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Estatuto dos Servidores Públicos aplicado à PRF

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EESTATUTO DOSSTATUTO DOS
SSERVIDORESERVIDORES PPÚBLICOSÚBLICOS
APLICADO ÀAPLICADO À
RECURSOS HUMANOSRECURSOS HUMANOS
Ministério da Justiça
2008 - 2009
Estatuto dos Servidores Públicos aplicado à PRF 2
TARSO FERNANDO HERZ GENRO
Ministro de Estado da Justiça
HÉLIO CARDOSO DERENNE
Diretor-Geral do Departamento de Polícia Rodoviária Federal
SÉRGIO MAX BASTOS LINS
Coordenador-Geral de Recursos Humanos
São responsáveis pela criação deste livro os participantes do Quinto Encontro 
Nacional de Recursos Humanos do Departamento de Polícia Rodoviária Federal 
(V ENARH), realizado no Centro de Treinamento de Cachoeira Paulista – SP, no 
período de 17 a 22 de novembro de 2008:
SEDE:
• AMIRCE FERREIRA RODRIGUES DOS SANTOS
• DANIEL ALVES BRASIL
• DOUGLAS HIRÔO HIGASHIE FERREIRA
• FRANCISCO BRANDÃO DE OLIVEIRA
• FRANK JORGE BORGES RODRIGUES
• GUSTAVO BRITO
• IDÊ FERNANDO MARTINS MACHADO
• JUSSARA ALESSANDRA DE CAVALHO COSTA
• MARIA IZABEL RIBEIRO DE CERQUEIRA
• RICARDO DE OLIVEIRA BETAT
• RODRIGO REGIS JANSEN
• RÔMULO FABRÍCIO LEITE E LOPES
• SÉRGIO MAX BASTOS LINS
1ª SRPRF/GO
• FRANCISLAY JOSEPH DE ALMEIDA BENDÔ
• INÁCIA BENÍCIO DE MELO NETA
• JAIRO BRAGA
2ª SRPRF/MT
• CLADISNEY BOTELHO DA SILVA
• ODENER VICENTE DA SILVA
 
3ª SRPRF/MS
• JUCINÉA BATISTA MARINHO
• LINDOMAR ELIAS DOS SANTOS
• NEEMIAS GONÇALVES DE CARVALHO 
Estatuto dos Servidores Públicos aplicado à PRF 3
4ª SRPRF/MG
• CRISTHIAN PIRES DE MIRANDA
• EDUARDO ANDRADE D. MACHADO
• MARCÍLIO MARTINS DA S. MAIA
5ª SRPRF/RJ
• JOSÉ FERNANDO COELHO
• LÚCIO ALVES ÂNGELO JUNIOR
6ª SRPRF/SP
• CARLOS ALBERTO FISHER
• EDUARDO CAFFER
• INGRID GARCIA S SANTOS
• OTÁVIO JOSÉ C. OLIVEIRA
• RAFAEL G. GAIOTO SOARES
• RUTE DA SILVA GUSMÃO
• WAGNER SCHMITZ
7ª SRPRF/PR
• ADRIANO MARCOS FURTADO
• ELOISE ROSÁRIO DA SILVA
• EVERSON ANTÔNIO GULMINE
8ª SRPRF/SC
• ALEXANDRE DANIEL LITRAN DOS SANTOS
• ALLAN CARLOS VIEIRA
• NÚRIA PALOMERO MACHADO
9ª SRPRF/RS
• EDSON HOFFMANN PORTO
• LEANDRO NIEDO CUPELLO
• LÚCIA HELENA MADEIRA GONÇALVES
10ª SRPRF/BA
• ANA PATRICIA VINHAS BARRETO
• ÉRICO ANTONIO MATHEOS GUEDES DOS SANTOS
• JANEIDE CAVALCANTI DE MORAES TELES
11ª SRPRF/PE
• LOUIS GUSTAVO OLIVEIRA VILA NOVA
• LUIS VITORINO DE SOUZA FILHO
• RENATO DE CERQUEIRA ANTUNES BORGES RODRIGUES
Estatuto dos Servidores Públicos aplicado à PRF 4
12ª SRPRF/ES
• ELIETE ZAMPROGNO
• JOSEMAR PEDRO
13ª SRPRF/AL
• ALEXON MELO DE OLIVEIRA
• MANOEL BELO PEREIRA
• MARIA LÚCIA LEITE ALBUQUERQUE
14ª SRPRF/PB
• DELOSMAR PETRUCCI FALCÃO
• EDUARDO HENRIQUE GEORGE DINIZ
• MARILZA FREIRE FERREIRA
15ª SRPRF//RN
• ALDO FURTADO MAIA
• BIANCA JUCIELLY DA SILVA CUNHA
• MARIA DE FÁTIMA SILVA SOARES
16ª SRPRF/CE
• ÁLVARO BARRETO DANTAS
• MILENA MENEZES DE OLIVEIRA
• ROSSICLER SOUSA DA SILVA
17ª SRPRF/PI
• ELIZA SANTOS DE MORAIS
• IZABEL BASTOS BATISTA COELHO
18ª SRPRF/MA
• EDUARDO JOSÉ MENDONÇA LIMA
• FRANCISCO ARÃO DUARTE
• THADEU DE MELO ALVES
19ª SRPRF/PA
• BENEDITO DOMINGOS COELHO JUNIOR
• MARCELO SOARES MARTINS
• MARCIA MENEZES DO ESPIRITO SANTO
20ª SRPRF/SE
• ANTÔNIO PEREIRA RODRIGUES NETO
• FÁBIO SANTOS DA SILVA
• SÉRGIO REIS DE OLIVEIRA 
Estatuto dos Servidores Públicos aplicado à PRF 5
21ª SRPRF/RO
• JOÃO MARIA DE MEDEIROS
• MAÍZA PEDREIRA DE SOUZA AULER 
• MÁRCIO ROBERTO POMPILIO
1ª SRPRF/DF
• CARLOS OTÁVIO RODRIGUES DE OLIVEIRA
• LEONARDO ACÁCIO RODRIGUES DE OLIVEIRA
2º DRPRF/TO
• JOSÉ ACÁCIO DA SILVA MELO
3º DRPRF/AM
• CHARLES MAITSON DE BARROS ARAÚJO
• GLÁUCIO CASACURTA SANTOS
4º DRPRF/AP
• ROSALINA DAS NEVES BITTENCOURT TORK
5º DRPRF/RR
• ANTÔNIA ERILEUDA SILVEIRA ROCHA
• EDINIR DA SILVA LIMA
CGRH/MJ
• CINTIA REGINA VASCONCELOS DA COSTA LIMA
• MARIA SALETE SANTANA CARVALHO
• SUZANA MODESTO DA SILVA
Esta edição do Estatuto dos Servidores Públicos aplicado à PRF foi 
revisada e atualizada até julho/2009.
Estatuto dos Servidores Públicos aplicado à PRF 6
SUMÁRIO
INTRODUÇÃO............................................................................................................11
PARTE I – DO PROVIMENTO, VACÂNCIA, REMOÇÃO E SUBSTITUIÇÃO..........13
APROVEITAMENTO........................................................................................................13
CONCURSO PÚBLICO....................................................................................................15
DISPONIBILIDADE...........................................................................................................18
ESTABILIDADE................................................................................................................21
EXERCÍCIO......................................................................................................................23
EXERCÍCIO PROVISÓRIO..............................................................................................27
NOMEAÇÃO E POSSE DE CARGO EM COMISSÃO COM VÍNCULO............................31
NOMEAÇÃO E POSSE DE CARGO EM COMISSÃO SEM VÍNCULO............................34
NOMEAÇÃO PARA CARGO EFETIVO............................................................................40
POSSE.............................................................................................................................43
PROMOÇÃO / PROGRESSÃO........................................................................................46
READAPTAÇÃO..............................................................................................................51
RECONDUÇÃO................................................................................................................55
REDISTRIBUIÇÃO...........................................................................................................58
REINTEGRAÇÃO.............................................................................................................62
REMOÇÃO.......................................................................................................................66
REVERSÃO DE APOSENTADORIA................................................................................71
VACÂNCIA.......................................................................................................................76
PARTE II - DOS DIREITOS E VANTAGENS.............................................................80
ABONO DE PERMANÊNCIA E ISENÇÃO DE PSS.........................................................80
ADICIONAL DE FÉRIAS..................................................................................................83
ADICIONAL DE INSALUBRIDADE E PERICULOSIDADE...............................................84
ADICIONAL DE SERVIÇO EXTRAORDINÁRIO..............................................................87
ADICIONAL NOTURNO...................................................................................................90
ADICIONAL POR TEMPO DE SERVIÇO.........................................................................91
AJUDA DE CUSTO, PASSAGEM AÉREA E TRANSPORTE DE MOBILIÁRIO E 
BAGAGEM.......................................................................................................................95
AUXÍLIO PRÉ-ESCOLAR...............................................................................................100
AUXÍLIO-ALIMENTAÇÃO...............................................................................................104
AUXÍLIO-FUNERAL........................................................................................................106
AUXÍLIO-NATALIDADE..................................................................................................108
AUXÍLIO-RECLUSÃO.....................................................................................................111
AUXÍLIO-TRANSPORTE................................................................................................116AVERBAÇÃO DE TEMPO DE SERVIÇO.......................................................................119
DIÁRIAS.........................................................................................................................123
FATOR 1.4 E 1.2............................................................................................................125
FÉRIAS...........................................................................................................................129
Estatuto dos Servidores Públicos aplicado à PRF 7
GEAPRF.........................................................................................................................138
GAE................................................................................................................................139
GDATA...........................................................................................................................141
GRATIFICAÇÃO NATALINA..........................................................................................144
INCORPORAÇÃO DE QUINTOS / DÉCIMOS................................................................146
INDENIZAÇÃO DE TRANSPORTE................................................................................150
PLANO ESPECIAL DE CARGOS DO DPRF – PEDPRF (NOVAS GRATIFICAÇÕES, 
DEVIDAS A PARTIR DE 1º/03/2008).............................................................................152
VANTAGEM PECUNIÁRIA INDIVIDUAL........................................................................164
PARTE III - DAS LICENÇAS....................................................................................165
LICENÇA À ADOTANTE................................................................................................165
LICENÇA À GESTANTE................................................................................................167
LICENÇA INCENTIVADA SEM REMUNERAÇÃO.........................................................169
LICENÇA PARA ATIVIDADE POLÍTICA........................................................................173
LICENÇA PARA CAPACITAÇÃO...................................................................................175
LICENÇA PARA DESEMPENHO DE MANDATO CLASSISTA......................................177
LICENÇA PARA SERVIÇO MILITAR.............................................................................179
LICENÇA PARA TRATAMENTO DA SAÚDE.................................................................181
LICENÇA PARA TRATAMENTO DA SAÚDE (ACIDENTE EM SERVIÇO)....................184
LICENÇA PARA TRATAR DE INTERESSE PARTICULAR............................................187
LICENÇA PATERNIDADE..............................................................................................190
LICENÇA POR MOTIVO DE AFASTAMENTO DO CÔNJUGE......................................191
LICENÇA POR MOTIVO DE DOENÇA DE PESSOA DA FAMÍLIA................................193
LICENÇA-PRÊMIO POR ASSIDUIDADE.......................................................................196
PARTE IV - DAS CONCESSÕES.............................................................................200
HORÁRIO ESPECIAL AO SERVIDOR ESTUDANTE....................................................203
HORÁRIO ESPECIAL AO SERVIDOR PORTADOR DE DEFICIÊNCIA........................205
PARTE V - DOS AFASTAMENTOS.........................................................................207
AFASTAMENTO PARA ESTUDO OU MISSÃO NO EXTERIOR....................................207
AFASTAMENTO PARA EXERCÍCIO DE MANDATO ELETIVO.....................................211
AFASTAMENTO PARA PARTICIPAR DE PROGRAMA DE PÓS-GRADUAÇÃO 
STRICTO SENSU EM INSTITUIÇÃO DE ENSINO SUPERIOR NO PAÍS.....................214
AFASTAMENTO PARA SERVIR EM OUTRO ÓRGÃO OU ENTIDADE (CESSÃO / 
REQUISIÇÃO)................................................................................................................216
PARTE VI - DA APOSENTADORIA.........................................................................222
APOSENTADORIA ........................................................................................................222
APOSENTADORIA ESPECIAL......................................................................................247
PARTE VII - DA PENSÃO........................................................................................253
PENSÃO ALIMENTÍCIA JUDICIAL.................................................................................253
Estatuto dos Servidores Públicos aplicado à PRF 8
PENSÃO ALIMENTÍCIA VOLUNTÁRIA..........................................................................256
PENSÃO CIVIL...............................................................................................................258
PENSÃO CIVIL - JUDICIAL............................................................................................274
PENSÃO ESPECIAL - GRACIOSA................................................................................275
PENSÃO ESPECIAL - INDENIZATÓRIA........................................................................276
PARTE VIII - ASSUNTOS DIVERSOS.....................................................................278
ACUMULAÇÃO DE CARGOS........................................................................................278
CONSIGNAÇÃO EM FOLHA..........................................................................................281
DECLARAÇÃO DO IMPOSTO DE RENDA RETIDO NA FONTE – DIRF......................286
IMPOSTO SOBRE RENDA E PROVENTOS DE QUALQUER NATUREZA (DEDUÇÃO)
.......................................................................................................................................288
JORNADA DE TRABALHO / CONTROLE DE FREQUÊNCIA........................................290
PAGAMENTO DE EXERCÍCIOS ANTERIORES............................................................294
RECADASTRAMENTO..................................................................................................298
RELAÇÃO ANUAL DE INFORMAÇÕES SOCIAIS – RAIS.............................................301
REVERSÃO, REPOSIÇÃO E INDENIZAÇÃO AO ERÁRIO...........................................304
SUBSTITUIÇÃO.............................................................................................................306
PARTE IX - FLUXOGRAMAS..................................................................................312
ABONO DE PERMANÊNCIA E ISENÇÃO DE PSS.......................................................313
ACUMULAÇÃO DE CARGOS........................................................................................314
ADICIONAL DE INSALUBRIDADE E PERICULOSIDADE.............................................315
ADICIONAL NOTURNO.................................................................................................316
ADICIONAL POR TEMPO DE SERVIÇO.......................................................................317
AFASTAMENTO PARA ESTUDO OU MISSÃO NO EXTERIOR....................................318
AFASTAMENTO PARA EXERCÍCIO DE MANDATO ELETIVO.....................................319
AJUDA DE CUSTO, PASSAGEM AÉREA E TRANSPORTE DE MOBILIÁRIO E 
BAGAGEM.....................................................................................................................320
APOSENTADORIA COMPULSÓRIA..............................................................................321
APOSENTADORIA POR INVALIDEZ.............................................................................322
APOSENTADORIA VOLUNTÁRIA.................................................................................323
APROVEITAMENTO......................................................................................................324
AUSÊNCIA EM DECORRÊNCIA DE CASAMENTO......................................................325
AUSÊNCIA EM DECORRÊNCIA DE FALECIMENTODE PESSOA DA FAMÍLIA.........326
AUSÊNCIA PARA DOAR SANGUE...............................................................................327
AUSÊNCIA PARA SE ALISTAR COMO ELEITOR.........................................................328
AUXÍLIO-ALIMENTAÇÃO...............................................................................................329
AUXÍLIO-FUNERAL........................................................................................................330
AUXÍLIO-NATALIDADE..................................................................................................331
AUXÍLIO PRÉ-ESCOLAR...............................................................................................332
AUXÍLIO-RECLUSÃO.....................................................................................................333
AUXÍLIO-TRANSPORTE................................................................................................334
Estatuto dos Servidores Públicos aplicado à PRF 9
AVERBAÇÃO DE TEMPO DE SERVIÇO.......................................................................335
AFASTAMENTO PARA SERVIR EM OUTRO ÓRGÃO OU ENTIDADE (CESSÃO / 
REQUISIÇÃO)................................................................................................................336
CONCURSO PÚBLICO..................................................................................................337
CONSIGNAÇÃO EM FOLHA..........................................................................................338
DISPONIBILIDADE.........................................................................................................339
EXERCÍCIO PROVISÓRIO............................................................................................340
FATOR 1.4 e 1.2............................................................................................................341
FÉRIAS...........................................................................................................................342
HORÁRIO ESPECIAL AO SERVIDOR ESTUDANTE....................................................343
HORÁRIO ESPECIAL AO SERVIDOR PORTADOR DE DEFICIÊNCIA........................344
INCORPORAÇÃO DE QUINTOS / DÉCIMOS................................................................345
INDENIZAÇÃO AO ERÁRIO..........................................................................................346
LICENÇA À ADOTANTE................................................................................................347
LICENÇA À GESTANTE................................................................................................348
LICENÇA INCENTIVADA SEM REMUNERAÇÃO.........................................................349
LICENÇA PARA ATIVIDADE POLÍTICA........................................................................350
LICENÇA PARA CAPACITAÇÃO...................................................................................351
LICENÇA PARA DESEMPENHO DE MANDATO CLASSISTA......................................352
LICENÇA PARA SERVIÇO MILITAR.............................................................................353
LICENÇA PARA TRATAMENTO DE SAÚDE.................................................................354
LICENÇA PARA TRATAMENTO DE SAÚDE (ACIDENTE EM SERVIÇO)....................355
LICENÇA PARA TRATAR DE INTERESSE PARTICULAR............................................356
LICENÇA PATERNIDADE..............................................................................................357
LICENÇA POR MOTIVO DE AFASTAMENTO DO CÔNJUGE......................................358
LICENÇA POR MOTIVO DE DOENÇA DE PESSOA DA FAMÍLIA................................359
LICENÇA-PRÊMIO POR ASSIDUIDADE - GOZO.........................................................360
LICENÇA-PRÊMIO POR ASSIDUIDADE - PAGAMENTO EM PECÚNIA......................361
NOMEAÇÃO E POSSE DE CARGO EM COMISSÃO....................................................362
NOMEAÇÃO PARA CARGO EFETIVO, POSSE E EXERCÍCIO....................................363
PAGAMENTO DE EXERCÍCIOS ANTERIORES............................................................364
PENSÃO ALIMENTÍCIA JUDICIAL.................................................................................365
PENSÃO ALIMENTÍCIA VOLUNTÁRIA..........................................................................366
PENSÃO CIVIL...............................................................................................................367
PENSÃO ESPECIAL – GRACIOSA................................................................................368
PROMOÇÃO / PROGRESSÃO......................................................................................369
READAPTAÇÃO.............................................................................................................370
RECONDUÇÃO..............................................................................................................371
REINTEGRAÇÃO...........................................................................................................372
REMOÇÃO A PEDIDO ENTRE UNIDADES...................................................................373
REMOÇÃO A PEDIDO NA MESMA UNIDADE..............................................................374
REMOÇÃO EX-OFFÍCIO................................................................................................375
REMOÇÃO POR PERMUTA..........................................................................................376
Estatuto dos Servidores Públicos aplicado à PRF 10
REPOSIÇÃO AO ERÁRIO..............................................................................................377
REVERSÃO DE APOSENTADORIA..............................................................................378
SUBSTITUIÇÃO.............................................................................................................379
VACÂNCIA.....................................................................................................................380
PARTE X - FORMULÁRIOS.....................................................................................381
REQUERIMENTO DE ABONO DE PERMANÊNCIA......................................................382
REQUERIMENTO DE AJUDA DE CUSTO....................................................................383
REQUERIMENTO DE ALTERAÇÃO DE DADOS BANCÁRIOS.....................................384
REQUERIMENTO DE ALTERAÇÃO DE ENDEREÇO...................................................385
REQUERIMENTO DE ALTERAÇÃO DE FÉRIAS..........................................................386
REQUERIMENTO DE ALTERAÇÃO DE NOME DE IDENTIFICAÇÃO..........................387
REQUERIMENTO DE APOSENTADORIA.....................................................................388
REQUERIMENTO DE AUXÍLIO-FUNERAL....................................................................389
REQUERIMENTO DE AUXÍLIO MORADIA....................................................................390
REQUERIMENTO DE AUXÍLIO NATALIDADE..............................................................391
REQUERIMENTO DE AUXÍLIO PRÉ-ESCOLAR...........................................................392
REQUERIMENTO DE AUXÍLIO TRANSPORTE............................................................393
REQUERIMENTO DE AVERBAÇÃO DE TEMPO DE SERVIÇO...................................394
REQUERIMENTO DE HORÁRIO ESPECIAL A ESTUDANTE.......................................395
REQUERIMENTO DE LICENÇA-PRÊMIO.....................................................................396
REQUERIMENTO DE PAGAMENTO DE SUBSTITUIÇÃO............................................397
REQUERIMENTO DE PENSÃO CIVIL...........................................................................398
REQUERIMENTO DE REMOÇÃO.................................................................................399
REQUERIMENTO DE TRANSPORTEDE MOBILIÁRIO E BAGAGEM.........................400
REQUERIMENTO DE TRANSPORTE – PASSAGEM AÉREA......................................401
REQUERIMENTO DE VACÂNCIA.................................................................................402
CONCLUSÃO...........................................................................................................403
Estatuto dos Servidores Públicos aplicado à PRF Voltar ao Sumário 11
INTRODUÇÃO
A presente obra, fruto do trabalho de todos os operadores da área de 
Recursos Humanos do Departamento de Polícia Rodoviária Federal, tem por 
finalidade proporcionar a todos os servidores um instrumento que permita o pronto 
acesso às informações, precisas e atualizadas, sobre as normas que regulamentam 
sua vida funcional e pretende, também, garantir aos servidores que atuam nas 
unidades de Recursos Humanos, em todo o Brasil, a permanente atualização de seu 
conhecimento.
Com o lançamento deste livro, o Departamento de Polícia Rodoviária 
Federal, através da Coordenação-Geral de Recursos Humanos, procura suprir uma 
demanda permanente dos seus servidores por informações acerca de seus direitos 
e deveres, de forma transparente e objetiva, visando dar-lhes a tranquilidade 
necessária para o correto exercício da função pública da qual estão incumbidos.
De caráter abrangente e em conformidade com o ordenamento jurídico 
estabelecido pela Lei Federal nº 8.112/90, o chamado Regime Jurídico Único (RJU), 
esta publicação apresenta aos servidores um apanhado geral sobre a normatização 
que envolve a sua vida funcional, desde o seu ingresso até a sua aposentadoria, 
bem como seus dependentes, abrangendo, também, aspectos remuneratórios e os 
benefícios a que fazem jus, e como requerê-los corretamente.
Em virtude da vasta legislação que rege a área de Recursos Humanos e, 
principalmente, a sua natureza dinâmica, esta cartilha deverá ser objeto de 
permanente atualização, estando o seu conteúdo sujeito a futuras modificações, 
facultando aos usuários o envio de sugestões visando o seu aperfeiçoamento.
Que o seu texto sirva, não somente para que dúvidas sejam sanadas e 
regras disseminadas, mas, também, para que se fortaleçam as relações entre a 
Administração e aquele que se constitui no seu mais valioso patrimônio: o servidor.
Na elaboração deste trabalho procuramos garantir uma linguagem clara, 
precisa e concisa, bem como um texto que apresentasse um nível de profundidade 
compatível com as necessidades de operacionalização do Sistema de Administração 
de Pessoal. 
Com o mesmo espírito de abertura que incentivou a elaboração deste 
livro, e ainda, em razão da dinâmica dos textos legais, entendimentos e decisões 
jurisprudenciais, solicitamos aos servidores deste Departamento, que utilizem desta 
fonte para esclarecer dúvidas e tomar conhecimento dos seus direitos, fazendo 
chegar suas sugestões e críticas à Coordenação-Geral de Recursos Humanos, 
visando ao aperfeiçoamento deste trabalho.
Estatuto dos Servidores Públicos aplicado à PRF Voltar ao Sumário 12
O Estatuto dos Servidores Públicos aplicado à PRF apresenta a seguinte 
estrutura: 
• Introdução
• Parte I – Do Provimento, Vacância, Remoção e Substituição
• Parte II – Dos Direitos e Vantagens
• Parte III – Das Licenças
• Parte IV – Das Concessões
• Parte V – Dos Afastamentos
• Parte VI – Da Aposentadoria
• Parte VII - Da Pensão
• Parte VIII - Assuntos Diversos
• Parte IX - Fluxogramas
• Parte X - Formulários
• Conclusão
SÉRGIO MAX BASTOS LINS
Coordenador-Geral de Recursos Humanos
Estatuto dos Servidores Públicos aplicado à PRF Voltar ao Sumário 13
PARTE I – DO PROVIMENTO, VACÂNCIA, REMOÇÃO E 
SUBSTITUIÇÃO
APROVEITAMENTO
1. CONCEITO:
Aproveitamento é o retorno à atividade, de servidor público que tenha sido 
colocado em disponibilidade, em cargo com atribuições e vencimentos compatíveis 
com o anteriormente ocupado.
2. OCORRÊNCIA:
Publicação da Portaria de Aproveitamento no Diário Oficial da União.
3. INFORMAÇÕES GERAIS:
O órgão central do Sistema de Pessoal Civil – SIPEC determinará o 
imediato aproveitamento de servidores em disponibilidade, em vaga que vier a 
ocorrer nos órgãos ou entidades da Administração Pública Federal.
O prazo para o servidor aproveitado entrar em exercício em outra sede é 
de, no mínimo 10 (dez) e no máximo 30 (trinta) dias, contados da data de publicação 
do ato de aproveitamento, incluindo nesse período, o tempo necessário para o 
deslocamento para a nova sede.
Será tornado sem efeito o aproveitamento e cassada a disponibilidade do 
servidor que não entrar em exercício no prazo legal, salvo doença comprovada por 
Junta Médica Oficial.
Os servidores aproveitados em órgãos ou entidades cujos planos de 
classificação de cargos sejam diferentes daqueles a que pertenciam serão 
enquadrados na Instituição de destino na forma da legislação vigente.
Quando o aproveitamento resultar em mudança de sede, o servidor, seu 
cônjuge ou companheiro, seus filhos ou enteados que vivam em sua companhia e os 
menores sob sua guarda com autorização judicial, se estudantes, têm assegurada, 
na localidade da nova residência ou na mais próxima, matrícula em instituição de 
ensino congênere, em qualquer época, independentemente de vaga.
Nos casos em que a mudança de sede obrigar o servidor a mudar de 
domicílio em caráter permanente, ser-lhe-á devida ajuda de custo para compensar 
as despesas de instalação, vedado o duplo pagamento de indenização, no caso do 
cônjuge ou companheiro que detenha a condição de servidor também fazer jus a 
esse benefício.
Considera-se sede o município onde a repartição estiver instalada e onde 
Estatuto dos Servidores Públicos aplicado à PRF Voltar ao Sumário 14
o servidor tiver exercício em caráter permanente.
4. INSTRUÇÃO PROCESSUAL:
• Oficio ao Ministério do Planejamento Orçamento e Gestão comunicando o 
interesse em absorver os servidores ocupantes de cargos declarados 
desnecessários dentro da Administração Pública Federal;
• Presente a necessidade da Administração e observados os critérios definidos 
pelo MPOG, o aproveitamento de servidor posto em disponibilidade dar-se-á 
em cargo de atribuições, vencimentos, nível de escolaridade, especialidade 
ou habilitação profissional compatíveis com o anteriormente ocupado;
• Publicação do Ato;
• O setor de cadastro recebe o servidor mediante ofício de apresentação do 
órgão de origem e 
• Solicita liberação do cadastro funcional no SIAPE/SIAPECAD;
• Abre pasta funcional e registra a ocorrência de aproveitamento;
• Solicita ao órgão de origem os Assentamentos Funcionais e a Certidão de 
Tempo de Serviço do servidor;
• Observar rotina de Averbação de Tempo de Serviço;
• Providenciar o enquadramento do servidor, se for o caso, na forma da 
legislação vigente;
• Observar a rotina para a concessão de Ajuda de Custo, se ocorrer mudança 
de domicílio funcional;
• Apresentação do servidor ao chefe da unidade de lotação e exercício por 
meio de memorando;
• Encaminha comunicação ao setor de Pagamento.
5. FUNDAMENTO LEGAL:
• Artigos 8º, inciso VII, 30 a 32, da Lei nº 8.112, de 11/12/90 (D.O.U. 12/12/90), 
com nova redação dada pela Lei nº 9.527, de 10/12/97;
• Artigos 7º, 8º e 26 da Lei nº 8.270, de 17/12/91 (D.O.U. 19/12/91), com a 
redação dada pela Lei nº 9.624 de 02/04/98;
• Decreto nº 3.151, de 23/08/99;
• Orientação Normativa nº 105, de 06/05/91.
6. PROCEDIMENTOS PARA LANÇAMENTO NO SIAPE:
Consultar a Divisão de Cadastro – DICAD/CGRH.
Estatuto dos Servidores Públicos aplicado à PRF Voltar ao Sumário 15
CONCURSO PÚBLICO
1. CONCEITO:
Concurso Público é o mecanismo utilizado pela Administração PúblicaFederal para selecionar candidatos para provimento de cargo em caráter efetivo ou 
temporário, no quadro de pessoal do órgão, por meio de processo aberto ao público 
em geral, observando, para tanto as disposições constitucionais referentes ao 
assunto.
2. OCORRÊNCIA:
Publicação de Portaria do Ministério do Planejamento, Orçamento e 
Gestão no Diário Oficial da União, autorizando a realização do concurso público.
3. INFORMAÇÕES GERAIS:
O concurso público destinado a selecionar candidatos para provimento de 
cargo efetivo ou temporário tem por objetivo compatibilizar o suprimento das 
necessidades da Administração Pública Federal com as prioridades governamentais 
e os recursos orçamentários disponíveis.
O pedido de autorização deve ser encaminhado ao Ministro de Estado do 
Planejamento, Orçamento e Gestão, pela autoridade competente do DPRF, em 
observância ao Art. 3º, do Decreto nº 4.175, de 27 de março de 2002.
O DPRF deverá apresentar à Secretaria de Gestão do Ministério do 
Planejamento, Orçamento e Gestão justificativa fundamentada, com indicação das 
vagas a serem providas e comprovação da disponibilidade orçamentária. 
O concurso público será regido por edital, cabendo a sua execução à 
instituição escolhida mediante processo em conformidade com a Lei de Licitações.
O edital do concurso deverá ser publicado no D.O.U. e divulgado por meio 
eletrônico.
A reserva legal de vagas para candidatos com deficiência dependerá da 
compatibilidade do exercício do cargo com o tipo de deficiência.
O concurso público para cargos que compõem o quadro de pessoal do 
DPRF compreenderá duas etapas distintas, observadas as especificidades de cada 
cargo:
• A primeira etapa será composta de 4 (quatro) fases, sendo prova objetiva e 
prova de redação, exame de capacidade física, exames médicos e avaliação 
psicológica;
• A segunda etapa consistirá do Curso de Formação Profissional.
Estatuto dos Servidores Públicos aplicado à PRF Voltar ao Sumário 16
Haverá investigação social durante todo o certame.
Os candidatos aprovados na primeira etapa do concurso público e 
classificados dentro do número de vagas previsto serão convocados em edital 
específico para apresentação dos documentos necessários para a matrícula no 
Curso de Formação Profissional, segundo a ordem de classificação e dentro do 
número de vagas previsto para cada estado.
Os candidatos que forem classificados além do limite de vagas previsto 
neste edital não terão assegurado o direito à matrícula no Curso de Formação 
Profissional, mas apenas a expectativa desse direito, segundo a rigorosa ordem 
classificatória.
Durante o período de validade do concurso público, o Ministério do 
Planejamento, Orçamento e Gestão poderá autorizar a nomeação ou contratação de 
candidatos classificados e não convocados, até o limite de 50% (cinquenta por 
cento) a mais do quantitativo original de vagas.
O valor cobrado a título de inscrição no concurso será de, no máximo, 
2,5% (dois e meio por cento) do valor da remuneração inicial do cargo público 
previsto no edital, podendo ser isentado de taxas de inscrição o candidato que se 
declarar hipossuficiente, na forma da Lei.
O órgão ou entidade responsável pela realização do concurso público 
homologará e divulgará no Diário Oficial da União, a relação dos candidatos 
aprovados no certame, classificados em até duas vezes o número de vagas previsto 
no edital para cada cargo público, por ordem de classificação. 
A nomeação ou contratação dos candidatos obedecerá rigorosamente à 
ordem de classificação do concurso público. 
O edital de convocação para realização de exames médicos deverá, 
preferencialmente, estabelecer a data de nomeação dos candidatos.
Havendo vacância ou desistência de candidatos durante o processo 
seletivo, antes da nomeação ou da assinatura do contrato, facultar-se-á à 
Administração substituí-los, por meio da convocação dos próximos candidatos 
aprovados, obedecendo a ordem de classificação e o limite de vagas previsto no 
edital.
Os candidatos preliminarmente aprovados em concurso público para 
provimento de cargos na Administração Pública Federal, durante o programa de 
formação, farão jus, a título de auxílio financeiro, a 50% (cinquenta por cento) da 
remuneração da classe inicial do cargo a que estiver concorrendo.
As nomeações de candidatos sub judice serão efetuadas conforme a 
demanda.
Estatuto dos Servidores Públicos aplicado à PRF Voltar ao Sumário 17
4. INSTRUÇÃO PROCESSUAL:
4.1. CANDIDATOS APROVADOS:
• Portaria de nomeação da comissão de licitação para escolha da instituição 
que realizará o certame;
• Escolha da instituição;
• Portaria de nomeação da comissão nacional de concurso;
• Definição do Edital junto com a organizadora do certame;
• Publicação do edital no D.O.U. e divulgação por meio eletrônico;
• Inscrições e processo seletivo;
• Homologação de candidatos aprovados, segundo a ordem de classificação e 
dentro do número de vagas previstas para cada estado;
• Portaria de nomeação dos candidatos, assinada pelo Diretor do DPRF e 
publicada no D.O.U.;
• Portaria de lotação dos candidatos, assinada pelo Coordenador-Geral de 
Recursos Humanos do DPRF, publicada no B.S.;
• Posse na regional pelos respectivos Superintendentes/Chefes de Distrito, 
mediante Termo de Posse e Termo de Exercício. 
4.2. CANDIDATOS “SUB JUDICE”:
• Decisão Judicial, provisória ou definitiva, para nomeação e posse de 
candidato eliminado do certame por não ter logrado êxito em qualquer das 
etapas do concurso;
• Solicitação de força executória da decisão para a Advocacia-Geral da União;
• Cumprimento da decisão com a publicação no D.O.U. da nomeação do 
candidato, através de Portaria do Diretor-Geral do DPRF;
• Portaria de lotação do candidato, assinada pelo Coordenador-Geral de 
Recursos Humanos do DPRF;
• Posse na regional pelos respectivos Superintendentes/Chefe de Distrito, 
mediante Termo de Posse e Termo de Exercício. 
Observação: Caso a decisão para nomeação e posse seja modificada 
(decisões provisórias), é editada Portaria do Diretor-Geral do DPRF, tornando sem 
efeito a Portaria de nomeação do candidato.
5. FUNDAMENTO LEGAL:
• Art. 11, 12 da Lei 8.112/90, de 11/12/90 (Redação dada pela Lei nº 9.527, de 
10/12/97);
• Art. 37 da Constituição Federal, de 5/10/1988;
• Decreto 3.298, de 20/12/1999;
• Decreto nº 4.175, de 27/3/02;
• Art. 14 da Lei n 9.624/98;
• Orientação Normativa nº 02, de 25/03/02;
• Portaria nº 450, de 06/11/02.
6. PROCEDIMENTOS PARA LANÇAMENTO NO SIAPE:
Não há lançamentos no SIAPE.
Estatuto dos Servidores Públicos aplicado à PRF Voltar ao Sumário 18
DISPONIBILIDADE
1. CONCEITO:
Disponibilidade é o instituto que permite ao servidor estável, que teve seu 
cargo extinto ou declarado desnecessário, permanecer sem trabalhar, 
temporariamente, percebendo a remuneração proporcional ao tempo de serviço, até 
seu adequado aproveitamento em outro cargo.
2. OCORRÊNCIA:
Publicação de ato do Ministro de Estado da Justiça no Diário Oficial da 
União, extinguindo um cargo ou declarando-o desnecessário.
3. INFORMAÇÕES GERAIS:
Respeitados o interesse público e a conveniência da Administração, os 
cargos públicos podem ser declarados desnecessários, nos casos de extinção ou de 
reorganização de órgãos ou de entidades.
Caracterizada a existência de cargos sujeitos à declaração de 
desnecessidade, a Administração deverá adotar, separada ou cumulativamente, os 
seguintes critérios de análise, pertinentes à situação pessoal dos respectivos 
ocupantes, para fins de disponibilidade:
• Menortempo de serviço;
• Maior remuneração;
• Idade menor;
• Menor número de dependentes.
Autorizada por Lei, a extinção de cargo público far-se-á mediante ato 
privativo do Presidente da República.
Fica delegada competência ao Ministro de Estado para a prática dos atos 
de declaração de desnecessidade de cargos públicos e de colocação dos 
respectivos ocupantes em disponibilidade remunerada. Esta delegação não admite 
subdelegação.
Extinto o cargo ou declarada sua desnecessidade, o servidor estável nele 
investido será imediatamente posto em disponibilidade, com remuneração 
proporcional ao respectivo tempo de serviço.
O ato que colocar em disponibilidade servidor que se encontre 
regularmente licenciado ou afastado, somente produzirá efeitos após o término da 
licença ou do afastamento.
Estatuto dos Servidores Públicos aplicado à PRF Voltar ao Sumário 19
A remuneração do servidor em disponibilidade deverá considerar, para o 
respectivo cálculo, 1/35 (um trinta e cinco avos) ou 1/30 (um trinta avos) da 
respectiva remuneração mensal, por ano de serviço, respectivamente, seja homem 
ou mulher.
No caso de servidor cujo trabalho lhe assegure o direito à aposentadoria 
especial, definida em Lei, o valor da remuneração a ele devida, durante a 
disponibilidade, terá por base a proporção anual correspondente ao respectivo 
tempo mínimo para a concessão da aposentadoria integral.
Não se incluem no cálculo da remuneração proporcional o adicional pela 
prestação de serviço extraordinário, o adicional noturno, o adicional de 
insalubridade, de periculosidade ou pelo exercício de atividades penosas, o adicional 
de férias, a retribuição pelo exercício de função ou cargo de direção, chefia ou 
assessoramento, a gratificação natalina, o auxílio funeral, o auxílio natalidade, o 
auxílio alimentação, o auxílio-transporte, o auxílio pré-escolar, as indenizações, as 
diárias, a ajuda de custo em razão de mudança de sede e o custeio da moradia.
Além da remuneração proporcional, o servidor em disponibilidade 
perceberá, integralmente, as vantagens pessoais nominalmente identificadas, já 
incorporadas.
O servidor em disponibilidade contribuirá para o regime próprio de 
previdência do servidor público federal, e o tempo de contribuição, correspondente 
ao período em que permanecer em disponibilidade, será contado somente para 
efeito de aposentadoria e nova disponibilidade.
O servidor em disponibilidade poderá participar de programa de 
treinamento dirigido para o exercício de novas funções na Administração Pública 
Federal, sob a coordenação do Ministério do Planejamento, Orçamento e Gestão e 
da Escola Nacional de Administração Pública – ENAP.
O servidor em disponibilidade será aposentado, compulsoriamente, ao 
completar a idade limite estabelecida pela legislação em vigor;
A exoneração, a pedido, do servidor em disponibilidade, implicará no 
cancelamento da disponibilidade e acarretará, exclusivamente, no pagamento da 
remuneração devida no mês da publicação do respectivo ato e da gratificação 
natalina proporcional.
4. INSTRUÇÃO PROCESSUAL:
• Manifestação da autoridade quanto à desnecessidade de um cargo;
• Levantamento, pela unidade de Recursos Humanos, dos cargos públicos 
passíveis de serem declarados desnecessários, seu quantitativo e rol de 
atribuições; 
• Enviar à Assessoria Jurídica para a análise quanto ao interesse público e a 
conveniência da Administração em declarar desnecessários os cargos 
públicos, nos casos de extinção ou de reorganização de órgãos ou de 
Estatuto dos Servidores Públicos aplicado à PRF Voltar ao Sumário 20
entidades;
• Remeter à autoridade máxima do DPRF; 
• Enviar o processo com a declaração de desnecessidade dos cargos ao MJ;
• Publicar o ato de disponibilidade; 
• Dar ciência ao servidor e à chefia imediata;
• Observar as rotinas de exoneração de cargo comissionado ou função 
gratificada, se for o caso;
• Observar as rotinas de aposentadoria voluntária e compulsória, se for o caso;
• Registrar nos sistemas SIAPE/SIAPECAD e SRH;
• Registrar nos assentamentos funcionais;
• Observar as rotinas de Frequência e Benefícios;
• Efetuar os acertos financeiros.
5. FUNDAMENTO LEGAL:
• Artigos 41, § 3º, e 84, inciso XV, da C.F./88;
• Artigos 30 a 32, da Lei nº 8.112, de 11/12/90; 
• Artigo. 8º da Lei nº 8.270, de 17/12/91; 
• Decreto nº 3.151, de 23/08/99;
• Orientação Normativa SAF nº 74, de 01/02/91;
• Orientação Normativa SAF nº 109, de 27/05/91.
6. PROCEDIMENTOS PARA LANÇAMENTO NO SIAPE:
Consultar a Divisão de Cadastro – DICAD/CGRH.
Estatuto dos Servidores Públicos aplicado à PRF Voltar ao Sumário 21
ESTABILIDADE
1. CONCEITO:
Estabilidade é a garantia que o servidor habilitado em concurso público e 
empossado em cargo de provimento efetivo adquire de permanecer por determinado 
prazo nos quadros da Administração pública.
2. OCORRÊNCIA:
Publicação, no Boletim de Serviço, da aprovação do servidor no Estágio 
Probatório.
3. INFORMAÇÕES GERAIS:
A estabilidade dos servidores públicos federais do poder executivo 
ocorreu na forma da legislação vigente, das seguintes formas:
• Para os servidores regidos pela Lei nº 1.711/52, após 3 (três) anos de efetivo 
exercício no cargo;
• Para os servidores concursados e admitidos no regime da CLT, após 2 (dois) 
anos de efetivo exercício no cargo;
Os servidores públicos civis da União, admitidos através de concurso 
público anteriormente a data de publicação da Emenda Constitucional nº 19, de 
04/06/98, publicada no Diário Oficial de 05/06/98, são considerados estáveis após 2 
(dois) anos de efetivo exercício, na forma dos artigos 41 (redação original) da 
Constituição Federal/88 e 21 (redação original) da Lei nº 8.112/90.
Os servidores nomeados após a publicação da Emenda Constitucional 
nº 19/98, são considerados estáveis no Serviço Público, após 3 (três) anos de 
efetivo exercício, na forma dos artigos 41 (na nova redação data pela E. C. nº 19/98) 
da Constituição Federal/88 e 21 (na nova redação dada pela E. C. nº 19/98) da Lei 
nº 8.112/90.
Os servidores públicos não concursados, que se encontravam em 
exercício no Serviço Público, em 05/10/88 (data da promulgação da Constituição 
Federal), há pelo menos 5 (cinco) anos, ininterruptos, são considerados estáveis, 
nos termos do artigo 19 do Ato das Disposições Constitucionais Transitórias.
O servidor público estável só perderá o cargo nas seguintes situações: 
• Em virtude de sentença judicial transitada em julgado; 
• Mediante processo administrativo, no qual lhe é assegurado o contraditório e 
ampla defesa; 
Estatuto dos Servidores Públicos aplicado à PRF Voltar ao Sumário 22
• Mediante procedimento de avaliação periódica de desempenho, na forma de 
Lei Complementar, assegurada ampla defesa;
• Por excesso de despesa (Art. 169 da C.F./88; Lei Complementar nº 101 e Lei 
nº 9.801/99). 
A perda de cargo público por insuficiência de desempenho do servidor 
estável, depende de edição de Lei Complementar. Encontra-se em tramitação no 
Congresso Nacional o Projeto de Lei Complementar nº 248/98, que objetiva 
disciplinar a matéria. 
4. DA INSTRUÇÃO PROCESSUAL:
A estabilidade é um ato que se materializa quando é publicada no Boletim 
de Serviço a aprovação do servidor no estágio probatório.
5. FUNDAMENTO LEGAL:
• Art. 8º, inciso VIII e Art. 41 da Constituição Federal/88;
• Art. 19, § 10, inciso II, e 53, inciso I, do ADCT;
• Parecer SEDAP/PR nº 327/89;
• Parecer SEDAP/PR nº 84/90;
• Parecer SEDAP/PR nº 134/90;
• Parecer SEDAP/PR nº 222/90;
• Parecer AGU nº 151/98;
• Ofício-CircularSRH/MPOG nº 16, de 27/07/04;
• Art. 6º da Emenda Constitucional nº 19/98.
6. PROCEDIMENTOS PARA LANÇAMENTO NO SIAPE:
Consultar a Divisão de Cadastro – DICAD/CGRH.
Estatuto dos Servidores Públicos aplicado à PRF Voltar ao Sumário 23
EXERCÍCIO
1. CONCEITO:
Exercício é o efetivo desempenho das atribuições do cargo público ou da 
função de confiança.
2. OCORRÊNCIA:
Apresentação do servidor para assinatura do respectivo termo, e início 
efetivo do desempenho das atribuições do cargo público ou da função de confiança.
 
3. INFORMAÇÕES GERAIS:
O prazo para o servidor entrar em exercício é de 15 (quinze) dias 
contados da data da posse, improrrogável.
O servidor empossado que não entrar em exercício no prazo a que se 
refere o item anterior será exonerado do cargo efetivo ou será tornado sem efeito o 
ato de sua nomeação/designação para o cargo em comissão ou função e confiança
Compete à autoridade máxima do Órgão ou Entidade, para onde o 
servidor for nomeado ou designado, dar-lhe exercício.
O prazo para entrar em exercício será contado em dias corridos, 
excluindo-se o dia do começo e incluindo-se o do vencimento, ficando prorrogado 
para o primeiro dia útil seguinte quando vencido em dia em que não haja expediente.
Ao chefe imediato do servidor, que foi nomeado para cargo efetivo ou em 
comissão ou designado para função gratificada, compete dar-lhe as devidas 
orientações sobre as atribuições do cargo ou função.
O início do exercício da função de confiança coincidirá com a data de 
publicação do ato de designação, salvo quando o servidor estiver em licença ou 
afastamento por qualquer outro motivo legal. Nesse caso, o exercício recairá no 
primeiro dia útil após o término do impedimento, não excedendo a trinta dias da 
publicação do ato.
Não há necessidade de protocolização de processo para informar o 
exercício do servidor, devendo, a unidade de Recursos Humanos da regional de 
lotação, somente arquivar na Pasta de Assentamentos Funcionais o respectivo 
termo de exercício.
Quando a data da posse e do exercício coincidirem, deverá ser registrado 
no termo de posse e exercício.
Quando a data de posse e de exercício for diferente, deverá ser feito um 
termo de posse e um termo de exercício.
Estatuto dos Servidores Públicos aplicado à PRF Voltar ao Sumário 24
A partir da entrada em exercício do servidor deverá ser autuado o 
processo de estágio probatório, individual.
O servidor, no momento de entrar em exercício, deverá comparecer na 
área de Recursos Humanos para receber o “memorando de apresentação”, 
informando a data e local de lotação e exercício.
Logo após, deverá se apresentar à chefia da unidade de lotação para a 
qual foi designado para ser colocado em exercício.
4. INSTRUÇÃO PROCESSUAL:
Não há necessidade de autuação de processo.
5. FUNDAMENTO LEGAL:
Artigos 15, 34 e 238 da Lei nº 8.112, de 11/12/90.
6. PROCEDIMENTOS PARA LANÇAMENTO NO SIAPE:
6.1. EXERCÍCIO:
1º passo: Cadastrar o DL na transação >DPINCLEXT (inclui documento legal 
externo);
1ª TELA
NÚMERO: informar nº da Portaria 
UORG: 000021 MINISTERIO DA JUSTICA
ANO: informar ano de emissão da Portaria
TIPO: 02 PORTARIA 
TECLE <ENTER>
--------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------
 2ª TELA
ASSUNTO: 016 NOMEAÇÃO CONCURSADO
DATA EMISSÃO: informar a data da emissão da Portaria
DATA VIGÊNCIA: informar a data da publicação da Portaria no D.O.U.
DATA PUBLICAÇÃO: informar a data da publicação da Portaria no D.O.U.
TECLE <ENTER>
OBSERVAÇÕES: informar alguns dados (nº do D.O.U., seção, página, etc.)
TECLE <PF3> atualiza e sai
2º passo: >CAIASERVID (inclui/altera servidor) incluir os dados conforme solicitado;
3º passo: >PEATPROVEX (provimento excepcional);
CPF DO SERVIDOR: informar CPF do servidor nomeado
DATA DE INÍCIO (NOMEAÇÃO): informar data da Portaria
Estatuto dos Servidores Públicos aplicado à PRF Voltar ao Sumário 25
FORMA PROVIMENTO: 009
DATA DE POSSE: informar a data que servidor tomou posse
DATA DE EXERCÍCIO: informar a data que o servidor entrou em exercício
CARGO: 911001
TABELA: 912
ÓRGÃO DE ORIGEM: não preencher 
POSICIONAMENTO: NÍVEL: (NI)
CLASSE: (F)
PADRÃO: (I) 
VAGA:Conforme Portaria de lotação
4º passo: >CAATDADSIA (atualiza dados SIAPE da matrícula);
INGRESSO NO ÓRGÃO DATA: Informar a data do exercício 
OCORRÊNCIA: Teclar F1 01100 - Nomeação de Caráter efetivo artigo 
9, item I da Lei nº 8.112/90
DIPL.LEGAL: COD:Teclar F1 
(04- Portaria)
NR: da Portaria 
de nomeação
DATA: data da 
publicação no 
D.O.U.
INGRESSO NO SERV 
PUBL 
DATA: Informar a data do exercício se não tiver ocupado 
cargo público anteriormente, caso tenha ocupado cargo 
público na vigência da Lei nº 8.112/90, também deverá 
ser informado, excluindo o tempo prestado aos 
estados, municípios e Distrito Federal. Essa 
atualização deverá ser feita com a averbação do 
tempo de servido anterior. 
OCORRÊNCIA:
DIPL.LEGAL: COD:Teclar F1 
(04-Portaria)
NR: do DL DATA: data da 
publicação no 
D.O.U.
OCUPACAO NO CARGO ATUAL DATA: Estes campos ficam Indisponíveis
OCORRÊNCIA: 
DIPL.LEGAL: COD: NR: DATA: 
USA MODULO DEPENDENTE PARA IR/SF? : S NR DEPENDENTES - IMP.RENDA:
SAL.FAMÍLIA:
FÉRIAS ESPECIAIS: N
GRATIFICAÇÃO DE DESEMPENHO(PONTOS): 0,00
TECLE <ENTER>
CONFIRMA ALTERAÇÃO? S ( S-SIM N-NÃO A-ALTERA ) 
5º passo: >CDATALIIND (atualiza programa Alimentação individual);
DATA DE INÍCIO DA OPÇÃO: informar a data que o servidor entrar em exercício.
 
DATA DE TÉRMINO DA OPÇÃO: não preencher 
 
TIPO DE VALE: 'A' para vale alimentação 
Observações: 
Os valores do auxílio-alimentação são fixados pela SRH/MPOG, através 
de Portaria Normativa. 
Estatuto dos Servidores Públicos aplicado à PRF Voltar ao Sumário 26
O auxílio-alimentação é pago, antecipadamente, tendo em vista a própria 
natureza do benefício,como verba de custeio. 
No ato de inclusão só é gerado o pagamento do auxílio-alimentação 
referente ao mês posterior.
Desta forma, no ato do lançamento deve ser calculado os valores 
proporcionais do mês corrente e anterior, se for o caso, e lançado na rubrica 136, 
sequência 1 e 2, prazo 1. 
Ver módulo AUXÍLIO-ALIMENTAÇÃO.
6º passo: >CAEEINTGRS (executa integração do servidor);
Estatuto dos Servidores Públicos aplicado à PRF Voltar ao Sumário 27
EXERCÍCIO PROVISÓRIO
1. CONCEITO:
Exercício Provisório é uma licença remunerada, concedida ao servidor 
para que exerça atribuições compatíveis ao seu cargo em outro órgão ou entidade 
da Administração Federal direta, autárquica ou fundacional, enquanto acompanha 
cônjuge ou companheiro, que também seja servidor público civil ou militar, de 
qualquer dos Poderes da União, dos Estados, do Distrito Federal e dos Municípios, 
deslocado para outro ponto do território nacional, para o exterior ou para o exercício 
de mandato eletivo dos Poderes Executivo e Judiciário. 
2. OCORRÊNCIA:
Publicação da Portaria de Exercício Provisório no Diário Oficial da União.
 
3. INFORMAÇÕES GERAIS:
O órgão de origem será o responsável pelo pagamento do servidor em 
exercício provisório, mediante o controle de frequência a ser encaminhado pelo 
órgão de destino.
O órgão onde o servidor encontrar-se em exercício provisório deverá 
informar, mensalmente, ao órgão de origem a frequência do servidor.
No deslocamento de servidor cujo cônjuge ou companheiro também seja 
servidor público, civil ou militar, de qualquer dos Poderes da União, dos Estados, do 
DistritoFederal e dos Municípios, poderá haver exercício provisório em órgão ou 
entidade da Administração Federal direta, autárquica ou fundacional, desde que 
para o exercício de atividade compatível com o seu cargo.
O deferimento do exercício provisório está condicionado à exigência de 
que a atividade a ser desempenhada pelo servidor no órgão de destino sejam 
compatíveis com as atribuições de seu cargo, ausência de impedimentos legais e 
documentos probatórios.
Em se tratando de companheiro(a), o(a) servidor(a) deverá comprovar 
união estável. Se tiver filhos, deverá apresentar certidão de nascimento, 
comprovante de residência comum e declaração conjunta dos companheiros sobre 
esta condição.
Em não havendo filhos, a união por 5 (cinco) anos será, então, confirmada 
mediante declaração conjunta, sob as penas da Lei, seguida da comprovação de 
endereço comum.
É proibido ao servidor exercer atividades estranhas a seu cargo durante o 
período em que se encontrar em exercício provisório.
Estatuto dos Servidores Públicos aplicado à PRF Voltar ao Sumário 28
4. INSTRUÇÃO PROCESSUAL:
Caso deseje ter exercício provisório em órgão público da Administração 
direta, autárquica ou fundacional, existente no novo local de residência, no País, o 
servidor deverá apresentar, à sua Chefia imediata, requerimento, solicitando o 
exercício provisório no órgão em que desejar, anexando cópia da documentação 
comprobatória do direito e a manifestação de interesse do órgão federal receptor 
(destino).
A chefia imediata encaminha o requerimento à unidade de Recursos 
Humanos da Superintendência ou Distrito Regional, juntamente com toda a 
documentação apresentada.
A unidade de Recursos Humanos autua e instrui o processo com os 
documentos a seguir indicados e emite pronunciamento quanto ao pedido:
• Dados funcionais do servidor;
• Certidão de casamento ou declaração de união estável
• Cópia do documento comprobatório do deslocamento do cônjuge ou 
companheiro, também servidor público, no interesse da Administração, para 
exercício em outro ponto do território nacional (Portaria de remoção ex-officio, 
Portaria de nomeação para cargo comissionado – DAS);
• Informação quanto às atribuições do cargo e Plano de cargos e salários, 
regime jurídico do servidor e impeditivos legais para o pedido;
• Certidão Disciplinar;
• Nada consta da Comissão de Ética;
• Nada consta de material permanente;
• Nada consta de débito com o Erário;
• Histórico de ausências, faltas injustificadas e licenças concedidas ao servidor;
• Manifestação da chefia imediata do servidor.
O Superintendente ou Chefe de Distrito deverão manifestar concordância 
quanto ao exercício provisório do servidor, indicando se o afastamento acarretará 
prejuízos às atividades da Desconcentrada e, em seguida, deverá encaminhar o 
processo à Coordenação-Geral de Recursos Humanos do DPRF.
A Divisão de Recursos Humanos – DIREC/CGRH analisa o processo sob 
o aspecto legal do pedido e o encaminha ao Diretor-Geral do DPRF, para 
manifestação quanto a sua concordância com o exercício provisório do servidor.
Estatuto dos Servidores Públicos aplicado à PRF Voltar ao Sumário 29
O Diretor-Geral do DPRF, se concordar com o exercício provisório, 
encaminha o processo à Coordenação-Geral de Recursos Humanos do Ministério da 
Justiça, para análise do assunto e encaminhamento à Secretaria de Recursos 
Humanos – SRH/MPOG, que possui a competência para a publicação da Portaria de 
exercício provisório.
A SRH/MPOG analisa o processo, publica a Portaria de exercício 
provisório no D.O.U. e devolve o processo à CGRH/MJ.
A CGRH/MJ restitui o processo à CGRH/DPRF.
A CGRH/DPRF encaminha o processo à regional de origem, para 
conhecimento, ciência ao servidor.
A regional de origem:
• Recebe o processo;
• Comunica ao servidor;
• Apresenta, através de ofício (onde deverão ser informadas as atribuições do 
cargo e Plano de cargos e salários);
• Registra no SIAPE/SIAPECAD;
• Arquiva cópia da Portaria de Exercício Provisório na pasta funcional do 
servidor;
• Controla, mensalmente, o registro da frequência do servidor;
• Mantém o processo em arquivo próprio até o retorno do servidor ao DPRF.
5. FUNDAMENTO LEGAL:
Art. 84, § 2º, da Lei nº 8.112/90, com a redação dada pela Lei nº 9.527/97.
6. PROCEDIMENTOS PARA LANÇAMENTO NO SIAPE:
6.1. EXERCÍCIO PROVISÓRIO:
1º passo: >CDATAFAST (atualiza afastamento);
OCORRÊNCIA DE AFASTAMENTO 
GRUPO / OCORRÊNCIA: 02 / 102 – Retorno a Origem 
DATA INÍCIO: informar data do início do exercício provisório
DATA TÉRMINO: informar data do término do exercício provisório
DIPLOMA LEGAL 
CÓDIGO: teclar <PF1> e escolher o código correspondente ao DL 
NÚMERO: informar número do DL
PUBLICAÇÃO: informar data de publicação do DL
Estatuto dos Servidores Públicos aplicado à PRF Voltar ao Sumário 30
6.2. TÉRMINO DE EXERCÍCIO PROVISÓRIO:
1º passo: >CDEXCADAST (atualiza exclusão do cadastro);
OCORRÊNCIA DE AFASTAMENTO 
GRUPO / OCORRÊNCIA: 03 / 00160 EXERCÍCIO PROVISÓRIO-Art. 84 
DATA OCORRÊNCIA: informar data do término do exercício provisório
DIPLOMA LEGAL 
CÓDIGO: teclar <PF1> e escolher o código correspondente ao DL 
NÚMERO: informar número do DL
PUBLICAÇÃO: informar data de publicação do DL
Estatuto dos Servidores Públicos aplicado à PRF Voltar ao Sumário 31
NOMEAÇÃO E POSSE DE CARGO EM COMISSÃO COM VÍNCULO
1. CONCEITO:
Nomeação e Posse de cargo em comissão com Vínculo é o ato formal de 
nomeação, em cargo comissionado ou função de confiança, de servidor ocupante de 
cargo público efetivo. 
2. OCORRÊNCIA:
Publicação, no Diário Oficial da União, da Portaria de Nomeação do 
servidor.
3. INFORMAÇÕES GERAIS:
A nomeação só poderá acontecer quando existir vaga em cargo 
comissionado ou função de confiança.
Se o servidor indicado para cargo em comissão pertencer a quadro de 
pessoal de outra Instituição, deverá ser providenciada sua cessão, antes da 
nomeação. 
O servidor não poderá exercer mais de um cargo em comissão, exceto 
quando nomeado para ter exercício interinamente em outro cargo de confiança, sem 
prejuízo das atribuições do que atualmente ocupa, ou como substituto eventual, 
devidamente designado, hipóteses em que deverá optar pela remuneração de um 
deles durante o período da interinidade ou de substituição. 
O servidor ocupante de cargo efetivo investido em cargo em comissão 
deverá preencher o termo de opção por uma das remunerações.
É vedada a exoneração arbitrária ou sem justa causa da servidora 
gestante, ocupante do cargo em comissão, desde a confirmação da gravidez até 
cinco meses após o parto.
O servidor nomeado para o exercício de cargo em comissão deverá 
apresentar termo autorizando consulta por meio eletrônico das declarações anuais 
do Imposto de Renda de Pessoa Física – IRPF ou a Declaração de IRPF com o 
respectivo recibo de entrega à Receita Federal, ou ainda, formulário próprio de 
declaração de bens.
4. INSTRUÇÃO PROCESSUAL:
Não há necessidade de autuar processo referente à nomeação de 
servidor para o exercício de cargo em comissão. 
A Portaria é publicada no Diário Oficial da União pela Secretaria Executiva 
do Ministério da Justiça e, posteriormente, é encaminhada a este Órgão.
Estatuto dos Servidores Públicos aplicado à PRF Voltar ao Sumário 32
O Coordenador-Geral de Recursos Humanos – CGRH/DPRF, juntamente 
com o Diretor-Geral – DG/DPRF, empossa o servidor no cargo em comissão para o 
qual foi nomeado, momento em que solicita ao servidor:
• A juntada de declarações, documentos e formulários cadastrais obrigatórios,devidamente preenchidos;
• A apresentação do Termo de Opção de acesso à Declaração de Bens do 
servidor por meio eletrônico ou a entrega da cópia da Declaração de Imposto 
de Renda, com o comprovante da entrega à Receita Federal.
• Apresentar Termo de Opção, devidamente preenchido e assinado, por uma 
das remunerações previstas em Lei;
• Apresentar Declaração de Não Acumulação de Cargos, ou Declaração de 
Acumulação Lícita de Cargos, devidamente preenchida e assinada; 
• Lançamento das informações cadastrais nos Módulos SIAPE/SIAPECAD, 
SISAC e SRH;
• Ajustes financeiros.
4.1. FORMULÁRIOS:
• Declaração de Não Acumulação de Cargos ou Declaração de Acumulação 
Lícita de Cargos; 
• Termo de Opção por Remuneração; 
• Formulário de Opção de Acesso a Declaração de Bens do servidor por meio 
eletrônico.
5. FUNDAMENTO LEGAL:
• Art. 37, II da C.F./88;
• Artigos 9º, II; 13, 15, § 4º, 119 da Lei nº 8.112, de 11/12/90, com redação 
dada pela Lei nº 9.527, de 10/12/97;
• Lei nº 11.526, de 04/10/07;
• Portaria Interministerial MP/CGU nº 298, de 06/09/07.
6. PROCEDIMENTOS PARA LANÇAMENTO NO SIAPE:
6.1. NOMEAÇÃO E POSSE DE CARGO EM COMISSÃO COM VÍNCULO:
1º passo: >CANOPFUDIR ( nomeação / designação de função / contratação direta); 
Estatuto dos Servidores Públicos aplicado à PRF Voltar ao Sumário 33
1ª TELA
DOCUMENTO LEGAL NÚMERO DO DL: UORG: ANO: TIPO:
DE NOMEAC/DESIG 
TECLE <PF2> para incluir o DL
2ª TELA
INFORME OS CAMPOS ABAIXO PARA CONSULTAR OU INCLUIR DOCUMENTO LEGAL 
 
DL INTERNO: UORG: informe a UORG da regional ANO: ano do DL NÚMERO: nº do DL 
 TIPO: 02 ASSUNTO: 061 PROVIMENTO 
EMISSÃO: data da emissão do DL VIGÊNCIA: data da vigência do DL 
PUBLICAÇÃO: data da publicação do DL
TECLE <PF4> inclui DL
TECLE <PF3> atualiza e sai
TECLE <PF12=CANCELA>
TECLE <ENTER>
3ª TELA
CPF DO SERVIDOR: digite o CPF do servidor ou tecle PF1 e digite a matrícula SIAPE. 
(*)Após este passo o sistema recuperará a as informações cadastrais . 
DENOMINAÇÃO: 
COD.FUNÇÃO/C.COMISS: 
TIPO DE PROVIMENTO: 
UORG EXERCÍCIO: 
DATA NOMEAC/DESIG.: 
LIMITE PARA POSSE: 
LIMITE PARA EXERCIC: 
tecle PF1 ou digite o código da Função, conforme detalhado abaixo
tecle PF1 e selecione a função (FGR, DAS etc...)
T (T-TITULAR S-SUBSTITUTO R-RESPONSÁVEL)
tecle PF1 e selecione a UORG onde será exercida a função
informe a data de vigência da Portaria
TECLE <ENTER>
Escolher Tipo Opção: 
Teclar F1
*** S I P E - A J U D A *** 
--------------------------------- 
Indica o tipo de opção de remuneração do servidor no exercício da 
função/c.comissão/cne
Informe:
 Ativos “C” C- Opção pelo cargo e parte da 
função/c.comissão/cne
Aposentados “F” F -opção pela função/c.comissão / cne integral 
TECLE <ENTER> e confirme a designação
 
TABELA DE DENOMINÇÃO DE FUNÇÃO/CNE
CÓDIGO DE DENOMINAÇÃO COD.FUNÇÃO/C.COMISS
0171 SUPERINTENDENTE REGIONAL DAS-1013 - SUPERINTENDENTE REGIONAL
0112 CHEFE DE DISTRITO ROD/FEDERAL DAS-1011 - CHEFE DE DISTRITO ROD/FEDERAL
0041 CHEFE DE SEÇÃO FGR-1 CHEFE DE SEÇÃO
0059 CHEFE DE DELEGACIA FGR-2 CHEFE DE DELEGACIA
0061 CHEFE DE NÚCLEO FGR-3 CHEFE DE NÚCLEO
Estatuto dos Servidores Públicos aplicado à PRF Voltar ao Sumário 34
NOMEAÇÃO E POSSE DE CARGO EM COMISSÃO SEM VÍNCULO
1. CONCEITO:
Nomeação e Posse de cargo em comissão sem Vínculo é o ato formal de 
nomeação, em cargo comissionado ou função de confiança, de pessoa sem vínculo 
efetivo com a Administração Pública.
2. OCORRÊNCIA:
Publicação, no Diário Oficial da União, da Portaria de Nomeação da 
pessoa indicada.
3. INFORMAÇÕES GERAIS:
A pessoa indicada deverá:
• Ter nacionalidade brasileira;
• Estar em gozo dos direitos políticos;
• Ter quitação das obrigações militares e eleitorais;
• Ter nível de escolaridade exigido para o exercício do cargo;
• Ter idade mínima de dezoito anos;
• Possuir aptidão física e mental.
O ocupante de cargo em comissão, sem vínculo efetivo com o Serviço 
Público Federal, vincula-se ao Regime Geral da Previdência Social, tendo direito 
somente a assistência à saúde pelo Plano de Seguridade Social do Servidor e aos 
benefícios constitucionais garantidos aos trabalhadores em geral.
O ocupante de cargo em comissão ou função de confiança é submetido à 
regime de integral dedicação ao serviço, podendo ser convocado sempre que 
houver interesse da Administração.
É vedada a exoneração arbitrária ou sem justa causa da servidora 
gestante, ocupante do cargo em comissão, desde a confirmação da gravidez até 
cinco meses após o parto. 
O servidor ocupante de cargo em comissão, sem vínculo efetivo, também, 
deverá apresentar o Termo, devidamente preenchido e assinado, autorizando a 
consulta, por meio eletrônico, das Declarações anuais do IRPF ou a Declaração de 
IRPF, com o respectivo recibo de entrega à Receita Federal, ou ainda, o formulário 
próprio de declaração de bens.
Estatuto dos Servidores Públicos aplicado à PRF Voltar ao Sumário 35
4. INSTRUÇÃO PROCESSUAL:
Não há necessidade de autuar processo para a nomeação de pessoa 
indicada para o exercício de cargo em comissão. 
A Portaria é publicada no Diário Oficial da União pela Secretaria Executiva 
do Ministério da Justiça e, posteriormente, é encaminhada a este Órgão.
O Coordenador-Geral de Recursos Humanos – CGRH/DPRF, juntamente 
com o Diretor-Geral – DG/DPRF, empossa o servidor no cargo em comissão para o 
qual foi nomeado, momento em que solicita ao servidor:
• A Juntada de declarações, documentos e formulários cadastrais obrigatórios, 
devidamente preenchidos;
• A apresentação do termo de opção de acesso à Declaração de Bens do 
servidor por meio eletrônico ou a entrega da cópia da declaração de imposto 
de renda, com o comprovante da entrega à Receita Federal.
• Apresentar Termo de opção, devidamente preenchido e assinado, por uma 
das remunerações previstas em Lei;
• Apresentar Declaração de Não Acumulação de Cargos, ou Declaração de 
Acumulação Lícita de Cargos, devidamente preenchida e assinada; 
• Lançamento das informações cadastrais nos Módulos SIAPE/SIAPECAD, 
SISAC e SRH;
• Ajustes financeiros.
4.1 RELAÇÃO DE DOCUMENTOS PARA INGRESSO NO CARGO:
• Carteira de identidade (original e cópia);
• Título de Eleitor e comprovante de votação na última eleição (original e 
cópia);
• Certificado de reservista (original e cópia);
• Cadastro de Pessoa Física - CPF (original e cópia);
• Cartão de PIS/PASEP (original e cópia), se não houver, solicitar a inclusão no 
programa PIS/PASEP;
• Certidão de nascimento ou casamento (original e cópia);
• Certidão de Nascimento de filhos menores de 24 anos (original e cópia);
• Carteira de Motorista (original e cópia);
• Comprovante de endereço (original e cópia);
• Comprovante de escolaridade (original e cópia);
• Comprovante do 1º emprego (original e cópia), se houver;
• Registro no Conselho competente, se for o caso, somente para servidores 
administrativos;
• Comprovante de domicílio bancário, onde conste número do banco, agência 
bancária e conta corrente;
• Para pessoas que possuem outro emprego público (federal, estadual ou 
municipal) devem apresentar declaração de não acumulação ilegal de cargos 
Estatuto dos Servidores Públicos aplicado à PRF Voltar ao Sumário 36
públicos;
• Declaração de bens ou cópia da última declaração de imposto de renda com 
o comprovante da entrega à Receita Federal ou preenchimento de formulário 
autorizando consulta por meio eletrônico das declarações anuais do IRRF;
• 02 (duas) fotos noformato 3x4 recente.
4.2. FORMULÁRIOS:
• Cadastro;
• Inclusão de Dependentes;
• Solicitação de Auxílio-Transporte;
• Solicitação de Auxílio Alimentação;
• Solicitação de Auxílio Pré-Escolar;
• Declaração de União Estável;
• Declaração de Dependência Econômica;
• Formulário de declaração de bens;
• Formulário de Opção de Acesso a Declaração de Bens do servidor por meio 
eletrônico.
5. FUNDAMENTO LEGAL:
• Art. 37, II da C.F./88;
• Artigos 9º, II; 13, 15, § 4º, da Lei nº 8.112, de 11/12/90, com redação dada 
pela Lei nº 9.527, de 10/12/97;
• Lei nº 11.526, de 04/10/07;
• Portaria Interministerial MP/CGU nº 298, de 06/09/07.
6. PROCEDIMENTOS PARA LANÇAMENTO NO SIAPE:
6.1. NOMEAÇÃO E POSSE DE CARGO EM COMISSÃO SEM VÍNCULO:
1º passo: >CANOPFUDIR ( nomeação / designação de função / contratação direta);
1ª TELA
DOCUMENTO LEGAL NÚMERO DO DL: UORG: ANO: TIPO:
DE NOMEAC/DESIG 
TECLE <PF2> para incluir o DL
2ª TELA
INFORME OS CAMPOS ABAIXO PARA CONSULTAR OU INCLUIR DOCUMENTO LEGAL 
 
DL INTERNO: UORG: informe a UORG da regional ANO: ano do DL NÚMERO: nº do DL 
 TIPO: 02 ASSUNTO: 061 PROVIMENTO 
EMISSÃO: data da emissão do DL VIGÊNCIA: data da vigência do DL PUBLICAÇÃO: 
data da publicação do DL
TECLE <PF4> inclui DL
TECLE <PF3> atualiza e sai
TECLE <PF12=CANCELA>
TECLE <ENTER>
3ª TELA
Estatuto dos Servidores Públicos aplicado à PRF Voltar ao Sumário 37
CPF DO SERVIDOR: digite o CPF do servidor designado
TECLE <ENTER>
NOME: 
SEXO: 
DATA DE NASCIMENTO: 
GRUPO SANGUINEO: 
NOME DO PAI: 
NOME DA MAE: 
CIDADE NASCIM: 
UF: 
ESCOLARIDADE: 
ESTADO CIVIL: 
COR/ORIGEM ETNICA: 
NECESSIDADES 
ESPECIAIS: 
QTDE DEPENDENTES 
ECONOMICAMENTE: 
SIT.NACIONALIDADE: 
Campo obrigatório
Campo obrigatório
Campo obrigatório
Campo obrigatório
Campo obrigatório
Campo obrigatório
Campo obrigatório
Campo obrigatório
TECLE <PF1> e escolha a opção desejada
TECLE <PF1> e escolha a opção desejada
TECLE <PF1> e escolha a opção desejada
00
1 Brasileiro Nato
TECLE <ENTER> OU PF8 PARA AVANCAR PARA A PROXIMA TELA 
4ª TELA
IDENTIDADE: NÚMERO: Campo obrigatório ÓRGAO EXPEDIDOR: Campo obrigatório 
UF: Campo obrigatório DATA EXPEDIÇÃO: Campo obrigatório
TIT.ELEITORAL: NÚMERO: Campo obrigatório UF: Campo obrigatório
ZONA: Campo obrigatório SEÇÃO: Campo 
obrigatório 
DATA DE EMISSÃO: Campo obrigatório
COMP.MILITAR: NÚMERO: Campo obrigatório para 
homens
ÓRGÃO DE EXPEDIÇÃO:
SÉRIE:
CART.TRABALHO: NÚMERO: SÉRIE: UF: 
CART.MOTORISTA: NÚMERO: REGISTRO: UF: 
 EXPEDIÇÃO: CATEGORIA: 
PRIMEIRA HABILITAÇÃO: VALIDADE:
PIS/PASEP: NÚMERO: Campo obrigatório 
PASSAPORTE: NÚMERO:
DATA DO PRIMEIRO EMPREGO:
TECLE <ENTER> OU PF8 PARA AVANCAR PARA A PROXIMA TELA
5ª TELA 
LOGRADOURO:
COMPLEMENTO:
MUNICIPIO: 
Campo obrigatório
Campo obrigatório
Campo obrigatório
NÚMERO:
BAIRRO:
UF:
Campo obrigatório
Campo obrigatório
Campo obrigatório
PAÍS: 024 CEP: Campo obrigatório CX POSTAL :
TELEFONE: DDD: FONE: Campo obrigatório RAMAL: 
FAX: DDD: FONE: 
END. ELETRÔNICO: Campo obrigatório
TECLE <ENTER> OU PF8 PARA AVANCAR PARA A PROXIMA TELA
6ª TELA 
DADOS BANCARIOS PARA DEPÓSITO DO PAGAMENTO 
Estatuto dos Servidores Públicos aplicado à PRF Voltar ao Sumário 38
TIPO CONTA: 
BANCO/AGENCIA:
TECLE <PF1> e selecione o tipo de conta
TECLE <PF1> e selecione o banco e a agência
NÚMERO DA C/C : digitar o nº da conta ou conta judicial.
 
OBS CONTA JUD. :
TECLE <ENTER> OU PF8 PARA AVANCAR PARA A PROXIMA TELA
7ª TELA 
CONTA CORRENTE PARA DEPOSITO DO FGTS 
BANCO: 
AGENCIA: 
NÚMERO DA CONTA: 
DATA DE OPÇÃO FGTS:
Não preencher
Não preencher
Não preencher
Não preencher
TECLE <ENTER> OU PF8 PARA AVANCAR PARA A PROXIMA TELA
8ª TELA 
CONTA CORRENTE PARA DEPOSITO DO PAGAMENTO
TIPO CONTA: 
BANCO:
AGENCIA: 
NÚMERO DA CONTA: 
CONTA JUDICIAL:
OBS CONTA JUD.:
informação recuperada automaticamente 
informação recuperada automaticamente 
informação recuperada automaticamente 
informação recuperada automaticamente 
TECLE <ENTER>
 CONFIRMA INCLUSÃO ? S ( S-SIM N-NÃO A-ALTERA ) 
TECLE <PF12=CANCELA>
9ª TELA 
CPF DO SERVIDOR: digite o CPF do servidor designado
DENOMINAÇÃO: 
COD.FUNÇÃO/C.COMISS: 
TIPO DE PROVIMENTO: 
UORG EXERCÍCIO: 
DATA NOMEAC/DESIG.: 
LIMITE PARA POSSE: 
LIMITE PARA EXERCIC: 
tecle PF1 ou digite o código da Função, conforme detalhado abaixo
tecle PF1 e selecione a função (FGR, DAS etc...)
T (T-TITULAR S-SUBSTITUTO R-RESPONSÁVEL)
tecle PF1 e selecione a UORG onde será exercida a função
informe a data de vigência da Portaria
TECLE <ENTER>
Escolher Tipo Opção : Teclar F1 *** S I P E - A J U D A *** 
--------------------------------- 
Indica o tipo de opção de remuneração do servidor no exercício da 
função/c.comissão/cne. Informe:
 Ativos “C” função/c.comissão/cne
Aposentados “F” F -opção pela função/c.comissão / cne integral 
TECLE <ENTER> e confirme a designação
6.2. EXONERAÇÃO DE CARGO EM COMISSÃO SEM VÍNCULO:
1º passo: >CAVADIRFEX (vacância direta função / cargo comissionado DL. 
Externo);
Estatuto dos Servidores Públicos aplicado à PRF Voltar ao Sumário 39
1ª TELA
MATRÍCULA : tecle F1 e informe o nome ou matrícula do servidor 
TECLE <ENTER>
DENOMINAÇÃO: 
FUNÇÃO/C.COMISS: TIPO DE PROVIMENTO: 
UORG EXERCÍCIO : 
NOMEAC/DESIGNAC: POSSE: EXERCÍCIO:
DL DA VACÂNCIA: 
DATA DE ENCERRAMENTO: 
FORMA DE SAÍDA: 
informe o nº, a data de vigência e a publicação do DL
informe a data de vigência e a publicação do DL
tecle <PF1> e escolha o código desejado:
037 DISPENSA DA FUNÇÃO/CARGO COMISSÃO/CNE
038 EXONERAÇÃO DE OFICIO C.COMISSÃO 
056 DESTITUIÇÃO CARGO COMISSÃO C/ IMPEDIMENTO
057 EXONERAÇÃO A PEDIDO DE FUNÇÃO/C.COMISSÃO
TECLE <ENTER> e confirme a dispensa
Estatuto dos Servidores Públicos aplicado à PRF Voltar ao Sumário 40
NOMEAÇÃO PARA CARGO EFETIVO
1. CONCEITO:
Nomeação para Cargo Efetivo é a forma de provimento em cargo público 
efetivo permanente.
2. OCORRÊNCIA:
Publicação, no Diário Oficial da União, da Portaria de Nomeação dos 
candidatos aprovados no concurso público.
3. INFORMAÇÕES GERAIS:
Para nomeação, deverá ser obedecida rigorosamente a ordem de 
classificação no concurso público.
A nomeação só poderá acontecer quando houver cargo vago.
As nomeações só podem ser efetuadas dentro do prazo de validade do 
concurso.
Durante o período eleitoral deverão ser observados as limitações e prazos 
prescritos no Art. 73, da Lei nº 9.504/97.
No quadro do DPRF, a nomeação é feita por meio de ato administrativo 
do Diretor-Geral, devidamente publicado no Diário Oficial da União – D.O.U..
A investidura no cargo de Policial Rodoviário Federal dar-se-á no padrão 
único da classe de Agente, onde o titular permanecerá por pelo menos 3 (três) anos 
ou até obter o direito à promoção à classe subsequente.
4. INSTRUÇÃO PROCESSUAL:
• Edital de Homologação do resultado do concurso público publicado no 
D.O.U.;
• Portaria de Nomeação dos candidatos aprovados no concurso público, 
publicada no D.O.U.;
• Juntada dos formulários cadastrais e de auxílios devidamente preenchidos 
pelo candidato, recolhimento dos documentos necessários para o ingresso no 
cargo e lançamento das informações cadastrais no Módulo 
SIAPE/SIAPECAD,SISAC e SRH;
• Recolher termo autorizando consulta por meio eletrônico das Declarações 
anuais do IRPF ou apresentação da Declaração de IRPF, com o respectivo 
recibo de entrega à Receita Federal, ou ainda, formulário próprio de 
declaração de bens;
Estatuto dos Servidores Públicos aplicado à PRF Voltar ao Sumário 41
• Assinatura do Termo de Posse e de Exercício ou Termo de Posse e Termo de 
Exercício, conforme o caso;
• Abertura de Pasta Funcional;
• Inclusão na Folha de Pagamento e demais ajustes financeiros.
4.1. RELAÇÃO DE DOCUMENTOS A SEREM APRESENTADOS PARA INGRESSO 
NO CARGO (original e cópia):
• Carteira de identidade;
• Título de Eleitor e comprovante de votação na última eleição;
• Certificado de reservista ou Certificado de Dispensa de Incorporação – CDI, 
quando o candidato for do sexo masculino;
• Cadastro de Pessoa Física – CPF;
• Cartão de PIS/PASEP, se não houver, solicitar a inclusão no programa 
PIS/PASEP;
• Certidão de nascimento ou casamento;
• Certidão de nascimento de filhos menores de 24 anos;
• Carteira Nacional de Habilitação – CNH, se for o caso;
• Comprovante de endereço;
• Comprovante de escolaridade;
• Comprovante do 1º emprego, se houver;
• Registro no Conselho competente, se for o caso, somente para servidores 
administrativos;
• Comprovante de domicílio bancário, onde conste número do banco, agência 
bancária e conta corrente;
• Declaração de não acumulação ilegal de cargos públicos independente da 
esfera (Federal, Estadual, Distrital ou Municipal);
• Declaração de bens ou cópia da última Declaração de IRPF com o 
comprovante da entrega à Receita Federal ou preenchimento de formulário 
autorizando consulta por meio eletrônico das Declarações anuais do IRPF;
• 02 (duas) fotos no formato 2,5 x 3, com fundo branco e, caso seja para o 
cargo de PRF, o servidor deve estar uniformizado;
• Exame de indicação de tipagem sanguínea.
4.2. FORMULÁRIOS:
Os formulários a seguir relacionados deverão ser devidamente 
preenchidos, datados e assinados pelo servidor:
• Cadastro;
• Inclusão de Dependentes (se houver);
• Solicitação de Auxílio Transporte (se o servidor desejar);
• Solicitação de Auxílio Alimentação;
• Solicitação de Auxílio Pré-Escolar (se houver dependente com menos de 6 
(seis) anos);
• Declaração de União Estável (se for o caso);
• Declaração de Dependência Econômica;
Estatuto dos Servidores Públicos aplicado à PRF Voltar ao Sumário 42
• Declaração de Não Acumulação de Cargos ou Declaração de Acumulação 
Lícita de Cargos;
• Formulário de Opção de Acesso a Declaração de Bens do servidor por meio 
eletrônico.
5. FUNDAMENTO LEGAL:
• Artigos 5º, 6º, 7º, 8º, 9º, 10, 13, 14 e 15 da Lei nº 8.112, de 11/12/90;
• Artigo 58 da Lei nº 11.784, de 22/09/08;
• Portaria nº 2.343 de 20/07/94;
• Ofício-Circular SRH/MPOG nº 03, de 01/02/02;
• Portaria Interministerial MP/CGU nº 298, de 06/09/07.
6. PROCEDIMENTOS PARA LANÇAMENTO NO SIAPE:
Ver módulo EXERCÍCIO.
Estatuto dos Servidores Públicos aplicado à PRF Voltar ao Sumário 43
POSSE
1. CONCEITO:
Posse é o ato de investidura em cargo público, de caráter efetivo ou em 
comissão, da pessoa nomeada para tal fim. É o momento em que o servidor aceita 
as atribuições do cargo que passa a ocupar a partir de então.
2. OCORRÊNCIA:
Apresentação do servidor para assinatura do respectivo Termo.
3. INFORMAÇÕES GERAIS:
O candidato a ser empossado deverá ser comunicado, mediante edital, 
que a posse ocorrerá no prazo improrrogável de 30 (trinta) dias, contados da 
publicação da Portaria de Nomeação no Diário Oficial da União, e que será tornado 
sem efeito o ato de provimento se a posse não ocorrer no prazo legal estabelecido. 
O prazo para a posse será contado da data do término da licença ou do 
afastamento legal, quando o provimento de cargo efetivo se referir a pessoa já 
detentora da condição de servidor, ocupante de cargo efetivo, que se encontrar 
nessa situação.
O prazo para posse será contado em dias corridos, excluindo-se o dia do 
começo e incluindo-se o do vencimento, ficando prorrogado para o primeiro dia útil 
seguinte quando vencido em dia que não haja expediente.
A posse dar-se-á pela assinatura do respectivo termo, no qual deverão 
constar as atribuições, os deveres, as responsabilidades, e os direitos inerentes ao 
cargo ocupado, que não poderão ser alterados unilateralmente por qualquer das 
partes, ressalvados os atos de ofício previstos em Lei.
A posse poderá ser dada mediante procuração pública específica.
A posse em cargo público dependerá de prévia inspeção médica realizada 
pela unidade de Assistência ao Servidor. A validade deste procedimento, que é feito 
antes do curso de formação, não poderá exceder 180 (cento e oitenta) dias.
Só poderá ser empossado aquele que for julgado apto, física e 
mentalmente, para o exercício do cargo. 
No ato da posse, o servidor apresentará declaração de bens e valores que 
constituem seu patrimônio e declaração quanto ao exercício ou não de outro cargo, 
emprego ou função pública.
Quando a posse e o exercício do servidor ocorrerem na mesma data, 
deverá ser registrado um único termo. 
Estatuto dos Servidores Públicos aplicado à PRF Voltar ao Sumário 44
Caso a posse e o exercício ocorram em datas diferentes, deverá ser feito 
um termo específico para cada ocorrência.
Os termos de posse e de exercício deverão ser arquivados na pasta 
funcional do servidor.
Modelos de termos:
• De Posse e Exercício;
• De Posse;
• De Posse por Procuração;
• De Exercício.
A posse e o exercício ficam condicionados à apresentação dos seguintes 
documentos (original e cópia):
• Carteira de identidade;
• Certificado de reservista;
• Certidão de nascimento ou casamento;
• Certidão de nascimento de filhos menores de 24 anos;
• Comprovante de endereço;
• Comprovante do primeiro emprego, se houver;
• Cadastro de Pessoa Física – CPF;
• Título eleitoral com o último comprovante de votação nos dois turnos, se for o 
caso;
• Comprovante do PIS ou PASEP;
• Comprovante de escolaridade conforme exigido no edital de abertura do 
concurso público;
• Registro no órgão de classe, para cargos técnicos;
• Declaração de bens e valores que integram o patrimônio do servidor, bem 
como o do cônjuge, companheiro, filhos ou outras pessoas que estejam sob a 
sua dependência econômica
• Declaração de acumulação de cargos, empregos e funções, com horário 
especificado, para pessoas que possuam outro emprego público (autarquias, 
fundações públicas, empresas públicas, sociedades de economia mista da 
União, do Distrito Federal, dos Estados, dos Territórios e dos Municípios);
Estatuto dos Servidores Públicos aplicado à PRF Voltar ao Sumário 45
• Comprovante de conta corrente bancária, em qualquer agência dos Bancos 
com sede no País;
• Declaração de que não acumula cargo ou emprego público.
4. DA INSTRUÇÃO PROCESSUAL:
Não há necessidade da abertura de processo para a posse de servidores. 
Os documentos listados deverão compor a pasta funcional do novo servidor.
5. FUNDAMENTO LEGAL:
• Artigos 6º, 7º, 13, 14 e 238 da Lei nº 8.112, de 11/12/90, alterado pela Lei 
nº 9.527/97;
• Decreto nº 978, de 10/11/93;
• Artigo 13 da Lei nº 8.429/92;
• Portaria nº 3.198, de 30/10/98.
6. PROCEDIMENTOS PARA LANÇAMENTO NO SIAPE:
Não há lançamentos no SIAPE.
Estatuto dos Servidores Públicos aplicado à PRF Voltar ao Sumário 46
PROMOÇÃO / PROGRESSÃO
1. CONCEITO:
Progressão é a mudança do servidor da referência em que se encontra 
para a imediatamente superior. Quando a mudança ocorrer dentro da mesma 
classe, denomina-se Progressão Horizontal e quando implicar mudança de classe, 
denomina-se Progressão Vertical (Promoção).2. OCORRÊNCIA:
Publicação do Ato de Homologação da Promoção / Progressão no Boletim 
de Serviço – B.S..
3. INFORMAÇÕES GERAIS:
A progressão horizontal ocorrerá sempre a partir da ultima data em que o 
servidor progrediu, sendo 12 (doze) meses, se avaliado com conceito 1, ou 18 
(dezoito) meses, se avaliado com conceito 2.
Para progressão vertical o interstício será de 12 (doze) meses.
Dependendo da conceituação (conceito 1 ou 2) a progressão ocorrerá ou 
em 1º de setembro ou em 1º de março.
A progressão horizontal decorrerá da avaliação de desempenho do 
servidor, expressa em conceitos que determinarão o interstício a ser cumprido pelo 
mesmo, e pode ser:
• Por mérito: 50% (cinquenta por cento) dos servidores recebem progressão no 
conceito 1 (doze meses);
• Por antiguidade: Os outros 50% (cinquenta por cento), recebem a progressão 
no conceito 2 (dezoito meses).
Para progredir, os servidores devem ser avaliados a cada interstício, onde 
interstício é o período de tempo exigido para a obtenção da progressão horizontal ou 
vertical compreendido entre o dia 1º de julho até o dia 30 de junho do ano seguinte. 
A avaliação representará o desempenho do servidor no período de 12 
(doze) meses e será feita até 15 de agosto, onde o desempenho funcional será 
apurado pelo chefe imediato e ponderado de acordo com os critérios de:
• Qualidade e quantidade do trabalho;
• Iniciativa e cooperação;
• Assiduidade e urbanidade;
Estatuto dos Servidores Públicos aplicado à PRF Voltar ao Sumário 47
• Pontualidade e disciplina.
Em julho de cada ano, todos os servidores devem ser avaliados, exceto:
• Os servidores concorrentes à progressão vertical;
• Os servidores nomeados após o primeiro dia do mês de julho. Nesses casos, 
os servidores serão avaliados somente na 2ª avaliação que se verificar após a 
data de entrada em exercício;
• Os servidores afastados pelos motivos de licença com perda de vencimentos, 
suspensão disciplinar ou preventiva, prisão administrativa ou decorrente de 
decisão judicial, licença para tratamento de saúde igual ou superior a 180 
dias. Nesses casos, os servidores perdem o interstício, recomeçando a 
contagem do tempo de serviço para fins de progressão funcional no primeiro 
dia de julho após o retorno à atividade;
• Aos servidores que no primeiro dia do mês de julho estiverem afastados do 
exercício do cargo por período igual ou superior a seis meses, por motivos 
não relacionados no item anterior será atribuído, automaticamente, o conceito 
2;
• Aos servidores afastados do cargo para o exercício de mandato eletivo 
federal, estadual ou municipal. Nesses casos, atribuir-se-á, automaticamente, 
o conceito 2;
• Aos servidores que no interstício tenham exercido função gratificada – FG ou 
cargo em comissão – DAS, titular ou substituto, por mais de 180 (cento e 
oitenta) dias, será atribuído, automaticamente, o conceito 1;
• Aos servidores que exerçam função gratificada – FG ou cargo em comissão – 
DAS, titular ou substituto, será atribuído, automaticamente, o conceito 1;
• Aos servidores cedidos será atribuído, automaticamente, o conceito 1.
Os servidores ocupantes do cargo de Policial Rodoviário Federal no 
padrão único da classe inicial de Agente permanecerão por pelo menos 3 (três) anos 
até obterem o direito à promoção à primeira referência (classe/padrão) da classe 
subsequente (Agente Operacional), automaticamente.
As avaliações para progressão deverão ser realizadas até o dia 15 de 
agosto.
O ato de homologação de progressão deverá ser publicado no B. S. até o 
dia 10 do mês de setembro de cada ano.
A vigência (efeitos financeiros) das progressões são: 1º de setembro ou 1º 
de março, conforme o caso.
No âmbito deste Departamento, a competência para a prática dos atos de 
Estatuto dos Servidores Públicos aplicado à PRF Voltar ao Sumário 48
concessão de progressão é do Diretor-Geral, subdelegada ao Coordenador-Geral de 
Recursos Humanos.
4. INSTRUÇÃO PROCESSUAL:
A progressão funcional no DPRF é feita por meio informatizado, portanto, 
somente nos casos de revisão de progressão funcional deverá ser autuado processo 
próprio.
4.1. REVISÃO DE PROGRESSÃO FUNCIONAL:
1. Requerimento do servidor:
1.1. Requerendo revisão de toda a progressão funcional:
- anexar cópia de todas as Fichas de Avaliação de Desempenho – FADs.
- anexar cópia de todas as Portarias de concessão.
- anexar a evolução da classe/padrão do servidor no sistema SIAPE (rotina 
CDCOINDFUN - opção cargo/emprego), emitindo a tela sempre que houver 
alteração da referencia do servidor.
Observação.: Se o servidor for da Turma de 94, deverá ser anexada a 
Portaria de concessão de progressão em virtude do Mandado de Segurança 
específico, verificando até que interstício ela abrangeu. Nesse caso, deverão 
ser anexadas cópias apenas das FADs e da evolução funcional posteriores 
ao interstício a que se refere o Mandado de Segurança.
1.2. Requerendo revisão de avaliação, alegando como base o artigo 16 do 
Decreto 84.669/80: “A investidura no cargo de Policial Rodoviário Federal dar-se-
á no padrão único da classe de Agente, onde o titular permanecerá por pelo 
menos 3 (três) anos ou até obter o direito à promoção à classe subsequente”.
- anexar a documentação referenciada no item 1 específica ao período 
avaliatório questionado;
- anexar cópia das Portarias de lotação do servidor;
- anexar cópia das frequências do servidor no período;
- anexar cópia das Portarias de designação e/ou dispensas das chefias 
imediatas a que esteve subordinado á época.
1.3. Requerendo revisão por não concordar com os critérios da avaliação e/ou 
atribuição de notas:
- anexar documentação referenciada no item 1 específica ao período 
avaliatório questionado;
- anexar a manifestação da chefia imediata quanto as notas atribuídas ao 
servidor.
2. A área de Recursos Humanos da regional responsável pela análise 
processual, deverá emitir despacho competente sobre o assunto, quanto ao 
direito ou não do pleiteado pelo servidor (deferindo ou indeferindo);
Estatuto dos Servidores Públicos aplicado à PRF Voltar ao Sumário 49
3. Deferindo: encaminhar o processo devidamente embasado à Divisão de 
Cadastro – DICAD/CGRH para providências;
4. Indeferindo: providenciar imediata ciência nos autos ao servidor;
5. Se o servidor solicitar reconsideração ou revisão do ato, encaminhar o 
processo devidamente instruído à DICAD/CGRH.
A autuação dos documentos deverá seguir a ordem acima descrita.
Compete ao Coordenador-Geral de Recursos Humanos conceder 
progressão funcional aos servidores do DPRF.
5. FUNDAMENTO LEGAL:
• Lei nº 5.645, de 10/12/70;
• Decreto nº 84.669, de 29/04/80;
• Ofício SRH/MPOG nº 185, de 29/07/03.
6. PROCEDIMENTOS PARA LANÇAMENTO NO SIAPE:
6.1. PROMOÇÃO / PROGRESSÃO:
1º passo: Cadastrar o DL na transação >DPEDITADL (edita documento legal 
interno);
1ª TELA
NÚMERO: informar nº da Portaria 
UORG: informar UORG da regional
ANO: informar o ano 
TIPO: 02 PORTARIA
TECLE <ENTER>
2ª TELA
ASSUNTO : 71 PROGRESSÃO FUNCIONAL - MANUAL
DATA EMISSÃO: informar a data da emissão da Portaria
DATA VIGÊNCIA: informar a data da publicação da Portaria no B.S.
DATA PUBLICAÇÃO: informar a data da publicação da Portaria no B.S.
TECLE <ENTER>
OBSERVAÇÕES : informar alguns dados (nº do B.S., etc.)
TECLE <PF3> atualiza e sai
2º passo: >CAINPROGMA (inclui progressão funcional – manual);
Estatuto dos Servidores Públicos aplicado à PRF Voltar ao Sumário 50
1ª TELA
DL INTERNO NÚMERO DO DL: UORG: ANO: TIPO:
(Informar os dados do DL INTERNO cadastrado acima)
TECLE <ENTER>
MATRÍCULA: teclar F1 e informar a matrícula SIAPE do servidor
TECLE <ENTER>
FORMA DE ENTRADA: 046PROGRESSÃO FUNCIONAL MANUAL 
DATA VIGÊNCIA : vigência da Portaria (1º de março ou 1º de setembro)
TECLE <ENTER>
NOVO POSICIONAMENTO - NÍVEL: NI - nível intermediário para PRF, servidores do quadro 
especial NS para nível superior, NI - nível intermediário e NA para nível auxiliar.
CLASSE : consultar Portaria
PADRÃO: consultar Portaria
TECLE <ENTER>
CONFIRMA PROGRESSÃO ? S ( S-SIM N-NÃO A-ALTERA )
Outras transações:
>CACOPOSPRO - consulta progressão
>CAALPROGM - altera/corrige progressão 
Observações: 
• Não finalizar o DL antes do lançamento de todos os servidores beneficiados 
pela Portaria de progressão. Entretanto, caso isto aconteça, deverá ser 
utilizada a transação >DPRBDL (reabre documento legal). 
• Para servidores aposentados utilizar a transação >CACRPROVAP (corrige 
proventos após erro), para alterar o campo posicionamento.
• Para instituidores de pensão utilizar a transação >CDALPSINST (altera 
instituidor de pensão)
• Depois de adotados os procedimentos, consultar a transação >CDCOINDFUN 
(dados individuais funcionais), para verificação dos lançamentos.
Em caso de dúvida entrar em contato com a Divisão de Cadastro – 
DICAD/CGRH.
Estatuto dos Servidores Públicos aplicado à PRF Voltar ao Sumário 51
READAPTAÇÃO
1. CONCEITO:
Readaptação é a investidura do servidor em cargo de atribuições e 
responsabilidades mais compatíveis com a limitação que tenha sofrido em sua 
capacidade física e/ou mental, que dependerá sempre de inspeção médica.
2. OCORRÊNCIA:
Publicação de Portaria no Diário Oficial da União
3. INFORMAÇÕES GERAIS:
A Junta Médica Oficial deverá verificar preliminarmente se a limitação da 
capacidade física ou mental não obsta o desempenho de pelo menos 70% (setenta 
por cento) de parcela das atribuições pertinentes ao respectivo cargo.
As limitações da capacidade serão consignadas em Laudo de Junta 
Médica Oficial.
Na impossibilidade de readaptação por incapacidade para o Serviço 
Público, verificada em inspeção médica, o servidor será aposentado por invalidez.
A readaptação não acarretará diminuição ou aumento salarial para o 
servidor, em atendimento ao princípio da irredutibilidade de vencimento.
As condições para a readaptação são:
• A limitação física e/ou mental do servidor deverá ser consignada em Laudo 
Médico emitido por Junta Médica Oficial;
• Há de ser respeitada a escolaridade exigida para o exercício do novo cargo;
• Deverá ser efetivada em cargo de atribuições correlatas;
• As atribuições e responsabilidades do cargo devem ser compatíveis com a 
limitação do servidor readaptado;
• Deverá ocorrer independentemente da existência de vaga, podendo o 
servidor ficar como excedente à lotação até o surgimento de vaga;
• Deverá ser feita em cargo de mesmo nível, classe e padrão, que tenha a 
mesma carga horária do cargo anteriormente ocupado e equivalência de 
vencimentos;
• A CGRH, ou as unidades de Recursos Humanos onde o servidor encontra-se 
lotado, acompanhará o desempenho do servidor no novo cargo, verificando 
Estatuto dos Servidores Públicos aplicado à PRF Voltar ao Sumário 52
sua adequação às atribuições;
• Em se tratando de adaptação no mesmo cargo, não há que se falar em 
readaptação, e sim em simples restrição de atividades dentre as atribuições 
do referido cargo.
4. INSTRUÇÃO PROCESSUAL:
• Relatório da chefia imediata que constatou a inaptidão do servidor com as 
atribuições do cargo e dificuldades apresentadas;
• Registro de conhecimento do servidor;
• Laudo do médico assistente do servidor, acompanhado de exames 
complementares que comprovem as limitações sofridas em sua capacidade 
física e/ou mental;
• Realização de perícia médica, análise dos atestados médicos e exames 
complementares;
• Emissão de Laudo Médico por Junta Médica Oficial, consignando a limitação 
física e/ou mental sofrida pelo servidor, indicando quais as atividades que o 
ele poderá exercer no âmbito do Órgão;
• Envio de comunicado a unidade de Recursos Humanos com a conclusão de 
exame médico-pericial;
• Dados funcionais do servidor, onde conste cargo, classe, padrão e unidade 
de lotação e exercício;
• Apresentar informações básicas sobre:
- Escolaridade exigida para o cargo que o servidor ocupa;
- Atribuições do cargo que o servidor ocupa, discriminada por classe;
- Carga horária legal do cargo que o servidor ocupa.
• Envio a unidade de legislação de pessoal para apreciação e informação;
• Retorno à unidade de Recursos Humanos para elaboração de minuta de 
Portaria, submetendo a autoridade competente para a homologação;
• Publicação do Ato;
• Lançamentos nos sistemas SIAPE/SIAPECAD e SRH;
• Registro nos assentamentos funcionais do servidor;
• Observar rotina de benefícios
• Ciência do servidor e da chefia imediata;
Estatuto dos Servidores Públicos aplicado à PRF Voltar ao Sumário 53
5. FUNDAMENTO LEGAL:
• Art. 24 e 188 da Lei nº 8.112/90;
• Lei nº 9.527, de 10/12/97;
• Ofício-Circular nº 5, de 17/03/92;
• Ofício-Circular nº 37, de 16/08/96;
• Ofício-Circular nº 31, de 19/04/02.
6. PROCEDIMENTOS PARA LANÇAMENTO NO SIAPE:
6.1. READAPTAÇÃO:
1º passo: Cadastrar o DL na transação >DPINCLEXT (edita documento legal 
externo);
1ª TELA
NÚMERO: informar nº da Portaria 
AUTORIDADE EXT. : 000021 Ministério da Justiça 
DATA DE EMISSÃO: informar a data de emissão da Portaria
TIPO: 02 PORTARIA 
TECLE <ENTER>
 2ª TELA
ASSUNTO: 045 READAPTAÇÃO
DATA PUBLICAÇÃO: informar a data de publicação da Portaria no D.O.U.
DATA VIGÊNCIA: informar a data de publicação da Portaria no D.O.U.
TECLE <ENTER>
OBSERVAÇÕES: informar alguns dados (nº do D.O.U., seção, página, etc.)
CONFIRMA INCLUSÃO? S ( S-SIM N-NÃO A-ALTERA )
 
2º passo: >CAENEXCAPO (encerramento excepcional);
3º passo: >PEATPROVEX (provimento excepcional);
1ª TELA
CPF DO SERVIDOR:
DATA DE INÍCIO (NOMEAÇÃO):
informar CPF do servidor 
informar data de exercício 
FORMA PROVIMENTO: 002 
DATA DE POSSE: não informar DATA DE EXERCÍCIO: informar data de 
exercício
CARGO: 911001 para PRF
437XXX para servidores administrativos 
TABELA: 912
437
ÓRGÃO DE ORIGEM: não preencher 
POSICIONAMENTO: NÍVEL: NA/NI/NS CLASSE: “X” PADRÃO: “X” VAGA: XXXXXXX
Obs.: Digitar a mesma classe, nível ou padrão em que o servidor se encontrava antes do seu 
afastamento.
JORNADA TRABALHO: 40 REGIME JURÍDICO: 02 RJU
UORG DE LOTAÇÃO: 
UORG DE EXERCÍCIO:
MATRÍCULA UTILIZADA:
UORG onde o servidor será lotado 
UORG onde o servidor será lotado 
este campo será gerado automaticamente 
Estatuto dos Servidores Públicos aplicado à PRF Voltar ao Sumário 54
TECLE <ENTER>
 2ª TELA
DL EXTERNO NÚMERO DO DL: nº da Portaria 
AUTORIDADE: 021-Ministro ANO: TIPO: 02 (Portaria) 
TECLE <ENTER>
CONFIRMA PROVIMENTO? S ( S-SIM N-NÃO A-ALTERA ) 
4º passo: >CAIASERVID ( inclui / altera servidor);
5º passo: >CAATDADSIA (atualiza dados SIAPE da matrícula);
INGRESSO NO ÓRGÃO DATA: Informar a data do exercício 
OCORRÊNCIA: Teclar F1 01128 - Readaptação, Art. 24 da Lei 8.112/90
DIPL.LEGAL: COD:Teclar F1 
(04- Portaria)
NR: da Portaria 
de nomeação
DATA: data da 
publicação no 
D.O.U.
INGRESSO NO SERV 
PUBL: 
DATA: Informar a data do exercício.
Obs.: Caso o servidor tenha ocupado cargo público na 
vigência da Lei nº 8.112/90, também deverá ser 
informado, excluindo o tempo prestado aos estados, 
municípios e Distrito Federal. Essa atualização deverá 
ser feita com a averbação do tempo de servido anterior. 
Teclar F1(01116 REVERSÃO, Art.25 DA LEI 8.112/90)
OCORRÊNCIA: Teclar F1 01128 - Readaptação, Art. 24 da Lei 8.112/90DIPL.LEGAL: COD:Teclar F1 
(04-Portaria)
NR: do DL DATA: data da 
publicação no 
D.O.U.
OCUPAÇÃO NO CARGO ATUAL DATA: Estes campos ficam indisponíveis
OCORRÊNCIA: 
DIPL.LEGAL: CÓD: NR: DATA: 
USA MÓDULO DEPENDENTE PARA IR/SF ? S NR DEPENDENTES – IMP.RENDA: 
SAL.FAMÍLIA:
FÉRIAS ESPECIAIS: N
GRATIFICAÇÃO DE DESEMPENHO (PONTOS): 0,00
TECLE <ENTER>
CONFIRMA ALTERAÇÃO? S ( S-SIM N-NÃO A-ALTERA ) 
6º passo: >CAEEINTGRS (executa integração do servidor); 
Estatuto dos Servidores Públicos aplicado à PRF Voltar ao Sumário 55
RECONDUÇÃO
1. CONCEITO:
Recondução é o retorno, à atividade, do servidor estável ao cargo 
anteriormente ocupado, em decorrência de não aprovação em estágio probatório em 
outro cargo, desistência do cargo a que estava submetido a estágio probatório ou 
reintegração do servidor que ocupava o cargo anteriormente.
2. OCORRÊNCIA:
Publicação da Portaria de Recondução no Diário Oficial da União.
3. INFORMAÇÕES GERAIS:
A recondução não gera direito à indenização.
No caso do cargo de origem já se encontrar provido, o servidor estável 
será aproveitado em outro cargo de atribuições e vencimentos compatíveis com o 
anteriormente ocupado.
O servidor estável poderá ser reconduzido ao cargo inacumulável de que 
foi exonerado, a pedido, caso desista do estágio probatório a que está submetido.
O instituto da recondução somente é aplicável à esfera de abrangência da 
Lei 8.112/90, que assegura esse direito somente aos servidores públicos civil da 
União, das autarquias e das fundações públicas federais, não alcançando ocupantes 
de cargos em outra esfera administrativa.
4. INSTRUÇÃO PROCESSUAL:
• Requerimento do servidor contendo:
- Cópia do documento emitido pelo órgão o qual o inabilitou, 
comprovando a reprovação no Estágio Probatório; ou
- Cópia do pedido de desistência protocolado no órgão federal, 
comprovando a desistência do cargo durante o estágio probatório;
• De ofício, em virtude da reintegração do ocupante anterior do cargo;
• Envio a unidade de Recursos Humanos para análise e elaboração de minuta 
de Portaria, submetendo a autoridade competente;
• Publicação do ato administrativo no D.O.U.;
• Ciência e apresentação do servidor ao órgão, solicitando a documentação 
abaixo (original e cópia):
- Carteira de identidade;
- Título de eleitor e comprovante de votação na última eleição;
Estatuto dos Servidores Públicos aplicado à PRF Voltar ao Sumário 56
- Certificado de reservista;
- Cadastro de Pessoa Física – CPF;
- Comprovante de PIS/PASEP;
- Certidão de Nascimento ou Casamento;
- Certidão de nascimento de filhos menores de 24 anos;
- Comprovante de endereço;
- Comprovante de escolaridade, conforme nível do cargo;
- Comprovante do 1º emprego;
- Registro no conselho competente, para os cargos de nível superior;
- Comprovante de domicílio bancário, onde conste o Banco, agência e 
conta corrente; 
- 02 (duas) fotos 3x4, recentes;
• Preencher os formulários:
- Cadastro;
- Inclusão de dependentes;
- Solicitação de Auxílio-Transporte;
- Solicitação de Auxílio Alimentação;
- Solicitação de Auxílio Pré-Escolar;
- Declaração de União Estável ou outro meio admitido em Lei;
- Declaração de Dependência-Econômica;
- Declaração de não acumulação de cargos ou Declaração de 
acumulação lícita de cargos;
- Formulário de Opção de acesso a declaração de bens do servidor por 
meio eletrônico (Portaria Interministerial MP/CGU nº 298, de 06/09/2007);
• Lançamento nos sistemas SIAPE/SIAPECAD e SRH;
• Registro nos assentamentos funcionais;
• Observar rotina de Benefícios e Frequência;
• Inclui dados da recondução no SISAC/TCU;
• Efetuar os acertos financeiros.
5. FUNDAMENTO LEGAL:
• Artigos 29 e 30 da Lei 8.112, de 11/12/90;
• Ofício COGLE/SRH/MPOG nº 366, de 19/11/01;
• Ofício SRH/MPOG nº 44, de 01/07/02;
• Ofício COGLE/SRH /MPOG nº 275, de 02/10/02;
• Súmula AGU nº 16, de 19/06/02.
6. PROCEDIMENTOS PARA LANÇAMENTO NO SIAPE:
6.1. RECONDUÇÃO:
1º passo: >PEATPROVEX (provimento excepcional, efetiva reintegração no cargo);
Estatuto dos Servidores Públicos aplicado à PRF Voltar ao Sumário 57
1ª TELA
CPF DO SERVIDOR:
DATA DE INÍCIO (NOMEAÇÃO):
informar CPF do servidor 
publicação da Portaria 
FORMA PROVIMENTO: 006
DATA DE POSSE: não informar DATA DE EXERCÍCIO: publicação da Portaria 
CARGO: 911001 para PRF
437XXX para servidores administrativos 
TABELA: 912
437
ÓRGÃO DE ORIGEM: não preencher 
POSICIONAMENTO: NÍVEL: NA/NI/NS CLASSE: “X” PADRÃO: “X” VAGA: XXXXXXX
Obs.: Digitar a mesma classe, nível ou padrão em que o servidor se encontrava antes do seu 
afastamento.
JORNADA TRABALHO: 40 REGIME JURÍDICO: 02 RJU
UORG DE LOTAÇÃO: 
UORG DE EXERCÍCIO:
MATRÍCULA UTILIZADA:
UORG onde o servidor será lotado 
UORG onde o servidor será lotado 
este campo será gerado automaticamente 
TECLE <PF2> inclui documento legal
 2ª TELA
DL EXTERNO NÚMERO DO DL: nº da Portaria 
AUTORIDADE: 021-Ministro ANO: XXXX TIPO: 02 (Portaria) 
TECLE <ENTER>
CONFIRMA PROVIMENTO? S ( S-SIM N-NÃO A-ALTERA ) 
2º passo: >CDATALIIND (atualiza programa alimentação individual);
DATA DE INÍCIO DA OPÇÃO: informar a data que o servidor entrar em exercício.
 
DATA DE TÉRMINO DA OPÇÃO: não preencher 
 
TIPO DE VALE: 'A' para vale alimentação 
Observações: 
• Os valores do auxílio-alimentação são fixados pela SRH/MP, através de 
Portaria Normativa; 
• O auxílio-alimentação é pago, antecipadamente, tendo em vista a própria 
natureza do benefício, como verba de custeio;
• No ato de inclusão só é gerado o pagamento do auxílio-alimentação referente 
ao mês posterior;
• Desta forma, no ato do lançamento deve ser calculado os valores 
proporcionais do mês corrente e anterior, se for o caso, e lançado na rubrica 
136, sequência 1 e 2, prazo 1;
Ver módulo AUXÍLIO-ALIMENTAÇÃO.
Estatuto dos Servidores Públicos aplicado à PRF Voltar ao Sumário 58
REDISTRIBUIÇÃO
1. CONCEITO:
Redistribuição é o deslocamento de cargo de provimento efetivo, ocupado 
ou vago, no âmbito do quadro geral de pessoal, para outro órgão ou entidade do 
mesmo Poder, com prévia apreciação do Sistema de Pessoal Civil - SIPEC.
2. OCORRÊNCIA:
Publicação, no Diário Oficial da União, do Ato de Redistribuição.
3. INFORMAÇÕES GERAIS:
Para efetivação da redistribuição deverá ser observado:
• O interesse da Administração;
• A equivalência de vencimentos (idêntica tabela salarial dos órgãos 
envolvidos);
• Manutenção da essência das atribuições do cargo;
• Vinculação entre os graus de responsabilidade e complexidade das 
atividades;
• Mesmo nível de escolaridade, especialidade ou habilitação profissional;
• Compatibilidade entre as atribuições do cargo e as finalidades institucionais 
do órgão ou entidade.
A redistribuição ex officio visa o ajustamento de lotação e da força de 
trabalho às necessidades do serviço ou suprir os órgãos de mão-de-obra 
necessária, em caso de reorganização, extinção , ou criação de órgão ou entidade.
A redistribuição de cargos vagos ocorrerá mediante ato conjunto entre os 
órgãos envolvidos e o Sistema de Pessoal Civil - SIPEC. 
Quando da reorganização ou extinção de órgão ou entidade, sendo 
extinto ou declarado desnecessário o cargo, o servidor que não for redistribuído 
ficará em disponibilidade remunerada. Nesse caso, se o servidor não for colocado 
em disponibilidade, poderá ser mantido sob a responsabilidade do Órgão Central do 
SIPEC e ter exercício provisório em outro órgão ou entidade, até seu 
aproveitamento.
A redistribuição é feita com contrapartida, que pode ser um cargo vagoou 
ocupado. Quando a contrapartida oferecida é um cargo ocupado, acontece entre os 
órgãos envolvidos a troca entre os servidores. Quando a contrapartida é um cargo 
Estatuto dos Servidores Públicos aplicado à PRF Voltar ao Sumário 59
vago, este irá para o Órgão Central do SIPEC.
Em se tratando de Órgão extinto, ou em extinção, a contrapartida poderá 
ser dispensada, a critério do Órgão central do SIPEC.
Competência para a efetivação de redistribuições:
• Quando se tratar de cargo ocupado por servidores do quadro de pessoal dos 
extintos Territórios, a competência é do Secretário de Recursos Humanos do 
Ministério do Planejamento, Orçamento e Gestão.
• Quando se tratar de cargos ocupados por servidores dos quadros de Pessoal 
dos Ministérios, a competência é dos Ministros de Estado envolvidos.
• Em se tratando de cargos ocupados ou vagos entre órgãos ou entidades 
vinculados a um mesmo Ministério, a competência é do Ministro de Estado.
No âmbito deste Departamento, não há amparo legal para a redistribuição 
de servidores para outros órgãos ou vice-versa.
4. INSTRUÇÃO PROCESSUAL:
Deixamos de consignar a instrução processual, haja vista a 
impossibilidade legal de redistribuições no âmbito do DPRF.
5. FUNDAMENTO LEGAL:
• Art. 18 e 37 da Lei nº 8.112, de 11/12/90;
• Portaria MPOG nº 57, de 14/04/00;
• Medida Provisória nº 212/04, convertida na Lei nº 11.095/04;
• Ofício Circular SRH/MARE nº 24, de 12/06/96;
• Ofício Circular SRH/MARE nº 35, de 05/08/96;
• Ofício Circular SRH/MPOG nº 07, de 17/04/00;
• Ofício COGLES/SRH/MPOG nº 214, de 08/08/00;
6. PROCEDIMENTOS PARA LANÇAMENTO NO SIAPE:
6.1. LIBERAÇÃO DE SERVIDOR REDISTRIBUÍDO:
1º passo: Solicitar à Divisão de Cadastro – DICAD/CGRH providências após a 
publicação da Portaria de redistribuição pelo Ministério do Planejamento;
2º passo: Cadastrar o DL na transação >DPINCLEXT (inclui documento legal 
externo);
1ª TELA
NÚMERO: informar nº da Portaria 
UORG: teclar F1 e informar UORG da Autoridade Externa
ANO: informar o ano do DL
Estatuto dos Servidores Públicos aplicado à PRF Voltar ao Sumário 60
TIPO: teclar F1 informar o tipo de DL
TECLE <ENTER>
2ª TELA
ASSUNTO: 054 REDISTRIBUICAO PARA OUTRO ÓRGÃO
DATA PUBLICAÇÃO: informar data da publicação do DL no D.O.U.
DATA VIGÊNCIA: informar a data da vigência do DL (data da redistribuição)
OBSERVAÇÕES : informar alguns dados relevantes.
TECLE <ENTER>
CONFIRMA INCLUSÃO? S ( S-SIM N-NÃO A-ALTERA )
3º passo: >CALIREDIST (libera redistribuição / lotação carreira AGU);
1ª TELA
MATRÍCULA: teclar F1 e informar a matrícula SIAPE 
FORMA DE SAÍDA: 007 ÓRGÃO DESTINO: teclar F1 e informar UORG de do Órgão de destino
DL REDIST/LOT.AGU. NÚMERO DL: AUTORIDADE: ANO: TIPO:
(informar os dados do DL cadastrado acima) 
HISTÓRICO:
TECLE <ENTER>
-------------------------------------------- DADOS DE CONTRAPARTIDA -----------------------------------------
2ª TELA
ESTA REDIST/LOT.AGU NÃO REQUER CONTRAPARTIDA 
INFORME O CÓDIGO DA VAGA LIVRE OU A MATRÍCULA DO SERVIDOR, SE VAGA OCUPADA: 
VAGA : informar vaga disponível ou . . . 
MATR. SIAPECAD :
MATRÍCULA SIAPE : 00101 teclar F1 e informar a matrícula SIAPE 
TECLE <ENTER>
CONFIRMA REDISTRIBUIÇÃO? S ( S-SIM N-NÃO A-ALTERA ) 
6.2. ACEITAÇÃO DE SERVIDOR REDISTRIBUÍDO:
1º passo: Cadastrar o DL na transação >DPINCLEXT (inclui documento legal 
externo), conforme exposto no item 1;
2º passo: >CAALREDIST (aceita redistribuição / lotação carreira AGU);
1ª TELA
DL REDIST/LOT.AGU. NÚMERO DL: AUTORIDADE: ANO: TIPO:
(informar os dados do DL cadastrado acima) 
HISTÓRICO:
TECLE <ENTER>
2ª TELA
CPF DO SERVIDOR: informar CPF do servidor 
ÓRGÃO ORIGEM: informar Órgão de origem 
DATA DO ACEITE: informar da redistribuição (chegada do servidor no Órgão)
Estatuto dos Servidores Públicos aplicado à PRF Voltar ao Sumário 61
TECLE <ENTER>
CONFIRMA REDISTRIBUIÇÃO? S ( S-SIM N-NÃO A-ALTERA ) 
3º passo: >CAATDADSIA (atualiza dados SIAPE da matrícula);
• Caso haja necessidade de mudança de cargo e de tabela utilizar a transação 
>CAPVPCAENQ (PCA por enquadramento).
Estatuto dos Servidores Públicos aplicado à PRF Voltar ao Sumário 62
REINTEGRAÇÃO
1. CONCEITO:
Reintegração é a medida que torna insubsistente a demissão injusta do 
servidor estável, consistindo no ato de empossá-lo novamente no cargo que 
anteriormente ocupava, ou no cargo resultante de sua transformação, quando sua 
demissão, seja por decisão administrativa ou judicial, for tornada sem efeito, com 
ressarcimento de todas as vantagens que lhes forem de direito, referentes ao 
período que passou demitido.
2. OCORRÊNCIA:
Publicação, no Diário Oficial da União, da Portaria de Reintegração.
3. INFORMAÇÕES GERAIS:
Somente o servidor estável poderá ser alcançado pela reintegração.
O direito de requerer a reintegração está sujeito a prescrição quinquenal, 
cujo prazo será contado a partir da data de publicação do ato de demissão ou da 
data da ciência pelo interessado, quando este não for publicado. 
Se o cargo anteriormente ocupado tiver sido extinto, o servidor ficará em 
disponibilidade.
Se o cargo anteriormente ocupado se encontrar provido, seu eventual 
ocupante será reconduzido ao cargo de origem, sem direito a indenização, 
aproveitado em outro cargo, ou posto em disponibilidade. 
A reintegração de ex-servidores em cumprimento de decisão judicial, 
transitada em julgado, é de competência dos Ministros de Estado e Advogado Geral 
da União, vedada a subdelegação.
4. DA INSTRUÇÃO PROCESSUAL:
4.1. SE DECORRENTE DE DECISÃO ADMINISTRATIVA: 
• Pedido do servidor, solicitando revisão do seu processo de demissão;
• O requerimento de revisão do processo será dirigido ao Ministro de Estado ou 
autoridade equivalente, que, se autorizar a revisão, encaminhará o pedido ao 
dirigente do órgão onde se originou o processo disciplinar;
• Deferido o pedido de revisão constitui-se uma comissão para avaliação do 
pedido (a comissão irá instruir o processo de revisão com todas as peças 
legais exigidas na parte da Lei nº 8.112/90 que trata sobre PAD);
• Caso a decisão seja favorável, publica-se no Diário Oficial da União a Portaria 
de reintegração, assinada pelo Ministro da Justiça, invalidando a demissão.
Estatuto dos Servidores Públicos aplicado à PRF Voltar ao Sumário 63
4.2. SE DECORRENTE DE DECISÃO JUDICIAL:
• Mandado de Notificação;
• Cópia da petição inicial;
• Determinação judicial e manifestação da Advocacia-Geral da União, enviar 
para a Divisão de Acompanhamento de Decisões Judiciais – 
DIAJU/CGRH/DPRF, para confecção de minuta de Portaria para ser assinada 
pelo Ministro de Estado da Justiça.
5. FUNDAMENTO LEGAL:
• Artigos 21, 28, 30, 31, 106, 110, 174, 177 e 182, da Lei nº 8.112, de 11/12/90;
• Art. 41 da C.F./88
6. PROCEDIMENTOS PARA LANÇAMENTO NO SIAPE:
6.1. REINTEGRAÇÃO:
1º passo: Cadastrar o DL na transação >DPINCLEXT (inclui documento legal 
externo);
1ª TELA
NÚMERO: informar nº da Portaria 
AUTORIDADE EXT. : 000021 Ministério da Justiça 
DATA DE EMISSÃO: informar a data de emissão da Portaria
TIPO : 02 PORTARIA 
TECLE <ENTER>
2ª TELA
ASSUNTO: 046 REINTEGRACAO
DATA PUBLICAÇÃO: informar a data da publicação da Portaria no D.O.U.
DATA VIGÊNCIA: informar a data da publicação da Portaria no D.O.U.
TECLE <ENTER>
OBSERVAÇÕES : informar alguns dados (nº do D.O.U., seção, página, etc.)
CONFIRMA INCLUSÃO? S ( S-SIM N-NÃO A-ALTERA )
2º passo: >PEATPROVEX (provimento excepcional, efetiva reintegração no cargo);
1ª TELA
CPF DO SERVIDOR:
DATA DE INÍCIO (NOMEAÇÃO):
informar CPF do servidor 
informar data de exercício 
FORMA 
PROVIMENTO:
529 
DATA DE POSSE: não informar DATA DE EXERCÍCIO: informar data de 
exercício
CARGO:911001 para PRF
437XXX para servidores administrativos 
TABEL
A: 
912
437
ÓRGÃO DE ORIGEM: não preencher 
POSICIONAMENTO: NÍVEL : NA/NI/NS CLASSE: “X” PADRÃO: “X” VAGA: XXXXXXX
Estatuto dos Servidores Públicos aplicado à PRF Voltar ao Sumário 64
Obs.: Digitar a mesma classe, nível ou padrão em que o servidor se encontrava antes do seu 
afastamento.
JORNADA TRABALHO: 40 REGIME JURÍDICO : 02 RJU
UORG DE LOTAÇÃO: 
UORG DE EXERCÍCIO:
MATRÍCULA UTILIZADA:
UORG onde o servidor será lotado 
UORG onde o servidor será lotado 
este campo será gerado automaticamente 
TECLE <ENTER>
2ª TELA
DL EXTERNO NÚMERO DO DL: nº da Portaria 
AUTORIDADE: 021-Ministro ANO: XXXX TIPO: 02 (Portaria) 
TECLE <ENTER>
CONFIRMA PROVIMENTO? S ( S-SIM N-NÃO A-ALTERA ) 
3º passo: >CAIASERVID (inclui / altera servidor);
4º passo: >CAATDADSIA (atualiza dados SIAPE da matrícula);
INGRESSO NO ÓRGÃO DATA : Informar a data do exercício 
OCORRÊNCIA: Teclar F1 01006 - Reintegração
DIPL.LEGAL: COD:Teclar F1 
(04- Portaria)
NR:da Portaria 
de nomeação
DATA: data da 
publicação no D.O.U.
INGRESSO NO SERV 
PUBL 
DATA : Informar a data do exercício.
Obs.: Caso o servidor tenha ocupado cargo público na 
vigência da Lei nº 8.112/90, também deverá ser 
informado, excluindo o tempo prestado aos estados, 
municípios e Distrito Federal. Essa atualização deverá 
ser feita com a averbação do tempo de servido anterior. 
Teclar F1(01116 REVERSÃO, Art.25 DA LEI 8.112/90)
OCORRÊNCIA: Teclar F1 01006 - Reintegração
DIPL.LEGAL: COD:Teclar F1 
(04-Portaria)
NR: do DL DATA: data da 
publicação no D.O.U.
OCUPACAO NO CARGO ATUAL DATA: Estes campos ficam Indisponíveis
OCORRÊNCIA: 
DIPL.LEGAL: COD: NR: DATA: 
USA MODULO DEPENDENTE PARA IR/SF? S NR DEPENDENTES – IMP.RENDA:
SAL.FAMÍLIA:
FÉRIAS ESPECIAIS: N
GRATIFICAÇÃO DE DESEMPENHO (PONTOS): 0,00
TECLE <ENTER>
CONFIRMA ALTERAÇÃO? S ( S-SIM N-NÃO A-ALTERA ) 
5º passo: >CDATALIIND (atualiza programa de alimentação individual);
DATA DE INÍCIO DA OPÇÃO: informar a data que o servidor entrar em exercício.
DATA DE TÉRMINO DA OPÇÃO: não preencher 
TIPO DE VALE: 'A' para vale alimentação 
Estatuto dos Servidores Públicos aplicado à PRF Voltar ao Sumário 65
Observações:
 
• Os valores do auxílio-alimentação são fixados pela SRH/MP, através de 
Portaria Normativa; 
• O auxílio-alimentação é pago, antecipadamente, tendo em vista a própria 
natureza do benefício, como verba de custeio;
• No ato de inclusão só é gerado o pagamento do auxílio-alimentação referente 
ao mês posterior;
• Desta forma, no ato do lançamento deve ser calculado os valores 
proporcionais do mês corrente e anterior, se for o caso, e lançado na rubrica 
136, sequência 1 e 2, prazo 1;
Ver módulo AUXÍLIO-ALIMENTAÇÃO.
6º passo: >CAPVREINTE (PCA por reintegração);
• A data de integração deve ser igual a data de encerramento do provimento 
anterior.
7º passo: >CAEEINTGRS (executa integração do servidor); 
• Caso seja gerada crítica impeditiva, utilizar a transação a seguir.
8º passo: >CDEXCADAST (atualiza exclusão cadastro);
• Se o afastamento for superior a 90 (noventa) dias, deverá ser solicitado a 
Divisão de Cadastro a liberação para alteração, finalização ou exclusão do 
afastamento.
Estatuto dos Servidores Públicos aplicado à PRF Voltar ao Sumário 66
REMOÇÃO
1. CONCEITO:
Remoção é a mudança de lotação do servidor, a pedido ou de ofício, 
dentro do mesmo órgão, podendo ocorrer ou não a mudança de Sede.
2. OCORRÊNCIA:
Publicação da Portaria de Remoção no Boletim de Serviço.
3. INFORMAÇÕES GERAIS:
Para melhor compreensão desse ato, faz-se necessário relembrar os 
conceitos de quadro de pessoal e lotação:
Quadro de pessoal é o conjunto de cargos efetivos, em comissão, e 
função de confiança, integrados nas estruturas organizacionais de órgãos ou 
entidades.
A lotação pode ser numérica ou nominal:
• Numérica: corresponde aos cargos e funções fixados às várias unidades 
administrativas da estrutura organizacional do órgão.
• Nominal: consiste na distribuição nominal dos servidores para cada uma das 
unidades administrativas, com a finalidade de preencher os claros do quadro 
numérico.
Assim, remoção é o deslocamento do servidor no âmbito do mesmo 
quadro de pessoal, com ou sem mudança de sede.
Para os fins da Lei n. 8.112/90, considera-se sede o município onde a 
repartição estiver instalada e onde o servidor tiver exercício em caráter permanente.
A remoção constitui prerrogativa da Administração, contra a qual não 
pode se opor o servidor.
A remoção pode ocorrer de ofício, no interesse da Administração, ou a 
pedido do servidor, ficando condicionado seu deferimento à conveniência da 
Administração.
Entretanto, o servidor tem garantida a sua remoção, independentemente 
do interesse da Administração, se seu pedido for para outra localidade a fim de 
acompanhar cônjuge ou companheiro, que também detenha a condição de servidor 
público civil ou militar, de qualquer dos poderes da União, dos Estados, do Distrito 
Federal e dos municípios, que foi deslocado no interesse da Administração.
Estatuto dos Servidores Públicos aplicado à PRF Voltar ao Sumário 67
O servidor também faz jus à remoção, independentemente do interesse 
da Administração, por motivo de saúde do servidor, cônjuge, companheiro ou 
dependente que viva às suas expensas e conste do seu assentamento funcional, 
condicionada à comprovação por Junta Médica Oficial.
Temos ainda, como última modalidade de remoção a pedido, aquela 
realizada por meio de processo seletivo, caso a demanda de remoção seja superior 
ao número de vagas, de acordo com normas preestabelecidas pelo órgão ou 
entidade a que pertença o servidor, assegurando sempre a impessoalidade e 
equanimidade.
4. INSTRUÇÃO PROCESSUAL:
4.1. REMOÇÃO POR PERMUTA
• Formulários de remoção devidamente preenchidos e assinados pelos 
servidores interessados e pelas respectivas chefias, sendo que, somente uma 
regional abrirá o processo;
• Ciência e manifestação da chefia imediata;
• Ficha de nada consta preenchida e assinada pelos responsáveis;
• Certidões, declarações ou nada consta das áreas responsáveis, se emitidas;
• Despacho da área de Recursos Humanos competente;
• Ciência e manifestação do dirigente da regional (de acordo ou contrário à 
remoção)
• Encaminhar o processo à próxima regional do servidor interessado;
• Ciência e manifestação da chefia imediata;
• Ficha de nada consta preenchida e assinada pelos responsáveis;
• Certidões, declarações ou nada consta das áreas responsáveis, se emitidas;
• Despacho da área de Recursos Humanos competente;
• Ciência e manifestação do dirigente da regional (de acordo ou contrário à 
remoção).
• Encerrada a instrução, as regionais dos servidores interessados deverão 
encaminhar os autos à CGRH.
4.2. REMOÇÃO A PEDIDO (ARTIGO 36 – INCISO II)
• Requerimento do servidor com o respectivo formulário de remoção 
devidamente preenchido e assinado pelo servidor e chefia imediata;
• Ciência e manifestação da chefia imediata;
• Ficha de nada consta preenchida e assinada pelos responsáveis;
• Certidões, declarações ou nada consta das áreas responsáveis, se emitidas;
• Despacho da área de Recursos Humanos competente;
• Ciência e manifestação do dirigente da regional (de acordo ou contrário à 
remoção);
• Encaminhar o processo a CGRH.
4.3. REMOÇÃO A PEDIDO (ARTIGO 36 – INCISO III)
• Requerimento do servidor justificando o pedido com o respectivo formulário 
de remoção devidamente preenchido e assinado pelo servidor e chefia 
imediata;
Estatuto dos Servidores Públicos aplicado à PRF Voltarao Sumário 68
• Documentos comprobatórios;
• Ciência e manifestação da chefia imediata;
• Ficha de nada consta preenchida e assinada pelos responsáveis;
• Certidões, declarações ou nada consta das áreas responsáveis, se emitidas;
• Despacho da área de Recursos Humanos competente;
• Ciência e manifestação do dirigente da regional (de acordo ou contrário à 
remoção);
• Encaminhar o processo à CGRH.
4.4 – REMOÇÃO EX-OFÍCIO (ARTIGO 36 – INCISO I)
• Requerimento do dirigente da regional interessada justificando a razão e 
necessidade da remoção do servidor;
• Ciência e manifestação do servidor;
• Ciência e manifestação da chefia imediata;
• Ficha de nada consta preenchida e assinada pelos responsáveis;
• Certidões, declarações ou nada consta das áreas responsáveis, se emitidas;
• Planilha de ajuda de custo;
• Despacho da área de Recursos Humanos competente;
• Ciência e manifestação do dirigente da regional (de acordo ou contrário à 
remoção);
• Encaminhar o processo a CGRH.
5. FUNDAMENTO LEGAL:
• Art. 36 da Lei nº 8.112/90;
• Portaria TCU nº 103/02;
• Comunica SIAPE nº 52574/NUCAD, de 02/08/06;
• I.N. DG/DPRF nº 08/04;
• Art. 58 da Lei nº 11.784, de 22/09/08.
6. PROCEDIMENTOS PARA LANÇAMENTO NO SIAPE:
6.1. REMOÇÃO DE SERVIDORES ATIVOS:
1º passo: >CACOPENDAT (verificar se servidor tem alguma pendência, se houver, 
regularizar);
2º passo: >CACOOCORSE (verificar se servidor tem alguma ocorrência em aberto, 
se houver, finalizar na transação >CAFIOCORSE – finaliza ocorrência do servidor);
3º passo: >CAROCOLHIS (remoção coletiva);
• De uma unidade para outra unidade da federação (exclusiva para 
NUCAD/DICAD);
• Dentro da mesma unidade:
UORG DE LOTAÇÃO ORIGEM: informar a UORG de lotação atual 
UORG DE LOTAÇÃO DESTINO: informar a UORG de destino 
INÍCIO DA LOTAÇÃO DESTINO: data da vigência do DL 
DL DE LOTAÇÃO: Portaria/Memorando nº e data 
Estatuto dos Servidores Públicos aplicado à PRF Voltar ao Sumário 69
INFORME UMA DA OPÇÕES: ( ) SELECAO AUTOMATICA (X) SELEÇÃO MANUAL 
INFORME ABAIXO AS MATRÍCULAS DOS SERVIDORES A SEREM REMOVIDOS 
COLETIVAMENTE
MATRÍCULA NOME DO SERVIDOR LOCALIZAÇÃO EXERCÍCIO 
Teclar F1 e informar a matrícula do servidor Informar a UORG de destino
CONFIRMA REMOÇÃO COLETIVA? S ( S-SIM N-NÃO A-ALTERA )
4º passo: >CAEEINTGRS (executar a integração do servidor);
6.2. REMOÇÃO DE SERVIDORES APOSENTADOS (procedimento exclusivo para 
NUCAD/DICAD/CGRH):
1º passo: >CACOPENDAT (verificar se servidor tem alguma pendência, se houver, 
regularizar);
2º passo: >CALITRANSF (libera transferência de UPAG);
MATRÍCULA: informar a matrícula do servidor 
NOVA UORG DE LOCALIZAÇÃO : informar UORG de destino 
DATA LIBERACAO P/ TRANSF.: data da vigência do DL 
OBSERVAÇÕES: informar o DL e a data em atendimento ao comunica nº XXX/Regional, de 
xx/xx/xxxx (data do comunica).
3º passo: >CAACTRANSF (aceita transferência de UORG);
MATRÍCULA: informar a matrícula do servidor 
NOVA UORG : informar o código da nova UORG
NOVA VIGÊNCIA A PARTIR DE: (informar a data um dia após a data de vigência do DL) 
OBSERVAÇÕES: informar comunica nº XXX/Regional, de xx/xxx/xxxx (data do comunica).
4º passo: >CAALUORFIN (altera UORG exercício financeiro);
1ª TELA
MATRÍCULA: informar a matrícula do servidor
TECLE <ENTER>
2ª TELA
MATRÍCULA: (informação recuperada do Sistema SIAPE)
ULT.CARGO: 911001 POLICIAL RODOVIARIO FEDERAL 
UORG ATUAL: (informação recuperada do Sistema SIAPE) 
VIGENTE A PARTIR DE: (informação recuperada do Sistema SIAPE) 
NOVA UORG : informe a nova UORG de lotação do servidor 
NOVA VIGÊNCIA A PARTIR DE: informe a data da transferência (INCLUSIVE) 
OBSERVAÇÕES: 
6.3. REMOÇÃO DE PENSIONISTAS (procedimento exclusivo para 
NUCAD/DICAD/CGRH):
Estatuto dos Servidores Públicos aplicado à PRF Voltar ao Sumário 70
1º passo: >TROCAHAB (usar a UPAG de origem do servidor);
2º passo: >CDLIPSUPAG (libera instituidor e beneficiário para mudança de UPAG);
3º passo: >TROCAHAB (usar a UPAG de destino);
4º passo: >CDACPSUPAG (entrada de instituidor e beneficiário na nova UPAG);
6.4. PROCEDIMENTOS PARA LIBERAÇÃO DE SERVIDOR / PENSIONISTA:
Em todos os casos acima citados, na remoção entre unidades do DPRF, a 
regional de origem deverá solicitar, por meio de comunica, a liberação do servidor ao 
Núcleo de Cadastro do DPRF.
1º passo: >CEIAMENSAG (inclui / altera mensagens – editar e enviar mensagem ao 
NUCAD/DICAD, solicitando a remoção /transferência de servidor no SIAPECAD, 
com as seguintes informações básicas:
• Nome e Matrícula;
• Número e data da Portaria de remoção,no caso de servidor ativo;
• Código da UORG de lotação (ex. Núcleo, Seção, Delegacia);
• Regional de Destino.
O cumprimento deste procedimento agiliza as transferência no sistema, 
ressaltando que somente serão atendidas as liberações solicitadas pelas Regionais 
de origem.
6.5. PROCEDIMENTOS PARA EXCLUSÃO / CORREÇÃO DE LOTAÇÃO:
1º passo: >CDCOINDFUN (verificar se o servidor pertence a mesma UORG de 
lotação e exercício) Caso estejam diferentes, regularizar conforme abaixo:
• 1ª Situação - UORG de exercício diferente da UORG de lotação correta:
2º passo: >CAALEXECOL (mudar a UORG de exercício para a UORG de lotação);
• 2ª Situação - UORG de lotação diferente da UORG de exercício correta:
2º passo: >CAALEXECOL (mudar a UORG de lotação para a UORG de exercício);
• 3ª Situação - UORG de lotação e de exercício incorretas:
2º passo: >CACONLOTAC (verificar a UORG de lotação ou exercício corretas);
3º passo: >CAALEXECOL (mudar a UORG de lotação e depois a UORG de 
exercício nesta mesma transação);
Estatuto dos Servidores Públicos aplicado à PRF Voltar ao Sumário 71
REVERSÃO DE APOSENTADORIA
1. CONCEITO:
Reversão de Aposentadoria é o ato pelo qual o servidor estável, 
aposentado por invalidez, retorna à atividade, a pedido ou de ofício, quando cessado 
os motivos determinantes da invalidez, por declaração de Junta Médica Oficial, ou 
no interesse da Administração, desde que seja certificada por Junta Médica Oficial a 
aptidão física e mental do servidor para o exercício das atribuições inerentes ao 
cargo.
2. OCORRÊNCIA:
Publicação da Portaria de Reversão de Aposentadoria no Diário Oficial da 
União.
3. INFORMAÇÕES GERAIS:
A reversão far-se-á, preferencialmente, no mesmo cargo, nível, classe e 
padrão em que ocorreu a aposentadoria ou em outro cargo, quando reorganizado ou 
transformado.
A reversão no interesse da Administração dependerá da existência de 
vagas dos cargos, previamente publicada no D.O.U..
A reversão, no interesse da Administração, fica sujeita à existência de 
dotação orçamentária e financeira e poderá ser concedida aos servidores inativos 
pertencente ao quadro dos órgãos públicos federais, desde que tenham cumprido os 
seguintes requisitos:
• Tenham solicitado a reversão;
• A aposentadoria tenha sido voluntária;
• Tenha adquirido estabilidade quando em atividade;
• A aposentadoria tenha ocorrido antes de 05 (cinco) anos contados da data da 
solicitação;
• Seja certificada, por Junta Médica Oficial, a aptidão física e mental do servidor 
para o exercício das atribuições inerentes ao cargo;
• Haja cargo vago.
No DPRF, compete ao Diretor-Geral, ou à autoridade por ele delegada, 
expedir o ato de reversão, que deverá ser publicado no Diário Oficial da União.
Compete ao Ministro de Estado da Justiça, baixar instruções 
Estatuto dos Servidores Públicos aplicado à PRF Voltar ao Sumário 72
complementares relativas à execução da reversão dos órgãos vinculados.
No âmbito do DPRF, não foram baixadas instruções complementares 
relativas à reversão.
Efetivada a reversão, o servidor será lotado conforme as necessidades do 
órgão, definida pela CGRH.
São asseguradosao servidor que reverter à atividade os mesmos direitos, 
garantias, vantagens e deveres aplicáveis aos servidores em atividade;
O servidor que reverter à atividade, no interesse da Administração, 
somente terá nova aposentadoria com os proventos calculados com base na 
legislação em vigor, se permanecer em atividade por, no mínimo, 05 (cinco) anos.
Após completar a idade para a aposentadoria compulsória, o aposentado 
não fará jus ao instituto da reversão.
O servidor revertido deverá, obrigatoriamente, passar por cursos de 
qualificação profissional, de acordo com o cargo e/ou função a ser exercida.
4. INSTRUÇÃO PROCESSUAL:
4.1. SE A REVERSÃO FOR POR CESSAÇÃO DA INVALIDEZ PODERÁ SER 
PROPOSTA DE OFÍCIO OU A PEDIDO:
Nesse caso, o processo será encaminhado à Junta Médica Oficial para 
avaliação do servidor e emissão de Laudo Médico-pericial, atestando a aptidão física 
e mental do servidor.
• Envio da comunicação da conclusão de exame médico-pericial a unidade de 
Recursos Humanos, que procederá a juntada da Portaria de Aposentadoria e 
instrução processual, devendo observar os seguintes requisitos:
- Constatação por Junta Médica Oficial da insubsistência dos motivos 
que causaram a aposentadoria do servidor;
- Que a reversão ocorra no mesmo cargo ou no cargo resultante de sua 
transformação;
- Que o servidor não tenha completado a idade limite para a 
aposentadoria compulsória;
4.2. SE A REVERSÃO FOR MEDIANTE INTERESSE DA ADMINISTRAÇÃO:
• Levantamento do quantitativo de vagas;
• Solicitação de disponibilidade orçamentária;
• Divulgação por meio de Edital publicado no Diário Oficial da União, a relação 
dos cargos disponíveis para Reversão, fixando prazo e condições para a 
efetivação do ato;
Estatuto dos Servidores Públicos aplicado à PRF Voltar ao Sumário 73
• Análise dos seguintes documentos:
- Requerimento do servidor endereçado ao dirigente máximo da 
unidade;
- Portaria que concedeu aposentadoria ao servidor;
- Documento ou informação que comprove a estabilidade do 
interessado;
- Informação do responsável onde o servidor trabalhava quanto ao 
retorno do interessado ao serviço;
- Avaliação detalhada das limitações físicas e mentais, realizada por 
Junta Médica Oficial, em que indique, ainda, as aptidões remanescentes do servidor;
- Atesto quanto à existência de vaga.
- Atesto da existência de disponibilidade orçamentária e financeira;
- Avaliação para verificação de impedimentos disciplinares;
- Avaliação para verificação de impedimentos decorrentes de 
investigação social;
- Avaliação referente o possível aperfeiçoamento e requalificação;
- Avaliação referente à possibilidade do exercício de atividades 
externas;
- Informação quanto ao aspecto da legalidade do ato de reversão.
• Análise da unidade de Recursos Humanos e elaboração de minuta de 
Portaria de reversão, submetendo à autoridade competente para 
homologação e publicação;
• Minuta de Portaria de lotação, homologação e publicação;
• Ciência do interessado;
• Lançamentos nos sistema SIAPE/SIAPECAD e SRH;
• Registro nos assentamentos funcionais;
• Apresentação do servidor ao chefe da unidade de lotação, por meio de 
memorando;
• Observar rotina de Frequência e Benefícios;
• Inserir dados no SISAC/TCU;
5. FUNDAMENTO LEGAL:
• Artigos 25 a 27 e 103, §1°, da Lei nº 8.112, de 11/12/90;
• Decreto nº 3.644, de 30/10/00.
• Instrumentação Normativa nº 10, de 06/10/06.
6. PROCEDIMENTOS PARA LANÇAMENTO NO SIAPE:
6.1. REVERSÃO:
1º passo: Cadastrar o DL na transação >DPEDITADL (edita documento legal 
Estatuto dos Servidores Públicos aplicado à PRF Voltar ao Sumário 74
interno);
1ª TELA
NÚMERO: informar nº da Portaria 
UORG: informar UORG da regional
ANO: informar o ano da edição da Portaria
TIPO: 02 PORTARIA 
TECLE <ENTER>
 2ª TELA
ASSUNTO: 102 REVERSAO
DATA EMISSÃO: informar a data da emissão da Portaria
DATA VIGÊNCIA: informar a data da publicação da Portaria no D.O.U.
DATA PUBLICAÇÃO: informar a data da publicação da Portaria no D.O.U.
TECLE <ENTER>
CONFIRMA INCLUSÃO? S ( S-SIM N-NÃO A-ALTERA )
 
2º passo: >CAENEXCAPO (encerramento excepcional);
1ª TELA
MATRÍCULA : teclar F1 e informar a matrícula SIAPE do servidor 
TECLE <ENTER>
 2ª TELA
UORG DE LOCALIZAÇÃO : informação automática do SIAPE 
PROCESSO APOSENTADORIA: informação automática do SIAPE 
APOSENT. INICIADA EM : informação automática do SIAPE 
DATA DE ENCERRAMENTO DA APOSENTADORIA: informar a data da publicação da Portaria no 
D.O.U. 
 
MOTIVO DO ENCERRAMENTO: 003 
NÚMERO DO PROCESSO: informar o nº do processo de reversão (OPCIONAL) 
ÓRGÃO DESTINO: (NO CASO DE TRANSF. ÓRGÃOS) 
 
OBSERVAÇÕES: 
TECLE <ENTER>
CONFIRMA ENCERRAMENTO? S ( S-SIM N-NÃO A-ALTERA ) 
3º passo: >PEATPROVEX (provimento excepcional); 
CPF DO SERVIDOR: informar CPF do servidor revertido 
DATA DE INÍCIO (NOMEAÇÃO): informar data da Portaria FORMA PROVIMENTO: 009 
DATA DE POSSE: não informar DATA DE EXERCÍCIO: informar um dia ante da data da publicação 
da Portaria no D.O.U.
CARGO: 911001 TABELA: 912
ÓRGÃO DE ORIGEM: não preencher 
4º passo: >CAIASERVID (inclui / altera servidor);
atualizar os dados do servidor, se for o caso.
5º passo: >CAATDADSIA (atualiza dados SIAPE da matrícula);
Estatuto dos Servidores Públicos aplicado à PRF Voltar ao Sumário 75
INGRESSO NO ÓRGÃO DATA : Informar a data do exercício 
OCORRÊNCIA: Teclar F1(01116 -REVERSAO, Art.25 DA LEI 
8.112/90)
DIPL.LEGAL: COD: Teclar F1 
(04- Portaria)
NR: da Portaria 
de reversão
DATA: data da 
publicação no 
D.O.U.
INGRESSO NO SERV 
PUBL 
DATA : Informar a data do exercício se não tiver ocupado 
cargo público anteriormente, caso tenha ocupado 
cargo público na vigência da Lei nº 8.112/90, também 
deverá ser informado, excluindo o tempo prestado aos 
estados, municípios e Distrito Federal. Essa 
atualização deverá ser feita com a averbação do 
tempo de servido anterior. 
Teclar F1(01116 REVERSAO, Art.25 DA LEI 8.112/90)
OCORRÊNCIA:
DIPL. LEGAL: COD: Teclar F1 
(04-Portaria)
NR: do DL DATA: data da 
publicação no 
D.O.U.
OCUPACAO NO CARGO ATUAL DATA: Estes campos ficam Indisponíveis
OCORRÊNCIA: 
DIPL.LEGAL: COD: NR: DATA: 
USA MODULO DEPENDENTE PARA IR/SF? S NR DEPENDENTES – IMP.RENDA : 
SAL.FAMÍLIA:
FÉRIAS ESPECIAIS: N
GRATIFICAÇÃO DE DESEMPENHO (PONTOS): 0,00
TECLE <ENTER>
CONFIRMA ALTERAÇÃO? S ( S-SIM N-NÃO A-ALTERA ) 
6º passo: >CDATALIIND (atualiza programa de alimentação individual);
DATA DE INÍCIO DA OPÇÃO: informar a data que o servidor efetivamente voltar a trabalhar.
DATA DE TÉRMINO DA OPÇÃO: não preencher 
TIPO DE VALE: 'A' para vale alimentação 
Observações:
 
• Os valores do auxílio-alimentação são fixados pela SRH/MP, através de 
Portaria Normativa; 
• O auxílio-alimentação é pago, antecipadamente, tendo em vista a própria 
natureza do benefício, como verba de custeio;
• No ato de inclusão só é gerado o pagamento do auxílio-alimentação referente 
ao mês posterior;
• Desta forma, no ato do lançamento deve ser calculado os valores 
proporcionais do mês corrente e anterior, se for o caso, e lançado na rubrica 
136, sequência 1 e 2, prazo 1; 
Vermódulo AUXÍLIO ALIMENTAÇÃO.
7º passo: >CAEEINTGRS (executa integração do servidor).
Estatuto dos Servidores Públicos aplicado à PRF Voltar ao Sumário 76
VACÂNCIA
1. CONCEITO:
Vacância, no Serviço Público, é o cargo declarado vago por motivo de 
exoneração, demissão, promoção, readaptação, aposentadoria, falecimento em 
atividade ou posse em outro cargo inacumulável.
2. OCORRÊNCIA:
Publicação da Portaria de Vacância no Diário Oficial da União.
3. INFORMAÇÕES GERAIS:
 A exoneração de cargo efetivo dar-se-á a pedido do servidor, ou de ofício 
quando:
• Não satisfeitas às condições do estágio probatório; 
• Tendo tomado posse, o servidor não entrar em exercício no prazo de quinze 
dias. 
É vedada a exoneração de servidor, a pedido, que esteja respondendo a 
Processo Administrativo Disciplinar – PAD.
A demissão é a desinvestidura de cargo público a título de penalidade 
funcional, e é sempre precedida de PAD, sendo assegurada ampla defesa ao 
acusado.
Na posse em outro cargo inacumulável, o servidor que for nomeado para 
provimento de cargo efetivo inacumulável com o que ocupa, deverá declarar esta 
situação junto ao órgão de origem. 
O órgão ou entidade expedirá ato declarando vago o cargo, em virtude de 
“posse em outro cargo inacumulável” e o servidor tomará posse no outro cargo, 
submetendo-se ao estágio probatório. 
Caso o servidor não seja aprovado, será exonerado, se o servidor for 
estável, poderá solicitar o seu retorno mediante recondução ao órgão ou entidade de 
origem.
O servidor deixando o cargo vago, por exoneração ou por posse em outro 
cargo inacumulável, terá os seguintes direitos:
• Gratificação natalina, na proporção de 1/12 (um doze avos) por mês de 
exercício ou fração igual ou superior a 15 (quinze) dias, calculada com base 
na remuneração do cargo, no mês de publicação do ato de exoneração, 
compensada a importância recebida a título de adiantamento;
Estatuto dos Servidores Públicos aplicado à PRF Voltar ao Sumário 77
• Indenização relativa ao período de férias a que tiver direito e ao período 
incompleto, na proporção de 1/12 (um doze avos) por mês de efetivo 
exercício ou fração superior a 14 (quatorze) dias, calculada com base na 
remuneração do cargo no mês de publicação do ato exoneração.
4. DA INSTRUÇÃO PROCESSUAL:
4.1. QUANDO A VACÂNCIA FOR POR POSSE EM OUTRO CARGO 
INACUMULÁVEL, CONFORME O INCISO VIII DO ARTIGO 33, DA LEI Nº 8.112/90:
• O servidor deverá apresentar os seguintes documentos:
- Requerimento do servidor, juntamente com cópia do RG, CPF e 
declaração de IRPF;
- Cópia do ato de nomeação do servidor para o novo cargo;
- Termo de posse e exercício no novo cargo inacumulável;
- Cópia da folha de ponto ou de outro documento que comprove o 
último dia trabalhado pelo servidor;
- Declaração de bens (atualizada) ou última declaração de imposto de 
renda do servidor, com o respectivo recibo da entrega à Receita Federal (se for 
simplificada ou não tiver preenchida a parte dos bens é preciso que o servidor 
preencha o formulário próprio de declaração de bens);
- Nada consta a respeito de material permanente sob sua guarda ou 
responsabilidade;
- Nada consta da Corregedoria;
- Nada consta da Comissão de Ética;
- Documento comprobatório da devolução da Identidade Funcional, do 
Cartão de Abastecimento e Carteira do Plano de Saúde (se pertencer ao plano de 
saúde co-patrocinado pelo DPRF);
- Planilha de acertos financeiros expedida pela unidade competente e a 
forma de devolução de possíveis reposições ao erário;
- Formulário de Desligamento do SISAC.
• Encaminhar os autos à Coordenação-Geral de Recursos Humanos, para 
análise e publicação do respectivo ato de desligamento.
• Posteriormente os autos serão devolvidos à regional, para conhecimento, 
lançamento do desligamento nos sistemas SIAPE/SIAPECAD e SRH, acerto 
de contas com o servidor, registro na pasta funcional e ciência ao 
interessado.
• Após os devidos acertos, o processo deverá ser encaminhado a unidade de 
Recursos Humanos, para lançamento do desligamento no SISAC.
4.2. QUANDO A VACÂNCIA OCORRER POR FALECIMENTO DO SERVIDOR, EM 
ATIVIDADE, CONFORME O INCISO IX DO ARTIGO 33 DA LEI Nº 8.112/90:
• Abrir processo específico com o comunicado se acidente em serviço/trajeto 
ou comunicado da família;
• Cópia autenticada da Certidão de Óbito do servidor;
Estatuto dos Servidores Públicos aplicado à PRF Voltar ao Sumário 78
• Cópias autenticadas do CPF e RG do servidor;
• Planilha de acertos financeiros expedida pela unidade competente e a forma 
de devolução de possíveis reposições ao erário;
• Encaminhar os autos à Coordenação-Geral de Recursos Humanos, para 
análise e publicação do ato de vacância;
• Posteriormente os autos serão devolvidos à regional, para conhecimento, 
lançamento da vacância nos sistemas SIAPE/SIAPECAD e SRH e registro na 
pasta funcional do ex-servidor;
• Se não gerar pensão, após os devidos acertos, o processo deverá ser 
encaminhado à Coordenação-Geral de Recursos Humanos, com vistas à 
Divisão de Cadastro – DICAD/CGRH, no prazo máximo de 20 (vinte) dias, 
para lançamento do desligamento no SISAC;
• Formulário de Desligamento do SISAC;
• Se gerar pensão, os autos poderão ser arquivados, pois vacância do cargo 
ocupado pelo ex-servidor falecido será automática no Sistema SISAC, 
quando ocorrer o cadastramento das pensões no referido Sistema.
5. FUNDAMENTO LEGAL:
• Artigos 20, 34, 63, 65, 78, 3º, 95, 172, 238 e 243 da Lei nº 8.112/90, com 
nova redação dada pela Lei nº 9.527/97.
• Memorando-Circular CGRH/DPRF nº 20, de 05/10/06.
6. PROCEDIMENTOS PARA LANÇAMENTO NO SIAPE:
6.1. VACÂNCIA POR POSSE EM OUTRO CARGO INACUMULÁVEL:
1º passo: >CACOPENDAT (verificar se servidor tem alguma pendência, se houver, 
regularizar);
2º passo: >CACOOCORSE (verificar se servidor tem alguma ocorrência em aberto, 
se houver, finalizar na transação >CAFIOCORSE – finaliza ocorrência do servidor);
3º passo: Cadastrar o DL na transação >DPEDITADL (edita documento legal 
interno);
1ª TELA
NÚMERO: informar nº da Portaria 
UORG: informar UORG de lotação do servidor
ANO: XXXX 
TIPO: 02 PORTARIA 
TECLE <ENTER>
Estatuto dos Servidores Públicos aplicado à PRF Voltar ao Sumário 79
2ª TELA
ASSUNTO: 053 Vacância Por Posse Outro Cargo Inacumulável
DATA EMISSÃO: informar data da emissão da Portaria
DATA VIGÊNCIA: informar vigência da Portaria ( data da vacância)
DATA PUBLICAÇÃO: informar data da publicação da Portaria no Diário Oficial da União
OBSERVAÇÕES: informar alguns dados da Portaria (nº do D.O.U., Seção e Página, etc.)
TECLE <PF3> atualiza e sai 
4º passo: >CAVAEXCEP (vacância excepcional);
1ª TELA
MATRÍCULA: F1 - digitar a matrícula SIAPE para buscar a matrícula SIAPECAD 
DATA VACÂNCIA: (informar a data sempre um dia antes da vigência)
FORMA DE VACÂNCIA: 611 - Por Posse Outro Cargo Inacumulável
ÓRGÃO DESTINO: não informar
TECLE <ENTER>
2ª TELA
(Informar os dados do DL INTERNO cadastrado acima)
DL INTERNO NÚMERO DO DL: UORG: ANO: TIPO:
(Se preferir, teclar F2 e digitar os dados DL INTERNO cadastrado acima para confirmá-lo.)
TECLE <ENTER>
CONFIRMA A VACÂNCIA? S (S-SIM N-NÃO A - ALTERA)
Estatuto dos Servidores Públicos aplicado à PRF Voltar ao Sumário 80
PARTE II - DOS DIREITOS E VANTAGENS
ABONO DE PERMANÊNCIA E ISENÇÃO DE PSS
1. CONCEITO:
A Isenção de Contribuição para o Plano a Seguridade Social – PSS era 
devida ao servidor público civil ativo que, após completar as exigências para 
aposentadoria voluntária integral, optava por permanecer em atividade, até a data da 
publicaçãode sua aposentadoria, voluntária ou compulsória. Consistia em não 
contribuir para o Plano de Seguridade Social.
O Abono de Permanência é um benefício pecuniário concedido ao 
servidor, titular de cargo efetivo, que, após ter cumprido todos os requisitos para 
aposentadoria voluntária, opte por permanecer em atividade, até completar as 
exigências para aposentadoria compulsória. Consiste no pagamento do valor 
equivalente ao da contribuição previdenciária.
2. OCORRÊNCIA:
Publicação da Portaria de concessão do Abono de Permanência no 
Boletim de Serviço.
3. INFORMAÇÕES GERAIS:
Os servidores que poderiam se aposentar com proventos integrais em 
16/12/98 e optaram por permanecer em atividade, fizeram jus a isenção de PSS, 
como também os servidores que ingressaram no Serviço Público até 16/12/98 e 
implementaram os requisitos para aposentadoria com proventos integrais até 
31/12/2003, e optaram por permanecer em atividade.
O Art. 40, § 19, da C.F./88, estabelece que o servidor de que trata este 
artigo que tenha completado as exigências para aposentadoria voluntária 
estabelecidas no § 1º, III, a (aposentadoria voluntária com proventos integrais: 65 
(sessenta e cinco) anos de idade + 35 (trinta e cinco) anos de contribuição/homem e 
60 (sessenta) anos de idade + 30 (trinta) anos de contribuição/mulher) e que opte 
por permanecer em atividade, fará jus a um abono de permanência equivalente ao 
valor da sua contribuição previdenciária, até completar as exigências para 
aposentadoria compulsória contidas no § 1º, II (aposentadoria compulsória). Assim, 
o servidor que, após a vigência da E.C. nº 41/03, implemente todos os requisitos 
para aposentar-se voluntariamente com proventos integrais e decida permanecer em 
atividade, fará “jus” ao abono de permanência, até que atinja a idade limite para se 
aposentar compulsoriamente.
O Art. 2º, § 5º, da E.C. nº 41/03, estabelece que o servidor de que trata 
este artigo, que tenha completado as exigências para aposentadoria voluntária 
Estatuto dos Servidores Públicos aplicado à PRF Voltar ao Sumário 81
estabelecidas no caput, e que opte por permanecer em atividade, fará “jus” ao abono 
de permanência equivalente ao valor da sua contribuição previdenciária até 
completar as exigências para aposentadoria compulsória contidas no Art. 40, § 1º, II, 
da C.F./88. Aqui, estamos tratando da primeira regra de transição da E.C. 
nº 41/03. Assim, o servidor que ingressou em cargo efetivo até 16 de dezembro de 
1998 (data de publicação da E.C. nº 20/98), e implementou os requisitos elencados 
no caput do Art. 2º da E.C. nº 41/03, terá direito ao abono de permanência, desde 
que permaneça em atividade, até a idade-limite para se aposentar 
compulsoriamente.
O Art. 3º, § 1º, da E.C. nº 41/03, que estabelece que o servidor de que 
trata este artigo que opte por permanecer em atividade tendo completado as 
exigências para aposentadoria voluntária e que conte com, no mínimo, 25 (vinte e 
cinco) anos de contribuição, se mulher, ou 30 (trinta) anos de contribuição, se 
homem (aposentadoria proporcional - Art. 40, III B, E.C. nº 20/98), fará jus ao abono 
de permanência equivalente ao valor da sua contribuição previdenciária até 
completar as exigências para aposentadoria compulsória. Assim, são duas as 
condições exigidas para a concessão do abono de permanência, quais sejam:
• Servidores que tenham cumprido os requisitos para aposentadoria voluntária 
até 31 de dezembro de 2003 (data da publicação da EC 41/03), portanto, 
podendo se aposentar sob a égide do texto original da C.F./88 ou texto 
emendado pela E.C. nº 20/98.
• Servidor com 30 (trinta) anos de contribuição, se homem, e 25 (vinte e cinco) 
anos, se mulher, desde que permaneça em atividade até que atinja a idade-
limite para se aposentar compulsoriamente. (Vale a ressalva de que as duas 
condições devem ser atendidas conjuntamente, até que atinja a idade limite 
para se aposentar compulsoriamente);
O servidor deve estar ciente que na contagem de tempo de serviço para 
aposentadoria/abono de permanência em atividade poderá utilizar as licenças prê-
mio não gozadas, adquiridas na forma da Lei nº 8.112/90 até 15 de outubro de 1996, 
computadas como tempo em dobro, as quais não poderão ser mais usufruídas nem 
convertidas em pecúnia para os dependentes, em caso de falecimento do servidor 
ativo.
O policial rodoviário federal, que firmar opção pela permanência em 
atividade, após implementar os requisitos para aposentadoria pela regra contida no 
artigo 1º, inciso I, da Lei Complementar nº 51/85, faz jus à percepção do abono de 
permanência. Nesse caso, o abono de permanência será concedido com base no 
§ 19 do artigo 40 da Constituição Federal (na redação dada pela Emenda 
Constitucional nº 41/03), conforme Nota nº AGU/JD-2/06, e no Despacho do Senhor 
Consultor-Geral da União nº 361/08, aprovados pelo Senhor Advogado da União, 
Substituto, em 10 de outubro de 2008.
4. INSTRUÇÃO PROCESSUAL:
• Requerimento do servidor;
• Documento comprobatório da idade do requerente;
• Documento comprobatório da data de admissão do requerente;
Estatuto dos Servidores Públicos aplicado à PRF Voltar ao Sumário 82
• Cópias autenticadas das certidões de tempo de serviço do servidor, inclusive 
do DPRF;
• Mapa de contagem de licença-prêmio, caso seja contada em dobro;
• Declaração do servidor em que afirma estar ciente da contagem da licença-
prêmio para a concessão do abono de permanência;
• Mapa de contagem de tempo de serviço para aposentadoria;
• Contagem do tempo para fins de abono de permanência, conforme modelo 
fornecido por esta CGRH;
• Elaboração da minuta da Portaria de concessão;
• Homologação do Superintendente/Chefe de Distrito e publicação da Portaria 
no Boletim de Serviço;
• Lançamento da concessão no sistema SIAPE/SIAPECAD;
• Aposição de ciência do servidor interessado;
• Arquivamento do processo na pasta funcional do servidor.
5. FUNDAMENTO LEGAL:
• E. C. nº 20/98;
• Art. 3º , § 1º, II, da Emenda Constitucional 41/03;
• Art. 2º , § 5º, II, da Emenda Constitucional 41/03;
• Art. 40, § 19 da Constituição Federal/88, com redação dada pela E.C. 
nº 41/03;
• Emenda Constitucional nº 41/03;
• Nota nº AGU/JD-2, de 06/10/06;
• Despacho do Senhor Consultor-Geral da União nº 361, de 08/10/08, 
aprovados pelo Senhor Advogado da União, Substituto, em 10/10/08;
• Memorando-Circular CGRH nº 6, de 09/07/09;
• Memorando-Circular CGRH nº 8, de 13/07/09.
6. PROCEDIMENTOS PARA LANÇAMENTO NO SIAPE:
6.1. INCLUIR/EXCLUIR ABONO (PSS) 
Isenção PSS / abono de permanência
• > CDISPSSABP (para excluir/encerrar com data igual a lançada) 
Estatuto dos Servidores Públicos aplicado à PRF Voltar ao Sumário 83
ADICIONAL DE FÉRIAS
1. CONCEITO:
O adicional de férias consiste em uma vantagem que, independente de 
solicitação, é paga ao servidor, por ocasião das férias.
2. OCORRÊNCIA:
Fruição do período de férias.
3. INFORMAÇÕES GERAIS:
O adicional de férias corresponde a valor de 1/3 (um terço) da 
remuneração ou subsídio do servidor, correspondente ao mês das férias.
O fato gerador para o pagamento da vantagem é o gozo do período de 
férias. Caso haja parcelamento do período a vantagem será paga no primeiro 
período de férias.
O valor da remuneração do cargo em comissão ou função gratificada 
também é considerado no cálculo do adicional de férias.
4. INSTRUÇÃO PROCESSUAL:
A implementação do pagamento desse adicional é automatizada no 
SIAPE, não havendo necessidade de formalização de processo.
5. FUNDAMENTO LEGAL:
• Artigo 7º, inciso XVII, da Constituição Federal/88;
• Artigo 76 da Lei nº 8.112, de 11/12/90.6. PROCEDIMENTOS PARA LANÇAMENTO NO SIAPE:
• O pagamento dessa vantagem é automático;
• Quando existir acerto financeiro, deve-se usar a transação: FPATMOVFIN e 
lançar os valores na Rubrica 00220 ADICIONAL 1/3 DE FÉRIAS.
Estatuto dos Servidores Públicos aplicado à PRF Voltar ao Sumário 84
ADICIONAL DE INSALUBRIDADE E PERICULOSIDADE
1. CONCEITO:
O Adicional de Insalubridade é um valor devido aos servidores expostos 
habitualmente a atividades insalubres, as quais por sua natureza, condições ou 
métodos de trabalho, exponham os servidores a agentes nocivos à saúde, acima 
dos limites de tolerância fixados em razão da natureza e da intensidade do agente e 
do tempo de exposição aos seus efeitos.
O Adicional de Periculosidade é um valor devido aos servidores expostos 
habitualmente a atividades periculosas, as quais por sua natureza, condições ou 
métodos de trabalho, exponham os servidores a substâncias inflamáveis, explosivas 
ou radioativas, em condição de risco acentuado à vida.
2. OCORRÊNCIA:
Publicação da Portaria de concessão do Benefício no Boletim de Serviço.
3. INFORMAÇÕES GERAIS:
O adicional de insalubridade corresponde aos percentuais de 5% (cinco 
por cento), 10% (dez por cento) e 20% (vinte por cento), de acordo com os graus, 
respectivos, mínimo, médio ou máximo, estabelecidos em laudo técnico, calculados 
sobre o vencimento-básico do cargo efetivo do servidor.
O adicional de periculosidade corresponde ao percentual de 10% (dez por 
cento), calculado sobre o vencimento-básico do cargo efetivo do servidor.
Esses adicionais somente serão pagos mediante:
• Laudo Técnico Pericial emitido pelas autoridades competentes;
• Publicação no Boletim de Serviço de Portaria de localização dos servidores 
em local insalubre ou perigoso;
• Publicação, no Boletim de Serviço, de Portaria de concessão do adicional, 
aos servidores localizados em local insalubre, periculoso ou perigoso.
Os adicionais de insalubridade e de periculosidade não são pagos 
cumulativamente, devendo o servidor optar por um deles, quando sujeitos a agentes 
nocivos que configurem o pagamento de ambos os adicionais.
Não será pago adicional de periculosidade ou insalubridade ao servidor 
que, no exercício de suas atribuições, fique exposto aos agentes nocivos à saúde 
apenas em caráter esporádico ou ocasional.
Estatuto dos Servidores Públicos aplicado à PRF Voltar ao Sumário 85
O direito aos adicionais cessa com a eliminação das condições ou dos 
riscos que deram causa a sua concessão, vez que só são auferíveis enquanto o 
servidor estiver executando o trabalho beneficiado com essas vantagens.
Haverá permanente controle da atividade de servidores em atividade em 
locais considerados penosos, insalubres ou perigosos, com a finalidade de preservar 
sua saúde. 
A servidora gestante ou lactante será afastada, independente da 
percepção dos valores correspondentes às vantagens, enquanto durar a gestação e 
a lactação, das atividades e dos locais insalubres ou perigosos, ou do contato 
permanente com substâncias tóxicas, radioativas ou que ofereçam risco à vida.
Os adicionais de insalubridade, periculosidade ou atividades penosas e a 
gratificação de raios x ou substâncias radioativas serão concedidos aos servidores 
que se encontrarem nos afastamentos de sua função / cargo, em decorrência de:
• Férias;
• Casamento;
• Falecimento do cônjuge, companheiro, pais, madrasta ou padrasto, filhos, 
enteados, menor sob guarda ou tutela e irmãos;
• Licenças para tratamento da própria saúde, a gestante ou em decorrência de 
acidente em serviço. 
Com a edição da M. P. nº 305/06, convertida na Lei nº 11.358/06, os 
servidores ocupantes do cargo de Policial rodoviário Federal deixaram de perceber 
esses adicionais.
Os servidores ocupantes de cargos do Plano Especial da Polícia 
Rodoviária Federal fazem jus a esses adicionais, observados os critérios legais 
exigidos para a concessão.
As unidades de Recursos Humanos deverão formar processo, visando à 
concessão desses adicionais aos servidores. Esse processo deverá ser instruído 
com os seguintes documentos:
• Dados funcionais dos servidores, que podem ser retirados do sistema 
SIAPE/SIAPECAD ou SRH; 
• Cópia autenticada do laudo técnico pericial, emitido pela autoridade 
competente;
• Portaria de lotação/localização dos servidores no local periciado;
• Portaria de concessão do adicional de insalubridade ou periculosidade aos 
servidores, devidamente publicada no Boletim de Serviço;
Lança-se o adicional no SIAPECAD/SIAPE.
Poderá ser feita uma única Portaria de lotação/localização dos servidores 
em local insalubre ou perigoso e concedendo-lhes o respectivo adicional de 
insalubridade ou de periculosidade.
Estatuto dos Servidores Públicos aplicado à PRF Voltar ao Sumário 86
4. INSTRUÇÃO PROCESSUAL:
O pagamento dessa vantagem é automático no Sistema 
SIAPE/SIAPECAD, entretanto, quando ocorre a mudança de lotação do servidor 
para local que não enseje o seu pagamento, deve-se tomar o cuidado para excluir o 
benefício da Folha de Pagamento do servidor.
5. FUNDAMENTO LEGAL:
• Artigos 68 a 72, da Lei nº 8.112, de 11/12/90;
• Ofício-Circular SRH/MPOG nº 83/02;
• Orientação Normativa SRH/MPOG nº 04, de 13/07/05.
6. PROCEDIMENTOS PARA LANÇAMENTO NO SIAPE:
Usar o procedimento a seguir até a criação de novo módulo no Sistema 
SIAPEnet:
• >FPATMOVFIN 
Percentual: 10%
Sequência: 1
Estatuto dos Servidores Públicos aplicado à PRF Voltar ao Sumário 87
ADICIONAL DE SERVIÇO EXTRAORDINÁRIO
1. CONCEITO:
Adicional devido aos servidores ocupantes de cargo efetivo que realizem 
jornada extra de trabalho para atender a situações excepcionais e temporárias, 
respeitando o limite de 2 (duas) horas por jornada, sendo remunerado com o 
acréscimo de 50% (cinquenta por cento) em relação à hora normal de trabalho
2. OCORRÊNCIA:
Prestação de serviços em jornada excedente ao da duração normal do 
trabalho estabelecida para a categoria funcional, desde que previamente autorizado 
pela Autoridade competente.
3. INFORMAÇÕES GERAIS:
Somente será autorizada a prestação de serviço extraordinário para 
atendimento a situações excepcionais e transitórias, por imperiosa necessidade, 
para execução de tarefas cujo adiamento ou interrupção importe em prejuízo 
manifesto para o serviço.
A autorização para a prestação de serviços extraordinários é 
obrigatoriamente prévia, sendo de responsabilidade da chefia imediata sua 
proposição, supervisão e controle.
Compete ao dirigente de Recursos Humanos do órgão ou entidade a 
autorização para a realização de serviço extraordinário.
O pedido de autorização deverá ser suficientemente fundamentado, 
contendo o motivo, data, local, horário e relação nominal dos servidores que 
executarão o serviço extra, além de outras informações pertinentes à realização do 
serviço.
O serviço extraordinário não poderá ter duração superior a duas horas por 
jornada de trabalho, devendo ainda ser observado o limite de quarenta e quatro 
horas mensais e 90 (noventa) horas anuais.
O limite anual poderá ser acrescido de quarenta e quatro horas mediante 
autorização da Secretaria de Recursos Humanos, por solicitação do órgão ou 
entidade, mediante comprovação de disponibilidade orçamentária e financeira.
Não é devido o adicional por serviço extraordinário aos ocupantes de 
cargo em comissão e funções de confiança, em razão do regime de integral 
dedicação ao serviço a está submetido.
A hora-extra é calculada sobre o valor da remuneração a que o servidor 
faz jus.
Estatuto dos Servidores Públicos aplicado à PRF Voltar ao Sumário 88O adicional por serviço extraordinário sofrerá incidência de desconto para 
o PSS, tendo em vista que é parcela integrante da base de contribuição social do 
servidor, conforme dispõe o Art. 4º da Lei nº 10.887, de 18 de junho de 2004, que 
define como base de contribuição o vencimento do cargo efetivo, acrescido das 
vantagens pecuniárias permanentes estabelecidas em Lei, os adicionais de caráter 
individual ou quaisquer outras vantagens, excluídas as diárias, a ajuda de custo, a 
indenização de transporte, o salário-família, o auxílio-alimentação, o auxílio-creche, 
as parcelas remuneratórias pagas em decorrência de local de trabalho, a parcela 
percebida em decorrência do exercício de cargo em comissão ou de função de 
confiança e o abono de permanência.
O adicional por serviço extraordinário é incompatível com a percepção de 
gratificação de Raios X;
Se a hora extra for noturna, ou seja, prestada entre as 22 (vinte e duas) 
horas de um dia e 5 (cinco) horas do dia seguinte, o percentual de 25% (vinte e 
cinco por cento) incidirá sobre o valor da hora diurna acrescida de 50% (cinquenta 
por cento).
4. INSTRUÇÃO PROCESSUAL:
No âmbito da Administração Pública Federal existem inúmeras restrições 
à autorização e pagamento de horas extraordinárias. 
No DPRF, atualmente, esta possibilidade só é admitida para os servidores 
administrativos, uma vez que o subsídio inviabiliza sua aplicação para os Policiais 
Rodoviários Federais.
Nesse caso, deverá ser autuado processo próprio, antes da execução do 
serviço. Tal processo deverá ser instruído com os seguintes documentos:
• Solicitação do Superintendente ou Chefe de Distrito Regional, com as devidas 
justificativas;
• Documento que consigne, sem sombra de dúvidas, a necessidade da 
execução do serviço extraordinário;
• Relação dos servidores que executarão os serviços extraordinário, contendo 
nome, matrícula SIAPE, quantidade de horas a serem executadas por 
servidor;
• Dados pessoais dos servidores, retirados do Sistema SIAPE, na transação 
>CDCOINDFUN;
• Planilha demonstrativa do custo individual e total do serviço extraordinário;
• Despacho emitido pela área competente da regional ou Distrito, consignando 
o amparo legal da execução do serviço extraordinário;
• Encaminhamento à Coordenação-Geral de Recursos Humanos/DPRF para 
análise conclusiva do pedido.
Estatuto dos Servidores Públicos aplicado à PRF Voltar ao Sumário 89
5. FUNDAMENTO LEGAL:
• Artigos 7º, XVI e 39, § 3º da C.F./88;
• Artigos 19, § 1º, 73 e 74, da Lei nº 8.112, de 11/12/90;
• Decreto nº 948, de 05/10/93; 
• Decreto nº 3.114, de 06/07/99;
• Orientação Normativa nº 02, de 06/05/08.
6. PROCEDIMENTOS PARA LANÇAMENTO NO SIAPE:
6.1. INCLUSÃO DE VALORES CORRESPONDENTES AO EXERC. CORRENTE:
• >FPATMOVFIN 
Rubrica: 0028
Sequência : 6
6. 2. INCLUSÃO DE VALORES DE EXERCÍCIOS ANTERIORES:
• >GRATUAPROC (Inclui o processo no módulo de exercícios anteriores);
• >GRATUABEN (Inclui valores correspondentes a cada beneficiário).
Estatuto dos Servidores Públicos aplicado à PRF Voltar ao Sumário 90
ADICIONAL NOTURNO
1. CONCEITO:
Adicional devido aos servidores pela prestação de serviço no horário 
compreendido entre 22 (vinte e duas) horas de um dia e 5 (cinco) horas do dia 
seguinte, no percentual de 25% (vinte e cinco por cento) sobre o valor da hora 
normal, computando-se cada hora como 52 (cinquenta e dois) minutos e 30 (trinta) 
segundos.
2. OCORRÊNCIA:
Prestação de serviços no período compreendido entre 22 (vinte e duas) 
horas de um dia e 5 (cinco) horas do dia seguinte.
3. INFORMAÇÕES GERAIS:
O pagamento do adicional noturno é feito mediante comprovação da 
prestação de serviços, pela unidade, através da folha registro de ponto.
Em sendo a hora noturna trabalhada também extraordinária, o percentual 
de 25% (vinte e cinco por cento) incidirá sobre o valor da hora diurna acrescida de 
50% (cinquenta por cento).
O adicional noturno não se incorpora à remuneração ou provento.
A percepção do adicional noturno não é permitida quando dos 
afastamentos do servidor.
4. DA INSTRUÇÃO PROCESSUAL:
A chefia imediata deverá informar, na frequência mensal, as horas 
trabalhadas após às 22 (vinte e duas) horas e encaminhar à unidade de Recursos 
Humanos para pagamento do adicional noturno.
5. FUNDAMENTO LEGAL:
• Artigo 7º, inciso IX e 39, § 3º da C.F./88;;
• Artigos 49 e 75 da Lei nº 8.112, de 11/12/90;
• Decreto nº 1.590, de 10/08/95.
6. PROCEDIMENTOS PARA LANÇAMENTO NO SIAPE:
Consultar a Divisão de Pagamento – DIPAG/CGRH.
Estatuto dos Servidores Públicos aplicado à PRF Voltar ao Sumário 91
ADICIONAL POR TEMPO DE SERVIÇO
1. CONCEITO:
O Adicional por Tempo de Serviço é o benefício devido ao servidor, 
correspondente a 1% (um por cento) do vencimento-básico, por ano de efetivo 
exercício no Serviço Público federal, até 08/03/1999, data de sua extinção.
2. OCORRÊNCIA:
Publicação, no Boletim de Serviço, da Portaria de concessão do Adicional 
por Tempo de Serviço.
3. INFORMAÇÕES GERAIS:
Aos servidores públicos federais ocupantes de cargo efetivo é devido o 
adicional por tempo de serviço à razão de 1% (um por cento) por ano de Serviço 
Público efetivo, até 08/03/99.
A base de cálculo do adicional por tempo de serviço é o vencimento-
básico do cargo efetivo, acrescido do complemento do salário mínimo, quando for o 
caso.
O adicional por tempo de serviço deverá ser concedido ao servidor a partir 
do primeiro dia do mês em que completar o requisito legal para a incorporação do 
percentual.
No caso de exercício de dois cargos, legalmente acumuláveis, o servidor 
fará jus ao recebimento do adicional em relação aos dois cargos ocupados.
O servidor ocupante do cargo de Médico, com opção pela jornada de 
trabalho dupla, fará jus ao adicional por tempo de serviço calculado com base no 
vencimento-básico determinado em Lei, desconsiderando o valor que percebe pela 
segunda jornada de trabalho.
O adicional será concedido ao servidor independentemente de 
requerimento, mediante ato do dirigente da unidade de Recursos Humanos de sua 
regional de origem, que manterá controle permanentemente e atualizado desse 
benefício, no Sistema SIAPE/SIAPECAD e na pasta funcional.
Para efeito de concessão deste adicional, deverá ser considerado o tempo 
de serviço Público Federal, prestado no exercício de cargo efetivo, bem como o 
tempo de serviço militar prestado em qualquer época, inclusive o tempo de serviço 
militar obrigatório.
A contagem do tempo de serviço será elaborada em dias e o total 
convertido em anos, considerando o ano como de 365 (trezentos e sessenta e cinco) 
dias.
Estatuto dos Servidores Públicos aplicado à PRF Voltar ao Sumário 92
Os afastamentos identificados abaixo, que são considerados de efetivo 
exercício, serão computados para fins de concessão do adicional por tempo de 
serviço:
• Por 1 (um) dia, para doação de sangue;
• Por 2 (dois) dias, para se alistar como eleitor;
• Por 8 (oito) dias consecutivos em razão de:
- Casamento;
- Falecimento do cônjuge, companheiro, pais, madrasta ou padrasto, 
filhos, enteados, menor sob guarda ou tutela e irmãos;
- Férias;
- Exercício de cargo em comissão ou equivalente em órgão ou entidade 
dos Poderes da União, dos Estados, Municípios e Distrito Federal;
- Exercício de cargo ou função de governo ou Administração, em 
qualquer parte do território nacional, por nomeação do Presidente da República;
- Participação em programa de treinamento regularmente instituído, 
conforme dispuser o regulamento;
- Júri e outros serviços obrigatórios por Lei;
- Missão ou estudo no exterior, quando autorizado o afastamento, 
conforme dispuser o regulamento.
• Licença:- À gestante, à adotante e à paternidade;
- Para tratamento da própria saúde, até o limite de vinte e quatro 
meses;
- Para o desempenho de mandato classista, exceto para efeito de 
promoção por merecimento;
- Por motivo de acidente em serviço ou doença profissional;
- Por convocação para o serviço militar.
• Participação em competição desportiva nacional ou convocação para integrar 
representação desportiva nacional, no País ou no exterior, conforme disposto 
em Lei específica.
O adicional por tempo de serviço não servirá de base de cálculo para 
qualquer outra vantagem pecuniária, exceto férias e ajuda de custo.
Não será efetuado o pagamento do adicional por tempo de serviço ao 
servidor nos casos de afastamentos sem remuneração.
O servidor que se afastar de um cargo efetivo de órgão federal, por 
vacância em virtude de posse em outro cargo inacumulável, levará para o novo 
cargo, o adicional por tempo de serviço que tiver incorporado no cargo anterior.
No caso de atualização do adicional por tempo de serviço, o pagamento 
de diferenças salariais provenientes dessa atualização, deverá ser efetivado de 
acordo com as regras estabelecidas para pagamento de exercícios anteriores, 
aplicando-se a prescrição quinquenal correspondente.
Estatuto dos Servidores Públicos aplicado à PRF Voltar ao Sumário 93
4. INSTRUÇÃO PROCESSUAL:
• Fazer juntada de cópia autenticada de todas as certidões do tempo de 
Serviço Público Federal;
• Anexar dados funcionais retirados do SIAPE;
• Verificar na pasta funcional ou junto ao interessado, se o mesmo tem tempo 
de serviço militar ou tempo prestado em outro órgão federal, para averbação;
• Se servidor aposentado, anexar cópia da Portaria de aposentação;
• Se servidor falecido, anexar cópias das Portarias de concessão de pensão a 
todos os beneficiários e dados retirados do SIAPE, demonstrando quantos e 
quais são os beneficiários;
• Anexar ao processo as fichas financeiras do período correspondente ao 
pagamento;
• Elaborar a nota técnica, fazendo a adequação do modelo existente;
• Elaborar a Portaria de atualização do ATS (anuênios);
• Se aposentado, elaborar o apostilamento dos proventos;
• Encaminhar a minuta de Portaria ao Superintendente/Chefe de Distrito para 
análise e, se homologada, publicar no Boletim Serviço da regional;
• Lançar a concessão no SIAPECAD/SIAPE (anexar ao processo o 
comprovante do lançamento);
• Elaborar os cálculos do valor devido e da diferença, lançando no modelo de 
planilha de cálculo os valores pagos, conforme o constante na ficha financeira 
do servidor;
• Se servidor falecido, elaborar planilha demonstrativa dos valores devidos a 
cada pensionista, observada a cota-parte de cada um;
• Elaborar reconhecimento de dívida e providenciar a assinatura do ordenador 
de despesas para os valores de exercícios anteriores;
• Lançar na base do SIAPE os valores a serem pagos no módulo de 
pagamento de exercício anteriores;
• Se tiver algum valor a ser ressarcido ao erário, providenciar o ressarcimento, 
na forma do artigo 46 da Lei nº 8.112/90, dando-se ciência ao servidor, antes 
de implantar o desconto no SIAPE;
• Fazer despacho do Superintendente/Chefe de Distrito para encaminhamento 
do processo à CGRH/DPRF ou para arquivamento, conforme o caso;
Estatuto dos Servidores Públicos aplicado à PRF Voltar ao Sumário 94
• Arquivar o processo no protocolo somente após as anotações na pasta 
funcional, lançamento no SIAPE/SIAPECAD e ciência ao interessado.
5. FUNDAMENTO LEGAL:
• Artigos 49, inciso III; 61, inciso III, § 2º, e 67, parágrafo único, da Lei nº 8.112, 
de 11/12/90;
• Artigo 7º, inciso I, da 8.162, de 08/01/91;
• Artigo 1º, § 3º, da Lei nº 9.436, de 05/02/97;
• Resolução nº 35, de 02/09/99;
• Parecer MP/CONJUR/SFT nº 1.710/99;
• Medida Provisória nº 2.225-45/01;
• Ofício-Circular SRH/MPOG nº 36, de 29/06/01;
• Comunica nº 436466, de 16/05/01.
6. PROCEDIMENTOS PARA LANÇAMENTO NO SIAPE:
6.1. ADICIONAL POR TEMPO DE SERVIÇO:
 
• > CAACLCIND (cálculo individual de anuênio) – Com o cadastro do servidor 
todo atualizado puxar automaticamente o cálculo individual de anuênio, e o 
sistema registrará que existe informado no cadastro.
• > CAINANMARC (inclui / informa anuênio marco) – Informar o número de 
anuênios que esteja faltando no cadastro do servidor, informar o período de 
que se refere o anuênio informado, caso não tenha sido feita na transação 
automática. Alterar anuênios de aposentados. Se o aposentado tiver PCA, 
deverá efetivar no sistema o seguinte procedimento:
• > CAATCANCMA (cancela anuênio marco) – Se o aposentado tiver como 
informação anuênio marco.
• > CAEXANMARC (exclui anuênio antes do marco) – Se o aposentado tiver 
informação que não seja de marco.
• > CAALPROVEN (altera proventos de aposentadoria) – Altera o quantitativo 
de anuênio.
Estatuto dos Servidores Públicos aplicado à PRF Voltar ao Sumário 95
AJUDA DE CUSTO, PASSAGEM AÉREA E TRANSPORTE DE 
MOBILIÁRIO E BAGAGEM
1. CONCEITO:
A Ajuda de Custo consiste na indenização destinada a compensar as 
despesas de instalação do servidor e de sua família que, no interesse do serviço, 
passar a ter exercício em nova sede, com mudança de domicílio em caráter 
permanente.
Transporte Aéreo consiste na concessão da passagem, de preferência por 
via aérea, ao servidor e sua família no percurso para o novo local de residência e 
lotação.
Transporte de Mobiliário e Bagagem consiste no transporte dos pertences 
do servidor e sua família, compreendendo os objetos que constituem os móveis 
residenciais e bens pessoais do servidor e de seus dependentes. 
2. OCORRÊNCIA:
Requisição do servidor que, no interesse da Administração, passar a ter 
exercício em nova sede, com mudança de domicílio em caráter permanente, por 
motivo de remoção ex-ofício, nomeação, exoneração de cargo em comissão ou 
redistribuição.
3. INFORMAÇÕES GERAIS:
A indenização de ajuda de custo será concedida ao servidor que, no 
interesse do serviço, passar a ter exercício em nova sede, com mudança de 
domicílio, em caráter permanente, de modo a compensar as despesas de instalação. 
A ajuda de custo será concedida em valor proporcional ao da 
remuneração do servidor, correspondente ao mês em que ocorrer o deslocamento 
para a nova sede.
O valor da ajuda de custo corresponderá a uma remuneração, caso o 
servidor possua até um dependente, a duas remunerações, caso o servidor possua 
dois dependentes, e a três remunerações, caso o servidor possua três ou mais 
dependentes. 
Na hipótese em que o servidor fizer jus à ajuda de custo e que, da mesma 
forma, o cônjuge ou companheiro o fizer, somente um perceberá a vantagem.
São assegurados à família do servidor que falecer na nova sede, ajuda de 
custo e transporte para a localidade de origem, dentro do prazo de 1 (um) ano, 
contado do óbito. 
O servidor fica obrigado a restituir os valores da ajuda de custo quando, 
injustificadamente, não se apresentar na nova localidade no prazo de 30 (trinta) dias 
Estatuto dos Servidores Públicos aplicado à PRF Voltar ao Sumário 96
ou quando, antes de decorridos 3 (três) meses do deslocamento, pedir exoneração 
ou abandonar o serviço. 
Não haverá restituição quando o regresso do servidor ocorrer ex officio, 
em razão de doença comprovada, ou em virtude de exoneração, no interesse da 
Administração, após noventa dias do exercício da nova sede. 
Será concedida ajuda de custo àquele que, não sendo servidor da União, 
for nomeado para cargo comissionado ou função de confiança, com mudança de 
domicílio. 
Não se concederá ajuda de custo ao servidor que se afastar do cargo ou 
reassumi-lo em virtude de mandato eletivoou que for exonerado, a pedido, do cargo 
em comissão que ocupa nem, tampouco, em exercício posterior ao fato que ensejou 
o direito a essa indenização.
Correm por conta da Administração, as despesas de transporte do 
servidor e de seus dependentes; compreendendo passagem, preferencialmente por 
via aérea, e transporte de mobiliário e bagagem. 
O servidor que, atendido o interesse da Administração, utilizar condução 
própria no deslocamento para a nova sede, fará jus à indenização da despesa do 
transporte, correspondente a 40% (quarenta por cento) do valor da passagem de 
transporte aéreo no mesmo percurso, acrescida de 20% (vinte por cento) do referido 
valor por dependente que o acompanhe, até o máximo de 3 (três) dependentes. 
Quando os dependentes do servidor não se utilizarem do meio de 
deslocamento previsto neste artigo, a repartição fornecerá passagens rodoviárias ou 
aéreas para os que, comprovadamente, se utilizarem destes meios. 
Na concessão do transporte de mobiliário e bagagem será observado o 
limite máximo de 12m3 (doze metros cúbicos) ou 4.500kg (quatro mil e quinhentos 
quilogramas) por passagem inteira, até 2 (duas) passagens, acrescida de 3m3 (três 
metros cúbicos) ou 900Kg (novecentos quilogramas) por passagem adicional, até 3 
(três) passagens. 
Compreende-se como mobiliário e bagagem os objetos que constituem os 
móveis residenciais e bens pessoais do servidor e de seus dependentes.
Na hipótese de o dependente não acompanhar o servidor quando do seu 
deslocamento, deverá ser informado ao respectivo órgão de pessoal as razões que 
motivaram a sua permanência na origem, de modo que a ajuda de custo possa ser 
paga quando do efetivo deslocamento do dependente, não podendo, entretanto, 
passar de um exercício para o outro. 
São dependentes do servidor para fins de concessão de ajuda de custo, 
transporte (passagem preferencialmente por via aérea) e de transporte de mobiliário 
e bagagem:
• Cônjuge ou companheira legalmente equiparado; 
• Filho de qualquer condição ou enteado; 
Estatuto dos Servidores Públicos aplicado à PRF Voltar ao Sumário 97
• Menor que mediante autorização judicial viva sob sua guarda e sustento; 
• Pais, desde que comprovadamente vivam às suas expensas e se desloquem 
para nova Sede do servidor; 
• Filho maior de idade, desde que inválido; 
• Estudante de nível superior, menor de 24 (vinte e quatro) anos, que não 
exerça atividade remunerada.
Somente para efeito de concessão de transporte (passagem aérea), 
considera-se dependente do servidor, um empregado doméstico, com carteira 
assinada pelo servidor.
O servidor que utilizar condução própria no descolamento para nova sede 
terá direito à indenização correspondente a 40% (quarenta por cento) do valor da 
passagem aérea no mesmo percurso, acrescido de 20% (vinte por cento) por 
dependente que o acompanhe.
O servidor é obrigado a entregar o comprovante do seu deslocamento e 
de seus dependentes, na unidade de Recursos Humanos do seu novo local de 
trabalho, no prazo máximo de 30 (trinta) dias, sob pena de devolução do valor da 
ajuda de custo que tenha recebido.
4. NSTRUÇÃO PROCESSUAL:
4.1. AJUDA DE CUSTO:
• Requerimento do servidor;
• Cópia do ato que deu origem ao exercício em outra Unidade da Federação;
• Cópia autenticada do CPF e RG do servidor;
• Declaração de dependentes que acompanharão o servidor para a nova Sede;
• Documentos comprobatórios da dependência (Certidão de Nascimento, 
Termo de Adoção ou de Guarda e Responsabilidade);
• Documento comprobatório da lotação do servidor na Unidade da Federação 
de Origem;
• Cópia do contracheque do mês em que foi publicada a Portaria de 
deslocamento do servidor;
• Planilha de cálculo detalhada considerando todos os dependentes com os 
valores a serem pagos ao servidor a título de ajuda de custo, devidamente, 
datada e assinada pelo responsável. 
4.2. TRANSPORTE DE MOBILIÁRIO E BAGAGEM:
• Requerimento do servidor;
• Relação dos móveis e bagagens (com valor estimado para efeito de seguro);
• Comprovante de residência anterior
• Comprovante do endereço para onde deverão ser transportados os bens;
• Cópia do ato que deu origem ao exercício em outra Unidade da Federação;
• Cópia autenticada do CPF e RG do servidor;
• Declaração de dependentes que acompanharão o servidor para a nova Sede;
Estatuto dos Servidores Públicos aplicado à PRF Voltar ao Sumário 98
• Documentos comprobatórios da dependência (Certidões de Nascimento, 
Termos de Adoção ou Termos de Guarda e Responsabilidade);
• Documento comprobatório da lotação do servidor na Unidade da Federação 
de Origem.
4.3. TRANSPORTE (PASSAGEM AÉREA) ou INDENIZAÇÃO DE DESPESAS COM 
TRANSPORTE:
• Requerimento do servidor;
• Cópia do ato que deu origem ao exercício em outra Unidade da Federação;
• Cópia autenticada do CPF e RG do servidor;
• Declaração de dependentes que acompanharão o servidor para a nova Sede;
• Documentos comprobatórios da dependência (Certidões de Nascimento, 
Termos de Adoção ou Termos de Guarda e Responsabilidade);
• Documento comprobatório da lotação do servidor na Unidade da Federação 
de Origem;
• Cópias de partes da Carteira de Trabalho e Previdência Social, onde figure a 
respectiva assinatura do servidor como empregador e dos comprovantes de 
pagamento de contribuição previdenciária dos últimos três meses, visando 
comprovar a relação empregatícia. 
4.4. AJUDA DE CUSTO PARA FAMÍLIA DE SERVIDOR QUE FALECER NA NOVA 
SEDE:
• Requerimento
• Cópia da Certidão de Óbito do Servidor
• Cópia autenticada do CPF e RG do requerente
• Cópia da Certidão de Casamento
• Cópia do ato que deu origem ao exercício em outra Unidade da Federação;
• Cópia autenticada do CPF e RG do servidor;
• Declaração de dependentes que acompanharão o servidor para a nova Sede;
• Documentos comprobatórios da dependência (Certidões de Nascimento, 
Termos de Adoção ou Termos de Guarda e Responsabilidade);
• Documento comprobatório da lotação do servidor na Unidade da Federação 
de Origem.
4.4.1. PASSAGEM AÉREA ou INDENIZAÇÃO DE DESPESAS COM TRANSPORTE 
PARA FAMÍLIA DE SERVIDOR QUE FALECER NA NOVA SEDE
• Requerimento
• Cópia da Certidão de Óbito do Servidor
• Cópia autenticada do CPF e RG do requerente
• Cópia da Certidão de Casamento
• Cópia do ato que deu origem ao exercício em outra Unidade da Federação;
• Cópia autenticada do CPF e RG do servidor;
• Declaração de dependentes que acompanharão o servidor para a nova Sede;
• Documentos comprobatórios da dependência (Certidão de Nascimento, 
Termo de Adoção ou de Guarda e Responsabilidade);
• Documento comprobatório da lotação do servidor na Unidade da Federação 
de Origem.
4.4.2. TRANSPORTE DE MÓVEIS E BAGAGENS PARA FAMÍLIA DE SERVIDOR 
QUE FALECER NA NOVA SEDE
• Requerimento
Estatuto dos Servidores Públicos aplicado à PRF Voltar ao Sumário 99
• Cópia da Certidão de Óbito do Servidor
• Cópia autenticada do CPF e RG do requerente
• Cópia da Certidão de Casamento
• Relação dos móveis e bagagens, com valor estimado, para efeito de seguro;
• Comprovante de residência anterior
• Comprovante do endereço para onde deverão ser transportados os bens;
• Cópia do ato que deu origem ao exercício em outra Unidade da Federação;
• Cópia autenticada do CPF e RG do servidor;
• Declaração de dependentes que acompanharão o servidor para a nova Sede;
• Documentos comprobatórios da dependência (Certidão de Nascimento, 
Termo de Adoção ou de Guarda e Responsabilidade);
• Documento comprobatório da lotação do servidor na Unidade da Federação 
de Origem;
Deverão ser formados três processos: um para concessão de ajuda de 
custo, outro para concessão de passagem aérea e outro para concessão de 
transporte de mobiliário e bagagem.5. FUNDAMENTO LEGAL:
• Artigo 51, inciso I, artigos 53 a 57 e artigo 242 da Lei nº 8.112, de 11/12/90, 
com a redação dada pela Lei nº 9.527, de 10/12/97;
• Art. 60 da Lei nº 4.320/64;
• Decreto nº 4.004, de 08/11/01;
• Orientação Normativa nº 1, de 29/04/05;
• Memorando-Circular CGRH/DPRF nº 019, de 05/10/06.
6. PROCEDIMENTOS PARA LANÇAMENTO NO SIAPE:
Não há lançamentos no SIAPE.
O pagamento é feito no SIAFI.
Estatuto dos Servidores Públicos aplicado à PRF Voltar ao Sumário 100
AUXÍLIO PRÉ-ESCOLAR
1. CONCEITO:
Benefício concedido aos servidores da Administração Pública Federal 
direta, autárquica e fundacional, que tem por objetivo oferecer, durante a jornada de 
trabalho, condições de atendimento aos seus dependentes.
2. OCORRÊNCIA:
Requisição do servidor após do nascimento de seus filhos ou quando 
obtiver a guarda de menores, na faixa etária compreendida desde o nascimento até 
o mês em que completar 5 (cinco) anos de idade ou excepcional com idade mental 
até 5 (cinco) anos.
3. INFORMAÇÕES GERAIS:
O servidor terá direito ao auxílio pré-escolar por filho (natural/adotado) e 
dependente (menor sob guarda), na faixa etária de 0 (zero) a 5 (cinco) anos ou se 
excepcional com idade mental de até 5 (cinco) anos, comprovada mediante Laudo 
Médico.
Consideram-se como dependentes, para efeito de percepção do auxílio 
pré-escolar, os filhos e menores sob a comprovada guarda ou tutela do servidor. 
O auxílio pré-escolar destina-se, também, ao dependente portador de 
necessidades especiais, de qualquer idade, desde que comprovado, mediante 
Laudo Médico, que seu desenvolvimento bio-psicomotor corresponda à idade mental 
relativa à faixa etária prevista nos requisitos básicos exigidos para a percepção do 
benefício. 
O auxílio pré-escolar será concedido:
 
• Somente a um dos cônjuges, quando ambos forem servidores da 
Administração Pública Federal direta, autárquica ou fundacional; 
• Ao cônjuge que detiver a guarda legal dos dependentes, em caso de pais 
separados; 
• Somente em relação ao vínculo mais antigo, se o servidor acumular cargos 
ou empregos na Administração Pública Federal direta, autárquica ou 
fundacional; 
• Somente a partir da data do protocolo da solicitação na regional de origem.
 
O auxílio pré-escolar será custeado pela Instituição e pelos servidores. 
A participação do servidor, a ser consignada em Folha de Pagamento com 
Estatuto dos Servidores Públicos aplicado à PRF Voltar ao Sumário 101
a sua anuência, corresponderá a percentuais que variam de 5% (cinco por cento) a 
25% (vinte e cinco por cento), incidindo sobre o valor de sua remuneração. 
O servidor perderá o benefício:
 
• No mês subsequente ao que o dependente completar 6 (seis) anos de idade 
cronológica e mental; 
• Quando ocorrer o óbito do dependente; 
• Enquanto o servidor estiver em licença para tratar de interesses particulares; 
• Enquanto o servidor estiver afastado ou em licença com perda da 
remuneração.
O servidor deverá informar à unidade de Recursos Humanos quando 
ocorrer o óbito de dependentes, visando evitar pagamento indevido do auxílio pré-
escolar.
Em caso de pagamento indevido do auxílio pré-escolar, o servidor deverá 
ressarcir aos cofres públicos os valores percebidos indevidamente.
O servidor fará jus ao auxílio pré-escolar a partir da data em que 
protocolar o pedido de concessão na regional de origem.
4. INSTRUÇÃO PROCESSUAL:
Não há necessidade de autuação de processo para concessão do auxílio 
pré-escolar, bastando, apenas, o servidor apresentar à unidade de Recursos 
Humanos de sua regional, os seguintes documentos:
• Requerimento de concessão de auxílio pré-escolar;
• Cópia autenticada da Certidão de Nascimento ou Termo de adoção ou Termo 
de Guarda e Responsabilidade.
• Cópia autenticada do Laudo médico que comprove a idade mental de até 
5 (cinco) anos para filho/dependente excepcional.
A unidade de Recursos Humanos de origem do servidor registra na pasta 
funcional e lança o benefício no SIAPE/SIAPECAD.
Somente há a necessidade de autuar processo para pagamento de auxílio 
pré-escolar quando se tratar de pagamento correspondente a outros exercícios. 
Nesse caso, o pagamento é feito com verba de custeio e, para efetivação do 
pagamento, o processo deverá ser instruído com os seguintes documentos:
• Requerimento de concessão de auxílio pré-escolar;
• Qualificação do servidor;
• Certidão de Nascimento ou Termo de adoção ou Termo de Guarda e 
Responsabilidade;
Estatuto dos Servidores Públicos aplicado à PRF Voltar ao Sumário 102
• Laudo médico que comprove a idade mental de até 5 (cinco) anos para 
filho/dependente excepcional;
• Planilha de cálculo;
• Reconhecimento de dívida.
Instruído o processo na forma acima especificada, encaminha-se o 
processo à Coordenação-Geral de Recursos Humanos para efetivação do 
pagamento, por ordem bancária.
5. FUNDAMENTO LEGAL:
• Art. 7º, inciso XXV, da C.F./88 (na redação da Emenda Constitucional nº 53);
• Decreto nº 977/93;
• Ofício COGLE/DENOR/SRH nº 312, de 19/06/98;
• Comunica SIAPE – COCLA/DASIS/SRH/MP nº 512812, de 10/05/07.
6. PROCEDIMENTOS PARA LANÇAMENTO NO SIAPE:
6.1. AUXÍLIO PRÉ-ESCOLAR:
1º passo: >CDIADEPEND (inclui / altera dependente);
1ª TELA
INFORME UMA DAS OPÇÕES 
MATRÍCULA:
NOME:
CPF: 
IDENT. ÚNICA:
TECLE <ENTER>
NOME DEPENDENTE: 
DATA NASCIMENTO: 
informe o nome do dependente
informe a data do nascimento
DADOS PARA IDENTIFICACAO DO DEPENDENTE 
CPF : informe o CPF do dependente
UF DO CARTÓRIO: 
NUM. IDENTIDADE: 
informe a UF
informe o nº da identidade
NUM. 
REGISTRO:
UF DO RG: 
informe o nº de registro
informe a UF da RG
DOC ESTRANGEIRO : somente no caso dependente nascido no exterior
TECLE <ENTER>
2ª TELA
Os campos são auto explicativos
TECLE <ENTER>
Estatuto dos Servidores Públicos aplicado à PRF Voltar ao Sumário 103
3ª TELA
TIPO INÍCIO BENEFÍCIO
01 (opcional) AUXÍLIO-PRÉ ESCOLA - IN
02 (apagar este campos) AUXILIO PRE-ESCOLA - DI
03 (opcional) DEDUÇÃO IMPOSTO DE RENDA
04 (apagar este campos) SALARIO FAMÍLIA 
05 (opcional) PLANO DE SAÚDE 
06 (apagar este campo) ASSIST MÉDICO HOSPITALAR 
TIPO INÍCIO BENEFÍCIO 
08 (opcional) AJUDA DE CUSTO 
09 (opcional) AUXÍLIO-NATALIDADE
TECLE <ENTER>
2º passo: >TBCOBENDEP (consulta benefício dependentes, onde é possível 
consultar cada grau de parentesco a respectiva condição de dependência); 
TABELA DE GRAU DE PARENTESCO
001 AVOS 005 CONJUGE 009 IRMAO(A) 
002 BISAVOS 006 ENTEADO(A) 010 NETO(A)
003 BISNETO(A) 007 EX-ESPOSA 011 PAIS 
004 COMPANHEIRO(A) 008 FILHO(A) 012 QUALQUER OUTRA RELAÇÃO 
DEPENDÊNCIA- ESTAB. EM LEI 
3º passo: >TBCOCONDIC (consulta condição de dependente, em que descreve a 
condição do dependentes referente ao código escolhido).
Estatuto dos Servidores Públicos aplicado à PRF Voltar ao Sumário 104
AUXÍLIO-ALIMENTAÇÃO
1. CONCEITO:
É o auxílio pago, em pecúnia, ao servidor público federal ativo para o 
custeio de suas despesas com alimentação, em função dos dias efetivamente 
trabalhados.
2. OCORRÊNCIA:
Apresentação do servidor para assinatura do Termo de Exercício, e início 
efetivo do desempenho das atribuições do cargo público ou da função de confiança.
3. INFORMAÇÕES GERAIS:
O auxílio-alimentação é pago por dia de trabalho, limitando-se ao máximo 
de 22 (vinte e dois) dias mensais. 
O valor do auxílio-alimentação é estabelecido pelo Órgão Central do 
SIPEC e varia conforme a jornada de trabalho do servidor e a região onde ele presta 
serviço.
O auxílio-alimentação tem caráter indenizatório e não se incorpora ao 
subsídio ou remuneração.
Não sãoconsideradas para efeito de pagamento do auxílio-alimentação 
as ocorrências de:
• Afastamento ou licença com perda da remuneração; 
• Afastamento por motivo de reclusão; 
• Exoneração, aposentadoria, transferência ou redistribuição; 
• Licença para tratar de interesses particulares; 
• Falta não justificada. 
O auxílio-alimentação não é devido quando os servidores têm a sua 
disposição restaurante com preços de refeições subsidiadas. 
O auxílio-alimentação não é acumulável com outros da mesma espécie, 
tais como cesta básica ou vantagem pessoal originária de qualquer forma de auxílio 
ou benefício alimentar. 
O auxílio-alimentação não é rendimento tributável e não sofre incidência 
para o Plano de Seguridade Social do Servidor Público. 
O auxílio-alimentação é custeado com recursos do órgão ou entidade em 
Estatuto dos Servidores Públicos aplicado à PRF Voltar ao Sumário 105
que o servidor estiver em exercício, ressalvado o direito de opção pelo órgão ou 
entidade de origem.
O servidor que acumula legalmente cargos ou empregos públicos fará jus 
a um único auxílio-alimentação, mediante de opção. 
A participação do servidor em programa de treinamento regularmente 
instituído, congressos, conferências, ou outros eventos de igual natureza, sem 
deslocamento da sede, não enseja desconto no auxílio-alimentação.
As diárias sofrerão desconto correspondente ao auxílio-alimentação a que 
fizer jus o servidor no período do deslocamento, exceto aquelas eventualmente 
pagas em finais de semana e feriados, observado o limite mensal de 22 (vinte e 
dois) dias.
4. INSTRUÇÃO PROCESSUAL:
Não há necessidade de abertura de processo para a concessão do 
auxílio-alimentação. 
5. FUNDAMENTO LEGAL:
• Artigo 22, da Lei nº 8.460, de 17/09/92;
• Art. 3º e 8º da Lei nº 9.527, de 10/12/97;
• Decreto nº 3887, de 16/08/01.
6. PROCEDIMENTOS PARA LANÇAMENTO NO SIAPE:
• >CDATALIIND (atualiza programa de alimentação individual)
MATRÍCULA: Informar a matrícula do servidor.
DATA DE INÍCIO DA OPÇÃO: data do exercício
TIPO DE VALE: “A” – Alimentação
Estatuto dos Servidores Públicos aplicado à PRF Voltar ao Sumário 106
AUXÍLIO-FUNERAL
1. CONCEITO:
Auxílio-Funeral é um benefício devido à família ou a terceiro que tenha 
custeado o funeral de servidor falecido. 
2. OCORRÊNCIA:
Protocolização do requerimento de auxílio-funeral.
3. INFORMAÇÕES GERAIS:
 O auxílio-funeral corresponde ao valor da remuneração, subsídio ou 
provento a que o de cujus faria jus no mês do falecimento. 
Em caso de acumulação legal de cargos pelo servidor falecido, o auxílio-
funeral será pago somente em razão do cargo de maior remuneração.
O auxílio-funeral é devido à família do servidor falecido em atividade ou 
aposentado, em valor equivalente a (1) um mês da remuneração ou provento.
Se custeado por terceiro, o auxílio-funeral corresponderá ao valor efetivo 
dos custos havidos, na forma de indenização, mediante comprovação por meio de 
notas fiscais, limitado ao valor da última remuneração ou subsídio.
O pagamento de Auxílio-Funeral será efetuado em 48 (quarenta e oito) 
horas, contadas do momento em que for protocolado o pedido.
Em caso de falecimento do servidor em serviço, fora do local de trabalho, 
inclusive no exterior, as despesas de transporte do corpo correrão por conta da 
Instituição, sem prejuízo do pagamento do auxílio-funeral.
O pagamento do auxílio-funeral deverá ser feito via ordem bancária, com 
procedimentos específicos do SIAFI.
Não há previsão legal para pagamento de auxílio-funeral em virtude do 
falecimento de dependentes do servidor, tampouco de pensionistas.
4. INSTRUÇÃO PROCESSUAL:
Preenchimento de formulário específico e autuação de processo junto a 
área de Protocolo da unidade responsável pelo pagamento do servidor falecido, 
anexando cópia dos documentos abaixo relacionados:
• Cópia autenticada da certidão de óbito do servidor;
• Comprovante de despesas: nota fiscal da funerária, nominal ao requerente;
Estatuto dos Servidores Públicos aplicado à PRF Voltar ao Sumário 107
• Cópias autenticadas da carteira de identidade do requerente e do servidor 
falecido;
• Cópias autenticadas do CPF do requerente e do servidor falecido;
• Cópia de documento comprobatório do número da conta bancária, nome e 
número do Banco e da agência do requerente.
5. FUNDAMENTO LEGAL:
• Artigos 226 a 228 da Lei nº 8.112, de 11/12/90.
• Orientação Normativa DRH/SAF nº 101, de 06/05/91.
• Ofício COGLE/DENOR/SRH/SEAP nº 150, de 27/05/99.
6. PROCEDIMENTOS PARA LANÇAMENTO NO SIAPE:
Não há lançamentos no SIAPE.
O pagamento é feito no SIAFI.
Estatuto dos Servidores Públicos aplicado à PRF Voltar ao Sumário 108
AUXÍLIO-NATALIDADE
1. CONCEITO:
Auxílio-Natalidade é um benefício devido à servidora por motivo de 
nascimento de filho, inclusive no caso de natimorto, em quantia equivalente ao 
menor vencimento do Serviço Público Federal vigente na data do nascimento. 
2. OCORRÊNCIA:
Protocolização do requerimento de auxílio-natalidade.
3. INFORMAÇÕES GERAIS:
O auxílio-natalidade destina-se a auxiliar nas despesas do parto e outras 
despesas resultante do nascimento de filhos, inclusive natimorto.
Na hipótese de parto múltiplo, o valor será acrescido de 50% (cinquenta 
por cento), por nascituro.
Esse auxílio será pago ao cônjuge ou companheiro servidor público, 
quando a parturiente não for servidora pública, ou sendo, não tiver recebido no seu 
órgão.
Na ocasião do pagamento do auxílio-natalidade ao servidor, a genitora 
deverá declarar que não ocupa cargo público ou, caso seja ocupante de cargo 
público, em qualquer das esferas do governo, deverá declarar que não recebeu o 
benefício por seu órgão de origem.
Quando da adoção de criança, os servidores não fazem jus ao auxílio-
natalidade, por falta de amparo legal.
O servidor ou servidora aposentada não faz jus ao auxílio-natalidade, vez 
que não ocupa mais cargo público.
4. INSTRUÇÃO PROCESSUAL:
A servidora (mãe) ou o servidor (pai), ou ainda o representante legal, 
deverá preencher requerimento específico a ser entregue na área de Recursos 
Humanos da regional de origem, para abertura de processo, anexando cópias 
autenticadas dos seguintes documentos:
• Certidão de nascimento dos filhos;
• Declaração do cônjuge de que não recebeu esse benefício no seu órgão de 
origem ou de que não é servidor público de nenhuma das esferas do governo.
Estatuto dos Servidores Públicos aplicado à PRF Voltar ao Sumário 109
5. FUNDAMENTO LEGAL:
• Art. 196 da Lei 8.112/90;
• Ofício COGLE/SRH/MPOG nº 92, de 18/04/02.
6. PROCEDIMENTOS PARA LANÇAMENTO NO SIAPE:
6.1. AUXÍLIO-NATALIDADE:
1º passo: >CDIADEPEND (inclui / altera dependente);
1ª TELA
-------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------
INFORME UMA DAS OPÇÕES 
MATRÍCULA:
NOME:
CPF:
IDENT. ÚNICA:
TECLE <ENTER>
NOME DEPENDENTE: 
DATA NASCIMENTO: 
informe o nome do dependente
informo a data do nascimento
DADOS PARA IDENTIFICACAO DO DEPENDENTE 
CPF: informe o CPF do dependente
UF DO CARTÓRIO: 
NUM. IDENTIDADE: 
informe a UF
informe o nº da identidade
NUM. REGISTRO:
UF DO RG: 
informe o nº de registro
informe a UF da RG
DOC ESTRANGEIRO: somente no caso dependente nascido no exterior
TECLE <ENTER>
2ª TELA
(Os campos são auto explicativos.)
TECLE <ENTER>
3ª TELA
TIPO INÍCIO BENEFÍCIO
01 (opcional) AUXILIO-PRE ESCOLA - IN
02 (apagar este campos) AUXILIO PRÉ-ESCOLA - 
DI
03 (opcional) DEDUCAO IMPOSTO DE REND
04 (apagar este campos) SALARIO FAMÍLIA 
05 (opcional) PLANO DE SAÚDE 
06 (apagar este campos) ASSIST MÉDICO 
HOSPITALARTIPO INÍCIO BENEFÍCIO 
08 (opcional) AJUDA DE CUSTO 
09 (opcional) AUXILIO-NATALIDADE
TECLE <ENTER>
2º passo: >TBCOBENDEP (consulta benefício dependentes, onde é possível 
consultar cada grau de parentesco a respectiva condição de dependência);
Estatuto dos Servidores Públicos aplicado à PRF Voltar ao Sumário 110
TABELA DE GRAU DE PARENTESCO
001 AVOS 005 CONJUGE 009 IRMAO(A) 
002 BISAVOS 006 ENTEADO(A) 010 NETO(A)
003 BISNETO(A) 007 EX-ESPOSA 011 PAIS 
004 COMPANHEIRO(A) 008 FILHO(A) 012 QUALQUER OUTRA RELAÇÃO 
DEPENDÊNCIA- ESTAB. EM LEI 
3º passo: >TBCOCONDIC (consulta condição de dependente, em que descreve a 
condição do dependentes referente ao código escolhido);
TABELA DE CONDIÇÃO DE DEPENDENTE
2
2
SEM RENDIMENTOS 32 SEM EXIGÊNCIA DE CONDIÇÃO
3º passo: >FPATMOVFIN
Rend/Desc: R
Código/Rubrica: 00121- AUXÍLIO-NATALIDADE
Sequencial: 6
Valor informado - (ATENÇÃO: observar o mês de nascimento da criança para lançar o menor 
vencimento pago no Serviço Público Federal vigente)
Assunto de Cálculo: 44 
Em caso de nascimento de gêmeos, realizar novo lançamento, no valor de +50% do menor 
vencimento pago no Serviço Público Federal vigente no mês do nascimento da criança; no 
sequencial: 7. 
Estatuto dos Servidores Públicos aplicado à PRF Voltar ao Sumário 111
AUXÍLIO-RECLUSÃO
1. CONCEITO:
Auxílio-Reclusão é o benefício pago mensalmente à família do servidor 
ativo, recolhido à prisão, que não comine com a perda do cargo público.
2. OCORRÊNCIA:
Protocolização do requerimento de auxílio-reclusão.
3. INFORMAÇÕES GERAIS:
A finalidade do auxílio-reclusão é amparar a família do servidor em razão 
de sua ausência, temporária, na seguinte ordem de prioridade: cônjuge ou 
companheira, filhos e pais.
Após a reclusão ou detenção do servidor, faz-se necessária a 
preexistência das condições da dependência econômica, para inscrição do 
beneficiário.
O auxílio-reclusão é devido à família do servidor ativo, nos seguintes 
valores:
• 2/3 (dois terços) da remuneração, quando afastado por motivo de prisão em 
flagrante ou preventiva;
• 1/2 (metade) da remuneração, durante o afastamento, em virtude de 
condenação por sentença delimitada, e a pena que não determine a perda do 
cargo.
Desde que absolvido, o servidor terá direito à integralização da 
remuneração.
O auxílio-reclusão deverá ser pago durante todo o tempo em que o 
servidor permanecer preso.
O auxílio-reclusão deixará de ser pago nas seguintes condições:
• Com a morte do servidor e, nesse caso, o auxílio-reclusão será convertido em 
pensão civil;
• Em caso de fuga, antecipação da liberdade (condicional) ou cumprimento da 
pena (posto em liberdade);
• Com a morte dos beneficiários.
Na hipótese de fuga do servidor, o benefício será restabelecido a partir da 
Estatuto dos Servidores Públicos aplicado à PRF Voltar ao Sumário 112
data da recaptura ou da reapresentação à prisão, nada sendo devido aos seus 
dependentes, enquanto estiver o servidor evadido.
O auxílio-reclusão, a partir de 1º de março de 2008, será devido aos 
dependentes do segurado cuja renda per capta seja igual ou inferior a R$ 710,08 
(setecentos e dez reais e oito centavos), independentemente da quantidade de 
contratos e de atividades exercidas.
Quando o servidor recluso pagar pensão alimentícia, concedida através 
de sentença judicial transitada em julgado, o valor a ser pago do auxílio-reclusão 
será o mesmo percentual da pensão, ou seja, se recebe um valor que corresponde a 
30% (trinta por cento) dos vencimentos do servidor, será pago, como auxílio-
reclusão, o valor de 30% (trinta por cento) do auxílio. O restante é devido aos outros 
dependentes.
4. INSTRUÇÃO PROCESSUAL:
Autuar um único processo para pagamento de auxílio-reclusão a todos os 
beneficiários do servidor
O processo deverá ser instruído com os seguintes documentos:
• Requerimento dos beneficiários do servidor, solicitando a concessão do 
auxílio-reclusão;
• Cópia autenticada do mandado de prisão;
• Qualificação do servidor;
• Documento comprobatório do dia do recolhimento do servidor ao 
estabelecimento prisional;
• Comprovante de renda dos beneficiários ou documento congênere 
informando que eles não possuem rendimentos até o valor fixado em norma;
• Cópia autenticada do CPF, RG e título de eleitor dos beneficiários;
• Documento comprobatório da conta bancária dos requerentes, devendo ser 
conta corrente individual;
• Comprovante de endereço atualizado;
• Documentos comprobatórios de que os requerentes constam registrados na 
pasta funcional do servidor, bem como no SIAPE.
Na análise dos pedidos de auxílio-reclusão deverá ser avaliada a renda 
mensal da família do servidor, sendo concedido o benefício à família que tiver renda 
mensal igual ou inferior a 710,08 (setecentos e dez reais e oito centavos).
Após análise do pedido, e, reconhecido o direito dos pleiteantes, a 
unidade regional proceder-se-á ao lançamento do benefício no sistema SIAPE, 
observados os procedimentos indicados no item 6.
5. FUNDAMENTO LEGAL:
• Artigo 229, da Lei nº 8.112, de 11/12/90;
• Ofício DIORC/COGLE/DENOR/SRH n° 30, de 16/01/98;
• Art. 13 da E.C. nº 20/1998, de 15/12/98;
• Portaria Normativa SRH nº 6, de 13/05/99;
Estatuto dos Servidores Públicos aplicado à PRF Voltar ao Sumário 113
• Artigo 3º, § 3º, Inciso V, da MP nº 2.174, de 24/08/2001;
• Portaria Interministerial nº 77 - MPS/MF, de 11/03/2008;
• Parecer/MP/CONJUR/SMM/nº 0390 - 3.21 / 2008, de 24/04/2008.
6. PROCEDIMENTOS PARA LANÇAMENTO NO SIAPE:
• >CDINREGIST (inclusão de dados do servidor)
NOME SERVIDOR: Informar o nome da beneficiário
SIT.FUNCIONAL: NES 05 - SEM VINCULO
CPF: do beneficiário 
<ENTER>
DATA DO PRIMEIRO EMPREGO: Início da prisão
IDENT. SERVIDOR ORIGEM: do servidor recluso
JORNADA DE TRABALHO: 40 40 HORAS SEMANAIS
PERC. ADICIONAL TEMPO SERVIÇO: deixar em branco
MES PARA CONCESSAO DE ANUÊNIO:deixar em branco
APOSENTADORIA - ANO PREVISTO:deixar em branco
INTEGRAL (S/N): deixar em branco
<ENTER>
NOME: Informar o nome da beneficiário
SITUAÇÃO FUNCIONAL: Vem preenchido
CPF: Vem preenchido
DATA DE NASCIMENTO: Vem preenchido
SEXO: preencher
ESCOLARIDADE: preencher
NACIONALIDADE: preencher
UF DE NASCIMENTO: preencher
PAÍS DE ORIGEM: preencher
ANO DE CHEGADA: preencher
PIS / PASEP: preencher
TÍTULO DE ELEITOR: preencher
NOME DA MÃE: preencher
<ENTER>
COR ORIGEM ÉTNICA: preencher
GRUPO SANGÚINEO: preencher
FATOR RH: preencher
NECESSIDADES ESPECIAIS: preencher se houver.
GRUPO:
CÓDIGO:
DEPENDENTES ECONÔMICOS: preencher
IDENTIDADE 
REGISTRO GERAL: preencher
ÓRGÃO EXPEDIRO: preencher
UF: preencher
DATA DE EMISSÃO: preencher
<ENTER>
ENDEREÇO: preencher
NUMER: preencher
COMPLEMENTO: preencher
BAIRR: preencher
MUNICÍPIO: preencher
Estatuto dos Servidores Públicos aplicado à PRF Voltar ao Sumário 114
UF: preencher
PAÍS: 024 BRASIL 
CEP: preencher
TELEFONE
DDD/DDI: preencher
NÚMERO: preencher
RAMAL: preencher se houver
CORREIO ELETRÔNICO: preencher se houver
<ENTER>
INGRESSO NO SERV PUBLICO FEDERAL / POSSE
GRUPO DE OCORRÊNCIA: 01/........
DATA DE OCORRÊNCIA:
DIPL. LEGAL – COD: NR: DATA:
INGRESSO NO SERV PUBLICO FEDERAL / EXERCÍCIO
GRUPO DE OCORRÊNCIA: 01/........
DATA DE OCORRÊNCIA:
DIPL. LEGAL – COD: NR: DATA:
INGRESSO NO ÓRGÃO
GRUPO DE OCORRÊNCIA: 01/........
DATA DE OCORRÊNCIA:
DIPL. LEGAL – COD: NR: DATA:
<ENTER>
CONFIRMA INCLUSÃO: C (C-CONFIRMA , N-NÃO CONFIRMA, A- ALTERA)
INCLUSÃO DE DADOS FUNCIONAIS EFETUADO COM SUCESSO
DESEJA CONTINUAR COM OS DADOS FUNCIONAIS? ( S ) S – SIM N – NÃO
<ENTER>
CONFIRMA INCLUSÃO: C (C-CONFIRMA , N-NÃO CONFIRMA, A- ALTERA)<ENTER> 
INCLUSÃO DE DADOS FUNCIONAIS EFETUADO COM SUCESSO
DESEJA EFETIVAR A TRANSFERÊNCIA DO SERVIDOR
PARA O BANCO DEFINITIVO DO SIAPE ? ( S ) S – SIM N – NÃO
<ENTER>
NÚMERO DO CPF: Já preenchidos 
NOME: Já preenchidos 
E SITUAÇÃO FUNCIONAL: Já preenchidos 
TODOS OS DADOS DO SERVIDOR FORAM INCLUÍDOS EM ARQUIVO TEMPORÁRIO
ESTA OPERAÇÃO TRANSFERE, EM DEFINITIVO, O SERVIDOR PARA O BANCO SIAPE
CONFIRMA ATUALIZAÇÃO: C (C-CONFIRMA , N-NÃO CONFIRMA, A- ALTERA)
<ENTER>
INCLUSÃO EFETUADA COM SUCESSO
MATRÍCULA SIAPE: CRIADA AUTOMATICAMENTE COM (7 )DÍGITOS
IDENFICAÇÃO ÚNICA: CRIADA AUTOMATICAMENTE COM (8) DÍGITOS
<ENTER>
Estatuto dos Servidores Públicos aplicado à PRF Voltar ao Sumário 115
ASSUNTOS DE CÁLCULO AUTOMÁTICO
IMPOSTO DE RENDA: S 
FUNDO DE GARANTIA P/ TEMPO SERV: N
FUNÇÃO: S 
ABATE TETO: S 
BENEFÍCIOS: S 
FÉRIAS: N 
ADIANTAMENTO - MP 1684-48/98: N 
PENSAO ALIMENT.AD.13/GRAT.NATA : N
PENSAO ALIMENT. 13/GRAT. NATAL: N 
DECRETO 2.693/98 - 28,86%: N
AUXILIO TRANSPORTE: N 
IMPOSTO DE RENDA JUDICIAL: N
ACOES JUDICIAIS: N
 <ENTER> 
CONFIRMA ALTERAÇÃO: C (C-CONFIRMA, N-NÃO CONFIRMA, A-ALTERA)
• >FPATMOVFIN (movimentação financeira)
DADOS DA RUBRICA
CÓDIGO: 00545 - AUXILIO-RECLUSÃO
Estatuto dos Servidores Públicos aplicado à PRF Voltar ao Sumário 116
AUXÍLIO-TRANSPORTE
1. CONCEITO:
Auxílio-Transporte é um benefício, de natureza jurídica indenizatória, 
concedido em pecúnia pela União, destinado ao custeio parcial das despesas 
realizadas com transporte coletivo municipal, intermunicipal ou interestadual, nos 
deslocamentos realizados pelo servidor, de sua residência para o local de trabalho e 
vice-versa e nos deslocamentos "trabalho-trabalho" nos casos de acumulação lícita 
de cargos públicos.
2. OCORRÊNCIA:
Protocolização do requerimento de auxílio-transporte.
3. INFORMAÇÕES GERAIS:
O servidor deverá mensalmente ter uma despesa máxima com transporte 
coletivo, correspondente a 6% (seis por cento) do vencimento do cargo ou emprego, 
ou do vencimento ou subsidio do cargo efetivo, do cargo em comissão ou do cargo 
de natureza especial que ocupa.
A diferença entre o percentual de 6% (seis por cento) e a efetiva despesa 
com transporte coletivo será retribuída, em pecúnia, ao servidor.
O auxílio-transporte tem caráter indenizatório e não se incorpora ao 
vencimento, remuneração ou subsídio.
Não são consideradas, para efeito de pagamento do auxílio-transporte, as 
ocorrências abaixo: 
• Afastamento em missão ou estudo no exterior; 
• Acidente em serviço ou doença profissional; 
• Afastamento ou licença com perda da remuneração; 
• Afastamento por motivo de reclusão; 
• Afastamento por motivo de pena disciplinar de suspensão, inclusive em 
caráter preventivo;
• Afastamento em virtude de determinação judicial; 
• Afastamento para mandato eletivo; 
• Disponibilidade por extinção do órgão ou entidade, ou por expressa 
determinação legal;
Estatuto dos Servidores Públicos aplicado à PRF Voltar ao Sumário 117
• Exoneração e aposentadoria;
• Férias; 
• Licença à gestante, licença paternidade e licença à adotante; 
• Licença para capacitação; 
• Licença para atividade política; 
• Licença para prestar serviço militar; 
• Licença para tratar de interesses particulares; 
• Licença por motivo de afastamento do cônjuge; 
• Licença por motivo de doença em pessoa da família; 
• Licença-prêmio por assiduidade; 
• Licença para tratamento de saúde; 
• Programa de treinamento fora da sede, com pagamento de diárias; 
• Viagem a serviço, com percepção de diárias; 
• Afastamento do País; 
• Faltas não justificadas; 
• Ausência para doação de sangue, alistamento eleitoral, casamento ou luto;
• Período de trânsito quando o servidor for removido, cedido ou redistribuído. 
O auxílio-transporte não pode ser desvirtuado na sua utilização. 
O auxílio-transporte é devido para dois deslocamentos diários. Na 
ocorrência de acumulação lícita de cargos, pode o servidor optar pelo recebimento 
de auxílio-transporte para um deslocamento no percurso “residência-trabalho e vice-
versa” e outro no percurso "trabalho-trabalho".
O auxílio-transporte não é rendimento tributável e não sofre a incidência 
do Plano de Seguridade Social do servidor público.
As diárias sofrem o desconto do auxílio-transporte, exceto aquelas pagas 
nos finais de semana. 
Para o desconto do auxílio-transporte por dia não trabalhado, considera-
se a proporcionalidade de 22 (vinte e dois) dias no mês. 
É vedado o pagamento de auxílio-transporte nos deslocamentos 
residência – trabalho – residência, feitos através de serviço de transporte regular 
Estatuto dos Servidores Públicos aplicado à PRF Voltar ao Sumário 118
rodoviário seletivo ou especial, exceto se a localidade de residência do servidor não 
for servida por meios convencionais de transporte e no caso de impossibilidade de 
escolha por parte do servidor pois, nessa situação, o meio de transporte utilizado 
pelo servidor não pode ser considerado seletivo.
O servidor cedido poderá optar pela percepção do auxílio-transporte no 
órgão cedente ou cessionário.
4. INSTRUÇÃO PROCESSUAL:
Não há necessidade de abertura de processo para a concessão do 
auxílio-transporte, bastando, somente, o servidor apresentar Requerimento de 
concessão do auxílio-transporte e o comprovante de endereço (conta de água, luz 
ou telefone em nome do servidor, ou contrato de locação de imóvel, etc), original ou 
cópia.
5. FUNDAMENTO LEGAL:
• Decreto nº 2280, de 15/12/98;
• Lei nº 8.216, de 13/08/91;
• Ofício SRH/MARE nº 234, de 07/05/98;
• Medida Provisória nº 2.165-36, de 23/08/01;
• Parecer/MP/CONJUR/MAA nº 1640 - 2.9, de 06/12/05;
• Orientação Normativa nº 3, de 23/06/06;
• Memorando Circular CGRH/DPRF nº 29/05.
6. PROCEDIMENTOS PARA LANÇAMENTO NO SIAPE:
• >CDATAUXTRA (atualiza auxílio-transporte)
SERVIDOR (Informar o nome ou a matrícula do servidor)
NOME:
MATRÍCULA:
AUXÍLIO-TRANSPORTE: 000 
Teclar >PF1 AJUDA< e selecionar o valor da despesa diária de acordo com o requerimento do 
servidor..
Estatuto dos Servidores Públicos aplicado à PRF Voltar ao Sumário 119
AVERBAÇÃO DE TEMPO DE SERVIÇO
1. CONCEITO:
Averbação de Tempo de Serviço é o registro do tempo de contribuição 
decorrente de vínculo de trabalho prestado a outra Instituição, pública ou privada.
2. OCORRÊNCIA:
Protocolização do requerimento de averbação de tempo de serviço.
3. INFORMAÇÕES GERAIS:
O servidor deverá solicitar à respectiva área de Recursos Humanos, 
declaração de vínculo a ser apresentada no INSS, ou órgão público em que tenha 
prestado serviço, para expedição de certidão de tempo de serviço/contribuição. 
O tempo de serviço prestado ao Serviço Público Federal será contado 
para todos os efeitos (dentro dos limites que a legislação especifique), mediante 
certidão expedida pelo órgão em que tenha trabalhado.
O tempo de serviço prestado ao Serviço Público Estadual, Municipal e ao 
Governo do Distrito Federal será contado apenas para aposentadoria e 
disponibilidade, mediante certidão emitida pelo órgão competente.
O tempo de serviço prestado em atividade privada será contado apenas 
para aposentadoria, mediante apresentação de certidão fornecida pelo INSS.
O tempo de serviço prestado a Empresas Públicas ou Sociedades de 
Economia Mista, de âmbito federal, será contado para fins de aposentadoria, 
disponibilidade e adicional por tempo de serviço, sendo que, para essa última 
vantagem, contará o tempo prestado até 08/03/1999.
O tempo de serviço militar prestado às Forças Armadas será contado para 
todos os fins, exceto o Tiro de Guerra, cujo tempo será computado apenas para 
aposentadoria.
O tempode aluno-aprendiz de escola técnica federal é considerado para 
todos os efeitos, desde que remunerado pelos cofres públicos, conforme estabelece 
a legislação.
O tempo de serviço de servidores afastados para servir a organismo 
internacional será contado para fins de aposentadoria.
O tempo de serviço de servidores cedidos sem ônus, na forma prevista 
nos incisos II e III, do artigo 102, da Lei nº 8.112/90, será considerado para 
aposentadoria, desde que o interessado apresente certidão desse tempo, por 
ocasião de seu retorno.
Estatuto dos Servidores Públicos aplicado à PRF Voltar ao Sumário 120
Aprovado o candidato no programa de formação, o tempo destinado ao 
seu cumprimento poderá ser computado para todos os efeitos como de efetivo 
exercício no cargo público em que venha a ser investido, exceto para fins de estágio 
probatório, estabilidade, férias e promoção, observado o que segue:
• Até 16 de dezembro de 1998, data da publicação da Emenda Constitucional 
nº 20, de 1998, o tempo de serviço será averbado, independentemente de 
comprovação de contribuição, nos termos do Art. 14, § 2º da Lei nº 9.624, de 
2 de abril de 1998;
• Após essa data, caso o servidor queira averbar o tempo do curso de 
formação, deverá apresentar requerimento próprio, e proceder ao 
recolhimento das respectivas contribuições do período correspondente, 
calculados sobre o valor da bolsa (auxílio financeiro). Nesse caso, após o 
recolhimento da parte patronal, deverá ser feita a Portaria de averbação do 
tempo do curso de formação, exclusivamente, para fins de aposentadoria, 
conforme decisão do Tribunal de Contas da União – TCU, DC-0322-33/99-P.
Para os casos de averbação de tempo de serviço do curso de formação, 
torna-se conveniente estabelecer os seguintes marcos temporais:
• Se o Curso de Formação Profissional tiver sido realizado na vigência da 
Medida Provisória nº 1.195, publicada em 25 de novembro de 1995, isto é, de 
25 de novembro de 1995 a 04 de dezembro de 1997, considera-se para todos 
os efeitos o tempo de duração do curso, como de efetivo exercício no cargo 
público em que tenha sido investido o candidato;
• A partir de 05 de dezembro de 1997, data da publicação da Medida Provisória 
nº 1.480-37, também é considerado “para todos os efeitos o tempo de 
duração do curso de formação como de efetivo exercício no cargo público em 
que venha a ser investido o servidor, porém, excetua-se para fins de estágio 
probatório, estabilidade, férias, e promoção”, conforme entendimento da 
Secretaria de Recursos Humanos/MP, através de Despacho COGLE/SRH, de 
15 de maio de 2001.
Assim, tendo o servidor realizado o curso de formação para Policial 
Rodoviário Federal, após 05 de dezembro de 1997, ou seja, na vigência da Medida 
Provisória nº 1.480-37 (convertida na Lei nº 9.624, de 02 de abril de 1998), 
concluímos que, ele terá direito a:
• Averbar o tempo do curso de formação para fins de aposentadoria, mediante 
recolhimento dos valores correspondentes às contribuições calculadas sobre 
o auxílio financeiro, conforme decisão do Tribunal de Contas da União – TCU, 
DC-0322-33/99-P.
• A perceber gratificação natalina na forma do Art. 63 da Lei nº 8.112, de 1990, 
na proporção de 1/12 (um dose avos) por mês de participação do servidor no 
curso de formação. 
Estatuto dos Servidores Públicos aplicado à PRF Voltar ao Sumário 121
Observações:
- Para os servidores que realizaram o Curso de Formação em 2002, 
considerando que no mês de dezembro/2002 eles receberam apenas o auxilio 
financeiro pelo fato de, ainda, estarem participando do Curso de Formação, e só 
vieram a ser nomeados em fevereiro/2003, a gratificação natalina será calculada 
com base no auxílio financeiro recebido na ocasião da realização do curso, haja 
vista que, de acordo com as normas legais, o pagamento deve ser calculado com 
base na remuneração do mês de dezembro, no caso, o auxílio financeiro. Deverá, 
também, observar a prescrição quinquenal para o pagamento dessa gratificação.
- Para os servidores que realizaram o Curso de Formação no ano de 
2004 a gratificação será calculada na proporção de 1/12 (um doze avos) por mês de 
participação do servidor no curso de formação, com base na remuneração do mês 
de dezembro de 2004, haja vista que em dezembro de 2004, eles já se encontravam 
nomeados e empossados nos cargos de Policial Rodoviário Federal.
- Quanto às férias proporcionais, o tempo do curso de formação dos 
servidores que entraram em exercício do cargo efetivo no ano de 2004 não poderá 
ser computado, por absoluta falta de amparo legal, conforme o disposto no Art. 14, 
§ 2º da Lei nº 9.624, de 2 de abril de 1998.
É possível a contagem recíproca de tempo de serviço público e privado, 
vedada a contagem cumulativa/concomitante.
O tempo de serviço retribuído mediante recibo não é contado para 
nenhum efeito.
Não se averba tempo de serviço prestado gratuitamente.
Não poderá ser averbado tempo de serviço já averbado e utilizado em 
outro órgão.
Os procedimentos a serem adotados para a averbação de tempo de 
serviço serão executados tanto pelo servidor interessado, quanto pela unidade de 
lotação, da seguinte forma:
• QUANTO AO SERVIDOR :
Solicita, através de requerimento padrão dirigido à chefia imediata, 
anexando cópia autenticada da certidão de tempo de serviço expedida pelo INSS, 
quando for atividade privada ou autônoma ou certidão expedida por órgão público 
federal, estadual, distrital ou municipal, quando for atividade pública, ou ainda, no 
caso de serviço militar obrigatório, deverá ser aceita cópia autenticada do certificado 
de reservista, desde que contenha o início e o término do serviço e a apuração do 
tempo de serviço em anos, meses e dias.
 
• QUANTO À UNIDADE DE LOTAÇÃO DO SERVIDOR :
De posse da documentação fornecida pelo interessado, autua-se o 
processo, enviando-o à respectiva área de Recursos Humanos para análise, sob o 
ponto de vista legal.
Estatuto dos Servidores Públicos aplicado à PRF Voltar ao Sumário 122
4. INSTRUÇÃO PROCESSUAL:
Devem constar no processo de averbação de tempo de serviço os 
seguintes documentos:
• Requerimento do servidor;
• Cópia autenticada da certidão de tempo de serviço ou do certificado de 
reservista;
• Dados funcionais do servidor.
5. FUNDAMENTO LEGAL:
• Decreto Lei nº 4.073, de 31/01/42;
• Lei nº 3.552, de 16/02/59;
• Lei nº 6.226, de 14/07/75;
• Lei 9.624, de 02/04/1998;
• Artigos 63, 77, 100, 101, 102 e 103 da Lei nº 8.112, de 11/12/90;
• Orientações Normativas DRH/SAF nº 29, 64, 80, 82 e 84, 92, 94 e 102;
• Parecer DRH/SAF nº 445, de 31/10/90;
• Artigos 198 a 207 do Decreto n 357, de 07/12/91;
• Parecer DRH/SAF nº 540, de 29/09/92;
• Súmula do TCU nº 96, anexo à Decisão nº 759/94;
• Medida Provisória nº 1.815 de 05/03/99;
• Orientação Normativa SRH/MPOG nº 02, de 25/03/02;
• Memorando-Circular CGRH/DPRF nº 43, de 22/10/04.
6. PROCEDIMENTOS PARA LANÇAMENTO NO SIAPE:
• >CAINTAS (inclui tempo anterior de serviço)
MATRÍCULA: Identificação do servidor
PERÍODO TRABALHADO 
DATA INÍCIO: Conforme o caso 
DATA FIM: Conforme o caso
CÓDIGO ÓRGÃO/EMPRESA: OU NOME: Informar sempre neste campo nome ou sigla do órgão
TIPO DE AVERBACAO: B (B=BRUTA L=LIQUIDA) 
B= BRUTA – Tempo público
L= LIQUIDA - Tempo privado
OBSERVAÇÕES: Que julgar necessária
NATUREZA JURIDICA: ( teclar F1 e selecionar)
REGIME JURÍDICO: ( teclar F1 e selecionar)
ATIVIDADE EXTERNA: ( teclar F1 e selecionar)
NÚMERO DO PROCESSO: 
MENSALISTA/DIARISTA: M (M / D)
TECLE <ENTER> PARA CONTINUAR
CONFIRMA INCLUSÃO? S ( S-SIM N-NÃO )
Estatuto dos Servidores Públicos aplicado à PRF Voltar ao Sumário 123
DIÁRIAS
1. CONCEITO:
Diáriaé uma indenização a que faz jus o servidor que, a serviço, 
afastar-se da sede em caráter eventual ou transitório para outro ponto do território 
nacional ou para o exterior.
2. OCORRÊNCIA:
Requisição das diárias, utilizando o Sistema de Concessão de Diárias e 
Passagens – SCPD. 
3. INFORMAÇÕES GERAIS:
A diária tem por objetivo cobrir despesas de pousada, alimentação e 
locomoção urbana.
A diária será concedida por dia de afastamento, devendo ser paga antes 
do deslocamento do servidor.
No dia do retorno, ou quando o deslocamento não exigir pernoite fora da 
sede, ou quando a União custear por meio diverso as despesas extraordinárias 
cobertas por diárias, será devida somente metade do valor da diária.
Nos casos em que o deslocamento da sede constituir exigência 
permanente do cargo, o servidor não fará jus a diárias. 
Também não fará jus a diárias o servidor que se deslocar dentro da 
mesma região metropolitana, aglomeração urbana ou microrregião, constituídas por 
municípios limítrofes e regularmente instituídas, ou em áreas de controle integrado 
mantidas com países limítrofes, cuja jurisdição e competência dos Órgãos e 
entidades considerar-se-à estendida, salvo se houver pernoite fora da sede, 
hipóteses em que as diárias pagas serão sempre as fixadas para afastamento 
dentro do território nacional.
O servidor que receber diárias e não se afastar da sede, por qualquer 
motivo, fica obrigado a restituí-las integralmente, no prazo de 5 (cinco) dias.
4. INSTRUÇÃO PROCESSUAL:
Não há necessidade de abertura de processo específico para pagamento 
de diárias, bastando apenas a requisição das diárias no Sistema de Concessão de 
Diárias e Passagens – SCDP, que é um sistema informatizado, do Ministério do 
Planejamento, Orçamento e Gestão, acessado via Internet, que integra as atividades 
de concessão, registro, acompanhamento, gestão e controle das diárias e 
passagens, decorrentes de viagens realizadas no interesse da Administração, em 
território nacional ou estrangeiro. 
Estatuto dos Servidores Públicos aplicado à PRF Voltar ao Sumário 124
De acordo com o art. 2º do Decreto nº 6.258, de 19/11/2007, que 
acrescentou o Art. 12-A ao Decreto nº 5.992, de 19/12/2006, ficou estabelecido que:
“Art. 12-A. O Sistema de Concessão de Diárias e Passagens – SCDP do 
Ministério do Planejamento, Orçamento e Gestão é de utilização obrigatória pelos 
órgãos da Administração Pública Federal direta, autárquica e fundacional.
Parágrafo único: Todos os órgãos da Administração Pública Federal 
direta, autárquica e fundacional deverão estar adaptados ao disposto no caput até 
31 de dezembro de 2008. (NR)”.
5. FUNDAMENTO LEGAL:
• Artigos 58 e 59 da Lei nº 8.112/90;
• Decreto nº 5.992, de 19/12/06;
• Artigo 2º do Decreto nº 6.258, de 19/11/07.
6. PROCEDIMENTOS PARA LANÇAMENTO NO SIAPE:
Não há lançamentos no SIAPE.
O pagamento é feito no SIAFI.
Estatuto dos Servidores Públicos aplicado à PRF Voltar ao Sumário 125
FATOR 1.4 E 1.2
1. CONCEITO:
Fator 1.4 e 1.2 é a conversão do tempo de serviço especial em comum 
pelo fator de multiplicação 1.4 (um ponto quatro) para o homem, e 1.2 (um ponto 
dois) para mulher, exercido sob as normas da CLT, em cargo efetivo, no Serviço 
Público Federal, desde que seja comprovada a efetiva exposição do servidor aos 
agentes prejudiciais à saúde ou à integridade física, até a data de 12/12/1990.
2. OCORRÊNCIA:
Publicação no Boletim de Serviço da Portaria de averbação do tempo de 
serviço, com o acréscimo do fator 1.3 ou 1.4.
3. INFORMAÇÕES GERAIS:
A averbação do tempo de serviço com o acréscimo do fator multiplicativo 
somente poderá ser feita mediante solicitação do servidor, que deverá comprovar 
que no período celetista anterior à implantação do regime estatutário (Lei nº 
8.112/90), exerceu atividades em condições insalubres, penosas e/ou perigosas, 
inclusive atividades com Raios X e substâncias radioativas.
O período de tempo exercido sob condições especiais será considerado 
somente para fins de aposentadoria e abono de permanência;
A concessão do abono de permanência retroagirá a data em que o 
servidor implementou todos os requisitos para aposentadoria voluntária, respeitada a 
prescrição quinquenal;
Com este benefício, os servidores poderão acrescentar 40% (quarenta 
por cento) se homem ou 20% (vinte por cento) se mulher, ao seu tempo de serviço.
Para efeito da contagem do tempo de serviço prestado sob condições 
insalubres, penosas e/ou perigosas, inclusive atividades com Raios X e substâncias 
radioativas, será considerado somente o período exercido até 12 de dezembro de 
1990, pelos servidores públicos anteriormente submetidos ao regime celetista.
A comprovação do tempo de serviço prestado pelo servidor se fará por 
meio de certidão emitida pelas áreas de Recursos Humanos do órgão de origem do 
servidor.
A concessão do benefício depende da comprovação do tempo especial 
com a apresentação dos seguintes documentos:
• Laudos periciais emitidos no período do exercício juntamente com as 
Portarias de lotação do servidor no local periciado e de concessão do 
adicional de insalubridade ou periculosidade;
Estatuto dos Servidores Públicos aplicado à PRF Voltar ao Sumário 126
• Portaria de designação para os servidores que operam com Raios X e 
substâncias radioativas;
• Carteira de trabalho para verificação do cargo exercido;
• Comprovante do recebimento do adicional de insalubridade, periculosidade 
ou gratificação de Raios X e substâncias radioativas;
• Fichas financeiras correspondentes à época do recebimento dos adicionais 
ou gratificação de Raios X e substâncias radioativas;
• Outros meios de prova tais como:
- Relatório de exercício da atividade;
- Memorando determinando o exercício de atribuições ou tarefas.
Serão computados como tempo de serviço especial os seguintes 
afastamentos:
• Férias; 
• Casamento; 
• Luto; 
• Licenças para tratamento da própria saúde, à gestante ou em decorrência de 
acidente em serviço; 
• Prestação eventual de serviço por prazo inferior a 30 (trinta) dias.
Após a respectiva conversão, o período será somado ao tempo de 
atividade comum; 
A averbação do tempo de serviço com o acréscimo do fator 1.4 ou 1.2 
enseja o direito à revisão da aposentadoria daqueles servidores que já havia sido 
concedida e a consequente revisão nos proventos, computando o tempo especial, 
até 12/12/1990, e adicionando ao tempo comum, computável para a aposentadoria, 
respeitada a prescrição quinquenal, para possíveis vantagens e benefícios 
financeiros concedidos pelo acréscimo do tempo de serviço.
3.1. CARGO DE POLICIAL RODOVIÁRIO FEDERAL:
Segundo o disposto no Despacho s/nº DIORC/COGES/SRH, de 
09/05/2008, a atividade policial não se enquadra como atividade insalubre, penosa e 
perigosa.
Por esse motivo, os servidores ocupantes do cargo de Policial Rodoviário 
Federal não fazem jus à averbação do tempo de serviço prestado sob a égide da 
CLT, com o acréscimo do fator 1.4 ou 1.2..
Estatuto dos Servidores Públicos aplicado à PRF Voltar ao Sumário 127
Assim sendo, as averbações do tempo de serviço com o acréscimo 
correspondente somente serão efetivadas mediante determinação judicial.
4. INSTRUÇÃO PROCESSUAL:
• Requerimento do servidor;
• Abertura de processo administrativo;
• Documentos comprovando que o servidor exerceu atividades em condições 
insalubres, penosas e/ou perigosas, inclusive atividades com Raios X e 
substâncias radioativas;
• Qualificação do servidor;
• Informação sobre sua legalidade;
• Apuração do tempo de efetivo exercido;
• Emissão da certidão de tempo de serviço;
• Mapa de tempode serviço
• Portaria de averbação de tempo de serviço, de natureza privada ou de outro 
órgão público, se houver;
• Minuta de Portaria de concessão do benefício;
• Homologação e publicação do ato no B.S.;
• Ciência do interessado;
• Arquivo permanente do processo.
5. FUNDAMENTO LEGAL:
• Decreto nº 4.827, de 3/09/03;
• Despacho DIORC/COGES/SRH s/nº, de 09/05/08.
• Acórdão TCU nº 2008/06;
• Orientação Normativa SRH/MPOG nº 3/07;
• Orientação Normativa SRH/MPOG nº 7/07.
6. PROCEDIMENTOS PARA LANÇAMENTO NO SIAPE:
Depois de adotadas todas as providências de reconhecimento e 
averbação do tempo de serviço prestado sob condições insalubres e perigosas com 
a publicação de Portaria, seguir as orientações abaixo:
Considerando tratar-se de concessão por intermédio de mandado de 
segurança, utilizar a atividade externa 79, que já calcula com o acréscimo, veja 
abaixo:
Neste caso, terão que excluir a averbação já existente para o servidor e 
incluí-la novamente com os parâmetros adequados.
Esclarece-se que a averbação com acréscimo deve ser encerrada em 
11 de dezembro de 1990.
• > CAINTAS (inclui tempo anterior de serviço)
Estatuto dos Servidores Públicos aplicado à PRF Voltar ao Sumário 128
MATRÍCULA: Identificação do servidor
PERÍODO TRABALHADO 
DATA INÍCIO: Conforme o caso 
DATA FIM: 11DEZ1990
CÓDIGO ÓRGÃO/EMPRESA: OU NOME: Informar sempre neste campo nome ou sigla do órgão
TIPO DE AVERBACAO: B (B=BRUTA L=LIQUIDA) 
B= BRUTA – Tempo público
L= LIQUIDA - Tempo privado
OBSERVAÇÕES: Que julgar necessária
NATUREZA JURIDICA: 03 AUTARQUIA FEDERAL
REGIME JURÍDICO: 01 CONSOLIDAÇÃO DAS LEIS DO TRABALHO
ATIVIDADE EXTERNA: 079 DECISÃO JUDICIAL (CONVERSÃO 1,4) se homem.
 080 DECISÃO JUDICIAL (CONVERSÃO 1,2) se mulher.
NÚMERO DO PROCESSO: 
MENSALISTA/DIARISTA: M (M / D)
TECLE <ENTER> PARA CONTINUAR
CONFIRMA INCLUSÃO? S ( S-SIM N-NÃO )
Estatuto dos Servidores Públicos aplicado à PRF Voltar ao Sumário 129
FÉRIAS
1. CONCEITO:
Férias é o período anual de descanso remunerado, com duração prevista 
em Lei.
2. OCORRÊNCIA:
Apresentação de formulário para programação de férias no SIAPE.
3. INFORMAÇÕES GERAIS:
O gozo de férias é um direito fundamental atribuído ao trabalhador.
As férias são irrenunciáveis e não podem ser substituídas por 
compensações financeiras.
Para o primeiro período aquisitivo de férias serão exigidos 12 (doze) 
meses de exercício.
Após o primeiro período aquisitivo, o servidor poderá usufruir as férias em 
qualquer mês do ano correspondente, limitado o início do gozo até 31 de dezembro. 
As férias poderão ser parceladas em até 3 (três) etapas, desde que 
requeridas pelo servidor e no interesse da Administração, dentro do mesmo 
exercício, não podendo ser inferior a 10 dias, com exceção dos Operadores e 
Técnicos de Raios X.
As alterações na programação de férias deverão ser solicitadas através 
de formulário próprio pela Chefia imediata do servidor, com antecedência mínima de 
60 (sessenta) dias do início do gozo.
O pagamento da remuneração de férias deve ser efetuado até 02 (dois) 
dias antes do início do respectivo usufruto.
É vedada a acumulação de férias para os servidores que operam direta e 
permanentemente com Raios X ou substâncias radioativas. Nesse caso, as férias 
serão gozadas obrigatoriamente em duas parcelas de 15 (quinze) dias, a cada 
período de 06 (seis) meses de exercício.
É vedado descontar nas férias qualquer falta ao serviço.
As férias somente poderão ser interrompidas por motivo de calamidade 
pública, comoção interna, convocação para júri, serviço militar ou eleitoral, ou por 
necessidade do serviço, declarada pela autoridade máxima do órgão ou entidade.
A primeira parcela da Gratificação Natalina poderá ser antecipada no 
pagamento das férias, quando por opção, o servidor explicitar na escala de férias ou 
Estatuto dos Servidores Públicos aplicado à PRF Voltar ao Sumário 130
em requerimento próprio, que deseja recebê-la, desde que as férias sejam 
usufruídas até o mês de maio do correspondente exercício.
As férias, completas ou incompletas, somente podem ser indenizadas em 
caso de exoneração, na proporção de 1/12 (um doze avos) por mês de efetivo 
exercício ou fração superior a 14 (quatorze) dias.
As férias deverão ser gozadas durante o ano civil, somente podendo ser 
acumuladas, até o máximo de 02 (dois) períodos, no caso de necessidade do 
serviço anteriormente declarada pela autoridade competente.
O servidor licenciado ou afastado fará jus às férias relativas ao exercício 
em que retornar.
Caso o servidor seja acometido de alguma moléstia durante o período de 
gozo das férias, somente será concedida licença médica após o término das férias.
Na hipótese em que o período de gozo das férias programadas coincidir, 
parcial ou totalmente, com o período de licença ou afastamento, as férias do 
exercício correspondente serão reprogramadas, vedada a acumulação para o 
exercício seguinte em decorrência da licença ou afastamento.
No âmbito do DPRF, a concessão de férias foi regulamentada pela 
Portaria nº 507/2008, a qual estabelece que na Programação Anual de Férias dos 
servidores deste DPRF deverá constar:
• A forma em que serão usufruídas as férias: integral ou parcelada;
• O período de gozo das férias;
• A opção pelo adiantamento da gratificação natalina;
• A opção pela antecipação da remuneração das férias;
• A anuência da chefia imediata.
Considera-se Programação Anual de Férias o planejamento geral do 
órgão, relativamente à marcação prévia das férias de todos os servidores, 
indistintamente, para o exercício seguinte, observado a necessidade do serviço e o 
interesse da Administração.
A programação anual de férias deverá ser realizada no período de 15 de 
setembro a 15 de dezembro do ano de exercício vigente.
As férias somente poderão ser fracionadas com anuência da chefia 
imediata, devendo o servidor, ao preencher sua programação de férias, informar o 
número de dias do parcelamento.
As férias poderão ser parceladas da seguinte forma:
• 15 - 15 dias;
Estatuto dos Servidores Públicos aplicado à PRF Voltar ao Sumário 131
• 10 - 20 dias;
• 20 - 10 dias; 
• 10-10-10 dias;
• 30 dias.
Para os servidores ocupantes de cargo comissionado ou função 
gratificada nas Superintendências e Distritos Regionais há a necessidade da ciência 
e anuência do Superintendente ou Chefe de Distrito.
Para os servidores ocupantes de cargo comissionado ou função 
gratificada, lotados na Sede do DPRF, há necessidade da ciência e concordância 
dos Coordenadores-Gerais, Coordenadores ou Assessores a que o servidor estiver 
subordinado.
Para os Superintendentes, Chefes de Distritos, Coordenadores-Gerais, 
Coordenadores e Assessores há necessidade da anuência do Diretor-Geral.
Na ausência do Diretor-Geral caberá ao Coordenador-Geral de Recursos 
Humanos a anuência das férias dos servidores ocupantes dos cargos de 
Superintendentes e Chefes de Distritos Regionais.
O servidor poderá fracionar suas férias em até três períodos, desde que 
observado o estabelecido anteriormente.
Diante do aumento das atividades operacionais e administrativas, diante 
da necessidade do serviço, caracterizando assim o interesse da Administração, nos 
meses de dezembro, janeiro, fevereiro e julho, somente será permitido que até 5% 
(cinco por cento) do efetivo total da respectiva unidade de lotação, goze férias nos 
meses acima mencionados.
Entende-se por unidade de lotação da Polícia Rodoviária Federal, as 
Coordenações-Gerais, Coordenações, Assessorias, Divisões, Seções, Setores, 
Núcleos,Delegacias e Postos.
Entende-se por efetivo total, servidores ocupantes do cargo de policial 
rodoviário federal e do plano especial de cargos do DPRF.
No mês janeiro, fevereiro, julho ou dezembro somente será permitido ao 
servidor, por unidade de lotação, a marcação de um único período de férias, 
correspondente a 10 (dez) dias, se optar por gozar férias nesses meses, observado 
o percentual de 5% (cinco por cento).
São de inteira responsabilidade da Chefia Imediata dos servidores, o 
controle, a homologação e a comunicação do período aquisitivo de férias.
As Superintendências e Distritos deverão manter quadro de férias de seus 
servidores devidamente atualizado nas respectivas áreas de Recursos Humanos e 
Estatuto dos Servidores Públicos aplicado à PRF Voltar ao Sumário 132
gabinetes, devendo encaminhar cópia à Coordenação-Geral de Operações para 
controle.
Caberá à Divisão de Cadastro o acompanhamento e monitoramento 
mensal das férias dos servidores, por ocasião das eventuais operações.
Constatada qualquer irregularidade a Coordenação-Geral de Recursos 
Humanos comunicará imediatamente à Direção Geral, à Coordenação-Geral e 
Operações e à Corregedoria Geral.
As Chefias imediatas deverão observar e zelar para que nos meses de 
MARÇO – ABRIL – MAIO – JUNHO - AGOSTO – SETEMBRO – OUTUBRO E 
NOVEMBRO o efetivo de férias não ultrapasse o percentual de 15% (quinze por 
cento) do efetivo total por unidade de lotação.
As férias dos servidores que cumprem regime de escala de serviço, 
somente poderão ser iniciadas após a conclusão do turno de serviço, cabendo à 
chefia imediata do servidor acompanhar, controlar e informar qualquer irregularidade 
do Chefe da regional.
É vedada a acumulação de férias para o exercício seguinte.
O gozo das férias deverá iniciar até o dia 31 de dezembro do ano do 
exercício correspondente, tanto o período único, quanto para o último período, 
quando fracionadas.
Em caso de licença ou afastamento dos servidores, quando da marcação 
das férias, deverá ser observado o contido no artigo 4° e 13° da Portaria Normativa 
nº 02 de 14 de outubro de 1998/SRH/MARE.
As férias somente poderão ser acumuladas com as do exercício seguinte, 
por necessidade do serviço, devidamente comprovada e justificada pela chefia 
imediata.
Será autorizada a acumulação das férias somente com a anuência do 
Superintendente ou Chefe de Distrito Regional.
A decisão quanto à acumulação das férias dos servidores deste 
Departamento é de responsabilidade do Coordenador-Geral de Recursos Humanos.
Poderá ser requerida a acumulação das férias no prazo de 30 (trinta) dias 
antes do inicio do gozo das respectivas férias ou até 24 (vinte e quatro) horas antes 
do fechamento do Sistema SIAPE, no mês anterior ao gozo das férias.
Quando autorizada a acumulação, às férias deverão ser gozadas logo 
após cessar a necessidade, num único período, antes das férias correspondentes ao 
exercício seguinte.
As férias somente poderão ser interrompidas se for comprovada a 
extrema necessidade do serviço, devidamente justificada pela chefia imediata.
Será autorizada a interrupção das férias somente com a anuência do 
Estatuto dos Servidores Públicos aplicado à PRF Voltar ao Sumário 133
Superintendente ou Chefe de Distrito Regional.
A decisão quanto à interrupção das férias dos servidores deste 
Departamento será de responsabilidade do Coordenador-Geral de Recursos 
Humanos.
A interrupção das férias de que trata o artigo anterior somente poderá ser 
requerida nos seguintes termos:
• Para o período correspondente a 10 (dez) dias, a interrupção deverá ser 
requerida até o terceiro dia de gozo, devendo o período restante ser usufruído 
imediatamente após cessar os motivos da interrupção, antes da utilização do 
período subsequente;
• Para período correspondente a 15 (quinze) dias, a interrupção deverá ser 
requerida até o quinto dia de gozo, devendo o período restante ser usufruído 
imediatamente após cessar os motivos da interrupção, antes da utilização do 
período subsequente;
• Para período correspondente a 20 (vinte) dias, a interrupção das férias deverá 
ser requerida até o oitavo dia de gozo, devendo o período restante ser 
usufruído imediatamente após cessar os motivos da interrupção, antes da 
utilização do período subsequente;
• Para período único de 30 (trinta) dias, a interrupção das férias deverá ser 
requerida até o décimo dia de gozo, devendo o período restante ser utilizado 
imediatamente após cessar os motivos da interrupção, até 31 de dezembro 
do exercício a que se referem;
O prazo para prorrogação das férias é de 30 (trinta) dias, contados do 
inicio do período de gozo ou até 24 (vinte e quatro) horas antes do fechamento do 
sistema SIAPE, no mês anterior ao gozo das férias, tempo hábil pare que sejam 
executados todos os procedimentos operacionais no sistema.
O prazo para antecipação das férias é de 60 (sessenta) dias antes do 
inicio do período de gozo, tempo hábil pare que sejam executados todos os 
procedimentos operacionais no sistema.
Para a reprogramação de férias deverá ser utilizado formulário próprio 
fornecido pela área de Recursos Humanos, cujo modelo encontra-se anexo a esta 
Portaria.
O formulário de reprogramação das férias deverá retornar à área de 
Recursos Humanos responsável pelo lançamento no SIAPE, com a anuência da 
chefia imediata, observado os prazos legais.
As áreas responsáveis pelo controle das férias, no âmbito deste 
Departamento, deverão tomar todas as providências necessárias para que o período 
de férias dos servidores convocados para exercer atribuições em comissões 
(licitação, sindicância, PAD, etc.) ou para participarem de cursos, palestras etc., não 
coincida com o período de afastamento.
Estatuto dos Servidores Públicos aplicado à PRF Voltar ao Sumário 134
Será de responsabilidade da chefia imediata do servidor a prévia 
comunicação da impossibilidade do gozo das férias no período programado, com a 
devida justificada.
Nos casos de que trata este artigo, os servidores deverão, 
preferencialmente, usufruir as férias até 31 de dezembro do exercício a que se 
referem.
Quando o servidor figurar como acusado em processo de sindicância ou 
PAD, é facultado ao Presidente da Comissão, se julgar necessário, solicitar à área 
de Recursos Humanos a reprogramação das férias, caso ainda não esteja em gozo 
destas.
A reprogramação das férias dos servidores somente deverá ser efetivada 
se houver possibilidade do usufruto das férias até 31 de dezembro do exercício a 
que se referem.
Iniciadas as férias do servidor, não será permitida a interrupção do 
período de gozo.
Requerida a reprogramação das férias do servidor, por motivo de PAD ou 
sindicância, deverá ser observado o tempo necessário à conclusão dos trabalhos da 
comissão para nova marcação do período das férias correspondentes.
Em caso de licença ou afastamento antes do inicio do período de gozo, as 
férias deverão ser reprogramadas pelas áreas de Recursos Humanos, mediante 
prévia apresentação do atestado médico pelo servidor ou responsável, até 24 (vinte 
e quatro) horas antes do fechamento do sistema SIAPE, no mês anterior às férias 
previstas, em tempo hábil para que sejam executados todos os procedimentos 
operacionais no sistema SIAPE, vedada a acumulação para o exercício seguinte.
É vedada a concessão de licença ou afastamento, a qualquer título, aos 
servidores durante o período de férias.
Caso não seja possível a reprogramação das férias, na hipótese em que o 
gozo coincidir, parcial ou totalmente, com o período de licença ou afastamento, será 
consideradocomo licença ou afastamento somente o período que exceder ao das 
férias.
Tanto as licenças quanto os afastamentos deverão ser lançados no 
sistema SIAPE na rotina correspondente (CAINOCORSE ou CDATAFAST).
Nos casos em que não seja possível o gozo das férias em decorrência de 
algum impedimento, o servidor, ao retornar a atividade, deverá gozar, num único 
período, os dias restante a que tem direito, total ou parcelado, vedado o gozo, caso 
o retorno se dê em exercício posterior ao das respectivas férias.
O servidor perderá o direito ao gozo das férias sempre que, por motivo de 
licença médica ou por algum outro motivo não justificado, não as usufrua dentro do 
exercício a que se referem.
Caso seja autorizada a acumulação das férias pelo Coordenador-Geral de 
Estatuto dos Servidores Públicos aplicado à PRF Voltar ao Sumário 135
Recursos Humanos, mediante provocação da autoridade competente, o servidor não 
perderá o direito às respectivas férias.
Toda rotina que envolva a programação, reprogramação, interrupção ou 
comunicação de perda de férias dos servidores deste Departamento deverá ser 
devidamente informada e justificada em campo específico do sistema SIAPE.
Os prazos para programação e reprogramação de férias são 
improrrogáveis, devendo ser observados, para que se desenvolvam todos os 
procedimentos operacionais que relativos à rotina de concessão de férias aos 
servidores, bem como o consequente o pagamento das vantagens pecuniárias 
correspondentes.
O descumprimento das rotinas de programação e reprogramação de 
férias instituídas pelo DPRF sujeitará o responsável às sanções disciplinares 
previstas na Lei 8.112/90 e demais cominações legais.
4. INSTRUÇÃO PROCESSUAL:
A marcação de férias é automática, bastando, apenas, a apresentação do 
formulário de solicitação de férias à unidade responsável pelo controle das férias.
5. FUNDAMENTO LEGAL:
• Artigos 77 a 80 da Lei nº 8.112/90, alterada pela Lei nº 9.527/97;
• Portaria Normativa SRH/MARE nº 2, de14/10/98;
• Portaria CGRH/DPRF nº 507, de 08/04/08.
6. PROCEDIMENTOS PARA LANÇAMENTO NO SIAPE:
6.1. MARCAÇÃO DE FÉRIAS:
1ª passo: >CAIFFERIAS (informa férias do servidor, nesta transação faz-se a 
programação das férias)
1ª TELA
INFORME UMA DAS OPÇÕES 
 
MATRÍCULA:
NOME:
CPF:
IDENT. ÚNICA:
TECLE <ENTER>
ANO DE EXERCÍCIO DAS FÉRIAS: informe o ano de exercício das férias
TECLE <ENTER>
TOTAL DE DIAS DAS FÉRIAS: 30
QTDE PARCELAS DAS FÉRIAS: informe o número de parcelas a serem gozadas pelo servidor 
Estatuto dos Servidores Públicos aplicado à PRF Voltar ao Sumário 136
PERÍODO AQUISITIVO: 01JAN2009 A 31DEZ2009
 
TECLE <ENTER>
SERVIDOR SERA CONTROLADO PELA UORG DE LOTAÇÃO?: S (S-SIM N-NÃO)
TECLE <ENTER>
PARCELA 01: DATA INÍCIO DAS FÉRIAS: informe a data de início 
QTDE DE DIAS BRUTO: 
DATA TÉRMINO DAS FÉRIAS: informação automática 
QTDE DE DIAS LIQUIDO: 
ADIANTAMENTO GRATIFICAÇÃO NATALINA: (S/N) (para meses anteriores a junho) 
ABONO PECUNIARIO (1/3): N (S/N) 
ADIANTAMENTO SALARIAL DE FÉRIAS: (S/N) (somente se o servidor solicitar)
MESES DESCONTO ADIANT.SAL.FÉRIAS: (se ocorrer adiantamento informar sempre 01) 
6.2. CANCELAMENTO DE FÉRIAS:
1ª passo: >CACAFERIAS (cancela férias do servidor, cancelar férias já pagas e não 
gozadas);
1ª TELA
INFORME UMA DAS OPÇÕES 
 
MATRÍCULA:
NOME:
CPF:
IDENT.UNICA:
TECLE <ENTER>
EXERCÍCIO: informação automática 
PERÍODO AQUISITIVO: informação automática
QTDE DE DIAS: informação automática
PERÍODO PARA PROGRAMAÇÃO: informação automática
PERÍODO DE FÉRIAS DA PARCELA: informação automática 
PARCELA SIAPE A SER CANCELADA: informação automática 
PARCELA SIAPECAD A SER CANCELADA: informação automática 
 
ABONO PECUNIARIO: informação automática 
ADIANT.GRAT.NATAL.: informação automática 
DIAS: informação automática 
ADIANT.SAL.FÉRIAS: informação automática 
QTDE PARCELAS DESCONTO FÉRIAS: informação automática
FOLHA ONDE SERÁ EFETIVADA A DEVOLUÇÃO: informação automática 
 
DATA INÍCIO PROGRAMADA PARA GOZO DA PARCELA CANCELADA: informar nova data de 
início 
DOCUMENTO LEGAL NÚMERO DO DL: UORG: ANO: TIPO:
 
TECLE <PF2> para incluir o DL
2ª TELA
INFORME OS CAMPOS ABAIXO PARA CONSULTAR OU INCLUIR DOCUMENTO LEGAL 
 
Estatuto dos Servidores Públicos aplicado à PRF Voltar ao Sumário 137
DL INTERNO – UORG: informe a UORG da regional 
ANO: ano do DL 
NÚMERO: nº do DL 
TIPO: 02 ASSUNTO: 061 PROVIMENTO 
EMISSÃO: data da emissão do DL 
VIGÊNCIA: data da vigência do DL 
PUBLICAÇÃO: data da publicação do DL
TECLE <PF4> inclui DL
TECLE <PF3> atualiza e sai
TECLE <PF12> cancela
TECLE <ENTER>
CONFIRMA CANCELAMENTO? S ( S-SIM N-NÃO A-ALTERA ) 
Não esquecer que após o cancelamento, deverá ser confirmado o 
lançamento de adiantamento de gratificação Natalina e Adiantamento Salarial na 
transação >CAPRFERIAS, caso o servidor tenha requerido tais benefícios.
Outras transações:
• >CACOFERIAS (consulta férias);
• >CACOFERPAG (consulta férias – pagamento);
• >CACOFERUOR (consulta férias da UORG);
• >CAEMNOTFER (emite notificação de férias);
• >CAEXFERIAS (exclui período de férias);
• >CAIFFERESP (informa férias especiais);
• >CAIFFERIAS (informa férias do servidor);
• >CAANCANFER (anula cancelamento de férias);
• >CAPRFERIAS (programa / reprograma férias, deverá ser informado se 
haverá ou não antecipação de décimo ou de salário. esta transação dever ser 
utilizada também, para fazer acertos de meses anteriores);
• >CAPRFERIAS (programa / reprograma férias);
• >CAITFERIAS (interrupção de férias, quando já foi iniciado o gozo, com base 
no Art. 10 da Portaria CGRH/DPRF nº 507/08); 
• >PERDADIREI (perda de direito de férias, nos casos previstos na na 
legislação em vigor – Art. 7º da Portaria CGRH/DPRF nº 507/08. Deverá ser 
cadastrado documento legal, na própria transação, podendo ainda, ser 
recuperado o direito conforme a transação: > CAREPERFER – recupera 
direito de férias).
Estatuto dos Servidores Públicos aplicado à PRF Voltar ao Sumário 138
GEAPRF
1. CONCEITO:
Gratificação Específica de Apoio Técnico-Administrativo à Atividade 
Policial Rodoviária Federal – GEAPRF era uma gratificação devida aos servidores 
ocupantes de cargo efetivo do Plano Especial de Cargos do DPRF. 
2. OCORRÊNCIA:
Ingresso de servidores no Plano Especial de Cargos do DPRF.
3. INFORMAÇÕES GERAIS:
Esta gratificação era devida exclusivamente aos servidores integrantes do 
Plano Especial de Cargos do Departamento de Polícia Rodoviária Federal, no 
percentual de 200% (duzentos por cento), incidente sobre o vencimento básico, 
sendo paga em conjunto, de forma não cumulativa, com a Gratificação de Atividade 
Executiva de que trata a Lei Delegada nº 13, de 27 de agosto de 1992, e a 
Gratificação de Desempenho de Atividade Técnico-Administrativa – GDATA, 
instituída pela Lei nº 10.404, de 9 de janeiro de 2002 e não serve de base de cálculo 
para quaisquer outros benefícios, parcelas remuneratórias ou vantagens.
A GEAPRF somente era paga aos servidores no efetivo exercício das 
atividades no Departamento de Polícia Rodoviária Federal e aos servidoresdo Plano 
Especial de Cargos cedidos à Presidência da República, Vice-Presidência da 
República ou ao Ministério da Justiça ou cedidos a órgãos ou entidades do Poder 
Executivo Federal para cargos de Natureza Especial e cargos do Grupo-Direção e 
Assessoramento Superiores – DAS 5 ou 6, ou equivalentes.
A GEAPRF integrava os proventos da aposentadoria e as pensões, e foi 
extinta a partir de 1º/03/2008.
4. INSTRUÇÃO PROCESSUAL:
O pagamento era automatizado pelo SIAPE.
5. FUNDAMENTO LEGAL:
• Art. 13 da Medida Provisória nº 212, de 09/09/04;
• Artigos 13, 14 e 15 da Lei nº 11.095/05;
• Artigo 174, inciso I, letra "i", da Medida Provisória nº 431, de 14/05/08.
6. PROCEDIMENTOS PARA LANÇAMENTO NO SIAPE:
Consultar a Divisão de Cadastro – DICAD/CGRH.
Estatuto dos Servidores Públicos aplicado à PRF Voltar ao Sumário 139
GAE
1. CONCEITO:
Gratificação de Atividade Executiva – GAE era uma gratificação devida 
aos servidores do poder executivo, paga mensalmente, no percentual de 160% 
(cento e sessenta por cento), calculada sobre o vencimento básico do cargo efetivo.
2. OCORRÊNCIA:
Nomeação de servidores e início do exercício do cargo efetivo no poder 
executivo, sendo o seu lançamento automatizado no SIAPE.
3. INFORMAÇÕES GERAIS:
A Gratificação de Atividade Executiva – GAE era devida aos servidores 
ativos e inativos.
A base de cálculo dessa gratificação era o vencimento-básico do servidor, 
não podendo ser consideradas outras vantagens, mesmo que componham a 
remuneração do servidor, com exceção da vantagem pessoal oriunda de 
vencimentos, que era considerada para fins de cálculo dessa gratificação.
Os percentuais da gratificação de atividade executiva – GAE foram 
fixados em Lei, tendo sido instituída inicialmente no percentual de 80% (oitenta por 
cento), posteriormente, atingiu o total de 160% (cento e sessenta) por cento, 
conforme abaixo explicitado:
• 80% a partir de 1° de agosto de 1992;
• 100% a partir de 1° de outubro de 1992;
• 120% a partir de 1° de novembro de 1992;
• 140% a partir de 1° de fevereiro de 1993;
• 160% a partir de 1° de abril de 1993.
O servidor ocupante de cargo efetivo, nomeado para o exercício de cargo 
em comissão não receberá a GAE, em caso de opção pela percepção da 
remuneração do cargo comissionado, entretanto, se optar pela remuneração do 
cargo efetivo fará jus a percepção dessa Gratificação.
Sobre o valor da GAE incidiam os descontos de PSS e Imposto de Renda.
No período de 1º/03/2008 a 31/12/2008, a GAE compôs a estrutura 
remuneratória dos integrantes do Plano Especial de Cargos do Departamento de 
Polícia Rodoviária Federal.
Estatuto dos Servidores Públicos aplicado à PRF Voltar ao Sumário 140
A GAE foi incorporada ao subsídio dos servidores ocupantes do cargo de 
Policial Rodoviário Federal a partir de 1º/08/2006.
A partir de 1º/01/2009, os integrantes do Plano Especial de Cargos do 
Departamento de Polícia Rodoviária Federal não fazem jus à percepção da GAE, 
ficando o seu valor incorporado ao vencimento-básico.
4. DA INSTRUÇÃO PROCESSUAL:
A implantação do pagamento dessa gratificação era automatizada no 
Sistema SIAPE, não havendo necessidade de formalização de processo.
5. FUNDAMENDO LEGAL:
• Artigos 1º e 11 da Lei Delgada nº 13, de 27/08/1992;
• Artigo 2º e 8º da Lei nº 8.538, de 21/12/1992;
• Artigo 4º da Lei nº 8.676, de 13/07/1993;
• Medida Provisória nº 212, de 9/09/2004;
• Medida Provisória nº 431, de 14/05/2008.
6. PROCEDIMENTOS PARA LANÇAMENTO NO SIAPE:
Consultar a Divisão de Pagamento – DIPAG/CGRH.
Estatuto dos Servidores Públicos aplicado à PRF Voltar ao Sumário 141
GDATA
1. CONCEITO:
Gratificação de Atividade Técnica Administrativa – GDATA era uma 
vantagem concedida a todos os servidores ocupantes de cargos do Plano Especial 
de Cargos do DPRF.
2. OCORRÊNCIA:
Nomeação de servidores e início do exercício do cargo efetivo.
3. INFORMAÇÕES GERAIS:
Para efeito da aplicação da GDATA foram definidos os seguintes termos:
• Unidade de avaliação: o órgão ou a entidade como um todo, um 
subconjunto de unidades administrativas de um órgão ou entidade que execute 
atividades de mesma natureza ou unidade isolada, com no mínimo 10 (dez) 
servidores em exercício;
• Grupo de avaliação: conjunto de servidores ocupantes de cargos de 
mesmo nível de escolaridade, que fazem jus à GDATA, em exercício na mesma 
unidade de avaliação; 
• Ciclo de avaliação: período considerado para realização da avaliação 
de desempenho institucional e individual, com vistas a aferir o desempenho do órgão 
ou da entidade e dos servidores que nele se encontrem em exercício.
A GDATA tinha por finalidade incentivar a melhoria da qualidade e da 
produtividade nas ações de cada órgão ou entidade da Administração Pública 
Federal.
A GDATA era concedida de acordo com os resultados das avaliações de 
desempenho institucional e individual.
A avaliação de desempenho institucional visava aferir o desempenho 
coletivo no alcance dos objetivos organizacionais, considerando projetos e 
atividades prioritárias e condições especiais de trabalho.
A avaliação de desempenho individual visa aferir o desempenho do 
servidor no exercício das atribuições do cargo, com foco na contribuição individual 
para o alcance dos objetivos organizacionais.
A GDATA tinha como limite mínimo e máximo, respectivamente, 10 (dez) 
e 100 (cem) pontos por servidor.
Para efeito de pagamento da GDATA, os resultados da avaliação de 
desempenho individual, expressos em escala, obedeciam aos seguintes parâmetros:
Estatuto dos Servidores Públicos aplicado à PRF Voltar ao Sumário 142
• Mínimo de 10 (dez) e máximo de 85 (oitenta e cinco) pontos;
• Média aritmética menor ou igual a 60 (sessenta) pontos;
• Desvio-padrão maior ou igual a 5 (cinco) pontos (curva forçada).
Cada ponto corresponde aos seguintes valores:
• Nível superior: R$ 5,04 (cinco reais e quatro centavos) o valor do ponto;
• Nível intermediário: R$1,48 (um real e quarenta e oito centavos) o valor do 
ponto;
• Nível auxiliar: R$ 0,68 (sessenta e oito centavos) o valor do ponto.
A pontuação referente à GDATA é distribuída da seguinte forma:
• Até 15% (quinze pontos percentuais) de seu limite máximo eram atribuídos 
em função dos resultados obtidos na avaliação de desempenho institucional;
• Até 85% (oitenta e cinco pontos percentuais) de seu limite máximo eram 
atribuídos em função dos resultados obtidos na avaliação de desempenho 
individual.
A pontuação atribuída a cada servidor, em função do índice de 
atingimento das metas de desempenho institucional, obedecia os seguintes valores:
• A partir de 80%(oitenta por cento): 15 (quinze) pontos;
• De 60% (sessenta por cento) a 80% (oitenta por cento), exclusive: 10 pontos;
• De 40% (quarenta por cento) a 60% (sessenta por cento), exclusive: 5 pontos;
• Abaixo de 40% (quarenta por cento): 0 pontos.
O ciclo de avaliação padrão tinha a duração de 6 (seis) meses e ensejava 
o pagamento da GDATA, a partir do segundo mês subsequente ao término do ciclo.
Ao servidor ativo beneficiário, quando sua pontuação era inferior a 30 
(trinta) pontos em duas avaliações individuais consecutivas, automaticamente, 
participava do processo de capacitação.
Inicialmente a GDATA foi paga no valor correspondente a 60 (sessenta) 
pontos aos servidores ativos.
Os servidores que se aposentaram a partir da instituição dessa 
gratificação, passaram a perceber a GDATA em valor correspondente à média 
Estatuto dos Servidores Públicos aplicado à PRF Voltar ao Sumário 143
aritmética dos 60 (sessenta) pagamentos recebidos ou em valor equivalentea 10 
(dez) pontos, quando recebida por período inferior a 60 (sessenta meses).
Esta gratificação foi extinta em 1º/01/2009.
4. INSTRUÇÃO PROCESSUAL:
A GDATA era paga automaticamente pelo sistema SIAPE, mediante o 
ajuste dos percentuais a que cada servidor fazia jus, observada a avaliação 
correspondente a cada ciclo.
5. FUNDAMENTO LEGAL:
• Art. 5º da Lei nº 10.404, de 09/01/02;
• Decreto nº 4.247, de 22/05/02;
• Medida Provisória nº 15/07/04;
• Lei nº 10.971, de 25/11/04;
• Medida Provisória nº 431, de 14/05/08. 
6. PROCEDIMENTOS PARA LANÇAMENTO NO SIAPE:
Consultar a Divisão de Cadastro – DICAD/CGRH.
Estatuto dos Servidores Públicos aplicado à PRF Voltar ao Sumário 144
GRATIFICAÇÃO NATALINA
1. CONCEITO:
Gratificação Natalina é um crédito que corresponde a 1/12 (um doze avos) 
da remuneração a que o servidor fizer jus no mês de dezembro, por mês de 
exercício no respectivo ano.
2. OCORRÊNCIA:
Nomeação de servidores e início do exercício do cargo efetivo.
3. INFORMAÇÕES GERAIS:
O direito do servidor à percepção da gratificação natalina decorre de 
quantos meses em que esteve em exercício do cargo, ou função, durante o ano.
A cada mês de efetivo exercício corresponderá a 1/12 (um doze avos) de 
seu subsídio ou remuneração.
A fração igual ou superior a 15 (quinze) dias será considerada como mês 
integral.
O pagamento da Gratificação Natalina aos servidores, inclusive inativos e 
pensionistas, ocorre em duas parcelas, nos meses de junho e novembro, da 
seguinte forma:
• 50% (cinquenta por cento) no mês de junho de cada ano, a título de 
adiantamento, mediante ato unilateral da Administração;
• Para os servidores ativos, no mês anterior ao gozo de férias, poderá ser 
antecipado o pagamento da gratificação natalina, mediante solicitação, desde 
que usufruídas antes do mês de junho. 
• 50% (cinquenta por cento) no mês de novembro de cada ano, ocasião em 
que é efetuado o desconto compulsório;
• E o restante, se houver, até o dia 20 de dezembro de cada ano.
Será devida ao servidor exonerado a indenização da gratificação natalina 
na proporção dos meses de exercício, calculada sobre a remuneração do mês da 
exoneração.
A gratificação natalina não será considerada para cálculo de qualquer 
vantagem pecuniária.
Quando ocorre a exoneração do servidor de cargo efetivo, comissionado 
ou função gratificada, deverá ser procedido os acertos financeiros da vantagem.
Estatuto dos Servidores Públicos aplicado à PRF Voltar ao Sumário 145
O servidor demitido não faz jus à gratificação natalina. 
4. INSTRUÇÃO PROCESSUAL:
O pagamento dessa vantagem é automatizado no Sistema 
SIAPE/SIAPECAD.
5. FUNDAMENTO LEGAL:
• Artigos 63 a 66 da Lei nº 8.112, de 11/12/90;
• Ofício-Circular SRH/MPOG nº 83/02.
6. PROCEDIMENTOS PARA LANÇAMENTO NO SIAPE:
• O lançamento da gratificação é feito quando da inclusão das férias do 
servidor, caso haja pedido de adiantamento da gratificação natalina;
• Nos demais casos, o pagamento é automatizado no sistema 
SIAPE/SIAPECAD;
• Quando do acerto de situações funcionais de servidores exonerados de 
cargos efetivos, cargos comissionados ou função gratificada deverá ser 
procedido o acerto de contas com o servidor, no próprio processo de 
exoneração, laçando-se o pagamento ou desconto na transação: 
>FPADMOVFIN, Rubrica _____, Sequencial ____, com prazo determinado.
Estatuto dos Servidores Públicos aplicado à PRF Voltar ao Sumário 146
INCORPORAÇÃO DE QUINTOS / DÉCIMOS
1. CONCEITO:
Quintos é a vantagem incorporada à remuneração do servidor que, 
simultaneamente, com o cargo efetivo, tenha exercido cargo comissionado – DAS 
e/ou função gratificada – FG, correspondendo a 1/5 (um quinto) do valor do cargo ou 
da função, a cada 12 (doze) meses de efetivo exercício, até o limite de 5/5 (cinco 
quintos).
2. OCORRÊNCIA:
Publicação, no Boletim de Serviço, da Portaria de concessão ou 
atualização dos quintos.
3. INFORMAÇÕES GERAIS:
A vantagem de incorporação de quintos pelo exercício de funções de 
confiança e cargos comissionados foi criada pelo antigo Regime Jurídico Estatutário 
(Lei nº 1.711/52 - revogada), conforme disposto na também revogada Lei nº 
7.632/79. Entretanto, eram beneficiados com a referida vantagem, somente 
servidores que pertenciam ao regime estatutário, os quais incorporavam a 
remuneração, a partir do 6º ano de exercício de cargos em comissão ou função 
gratificada, 1/5 (um quinto) do cargo ou função exercida por maior tempo.
Posteriormente, com a publicação da Lei nº 8.112/90 (atual Regime 
Jurídico Único), foi garantido a todos os servidores, o direito à incorporação de 
quintos, em vista da Unificação do regime jurídico e do disposto no Art. 62 da citada 
Lei nº 8.112/90
Em vista do disposto no § 5º do Art. 62 da Lei nº 8.112/90, foi editada a 
Lei nº 8.911/94, que definiu os critérios de incorporação de quintos de que trata o 
Art. 62 da Lei 8.112/90, passando os servidores a incorporar 1/5 (um quinto) do 
cargo ou função exercida por maior tempo no período de 12 (doze) meses, a partir 
do primeiro ano, até o limite de 5/5 (cinco quintos).
Entretanto, a legislação referente à concessão de quintos sofreu inúmeras 
alterações, valendo ressaltar que de acordo com o disposto na Lei nº 9.52797, foi 
extinta a vantagem de incorporação de quintos. No entanto, de conformidade com o 
contido na Lei nº 9.624/98 foram transformados em décimos, e, posteriormente, em 
Vantagem Pessoal Nominalmente Identificada - VPNI.
Em vista das inúmeras alterações ocorridas na legislação que trata sobre 
a incorporação de quintos, a Secretaria de Recursos Humanos do Ministério do 
Planejamento, Orçamento e Gestão emitiu entendimento de que "Afigura-se viável a 
incorporação ou atualização de quintos, com fundamento no artigo 3º da Lei 
nº 9.624/98, até a data de 8 de abril de 98, adotando-se, para tanto, os critérios 
contidos no artigo 3º da Lei nº 8.911/94”. 
Estatuto dos Servidores Públicos aplicado à PRF Voltar ao Sumário 147
Assim, todos os servidores que exerceram funções gratificadas ou cargos 
comissionados até 08 de abril de 1998, fazem jus à incorporação ou atualização de 
quintos, na proporção de 1/5 (um quinto) a cada ano de efetivo exercício até o limite 
de 5/5 (cinco quintos), nos termos do disposto no artigo 3º da Lei nº 8.911/94 
(redação Original).
Também, os servidores que incorporaram quintos com base nas regras da 
Lei nº 6.732/79 permaneceram com essa vantagem, a qual foi transformada em 
VPNI.
Em caso de evolução de função o servidor fará jus à incorporação da 
respectiva atualização, se for mais vantajoso.
Não é possível a incorporação de fração referente a funções cujo período 
de um ano de exercício remunerado tenha sido completado após 08 de abril de 
1998.
 
4. DA INSTRUÇÃO PROCESSUAL:
No processo de incorporação de quintos deverão constar os seguintes 
documentos:
• Requerimento do servidor ou solicitação do Recursos Humanos para a 
abertura do processo;
• Cópias legíveis das Portarias de Nomeação e/ou Designação dos cargos 
comissionados e funções gratificadas exercidas pelo servidor;
• Cópias legíveis das Portarias de exoneração e/ou dispensa dos cargos 
comissionados e funções gratificadas exercidas pelo servidor;
Anexar dados funcionais retirados do sistema SIAPE/SIAPECAD.
Se o servidor for aposentado, anexar cópia da Portaria de Aposentação.
Se o servidor estiver falecido, anexar cópias das Portarias de concessão 
de pensão a todos os beneficiários e demais dados retirados do sistema SIAPE, 
demonstrando quais são os beneficiários.
Anexar ao processoas fichas financeiras do período correspondente ao 
pagamento, de forma a evidenciar o recebimento ou não do que está sendo 
solicitado.
Elaborar nota técnica, a qual deverá evidenciar os cargos/funções 
exercidos pelo requerente bem como a evolução daqueles(as) ao longo do tempo 
até a data limite para a concessão da vantagem, com a respectiva análise sob o 
ponto de vista legal.
Elaborar a Portaria de concessão ou atualização dos quintos.
Estatuto dos Servidores Públicos aplicado à PRF Voltar ao Sumário 148
Se aposentado, deverá constar na Portaria de aposentadoria o 
fundamento legal dos quintos.
Levar ao Superintendente Regional ou Chefe de Distrito para análise, 
assinatura e publicação no Boletim de Serviço da respectiva unidade.
Lançar a concessão no sistema SIAPECAD/SIAPE (juntar ao processo o 
comprovante de lançamento).
Elaborar os cálculos do valor devido atentando-se para a prescrição 
quinquenal.
Se servidor for falecido, elaborar planilha demonstrativa dos valores 
devidos a cada pensionista, observada a cota-parte reservada a cada um deles.
Elaborar Reconhecimento de Dívida.
Providenciar a assinatura do Superintendente ou Chefe de Distrito no 
reconhecimento de dívida.
Lançar na base do SIAPE os valores correspondentes aos de exercícios 
anteriores.
Fazer despacho do Superintendente ou Chefe de Distrito encaminhando o 
processo à CGRH na Sede do DPRF ou para arquivamento, conforme o caso.
Encaminhar o processo à CGRH na Sede do DPRF, somente se tiver 
valores a pagar ao servidor.
Se houver algum valor a ser ressarcido ao erário, providenciá-lo, na forma 
do artigo 46, da Lei 8.112/90, cientificando o servidor antes de implantar o desconto 
no SIAPE.
Arquivar o processo no protocolo somente após anotações na pasta 
funcional, lançamento no sistema SIAPECAD, ciência ao interessado e pagamento 
dos valores a que o servidor faz jus, se houver.
5. FUNDAMENTO LEGAL:
• Art. 62-A da Lei nº 8.112, de 11/12/90;
• Lei nº 8.911, de 11/07/94;
• Artigo 3º da Lei nº 9.624, de 02/04/98. 
6. PROCEDIMENTOS PARA LANÇAMENTO NO SIAPE:
1º Passo: >CAIFHISPIF;
2º Passo: Informar a matrícula SIAPECAD do servidor (ou acionar F1 para obtê-la);
3º Passo: Assinalar com um “X” a opção CONCESSÃO;
Estatuto dos Servidores Públicos aplicado à PRF Voltar ao Sumário 149
4º Passo: preencher os campos:
4.1 – FUNÇÃO/CARGO COMISSÃO: informar a função/cargo exercido pelo 
servidor 
4.2 – ORGÃO EXERCÍCIO FUNÇÃO: não deverá ser preenchido.
4.3 – CARGO NATUREZA ESPECIAL: preencher somente em casos de 
Cargo de Natureza Especial.
4.4 – PER. EFETIVO EXERCÍCIO: informar ano a ano o período devido, Ex.: 
18ago1996 a 17ago1997.
4.5 – VIGÊNCIA A PARTIR DE: informar a vigência. Considerando o efeito 
financeiro da Portaria de concessão.
4.6 – número do processo: informar o número do processo.
4.7 – DL DE CONCESSÃO: informar nº da Portaria e data da publicação.
5º Passo: Assinalar com um “X” a opção:
“LEI 8911 – AQUISIÇÃO ENTRE 11DEZ1970 E 08ABR1998.” – Aos 
servidores que incorporaram quintos após 12.07.1994 – CLT.
“LEI 6.732 – Aos servidores regidos pela Lei 1.711/52.
Estatuto dos Servidores Públicos aplicado à PRF Voltar ao Sumário 150
INDENIZAÇÃO DE TRANSPORTE
1. CONCEITO:
Indenização de Transporte é a despesa realizada pelo servidor com 
utilização de meio próprio de locomoção para a execução de serviços externos, por 
força das atribuições próprias do cargo efetivo que ocupa.
2. OCORRÊNCIA:
Publicação do ato concessivo no Boletim de Serviço.
3. INFORMAÇÕES GERAIS:
São considerados serviços externos, para fins de pagamento da 
indenização de transporte, aqueles que obriguem o servidor alocado 
permanentemente em atividades de fiscalização, inspeção, auditoria, ou em 
diligência externa, a se deslocarem da repartição pública onde esteja lotado ou 
tenha exercício, para desempenhá-las junto a estabelecimentos, firmas, escritórios 
ou outras entidades congêneres, localizados na área de jurisdição do órgão a que 
pertence.
Considera-se meio próprio de locomoção o veículo automotor particular 
utilizado à conta e risco do servidor, não fornecido pela Administração e não 
disponível à população em geral.
É vedada a incorporação dessa indenização aos vencimentos, 
remuneração, provento ou pensão e a caracterização como salário-utilidade ou 
prestação in natura.
Não será devida cumulativamente com passagens, auxílio-transporte ou 
qualquer outra vantagem paga sob o mesmo título ou idêntico fundamento.
O pagamento da indenização de transporte será efetuado pelo SIAPE, no 
mês seguinte ao da utilização do meio próprio de locomoção.
A concessão da indenização de transporte far-se-á mediante ato do 
dirigente do órgão setorial ou seccional do SIPEC, publicado no Boletim de Serviço 
do mês que for efetuado o pagamento, que indicará, obrigatoriamente, o cargo 
efetivo e a descrição sintética dos serviços externos executados pelo servidor;
Realizada a concessão em desacordo com os dispositivos legais, o ato 
será nulo, sem prejuízo da apuração de responsabilidades e devolução de valores 
recebidos indevidamente.
4. INSTRUÇÃO PROCESSUAL:
Lançamento direto no Sistema SIAPE.
Estatuto dos Servidores Públicos aplicado à PRF Voltar ao Sumário 151
5. FUNDAMENTO LEGAL:
• Art. 60, da Lei 8.112, de 11/12/90;
• Decreto nº 3.184, de 27/09/99;
• Portaria Normativa nº 3, de 03/03/99.
6. PROCEDIMENTOS PARA LANÇAMENTO NO SIAPE:
Não há lançamentos no SIAPE.
O pagamento é feito no SIAFI.
Estatuto dos Servidores Públicos aplicado à PRF Voltar ao Sumário 152
PLANO ESPECIAL DE CARGOS DO DPRF – PEDPRF (NOVAS 
GRATIFICAÇÕES, DEVIDAS A PARTIR DE 1º/03/2008)
1. CONCEITO:
GTEMPPRF – É a Gratificação Temporária de Apoio Técnico-
Administrativo à Atividade Policial Rodoviária Federal devida aos titulares de cargos 
de provimento efetivo de níveis intermediário e superior pertencentes ao Plano 
Especial de Cargos do Departamento de Polícia Rodoviária Federal, em valores 
fixos correspondentes a:
CLASSE PADRÃO
NÍVEL DO CARGO (VALORES EM R$)
SUPERIOR INTERMEDIÁRIO
ESPECIAL
III 658,79 135,43
II 625,75 134,36
I 593,55 134,26
C
VI 537,73 134,19
V 507,63 134,19
IV 478,29 133,12
III 449,71 131,02
II 421,87 129,98
I 394,76 129,90
B
VI 346,87 129,82
V 321,56 128,79
IV 296,94 127,75
III 272,96 126,71
II 249,62 125,67
I 226,91 125,60
A
V 185,90 125,53
IV 164,76 124,50
III 144,21 123,47
II 124,20 122,46
I 104,74 121,45
 
GEAAPRF – É a Gratificação Específica de Atividades Auxiliares da 
Polícia Rodoviária Federal devida aos titulares de cargos de provimento efetivo de 
nível auxiliar pertencentes ao Plano Especial de Cargos do Departamento de Polícia 
Rodoviária Federal, em valores fixos correspondentes a:
Estatuto dos Servidores Públicos aplicado à PRF Voltar ao Sumário 153
CLASSE PADRÃO
VALORES EM R$
A PARTIR DE 
1º/03/2008
A PARTIR DE 
1º/07/2009
A PARTIR DE 
1º/05/2010
ESPECIAL
III 130,00 140,00 150,00
II 128,71 139,00 149,00
I 127,44 138,00 148,00
GDATPRF – É a Gratificação de Desempenho de Atividade de Apoio 
Técnico-Administrativo à Polícia Rodoviária Federal devida aos servidores 
ocupantes de cargos de provimento efetivo do Plano Especial de Cargos do 
Departamento de Polícia Rodoviária Federal, quando em exercício das atividades 
inerentes às atribuições do respectivo cargo no Departamento de Polícia Rodoviária 
Federal, observado o limite máximo de 100 pontos e mínimo de 30 pontos, por 
servidor, distribuídos de acordo com a avaliação individual (até 20 pontos)e 
institucional (até 80 pontos), observados a classe e o padrão do servidor. 
Os critérios para a avaliação individual e institucional devem ser 
estabelecidos pelo DPRF.
Os valores a serem pagos aos servidores, a título dessa gratificação, 
serão calculados multiplicando-se o somatório dos pontos auferidos nas avaliações 
de desempenho institucional e individual pelo valor do ponto pré-estabelecido, de 
acordo com o respectivo nível, classe e padrão.
Os valores de cada ponto são os constantes da tabela abaixo:
CLASSE PADRÃO
VALOR DO PONTO PARA CARGOS DE NÍVEL SUPERIOR
A PARTIR DE 
1º/03/2008
A PARTIR DE 
1º/07/2009
A PARTIR DE 
1º/05/2010
ESPECIAL
III 15,2000 20,9800 28,3430
II 14,9000 20,5700 27,6500
I 14,6100 20,1700 26,9800
C
VI 14,1800 19,5800 26,0700
V 13,1900 19,2000 25,4300
IV 13,6300 18,8200 24,8100
III 13,3600 18,4500 24,2000
II 13,1000 18,0900 23,6100
I 12,8400 17,7400 23,0330
B
VI 12,4700 17,2200 22,2500
V 12,2300 16,8800 21,7100
IV 11,9900 16,5500 21,1800
III 11,7500 16,2300 20,6600
II 11,5200 15,9100 20,1600
I 11,2900 15,6000 19,6700
D V 10,9600 15,1500 19,0000
IV 10,7500 14,8500 18,5400
Estatuto dos Servidores Públicos aplicado à PRF Voltar ao Sumário 154
CLASSE PADRÃO VALOR DO PONTO PARA CARGOS DE NÍVEL SUPERIOR
III 10,5400 14,5600 18,0900
II 10,3300 14,2700 17,6500
I 10,1300 13,9900 17,2200
CLASSE PADRÃO
VALOR DO PONTO PARA CARGOS DE NÍVEL MÉDIO
A PARTIR DE 
1º/03/2008
A PARTIR DE 
1º/07/2009
A PARTIR DE 
1º/05/2010
ESPECIAL
III 9,4500 11,8111 14,6225
II 9,4300 11,7900 14,4100
I 9,4100 11,7700 14,2000
C
VI 9,3600 11,7100 13,8500
V 9,3400 11,6900 13,6500
IV 9,3200 11,6700 13,4500
III 9,3000 11,6500 13,2500
II 9,2800 11,6300 13,0500
I 9,2600 11,6100 12,8600
B
VI 9,2100 11,5500 12,5500
V 9,1900 11,5300 12,3600
IV 9,1700 11,5100 12,1800
III 9,1500 11,4900 12,0000
II 9,1300 11,4700 11,8200
I 9,1100 11,4500 11,6500
D
V 9,0600 11,3900 11,3700
IV 9,0400 11,3700 11,2000
III 9,0200 11,3500 11,0300
II 9,0000 11,3300 10,8700
I 8,9800 11,3100 10,7100
CLASSE PADRÃO
VALOR DO PONTO PARA CARGOS DE NÍVEL AUXILIAR
A PARTIR DE 
1º/03/2008
A PARTIR DE 
1º/07/2009
A PARTIR DE 
1º/05/2010
ESPECIAL
III 3,9800 - -
II 3,9445 - -
I 3,9093 - -
A GDATPRF será paga aos servidores aposentados nos seguintes 
percentuais:
Estatuto dos Servidores Públicos aplicado à PRF Voltar ao Sumário 155
APOSENTADORIAS PERCENTUAIS
Concedidas até 19/02/2004
40% do valor máximo do 
respectivo nível, a partir de 
1º/03/2008
50% do valor máximo, 
observado o respectivo 
nível, a partir de 
1º/01/2009
Concedidas posteriormente a 19/02/2004, 
com base artigos 3º e 6º da E. C. nº 41/2003 
e 3º da E. C. nº 47/2004.
40% do valor máximo do 
respectivo nível, a partir de 
1º/03/2008
50% do valor máximo, 
observado o respectivo 
nível, a partir de 
1º/01/2009
Concedidas posteriormente a 19/02/2004, 
cujos proventos são calculados de acordo 
com a M. P. 167/2004, convertida na Lei nº 
10.887/2004 (média da remuneração 
contributiva)
Não fazem jus à GDATPRF
2. OCORRÊNCIA:
Nomeação de servidores e início do exercício do cargo efetivo do Plano 
Especial de Cargos do Departamento de Polícia Rodoviária Federal.
3. INFORMAÇÕES GERAIS:
A Medida Provisória nº 431/08, que deu nova redação à Lei nº 11.095/04, 
promovendo alterações na estrutura remuneratória de várias categorias de 
servidores públicos federais, dentre eles, os servidores administrativos do DPRF, 
pertencentes ao Plano Especial de Cargos da Polícia Rodoviária Federal – PEC-
PRF.
A restruturação do PEC-PRF abrange a alteração da Tabela de 
Vencimento Básico, com efeitos a partir de 1º de março de 2008, a criação da 
Gratificação de Desempenho de Atividade de Apoio Técnico-Administrativo à Polícia 
Rodoviária Federal – GDATPRF, da Gratificação Específica de Atividades Auxiliares 
da Polícia Rodoviária Federal - GEAAPRF, devida somente aos servidores de nível 
auxiliar, e da Gratificação Temporária de Apoio Técnico-Administrativo à Atividade 
Policial Rodoviária Federal - GTEMPPRF, devida somente aos servidores de nível 
intermediário e superior.
A partir de 1º de março de 2008, foram extintas as gratificações a seguir 
mencionadas, as quais não foram incorporadas ao vencimento-básico dos 
servidores que as percebiam:
• Gratificação de Desempenho de Atividade Técnico-Administrativa - GDATA;
• Gratificação Específica de Apoio Técnico-Administrativo à Atividade Policial 
Rodoviária Federal - GEAPRF.
No período de 1º de março de 2008 a 31 de dezembro de 2008, a 
estrutura remuneratória do Plano Especial de Cargos do Departamento de Polícia 
Rodoviária Federal foi composta das seguintes parcelas:
• Vencimento Básico;
Estatuto dos Servidores Públicos aplicado à PRF Voltar ao Sumário 156
• Gratificação de Atividade - GAE, de que trata a Lei Delegada nº 13/92;
• Vantagem Pecuniária Individual - VPI, de que trata a Lei nº 10.698/2003;
• Gratificação Temporária de Apoio Técnico-Administrativo à Atividade Policial 
Rodoviária Federal - GTEMPPRF;
• Gratificação Específica de Atividades Auxiliares da Policia Rodoviária Federal 
– GEAAPRF, somente para o nível auxiliar;
• Gratificação de Desempenho de Atividade de Apoio Técnico- Administrativo à 
Polícia Rodoviária Federal - GDATPRF, somente para os servidores 
pertencentes de nível intermediário e superior.
A partir de 1º de janeiro de 2009, a estrutura remuneratória dos cargos 
pertencentes ao PEC-PRF tem a seguinte composição:
- PARA CARGOS DE NÍVEL AUXILIAR:
• Vencimento Básico;
• Gratificação Específica de Atividades Auxiliares da Policia Rodoviária Federal 
– GEAAPRF, somente para o nível auxiliar;
• Gratificação de Desempenho de Atividade de Apoio Técnico- Administrativo à 
Polícia Rodoviária Federal - GDATPRF.
- PARA CARGOS DE NÍVEL INTERMEDIÁRIO E SUPERIOR
• Vencimento Básico;
• Gratificação de Desempenho de Atividade de Apoio Técnico- Administrativo à 
Polícia Rodoviária Federal - GDATPRF.
A partir de 1º de janeiro de 2009, as gratificações a seguir mencionadas 
foram extintas e incorporadas ao vencimento-básico dos servidores que as 
percebem:
• Gratificação Temporária de Apoio Técnico-Administrativo à Atividade Policial 
Rodoviária Federal - GTEMPPRF;
• Gratificação de Atividade Executiva - GAE;
• Vantagem Pecuniária Individual – VPI.
A partir de 14 de maio de 2008, foi extinta a GEAPRF, entretanto, essa 
gratificação não foi incorporada ao vencimento-básico dos servidores que a 
percebiam.
Estatuto dos Servidores Públicos aplicado à PRF Voltar ao Sumário 157
A partir de 1º de março de 2008, os servidores deste Departamento, 
ocupantes de cargos pertencentes ao nível auxiliar, foram enquadrados ao PEC-
PRF, da seguinte forma:
CARGOS
SITUAÇÃO ATUAL SITUAÇÃO NOVA
CLASSE PADRÃO PAADRÃO CLASSE
Cargos de provimento efetivo 
de nível auxiliar do Plano 
Especial de Cargos do DPRF
ESPECIAL
III III
ESPECIAL
II II
I I
C
VI
V
IV
III
II
I
B
VI
V
IV
III
II
I
A
V
IV
III
II
I
A avaliação de desempenho individual e institucional para fins de 
pagamento da GDATPRF deverá obedecer a sistemática estabelecida nos artigos 
de 140 a 163 da M. P. nº 431/2008, que estabeleceram a sistemática de avaliação 
de desempenho dos servidores públicos federais da Administração pública Federal 
direta, autárquica e fundacional, ocupantes de cargos efetivos e comissionados – 
DAS 1, 2 e 3, objetivando promover a melhoria da qualificação dos serviços públicos 
e subsidiar a gestão de pessoas, principalmente, quanto à capacitação, 
desenvolvimento no cargo ou carreirae movimentação de pessoal.
Define-se como avaliação de desempenho o monitoramento sistemático e 
contínuo da atuação individual do servidor e institucional dos órgãos e das 
entidades, tendo como referência as metas globais e intermediárias dos órgãos e 
entidades que compõem o Sistema de Pessoal Civil, de que trata o Decreto-Lei 
nº 200/67.
A avaliação de desempenho individual será composta por critérios e 
fatores que reflitam a competência do servidor aferidas no desempenho individual 
das tarefas e atividades a ele atribuídas.
A avaliação de desempenho institucional será composta por critérios e 
fatores que reflitam a contribuição da equipe de trabalho para o cumprimento das 
metas intermediárias e globais do órgão ou entidade e os resultados alcançados 
Estatuto dos Servidores Públicos aplicado à PRF Voltar ao Sumário 158
pela organização como um todo.
As metas institucionais serão fixadas anualmente em ato do dirigente 
máximo do órgão ou entidade da Administração Pública Federal direta, autárquica e 
fundacional, observado o seguinte:
• Metas globais referentes à organização como um todo, elaboradas, quando 
couber, em consonância com as diretrizes e metas governamentais fixadas 
no Plano Plurianual - PPA, na Lei de Diretrizes Orçamentárias - LDO e na Lei 
Orçamentária Anual - LOA;
• Metas intermediárias referentes às equipes de trabalho, elaboradas em 
consonância com as metas institucionais globais.
Essas metas devem ser objetivamente mensuráveis, quantificáveis e 
diretamente relacionadas às atividades do órgão ou entidade, levando-se em conta, 
no momento de sua fixação, os resultados alcançados nos exercícios anteriores.
As metas estabelecidas pelas entidades da Administração indireta 
deverão ser compatíveis com as diretrizes, políticas e metas governamentais dos 
órgãos da Administração direta aos quais estão vinculadas.
As metas e os resultados institucionais apurados a cada período deverão 
ser amplamente divulgados pelos órgãos ou entidades da Administração Pública 
Federal, inclusive em sítio eletrônico.
As metas somente poderão ser revistas na hipótese da superveniência de 
fatores que tenham influência significativa e direta na sua consecução, desde que o 
órgão ou entidade não tenha dado causa a tais fatores.
As metas de desempenho individual e as metas intermediárias de 
desempenho institucional deverão ser definidas por critérios objetivos e comporão o 
Plano de Trabalho de cada unidade do órgão ou entidade e, salvo situações 
devidamente justificadas, previamente acordadas entre o servidor, a chefia e a 
equipe de trabalho.
O Plano de Trabalho do órgão é o documento que conterá o registro das 
etapas do ciclo da avaliação de desempenho.
Os servidores ocupantes de cargos em comissão ou função de confiança, 
no órgão de origem, poderão ser avaliados na dimensão individual a partir:
• Dos conceitos atribuídos pelo próprio avaliado;
• Dos conceitos atribuídos pela chefia imediata;
Da média dos conceitos atribuídos pelos integrantes da equipe de trabalho 
subordinada à chefia avaliada.
Os servidores não ocupantes de cargos em comissão ou função de 
confiança poderão ser avaliados na dimensão individual a partir:
Estatuto dos Servidores Públicos aplicado à PRF Voltar ao Sumário 159
• Dos conceitos atribuídos pelo próprio avaliado;
• Dos conceitos atribuídos pela chefia imediata;
• Da média dos conceitos atribuídos pelos demais integrantes da equipe de 
trabalho.
Para fins do cálculo da parcela referente à avaliação institucional poderão 
ser considerados os resultados obtidos na avaliação:
• Do Plano de Trabalho, cuja pontuação corresponderá ao índice de 
cumprimento das ações que o integram, devidamente ponderadas;
• Do desempenho da equipe de trabalho realizada pelos seus integrantes, 
mediante consenso e pelos usuários internos ou externos de cada unidade de 
trabalho;
• Das condições de trabalho, feita pelos integrantes de cada equipe de 
trabalho;
• Do desempenho do órgão ou entidade no alcance das metas institucionais.
Os pontos resultantes da avaliação das condições de trabalho, feita pelos 
integrantes de cada equipe de trabalho, serão utilizados como fator de correção para 
a pontuação obtida nas seguintes avaliações:
• Do Plano de Trabalho, cuja pontuação corresponderá ao índice de 
cumprimento das ações que o integram, devidamente ponderadas;
• Do desempenho da equipe de trabalho realizada pelos seus integrantes, 
mediante consenso;
• Realizada pelos usuários internos ou externos de cada unidade de trabalho; 
O ciclo da avaliação de desempenho compreenderá as seguintes etapas:
• Publicação das metas globais;
• Estabelecimento de compromissos de desempenho individual e institucional, 
firmados no início do ciclo de avaliação entre o gestor e cada integrante da 
equipe, a partir das metas institucionais pré-estabelecidas;
• Acompanhamento do desempenho individual e institucional, sob orientação e 
supervisão do gestor e da Comissão de Acompanhamento, de todas as 
etapas ao longo do ciclo de avaliação;
• Avaliação parcial dos resultados obtidos, para fins de ajustes necessários;
• Apuração final das pontuações para o fechamento dos resultados obtidos em 
todos os componentes da avaliação de desempenho;
Estatuto dos Servidores Públicos aplicado à PRF Voltar ao Sumário 160
• Publicação do resultado final da avaliação;
• Retorno aos avaliados, visando a discussão dos resultados obtidos na 
avaliação de desempenho, após a consolidação das pontuações.
O ciclo da avaliação de desempenho terá a duração de 12 (doze) meses, 
à exceção do primeiro ciclo, que poderá ter duração inferior à estabelecida neste 
artigo.
O primeiro ciclo de avaliação terá início 30 (trinta) dias após a data de 
publicação das metas de desempenho individual, coletiva e institucional.
Os efeitos financeiros decorrentes dos resultados obtidos no primeiro ciclo 
de avaliação retroagirão à data de início do ciclo de avaliação, devendo ser 
compensadas eventuais diferenças pagas a maior ou a menor.
A partir do segundo ciclo, as avaliações de desempenho individual e 
institucional serão consolidadas anualmente e processadas no mês subsequente ao 
da consolidação.
A avaliação individual somente produzirá efeitos financeiros se o servidor 
tiver permanecido em exercício das atividades relacionadas ao Plano de Trabalho do 
órgão por, no mínimo, 2/3 (dois terços) de um ciclo de avaliação completo.
O resultado consolidado de cada período de avaliação terá efeito 
financeiro mensal, durante igual período, a partir do mês subsequente ao de 
processamento das avaliações.
Os servidores ativos beneficiários das gratificações de desempenho que 
obtiverem avaliação de desempenho individual inferior a 50% (cinquenta por cento) 
da pontuação máxima prevista serão submetidos a processo de capacitação ou de 
análise da adequação funcional, sob responsabilidade do respectivo órgão ou 
entidade de exercício.
A análise de adequação funcional visa a identificar as causas dos 
resultados obtidos na avaliação do desempenho e servir de subsídio para a adoção 
de medidas que possam propiciar a melhoria do desempenho do servidor.
Os titulares de cargos efetivos que fazem jus às gratificações de 
desempenho em efetivo exercício no respectivo órgão ou na entidade de lotação, 
quando investidos em cargos de Natureza Especial, de provimento em comissão do 
Grupo-Direção e Assessoramento Superiores, DAS-6, DAS-5, DAS-4, ou 
equivalentes, farão jus à respectiva gratificação de desempenho calculada com base 
no valor máximo da parcela individual, somado ao resultadoda avaliação 
institucional do período. Nesses casos, a avaliação institucional a ser considerada 
será a do respectivo órgão ou da entidade de lotação.
Os ocupantes de cargos efetivos que não se encontrem desenvolvendo 
atividades nas unidades do respectivo órgão ou da entidade de lotação somente 
farão jus à respectiva gratificação de desempenho:
• Quando cedidos ao órgão supervisor do Plano de Carreira ou Plano de 
Estatuto dos Servidores Públicos aplicado à PRF Voltar ao Sumário 161
Cargos a que pertence o servidor ou para entidades a ele vinculadas, 
situação na qual perceberão a respectiva gratificação de desempenho 
calculada com base nas regras aplicáveis como se estivesse em efetivo 
exercício no respectivo órgão ou na entidade de lotação;
• Quando cedidos para a Presidência ou Vice-Presidência da República, 
quando requisitados pela Justiça Eleitoral e nas demais hipóteses de 
requisição previstas em Leis específicas, situação na qual perceberão a 
respectiva gratificação de desempenho conforme disposto no inciso I do caput 
deste artigo;
• Quando cedidos para órgãos ou entidades do Governo Federal distintos dos 
indicados nos incisos I e II do caput deste artigo e investidos em cargos de 
Natureza Especial, de provimento em comissão do Grupo-Direção e 
Assessoramento Superiores, DAS-6, DAS-5, DAS-4, ou equivalentes, 
perceberão a respectiva gratificação de desempenho calculada com base no 
resultado da avaliação institucional do período. Nesse caso, a avaliação 
institucional a ser considerada será a do respectivo órgão ou da entidade de 
lotação.
Ocorrendo exoneração do cargo em comissão, os servidores continuarão 
percebendo a gratificação de desempenho correspondente ao último valor obtido, 
até que seja processada a sua primeira avaliação após a exoneração.
Em caso de afastamentos e licenças considerados como de efetivo 
exercício, sem prejuízo da remuneração e com direito à percepção de gratificação 
de desempenho, o servidor continuará percebendo a respectiva gratificação 
correspondente ao último percentual obtido, até que seja processada a sua primeira 
avaliação após o retorno.
Até o processamento dos resultados do primeiro ciclo de avaliação de 
desempenho, as gratificações de desempenho serão pagas no valor correspondente 
a 80 (oitenta) pontos, observados os respectivos níveis, classes e padrões.
A partir de janeiro de 2011, para os órgãos ou equipes de trabalho que 
não implementaram a sistemática de avaliação de desempenho, passa a ser 
utilizado como parâmetro para pagamento da gratificação de desempenho 
institucional o percentual de cumprimento de metas do respectivo órgão ou entidade 
de lotação constante do Sistema Integrado de Gestão e Planejamento - SIGPLAN.
Até que seja processada a primeira avaliação de desempenho individual 
que venha a surtir efeito financeiro, o servidor recém-nomeado para cargo efetivo e 
aquele que tenha retornado de licença sem vencimento, de cessão ou de outros 
afastamentos sem direito à percepção de gratificação de desempenho, no decurso 
do ciclo de avaliação, receberá a respectiva gratificação no valor correspondente a 
80 (oitenta) pontos.
Serão compostas Comissões de Acompanhamento instituídas por ato do 
dirigente máximo do órgão ou da entidade, as quais participarão de todas as etapas 
do ciclo da avaliação de desempenho.
As Comissões de Acompanhamento serão formadas por representantes 
Estatuto dos Servidores Públicos aplicado à PRF Voltar ao Sumário 162
indicados pela administração do órgão ou da entidade e por membros indicados 
pelos servidores.
As Comissões de Acompanhamento deverão julgar, em última instância, 
os eventuais recursos interpostos quanto aos resultados das avaliações individuais.
Foi criado o Comitê Gestor da Avaliação de Desempenho no âmbito do 
Ministério do Planejamento, Orçamento e Gestão, com a finalidade de:
• Propor os procedimentos gerais referentes à operacionalização da avaliação 
de desempenho, os instrumentais de avaliação e os fatores a serem 
considerados, bem como a pontuação atribuída a cada um deles;
• Revisar e alterar, sempre que necessário, os instrumentais de avaliação de 
desempenho em período não inferior a 3 (três) anos;
• Realizar, continuamente, estudos e projetos, visando a aperfeiçoar os 
procedimentos pertinentes à sistemática da avaliação de desempenho;
• Examinar os casos omissos.
O Comitê Gestor da Avaliação de Desempenho terá sua composição 
estabelecida em regulamento, assegurada a participação paritária de representantes 
do Poder Executivo, da sociedade civil e do conjunto das entidades representativas 
dos servidores públicos do Poder Executivo.
A duração do mandato e os critérios e procedimentos de trabalho do 
Comitê Gestor da Avaliação de Desempenho serão estabelecidos em ato do Ministro 
de Estado do Planejamento, Orçamento e Gestão.
Os critérios e procedimentos específicos de avaliação individual, coletiva e 
institucional global serão estabelecidos em ato do dirigente máximo do órgão ou 
entidade, observada a legislação vigente.
O primeiro ciclo da avaliação de desempenho somente terá início a partir 
de 1o de janeiro de 2009 e após a data de publicação do ato que institui as metas 
individuais e institucionais.
As avaliações de desempenho para fins de percepção das gratificações 
deverão seguir a sistemática para avaliação de desempenho no capítulo II da M. P. 
431/2008.
4. INSTRUÇÃO PROCESSUAL:
Todas as gratificações são concedidas automaticamente pelo SIAPE.
5. FUNDAMENTO LEGAL:
• Lei Delegada nº 13, de 27/08/92;
• Lei nº 10.404, de 9/01/02;
Estatuto dos Servidores Públicos aplicado à PRF Voltar ao Sumário 163
• Lei nº 10.887, de 18/06/04;
• Lei nº 11.095, de 13/01/05;
• Art. 62 a 66 e de 140 a 163 da Medida Provisória nº 431, de 14/05/08, 
convertida na Lei nº 11.784, de 22/09/08.
6. PROCEDIMENTOS PARA LANÇAMENTO NO SIAPE:
Consultar a Divisão de Pagamento – DIPAG/CGRH.
Estatuto dos Servidores Públicos aplicado à PRF Voltar ao Sumário 164
VANTAGEM PECUNIÁRIA INDIVIDUAL
1. CONCEITO:
Vantagem devida ao servidor público federal ocupante de cargo efetivo ou 
emprego público, no valor de R$ 59,87 (cinquenta e nove reais e oitenta e sete 
centavos).
2. OCORRÊNCIA:
Admissão de servidores públicos federais, até 31 de dezembro de 2008.
3. INFORMAÇÕES GERAIS:
A vantagem será paga cumulativamente com as demais vantagens que 
compõem a estrutura remuneratória do servidor, e não serve de base de cálculo 
para qualquer outra vantagem.
Sobre esta vantagem incidirão as revisões gerais e anuais de 
remuneração dos servidores públicos federais.
Esta vantagem não é computada, nem acumulada, para a concessão de 
qualquer outro acréscimo pecuniário.
Essa vantagem foi paga aos servidores do Plano Especial de Cargos do 
Departamento de Polícia Rodoviária Federal até 31 de dezembro de 2008 e, a partir 
de 1º de janeiro de 2009, foi incorporada à remuneração desses servidores.
Os servidores ocupantes do cargo de Policial Rodoviário Federal 
receberam essa vantagem até 1º de agosto de 2006, quando passaram a perceber 
como subsídio.
4. INSTRUÇÃO PROCESSUAL:
O pagamento dessa vantagem era automatizado no SIAPE.
5. FUNDAMENTO LEGAL:
• Lei nº 10.698, de 02/07/03;
• Art. 50 da Lei 8.112/90;
• Medida Provisória nº 212, de 09/09/04;
• Medida Provisória 431, de 14/05/08.
6. PROCEDIMENTOS PARA LANÇAMENTO NO SIAPE:
Consultar a Divisão de Cadastro – DICAD/CGRH.
Estatuto dos Servidores Públicos aplicado à PRF Voltar ao Sumário 165
PARTE III - DAS LICENÇAS
LICENÇA À ADOTANTE
1. CONCEITO:
Licença à Adotante é o afastamento remunerado concedido à servidoraque adotar ou obtiver guarda judicial de criança.
2. OCORRÊNCIA:
Publicação da Portaria concessiva da licença à adotante no Boletim de 
Serviço.
3. INFORMAÇÕES GERAIS:
A servidora que adotar ou obtiver a guarda judicial de criança de até 1 
(um) ano de idade tem direito a 90 (noventa) dias de licença, sem prejuízo de sua 
remuneração.
No caso de adoção ou guarda judicial de criança com mais de 1 (um) ano 
de idade, a licença remunerada será de 30 (trinta) dias.
A licença à adotante deve ser usufruída imediatamente após a adoção, de 
forma a permitir a adaptação à convivência familiar e comunitária do adotado, sendo 
incompatível com o adiamento do gozo.
A autoridade competente expedirá Termo de Adoção ou Termo Provisório 
(Termo de Guarda e Responsabilidade).
É vedada a adoção por procuração ou quaisquer outros documentos.
O servidor não faz jus à licença adotante. 
4. INSTRUÇÃO PROCESSUAL:
• Requerimento da servidora apresentado ao dirigente da sua unidade de 
lotação, juntamente com os documentos comprobatórios da adoção;
• Abertura de processo pelo chefe da área de Recursos Humanos;
• Qualificação da servidora;
• Análise e emissão de informação da área de legislação de pessoal;
• Emissão de Portaria da área de Recursos Humanos;
Estatuto dos Servidores Públicos aplicado à PRF Voltar ao Sumário 166
• Publicação do ato (Portaria) no Boletim de Serviço;
• Encaminhamento de cópia da Portaria a chefia imediata da servidora;
• Lançamento no sistema SIAPE/SIAPECAD;
• Registro e anotações funcionais.
5. FUNDAMENTO LEGAL:
• Artigo 210 da Lei nº 8.112/90;
• Lei nº 8.069, de 13/07/90.
6. PROCEDIMENTOS PARA LANÇAMENTO NO SIAPE:
• >CAINOCORSE (inclui ocorrência do servidor);
OCORRÊNCIA : 00144 LICENÇA ADOTANTE – CRIANÇAS ATÉ 1 (UM) ANO
INFORME A MATRÍCULA SE A OCORRÊNCIA FOR DO CARGO OU CPF SE FOR DA PESSOA 
(RH)
MATRÍCULA:
CPF: Identificar a servidora
INÍCIO DA OCORRÊNCIA: (90 noventa dias)
FIM PREVISTO DA OCORRÊNCIA: INDISPONÍVEL
FIM REAL DA OCORRÊNCIA:
OBSERVAÇÕES: informar o número do processo
Para 
OCORRÊNCIA : 00145 LICENCA ADOTANTE – CRIANCA MAIOR 1 (UM) ANO
INFORME A MATRÍCULA SE A OCORRÊNCIA FOR DO CARGO OU CPF SE FOR DA PESSOA 
(RH)
MATRÍCULA:
CPF: Identificar a servidora
INÍCIO DA OCORRÊNCIA: (30 trinta dias)
FIM PREVISTO DA OCORRÊNCIA: INDISPONÍVEL
FIM REAL DA OCORRÊNCIA:
OBSERVAÇÕES: informar o número do processo
Estatuto dos Servidores Públicos aplicado à PRF Voltar ao Sumário 167
LICENÇA À GESTANTE
1. CONCEITO:
Licença à Gestante é o afastamento da servidora grávida, sem prejuízo da 
remuneração e destina-se à proteção da gravidez, à recuperação pós-parto e à 
amamentação.
2. OCORRÊNCIA:
Publicação da Portaria concessiva da licença à gestante no Boletim de 
Serviço.
3. INFORMAÇÕES GERAIS:
A licença gestante terá a duração der 120 (cento e vinte) dias 
consecutivos, contados da data de afastamento da servidora, sem prejuízo da 
remuneração.
A licença poderá ter início no primeiro dia do nono mês de gestação, salvo 
antecipação por prescrição médica.
No caso de nascimento prematuro, a licença terá início a partir do parto.
Tratando-se de natimorto, decorridos 30 (trinta) dias do evento, a 
servidora será submetida a exame médico, e se julgada apta, reassumirá o 
exercício.
Em se tratando de aborto atestado por médico oficial, a servidora terá 
direito a 30 (trinta) dias de repouso remunerado.
Em qualquer das hipóteses acima apresentada, a servidora deverá ser 
submetida à avaliação de Junta Médica Oficial.
Caso queira, a servidora poderá solicitar prorrogação da licença gestante, 
por mais 60 (sessenta) dias.
Essa prorrogação será garantida à servidora que a requerer até o final do 
primeiro mês após o parto e terá duração de sessenta dias, iniciando-se a partir do 
dia subsequente ao término da vigência da licença gestante.
Durante de prorrogação da licença gestante a servidora não poderá 
exercer qualquer atividade remunerada e a criança não poderá ser mantida em 
creche ou organização similar, sob pena de perder o direito à prorrogação, sem 
prejuízo do devido ressarcimento ao erário.
Na hipótese de surgirem casos patológicos durante ou depois da 
gestação, ainda que dela decorrente, sendo geradores de incapacidade, o 
afastamento será processado como licença para tratamento de saúde.
Estatuto dos Servidores Públicos aplicado à PRF Voltar ao Sumário 168
A licença à gestante e a licença para tratamento da própria saúde são 
consideradas institutos diferentes, não podendo ser concedidas concomitantemente.
As servidoras ocupantes de cargos comissionados, sem vínculo com o 
Serviço Público ou contratadas por tempo determinado, serão periciadas pelo órgão 
contratante e a licença à gestante concedida, com posterior compensação ao 
Regime Geral da Previdência Social.
O tempo de licença à gestante é considerado como efetivo exercício.
A servidora gestante ou lactante será afastada, enquanto durar a gestação 
e a lactação, das operações e locais previstos locais considerados penosos, 
insalubres ou perigosos, devendo exercer suas atividades em local salubre e em 
serviço não penoso e não perigoso.
Para amamentar o próprio filho até a idade de seis meses, a servidora 
lactante terá direito, durante a jornada de trabalho, à uma hora de descanso, que 
poderá ser parcelada em dois períodos de meia hora.
4. INSTRUÇÃO PROCESSUAL:
A licença depende somente da apresentação à unidade de Recursos 
Humanos do atestado médico emitido pelo médico que realizou o parto da servidora, 
que encaminhará o atestado para homologação da Junta Médica.
Após a homologação, lança-se a licença no SIAPE/SIAPECAD.
5. FUNDAMENTO LEGAL:
• Art. 7º, inciso XVIII, da Constituição Federal de 1988;
• Art. 10, § 1º do Ato das Disposições Constitucionais Transitórias – C.F./88;
• Artigos 102, inciso VIII, alínea "a", 69, 207, 208 e 230 da Lei nº 8.112, de 
11/12/90;
• Orientação Consultiva DENOR/SRH/MARE nº 35/98;
• Orientação Normativa DENOR nº 9 de 14/05/99;
• Orientação Normativa DENOR nº 3 de 08/04/99;
• Orientação Normativa Nº 2, de 6/06/05;
• Lei nº 10.710, de 5/8/03;
• Decreto nº 6.690, de 11/12/08. 
6. PROCEDIMENTOS PARA LANÇAMENTO NO SIAPE:
1º passo: >CACOPENDAT (verificar se servidor tem alguma pendência, se houver, 
regularizar);
2º passo: >CACOOCORSE (verificar se servidor tem alguma ocorrência em aberto, 
se houver, finalizar na transação: >CAFIOCORSE – finaliza ocorrência do servidor);
3º passo: >CAINOCORSE (inclui ocorrência do servidor).
Estatuto dos Servidores Públicos aplicado à PRF Voltar ao Sumário 169
LICENÇA INCENTIVADA SEM REMUNERAÇÃO
1. CONCEITO:
Licença Incentivada sem Remuneração é o benefício concedido ao 
servidor estável, com pagamento de incentivo em pecúnia, de caráter indenizatório, 
correspondente a 6 (seis) vezes a remuneração do servidor, correspondente ao mês 
do afastamento.
2. OCORRÊNCIA:
Publicação da Portaria concessiva da licença incentivada no Diário Oficial 
da União.
3. INFORMAÇÕES GERAIS:
A licença incentivada sem remuneração será concedida a servidor 
ocupante de cargo efetivo, detentor de estabilidade.
A licença terá duração de 3 (três) anos, prorrogável por igual período, não 
podendo ser interrompida no interesse da Administração ou a pedido do servidor.
Não poderá requerer a licença o servidor que esteja em estágio probatório 
ou tenha cumprido todos os requisitos legais para aposentadoria.
Também não poderá aderir ao benefício o servidor:
• Acusado em sindicância ou processo administrativo disciplinar, até o 
julgamento final ou o cumprimento da penalidade, se diversa da demissão;
• Em débito com o erário, até que comprove quitaçãototal;
• Retornar antes de decorrido o prazo total estabelecido para o gozo da 
Licença para Tratar de Interesses Particulares;
• Licenciado ou afastado por motivo de:
- Férias; 
- Licença por motivo de doença em pessoa da família; 
- Licença por motivo de afastamento do cônjuge ou companheiro; 
- Licença para o serviço militar; 
- Licença para atividade política; 
- Licença-prêmio por assiduidade; 
- Licença para capacitação; 
- Licença para tratar de interesses particulares; 
- Licença para o desempenho de mandato classista; 
- Licença à gestante; 
- Licença à adotante; 
- Licença-paternidade; 
Estatuto dos Servidores Públicos aplicado à PRF Voltar ao Sumário 170
- Licença para tratamento de saúde; 
- Licença por acidente em serviço ou doença profissional; 
- Júri e outros serviços obrigatórios por Lei; 
- Afastamento para exercício de mandato eletivo; 
- Afastamento para estudo ou missão no exterior; 
- Participação em competição desportiva nacional ou convocação para 
integrar representação desportiva nacional, no País ou no exterior; 
- Afastamento para servir a organismo internacional de que o Brasil 
participe ou com o qual coopere; 
- Afastamento preventivo; 
- Reclusão. 
O incentivo a ser pago ao servidor licenciado corresponde a 6 (seis) vezes 
a sua remuneração da em que foi concedida a Licença Incentivada e, por ter caráter 
indenizatório, não sofre a incidência de Imposto de Renda e do PSS.
A licença somente poderá ser concedida no interesse da Administração e 
se houver liberação orçamentária para o pagamento do incentivo.
O pagamento do incentivo se dará até o último dia útil do mês de 
competência subsequente ao que for publicado o ato de concessão ou de 
prorrogação da Licença.
O servidor em gozo da licença incentivada não poderá exercer cargo ou 
função de confiança ou ser contratado temporariamente, a qualquer título, na 
Administração Pública direta, autárquica ou fundacional dos poderes da União, mas, 
poderá exercer atividades na iniciativa privada e participar de gerência, 
administração ou de conselhos fiscal ou de administração de sociedades mercantis 
ou civis.
As vantagens incorporadas à remuneração do servidor, decorrentes de 
decisão judicial, somente serão consideradas, para efeito de indenização do 
incentivo se prolatada a sentença final favorável (trânsito em julgado).
As férias acumuladas serão indenizadas e as relativas ao exercício de 
concessão da licença serão pagas proporcionalmente aos meses trabalhados.
Na base de cálculo para indenização da Licença Incentivada Sem 
Remuneração, considera-se como remuneração mensal, o vencimento básico do 
servidor, acrescido das vantagens pecuniárias permanentes, os adicionais de 
caráter individual ou quaisquer vantagens, inclusive as pessoais e as relativas à 
natureza ou ao local de trabalho, excluídos:
• Adicional pela prestação de serviço extraordinário;
• Adicional noturno;
• Adicional de insalubridade, de periculosidade ou pelo exercício de atividades 
penosas;
• Adicional de férias;
Estatuto dos Servidores Públicos aplicado à PRF Voltar ao Sumário 171
• Gratificação natalina;
• Salário-família;
• Auxílio-natalidade;
• Auxílio-alimentação;
• Auxílio transporte;
• Auxílio pré-escolar;
• Indenizações;
• Diárias;
• Ajuda de custo em razão de mudança de sede;
• Custeio de moradia;
• Retribuição pelo exercício de função ou cargo de direção, chefia ou 
assessoramento.
Na hipótese de o servidor encontrar-se cedido, o requerimento da licença 
incentivada sem remuneração deverá ser feito junto ao seu órgão ou entidade de 
origem com anuência da entidade cessionária, sendo que o seu início dar-se-á após 
o término da cessão.
No caso de prorrogação da licença, o cálculo do incentivo em pecúnia 
será feito com base na remuneração a que o servidor fará jus no inicio da 
prorrogação, a ser pago no mês subsequente ao que for publicado o respectivo ato.
O servidor afastado em virtude da licença incentivada sem remuneração 
poderá continuar vinculado aos planos previdenciários e assistenciais das entidades 
fechadas de previdência privada, devendo repactuar as condições junto a estas, 
sem qualquer ônus para a Administração Pública Federal direta, autárquica ou 
fundacional.
4. INSTRUÇÃO PROCESSUAL:
• Requerimento do servidor encaminhado ao dirigente máximo do órgão com 
anuência da chefia imediata;
• Abertura de processo pelo chefe da área de Recursos Humanos;
• Qualificação do servidor;
• Contracheque do servidor;
• “Nada Consta” da Corregedoria, Ética e Material Permanente;
Estatuto dos Servidores Públicos aplicado à PRF Voltar ao Sumário 172
• Análise e emissão de informação da área de legislação de pessoal;
• Elaboração de planilha de cálculo do valor da indenização;
• Encaminhamento do processo para a CGRH/DPRF;
• Despacho para DIREC para a emissão de parecer, justificando o afastamento 
do servidor;
• Consulta a área financeira quanto a disponibilidade orçamentária e recursos 
financeiros;
• Aprovação da autoridade competente (Coordenador-Geral de Recursos 
Humanos);
• Expedição de minuta de Portaria de concessão do afastamento;
• Homologação da Portaria pela autoridade competente;
• Publicação da Portaria no Boletim de Serviço – B.S.;
• Encaminhamento de cópia da Portaria a chefia imediata do servidor;
• Acertos financeiros;
• Lançamento no sistema SIAPE/SIAPECAD;
• Ciência do servidor;
• Registro e anotações na pasta do servidor.
5. FUNDAMENTO LEGAL: 
• Medida Provisória nº 1.917/99;
• Portaria Normativa SRH nº 07/99.
6. PROCEDIMENTOS PARA LANÇAMENTO NO SIAPE:
Consultar a Divisão de Cadastro – DICAD/CGRH.
Estatuto dos Servidores Públicos aplicado à PRF Voltar ao Sumário 173
LICENÇA PARA ATIVIDADE POLÍTICA
1. CONCEITO:
Licença para Atividade Política é o afastamento concedido ao servidor 
para o exercício de atividade política.
2. OCORRÊNCIA:
Publicação, no Boletim de Serviço, da Portaria concessiva da licença para 
atividade política. 
3. INFORMAÇÕES GERAIS:
Durante o período entre a escolha em convenção partidária e a véspera 
do registro da candidatura, o servidor poderá licenciar-se, sem remuneração, para a 
atividade política.
A partir do registro da candidatura, até 10º (décimo) dia seguinte ao da 
eleição, o servidor fará jus à licença, com os vencimentos do cargo efetivo, somente 
pelo período de 03 (três) meses.
O candidato a cargo eletivo na localidade onde desempenha suas funções 
e que exerça cargo de Direção, Chefia, Assessoramento, Arrecadação ou 
Fiscalização, dele será afastado, a partir do dia imediato ao do registro da 
candidatura perante a Justiça Eleitoral, até o 10º (décimo) dia seguinte ao pleito.
O período de licença para atividade política contar-se-á apenas para efeito 
de aposentadoria e disponibilidade.
A concessão da licença para atividade política é de competência do 
Coordenador-Geral de Recursos Humanos do DPRF.
4. INSTRUÇÃO PROCESSUAL:
Para a concessão da licença para atividade política, o servidor deverá 
apresentar à sua unidade de Recursos Humanos, os seguintes documentos:
• Requerimento solicitando a concessão da licença para mandato eletivo;
• Cópia autenticada da ata da convenção partidária que o escolheu como 
candidato;
• Declaração emitida pelo órgão competente ou outro documento que 
comprove o registro da candidatura junto à Justiça Eleitoral;
• Cópia autenticada da folha de ponto ou de outro documento que comprove o 
último dia trabalhado pelo servidor;
• Dados funcionais do servidor;
• Último contracheque do servidor;
• Pronunciamento da unidade competente da regional sobre o pleito;
•Encaminhamento dos autos pelo Superintendente ou Chefe de Distrito à 
Estatuto dos Servidores Públicos aplicado à PRF Voltar ao Sumário 174
CGRH/DPRF, para concessão da licença.
A CGRH/DPRF publica a Portaria de concessão da licença e encaminha o 
processo para a regional.
A regional lança a licença no SIAPE/SIAPECAD, registra na pasta 
funcional do servidor, faz acerto de contas e sugere o arquivamento do processo.
A autoridade competente da regional arquiva o processo.
5. FUNDAMENTO LEGAL:
• Artigo 86 da Lei nº 8.112/90, com a redação dada pela Lei nº 9.527/97;
• Demais orientações da SRH/MPOG, que se encontram à disposição no sítio: 
ex-servidor..
6. PROCEDIMENTOS PARA LANÇAMENTO NO SIAPE:
Consultar a Divisão de Cadastro – DICAD/CGRH.
Estatuto dos Servidores Públicos aplicado à PRF Voltar ao Sumário 175
LICENÇA PARA CAPACITAÇÃO
1. CONCEITO:
Licença para Capacitação é o afastamento concedido ao servidor, a cada 
5 (cinco) anos de efetivo exercício no Serviço Público Federal, para participar de 
curso de capacitação profissional, por até 3 (três) meses, sem perda da 
remuneração.
2. OCORRÊNCIA:
Publicação, no Boletim de Serviço, da Portaria de concessão da licença 
para capacitação.
3. INFORMAÇÕES GERAIS:
A licença para capacitação foi instituída em 16 de outubro de 1996, em 
substituição à licença-prêmio por assiduidade e poderá ser parcelada, não podendo 
a menor parcela ser inferior a (30) trinta dias.
Os períodos de licença para capacitação não são acumuláveis.
Fica resguardado o direito ao cômputo do tempo de serviço residual, 
existente em 15 de outubro de 1996, não utilizado da licença especial e/ou licença-
prêmio por assiduidade, para efeitos da licença para capacitação.
A concessão dessa licença depende do interesse da Administração.
Consideram-se de interesse da Administração os cursos voltados para as 
áreas de interesse do órgão, que contribuem para o desenvolvimento do servidor 
nas atividades exercidas no órgão.
Considera-se capacitação profissional todo e qualquer estudo que venha 
a aprimorar os conhecimentos do servidor e que contribua para a melhoria do 
desempenho de suas atribuições funcionais.
A licença para capacitação poderá ser utilizada integralmente para a 
elaboração de dissertação de mestrado ou tese de doutorado, cujo objeto seja 
compatível com o plano anual de capacitação da instituição.
O servidor, durante o período de licença capacitação, receberá apenas o 
subsídio ou a remuneração de seu cargo efetivo.
Após o término do curso, o servidor deverá apresentar o certificado de 
conclusão.
O tempo residual de Serviço Público Federal anterior ao período em que o 
servidor permanecer em disponibilidade não deve ser computado para concessão de 
Estatuto dos Servidores Públicos aplicado à PRF Voltar ao Sumário 176
licença capacitação, por estar caracterizada a interrupção do efetivo exercício.
O período em que o servidor permanecer em disponibilidade não pode ser 
computado para concessão dessa licença.
No âmbito do DPRF, a concessão da licença capacitação é de 
competência do Coordenador-Geral de Recursos Humanos.
4. INSTRUÇÃO PROCESSUAL:
• Requerimento do servidor encaminhado ao Chefe superior, com anuência da 
chefia imediata;
• O servidor deverá anexar ao requerimento o conteúdo programático do curso, 
expedido pela instituição organizadora, carga horária, período e local de 
realização do curso;
• Abertura de processo pelo chefe da área de Recursos Humanos;
• Qualificação do servidor;
• Último contracheque do servidor;
• “Nada Consta” da corregedoria, Ética e Material Permanente;
• Análise e emissão de informação da área de legislação de pessoal;
• Encaminhamento do processo para a CGRH/DPRF;
• Despacho para Divisão de Recursos Humanos – DIREC para a emissão de 
parecer, justificando o afastamento do servidor;
• Encaminhamento à Coordenação de Ensino – COEN para análise do curso, 
em observância às atribuições do DPRF;
• Retorna à DIREC para análise conclusiva do assunto;
• Aprovação da autoridade competente;
• Expedição de minuta de Portaria de concessão;
• Homologação da Portaria pela autoridade competente;
• Publicação da Portaria no Boletim de Serviço;
• Encaminhamento de cópia da Portaria à chefia imediata do servidor;
• Acertos financeiros;
• Lançamento no sistema SIAPE/SIAPECAD;
• Registro e anotações na pasta do servidor.
5. FUNDAMENTO LEGAL:
• Artigos 81, 87 e 89 da Lei nº 8.112/90;
• Lei nº 9.527/97;
• Artigo 10 do Decreto nº 5.707, de 23/02/06;
• Demais orientações emanadas da SRH/MPOG.
6. PROCEDIMENTOS PARA LANÇAMENTO NO SIAPE:
Consultar a Divisão de Cadastro – DICAD/CGRH.
Estatuto dos Servidores Públicos aplicado à PRF Voltar ao Sumário 177
LICENÇA PARA DESEMPENHO DE MANDATO CLASSISTA
1. CONCEITO:
Licença para Desempenho de Mandato Classista é o afastamento, sem 
remuneração, concedido ao servidor para o desempenho de mandato em 
Confederação, Federação, Associação de Classe de âmbito nacional, Sindicato 
representativo da categoria ou Entidade da profissão.
2. OCORRÊNCIA:
Publicação, no Boletim de Serviço, da Portaria de concessão da licença 
para desempenho de mandato classista.
3. INFORMAÇÕES GERAIS:
É assegurado ao servidor eleito para o desempenho de mandato em 
Confederação, Associação de Classe ou Entidade fiscalizadora da profissão o direito 
à licença para exercer plenamente o seu mandato.
A concessão da licença é condicionada ao cadastramento da entidade no 
Sistema Integrado de Administração de Recursos Humanos - SIAPE.
Considera-se “Entidade” cada Confederação, Federação, Associação de 
Classe de âmbito nacional, Sindicato representativo de categoria ou Entidade 
fiscalizadora de profissão.
A licença terá duração igual a do mandato, podendo ser prorrogada, no 
caso de reeleição, por uma única vez.
Não pode ser autorizada licença para desempenho de mandato classista 
ao servidor em estágio probatório.
Não poderá ser removido ou redistribuído de ofício para localidade diversa 
daquela onde exerce o mandato o servidor licenciado para o desempenho de 
mandato classista.
Ao servidor público civil é assegurado o direito à livre associação sindical 
e à inamovibilidade do dirigente sindical, até um ano após o final do mandato, exceto 
se a pedido.
Para a concessão dessa licença, deverão ser observados os seguintes 
limites:
• Para entidades com até 5.000 (cinco mil) associados, 1 (um) servidor;
• Para entidades com 5.001 (cinco mil e um) a 30.000 (trinta mil) associados, 2 
(dois) servidores;
Estatuto dos Servidores Públicos aplicado à PRF Voltar ao Sumário 178
• Para entidades com mais de 30.000 (trinta mil) associados, 3 (três) 
servidores.
O servidor licenciado para o desempenho de mandato classista não faz 
jus a férias durante o período de afastamento, entretanto, quando do seu retorno às 
atividades normais do cargo efetivo, fará jus às férias relativas ao exercício em que 
retornar.
A concessão dessa licença é de competência do Coordenador-Geral de 
Recursos Humanos do DPRF.
4. INSTRUÇÃO PROCESSUAL:
Deverá ser aberto processo individual para a concessão dessa licença 
aos servidores, cujo processo deverá ser instruído com os seguintes documentos:
• Requerimento do interessado encaminhado à sua unidade de Recursos 
Humanos;
• Cópia autenticada estatuto da Entidade;
• Cópia autenticada do registro da Entidade no SIAPE;
• Cópia autenticada da ata da Assembleia Geral Ordinária da eleição que 
escolheu o servidor para o cargo;
• Cópia da ata da Assembleia de Posse do servidor na Entidade;
• Documento que comprove o número de filiados à Entidade
• Cópia autenticada de documento que comprove oúltimo dia trabalhado pelo 
servidor;
• Dados funcionais do servidor;
• Último contracheque do servidor.
• Pronunciamento da área competente da regional quanto ao direito pleiteado;
• Encaminhamento dos autos à CGRH/DPRF, pela autoridade máxima da 
regional, para concessão da licença.
CGRH/DPRF - Publica a Portaria no Boletim de Serviço e devolve o 
processo à regional.
Regional - procede ao lançamento no SIAPE/SIAPECAD, registra na 
pasta funcional, dá ciência ao servidor e arquiva o processo.
5. FUNDAMENTO LEGAL:
• Artigos 81, 82, 92 e 94,§ 2º, e 102, inciso VIII, alínea “c”, 240, da Lei nº 8.112, 
de 11/12/90, alterada pela Lei nº 9.527, de 10/12/97;
• Ofício COGLE/SRH nº 245, de10/09/02;
• Decreto n° 2.066, de 12/11/96;
• Ofício-Circular SRH-MP n° 08, de 16/03/01.
6. PROCEDIMENTOS PARA LANÇAMENTO NO SIAPE:
Consultar a Divisão de Cadastro – DICAD/CGRH.
Estatuto dos Servidores Públicos aplicado à PRF Voltar ao Sumário 179
LICENÇA PARA SERVIÇO MILITAR
1. CONCEITO:
Licença para Serviço Militar é a licença sem remuneração, a que faz jus o 
servidor que for convocado pelas Forças Armadas para a prestação de serviço 
militar obrigatório.
2. OCORRÊNCIA:
Convocação de servidor pelas forças armadas para prestar o serviço 
militar obrigatório.
3. INFORMAÇÕES GERAIS:
O período de afastamento em virtude de convocação para o serviço militar 
obrigatório é considerado como de efetivo exercício e contado para todos os fins.
Durante o período da licença para o serviço militar, o servidor ficará 
inteiramente submetido às normas das Forças Armadas onde estiver servindo. 
Os servidores públicos, durante o tempo em que estiverem incorporados à 
organização militar da ativa ou matriculados em órgão de formação de reserva, não 
perceberão nenhuma remuneração, vencimento ou salário dos seus órgãos de 
origem, sendo-lhes assegurado, somente, o retorno ao cargo.
Concluído o serviço militar, o servidor terá até 30 (trinta) dias, sem 
remuneração, para reassumir o exercício do cargo.
Ao reassumir o cargo, o servidor deverá apresentar à área de Recursos 
Humanos da sua unidade de lotação, cópia do Certificado de Reservista, 
acompanhada do documento original para autenticação ou Certidão que comprove o 
início e o término do serviço militar.
4. INSTRUÇÃO PROCESSUAL:
• Requerimento do servidor, com anuência da chefia imediata, encaminhado ao 
dirigente máximo do órgão, constando o comprovante de convocação para o 
serviço militar;
• Abertura de processo por parte da unidade de Recursos Humanos;
• Qualificação do servidor;
• Análise e emissão de informação da área de legislação de pessoal;
• Encaminhamento do processo para a CGRH/DPRF;
• Despacho para DIREC para a emissão de parecer, justificando o afastamento 
do servidor;
• Homologação da autoridade competente;
• Expedição de minuta de Portaria de concessão;
• Assinatura da Portaria pela autoridade competente e publicação no B.S.;
Estatuto dos Servidores Públicos aplicado à PRF Voltar ao Sumário 180
• Encaminhamento de cópia da Portaria a chefia imediata do servidor;
• Acertos financeiros;
• Lançamento no sistema SIAPE/SIAPECAD;
• Registro e anotações na pasta do servidor. 
5. FUNDAMENTO LEGAL:
• Emenda Constitucional nº 20/98;
• Art. 195 do Decreto 57.654/66, de 20/1/1966, com alteração do Decreto 
nº 93.670, de 9/12/1986. Art. 60, § 1º, da Lei nº 4.375, de 18/8/65;
• Artigos 85, 102, inciso VIII, alínea "f", e 103, inciso VI e § 2º, Art. 100, Art. 81, 
inciso III, da Lei nº 8.112, de 11/12/90.
6. PROCEDIMENTOS PARA LANÇAMENTO NO SIAPE:
Consultar a Divisão de Cadastro – DICAD/CGRH.
Estatuto dos Servidores Públicos aplicado à PRF Voltar ao Sumário 181
LICENÇA PARA TRATAMENTO DA SAÚDE
1. CONCEITO:
Licença para Tratamento da Saúde é o afastamento concedido ao 
servidor, acometido de qualquer moléstia, para o tratamento da própria saúde, sem 
prejuízo da remuneração.
2. OCORRÊNCIA:
Apresentação de Atestado Médico pelo servidor e homologação pela 
Junta Médica Oficial.
3. INFORMAÇÕES GERAIS:
A licença é concedida ao servidor, a pedido ou de ofício, com base em 
perícia médica, sem prejuízo da remuneração a que fizer jus.
O servidor sempre que apresentar indícios de lesões orgânicas ou 
funcionais será submetido a inspeção médica.
Para a concessão da licença pelo período de até 14 (quatorze) dias, 
consecutivos ou não, o servidor deverá apresentar o atestado médico a sua chefia 
imediata, no prazo de 48 (quarenta e oito horas) horas, para homologação. A partir 
do 15º (décimo quinto) dia, o atestado médico deverá ser encaminhado, no mesmo 
prazo legal, à Chefia imediata do servidor, que o encaminhará à Junta Médica Oficial 
para homologação.
O servidor que necessitar de licença médica, por mais de 30 (trinta) dias, 
consecutivos ou não, no mesmo exercício, será submetido à inspeção por Junta 
Médica Oficial.
Ao término da licença, o servidor será submetido à nova inspeção médica, 
que concluirá pela volta ao serviço, pela prorrogação da licença ou pela 
aposentadoria.
No caso de a realização da inspeção médica feita por médico particular, o 
atestado produzirá efeitos somente depois de homologado por médico ou Junta 
Médica do DPRF, ou conveniados.
O servidor que se recusar a submeter-se à Junta Médica terá os dias de 
ausência computados como falta injustificada ao serviço e abandono de cargo, 
podendo, ainda, ser punido disciplinarmente, observadas as normas legais 
pertinentes.
Decorridos 24 (vinte e quatro) meses de licença médica, o servidor deve 
será submetido à junta médica, que decidirá, pela aposentadoria, pela readaptação 
ou pelo retorno ao serviço.
A licença concedida dentro de 60 (sessenta) dias do término de outra da 
Estatuto dos Servidores Públicos aplicado à PRF Voltar ao Sumário 182
mesma espécie, será considerada como prorrogação.
A licença para tratamento de saúde por período igual ou inferior a 24 
(vinte e quatro) meses é considerado como de efetivo exercício para todos os fins e 
efeitos. O tempo que exceder a esse período será considerado como prorrogação da 
licença, entretanto, não será contado para fins de aposentadoria.
No encaminhamento da licença médica deverá constar, obrigatoriamente, 
o último dia trabalhado pelo servidor, informado pela sua chefia imediata.
O atestado ou declaração de comparecimento ao Médico ou à Junta 
Médica do DPRF, ou conveniados, libera o servidor apenas para o período que se 
deu a consulta, devendo ser retomadas as atividades pelo período restante do dia, 
de acordo com a escala/jornada de serviço do servidor.
Os servidores que trabalham em regime de escala deverão retornar ao 
serviço no dia imediatamente posterior ao término da licença.
A contagem do período de licença não será interrompida nos feriados.
Nos casos de afastamento do servidor, por período de até 3 (três) dias, 
será encaminhado aos Médicos ou Juntas Médicas do DPRF, ou conveniados, 
apenas o atestado médico, não sendo necessário encaminhar cópias dos resultados 
de eventuais exames complementares realizados e relatórios do médico assistente.
Quando o período de afastamento for igual ou superior a 4 (quatro) dias, 
além do atestado, deverão ser encaminhados aos Médicos ou Junta Médica do 
DPRF, ou conveniados, cópias dos resultados de eventuais exames 
complementares realizados e relatórios do médico assistente.
Qualquer que seja o período de afastamento a presença do servidor é 
imprescindível para a realização da inspeção médica.
O prazo para a entrega dos atestados médicos pelo servidor ao seu chefe 
imediato é de, no máximo, 02 (dois) dias úteis da data de sua emissão, que,de 
imediato deverá providenciar o seu encaminhamento, em envelope lacrado, ao 
órgão de Recursos Humanos competente, que, por sua vez, deverá remetê-lo, no 
prazo de até 48 (quarenta e oito) horas, à apreciação dos Médicos ou Juntas 
Médicas do DPRF, ou conveniados, sob pena da não homologação dos mesmos.
O servidor em trânsito que, por motivo de doença, necessitar de licença 
médica, deverá se apresentar ao órgão de Recursos Humanos da unidade regional 
onde se encontrar, para ser encaminhado ao respectivo serviço Médico ou Junta 
Médica do DPRF ou, na sua inexistência, a um dos órgãos públicos conveniados, 
hipótese em que o órgão de Recursos Humanos deverá comunicar a ocorrência, 
imediatamente, à unidade regional de lotação do servidor, para anotação e 
arquivamento no prontuário do servidor.
Todos os afastamentos de servidores, a título de licença médica, deverão 
ser lançados no SIAPE/SIAPECAD.
4. INSTRUÇÃO PROCESSUAL:
Estatuto dos Servidores Públicos aplicado à PRF Voltar ao Sumário 183
Não é necessária a abertura de processo para a concessão de licença 
para tratamento de saúde, bastando, somente, que o servidor apresente o atestado 
médico, em tempo hábil, à sua chefia imediata.
A chefia imediata encaminha o atestado médico à unidade de Recursos 
Humanos.
A unidade de Recursos Humanos encaminha o atestado médico à Junta 
Médica Oficial para homologação da licença.
Na homologação do atestado ou emissão de Laudo Médico Oficial, deverá 
constar a data de início e término da licença.
Homologada a licença, a unidade de Recursos Humanos procede ao 
registro nos afastamentos funcionais do servidor, nos sistema SIAPE/SIAPECAD e 
informa à unidade de Pagamento para descontos de auxílio-transporte.
5. FUNDAMENTO LEGAL:
 
• Artigos 82, 102, 130, § 1º e 202 a 206 da Lei nº 8.112/90, com a redação 
dada pela Lei nº 9.527/97;
• Orientações Normativas da SAF nº 42/2001, nº 98/01 e nº 99/01;
• Instrução Normativa nº 07-DG/DPRF, de 1º/06/05.
6. PROCEDIMENTOS PARA LANÇAMENTO NO SIAPE:
1º passo: >CACOPENDAT (verificar se servidor tem alguma pendência, se houver, 
regularizar);
2º passo: >CACOOCORSE (verificar se servidor tem alguma ocorrência em aberto, 
se houver, finalizar na transação: >CAFIOCORSE – finaliza ocorrência do servidor);
3º passo: >CAINOCORSE (inclui ocorrência do servidor).
Estatuto dos Servidores Públicos aplicado à PRF Voltar ao Sumário 184
LICENÇA PARA TRATAMENTO DA SAÚDE (ACIDENTE EM SERVIÇO)
1. CONCEITO:
Acidente em Serviço é a ocorrência não programada, resultante do 
exercício do trabalho, que provoque lesão corporal, perturbação funcional ou 
doença, e que determine morte, perda total ou parcial, permanente ou temporária da 
capacidade laborativa, incluindo-se o acidente decorrente de agressão sofrida e não 
provocada pelo servidor no exercício do cargo ou sofrido no percurso da residência 
para o trabalho e vice-versa.
2. OCORRÊNCIA:
Publicação da Portaria concessiva da licença no Boletim de Serviço.
3. INFORMAÇÕES GERAIS:
Considera-se acidente em serviço o dano físico ou mental que ocorra com 
o servidor:
• Durante o expediente normal, ou, quando determinado por autoridade 
competente, em sua prorrogação ou antecipação;
• No decurso de viagens no interesse do serviço, autorizadas por autoridade 
competente;
• No deslocamento entre a sua residência e o local de trabalho e vice-versa.
Equipara-se ao acidente em serviço o dano:
• Decorrente de agressão sofrida e não provocada pelo servidor no exercício 
do cargo;
• Sofrido no percurso da residência para o trabalho e vice-versa;
• Sofrido quando em viagem a serviço;
• Sofrido nos deslocamentos em horários para refeições.
Será concedida licença, com remuneração integral, ao servidor 
acidentado em serviço.
A Junta Médica Oficial deverá ser comunicada imediatamente, após as 
provas, que, após inspeção, emitirá laudo quanto a capacidade física e mental do 
servidor para o exercício do cargo e concederá ou homologará a licença médica.
O servidor acidentado em serviço, que necessite de tratamento 
Estatuto dos Servidores Públicos aplicado à PRF Voltar ao Sumário 185
especializado, poderá ser tratado em instituição privada, à conta de recursos 
públicos. Nesse caso, o tratamento recomendado por Junta Médica Oficial constitui 
medida de exceção e somente será admissível quando inexistirem meios e recursos 
adequados em instituição pública.
O servidor ou pessoa designada por ele apresentará, num prazo de até 48 
horas após o acidente, relato do ocorrido, preenchendo o formulário de acidente em 
serviço, munido ou não do atestado médico, constando o CID, bem como exames 
complementares, receita médica, boletim de ocorrência policial, relato de 
testemunhas e declaração de internação hospitalar, se for o caso.
As provas do acidente serão feitas no prazo de até 10 (dez) dias, a contar 
da data do acidente, prorrogável quando as circunstâncias o exigirem.
O acidente deverá ser comunicado, por quaisquer meios, pelo servidor ou 
por terceiros, à chefia imediata, sem prejuízo, da apresentação de provas e do 
formulário de Acidente em Serviço, acompanhado de assinatura de 02 (duas) 
testemunhas, relatório médico ou comprovante de atendimento hospitalar.
O prazo para a comunicação de acidente em serviço é de até 02 (dois) 
dias da ocorrência do acidente, prorrogável quando as circunstâncias o exigirem.
O prazo para a apresentação de provas e do formulário de acidente em 
serviço, acompanhado da assinatura de 02 (duas) testemunhas, relatório médico ou 
comprovante de atendimento hospitalar é de até 10 (dez) dias da ocorrência do 
acidente, prorrogável quando as circunstâncias o exigirem.
Os servidores ocupantes de DAS, sem vínculo com o Serviço Público ou 
contratados por tempo determinado, deverão ser encaminhados ao Instituto 
Nacional do Seguro Social – INSS, a partir do 16º (décimo sexto) dia de afastamento 
de trabalho causado por acidente em serviço.
4. INSTRUÇÃO PROCESSUAL:
• Entrega do formulário ao servidor ou pessoa designada para preenchimento 
de campos específicos pelo médico assistente e pelas testemunhas, se for o 
caso;
• Anexar aos formulários os documentos comprobatórios, como registro policial, 
exame de corpo delito, exames médicos, receitas médicas, relato de 
testemunhas e outros documentos relacionados com a ocorrência do 
acidente;
• Abertura de processo pela unidade de RH;
• Conferência da situação funcional do servidor nos sistemas 
SIAPE/SIAPECAD e RH, da existência de outro afastamento remunerado ou 
não na data do acidente;
• Encaminhamento do processo a Junta Médica Oficial;
Estatuto dos Servidores Públicos aplicado à PRF Voltar ao Sumário 186
• Concessão ou homologação da licença médica;
• Minuta de Portaria;
• Homologa e publicação do ato no B.S.;
• Cópia da Portaria a chefia imediata do servidor;
• Lançamento no sistema SIAPE/SIAPECAD;
• Registro nos assentamentos funcionais.
• Arquivamento do processo.
5. FUNDAMENTO LEGAL:
• Artigos 211 e 212, da Lei nº 8.112, de 11/12/90;
• Instrução Normativa DG/DPRF nº 7, de 1º/06/05;
• Portaria nº 1.675, de 6/10/06.
6. PROCEDIMENTOS PARA LANÇAMENTO NO SIAPE:
Consultar a Divisão de Cadastro – DICAD/CGRH.
Estatuto dos Servidores Públicos aplicado à PRF Voltar ao Sumário 187
LICENÇA PARA TRATAR DE INTERESSE PARTICULAR
1. CONCEITO:
Licença para tratar de Interesse Particular é um afastamento que, a 
critério da Administração, poderá ser concedido ao servidor ocupante de cargo 
efetivo, estável, pelo prazo de até 03 (três) anos consecutivos, sem remuneração.
2. OCORRÊNCIA:
Publicação da Portaria concessiva da licença no Boletimde Serviço.
3. INFORMAÇÕES GERAIS:
A critério da Administração, poderá ser concedida ao servidor ocupante de 
cargo efetivo, desde que não esteja em estágio probatório, licença para o trato de 
assuntos particulares, sem remuneração, pelo prazo de até 03 (três) anos 
consecutivos.
A licença poderá ser interrompida, a qualquer tempo, a pedido do servidor 
ou no interesse do serviço.
O servidor não poderá recusar retornar ao exercício do cargo, caso seja 
solicitado pela Administração em virtude de necessidade do serviço. 
Não poderá ser concedida licença para tratar de interesses particulares a 
servidor que tenha ficado ausente para estudo ou missão oficial, antes de decorrido 
período igual ao do afastamento, ressalvada a hipótese de ressarcimento da 
despesa.
Não poderá ser concedida a licença ao servidor que esteja respondendo a 
Processo Administrativo Disciplinar – PAD ou possua débito com o erário.
O período de licença para tratar de interesse particular não é computado 
para nenhum fim, exceto se houver a devida contribuição previdenciária.
O servidor afastado ou licenciado do cargo efetivo, sem direito à 
remuneração, inclusive para servir em organismo internacional do qual o Brasil seja 
membro efetivo ou com o qual coopere, ainda que contribua para o regime de 
previdência social no exterior, terá suspenso seu vínculo com o regime do Plano de 
Seguridade Social do Servidor Público enquanto durar o afastamento ou a licença, 
não lhe assistindo, neste período, os benefícios do mencionado regime de 
previdência.
Será assegurada ao servidor licenciado ou afastado sem remuneração a 
manutenção da vinculação ao regime do Plano de Seguridade Social do Servidor 
Público, mediante o recolhimento mensal da respectiva contribuição, no mesmo 
percentual devido pelos servidores em atividade, inclusive sobre a remuneração total 
do cargo a que faz jus no exercício de suas atribuições, computando-se, para esse 
Estatuto dos Servidores Públicos aplicado à PRF Voltar ao Sumário 188
efeito, inclusive, as vantagens pessoais.
A concessão dessa licença é de competência do Coordenador-Geral de 
Recursos Humanos do DPRF.
4. INSTRUÇÃO PROCESSUAL:
Deverá ser autuado processo específico para a concessão da licença aos 
servidores, com a seguinte documentação:
• Requerimento do servidor;
• Qualificação (dados funcionais) do servidor;
• Informação quando a estabilidade do servidor (se ele já cumpriu o estágio 
probatório);
• Informações quanto a processos disciplinares e junto à Comissão de Ética;
• Informações sobre materiais permanentes que estejam na guarda e 
responsabilidade do servidor;
• Informações quanto à débito com o erário;
• Manifestação da chefia imediata, concordando com o afastamento do 
servidor;
• Manifestação do Superintendente ou Chefe de Distrito, informando, com 
exatidão e clareza, se concorda ou não com o afastamento do servidor, bem 
como esclarecendo se o seu afastamento não prejudicará as atividades do 
setor onde ele trabalha;
• Despacho da unidade responsável para analisar o direito do servidor, no 
âmbito da regional ou Distrito;
• Encaminhamento do processo à CGRH/DPRF, para análise do pedido.
A CGRH/DPRF analisa os autos e publica a Portaria de concessão da 
licença no Boletim de Serviço ou indefere o pedido.
Devolução o processo à origem para ciência ao servidor, lançamento na 
pasta funcional e no SIAPE/SIAPECAD (se for o caso) e arquivamento do processo.
5. FUNDAMENTO LEGAL:
• Artigos 91 da Lei nº 8.112/90, com a redação dada pela Lei nº 9.527/97;
• Medidas Provisórias nº 1906-16/99, nº 1964-31/00 e nº 2.225-45/01;
• Lei nº 10.887/04;
• Orientação Normativa SRH/MPOG nº 3, de 13/11/02;
• Artigo 21 da Medida Provisória nº 86, de 18/12/02.
6. PROCEDIMENTOS PARA LANÇAMENTO NO SIAPE:
6.1. LICENÇA PARA TRATAR DE INTERESSE PARTICULAR:
1º passo: >CACOPENDAT (verificar se servidor tem alguma pendência, se houver, 
regularizar);
2º passo: >CACOOCORSE (verificar se servidor tem alguma ocorrência em aberto, 
Estatuto dos Servidores Públicos aplicado à PRF Voltar ao Sumário 189
se houver, finalizar na transação: >CAFIOCORSE – finaliza ocorrência do servidor);
3º passo: >CAINOCORSE (inclui ocorrência do servidor);
1ª TELA
OCORRÊNCIA: 00115 LICENCA PARA TRATO DE ASSUNT PARTICULAR 
TECLE <ENTER>
INFORME A MATRÍCULA SE A OCORRÊNCIA FOR DO CARGO OU CPF SE FOR DA PESSOA 
(RH)
MATRÍCULA: tecle <PF1> - digitar a matrícula SIAPE para buscar a matrícula SIAPECAD 
CPF : 
TECLE <ENTER>
INÍCIO DA OCORRÊNCIA : informe a data de início da licença 
FIM PREVISTO DA OCORRÊNCIA: informe o fim previsto da licença 
FIM REAL DA OCORRÊNCIA : (não informar) 
OBSERVAÇÕES: informar alguns dados da Portaria (nº do D.O.U., Seção e Página, etc.)
CONFIRMA INCLUSÃO? S (S-SIM N-NÃO A - ALTERA)
4º passo: >CADATAFAST;
1ª TELA
MATRÍCULA: digitar a matrícula SIAPE do servidor 
CPF : 
TECLE <ENTER>
OCORRÊNCIA DE AFASTAMENTO 
GRUPO / OCORRÊNCIA: 03 / 010 LICENCA P/TRATO DE INTERESSE PARTICULAR
DATA INÍCIO: informe a data de início da licença
DATA TÉRMINO: informe o fim previsto da licença
DIPLOMA LEGAL 
CÓDIGO: tecle <PF1> e escolha o código do DL 
NÚMERO: informe o número do DL 
PUBLICAÇÃO: informe a data de publicação do DL 
INÍCIO DA OCORRÊNCIA: 
FIM PREVISTO DA OCORRÊNCIA: 
FIM REAL DA OCORRÊNCIA: (não informar) 
OBSERVAÇÕES: informar alguns dados da Portaria (nº do D.O.U., Seção e Página, etc.)
CONFIRMA INCLUSÃO? S (S-SIM N-NÃO A - ALTERA)
Observação: 
Após o término da licença, finalizar com a transação >CAFIOCORSE.
Estatuto dos Servidores Públicos aplicado à PRF Voltar ao Sumário 190
LICENÇA PATERNIDADE
1. CONCEITO:
Licença Paternidade é o afastamento concedido ao servidor, com 
remuneração, em virtude de nascimento ou da adoção de filho.
2. OCORRÊNCIA:
Protocolização do requerimento da licença paternidade, imediatamente a 
partir do nascimento ou adoção de filho.
3. INFORMAÇÕES GERAIS:
Afastamento remunerado do servidor pelo prazo de 05 (cinco) dias 
consecutivos, contados da data de nascimento ou adoção de filhos.
4. INSTRUÇÃO PROCESSUAL:
A licença é concedida computando-se, inclusive, o dia do nascimento 
do(s) respectivo(s) filho(s) (independente do horário de nascimento), quando filho 
natural.
Quando se tratar de adoção de criança, a licença será concedida a partir 
do dia em que o servidor apresentar o termo de adoção à área de Recursos 
Humanos da unidade de origem.
A concessão será feita mediante a apresentação da certidão de 
nascimento de filhos ou do termo de adoção de criança à unidade de Recursos 
Humanos da regional de lotação.
A ocorrência da licença deverá ser devidamente registrada na frequência 
do servidor e no Sistema SIAPE/SIAPECAD.
5. FUNDAMENTO LEGAL:
• Artigo 208 da Lei nº 8.112, de 11/12/90.
6. PROCEDIMENTOS PARA LANÇAMENTO NO SIAPE:
Consultar a Divisão de Cadastro – DICAD/CGRH.
Estatuto dos Servidores Públicos aplicado à PRF Voltar ao Sumário 191
LICENÇA POR MOTIVO DE AFASTAMENTO DO CÔNJUGE
1. CONCEITO:
Licença por Motivo de Afastamento do Cônjuge é uma licença sem 
remuneração por prazo indeterminado que poderá ser concedida ao servidor para 
acompanhar cônjuge ou companheiro deslocado para outro ponto do território 
nacional, para o exterior ou para exercício de mandato eletivo dos Poderes 
Executivo e Legislativo.
2. OCORRÊNCIA:
Publicada da Portaria de concessão da licença no Boletim de Serviço.
3. INFORMAÇÕES GERAIS:
Essa licença poderá ser concedida ao servidor para acompanhar cônjuge 
ou companheiro que foi deslocado para outro ponto do território nacional, para o 
exterior ou para o exercício de mandato eletivo dosPoderes Executivo e Legislativo.
 
A licença será por prazo indeterminado e sem remuneração.
No deslocamento de servidor cujo cônjuge ou companheiro também seja 
servidor público, civil ou militar, de qualquer dos Poderes da União, dos Estados, do 
Distrito Federal e dos Municípios, poderá haver exercício provisório em órgão ou 
entidade da Administração Federal direta, autárquica ou fundacional, desde que 
para o exercício de atividade compatível com o seu cargo
O exercício provisório será concedido mediante requerimento do servidor 
à área de Recursos Humanos da sua unidade de lotação, com a comprovação da 
aceitação do respectivo exercício do servidor pelo órgão receptor.
A competência para a concessão dessa licença, no âmbito do DPRF, é do 
Coordenador-Geral de Recursos Humanos.
4. INSTRUÇÃO PROCESSUAL:
Deverá ser autuado processo próprio para a concessão da licença para 
acompanhar cônjuge aos servidores deste Departamento.
A licença será concedida mediante requerimento do servidor à unidade de 
Recursos Humanos, acompanhado de:
• Comprovação do deslocamento, ex-ofício, do cônjuge ou companheiro;
• Certidão de casamento ou documento que comprove a união estável;
• Comprovante do registro dos dependentes no SIAPE;
• “Nada Consta” da Corregedoria, Ética e material permanente;
• Nada consta de débito com o Erário;
Estatuto dos Servidores Públicos aplicado à PRF Voltar ao Sumário 192
• Manifestação da chefia imediata do servidor;
• Manifestação do Superintendente ou Chefe de Distrito;
• SRH/Regionais instrui o processo e o encaminha à autoridade superior;
• Encaminhamento à CGRH/DPRF, pelo Superintendente ou Chefe de Distrito;
• CGRH/DPRF analisa o assunto, publica a Portaria no Boletim de Serviço e 
devolve à regional de origem;
• Unidade regional de Recursos Humanos procede aos lançamentos no 
SIAPE/SIAPECAD, cientifica o servidor e a chefia imediata e, posteriormente, 
arquiva o processo.
5. FUNDAMENTO LEGAL:
• Artigo 84 da Lei nº 8.112/90, com redação dada pela Lei 9.527/97.
6. PROCEDIMENTOS PARA LANÇAMENTO NO SIAPE:
6.1. LICENÇA POR MOTIVO DE AFASTAMENTO DO CÔNJUGE:
1º passo: >CACOPENDAT (verificar se servidor tem alguma pendência, se houver, 
regularizar);
2º passo: >CACOOCORSE (verificar se servidor tem alguma ocorrência em aberto, 
se houver, finalizar na transação: >CAFIOCORSE – finaliza ocorrência do servidor);
3º passo: >CAINOCORSE (inclui ocorrência do servidor);
1ª TELA
OCORRÊNCIA : 00112 LIC. ACOMPANHAR CÔNJUGE OU COMPANHEIRO 
00173 LIC. P/ACOMP. CONJUGE Art.84, P1º, 8.112/90 
TECLE <ENTER>
INFORME A MATRÍCULA SE A OCORRÊNCIA FOR DO CARGO OU CPF SE FOR DA PESSOA 
(RH)
MATRÍCULA: tecle <PF1> - digitar a matrícula SIAPE para buscar a matrícula SIAPECAD 
CPF: 
TECLE <ENTER>
INÍCIO DA OCORRÊNCIA : informe a data de início da licença 
FIM PREVISTO DA OCORRÊNCIA: informe o fim previsto da licença 
FIM REAL DA OCORRÊNCIA : (não informar) 
OBSERVAÇÕES: informar alguns dados da Portaria (nº do D.O.U., Seção e Página, etc.)
CONFIRMA INCLUSÃO? S (S-SIM N-NÃO A - ALTERA)
Observação: 
Após o término da licença, finalizar com a transação >CAFIOCORSE.
Estatuto dos Servidores Públicos aplicado à PRF Voltar ao Sumário 193
LICENÇA POR MOTIVO DE DOENÇA DE PESSOA DA FAMÍLIA
1. CONCEITO:
Licença por Motivo de Doença de Pessoa da Família é o afastamento 
concedido ao servidor, por motivo de doença do cônjuge ou companheiro, dos pais, 
dos filhos, do padrasto, madrasta, enteado, ou dependente que viva às suas 
expensas, e conste do seu assentamento funcional, mediante comprovação por 
Junta Médica Oficial.
2. OCORRÊNCIA:
Emissão de Laudo pela Junta Médica Oficial homologando a licença.
3. INFORMAÇÕES GERAIS:
Será concedida licença ao servidor por motivo de doença do cônjuge ou 
companheiro, dos pais, dos filhos, do padrasto ou madrasta e enteado, ou 
dependente que viva às suas expensas e conste do seu assentamento funcional, 
mediante comprovação por Junta Médica do DPRF, ou conveniada, do estado de 
saúde do enfermo, da rotina de tratamento, dos cuidados necessários e da 
estimativa de tempo necessário à recuperação.
Essa licença poderá ser deferida, se a assistência direta do servidor for 
indispensável e não puder ser prestada, simultaneamente com o exercício do cargo 
ou mediante compensação de horário.
Não será permitida a interrupção de férias para requerer a licença por 
motivo de doença de pessoa da família.
A licença será concedida sem prejuízo da remuneração do cargo efetivo, 
por até 30 (trinta) dias, podendo ser prorrogada por mais 30 (trinta) dias, mediante 
parecer da Junta Médica Oficial, e excedendo estes prazos, sem remuneração, por 
até 90 (noventa) dias, perfazendo o total de 150 (cento e cinquenta) dias. 
Findo os 60 (sessenta) de afastamento, com remuneração, para 
acompanhamento de pessoa da família, o servidor poderá fazer jus a novo período 
de licença da mesma espécie, após ter trabalhado no mínimo 60 (sessenta) dias, 
caracterizando início de novo afastamento.
Contar-se-á apenas para fins de aposentadoria e disponibilidade o 
período de licença por motivo de doença em pessoa da família, com remuneração.
Os servidores ocupantes de cargos comissionados, sem vínculo com o 
Serviço Público ou contratados por tempo determinado, não farão jus à licença para 
acompanhamento de pessoa da família, uma vez que são segurados do Instituto 
Nacional do Seguro Social - INSS.
É vedado o exercício de atividade remunerada durante o período de 
Estatuto dos Servidores Públicos aplicado à PRF Voltar ao Sumário 194
licença.
O servidor poderá pedir sua remoção para outra unidade, caso seja 
conveniente para o tratamento de sua saúde ou de seu cônjuge, companheiro, ou 
dependente que viva às suas expensas e conste do seu assentamento funcional, 
ficando o pedido condicionado à manifestação de Junta Médica do DPRF, ou 
conveniada, em relação aos seguintes aspectos:
• Existência da moléstia e sua gravidade;
• Necessidade de mudança de localidade para tratamento da doença;
• Existência de condições de tratamento da doença no local de lotação do 
servidor;
• Condições referentes a clima, instalações ou recursos médico-hospitalares e 
outras característica do local para onde o servidor deva ser removido;
• Outros dados julgados relevantes, pertinentes ou esclarecedores, sem, 
contudo, indicar uma localidade de destino específica, salvo se o tratamento, 
por comprovada prescrição médica, somente puder ser realizado em 
determinada localidade. 
A concessão dessa licença é de competência da Junta Médica do DPRF, 
não sendo necessário publicar Portaria de concessão.
4. INSTRUÇÃO PROCESSUAL:
Deverá ser autuado processo próprio para a concessão dessa licença, o 
qual deverá ser instruído com a seguinte documentação:
• Requerimento do servidor encaminhado à área de Recursos Humanos da 
unidade de origem do servidor;
• Laudo emitido pelo médico que acompanha a pessoa da família;
• Informação quanto aos dependentes cadastrados nos assentamentos 
funcionais do servidor, inclusive grau de parentesco;
• Informação emitida pelo servidor quanto a possíveis pessoas da família que 
possa acompanhar a pessoa doente enquanto o servidor trabalha;
• Análise da Junta Médica Oficial, visando comprovar a doença a que a pessoa 
está acometida, bem como a necessidade do acompanhamento do servidor a 
essa pessoa;
• Laudo conclusivo, emitido pela Junta Médica, concedendo a licença;
• Encaminhamento do processo á área de Recursos Humanos para ciência ao 
servidor e lançamento da licença no SIAPE/SIAPECAD.
Estatuto dos Servidores Públicos aplicado à PRF Voltar ao Sumário 195
5. FUNDAMENTO LEGAL:
• Artigos 81, 82, 83 e 103 daLei nº 8.112/90, com a redação dada pela Lei nº 
9.527/97.
• Instrução Normativa DG/DPRF nº 07, de 1º/06/05.
• Manual para os Serviços de Saúde dos Servidores Públicos Civis Federais, 
emitido pela SRH/MP, em Junho de 2006.
6. PROCEDIMENTOS PARA LANÇAMENTO NO SIAPE:
6.1. LICENÇA POR MOTIVO DE DOENÇA DE PESSOA DA FAMÍLIA:
1º passo: >CACOPENDAT (verificar se servidor tem alguma pendência, se houver, 
regularizar);
2º passo: >CACOOCORSE (verificar se servidor tem alguma ocorrência em aberto, 
se houver, finalizar na transação: >CAFIOCORSE – finaliza ocorrência do servidor);
3º passo: >CAINOCORSE (inclui ocorrência do servidor);
1ª TELA
OCORRÊNCIA : 00159 LIC DOENCA PESSOA FAMÍLIA (ATE 60 DIAS)
00243 LIC DOENCA PESSOA DA FAMÍLIA (+60 DIAS)
TECLE <ENTER>
INFORME A MATRÍCULA SE A OCORRÊNCIA FOR DO CARGO OU CPF SE FOR DA PESSOA 
(RH)
MATRÍCULA: tecle <PF1> - digitar a matrícula SIAPE para buscar a matrícula SIAPECAD 
CPF: 
TECLE <ENTER>
INÍCIO DA OCORRÊNCIA : informe a data de início da licença 
FIM PREVISTO DA OCORRÊNCIA: informe o fim previsto da licença 
FIM REAL DA OCORRÊNCIA : (não informar) 
OBSERVAÇÕES: informar alguns dados da Portaria (nº do D.O.U., Seção e Página, etc.)
CONFIRMA INCLUSÃO? S (S-SIM N-NÃO A - ALTERA)
Observação: 
Após o término da licença, finalizar com a transação >CAFIOCORSE.
Estatuto dos Servidores Públicos aplicado à PRF Voltar ao Sumário 196
LICENÇA-PRÊMIO POR ASSIDUIDADE
1. CONCEITO:
Licença Prêmio por Assiduidade é um afastamento concedido ao servidor, 
pelo prazo de 3 (três) meses, com a remuneração do cargo efetivo, a título de 
prêmio por assiduidade, após cada período de 5 (cinco) anos ininterruptos de 
exercício, completados até 15 de outubro de 1996.
2. OCORRÊNCIA:
Publicação da Portaria concessiva no Boletim de Serviço.
3. INFORMAÇÕES GERAIS:
Fazem jus à licença-prêmio por assiduidade os servidores ocupantes de 
cargo efetivo que trabalham até 15 de outubro de 1996 (data da extinção da licença).
O servidor poderá requerer a Licença-Prêmio por Assiduidade em 
qualquer tempo, entretanto, o período de afastamento fica condicionado à 
conveniência do serviço e a anuência da chefia imediata do servidor.
Cabe à chefia imediata, fazer a previsão do afastamento dos servidores a 
título dessa licença, mediante escala elaborada juntamente com os servidores.
Quando afastado a título dessa licença, o servidor não receberá os 
adicionais de periculosidade, insalubridade, auxílio-transporte, função gratificada e 
cargo comissionado.
A dispensa ou exoneração do servidor ocupante de cargo efetivo, em 
exercício em cargo de direção superior – DAS ou função gratificada deverá fica a 
critério da chefia imediata. Caso o servidor não seja dispensado ou exonerado, 
deverá ser descontado do seu contracheque o valor do cargo em comissão ou 
função gratificada.
Perde o direito à Licença-Prêmio por Assiduidade, o servidor que, no 
período de cinco anos completados até 15 de outubro de 1996, tenha se afastado 
por:
• Licença por motivo de doença em pessoa da família, sem remuneração;
• Licença para tratar de interesses particulares;
• Licença para acompanhar cônjuge ou companheiro, sem remuneração;
• Tenha sido suspenso;
• Tenha sido condenado a pena privativa de liberdade por sentença definitiva.
Estatuto dos Servidores Públicos aplicado à PRF Voltar ao Sumário 197
No caso de suspensão, interrompe-se a contagem do tempo de serviço 
para fins de licença-prêmio por assiduidade na data do início do cumprimento da 
punição, sendo reiniciada a contagem no dia imediato ao término do cumprimento, 
desprezando-se o tempo anterior. 
O período de 3 (três) meses de licença-prêmio por assiduidade pode ser 
usufruído ininterruptamente ou parcelado em parcelas de 1(um) mês cada.
O período de afastamento decorrente do gozo da licença-prêmio por 
assiduidade é considerado como de efetivo exercício, sendo computado para todos 
os fins e efeitos legais permitidos.
Os períodos de licenças-prêmio por assiduidade, já adquiridos e não 
gozados pelo servidor que falecer em atividade, serão convertidos em pecúnia em 
favor dos beneficiários.
A contagem do tempo de serviço para efeito de concessão de Licença-
Prêmio por Assiduidade será feita, de ofício, pelo dirigente de Recursos Humanos do 
órgão ou entidade.
A apuração do tempo de serviço para fins de licença-prêmio por 
assiduidade será feita em dias, que serão convertidos em anos, considerado o ano 
como de trezentos e sessenta e cinco dias.
 
Conta-se o tempo de serviço para fins de averiguação dos quinquênios de 
licença-prêmio por assiduidade até 15 de outubro de 1996 e o valor encontrado em 
dias será dividido por 1.825 (mil oitocentos e vinte e cinco), correspondente ao 
número de dias existentes em 5 (cinco) anos. O quociente obtido, desde que maior 
ou igual a 1(um), constituirá o número de períodos de licença-prêmio por 
assiduidade a que o servidor faz jus, o resto, representa os dias excedentes que 
deverão ser computados para fins de aquisição da licença para capacitação.
Os períodos de licenças-prêmio por assiduidade, já adquiridos, até 15 de 
outubro de 1996, e não gozados pelo servidor, poderão, a qualquer tempo, ser 
contados em dobro para fins de aposentadoria.
O tempo em que o servidor esteve afastado para participar de curso de 
pós-graduação, se o afastamento se deu no interesse da Administração, bem como 
se a matéria do curso guarda correlação com as atribuições do cargo e faz parte de 
programa regularmente instituído, é considerado como de efetivo exercício, sendo 
contado para todos os efeitos, inclusive para licença-prêmio por assiduidade. Nesse 
caso, ao retornar do curso de pós-graduação e tendo completado o interstício de 5 
(cinco) anos exigidos para a concessão da licença-prêmio até 15 de outubro de 
1996, o servidor faz jus à licença, se requerida.
O número de servidores em gozo de licença-prêmio por assiduidade não 
poderá ser superior a 1/3 (um terço) da lotação da unidade.
No âmbito do DPRF, não será concedida licença-prêmio ao servidor que 
esteja respondendo a Processo Administrativo Disciplinar – PAD ou junto à 
Comissão de Ética ou ter denúncia a ser apurada.
O presidente da comissão processante deverá informar ao servidor e à 
Estatuto dos Servidores Públicos aplicado à PRF Voltar ao Sumário 198
área de Recursos Humanos da unidade de lotação do servidor sobre a 
impossibilidade do seu afastamento.
4. INSTRUÇÃO PROCESSUAL:
4.1. GOZO DE LICENÇA-PRÊMIO
• Requerimento do servidor;
• Anuência da chefia imediata;
• informação sobre a situação funcional do servidor;
• informação sobre os afastamentos do servidor;
• Nada consta da Corregedoria, Ética e Material Permanente;
• Cópia autenticada das Certidões de tempo de Serviço Público Federal;
• Planilha de contagem dos períodos de licença-prêmio, considerando a 
legislação vigente;
• Elaboração e publicação da Portaria de concessão
4.2. PAGAMENTO DE LICENÇA-PRÊMIO EM PECÚNIA
• Requerimento dos herdeiros do servidor;
• Informação sobre a situação funcional do servidor na data do óbito;
• Cópia autenticada das certidões de tempo de serviço Público Federal;
• Planilha de cálculo dos valores financeiros a serem pagos aos herdeiros; 
• Ficha financeira relativa ao mês de falecimento do servidor;
• Cópia autenticada dos documentos que comprovem a condição de herdeiros 
do ex-servidor;
• Alvará Judicial, quando os herdeiros não forem pensionistas.
5. FUNDAMENTO LEGAL:
• Artigo 87 a 89 da Lei nº 8.112, de 11/12/90;
• Parecer nº 181, de 17/07/91;
• Ofício-Circular SRH/MARE nº 43, de 17/10/96;
• Orientação Consultiva DENOR/SRH/MARE nº 26, de 05/12/97;
• Lei nº 9.527,de 10/12/97;
• Ofício-Circular SRH/MP nº 24, de 23/12/99;
• Memorando Circular CGRH/DPRF nº 024/06.
6. PROCEDIMENTOS PARA LANÇAMENTO NO SIAPE:
6.1. LICENÇA-PRÊMIO POR ASSIDUIDADE – LPA
Opções (MNEMÔNICO):
• > CAAUFRULPA (autoriza fruição de LPA);
• > CACAINGZLP (cancela interrupção gozo LPA);
• > CACATRPECU (cancela transformação pecúnia); 
Estatuto dos Servidores Públicos aplicado à PRF Voltar ao Sumário 199
• > CACAUTILPA (cancela utilização LPA);
• > CACOLPAHT (consulta LPA do servidor);
• > CACSHTLPA (concessão histórica LPA manual);
• > CACSLPAHT (concessão de LPA – automática);
• > CAEMCTPPEC (emite carta p/ beneficiário da pecúnia);
• > CAEXCONCLP (exclui concessão de LPA);
• > CAEXGZLPA (exclui gozo de LPA);
• > CAIFGZLPA (informa gozo de LPA);
• > CAIFUTILPA (informa utilização LPA);
• > CAITGZLPA (interrompe gozo de LPA);
• > CATRLPAPEC (transforma LPA em pecúnia);
Devem ser averbados corretamente todos os tempos prestados a 
iniciativa privada na transação >CAINTAS e provimento de cargo histórico para o 
tempo de Serviço Público Federal.
Pode-se optar por informar a concessão de forma manual ou automática. 
a opção automática é indicada para os casos de o servidor não ter ocorrências de 
falta injustificada ou suspensão, já que o sistema não tem as informações até 15 de 
outubro de 1996. Concessão automática >CACSLPAHT, o sistema calcula 
automaticamente, de acordo com os tempo averbados. Ao confirmar a concessão o 
sistema pergunta se deseja fazer cálculo do próximo período aquisitivo.
Concessão Manual >CACSHTLPA, na informação manual o operador 
deve informar o período aquisitivo.
Caso digite algo errado, o operador pode excluir através da opção 
>CAEXCONCLP, devendo repetir os passo anteriores.
Após inclusão da concessão, é necessário autorizar através da opção 
>CAAUFRULPA, nesta opção deve ser informado os períodos autorizados para 
gozo, datas autorizadas pela chefia imediata.
Após a fruição da LPA deve ser informado na opção >CAIFGZLPA.
Se o servidor optar por utilizar para aposentadoria ou abono de 
permanência, esta deve ser lançada na opção >CAIFUTILPA.
(*) Este procedimento não deverá ser utilizado, pois o módulo quando atualizado 
nesta transação não é lido na transação do abono de permanência >CDISPSSABP.
Estatuto dos Servidores Públicos aplicado à PRF Voltar ao Sumário 200
PARTE IV - DAS CONCESSÕES
AUSÊNCIAS PERMITIDAS
1. CONCEITO:
Ausências Permitidas são os afastamentos autorizados ao servidor 
público, sem prejuízo da remuneração do cargo, para doar sangue, alistar-se como 
eleitor, em razão de casamento ou por motivo de falecimento de pessoa da família, 
até o segundo grau.
2. OCORRÊNCIA:
Protocolização de comprovantes que justifiquem a ausência permitida.
3. INFORMAÇÕES GERAIS:
O servidor poderá ausentar-se do serviço, sendo dispensado do ponto:
• Por 1 (um) dia, para doação de sangue;
• Por 2 (dois) dias, para se alistar como eleitor;
• Por 8 (oito) dias consecutivos em razão de: 
- Casamento;
- Falecimento do cônjuge, companheiro, pais, madrasta ou padrasto, 
filhos, enteados, menor sob guarda ou tutela e irmãos.
As ausências acima mencionadas, são consideradas como efetivo 
exercício, não havendo necessidade de compensação de horário.
Os afastamentos não poderão ser concedidos em datas posteriores às 
constantes nos respectivos documentos comprobatórios, nem sofrer qualquer 
interrupção.
Documentos a serem apresentados pelo servidor para justificar as 
ausências:
• Doação de sangue: deverá ser apresentada declaração ou atestado, assinada 
e carimbada, pelo responsável do Banco de Sangue onde foi feita a coleta;
• Alistamento como eleitor: comprovante oficial da Justiça Eleitoral;
• Casamento: certidão de casamento;
Estatuto dos Servidores Públicos aplicado à PRF Voltar ao Sumário 201
• Falecimento de pessoa da família: certidão de óbito.
Deverá ser consignado, como louvor, na pasta dos servidores, a doação 
voluntária de sangue, feita a Banco de Sangue mantido por organismo de serviço 
estatal ou para-estatal, devidamente comprovada por atestado oficial da instituição. 
4. INSTRUÇÃO PROCESSUAL:
Não há necessidade de formação de processo, simplesmente, tomam-se 
as seguintes providências:
• O servidor entrega o documento comprobatório à Chefia imediata;
• A chefia imediata confere o documento, registra a ausência na folha de 
frequência do servidor e o encaminha à área de Recursos Humanos da 
unidade de lotação do servidor;
• A área de Recursos Humanos procede ao lançamento do afastamento no 
sistema SIAPE/SIAPECAD e registra nos assentamentos funcionais do 
servidor.
5. FUNDAMENTO LEGAL:
 
• Artigo 97, da Lei nº 8.112, de 11/12/90;
• Lei nº 1.075, de 27/03/50. 
6. PROCEDIMENTOS PARA LANÇAMENTO NO SIAPE:
6.1. AUSÊNCIAS PERMITIDAS:
1º passo: >CACOPENDAT (verificar se servidor tem alguma pendência, se houver, 
regularizar);
2º passo: >CACOOCORSE (verificar se servidor tem alguma ocorrência em aberto, 
se houver, finalizar na transação: >CAFIOCORSE – finaliza ocorrência do servidor);
3º passo: >CAINOCORSE (inclui ocorrência do servidor);
1ª TELA
OCORRÊNCIA : 00106 DOAÇÃO DE SANGUE
00105 DISPENSA PARA ALISTAMENTO ELEITORAL
00108 CASAMENTO
00109 FALECIMENTO DE PESSOA DA FAMÍLIA
TECLE <ENTER>
INFORME A MATRÍCULA SE A OCORRÊNCIA FOR DO CARGO OU CPF SE FOR DA PESSOA 
(RH)
MATRÍCULA: tecle <PF1> - digitar a matrícula SIAPE para buscar a matrícula SIAPECAD 
Estatuto dos Servidores Públicos aplicado à PRF Voltar ao Sumário 202
CPF : 
TECLE <ENTER>
INÍCIO DA OCORRÊNCIA: informe a data de início da licença 
FIM PREVISTO DA OCORRÊNCIA: informe o fim previsto da licença 
FIM REAL DA OCORRÊNCIA: informe o fim real da licença 
OBSERVAÇÕES: informar alguns dados DL.
CONFIRMA INCLUSÃO? S (S-SIM N-NÃO A - ALTERA)
Estatuto dos Servidores Públicos aplicado à PRF Voltar ao Sumário 203
HORÁRIO ESPECIAL AO SERVIDOR ESTUDANTE
1. CONCEITO:
Horário Especial é uma concessão que permite ao servidor estudante, 
matriculado em cursos regulares de ensino fundamental, médio, superior e pós-
graduação presencial, prestar serviço em horário diferenciado. 
2. OCORRÊNCIA:
Publicação da Portaria concessiva do horário especial no Boletim de 
Serviço.
3. INFORMAÇÕES GERAIS:
Será concedido horário especial ao servidor estudante, quando 
comprovada a incompatibilidade entre o horário escolar e o da repartição, sem 
prejuízo do exercício do cargo, sendo exigida a compensação de horário no órgão 
de exercício, respeitada a duração semanal do trabalho.
A cada período letivo, o horário especial deverá ser renovado, mediante a 
apresentação do comprovante de matrícula e da declaração da entidade de ensino, 
onde conste consignado a data da matrícula, o horário do curso e a existência do 
curso em horário noturno.
Ao servidor ocupante de função gratificada ou cargo comissionado não 
será concedido horário especial para estudante, por estar submetido a regime de 
integral dedicação ao serviço, podendo ser convocado sempre que houver interesse 
da Administração.
Ao servidor estudante que mudar de Sede por interesse da Administração, 
é assegurada, na localidade da nova residência ou na mais próxima, matrícula em 
entidade de ensino congênere, em qualquer época, independente de vaga.
4. INSTRUÇÃO PROCESSUAL
Deverá ser aberto processo específico e único para a concessão de 
horário especial a cada servidor estudante que o requerer. Este processo deverá ser 
instruído com os seguintes documentos:
• Requerimento do servidor;
• Declaração da entidade de ensino, onde conste consignada a data da 
matrícula, o horário do cursoe a inexistência do curso em horário noturno;
• Dados funcionais do servidor requerente;
Estatuto dos Servidores Públicos aplicado à PRF Voltar ao Sumário 204
• Quadro demonstrativo de compensação de horário, devidamente assinado 
pelo servidor e pela chefia imediata;
• Despacho da chefia imediata informando se concorda ou não com a proposta 
de compensação de horário, e se não haverá prejuízo às atividades da 
unidade;
• Despacho da unidade responsável pela análise do processo, informando se o 
servidor preenche ou não os requisitos para a concessão do horário especial 
para estudante;
• Portaria concessiva do horário especial, para assinatura da autoridade 
competente e publicação no Boletim de Serviço – B.S.
Após a publicação da Portaria no B.S., comunica-se ao servidor e à chefia 
imediata, e procede-se ao registro na pasta funcional do servidor.
O controle da reposição das horas pelo servidor estudante é de 
responsabilidade de sua chefia imediata, ficando a unidade de Recursos Humanos 
responsável pelo controle da frequência desses servidores.
5. FUNDAMENTO LEGAL:
• Artigos 19, § 1º, 96-A e 98, § 1º, da Lei nº 8.112/90, com a redação dada pela 
Lei nº 9.527/97.
• Orientações da Secretaria de Recursos Humanos do Ministério do 
Planejamento, Orçamento e Gestão.
• Medida Provisória nº 441/08.
6. PROCEDIMENTOS PARA LANÇAMENTO NO SIAPE:
Consultar a Divisão de Cadastro – DICAD/CGRH.
Estatuto dos Servidores Públicos aplicado à PRF Voltar ao Sumário 205
HORÁRIO ESPECIAL AO SERVIDOR PORTADOR DE DEFICIÊNCIA
1. CONCEITO:
Horário Especial é uma concessão ao servidor com necessidades 
especiais, independentemente de compensação de horário, desde que comprovada 
a necessidade por Junta Médica Oficial.
2. OCORRÊNCIA:
Publicação da Portaria concessiva do horário especial no Boletim de 
Serviço.
3. INFORMAÇÕES GERAIS:
O horário especial também poderá ser concedido ao servidor que tenha 
cônjuge, filho ou dependente portador de deficiência física, neste caso, será exigida 
compensação de horário.
As concessões para acompanhar o dependente deficiente deverá se 
limitar ao período em que se fizer necessário o acompanhamento.
Quando os pais ou responsáveis pelo deficiente forem cônjuges, e ambos 
servidores públicos federais, o horário especial deverá ser concedido somente a um 
deles.
4. INSTRUÇÃO PROCESSUAL:
• Requerimento do servidor endereçado ao dirigente do órgão (unidade de 
lotação), solicitando a concessão do benefício, justificando a necessidade do 
horário especial;
• Abertura de processo pela unidade de RH do órgão (unidade de lotação);
• Qualificação do servidor;
• Encaminhamento a Junta Médica Oficial, que emitirá parecer médico, 
caracterizando a deficiência;
• Indicação da forma e do período de tratamento;
• Encaminhamento a área competente que emitirá informação quanto aos 
direitos e deveres previstos para o servidor;
• Emissão de minuta de Portaria de concessão do horário especial;
• Publicação do ato no Boletim de Serviço;
Estatuto dos Servidores Públicos aplicado à PRF Voltar ao Sumário 206
• Lançamento no sistema SIAPE/SIAPECAD;
• Registro e anotações nos assentamentos funcionais do servidor;
• Ciência do servidor;
• Arquivamento do processo.
5. FUNDAMENTO LEGAL:
• Artigo 98, § 2º, da Lei nº 8.112/90, com a redação dada pela Lei nº 9.527/97.
6. PROCEDIMENTOS PARA LANÇAMENTO NO SIAPE:
Consultar a Divisão de Cadastro – DICAD/CGRH.
Estatuto dos Servidores Públicos aplicado à PRF Voltar ao Sumário 207
PARTE V - DOS AFASTAMENTOS
AFASTAMENTO PARA ESTUDO OU MISSÃO NO EXTERIOR
1. CONCEITO:
Afastamento para Estudo ou Missão no Exterior é uma permissão aos 
servidores públicos civis de órgãos e entidades da Administração Pública Federal, 
para estudo ou missão oficial.
2. OCORRÊNCIA:
Publicação do Afastamento no Diário Oficial da União. 
3. INFORMAÇÕES GERAIS:
Esse afastamento é concedido mediante solicitação do servidor ou no 
interesse do órgão.
A ausência não excederá a 4 (quatro) anos, e tendo terminado a missão 
ou o estudo, somente será permitido novo afastamento após decorrido igual período.
Ao servidor beneficiado com o afastamento não será concedida 
exoneração ou licença para tratar de interesse particular antes de decorrido igual 
período, a não ser que seja efetuado o ressarcimento da despesa havida com seu 
afastamento.
O afastamento de servidor para servir em organismo internacional de que 
o Brasil participe ou com o qual coopere, dar-se-á com perda total da remuneração.
As viagens ao exterior do pessoal civil da Administração direta e indireta, 
a serviço ou com a finalidade de aperfeiçoamento, sem nomeação ou designação, 
poderão ser de três tipos:
• Com ônus, quando implicarem direito às passagens e diárias, assegurados ao 
servidor o vencimento ou salário e demais vantagens de cargo, função ou 
emprego;
• Com ônus limitado, quando implicarem direito apenas ao vencimento ou 
salário e demais vantagens do cargo, função ou emprego;
• Sem ônus, quando implicarem perda total do vencimento ou salário e demais 
vantagens do cargo, função ou emprego, e não acarretarem qualquer 
despesa para a Administração.
Nos casos de acumulação legal de Cargos, quando o afastamento for 
julgado como de interesse da Administração, o servidor não perderá os vencimentos 
Estatuto dos Servidores Públicos aplicado à PRF Voltar ao Sumário 208
e vantagens de quaisquer dos Cargos.
Compete aos Ministros de Estado, ao Advogado-Geral da União, ao 
Secretário Especial de Políticas Regionais da Câmara de Políticas Regionais do 
Conselho de Governo, aos titulares das Secretarias de Estado de Comunicação de 
Governo, de Relações Institucionais e de Desenvolvimento Urbano, e ao Chefe da 
Casa Militar da Presidência da República, por delegação, a autorização dos 
afastamentos do País, sem nomeação ou designação, dos servidores civis da 
Administração Pública Federal.
 
Independem de autorização as viagens ao exterior, em caráter particular, 
do servidor em gozo de férias, licença, gala ou nojo, cumprindo-lhe, apenas, 
comunicar ao chefe imediato o endereço eventual fora do País.
O ocupante de cargo em comissão ou função gratificada só poderá 
afastar-se do País por mais de 90 (noventa) dias, renováveis por uma única vez, em 
viagem regulada por Decreto, com perda do vencimento ou da gratificação.
Se a viagem ao exterior tiver por finalidade a realização de curso de 
aperfeiçoamento, o servidor só poderá ausentar-se novamente do País, com a 
mesma finalidade, depois de decorrido prazo igual ao do seu último afastamento.
Nos casos de aperfeiçoamento subsidiado ou custeado pelo Governo 
brasileiro, ou por seu intermédio, o servidor fará jus ao vencimento ou salário e 
demais vantagens inerentes ao exercício do cargo, função ou emprego, pagos em 
moeda nacional brasileira.
O servidor que viajar, a convite direto de entidade estrangeira de qualquer 
espécie ou custeado por entidade brasileira, sem vínculo com a Administração 
Pública, terá sua viagem considerada sem ônus.
A esposa de servidor, que seja servidora de órgão ou entidade da 
Administração Federal, direta ou indireta, ou de fundação sob supervisão ministerial, 
e queira ausentar-se do País para acompanhar o marido, terá seu afastamento 
considerado sem ônus, não sendo admitida a concessão de passagens ou qualquer 
outra vantagem.
O servidor, que fizer viagem dos tipos com ônus ou com ônus limitado, 
ficará obrigado, dentro do prazo de 30 (trinta) dias, contado da data do término do 
afastamento do País, a apresentar relatório circunstanciadodas atividades exercidas 
no exterior.
O afastamento do País de servidores civis de órgãos e entidades da 
Administração Pública Federal, com ônus ou com ônus limitado, somente poderá ser 
autorizado nos seguintes casos:
• Negociação ou formalização de contratações internacionais que, 
comprovadamente, não possam ser realizadas no Brasil ou por intermédio de 
embaixadas, representações ou escritórios sediados no exterior;
• Missões militares;
Estatuto dos Servidores Públicos aplicado à PRF Voltar ao Sumário 209
• Prestação de serviços diplomáticos;
• Serviço ou aperfeiçoamento relacionado com a atividade fim do órgão ou 
entidade, de necessidade reconhecida pelo Ministro de Estado;
• Intercâmbio cultural, científico ou tecnológico, acordado com interveniência do 
Ministério das Relações Exteriores ou de utilidade reconhecida pelo Ministro 
de Estado;
• Bolsas de estudo para curso de pós-graduação stricto sensu.
A participação em congressos internacionais, no exterior, somente poderá 
ser autorizada com ônus limitado, salvo os casos de afastamento a serviço ou para 
aperfeiçoamento relacionado com a atividade fim do órgão ou entidade, de 
necessidade reconhecida pelo Ministro de Estado, cujas viagens serão autorizadas 
com ônus e não podem exceder a 15 (quinze) dias.
O afastamento do País, quando superior a 15 (quinze) dias, somente 
poderá ser autorizado mediante prévia audiência na Casa Civil da Presidência da 
República, inclusive nos casos de prorrogação da viagem.
A autorização deverá ser publicada no Diário Oficial da União, até a data 
do início da viagem ou de sua prorrogação, com indicação do nome do servidor, 
cargo, órgão ou entidade de origem, finalidade resumida da missão, país de destino, 
período e tipo do afastamento.
4. INSTRUÇÃO PROCESSUAL:
• Deverá ser instaurado processo próprio para autorização do afastamento do 
País, de servidores públicos federais. Este processo deverá ser instruído com 
a seguinte documentação:
• Requerimento do servidor, quando se tratar de afastamento de seu próprio 
interesse ou memorando da unidade interessada em encaminhar o servidor 
para treinamento ou missão no exterior, quando se tratar de interesse do 
órgão;
• Documento comprobatório da missão ou estudo no exterior, onde conste o 
período e o motivo do afastamento;
• Dados pessoais, funcionais, financeiros e unidade de lotação do servidor;
• Manifestação da Chefia imediata do servidor, esclarecendo se o afastamento 
do servidor irá ou não prejudicar as atividades do Setor onde trabalha;
• Manifestação da autoridade máxima do DPRF;
• Encaminhamento à Secretaria Executiva do Ministério da Justiça, com vistas 
ao Gabinete do Ministro, para análise, autorização e publicação no Diário 
Oficial da União.
Estatuto dos Servidores Públicos aplicado à PRF Voltar ao Sumário 210
5. FUNDAMENTO LEGAL:
• Artigos 95 e 96 da Lei n°8.112/90;
• Decreto nº 91.800, de 18/10/85;
• Decreto nº 1.387, de 07/02/95;
• Decreto nº 2.349, de 15/10/99.
6. PROCEDIMENTOS PARA LANÇAMENTO NO SIAPE:
6.1. AFASTAMENTOS PERMITIDOS:
1º passo: >CACOPENDAT (verificar se servidor tem alguma pendência, se houver, 
regularizar);
2º passo: >CACOOCORSE (verificar se servidor tem alguma ocorrência em aberto, 
se houver, finalizar na transação: >CAFIOCORSE – finaliza ocorrência do servidor);
3º passo: >CAINOCORSE (inclui ocorrência do servidor);
1ª TELA
OCORRÊNCIA : 00094 AFAST.ESTUDO OU MISSAO EXTERIOR COM REMUNERAÇÃO
00149 AFAST EST MISSAO EXTERIOR – ÔNUS LIMITADO
00150 AFAST ESTUDO MISSAO EXTERIOR – SEM REMUNERAÇÃO
00120 LICENCA ATIVIDADE POLITICA – COM REMUNERAÇÃO
00121 LICENCA ATIVIDADE POLITICA – SEM REMUNERAÇÃO
00138 MANDATO ELETIVO PREFEITO COM REMUNERAÇÃO
00139 MANDATO ELETIVO PREFEITO SEM REMUNERAÇÃO
00140 AFAST EXERC MANDATO ELETIVO SEM REMUNERAÇÃO
00141 MANDATO ELETIVO VEREADOR COM REMUNERAÇÃO
00142 MANDATO ELETIVO VEREADOR SEM REMUNERAÇÃO
TECLE <ENTER>
INFORME A MATRÍCULA SE A OCORRÊNCIA FOR DO CARGO OU CPF SE FOR DA PESSOA 
(RH)
MATRÍCULA: tecle <PF1> - digitar a matrícula SIAPE para buscar a matrícula SIAPECAD 
CPF: 
TECLE <ENTER>
INÍCIO DA OCORRÊNCIA : informe a data de início da licença 
FIM PREVISTO DA OCORRÊNCIA: informe o fim previsto da licença 
FIM REAL DA OCORRÊNCIA : (não informar) 
OBSERVAÇÕES: informar alguns dados DL.
CONFIRMA INCLUSÃO? S (S-SIM N-NÃO A - ALTERA)
Observação: 
Após o término da licença, finalizar com a transação >CAFIOCORSE.
Estatuto dos Servidores Públicos aplicado à PRF Voltar ao Sumário 211
AFASTAMENTO PARA EXERCÍCIO DE MANDATO ELETIVO
1. CONCEITO:
Afastamento para Exercício de Mandato Eletivo é uma permissão ao 
servidor público da Administração direta, autárquica e fundacional, quando investido 
em mandato eletivo federal, estadual, municipal ou distrital.
2. OCORRÊNCIA:
Publicação da Portaria de concessão do afastamento no Boletim de 
Serviço.
3. INFORMAÇÕES GERAIS:
Tratando-se de mandato eletivo federal, estadual ou distrital, o servidor 
ficará afastado de seu cargo, sem percepção de remuneração.
Investido no mandato de Prefeito e Vice-Prefeito, será afastado do cargo, 
sendo-lhe facultado optar pela sua remuneração.
Investido no mandato de Vereador:
• Havendo compatibilidade de horários, perceberá as vantagens de seu cargo, 
sem prejuízo da remuneração do cargo eletivo;
• Não havendo compatibilidade, será afastado do cargo, sendo-lhe facultado 
optar pela sua remuneração, caso seja mais vantajoso.
O servidor ocupante do Cargo de Policial Rodoviário Federal, por ser 
cargo de dedicação exclusiva, quando eleito para qualquer cargo eletivo, deverá ser 
afastado do cargo efetivo, sendo-lhe facultado optar pelo subsídio do cargo efetivo 
ou pela remuneração do cargo eletivo.
No caso de afastamento, independente da opção do servidor, este 
contribuirá para a seguridade social como se em exercício estivesse.
É de se destacar que não haverá recolhimento para o Plano de 
Seguridade Social do servidor, durante o período em que o servidor se encontrar 
afastado para o exercício de mandato eletivo, federal, estadual e distrital, vez que 
inexiste o fato gerador da contribuição, qual seja, a remuneração do cargo efetivo. 
Nestes casos a contribuição para a seguridade social terá como base a 
remuneração do cargo eletivo.
Da mesma forma ocorrerá, na hipótese de mandato eletivo municipal, nos 
casos em que o servidor não manifeste a opção pela remuneração do cargo efetivo, 
passará a recolher para a previdência social, na condição de segurado obrigatório.
Estatuto dos Servidores Públicos aplicado à PRF Voltar ao Sumário 212
Em qualquer caso que exija o afastamento do cargo efetivo para o 
exercício de mandato eletivo, o tempo de serviço do servidor será contado para 
todos os efeitos legais, desde que ocorra a contribuição, exceto para promoção por 
merecimento. No caso de servidor ocupante do cargo de Policial Rodoviário Federal, 
a contagem de tempo de serviço no cargo eletivo, para fins de aposentadoria, não 
será considerado como sendo uma atividade policial.
O servidor investido em função de direção, chefia ou assessoramento que 
se afastar para exercício de mandato eletivo será dispensado da função ou cargo 
em comissão.
O servidor investido em mandato eletivo não poderá ser removido ou 
redistribuído de ofício para localidade diversa daquela onde exerce o mandato.
O período de afastamento para atividade política será contado apenas 
para efeitos de aposentadoria e disponibilidade, cabendo ao servidor, ao retornar ao 
seu cargo efetivo no órgão de origem, solicitar a averbação do tempo de serviço.
Compete à CGRH/DPRF a emissão da Portaria de concessão do 
afastamento de servidores para mandato eletivo.

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