento), calculado sobre o vencimento-básico do cargo efetivo do servidor. Esses adicionais somente serão pagos mediante: • Laudo Técnico Pericial emitido pelas autoridades competentes; • Publicação no Boletim de Serviço de Portaria de localização dos servidores em local insalubre ou perigoso; • Publicação, no Boletim de Serviço, de Portaria de concessão do adicional, aos servidores localizados em local insalubre, periculoso ou perigoso. Os adicionais de insalubridade e de periculosidade não são pagos cumulativamente, devendo o servidor optar por um deles, quando sujeitos a agentes nocivos que configurem o pagamento de ambos os adicionais. Não será pago adicional de periculosidade ou insalubridade ao servidor que, no exercício de suas atribuições, fique exposto aos agentes nocivos à saúde apenas em caráter esporádico ou ocasional. Estatuto dos Servidores Públicos aplicado à PRF Voltar ao Sumário 85 O direito aos adicionais cessa com a eliminação das condições ou dos riscos que deram causa a sua concessão, vez que só são auferíveis enquanto o servidor estiver executando o trabalho beneficiado com essas vantagens. Haverá permanente controle da atividade de servidores em atividade em locais considerados penosos, insalubres ou perigosos, com a finalidade de preservar sua saúde. A servidora gestante ou lactante será afastada, independente da percepção dos valores correspondentes às vantagens, enquanto durar a gestação e a lactação, das atividades e dos locais insalubres ou perigosos, ou do contato permanente com substâncias tóxicas, radioativas ou que ofereçam risco à vida. Os adicionais de insalubridade, periculosidade ou atividades penosas e a gratificação de raios x ou substâncias radioativas serão concedidos aos servidores que se encontrarem nos afastamentos de sua função / cargo, em decorrência de: • Férias; • Casamento; • Falecimento do cônjuge, companheiro, pais, madrasta ou padrasto, filhos, enteados, menor sob guarda ou tutela e irmãos; • Licenças para tratamento da própria saúde, a gestante ou em decorrência de acidente em serviço. Com a edição da M. P. nº 305/06, convertida na Lei nº 11.358/06, os servidores ocupantes do cargo de Policial rodoviário Federal deixaram de perceber esses adicionais. Os servidores ocupantes de cargos do Plano Especial da Polícia Rodoviária Federal fazem jus a esses adicionais, observados os critérios legais exigidos para a concessão. As unidades de Recursos Humanos deverão formar processo, visando à concessão desses adicionais aos servidores. Esse processo deverá ser instruído com os seguintes documentos: • Dados funcionais dos servidores, que podem ser retirados do sistema SIAPE/SIAPECAD ou SRH; • Cópia autenticada do laudo técnico pericial, emitido pela autoridade competente; • Portaria de lotação/localização dos servidores no local periciado; • Portaria de concessão do adicional de insalubridade ou periculosidade aos servidores, devidamente publicada no Boletim de Serviço; Lança-se o adicional no SIAPECAD/SIAPE. Poderá ser feita uma única Portaria de lotação/localização dos servidores em local insalubre ou perigoso e concedendo-lhes o respectivo adicional de insalubridade ou de periculosidade. Estatuto dos Servidores Públicos aplicado à PRF Voltar ao Sumário 86 4. INSTRUÇÃO PROCESSUAL: O pagamento dessa vantagem é automático no Sistema SIAPE/SIAPECAD, entretanto, quando ocorre a mudança de lotação do servidor para local que não enseje o seu pagamento, deve-se tomar o cuidado para excluir o benefício da Folha de Pagamento do servidor. 5. FUNDAMENTO LEGAL: • Artigos 68 a 72, da Lei nº 8.112, de 11/12/90; • Ofício-Circular SRH/MPOG nº 83/02; • Orientação Normativa SRH/MPOG nº 04, de 13/07/05. 6. PROCEDIMENTOS PARA LANÇAMENTO NO SIAPE: Usar o procedimento a seguir até a criação de novo módulo no Sistema SIAPEnet: • >FPATMOVFIN Percentual: 10% Sequência: 1 Estatuto dos Servidores Públicos aplicado à PRF Voltar ao Sumário 87 ADICIONAL DE SERVIÇO EXTRAORDINÁRIO 1. CONCEITO: Adicional devido aos servidores ocupantes de cargo efetivo que realizem jornada extra de trabalho para atender a situações excepcionais e temporárias, respeitando o limite de 2 (duas) horas por jornada, sendo remunerado com o acréscimo de 50% (cinquenta por cento) em relação à hora normal de trabalho 2. OCORRÊNCIA: Prestação de serviços em jornada excedente ao da duração normal do trabalho estabelecida para a categoria funcional, desde que previamente autorizado pela Autoridade competente. 3. INFORMAÇÕES GERAIS: Somente será autorizada a prestação de serviço extraordinário para atendimento a situações excepcionais e transitórias, por imperiosa necessidade, para execução de tarefas cujo adiamento ou interrupção importe em prejuízo manifesto para o serviço. A autorização para a prestação de serviços extraordinários é obrigatoriamente prévia, sendo de responsabilidade da chefia imediata sua proposição, supervisão e controle. Compete ao dirigente de Recursos Humanos do órgão ou entidade a autorização para a realização de serviço extraordinário. O pedido de autorização deverá ser suficientemente fundamentado, contendo o motivo, data, local, horário e relação nominal dos servidores que executarão o serviço extra, além de outras informações pertinentes à realização do serviço. O serviço extraordinário não poderá ter duração superior a duas horas por jornada de trabalho, devendo ainda ser observado o limite de quarenta e quatro horas mensais e 90 (noventa) horas anuais. O limite anual poderá ser acrescido de quarenta e quatro horas mediante autorização da Secretaria de Recursos Humanos, por solicitação do órgão ou entidade, mediante comprovação de disponibilidade orçamentária e financeira. Não é devido o adicional por serviço extraordinário aos ocupantes de cargo em comissão e funções de confiança, em razão do regime de integral dedicação ao serviço a está submetido. A hora-extra é calculada sobre o valor da remuneração a que o servidor faz jus. Estatuto dos Servidores Públicos aplicado à PRF Voltar ao Sumário 88O adicional por serviço extraordinário sofrerá incidência de desconto para o PSS, tendo em vista que é parcela integrante da base de contribuição social do servidor, conforme dispõe o Art. 4º da Lei nº 10.887, de 18 de junho de 2004, que define como base de contribuição o vencimento do cargo efetivo, acrescido das vantagens pecuniárias permanentes estabelecidas em Lei, os adicionais de caráter individual ou quaisquer outras vantagens, excluídas as diárias, a ajuda de custo, a indenização de transporte, o salário-família, o auxílio-alimentação, o auxílio-creche, as parcelas remuneratórias pagas em decorrência de local de trabalho, a parcela percebida em decorrência do exercício de cargo em comissão ou de função de confiança e o abono de permanência. O adicional por serviço extraordinário é incompatível com a percepção de gratificação de Raios X; Se a hora extra for noturna, ou seja, prestada entre as 22 (vinte e duas) horas de um dia e 5 (cinco) horas do dia seguinte, o percentual de 25% (vinte e cinco por cento) incidirá sobre o valor da hora diurna acrescida de 50% (cinquenta por cento). 4. INSTRUÇÃO PROCESSUAL: No âmbito da Administração Pública Federal existem inúmeras restrições à autorização e pagamento de horas extraordinárias. No DPRF, atualmente, esta possibilidade só é admitida para os servidores administrativos, uma vez que o subsídio inviabiliza sua aplicação para os Policiais Rodoviários Federais. Nesse caso, deverá ser autuado processo próprio, antes da execução do serviço. Tal processo deverá ser instruído com os seguintes documentos: • Solicitação do Superintendente ou Chefe de Distrito Regional, com as devidas justificativas; • Documento que consigne, sem sombra de dúvidas, a necessidade da execução do serviço extraordinário; • Relação dos servidores que executarão os serviços extraordinário, contendo nome, matrícula SIAPE, quantidade de horas a serem executadas por servidor; • Dados pessoais dos servidores, retirados do Sistema SIAPE, na transação >CDCOINDFUN; • Planilha demonstrativa do custo individual e total do serviço extraordinário; • Despacho emitido pela área competente da regional ou Distrito, consignando o amparo legal da execução do serviço extraordinário; • Encaminhamento à Coordenação-Geral de Recursos Humanos/DPRF para análise conclusiva do pedido. Estatuto dos Servidores Públicos aplicado à PRF Voltar ao Sumário 89 5. FUNDAMENTO LEGAL: • Artigos 7º, XVI e 39, § 3º da C.F./88; • Artigos 19, § 1º, 73 e 74, da Lei nº 8.112, de 11/12/90; • Decreto nº 948, de 05/10/93; • Decreto nº 3.114, de 06/07/99; • Orientação Normativa nº 02, de 06/05/08. 6. PROCEDIMENTOS PARA LANÇAMENTO NO SIAPE: 6.1. INCLUSÃO DE VALORES CORRESPONDENTES AO EXERC. CORRENTE: • >FPATMOVFIN Rubrica: 0028 Sequência : 6 6. 2. INCLUSÃO DE VALORES DE EXERCÍCIOS ANTERIORES: • >GRATUAPROC (Inclui o processo no módulo de exercícios anteriores); • >GRATUABEN (Inclui valores correspondentes a cada beneficiário). Estatuto dos Servidores Públicos aplicado à PRF Voltar ao Sumário 90 ADICIONAL NOTURNO 1. CONCEITO: Adicional devido aos servidores pela prestação de serviço no horário compreendido entre 22 (vinte e duas) horas de um dia e 5 (cinco) horas do dia seguinte, no percentual de 25% (vinte e cinco por cento) sobre o valor da hora normal, computando-se cada hora como 52 (cinquenta e dois) minutos e 30 (trinta) segundos. 2. OCORRÊNCIA: Prestação de serviços no período compreendido entre 22 (vinte e duas) horas de um dia e 5 (cinco) horas do dia seguinte. 3. INFORMAÇÕES GERAIS: O pagamento do adicional noturno é feito mediante comprovação da prestação de serviços, pela unidade, através da folha registro de ponto. Em sendo a hora noturna trabalhada também extraordinária, o percentual de 25% (vinte e cinco por cento) incidirá sobre o valor da hora diurna acrescida de 50% (cinquenta por cento). O adicional noturno não se incorpora à remuneração ou provento. A percepção do adicional noturno não é permitida quando dos afastamentos do servidor. 4. DA INSTRUÇÃO PROCESSUAL: A chefia imediata deverá informar, na frequência mensal, as horas trabalhadas após às 22 (vinte e duas) horas e encaminhar à unidade de Recursos Humanos para pagamento do adicional noturno. 5. FUNDAMENTO LEGAL: • Artigo 7º, inciso IX e 39, § 3º da C.F./88;; • Artigos 49 e 75 da Lei nº 8.112, de 11/12/90; • Decreto nº 1.590, de 10/08/95. 6. PROCEDIMENTOS PARA LANÇAMENTO NO SIAPE: Consultar a Divisão de Pagamento – DIPAG/CGRH. Estatuto dos Servidores Públicos aplicado à PRF Voltar ao Sumário 91 ADICIONAL POR TEMPO DE SERVIÇO 1. CONCEITO: O Adicional por Tempo de Serviço é o benefício devido ao servidor, correspondente a 1% (um por cento) do vencimento-básico, por ano de efetivo exercício no Serviço Público federal, até 08/03/1999, data de sua extinção. 2. OCORRÊNCIA: Publicação, no Boletim de Serviço, da Portaria de concessão do Adicional por Tempo de Serviço. 3. INFORMAÇÕES GERAIS: Aos servidores públicos federais ocupantes de cargo efetivo é devido o adicional por tempo de serviço à razão de 1% (um por cento) por ano de Serviço Público efetivo, até 08/03/99. A base de cálculo do adicional por tempo de serviço é o vencimento- básico do cargo efetivo, acrescido do complemento do salário mínimo, quando for o caso. O adicional por tempo de serviço deverá ser concedido ao servidor a partir do primeiro dia do mês em que completar o requisito legal para a incorporação do percentual. No caso de exercício de dois cargos, legalmente acumuláveis, o servidor fará jus ao recebimento do adicional em relação aos dois cargos ocupados. O servidor ocupante do cargo de Médico, com opção pela jornada de trabalho dupla, fará jus ao adicional por tempo de serviço calculado com base no vencimento-básico determinado em Lei, desconsiderando o valor que percebe pela segunda jornada de trabalho. O adicional será concedido ao servidor independentemente de requerimento, mediante ato do dirigente da unidade de Recursos Humanos de sua regional de origem, que manterá controle permanentemente e atualizado desse benefício, no Sistema SIAPE/SIAPECAD e na pasta funcional. Para efeito de concessão deste adicional, deverá ser considerado o tempo de serviço Público Federal, prestado no exercício de cargo efetivo, bem como o tempo de serviço militar prestado em qualquer época, inclusive o tempo de serviço militar obrigatório. A contagem do tempo de serviço será elaborada em dias e o total convertido em anos, considerando o ano como de 365 (trezentos e sessenta e cinco) dias. Estatuto dos Servidores Públicos aplicado à PRF Voltar ao Sumário 92 Os afastamentos identificados abaixo, que são considerados de efetivo exercício, serão computados para fins de concessão do adicional por tempo de serviço: • Por 1 (um) dia, para doação de sangue; • Por 2 (dois) dias, para se alistar como eleitor; • Por 8 (oito) dias consecutivos em razão de: - Casamento; - Falecimento do cônjuge, companheiro, pais, madrasta ou padrasto, filhos, enteados, menor sob guarda ou tutela e irmãos; - Férias; - Exercício de cargo em comissão ou equivalente em órgão ou entidade dos Poderes da União, dos Estados, Municípios e Distrito Federal; - Exercício de cargo ou função de governo ou Administração, em qualquer parte do território nacional, por nomeação do Presidente da República; - Participação em programa de treinamento regularmente instituído, conforme dispuser o regulamento; - Júri e outros serviços obrigatórios por Lei; - Missão ou estudo no exterior, quando autorizado o afastamento, conforme dispuser o regulamento. • Licença:- À gestante, à adotante e à paternidade; - Para tratamento da própria saúde, até o limite de vinte e quatro meses; - Para o desempenho de mandato classista, exceto para efeito de promoção por merecimento; - Por motivo de acidente em serviço ou doença profissional; - Por convocação para o serviço militar. • Participação em competição desportiva nacional ou convocação para integrar representação desportiva nacional, no País ou no exterior, conforme disposto em Lei específica. O adicional por tempo de serviço não servirá de base de cálculo para qualquer outra vantagem pecuniária, exceto férias e ajuda de custo. Não será efetuado o pagamento do adicional por tempo de serviço ao servidor nos casos de afastamentos sem remuneração. O servidor que se afastar de um cargo efetivo de órgão federal, por vacância em virtude de posse em outro cargo inacumulável, levará para o novo cargo, o adicional por tempo de serviço que tiver incorporado no cargo anterior. No caso de atualização do adicional por tempo de serviço, o pagamento de diferenças salariais provenientes dessa atualização, deverá ser efetivado de acordo com as regras estabelecidas para pagamento de exercícios anteriores, aplicando-se a prescrição quinquenal correspondente. Estatuto dos Servidores Públicos aplicado à PRF Voltar ao Sumário 93 4. INSTRUÇÃO PROCESSUAL: • Fazer juntada de cópia autenticada de todas as certidões do tempo de Serviço Público Federal; • Anexar dados funcionais retirados do SIAPE; • Verificar na pasta funcional ou junto ao interessado, se o mesmo tem tempo de serviço militar ou tempo prestado em outro órgão federal, para averbação; • Se servidor aposentado, anexar cópia da Portaria de aposentação; • Se servidor falecido, anexar cópias das Portarias de concessão de pensão a todos os beneficiários e dados retirados do SIAPE, demonstrando quantos e quais são os beneficiários; • Anexar ao processo as fichas financeiras do período correspondente ao pagamento; • Elaborar a nota técnica, fazendo a adequação do modelo existente; • Elaborar a Portaria de atualização do ATS (anuênios); • Se aposentado, elaborar o apostilamento dos proventos; • Encaminhar a minuta de Portaria ao Superintendente/Chefe de Distrito para análise e, se homologada, publicar no Boletim Serviço da regional; • Lançar a concessão no SIAPECAD/SIAPE (anexar ao processo o comprovante do lançamento); • Elaborar os cálculos do valor devido e da diferença, lançando no modelo de planilha de cálculo os valores pagos, conforme o constante na ficha financeira do servidor; • Se servidor falecido, elaborar planilha demonstrativa dos valores devidos a cada pensionista, observada a cota-parte de cada um; • Elaborar reconhecimento de dívida e providenciar a assinatura do ordenador de despesas para os valores de exercícios anteriores; • Lançar na base do SIAPE os valores a serem pagos no módulo de pagamento de exercício anteriores; • Se tiver algum valor a ser ressarcido ao erário, providenciar o ressarcimento, na forma do artigo 46 da Lei nº 8.112/90, dando-se ciência ao servidor, antes de implantar o desconto no SIAPE; • Fazer despacho do Superintendente/Chefe de Distrito para encaminhamento do processo à CGRH/DPRF ou para arquivamento, conforme o caso; Estatuto dos Servidores Públicos aplicado à PRF Voltar ao Sumário 94 • Arquivar o processo no protocolo somente após as anotações na pasta funcional, lançamento no SIAPE/SIAPECAD e ciência ao interessado. 5. FUNDAMENTO LEGAL: • Artigos 49, inciso III; 61, inciso III, § 2º, e 67, parágrafo único, da Lei nº 8.112, de 11/12/90; • Artigo 7º, inciso I, da 8.162, de 08/01/91; • Artigo 1º, § 3º, da Lei nº 9.436, de 05/02/97; • Resolução nº 35, de 02/09/99; • Parecer MP/CONJUR/SFT nº 1.710/99; • Medida Provisória nº 2.225-45/01; • Ofício-Circular SRH/MPOG nº 36, de 29/06/01; • Comunica nº 436466, de 16/05/01. 6. PROCEDIMENTOS PARA LANÇAMENTO NO SIAPE: 6.1. ADICIONAL POR TEMPO DE SERVIÇO: • > CAACLCIND (cálculo individual de anuênio) – Com o cadastro do servidor todo atualizado puxar automaticamente o cálculo individual de anuênio, e o sistema registrará que existe informado no cadastro. • > CAINANMARC (inclui / informa anuênio marco) – Informar o número de anuênios que esteja faltando no cadastro do servidor, informar o período de que se refere o anuênio informado, caso não tenha sido feita na transação automática. Alterar anuênios de aposentados. Se o aposentado tiver PCA, deverá efetivar no sistema o seguinte procedimento: • > CAATCANCMA (cancela anuênio marco) – Se o aposentado tiver como informação anuênio marco. • > CAEXANMARC (exclui anuênio antes do marco) – Se o aposentado tiver informação que não seja de marco. • > CAALPROVEN (altera proventos de aposentadoria) – Altera o quantitativo de anuênio. Estatuto dos Servidores Públicos aplicado à PRF Voltar ao Sumário 95 AJUDA DE CUSTO, PASSAGEM AÉREA E TRANSPORTE DE MOBILIÁRIO E BAGAGEM 1. CONCEITO: A Ajuda de Custo consiste na indenização destinada a compensar as despesas de instalação do servidor e de sua família que, no interesse do serviço, passar a ter exercício em nova sede, com mudança de domicílio em caráter permanente. Transporte Aéreo consiste na concessão da passagem, de preferência por via aérea, ao servidor e sua família no percurso para o novo local de residência e lotação. Transporte de Mobiliário e Bagagem consiste no transporte dos pertences do servidor e sua família, compreendendo os objetos que constituem os móveis residenciais e bens pessoais do servidor e de seus dependentes. 2. OCORRÊNCIA: Requisição do servidor que, no interesse da Administração, passar a ter exercício em nova sede, com mudança de domicílio em caráter permanente, por motivo de remoção ex-ofício, nomeação, exoneração de cargo em comissão ou redistribuição. 3. INFORMAÇÕES GERAIS: A indenização de ajuda de custo será concedida ao servidor que, no interesse do serviço, passar a ter exercício em nova sede, com mudança de domicílio, em caráter permanente, de modo a compensar as despesas de instalação. A ajuda de custo será concedida em valor proporcional ao da remuneração do servidor, correspondente ao mês em que ocorrer o deslocamento para a nova sede. O valor da ajuda de custo corresponderá a uma remuneração, caso o servidor possua até um dependente, a duas remunerações, caso o servidor possua dois dependentes, e a três remunerações, caso o servidor possua três ou mais dependentes. Na hipótese em que o servidor fizer jus à ajuda de custo e que, da mesma forma, o cônjuge ou companheiro o fizer, somente um perceberá a vantagem. São assegurados à família do servidor que falecer na nova sede, ajuda de custo e transporte para a localidade de origem, dentro do prazo de 1 (um) ano, contado do óbito. O servidor fica obrigado a restituir os valores da ajuda de custo quando, injustificadamente, não se apresentar na nova localidade no prazo de 30 (trinta) dias Estatuto dos Servidores Públicos aplicado à PRF Voltar ao Sumário 96 ou quando, antes de decorridos 3 (três) meses do deslocamento, pedir exoneração ou abandonar o serviço. Não haverá restituição quando o regresso do servidor ocorrer ex officio, em razão de doença comprovada, ou em virtude de exoneração, no interesse da Administração, após noventa dias do exercício da nova sede. Será concedida ajuda de custo àquele que, não sendo servidor da União, for nomeado para cargo comissionado ou função de confiança, com mudança de domicílio. Não se concederá ajuda de custo ao servidor que se afastar do cargo ou reassumi-lo em virtude de mandato eletivoou que for exonerado, a pedido, do cargo em comissão que ocupa nem, tampouco, em exercício posterior ao fato que ensejou o direito a essa indenização. Correm por conta da Administração, as despesas de transporte do servidor e de seus dependentes; compreendendo passagem, preferencialmente por via aérea, e transporte de mobiliário e bagagem. O servidor que, atendido o interesse da Administração, utilizar condução própria no deslocamento para a nova sede, fará jus à indenização da despesa do transporte, correspondente a 40% (quarenta por cento) do valor da passagem de transporte aéreo no mesmo percurso, acrescida de 20% (vinte por cento) do referido valor por dependente que o acompanhe, até o máximo de 3 (três) dependentes. Quando os dependentes do servidor não se utilizarem do meio de deslocamento previsto neste artigo, a repartição fornecerá passagens rodoviárias ou aéreas para os que, comprovadamente, se utilizarem destes meios. Na concessão do transporte de mobiliário e bagagem será observado o limite máximo de 12m3 (doze metros cúbicos) ou 4.500kg (quatro mil e quinhentos quilogramas) por passagem inteira, até 2 (duas) passagens, acrescida de 3m3 (três metros cúbicos) ou 900Kg (novecentos quilogramas) por passagem adicional, até 3 (três) passagens. Compreende-se como mobiliário e bagagem os objetos que constituem os móveis residenciais e bens pessoais do servidor e de seus dependentes. Na hipótese de o dependente não acompanhar o servidor quando do seu deslocamento, deverá ser informado ao respectivo órgão de pessoal as razões que motivaram a sua permanência na origem, de modo que a ajuda de custo possa ser paga quando do efetivo deslocamento do dependente, não podendo, entretanto, passar de um exercício para o outro. São dependentes do servidor para fins de concessão de ajuda de custo, transporte (passagem preferencialmente por via aérea) e de transporte de mobiliário e bagagem: • Cônjuge ou companheira legalmente equiparado; • Filho de qualquer condição ou enteado; Estatuto dos Servidores Públicos aplicado à PRF Voltar ao Sumário 97 • Menor que mediante autorização judicial viva sob sua guarda e sustento; • Pais, desde que comprovadamente vivam às suas expensas e se desloquem para nova Sede do servidor; • Filho maior de idade, desde que inválido; • Estudante de nível superior, menor de 24 (vinte e quatro) anos, que não exerça atividade remunerada. Somente para efeito de concessão de transporte (passagem aérea), considera-se dependente do servidor, um empregado doméstico, com carteira assinada pelo servidor. O servidor que utilizar condução própria no descolamento para nova sede terá direito à indenização correspondente a 40% (quarenta por cento) do valor da passagem aérea no mesmo percurso, acrescido de 20% (vinte por cento) por dependente que o acompanhe. O servidor é obrigado a entregar o comprovante do seu deslocamento e de seus dependentes, na unidade de Recursos Humanos do seu novo local de trabalho, no prazo máximo de 30 (trinta) dias, sob pena de devolução do valor da ajuda de custo que tenha recebido. 4. NSTRUÇÃO PROCESSUAL: 4.1. AJUDA DE CUSTO: • Requerimento do servidor; • Cópia do ato que deu origem ao exercício em outra Unidade da Federação; • Cópia autenticada do CPF e RG do servidor; • Declaração de dependentes que acompanharão o servidor para a nova Sede; • Documentos comprobatórios da dependência (Certidão de Nascimento, Termo de Adoção ou de Guarda e Responsabilidade); • Documento comprobatório da lotação do servidor na Unidade da Federação de Origem; • Cópia do contracheque do mês em que foi publicada a Portaria de deslocamento do servidor; • Planilha de cálculo detalhada considerando todos os dependentes com os valores a serem pagos ao servidor a título de ajuda de custo, devidamente, datada e assinada pelo responsável. 4.2. TRANSPORTE DE MOBILIÁRIO E BAGAGEM: • Requerimento do servidor; • Relação dos móveis e bagagens (com valor estimado para efeito de seguro); • Comprovante de residência anterior • Comprovante do endereço para onde deverão ser transportados os bens; • Cópia do ato que deu origem ao exercício em outra Unidade da Federação; • Cópia autenticada do CPF e RG do servidor; • Declaração de dependentes que acompanharão o servidor para a nova Sede; Estatuto dos Servidores Públicos aplicado à PRF Voltar ao Sumário 98 • Documentos comprobatórios da dependência (Certidões de Nascimento, Termos de Adoção ou Termos de Guarda e Responsabilidade); • Documento comprobatório da lotação do servidor na Unidade da Federação de Origem. 4.3. TRANSPORTE (PASSAGEM AÉREA) ou INDENIZAÇÃO DE DESPESAS COM TRANSPORTE: • Requerimento do servidor; • Cópia do ato que deu origem ao exercício em outra Unidade da Federação; • Cópia autenticada do CPF e RG do servidor; • Declaração de dependentes que acompanharão o servidor para a nova Sede; • Documentos comprobatórios da dependência (Certidões de Nascimento, Termos de Adoção ou Termos de Guarda e Responsabilidade); • Documento comprobatório da lotação do servidor na Unidade da Federação de Origem; • Cópias de partes da Carteira de Trabalho e Previdência Social, onde figure a respectiva assinatura do servidor como empregador e dos comprovantes de pagamento de contribuição previdenciária dos últimos três meses, visando comprovar a relação empregatícia. 4.4. AJUDA DE CUSTO PARA FAMÍLIA DE SERVIDOR QUE FALECER NA NOVA SEDE: • Requerimento • Cópia da Certidão de Óbito do Servidor • Cópia autenticada do CPF e RG do requerente • Cópia da Certidão de Casamento • Cópia do ato que deu origem ao exercício em outra Unidade da Federação; • Cópia autenticada do CPF e RG do servidor; • Declaração de dependentes que acompanharão o servidor para a nova Sede; • Documentos comprobatórios da dependência (Certidões de Nascimento, Termos de Adoção ou Termos de Guarda e Responsabilidade); • Documento comprobatório da lotação do servidor na Unidade da Federação de Origem. 4.4.1. PASSAGEM AÉREA ou INDENIZAÇÃO DE DESPESAS COM TRANSPORTE PARA FAMÍLIA DE SERVIDOR QUE FALECER NA NOVA SEDE • Requerimento • Cópia da Certidão de Óbito do Servidor • Cópia autenticada do CPF e RG do requerente • Cópia da Certidão de Casamento • Cópia do ato que deu origem ao exercício em outra Unidade da Federação; • Cópia autenticada do CPF e RG do servidor; • Declaração de dependentes que acompanharão o servidor para a nova Sede; • Documentos comprobatórios da dependência (Certidão de Nascimento, Termo de Adoção ou de Guarda e Responsabilidade); • Documento comprobatório da lotação do servidor na Unidade da Federação de Origem. 4.4.2. TRANSPORTE DE MÓVEIS E BAGAGENS PARA FAMÍLIA DE SERVIDOR QUE FALECER NA NOVA SEDE • Requerimento Estatuto dos Servidores Públicos aplicado à PRF Voltar ao Sumário 99 • Cópia da Certidão de Óbito do Servidor • Cópia autenticada do CPF e RG do requerente • Cópia da Certidão de Casamento • Relação dos móveis e bagagens, com valor estimado, para efeito de seguro; • Comprovante de residência anterior • Comprovante do endereço para onde deverão ser transportados os bens; • Cópia do ato que deu origem ao exercício em outra Unidade da Federação; • Cópia autenticada do CPF e RG do servidor; • Declaração de dependentes que acompanharão o servidor para a nova Sede; • Documentos comprobatórios da dependência (Certidão de Nascimento, Termo de Adoção ou de Guarda e Responsabilidade); • Documento comprobatório da lotação do servidor na Unidade da Federação de Origem; Deverão ser formados três processos: um para concessão de ajuda de custo, outro para concessão de passagem aérea e outro para concessão de transporte de mobiliário e bagagem.5. FUNDAMENTO LEGAL: • Artigo 51, inciso I, artigos 53 a 57 e artigo 242 da Lei nº 8.112, de 11/12/90, com a redação dada pela Lei nº 9.527, de 10/12/97; • Art. 60 da Lei nº 4.320/64; • Decreto nº 4.004, de 08/11/01; • Orientação Normativa nº 1, de 29/04/05; • Memorando-Circular CGRH/DPRF nº 019, de 05/10/06. 6. PROCEDIMENTOS PARA LANÇAMENTO NO SIAPE: Não há lançamentos no SIAPE. O pagamento é feito no SIAFI. Estatuto dos Servidores Públicos aplicado à PRF Voltar ao Sumário 100 AUXÍLIO PRÉ-ESCOLAR 1. CONCEITO: Benefício concedido aos servidores da Administração Pública Federal direta, autárquica e fundacional, que tem por objetivo oferecer, durante a jornada de trabalho, condições de atendimento aos seus dependentes. 2. OCORRÊNCIA: Requisição do servidor após do nascimento de seus filhos ou quando obtiver a guarda de menores, na faixa etária compreendida desde o nascimento até o mês em que completar 5 (cinco) anos de idade ou excepcional com idade mental até 5 (cinco) anos. 3. INFORMAÇÕES GERAIS: O servidor terá direito ao auxílio pré-escolar por filho (natural/adotado) e dependente (menor sob guarda), na faixa etária de 0 (zero) a 5 (cinco) anos ou se excepcional com idade mental de até 5 (cinco) anos, comprovada mediante Laudo Médico. Consideram-se como dependentes, para efeito de percepção do auxílio pré-escolar, os filhos e menores sob a comprovada guarda ou tutela do servidor. O auxílio pré-escolar destina-se, também, ao dependente portador de necessidades especiais, de qualquer idade, desde que comprovado, mediante Laudo Médico, que seu desenvolvimento bio-psicomotor corresponda à idade mental relativa à faixa etária prevista nos requisitos básicos exigidos para a percepção do benefício. O auxílio pré-escolar será concedido: • Somente a um dos cônjuges, quando ambos forem servidores da Administração Pública Federal direta, autárquica ou fundacional; • Ao cônjuge que detiver a guarda legal dos dependentes, em caso de pais separados; • Somente em relação ao vínculo mais antigo, se o servidor acumular cargos ou empregos na Administração Pública Federal direta, autárquica ou fundacional; • Somente a partir da data do protocolo da solicitação na regional de origem. O auxílio pré-escolar será custeado pela Instituição e pelos servidores. A participação do servidor, a ser consignada em Folha de Pagamento com Estatuto dos Servidores Públicos aplicado à PRF Voltar ao Sumário 101 a sua anuência, corresponderá a percentuais que variam de 5% (cinco por cento) a 25% (vinte e cinco por cento), incidindo sobre o valor de sua remuneração. O servidor perderá o benefício: • No mês subsequente ao que o dependente completar 6 (seis) anos de idade cronológica e mental; • Quando ocorrer o óbito do dependente; • Enquanto o servidor estiver em licença para tratar de interesses particulares; • Enquanto o servidor estiver afastado ou em licença com perda da remuneração. O servidor deverá informar à unidade de Recursos Humanos quando ocorrer o óbito de dependentes, visando evitar pagamento indevido do auxílio pré- escolar. Em caso de pagamento indevido do auxílio pré-escolar, o servidor deverá ressarcir aos cofres públicos os valores percebidos indevidamente. O servidor fará jus ao auxílio pré-escolar a partir da data em que protocolar o pedido de concessão na regional de origem. 4. INSTRUÇÃO PROCESSUAL: Não há necessidade de autuação de processo para concessão do auxílio pré-escolar, bastando, apenas, o servidor apresentar à unidade de Recursos Humanos de sua regional, os seguintes documentos: • Requerimento de concessão de auxílio pré-escolar; • Cópia autenticada da Certidão de Nascimento ou Termo de adoção ou Termo de Guarda e Responsabilidade. • Cópia autenticada do Laudo médico que comprove a idade mental de até 5 (cinco) anos para filho/dependente excepcional. A unidade de Recursos Humanos de origem do servidor registra na pasta funcional e lança o benefício no SIAPE/SIAPECAD. Somente há a necessidade de autuar processo para pagamento de auxílio pré-escolar quando se tratar de pagamento correspondente a outros exercícios. Nesse caso, o pagamento é feito com verba de custeio e, para efetivação do pagamento, o processo deverá ser instruído com os seguintes documentos: • Requerimento de concessão de auxílio pré-escolar; • Qualificação do servidor; • Certidão de Nascimento ou Termo de adoção ou Termo de Guarda e Responsabilidade; Estatuto dos Servidores Públicos aplicado à PRF Voltar ao Sumário 102 • Laudo médico que comprove a idade mental de até 5 (cinco) anos para filho/dependente excepcional; • Planilha de cálculo; • Reconhecimento de dívida. Instruído o processo na forma acima especificada, encaminha-se o processo à Coordenação-Geral de Recursos Humanos para efetivação do pagamento, por ordem bancária. 5. FUNDAMENTO LEGAL: • Art. 7º, inciso XXV, da C.F./88 (na redação da Emenda Constitucional nº 53); • Decreto nº 977/93; • Ofício COGLE/DENOR/SRH nº 312, de 19/06/98; • Comunica SIAPE – COCLA/DASIS/SRH/MP nº 512812, de 10/05/07. 6. PROCEDIMENTOS PARA LANÇAMENTO NO SIAPE: 6.1. AUXÍLIO PRÉ-ESCOLAR: 1º passo: >CDIADEPEND (inclui / altera dependente); 1ª TELA INFORME UMA DAS OPÇÕES MATRÍCULA: NOME: CPF: IDENT. ÚNICA: TECLE <ENTER> NOME DEPENDENTE: DATA NASCIMENTO: informe o nome do dependente informe a data do nascimento DADOS PARA IDENTIFICACAO DO DEPENDENTE CPF : informe o CPF do dependente UF DO CARTÓRIO: NUM. IDENTIDADE: informe a UF informe o nº da identidade NUM. REGISTRO: UF DO RG: informe o nº de registro informe a UF da RG DOC ESTRANGEIRO : somente no caso dependente nascido no exterior TECLE <ENTER> 2ª TELA Os campos são auto explicativos TECLE <ENTER> Estatuto dos Servidores Públicos aplicado à PRF Voltar ao Sumário 103 3ª TELA TIPO INÍCIO BENEFÍCIO 01 (opcional) AUXÍLIO-PRÉ ESCOLA - IN 02 (apagar este campos) AUXILIO PRE-ESCOLA - DI 03 (opcional) DEDUÇÃO IMPOSTO DE RENDA 04 (apagar este campos) SALARIO FAMÍLIA 05 (opcional) PLANO DE SAÚDE 06 (apagar este campo) ASSIST MÉDICO HOSPITALAR TIPO INÍCIO BENEFÍCIO 08 (opcional) AJUDA DE CUSTO 09 (opcional) AUXÍLIO-NATALIDADE TECLE <ENTER> 2º passo: >TBCOBENDEP (consulta benefício dependentes, onde é possível consultar cada grau de parentesco a respectiva condição de dependência); TABELA DE GRAU DE PARENTESCO 001 AVOS 005 CONJUGE 009 IRMAO(A) 002 BISAVOS 006 ENTEADO(A) 010 NETO(A) 003 BISNETO(A) 007 EX-ESPOSA 011 PAIS 004 COMPANHEIRO(A) 008 FILHO(A) 012 QUALQUER OUTRA RELAÇÃO DEPENDÊNCIA- ESTAB. EM LEI 3º passo: >TBCOCONDIC (consulta condição de dependente, em que descreve a condição do dependentes referente ao código escolhido). Estatuto dos Servidores Públicos aplicado à PRF Voltar ao Sumário 104 AUXÍLIO-ALIMENTAÇÃO 1. CONCEITO: É o auxílio pago, em pecúnia, ao servidor público federal ativo para o custeio de suas despesas com alimentação, em função dos dias efetivamente trabalhados. 2. OCORRÊNCIA: Apresentação do servidor para assinatura do Termo de Exercício, e início efetivo do desempenho das atribuições do cargo público ou da função de confiança. 3. INFORMAÇÕES GERAIS: O auxílio-alimentação é pago por dia de trabalho, limitando-se ao máximo de 22 (vinte e dois) dias mensais. O valor do auxílio-alimentação é estabelecido pelo Órgão Central do SIPEC e varia conforme a jornada de trabalho do servidor e a região onde ele presta serviço. O auxílio-alimentação tem caráter indenizatório e não se incorpora ao subsídio ou remuneração. Não sãoconsideradas para efeito de pagamento do auxílio-alimentação as ocorrências de: • Afastamento ou licença com perda da remuneração; • Afastamento por motivo de reclusão; • Exoneração, aposentadoria, transferência ou redistribuição; • Licença para tratar de interesses particulares; • Falta não justificada. O auxílio-alimentação não é devido quando os servidores têm a sua disposição restaurante com preços de refeições subsidiadas. O auxílio-alimentação não é acumulável com outros da mesma espécie, tais como cesta básica ou vantagem pessoal originária de qualquer forma de auxílio ou benefício alimentar. O auxílio-alimentação não é rendimento tributável e não sofre incidência para o Plano de Seguridade Social do Servidor Público. O auxílio-alimentação é custeado com recursos do órgão ou entidade em Estatuto dos Servidores Públicos aplicado à PRF Voltar ao Sumário 105 que o servidor estiver em exercício, ressalvado o direito de opção pelo órgão ou entidade de origem. O servidor que acumula legalmente cargos ou empregos públicos fará jus a um único auxílio-alimentação, mediante de opção. A participação do servidor em programa de treinamento regularmente instituído, congressos, conferências, ou outros eventos de igual natureza, sem deslocamento da sede, não enseja desconto no auxílio-alimentação. As diárias sofrerão desconto correspondente ao auxílio-alimentação a que fizer jus o servidor no período do deslocamento, exceto aquelas eventualmente pagas em finais de semana e feriados, observado o limite mensal de 22 (vinte e dois) dias. 4. INSTRUÇÃO PROCESSUAL: Não há necessidade de abertura de processo para a concessão do auxílio-alimentação. 5. FUNDAMENTO LEGAL: • Artigo 22, da Lei nº 8.460, de 17/09/92; • Art. 3º e 8º da Lei nº 9.527, de 10/12/97; • Decreto nº 3887, de 16/08/01. 6. PROCEDIMENTOS PARA LANÇAMENTO NO SIAPE: • >CDATALIIND (atualiza programa de alimentação individual) MATRÍCULA: Informar a matrícula do servidor. DATA DE INÍCIO DA OPÇÃO: data do exercício TIPO DE VALE: “A” – Alimentação Estatuto dos Servidores Públicos aplicado à PRF Voltar ao Sumário 106 AUXÍLIO-FUNERAL 1. CONCEITO: Auxílio-Funeral é um benefício devido à família ou a terceiro que tenha custeado o funeral de servidor falecido. 2. OCORRÊNCIA: Protocolização do requerimento de auxílio-funeral. 3. INFORMAÇÕES GERAIS: O auxílio-funeral corresponde ao valor da remuneração, subsídio ou provento a que o de cujus faria jus no mês do falecimento. Em caso de acumulação legal de cargos pelo servidor falecido, o auxílio- funeral será pago somente em razão do cargo de maior remuneração. O auxílio-funeral é devido à família do servidor falecido em atividade ou aposentado, em valor equivalente a (1) um mês da remuneração ou provento. Se custeado por terceiro, o auxílio-funeral corresponderá ao valor efetivo dos custos havidos, na forma de indenização, mediante comprovação por meio de notas fiscais, limitado ao valor da última remuneração ou subsídio. O pagamento de Auxílio-Funeral será efetuado em 48 (quarenta e oito) horas, contadas do momento em que for protocolado o pedido. Em caso de falecimento do servidor em serviço, fora do local de trabalho, inclusive no exterior, as despesas de transporte do corpo correrão por conta da Instituição, sem prejuízo do pagamento do auxílio-funeral. O pagamento do auxílio-funeral deverá ser feito via ordem bancária, com procedimentos específicos do SIAFI. Não há previsão legal para pagamento de auxílio-funeral em virtude do falecimento de dependentes do servidor, tampouco de pensionistas. 4. INSTRUÇÃO PROCESSUAL: Preenchimento de formulário específico e autuação de processo junto a área de Protocolo da unidade responsável pelo pagamento do servidor falecido, anexando cópia dos documentos abaixo relacionados: • Cópia autenticada da certidão de óbito do servidor; • Comprovante de despesas: nota fiscal da funerária, nominal ao requerente; Estatuto dos Servidores Públicos aplicado à PRF Voltar ao Sumário 107 • Cópias autenticadas da carteira de identidade do requerente e do servidor falecido; • Cópias autenticadas do CPF do requerente e do servidor falecido; • Cópia de documento comprobatório do número da conta bancária, nome e número do Banco e da agência do requerente. 5. FUNDAMENTO LEGAL: • Artigos 226 a 228 da Lei nº 8.112, de 11/12/90. • Orientação Normativa DRH/SAF nº 101, de 06/05/91. • Ofício COGLE/DENOR/SRH/SEAP nº 150, de 27/05/99. 6. PROCEDIMENTOS PARA LANÇAMENTO NO SIAPE: Não há lançamentos no SIAPE. O pagamento é feito no SIAFI. Estatuto dos Servidores Públicos aplicado à PRF Voltar ao Sumário 108 AUXÍLIO-NATALIDADE 1. CONCEITO: Auxílio-Natalidade é um benefício devido à servidora por motivo de nascimento de filho, inclusive no caso de natimorto, em quantia equivalente ao menor vencimento do Serviço Público Federal vigente na data do nascimento. 2. OCORRÊNCIA: Protocolização do requerimento de auxílio-natalidade. 3. INFORMAÇÕES GERAIS: O auxílio-natalidade destina-se a auxiliar nas despesas do parto e outras despesas resultante do nascimento de filhos, inclusive natimorto. Na hipótese de parto múltiplo, o valor será acrescido de 50% (cinquenta por cento), por nascituro. Esse auxílio será pago ao cônjuge ou companheiro servidor público, quando a parturiente não for servidora pública, ou sendo, não tiver recebido no seu órgão. Na ocasião do pagamento do auxílio-natalidade ao servidor, a genitora deverá declarar que não ocupa cargo público ou, caso seja ocupante de cargo público, em qualquer das esferas do governo, deverá declarar que não recebeu o benefício por seu órgão de origem. Quando da adoção de criança, os servidores não fazem jus ao auxílio- natalidade, por falta de amparo legal. O servidor ou servidora aposentada não faz jus ao auxílio-natalidade, vez que não ocupa mais cargo público. 4. INSTRUÇÃO PROCESSUAL: A servidora (mãe) ou o servidor (pai), ou ainda o representante legal, deverá preencher requerimento específico a ser entregue na área de Recursos Humanos da regional de origem, para abertura de processo, anexando cópias autenticadas dos seguintes documentos: • Certidão de nascimento dos filhos; • Declaração do cônjuge de que não recebeu esse benefício no seu órgão de origem ou de que não é servidor público de nenhuma das esferas do governo. Estatuto dos Servidores Públicos aplicado à PRF Voltar ao Sumário 109 5. FUNDAMENTO LEGAL: • Art. 196 da Lei 8.112/90; • Ofício COGLE/SRH/MPOG nº 92, de 18/04/02. 6. PROCEDIMENTOS PARA LANÇAMENTO NO SIAPE: 6.1. AUXÍLIO-NATALIDADE: 1º passo: >CDIADEPEND (inclui / altera dependente); 1ª TELA ------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------- INFORME UMA DAS OPÇÕES MATRÍCULA: NOME: CPF: IDENT. ÚNICA: TECLE <ENTER> NOME DEPENDENTE: DATA NASCIMENTO: informe o nome do dependente informo a data do nascimento DADOS PARA IDENTIFICACAO DO DEPENDENTE CPF: informe o CPF do dependente UF DO CARTÓRIO: NUM. IDENTIDADE: informe a UF informe o nº da identidade NUM. REGISTRO: UF DO RG: informe o nº de registro informe a UF da RG DOC ESTRANGEIRO: somente no caso dependente nascido no exterior TECLE <ENTER> 2ª TELA (Os campos são auto explicativos.) TECLE <ENTER> 3ª TELA TIPO INÍCIO BENEFÍCIO 01 (opcional) AUXILIO-PRE ESCOLA - IN 02 (apagar este campos) AUXILIO PRÉ-ESCOLA - DI 03 (opcional) DEDUCAO IMPOSTO DE REND 04 (apagar este campos) SALARIO FAMÍLIA 05 (opcional) PLANO DE SAÚDE 06 (apagar este campos) ASSIST MÉDICO HOSPITALARTIPO INÍCIO BENEFÍCIO 08 (opcional) AJUDA DE CUSTO 09 (opcional) AUXILIO-NATALIDADE TECLE <ENTER> 2º passo: >TBCOBENDEP (consulta benefício dependentes, onde é possível consultar cada grau de parentesco a respectiva condição de dependência); Estatuto dos Servidores Públicos aplicado à PRF Voltar ao Sumário 110 TABELA DE GRAU DE PARENTESCO 001 AVOS 005 CONJUGE 009 IRMAO(A) 002 BISAVOS 006 ENTEADO(A) 010 NETO(A) 003 BISNETO(A) 007 EX-ESPOSA 011 PAIS 004 COMPANHEIRO(A) 008 FILHO(A) 012 QUALQUER OUTRA RELAÇÃO DEPENDÊNCIA- ESTAB. EM LEI 3º passo: >TBCOCONDIC (consulta condição de dependente, em que descreve a condição do dependentes referente ao código escolhido); TABELA DE CONDIÇÃO DE DEPENDENTE 2 2 SEM RENDIMENTOS 32 SEM EXIGÊNCIA DE CONDIÇÃO 3º passo: >FPATMOVFIN Rend/Desc: R Código/Rubrica: 00121- AUXÍLIO-NATALIDADE Sequencial: 6 Valor informado - (ATENÇÃO: observar o mês de nascimento da criança para lançar o menor vencimento pago no Serviço Público Federal vigente) Assunto de Cálculo: 44 Em caso de nascimento de gêmeos, realizar novo lançamento, no valor de +50% do menor vencimento pago no Serviço Público Federal vigente no mês do nascimento da criança; no sequencial: 7. Estatuto dos Servidores Públicos aplicado à PRF Voltar ao Sumário 111 AUXÍLIO-RECLUSÃO 1. CONCEITO: Auxílio-Reclusão é o benefício pago mensalmente à família do servidor ativo, recolhido à prisão, que não comine com a perda do cargo público. 2. OCORRÊNCIA: Protocolização do requerimento de auxílio-reclusão. 3. INFORMAÇÕES GERAIS: A finalidade do auxílio-reclusão é amparar a família do servidor em razão de sua ausência, temporária, na seguinte ordem de prioridade: cônjuge ou companheira, filhos e pais. Após a reclusão ou detenção do servidor, faz-se necessária a preexistência das condições da dependência econômica, para inscrição do beneficiário. O auxílio-reclusão é devido à família do servidor ativo, nos seguintes valores: • 2/3 (dois terços) da remuneração, quando afastado por motivo de prisão em flagrante ou preventiva; • 1/2 (metade) da remuneração, durante o afastamento, em virtude de condenação por sentença delimitada, e a pena que não determine a perda do cargo. Desde que absolvido, o servidor terá direito à integralização da remuneração. O auxílio-reclusão deverá ser pago durante todo o tempo em que o servidor permanecer preso. O auxílio-reclusão deixará de ser pago nas seguintes condições: • Com a morte do servidor e, nesse caso, o auxílio-reclusão será convertido em pensão civil; • Em caso de fuga, antecipação da liberdade (condicional) ou cumprimento da pena (posto em liberdade); • Com a morte dos beneficiários. Na hipótese de fuga do servidor, o benefício será restabelecido a partir da Estatuto dos Servidores Públicos aplicado à PRF Voltar ao Sumário 112 data da recaptura ou da reapresentação à prisão, nada sendo devido aos seus dependentes, enquanto estiver o servidor evadido. O auxílio-reclusão, a partir de 1º de março de 2008, será devido aos dependentes do segurado cuja renda per capta seja igual ou inferior a R$ 710,08 (setecentos e dez reais e oito centavos), independentemente da quantidade de contratos e de atividades exercidas. Quando o servidor recluso pagar pensão alimentícia, concedida através de sentença judicial transitada em julgado, o valor a ser pago do auxílio-reclusão será o mesmo percentual da pensão, ou seja, se recebe um valor que corresponde a 30% (trinta por cento) dos vencimentos do servidor, será pago, como auxílio- reclusão, o valor de 30% (trinta por cento) do auxílio. O restante é devido aos outros dependentes. 4. INSTRUÇÃO PROCESSUAL: Autuar um único processo para pagamento de auxílio-reclusão a todos os beneficiários do servidor O processo deverá ser instruído com os seguintes documentos: • Requerimento dos beneficiários do servidor, solicitando a concessão do auxílio-reclusão; • Cópia autenticada do mandado de prisão; • Qualificação do servidor; • Documento comprobatório do dia do recolhimento do servidor ao estabelecimento prisional; • Comprovante de renda dos beneficiários ou documento congênere informando que eles não possuem rendimentos até o valor fixado em norma; • Cópia autenticada do CPF, RG e título de eleitor dos beneficiários; • Documento comprobatório da conta bancária dos requerentes, devendo ser conta corrente individual; • Comprovante de endereço atualizado; • Documentos comprobatórios de que os requerentes constam registrados na pasta funcional do servidor, bem como no SIAPE. Na análise dos pedidos de auxílio-reclusão deverá ser avaliada a renda mensal da família do servidor, sendo concedido o benefício à família que tiver renda mensal igual ou inferior a 710,08 (setecentos e dez reais e oito centavos). Após análise do pedido, e, reconhecido o direito dos pleiteantes, a unidade regional proceder-se-á ao lançamento do benefício no sistema SIAPE, observados os procedimentos indicados no item 6. 5. FUNDAMENTO LEGAL: • Artigo 229, da Lei nº 8.112, de 11/12/90; • Ofício DIORC/COGLE/DENOR/SRH n° 30, de 16/01/98; • Art. 13 da E.C. nº 20/1998, de 15/12/98; • Portaria Normativa SRH nº 6, de 13/05/99; Estatuto dos Servidores Públicos aplicado à PRF Voltar ao Sumário 113 • Artigo 3º, § 3º, Inciso V, da MP nº 2.174, de 24/08/2001; • Portaria Interministerial nº 77 - MPS/MF, de 11/03/2008; • Parecer/MP/CONJUR/SMM/nº 0390 - 3.21 / 2008, de 24/04/2008. 6. PROCEDIMENTOS PARA LANÇAMENTO NO SIAPE: • >CDINREGIST (inclusão de dados do servidor) NOME SERVIDOR: Informar o nome da beneficiário SIT.FUNCIONAL: NES 05 - SEM VINCULO CPF: do beneficiário <ENTER> DATA DO PRIMEIRO EMPREGO: Início da prisão IDENT. SERVIDOR ORIGEM: do servidor recluso JORNADA DE TRABALHO: 40 40 HORAS SEMANAIS PERC. ADICIONAL TEMPO SERVIÇO: deixar em branco MES PARA CONCESSAO DE ANUÊNIO:deixar em branco APOSENTADORIA - ANO PREVISTO:deixar em branco INTEGRAL (S/N): deixar em branco <ENTER> NOME: Informar o nome da beneficiário SITUAÇÃO FUNCIONAL: Vem preenchido CPF: Vem preenchido DATA DE NASCIMENTO: Vem preenchido SEXO: preencher ESCOLARIDADE: preencher NACIONALIDADE: preencher UF DE NASCIMENTO: preencher PAÍS DE ORIGEM: preencher ANO DE CHEGADA: preencher PIS / PASEP: preencher TÍTULO DE ELEITOR: preencher NOME DA MÃE: preencher <ENTER> COR ORIGEM ÉTNICA: preencher GRUPO SANGÚINEO: preencher FATOR RH: preencher NECESSIDADES ESPECIAIS: preencher se houver. GRUPO: CÓDIGO: DEPENDENTES ECONÔMICOS: preencher IDENTIDADE REGISTRO GERAL: preencher ÓRGÃO EXPEDIRO: preencher UF: preencher DATA DE EMISSÃO: preencher <ENTER> ENDEREÇO: preencher NUMER: preencher COMPLEMENTO: preencher BAIRR: preencher MUNICÍPIO: preencher Estatuto dos Servidores Públicos aplicado à PRF Voltar ao Sumário 114 UF: preencher PAÍS: 024 BRASIL CEP: preencher TELEFONE DDD/DDI: preencher NÚMERO: preencher RAMAL: preencher se houver CORREIO ELETRÔNICO: preencher se houver <ENTER> INGRESSO NO SERV PUBLICO FEDERAL / POSSE GRUPO DE OCORRÊNCIA: 01/........ DATA DE OCORRÊNCIA: DIPL. LEGAL – COD: NR: DATA: INGRESSO NO SERV PUBLICO FEDERAL / EXERCÍCIO GRUPO DE OCORRÊNCIA: 01/........ DATA DE OCORRÊNCIA: DIPL. LEGAL – COD: NR: DATA: INGRESSO NO ÓRGÃO GRUPO DE OCORRÊNCIA: 01/........ DATA DE OCORRÊNCIA: DIPL. LEGAL – COD: NR: DATA: <ENTER> CONFIRMA INCLUSÃO: C (C-CONFIRMA , N-NÃO CONFIRMA, A- ALTERA) INCLUSÃO DE DADOS FUNCIONAIS EFETUADO COM SUCESSO DESEJA CONTINUAR COM OS DADOS FUNCIONAIS? ( S ) S – SIM N – NÃO <ENTER> CONFIRMA INCLUSÃO: C (C-CONFIRMA , N-NÃO CONFIRMA, A- ALTERA)<ENTER> INCLUSÃO DE DADOS FUNCIONAIS EFETUADO COM SUCESSO DESEJA EFETIVAR A TRANSFERÊNCIA DO SERVIDOR PARA O BANCO DEFINITIVO DO SIAPE ? ( S ) S – SIM N – NÃO <ENTER> NÚMERO DO CPF: Já preenchidos NOME: Já preenchidos E SITUAÇÃO FUNCIONAL: Já preenchidos TODOS OS DADOS DO SERVIDOR FORAM INCLUÍDOS EM ARQUIVO TEMPORÁRIO ESTA OPERAÇÃO TRANSFERE, EM DEFINITIVO, O SERVIDOR PARA O BANCO SIAPE CONFIRMA ATUALIZAÇÃO: C (C-CONFIRMA , N-NÃO CONFIRMA, A- ALTERA) <ENTER> INCLUSÃO EFETUADA COM SUCESSO MATRÍCULA SIAPE: CRIADA AUTOMATICAMENTE COM (7 )DÍGITOS IDENFICAÇÃO ÚNICA: CRIADA AUTOMATICAMENTE COM (8) DÍGITOS <ENTER> Estatuto dos Servidores Públicos aplicado à PRF Voltar ao Sumário 115 ASSUNTOS DE CÁLCULO AUTOMÁTICO IMPOSTO DE RENDA: S FUNDO DE GARANTIA P/ TEMPO SERV: N FUNÇÃO: S ABATE TETO: S BENEFÍCIOS: S FÉRIAS: N ADIANTAMENTO - MP 1684-48/98: N PENSAO ALIMENT.AD.13/GRAT.NATA : N PENSAO ALIMENT. 13/GRAT. NATAL: N DECRETO 2.693/98 - 28,86%: N AUXILIO TRANSPORTE: N IMPOSTO DE RENDA JUDICIAL: N ACOES JUDICIAIS: N <ENTER> CONFIRMA ALTERAÇÃO: C (C-CONFIRMA, N-NÃO CONFIRMA, A-ALTERA) • >FPATMOVFIN (movimentação financeira) DADOS DA RUBRICA CÓDIGO: 00545 - AUXILIO-RECLUSÃO Estatuto dos Servidores Públicos aplicado à PRF Voltar ao Sumário 116 AUXÍLIO-TRANSPORTE 1. CONCEITO: Auxílio-Transporte é um benefício, de natureza jurídica indenizatória, concedido em pecúnia pela União, destinado ao custeio parcial das despesas realizadas com transporte coletivo municipal, intermunicipal ou interestadual, nos deslocamentos realizados pelo servidor, de sua residência para o local de trabalho e vice-versa e nos deslocamentos "trabalho-trabalho" nos casos de acumulação lícita de cargos públicos. 2. OCORRÊNCIA: Protocolização do requerimento de auxílio-transporte. 3. INFORMAÇÕES GERAIS: O servidor deverá mensalmente ter uma despesa máxima com transporte coletivo, correspondente a 6% (seis por cento) do vencimento do cargo ou emprego, ou do vencimento ou subsidio do cargo efetivo, do cargo em comissão ou do cargo de natureza especial que ocupa. A diferença entre o percentual de 6% (seis por cento) e a efetiva despesa com transporte coletivo será retribuída, em pecúnia, ao servidor. O auxílio-transporte tem caráter indenizatório e não se incorpora ao vencimento, remuneração ou subsídio. Não são consideradas, para efeito de pagamento do auxílio-transporte, as ocorrências abaixo: • Afastamento em missão ou estudo no exterior; • Acidente em serviço ou doença profissional; • Afastamento ou licença com perda da remuneração; • Afastamento por motivo de reclusão; • Afastamento por motivo de pena disciplinar de suspensão, inclusive em caráter preventivo; • Afastamento em virtude de determinação judicial; • Afastamento para mandato eletivo; • Disponibilidade por extinção do órgão ou entidade, ou por expressa determinação legal; Estatuto dos Servidores Públicos aplicado à PRF Voltar ao Sumário 117 • Exoneração e aposentadoria; • Férias; • Licença à gestante, licença paternidade e licença à adotante; • Licença para capacitação; • Licença para atividade política; • Licença para prestar serviço militar; • Licença para tratar de interesses particulares; • Licença por motivo de afastamento do cônjuge; • Licença por motivo de doença em pessoa da família; • Licença-prêmio por assiduidade; • Licença para tratamento de saúde; • Programa de treinamento fora da sede, com pagamento de diárias; • Viagem a serviço, com percepção de diárias; • Afastamento do País; • Faltas não justificadas; • Ausência para doação de sangue, alistamento eleitoral, casamento ou luto; • Período de trânsito quando o servidor for removido, cedido ou redistribuído. O auxílio-transporte não pode ser desvirtuado na sua utilização. O auxílio-transporte é devido para dois deslocamentos diários. Na ocorrência de acumulação lícita de cargos, pode o servidor optar pelo recebimento de auxílio-transporte para um deslocamento no percurso “residência-trabalho e vice- versa” e outro no percurso "trabalho-trabalho". O auxílio-transporte não é rendimento tributável e não sofre a incidência do Plano de Seguridade Social do servidor público. As diárias sofrem o desconto do auxílio-transporte, exceto aquelas pagas nos finais de semana. Para o desconto do auxílio-transporte por dia não trabalhado, considera- se a proporcionalidade de 22 (vinte e dois) dias no mês. É vedado o pagamento de auxílio-transporte nos deslocamentos residência – trabalho – residência, feitos através de serviço de transporte regular Estatuto dos Servidores Públicos aplicado à PRF Voltar ao Sumário 118 rodoviário seletivo ou especial, exceto se a localidade de residência do servidor não for servida por meios convencionais de transporte e no caso de impossibilidade de escolha por parte do servidor pois, nessa situação, o meio de transporte utilizado pelo servidor não pode ser considerado seletivo. O servidor cedido poderá optar pela percepção do auxílio-transporte no órgão cedente ou cessionário. 4. INSTRUÇÃO PROCESSUAL: Não há necessidade de abertura de processo para a concessão do auxílio-transporte, bastando, somente, o servidor apresentar Requerimento de concessão do auxílio-transporte e o comprovante de endereço (conta de água, luz ou telefone em nome do servidor, ou contrato de locação de imóvel, etc), original ou cópia. 5. FUNDAMENTO LEGAL: • Decreto nº 2280, de 15/12/98; • Lei nº 8.216, de 13/08/91; • Ofício SRH/MARE nº 234, de 07/05/98; • Medida Provisória nº 2.165-36, de 23/08/01; • Parecer/MP/CONJUR/MAA nº 1640 - 2.9, de 06/12/05; • Orientação Normativa nº 3, de 23/06/06; • Memorando Circular CGRH/DPRF nº 29/05. 6. PROCEDIMENTOS PARA LANÇAMENTO NO SIAPE: • >CDATAUXTRA (atualiza auxílio-transporte) SERVIDOR (Informar o nome ou a matrícula do servidor) NOME: MATRÍCULA: AUXÍLIO-TRANSPORTE: 000 Teclar >PF1 AJUDA< e selecionar o valor da despesa diária de acordo com o requerimento do servidor.. Estatuto dos Servidores Públicos aplicado à PRF Voltar ao Sumário 119 AVERBAÇÃO DE TEMPO DE SERVIÇO 1. CONCEITO: Averbação de Tempo de Serviço é o registro do tempo de contribuição decorrente de vínculo de trabalho prestado a outra Instituição, pública ou privada. 2. OCORRÊNCIA: Protocolização do requerimento de averbação de tempo de serviço. 3. INFORMAÇÕES GERAIS: O servidor deverá solicitar à respectiva área de Recursos Humanos, declaração de vínculo a ser apresentada no INSS, ou órgão público em que tenha prestado serviço, para expedição de certidão de tempo de serviço/contribuição. O tempo de serviço prestado ao Serviço Público Federal será contado para todos os efeitos (dentro dos limites que a legislação especifique), mediante certidão expedida pelo órgão em que tenha trabalhado. O tempo de serviço prestado ao Serviço Público Estadual, Municipal e ao Governo do Distrito Federal será contado apenas para aposentadoria e disponibilidade, mediante certidão emitida pelo órgão competente. O tempo de serviço prestado em atividade privada será contado apenas para aposentadoria, mediante apresentação de certidão fornecida pelo INSS. O tempo de serviço prestado a Empresas Públicas ou Sociedades de Economia Mista, de âmbito federal, será contado para fins de aposentadoria, disponibilidade e adicional por tempo de serviço, sendo que, para essa última vantagem, contará o tempo prestado até 08/03/1999. O tempo de serviço militar prestado às Forças Armadas será contado para todos os fins, exceto o Tiro de Guerra, cujo tempo será computado apenas para aposentadoria. O tempode aluno-aprendiz de escola técnica federal é considerado para todos os efeitos, desde que remunerado pelos cofres públicos, conforme estabelece a legislação. O tempo de serviço de servidores afastados para servir a organismo internacional será contado para fins de aposentadoria. O tempo de serviço de servidores cedidos sem ônus, na forma prevista nos incisos II e III, do artigo 102, da Lei nº 8.112/90, será considerado para aposentadoria, desde que o interessado apresente certidão desse tempo, por ocasião de seu retorno. Estatuto dos Servidores Públicos aplicado à PRF Voltar ao Sumário 120 Aprovado o candidato no programa de formação, o tempo destinado ao seu cumprimento poderá ser computado para todos os efeitos como de efetivo exercício no cargo público em que venha a ser investido, exceto para fins de estágio probatório, estabilidade, férias e promoção, observado o que segue: • Até 16 de dezembro de 1998, data da publicação da Emenda Constitucional nº 20, de 1998, o tempo de serviço será averbado, independentemente de comprovação de contribuição, nos termos do Art. 14, § 2º da Lei nº 9.624, de 2 de abril de 1998; • Após essa data, caso o servidor queira averbar o tempo do curso de formação, deverá apresentar requerimento próprio, e proceder ao recolhimento das respectivas contribuições do período correspondente, calculados sobre o valor da bolsa (auxílio financeiro). Nesse caso, após o recolhimento da parte patronal, deverá ser feita a Portaria de averbação do tempo do curso de formação, exclusivamente, para fins de aposentadoria, conforme decisão do Tribunal de Contas da União – TCU, DC-0322-33/99-P. Para os casos de averbação de tempo de serviço do curso de formação, torna-se conveniente estabelecer os seguintes marcos temporais: • Se o Curso de Formação Profissional tiver sido realizado na vigência da Medida Provisória nº 1.195, publicada em 25 de novembro de 1995, isto é, de 25 de novembro de 1995 a 04 de dezembro de 1997, considera-se para todos os efeitos o tempo de duração do curso, como de efetivo exercício no cargo público em que tenha sido investido o candidato; • A partir de 05 de dezembro de 1997, data da publicação da Medida Provisória nº 1.480-37, também é considerado “para todos os efeitos o tempo de duração do curso de formação como de efetivo exercício no cargo público em que venha a ser investido o servidor, porém, excetua-se para fins de estágio probatório, estabilidade, férias, e promoção”, conforme entendimento da Secretaria de Recursos Humanos/MP, através de Despacho COGLE/SRH, de 15 de maio de 2001. Assim, tendo o servidor realizado o curso de formação para Policial Rodoviário Federal, após 05 de dezembro de 1997, ou seja, na vigência da Medida Provisória nº 1.480-37 (convertida na Lei nº 9.624, de 02 de abril de 1998), concluímos que, ele terá direito a: • Averbar o tempo do curso de formação para fins de aposentadoria, mediante recolhimento dos valores correspondentes às contribuições calculadas sobre o auxílio financeiro, conforme decisão do Tribunal de Contas da União – TCU, DC-0322-33/99-P. • A perceber gratificação natalina na forma do Art. 63 da Lei nº 8.112, de 1990, na proporção de 1/12 (um dose avos) por mês de participação do servidor no curso de formação. Estatuto dos Servidores Públicos aplicado à PRF Voltar ao Sumário 121 Observações: - Para os servidores que realizaram o Curso de Formação em 2002, considerando que no mês de dezembro/2002 eles receberam apenas o auxilio financeiro pelo fato de, ainda, estarem participando do Curso de Formação, e só vieram a ser nomeados em fevereiro/2003, a gratificação natalina será calculada com base no auxílio financeiro recebido na ocasião da realização do curso, haja vista que, de acordo com as normas legais, o pagamento deve ser calculado com base na remuneração do mês de dezembro, no caso, o auxílio financeiro. Deverá, também, observar a prescrição quinquenal para o pagamento dessa gratificação. - Para os servidores que realizaram o Curso de Formação no ano de 2004 a gratificação será calculada na proporção de 1/12 (um doze avos) por mês de participação do servidor no curso de formação, com base na remuneração do mês de dezembro de 2004, haja vista que em dezembro de 2004, eles já se encontravam nomeados e empossados nos cargos de Policial Rodoviário Federal. - Quanto às férias proporcionais, o tempo do curso de formação dos servidores que entraram em exercício do cargo efetivo no ano de 2004 não poderá ser computado, por absoluta falta de amparo legal, conforme o disposto no Art. 14, § 2º da Lei nº 9.624, de 2 de abril de 1998. É possível a contagem recíproca de tempo de serviço público e privado, vedada a contagem cumulativa/concomitante. O tempo de serviço retribuído mediante recibo não é contado para nenhum efeito. Não se averba tempo de serviço prestado gratuitamente. Não poderá ser averbado tempo de serviço já averbado e utilizado em outro órgão. Os procedimentos a serem adotados para a averbação de tempo de serviço serão executados tanto pelo servidor interessado, quanto pela unidade de lotação, da seguinte forma: • QUANTO AO SERVIDOR : Solicita, através de requerimento padrão dirigido à chefia imediata, anexando cópia autenticada da certidão de tempo de serviço expedida pelo INSS, quando for atividade privada ou autônoma ou certidão expedida por órgão público federal, estadual, distrital ou municipal, quando for atividade pública, ou ainda, no caso de serviço militar obrigatório, deverá ser aceita cópia autenticada do certificado de reservista, desde que contenha o início e o término do serviço e a apuração do tempo de serviço em anos, meses e dias. • QUANTO À UNIDADE DE LOTAÇÃO DO SERVIDOR : De posse da documentação fornecida pelo interessado, autua-se o processo, enviando-o à respectiva área de Recursos Humanos para análise, sob o ponto de vista legal. Estatuto dos Servidores Públicos aplicado à PRF Voltar ao Sumário 122 4. INSTRUÇÃO PROCESSUAL: Devem constar no processo de averbação de tempo de serviço os seguintes documentos: • Requerimento do servidor; • Cópia autenticada da certidão de tempo de serviço ou do certificado de reservista; • Dados funcionais do servidor. 5. FUNDAMENTO LEGAL: • Decreto Lei nº 4.073, de 31/01/42; • Lei nº 3.552, de 16/02/59; • Lei nº 6.226, de 14/07/75; • Lei 9.624, de 02/04/1998; • Artigos 63, 77, 100, 101, 102 e 103 da Lei nº 8.112, de 11/12/90; • Orientações Normativas DRH/SAF nº 29, 64, 80, 82 e 84, 92, 94 e 102; • Parecer DRH/SAF nº 445, de 31/10/90; • Artigos 198 a 207 do Decreto n 357, de 07/12/91; • Parecer DRH/SAF nº 540, de 29/09/92; • Súmula do TCU nº 96, anexo à Decisão nº 759/94; • Medida Provisória nº 1.815 de 05/03/99; • Orientação Normativa SRH/MPOG nº 02, de 25/03/02; • Memorando-Circular CGRH/DPRF nº 43, de 22/10/04. 6. PROCEDIMENTOS PARA LANÇAMENTO NO SIAPE: • >CAINTAS (inclui tempo anterior de serviço) MATRÍCULA: Identificação do servidor PERÍODO TRABALHADO DATA INÍCIO: Conforme o caso DATA FIM: Conforme o caso CÓDIGO ÓRGÃO/EMPRESA: OU NOME: Informar sempre neste campo nome ou sigla do órgão TIPO DE AVERBACAO: B (B=BRUTA L=LIQUIDA) B= BRUTA – Tempo público L= LIQUIDA - Tempo privado OBSERVAÇÕES: Que julgar necessária NATUREZA JURIDICA: ( teclar F1 e selecionar) REGIME JURÍDICO: ( teclar F1 e selecionar) ATIVIDADE EXTERNA: ( teclar F1 e selecionar) NÚMERO DO PROCESSO: MENSALISTA/DIARISTA: M (M / D) TECLE <ENTER> PARA CONTINUAR CONFIRMA INCLUSÃO? S ( S-SIM N-NÃO ) Estatuto dos Servidores Públicos aplicado à PRF Voltar ao Sumário 123 DIÁRIAS 1. CONCEITO: Diáriaé uma indenização a que faz jus o servidor que, a serviço, afastar-se da sede em caráter eventual ou transitório para outro ponto do território nacional ou para o exterior. 2. OCORRÊNCIA: Requisição das diárias, utilizando o Sistema de Concessão de Diárias e Passagens – SCPD. 3. INFORMAÇÕES GERAIS: A diária tem por objetivo cobrir despesas de pousada, alimentação e locomoção urbana. A diária será concedida por dia de afastamento, devendo ser paga antes do deslocamento do servidor. No dia do retorno, ou quando o deslocamento não exigir pernoite fora da sede, ou quando a União custear por meio diverso as despesas extraordinárias cobertas por diárias, será devida somente metade do valor da diária. Nos casos em que o deslocamento da sede constituir exigência permanente do cargo, o servidor não fará jus a diárias. Também não fará jus a diárias o servidor que se deslocar dentro da mesma região metropolitana, aglomeração urbana ou microrregião, constituídas por municípios limítrofes e regularmente instituídas, ou em áreas de controle integrado mantidas com países limítrofes, cuja jurisdição e competência dos Órgãos e entidades considerar-se-à estendida, salvo se houver pernoite fora da sede, hipóteses em que as diárias pagas serão sempre as fixadas para afastamento dentro do território nacional. O servidor que receber diárias e não se afastar da sede, por qualquer motivo, fica obrigado a restituí-las integralmente, no prazo de 5 (cinco) dias. 4. INSTRUÇÃO PROCESSUAL: Não há necessidade de abertura de processo específico para pagamento de diárias, bastando apenas a requisição das diárias no Sistema de Concessão de Diárias e Passagens – SCDP, que é um sistema informatizado, do Ministério do Planejamento, Orçamento e Gestão, acessado via Internet, que integra as atividades de concessão, registro, acompanhamento, gestão e controle das diárias e passagens, decorrentes de viagens realizadas no interesse da Administração, em território nacional ou estrangeiro. Estatuto dos Servidores Públicos aplicado à PRF Voltar ao Sumário 124 De acordo com o art. 2º do Decreto nº 6.258, de 19/11/2007, que acrescentou o Art. 12-A ao Decreto nº 5.992, de 19/12/2006, ficou estabelecido que: “Art. 12-A. O Sistema de Concessão de Diárias e Passagens – SCDP do Ministério do Planejamento, Orçamento e Gestão é de utilização obrigatória pelos órgãos da Administração Pública Federal direta, autárquica e fundacional. Parágrafo único: Todos os órgãos da Administração Pública Federal direta, autárquica e fundacional deverão estar adaptados ao disposto no caput até 31 de dezembro de 2008. (NR)”. 5. FUNDAMENTO LEGAL: • Artigos 58 e 59 da Lei nº 8.112/90; • Decreto nº 5.992, de 19/12/06; • Artigo 2º do Decreto nº 6.258, de 19/11/07. 6. PROCEDIMENTOS PARA LANÇAMENTO NO SIAPE: Não há lançamentos no SIAPE. O pagamento é feito no SIAFI. Estatuto dos Servidores Públicos aplicado à PRF Voltar ao Sumário 125 FATOR 1.4 E 1.2 1. CONCEITO: Fator 1.4 e 1.2 é a conversão do tempo de serviço especial em comum pelo fator de multiplicação 1.4 (um ponto quatro) para o homem, e 1.2 (um ponto dois) para mulher, exercido sob as normas da CLT, em cargo efetivo, no Serviço Público Federal, desde que seja comprovada a efetiva exposição do servidor aos agentes prejudiciais à saúde ou à integridade física, até a data de 12/12/1990. 2. OCORRÊNCIA: Publicação no Boletim de Serviço da Portaria de averbação do tempo de serviço, com o acréscimo do fator 1.3 ou 1.4. 3. INFORMAÇÕES GERAIS: A averbação do tempo de serviço com o acréscimo do fator multiplicativo somente poderá ser feita mediante solicitação do servidor, que deverá comprovar que no período celetista anterior à implantação do regime estatutário (Lei nº 8.112/90), exerceu atividades em condições insalubres, penosas e/ou perigosas, inclusive atividades com Raios X e substâncias radioativas. O período de tempo exercido sob condições especiais será considerado somente para fins de aposentadoria e abono de permanência; A concessão do abono de permanência retroagirá a data em que o servidor implementou todos os requisitos para aposentadoria voluntária, respeitada a prescrição quinquenal; Com este benefício, os servidores poderão acrescentar 40% (quarenta por cento) se homem ou 20% (vinte por cento) se mulher, ao seu tempo de serviço. Para efeito da contagem do tempo de serviço prestado sob condições insalubres, penosas e/ou perigosas, inclusive atividades com Raios X e substâncias radioativas, será considerado somente o período exercido até 12 de dezembro de 1990, pelos servidores públicos anteriormente submetidos ao regime celetista. A comprovação do tempo de serviço prestado pelo servidor se fará por meio de certidão emitida pelas áreas de Recursos Humanos do órgão de origem do servidor. A concessão do benefício depende da comprovação do tempo especial com a apresentação dos seguintes documentos: • Laudos periciais emitidos no período do exercício juntamente com as Portarias de lotação do servidor no local periciado e de concessão do adicional de insalubridade ou periculosidade; Estatuto dos Servidores Públicos aplicado à PRF Voltar ao Sumário 126 • Portaria de designação para os servidores que operam com Raios X e substâncias radioativas; • Carteira de trabalho para verificação do cargo exercido; • Comprovante do recebimento do adicional de insalubridade, periculosidade ou gratificação de Raios X e substâncias radioativas; • Fichas financeiras correspondentes à época do recebimento dos adicionais ou gratificação de Raios X e substâncias radioativas; • Outros meios de prova tais como: - Relatório de exercício da atividade; - Memorando determinando o exercício de atribuições ou tarefas. Serão computados como tempo de serviço especial os seguintes afastamentos: • Férias; • Casamento; • Luto; • Licenças para tratamento da própria saúde, à gestante ou em decorrência de acidente em serviço; • Prestação eventual de serviço por prazo inferior a 30 (trinta) dias. Após a respectiva conversão, o período será somado ao tempo de atividade comum; A averbação do tempo de serviço com o acréscimo do fator 1.4 ou 1.2 enseja o direito à revisão da aposentadoria daqueles servidores que já havia sido concedida e a consequente revisão nos proventos, computando o tempo especial, até 12/12/1990, e adicionando ao tempo comum, computável para a aposentadoria, respeitada a prescrição quinquenal, para possíveis vantagens e benefícios financeiros concedidos pelo acréscimo do tempo de serviço. 3.1. CARGO DE POLICIAL RODOVIÁRIO FEDERAL: Segundo o disposto no Despacho s/nº DIORC/COGES/SRH, de 09/05/2008, a atividade policial não se enquadra como atividade insalubre, penosa e perigosa. Por esse motivo, os servidores ocupantes do cargo de Policial Rodoviário Federal não fazem jus à averbação do tempo de serviço prestado sob a égide da CLT, com o acréscimo do fator 1.4 ou 1.2.. Estatuto dos Servidores Públicos aplicado à PRF Voltar ao Sumário 127 Assim sendo, as averbações do tempo de serviço com o acréscimo correspondente somente serão efetivadas mediante determinação judicial. 4. INSTRUÇÃO PROCESSUAL: • Requerimento do servidor; • Abertura de processo administrativo; • Documentos comprovando que o servidor exerceu atividades em condições insalubres, penosas e/ou perigosas, inclusive atividades com Raios X e substâncias radioativas; • Qualificação do servidor; • Informação sobre sua legalidade; • Apuração do tempo de efetivo exercido; • Emissão da certidão de tempo de serviço; • Mapa de tempode serviço • Portaria de averbação de tempo de serviço, de natureza privada ou de outro órgão público, se houver; • Minuta de Portaria de concessão do benefício; • Homologação e publicação do ato no B.S.; • Ciência do interessado; • Arquivo permanente do processo. 5. FUNDAMENTO LEGAL: • Decreto nº 4.827, de 3/09/03; • Despacho DIORC/COGES/SRH s/nº, de 09/05/08. • Acórdão TCU nº 2008/06; • Orientação Normativa SRH/MPOG nº 3/07; • Orientação Normativa SRH/MPOG nº 7/07. 6. PROCEDIMENTOS PARA LANÇAMENTO NO SIAPE: Depois de adotadas todas as providências de reconhecimento e averbação do tempo de serviço prestado sob condições insalubres e perigosas com a publicação de Portaria, seguir as orientações abaixo: Considerando tratar-se de concessão por intermédio de mandado de segurança, utilizar a atividade externa 79, que já calcula com o acréscimo, veja abaixo: Neste caso, terão que excluir a averbação já existente para o servidor e incluí-la novamente com os parâmetros adequados. Esclarece-se que a averbação com acréscimo deve ser encerrada em 11 de dezembro de 1990. • > CAINTAS (inclui tempo anterior de serviço) Estatuto dos Servidores Públicos aplicado à PRF Voltar ao Sumário 128 MATRÍCULA: Identificação do servidor PERÍODO TRABALHADO DATA INÍCIO: Conforme o caso DATA FIM: 11DEZ1990 CÓDIGO ÓRGÃO/EMPRESA: OU NOME: Informar sempre neste campo nome ou sigla do órgão TIPO DE AVERBACAO: B (B=BRUTA L=LIQUIDA) B= BRUTA – Tempo público L= LIQUIDA - Tempo privado OBSERVAÇÕES: Que julgar necessária NATUREZA JURIDICA: 03 AUTARQUIA FEDERAL REGIME JURÍDICO: 01 CONSOLIDAÇÃO DAS LEIS DO TRABALHO ATIVIDADE EXTERNA: 079 DECISÃO JUDICIAL (CONVERSÃO 1,4) se homem. 080 DECISÃO JUDICIAL (CONVERSÃO 1,2) se mulher. NÚMERO DO PROCESSO: MENSALISTA/DIARISTA: M (M / D) TECLE <ENTER> PARA CONTINUAR CONFIRMA INCLUSÃO? S ( S-SIM N-NÃO ) Estatuto dos Servidores Públicos aplicado à PRF Voltar ao Sumário 129 FÉRIAS 1. CONCEITO: Férias é o período anual de descanso remunerado, com duração prevista em Lei. 2. OCORRÊNCIA: Apresentação de formulário para programação de férias no SIAPE. 3. INFORMAÇÕES GERAIS: O gozo de férias é um direito fundamental atribuído ao trabalhador. As férias são irrenunciáveis e não podem ser substituídas por compensações financeiras. Para o primeiro período aquisitivo de férias serão exigidos 12 (doze) meses de exercício. Após o primeiro período aquisitivo, o servidor poderá usufruir as férias em qualquer mês do ano correspondente, limitado o início do gozo até 31 de dezembro. As férias poderão ser parceladas em até 3 (três) etapas, desde que requeridas pelo servidor e no interesse da Administração, dentro do mesmo exercício, não podendo ser inferior a 10 dias, com exceção dos Operadores e Técnicos de Raios X. As alterações na programação de férias deverão ser solicitadas através de formulário próprio pela Chefia imediata do servidor, com antecedência mínima de 60 (sessenta) dias do início do gozo. O pagamento da remuneração de férias deve ser efetuado até 02 (dois) dias antes do início do respectivo usufruto. É vedada a acumulação de férias para os servidores que operam direta e permanentemente com Raios X ou substâncias radioativas. Nesse caso, as férias serão gozadas obrigatoriamente em duas parcelas de 15 (quinze) dias, a cada período de 06 (seis) meses de exercício. É vedado descontar nas férias qualquer falta ao serviço. As férias somente poderão ser interrompidas por motivo de calamidade pública, comoção interna, convocação para júri, serviço militar ou eleitoral, ou por necessidade do serviço, declarada pela autoridade máxima do órgão ou entidade. A primeira parcela da Gratificação Natalina poderá ser antecipada no pagamento das férias, quando por opção, o servidor explicitar na escala de férias ou Estatuto dos Servidores Públicos aplicado à PRF Voltar ao Sumário 130 em requerimento próprio, que deseja recebê-la, desde que as férias sejam usufruídas até o mês de maio do correspondente exercício. As férias, completas ou incompletas, somente podem ser indenizadas em caso de exoneração, na proporção de 1/12 (um doze avos) por mês de efetivo exercício ou fração superior a 14 (quatorze) dias. As férias deverão ser gozadas durante o ano civil, somente podendo ser acumuladas, até o máximo de 02 (dois) períodos, no caso de necessidade do serviço anteriormente declarada pela autoridade competente. O servidor licenciado ou afastado fará jus às férias relativas ao exercício em que retornar. Caso o servidor seja acometido de alguma moléstia durante o período de gozo das férias, somente será concedida licença médica após o término das férias. Na hipótese em que o período de gozo das férias programadas coincidir, parcial ou totalmente, com o período de licença ou afastamento, as férias do exercício correspondente serão reprogramadas, vedada a acumulação para o exercício seguinte em decorrência da licença ou afastamento. No âmbito do DPRF, a concessão de férias foi regulamentada pela Portaria nº 507/2008, a qual estabelece que na Programação Anual de Férias dos servidores deste DPRF deverá constar: • A forma em que serão usufruídas as férias: integral ou parcelada; • O período de gozo das férias; • A opção pelo adiantamento da gratificação natalina; • A opção pela antecipação da remuneração das férias; • A anuência da chefia imediata. Considera-se Programação Anual de Férias o planejamento geral do órgão, relativamente à marcação prévia das férias de todos os servidores, indistintamente, para o exercício seguinte, observado a necessidade do serviço e o interesse da Administração. A programação anual de férias deverá ser realizada no período de 15 de setembro a 15 de dezembro do ano de exercício vigente. As férias somente poderão ser fracionadas com anuência da chefia imediata, devendo o servidor, ao preencher sua programação de férias, informar o número de dias do parcelamento. As férias poderão ser parceladas da seguinte forma: • 15 - 15 dias; Estatuto dos Servidores Públicos aplicado à PRF Voltar ao Sumário 131 • 10 - 20 dias; • 20 - 10 dias; • 10-10-10 dias; • 30 dias. Para os servidores ocupantes de cargo comissionado ou função gratificada nas Superintendências e Distritos Regionais há a necessidade da ciência e anuência do Superintendente ou Chefe de Distrito. Para os servidores ocupantes de cargo comissionado ou função gratificada, lotados na Sede do DPRF, há necessidade da ciência e concordância dos Coordenadores-Gerais, Coordenadores ou Assessores a que o servidor estiver subordinado. Para os Superintendentes, Chefes de Distritos, Coordenadores-Gerais, Coordenadores e Assessores há necessidade da anuência do Diretor-Geral. Na ausência do Diretor-Geral caberá ao Coordenador-Geral de Recursos Humanos a anuência das férias dos servidores ocupantes dos cargos de Superintendentes e Chefes de Distritos Regionais. O servidor poderá fracionar suas férias em até três períodos, desde que observado o estabelecido anteriormente. Diante do aumento das atividades operacionais e administrativas, diante da necessidade do serviço, caracterizando assim o interesse da Administração, nos meses de dezembro, janeiro, fevereiro e julho, somente será permitido que até 5% (cinco por cento) do efetivo total da respectiva unidade de lotação, goze férias nos meses acima mencionados. Entende-se por unidade de lotação da Polícia Rodoviária Federal, as Coordenações-Gerais, Coordenações, Assessorias, Divisões, Seções, Setores, Núcleos,Delegacias e Postos. Entende-se por efetivo total, servidores ocupantes do cargo de policial rodoviário federal e do plano especial de cargos do DPRF. No mês janeiro, fevereiro, julho ou dezembro somente será permitido ao servidor, por unidade de lotação, a marcação de um único período de férias, correspondente a 10 (dez) dias, se optar por gozar férias nesses meses, observado o percentual de 5% (cinco por cento). São de inteira responsabilidade da Chefia Imediata dos servidores, o controle, a homologação e a comunicação do período aquisitivo de férias. As Superintendências e Distritos deverão manter quadro de férias de seus servidores devidamente atualizado nas respectivas áreas de Recursos Humanos e Estatuto dos Servidores Públicos aplicado à PRF Voltar ao Sumário 132 gabinetes, devendo encaminhar cópia à Coordenação-Geral de Operações para controle. Caberá à Divisão de Cadastro o acompanhamento e monitoramento mensal das férias dos servidores, por ocasião das eventuais operações. Constatada qualquer irregularidade a Coordenação-Geral de Recursos Humanos comunicará imediatamente à Direção Geral, à Coordenação-Geral e Operações e à Corregedoria Geral. As Chefias imediatas deverão observar e zelar para que nos meses de MARÇO – ABRIL – MAIO – JUNHO - AGOSTO – SETEMBRO – OUTUBRO E NOVEMBRO o efetivo de férias não ultrapasse o percentual de 15% (quinze por cento) do efetivo total por unidade de lotação. As férias dos servidores que cumprem regime de escala de serviço, somente poderão ser iniciadas após a conclusão do turno de serviço, cabendo à chefia imediata do servidor acompanhar, controlar e informar qualquer irregularidade do Chefe da regional. É vedada a acumulação de férias para o exercício seguinte. O gozo das férias deverá iniciar até o dia 31 de dezembro do ano do exercício correspondente, tanto o período único, quanto para o último período, quando fracionadas. Em caso de licença ou afastamento dos servidores, quando da marcação das férias, deverá ser observado o contido no artigo 4° e 13° da Portaria Normativa nº 02 de 14 de outubro de 1998/SRH/MARE. As férias somente poderão ser acumuladas com as do exercício seguinte, por necessidade do serviço, devidamente comprovada e justificada pela chefia imediata. Será autorizada a acumulação das férias somente com a anuência do Superintendente ou Chefe de Distrito Regional. A decisão quanto à acumulação das férias dos servidores deste Departamento é de responsabilidade do Coordenador-Geral de Recursos Humanos. Poderá ser requerida a acumulação das férias no prazo de 30 (trinta) dias antes do inicio do gozo das respectivas férias ou até 24 (vinte e quatro) horas antes do fechamento do Sistema SIAPE, no mês anterior ao gozo das férias. Quando autorizada a acumulação, às férias deverão ser gozadas logo após cessar a necessidade, num único período, antes das férias correspondentes ao exercício seguinte. As férias somente poderão ser interrompidas se for comprovada a extrema necessidade do serviço, devidamente justificada pela chefia imediata. Será autorizada a interrupção das férias somente com a anuência do Estatuto dos Servidores Públicos aplicado à PRF Voltar ao Sumário 133 Superintendente ou Chefe de Distrito Regional. A decisão quanto à interrupção das férias dos servidores deste Departamento será de responsabilidade do Coordenador-Geral de Recursos Humanos. A interrupção das férias de que trata o artigo anterior somente poderá ser requerida nos seguintes termos: • Para o período correspondente a 10 (dez) dias, a interrupção deverá ser requerida até o terceiro dia de gozo, devendo o período restante ser usufruído imediatamente após cessar os motivos da interrupção, antes da utilização do período subsequente; • Para período correspondente a 15 (quinze) dias, a interrupção deverá ser requerida até o quinto dia de gozo, devendo o período restante ser usufruído imediatamente após cessar os motivos da interrupção, antes da utilização do período subsequente; • Para período correspondente a 20 (vinte) dias, a interrupção das férias deverá ser requerida até o oitavo dia de gozo, devendo o período restante ser usufruído imediatamente após cessar os motivos da interrupção, antes da utilização do período subsequente; • Para período único de 30 (trinta) dias, a interrupção das férias deverá ser requerida até o décimo dia de gozo, devendo o período restante ser utilizado imediatamente após cessar os motivos da interrupção, até 31 de dezembro do exercício a que se referem; O prazo para prorrogação das férias é de 30 (trinta) dias, contados do inicio do período de gozo ou até 24 (vinte e quatro) horas antes do fechamento do sistema SIAPE, no mês anterior ao gozo das férias, tempo hábil pare que sejam executados todos os procedimentos operacionais no sistema. O prazo para antecipação das férias é de 60 (sessenta) dias antes do inicio do período de gozo, tempo hábil pare que sejam executados todos os procedimentos operacionais no sistema. Para a reprogramação de férias deverá ser utilizado formulário próprio fornecido pela área de Recursos Humanos, cujo modelo encontra-se anexo a esta Portaria. O formulário de reprogramação das férias deverá retornar à área de Recursos Humanos responsável pelo lançamento no SIAPE, com a anuência da chefia imediata, observado os prazos legais. As áreas responsáveis pelo controle das férias, no âmbito deste Departamento, deverão tomar todas as providências necessárias para que o período de férias dos servidores convocados para exercer atribuições em comissões (licitação, sindicância, PAD, etc.) ou para participarem de cursos, palestras etc., não coincida com o período de afastamento. Estatuto dos Servidores Públicos aplicado à PRF Voltar ao Sumário 134 Será de responsabilidade da chefia imediata do servidor a prévia comunicação da impossibilidade do gozo das férias no período programado, com a devida justificada. Nos casos de que trata este artigo, os servidores deverão, preferencialmente, usufruir as férias até 31 de dezembro do exercício a que se referem. Quando o servidor figurar como acusado em processo de sindicância ou PAD, é facultado ao Presidente da Comissão, se julgar necessário, solicitar à área de Recursos Humanos a reprogramação das férias, caso ainda não esteja em gozo destas. A reprogramação das férias dos servidores somente deverá ser efetivada se houver possibilidade do usufruto das férias até 31 de dezembro do exercício a que se referem. Iniciadas as férias do servidor, não será permitida a interrupção do período de gozo. Requerida a reprogramação das férias do servidor, por motivo de PAD ou sindicância, deverá ser observado o tempo necessário à conclusão dos trabalhos da comissão para nova marcação do período das férias correspondentes. Em caso de licença ou afastamento antes do inicio do período de gozo, as férias deverão ser reprogramadas pelas áreas de Recursos Humanos, mediante prévia apresentação do atestado médico pelo servidor ou responsável, até 24 (vinte e quatro) horas antes do fechamento do sistema SIAPE, no mês anterior às férias previstas, em tempo hábil para que sejam executados todos os procedimentos operacionais no sistema SIAPE, vedada a acumulação para o exercício seguinte. É vedada a concessão de licença ou afastamento, a qualquer título, aos servidores durante o período de férias. Caso não seja possível a reprogramação das férias, na hipótese em que o gozo coincidir, parcial ou totalmente, com o período de licença ou afastamento, será consideradocomo licença ou afastamento somente o período que exceder ao das férias. Tanto as licenças quanto os afastamentos deverão ser lançados no sistema SIAPE na rotina correspondente (CAINOCORSE ou CDATAFAST). Nos casos em que não seja possível o gozo das férias em decorrência de algum impedimento, o servidor, ao retornar a atividade, deverá gozar, num único período, os dias restante a que tem direito, total ou parcelado, vedado o gozo, caso o retorno se dê em exercício posterior ao das respectivas férias. O servidor perderá o direito ao gozo das férias sempre que, por motivo de licença médica ou por algum outro motivo não justificado, não as usufrua dentro do exercício a que se referem. Caso seja autorizada a acumulação das férias pelo Coordenador-Geral de Estatuto dos Servidores Públicos aplicado à PRF Voltar ao Sumário 135 Recursos Humanos, mediante provocação da autoridade competente, o servidor não perderá o direito às respectivas férias. Toda rotina que envolva a programação, reprogramação, interrupção ou comunicação de perda de férias dos servidores deste Departamento deverá ser devidamente informada e justificada em campo específico do sistema SIAPE. Os prazos para programação e reprogramação de férias são improrrogáveis, devendo ser observados, para que se desenvolvam todos os procedimentos operacionais que relativos à rotina de concessão de férias aos servidores, bem como o consequente o pagamento das vantagens pecuniárias correspondentes. O descumprimento das rotinas de programação e reprogramação de férias instituídas pelo DPRF sujeitará o responsável às sanções disciplinares previstas na Lei 8.112/90 e demais cominações legais. 4. INSTRUÇÃO PROCESSUAL: A marcação de férias é automática, bastando, apenas, a apresentação do formulário de solicitação de férias à unidade responsável pelo controle das férias. 5. FUNDAMENTO LEGAL: • Artigos 77 a 80 da Lei nº 8.112/90, alterada pela Lei nº 9.527/97; • Portaria Normativa SRH/MARE nº 2, de14/10/98; • Portaria CGRH/DPRF nº 507, de 08/04/08. 6. PROCEDIMENTOS PARA LANÇAMENTO NO SIAPE: 6.1. MARCAÇÃO DE FÉRIAS: 1ª passo: >CAIFFERIAS (informa férias do servidor, nesta transação faz-se a programação das férias) 1ª TELA INFORME UMA DAS OPÇÕES MATRÍCULA: NOME: CPF: IDENT. ÚNICA: TECLE <ENTER> ANO DE EXERCÍCIO DAS FÉRIAS: informe o ano de exercício das férias TECLE <ENTER> TOTAL DE DIAS DAS FÉRIAS: 30 QTDE PARCELAS DAS FÉRIAS: informe o número de parcelas a serem gozadas pelo servidor Estatuto dos Servidores Públicos aplicado à PRF Voltar ao Sumário 136 PERÍODO AQUISITIVO: 01JAN2009 A 31DEZ2009 TECLE <ENTER> SERVIDOR SERA CONTROLADO PELA UORG DE LOTAÇÃO?: S (S-SIM N-NÃO) TECLE <ENTER> PARCELA 01: DATA INÍCIO DAS FÉRIAS: informe a data de início QTDE DE DIAS BRUTO: DATA TÉRMINO DAS FÉRIAS: informação automática QTDE DE DIAS LIQUIDO: ADIANTAMENTO GRATIFICAÇÃO NATALINA: (S/N) (para meses anteriores a junho) ABONO PECUNIARIO (1/3): N (S/N) ADIANTAMENTO SALARIAL DE FÉRIAS: (S/N) (somente se o servidor solicitar) MESES DESCONTO ADIANT.SAL.FÉRIAS: (se ocorrer adiantamento informar sempre 01) 6.2. CANCELAMENTO DE FÉRIAS: 1ª passo: >CACAFERIAS (cancela férias do servidor, cancelar férias já pagas e não gozadas); 1ª TELA INFORME UMA DAS OPÇÕES MATRÍCULA: NOME: CPF: IDENT.UNICA: TECLE <ENTER> EXERCÍCIO: informação automática PERÍODO AQUISITIVO: informação automática QTDE DE DIAS: informação automática PERÍODO PARA PROGRAMAÇÃO: informação automática PERÍODO DE FÉRIAS DA PARCELA: informação automática PARCELA SIAPE A SER CANCELADA: informação automática PARCELA SIAPECAD A SER CANCELADA: informação automática ABONO PECUNIARIO: informação automática ADIANT.GRAT.NATAL.: informação automática DIAS: informação automática ADIANT.SAL.FÉRIAS: informação automática QTDE PARCELAS DESCONTO FÉRIAS: informação automática FOLHA ONDE SERÁ EFETIVADA A DEVOLUÇÃO: informação automática DATA INÍCIO PROGRAMADA PARA GOZO DA PARCELA CANCELADA: informar nova data de início DOCUMENTO LEGAL NÚMERO DO DL: UORG: ANO: TIPO: TECLE <PF2> para incluir o DL 2ª TELA INFORME OS CAMPOS ABAIXO PARA CONSULTAR OU INCLUIR DOCUMENTO LEGAL Estatuto dos Servidores Públicos aplicado à PRF Voltar ao Sumário 137 DL INTERNO – UORG: informe a UORG da regional ANO: ano do DL NÚMERO: nº do DL TIPO: 02 ASSUNTO: 061 PROVIMENTO EMISSÃO: data da emissão do DL VIGÊNCIA: data da vigência do DL PUBLICAÇÃO: data da publicação do DL TECLE <PF4> inclui DL TECLE <PF3> atualiza e sai TECLE <PF12> cancela TECLE <ENTER> CONFIRMA CANCELAMENTO? S ( S-SIM N-NÃO A-ALTERA ) Não esquecer que após o cancelamento, deverá ser confirmado o lançamento de adiantamento de gratificação Natalina e Adiantamento Salarial na transação >CAPRFERIAS, caso o servidor tenha requerido tais benefícios. Outras transações: • >CACOFERIAS (consulta férias); • >CACOFERPAG (consulta férias – pagamento); • >CACOFERUOR (consulta férias da UORG); • >CAEMNOTFER (emite notificação de férias); • >CAEXFERIAS (exclui período de férias); • >CAIFFERESP (informa férias especiais); • >CAIFFERIAS (informa férias do servidor); • >CAANCANFER (anula cancelamento de férias); • >CAPRFERIAS (programa / reprograma férias, deverá ser informado se haverá ou não antecipação de décimo ou de salário. esta transação dever ser utilizada também, para fazer acertos de meses anteriores); • >CAPRFERIAS (programa / reprograma férias); • >CAITFERIAS (interrupção de férias, quando já foi iniciado o gozo, com base no Art. 10 da Portaria CGRH/DPRF nº 507/08); • >PERDADIREI (perda de direito de férias, nos casos previstos na na legislação em vigor – Art. 7º da Portaria CGRH/DPRF nº 507/08. Deverá ser cadastrado documento legal, na própria transação, podendo ainda, ser recuperado o direito conforme a transação: > CAREPERFER – recupera direito de férias). Estatuto dos Servidores Públicos aplicado à PRF Voltar ao Sumário 138 GEAPRF 1. CONCEITO: Gratificação Específica de Apoio Técnico-Administrativo à Atividade Policial Rodoviária Federal – GEAPRF era uma gratificação devida aos servidores ocupantes de cargo efetivo do Plano Especial de Cargos do DPRF. 2. OCORRÊNCIA: Ingresso de servidores no Plano Especial de Cargos do DPRF. 3. INFORMAÇÕES GERAIS: Esta gratificação era devida exclusivamente aos servidores integrantes do Plano Especial de Cargos do Departamento de Polícia Rodoviária Federal, no percentual de 200% (duzentos por cento), incidente sobre o vencimento básico, sendo paga em conjunto, de forma não cumulativa, com a Gratificação de Atividade Executiva de que trata a Lei Delegada nº 13, de 27 de agosto de 1992, e a Gratificação de Desempenho de Atividade Técnico-Administrativa – GDATA, instituída pela Lei nº 10.404, de 9 de janeiro de 2002 e não serve de base de cálculo para quaisquer outros benefícios, parcelas remuneratórias ou vantagens. A GEAPRF somente era paga aos servidores no efetivo exercício das atividades no Departamento de Polícia Rodoviária Federal e aos servidoresdo Plano Especial de Cargos cedidos à Presidência da República, Vice-Presidência da República ou ao Ministério da Justiça ou cedidos a órgãos ou entidades do Poder Executivo Federal para cargos de Natureza Especial e cargos do Grupo-Direção e Assessoramento Superiores – DAS 5 ou 6, ou equivalentes. A GEAPRF integrava os proventos da aposentadoria e as pensões, e foi extinta a partir de 1º/03/2008. 4. INSTRUÇÃO PROCESSUAL: O pagamento era automatizado pelo SIAPE. 5. FUNDAMENTO LEGAL: • Art. 13 da Medida Provisória nº 212, de 09/09/04; • Artigos 13, 14 e 15 da Lei nº 11.095/05; • Artigo 174, inciso I, letra "i", da Medida Provisória nº 431, de 14/05/08. 6. PROCEDIMENTOS PARA LANÇAMENTO NO SIAPE: Consultar a Divisão de Cadastro – DICAD/CGRH. Estatuto dos Servidores Públicos aplicado à PRF Voltar ao Sumário 139 GAE 1. CONCEITO: Gratificação de Atividade Executiva – GAE era uma gratificação devida aos servidores do poder executivo, paga mensalmente, no percentual de 160% (cento e sessenta por cento), calculada sobre o vencimento básico do cargo efetivo. 2. OCORRÊNCIA: Nomeação de servidores e início do exercício do cargo efetivo no poder executivo, sendo o seu lançamento automatizado no SIAPE. 3. INFORMAÇÕES GERAIS: A Gratificação de Atividade Executiva – GAE era devida aos servidores ativos e inativos. A base de cálculo dessa gratificação era o vencimento-básico do servidor, não podendo ser consideradas outras vantagens, mesmo que componham a remuneração do servidor, com exceção da vantagem pessoal oriunda de vencimentos, que era considerada para fins de cálculo dessa gratificação. Os percentuais da gratificação de atividade executiva – GAE foram fixados em Lei, tendo sido instituída inicialmente no percentual de 80% (oitenta por cento), posteriormente, atingiu o total de 160% (cento e sessenta) por cento, conforme abaixo explicitado: • 80% a partir de 1° de agosto de 1992; • 100% a partir de 1° de outubro de 1992; • 120% a partir de 1° de novembro de 1992; • 140% a partir de 1° de fevereiro de 1993; • 160% a partir de 1° de abril de 1993. O servidor ocupante de cargo efetivo, nomeado para o exercício de cargo em comissão não receberá a GAE, em caso de opção pela percepção da remuneração do cargo comissionado, entretanto, se optar pela remuneração do cargo efetivo fará jus a percepção dessa Gratificação. Sobre o valor da GAE incidiam os descontos de PSS e Imposto de Renda. No período de 1º/03/2008 a 31/12/2008, a GAE compôs a estrutura remuneratória dos integrantes do Plano Especial de Cargos do Departamento de Polícia Rodoviária Federal. Estatuto dos Servidores Públicos aplicado à PRF Voltar ao Sumário 140 A GAE foi incorporada ao subsídio dos servidores ocupantes do cargo de Policial Rodoviário Federal a partir de 1º/08/2006. A partir de 1º/01/2009, os integrantes do Plano Especial de Cargos do Departamento de Polícia Rodoviária Federal não fazem jus à percepção da GAE, ficando o seu valor incorporado ao vencimento-básico. 4. DA INSTRUÇÃO PROCESSUAL: A implantação do pagamento dessa gratificação era automatizada no Sistema SIAPE, não havendo necessidade de formalização de processo. 5. FUNDAMENDO LEGAL: • Artigos 1º e 11 da Lei Delgada nº 13, de 27/08/1992; • Artigo 2º e 8º da Lei nº 8.538, de 21/12/1992; • Artigo 4º da Lei nº 8.676, de 13/07/1993; • Medida Provisória nº 212, de 9/09/2004; • Medida Provisória nº 431, de 14/05/2008. 6. PROCEDIMENTOS PARA LANÇAMENTO NO SIAPE: Consultar a Divisão de Pagamento – DIPAG/CGRH. Estatuto dos Servidores Públicos aplicado à PRF Voltar ao Sumário 141 GDATA 1. CONCEITO: Gratificação de Atividade Técnica Administrativa – GDATA era uma vantagem concedida a todos os servidores ocupantes de cargos do Plano Especial de Cargos do DPRF. 2. OCORRÊNCIA: Nomeação de servidores e início do exercício do cargo efetivo. 3. INFORMAÇÕES GERAIS: Para efeito da aplicação da GDATA foram definidos os seguintes termos: • Unidade de avaliação: o órgão ou a entidade como um todo, um subconjunto de unidades administrativas de um órgão ou entidade que execute atividades de mesma natureza ou unidade isolada, com no mínimo 10 (dez) servidores em exercício; • Grupo de avaliação: conjunto de servidores ocupantes de cargos de mesmo nível de escolaridade, que fazem jus à GDATA, em exercício na mesma unidade de avaliação; • Ciclo de avaliação: período considerado para realização da avaliação de desempenho institucional e individual, com vistas a aferir o desempenho do órgão ou da entidade e dos servidores que nele se encontrem em exercício. A GDATA tinha por finalidade incentivar a melhoria da qualidade e da produtividade nas ações de cada órgão ou entidade da Administração Pública Federal. A GDATA era concedida de acordo com os resultados das avaliações de desempenho institucional e individual. A avaliação de desempenho institucional visava aferir o desempenho coletivo no alcance dos objetivos organizacionais, considerando projetos e atividades prioritárias e condições especiais de trabalho. A avaliação de desempenho individual visa aferir o desempenho do servidor no exercício das atribuições do cargo, com foco na contribuição individual para o alcance dos objetivos organizacionais. A GDATA tinha como limite mínimo e máximo, respectivamente, 10 (dez) e 100 (cem) pontos por servidor. Para efeito de pagamento da GDATA, os resultados da avaliação de desempenho individual, expressos em escala, obedeciam aos seguintes parâmetros: Estatuto dos Servidores Públicos aplicado à PRF Voltar ao Sumário 142 • Mínimo de 10 (dez) e máximo de 85 (oitenta e cinco) pontos; • Média aritmética menor ou igual a 60 (sessenta) pontos; • Desvio-padrão maior ou igual a 5 (cinco) pontos (curva forçada). Cada ponto corresponde aos seguintes valores: • Nível superior: R$ 5,04 (cinco reais e quatro centavos) o valor do ponto; • Nível intermediário: R$1,48 (um real e quarenta e oito centavos) o valor do ponto; • Nível auxiliar: R$ 0,68 (sessenta e oito centavos) o valor do ponto. A pontuação referente à GDATA é distribuída da seguinte forma: • Até 15% (quinze pontos percentuais) de seu limite máximo eram atribuídos em função dos resultados obtidos na avaliação de desempenho institucional; • Até 85% (oitenta e cinco pontos percentuais) de seu limite máximo eram atribuídos em função dos resultados obtidos na avaliação de desempenho individual. A pontuação atribuída a cada servidor, em função do índice de atingimento das metas de desempenho institucional, obedecia os seguintes valores: • A partir de 80%(oitenta por cento): 15 (quinze) pontos; • De 60% (sessenta por cento) a 80% (oitenta por cento), exclusive: 10 pontos; • De 40% (quarenta por cento) a 60% (sessenta por cento), exclusive: 5 pontos; • Abaixo de 40% (quarenta por cento): 0 pontos. O ciclo de avaliação padrão tinha a duração de 6 (seis) meses e ensejava o pagamento da GDATA, a partir do segundo mês subsequente ao término do ciclo. Ao servidor ativo beneficiário, quando sua pontuação era inferior a 30 (trinta) pontos em duas avaliações individuais consecutivas, automaticamente, participava do processo de capacitação. Inicialmente a GDATA foi paga no valor correspondente a 60 (sessenta) pontos aos servidores ativos. Os servidores que se aposentaram a partir da instituição dessa gratificação, passaram a perceber a GDATA em valor correspondente à média Estatuto dos Servidores Públicos aplicado à PRF Voltar ao Sumário 143 aritmética dos 60 (sessenta) pagamentos recebidos ou em valor equivalentea 10 (dez) pontos, quando recebida por período inferior a 60 (sessenta meses). Esta gratificação foi extinta em 1º/01/2009. 4. INSTRUÇÃO PROCESSUAL: A GDATA era paga automaticamente pelo sistema SIAPE, mediante o ajuste dos percentuais a que cada servidor fazia jus, observada a avaliação correspondente a cada ciclo. 5. FUNDAMENTO LEGAL: • Art. 5º da Lei nº 10.404, de 09/01/02; • Decreto nº 4.247, de 22/05/02; • Medida Provisória nº 15/07/04; • Lei nº 10.971, de 25/11/04; • Medida Provisória nº 431, de 14/05/08. 6. PROCEDIMENTOS PARA LANÇAMENTO NO SIAPE: Consultar a Divisão de Cadastro – DICAD/CGRH. Estatuto dos Servidores Públicos aplicado à PRF Voltar ao Sumário 144 GRATIFICAÇÃO NATALINA 1. CONCEITO: Gratificação Natalina é um crédito que corresponde a 1/12 (um doze avos) da remuneração a que o servidor fizer jus no mês de dezembro, por mês de exercício no respectivo ano. 2. OCORRÊNCIA: Nomeação de servidores e início do exercício do cargo efetivo. 3. INFORMAÇÕES GERAIS: O direito do servidor à percepção da gratificação natalina decorre de quantos meses em que esteve em exercício do cargo, ou função, durante o ano. A cada mês de efetivo exercício corresponderá a 1/12 (um doze avos) de seu subsídio ou remuneração. A fração igual ou superior a 15 (quinze) dias será considerada como mês integral. O pagamento da Gratificação Natalina aos servidores, inclusive inativos e pensionistas, ocorre em duas parcelas, nos meses de junho e novembro, da seguinte forma: • 50% (cinquenta por cento) no mês de junho de cada ano, a título de adiantamento, mediante ato unilateral da Administração; • Para os servidores ativos, no mês anterior ao gozo de férias, poderá ser antecipado o pagamento da gratificação natalina, mediante solicitação, desde que usufruídas antes do mês de junho. • 50% (cinquenta por cento) no mês de novembro de cada ano, ocasião em que é efetuado o desconto compulsório; • E o restante, se houver, até o dia 20 de dezembro de cada ano. Será devida ao servidor exonerado a indenização da gratificação natalina na proporção dos meses de exercício, calculada sobre a remuneração do mês da exoneração. A gratificação natalina não será considerada para cálculo de qualquer vantagem pecuniária. Quando ocorre a exoneração do servidor de cargo efetivo, comissionado ou função gratificada, deverá ser procedido os acertos financeiros da vantagem. Estatuto dos Servidores Públicos aplicado à PRF Voltar ao Sumário 145 O servidor demitido não faz jus à gratificação natalina. 4. INSTRUÇÃO PROCESSUAL: O pagamento dessa vantagem é automatizado no Sistema SIAPE/SIAPECAD. 5. FUNDAMENTO LEGAL: • Artigos 63 a 66 da Lei nº 8.112, de 11/12/90; • Ofício-Circular SRH/MPOG nº 83/02. 6. PROCEDIMENTOS PARA LANÇAMENTO NO SIAPE: • O lançamento da gratificação é feito quando da inclusão das férias do servidor, caso haja pedido de adiantamento da gratificação natalina; • Nos demais casos, o pagamento é automatizado no sistema SIAPE/SIAPECAD; • Quando do acerto de situações funcionais de servidores exonerados de cargos efetivos, cargos comissionados ou função gratificada deverá ser procedido o acerto de contas com o servidor, no próprio processo de exoneração, laçando-se o pagamento ou desconto na transação: >FPADMOVFIN, Rubrica _____, Sequencial ____, com prazo determinado. Estatuto dos Servidores Públicos aplicado à PRF Voltar ao Sumário 146 INCORPORAÇÃO DE QUINTOS / DÉCIMOS 1. CONCEITO: Quintos é a vantagem incorporada à remuneração do servidor que, simultaneamente, com o cargo efetivo, tenha exercido cargo comissionado – DAS e/ou função gratificada – FG, correspondendo a 1/5 (um quinto) do valor do cargo ou da função, a cada 12 (doze) meses de efetivo exercício, até o limite de 5/5 (cinco quintos). 2. OCORRÊNCIA: Publicação, no Boletim de Serviço, da Portaria de concessão ou atualização dos quintos. 3. INFORMAÇÕES GERAIS: A vantagem de incorporação de quintos pelo exercício de funções de confiança e cargos comissionados foi criada pelo antigo Regime Jurídico Estatutário (Lei nº 1.711/52 - revogada), conforme disposto na também revogada Lei nº 7.632/79. Entretanto, eram beneficiados com a referida vantagem, somente servidores que pertenciam ao regime estatutário, os quais incorporavam a remuneração, a partir do 6º ano de exercício de cargos em comissão ou função gratificada, 1/5 (um quinto) do cargo ou função exercida por maior tempo. Posteriormente, com a publicação da Lei nº 8.112/90 (atual Regime Jurídico Único), foi garantido a todos os servidores, o direito à incorporação de quintos, em vista da Unificação do regime jurídico e do disposto no Art. 62 da citada Lei nº 8.112/90 Em vista do disposto no § 5º do Art. 62 da Lei nº 8.112/90, foi editada a Lei nº 8.911/94, que definiu os critérios de incorporação de quintos de que trata o Art. 62 da Lei 8.112/90, passando os servidores a incorporar 1/5 (um quinto) do cargo ou função exercida por maior tempo no período de 12 (doze) meses, a partir do primeiro ano, até o limite de 5/5 (cinco quintos). Entretanto, a legislação referente à concessão de quintos sofreu inúmeras alterações, valendo ressaltar que de acordo com o disposto na Lei nº 9.52797, foi extinta a vantagem de incorporação de quintos. No entanto, de conformidade com o contido na Lei nº 9.624/98 foram transformados em décimos, e, posteriormente, em Vantagem Pessoal Nominalmente Identificada - VPNI. Em vista das inúmeras alterações ocorridas na legislação que trata sobre a incorporação de quintos, a Secretaria de Recursos Humanos do Ministério do Planejamento, Orçamento e Gestão emitiu entendimento de que "Afigura-se viável a incorporação ou atualização de quintos, com fundamento no artigo 3º da Lei nº 9.624/98, até a data de 8 de abril de 98, adotando-se, para tanto, os critérios contidos no artigo 3º da Lei nº 8.911/94”. Estatuto dos Servidores Públicos aplicado à PRF Voltar ao Sumário 147 Assim, todos os servidores que exerceram funções gratificadas ou cargos comissionados até 08 de abril de 1998, fazem jus à incorporação ou atualização de quintos, na proporção de 1/5 (um quinto) a cada ano de efetivo exercício até o limite de 5/5 (cinco quintos), nos termos do disposto no artigo 3º da Lei nº 8.911/94 (redação Original). Também, os servidores que incorporaram quintos com base nas regras da Lei nº 6.732/79 permaneceram com essa vantagem, a qual foi transformada em VPNI. Em caso de evolução de função o servidor fará jus à incorporação da respectiva atualização, se for mais vantajoso. Não é possível a incorporação de fração referente a funções cujo período de um ano de exercício remunerado tenha sido completado após 08 de abril de 1998. 4. DA INSTRUÇÃO PROCESSUAL: No processo de incorporação de quintos deverão constar os seguintes documentos: • Requerimento do servidor ou solicitação do Recursos Humanos para a abertura do processo; • Cópias legíveis das Portarias de Nomeação e/ou Designação dos cargos comissionados e funções gratificadas exercidas pelo servidor; • Cópias legíveis das Portarias de exoneração e/ou dispensa dos cargos comissionados e funções gratificadas exercidas pelo servidor; Anexar dados funcionais retirados do sistema SIAPE/SIAPECAD. Se o servidor for aposentado, anexar cópia da Portaria de Aposentação. Se o servidor estiver falecido, anexar cópias das Portarias de concessão de pensão a todos os beneficiários e demais dados retirados do sistema SIAPE, demonstrando quais são os beneficiários. Anexar ao processoas fichas financeiras do período correspondente ao pagamento, de forma a evidenciar o recebimento ou não do que está sendo solicitado. Elaborar nota técnica, a qual deverá evidenciar os cargos/funções exercidos pelo requerente bem como a evolução daqueles(as) ao longo do tempo até a data limite para a concessão da vantagem, com a respectiva análise sob o ponto de vista legal. Elaborar a Portaria de concessão ou atualização dos quintos. Estatuto dos Servidores Públicos aplicado à PRF Voltar ao Sumário 148 Se aposentado, deverá constar na Portaria de aposentadoria o fundamento legal dos quintos. Levar ao Superintendente Regional ou Chefe de Distrito para análise, assinatura e publicação no Boletim de Serviço da respectiva unidade. Lançar a concessão no sistema SIAPECAD/SIAPE (juntar ao processo o comprovante de lançamento). Elaborar os cálculos do valor devido atentando-se para a prescrição quinquenal. Se servidor for falecido, elaborar planilha demonstrativa dos valores devidos a cada pensionista, observada a cota-parte reservada a cada um deles. Elaborar Reconhecimento de Dívida. Providenciar a assinatura do Superintendente ou Chefe de Distrito no reconhecimento de dívida. Lançar na base do SIAPE os valores correspondentes aos de exercícios anteriores. Fazer despacho do Superintendente ou Chefe de Distrito encaminhando o processo à CGRH na Sede do DPRF ou para arquivamento, conforme o caso. Encaminhar o processo à CGRH na Sede do DPRF, somente se tiver valores a pagar ao servidor. Se houver algum valor a ser ressarcido ao erário, providenciá-lo, na forma do artigo 46, da Lei 8.112/90, cientificando o servidor antes de implantar o desconto no SIAPE. Arquivar o processo no protocolo somente após anotações na pasta funcional, lançamento no sistema SIAPECAD, ciência ao interessado e pagamento dos valores a que o servidor faz jus, se houver. 5. FUNDAMENTO LEGAL: • Art. 62-A da Lei nº 8.112, de 11/12/90; • Lei nº 8.911, de 11/07/94; • Artigo 3º da Lei nº 9.624, de 02/04/98. 6. PROCEDIMENTOS PARA LANÇAMENTO NO SIAPE: 1º Passo: >CAIFHISPIF; 2º Passo: Informar a matrícula SIAPECAD do servidor (ou acionar F1 para obtê-la); 3º Passo: Assinalar com um “X” a opção CONCESSÃO; Estatuto dos Servidores Públicos aplicado à PRF Voltar ao Sumário 149 4º Passo: preencher os campos: 4.1 – FUNÇÃO/CARGO COMISSÃO: informar a função/cargo exercido pelo servidor 4.2 – ORGÃO EXERCÍCIO FUNÇÃO: não deverá ser preenchido. 4.3 – CARGO NATUREZA ESPECIAL: preencher somente em casos de Cargo de Natureza Especial. 4.4 – PER. EFETIVO EXERCÍCIO: informar ano a ano o período devido, Ex.: 18ago1996 a 17ago1997. 4.5 – VIGÊNCIA A PARTIR DE: informar a vigência. Considerando o efeito financeiro da Portaria de concessão. 4.6 – número do processo: informar o número do processo. 4.7 – DL DE CONCESSÃO: informar nº da Portaria e data da publicação. 5º Passo: Assinalar com um “X” a opção: “LEI 8911 – AQUISIÇÃO ENTRE 11DEZ1970 E 08ABR1998.” – Aos servidores que incorporaram quintos após 12.07.1994 – CLT. “LEI 6.732 – Aos servidores regidos pela Lei 1.711/52. Estatuto dos Servidores Públicos aplicado à PRF Voltar ao Sumário 150 INDENIZAÇÃO DE TRANSPORTE 1. CONCEITO: Indenização de Transporte é a despesa realizada pelo servidor com utilização de meio próprio de locomoção para a execução de serviços externos, por força das atribuições próprias do cargo efetivo que ocupa. 2. OCORRÊNCIA: Publicação do ato concessivo no Boletim de Serviço. 3. INFORMAÇÕES GERAIS: São considerados serviços externos, para fins de pagamento da indenização de transporte, aqueles que obriguem o servidor alocado permanentemente em atividades de fiscalização, inspeção, auditoria, ou em diligência externa, a se deslocarem da repartição pública onde esteja lotado ou tenha exercício, para desempenhá-las junto a estabelecimentos, firmas, escritórios ou outras entidades congêneres, localizados na área de jurisdição do órgão a que pertence. Considera-se meio próprio de locomoção o veículo automotor particular utilizado à conta e risco do servidor, não fornecido pela Administração e não disponível à população em geral. É vedada a incorporação dessa indenização aos vencimentos, remuneração, provento ou pensão e a caracterização como salário-utilidade ou prestação in natura. Não será devida cumulativamente com passagens, auxílio-transporte ou qualquer outra vantagem paga sob o mesmo título ou idêntico fundamento. O pagamento da indenização de transporte será efetuado pelo SIAPE, no mês seguinte ao da utilização do meio próprio de locomoção. A concessão da indenização de transporte far-se-á mediante ato do dirigente do órgão setorial ou seccional do SIPEC, publicado no Boletim de Serviço do mês que for efetuado o pagamento, que indicará, obrigatoriamente, o cargo efetivo e a descrição sintética dos serviços externos executados pelo servidor; Realizada a concessão em desacordo com os dispositivos legais, o ato será nulo, sem prejuízo da apuração de responsabilidades e devolução de valores recebidos indevidamente. 4. INSTRUÇÃO PROCESSUAL: Lançamento direto no Sistema SIAPE. Estatuto dos Servidores Públicos aplicado à PRF Voltar ao Sumário 151 5. FUNDAMENTO LEGAL: • Art. 60, da Lei 8.112, de 11/12/90; • Decreto nº 3.184, de 27/09/99; • Portaria Normativa nº 3, de 03/03/99. 6. PROCEDIMENTOS PARA LANÇAMENTO NO SIAPE: Não há lançamentos no SIAPE. O pagamento é feito no SIAFI. Estatuto dos Servidores Públicos aplicado à PRF Voltar ao Sumário 152 PLANO ESPECIAL DE CARGOS DO DPRF – PEDPRF (NOVAS GRATIFICAÇÕES, DEVIDAS A PARTIR DE 1º/03/2008) 1. CONCEITO: GTEMPPRF – É a Gratificação Temporária de Apoio Técnico- Administrativo à Atividade Policial Rodoviária Federal devida aos titulares de cargos de provimento efetivo de níveis intermediário e superior pertencentes ao Plano Especial de Cargos do Departamento de Polícia Rodoviária Federal, em valores fixos correspondentes a: CLASSE PADRÃO NÍVEL DO CARGO (VALORES EM R$) SUPERIOR INTERMEDIÁRIO ESPECIAL III 658,79 135,43 II 625,75 134,36 I 593,55 134,26 C VI 537,73 134,19 V 507,63 134,19 IV 478,29 133,12 III 449,71 131,02 II 421,87 129,98 I 394,76 129,90 B VI 346,87 129,82 V 321,56 128,79 IV 296,94 127,75 III 272,96 126,71 II 249,62 125,67 I 226,91 125,60 A V 185,90 125,53 IV 164,76 124,50 III 144,21 123,47 II 124,20 122,46 I 104,74 121,45 GEAAPRF – É a Gratificação Específica de Atividades Auxiliares da Polícia Rodoviária Federal devida aos titulares de cargos de provimento efetivo de nível auxiliar pertencentes ao Plano Especial de Cargos do Departamento de Polícia Rodoviária Federal, em valores fixos correspondentes a: Estatuto dos Servidores Públicos aplicado à PRF Voltar ao Sumário 153 CLASSE PADRÃO VALORES EM R$ A PARTIR DE 1º/03/2008 A PARTIR DE 1º/07/2009 A PARTIR DE 1º/05/2010 ESPECIAL III 130,00 140,00 150,00 II 128,71 139,00 149,00 I 127,44 138,00 148,00 GDATPRF – É a Gratificação de Desempenho de Atividade de Apoio Técnico-Administrativo à Polícia Rodoviária Federal devida aos servidores ocupantes de cargos de provimento efetivo do Plano Especial de Cargos do Departamento de Polícia Rodoviária Federal, quando em exercício das atividades inerentes às atribuições do respectivo cargo no Departamento de Polícia Rodoviária Federal, observado o limite máximo de 100 pontos e mínimo de 30 pontos, por servidor, distribuídos de acordo com a avaliação individual (até 20 pontos)e institucional (até 80 pontos), observados a classe e o padrão do servidor. Os critérios para a avaliação individual e institucional devem ser estabelecidos pelo DPRF. Os valores a serem pagos aos servidores, a título dessa gratificação, serão calculados multiplicando-se o somatório dos pontos auferidos nas avaliações de desempenho institucional e individual pelo valor do ponto pré-estabelecido, de acordo com o respectivo nível, classe e padrão. Os valores de cada ponto são os constantes da tabela abaixo: CLASSE PADRÃO VALOR DO PONTO PARA CARGOS DE NÍVEL SUPERIOR A PARTIR DE 1º/03/2008 A PARTIR DE 1º/07/2009 A PARTIR DE 1º/05/2010 ESPECIAL III 15,2000 20,9800 28,3430 II 14,9000 20,5700 27,6500 I 14,6100 20,1700 26,9800 C VI 14,1800 19,5800 26,0700 V 13,1900 19,2000 25,4300 IV 13,6300 18,8200 24,8100 III 13,3600 18,4500 24,2000 II 13,1000 18,0900 23,6100 I 12,8400 17,7400 23,0330 B VI 12,4700 17,2200 22,2500 V 12,2300 16,8800 21,7100 IV 11,9900 16,5500 21,1800 III 11,7500 16,2300 20,6600 II 11,5200 15,9100 20,1600 I 11,2900 15,6000 19,6700 D V 10,9600 15,1500 19,0000 IV 10,7500 14,8500 18,5400 Estatuto dos Servidores Públicos aplicado à PRF Voltar ao Sumário 154 CLASSE PADRÃO VALOR DO PONTO PARA CARGOS DE NÍVEL SUPERIOR III 10,5400 14,5600 18,0900 II 10,3300 14,2700 17,6500 I 10,1300 13,9900 17,2200 CLASSE PADRÃO VALOR DO PONTO PARA CARGOS DE NÍVEL MÉDIO A PARTIR DE 1º/03/2008 A PARTIR DE 1º/07/2009 A PARTIR DE 1º/05/2010 ESPECIAL III 9,4500 11,8111 14,6225 II 9,4300 11,7900 14,4100 I 9,4100 11,7700 14,2000 C VI 9,3600 11,7100 13,8500 V 9,3400 11,6900 13,6500 IV 9,3200 11,6700 13,4500 III 9,3000 11,6500 13,2500 II 9,2800 11,6300 13,0500 I 9,2600 11,6100 12,8600 B VI 9,2100 11,5500 12,5500 V 9,1900 11,5300 12,3600 IV 9,1700 11,5100 12,1800 III 9,1500 11,4900 12,0000 II 9,1300 11,4700 11,8200 I 9,1100 11,4500 11,6500 D V 9,0600 11,3900 11,3700 IV 9,0400 11,3700 11,2000 III 9,0200 11,3500 11,0300 II 9,0000 11,3300 10,8700 I 8,9800 11,3100 10,7100 CLASSE PADRÃO VALOR DO PONTO PARA CARGOS DE NÍVEL AUXILIAR A PARTIR DE 1º/03/2008 A PARTIR DE 1º/07/2009 A PARTIR DE 1º/05/2010 ESPECIAL III 3,9800 - - II 3,9445 - - I 3,9093 - - A GDATPRF será paga aos servidores aposentados nos seguintes percentuais: Estatuto dos Servidores Públicos aplicado à PRF Voltar ao Sumário 155 APOSENTADORIAS PERCENTUAIS Concedidas até 19/02/2004 40% do valor máximo do respectivo nível, a partir de 1º/03/2008 50% do valor máximo, observado o respectivo nível, a partir de 1º/01/2009 Concedidas posteriormente a 19/02/2004, com base artigos 3º e 6º da E. C. nº 41/2003 e 3º da E. C. nº 47/2004. 40% do valor máximo do respectivo nível, a partir de 1º/03/2008 50% do valor máximo, observado o respectivo nível, a partir de 1º/01/2009 Concedidas posteriormente a 19/02/2004, cujos proventos são calculados de acordo com a M. P. 167/2004, convertida na Lei nº 10.887/2004 (média da remuneração contributiva) Não fazem jus à GDATPRF 2. OCORRÊNCIA: Nomeação de servidores e início do exercício do cargo efetivo do Plano Especial de Cargos do Departamento de Polícia Rodoviária Federal. 3. INFORMAÇÕES GERAIS: A Medida Provisória nº 431/08, que deu nova redação à Lei nº 11.095/04, promovendo alterações na estrutura remuneratória de várias categorias de servidores públicos federais, dentre eles, os servidores administrativos do DPRF, pertencentes ao Plano Especial de Cargos da Polícia Rodoviária Federal – PEC- PRF. A restruturação do PEC-PRF abrange a alteração da Tabela de Vencimento Básico, com efeitos a partir de 1º de março de 2008, a criação da Gratificação de Desempenho de Atividade de Apoio Técnico-Administrativo à Polícia Rodoviária Federal – GDATPRF, da Gratificação Específica de Atividades Auxiliares da Polícia Rodoviária Federal - GEAAPRF, devida somente aos servidores de nível auxiliar, e da Gratificação Temporária de Apoio Técnico-Administrativo à Atividade Policial Rodoviária Federal - GTEMPPRF, devida somente aos servidores de nível intermediário e superior. A partir de 1º de março de 2008, foram extintas as gratificações a seguir mencionadas, as quais não foram incorporadas ao vencimento-básico dos servidores que as percebiam: • Gratificação de Desempenho de Atividade Técnico-Administrativa - GDATA; • Gratificação Específica de Apoio Técnico-Administrativo à Atividade Policial Rodoviária Federal - GEAPRF. No período de 1º de março de 2008 a 31 de dezembro de 2008, a estrutura remuneratória do Plano Especial de Cargos do Departamento de Polícia Rodoviária Federal foi composta das seguintes parcelas: • Vencimento Básico; Estatuto dos Servidores Públicos aplicado à PRF Voltar ao Sumário 156 • Gratificação de Atividade - GAE, de que trata a Lei Delegada nº 13/92; • Vantagem Pecuniária Individual - VPI, de que trata a Lei nº 10.698/2003; • Gratificação Temporária de Apoio Técnico-Administrativo à Atividade Policial Rodoviária Federal - GTEMPPRF; • Gratificação Específica de Atividades Auxiliares da Policia Rodoviária Federal – GEAAPRF, somente para o nível auxiliar; • Gratificação de Desempenho de Atividade de Apoio Técnico- Administrativo à Polícia Rodoviária Federal - GDATPRF, somente para os servidores pertencentes de nível intermediário e superior. A partir de 1º de janeiro de 2009, a estrutura remuneratória dos cargos pertencentes ao PEC-PRF tem a seguinte composição: - PARA CARGOS DE NÍVEL AUXILIAR: • Vencimento Básico; • Gratificação Específica de Atividades Auxiliares da Policia Rodoviária Federal – GEAAPRF, somente para o nível auxiliar; • Gratificação de Desempenho de Atividade de Apoio Técnico- Administrativo à Polícia Rodoviária Federal - GDATPRF. - PARA CARGOS DE NÍVEL INTERMEDIÁRIO E SUPERIOR • Vencimento Básico; • Gratificação de Desempenho de Atividade de Apoio Técnico- Administrativo à Polícia Rodoviária Federal - GDATPRF. A partir de 1º de janeiro de 2009, as gratificações a seguir mencionadas foram extintas e incorporadas ao vencimento-básico dos servidores que as percebem: • Gratificação Temporária de Apoio Técnico-Administrativo à Atividade Policial Rodoviária Federal - GTEMPPRF; • Gratificação de Atividade Executiva - GAE; • Vantagem Pecuniária Individual – VPI. A partir de 14 de maio de 2008, foi extinta a GEAPRF, entretanto, essa gratificação não foi incorporada ao vencimento-básico dos servidores que a percebiam. Estatuto dos Servidores Públicos aplicado à PRF Voltar ao Sumário 157 A partir de 1º de março de 2008, os servidores deste Departamento, ocupantes de cargos pertencentes ao nível auxiliar, foram enquadrados ao PEC- PRF, da seguinte forma: CARGOS SITUAÇÃO ATUAL SITUAÇÃO NOVA CLASSE PADRÃO PAADRÃO CLASSE Cargos de provimento efetivo de nível auxiliar do Plano Especial de Cargos do DPRF ESPECIAL III III ESPECIAL II II I I C VI V IV III II I B VI V IV III II I A V IV III II I A avaliação de desempenho individual e institucional para fins de pagamento da GDATPRF deverá obedecer a sistemática estabelecida nos artigos de 140 a 163 da M. P. nº 431/2008, que estabeleceram a sistemática de avaliação de desempenho dos servidores públicos federais da Administração pública Federal direta, autárquica e fundacional, ocupantes de cargos efetivos e comissionados – DAS 1, 2 e 3, objetivando promover a melhoria da qualificação dos serviços públicos e subsidiar a gestão de pessoas, principalmente, quanto à capacitação, desenvolvimento no cargo ou carreirae movimentação de pessoal. Define-se como avaliação de desempenho o monitoramento sistemático e contínuo da atuação individual do servidor e institucional dos órgãos e das entidades, tendo como referência as metas globais e intermediárias dos órgãos e entidades que compõem o Sistema de Pessoal Civil, de que trata o Decreto-Lei nº 200/67. A avaliação de desempenho individual será composta por critérios e fatores que reflitam a competência do servidor aferidas no desempenho individual das tarefas e atividades a ele atribuídas. A avaliação de desempenho institucional será composta por critérios e fatores que reflitam a contribuição da equipe de trabalho para o cumprimento das metas intermediárias e globais do órgão ou entidade e os resultados alcançados Estatuto dos Servidores Públicos aplicado à PRF Voltar ao Sumário 158 pela organização como um todo. As metas institucionais serão fixadas anualmente em ato do dirigente máximo do órgão ou entidade da Administração Pública Federal direta, autárquica e fundacional, observado o seguinte: • Metas globais referentes à organização como um todo, elaboradas, quando couber, em consonância com as diretrizes e metas governamentais fixadas no Plano Plurianual - PPA, na Lei de Diretrizes Orçamentárias - LDO e na Lei Orçamentária Anual - LOA; • Metas intermediárias referentes às equipes de trabalho, elaboradas em consonância com as metas institucionais globais. Essas metas devem ser objetivamente mensuráveis, quantificáveis e diretamente relacionadas às atividades do órgão ou entidade, levando-se em conta, no momento de sua fixação, os resultados alcançados nos exercícios anteriores. As metas estabelecidas pelas entidades da Administração indireta deverão ser compatíveis com as diretrizes, políticas e metas governamentais dos órgãos da Administração direta aos quais estão vinculadas. As metas e os resultados institucionais apurados a cada período deverão ser amplamente divulgados pelos órgãos ou entidades da Administração Pública Federal, inclusive em sítio eletrônico. As metas somente poderão ser revistas na hipótese da superveniência de fatores que tenham influência significativa e direta na sua consecução, desde que o órgão ou entidade não tenha dado causa a tais fatores. As metas de desempenho individual e as metas intermediárias de desempenho institucional deverão ser definidas por critérios objetivos e comporão o Plano de Trabalho de cada unidade do órgão ou entidade e, salvo situações devidamente justificadas, previamente acordadas entre o servidor, a chefia e a equipe de trabalho. O Plano de Trabalho do órgão é o documento que conterá o registro das etapas do ciclo da avaliação de desempenho. Os servidores ocupantes de cargos em comissão ou função de confiança, no órgão de origem, poderão ser avaliados na dimensão individual a partir: • Dos conceitos atribuídos pelo próprio avaliado; • Dos conceitos atribuídos pela chefia imediata; Da média dos conceitos atribuídos pelos integrantes da equipe de trabalho subordinada à chefia avaliada. Os servidores não ocupantes de cargos em comissão ou função de confiança poderão ser avaliados na dimensão individual a partir: Estatuto dos Servidores Públicos aplicado à PRF Voltar ao Sumário 159 • Dos conceitos atribuídos pelo próprio avaliado; • Dos conceitos atribuídos pela chefia imediata; • Da média dos conceitos atribuídos pelos demais integrantes da equipe de trabalho. Para fins do cálculo da parcela referente à avaliação institucional poderão ser considerados os resultados obtidos na avaliação: • Do Plano de Trabalho, cuja pontuação corresponderá ao índice de cumprimento das ações que o integram, devidamente ponderadas; • Do desempenho da equipe de trabalho realizada pelos seus integrantes, mediante consenso e pelos usuários internos ou externos de cada unidade de trabalho; • Das condições de trabalho, feita pelos integrantes de cada equipe de trabalho; • Do desempenho do órgão ou entidade no alcance das metas institucionais. Os pontos resultantes da avaliação das condições de trabalho, feita pelos integrantes de cada equipe de trabalho, serão utilizados como fator de correção para a pontuação obtida nas seguintes avaliações: • Do Plano de Trabalho, cuja pontuação corresponderá ao índice de cumprimento das ações que o integram, devidamente ponderadas; • Do desempenho da equipe de trabalho realizada pelos seus integrantes, mediante consenso; • Realizada pelos usuários internos ou externos de cada unidade de trabalho; O ciclo da avaliação de desempenho compreenderá as seguintes etapas: • Publicação das metas globais; • Estabelecimento de compromissos de desempenho individual e institucional, firmados no início do ciclo de avaliação entre o gestor e cada integrante da equipe, a partir das metas institucionais pré-estabelecidas; • Acompanhamento do desempenho individual e institucional, sob orientação e supervisão do gestor e da Comissão de Acompanhamento, de todas as etapas ao longo do ciclo de avaliação; • Avaliação parcial dos resultados obtidos, para fins de ajustes necessários; • Apuração final das pontuações para o fechamento dos resultados obtidos em todos os componentes da avaliação de desempenho; Estatuto dos Servidores Públicos aplicado à PRF Voltar ao Sumário 160 • Publicação do resultado final da avaliação; • Retorno aos avaliados, visando a discussão dos resultados obtidos na avaliação de desempenho, após a consolidação das pontuações. O ciclo da avaliação de desempenho terá a duração de 12 (doze) meses, à exceção do primeiro ciclo, que poderá ter duração inferior à estabelecida neste artigo. O primeiro ciclo de avaliação terá início 30 (trinta) dias após a data de publicação das metas de desempenho individual, coletiva e institucional. Os efeitos financeiros decorrentes dos resultados obtidos no primeiro ciclo de avaliação retroagirão à data de início do ciclo de avaliação, devendo ser compensadas eventuais diferenças pagas a maior ou a menor. A partir do segundo ciclo, as avaliações de desempenho individual e institucional serão consolidadas anualmente e processadas no mês subsequente ao da consolidação. A avaliação individual somente produzirá efeitos financeiros se o servidor tiver permanecido em exercício das atividades relacionadas ao Plano de Trabalho do órgão por, no mínimo, 2/3 (dois terços) de um ciclo de avaliação completo. O resultado consolidado de cada período de avaliação terá efeito financeiro mensal, durante igual período, a partir do mês subsequente ao de processamento das avaliações. Os servidores ativos beneficiários das gratificações de desempenho que obtiverem avaliação de desempenho individual inferior a 50% (cinquenta por cento) da pontuação máxima prevista serão submetidos a processo de capacitação ou de análise da adequação funcional, sob responsabilidade do respectivo órgão ou entidade de exercício. A análise de adequação funcional visa a identificar as causas dos resultados obtidos na avaliação do desempenho e servir de subsídio para a adoção de medidas que possam propiciar a melhoria do desempenho do servidor. Os titulares de cargos efetivos que fazem jus às gratificações de desempenho em efetivo exercício no respectivo órgão ou na entidade de lotação, quando investidos em cargos de Natureza Especial, de provimento em comissão do Grupo-Direção e Assessoramento Superiores, DAS-6, DAS-5, DAS-4, ou equivalentes, farão jus à respectiva gratificação de desempenho calculada com base no valor máximo da parcela individual, somado ao resultadoda avaliação institucional do período. Nesses casos, a avaliação institucional a ser considerada será a do respectivo órgão ou da entidade de lotação. Os ocupantes de cargos efetivos que não se encontrem desenvolvendo atividades nas unidades do respectivo órgão ou da entidade de lotação somente farão jus à respectiva gratificação de desempenho: • Quando cedidos ao órgão supervisor do Plano de Carreira ou Plano de Estatuto dos Servidores Públicos aplicado à PRF Voltar ao Sumário 161 Cargos a que pertence o servidor ou para entidades a ele vinculadas, situação na qual perceberão a respectiva gratificação de desempenho calculada com base nas regras aplicáveis como se estivesse em efetivo exercício no respectivo órgão ou na entidade de lotação; • Quando cedidos para a Presidência ou Vice-Presidência da República, quando requisitados pela Justiça Eleitoral e nas demais hipóteses de requisição previstas em Leis específicas, situação na qual perceberão a respectiva gratificação de desempenho conforme disposto no inciso I do caput deste artigo; • Quando cedidos para órgãos ou entidades do Governo Federal distintos dos indicados nos incisos I e II do caput deste artigo e investidos em cargos de Natureza Especial, de provimento em comissão do Grupo-Direção e Assessoramento Superiores, DAS-6, DAS-5, DAS-4, ou equivalentes, perceberão a respectiva gratificação de desempenho calculada com base no resultado da avaliação institucional do período. Nesse caso, a avaliação institucional a ser considerada será a do respectivo órgão ou da entidade de lotação. Ocorrendo exoneração do cargo em comissão, os servidores continuarão percebendo a gratificação de desempenho correspondente ao último valor obtido, até que seja processada a sua primeira avaliação após a exoneração. Em caso de afastamentos e licenças considerados como de efetivo exercício, sem prejuízo da remuneração e com direito à percepção de gratificação de desempenho, o servidor continuará percebendo a respectiva gratificação correspondente ao último percentual obtido, até que seja processada a sua primeira avaliação após o retorno. Até o processamento dos resultados do primeiro ciclo de avaliação de desempenho, as gratificações de desempenho serão pagas no valor correspondente a 80 (oitenta) pontos, observados os respectivos níveis, classes e padrões. A partir de janeiro de 2011, para os órgãos ou equipes de trabalho que não implementaram a sistemática de avaliação de desempenho, passa a ser utilizado como parâmetro para pagamento da gratificação de desempenho institucional o percentual de cumprimento de metas do respectivo órgão ou entidade de lotação constante do Sistema Integrado de Gestão e Planejamento - SIGPLAN. Até que seja processada a primeira avaliação de desempenho individual que venha a surtir efeito financeiro, o servidor recém-nomeado para cargo efetivo e aquele que tenha retornado de licença sem vencimento, de cessão ou de outros afastamentos sem direito à percepção de gratificação de desempenho, no decurso do ciclo de avaliação, receberá a respectiva gratificação no valor correspondente a 80 (oitenta) pontos. Serão compostas Comissões de Acompanhamento instituídas por ato do dirigente máximo do órgão ou da entidade, as quais participarão de todas as etapas do ciclo da avaliação de desempenho. As Comissões de Acompanhamento serão formadas por representantes Estatuto dos Servidores Públicos aplicado à PRF Voltar ao Sumário 162 indicados pela administração do órgão ou da entidade e por membros indicados pelos servidores. As Comissões de Acompanhamento deverão julgar, em última instância, os eventuais recursos interpostos quanto aos resultados das avaliações individuais. Foi criado o Comitê Gestor da Avaliação de Desempenho no âmbito do Ministério do Planejamento, Orçamento e Gestão, com a finalidade de: • Propor os procedimentos gerais referentes à operacionalização da avaliação de desempenho, os instrumentais de avaliação e os fatores a serem considerados, bem como a pontuação atribuída a cada um deles; • Revisar e alterar, sempre que necessário, os instrumentais de avaliação de desempenho em período não inferior a 3 (três) anos; • Realizar, continuamente, estudos e projetos, visando a aperfeiçoar os procedimentos pertinentes à sistemática da avaliação de desempenho; • Examinar os casos omissos. O Comitê Gestor da Avaliação de Desempenho terá sua composição estabelecida em regulamento, assegurada a participação paritária de representantes do Poder Executivo, da sociedade civil e do conjunto das entidades representativas dos servidores públicos do Poder Executivo. A duração do mandato e os critérios e procedimentos de trabalho do Comitê Gestor da Avaliação de Desempenho serão estabelecidos em ato do Ministro de Estado do Planejamento, Orçamento e Gestão. Os critérios e procedimentos específicos de avaliação individual, coletiva e institucional global serão estabelecidos em ato do dirigente máximo do órgão ou entidade, observada a legislação vigente. O primeiro ciclo da avaliação de desempenho somente terá início a partir de 1o de janeiro de 2009 e após a data de publicação do ato que institui as metas individuais e institucionais. As avaliações de desempenho para fins de percepção das gratificações deverão seguir a sistemática para avaliação de desempenho no capítulo II da M. P. 431/2008. 4. INSTRUÇÃO PROCESSUAL: Todas as gratificações são concedidas automaticamente pelo SIAPE. 5. FUNDAMENTO LEGAL: • Lei Delegada nº 13, de 27/08/92; • Lei nº 10.404, de 9/01/02; Estatuto dos Servidores Públicos aplicado à PRF Voltar ao Sumário 163 • Lei nº 10.887, de 18/06/04; • Lei nº 11.095, de 13/01/05; • Art. 62 a 66 e de 140 a 163 da Medida Provisória nº 431, de 14/05/08, convertida na Lei nº 11.784, de 22/09/08. 6. PROCEDIMENTOS PARA LANÇAMENTO NO SIAPE: Consultar a Divisão de Pagamento – DIPAG/CGRH. Estatuto dos Servidores Públicos aplicado à PRF Voltar ao Sumário 164 VANTAGEM PECUNIÁRIA INDIVIDUAL 1. CONCEITO: Vantagem devida ao servidor público federal ocupante de cargo efetivo ou emprego público, no valor de R$ 59,87 (cinquenta e nove reais e oitenta e sete centavos). 2. OCORRÊNCIA: Admissão de servidores públicos federais, até 31 de dezembro de 2008. 3. INFORMAÇÕES GERAIS: A vantagem será paga cumulativamente com as demais vantagens que compõem a estrutura remuneratória do servidor, e não serve de base de cálculo para qualquer outra vantagem. Sobre esta vantagem incidirão as revisões gerais e anuais de remuneração dos servidores públicos federais. Esta vantagem não é computada, nem acumulada, para a concessão de qualquer outro acréscimo pecuniário. Essa vantagem foi paga aos servidores do Plano Especial de Cargos do Departamento de Polícia Rodoviária Federal até 31 de dezembro de 2008 e, a partir de 1º de janeiro de 2009, foi incorporada à remuneração desses servidores. Os servidores ocupantes do cargo de Policial Rodoviário Federal receberam essa vantagem até 1º de agosto de 2006, quando passaram a perceber como subsídio. 4. INSTRUÇÃO PROCESSUAL: O pagamento dessa vantagem era automatizado no SIAPE. 5. FUNDAMENTO LEGAL: • Lei nº 10.698, de 02/07/03; • Art. 50 da Lei 8.112/90; • Medida Provisória nº 212, de 09/09/04; • Medida Provisória 431, de 14/05/08. 6. PROCEDIMENTOS PARA LANÇAMENTO NO SIAPE: Consultar a Divisão de Cadastro – DICAD/CGRH. Estatuto dos Servidores Públicos aplicado à PRF Voltar ao Sumário 165 PARTE III - DAS LICENÇAS LICENÇA À ADOTANTE 1. CONCEITO: Licença à Adotante é o afastamento remunerado concedido à servidoraque adotar ou obtiver guarda judicial de criança. 2. OCORRÊNCIA: Publicação da Portaria concessiva da licença à adotante no Boletim de Serviço. 3. INFORMAÇÕES GERAIS: A servidora que adotar ou obtiver a guarda judicial de criança de até 1 (um) ano de idade tem direito a 90 (noventa) dias de licença, sem prejuízo de sua remuneração. No caso de adoção ou guarda judicial de criança com mais de 1 (um) ano de idade, a licença remunerada será de 30 (trinta) dias. A licença à adotante deve ser usufruída imediatamente após a adoção, de forma a permitir a adaptação à convivência familiar e comunitária do adotado, sendo incompatível com o adiamento do gozo. A autoridade competente expedirá Termo de Adoção ou Termo Provisório (Termo de Guarda e Responsabilidade). É vedada a adoção por procuração ou quaisquer outros documentos. O servidor não faz jus à licença adotante. 4. INSTRUÇÃO PROCESSUAL: • Requerimento da servidora apresentado ao dirigente da sua unidade de lotação, juntamente com os documentos comprobatórios da adoção; • Abertura de processo pelo chefe da área de Recursos Humanos; • Qualificação da servidora; • Análise e emissão de informação da área de legislação de pessoal; • Emissão de Portaria da área de Recursos Humanos; Estatuto dos Servidores Públicos aplicado à PRF Voltar ao Sumário 166 • Publicação do ato (Portaria) no Boletim de Serviço; • Encaminhamento de cópia da Portaria a chefia imediata da servidora; • Lançamento no sistema SIAPE/SIAPECAD; • Registro e anotações funcionais. 5. FUNDAMENTO LEGAL: • Artigo 210 da Lei nº 8.112/90; • Lei nº 8.069, de 13/07/90. 6. PROCEDIMENTOS PARA LANÇAMENTO NO SIAPE: • >CAINOCORSE (inclui ocorrência do servidor); OCORRÊNCIA : 00144 LICENÇA ADOTANTE – CRIANÇAS ATÉ 1 (UM) ANO INFORME A MATRÍCULA SE A OCORRÊNCIA FOR DO CARGO OU CPF SE FOR DA PESSOA (RH) MATRÍCULA: CPF: Identificar a servidora INÍCIO DA OCORRÊNCIA: (90 noventa dias) FIM PREVISTO DA OCORRÊNCIA: INDISPONÍVEL FIM REAL DA OCORRÊNCIA: OBSERVAÇÕES: informar o número do processo Para OCORRÊNCIA : 00145 LICENCA ADOTANTE – CRIANCA MAIOR 1 (UM) ANO INFORME A MATRÍCULA SE A OCORRÊNCIA FOR DO CARGO OU CPF SE FOR DA PESSOA (RH) MATRÍCULA: CPF: Identificar a servidora INÍCIO DA OCORRÊNCIA: (30 trinta dias) FIM PREVISTO DA OCORRÊNCIA: INDISPONÍVEL FIM REAL DA OCORRÊNCIA: OBSERVAÇÕES: informar o número do processo Estatuto dos Servidores Públicos aplicado à PRF Voltar ao Sumário 167 LICENÇA À GESTANTE 1. CONCEITO: Licença à Gestante é o afastamento da servidora grávida, sem prejuízo da remuneração e destina-se à proteção da gravidez, à recuperação pós-parto e à amamentação. 2. OCORRÊNCIA: Publicação da Portaria concessiva da licença à gestante no Boletim de Serviço. 3. INFORMAÇÕES GERAIS: A licença gestante terá a duração der 120 (cento e vinte) dias consecutivos, contados da data de afastamento da servidora, sem prejuízo da remuneração. A licença poderá ter início no primeiro dia do nono mês de gestação, salvo antecipação por prescrição médica. No caso de nascimento prematuro, a licença terá início a partir do parto. Tratando-se de natimorto, decorridos 30 (trinta) dias do evento, a servidora será submetida a exame médico, e se julgada apta, reassumirá o exercício. Em se tratando de aborto atestado por médico oficial, a servidora terá direito a 30 (trinta) dias de repouso remunerado. Em qualquer das hipóteses acima apresentada, a servidora deverá ser submetida à avaliação de Junta Médica Oficial. Caso queira, a servidora poderá solicitar prorrogação da licença gestante, por mais 60 (sessenta) dias. Essa prorrogação será garantida à servidora que a requerer até o final do primeiro mês após o parto e terá duração de sessenta dias, iniciando-se a partir do dia subsequente ao término da vigência da licença gestante. Durante de prorrogação da licença gestante a servidora não poderá exercer qualquer atividade remunerada e a criança não poderá ser mantida em creche ou organização similar, sob pena de perder o direito à prorrogação, sem prejuízo do devido ressarcimento ao erário. Na hipótese de surgirem casos patológicos durante ou depois da gestação, ainda que dela decorrente, sendo geradores de incapacidade, o afastamento será processado como licença para tratamento de saúde. Estatuto dos Servidores Públicos aplicado à PRF Voltar ao Sumário 168 A licença à gestante e a licença para tratamento da própria saúde são consideradas institutos diferentes, não podendo ser concedidas concomitantemente. As servidoras ocupantes de cargos comissionados, sem vínculo com o Serviço Público ou contratadas por tempo determinado, serão periciadas pelo órgão contratante e a licença à gestante concedida, com posterior compensação ao Regime Geral da Previdência Social. O tempo de licença à gestante é considerado como efetivo exercício. A servidora gestante ou lactante será afastada, enquanto durar a gestação e a lactação, das operações e locais previstos locais considerados penosos, insalubres ou perigosos, devendo exercer suas atividades em local salubre e em serviço não penoso e não perigoso. Para amamentar o próprio filho até a idade de seis meses, a servidora lactante terá direito, durante a jornada de trabalho, à uma hora de descanso, que poderá ser parcelada em dois períodos de meia hora. 4. INSTRUÇÃO PROCESSUAL: A licença depende somente da apresentação à unidade de Recursos Humanos do atestado médico emitido pelo médico que realizou o parto da servidora, que encaminhará o atestado para homologação da Junta Médica. Após a homologação, lança-se a licença no SIAPE/SIAPECAD. 5. FUNDAMENTO LEGAL: • Art. 7º, inciso XVIII, da Constituição Federal de 1988; • Art. 10, § 1º do Ato das Disposições Constitucionais Transitórias – C.F./88; • Artigos 102, inciso VIII, alínea "a", 69, 207, 208 e 230 da Lei nº 8.112, de 11/12/90; • Orientação Consultiva DENOR/SRH/MARE nº 35/98; • Orientação Normativa DENOR nº 9 de 14/05/99; • Orientação Normativa DENOR nº 3 de 08/04/99; • Orientação Normativa Nº 2, de 6/06/05; • Lei nº 10.710, de 5/8/03; • Decreto nº 6.690, de 11/12/08. 6. PROCEDIMENTOS PARA LANÇAMENTO NO SIAPE: 1º passo: >CACOPENDAT (verificar se servidor tem alguma pendência, se houver, regularizar); 2º passo: >CACOOCORSE (verificar se servidor tem alguma ocorrência em aberto, se houver, finalizar na transação: >CAFIOCORSE – finaliza ocorrência do servidor); 3º passo: >CAINOCORSE (inclui ocorrência do servidor). Estatuto dos Servidores Públicos aplicado à PRF Voltar ao Sumário 169 LICENÇA INCENTIVADA SEM REMUNERAÇÃO 1. CONCEITO: Licença Incentivada sem Remuneração é o benefício concedido ao servidor estável, com pagamento de incentivo em pecúnia, de caráter indenizatório, correspondente a 6 (seis) vezes a remuneração do servidor, correspondente ao mês do afastamento. 2. OCORRÊNCIA: Publicação da Portaria concessiva da licença incentivada no Diário Oficial da União. 3. INFORMAÇÕES GERAIS: A licença incentivada sem remuneração será concedida a servidor ocupante de cargo efetivo, detentor de estabilidade. A licença terá duração de 3 (três) anos, prorrogável por igual período, não podendo ser interrompida no interesse da Administração ou a pedido do servidor. Não poderá requerer a licença o servidor que esteja em estágio probatório ou tenha cumprido todos os requisitos legais para aposentadoria. Também não poderá aderir ao benefício o servidor: • Acusado em sindicância ou processo administrativo disciplinar, até o julgamento final ou o cumprimento da penalidade, se diversa da demissão; • Em débito com o erário, até que comprove quitaçãototal; • Retornar antes de decorrido o prazo total estabelecido para o gozo da Licença para Tratar de Interesses Particulares; • Licenciado ou afastado por motivo de: - Férias; - Licença por motivo de doença em pessoa da família; - Licença por motivo de afastamento do cônjuge ou companheiro; - Licença para o serviço militar; - Licença para atividade política; - Licença-prêmio por assiduidade; - Licença para capacitação; - Licença para tratar de interesses particulares; - Licença para o desempenho de mandato classista; - Licença à gestante; - Licença à adotante; - Licença-paternidade; Estatuto dos Servidores Públicos aplicado à PRF Voltar ao Sumário 170 - Licença para tratamento de saúde; - Licença por acidente em serviço ou doença profissional; - Júri e outros serviços obrigatórios por Lei; - Afastamento para exercício de mandato eletivo; - Afastamento para estudo ou missão no exterior; - Participação em competição desportiva nacional ou convocação para integrar representação desportiva nacional, no País ou no exterior; - Afastamento para servir a organismo internacional de que o Brasil participe ou com o qual coopere; - Afastamento preventivo; - Reclusão. O incentivo a ser pago ao servidor licenciado corresponde a 6 (seis) vezes a sua remuneração da em que foi concedida a Licença Incentivada e, por ter caráter indenizatório, não sofre a incidência de Imposto de Renda e do PSS. A licença somente poderá ser concedida no interesse da Administração e se houver liberação orçamentária para o pagamento do incentivo. O pagamento do incentivo se dará até o último dia útil do mês de competência subsequente ao que for publicado o ato de concessão ou de prorrogação da Licença. O servidor em gozo da licença incentivada não poderá exercer cargo ou função de confiança ou ser contratado temporariamente, a qualquer título, na Administração Pública direta, autárquica ou fundacional dos poderes da União, mas, poderá exercer atividades na iniciativa privada e participar de gerência, administração ou de conselhos fiscal ou de administração de sociedades mercantis ou civis. As vantagens incorporadas à remuneração do servidor, decorrentes de decisão judicial, somente serão consideradas, para efeito de indenização do incentivo se prolatada a sentença final favorável (trânsito em julgado). As férias acumuladas serão indenizadas e as relativas ao exercício de concessão da licença serão pagas proporcionalmente aos meses trabalhados. Na base de cálculo para indenização da Licença Incentivada Sem Remuneração, considera-se como remuneração mensal, o vencimento básico do servidor, acrescido das vantagens pecuniárias permanentes, os adicionais de caráter individual ou quaisquer vantagens, inclusive as pessoais e as relativas à natureza ou ao local de trabalho, excluídos: • Adicional pela prestação de serviço extraordinário; • Adicional noturno; • Adicional de insalubridade, de periculosidade ou pelo exercício de atividades penosas; • Adicional de férias; Estatuto dos Servidores Públicos aplicado à PRF Voltar ao Sumário 171 • Gratificação natalina; • Salário-família; • Auxílio-natalidade; • Auxílio-alimentação; • Auxílio transporte; • Auxílio pré-escolar; • Indenizações; • Diárias; • Ajuda de custo em razão de mudança de sede; • Custeio de moradia; • Retribuição pelo exercício de função ou cargo de direção, chefia ou assessoramento. Na hipótese de o servidor encontrar-se cedido, o requerimento da licença incentivada sem remuneração deverá ser feito junto ao seu órgão ou entidade de origem com anuência da entidade cessionária, sendo que o seu início dar-se-á após o término da cessão. No caso de prorrogação da licença, o cálculo do incentivo em pecúnia será feito com base na remuneração a que o servidor fará jus no inicio da prorrogação, a ser pago no mês subsequente ao que for publicado o respectivo ato. O servidor afastado em virtude da licença incentivada sem remuneração poderá continuar vinculado aos planos previdenciários e assistenciais das entidades fechadas de previdência privada, devendo repactuar as condições junto a estas, sem qualquer ônus para a Administração Pública Federal direta, autárquica ou fundacional. 4. INSTRUÇÃO PROCESSUAL: • Requerimento do servidor encaminhado ao dirigente máximo do órgão com anuência da chefia imediata; • Abertura de processo pelo chefe da área de Recursos Humanos; • Qualificação do servidor; • Contracheque do servidor; • “Nada Consta” da Corregedoria, Ética e Material Permanente; Estatuto dos Servidores Públicos aplicado à PRF Voltar ao Sumário 172 • Análise e emissão de informação da área de legislação de pessoal; • Elaboração de planilha de cálculo do valor da indenização; • Encaminhamento do processo para a CGRH/DPRF; • Despacho para DIREC para a emissão de parecer, justificando o afastamento do servidor; • Consulta a área financeira quanto a disponibilidade orçamentária e recursos financeiros; • Aprovação da autoridade competente (Coordenador-Geral de Recursos Humanos); • Expedição de minuta de Portaria de concessão do afastamento; • Homologação da Portaria pela autoridade competente; • Publicação da Portaria no Boletim de Serviço – B.S.; • Encaminhamento de cópia da Portaria a chefia imediata do servidor; • Acertos financeiros; • Lançamento no sistema SIAPE/SIAPECAD; • Ciência do servidor; • Registro e anotações na pasta do servidor. 5. FUNDAMENTO LEGAL: • Medida Provisória nº 1.917/99; • Portaria Normativa SRH nº 07/99. 6. PROCEDIMENTOS PARA LANÇAMENTO NO SIAPE: Consultar a Divisão de Cadastro – DICAD/CGRH. Estatuto dos Servidores Públicos aplicado à PRF Voltar ao Sumário 173 LICENÇA PARA ATIVIDADE POLÍTICA 1. CONCEITO: Licença para Atividade Política é o afastamento concedido ao servidor para o exercício de atividade política. 2. OCORRÊNCIA: Publicação, no Boletim de Serviço, da Portaria concessiva da licença para atividade política. 3. INFORMAÇÕES GERAIS: Durante o período entre a escolha em convenção partidária e a véspera do registro da candidatura, o servidor poderá licenciar-se, sem remuneração, para a atividade política. A partir do registro da candidatura, até 10º (décimo) dia seguinte ao da eleição, o servidor fará jus à licença, com os vencimentos do cargo efetivo, somente pelo período de 03 (três) meses. O candidato a cargo eletivo na localidade onde desempenha suas funções e que exerça cargo de Direção, Chefia, Assessoramento, Arrecadação ou Fiscalização, dele será afastado, a partir do dia imediato ao do registro da candidatura perante a Justiça Eleitoral, até o 10º (décimo) dia seguinte ao pleito. O período de licença para atividade política contar-se-á apenas para efeito de aposentadoria e disponibilidade. A concessão da licença para atividade política é de competência do Coordenador-Geral de Recursos Humanos do DPRF. 4. INSTRUÇÃO PROCESSUAL: Para a concessão da licença para atividade política, o servidor deverá apresentar à sua unidade de Recursos Humanos, os seguintes documentos: • Requerimento solicitando a concessão da licença para mandato eletivo; • Cópia autenticada da ata da convenção partidária que o escolheu como candidato; • Declaração emitida pelo órgão competente ou outro documento que comprove o registro da candidatura junto à Justiça Eleitoral; • Cópia autenticada da folha de ponto ou de outro documento que comprove o último dia trabalhado pelo servidor; • Dados funcionais do servidor; • Último contracheque do servidor; • Pronunciamento da unidade competente da regional sobre o pleito; •Encaminhamento dos autos pelo Superintendente ou Chefe de Distrito à Estatuto dos Servidores Públicos aplicado à PRF Voltar ao Sumário 174 CGRH/DPRF, para concessão da licença. A CGRH/DPRF publica a Portaria de concessão da licença e encaminha o processo para a regional. A regional lança a licença no SIAPE/SIAPECAD, registra na pasta funcional do servidor, faz acerto de contas e sugere o arquivamento do processo. A autoridade competente da regional arquiva o processo. 5. FUNDAMENTO LEGAL: • Artigo 86 da Lei nº 8.112/90, com a redação dada pela Lei nº 9.527/97; • Demais orientações da SRH/MPOG, que se encontram à disposição no sítio: ex-servidor.. 6. PROCEDIMENTOS PARA LANÇAMENTO NO SIAPE: Consultar a Divisão de Cadastro – DICAD/CGRH. Estatuto dos Servidores Públicos aplicado à PRF Voltar ao Sumário 175 LICENÇA PARA CAPACITAÇÃO 1. CONCEITO: Licença para Capacitação é o afastamento concedido ao servidor, a cada 5 (cinco) anos de efetivo exercício no Serviço Público Federal, para participar de curso de capacitação profissional, por até 3 (três) meses, sem perda da remuneração. 2. OCORRÊNCIA: Publicação, no Boletim de Serviço, da Portaria de concessão da licença para capacitação. 3. INFORMAÇÕES GERAIS: A licença para capacitação foi instituída em 16 de outubro de 1996, em substituição à licença-prêmio por assiduidade e poderá ser parcelada, não podendo a menor parcela ser inferior a (30) trinta dias. Os períodos de licença para capacitação não são acumuláveis. Fica resguardado o direito ao cômputo do tempo de serviço residual, existente em 15 de outubro de 1996, não utilizado da licença especial e/ou licença- prêmio por assiduidade, para efeitos da licença para capacitação. A concessão dessa licença depende do interesse da Administração. Consideram-se de interesse da Administração os cursos voltados para as áreas de interesse do órgão, que contribuem para o desenvolvimento do servidor nas atividades exercidas no órgão. Considera-se capacitação profissional todo e qualquer estudo que venha a aprimorar os conhecimentos do servidor e que contribua para a melhoria do desempenho de suas atribuições funcionais. A licença para capacitação poderá ser utilizada integralmente para a elaboração de dissertação de mestrado ou tese de doutorado, cujo objeto seja compatível com o plano anual de capacitação da instituição. O servidor, durante o período de licença capacitação, receberá apenas o subsídio ou a remuneração de seu cargo efetivo. Após o término do curso, o servidor deverá apresentar o certificado de conclusão. O tempo residual de Serviço Público Federal anterior ao período em que o servidor permanecer em disponibilidade não deve ser computado para concessão de Estatuto dos Servidores Públicos aplicado à PRF Voltar ao Sumário 176 licença capacitação, por estar caracterizada a interrupção do efetivo exercício. O período em que o servidor permanecer em disponibilidade não pode ser computado para concessão dessa licença. No âmbito do DPRF, a concessão da licença capacitação é de competência do Coordenador-Geral de Recursos Humanos. 4. INSTRUÇÃO PROCESSUAL: • Requerimento do servidor encaminhado ao Chefe superior, com anuência da chefia imediata; • O servidor deverá anexar ao requerimento o conteúdo programático do curso, expedido pela instituição organizadora, carga horária, período e local de realização do curso; • Abertura de processo pelo chefe da área de Recursos Humanos; • Qualificação do servidor; • Último contracheque do servidor; • “Nada Consta” da corregedoria, Ética e Material Permanente; • Análise e emissão de informação da área de legislação de pessoal; • Encaminhamento do processo para a CGRH/DPRF; • Despacho para Divisão de Recursos Humanos – DIREC para a emissão de parecer, justificando o afastamento do servidor; • Encaminhamento à Coordenação de Ensino – COEN para análise do curso, em observância às atribuições do DPRF; • Retorna à DIREC para análise conclusiva do assunto; • Aprovação da autoridade competente; • Expedição de minuta de Portaria de concessão; • Homologação da Portaria pela autoridade competente; • Publicação da Portaria no Boletim de Serviço; • Encaminhamento de cópia da Portaria à chefia imediata do servidor; • Acertos financeiros; • Lançamento no sistema SIAPE/SIAPECAD; • Registro e anotações na pasta do servidor. 5. FUNDAMENTO LEGAL: • Artigos 81, 87 e 89 da Lei nº 8.112/90; • Lei nº 9.527/97; • Artigo 10 do Decreto nº 5.707, de 23/02/06; • Demais orientações emanadas da SRH/MPOG. 6. PROCEDIMENTOS PARA LANÇAMENTO NO SIAPE: Consultar a Divisão de Cadastro – DICAD/CGRH. Estatuto dos Servidores Públicos aplicado à PRF Voltar ao Sumário 177 LICENÇA PARA DESEMPENHO DE MANDATO CLASSISTA 1. CONCEITO: Licença para Desempenho de Mandato Classista é o afastamento, sem remuneração, concedido ao servidor para o desempenho de mandato em Confederação, Federação, Associação de Classe de âmbito nacional, Sindicato representativo da categoria ou Entidade da profissão. 2. OCORRÊNCIA: Publicação, no Boletim de Serviço, da Portaria de concessão da licença para desempenho de mandato classista. 3. INFORMAÇÕES GERAIS: É assegurado ao servidor eleito para o desempenho de mandato em Confederação, Associação de Classe ou Entidade fiscalizadora da profissão o direito à licença para exercer plenamente o seu mandato. A concessão da licença é condicionada ao cadastramento da entidade no Sistema Integrado de Administração de Recursos Humanos - SIAPE. Considera-se “Entidade” cada Confederação, Federação, Associação de Classe de âmbito nacional, Sindicato representativo de categoria ou Entidade fiscalizadora de profissão. A licença terá duração igual a do mandato, podendo ser prorrogada, no caso de reeleição, por uma única vez. Não pode ser autorizada licença para desempenho de mandato classista ao servidor em estágio probatório. Não poderá ser removido ou redistribuído de ofício para localidade diversa daquela onde exerce o mandato o servidor licenciado para o desempenho de mandato classista. Ao servidor público civil é assegurado o direito à livre associação sindical e à inamovibilidade do dirigente sindical, até um ano após o final do mandato, exceto se a pedido. Para a concessão dessa licença, deverão ser observados os seguintes limites: • Para entidades com até 5.000 (cinco mil) associados, 1 (um) servidor; • Para entidades com 5.001 (cinco mil e um) a 30.000 (trinta mil) associados, 2 (dois) servidores; Estatuto dos Servidores Públicos aplicado à PRF Voltar ao Sumário 178 • Para entidades com mais de 30.000 (trinta mil) associados, 3 (três) servidores. O servidor licenciado para o desempenho de mandato classista não faz jus a férias durante o período de afastamento, entretanto, quando do seu retorno às atividades normais do cargo efetivo, fará jus às férias relativas ao exercício em que retornar. A concessão dessa licença é de competência do Coordenador-Geral de Recursos Humanos do DPRF. 4. INSTRUÇÃO PROCESSUAL: Deverá ser aberto processo individual para a concessão dessa licença aos servidores, cujo processo deverá ser instruído com os seguintes documentos: • Requerimento do interessado encaminhado à sua unidade de Recursos Humanos; • Cópia autenticada estatuto da Entidade; • Cópia autenticada do registro da Entidade no SIAPE; • Cópia autenticada da ata da Assembleia Geral Ordinária da eleição que escolheu o servidor para o cargo; • Cópia da ata da Assembleia de Posse do servidor na Entidade; • Documento que comprove o número de filiados à Entidade • Cópia autenticada de documento que comprove oúltimo dia trabalhado pelo servidor; • Dados funcionais do servidor; • Último contracheque do servidor. • Pronunciamento da área competente da regional quanto ao direito pleiteado; • Encaminhamento dos autos à CGRH/DPRF, pela autoridade máxima da regional, para concessão da licença. CGRH/DPRF - Publica a Portaria no Boletim de Serviço e devolve o processo à regional. Regional - procede ao lançamento no SIAPE/SIAPECAD, registra na pasta funcional, dá ciência ao servidor e arquiva o processo. 5. FUNDAMENTO LEGAL: • Artigos 81, 82, 92 e 94,§ 2º, e 102, inciso VIII, alínea “c”, 240, da Lei nº 8.112, de 11/12/90, alterada pela Lei nº 9.527, de 10/12/97; • Ofício COGLE/SRH nº 245, de10/09/02; • Decreto n° 2.066, de 12/11/96; • Ofício-Circular SRH-MP n° 08, de 16/03/01. 6. PROCEDIMENTOS PARA LANÇAMENTO NO SIAPE: Consultar a Divisão de Cadastro – DICAD/CGRH. Estatuto dos Servidores Públicos aplicado à PRF Voltar ao Sumário 179 LICENÇA PARA SERVIÇO MILITAR 1. CONCEITO: Licença para Serviço Militar é a licença sem remuneração, a que faz jus o servidor que for convocado pelas Forças Armadas para a prestação de serviço militar obrigatório. 2. OCORRÊNCIA: Convocação de servidor pelas forças armadas para prestar o serviço militar obrigatório. 3. INFORMAÇÕES GERAIS: O período de afastamento em virtude de convocação para o serviço militar obrigatório é considerado como de efetivo exercício e contado para todos os fins. Durante o período da licença para o serviço militar, o servidor ficará inteiramente submetido às normas das Forças Armadas onde estiver servindo. Os servidores públicos, durante o tempo em que estiverem incorporados à organização militar da ativa ou matriculados em órgão de formação de reserva, não perceberão nenhuma remuneração, vencimento ou salário dos seus órgãos de origem, sendo-lhes assegurado, somente, o retorno ao cargo. Concluído o serviço militar, o servidor terá até 30 (trinta) dias, sem remuneração, para reassumir o exercício do cargo. Ao reassumir o cargo, o servidor deverá apresentar à área de Recursos Humanos da sua unidade de lotação, cópia do Certificado de Reservista, acompanhada do documento original para autenticação ou Certidão que comprove o início e o término do serviço militar. 4. INSTRUÇÃO PROCESSUAL: • Requerimento do servidor, com anuência da chefia imediata, encaminhado ao dirigente máximo do órgão, constando o comprovante de convocação para o serviço militar; • Abertura de processo por parte da unidade de Recursos Humanos; • Qualificação do servidor; • Análise e emissão de informação da área de legislação de pessoal; • Encaminhamento do processo para a CGRH/DPRF; • Despacho para DIREC para a emissão de parecer, justificando o afastamento do servidor; • Homologação da autoridade competente; • Expedição de minuta de Portaria de concessão; • Assinatura da Portaria pela autoridade competente e publicação no B.S.; Estatuto dos Servidores Públicos aplicado à PRF Voltar ao Sumário 180 • Encaminhamento de cópia da Portaria a chefia imediata do servidor; • Acertos financeiros; • Lançamento no sistema SIAPE/SIAPECAD; • Registro e anotações na pasta do servidor. 5. FUNDAMENTO LEGAL: • Emenda Constitucional nº 20/98; • Art. 195 do Decreto 57.654/66, de 20/1/1966, com alteração do Decreto nº 93.670, de 9/12/1986. Art. 60, § 1º, da Lei nº 4.375, de 18/8/65; • Artigos 85, 102, inciso VIII, alínea "f", e 103, inciso VI e § 2º, Art. 100, Art. 81, inciso III, da Lei nº 8.112, de 11/12/90. 6. PROCEDIMENTOS PARA LANÇAMENTO NO SIAPE: Consultar a Divisão de Cadastro – DICAD/CGRH. Estatuto dos Servidores Públicos aplicado à PRF Voltar ao Sumário 181 LICENÇA PARA TRATAMENTO DA SAÚDE 1. CONCEITO: Licença para Tratamento da Saúde é o afastamento concedido ao servidor, acometido de qualquer moléstia, para o tratamento da própria saúde, sem prejuízo da remuneração. 2. OCORRÊNCIA: Apresentação de Atestado Médico pelo servidor e homologação pela Junta Médica Oficial. 3. INFORMAÇÕES GERAIS: A licença é concedida ao servidor, a pedido ou de ofício, com base em perícia médica, sem prejuízo da remuneração a que fizer jus. O servidor sempre que apresentar indícios de lesões orgânicas ou funcionais será submetido a inspeção médica. Para a concessão da licença pelo período de até 14 (quatorze) dias, consecutivos ou não, o servidor deverá apresentar o atestado médico a sua chefia imediata, no prazo de 48 (quarenta e oito horas) horas, para homologação. A partir do 15º (décimo quinto) dia, o atestado médico deverá ser encaminhado, no mesmo prazo legal, à Chefia imediata do servidor, que o encaminhará à Junta Médica Oficial para homologação. O servidor que necessitar de licença médica, por mais de 30 (trinta) dias, consecutivos ou não, no mesmo exercício, será submetido à inspeção por Junta Médica Oficial. Ao término da licença, o servidor será submetido à nova inspeção médica, que concluirá pela volta ao serviço, pela prorrogação da licença ou pela aposentadoria. No caso de a realização da inspeção médica feita por médico particular, o atestado produzirá efeitos somente depois de homologado por médico ou Junta Médica do DPRF, ou conveniados. O servidor que se recusar a submeter-se à Junta Médica terá os dias de ausência computados como falta injustificada ao serviço e abandono de cargo, podendo, ainda, ser punido disciplinarmente, observadas as normas legais pertinentes. Decorridos 24 (vinte e quatro) meses de licença médica, o servidor deve será submetido à junta médica, que decidirá, pela aposentadoria, pela readaptação ou pelo retorno ao serviço. A licença concedida dentro de 60 (sessenta) dias do término de outra da Estatuto dos Servidores Públicos aplicado à PRF Voltar ao Sumário 182 mesma espécie, será considerada como prorrogação. A licença para tratamento de saúde por período igual ou inferior a 24 (vinte e quatro) meses é considerado como de efetivo exercício para todos os fins e efeitos. O tempo que exceder a esse período será considerado como prorrogação da licença, entretanto, não será contado para fins de aposentadoria. No encaminhamento da licença médica deverá constar, obrigatoriamente, o último dia trabalhado pelo servidor, informado pela sua chefia imediata. O atestado ou declaração de comparecimento ao Médico ou à Junta Médica do DPRF, ou conveniados, libera o servidor apenas para o período que se deu a consulta, devendo ser retomadas as atividades pelo período restante do dia, de acordo com a escala/jornada de serviço do servidor. Os servidores que trabalham em regime de escala deverão retornar ao serviço no dia imediatamente posterior ao término da licença. A contagem do período de licença não será interrompida nos feriados. Nos casos de afastamento do servidor, por período de até 3 (três) dias, será encaminhado aos Médicos ou Juntas Médicas do DPRF, ou conveniados, apenas o atestado médico, não sendo necessário encaminhar cópias dos resultados de eventuais exames complementares realizados e relatórios do médico assistente. Quando o período de afastamento for igual ou superior a 4 (quatro) dias, além do atestado, deverão ser encaminhados aos Médicos ou Junta Médica do DPRF, ou conveniados, cópias dos resultados de eventuais exames complementares realizados e relatórios do médico assistente. Qualquer que seja o período de afastamento a presença do servidor é imprescindível para a realização da inspeção médica. O prazo para a entrega dos atestados médicos pelo servidor ao seu chefe imediato é de, no máximo, 02 (dois) dias úteis da data de sua emissão, que,de imediato deverá providenciar o seu encaminhamento, em envelope lacrado, ao órgão de Recursos Humanos competente, que, por sua vez, deverá remetê-lo, no prazo de até 48 (quarenta e oito) horas, à apreciação dos Médicos ou Juntas Médicas do DPRF, ou conveniados, sob pena da não homologação dos mesmos. O servidor em trânsito que, por motivo de doença, necessitar de licença médica, deverá se apresentar ao órgão de Recursos Humanos da unidade regional onde se encontrar, para ser encaminhado ao respectivo serviço Médico ou Junta Médica do DPRF ou, na sua inexistência, a um dos órgãos públicos conveniados, hipótese em que o órgão de Recursos Humanos deverá comunicar a ocorrência, imediatamente, à unidade regional de lotação do servidor, para anotação e arquivamento no prontuário do servidor. Todos os afastamentos de servidores, a título de licença médica, deverão ser lançados no SIAPE/SIAPECAD. 4. INSTRUÇÃO PROCESSUAL: Estatuto dos Servidores Públicos aplicado à PRF Voltar ao Sumário 183 Não é necessária a abertura de processo para a concessão de licença para tratamento de saúde, bastando, somente, que o servidor apresente o atestado médico, em tempo hábil, à sua chefia imediata. A chefia imediata encaminha o atestado médico à unidade de Recursos Humanos. A unidade de Recursos Humanos encaminha o atestado médico à Junta Médica Oficial para homologação da licença. Na homologação do atestado ou emissão de Laudo Médico Oficial, deverá constar a data de início e término da licença. Homologada a licença, a unidade de Recursos Humanos procede ao registro nos afastamentos funcionais do servidor, nos sistema SIAPE/SIAPECAD e informa à unidade de Pagamento para descontos de auxílio-transporte. 5. FUNDAMENTO LEGAL: • Artigos 82, 102, 130, § 1º e 202 a 206 da Lei nº 8.112/90, com a redação dada pela Lei nº 9.527/97; • Orientações Normativas da SAF nº 42/2001, nº 98/01 e nº 99/01; • Instrução Normativa nº 07-DG/DPRF, de 1º/06/05. 6. PROCEDIMENTOS PARA LANÇAMENTO NO SIAPE: 1º passo: >CACOPENDAT (verificar se servidor tem alguma pendência, se houver, regularizar); 2º passo: >CACOOCORSE (verificar se servidor tem alguma ocorrência em aberto, se houver, finalizar na transação: >CAFIOCORSE – finaliza ocorrência do servidor); 3º passo: >CAINOCORSE (inclui ocorrência do servidor). Estatuto dos Servidores Públicos aplicado à PRF Voltar ao Sumário 184 LICENÇA PARA TRATAMENTO DA SAÚDE (ACIDENTE EM SERVIÇO) 1. CONCEITO: Acidente em Serviço é a ocorrência não programada, resultante do exercício do trabalho, que provoque lesão corporal, perturbação funcional ou doença, e que determine morte, perda total ou parcial, permanente ou temporária da capacidade laborativa, incluindo-se o acidente decorrente de agressão sofrida e não provocada pelo servidor no exercício do cargo ou sofrido no percurso da residência para o trabalho e vice-versa. 2. OCORRÊNCIA: Publicação da Portaria concessiva da licença no Boletim de Serviço. 3. INFORMAÇÕES GERAIS: Considera-se acidente em serviço o dano físico ou mental que ocorra com o servidor: • Durante o expediente normal, ou, quando determinado por autoridade competente, em sua prorrogação ou antecipação; • No decurso de viagens no interesse do serviço, autorizadas por autoridade competente; • No deslocamento entre a sua residência e o local de trabalho e vice-versa. Equipara-se ao acidente em serviço o dano: • Decorrente de agressão sofrida e não provocada pelo servidor no exercício do cargo; • Sofrido no percurso da residência para o trabalho e vice-versa; • Sofrido quando em viagem a serviço; • Sofrido nos deslocamentos em horários para refeições. Será concedida licença, com remuneração integral, ao servidor acidentado em serviço. A Junta Médica Oficial deverá ser comunicada imediatamente, após as provas, que, após inspeção, emitirá laudo quanto a capacidade física e mental do servidor para o exercício do cargo e concederá ou homologará a licença médica. O servidor acidentado em serviço, que necessite de tratamento Estatuto dos Servidores Públicos aplicado à PRF Voltar ao Sumário 185 especializado, poderá ser tratado em instituição privada, à conta de recursos públicos. Nesse caso, o tratamento recomendado por Junta Médica Oficial constitui medida de exceção e somente será admissível quando inexistirem meios e recursos adequados em instituição pública. O servidor ou pessoa designada por ele apresentará, num prazo de até 48 horas após o acidente, relato do ocorrido, preenchendo o formulário de acidente em serviço, munido ou não do atestado médico, constando o CID, bem como exames complementares, receita médica, boletim de ocorrência policial, relato de testemunhas e declaração de internação hospitalar, se for o caso. As provas do acidente serão feitas no prazo de até 10 (dez) dias, a contar da data do acidente, prorrogável quando as circunstâncias o exigirem. O acidente deverá ser comunicado, por quaisquer meios, pelo servidor ou por terceiros, à chefia imediata, sem prejuízo, da apresentação de provas e do formulário de Acidente em Serviço, acompanhado de assinatura de 02 (duas) testemunhas, relatório médico ou comprovante de atendimento hospitalar. O prazo para a comunicação de acidente em serviço é de até 02 (dois) dias da ocorrência do acidente, prorrogável quando as circunstâncias o exigirem. O prazo para a apresentação de provas e do formulário de acidente em serviço, acompanhado da assinatura de 02 (duas) testemunhas, relatório médico ou comprovante de atendimento hospitalar é de até 10 (dez) dias da ocorrência do acidente, prorrogável quando as circunstâncias o exigirem. Os servidores ocupantes de DAS, sem vínculo com o Serviço Público ou contratados por tempo determinado, deverão ser encaminhados ao Instituto Nacional do Seguro Social – INSS, a partir do 16º (décimo sexto) dia de afastamento de trabalho causado por acidente em serviço. 4. INSTRUÇÃO PROCESSUAL: • Entrega do formulário ao servidor ou pessoa designada para preenchimento de campos específicos pelo médico assistente e pelas testemunhas, se for o caso; • Anexar aos formulários os documentos comprobatórios, como registro policial, exame de corpo delito, exames médicos, receitas médicas, relato de testemunhas e outros documentos relacionados com a ocorrência do acidente; • Abertura de processo pela unidade de RH; • Conferência da situação funcional do servidor nos sistemas SIAPE/SIAPECAD e RH, da existência de outro afastamento remunerado ou não na data do acidente; • Encaminhamento do processo a Junta Médica Oficial; Estatuto dos Servidores Públicos aplicado à PRF Voltar ao Sumário 186 • Concessão ou homologação da licença médica; • Minuta de Portaria; • Homologa e publicação do ato no B.S.; • Cópia da Portaria a chefia imediata do servidor; • Lançamento no sistema SIAPE/SIAPECAD; • Registro nos assentamentos funcionais. • Arquivamento do processo. 5. FUNDAMENTO LEGAL: • Artigos 211 e 212, da Lei nº 8.112, de 11/12/90; • Instrução Normativa DG/DPRF nº 7, de 1º/06/05; • Portaria nº 1.675, de 6/10/06. 6. PROCEDIMENTOS PARA LANÇAMENTO NO SIAPE: Consultar a Divisão de Cadastro – DICAD/CGRH. Estatuto dos Servidores Públicos aplicado à PRF Voltar ao Sumário 187 LICENÇA PARA TRATAR DE INTERESSE PARTICULAR 1. CONCEITO: Licença para tratar de Interesse Particular é um afastamento que, a critério da Administração, poderá ser concedido ao servidor ocupante de cargo efetivo, estável, pelo prazo de até 03 (três) anos consecutivos, sem remuneração. 2. OCORRÊNCIA: Publicação da Portaria concessiva da licença no Boletimde Serviço. 3. INFORMAÇÕES GERAIS: A critério da Administração, poderá ser concedida ao servidor ocupante de cargo efetivo, desde que não esteja em estágio probatório, licença para o trato de assuntos particulares, sem remuneração, pelo prazo de até 03 (três) anos consecutivos. A licença poderá ser interrompida, a qualquer tempo, a pedido do servidor ou no interesse do serviço. O servidor não poderá recusar retornar ao exercício do cargo, caso seja solicitado pela Administração em virtude de necessidade do serviço. Não poderá ser concedida licença para tratar de interesses particulares a servidor que tenha ficado ausente para estudo ou missão oficial, antes de decorrido período igual ao do afastamento, ressalvada a hipótese de ressarcimento da despesa. Não poderá ser concedida a licença ao servidor que esteja respondendo a Processo Administrativo Disciplinar – PAD ou possua débito com o erário. O período de licença para tratar de interesse particular não é computado para nenhum fim, exceto se houver a devida contribuição previdenciária. O servidor afastado ou licenciado do cargo efetivo, sem direito à remuneração, inclusive para servir em organismo internacional do qual o Brasil seja membro efetivo ou com o qual coopere, ainda que contribua para o regime de previdência social no exterior, terá suspenso seu vínculo com o regime do Plano de Seguridade Social do Servidor Público enquanto durar o afastamento ou a licença, não lhe assistindo, neste período, os benefícios do mencionado regime de previdência. Será assegurada ao servidor licenciado ou afastado sem remuneração a manutenção da vinculação ao regime do Plano de Seguridade Social do Servidor Público, mediante o recolhimento mensal da respectiva contribuição, no mesmo percentual devido pelos servidores em atividade, inclusive sobre a remuneração total do cargo a que faz jus no exercício de suas atribuições, computando-se, para esse Estatuto dos Servidores Públicos aplicado à PRF Voltar ao Sumário 188 efeito, inclusive, as vantagens pessoais. A concessão dessa licença é de competência do Coordenador-Geral de Recursos Humanos do DPRF. 4. INSTRUÇÃO PROCESSUAL: Deverá ser autuado processo específico para a concessão da licença aos servidores, com a seguinte documentação: • Requerimento do servidor; • Qualificação (dados funcionais) do servidor; • Informação quando a estabilidade do servidor (se ele já cumpriu o estágio probatório); • Informações quanto a processos disciplinares e junto à Comissão de Ética; • Informações sobre materiais permanentes que estejam na guarda e responsabilidade do servidor; • Informações quanto à débito com o erário; • Manifestação da chefia imediata, concordando com o afastamento do servidor; • Manifestação do Superintendente ou Chefe de Distrito, informando, com exatidão e clareza, se concorda ou não com o afastamento do servidor, bem como esclarecendo se o seu afastamento não prejudicará as atividades do setor onde ele trabalha; • Despacho da unidade responsável para analisar o direito do servidor, no âmbito da regional ou Distrito; • Encaminhamento do processo à CGRH/DPRF, para análise do pedido. A CGRH/DPRF analisa os autos e publica a Portaria de concessão da licença no Boletim de Serviço ou indefere o pedido. Devolução o processo à origem para ciência ao servidor, lançamento na pasta funcional e no SIAPE/SIAPECAD (se for o caso) e arquivamento do processo. 5. FUNDAMENTO LEGAL: • Artigos 91 da Lei nº 8.112/90, com a redação dada pela Lei nº 9.527/97; • Medidas Provisórias nº 1906-16/99, nº 1964-31/00 e nº 2.225-45/01; • Lei nº 10.887/04; • Orientação Normativa SRH/MPOG nº 3, de 13/11/02; • Artigo 21 da Medida Provisória nº 86, de 18/12/02. 6. PROCEDIMENTOS PARA LANÇAMENTO NO SIAPE: 6.1. LICENÇA PARA TRATAR DE INTERESSE PARTICULAR: 1º passo: >CACOPENDAT (verificar se servidor tem alguma pendência, se houver, regularizar); 2º passo: >CACOOCORSE (verificar se servidor tem alguma ocorrência em aberto, Estatuto dos Servidores Públicos aplicado à PRF Voltar ao Sumário 189 se houver, finalizar na transação: >CAFIOCORSE – finaliza ocorrência do servidor); 3º passo: >CAINOCORSE (inclui ocorrência do servidor); 1ª TELA OCORRÊNCIA: 00115 LICENCA PARA TRATO DE ASSUNT PARTICULAR TECLE <ENTER> INFORME A MATRÍCULA SE A OCORRÊNCIA FOR DO CARGO OU CPF SE FOR DA PESSOA (RH) MATRÍCULA: tecle <PF1> - digitar a matrícula SIAPE para buscar a matrícula SIAPECAD CPF : TECLE <ENTER> INÍCIO DA OCORRÊNCIA : informe a data de início da licença FIM PREVISTO DA OCORRÊNCIA: informe o fim previsto da licença FIM REAL DA OCORRÊNCIA : (não informar) OBSERVAÇÕES: informar alguns dados da Portaria (nº do D.O.U., Seção e Página, etc.) CONFIRMA INCLUSÃO? S (S-SIM N-NÃO A - ALTERA) 4º passo: >CADATAFAST; 1ª TELA MATRÍCULA: digitar a matrícula SIAPE do servidor CPF : TECLE <ENTER> OCORRÊNCIA DE AFASTAMENTO GRUPO / OCORRÊNCIA: 03 / 010 LICENCA P/TRATO DE INTERESSE PARTICULAR DATA INÍCIO: informe a data de início da licença DATA TÉRMINO: informe o fim previsto da licença DIPLOMA LEGAL CÓDIGO: tecle <PF1> e escolha o código do DL NÚMERO: informe o número do DL PUBLICAÇÃO: informe a data de publicação do DL INÍCIO DA OCORRÊNCIA: FIM PREVISTO DA OCORRÊNCIA: FIM REAL DA OCORRÊNCIA: (não informar) OBSERVAÇÕES: informar alguns dados da Portaria (nº do D.O.U., Seção e Página, etc.) CONFIRMA INCLUSÃO? S (S-SIM N-NÃO A - ALTERA) Observação: Após o término da licença, finalizar com a transação >CAFIOCORSE. Estatuto dos Servidores Públicos aplicado à PRF Voltar ao Sumário 190 LICENÇA PATERNIDADE 1. CONCEITO: Licença Paternidade é o afastamento concedido ao servidor, com remuneração, em virtude de nascimento ou da adoção de filho. 2. OCORRÊNCIA: Protocolização do requerimento da licença paternidade, imediatamente a partir do nascimento ou adoção de filho. 3. INFORMAÇÕES GERAIS: Afastamento remunerado do servidor pelo prazo de 05 (cinco) dias consecutivos, contados da data de nascimento ou adoção de filhos. 4. INSTRUÇÃO PROCESSUAL: A licença é concedida computando-se, inclusive, o dia do nascimento do(s) respectivo(s) filho(s) (independente do horário de nascimento), quando filho natural. Quando se tratar de adoção de criança, a licença será concedida a partir do dia em que o servidor apresentar o termo de adoção à área de Recursos Humanos da unidade de origem. A concessão será feita mediante a apresentação da certidão de nascimento de filhos ou do termo de adoção de criança à unidade de Recursos Humanos da regional de lotação. A ocorrência da licença deverá ser devidamente registrada na frequência do servidor e no Sistema SIAPE/SIAPECAD. 5. FUNDAMENTO LEGAL: • Artigo 208 da Lei nº 8.112, de 11/12/90. 6. PROCEDIMENTOS PARA LANÇAMENTO NO SIAPE: Consultar a Divisão de Cadastro – DICAD/CGRH. Estatuto dos Servidores Públicos aplicado à PRF Voltar ao Sumário 191 LICENÇA POR MOTIVO DE AFASTAMENTO DO CÔNJUGE 1. CONCEITO: Licença por Motivo de Afastamento do Cônjuge é uma licença sem remuneração por prazo indeterminado que poderá ser concedida ao servidor para acompanhar cônjuge ou companheiro deslocado para outro ponto do território nacional, para o exterior ou para exercício de mandato eletivo dos Poderes Executivo e Legislativo. 2. OCORRÊNCIA: Publicada da Portaria de concessão da licença no Boletim de Serviço. 3. INFORMAÇÕES GERAIS: Essa licença poderá ser concedida ao servidor para acompanhar cônjuge ou companheiro que foi deslocado para outro ponto do território nacional, para o exterior ou para o exercício de mandato eletivo dosPoderes Executivo e Legislativo. A licença será por prazo indeterminado e sem remuneração. No deslocamento de servidor cujo cônjuge ou companheiro também seja servidor público, civil ou militar, de qualquer dos Poderes da União, dos Estados, do Distrito Federal e dos Municípios, poderá haver exercício provisório em órgão ou entidade da Administração Federal direta, autárquica ou fundacional, desde que para o exercício de atividade compatível com o seu cargo O exercício provisório será concedido mediante requerimento do servidor à área de Recursos Humanos da sua unidade de lotação, com a comprovação da aceitação do respectivo exercício do servidor pelo órgão receptor. A competência para a concessão dessa licença, no âmbito do DPRF, é do Coordenador-Geral de Recursos Humanos. 4. INSTRUÇÃO PROCESSUAL: Deverá ser autuado processo próprio para a concessão da licença para acompanhar cônjuge aos servidores deste Departamento. A licença será concedida mediante requerimento do servidor à unidade de Recursos Humanos, acompanhado de: • Comprovação do deslocamento, ex-ofício, do cônjuge ou companheiro; • Certidão de casamento ou documento que comprove a união estável; • Comprovante do registro dos dependentes no SIAPE; • “Nada Consta” da Corregedoria, Ética e material permanente; • Nada consta de débito com o Erário; Estatuto dos Servidores Públicos aplicado à PRF Voltar ao Sumário 192 • Manifestação da chefia imediata do servidor; • Manifestação do Superintendente ou Chefe de Distrito; • SRH/Regionais instrui o processo e o encaminha à autoridade superior; • Encaminhamento à CGRH/DPRF, pelo Superintendente ou Chefe de Distrito; • CGRH/DPRF analisa o assunto, publica a Portaria no Boletim de Serviço e devolve à regional de origem; • Unidade regional de Recursos Humanos procede aos lançamentos no SIAPE/SIAPECAD, cientifica o servidor e a chefia imediata e, posteriormente, arquiva o processo. 5. FUNDAMENTO LEGAL: • Artigo 84 da Lei nº 8.112/90, com redação dada pela Lei 9.527/97. 6. PROCEDIMENTOS PARA LANÇAMENTO NO SIAPE: 6.1. LICENÇA POR MOTIVO DE AFASTAMENTO DO CÔNJUGE: 1º passo: >CACOPENDAT (verificar se servidor tem alguma pendência, se houver, regularizar); 2º passo: >CACOOCORSE (verificar se servidor tem alguma ocorrência em aberto, se houver, finalizar na transação: >CAFIOCORSE – finaliza ocorrência do servidor); 3º passo: >CAINOCORSE (inclui ocorrência do servidor); 1ª TELA OCORRÊNCIA : 00112 LIC. ACOMPANHAR CÔNJUGE OU COMPANHEIRO 00173 LIC. P/ACOMP. CONJUGE Art.84, P1º, 8.112/90 TECLE <ENTER> INFORME A MATRÍCULA SE A OCORRÊNCIA FOR DO CARGO OU CPF SE FOR DA PESSOA (RH) MATRÍCULA: tecle <PF1> - digitar a matrícula SIAPE para buscar a matrícula SIAPECAD CPF: TECLE <ENTER> INÍCIO DA OCORRÊNCIA : informe a data de início da licença FIM PREVISTO DA OCORRÊNCIA: informe o fim previsto da licença FIM REAL DA OCORRÊNCIA : (não informar) OBSERVAÇÕES: informar alguns dados da Portaria (nº do D.O.U., Seção e Página, etc.) CONFIRMA INCLUSÃO? S (S-SIM N-NÃO A - ALTERA) Observação: Após o término da licença, finalizar com a transação >CAFIOCORSE. Estatuto dos Servidores Públicos aplicado à PRF Voltar ao Sumário 193 LICENÇA POR MOTIVO DE DOENÇA DE PESSOA DA FAMÍLIA 1. CONCEITO: Licença por Motivo de Doença de Pessoa da Família é o afastamento concedido ao servidor, por motivo de doença do cônjuge ou companheiro, dos pais, dos filhos, do padrasto, madrasta, enteado, ou dependente que viva às suas expensas, e conste do seu assentamento funcional, mediante comprovação por Junta Médica Oficial. 2. OCORRÊNCIA: Emissão de Laudo pela Junta Médica Oficial homologando a licença. 3. INFORMAÇÕES GERAIS: Será concedida licença ao servidor por motivo de doença do cônjuge ou companheiro, dos pais, dos filhos, do padrasto ou madrasta e enteado, ou dependente que viva às suas expensas e conste do seu assentamento funcional, mediante comprovação por Junta Médica do DPRF, ou conveniada, do estado de saúde do enfermo, da rotina de tratamento, dos cuidados necessários e da estimativa de tempo necessário à recuperação. Essa licença poderá ser deferida, se a assistência direta do servidor for indispensável e não puder ser prestada, simultaneamente com o exercício do cargo ou mediante compensação de horário. Não será permitida a interrupção de férias para requerer a licença por motivo de doença de pessoa da família. A licença será concedida sem prejuízo da remuneração do cargo efetivo, por até 30 (trinta) dias, podendo ser prorrogada por mais 30 (trinta) dias, mediante parecer da Junta Médica Oficial, e excedendo estes prazos, sem remuneração, por até 90 (noventa) dias, perfazendo o total de 150 (cento e cinquenta) dias. Findo os 60 (sessenta) de afastamento, com remuneração, para acompanhamento de pessoa da família, o servidor poderá fazer jus a novo período de licença da mesma espécie, após ter trabalhado no mínimo 60 (sessenta) dias, caracterizando início de novo afastamento. Contar-se-á apenas para fins de aposentadoria e disponibilidade o período de licença por motivo de doença em pessoa da família, com remuneração. Os servidores ocupantes de cargos comissionados, sem vínculo com o Serviço Público ou contratados por tempo determinado, não farão jus à licença para acompanhamento de pessoa da família, uma vez que são segurados do Instituto Nacional do Seguro Social - INSS. É vedado o exercício de atividade remunerada durante o período de Estatuto dos Servidores Públicos aplicado à PRF Voltar ao Sumário 194 licença. O servidor poderá pedir sua remoção para outra unidade, caso seja conveniente para o tratamento de sua saúde ou de seu cônjuge, companheiro, ou dependente que viva às suas expensas e conste do seu assentamento funcional, ficando o pedido condicionado à manifestação de Junta Médica do DPRF, ou conveniada, em relação aos seguintes aspectos: • Existência da moléstia e sua gravidade; • Necessidade de mudança de localidade para tratamento da doença; • Existência de condições de tratamento da doença no local de lotação do servidor; • Condições referentes a clima, instalações ou recursos médico-hospitalares e outras característica do local para onde o servidor deva ser removido; • Outros dados julgados relevantes, pertinentes ou esclarecedores, sem, contudo, indicar uma localidade de destino específica, salvo se o tratamento, por comprovada prescrição médica, somente puder ser realizado em determinada localidade. A concessão dessa licença é de competência da Junta Médica do DPRF, não sendo necessário publicar Portaria de concessão. 4. INSTRUÇÃO PROCESSUAL: Deverá ser autuado processo próprio para a concessão dessa licença, o qual deverá ser instruído com a seguinte documentação: • Requerimento do servidor encaminhado à área de Recursos Humanos da unidade de origem do servidor; • Laudo emitido pelo médico que acompanha a pessoa da família; • Informação quanto aos dependentes cadastrados nos assentamentos funcionais do servidor, inclusive grau de parentesco; • Informação emitida pelo servidor quanto a possíveis pessoas da família que possa acompanhar a pessoa doente enquanto o servidor trabalha; • Análise da Junta Médica Oficial, visando comprovar a doença a que a pessoa está acometida, bem como a necessidade do acompanhamento do servidor a essa pessoa; • Laudo conclusivo, emitido pela Junta Médica, concedendo a licença; • Encaminhamento do processo á área de Recursos Humanos para ciência ao servidor e lançamento da licença no SIAPE/SIAPECAD. Estatuto dos Servidores Públicos aplicado à PRF Voltar ao Sumário 195 5. FUNDAMENTO LEGAL: • Artigos 81, 82, 83 e 103 daLei nº 8.112/90, com a redação dada pela Lei nº 9.527/97. • Instrução Normativa DG/DPRF nº 07, de 1º/06/05. • Manual para os Serviços de Saúde dos Servidores Públicos Civis Federais, emitido pela SRH/MP, em Junho de 2006. 6. PROCEDIMENTOS PARA LANÇAMENTO NO SIAPE: 6.1. LICENÇA POR MOTIVO DE DOENÇA DE PESSOA DA FAMÍLIA: 1º passo: >CACOPENDAT (verificar se servidor tem alguma pendência, se houver, regularizar); 2º passo: >CACOOCORSE (verificar se servidor tem alguma ocorrência em aberto, se houver, finalizar na transação: >CAFIOCORSE – finaliza ocorrência do servidor); 3º passo: >CAINOCORSE (inclui ocorrência do servidor); 1ª TELA OCORRÊNCIA : 00159 LIC DOENCA PESSOA FAMÍLIA (ATE 60 DIAS) 00243 LIC DOENCA PESSOA DA FAMÍLIA (+60 DIAS) TECLE <ENTER> INFORME A MATRÍCULA SE A OCORRÊNCIA FOR DO CARGO OU CPF SE FOR DA PESSOA (RH) MATRÍCULA: tecle <PF1> - digitar a matrícula SIAPE para buscar a matrícula SIAPECAD CPF: TECLE <ENTER> INÍCIO DA OCORRÊNCIA : informe a data de início da licença FIM PREVISTO DA OCORRÊNCIA: informe o fim previsto da licença FIM REAL DA OCORRÊNCIA : (não informar) OBSERVAÇÕES: informar alguns dados da Portaria (nº do D.O.U., Seção e Página, etc.) CONFIRMA INCLUSÃO? S (S-SIM N-NÃO A - ALTERA) Observação: Após o término da licença, finalizar com a transação >CAFIOCORSE. Estatuto dos Servidores Públicos aplicado à PRF Voltar ao Sumário 196 LICENÇA-PRÊMIO POR ASSIDUIDADE 1. CONCEITO: Licença Prêmio por Assiduidade é um afastamento concedido ao servidor, pelo prazo de 3 (três) meses, com a remuneração do cargo efetivo, a título de prêmio por assiduidade, após cada período de 5 (cinco) anos ininterruptos de exercício, completados até 15 de outubro de 1996. 2. OCORRÊNCIA: Publicação da Portaria concessiva no Boletim de Serviço. 3. INFORMAÇÕES GERAIS: Fazem jus à licença-prêmio por assiduidade os servidores ocupantes de cargo efetivo que trabalham até 15 de outubro de 1996 (data da extinção da licença). O servidor poderá requerer a Licença-Prêmio por Assiduidade em qualquer tempo, entretanto, o período de afastamento fica condicionado à conveniência do serviço e a anuência da chefia imediata do servidor. Cabe à chefia imediata, fazer a previsão do afastamento dos servidores a título dessa licença, mediante escala elaborada juntamente com os servidores. Quando afastado a título dessa licença, o servidor não receberá os adicionais de periculosidade, insalubridade, auxílio-transporte, função gratificada e cargo comissionado. A dispensa ou exoneração do servidor ocupante de cargo efetivo, em exercício em cargo de direção superior – DAS ou função gratificada deverá fica a critério da chefia imediata. Caso o servidor não seja dispensado ou exonerado, deverá ser descontado do seu contracheque o valor do cargo em comissão ou função gratificada. Perde o direito à Licença-Prêmio por Assiduidade, o servidor que, no período de cinco anos completados até 15 de outubro de 1996, tenha se afastado por: • Licença por motivo de doença em pessoa da família, sem remuneração; • Licença para tratar de interesses particulares; • Licença para acompanhar cônjuge ou companheiro, sem remuneração; • Tenha sido suspenso; • Tenha sido condenado a pena privativa de liberdade por sentença definitiva. Estatuto dos Servidores Públicos aplicado à PRF Voltar ao Sumário 197 No caso de suspensão, interrompe-se a contagem do tempo de serviço para fins de licença-prêmio por assiduidade na data do início do cumprimento da punição, sendo reiniciada a contagem no dia imediato ao término do cumprimento, desprezando-se o tempo anterior. O período de 3 (três) meses de licença-prêmio por assiduidade pode ser usufruído ininterruptamente ou parcelado em parcelas de 1(um) mês cada. O período de afastamento decorrente do gozo da licença-prêmio por assiduidade é considerado como de efetivo exercício, sendo computado para todos os fins e efeitos legais permitidos. Os períodos de licenças-prêmio por assiduidade, já adquiridos e não gozados pelo servidor que falecer em atividade, serão convertidos em pecúnia em favor dos beneficiários. A contagem do tempo de serviço para efeito de concessão de Licença- Prêmio por Assiduidade será feita, de ofício, pelo dirigente de Recursos Humanos do órgão ou entidade. A apuração do tempo de serviço para fins de licença-prêmio por assiduidade será feita em dias, que serão convertidos em anos, considerado o ano como de trezentos e sessenta e cinco dias. Conta-se o tempo de serviço para fins de averiguação dos quinquênios de licença-prêmio por assiduidade até 15 de outubro de 1996 e o valor encontrado em dias será dividido por 1.825 (mil oitocentos e vinte e cinco), correspondente ao número de dias existentes em 5 (cinco) anos. O quociente obtido, desde que maior ou igual a 1(um), constituirá o número de períodos de licença-prêmio por assiduidade a que o servidor faz jus, o resto, representa os dias excedentes que deverão ser computados para fins de aquisição da licença para capacitação. Os períodos de licenças-prêmio por assiduidade, já adquiridos, até 15 de outubro de 1996, e não gozados pelo servidor, poderão, a qualquer tempo, ser contados em dobro para fins de aposentadoria. O tempo em que o servidor esteve afastado para participar de curso de pós-graduação, se o afastamento se deu no interesse da Administração, bem como se a matéria do curso guarda correlação com as atribuições do cargo e faz parte de programa regularmente instituído, é considerado como de efetivo exercício, sendo contado para todos os efeitos, inclusive para licença-prêmio por assiduidade. Nesse caso, ao retornar do curso de pós-graduação e tendo completado o interstício de 5 (cinco) anos exigidos para a concessão da licença-prêmio até 15 de outubro de 1996, o servidor faz jus à licença, se requerida. O número de servidores em gozo de licença-prêmio por assiduidade não poderá ser superior a 1/3 (um terço) da lotação da unidade. No âmbito do DPRF, não será concedida licença-prêmio ao servidor que esteja respondendo a Processo Administrativo Disciplinar – PAD ou junto à Comissão de Ética ou ter denúncia a ser apurada. O presidente da comissão processante deverá informar ao servidor e à Estatuto dos Servidores Públicos aplicado à PRF Voltar ao Sumário 198 área de Recursos Humanos da unidade de lotação do servidor sobre a impossibilidade do seu afastamento. 4. INSTRUÇÃO PROCESSUAL: 4.1. GOZO DE LICENÇA-PRÊMIO • Requerimento do servidor; • Anuência da chefia imediata; • informação sobre a situação funcional do servidor; • informação sobre os afastamentos do servidor; • Nada consta da Corregedoria, Ética e Material Permanente; • Cópia autenticada das Certidões de tempo de Serviço Público Federal; • Planilha de contagem dos períodos de licença-prêmio, considerando a legislação vigente; • Elaboração e publicação da Portaria de concessão 4.2. PAGAMENTO DE LICENÇA-PRÊMIO EM PECÚNIA • Requerimento dos herdeiros do servidor; • Informação sobre a situação funcional do servidor na data do óbito; • Cópia autenticada das certidões de tempo de serviço Público Federal; • Planilha de cálculo dos valores financeiros a serem pagos aos herdeiros; • Ficha financeira relativa ao mês de falecimento do servidor; • Cópia autenticada dos documentos que comprovem a condição de herdeiros do ex-servidor; • Alvará Judicial, quando os herdeiros não forem pensionistas. 5. FUNDAMENTO LEGAL: • Artigo 87 a 89 da Lei nº 8.112, de 11/12/90; • Parecer nº 181, de 17/07/91; • Ofício-Circular SRH/MARE nº 43, de 17/10/96; • Orientação Consultiva DENOR/SRH/MARE nº 26, de 05/12/97; • Lei nº 9.527,de 10/12/97; • Ofício-Circular SRH/MP nº 24, de 23/12/99; • Memorando Circular CGRH/DPRF nº 024/06. 6. PROCEDIMENTOS PARA LANÇAMENTO NO SIAPE: 6.1. LICENÇA-PRÊMIO POR ASSIDUIDADE – LPA Opções (MNEMÔNICO): • > CAAUFRULPA (autoriza fruição de LPA); • > CACAINGZLP (cancela interrupção gozo LPA); • > CACATRPECU (cancela transformação pecúnia); Estatuto dos Servidores Públicos aplicado à PRF Voltar ao Sumário 199 • > CACAUTILPA (cancela utilização LPA); • > CACOLPAHT (consulta LPA do servidor); • > CACSHTLPA (concessão histórica LPA manual); • > CACSLPAHT (concessão de LPA – automática); • > CAEMCTPPEC (emite carta p/ beneficiário da pecúnia); • > CAEXCONCLP (exclui concessão de LPA); • > CAEXGZLPA (exclui gozo de LPA); • > CAIFGZLPA (informa gozo de LPA); • > CAIFUTILPA (informa utilização LPA); • > CAITGZLPA (interrompe gozo de LPA); • > CATRLPAPEC (transforma LPA em pecúnia); Devem ser averbados corretamente todos os tempos prestados a iniciativa privada na transação >CAINTAS e provimento de cargo histórico para o tempo de Serviço Público Federal. Pode-se optar por informar a concessão de forma manual ou automática. a opção automática é indicada para os casos de o servidor não ter ocorrências de falta injustificada ou suspensão, já que o sistema não tem as informações até 15 de outubro de 1996. Concessão automática >CACSLPAHT, o sistema calcula automaticamente, de acordo com os tempo averbados. Ao confirmar a concessão o sistema pergunta se deseja fazer cálculo do próximo período aquisitivo. Concessão Manual >CACSHTLPA, na informação manual o operador deve informar o período aquisitivo. Caso digite algo errado, o operador pode excluir através da opção >CAEXCONCLP, devendo repetir os passo anteriores. Após inclusão da concessão, é necessário autorizar através da opção >CAAUFRULPA, nesta opção deve ser informado os períodos autorizados para gozo, datas autorizadas pela chefia imediata. Após a fruição da LPA deve ser informado na opção >CAIFGZLPA. Se o servidor optar por utilizar para aposentadoria ou abono de permanência, esta deve ser lançada na opção >CAIFUTILPA. (*) Este procedimento não deverá ser utilizado, pois o módulo quando atualizado nesta transação não é lido na transação do abono de permanência >CDISPSSABP. Estatuto dos Servidores Públicos aplicado à PRF Voltar ao Sumário 200 PARTE IV - DAS CONCESSÕES AUSÊNCIAS PERMITIDAS 1. CONCEITO: Ausências Permitidas são os afastamentos autorizados ao servidor público, sem prejuízo da remuneração do cargo, para doar sangue, alistar-se como eleitor, em razão de casamento ou por motivo de falecimento de pessoa da família, até o segundo grau. 2. OCORRÊNCIA: Protocolização de comprovantes que justifiquem a ausência permitida. 3. INFORMAÇÕES GERAIS: O servidor poderá ausentar-se do serviço, sendo dispensado do ponto: • Por 1 (um) dia, para doação de sangue; • Por 2 (dois) dias, para se alistar como eleitor; • Por 8 (oito) dias consecutivos em razão de: - Casamento; - Falecimento do cônjuge, companheiro, pais, madrasta ou padrasto, filhos, enteados, menor sob guarda ou tutela e irmãos. As ausências acima mencionadas, são consideradas como efetivo exercício, não havendo necessidade de compensação de horário. Os afastamentos não poderão ser concedidos em datas posteriores às constantes nos respectivos documentos comprobatórios, nem sofrer qualquer interrupção. Documentos a serem apresentados pelo servidor para justificar as ausências: • Doação de sangue: deverá ser apresentada declaração ou atestado, assinada e carimbada, pelo responsável do Banco de Sangue onde foi feita a coleta; • Alistamento como eleitor: comprovante oficial da Justiça Eleitoral; • Casamento: certidão de casamento; Estatuto dos Servidores Públicos aplicado à PRF Voltar ao Sumário 201 • Falecimento de pessoa da família: certidão de óbito. Deverá ser consignado, como louvor, na pasta dos servidores, a doação voluntária de sangue, feita a Banco de Sangue mantido por organismo de serviço estatal ou para-estatal, devidamente comprovada por atestado oficial da instituição. 4. INSTRUÇÃO PROCESSUAL: Não há necessidade de formação de processo, simplesmente, tomam-se as seguintes providências: • O servidor entrega o documento comprobatório à Chefia imediata; • A chefia imediata confere o documento, registra a ausência na folha de frequência do servidor e o encaminha à área de Recursos Humanos da unidade de lotação do servidor; • A área de Recursos Humanos procede ao lançamento do afastamento no sistema SIAPE/SIAPECAD e registra nos assentamentos funcionais do servidor. 5. FUNDAMENTO LEGAL: • Artigo 97, da Lei nº 8.112, de 11/12/90; • Lei nº 1.075, de 27/03/50. 6. PROCEDIMENTOS PARA LANÇAMENTO NO SIAPE: 6.1. AUSÊNCIAS PERMITIDAS: 1º passo: >CACOPENDAT (verificar se servidor tem alguma pendência, se houver, regularizar); 2º passo: >CACOOCORSE (verificar se servidor tem alguma ocorrência em aberto, se houver, finalizar na transação: >CAFIOCORSE – finaliza ocorrência do servidor); 3º passo: >CAINOCORSE (inclui ocorrência do servidor); 1ª TELA OCORRÊNCIA : 00106 DOAÇÃO DE SANGUE 00105 DISPENSA PARA ALISTAMENTO ELEITORAL 00108 CASAMENTO 00109 FALECIMENTO DE PESSOA DA FAMÍLIA TECLE <ENTER> INFORME A MATRÍCULA SE A OCORRÊNCIA FOR DO CARGO OU CPF SE FOR DA PESSOA (RH) MATRÍCULA: tecle <PF1> - digitar a matrícula SIAPE para buscar a matrícula SIAPECAD Estatuto dos Servidores Públicos aplicado à PRF Voltar ao Sumário 202 CPF : TECLE <ENTER> INÍCIO DA OCORRÊNCIA: informe a data de início da licença FIM PREVISTO DA OCORRÊNCIA: informe o fim previsto da licença FIM REAL DA OCORRÊNCIA: informe o fim real da licença OBSERVAÇÕES: informar alguns dados DL. CONFIRMA INCLUSÃO? S (S-SIM N-NÃO A - ALTERA) Estatuto dos Servidores Públicos aplicado à PRF Voltar ao Sumário 203 HORÁRIO ESPECIAL AO SERVIDOR ESTUDANTE 1. CONCEITO: Horário Especial é uma concessão que permite ao servidor estudante, matriculado em cursos regulares de ensino fundamental, médio, superior e pós- graduação presencial, prestar serviço em horário diferenciado. 2. OCORRÊNCIA: Publicação da Portaria concessiva do horário especial no Boletim de Serviço. 3. INFORMAÇÕES GERAIS: Será concedido horário especial ao servidor estudante, quando comprovada a incompatibilidade entre o horário escolar e o da repartição, sem prejuízo do exercício do cargo, sendo exigida a compensação de horário no órgão de exercício, respeitada a duração semanal do trabalho. A cada período letivo, o horário especial deverá ser renovado, mediante a apresentação do comprovante de matrícula e da declaração da entidade de ensino, onde conste consignado a data da matrícula, o horário do curso e a existência do curso em horário noturno. Ao servidor ocupante de função gratificada ou cargo comissionado não será concedido horário especial para estudante, por estar submetido a regime de integral dedicação ao serviço, podendo ser convocado sempre que houver interesse da Administração. Ao servidor estudante que mudar de Sede por interesse da Administração, é assegurada, na localidade da nova residência ou na mais próxima, matrícula em entidade de ensino congênere, em qualquer época, independente de vaga. 4. INSTRUÇÃO PROCESSUAL Deverá ser aberto processo específico e único para a concessão de horário especial a cada servidor estudante que o requerer. Este processo deverá ser instruído com os seguintes documentos: • Requerimento do servidor; • Declaração da entidade de ensino, onde conste consignada a data da matrícula, o horário do cursoe a inexistência do curso em horário noturno; • Dados funcionais do servidor requerente; Estatuto dos Servidores Públicos aplicado à PRF Voltar ao Sumário 204 • Quadro demonstrativo de compensação de horário, devidamente assinado pelo servidor e pela chefia imediata; • Despacho da chefia imediata informando se concorda ou não com a proposta de compensação de horário, e se não haverá prejuízo às atividades da unidade; • Despacho da unidade responsável pela análise do processo, informando se o servidor preenche ou não os requisitos para a concessão do horário especial para estudante; • Portaria concessiva do horário especial, para assinatura da autoridade competente e publicação no Boletim de Serviço – B.S. Após a publicação da Portaria no B.S., comunica-se ao servidor e à chefia imediata, e procede-se ao registro na pasta funcional do servidor. O controle da reposição das horas pelo servidor estudante é de responsabilidade de sua chefia imediata, ficando a unidade de Recursos Humanos responsável pelo controle da frequência desses servidores. 5. FUNDAMENTO LEGAL: • Artigos 19, § 1º, 96-A e 98, § 1º, da Lei nº 8.112/90, com a redação dada pela Lei nº 9.527/97. • Orientações da Secretaria de Recursos Humanos do Ministério do Planejamento, Orçamento e Gestão. • Medida Provisória nº 441/08. 6. PROCEDIMENTOS PARA LANÇAMENTO NO SIAPE: Consultar a Divisão de Cadastro – DICAD/CGRH. Estatuto dos Servidores Públicos aplicado à PRF Voltar ao Sumário 205 HORÁRIO ESPECIAL AO SERVIDOR PORTADOR DE DEFICIÊNCIA 1. CONCEITO: Horário Especial é uma concessão ao servidor com necessidades especiais, independentemente de compensação de horário, desde que comprovada a necessidade por Junta Médica Oficial. 2. OCORRÊNCIA: Publicação da Portaria concessiva do horário especial no Boletim de Serviço. 3. INFORMAÇÕES GERAIS: O horário especial também poderá ser concedido ao servidor que tenha cônjuge, filho ou dependente portador de deficiência física, neste caso, será exigida compensação de horário. As concessões para acompanhar o dependente deficiente deverá se limitar ao período em que se fizer necessário o acompanhamento. Quando os pais ou responsáveis pelo deficiente forem cônjuges, e ambos servidores públicos federais, o horário especial deverá ser concedido somente a um deles. 4. INSTRUÇÃO PROCESSUAL: • Requerimento do servidor endereçado ao dirigente do órgão (unidade de lotação), solicitando a concessão do benefício, justificando a necessidade do horário especial; • Abertura de processo pela unidade de RH do órgão (unidade de lotação); • Qualificação do servidor; • Encaminhamento a Junta Médica Oficial, que emitirá parecer médico, caracterizando a deficiência; • Indicação da forma e do período de tratamento; • Encaminhamento a área competente que emitirá informação quanto aos direitos e deveres previstos para o servidor; • Emissão de minuta de Portaria de concessão do horário especial; • Publicação do ato no Boletim de Serviço; Estatuto dos Servidores Públicos aplicado à PRF Voltar ao Sumário 206 • Lançamento no sistema SIAPE/SIAPECAD; • Registro e anotações nos assentamentos funcionais do servidor; • Ciência do servidor; • Arquivamento do processo. 5. FUNDAMENTO LEGAL: • Artigo 98, § 2º, da Lei nº 8.112/90, com a redação dada pela Lei nº 9.527/97. 6. PROCEDIMENTOS PARA LANÇAMENTO NO SIAPE: Consultar a Divisão de Cadastro – DICAD/CGRH. Estatuto dos Servidores Públicos aplicado à PRF Voltar ao Sumário 207 PARTE V - DOS AFASTAMENTOS AFASTAMENTO PARA ESTUDO OU MISSÃO NO EXTERIOR 1. CONCEITO: Afastamento para Estudo ou Missão no Exterior é uma permissão aos servidores públicos civis de órgãos e entidades da Administração Pública Federal, para estudo ou missão oficial. 2. OCORRÊNCIA: Publicação do Afastamento no Diário Oficial da União. 3. INFORMAÇÕES GERAIS: Esse afastamento é concedido mediante solicitação do servidor ou no interesse do órgão. A ausência não excederá a 4 (quatro) anos, e tendo terminado a missão ou o estudo, somente será permitido novo afastamento após decorrido igual período. Ao servidor beneficiado com o afastamento não será concedida exoneração ou licença para tratar de interesse particular antes de decorrido igual período, a não ser que seja efetuado o ressarcimento da despesa havida com seu afastamento. O afastamento de servidor para servir em organismo internacional de que o Brasil participe ou com o qual coopere, dar-se-á com perda total da remuneração. As viagens ao exterior do pessoal civil da Administração direta e indireta, a serviço ou com a finalidade de aperfeiçoamento, sem nomeação ou designação, poderão ser de três tipos: • Com ônus, quando implicarem direito às passagens e diárias, assegurados ao servidor o vencimento ou salário e demais vantagens de cargo, função ou emprego; • Com ônus limitado, quando implicarem direito apenas ao vencimento ou salário e demais vantagens do cargo, função ou emprego; • Sem ônus, quando implicarem perda total do vencimento ou salário e demais vantagens do cargo, função ou emprego, e não acarretarem qualquer despesa para a Administração. Nos casos de acumulação legal de Cargos, quando o afastamento for julgado como de interesse da Administração, o servidor não perderá os vencimentos Estatuto dos Servidores Públicos aplicado à PRF Voltar ao Sumário 208 e vantagens de quaisquer dos Cargos. Compete aos Ministros de Estado, ao Advogado-Geral da União, ao Secretário Especial de Políticas Regionais da Câmara de Políticas Regionais do Conselho de Governo, aos titulares das Secretarias de Estado de Comunicação de Governo, de Relações Institucionais e de Desenvolvimento Urbano, e ao Chefe da Casa Militar da Presidência da República, por delegação, a autorização dos afastamentos do País, sem nomeação ou designação, dos servidores civis da Administração Pública Federal. Independem de autorização as viagens ao exterior, em caráter particular, do servidor em gozo de férias, licença, gala ou nojo, cumprindo-lhe, apenas, comunicar ao chefe imediato o endereço eventual fora do País. O ocupante de cargo em comissão ou função gratificada só poderá afastar-se do País por mais de 90 (noventa) dias, renováveis por uma única vez, em viagem regulada por Decreto, com perda do vencimento ou da gratificação. Se a viagem ao exterior tiver por finalidade a realização de curso de aperfeiçoamento, o servidor só poderá ausentar-se novamente do País, com a mesma finalidade, depois de decorrido prazo igual ao do seu último afastamento. Nos casos de aperfeiçoamento subsidiado ou custeado pelo Governo brasileiro, ou por seu intermédio, o servidor fará jus ao vencimento ou salário e demais vantagens inerentes ao exercício do cargo, função ou emprego, pagos em moeda nacional brasileira. O servidor que viajar, a convite direto de entidade estrangeira de qualquer espécie ou custeado por entidade brasileira, sem vínculo com a Administração Pública, terá sua viagem considerada sem ônus. A esposa de servidor, que seja servidora de órgão ou entidade da Administração Federal, direta ou indireta, ou de fundação sob supervisão ministerial, e queira ausentar-se do País para acompanhar o marido, terá seu afastamento considerado sem ônus, não sendo admitida a concessão de passagens ou qualquer outra vantagem. O servidor, que fizer viagem dos tipos com ônus ou com ônus limitado, ficará obrigado, dentro do prazo de 30 (trinta) dias, contado da data do término do afastamento do País, a apresentar relatório circunstanciadodas atividades exercidas no exterior. O afastamento do País de servidores civis de órgãos e entidades da Administração Pública Federal, com ônus ou com ônus limitado, somente poderá ser autorizado nos seguintes casos: • Negociação ou formalização de contratações internacionais que, comprovadamente, não possam ser realizadas no Brasil ou por intermédio de embaixadas, representações ou escritórios sediados no exterior; • Missões militares; Estatuto dos Servidores Públicos aplicado à PRF Voltar ao Sumário 209 • Prestação de serviços diplomáticos; • Serviço ou aperfeiçoamento relacionado com a atividade fim do órgão ou entidade, de necessidade reconhecida pelo Ministro de Estado; • Intercâmbio cultural, científico ou tecnológico, acordado com interveniência do Ministério das Relações Exteriores ou de utilidade reconhecida pelo Ministro de Estado; • Bolsas de estudo para curso de pós-graduação stricto sensu. A participação em congressos internacionais, no exterior, somente poderá ser autorizada com ônus limitado, salvo os casos de afastamento a serviço ou para aperfeiçoamento relacionado com a atividade fim do órgão ou entidade, de necessidade reconhecida pelo Ministro de Estado, cujas viagens serão autorizadas com ônus e não podem exceder a 15 (quinze) dias. O afastamento do País, quando superior a 15 (quinze) dias, somente poderá ser autorizado mediante prévia audiência na Casa Civil da Presidência da República, inclusive nos casos de prorrogação da viagem. A autorização deverá ser publicada no Diário Oficial da União, até a data do início da viagem ou de sua prorrogação, com indicação do nome do servidor, cargo, órgão ou entidade de origem, finalidade resumida da missão, país de destino, período e tipo do afastamento. 4. INSTRUÇÃO PROCESSUAL: • Deverá ser instaurado processo próprio para autorização do afastamento do País, de servidores públicos federais. Este processo deverá ser instruído com a seguinte documentação: • Requerimento do servidor, quando se tratar de afastamento de seu próprio interesse ou memorando da unidade interessada em encaminhar o servidor para treinamento ou missão no exterior, quando se tratar de interesse do órgão; • Documento comprobatório da missão ou estudo no exterior, onde conste o período e o motivo do afastamento; • Dados pessoais, funcionais, financeiros e unidade de lotação do servidor; • Manifestação da Chefia imediata do servidor, esclarecendo se o afastamento do servidor irá ou não prejudicar as atividades do Setor onde trabalha; • Manifestação da autoridade máxima do DPRF; • Encaminhamento à Secretaria Executiva do Ministério da Justiça, com vistas ao Gabinete do Ministro, para análise, autorização e publicação no Diário Oficial da União. Estatuto dos Servidores Públicos aplicado à PRF Voltar ao Sumário 210 5. FUNDAMENTO LEGAL: • Artigos 95 e 96 da Lei n°8.112/90; • Decreto nº 91.800, de 18/10/85; • Decreto nº 1.387, de 07/02/95; • Decreto nº 2.349, de 15/10/99. 6. PROCEDIMENTOS PARA LANÇAMENTO NO SIAPE: 6.1. AFASTAMENTOS PERMITIDOS: 1º passo: >CACOPENDAT (verificar se servidor tem alguma pendência, se houver, regularizar); 2º passo: >CACOOCORSE (verificar se servidor tem alguma ocorrência em aberto, se houver, finalizar na transação: >CAFIOCORSE – finaliza ocorrência do servidor); 3º passo: >CAINOCORSE (inclui ocorrência do servidor); 1ª TELA OCORRÊNCIA : 00094 AFAST.ESTUDO OU MISSAO EXTERIOR COM REMUNERAÇÃO 00149 AFAST EST MISSAO EXTERIOR – ÔNUS LIMITADO 00150 AFAST ESTUDO MISSAO EXTERIOR – SEM REMUNERAÇÃO 00120 LICENCA ATIVIDADE POLITICA – COM REMUNERAÇÃO 00121 LICENCA ATIVIDADE POLITICA – SEM REMUNERAÇÃO 00138 MANDATO ELETIVO PREFEITO COM REMUNERAÇÃO 00139 MANDATO ELETIVO PREFEITO SEM REMUNERAÇÃO 00140 AFAST EXERC MANDATO ELETIVO SEM REMUNERAÇÃO 00141 MANDATO ELETIVO VEREADOR COM REMUNERAÇÃO 00142 MANDATO ELETIVO VEREADOR SEM REMUNERAÇÃO TECLE <ENTER> INFORME A MATRÍCULA SE A OCORRÊNCIA FOR DO CARGO OU CPF SE FOR DA PESSOA (RH) MATRÍCULA: tecle <PF1> - digitar a matrícula SIAPE para buscar a matrícula SIAPECAD CPF: TECLE <ENTER> INÍCIO DA OCORRÊNCIA : informe a data de início da licença FIM PREVISTO DA OCORRÊNCIA: informe o fim previsto da licença FIM REAL DA OCORRÊNCIA : (não informar) OBSERVAÇÕES: informar alguns dados DL. CONFIRMA INCLUSÃO? S (S-SIM N-NÃO A - ALTERA) Observação: Após o término da licença, finalizar com a transação >CAFIOCORSE. Estatuto dos Servidores Públicos aplicado à PRF Voltar ao Sumário 211 AFASTAMENTO PARA EXERCÍCIO DE MANDATO ELETIVO 1. CONCEITO: Afastamento para Exercício de Mandato Eletivo é uma permissão ao servidor público da Administração direta, autárquica e fundacional, quando investido em mandato eletivo federal, estadual, municipal ou distrital. 2. OCORRÊNCIA: Publicação da Portaria de concessão do afastamento no Boletim de Serviço. 3. INFORMAÇÕES GERAIS: Tratando-se de mandato eletivo federal, estadual ou distrital, o servidor ficará afastado de seu cargo, sem percepção de remuneração. Investido no mandato de Prefeito e Vice-Prefeito, será afastado do cargo, sendo-lhe facultado optar pela sua remuneração. Investido no mandato de Vereador: • Havendo compatibilidade de horários, perceberá as vantagens de seu cargo, sem prejuízo da remuneração do cargo eletivo; • Não havendo compatibilidade, será afastado do cargo, sendo-lhe facultado optar pela sua remuneração, caso seja mais vantajoso. O servidor ocupante do Cargo de Policial Rodoviário Federal, por ser cargo de dedicação exclusiva, quando eleito para qualquer cargo eletivo, deverá ser afastado do cargo efetivo, sendo-lhe facultado optar pelo subsídio do cargo efetivo ou pela remuneração do cargo eletivo. No caso de afastamento, independente da opção do servidor, este contribuirá para a seguridade social como se em exercício estivesse. É de se destacar que não haverá recolhimento para o Plano de Seguridade Social do servidor, durante o período em que o servidor se encontrar afastado para o exercício de mandato eletivo, federal, estadual e distrital, vez que inexiste o fato gerador da contribuição, qual seja, a remuneração do cargo efetivo. Nestes casos a contribuição para a seguridade social terá como base a remuneração do cargo eletivo. Da mesma forma ocorrerá, na hipótese de mandato eletivo municipal, nos casos em que o servidor não manifeste a opção pela remuneração do cargo efetivo, passará a recolher para a previdência social, na condição de segurado obrigatório. Estatuto dos Servidores Públicos aplicado à PRF Voltar ao Sumário 212 Em qualquer caso que exija o afastamento do cargo efetivo para o exercício de mandato eletivo, o tempo de serviço do servidor será contado para todos os efeitos legais, desde que ocorra a contribuição, exceto para promoção por merecimento. No caso de servidor ocupante do cargo de Policial Rodoviário Federal, a contagem de tempo de serviço no cargo eletivo, para fins de aposentadoria, não será considerado como sendo uma atividade policial. O servidor investido em função de direção, chefia ou assessoramento que se afastar para exercício de mandato eletivo será dispensado da função ou cargo em comissão. O servidor investido em mandato eletivo não poderá ser removido ou redistribuído de ofício para localidade diversa daquela onde exerce o mandato. O período de afastamento para atividade política será contado apenas para efeitos de aposentadoria e disponibilidade, cabendo ao servidor, ao retornar ao seu cargo efetivo no órgão de origem, solicitar a averbação do tempo de serviço. Compete à CGRH/DPRF a emissão da Portaria de concessão do afastamento de servidores para mandato eletivo.