Prévia do material em texto
ESTADO DE SANTA CATARINA
SECRETARIA DE ESTADO DA INFRA-ESTRUTURA
DEPARTAMENTO ESTADUAL DE INFRA-ESTRUTURA
DEINFRA
PROCEDIMENTOS PARA MEDIÇÃO E
PAGAMENTO DE OBRAS RODOVIÁRIAS
EDIÇÃO REVISADA
JANEIRO / 2002
D E I N F R A - S C
PROCEDIMENTOS PARA MEDIÇÃO E
PAGAMENTO DE OBRAS RODOVIÁRIAS
EDIÇÃO REVISADA
JANEIRO / 2002
APROVAÇÃO PELO CONSELHO ADMINISTRATIVO DO
DEINFRA-SC CONFORME RESOLUÇÃO N° ___/__ DE __/__/____
APRESENTAÇÃO
ESTADO DE SANTA CATARINA
SECRETARIA DE ESTADO DA INFRA-ESTRUTURA - SIE
DEPARTAMENTO ESTADUAL DE INFRA-ESTRUTURA - DEINFRA-SC
PROCEDIMENTOS PARA MEDIÇÃO E PAGAMENTO DE OBRAS RODOVIÁRIAS
APRESENTAÇÃO
A elaboração deste volume de "PROCEDIMENTOS PARA MEDIÇÃO E PAGAMENTO
DE OBRAS RODOVIÁRIAS" originou-se a partir da edição das "ESPECIFICAÇÕES
GERAIS PARA OBRAS RODOVIÁRIAS DO DEINFRA-SC".
Estes procedimentos, elaborados por uma equipe de técnicos do DEINFRA-SC composta
pelos engenheiros Paulo Roberto Meurer (Diretoria de Estudos e Projetos) e William Ernst
Wojcikiewicz (Diretoria de Construções Rodoviárias), além da colaboração do corpo técnico do
órgão, definem os critérios que orientam a medição e pagamento de obras rodoviárias sob a
jurisdição do DEINFRA-SC nas quais são utilizados os preços unitários constantes da "Tabela
de Preços para Obras Rodoviárias do DEINFRA-SC", aprovada pelo seu Conselho
Administrativo, conforme resolução nº CA 181/84.
Este volume é compoSIE de três capítulos assim distribuídos:
Capítulo I - Informações e Recomendações Gerais
Capítulo II - Procedimentos para Medição e Pagamento
Capítulo III - Planilha de Quantitativos de Consumo de Materiais
SUMÁRIO
ESTADO DE SANTA CATARINA
SECRETARIA DE ESTADO DA INFRA-ESTRUTURA - SIE
DEPARTAMENTO ESTADUAL DE INFRA-ESTRUTURA - DEINFRA-SC
PROCEDIMENTOS PARA MEDIÇÃO E PAGAMENTO DE OBRAS RODOVIÁRIAS
SUMÁRIO
A. APRESENTAÇÃO
CAPÍTULO I - INFORMAÇÕES E RECOMENDAÇÕES GERAIS (IG)
TABELA DE CÓDIGOS, SERVIÇOS E PROCEDIMENTOS
ORIENTAÇÃO SOBRE O CONTROLE ESTATÍSTICO
TABELA PARA VALORES DE t
CAPÍTULO II - PROCEDIMENTOS PARA MEDIÇÃO E PAGAMENTO (PM)
PM - 01/92 - TRANSPORTES
PM - 02/92 - CARGA DE MATERIAL
PM - 03/92 - ESPALHAMENTO DE BRITA
PM - 04/92 - HORAS MÁQUINA
PM - 05/92 - DESMATAMENTO E LIMPEZA DO TERRENO
PM - 06/92 - ESCAVAÇÃO, CARGA, DESCARGA E TRANSPORTES DE MATERIAIS
PM - 07/92 - DECAPAGEM DE JAZIDAS
PM - 08/92 - ESCAVAÇÃO E CARGA DE MATERIAL DE JAZIDA
PM - 09/92 - FENDILHAMENTO DE REBAIXO DE CORTE EM ROCHA
PM - 10/92 - EXTRAÇÃO, CARGA E DESCARGA DE SEIXO
PM - 11/92 - COMPACTAÇÃO DE ATERROS
PM - 12/92 - REMOÇÃO DE SOLOS MOLES
PM - 13/92 - CAMADA DE REVESTIMENTO PRIMÁRIO
PM - 14/92 - REGULARIZAÇÃO DO SUBLEITO
PM - 15/92 - CAMADA DE MACADAME SECO
PM - 16/92 - CAMADAS ESTABILIZADAS GRANULOMETRICAMENTE
PM - 17/92 - EXTRAÇÃO, CARGA E PENEIRAMENTO DE SEIXO
ESTADO DE SANTA CATARINA
SECRETARIA DE ESTADO DA INFRA-ESTRUTURA - SIE
DEPARTAMENTO ESTADUAL DE INFRA-ESTRUTURA - DEINFRA-SC
PROCEDIMENTOS PARA MEDIÇÃO E PAGAMENTO DE OBRAS RODOVIÁRIAS
SUMÁRIO
PM - 20/92 - PINTURAS ASFÁLTICAS
PM - 21/92 - TRATAMENTOS SUPERFICIAIS ASFÁLTICOS POR PENETRAÇÃO
PM - 22/92 - CAMADAS DE MISTURAS ASFÁLTICAS USINADAS A QUENTE
PM - 23/92 - CAMADAS DE PRÉ-MISTURADOS A FRIO
PM - 24/92 - FORNECIMENTO DE MATERIAIS ASFÁLTICOS
PM - 25/92 - FORNECIMENTO DE MISTURAS USINADAS
PM - 26/92 - LAMA ASFÁLTICA
PM - 30/94 - ESCAVAÇÃO DE VALAS PARA DRENAGEM PROFUNDA
PM - 31/94 - ESCAVAÇÃO MANUAL DE SOLOS
PM - 32/94 - SARJETAS, BANQUETAS E MEIO-FIOS
PM - 33/94 - DRENOS SUB-SUPERFICIAIS E DRENOS PROFUNDOS
PM - 34/94 - FORNECIMENTO DE TUBOS PARA SAÍDAS DE DRENOS
PM - 35/94 - ESCAVAÇÃO DE VALAS PARA OBRAS DE ARTE CORRENTES
PM - 36/94 - CORPO DE BUEIROS
PM - 37/94 - BOCAS PARA DISPOSITIVOS DE DRENAGEM
PM - 38/94 - CAIXAS PARA DISPOSITIVOS DE DRENAGEM
PM - 39/94 - RÁPIDOS
PM - 61/94 - PINTURA DE MARCAS VIÁRIAS NO PAVIMENTO
CAPÍTULO III - PLANILHAS DE QUANTITATIVOS DE CONSUMO DE MATERIAIS
REFERENTE A SERVIÇOS BÁSICOS
REFERENTE A SERVIÇOS DE DRENAGEM
REFERENTE A SERVIÇOS DE OBRAS DE ARTE CORRENTES
REFERENTE A SERVIÇOS COMPLEMENTARES
INFORMAÇÕES E RECOMENDAÇÕES GERAIS
ESTADO DE SANTA CATARINA
SECRETARIA DE ESTADO DA INFRA-ESTRUTURA - SIE
DEPARTAMENTO ESTADUAL DE INFRA-ESTRUTURA - DEINFRA-SC
PROCEDIMENTOS PARA MEDIÇÃO E PAGAMENTO DE OBRAS RODOVIÁRIAS
INFORMAÇÕES E RECOMENDAÇÕES GERAIS
PÁG. 01/06
IMP.01. Quando não for adotada a Tabela de Preços do DEINFRA-SC, somente serão
considerados os itens Descrição e Medição dos Procedimentos para Medição e
Pagamento de Obras Rodoviárias descritos no presente manual.
IMP.02. Antes de autorizar o início dos serviços deverá a Fiscalização estar de posse dos
seguintes documentos:
Edital de Concorrência
Proposta do Construtor
Termo de Contrato
IMP.03. Se, durante a execução da obra surgirem serviços, necessários, não constantes do Edital,
deverá a Fiscalização ou a Construtora apresentar proposta para o preço unitário do
serviço, elaborada de acordo com os modelos e recomendações do “Manual de
Composição de Custos Rodoviários do DEINFRA-SC”, e Procedimento para Medição e
Pagamento correspondente ao novo serviço, em concordância com o modelo adotado
pelo DEINFRA-SC. Quando a iniciativa partir do DEINFRA-SC, a Construtora devera
apresentar seu acordo, por escrito. Após a aprovação pelo Conselho Administrativo do
DEINFRA-SC e lavrado e assinado o referido Termo Aditivo, o novo preço fará parte do
Contrato.
Este novo preço unitário terá por limite superior o valor praticado na Tabela de Preços do
DEINFRA-SC, adotada na elaboração do orçamento do Edital, multiplicado por um
coeficiente, obtido pela relação entre o preço global propoSIE e o preço global orçado
pelo DEINFRA-SC, por classe de serviço.
No caso em que o novo preço unitário propoSIE pertença a uma classe não prevista nos
quantitativos do Edital, o coeficiente será obtido através da relação entre o preço global
propoSIE e o orçado pelo DEINFRA-SC, no serviço. O limite superior deste novo preço
será fixado como resultado do produto do coeficiente obtido, pelo respectivo preço
unitário constante da citada Tabela de Preços do DEINFRA-SC.
Notas:
1. Entende-se por classe o agrupamento de serviços afins ou similares. Na Tabela de Preços
do DEINFRA-SC os serviços estão assim classificados:
Desmatamento e limpeza do terreno; Escavação, carga e transporte de materiais de 1ª e
2ª categorias; Escavação, carga e espalhamento de materiais de jazida de 1ª e 2ª
categorias; Decapagem de jazida em 1ª e 2ª categorias.
Escavação, carga e transporte de materiais de 3ª categoria;Decapagem de materiais de
jazida em 3ª categoria.
ESTADO DE SANTA CATARINA
SECRETARIA DE ESTADO DA INFRA-ESTRUTURA - SIE
DEPARTAMENTO ESTADUAL DE INFRA-ESTRUTURA - DEINFRA-SC
PROCEDIMENTOS PARA MEDIÇÃO E PAGAMENTO DE OBRAS RODOVIÁRIAS
INFORMAÇÕES E RECOMENDAÇÕES GERAIS
PÁG. 02/06
Extração, carga e descarga de seixos; Extração, carga e peneiramento de seixos.
Compactação de aterros; Camada de revestimento primário; Regularização do subleito;
Camada de solo estabilizado sem mistura, banquetas de segurança.
Remoção de solos moles; Escavação mecânica de valas para obras de arte correntes em
materiais de 1ª e 2ª categorias; Escavação de corta-rios.
Colchão de areia; Camadas drenantes.
Camadas não asfálticas de pavimento.
Fornecimento de brita e brita graduada.
Pinturas asfálticas; Tratamentos superficiais; Lama asfáltica; Capa selante.
Camadas asfálticas a frio.
Camadas asfálticas a quente.
Calçamento com lajotas sextavadas de concreto; Briquetes; Paralelepípedos; Remoção e
re-execução de calçamento; Meio-fio de pedra.
Pavimentos rígidos de concreto; Concreto pobre rolado; Fornecimento de cimento para
pavimentação.
Fornecimento de materiais asfálticos.
Solo e cascalhos estabilizados com cimento ou cal + cimento.
Solo-brita.
Escavação de valas para drenagem profunda em 1ª e 2ª categorias.
Sarjetas: Banquetas; Rápidos; Meio-fio; Travessia sobre valetas e sarjetas; Caixas
coletoras; Descidas d'água; Caixa de amortecimento; Caixa de inspeção de esgoto;
Calçadas.
Drenos; Saídas de drenos; Fornecimento de tubos para saídas de drenos.
Escavação de valas de proteção; Escavação manual de solos; Reaterro e apiloamento.
Escavação de valas para drenagem e para obras de arte correntes em 3ª categoria.
ESTADO DE SANTA CATARINA
SECRETARIA DE ESTADO DA INFRA-ESTRUTURA - SIE
DEPARTAMENTO ESTADUAL DE INFRA-ESTRUTURA - DEINFRA-SC
PROCEDIMENTOS PARA MEDIÇÃO E PAGAMENTO DE OBRAS RODOVIÁRIAS
INFORMAÇÕES E RECOMENDAÇÕES GERAIS
PÁG. 03/06
Execução de galerias; Corpo de bueiros tubulares de concreto; Bocas para bueiros
tubulares; Caixas coletoras de talvegue.
Corpo de bueiros celulares; Bocas para bueiros celulares.
Remoção de bueiros tubulares.
Remoção de cercas; Remoção e relocação de cercas; Execução de cercas; Execução de
porteiras e mata-burros; Relocação de postes.
Enleivamento e hidrossemeadura
Pintura de faixas, setas e dizeres na pista.
Placas de sinalização; Marco quilométrico; Balizador de concreto.
Fornecimento e colocação de tachões, tachinhas, defensas.
Obras de arte especiais.
Remoção de camadas de pavimento.
2. Os serviços são assim definidos:
Serviços de terraplenagem.
Serviços de pavimentação.
Serviços de drenagem.
Serviços de obras de arte correntes.
Serviços complementares.
Serviços de obras de arte especiais.
3. Nas classes de serviços em que os preços unitários dos itens mantém, entre si,
determinada relação, esta deverá ser mantida para os novos preços unitários propostos.
Como exemplo citam-se:
ESTADO DE SANTA CATARINA
SECRETARIA DE ESTADO DA INFRA-ESTRUTURA - SIE
DEPARTAMENTO ESTADUAL DE INFRA-ESTRUTURA - DEINFRA-SC
PROCEDIMENTOS PARA MEDIÇÃO E PAGAMENTO DE OBRAS RODOVIÁRIAS
INFORMAÇÕES E RECOMENDAÇÕES GERAIS
PÁG. 04/06
O novo preço unitário para serviços de escavação, carga e transporte de materiais, de
uma mesma categoria, com determinada faixa de transporte(DMT), em terraplenagem,
não poderá ser de valor inferior ao apresentado na proposta de preços para faixa de
transporte(DMT) com distâncias inferiores e, da mesma forma, não poderá ser de valor
superior ao preço apresentado na proposta de preços para distâncias superiores;
O novo preço unitário de um bueiro (tubular, celular ou metálico) de mesmo tipo, mas
com seções diferentes das apresentadas na proposta de preços, não poderá ser de valor
inferior ao de menor seção, bem como, não poderá ser de valor superior ao de maior
seção;
O novo preço unitário de uma placa de sinalização com área diferente da apresentada na
proposta de preços, não poderá ser de valor inferior a uma com menor área, bem como,
não poderá ser de valor superior a uma área maior.
IMP.04. Quando o Edital ou Contrato prever o pagamento em separado de verba para
mobilização, instalação e desmobilização, a mesma será medida e paga em 3 (três)
parcelas, de acordo com os seguintes procedimentos:
a) No caso de obras com serviços de pavimentação asfáltica:
1ª parcela: correspondente a 30% (trinta por cento) do total dessa verba, após o início
efetivo da execução da camada de revestimento asfáltico, quando o valor total dos
serviços executados for superior a 30% (trinta por cento) do valor total do contrato.
2ª parcela: correspondente a 35% (trinta e cinco por cento) do total dessa verba, quando
o valor total dos serviços executados for superior a 50% (cinqüenta por cento) do valor
total do contrato.
3ª parcela: correspondente a 35% (trinta e cinco por cento) do total dessa verba, na
Medição Final.
b) Nos demais casos de obras:
1ª parcela: correspondente a 30% (trinta por cento) do total dessa verba, quando o valor
total dos serviços executados for superior a 30% (trinta por cento) do valor total do
contrato.
2ª parcela: correspondente a 35% (trinta e cinco por cento) do total dessa verba, quando
o valor total dos serviços executados for superior a 70% (setenta por cento) do valor
total do contrato.
ESTADO DE SANTA CATARINA
SECRETARIA DE ESTADO DA INFRA-ESTRUTURA - SIE
DEPARTAMENTO ESTADUAL DE INFRA-ESTRUTURA - DEINFRA-SC
PROCEDIMENTOS PARA MEDIÇÃO E PAGAMENTO DE OBRAS RODOVIÁRIAS
INFORMAÇÕES E RECOMENDAÇÕES GERAIS
PÁG. 05/06
3ª parcela: correspondente a 35% (trinta e cinco por cento) do total dessa verba, na
Medição Final.
c) Na aplicação do reajustamento será utilizado o índice correspondente à maior parcela do
serviço definido no orçamento.
IMP.05. Não serão objetos de Medição e Pagamento:
Serviços iniciados sem autorização da Fiscalização;
Materiais escavados anteriormente ao estaqueamento, nivelamento e seções transversais;
O fornecimento de água necessária à execução dos serviços.
IMP.06. As medições serão elaboradas através do Programa informatizado de Medição e deverão
ser encaminhadas, devidamente assinadas e identificadas pelo Engenheiro Fiscal, pelo
Engenheiro Residente da Consultora quando houver, e pelo Engenheiro responsável
Técnico (preposto) da empresa detentora do contrato. Quando houver necessidade de
classificação dos materiais escavados, as folhas de classificação deverão ser assinadas e
identificadas pelos membros da Comissão de Classificação. A Medição Final será,
obrigatoriamente do tipo “completa”. No entanto, a qualquer tempo e a seu exclusivo
critério, a Diretoria responsável pelo Contrato poderá exigir a apresentação deste tipo de
medição. Eventualmente a critério da Direção Geral do DEINFRA-SC poderá ser
designada Comissão para elaboração de medição intermediária e/ou final.
IMP.07. Os materiais escavados serão classificados, de acordo com as “Especificações Gerais
para Corte”, por uma Comissão especialmente designada. Enquanto não houver
classificação por essa Comissão, todos os volumes escavados deverão ser medidos e
pagos, provisoriamente, como material de 1a. categoria. Quando, devidamente
caracterizada a presença de material classificado em 3a. categoria, cuja medição seja de
possível determinação, o mesmo poderá ser incluído na medição.
IMP.08. Para o caso de terraplenagem comuso de areia adota-se a seguinte
classificação: 80%/20%/00%, ou seja, oitenta por cento em primeira categoria e vinte
por cento em segunda categoria.
IMP.09. Os caminhos de serviço, fora do corpo estradal, para acesso às frentes de terraplanagem
e de interligação entre cortes e aterros, os acessos às fontes de materiais, os desvios de
obras de arte correntes e especiais e por necessidade de interdição de pista, deverão ser
medidos e pagos de acordo com os Procedimentos para Escavação, Carga, Descarga e
Espalhamento de Materiais.
ESTADO DE SANTA CATARINA
SECRETARIA DE ESTADO DA INFRA-ESTRUTURA - SIE
DEPARTAMENTO ESTADUAL DE INFRA-ESTRUTURA - DEINFRA-SC
PROCEDIMENTOS PARA MEDIÇÃO E PAGAMENTO DE OBRAS RODOVIÁRIAS
INFORMAÇÕES E RECOMENDAÇÕES GERAIS
PÁG. 06/06
IMP.10. Para fins de pagamento, será utilizado o valor da massa específica aparente, obtido em
laboratório, com exceção das misturas asfálticas usinadas.
IMP.11. A Medição Final da obra somente será liberada com a constatação da execução
criteriosa do projeto, e assinada pelo Engenheiro Fiscal, pelo Engenheiro Residente da
Consultora quando houver, e pelo Engenheiro Responsável Técnico (preposto) da
empresa detentora do contrato e/ou a critério da Direção geral do DEINFRA-SC pela
Comissão de Medição Final.
IMP.12. No caso de utilização da Tabela de Preços do DEINFRA-SC, para o pagamento dos
serviços, deverá ser observado, ainda, o seguinte:
1. Além dos documentos citados na IMP-02, incluir uma Tabela de Preços do DEINFRA-
SC, referida no Edital.
2. No fornecimento de materiais britados de rocha sã (brita, brita corrida, pedra pulmão,
pedriscos) estão incluídos nos seus cuSIEs a extração, o fogacho, carga e transporte até
400 m da rocha até o britador e britagem. Na impossibilidade de instalação de britagem
dentro da distância média de transporte de 400m, o transporte excedente será
remunerado de acordo com o constante no Procedimento PM-01/92, desprezando-se a
parcela "constante" da fórmula de transporte, referente ao tempo de carga, descarga e
espera já considerados inicialmente.
3. No fornecimento de seixos britados ou classificados, estão incluídas no custo as
extrações, estocagem, cargas, britagens e/ou peneiramento. O transporte do local de
extração ao local de britagem ou de peneiramento será remunerado a parte.
4. Quando no contrato não houver preço unitário para o serviço de remendos (tapa-buraco),
o mesmo será remunerado conforme os procedimentos correspondentes constantes deste
manual.
5. No caso da utilização de "Dope" e “Aditivos”, o fornecimento será pago mediante
indenização de nota fiscal, acrescido de bonificação fixada em edital.
ESTADO DE SANTA CATARINA
SECRETARIA DE ESTADO DA INFRA-ESTRUTURA - SIE
DEPARTAMENTO ESTADUAL DE INFRA-ESTRUTURA - DEINFRA-SC
PROCEDIMENTOS PARA MEDIÇÃO E PAGAMENTO DE OBRAS RODOVIÁRIAS
TABELA DE CÓDIGOS, SERVIÇOS E PROCEDIMENTOS
PÁG. 1/5
CÓDIGO
SERVIÇO PROCEDIMENTO
COMPLEMENTAR C/
PROCEDIMENTO
TRANSPORTES 01/92
HORAS MÁQUINA 04/92
50.000 DESMAT. E LIMPEZA DO TERRENO 05/92 01/92 e 02/92 quando necessário
50.010 ESC. CARGA E TRANSP. MAT. 1ª CAT. DMT <= 50 m 06/92
50.020 ESC. CARGA E TRANSP. MAT. 1ª CAT. 50>DMT <= 100 m 06/92
50.030 ESC. CARGA E TRANSP. MAT. 1ª CAT. 100>DMT <= 150 m 06/92
50.040 ESC. CARGA E TRANSP. MAT. 1ª CAT. 150>DMT <= 200 m 06/92
50.050 ESC. CARGA E TRANSP. MAT. 1ª CAT. 200>DMT <= 250 m 06/92
50.060 ESC. CARGA E TRANSP. MAT. 1ª CAT. 250>DMT <= 300 m 06/92
50.070 ESC. CARGA E TRANSP. MAT. 1ª CAT. 300>DMT <= 350 m 06/92
50.080 ESC. CARGA E TRANSP. MAT. 1ª CAT. 350>DMT <= 400 m 06/92
50.090 ESC. CARGA E TRANSP. MAT. 1ª CAT. 400>DMT <= 500 m 06/92
50.100 ESC. CARGA E TRANSP. MAT. 1ª CAT. 500>DMT <= 600 m 06/92
50.110 ESC. CARGA E TRANSP. MAT. 1ª CAT. 600>DMT <= 700 m 06/92
50.120 ESC. CARGA E TRANSP. MAT. 1ª CAT. 700>DMT <= 800 m 06/92
50.130 ESC. CARGA E TRANSP. MAT. 1ª CAT. 800>DMT <= 900 m 06/92
50.140 ESC. CARGA E TRANSP. MAT. 1ª CAT. 900>DMT <= 1000 m 06/92
50.150 ESC. CARGA E TRANSP. MAT. 1ª CAT. 1000>DMT <= 1200 m 06/92
50.160 ESC. CARGA E TRANSP. MAT. 1ª CAT. 1200>DMT <= 1400 m 06/92
50.170 ESC. CARGA E TRANSP. MAT. 1ª CAT. 1400>DMT <= 1600 m 06/92
50.180 ESC. CARGA E TRANSP. MAT. 1ª CAT. 1600>DMT <= 1800 m 06/92
50.190 ESC. CARGA E TRANSP. MAT. 1ª CAT. 1800>DMT <= 2000 m 06/92
50.200 ESC. CARGA E TRANSP. MAT. 1ª CAT. 2000>DMT <= 2500 m 06/92
50.210 ESC. CARGA E TRANSP. MAT. 1ª CAT. 2500>DMT <= 3000 m 06/92
50.220 ESC. CARGA E TRANSP. MAT. 1ª CAT. 3000>DMT <= 3500 m 06/92
50.230 ESC. CARGA E TRANSP. MAT. 1ª CAT. 3500>DMT <= 4000 m 06/92
50.240 ESC. CARGA E TRANSP. MAT. 1ª CAT. 4000>DMT <= 4500 m 06/92
50.250 ESC. CARGA E TRANSP. MAT. 1ª CAT. 4500>DMT <= 5000 m 06/92
50.260 ESC. CARGA E TRANSP. MAT. 1ª CAT. 5000>DMT <= 6000 m 06/92
50.270 ESC. CARGA E TRANSP. MAT. 1ª CAT. 6000>DMT <= 7000 m 06/92
50.280 ESC. CARGA E TRANSP. MAT. 1ª CAT. 7000>DMT <= 8000 m 06/92
50.290 ESC. CARGA E TRANSP. MAT. 1ª CAT. 8000>DMT <= 9000 m 06/92
50.300 ESC. CARGA E TRANSP. MAT. 1ª CAT. 9000>DMT <=10000 m 06/92
51.000 ESC. CARGA E TRANSP. MAT. 2ª CAT. DMT <= 50 m 06/92
51.010 ESC. CARGA E TRANSP. MAT. 2ª CAT. 50>DMT <= 100 m 06/92
51.020 ESC. CARGA E TRANSP. MAT. 2ª CAT. 100>DMT <= 150 m 06/92
51.030 ESC. CARGA E TRANSP. MAT. 2ª CAT. 150>DMT <= 200 m 06/92
51.040 ESC. CARGA E TRANSP. MAT. 2ª CAT. 200>DMT <= 250 m 06/92
51.050 ESC. CARGA E TRANSP. MAT. 2ª CAT. 250>DMT <= 300 m 06/92
51.060 ESC. CARGA E TRANSP. MAT. 2ª CAT. 300>DMT <= 350 m 06/92
51.070 ESC. CARGA E TRANSP. MAT. 2ª CAT. 350>DMT <= 400 m 06/92
51.080 ESC. CARGA E TRANSP. MAT. 2ª CAT. 400>DMT <= 500 m 06/92
51.090 ESC. CARGA E TRANSP. MAT. 2ª CAT. 500>DMT <= 600 m 06/92
51.100 ESC. CARGA E TRANSP. MAT. 2ª CAT. 600>DMT <= 700 m 06/92
51.110 ESC. CARGA E TRANSP. MAT. 2ª CAT. 700>DMT <= 800 m 06/92
51.120 ESC. CARGA E TRANSP. MAT. 2ª CAT. 800>DMT <= 900 m 06/92
51.130 ESC. CARGA E TRANSP.MAT. 2ª CAT. 900>DMT <= 1000 m 06/92
51.140 ESC. CARGA E TRANSP. MAT. 2ª CAT. 1000>DMT <= 1200 m 06/92
ESTADO DE SANTA CATARINA
SECRETARIA DE ESTADO DA INFRA-ESTRUTURA - SIE
DEPARTAMENTO ESTADUAL DE INFRA-ESTRUTURA - DEINFRA-SC
PROCEDIMENTOS PARA MEDIÇÃO E PAGAMENTO DE OBRAS RODOVIÁRIAS
TABELA DE CÓDIGOS, SERVIÇOS E PROCEDIMENTOS
PÁG. 2/5
CÓDIGO
SERVIÇO PROCEDIMENTO
COMPLEMENTAR C/
PROCEDIMENTO
51.150 ESC. CARGA E TRANSP. MAT. 2ª CAT. 1200>DMT <= 1400 m 06/92
51.160 ESC. CARGA E TRANSP. MAT. 2ª CAT. 1400>DMT <= 1600 m 06/92
51.170 ESC. CARGA E TRANSP. MAT. 2ª CAT. 1600>DMT <= 1800 m 06/92
51.180 ESC. CARGA E TRANSP. MAT. 2ª CAT. 1800>DMT <= 2000 m 06/92
51.190 ESC. CARGA E TRANSP. MAT. 2ª CAT. 2000>DMT <= 2500 m 06/92
51.200 ESC. CARGA E TRANSP. MAT. 2ª CAT. 2500>DMT <= 3000 m 06/92
51.210 ESC. CARGA E TRANSP. MAT. 2ª CAT. 3000>DMT <= 3500 m 06/92
51.220 ESC. CARGA E TRANSP. MAT. 2ª CAT. 3500>DMT <= 4000 m 06/92
51.230 ESC. CARGA E TRANSP. MAT. 2ª CAT. 4000>DMT <= 4500 m 06/92
51.240 ESC. CARGA E TRANSP. MAT. 2ª CAT. 4500>DMT <= 5000 m 06/92
51.250 ESC. CARGA E TRANSP. MAT. 2ª CAT. 5000>DMT <= 6000 m 06/92
51.260 ESC. CARGA E TRANSP. MAT. 2ª CAT. 6000>DMT <= 7000 m 06/92
51.270 ESC. CARGA E TRANSP. MAT. 2ª CAT. 7000>DMT <= 8000 m 06/92
51.280 ESC. CARGA E TRANSP. MAT. 2ª CAT. 8000>DMT <= 9000 m 06/92
51.290 ESC. CARGA E TRANSP. MAT. 2ª CAT. 9000>DMT <=10000 m 06/92
51.300 ESC. CARGA E TRANSP. MAT. 2ª CAT.10000>DMT <=12000 m 06/92
51.500 ESC. CARGA E TRANSP. MAT. 3ª CAT. DMT <= 50 m 06/92
51.510 ESC. CARGA E TRANSP. MAT. 3ª CAT. 50>DMT <= 100 m 06/92
51.520 ESC. CARGA E TRANSP. MAT. 3ª CAT. 100>DMT <= 150 m 06/92
51.530 ESC. CARGA E TRANSP. MAT. 3ª CAT. 150>DMT <= 200 m 06/92
51.540 ESC. CARGA E TRANSP. MAT. 3ª CAT. 200>DMT <= 250 m 06/92
51.550 ESC. CARGA E TRANSP. MAT. 3ª CAT. 250>DMT <= 300 m 06/92
51.560 ESC. CARGA E TRANSP. MAT. 3ª CAT. 300>DMT <= 350 m 06/92
51.570 ESC. CARGA E TRANSP. MAT. 3ª CAT. 350>DMT <= 400 m 06/92
51.580 ESC. CARGA E TRANSP. MAT. 3ª CAT. 400>DMT <= 500 m 06/92
51.590 ESC. CARGA E TRANSP. MAT. 3ª CAT. 500>DMT <= 600 m 06/92
51.600 ESC. CARGA E TRANSP. MAT. 3ª CAT. 600>DMT <= 700 m 06/92
51.610 ESC. CARGA E TRANSP. MAT. 3ª CAT. 700>DMT <= 800 m 06/92
51.620 ESC. CARGA E TRANSP. MAT. 3ª CAT. 800>DMT <= 900 m 06/92
51.630 ESC. CARGA E TRANSP. MAT. 3§ CAT. 900>DMT <= 1000 m 06/92
51.640 ESC. CARGA E TRANSP. MAT. 3ª CAT. 1000>DMT <= 1200 m 06/92
51.650 ESC. CARGA E TRANSP. MAT. 3ª CAT. 1200>DMT <= 1400 m 06/92
51.660 ESC. CARGA E TRANSP. MAT. 3ª CAT. 1400>DMT <= 1600 m 06/92
51.670 ESC. CARGA E TRANSP. MAT. 3ª CAT. 1600>DMT <= 1800 m 06/92
51.690 ESC. CARGA E TRANSP. MAT. 3ª CAT. 1800>DMT <= 2000 m 06/92
51.700 ESC. CARGA E TRANSP. MAT. 3ª CAT. 2000>DMT <= 2500 m 06/92
51.710 ESC. CARGA E TRANSP. MAT. 3ª CAT. 2500>DMT <= 3000 m 06/92
51.720 ESC. CARGA E TRANSP. MAT. 3ª CAT. 3000>DMT <= 3500 m 06/92
51.730 ESC. CARGA E TRANSP. MAT. 3ª CAT. 3500>DMT <= 4000 m 06/92
51.740 ESC. CARGA E TRANSP. MAT. 3ª CAT. 4000>DMT <= 4500 m 06/92
51.750 ESC. CARGA E TRANSP. MAT. 3ª CAT. 4500>DMT <= 5000 m 06/92
51.760 ESC. CARGA E TRANSP. MAT. 3ª CAT. 5000>DMT <= 6000 m 06/92
51.850 FENDILHAMENTO DE REBAIXO DE CORTE EM ROCHA 09/92 01/92
51.900 EXTRAÇÃO E CARGA DE SEIXO COM DRAG-LINE 10/92 01/92
51.950 EXTRAÇÃO E CARGA DE SEIXO COM TRATOR 10/92 01/92
52.000 COMPACTAÇÃO DE ATERROS 95% PN 11/92
52.010 COMPACTAÇÃO DE ATERROS 100% PN 11/92
52.012 COMPACTAÇÃO DE ATERROS COM AREIA 11/92
ESTADO DE SANTA CATARINA
SECRETARIA DE ESTADO DA INFRA-ESTRUTURA - SIE
DEPARTAMENTO ESTADUAL DE INFRA-ESTRUTURA - DEINFRA-SC
PROCEDIMENTOS PARA MEDIÇÃO E PAGAMENTO DE OBRAS RODOVIÁRIAS
TABELA DE CÓDIGOS, SERVIÇOS E PROCEDIMENTOS
PÁG. 3/5
CÓDIGO
SERVIÇO PROCEDIMENTO
COMPLEMENTAR C/
PROCEDIMENTO
52.013 COMPACTAÇÃO DE ATERROS COM SEIXO 11/92
52.015 COMPACTAÇÃO DE ATERROS COM ROCHA 11/92
52.020 ESC. CARGA, DESC. E ESPALHAMENTO DE MAT. DE 1ª CAT. 06/92
52.030 ESC. CARGA, DESC. E ESPALHAMENTO DE MAT. DE 2ª CAT. 06/92
52.040 CAMADA DE REVESTIMENTO PRIMÁRIO 13/92 06/92 ou 01/92 e 08/92
52.045 REMOÇÃO SOLOS MOLES 12/92
52.050 REMOÇÃO SOLOS MOLES TRANSP. DMT <= 50 m 12/92
52.060 REMOÇÃO SOLOS MOLES TRANSP. 50>DMT <= 100 m 12/92
52.070 REMOÇÃO SOLOS MOLES TRANSP. 100>DMT <= 200 m 12/92
52.080 REMOÇÃO SOLOS MOLES TRANSP. 200>DMT <= 300 m 12/92
52.084 REMOÇÃO SOLOS MOLES TRANSP. 300>DMT <= 400 m 12/92
52.087 REMOÇÃO SOLOS MOLES TRANSP. 400>DMT <= 600 m 12/92
52.090 REMOÇÃO SOLOS MOLES TRANSP. 600>DMT <= 800 m 12/92
52.095 REMOÇÃO SOLOS MOLES TRANSP. 800>DMT <= 1000 m 12/92
52.100 REMOÇÃO SOLOS MOLES TRANSP. 1000>DMT <= 1200 m 12/92
52.150 CARGA DE MATERIAIS 02/92
52.200 ESPALHAMENTO DE BRITA 03/92 01/92 e 02/92
53.000 REGULARIZAÇÃO DO SUB LEITO 100% PN 14/92
53.010 REGULARIZAÇÃO DO SUB LEITO 100% PI 14/92
53.020 DECAPAGEM DE JAZIDA CLASSIF. EM 1ª CAT. 07/92
53.030 DECAPAGEM DE JAZIDA CLASSIF. EM 2ª CAT. 07/9253.035 DECAPAGEM DE JAZIDA CLASSIF. EM 3ª CAT. 07/92
53.050 ESCAVAÇÃO E CARGA DE MAT. JAZIDA-CLASSIF. 1ª CAT. 08/92
53.055 ESCAVAÇÃO E CARGA DE MAT. JAZIDA-CLASSIF. 2ª CAT. 08/92
53.050 ESCAVAÇÃO E CARGA DE MAT. JAZIDA-CLASSIF. 3ª CAT. 08/92
53.060 EXT. CARGA, PENEIRAMENTO DE SEIXO 17/92 01/92
53.090 CAMADA DE REFORÇO C/SOLO ESTABILIZADO S/MISTURA 16/92 01/92 e 08/92
53.100 CAMADA DE SEIXO BRUTO 16/92 01/92
53.110 CAMADA DE SEIXO CLASSIFICADO 16/92 01/92 e 17/92 quando necessário
53.120 CAMADA DE SEIXO CLASSIFICADO BRITADO NO PRIMÁRIO 16/92 01/92
53.160 CAMADA MACADAME SECO 15/92 01/92
53.180 CAMADA DE BRITA CORRIDA 16/92 01/92
53.190 CAMADA DE BRITA GRADUADA 16/92 01/92
53.195 BRITA GRADUADA - NA USINA 25/92
53.200 CAMADA DE SOLO BRITA - 30/70 16/92 01/92 e 08/92
53.210 CAMADA DE SEIXO PARCIALMENTE BRITADO 70% BRITADO 16/92 01/92
53.220 CAMADA DE SEIXO PARCIALMENTE BRITADO 65% BRITADO 16/92 01/92
53.230 CAMADA DE SEIXO PARCIALMENTE BRITADO 60% BRITADO 16/92 01/92
53.240 CAMADA DE SEIXO PARCIALMENTE BRITADO 50% BRITADO 16/92 01/92
53.250 CAMADA DE SEIXO PARCIALMENTE BRITADO 40% BRITADO 16/92 01/92
53.260 CAMADA DE SEIXO PARCIALMENTE BRITADO 30% BRITADO 16/92 01/92
53.270 CAMADA DE SEIXO PARCIALMENTE BRITADO 20% BRITADO 16/92 01/92
53.280 CAMADA DE SEIXO BRITADO 16/92 01/92
53.300 IMPRIMAÇÃO 20/92 24/92
53.310 PINTURA DE LIGAÇÃO 20/92 24/92
53.320 TRATAMENTO SUPERFICIAL SIMPLES 21/92 01/92 e 24/92
53.321 TRATAMENTO SUPERFICIAL SIMPLES COM SEIXO 21/92 01/92 e 24/92
53.330 TRATAMENTO SUPERFICIAL DUPLO 21/92 01/92 e 24/92
ESTADO DE SANTA CATARINA
SECRETARIA DE ESTADO DA INFRA-ESTRUTURA - SIE
DEPARTAMENTO ESTADUAL DE INFRA-ESTRUTURA - DEINFRA-SC
PROCEDIMENTOS PARA MEDIÇÃO E PAGAMENTO DE OBRAS RODOVIÁRIAS
TABELA DE CÓDIGOS, SERVIÇOS E PROCEDIMENTOS
PÁG. 4/5
CÓDIGO
SERVIÇO PROCEDIMENTO
COMPLEMENTAR C/
PROCEDIMENTO
53.331 TRATAMENTO SUPERFICIAL DUPLO COM SEIXO 21/92 01/92 e 24/92
53.350 TRATAMENTO SUPERFICIAL TRIPLO 21/92 01/92 e 24/92
53.351 TRATAMENTO SUPERFICIAL TRIPLO COM SEIXO 21/92 01/92 e 24/92
53.360 CAMADA DE PRÉ-MISTURADO A FRIO 23/92 01/92 e 24/92
53.361 CAMADA DE PRÉ-MISTURADO A FRIO COM SEIXO 23/92 01/92 e 24/92
53.365 PRÉ-MISTURADO A FRIO - NA USINA 25/92 01/92 e 24/92
53.370 CAMADA DE PRÉ-MISTURADO A QUENTE ABERTO 22/92 01/92 e 24/92
53.371 CAMADA DE PRÉ-MISTURADO A QUENTE ABERTO COM
SEIXO
22/92 01/92 e 24/92
53.375 PRÉ-MISTURADO A QUENTE ABERTO - NA USINA 25/92 01/92 e 24/92
53.380 CAMADA DE CONCRETO ASFÁLTICO USINADO A QUENTE 22/92 01/92 e 24/92
53.381 CAMADA DE CONCRETO ASF. USINADO A QUENTE COM
SEIXO
22/92 01/92 e 24/92
53.382 CONCRETO ASFÁLTICO USINADO A QUENTE - NA USINA 25/92 01/92 e 24/92
53.383 CAMADA DE CONCRETO ASF. USINADO A QUENTE S/AREIA 22/92 01/92 e 24/92
53.384 CONCRETO ASF. USINADO A QUENTE S/AREIA - NA USINA 25/92 01/92 e 24/92
53.388 CAMADA DE AREIA-ASFALTO USINADA A QUENTE 22/92 01/92 e 24/92
53.390 CAPA SELANTE 21/92 01/92 e 24/92
53.391 CAPA SELANTE COM SEIXO 21/92 01/92 e 24/92
53.420 LAMA ASFÁLTICA 26/92 01/92 e 24/92
53.440 MEIO-FIO DE PEDRA 32/92 01/92
53.485 FORNECIMENTO DE C.A.P. 7 24/92 01/92
53.490 FORNECIMENTO DE C.A.P. 20 24/92 01/92
53.500 FORNECIMENTO DE C.A.P. 55 24/92 01/92
53.510 FORNECIMENTO DE ASFALTO DILUÍDO CM 30 24/92 01/92
53.520 FORNECIMENTO DE ASFALTO DILUÍDO CR/70/250/800 24/92 01/92
53.530 FORNECIMENTO DE EMULSÃO ASFÁLTICA RM-1C 24/92 01/92
53.540 FORNECIMENTO DE EMULSÃO ASFÁLTICA RM-2C 24/92 01/92
53.550 FORNECIMENTO DE EMULSÃO ASFÁLTICA RR-1C 24/92 01/92
53.560 FORNECIMENTO DE EMULSÃO ASFÁLTICA RR-2C 24/92 01/92
53.570 FORNECIMENTO DE EMULSÃO ASFÁLTICA RL-1C 24/92 01/92
53.575 FORNECIMENTO DE EMULSÃO ASFÁLTICA LA-1C 24/92 01/92
55.000 ESCAV. VALAS P/ DRENAGEM PROFUNDA MATERIAL 1ª CAT. 30/94 06/92
55.050 ESCAV. VALAS P/ DRENAGEM PROFUNDA MATERIAL 2ª CAT. 30/94 06/92
55.100 ESCAV. VALAS P/ DRENAGEM PROFUNDA MATERIAL 3ª CAT. 30/94 06/92
55.150 ESCAVAÇÃO VALETAS DE PROTEÇÃO 31/94 06/92
55.250 a
56.200
SARJETAS
TRIANG./TRAPEZOIDAIS/RETANGULARES/BANQUETAS
32/94 01/92 e 08/92
56.250 RÁPIDOS 39/94 01/92
56.300 MEIO-FIO DE CONCRETO SIMPLES 32/94 01/92
56.350 MEIO-FIO DE CONCRETO ARMADO 32/94 01/92
56.400 MEIO-FIO DE CONCRETO 12 x 15 32/94 01/92
56.550 a
57.600
CAIXAS COLETORAS COM BOCA DE LOBO 38/94 01/92
58.450 a
59.050
BOCA PARA DESCIDA D'ÁGUA EM CORTES/ATERROS 37/94 01/92
59.100 a
59.400
CAIXA PARA DESCIDA D'ÁGUA EM ATERROS 38/94 01/92
59.450 CAIXA COLETORA COM BOCA DE LOBO - TIPO C-1 COM
H=2,0m
38/94 01/92
59.500 CAIXA COLETORA COM BOCA DE LOBO - TIPO C-2 COM
H=2,0m
38/94 01/92
ESTADO DE SANTA CATARINA
SECRETARIA DE ESTADO DA INFRA-ESTRUTURA - SIE
DEPARTAMENTO ESTADUAL DE INFRA-ESTRUTURA - DEINFRA-SC
PROCEDIMENTOS PARA MEDIÇÃO E PAGAMENTO DE OBRAS RODOVIÁRIAS
TABELA DE CÓDIGOS, SERVIÇOS E PROCEDIMENTOS
PÁG. 5/5
CÓDIGO
SERVIÇO PROCEDIMENTO
COMPLEMENTAR C/
PROCEDIMENTO
59.550 CAIXA DE INSPEÇÃO DE ESGOTO COM D=60 cm 38/94 01/92
59.700 a
61.300
DRENOS TIPO I a XXIII 33/94 01/92
61.350 SAÍDA PARA DRENOS TIPO U 37/94 01/92
61.400 SAÍDA PARA DRENOS TIPO L 37/94 01/92
61.450 FORNECIMENTO DE TUBO PARA SAÍDA DE DRENO 34/94 01/92
65.000 ESC. MEC. DE VALAS P/ OBRAS DE ARTE CORRENTES 1ª
CAT.
35/94 01/92
65.050 ESC. MEC. DE VALAS P/ OBRAS DE ARTE CORRENTES 2ª
CAT.
35/94 01/92
65.100 ESC. MEC. DE VALAS P/ OBRAS DE ARTE CORRENTES 3ª
CAT.
35/94 01/92
65.150 ESCAVAÇÃO MANUAL DE SOLOS 31/94
65.950 a
68.350
CORPO DE BUEIROS TUBULARES 36/94 01/92
68.400 a
71.850
CORPO DE BUEIROS CELULARES 36/94 01/92
71.900 a
72.150
CORPO DE BUEIROS COM TUBOS METÁLICOS 36/94 01/92
72.250 CORPO DE BUEIRO OVÓIDE S=3,00m H<=3,00m 36/94 01/92
72.300 a
74.050
BOCAS PARA BUEIROS TUBULARES 37/94 01/92
74.100 a
76.730
BOCAS PARA BUEIROS CELULARES 37/94 01/92
76.800 a
76.850
BOCAS PARA BUEIROS OVÓIDES 37/94 01/92
77.000 a
79.400
CAIXAS COLETORAS 38/94 01/92
80.380 PINTURA DE MARCAS VIÁRIAS - BRANCA 61/94
80.390 PINTURA DE MARCAS VIÁRIAS - AMARELA 61/94ESTADO DE SANTA CATARINA
SECRETARIA DE ESTADO DA INFRA-ESTRUTURA - SIE
DEPARTAMENTO ESTADUAL DE INFRA-ESTRUTURA - DEINFRA-SC
PROCEDIMENTOS PARA MEDIÇÃO E PAGAMENTO DE OBRAS RODOVIÁRIAS
ORIENTAÇÃO SOBRE O CONTROLE ESTATÍSTICO - ANEXO 1
PARÂMETRO SÍMBOLO FÓRMULA ESTATÍSTICA
1 - MÉDIA ARITMÉTICA DA AMOSTRA
Onde:
= SOMATÓRIO
X = VALOR INDIVIDUAL DA AMOSTRA
N = NÚMERO DE DETERMINAÇÕES EFETUADAS
2 - DESVIO PADRÃO AMOSTRAL
1
2
3 - VALOR MÁXIMO DA MÉDIA DAS AMOSTRAS
máx
máx
t .
4 - VALOR MÍNIMO DA MÉDIA DAS AMOSTRAS
mín
mín
t .
GRAU DE CONFIANÇA CONTROLE OBJETIVO
TRÁFEGO
TIPO
UNILATERAL
máx
LSE
ou
mín
LIE
N 107
5 x 105 < N < 107
N 5 x 105
RIGOROSO
NORMAL
BRANDO
BILATERAL
máx
LSE
e
mín
LIE
LSE = Limite Superior Especificado LIE = Limite Inferior Especificado t = vide tabela
ESTADO DE SANTA CATARINA
SECRETARIA DE ESTADO DA INFRA-ESTRUTURA - SIE
DEPARTAMENTO ESTADUAL DE INFRA-ESTRUTURA - DEINFRA-SC
PROCEDIMENTOS PARA MEDIÇÃO E PAGAMENTO DE OBRAS RODOVIÁRIAS
TABELA PARA VALORES DE t - ANEXO I
CONTROLE UNILATERAL
n
RIGOROSO
NORMAL
BRANDO
02 6,31 3,08 1,38 0,73 02
03 2,92 1,89 1,06 0,62 03
04 2,35 1,64 0,98 0,58 04
05 2,13 1,53 0,94 0,57 05
06 2,02 1,48 0,92 0,56 06
07 1,94 1,44 0,91 0,55 07
08 1,90 1,42 0,90 0,55 08
09 1,86 1,40 0,89 0,55 09
10 1,83 1,38 0,88 0,54 10
11 1,81 1,37 0,88 0,54 11
12 1,80 1,36 0,88 0,54 12
13 1,78 1,36 0,87 0,54 13
14 1,77 1,35 0,87 0,54 14
15 1,76 1,34 0,87 0,54 15
16 1,75 1,34 0,87 0,54 16
17 1,75 1,34 0,87 0,54 17
18 1,74 1,33 0,86 0,53 18
19 1,73 1,33 0,86 0,53 19
20 1,73 1,33 0,86 0,53 20
21 1,72 1,32 0,86 0,53 21
22 1,72 1,32 0,86 0,53 22
23 1,72 1,32 0,86 0,53 23
24 1,71 1,32 0,86 0,53 24
25 1,71 1,32 0,86 0,53 25
26 1,71 1,32 0,86 0,53 26
27 1,71 1,32 0,86 0,53 27
28 1,70 1,31 0,86 0,53 28
29 1,70 1,31 0,86 0,53 29
30 1,70 1,31 0,85 0,53 30
RIGOROSO
NORMAL
BRANDO
n
CONTROLE BILATERAL
PROCEDIMENTOS PARA MEDIÇÃO E PAGAMENTO
ESTADO DE SANTA CATARINA
SECRETARIA DE ESTADO DA INFRA-ESTRUTURA - SIE
DEPARTAMENTO ESTADUAL DE INFRA-ESTRUTURA - DEINFRA-SC
PROCEDIMENTOS PARA MEDIÇÃO E PAGAMENTO DE OBRAS RODOVIÁRIAS
DEINFRA-SC- PM - 01/92
TRANSPORTES
PÁG. 01/02
1.1. DESCRIÇÃO
Este serviço compreende o transporte de materiais e produtos necessários à execução de
obras rodoviárias, quando não incluído no cuSIE de execução dos serviços.
Os preços unitários dos serviços foram obtidos com base na utilização econômica do
seguintes equipamentos:
Caminhão basculante, 9,5 t e 15,0 t de carga útil; e
Caminhão carroceria, 10,5 t e 16,0 t de carga útil.
O preço unitário dos serviços de transporte dos produtos asfálticos foi obtido através de
tabelas fornecidas pela Comissão Intersindical de Transporte de Asfaltos.
1.2. MEDIÇÃO
As quantidades serão medidas em toneladas e as distâncias percorridas em quilômetros,
obedecidas as seguintes indicações:
a) Para transportes de produtos à granel adota-se caminhão basculante e para os demais
produtos adota-se caminhão com carroceria.
b) Nos transportes de produtos asfálticos será considerada somente a distância percorrida da
origem até o local de armazenamento no canteiro e a distinção entre a quente e a frio.
c) Deve-se, em função do tipo de revestimento do percurso percorrido, separar as distâncias
percorridas em rodovias pavimentadas e não pavimentadas.
d) O transporte dos materiais deverão ser classificados, em função do tipo, em transportes
locais e transportes comerciais, assim definidos:
d.1.) Transporte local é aquele realizado para o transporte de materiais no canteiro de serviço.
Estão incluídos os transportes de materiais dos depósitos (tubos, cimento, madeira, ferro,
etc.), da britagem (brita, pedra de mão, etc.), das usinas (brita graduada, concreto
asfáltico, etc.), das jazidas (solo, seixo, areia, etc.) até o local de utilização na obra.
d.2.) Transporte comercial é aquele realizado para o transporte de materiais das fontes de
produção (tubos, cimento, madeira, ferro, etc.) ao depósito ou local de utilização na obra.
Nota: A não ser por indicação em contrário no Edital e/ou Contrato, o transporte de brita, areia,
etc., oriundos de fontes situadas fora do canteiro de serviço, deverá ser considerado como
transporte comercial.
ESTADO DE SANTA CATARINA
SECRETARIA DE ESTADO DA INFRA-ESTRUTURA - SIE
DEPARTAMENTO ESTADUAL DE INFRA-ESTRUTURA - DEINFRA-SC
PROCEDIMENTOS PARA MEDIÇÃO E PAGAMENTO DE OBRAS RODOVIÁRIAS
DEINFRA-SC- PM - 01/92
TRANSPORTES
PÁG. 02/02
1.3. PAGAMENTO
Para a elaboração da medição para pagamento dos serviços de transportes serão
obedecidas as seguintes indicações:
a) Os preços serão em R$/t, ou em moeda vigente no país por tonelada, com a adoção das
fórmulas da Tabela de Preços do DEINFRA-SC, conforme classificação abaixo:
a.1.) Transporte com Caminhão Basculante:
transporte local
transporte comercial
a.2.) Transporte com Caminhão Carroceria:
transporte local
transporte comercial
a.3.) Transporte de Produtos Asfálticos:
a frio
a quente
b) O preço remunera integralmente as operações, mão-de-obra, equipamentos, materiais,
tempo de espera para carga e descarga, encargos e eventuais necessários à completa
execução dos serviços.
c) Os preços referidos no item 1.3.a. deverão ser acrescidos da bonificação prevista no Edital
ou Contrato da Obra.
d) No caso de transporte de materiais usinados, o tempo de espera excedente para carga e
descarga está incluído nos cuSIEs de execução dos serviços.
e) No caso de transporte de materiais efetuados por empresa transportadora o serviço poderá
ser pago mediante indenização de Nota Fiscal. Neste caso os Procedimentos de Medição e
Pagamento serão normatizados no Contrato ou pela Direção do DEINFRA-SC.
ESTADO DE SANTA CATARINA
SECRETARIA DE ESTADO DA INFRA-ESTRUTURA - SIE
DEPARTAMENTO ESTADUAL DE INFRA-ESTRUTURA - DEINFRA-SC
PROCEDIMENTOS PARA MEDIÇÃO E PAGAMENTO DE OBRAS RODOVIÁRIAS
DEINFRA-SC- PM - 02/92
CARGA DE MATERIAL
PÁG. 01/01
2.1. DESCRIÇÃO
Este serviço compreende a carga de materiais necessários a execução de obras
rodoviárias, quando não incluído no cuSIE de execução dos serviços.
O preço unitário do serviço foi obtido com base na utilização econômica do seguinte
equipamento:
Carregadeira de Pneus, 170 HP, para carga.
2.2. MEDIÇÃO
As quantidades serão medidas em metros cúbicos fazendo-se a distinção em relação ao
tipo de material carregado e obedecidas as seguintes indicações:
a) No caso de serviços de Terraplenagem será considerado o volume da unidade de
escavação.
b) Nos demais casos conforme indicado nos procedimentos respectivos.
2.3. PAGAMENTO
Após a execução e medição dos serviços proceder-se-á a elaboração da medição para
pagamento dos serviços de Carga de Materiais, obedecidas asseguintes indicações:
a) Apresentar indicações na mesma folha de cálculo dos serviços, onde foi necessário o
serviço de carga de materiais.
b) Na Tabela de Preços do DEINFRA-SC o serviço tem o seguinte código:
Carga do material 52.150
c) O serviço de carga de materiais será pago em R$/m³, ou em moeda vigente no país por
metro cúbico, e o preço remunera integralmente as operações, mão-de-obra, equipamento,
materiais, encargos e eventuais necessários a execução do serviço.
ESTADO DE SANTA CATARINA
SECRETARIA DE ESTADO DA INFRA-ESTRUTURA - SIE
DEPARTAMENTO ESTADUAL DE INFRA-ESTRUTURA - DEINFRA-SC
PROCEDIMENTOS PARA MEDIÇÃO E PAGAMENTO DE OBRAS RODOVIÁRIAS
DEINFRA-SC- PM - 03/92
ESPALHAMENTO DE BRITA
PÁG. 01/02
3.1. DESCRIÇÃO
Este serviço compreende o fornecimento e espalhamento de brita, necessário a execução
de obras rodoviárias, quando não incluído no cuSIE de execução dos serviços.
O preço unitário do serviço foi obtido com base na utilização econômica do seguinte
equipamento:
Motoniveladora, 125 HP, para espalhamento.
3.2. MEDIÇÃO
Os serviços executados e aceitos serão medidos considerando-se a área efetivamente
espalhada, expresso em metros quadrados fazendo-se a distinção em relação ao tipo de serviço e
obedecidas as seguintes indicações:
a) Medição à trena, em cada estaca, segundo o plano horizontal das dimensões transversais
das áreas espalhadas.
b) A área a ser medida será a menor dentre a prevista, e a efetivamente espalhada.
3.3. PAGAMENTO
Após aceitação e medição dos serviços proceder-se-á a elaboração da medição para
pagamento dos serviços de Espalhamento de Brita, obedecidas as seguintes indicações:
a) Deverão ser utilizadas as folhas modelo IOESC 48107 (cálculo das áreas) e 43305
(resumo).
b) Na Tabela de Preços do DEINFRA-SCo serviço tem o seguinte código:
Espalhamento de brita 52.200
c) O serviço de Espalhamento de Brita será pago em R$/m2, ou em moeda vigente no país
por metro quadrado. O preço remunera integralmente todas as operações, mão-de-obra,
equipamento, materiais, encargos e eventuais necessários a completa execução do serviço.
d) A carga e o transporte do material serão remunerados à parte de acordo com os
Procedimentos para Medição e Pagamento PM-01/92 e PM-02/92. As quantidades serão
obtidas através das seguintes expressões:
Volume para carga (V), em m³:
V = A x e, onde:
A = área obtida conforme item 3.2, em m²; e
e = espessura média da camada, em m.
ESTADO DE SANTA CATARINA
SECRETARIA DE ESTADO DA INFRA-ESTRUTURA - SIE
DEPARTAMENTO ESTADUAL DE INFRA-ESTRUTURA - DEINFRA-SC
PROCEDIMENTOS PARA MEDIÇÃO E PAGAMENTO DE OBRAS RODOVIÁRIAS
DEINFRA-SC- PM - 03/92
ESPALHAMENTO DE BRITA
PÁG. 02/02
Para o caso de Espalhamento de Brita no fechamento de corte em rocha ou aterro com
rocha deverá ser adotada a espessura média de 0,10 m.
Peso para transporte (P), em t:
P = V x D, onde:
D = massa específica aparente, sendo adotado o valor médio de 1,5 t/m³.
ESTADO DE SANTA CATARINA
SECRETARIA DE ESTADO DA INFRA-ESTRUTURA - SIE
DEPARTAMENTO ESTADUAL DE INFRA-ESTRUTURA - DEINFRA-SC
PROCEDIMENTOS PARA MEDIÇÃO E PAGAMENTO DE OBRAS RODOVIÁRIAS
DEINFRA-SC- PM - 04/92
HORAS MÁQUINA
PÁG. 01/01
4.1. DESCRIÇÃO
Estes serviços podem ser de escarificação do aterro natural conforme item "4 e" da
ESPECIFICAÇÃO DE SERVIÇO DEINFRA-SC-ES-T-05/91, manutenção do tráfego em
situações emergenciais, remoção de desmoronamentos e quedas de barreiras na impossibilidade
de cubagem de volume, e, em manutenção em vias destinadas ao desvio de tráfego durante a
execução dos serviços. Este serviço, por Administração, será realizado mediante autorização por
escrito da Fiscalização.
4.2. MEDIÇÃO
Os serviços executados serão medidos por equipamentos, expresso em horas produtivas e
fazendo distinção quanto ao tipo de serviço e obedecidas as seguintes indicações:
a) Deve-se anotar o horário de inicio e fim da operação de cada equipamento envolvido,
além da data, local de utilização e motivo do serviço.
b) Em hipótese alguma serão objeto de medição as horas improdutivas.
4.3. PAGAMENTO
Após medição dos serviços proceder-se-á a elaboração da medição para pagamento dos
serviços de horas-máquina obedecidas as seguintes indicações:
a) Deve-se utilizar a folha modelo IOESC 43305.
b) Na Tabela de Preços do DEINFRA-SCos preços são apresentados na planilha "CUSIES
DE HORA PRODUTIVA E IMPRODUTIVA DOS EQUIPAMENTOS".
c) Os serviços serão pagos em R$/h, ou em moeda vigente no país por hora. O preço
remunera integralmente todas as operações, mão-de-obra, equipamentos, materiais,
encargos e eventuais necessários a sua execução.
d) Sobre o total dos cuSIEs será acrescida a bonificação prevista no Edital ou Contrato da
Obra.
ESTADO DE SANTA CATARINA
SECRETARIA DE ESTADO DA INFRA-ESTRUTURA - SIE
DEPARTAMENTO ESTADUAL DE INFRA-ESTRUTURA - DEINFRA-SC
PROCEDIMENTOS PARA MEDIÇÃO E PAGAMENTO DE OBRAS RODOVIÁRIAS
DEINFRA-SC- PM - 05/96
DESMATAMENTO E LIMPEZA DO TERRENO
PÁG. 1/3
5.1. DESCRIÇÃO
Os serviços compreendem o desmatamento, corte, desbaste, empilhamento e
deSIEcamento de árvores, limpeza do terreno e transporte do material numa distância média de
20 metros, executados de acordo com as ESPECIFICAÇÕES GERAIS DE SERVIÇOS
PRELIMINARES.
O preço unitário do serviço foi obtido com base na utilização econômica do seguinte
equipamento:
Trator com lâmina, para limpeza, deSIEcamento e transporte.
5.2. MEDIÇÃO
Os serviços executados e aceitos serão medidos considerando-se a área efetivamente
trabalhada, expressa em metros quadrados, fazendo a distinção em relação a condição do
desmatamento, obedecidas as seguintes indicações:
a) A condição do desmatamento será enquadrada, conforme tabela abaixo, em função da
quantitade de árvores com diâmetro maior que 20 cm, por hectare:
Condição Densidade (árvores/há)
1 0 à 50
2 50 à 500
3 500 à 1.500
4 acima de 1.500
O diâmetro das árvores será determinado a um metro de altura do nível do terreno.
b) Medição a trena, em cada estaca, segundo o plano horizontal das dimensões transversais,
das larguras efetivamente trabalhadas, objetivando a determinação da área em metros
quadrados.
c) Quando a largura efetivamente trabalhada ultrapassar o previSIE, será medido o previSIE.
No caso de falta, aceita pela Fiscalização, será medida a largura realmente trabalhada.
d) Quando a espessura da camada vegetal, exceder a 0,20 m, o excesso será medido e pago
de acordo com o Procedimento para Medição e Pagamento PM-06/92.
e) As áreas destinadas às instalações, aos acampamentos, aos caminhos de serviço e a áreas
assemelhadas nãoserão objeto de medição.
ESTADO DE SANTA CATARINA
SECRETARIA DE ESTADO DA INFRA-ESTRUTURA - SIE
DEPARTAMENTO ESTADUAL DE INFRA-ESTRUTURA - DEINFRA-SC
PROCEDIMENTOS PARA MEDIÇÃO E PAGAMENTO DE OBRAS RODOVIÁRIAS
DEINFRA-SC- PM - 05/96
DESMATAMENTO E LIMPEZA DO TERRENO
PÁG. 02/03
5.3. PAGAMENTO
Após a aceitação e medição proceder-se-á a elaboração da medição para pagamento dos
serviços de Desmatamento e Limpeza do Terreno, obedecidas as seguintes indicações:
a) Deverá ser utilizada a folha modelo IOESC 48107.
b) Na Tabela de Preços do DEINFRA-SCo serviço tem o seguinte código:
Desmatamento e Limpeza do terreno - Condição 1 - código 50.000
Desmatamento e Limpeza do terreno - Condição 2 - código 50.001
Desmatamento e Limpeza do terreno - Condição 3 - código 50.002
Desmatamento e Limpeza do terreno - Condição 4 - código 50.003
c) Os serviços serão pagos em R/m², ou em moeda vigente no país por metro quadrado. O
preço remunera integralmente as operações, mão-de-obra, equipamentos, materiais,
encargos e eventuais necessários a completa execução dos serviços, inclusive queima,
eSIEcagem para uso futuro e o espalhamento adequado dos materiais.
d) Quando necessária a remoção e transporte do material de limpeza e deslocamento para
outras áreas, a carga e o transporte excedente serão remunerados à parte de acordo com os
Procedimentos para Medição e Pagamento PM-01/92 e PM-02/92 sendo as quantidades
obtidas através das seguintes expressões:
d1) Para limpeza
Volume para carga : (V), em m³.
V = A x e, onde:
A = área do material de limpeza a ser removido para outros locais, em m²;
e = espessura média (0,20 m)
Peso para transporte: (P), em t.
P = V x D, onde:
D = massa específica aparente do material, sendo adotado o valor médio de 1,65 t/m³.
A distância de transporte a ser considerada deverá ser aquela entre o centro de gravidade da
área e o local de descarga.
ESTADO DE SANTA CATARINA
SECRETARIA DE ESTADO DA INFRA-ESTRUTURA - SIE
DEPARTAMENTO ESTADUAL DE INFRA-ESTRUTURA - DEINFRA-SC
PROCEDIMENTOS PARA MEDIÇÃO E PAGAMENTO DE OBRAS RODOVIÁRIAS
DEINFRA-SC- PM - 05/96
DESMATAMENTO E LIMPEZA DO TERRENO
PÁG. 03/03
d2) Para empilhamento e deSIEcamento
Para efeito de transporte deverão ser adotados os seguintes consumos:
Condição 1 - 0,005 t/m²
Condição 2 - 0,055 t/m²
Condição 3 - 0,200 t/m²
Condição 4 - 0,300 t/m²
OBS: Este procedimento substitui o DEINFRA-SC- PM-05/92.
ESTADO DE SANTA CATARINA
SECRETARIA DE ESTADO DA INFRA-ESTRUTURA - SIE
DEPARTAMENTO ESTADUAL DE INFRA-ESTRUTURA - DEINFRA-SC
PROCEDIMENTOS PARA MEDIÇÃO E PAGAMENTO DE OBRAS RODOVIÁRIAS
DEINFRA-SC- PM - 06/92
ESCAVAÇÃO, CARGA, DESCARGA E TRANSPORTES DE MATERIAIS
PÁG. 01/04
6.1. DESCRIÇÃO
Estes serviços compreendem a escavação, carga, descarga, espalhamento e transporte dos
materiais, classificados de acordo com as ESPECIFICAÇÕES DE SERVIÇO DE CORTES E
EMPRÉSTIMOS.
Os preços unitários dos serviços foram obtidos com base na utilização econômica dos
seguintes equipamentos:
a) Material classificado em 1ª categoria
a.1). Para faixa de transporte até 50 m:
Trator com lâmina, de 335 HP, para escavação e transporte.
a.2). Para faixa de transporte entre 50 m e 1000 m:
Trator com lâmina, de 335 HP, para pusher;
Moto-escavo-transportador, com capacidade de 15,5 m³, para carga, transporte e
espalhamento; e
Motoniveladora, de 125 HP, para manutenção do caminho de trabalho.
a.3). Para faixa de transporte superior a 1000 m:
Trator com lâmina, de 335 HP, para escavação;
Carregador frontal, de 170 HP, para carga;
Caminhão basculante, com capacidade de 6 m³, para transporte, e
Motoniveladora, de 125 HP, para espalhamento e manutenção dos caminhos de trabalho.
b) Material classificado em 2ª categoria
b.1). Para faixa de transporte até 50 m:
Trator com lâmina, de 335 HP, para escavação e transporte, e
Trator com escarificador, de 335 HP, para escarificação.
b.2). Para faixa de transporte entre 50 m e 100 m:
Trator com lâmina, de 335 HP, para pusher;
Trator com escarificador, de 335 HP, para escarificação;
Moto-escavo-transportador, com capacidade de 15,5 m³, para carga, transporte e
espalhamento; e
Motoniveladora, de 125 HP, para manutenção dos caminhos de trabalho.
ESTADO DE SANTA CATARINA
SECRETARIA DE ESTADO DA INFRA-ESTRUTURA - SIE
DEPARTAMENTO ESTADUAL DE INFRA-ESTRUTURA - DEINFRA-SC
PROCEDIMENTOS PARA MEDIÇÃO E PAGAMENTO DE OBRAS RODOVIÁRIAS
DEINFRA-SC- PM - 06/92
ESCAVAÇÃO, CARGA, DESCARGA E TRANSPORTES DE MATERIAIS
PÁG. 02/04
a.3). Para faixa de transporte superior a 1000 m:
Trator com lâmina, de 335 HP, para escavação;
Trator com escarificador, de 335 HP, para escarificação;
Carregador frontal, de 170 HP, para carga;
Caminhão basculante, com capacidade de 6 m³, para transporte, e
Motoniveladora, de 125 HP, para espalhamento e manutenção dos caminhos de trabalho.
c) Material Classificado em 3ª categoria
Perfuratrizes manuais, de 24 kg, para escavação;
Compressor de ar, de 765 PCM, para a perfuratriz;
Trator com lâmina, de 335 HP, para limpeza do pátio e empilhamento;
Carregador frontal, de 170 HP, para carga;
Trator com lâmina, de 335 HP, para espalhamento;
Caminhão basculante, tipo minério, com capacidade de 5 m³, para transporte; e
Motoniveladora, de 125 HP, para manutenção dos caminhos de trabalhos.
6.2. MEDIÇÃO
Os serviços executados e aceitos serão medidos considerando-se o volume escavado na
unidade de escavação, expresso em metros cúbicos, e a distância de transporte entre este local e o
local da descarga, expressa em metros, obedecidas as seguintes indicações:
a) O cálculo dos volumes será resultante da aplicação do método da "média das áreas". A
seção transversal a ser considerada para efeito de medição, será a de menor área dentre a
seção de projeto e a seção real medida após a escavação.
b) As seções transversais primitivas deverão ser determinadas após concluídos os serviços de
Desmatamento e Limpeza.
c) Uma vez caracterizado o material de 3ª categoria, proceder-se-á a medição específica do
mesmo, não se admitindo, neste caso, classificação percentual do referido material.
Excepcionalmente, os cortes que apresentarem misturas de materiais de 3ª categoria com
as demais, com limites pouco definidos, deverão merecer atenção especial da
Fiscalização, de maneira a permitir uma classificação justa dos materiais escavados.
d) As seções transversais para cortes em 3ª categoria deverão ser determinadas a cada
cinco metros.
ESTADO DE SANTA CATARINA
SECRETARIA DE ESTADO DA INFRA-ESTRUTURA - SIE
DEPARTAMENTO ESTADUAL DE INFRA-ESTRUTURA - DEINFRA-SC
PROCEDIMENTOS PARA MEDIÇÃO E PAGAMENTO DE OBRAS RODOVIÁRIAS
DEINFRA-SC- PM - 06/92
ESCAVAÇÃO, CARGA, DESCARGA E TRANSPORTES DE MATERIAIS
PÁG. 03/04
e) No caso da execução do fendilhamento do rebaixo de corte em rocha, item "4 m" da
ESPECIFICAÇÃO DE SERVIÇO DEINFRA-SC-T-03/92, o mesmo será medido e
pago separadamente conforme o Procedimento PM-09/92.
f) A distância de transporte será medida em projeção horizontal, ao longo do percurso
seguido pelo equipamento transportador, entre os centros de gravidade das massas.
Referido percurso cuja definição é subordinada a critériostécnicos e econômicos, será
objeto de aprovação prévia de Fiscalização.
g) Em casos especiais, constatada a dificuldade de operação (manobra) do equipamento
transportador, poderá ser adotada a distância efetiva de transporte.
h) Caso ocorra volume excedente e desnecessário, além das tolerâncias especificadas da
plataforma de aterro, este será descontado do corte ou empréstimo de origem,
considerando-se o coeficiente de empolamento do material.
i) No caso de corte em rocha, dentro do corpo estradal, ser utilizado como fonte de material
para britagem, esse volume não será objeto de medição.
j) No caso da escavação, carga, descarga e espalhamento de seixos rolados, o serviço será
medido e pago separadamente, conforme procedimento PM-10/92.
l) As áreas destinadas as instalações, acampamentos e assemelhados não serão objeto de
medição.
6.3. PAGAMENTO
Após aceitação, medição e classificação dos materiais proceder-se-á a elaboração da
medição para pagamento dos serviços de Escavação, Carga, Transporte, Descarga e
Espalhamento, obedecidas as seguintes indicações:
a) Deverão ser utilizadas as folhas modelos IOESC 31223 (classificação), 35300 (cálculo
dos volumes), 9172 (Origem e Destino do material escavado - DMT) e 43305 (Resumo
dos Transportes por Faixa).
b) Na Tabela de Preços do DEINFRA-SC os serviços têm os seguintes códigos:
Escavação, carga e transporte, em 1ª categoria 50010 a 50300
Escavação, carga e transporte, em 2ª categoria 51000 a 51300
Escavação, carga e transporte, em 3ª categoria 51500 a 51760
Escavação, carga, descarga e espalhamento em 1ª categoria 52020
Escavação, carga, descarga e espalhamento em 2ª categoria 52030
ESTADO DE SANTA CATARINA
SECRETARIA DE ESTADO DA INFRA-ESTRUTURA - SIE
DEPARTAMENTO ESTADUAL DE INFRA-ESTRUTURA - DEINFRA-SC
PROCEDIMENTOS PARA MEDIÇÃO E PAGAMENTO DE OBRAS RODOVIÁRIAS
DEINFRA-SC- PM - 06/92
ESCAVAÇÃO, CARGA, DESCARGA E TRANSPORTES DE MATERIAIS
PÁG. 04/04
c) Os serviços serão pagos em R$/m³, ou em moeda vigente no país por metro cúbico. O
preço remunera integralmente todas as operações, mão-de-obra, equipamentos, materiais,
manutenção dos caminhões de trabalho, sub-furação dos cortes em rocha, encargos e
eventuais necessários a execução dos serviços.
d) Os materiais depositados, referidos em "4.d." da ESPECIFICAÇÃO DE SERVIÇO
DEINFRA-SC-ES-T-03/92 e "4.h." da ESPECIFICAÇÃO DE SERVIÇO DEINFRA-
SC-ES-T-04/92, serão remunerados da seguinte forma:
d.1). A escavação será paga de acordo com este procedimento utilizando-se os itens da Tabela
de Preços do DEINFRA-SCcódigo 50010 e/ou 51000.
d.2). A carga e transporte excedente, de acordo com os Procedimentos PM-01/92 e PM-02/92,
sendo o peso (P), em t, para o transporte obtido através da expressão:
P = Vj x Dj,
onde:
Vj = volume da unidade de escavação, em m³; e
Dj = massa específica aparente na unidade de escavação, em t/m³.
e) Com referência ao item "4.l." da Especificação de Serviço DEINFRA-SC-ES-T-03/92,
somente serão medidos e pagos os materiais importados, de acordo com o procedimento
correspondente ao espalhamento do material respectivo.
f) Se por razões de ordem técnica e com aprovação da Direção do DEINFRA-SC, poderá ser
utilizado para faixas de transporte inferiores a 1000 m, o transporte através de caminhões
basculantes, para materiais classificados em 1ª e 2ª categorias. Neste caso o pagamento
deverá ser feito considerando-se como escavação, carga, descarga e espalhamento de
materiais classificados em 1ª e 2ª categorias, códigos 52020 e 52030, e o transporte será
de acordo com o Procedimento PM-01/92, sendo o peso do material transportado obtido
através da expressão do item 6.3.d.2.
g) No caso do transporte dos materiais escavados ser realizado no todo ou em parte, em
rodovias pavimentadas, deve-se obrigatoriamente pagar-se, considerando-se escavação,
carga, descarga e espalhamento de material em 1ª e 2ª categorias, códigos 52020 e 52030
e o transporte será de acordo com o Procedimento PM-01/92 sendo o peso (P) em t, do
material transportado obtido através da expressão do item 6.3.d.2. Neste caso, faz-se
necessário a observação na planilha modelo IOESC 9178 (Origem e Destino do Material
Escavado - DMT).
ESTADO DE SANTA CATARINA
SECRETARIA DE ESTADO DA INFRA-ESTRUTURA - SIE
DEPARTAMENTO ESTADUAL DE INFRA-ESTRUTURA - DEINFRA-SC
PROCEDIMENTOS PARA MEDIÇÃO E PAGAMENTO DE OBRAS RODOVIÁRIAS
DEINFRA-SC- PM - 07/92
DECAPAGEM DE JAZIDAS
PÁG. 01/02
7.1. DESCRIÇÃO
Estes serviços compreendem a escavação e transporte até 50 metros de materiais
inservíveis de jazidas, à finalidade indicada. Estes materiais serão classificados de acordo com a
ESPECIFICAÇÃO DE SERVIÇO DE CORTE.
Os preços unitários dos serviços foram obtidos com base na utilização econômica dos
seguintes equipamentos:
a) Material classificado em 1ª categoria:
Trator de esteiras com lâmina, 335 HP, para escavação e transporte.
b) Material classificado em 2ª categoria:
Trator de esteiras, com lâmina, 335 HP, para escavação e transporte: e
Trator de esteiras, 335 HP, com escarificador, para escarificação.
c) Material Classificado em 3ª categoria:
Perfuratrizes manuais, 24 kg, para extração;
Compressor de ar, 765 PCM, para as perfuratrizes;
Trator de esteiras, com lâmina, 335 HP, para transporte.
7.2. MEDIÇÃO
Os serviços executados e aceitos serão medidos considerando-se o volume escavado na
unidade de escavação, expresso em metros cúbicos, obedecidas as seguintes indicações:
a) O cálculo dos volumes será resultante da aplicação do método da "média das áreas". A
seção transversal a ser considerada para efeito de medição, será a obtida a partir do
nivelamento anterior e posterior ao serviço de decapagem de jazidas. Não deverá ser
descontado o volume correspondente ao desmatamento e limpeza.
b) No caso de ocorrência de materiais de 3ª categoria inservíveis, cuja remoção se torne
necessária, proceder-se-á a medição específica do mesmo. No caso de impossibilidade de
medição deste material, o serviço deverá merecer atenção especial da Fiscalização, de
maneira a permitir uma classificação justa dos materiais escavados.
7.3. PAGAMENTO
Após aceitação, medição e classificação dos materiais proceder-se-á a elaboração da
medição para pagamento dos serviços de Decapagem de Jazidas, obedecidas as seguintes
indicações:
ESTADO DE SANTA CATARINA
SECRETARIA DE ESTADO DA INFRA-ESTRUTURA - SIE
DEPARTAMENTO ESTADUAL DE INFRA-ESTRUTURA - DEINFRA-SC
PROCEDIMENTOS PARA MEDIÇÃO E PAGAMENTO DE OBRAS RODOVIÁRIAS
DEINFRA-SC- PM - 07/92
DECAPAGEM DE JAZIDAS
PÁG. 02/02
a) Deverão ser utilizadas as folhas modelos IOESC 31223 (classificação) e 35300 (cálculo
dos volumes).
b) Na Tabela de Preços do DEINFRA-SC os serviços têm os seguintes códigos:
Decapagem de jazidas classificada em 1ª categoria 53020
Decapagem de jazidas classificada em 2ª categoria 53025
Decapagem de jazidas classificada em 3ª categoria 53030
c) Os serviços serão pagos em R$/m³, ou em moeda vigente no país por metro cúbico. O
preço remunera integralmente todas as operações, mão-de-obra, equipamentos, transporte
numa distância média de 50 metros, encargos e eventuais necessários à completa
execução dos serviços.
d) As operações de desmatamento e limpeza não serão pagas à parte, pois estão incluídas nos
preços dos serviços de Decapagem de Jazidas.
e) Quando necessário a remoção e transporte dos materiais para outras áreas, a carga e os
transportes excedentes serão remunerados à parte, de acordo comos Procedimentos
PM-01/92 e PM-02/92, sendo o peso (P), expresso em t, para o transporte obtido através
da expressão:
P = Vj x Dj, onde:
Vj = volume da unidade de escavação, em m³; e
Dj = massa específica aparente na unidade de escavação, em t/m³.
ESTADO DE SANTA CATARINA
SECRETARIA DE ESTADO DA INFRA-ESTRUTURA - SIE
DEPARTAMENTO ESTADUAL DE INFRA-ESTRUTURA - DEINFRA-SC
PROCEDIMENTOS PARA MEDIÇÃO E PAGAMENTO DE OBRAS RODOVIÁRIAS
DEINFRA-SC- PM - 08/92
ESCAVAÇÃO E CARGA DE MATERIAL DE JAZIDA
PÁG. 01/02
8.1. DESCRIÇÃO
Estes serviços compreendem a escavação, carga, descarga e espalhamento prévio de
materiais de jazidas, necessários à execução de obras rodoviárias, quando não incluído no cuSIE
de execução do serviço. Estes materiais serão classificados de acordo com a ESPECIFICAÇÃO
DE SERVIÇO DE CORTE.
Os preços unitários dos serviços foram obtidos com base na utilização econômica dos
seguintes equipamentos:
a) Material classificado em 1ª categoria:
Trator , com lâmina, de 335 HP, para escavação;
Carregador frontal, de 170 HP, para carga;
Motoniveladora, de 125 HP, para espalhamento prévio e manutenção dos caminhos de
trabalho.
b) Material classificado em 2ª categoria:
Trator, com lâmina, de 335 HP, para escavação;
Carregador frontal, de 170 HP, para carga;
Trator com escarificador, de 335 HP, para escarificação;
Motoniveladora, de 125 HP, para espalhamento prévio e manutenção dos caminhos de
serviço.
c) Material Classificado em 3ª categoria:
Carreta de perfuração, para extração;
Compressor de ar, de 765 PCM, para carreta de perfuração;
Trator com lâmina, de 335 HP, para limpeza do pátio, empilhamento e espalhamento;
Carregador frontal, de 170 HP, para carga;
Motoniveladora, de 125 HP, para manutenção dos caminhos de trabalho.
8.2. MEDIÇÃO
Os serviços executados e aceitos serão medidos considerando-se o volume escavado na
unidade de escavação expresso em metros cúbicos fazendo-se a distinção ao tipo de utilização,
obedecidas as seguintes indicações:
a) Será implantada topograficamente sobre o terreno uma rede de malha retangular, cujos
nós serão objeto de nivelamento geométrico.
b) Nas jazidas em alargamento de cortes, poderá ser dispensada a locação da rede ortogonal,
desde que se possa aproveitar o seccionamento transversal da locação, ou o seu
prolongamento, para fins de cálculo dos volumes.
ESTADO DE SANTA CATARINA
SECRETARIA DE ESTADO DA INFRA-ESTRUTURA - SIE
DEPARTAMENTO ESTADUAL DE INFRA-ESTRUTURA - DEINFRA-SC
PROCEDIMENTOS PARA MEDIÇÃO E PAGAMENTO DE OBRAS RODOVIÁRIAS
DEINFRA-SC- PM - 08/92
ESCAVAÇÃO E CARGA DE MATERIAL DE JAZIDA
PÁG. 02/02
c) O cálculo dos volumes será resultante da aplicação do método de "rede de malhas
cotadas", ou da "média das áreas", conforme processo adotado na demarcação e no
levantamento da jazida.
d) As seções primitivas deverão ser determinadas após concluídos os serviços de decapagem
da jazida.
e) Caso ocorra volume excedente e desnecessário, além das tolerâncias especificadas da
plataforma onde for utilizado o material, este será descontado da jazida, considerando-se o
coeficiente de empolamento do material.
8.3. PAGAMENTO
Após aceitação, medição e classificação dos materiais proceder-se-á a elaboração da
medição para pagamento dos serviços de Escavação e Carga de Material de Jazida, obedecidas as
seguintes indicações:
a) Deverão ser utilizadas as folhas modelos IOESC 31223 (classificação) e 35300 (cálculo
dos volumes).
b) Na Tabela de Preços do DEINFRA-SCos serviços têm os seguintes códigos:
Escavação e carga de material de jazida em 1ª categoria 53040
Escavação e carga de material de jazida em 2ª categoria 53045
Escavação e carga de material de jazida em 3ª categoria 53050
c) Os serviços serão pagos em R$/m³, ou em moeda vigente no país por metro cúbico. O
preço remunera integralmente todas as operações, mão-de-obra, equipamentos, materiais,
manutenção dos caminhos de trabalho, encargos e eventuais necessários a completa
execução dos serviços.
d) O transporte será remunerado à parte de acordo com o Procedimento PM-01/92, sendo o
peso (P) em t, do material transportado obtido através da expressão:
P = Vj x Dj, onde:
Vj = volume da unidade de escavação, em m³; e
Dj = massa específica aparente na unidade de escavação, em t/m³.
Notas:
1ª) No caso do emprego de moto-escavo-transportador para escavação, carga e transporte dos
materiais de jazidas o serviço será pago de acordo com o Procedimento PM-06/92.
2ª) No caso de escavação e carga de material de jazida em empréstimo de alargamento de
corte cujo destino do material é o mesmo do corte, o serviço será pago de acordo com o
Procedimento PM-06/92.
ESTADO DE SANTA CATARINA
SECRETARIA DE ESTADO DA INFRA-ESTRUTURA - SIE
DEPARTAMENTO ESTADUAL DE INFRA-ESTRUTURA - DEINFRA-SC
PROCEDIMENTOS PARA MEDIÇÃO E PAGAMENTO DE OBRAS RODOVIÁRIAS
DEINFRA-SC- PM - 09/92
FENDILHAMENTO DE REBAIXO DE CORTE EM ROCHA
PÁG. 01/01
9.1. DESCRIÇÃO
Os serviços serão executados visando o fendilhamento do rebaixo de corte em rocha.
O preço unitário do serviço foi obtido com base na utilização econômica dos seguintes
equipamentos:
Perfuratriz manual, 24 kg, para a perfuração; e
Compressor de ar, 765 PCM, para a perfuratriz.
9.2. MEDIÇÃO
Os serviços executados e aceitos serão medidos considerando-se a área fendilhada,
expressa em metros quadrados, obedecidas as seguintes indicações:
a) Medição a trena, em cada estaca, segundo o plano horizontal das dimensões transversais
das áreas fendilhadas; e
b) A área a ser medida será a menor dentre a prevista e a efetivamente fendilhada.
9.3. PAGAMENTO
Após aceitação e medição dos serviços proceder-se-á a elaboração da medição para
pagamento dos serviços de Fendilhamento do Rebaixo de Corte em Rocha, obedecidas as
seguintes indicações:
a) Deverá ser utilizada a folha modelo IOESC 48107.
b) Na Tabela de Preços do DEINFRA-SC o serviço tem o seguinte código:
Fendilhamento de Rebaixo de Corte em Rocha 51850
c) Os serviços de Fendilhamento de Rebaixo de Corte em Rocha serão pagos em R$/m², ou
em moeda vigente no país por metro quadrado. O preço remunera integralmente todas as
operações, mão-de-obra, equipamentos, materiais, encargos e eventuais necessários à
completa execução dos serviços.
ESTADO DE SANTA CATARINA
SECRETARIA DE ESTADO DA INFRA-ESTRUTURA - SIE
DEPARTAMENTO ESTADUAL DE INFRA-ESTRUTURA - DEINFRA-SC
PROCEDIMENTOS PARA MEDIÇÃO E PAGAMENTO DE OBRAS RODOVIÁRIAS
DEINFRA-SC- PM - 10/92
EXTRAÇÃO, CARGA E DESCARGA DE SEIXO
PÁG. 01/02
10.1. DESCRIÇÃO
Estes serviços compreendem a Escavação, Carga e Descarga de Seixos necessários à
execução de obras rodoviárias, quando não incluído no custo da execução dos serviços.
Os preços unitários dos serviços foram obtidos com base na utilização econômica do
seguintes equipamentos:
a) Extração com Drag-Line:
Drag-Line, 140 HP, para extração; e
Carregadeira de pneus, 170 HP, para carga.
b) Extração com trator de esteiras:
Trator de esteiras com lâmina, 335 HP, para extração; e
Carregadeira de pneus, 170 HP, para carga.
10.2. MEDIÇÃO
Os serviços executados e aceitos serão medidos considerando-se o volume de jazida,
expresso em metroscúbicos, fazendo-se a distinção de extração e/ou utilização, obedecidas as
seguintes indicações:
a) O volume da jazida será obtido pela transformação do volume executado na pista através
da expressão:
Vj = Vp x
p
j
D
D
, onde:
Vj = volume de jazida, em m³;
Vp = volume de pista, em m³;
Dp = massa específica aparente de pista, após compactação, em t/m³; e
Dj = massa específica aparente de jazida, em t/m³.
b) O volume de pista será medido segundo o procedimento PM-11/92.
10.3. PAGAMENTO
Após aceitação e medição proceder-se-á a elaboração para pagamento dos serviços de
Extração, Carga e Descarga de Seixos, obedecidas as seguintes indicações:
ESTADO DE SANTA CATARINA
SECRETARIA DE ESTADO DA INFRA-ESTRUTURA - SIE
DEPARTAMENTO ESTADUAL DE INFRA-ESTRUTURA - DEINFRA-SC
PROCEDIMENTOS PARA MEDIÇÃO E PAGAMENTO DE OBRAS RODOVIÁRIAS
DEINFRA-SC- PM - 10/92
EXTRAÇÃO, CARGA E DESCARGA DE SEIXO
PÁG. 02/02
a) Deverão ser utilizadas as folhas modelos IOESC 35300 (Cálculo dos Volumes de
Aterros), 9172 (Origem e Destino dos Materiais - DMT) e 43305 (Cálculo do Volume de
Jazidas e Resumo dos Transportes).
b) Na Tabela de Preços do DEINFRA-SCos serviços têm os seguintes códigos:
Extração e carga de seixo com Drag-Line 51900
Extração e carga de seixo com trator 51950
c) Os serviços serão pagos em R$/m³, ou em moeda vigente no país por metro cúbico. O
preço remunera integralmente as operações, mão-de-obra, equipamentos, materiais,
encargos e eventuais necessários à completa execução dos serviços.
d) O transporte será remunerado à parte de acordo com o Procedimento PM-01/92, sendo o
peso (P), em t, do material transportado obtido através da expressão:
P = Vp x Dp, onde:
Vp = Volume de pista, em m³; e
Dp = Massa específica aparente da pista, após compactação, em t/m³.
A distância de transporte a ser considerada, deverá ser aquela entre os centros de
gravidade do local de aplicação e de extração.
ESTADO DE SANTA CATARINA
SECRETARIA DE ESTADO DA INFRA-ESTRUTURA - SIE
DEPARTAMENTO ESTADUAL DE INFRA-ESTRUTURA - DEINFRA-SC
PROCEDIMENTOS PARA MEDIÇÃO E PAGAMENTO DE OBRAS RODOVIÁRIAS
DEINFRA-SC- PM - 11/92
COMPACTAÇÃO DE ATERROS
PÁG. 01/02
11.1. DESCRIÇÃO
Estes serviços compreendem o espalhamento, homogeneização, umedecimento ou
aeração, compactação e acabamento em camadas de 0,30 m (corpo de aterro) e 0,20 m (camada
final) de espessura dos materiais oriundos de cortes ou empréstimos executados de acordo com as
ESPECIFICAÇÕES DE SERVIÇO DE ATERROS.
Os preços unitários dos serviços foram obtidos com base na utilização econômica dos
seguintes equipamentos:
a) Para aterros com solo:
Motoniveladora, 125 HP, para espalhamento e acabamento;
Rolo vibratório pé-de-carneiro autopropelido, 127 HP, para compactação;
Caminhão irrigador com bomba, 6.000 l, para umedecimento; e
Grade de discos com trator agrícola, 110 HP, para aeração e homogeneização.
b) Para aterros com rocha:
Trator de esteiras, 335 HP, para espalhamento;
Rolo vibratório liso autopropelido, 127 HP, para compactação; e
Motoniveladora, 125 HP, para acabamento.
c) Para aterros com seixo:
Motoniveladora, 125 HP, para espalhamento e acabamento;
Rolo vibratório liso, autopropelido, 127 HP, para compactação; e
Caminhão irrigador com bomba, 6000 l, para umedecimento.
d) Para aterros com areia:
Motoniveladora, 125 HP, para espalhamento e acabamento;
Rolo vibratório liso, autopropelido, 127 HP, para compressão; e
Caminhão irrigador com bomba, 6000 l, para umedecimento.
11.2. MEDIÇÃO
Os serviços executados e aceitos serão medidos considerando-se o volume de material
compactado na pista, expresso em metros cúbicos, fazendo-se a distinção em relação ao tipo de
material e energia de compactação, e obedecidas as seguintes indicações:
a) O cálculo dos volumes será resultante da aplicação de métodos da "média das áreas"
distintamente para o corpo de aterro, camada final e tipo de material utilizado (solo ou
rocha).
ESTADO DE SANTA CATARINA
SECRETARIA DE ESTADO DA INFRA-ESTRUTURA - SIE
DEPARTAMENTO ESTADUAL DE INFRA-ESTRUTURA - DEINFRA-SC
PROCEDIMENTOS PARA MEDIÇÃO E PAGAMENTO DE OBRAS RODOVIÁRIAS
DEINFRA-SC- PM - 11/92
COMPACTAÇÃO DE ATERROS
PÁG. 02/02
b) A seção transversal a ser considerada para efeito de medição, em cada caso, será a menor
dentre a seção de projeto e a seção real medida após a execução do serviço, acrescido,
quando não considerado, o volume decorrente dos serviços de Desmatamento e Limpeza.
c) O volume excedente e desnecessário, além das tolerâncias especificadas, da plataforma de
aterro deverá ser medido para atendimento ao item 6.2.h. do Procedimento para Medição
e Pagamento de Obras Rodoviárias PM-06/92.
d) No caso de obras de terraplenagem com pavimentação, tendo em vista a superposição das
operações previstas para a última camada final do aterro e a regularização e compactação
do subleito, a mesma não será objeto de medição pois será medida, conforme consta nas
"Informações e Recomendações Gerais" das "ESPECIFICAÇÕES GERAIS DE
OBRAS RODOVIÁRIAS", por ocasião da execução desta última, estando incluída no
preço deste serviço. Excetuam-se as camadas finais com rocha, areia ou seixo.
e) O material de fechamento dos aterros com rocha quando provenientes de fontes não
possíveis de medição na unidade de escavação (areia, brita, etc.), serão medidos de acordo
com o procedimento correspondente ao espalhamento do material respectivo.
11.3. PAGAMENTO
Após aceitação e medição dos serviços proceder-se-á a elaboração da medição para
pagamento dos serviços de Compactação de Aterros, obedecidas as seguintes indicações:
a) Deverá ser utilizada a folha Modelo IOESC 35300.
b) Na Tabela de Preços do DEINFRA-SCos serviços têm os seguintes códigos:
Compactação de aterros a 95% P.N. 52000
Compactação de aterros a 100% P.N. 52010
Compactação de aterros com areia 52012
Compactação de aterros com seixo 52013
Compactação de aterros com rocha 52015
c) Os serviços serão pagos em R$/m³, ou em moeda vigente no país por metro cúbico. O
preço remunera integralmente as operações, mão-de-obra, equipamentos, materiais,
encargos e eventuais necessários a completa execução dos serviços. Os materiais
necessários a execução dos aterros serão remunerados no item "Escavação, Carga,
Descarga e Transporte de Materiais", de acordo com o Procedimento PM-06/92.
d) Os materiais de fechamento medidos conforme item 11.2.e., serão remunerados à parte,
de acordo com o procedimento correspondente ao espalhamento do material respectivo.
ESTADO DE SANTA CATARINA
SECRETARIA DE ESTADO DA INFRA-ESTRUTURA - SIE
DEPARTAMENTO ESTADUAL DE INFRA-ESTRUTURA - DEINFRA-SC
PROCEDIMENTOS PARA MEDIÇÃO E PAGAMENTO DE OBRAS RODOVIÁRIAS
DEINFRA-SC- PM - 12/92
REMOÇÃO DE SOLOS MOLES
PÁG. 01/01
12.1. DESCRIÇÃO
Estes serviços compreendem a escavação, carga e descarga do material, e o transporte
quando necessário, executados de acordo com a ESPECIFICAÇÃO DE SERVIÇO DE
ESCAVAÇÃO DE SOLOS MOLES.
Os preços unitários dos serviços foram obtidos com base na utilização econômica dos
seguintes equipamentos:
Drag-Line, 140 HP, para escavação; e
Caminhão basculante, 6 m³, para o caso de transporte.
12.2. MEDIÇÃO
Os serviços executados e aceitos serão medidos considerando-se o volume medido na
cava, expresso em metros cúbicos, obedecidas as seguintes indicações:
a)O cálculo dos volumes será resultante da aplicação de métodos da "média das áreas",
respeitando as tolerâncias especificadas.
b) A distância de transporte será medida em projeção horizontal, ao longo do percurso
seguido pelo equipamento transportador, entre os centros de gravidade das massas.
Referido percurso cuja definição é subordinada a critérios técnicos e econômicos, será
objeto de aprovação prévia da Fiscalização.
12.3. PAGAMENTO
Após aceitação e medição dos serviços proceder-se-á a elaboração da medição para
pagamento dos Serviços de Remoção de Solos Moles obedecidas as seguintes indicações:
a) Deverá ser utilizada a folha Modelo IOESC 35300 (cálculo de volumes), 9172 (Origem e
Destino do Material Escavado - DMT) e 43704 (Resumo dos Transportes por Faixa).
b) Na Tabela de Preços do DEINFRA-SC os serviços têm os seguintes códigos:
Remoção de solos moles 52050 à 52100
c) Os serviços serão pagos em R$/m³, ou em moeda vigente no país por metro cúbico. O
preço remunera integralmente as operações, mão-de-obra, equipamentos, materiais,
encargos e eventuais necessários à completa execução dos serviços.
ESTADO DE SANTA CATARINA
SECRETARIA DE ESTADO DA INFRA-ESTRUTURA - SIE
DEPARTAMENTO ESTADUAL DE INFRA-ESTRUTURA - DEINFRA-SC
PROCEDIMENTOS PARA MEDIÇÃO E PAGAMENTO DE OBRAS RODOVIÁRIAS
DEINFRA-SC- PM - 13/92
CAMADA DE REVESTIMENTO PRIMÁRIO
PÁG. 01/02
13.1. DESCRIÇÃO
Este serviço compreende o espalhamento, estabilização e acabamento de materiais,
executado de acordo com as ESPECIFICAÇÕES DE SERVIÇO DE REVESTIMENTO
PRIMÁRIO.
O preço unitário do serviço foi obtido com base na utilização econômica dos seguintes
equipamentos:
Motoniveladora, 125 HP, para espalhamento e acabamento;
Grade de discos com trator agrícola, 110 HP, para homogeneização e aeração;
Caminhão irrigador com bomba, 6.000 l, para irrigação; e
Rolo vibratório autopropelido, 127 HP, para compactação.
13.2. MEDIÇÃO
Os serviços executados e aceitos serão medidos considerando-se o volume do material
compactado na pista, expresso em metros cúbicos, e definido pela extensão do trecho, largura e
espessura da camada, obedecidas as seguintes indicações:
a) No cálculo dos volumes obedecidas as tolerâncias especificadas, será considerada a
espessura média X determinada pela fórmula 1 do Anexo I.
b) Quando X for inferior à espessura do projeto, será considerado o valor X e, quando X for
superior à espessura de projeto, será considerada a espessura de projeto.
c) A largura será a média de projeto, entre a largura na superfície inferior e superior da
camada considerando-se para fins de cálculo o talude de 1:1,50.
d) O cálculo dos volumes dar-se-á pela determinação da área das seções transversais, estaca
por estaca. Quando a área das seções transversais for constante não é necessário que esta
determinação seja efetuada estaca por estaca.
13.3. PAGAMENTO
Após aceitação e medição dos serviços proceder-se-á a elaboração da medição para
pagamento dos serviços de Revestimento Primário, obedecidas as seguintes indicações:
a) Deverá ser utilizada a folha Modelo IOESC 41468 (cálculo dos volumes).
ESTADO DE SANTA CATARINA
SECRETARIA DE ESTADO DA INFRA-ESTRUTURA - SIE
DEPARTAMENTO ESTADUAL DE INFRA-ESTRUTURA - DEINFRA-SC
PROCEDIMENTOS PARA MEDIÇÃO E PAGAMENTO DE OBRAS RODOVIÁRIAS
DEINFRA-SC- PM - 13/92
CAMADA DE REVESTIMENTO PRIMÁRIO
PÁG. 02/02
b) Na Tabela de Preços do DEINFRA-SC o serviço tem os seguinte código:
Revestimento Primário 52040
c) O serviço será pago em R$/m³, ou em moeda vigente no país por metro cúbico. O preço
remunera integralmente as operações, mão-de-obra, equipamentos, materiais, encargos e
eventuais necessários a completa execução dos serviços.
d) A escavação, carga, descarga e transportes dos materiais serão remunerados à parte com a
adoção de uma das seguintes indicações:
d.1) A escavação, carga e descarga será remunerada pelo preço constante na Tabela de Preços
do DEINFRA-SC, códigos 53040 e/ou 53045, sendo o volume de escavação (V), em m³,
obtido pela transformação do volume executado na pista (Vp), em m³, através da
expressão:
V = Vp x
p
j
D
D
, onde:
Dp = massa específica aparente de pista, após compactação, em t/m³; e
Dj = massa específica aparente de jazida, em t/m³.
O transporte do material será remunerado de acordo com o Procedimento para Medição e
Pagamento PM-01/92, sendo o peso (P), em t, do material transportado obtido pela expressão:
P = Vp x Dp
d.2) A escavação, carga, descarga e transporte dos materiais será remunerado de acordo com o
item 6.3.g. do Procedimento para Medição e Pagamento PM-06/92, mesmo sendo o
percurso efetuado em rodovia não pavimentada.
Nota:
A distância de transporte a ser considerada deverá ser aquela entre os centros de gravidade
do trecho e a origem do material.
ESTADO DE SANTA CATARINA
SECRETARIA DE ESTADO DA INFRA-ESTRUTURA - SIE
DEPARTAMENTO ESTADUAL DE INFRA-ESTRUTURA - DEINFRA-SC
PROCEDIMENTOS PARA MEDIÇÃO E PAGAMENTO DE OBRAS RODOVIÁRIAS
DEINFRA-SC- PM - 14/92
REGULARIZAÇÃO DO SUBLEITO
PÁG. 01/02
14.1. DESCRIÇÃO
Este serviço compreende cortes e/ou aterros de até 0,20 m de espessura e a compactação
da superfície do subleito de rodovias a pavimentar, executado de acordo com a
ESPECIFICAÇÃO DE SERVIÇO DE REGULARIZAÇÃO DO SUBLEITO.
Os preços unitários dos serviços foram obtidos com base na utilização econômica dos
seguintes equipamentos:
Motoniveladora, 120 HP, para escarificação e acabamento;
Caminhão irrigador com bomba, 6.000 l, para umedecimento;
Grade de discos com trator agrícola, 110 HP, para homogeneização e aeração;
Rolo vibratório liso autopropelido, 127 HP, para compactação;
Rolo de pneus autopropelido de pressão variável, 145 HP, para compactação; e
Trator de esteira, 335 HP, com escarificador para escarificação inicial de materiais
graúdos consolidados.
14.2. MEDIÇÃO
Os serviços executados e aceitos serão medidos considerando-se a área efetivamente
trabalhada, expressa em metros quadrados, definida pela extensão e largura do trecho fazendo-se
a distinção em função da energia de compactação e obedecidas as seguintes indicações:
a) Medição à trena em cada estaca, segundo o plano horizontal das dimensões transversais,
das larguras efetivamente trabalhadas, objetivando a determinação da área em metros
quadrados.
b) Quando a largura efetivamente trabalhada ultrapassar o previsto, será medido o previsto.
c) Quando o serviço exceder a 0,20 m, em corte ou aterro o excesso será medido e pago de
acordo com os Procedimentos PM-06/92 ou PM-11/92.
d) O cálculo das áreas dar-se-á através da determinação da largura, estaca por estaca.
Quando a largura for constante, não é necessário que esta determinação seja efetuada
estaca por estaca.
e) No caso de aterros com areia, seixos ou com rocha, a área de regularização do subleito
não será objeto de medição, sendo considerada na compactação do aterro.
ESTADO DE SANTA CATARINA
SECRETARIA DE ESTADO DA INFRA-ESTRUTURA - SIE
DEPARTAMENTO ESTADUAL DE INFRA-ESTRUTURA - DEINFRA-SC
PROCEDIMENTOS PARA MEDIÇÃO E PAGAMENTO DE OBRAS RODOVIÁRIAS
DEINFRA-SC- PM - 14/92
REGULARIZAÇÃO DO SUBLEITO
PÁG. 02/02
14.3. PAGAMENTO
Após aceitação e medição dos serviços proceder-se-á a elaboração da medição para
pagamento dos serviços de Regularização do Subleito, obedecidasas seguintes indicações:
a) Deverá ser utilizada a folha Modelo IOESC 48107.
b) Na Tabela de Preços do DEINFRA-SC os serviços têm os seguintes códigos:
Regularização do subleito a 100% PN 53000
Regularização do subleito a 100% PI 53010
c) Os serviços serão pagos em R$/m², ou em moeda vigente no país por metro quadrado. O
preço remunera integralmente as operações, mão-de-obra, equipamentos, materiais
encargos e eventuais necessários à completa execução dos serviços, inclusive a execução
de corte ou aterro até 0,20 m e a remoção do material excedente da operação de
acabamento.
ESTADO DE SANTA CATARINA
SECRETARIA DE ESTADO DA INFRA-ESTRUTURA - SIE
DEPARTAMENTO ESTADUAL DE INFRA-ESTRUTURA - DEINFRA-SC
PROCEDIMENTOS PARA MEDIÇÃO E PAGAMENTO DE OBRAS RODOVIÁRIAS
DEINFRA-SC- PM - 15/92
CAMADA DE MACADAME SECO
PÁG. 01/02
15.1. DESCRIÇÃO
Este serviço compreende o fornecimento e espalhamento de agregados britados graúdos e
miúdos, além das operações de acabamento e compactação, executado de acordo com a
ESPECIFICAÇÃO DE SERVIÇO DE CAMADAS DE MACADAME SECO.
O preço unitário do serviço foi obtido com base na utilização econômica dos seguintes
equipamentos:
Motoniveladora, 125 HP, para espalhamento dos agregados;
Carregador frontal, 170 HP, para mistura dos agregados miúdos e carga dos agregados.
Rolo vibratório liso autopropelido, 127 HP, para compactação;
Rolo de pneus autopropelido de pressão variável, 145 HP, para compactação;
Caminhão irrigador com bomba, 6000 l, para leve umedecimento superficial da camada
final.
15.2. MEDIÇÃO
Os serviços executados e aceitos serão medidos considerando-se o volume do material
compactado na pista, expresso em metros cúbicos, definido pela extensão do trecho, largura e
espessura de camada obedecidas as seguintes indicações:
a) No cálculo dos volumes obedecidas as tolerâncias especificadas, será considerada a
espessura média X determinada pela fórmula 1 do Anexo I.
b) Quando X for inferior à espessura de projeto, será considerado o valor X e, quando X for
superior à espessura de projeto, será considerado a espessura de projeto.
c) A largura será a média de projeto, entre a largura na superfície inferior e superior da
camada, considerando-se para fins de cálculo o talude 1:1.
d) O cálculo dos volumes dar-se-á através da determinação da área das seções transversais,
estaca por estaca. Quando a área das seções transversais for constante não é necessário
que esta determinação seja efetuada estaca por estaca.
15.3. PAGAMENTO
Após aceitação e medição dos serviços proceder-se-á a elaboração da medição para
pagamento dos serviços de camada de Macadame Seco, obedecidas as seguintes indicações:
a) Deverá ser utilizada a folha Modelo IOESC 41458.
ESTADO DE SANTA CATARINA
SECRETARIA DE ESTADO DA INFRA-ESTRUTURA - SIE
DEPARTAMENTO ESTADUAL DE INFRA-ESTRUTURA - DEINFRA-SC
PROCEDIMENTOS PARA MEDIÇÃO E PAGAMENTO DE OBRAS RODOVIÁRIAS
DEINFRA-SC- PM - 15/92
CAMADA DE MACADAME SECO
PÁG. 02/02
b) Na Tabela de Preços do DEINFRA-SC o serviço tem os seguinte código:
Camada de Macadame Seco 53160
c) Os serviços serão pagos em R$/m³, ou em moeda vigente no país por metro cúbico. O
preço remunera integralmente as operações, mão-de-obra, equipamentos, materiais,
perdas, encargos e eventuais necessários a completa execução dos serviços.
d) O transporte será remunerado à parte de acordo com o Procedimento PM-01/92, sendo o
peso (P), em t, do material transportado obtido através da seguinte expressão:
P = Vp x Dp, onde:
Vp = volume medido na pista, em m³;
Dp = massa específica aparente de pista após compactação, em t/m³.
A distancia de transporte a ser considerada deverá ser aquela entre o centro de gravidade
do trecho e a britagem do materiais.
ESTADO DE SANTA CATARINA
SECRETARIA DE ESTADO DA INFRA-ESTRUTURA - SIE
DEPARTAMENTO ESTADUAL DE INFRA-ESTRUTURA - DEINFRA-SC
PROCEDIMENTOS PARA MEDIÇÃO E PAGAMENTO DE OBRAS RODOVIÁRIAS
DEINFRA-SC- PM - 16/92
CAMADAS ESTABILIZADAS GRANULOMETRICAMENTE
PÁG. 01/04
16.1. DESCRIÇÃO
Estes serviços compreendem o fornecimento, espalhamento, estabilização e acabamento
de solos e agregados naturais, produtos de britagem, ou mistura de ambos, executados de acordo
com as ESPECIFICAÇÕES DE SERVIÇO DE CAMADAS ESTABILIZADAS
GRANULOMETRICAMENTE.
O fornecimento de solos naturais, com exceção dos utilizados nas camadas de solo-brita,
por estarem sujeitos a classificação nas jazidas, serão medidos e pagos à parte de acordo com o
Procedimento PM-08/92.
Os serviços de execução de camadas estabilizadas granulometricamente com emprego de
solos arenosos finos lateríticos, solo argiloso-brita, macadame hidráulico e seco, serão objeto de
Procedimentos para Medição e Pagamento próprios.
Os preços unitários dos serviços foram obtidos com base na utilização econômica dos
seguintes equipamentos:
a) Camadas estabilizadas granulometricamente sem mistura:
Motoniveladora, 125 HP, para espalhamento e acabamento;
Rolo vibratório liso autopropelido, 127 HP, para compactação;
Rolo vibratório pé-de-carneiro autopropelido, 127 HP, para compactação de solos
coesivos;
Rolo de pneus autopropelido de pressão variável, 145 HP, para compactação;
Grade de discos com trator agrícola, 110 HP, para aeração e homogeneização de solos;
Caminhão irrigador com bomba, 6.000 l, para umedecimento.
b) Camadas estabilizadas granulometricamente com mistura em usina:
Carregador frontal, 170 HP, para carga dos silos;
Usina de solos, 200 t/h, para mistura;
Caminhão basculante, 9 t, para complementação do tempo de espera excedente, para carga
e descarga, não considerado nos cuSIEs de transporte;
Distribuidor de agregados de esteira, 50 HP, autopropelido;
Rolo vibratório liso autopropelido, 127 HP, para compactação;
Rolo de pneus autopropelido de pressão variável, 145 HP, para compactação;
Motoniveladora, 125 HP, para acabamento;
Caminhão irrigador com bomba, 6.000 l, para umedecimento complementar;
Grupo gerador, 150/180 KVA, para usina.
16.2. MEDIÇÃO
Os serviços executados e aceitos serão medidos considerando-se o volume do material
compactado na pista, expresso em metros cúbicos, definido pela extensão do trecho, largura e
espessura de camada, obedecidas as seguintes indicações:
ESTADO DE SANTA CATARINA
SECRETARIA DE ESTADO DA INFRA-ESTRUTURA - SIE
DEPARTAMENTO ESTADUAL DE INFRA-ESTRUTURA - DEINFRA-SC
PROCEDIMENTOS PARA MEDIÇÃO E PAGAMENTO DE OBRAS RODOVIÁRIAS
DEINFRA-SC- PM - 16/92
CAMADAS ESTABILIZADAS GRANULOMETRICAMENTE
PÁG. 02/04
a) No cálculo dos volumes obedecidas as tolerâncias especificadas, será considerada a
espessura média X determinada pela fórmula 1 do Anexo I.
b) Quando X for inferior à espessura de projeto, será considerado o valor X e, quando X for
superior à espessura de projeto, será considerada a espessura de projeto.
c) A largura será a média de projeto, entre a largura na superfície inferior e superior da
camada, considerando-se para fins de cálculo o talude 1:1,5.
d) O cálculo dos volumes dar-se-á através da determinação da área das seções transversais,
estaca por estaca. Quando a área das seções transversais for constante, não é necessário
que esta determinação seja efetuada estaca por estaca.
16.3. PAGAMENTO
Após aceitação e medição dos serviços proceder-se-á a elaboração da medição para
pagamento dos serviços de CamadasEstabilizadas Granulometricamente, obedecidas as seguintes
indicações:
a) Deverão ser utilizadas as folhas Modelo IOESC 20037 e IOESC 43704.
b) Na Tabela de Preços do DEINFRA-SCos serviços têm os seguintes códigos:
b.1) Camadas estabilizadas granulometricamente sem mistura:
Reforço com solo estabilizado sem mistura 53090
Camada de seixo bruto 53100
Camada de seixo classificado 53110
Camada de seixo classificado britado no primário 53120
Camada de brita corrida 53180
b.2) Camadas estabilizadas granulometricamente com mistura:
Camada de brita graduada 53190
Camada de solo brita (30% : 70%) 53200
Camada de seixo parcialmente britado 53210 a 53270
Camada de seixo britado 53280
c) Os serviços serão pagos em R$/m³, ou em moeda vigente no país por metro cúbico. O
preço remunera integralmente as operações, mão-de-obra, equipamentos, materiais (com
exceção de solos naturais), encargos e eventuais necessários à completa execução dos
serviços.
ESTADO DE SANTA CATARINA
SECRETARIA DE ESTADO DA INFRA-ESTRUTURA - SIE
DEPARTAMENTO ESTADUAL DE INFRA-ESTRUTURA - DEINFRA-SC
PROCEDIMENTOS PARA MEDIÇÃO E PAGAMENTO DE OBRAS RODOVIÁRIAS
DEINFRA-SC- PM - 16/92
CAMADAS ESTABILIZADAS GRANULOMETRICAMENTE
PÁG. 03/04
d) O transporte será remunerado à parte, de acordo com o Procedimento PM-01/92, sendo o
peso (P), em t, do material transportado obtido através da seguinte expressão:
P = Vp x Dp, onde:
Vp = volume de pista, em m³.
Dp = massa específica aparente seca, de pista, após compactação, em t/m³.
OBSERVAÇÕES:
1) No caso de camadas estabilizadas granulometricamente com mistura em usina deve-se
considerar a massa específica aparente úmida de pista após a compactação.
2) A distância de transporte a ser considerada deverá ser aquela entre o centro de gravidade
do trecho e a jazida ou usina. No caso de camadas estabilizadas granulometricamente com
mistura em usina, onde haja utilização de solos, deverá ser considerada, também, a
distância da jazida à usina.
e) O fornecimento de solos naturais, com exceção dos utilizados nas camadas de solo-brita,
será remunerado à parte, conforme o Procedimento PM-08/92. O volume escavado será
obtido através da seguinte expressão:
Vji = Vp x
pD
jiD
x i
M%
100
, onde:
Vji = volume de jazida, do solo "i", em m³
Vp = volume compactado, na pista, em m³
Dp = massa específica aparente da camada, na pista, em t/m³;
Dji = massa específica aparente do solo "i", na jazida, em t/m³.
%Mi = porcentagem em volume, do solo "i", na mistura.
Notas:
1ª) Brita Graduada é definida como uma camada estabilizada granulometricamente, obtida
exclusivamente por mistura obrigatória em usina de produtos integralmente oriundos de
britagem de rocha sã, apresentando granulometria que atenda a Especificação.
2ª) Brita Corrida é definida como uma camada estabilizada granulometricamente composta
por produtos resultantes da britagem primária de rocha sã, enquadrada em uma condição
granulométrica que atenda a Especificação.
ESTADO DE SANTA CATARINA
SECRETARIA DE ESTADO DA INFRA-ESTRUTURA - SIE
DEPARTAMENTO ESTADUAL DE INFRA-ESTRUTURA - DEINFRA-SC
PROCEDIMENTOS PARA MEDIÇÃO E PAGAMENTO DE OBRAS RODOVIÁRIAS
DEINFRA-SC- PM - 16/92
CAMADAS ESTABILIZADAS GRANULOMETRICAMENTE
PÁG. 04/04
3ª) Seixo Classificado Britado no Primário é definido como uma camada estabilizada
granulometricamente, executada com seixos, que independentemente do diâmetro dos
mesmos, o peneiramento classificatório é processado após a britagem primária, devendo
enquadrar-se em uma condição granulométrica que atenda a Especificação.
4ª) Seixo Classificado é definido como uma camada estabilizada granulometricamente,
executada com seixos obtidos em processo de peneiramento após a extração, devendo
enquadrar-se em uma condição granulométrica que atenda a Especificação.
ESTADO DE SANTA CATARINA
SECRETARIA DE ESTADO DA INFRA-ESTRUTURA - SIE
DEPARTAMENTO ESTADUAL DE INFRA-ESTRUTURA - DEINFRA-SC
PROCEDIMENTOS PARA MEDIÇÃO E PAGAMENTO DE OBRAS RODOVIÁRIAS
DEINFRA-SC- PM - 17/92
EXTRAÇÃO, CARGA E PENEIRAMENTO DE SEIXO
PÁG. 01/02
17.1. DESCRIÇÃO
Este serviço compreende a extração, carga e peneiramento de seixos que não serão
utilizados após o processo de seleção, ou seja, serão rejeitados, desde que não incluídos no cuSIE
de execução dos serviços.
O preço unitário do serviço foi obtido com base na utilização econômica dos seguintes
equipamentos:
Drag-Line, 140 HP, para extração;
Carregadeira de pneus, 170 HP, para empilhamento e carga;
Alimentador;
Correias transportadoras; e
Peneira vibratória.
17.2. MEDIÇÃO
Os volumes serão medidos considerando-se o volume solto do material, obtido após a
seleção e expresso em metros cúbicos, obedecidas as seguintes indicações:
a) O volume de material rejeitado será calculado através da seguinte fórmula:
Vr = Vp x
p
s
D
D
x F, onde:
Vr = Volume de material rejeitado, em m³;
Vp = Volume de pista do material aproveitado, em m³;
Dp = Massa específica aparente seca de pista, após compactação, em t/m³;
Ds = Massa específica aparente seca solta do material aproveitado, na pilha, em
t/m³; e
F = Fator de proporcionalidade obtido pela relação entre a % de material rejeitado
e a % de material aproveitado.
b) No caso da utilização total ou parcial do material rejeitado este volume será deduzido do
volume obtido em "a".
17.3. PAGAMENTO
Após medição dos serviços proceder-se-á a elaboração da medição para pagamento dos
serviços de Extração, Carga e Peneiramento de Seixo, obedecidas as seguintes indicações:
ESTADO DE SANTA CATARINA
SECRETARIA DE ESTADO DA INFRA-ESTRUTURA - SIE
DEPARTAMENTO ESTADUAL DE INFRA-ESTRUTURA - DEINFRA-SC
PROCEDIMENTOS PARA MEDIÇÃO E PAGAMENTO DE OBRAS RODOVIÁRIAS
DEINFRA-SC- PM - 17/92
EXTRAÇÃO, CARGA E PENEIRAMENTO DE SEIXO
PÁG. 02/02
a) Deve-se utilizar a folha Modelo IOESC 43704.
b) Na Tabela de Preços do DEINFRA-SC o serviço tem o seguinte código:
Extração, carga e peneiramento de seixo 53060
c) Os serviços serão pagos em R$/m³, ou em moeda vigente no país por metro cúbico. O
preço remunera integralmente todas as operações, mão-de-obra, equipamentos, materiais,
encargos e eventuais necessários à completa execução dos serviços.
d) O transporte da unidade de extração até o peneiramento será remunerado à parte de
acordo com o Procedimento PM-01/92, sendo o peso (P), em t, do material rejeitado
transportado obtido através da seguinte expressão:
P = Vr x Dsr, onde:
Vr = Volume de material rejeitado, em m³;
Dsr = Massa específica aparente seca solta do material rejeitado, na pilha, em t/m³.
NOTA:
O seixo objeto de extração, carga e peneiramento não utilizado, ou seja rejeitado, medido
e pago de acordo com este Procedimento, passa a ser de propriedade do DEINFRA-SC.
ESTADO DE SANTA CATARINA
SECRETARIA DE ESTADO DA INFRA-ESTRUTURA - SIE
DEPARTAMENTO ESTADUAL DE INFRA-ESTRUTURA - DEINFRA-SC
PROCEDIMENTOS PARA MEDIÇÃO E PAGAMENTO DE OBRAS RODOVIÁRIAS
DEINFRA-SC- PM - 20/92
PINTURAS ASFÁLTICAS
PÁG. 01/02
20.1. DESCRIÇÃO
Estes serviços compreendem a aplicação de uma película de material asfáltico líquido
sobre a superfície de uma camada de pavimento, executada deacordo com a ESPECIFICAÇÃO
DE SERVIÇO DE PINTURAS ASFÁLTICAS.
O fornecimento de materiais asfálticos será objeto de Procedimento para Medição e
Pagamento próprio.
Os preços unitários dos serviços foram obtidos com base na utilização econômica dos
seguintes equipamentos:
Vassoura mecânica com trator agrícola, 110 HP, para varredura;
Caminhão distribuidor de asfalto, para aplicação;
Tanque de depósito de material asfáltico; e
Caminhão tanque irrigador, 6.000 l, no caso de pintura asfáltica de imprimação, para
umedecimento.
20.2. MEDIÇÃO
Os serviços executados e aceitos serão medidos considerando-se a área efetivamente
aplicada, expressa em metros quadrados, definida pela extensão e largura do trecho, fazendo a
distinção em relação ao tipo de serviço, obedecidas as seguintes indicações:
a) Medição à trena, em cada estaca, segundo o plano horizontal das dimensões transversais,
das larguras efetivamente cobertas, objetivando a determinação da área em metros
quadrados.
b) Quando a largura efetivamente coberta ultrapassar o previSIE, será medido o previSIE.
c) O cálculo das áreas dar-se-á através da determinação das larguras estaca por estaca.
Quando a largura for constante, não é necessário que esta determinação seja efetuada
estaca por estaca.
20.3. PAGAMENTO
Após aceitação e medição dos serviços proceder-se-á a elaboração da medição para
pagamento dos serviços de Pinturas Asfálticas, obedecidas as seguintes indicações:
a) Deverá ser utilizada a folha Modelo IOESC 31225 (cálculo das áreas).
b) Na Tabela de Preços do DEINFRA-SCos serviços têm os seguintes códigos:
ESTADO DE SANTA CATARINA
SECRETARIA DE ESTADO DA INFRA-ESTRUTURA - SIE
DEPARTAMENTO ESTADUAL DE INFRA-ESTRUTURA - DEINFRA-SC
PROCEDIMENTOS PARA MEDIÇÃO E PAGAMENTO DE OBRAS RODOVIÁRIAS
DEINFRA-SC- PM - 20/92
PINTURAS ASFÁLTICAS
PÁG. 02/02
Imprimação 53300
Pintura de ligação 53310
c) Os serviços serão pagos em R$/m², ou em moeda vigente no país por metro quadrado. O
preço remunera integralmente as operações, mão-de-obra, armazenamento de ligante,
equipamentos, materiais encargos e eventuais necessários à completa execução dos
serviços, inclusive o transporte do ligante asfáltico do depósito da obra ao local de
aplicação, considerada a distância média de 8,0 km. Na impossibilidade de colocação dos
depósitos de ligantes asfálticos dentro da distância média de transporte considerada, será
adotada uma localização "virtual" dos depósitos que atenda a distância considerada. A
distância a ser adotada para o transporte para atendimento do PM-01/92 será aquela entre
a origem até o local "virtual" de armazenamento.
d) O fornecimento do ligante asfáltico, bem como o seu transporte da fonte ao depósito na
obra (ou deposito virtual) será remunerado à parte de acordo com os Procedimentos
PM-01/92 e PM-24/92, sendo o consumo do ligante (P), em t, obtido através da seguinte
expressão:
P = A x D, onde:
A = área em m²;
D = T x Pe,
sendo:
T = Taxa média de aplicação do ligante asfáltico obtido por quaisquer dos processos
citados na Especificação de Serviço, em l/m²;
Pe = Peso específico do ligante asfáltico, em t/l.
ESTADO DE SANTA CATARINA
SECRETARIA DE ESTADO DA INFRA-ESTRUTURA - SIE
DEPARTAMENTO ESTADUAL DE INFRA-ESTRUTURA - DEINFRA-SC
PROCEDIMENTOS PARA MEDIÇÃO E PAGAMENTO DE OBRAS RODOVIÁRIAS
DEINFRA-SC- PM - 21/92
TRATAMENTOS SUPERFICIAIS ASFÁLTICOS POR PENETRAÇÃO
PÁG. 01/03
21.1. DESCRIÇÃO
Estes serviços compreendem o espalhamento e compressão incluindo o fornecimento dos
agregados e, executados de acordo com as ESPECIFICAÇÕES DE SERVIÇO DE
TRATAMENTOS SUPERFICIAIS ASFÁLTICOS POR PENETRAÇÃO.
O fornecimento de materiais asfálticos será objeto de Procedimento para Medição e
Pagamento próprio.
Os preços unitários dos serviços foram obtidos com base na utilização econômica dos
seguintes equipamentos:
Caminhão distribuidor de asfalto, para aplicação do material asfáltico;
Carregador frontal, 170 HP, para carga;
Distribuidor de agregados rebocável, para espalhamento dos agregados;
Caminhão basculante, 9 t, para complementação do tempo de espera e de distribuição
(reboque do distribuidor) não considerado nos cuSIEs do transporte;
Vassoura mecânica com trator agrícola, 110 HP, para varredura;
Rolo de pneus autopropelido de pressão variável, 145 HP, para compressão; e
Tanque de depósito de material asfáltico.
21.2. MEDIÇÃO
Os serviços executados e aceitos serão medidos considerando-se a área efetivamente
tratada, expressa em metros quadrados, definida pela extensão e largura do trecho, fazendo a
distinção em relação ao tipo de serviço, obedecidas as seguintes indicações:
a) Medição à trena, em cada estaca, segundo o plano horizontal das dimensões transversais,
das larguras efetivamente trabalhadas, objetivando a determinação da área em metros
quadrados.
b) Quando a largura efetivamente trabalhada ultrapassar o previSIE, será medido o previSIE.
c) O cálculo das áreas dar-se-á através da determinação das larguras estaca por estaca.
Quando a largura for constante, não é necessário que esta determinação seja efetuada
estaca por estaca.
21.3. PAGAMENTO
Após aceitação e medição dos serviços proceder-se-á a elaboração da medição para
pagamento dos serviços de Tratamentos Superficiais Asfálticos por Penetração, obedecidas as
seguintes indicações:
a) Deverá ser utilizada a folha Modelo IOESC 31225 (cálculo das áreas).
ESTADO DE SANTA CATARINA
SECRETARIA DE ESTADO DA INFRA-ESTRUTURA - SIE
DEPARTAMENTO ESTADUAL DE INFRA-ESTRUTURA - DEINFRA-SC
PROCEDIMENTOS PARA MEDIÇÃO E PAGAMENTO DE OBRAS RODOVIÁRIAS
DEINFRA-SC- PM - 21/92
TRATAMENTOS SUPERFICIAIS ASFÁLTICOS POR PENETRAÇÃO
PÁG. 02/03
b) Na Tabela de Preços do DEINFRA-SC os serviços têm os seguintes códigos:
Tratamento Superficial Simples 53320
Tratamento Superficial Simples com Seixo 53321
Tratamento Superficial Duplo 53330
Tratamento Superficial Duplo com Seixo 53331
Tratamento Superficial Triplo 53340
Tratamento Superficial Triplo com Seixo 53341
Capa Selante 53390
Capa Selante com Seixo 53391
c) Os serviços serão pagos em R$/m², ou em moeda vigente no país por metro quadrado. O
preço remunera integralmente as operações, mão-de-obra, armazenamento de ligante,
equipamentos, materiais encargos e eventuais necessários à completa execução dos
serviços, inclusive o transporte de ligante asfáltico do depósito da obra ao local de
aplicação, considerada a distância média de 8,0 km. Na impossibilidade de colocação dos
depósitos de ligantes asfálticos dentro de distância média de transporte considerada, será
adotado uma localização "virtual" dos depósitos que atenda a distância considerada. A
distância a ser adotada para o transporte para atendimento do PM-01/92 será aquele entre
a origem até o local "virtual" de armazenamento.
d) O fornecimento do ligante asfáltico, bem como o seu transporte da fonte ao depósito na
obra (ou depósito virtual) será remunerado à parte de acordo com os Procedimentos
PM-01/92 e PM-24/92, sendo o consumo (P), em t, obtido através da seguinte expressão:
P = A x D, onde:
A = área em m²;
D = T x Pe,
sendo:
T = Taxa média de aplicação do ligante asfáltico obtido por quaisquer dos processos
citados na Especificação de Serviço, em l/m²;
Pe = Peso especifico do ligante asfáltico, em t/l.
No caso de tratamentos múltiplos com emprego da Emulsão Asfáltica, a pintura (banho de
emulsão prevista no item 4.1das Especificações de Serviço) será paga como Pintura Asfáltica de
Ligação de acordo com o Procedimento PM 20/92, desconsiderando-se o fornecimento do ligante
asfáltico que já está incluído na taxa (T).
ESTADO DE SANTA CATARINA
SECRETARIA DE ESTADO DA INFRA-ESTRUTURA - SIE
DEPARTAMENTO ESTADUAL DE INFRA-ESTRUTURA - DEINFRA-SC
PROCEDIMENTOS PARA MEDIÇÃO E PAGAMENTO DE OBRAS RODOVIÁRIAS
DEINFRA-SC- PM - 21/92
TRATAMENTOS SUPERFICIAIS ASFÁLTICOS POR PENETRAÇÃO
PÁG. 03/03
e) O transporte dos agregados será remunerado à parte de acordo com o Procedimento
PM-01/92. A distância de transporte a ser considerada deverá ser aquela entre o centro de
gravidade do trecho e as instalações de britagem. O peso (P), em t, do agregado
transportado para a pista será obtido através da seguinte expressão:
P = A x C, onde:
A = área em m²; e
C = taxa de aplicação, obtida conforme Especificação de Serviço, em t/m².
ESTADO DE SANTA CATARINA
SECRETARIA DE ESTADO DA INFRA-ESTRUTURA - SIE
DEPARTAMENTO ESTADUAL DE INFRA-ESTRUTURA - DEINFRA-SC
PROCEDIMENTOS PARA MEDIÇÃO E PAGAMENTO DE OBRAS RODOVIÁRIAS
DEINFRA-SC- PM - 22/92
CAMADAS DE MISTURAS ASFÁLTICAS USINADAS A QUENTE
PÁG. 01/03
22.1. DESCRIÇÃO
Estes serviços compreendem a usinagem, espalhamento e compressão, incluídos o
fornecimento dos agregados e material de enchimento (filer), executados de acordo com as
ESPECIFICAÇÕES DE SERVIÇO DE CAMADAS DE MISTURAS ASFÁLTICAS
USINADAS A QUENTE, incluindo também, a operação de controle anti-poluição do ar pela
usina misturadora.
O fornecimento de materiais asfálticos será objeto de Procedimento para Medição e
Pagamento próprio.
Os preços unitários dos serviços foram obtidos com base na utilização econômica dos
seguintes equipamentos:
Usina para misturas asfálticas gravimétrica, capacidade de 60 a 80 t/h, para mistura;
Carregador Frontal, 100 HP, para carga dos silos;
Grupo Gerador de 150/180 KVA, para a usina;
Caldeira a vapor, para aquecimento dos tanques;
Tanques para depósito de asfalto;
Vibroacabadora de esteiras, 52 HP, para espalhamento e acabamento;
Rolo de pneus autopropelido de pressão variável, 145 HP, para compressão;
Rolo Tandem, 58 HP, para compressão;
Caminhão basculante, 9 t, para complementação do tempo de espera excedente, para carga
e descarga, não considerado nos cuSIEs de transporte; e
Equipamento coletor de pó, para controle de poluição.
22.2. MEDIÇÃO
Os serviços executados serão, medidos determinando-se o peso da massa da mistura
aplicada e compactada, expresso em toneladas, fazendo-se a distinção em relação ao tipo
(Concreto Asfáltico Usinado a Quente - CAUQ, Pré-Misturado a Quente Aberto - PMQA ou
Areia Asfalto a Quente - AAQ) e função da camada (rolamento, intermediária ou reperfilagem),
obedecidas as seguintes indicações:
a) O peso da massa aplicada para cada segmento será o produto do volume da mistura pela
massa especifica aparente;
b) A massa específica aparente será determinada pela média das massas específicas
aparentes dos corpos de prova extraídos da pista, no segmento considerado;
c) O volume de mistura, para cada segmento é definido pela extensão do trecho, largura e
espessura da camada;
ESTADO DE SANTA CATARINA
SECRETARIA DE ESTADO DA INFRA-ESTRUTURA - SIE
DEPARTAMENTO ESTADUAL DE INFRA-ESTRUTURA - DEINFRA-SC
PROCEDIMENTOS PARA MEDIÇÃO E PAGAMENTO DE OBRAS RODOVIÁRIAS
DEINFRA-SC- PM - 22/92
CAMADAS DE MISTURAS ASFÁLTICAS USINADAS A QUENTE
PÁG. 02/03
d) A espessura, obedecidas as tolerâncias, será a média X determinada pela fórmula 1 do
Anexo I;
e) Quando X for inferior à espessura de projeto, será considerado o valor X e, quando X for
superior à espessura de projeto, será considerada a espessura de projeto;
f) A largura será a do projeto;
g) O cálculo dos volumes dar-se-á através da determinação da área das seções transversais,
estaca por estaca. Quando a área das seções transversais for constante, não é necessário
que esta determinação seja feita estaca por estaca;
h) Em caso de camadas finas ou irregulares, a avaliação do volume poderá basear-se em
nivelamento geométrico, levantando-se no mínimo sete pontos de cada seção transversal,
espaçadas de no máximo 20 metros, e será adotado o valor da massa específica de projeto;
i) Nos casos onde a aplicação da metodologia Marshall não for recomendável (diâmetro
máximo do agregado superior a 25,4 mm - 1"), deverá ser adotado o valor da massa
específica de projeto.
j) No caso de proceder-se conforme as indicações "2 h" e "2 i", necessariamente a
determinação do peso da massa aplicada será verificada com base na pesagem dos
caminhões na saída da usina, em balança periodicamente aferida e sob o devido controle
da Fiscalização. No caso de detectar-se diferenças nos valores apurados, a Fiscalização
deverá adotar o valor que julgar mais juSIE.
22.3. PAGAMENTO
Após aceitação e medição dos serviços, proceder-se-á a elaboração da medição para
pagamento dos serviços de Camadas de Misturas Asfálticas Usinadas a Quente, obedecidas as
seguintes indicações:
a) Dever-se-á utilizar a folha modelo IOESC 43305;
b) Na Tabela de Preços do DEINFRA-SC, os serviços têm os seguintes códigos:
Camada de Concreto Asfáltico Usinado a Quente 53380
Camada de Concreto Asfáltico Usinado a Quente com Seixo 53381
Camada de Concreto Asfáltico Usinado a Quente sem Areia 53383
Camada de Pré-Misturado a Quente Aberto 53370
Camada de Pré-Misturado a Quente Aberto com Seixo 53371
Camada de Areia Asfalto a Quente 53385
ESTADO DE SANTA CATARINA
SECRETARIA DE ESTADO DA INFRA-ESTRUTURA - SIE
DEPARTAMENTO ESTADUAL DE INFRA-ESTRUTURA - DEINFRA-SC
PROCEDIMENTOS PARA MEDIÇÃO E PAGAMENTO DE OBRAS RODOVIÁRIAS
DEINFRA-SC- PM - 22/92
CAMADAS DE MISTURAS ASFÁLTICAS USINADAS A QUENTE
PÁG. 03/03
Nota:
Para fins de pagamento entende-se por Concreto Asfáltico Usinado a Quente - CAUQ, na
Tabela de Preços do DEINFRA-SC, código 53380 e 53381, como a Mistura Asfáltica
Usinada a Quente, na qual utiliza-se areia na mistura e, Concreto Asfáltico Usinado a
Quente sem Areia - CAUQ sem areia, na Tabela de Preços do DEINFRA-SC,
código 53383, como a Mistura Asfáltica Usinada a Quente na qual, por razões
técnico-econômicas, não se utiliza areia na mistura.
c) Os serviços serão pagos em R$/t, ou em moeda vigente no país por tonelada. O preço
remunera integralmente todas as operações, mão-de-obra, equipamentos, materiais (com
exceção do Cimento Asfáltico ou se for o caso "Dope" e/ou "Aditivos"), encargos e
eventuais necessários à completa execução dos serviços. Está incluído no custo o controle
de poluição do ar, provocado pela usina misturadora, através de equipamentos coletores
de pó.
d) Os transportes serão remunerado à parte, de acordo com o Procedimento PM-01/92.
Distinguir-se-ão os transportes dos materiais da fonte de extração ou de aquisição (com
exceção da brita) até a usina e da mistura para a pista. O peso da massa transportada para
a pista será aquele obtido no item 22.2. MEDIÇÃO. Os pesos dos materiais transportados
da fonte de extração ou aquisição até a usina serão calculados pelo traço, em peso, da
mistura. A distância de transporte, da mistura, a ser considerada, deverá ser aquela entre o
centro de gravidade do trecho e a usina.
e) O fornecimento de material asfáltico, bem como o seutransporte da fonte ao depósito na
obra, será remunerado à parte de acordo com os Procedimentos PM-01/92 e PM-24/92,
sendo a quantidade do material empregado obtida pelo produto do peso da massa, obtido
conforme item 22.2, pelo teor médio de material asfáltico do trecho, obtido no ensaio de
extração conforme previSIE no item 5.1.2.2.a da ESPECIFICAÇÃO DE SERVIÇO DE
CAMADAS DE MISTURAS ASFÁLTICAS USINADAS A QUENTE.
Q = P x %tm, onde:
Q = quantidade de material asfáltico em teor, em t;
P = peso da massa, em t; e
% tm = teor médio de material asfáltico em porcentagem.
f) O fornecimento de melhorador de adesividade ("Dope") ou de aditivos, bem como o seu
transporte da fonte de aquisição até a obra, serão remunerados à parte, de acordo com o
Procedimento PM-01/92 e IG-12, sendo a quantidade devidamente empregada, obtida
pelo produto da quantidade de material asfáltico, obtida em "22.3.e.", pelo teor do
melhorador de adesividade ("Dope") ou de aditivo empregado.
ESTADO DE SANTA CATARINA
SECRETARIA DE ESTADO DA INFRA-ESTRUTURA - SIE
DEPARTAMENTO ESTADUAL DE INFRA-ESTRUTURA - DEINFRA-SC
PROCEDIMENTOS PARA MEDIÇÃO E PAGAMENTO DE OBRAS RODOVIÁRIAS
DEINFRA-SC- PM - 23/92
CAMADAS DE PRÉ-MISTURADOS A FRIO
PÁG. 01/03
23.1. DESCRIÇÃO
Este serviço, compreende a usinagem, espalhamento e compressão, incluídos o
fornecimento dos agregados e material de enchimento (filer) e executado de acordo com as
ESPECIFICAÇÕES DE SERVIÇO DE PRÉ-MISTURADO A FRIO.
O fornecimento de materiais asfálticos será objeto de Procedimento de Medição e
Pagamento próprio.
O preço unitário do serviço foi obtido com base na utilização econômica dos seguintes
equipamentos:
Usina para Pré-Misturado a Frio, 200 t/h, para mistura;
Carregador Frontal, 170 HP, para carga dos silos;
Grupo gerador, 150/180 KVA, para a usina;
Tanques para depósito de material asfáltico;
Vibroacabadora de esteiras, 52 HP, para espalhamento e acabamento;
Rolo de pneus autopropelido de pressão variável, 145 HP, para compressão;
Rolo Tandem, 58 HP, para compressão; e
Caminhão basculante, 9 t, para complementação do tempo de espera excedente, para carga
e descarga, não considerado nos custos de transporte.
23.2. MEDIÇÃO
Os serviços executados serão medidos determinando-se o peso da massa da mistura
aplicada e compactada, expresso em toneladas, fazendo-se a distinção em função da camada
(rolamento, intermediária ou reperfilagem), obedecidas as seguintes indicações:
a) O peso da massa aplicada para cada segmento será o produto do volume da mistura pela
massa especifica aparente;
b) A massa específica aparente será determinada pela média das massas específicas
aparentes dos corpos de prova extraídos da pista, no segmento considerado;
c) O volume, de mistura, para cada segmento é definido pela extensão do trecho, largura e
espessura da camada;
d) A espessura, obedecidas as tolerâncias, será a média X determinada pela fórmula 1 do
Anexo I;
e) Quando X for inferior à espessura de projeto, será considerado o valor X e, quando X for
superior à espessura de projeto, será considerada a espessura de projeto;
f) A largura será a do projeto;
ESTADO DE SANTA CATARINA
SECRETARIA DE ESTADO DA INFRA-ESTRUTURA - SIE
DEPARTAMENTO ESTADUAL DE INFRA-ESTRUTURA - DEINFRA-SC
PROCEDIMENTOS PARA MEDIÇÃO E PAGAMENTO DE OBRAS RODOVIÁRIAS
DEINFRA-SC- PM - 23/92
CAMADAS DE PRÉ-MISTURADOS A FRIO
PÁG. 02/03
g) O cálculo dos volumes dar-se-á através da determinação da área das seções transversais,
estaca por estaca. Quando a área das seções transversais for constante, não é necessário
que esta determinação seja feita estaca por estaca;
h) Em caso de camadas finas ou irregulares, a avaliação do volume poderá basear-se em
nivelamento geométrico, levantando-se no mínimo sete pontos de cada seção transversal,
espaçadas de no máximo 20 metros, e será adotado o valor da massa específica de projeto;
i) Nos casos onde a aplicação da metodologia Marshall não for recomendável (diâmetro
máximo do agregado superior a 25,4 mm - 1"), deverá ser adotado o valor da massa
específica de projeto.
j) No caso de proceder-se conforme as indicações "2 h" e "2 i", necessariamente a
determinação do peso da massa aplicada será verificada com base na pesagem dos
caminhões na saída da usina, em balança periodicamente aferida e sob o devido controle
da Fiscalização. No caso de detectar-se diferenças nos valores apurados, a Fiscalização
deverá adotar o valor que julgar mais justo.
23.3. PAGAMENTO
Após aceitação e medição dos serviços, proceder-se-á a elaboração da medição para
pagamento dos serviços de Camadas de Pré-Misturado a Frio, obedecidas as seguintes
indicações:
a) Dever-se-á utilizar a folha modelo IOESC 43305;
b) Na Tabela de Preços do DEINFRA-SC, os serviços têm os seguintes códigos:
Camada de Pré-Misturado a Frio 53360
Camada de Pré-Misturado a Frio com Seixo 53361
c) Os serviços serão pagos em R$/t, ou em moeda vigente no país por tonelada. O preço
remunera integralmente todas as operações, mão-de-obra, equipamentos, materiais (com
exceção do Material Asfáltico ou se for o caso "Dope" e/ou "Aditivos"), encargos e
eventuais necessários à completa execução dos serviços.
d) Os transportes serão remunerado à parte, de acordo com o Procedimento PM-01/92.
Distinguir-se-ão os transportes dos materiais da fonte de extração ou de aquisição (com
exceção da brita) até a usina e da mistura para a pista. O peso da massa transportada para
a pista será aquele obtido no item 23.2. MEDIÇÃO. Os pesos dos materiais transportados
da fonte de extração ou aquisição até a usina serão calculados pelo traço, em peso, da
mistura. A distância de transporte da mistura a ser considerada, deverá ser aquela entre o
centro de gravidade do trecho e a usina.
ESTADO DE SANTA CATARINA
SECRETARIA DE ESTADO DA INFRA-ESTRUTURA - SIE
DEPARTAMENTO ESTADUAL DE INFRA-ESTRUTURA - DEINFRA-SC
PROCEDIMENTOS PARA MEDIÇÃO E PAGAMENTO DE OBRAS RODOVIÁRIAS
DEINFRA-SC- PM - 23/92
CAMADAS DE PRÉ-MISTURADOS A FRIO
PÁG. 03/03
e) O fornecimento de material asfáltico, bem como o seu transporte da fonte ao depósito na
obra, será remunerado à parte de acordo com os Procedimentos PM-01/92 e PM-24/92,
sendo a quantidade do material empregado obtida pelo produto do peso da massa, obtido
conforme item 23.2, pelo teor médio de material asfáltico do trecho, obtido no ensaio de
extração conforme previSIE no item 5.1.2.2.b da ESPECIFICAÇÃO DE SERVIÇO DE
CAMADAS DE PRÉ-MISTURADO A FRIO.
Q = P x %tm, onde:
Q = quantidade de material asfáltico em teor, em t;
P = peso da massa, em t; e
% tm = teor médio de material asfáltico em porcentagem.
f) O fornecimento de melhorador de adesividade ("Dope") ou de aditivos, bem como o seu
transporte da fonte de aquisição até a obra, serão remunerados à parte de acordo com o
Procedimento PM-01/92 e IG-13, sendo a quantidade devidamente empregada, obtida
pelo produto da quantidade de material asfáltico, obtida em "23.3.e.", pelo teor do
melhorador de adesividade ("Dope") ou de aditivo empregado.
ESTADO DE SANTA CATARINA
SECRETARIA DE ESTADO DA INFRA-ESTRUTURA - SIE
DEPARTAMENTO ESTADUAL DE INFRA-ESTRUTURA - DEINFRA-SC
PROCEDIMENTOSPARA MEDIÇÃO E PAGAMENTO DE OBRAS RODOVIÁRIAS
DEINFRA-SC- PM - 24/92
FORNECIMENTO DE MATERIAIS ASFÁLTICOS
PÁG. 01/02
24.1. DESCRIÇÃO
Estes serviços compreendem o fornecimento de Material Asfáltico, necessário à execução
de obras rodoviárias, quando não incluído no cuSIE de execução do serviço.
Os preços unitários dos materiais asfálticos foram obtidos através da Tabela de Preços da
Associação Brasileira das Empresas Distribuidoras de Asfalto - ABEDA.
24.2. MEDIÇÃO
As quantidades serão medidas separadamente, por tipo de produto asfáltico, expressas em
toneladas, obedecidas as seguintes indicações:
a) No caso de Pinturas Asfálticas ou Serviços de Tratamentos por Penetração o consumo
será determinado através do produto da área, obtida conforme o Procedimento para
Medição e Pagamento do respectivo serviço, pela taxa de aplicação de material asfáltico
representativa do segmento, obtida de acordo com a especificação do serviço.
b) No caso de Misturas Asfálticas o consumo será determinado através do produto do peso
da mistura, obtido conforme o Procedimento para Medição e Pagamento do respectivo
serviço, pelo teor de material asfáltico representativo do segmento, obtido de acordo com
a especificação do serviço.
c) No caso de Lama Asfáltica, embora seja uma mistura asfáltica, o consumo será
determinado conforme o item "a".
24.3. PAGAMENTO
Após a medição dos serviços proceder-se-á a elaboração da medição para pagamento dos
serviços de Fornecimento de Materiais Asfálticos, por tipo de produto, obedecidas as seguintes
indicações:
a) Deve-se utilizar a folha Modelo IOESC 43704.
b) Na Tabela de Preços do DEINFRA-SC os serviços têm os seguintes códigos:
Fornecimento de CAP 53500 a 53505
Fornecimento de asfalto diluído 53510 a 53520
Fornecimento de emulsão asfáltica 53530 a 53575
ESTADO DE SANTA CATARINA
SECRETARIA DE ESTADO DA INFRA-ESTRUTURA - SIE
DEPARTAMENTO ESTADUAL DE INFRA-ESTRUTURA - DEINFRA-SC
PROCEDIMENTOS PARA MEDIÇÃO E PAGAMENTO DE OBRAS RODOVIÁRIAS
DEINFRA-SC- PM - 24/92
FORNECIMENTO DE MATERIAIS ASFÁLTICOS
PÁG. 02/02
c) Os serviços serão pagos em R$/t, ou em moeda vigente no país por tonelada. O preço
remunera integralmente todas as operações, mão-de-obra, equipamentos, materiais,
perdas, encargos e eventuais necessários à completa execução dos serviços.
d) O transporte será remunerado à parte, de acordo com o Procedimento PM-01/92, sendo a
distância de transporte considerada aquela da origem até o local de armazenamento no
canteiro.
Notas:
1a.) Quando prevista a indenização de materiais asfálticos mediante Nota Fiscal ou Tabela de
Preços da ABEDA/CNP, os Procedimentos de Medição e Pagamento serão
normatizados no Contrato ou pela Direção do DEINFRA-SC.
2a.) Quando fornecidos pelo DEINFRA-SC os materiais asfálticos não serão objeto de
qualquer espécie de pagamento.
ESTADO DE SANTA CATARINA
SECRETARIA DE ESTADO DA INFRA-ESTRUTURA - SIE
DEPARTAMENTO ESTADUAL DE INFRA-ESTRUTURA - DEINFRA-SC
PROCEDIMENTOS PARA MEDIÇÃO E PAGAMENTO DE OBRAS RODOVIÁRIAS
DEINFRA-SC- PM - 25/92
FORNECIMENTO DE MISTURAS USINADAS
PÁG. 01/02
25.1. DESCRIÇÃO
Estes serviços compreendem o fornecimento e usinagem de misturas, executados de
acordo com as respectivas Especificações de Serviços.
Este procedimento aplica-se no caso do fornecimento de misturas na usina, não estando
incluídos no custo as operações de transporte, espalhamento, compactação e acabamento. O
fornecimento de materiais asfálticos, quando necessário, será objeto de Procedimento próprio.
Os preços unitários dos serviços foram obtidos com base na utilização econômica dos
seguintes equipamentos:
a) Camadas Estabilizadas Granulometricamente, com misturas em usina:
Carregador Frontal, 170 HP, para carga dos silos;
Usina de solos, 200 t/h, para mistura;
Grupo Gerador de 150/180 KVA, para a usina.
b) Misturas Asfálticas Usinadas a Quente:
Carregador Frontal, 100 HP, para carga dos silos;
Tanques para depósito de asfalto;
Caldeira a vapor, para aquecimento dos tanques;
Usina para misturas asfálticas gravimétrica, com capacidade de 60 a 80 t/h, para mistura;
Grupo Gerador de 150/180 KVA, para a usina;
Equipamento coletor de pó, para controle de poluição.
c) Pré-Misturado a Frio:
Carregador Frontal, 170 HP, para carga dos silos;
Tanques para depósito de asfalto;
Usina para pré-misturado a frio, com capacidade de 200 t/h, para usinagem;
Grupo Gerador de 150/180 KVA, para a usina.
25.2. MEDIÇÃO
Os serviços serão medidos determinando-se o peso da mistura fornecida, expresso em
toneladas, fazendo-se a distinção em relação ao tipo de mistura, obedecida a seguinte indicação:
A determinação do peso da mistura fornecida será realizada com base na pesagem dos
caminhões na saída da usina, em balança periodicamente aferida e sob o devido controle
da Fiscalização.
ESTADO DE SANTA CATARINA
SECRETARIA DE ESTADO DA INFRA-ESTRUTURA - SIE
DEPARTAMENTO ESTADUAL DE INFRA-ESTRUTURA - DEINFRA-SC
PROCEDIMENTOS PARA MEDIÇÃO E PAGAMENTO DE OBRAS RODOVIÁRIAS
DEINFRA-SC- PM - 25/92
FORNECIMENTO DE MISTURAS USINADAS
PÁG. 02/02
25.3. PAGAMENTO
Após aceitação e medição dos serviços, proceder-se-á a elaboração da medição para
pagamento dos serviços de fornecimento na usina de Misturas Usinadas, obedecidas as seguintes
indicações:
a) Dever-se-á utilizar a folha modelo IOESC 43305.
b) Na Tabela de Preços do DEINFRA-SC, os serviços tem os seguintes códigos:
Brita Graduada - na Usina 53195
Concreto Asfáltico Usinado à Quente - na Usina 53382
Pré-Misturado a Quente Aberto - na Usina 53375
Concreto Asfáltico Usinado a Quente sem areia - na Usina 53384
Pré-Misturado a Frio - na Usina 53365
c) Os serviços serão pagos em R$/t, ou em moeda vigente no país por tonelada. O preço
remunera integralmente todas as operações, mão-de-obra, equipamentos, materiais (com
exceção, se for o caso, do material asfáltico, "dope" e/ou "aditivos"), encargos e eventuais
necessários à completa execução dos serviços. Está incluído no cuSIE, no caso de
Misturas Asfálticas Usinadas à Quente o controle de poluição do ar, provocado pela usina
misturadora, através de equipamentos coletores de pó.
d) Os transportes dos materiais da fonte de extração ou de aquisição (com exceção da brita)
até a usina serão remunerados à parte, de acordo com o Procedimento PM-01/92. Os
pesos dos materiais transportados da fonte de extração, ou aquisição, até a usina serão
calculados pelo traço, em peso, da mistura.
e) No caso de misturas asfálticas o fornecimento de material asfáltico, bem como o seu
transporte da fonte ao depósito na obra, será remunerado à parte, de acordo com os
Procedimentos PM-01/92 e PM-24/92, sendo a quantidade de material asfáltico (Q)
obtida pela expressão:
Q = P x %tm, onde:
Q = quantidade de material asfáltico, em t;
P = peso da massa, em t; e
%tm = teor médio de material asfáltico em porcentagem.
f) O fornecimento de melhorador de adesividade ("Dope") ou de aditivos, bem como o seu
transporte da fonte de aquisição, serão remunerados à parte de acordo com o
Procedimento PM-01/92 e IG-12, sendo a quantidade devidamente empregada, obtida
pelo produto da quantidade de material asfáltico, obtida em "25.3.e.", pelo teor do
melhorador de adesividade ("Dope") ou de aditivo empregado.
ESTADO DE SANTA CATARINA
SECRETARIA DE ESTADO DA INFRA-ESTRUTURA - SIE
DEPARTAMENTO ESTADUAL DE INFRA-ESTRUTURA - DEINFRA-SCPROCEDIMENTOS PARA MEDIÇÃO E PAGAMENTO DE OBRAS RODOVIÁRIAS
DEINFRA-SC- PM - 26/92
LAMA ASFÁLTICA
PÁG. 01/02
26.1. DESCRIÇÃO
Este serviço compreende a usinagem, espalhamento e acabamento, incluídos o
fornecimento de agregados e material de enchimento (filer), e executado de acordo com as
ESPECIFICAÇÕES DE SERVIÇO DE LAMA ASFÁLTICA.
O fornecimento de materiais asfálticos será objeto de Procedimento próprio.
Os preços unitários dos serviços foram obtidos com base na utilização econômica dos
seguintes equipamentos:
Tanques para depósito de material asfáltico;
Carregador Frontal, 170 HP, para carga;
Caminhão usina de lama asfáltica, para espalhamento;
Rolo de pneus autopropelido de pressão variável, 145 HP, para compressão;
Ferramentas manuais e equipamentos acessórios.
26.2. MEDIÇÃO
Os serviços executados e aceitos serão medidos determinando-se a área efetivamente
trabalhada, expressa em metros quadrados, definida pela extensão e largura do trecho, obedecidas
as seguintes indicações:
a) Medição à trena, em cada estaca, segundo o plano horizontal das dimensões transversais
das larguras efetivamente trabalhadas, objetivando a determinação da área em metros
quadrados;
b) Quando a largura efetivamente trabalhada ultrapassar o previSIE será medido o previsto;
c) O cálculo das áreas dar-se-á através da determinação das larguras, estaca por estaca.
Quando a largura for constante não é necessário que esta determinação seja efetuada
estaca por estaca.
26.3. PAGAMENTO
Após aceitação e medição dos serviços, proceder-se-á a elaboração da medição para
pagamento dos serviços de Lama Asfáltica, obedecidas as seguintes indicações:
a) Dever-se-á utilizar a folha modelo IOESC 31255 (cálculo de áreas);
ESTADO DE SANTA CATARINA
SECRETARIA DE ESTADO DA INFRA-ESTRUTURA - SIE
DEPARTAMENTO ESTADUAL DE INFRA-ESTRUTURA - DEINFRA-SC
PROCEDIMENTOS PARA MEDIÇÃO E PAGAMENTO DE OBRAS RODOVIÁRIAS
DEINFRA-SC- PM - 26/92
LAMA ASFÁLTICA
PÁG. 02/02
b) Na Tabela de Preços do DEINFRA-SC, o serviço tem o seguinte código:
Lama Asfáltica 53395
c) Os serviços serão pagos em R$/m², ou em moeda vigente no país por metro quadrado. O
preço remunera integralmente todas as operações, mão-de-obra, armazenamento do
ligante, equipamentos, materiais, encargos e eventuais necessários à completa execução
dos serviços, inclusive o transporte dos materiais dos depósitos da obra ao local de
aplicação, considerando-se a distância média de 8,0 km. Na impossibilidade de colocação
dos depósitos dentro da distância média de transporte considerada, será adotada uma
localização "virtual" dos depósitos que atenda a distância considerada. A distância a ser
adotada para o transporte, para atendimento do PM-01/92 será aquela entre a origem até o
local "virtual" de armazenamento.
d) O fornecimento do ligante asfáltico, bem como o seu transporte da fonte ao depósito na
obra (ou depósito virtual), será remunerado à parte de acordo com os Procedimentos
PM-01/92 e PM-24/92, sendo o consumo (P), em t, obtido através da seguinte expressão:
P = A x D, onde:
A = área em m²;
D = C x Pe,
sendo:
C = consumo médio de ligante asfáltico, em l/m²;
Pe = peso específico do ligante asfáltico, em t/l.
e) O transporte dos agregados e material de enchimento da fonte ao depósito na obra (ou
depósito virtual) será remunerado à parte de acordo com Procedimento PM-01/92. O
peso (P), em t, do material transportado será obtido através da seguinte expressão:
P = A x C, onde:
A = área em m²;
C = consumo, baseado no traço adotado, em t/m².
ESTADO DE SANTA CATARINA
SECRETARIA DE ESTADO DA INFRA-ESTRUTURA - SIE
DEPARTAMENTO ESTADUAL DE INFRA-ESTRUTURA - DEINFRA-SC
PROCEDIMENTOS PARA MEDIÇÃO E PAGAMENTO DE OBRAS RODOVIÁRIAS
DEINFRA-SC- PM - 30/94
ESCAVAÇÃO DE VALAS PARA DRENAGEM PROFUNDA
PÁG. 01/02
30.1. DESCRIÇÃO
Estes serviços compreendem a escavação de valas, carga, transporte e descarga do
material resultante da escavação, para a execução de Drenos Sub-Superficiais e Drenos
Profundos, executados de acordo com a respectiva Especificação de Serviço. Os materiais
escavados serão classificados de acordo com a ESPECIFICAÇÃO DE SERVIÇO DE
CORTES.
Os preços unitários dos serviços foram obtidos com base na utilização econômica dos
seguintes equipamentos:
a) Escavação de valas em materiais de 1ª e 2ª categorias:
Retroescavadeira, 73 HP, para escavação e carga;
Caminhão basculante, 9 t de carga útil, para transporte; e
Ferramentas manuais.
b) Escavação de valas em materiais de 3ª categoria:
Perfuratriz manual, 24 kg, para escavação;
Compressor de ar, 765 PCM, para a perfuratriz;
Retroescavadeira, 73 HP, para carga;
Caminhões basculantes, 9 t, para transporte; e
Ferramentas manuais.
30.2. MEDIÇÃO
Os serviços executados e aceitos serão medidos, considerando-se o volume de material
escavado, expresso em metros cúbicos, obedecidas as seguintes indicações:
a) O volume escavado, de cada segmento, será definido pela área da seção transversal e
extensão do segmento;
b) A área da seção transversal será obtida pela medição à trena, de vinte em vinte metros,
com no mínimo três determinações por segmento, das dimensões da seção transversal. A
seção transversal a ser considerada para efeito de medição, será a de menor área dentre a
seção de projeto e a seção real, medida após a escavação;
c) Medição à trena, segundo o plano horizontal da extensão do segmento executado;
ESTADO DE SANTA CATARINA
SECRETARIA DE ESTADO DA INFRA-ESTRUTURA - SIE
DEPARTAMENTO ESTADUAL DE INFRA-ESTRUTURA - DEINFRA-SC
PROCEDIMENTOS PARA MEDIÇÃO E PAGAMENTO DE OBRAS RODOVIÁRIAS
DEINFRA-SC- PM - 30/94
ESCAVAÇÃO DE VALAS PARA DRENAGEM PROFUNDA
PÁG. 02/02
d) Uma vez caracterizado o material de 3ª categoria, proceder-se-á a medição específica do
mesmo.
30.3. PAGAMENTO
Após aceitação dos serviços, a medição e classificação dos materiais, proceder-se-á a
elaboração da medição para pagamento dos serviços de Escavação de Valas Para Drenagem
Profunda, obedecidas as seguintes indicações:
a) Deverá ser utilizada a folha Modelo IOESC 43305;
b) Na Tabela de Preços do DEINFRA-SC, os serviços têm os seguintes códigos:
Escavação de Valas para Drenagem Profunda em Material de 1ª Categoria 55000
Escavação de Valas para Drenagem Profunda em Material de 2ª Categoria 55050
Escavação de Valas para Drenagem Profunda em Material de 3ª Categoria 55100
c) Os serviços serão pagos em R$/m³, ou em moeda vigente no país por metro cúbico. O
preço remunera integralmente todas as operações, mão-de-obra, equipamentos, materiais,
transporte do material escavado para locais apropriados, encargos e eventuais necessários
à completa execução dos serviços.
ESTADO DE SANTA CATARINA
SECRETARIA DE ESTADO DA INFRA-ESTRUTURA - SIE
DEPARTAMENTO ESTADUAL DE INFRA-ESTRUTURA - DEINFRA-SC
PROCEDIMENTOS PARA MEDIÇÃO E PAGAMENTO DE OBRAS RODOVIÁRIAS
DEINFRA-SC- PM - 31/94
ESCAVAÇÃO MANUAL DE SOLOS
PÁG. 01/01
31.1. DESCRIÇÃO
Estes serviços compreendem a escavação manual de solos e o espalhamento do material
escavado, para a execução de Valetas de Proteção ou outros tipos de valas, onde não for possível
a utilização de equipamentos mecânicos de escavação, executados de acordo com as respectivas
Especificações de Serviço.
Os preços unitários dos serviços foram obtidos com base na utilização de ferramentas
manuais.
31.2. MEDIÇÃO
Os serviços executadose aceitos serão medidos, considerando-se o volume do material
escavado, expresso em metros cúbicos, obedecidas as seguintes indicações:
a) O volume escavado, de cada segmento, será definido pela área da seção transversal e
extensão do segmento;
b) A área da seção transversal será obtida pela medição à trena, de vinte em vinte metros,
com no mínimo três determinações por segmento, das dimensões da seção transversal. A
seção transversal, a ser considerada para efeito de medição, será a de menor área dentre a
seção de projeto e a seção real, medida após a escavação;
c) A extensão do segmento será obtida pela medição à trena, segundo o plano horizontal.
31.3. PAGAMENTO
Após aceitação e medição dos serviços, proceder-se-á a elaboração da medição para
pagamento dos serviços de Escavação Manual de Solos, obedecidas as seguintes indicações:
a) Deverá ser utilizada a folha Modelo IOESC 43305.
b) Na Tabela de Preços do DEINFRA-SC, os serviços têm os seguintes códigos:
Escavação de Valetas de Proteção 55150
Escavação Manual de Solos 65150
c) Os serviços serão pagos em R$/m³, ou em moeda vigente no país por metro cúbico. O
preço remunera integralmente todas as operações, mão-de-obra, ferramentas manuais,
encargos e eventuais necessários à completa execução dos serviços.
ESTADO DE SANTA CATARINA
SECRETARIA DE ESTADO DA INFRA-ESTRUTURA - SIE
DEPARTAMENTO ESTADUAL DE INFRA-ESTRUTURA - DEINFRA-SC
PROCEDIMENTOS PARA MEDIÇÃO E PAGAMENTO DE OBRAS RODOVIÁRIAS
DEINFRA-SC- PM - 32/94
SARJETAS, BANQUETAS E MEIO-FIOS
PÁG. 01/02
32.1. DESCRIÇÃO
Estes serviços compreendem o preparo e a regularização da superfície de assentamento e
a execução de Sarjetas, Banquetas e Meio-Fios, de acordo com o "ÁLBUM DE
PROJETO-TIPO DE DRENAGEM" do DEINFRA-SC e as respectivas Especificações de
Serviços, incluindo o fornecimento de materiais.
O enrocamento será pago à parte, de acordo com Procedimento próprio.
Os preços unitários dos serviços foram obtidos com base na utilização de ferramentas
manuais.
Para a execução de serviços com concretagem no local, foi considerada a utilização de
uma betoneira.
Para a execução de meio-fios de concreto moldados "in loco" com formas deslizantes foi
considerada a utilização de equipamento apropriado.
32.2. MEDIÇÃO
Os serviços executados e aceitos serão medidos pela extensão efetivamente executada,
expressa em metros lineares, fazendo-se a distinção em relação ao tipo empregado, obedecidas as
seguintes indicações:
a) Medição à trena, segundo o plano horizontal da extensão efetivamente executada;
b) Quando a extensão efetivamente trabalhada ultrapassar o previsto, será medido o
previSIE.
32.3. PAGAMENTO
Após aceitação e medição dos serviços, proceder-se-á a elaboração da medição para
pagamento dos serviços de Sarjetas, Banquetas e Meio-Fios, obedecidas as seguintes indicações:
a) Deverá ser utilizada a folha Modelo IOESC 43305.
b) Na Tabela de Preços do DEINFRA-SC, os serviços têm os seguintes códigos:
ESTADO DE SANTA CATARINA
SECRETARIA DE ESTADO DA INFRA-ESTRUTURA - SIE
DEPARTAMENTO ESTADUAL DE INFRA-ESTRUTURA - DEINFRA-SC
PROCEDIMENTOS PARA MEDIÇÃO E PAGAMENTO DE OBRAS RODOVIÁRIAS
DEINFRA-SC- PM - 32/94
SARJETAS, BANQUETAS E MEIO-FIOS
PÁG. 02/02
Meio-Fio de Pedra 53440
Meio-fio de concreto simples 56300
Meio-fio de concreto armado 56350
Meio-fio de concreto moldado por extrusão 56400
Sarjeta em meia calha 55250 a 55350
Sarjeta triangular de concreto 55450 a 55550
Sarjeta trapezoidal de concreto 55650 a 55700
Sarjeta retangular de concreto armado 55850 a 56000
Sarjeta de terraceamento 56050
Banqueta de condução 56150 a 56200
c) Os serviços serão pagos em R$/m, ou em moeda vigente no país por metro. O preço
remunera integralmente as operações, mão-de-obra, equipamentos, materiais, encargos e
eventuais necessários à completa execução dos serviços.
d) Os transportes serão remunerados à parte, de acordo com o Procedimento PM-01/92. Os
pesos dos materiais envolvidos serão obtidos, utilizando-se os valores constantes da
Tabela de Consumo de Materiais, contida neste mesmo volume de Procedimentos ou, os
valores de projeto com as considerações da referida Tabela de Consumo. A distância de
transporte de cada material a ser considerada, será aquela entre o centro de gravidade do
segmento e a fonte ou depósito na obra. Caso o material seja eSIEcado em depósito, na
obra, deverá ser pago, também, o transporte da fonte até este depósito.
e) Quando necessária a importação de solos para a regularização da superfície de
assentamento, os mesmos serão remunerados, de acordo com o Procedimento PM-08/92.
ESTADO DE SANTA CATARINA
SECRETARIA DE ESTADO DA INFRA-ESTRUTURA - SIE
DEPARTAMENTO ESTADUAL DE INFRA-ESTRUTURA - DEINFRA-SC
PROCEDIMENTOS PARA MEDIÇÃO E PAGAMENTO DE OBRAS RODOVIÁRIAS
DEINFRA-SC- PM - 33/94
DRENOS SUB-SUPERFICIAIS E DRENOS PROFUNDOS
PÁG. 01/01
33.1. DESCRIÇÃO
Estes serviços compreendem o fornecimento e a colocação de materiais de enchimento e
condutores em valas, para a execução de drenos, de acordo com o "ÁLBUM PROJETO - TIPO
DE DRENAGEM" e as respectivas Especificações de Serviço.
As bases drenantes, os drenos sub-horizontais profundos, os drenos verticais e os colchões
drenantes serão objeto de Procedimentos para Medição e Pagamento próprios.
Os preços unitários dos serviços foram obtidos com base na utilização de ferramentas
manuais.
33.2. MEDIÇÃO
Os serviços executados e aceitos serão medidos pela extensão efetivamente executada,
expressa em metros lineares, fazendo-se a distinção em relação ao tipo de dreno, obedecidas as
seguintes indicações:
a) Medição à trena, segundo o plano horizontal da extensão, efetivamente executada;
b) Quando a extensão, efetivamente executada, ultrapassar o previSIE, será medido o
previsto.
33.3. PAGAMENTO
Após aceitação e medição dos serviços, proceder-se-á a elaboração da medição para
pagamento dos serviços de Drenos Sub-Superficiais e Drenos Profundos, obedecidas as seguintes
indicações:
a) Deverá ser utilizada a folha Modelo IOESC 43305.
b) Na Tabela de Preços do DEINFRA-SC, os serviços têm os seguintes códigos:
Dreno Tipo 59650 a 61300.
c) Os serviços serão pagos em R$/m, ou em moeda vigente no país por metro. O preço
remunera integralmente todas as operações, materiais, mão-de-obra, ferramentas manuais,
encargos e eventuais necessários à completa execução dos serviços;
d) Os transportes serão remunerados a parte, de acordo com o Procedimento PM-01/92. Os
pesos dos materiais envolvidos serão obtidos, utilizando-se os valores constantes da
Tabela de Consumo de Materiais, contida neste volume de Procedimentos, ou os valores
de projeto com as considerações da referida Tabela de Consumo. A distância de transporte
de cada material a ser considerada, será aquela entre o centro de gravidade do segmento
do dreno em execução e a fonte ou depósito na obra. Caso o material seja estocado em
depósito na obra deverá ser pago, também, o transporte da fonte até este depósito.
ESTADO DE SANTA CATARINA
SECRETARIA DE ESTADO DA INFRA-ESTRUTURA - SIE
DEPARTAMENTO ESTADUAL DE INFRA-ESTRUTURA - DEINFRA-SCPROCEDIMENTOS PARA MEDIÇÃO E PAGAMENTO DE OBRAS RODOVIÁRIAS
DEINFRA-SC- PM - 34/94
FORNECIMENTO DE TUBOS PARA SAÍDAS DE DRENOS
PÁG. 01/01
34.1. DESCRIÇÃO
Estes serviços compreendem o fornecimento e assentamento de tubos de concreto com
diâmetro de 0,20 m, quando necessários, com o objetivo de condução das águas do dreno até a
saída, inclusive reaterro da vala.
No caso da saída do dreno coincidir com o término da drenagem, este Procedimento não
será adotado.
Os preços unitários dos serviços foram obtidos com base na utilização de ferramentas
manuais.
34.2. MEDIÇÃO
Os serviços executados e aceitos serão medidos pela extensão efetivamente executada,
expressa em metros lineares, obedecida a seguinte indicação:
a) Medição à trena da extensão efetivamente executada.
34.3. PAGAMENTO
Após aceitação e medição dos serviços, proceder-se-á a elaboração da medição para
pagamento dos serviços de Fornecimento de Tubos Para Saída de Drenos, obedecidas as
seguintes indicações:
a) Deverá ser utilizada a folha Modelo IOESC 43305.
b) Na Tabela de Preços do DEINFRA-SC, o serviço tem o seguinte código:
Fornecimento de Tubos Para Saída de Dreno 61450
c) Os serviços serão pagos em R$/m, ou em moeda vigente no país por metro. O preço
remunera integralmente todas as operações, material, mão-de-obra, ferramentas manuais,
encargos e eventuais necessários à completa execução dos serviços.
d) Os transportes serão remunerados à parte, de acordo com o Procedimento PM-01/92. O
peso do tubo será obtido na Tabela de Consumo de Materiais, contida neste volume de
Procedimentos. A distância de transporte do tubo será aquela entre o local de utilização e
a fonte ou depósito na obra. Caso seja feita a estocagem dos tubos em depósito na obra,
deverá ser pago, também, o transporte da fonte até este depósito.
ESTADO DE SANTA CATARINA
SECRETARIA DE ESTADO DA INFRA-ESTRUTURA - SIE
DEPARTAMENTO ESTADUAL DE INFRA-ESTRUTURA - DEINFRA-SC
PROCEDIMENTOS PARA MEDIÇÃO E PAGAMENTO DE OBRAS RODOVIÁRIAS
DEINFRA-SC- PM - 35/94
ESCAVAÇÃO DE VALAS PARA OBRAS DE ARTE CORRENTES
PÁG. 01/02
35.1. DESCRIÇÃO
Estes serviços compreendem a escavação de valas para assentamento de Obras de Arte
Correntes, executadas de acordo com a respectiva Especificação de Serviço e, também, os
volumes de eventuais escavações destinadas a melhorias de canalização, a montante e/ou a
jusante, da obra. Os materiais serão classificados de acordo com a ESPECIFICAÇÃO
DEINFRA-SC-ES-T-03/92 - CORTES.
Neste serviço foram considerados, também, o transporte horizontal e vertical, bem como a
escavação abaixo do nível da água.
Os preços unitários dos serviços foram obtidos com base na utilização econômica dos
seguintes equipamentos:
a) Escavação de valas em materiais de 1ª e 2ª categorias:
Retroescavadeira, 73 HP, para escavação, transporte horizontal e vertical; e
Ferramentas manuais.
b) Escavação de valas em materiais de 3ª categoria:
Perfuratriz manual, 24 kg, para escavação;
Compressor de ar 765 PCM, para a perfuratriz;
Retroescavadeira, para transporte horizontal e vertical; e
Ferramentas manuais.
Nota:
Quando na escavação de valas para obras de arte correntes, em materiais de 1ª e 2ª
categorias, forem utilizados equipamentos convencionais de escavação, usualmente
empregados em terraplenagem (trator de esteiras, moto-escavo-transportador, etc.), os
serviços de escavação de valas para obras de arte correntes deverão ser medidos e pagos
de acordo com o Procedimento PM-06/92.
35.2. MEDIÇÃO
Os serviços executados e aceitos serão medidos, considerando-se o volume de material
escavado, na unidade de escavação, expresso em metros cúbicos, fazendo-se a distinção em
relação à finalidade, obedecidas as seguintes indicações:
a) O volume escavado será obtido pelo produto da área média da seção transversal pela
extensão da vala;
b) A área será determinada pelo produto da largura média pela altura média;
ESTADO DE SANTA CATARINA
SECRETARIA DE ESTADO DA INFRA-ESTRUTURA - SIE
DEPARTAMENTO ESTADUAL DE INFRA-ESTRUTURA - DEINFRA-SC
PROCEDIMENTOS PARA MEDIÇÃO E PAGAMENTO DE OBRAS RODOVIÁRIAS
DEINFRA-SC- PM - 35/94
ESCAVAÇÃO DE VALAS PARA OBRAS DE ARTE CORRENTES
PÁG. 02/02
c) A largura inferior será a menor entre a largura executada e a largura do berço ou da laje
mais 1,00 m (0,50 m para cada lado). A largura superior será obtida em função do tipo de
solo do terreno (talude de escavação);
d) A altura média será obtida com duas determinações, a cada cinco metros, uma em cada
lado da vala, com no mínimo seis determinações por vala;
e) Uma vez caracterizado o material de 3ª categoria, proceder-se-á a medição específica do
mesmo;
f) No caso de escavação de valas de canalização a montante e/ou a jusante a seção
transversal a ser considerada para efeito de medição, será a menor dentre a seção de
projeto e a seção real medida, após a execução do serviço.
35.3. PAGAMENTO
Após aceitação dos serviços, medição e classificação dos materiais, proceder-se-á a
elaboração da medição para pagamento dos serviços de Escavação de Valas Para Obras de Arte
Correntes, obedecidas as seguintes indicações:
a) Deverá ser utilizada a folha Modelo IOESC 43305.
b) Na Tabela de Preços do DEINFRA-SC, os serviços têm os seguintes códigos:
Escavação Mecânica de Valas para Obras de
Arte Correntes em materiais de 1ª categoria 65000
Escavação Mecânica de Valas para Obras de
Arte Correntes em materiais de 2ª categoria 65050
Escavação Mecânica de Valas para Obras de
Arte Correntes em materiais de 3ª categoria 65100
c) Os serviços serão pagos em R$/m³, ou em moeda vigente no país por metro cúbico. O
preço remunera integralmente todas as operações, mão-de-obra, equipamentos, materiais,
encargos e eventuais necessários à completa execução dos serviços.
ESTADO DE SANTA CATARINA
SECRETARIA DE ESTADO DA INFRA-ESTRUTURA - SIE
DEPARTAMENTO ESTADUAL DE INFRA-ESTRUTURA - DEINFRA-SC
PROCEDIMENTOS PARA MEDIÇÃO E PAGAMENTO DE OBRAS RODOVIÁRIAS
DEINFRA-SC- PM - 36/94
CORPO DE BUEIROS
PÁG. 01/02
36.1. DESCRIÇÃO
Estes serviços compreendem a execução de bueiros, de acordo com o "ÁLBUM
PROJETO-TIPO DE DRENAGEM" do DEINFRA-SC e as respectivas Especificações de
Serviço.
Os preços unitários dos serviços foram obtidos com base na utilização de ferramentas
manuais e, no caso de bueiros tubulares de concreto, com diâmetro de 1,50 m ou mais, adotou-se
uma carregadeira de pneus para o assentamento dos tubos.
Nos preços unitários estão incluídos os fornecimentos de todos os materiais necessários à
execução dos serviços, tais como: enrocamento, lastro de brita, formas de madeira, armaduras,
escoramentos, tubos, chapas metálicas, concretos e argamassas.
O transporte destes materiais será remunerado à parte, de acordo com o Procedimento
para Medição e Pagamento PM-01/92.
36.2. MEDIÇÃO
Os serviços executados e aceitos serão medidos pela extensão efetivamente executada,
expressa em metros lineares, fazendo-se a distinção em relação à (s) dimensão (ões) interna (s) da
seção, forma da seção, número de linhas, tipo de material, a altura de aterro no caso de bueiros
celulares, obedecidas as seguintes indicações:
a) Medição à trena da extensão executada;
b) A extensão será a menor entre a prevista na Nota de Serviço e a efetivamente executada.
36.3. PAGAMENTO
Após aceitação emedição dos serviços, proceder-se-á a elaboração da medição para
pagamento dos serviços de Bueiros, obedecidas as seguintes indicações:
a) Deverá ser utilizada a folha Modelo IOESC 43305;
b) Na Tabela de Preços do DEINFRA-SC, os serviços têm os seguintes códigos:
Corpo de bueiros tubulares 65950 a 68350
Corpo de bueiros celulares 68400 a 71850
Corpo de bueiros com chapas metálicas 71900 a 72150
ESTADO DE SANTA CATARINA
SECRETARIA DE ESTADO DA INFRA-ESTRUTURA - SIE
DEPARTAMENTO ESTADUAL DE INFRA-ESTRUTURA - DEINFRA-SC
PROCEDIMENTOS PARA MEDIÇÃO E PAGAMENTO DE OBRAS RODOVIÁRIAS
DEINFRA-SC- PM - 36/94
CORPO DE BUEIROS
PÁG. 02/02
c) Os serviços serão pagos em R$/m, ou em moeda vigente no país por metro. O preço
remunera integralmente todas as operações, materiais, mão-de-obra, ferramentas manuais,
encargos e eventuais necessários à completa execução dos serviços.
d) Os transportes serão remunerados à parte, de acordo com o Procedimento PM-01/92. Os
pesos dos materiais envolvidos serão obtidos utilizando-se os valores constantes na
Tabela de Consumo de Materiais, contida neste volume de Procedimentos, ou os valores
de projeto com as considerações da referida Tabela de Consumo. A distância de transporte
de cada material, a ser considerada, será aquela entre o local de utilização e a fonte ou
depósito, na obra. Caso o material seja estocado em depósito na obra, deverá ser pago,
também, o transporte da fonte até este depósito.
ESTADO DE SANTA CATARINA
SECRETARIA DE ESTADO DA INFRA-ESTRUTURA - SIE
DEPARTAMENTO ESTADUAL DE INFRA-ESTRUTURA - DEINFRA-SC
PROCEDIMENTOS PARA MEDIÇÃO E PAGAMENTO DE OBRAS RODOVIÁRIAS
DEINFRA-SC- PM - 37/94
BOCAS PARA DISPOSITIVOS DE DRENAGEM
PÁG. 01/02
37.1. DESCRIÇÃO
Estes serviços compreendem a execução de Bocas para Bueiros, Bocas para Saída de
Dreno e Bocas para Descida de Água em Taludes, de acordo com o "ÁLBUM
PROJETO-TIPO DE DRENAGEM" do DEINFRA-SC e as respectivas Especificações de
Serviço.
Os preços unitários dos serviços foram obtidos com base na utilização de ferramentas
manuais e incluem o fornecimento de todos os materiais necessários a execução dos serviços, tais
como: enrocamento, lastro de brita, formas de madeira, armaduras, escoramento, concretos e
argamassas.
O transporte será remunerado à parte, de acordo com o Procedimento PM-01/92.
37.2. MEDIÇÃO
Os serviços executados e aceitos serão medidos considerando-se a quantidade
efetivamente executada, fazendo-se a distinção em relação à finalidade (bueiros, drenos e
descidas d’água, etc.) e ao tipo empregado, obedecidas, ainda, a seguinte indicação:
No caso de bocas para bueiros, deverá ser feita a distinção em relação à forma da seção,
número de linhas e esconsidade do bueiro.
37.3. PAGAMENTO
Após aceitação e medição dos serviços, proceder-se-á a elaboração da medição para
pagamento dos serviços de Bocas para Dispositivos de Drenagem, obedecidas as seguintes
indicações:
a) Deverá ser utilizada a folha Modelo IOESC 43305;
b) Na Tabela de Preços do DEINFRA-SC, os serviços tem os seguintes códigos:
Bocas para descida de água em cortes 58450 a 58700
Bocas para descida de água em aterro 58750 a 59060
Bocas para saída de dreno tipo U 61350
Bocas para saída de dreno tipo L 61400
Bocas para bueiros tubulares 72300 a 74050
Bocas para bueiros celulares 74100 a 76730
ESTADO DE SANTA CATARINA
SECRETARIA DE ESTADO DA INFRA-ESTRUTURA - SIE
DEPARTAMENTO ESTADUAL DE INFRA-ESTRUTURA - DEINFRA-SC
PROCEDIMENTOS PARA MEDIÇÃO E PAGAMENTO DE OBRAS RODOVIÁRIAS
DEINFRA-SC- PM - 37/94
BOCAS PARA DISPOSITIVOS DE DRENAGEM
PÁG. 02/02
c) Os serviços serão pagos em R$/unidade, ou em moeda vigente por unidade. O preço
remunera integralmente as operações, mão-de-obra, materiais, encargos e eventuais
necessários à completa execução dos serviços.
d) Os transportes serão remunerados à parte, de acordo com o Procedimento PM-01/92. Os
pesos dos materiais envolvidos serão obtidos utilizando-se os valores constantes na
Tabela de Consumo de Materiais contida neste mesmo volume de Procedimentos, ou os
valores de projeto com as considerações da referida Tabela de Consumo.
A distância de transporte, de cada material a ser considerada, será aquela entre o local de
utilização do material e a fonte ou depósito na obra. Caso o material seja estocado em
depósito na obra, deverá ser pago, também, o transporte da fonte até este depósito.
ESTADO DE SANTA CATARINA
SECRETARIA DE ESTADO DA INFRA-ESTRUTURA - SIE
DEPARTAMENTO ESTADUAL DE INFRA-ESTRUTURA - DEINFRA-SC
PROCEDIMENTOS PARA MEDIÇÃO E PAGAMENTO DE OBRAS RODOVIÁRIAS
DEINFRA-SC- PM - 38/94
CAIXAS PARA DISPOSITIVOS DE DRENAGEM
PÁG. 01/02
38.1. DESCRIÇÃO
Estes serviços compreendem a execução de Caixas Coletoras e Caixas para Descida de
Água em Taludes, de acordo com o "ÁLBUM PROJETO-TIPO DE DRENAGEM" do
DEINFRA-SCe as respectivas Especificações de Serviço.
Os preços unitários dos serviços foram obtidos com base na utilização de ferramentas
manuais e incluem o fornecimento de todos os materiais necessários a execução dos serviços, tais
como: enrocamento, lastro de brita, formas de madeira, armaduras, escoramento, concretos e
argamassas.
O transporte será remunerado à parte, de acordo com o Procedimento PM-01/92.
38.2. MEDIÇÃO
Os serviços executados e aceitos serão medidos, considerando-se a quantidade
efetivamente executada, fazendo-se a distinção em relação à finalidade e ao tipo empregado,
obedecidas, ainda, a seguinte indicação:
No caso de caixas coletoras, deverá ser feita a distinção em relação ao diâmetro do tubo
empregado e à altura da mesma.
38.3. PAGAMENTO
Após aceitação e medição dos serviços, proceder-se-á a elaboração da medição para
pagamento dos serviços de Caixas para Dispositivos de Drenagem, obedecidas as seguintes
indicações:
a) Deverá ser utilizada a folha Modelo IOESC 43305;
b) Na Tabela de Preços do DEINFRA-SC, os serviços tem os seguintes códigos:
Caixa Coletora com boca de lobo 56550 a 57600
Caixa para descida de água em aterro 59100 a 59400
Caixa Coletora de talvegue 77000 a 78100
Caixa Coletora de sarjeta 78150 a 78900
ESTADO DE SANTA CATARINA
SECRETARIA DE ESTADO DA INFRA-ESTRUTURA - SIE
DEPARTAMENTO ESTADUAL DE INFRA-ESTRUTURA - DEINFRA-SC
PROCEDIMENTOS PARA MEDIÇÃO E PAGAMENTO DE OBRAS RODOVIÁRIAS
DEINFRA-SC- PM - 38/94
CAIXAS PARA DISPOSITIVOS DE DRENAGEM
PÁG. 02/02
c) Os serviços serão pagos em R$/unidade, ou em moeda vigente por unidade. O preço
remunera integralmente as operações, mão-de-obra, materiais, encargos e eventuais
necessários à completa execução dos serviços.
d) Os transportes serão remunerados à parte, de acordo com o Procedimento PM-01/92. Os
pesos dos materiais envolvidos serão obtidos utilizando-se os valores constantes na
Tabela de Consumo de Materiais contida neste mesmo volume de Procedimentos, ou os
valores de projeto com as considerações da referida Tabela de Consumo. A distância de
transporte, de cada material a ser considerada, será aquela entre o local de utilização do
material e a fonte ou depósito na obra. Caso o material seja estocado em depósito na obra,
deverá ser pago, também, o transporte da fonte até este depósito.
ESTADO DE SANTA CATARINA
SECRETARIA DE ESTADODA INFRA-ESTRUTURA - SIE
DEPARTAMENTO ESTADUAL DE INFRA-ESTRUTURA - DEINFRA-SC
PROCEDIMENTOS PARA MEDIÇÃO E PAGAMENTO DE OBRAS RODOVIÁRIAS
DEINFRA-SC- PM - 39/94
RÁPIDOS
PÁG. 01/01
39.1. DESCRIÇÃO
Estes serviços compreendem a execução de Rápidos, de acordo com o "ÁLBUM
PROJETO-TIPO DE DRENAGEM" do DEINFRA-SC e as respectivas Especificações de
Serviço.
Os preços unitários dos serviços foram obtidos com base na utilização de uma betoneira e
ferramentas manuais. O enrocamento para amortecimento das águas, com pedra de mão, será
remunerado à parte.
39.2. MEDIÇÃO
Os serviços executados e aceitos serão medidos pela extensão efetivamente executada,
expressa em metros lineares.
39.3. PAGAMENTO
Após aceitação e medição dos serviços, proceder-se-á a elaboração da medição para
pagamento dos serviços de Rápidos, obedecidas as seguintes indicações:
a) Deverá ser utilizada a folha Modelo IOESC 43305;
b) Na Tabela de Preços do DEINFRA-SC, o serviço tem o seguinte código:
Rápidos 56250
c) Os serviços serão pagos em R$/m, ou em moeda vigente por metro. O preço remunera
integralmente as operações, mão-de-obra, equipamentos, materiais, encargos e eventuais
necessários à completa execução dos serviços.
d) Os transportes serão remunerados à parte, de acordo com o Procedimento PM-01/92. Os
pesos dos materiais envolvidos serão obtidos utilizando-se os valores constantes na
Tabela de Consumo de Materiais, contida neste volume de Procedimentos, ou os valores
de projeto com as considerações da referida Tabela de Consumo. A distância de
transporte, de cada material a ser considerada, será aquela entre o centro de gravidade do
segmento e a fonte ou depósito na obra. Caso o material seja estocado em depósito na
obra, deverá ser pago, também, o transporte da fonte até este depósito.
ESTADO DE SANTA CATARINA
SECRETARIA DE ESTADO DA INFRA-ESTRUTURA - SIE
DEPARTAMENTO ESTADUAL DE INFRA-ESTRUTURA - DEINFRA-SC
PROCEDIMENTOS PARA MEDIÇÃO E PAGAMENTO DE OBRAS RODOVIÁRIAS
DEINFRA-SC- PM - 61/94
PINTURAS DE MARCAS VIÁRIAS NO PAVIMENTO
PÁG. 01/01
61.1. DESCRIÇÃO
Estes serviços compreendem a pintura de faixas contínuas ou segmentadas, legendas e
símbolos no pavimento, incluindo o fornecimento de materiais, executados de acordo com a
Especificação de Sinalização.
Os preços unitários dos serviços foram obtidos com base na utilização econômica dos
seguintes equipamentos:
Máquina para pintura de faixa, 65 HP, para pintura; e
Caminhão carroceria de madeira, 90 HP, para transporte da tinta.
61.2. MEDIÇÃO
Os serviços executados e aceitos serão medidos considerando-se a área pintada, expressa
em metros quadrados, fazendo-se a distinção em relação à cor empregada (amarela ou branca)
obedecidas as seguintes indicações:
a) para o caso de faixas contínuas ou segmentadas a área a ser considerada é aquela definida
pela extensão e largura da faixa efetivamente pintada;
b) para o caso de legendas, símbolos e outras marcações especiais, a área a ser considerada é
aquela definida pela maior figura geométrica retangular envolvente.
61.3. PAGAMENTO
Após aceitação e medição dos serviços, proceder-se-á a elaboração da medição para
pagamento dos serviços de Pintura de Marcas Viárias no Pavimento, obedecidas as seguintes
indicações:
a) Deverá ser utilizada a folha Modelo IOESC 43305.
b) Na Tabela de Preços do DEINFRA-SC, os serviços têm os seguintes códigos:
Pintura de Marcas Viárias - Branca 80380
Pintura de Marcas Viárias - Amarela 80390
c) Os serviços serão pagos em R$/m², ou em moeda vigente no país por metro quadrado. O
preço remunera integralmente todas as operações, mão-de-obra, equipamentos, materiais,
encargos e eventuais necessários à completa execução dos serviços, inclusive o transporte
de tinta ao local de execução.
PLANILHAS DE QUANTITATIVOS DE
CONSUMO DE MATERIAIS
ESTADO DE SANTA CATARINA
SECRETARIA DE ESTADO DA INFRA-ESTRUTURA - SIE
DEPARTAMENTO ESTADUAL DE INFRA-ESTRUTURA - DEINFRA-SC
PROCEDIMENTOS PARA MEDIÇÃO E PAGAMENTO DE OBRAS RODOVIÁRIAS
NOTAS EXPLICATIVAS SOBRE AS PLANILHAS DE CONSUMO
PÁG. 01/01
Todos os pesos apresentados se referem à unidade de serviço constante da Tabela de Preços
do DEINFRA-SC e estão expressos em toneladas, obtidos do volume de Projetos-Tipo de Drenagem
e de Obras de Arte Correntes elaborados pela Diretoria de Engenharia do DEINFRA-SC, com as
seguintes considerações:
1) Devido as perdas de materiais inerentes ao processo executivo, foram considerados os
seguintes percentuais adicionais aos quantitativos especificados nos Projetos-Tipo de
Drenagem e de Obras de Arte Correntes.
a) Dreno Profundo e Dreno Sub-Superficial:
a.1) Adicional de 13% no volume de material de enchimento, ou;
a.2) Adicional de 30% no volume de material de enchimento, para os casos de
drenos-tipo projetados para rocha, e;
a.3) Adicional de 2% no consumo de tubo.
b) Obras de Arte Correntes e Drenagem Superficial:
b.1) Adicional de 6% de consumo de concreto em contato com o solo.
b.2) Adicional de 3% de consumo de concreto entre formas.
b.3) Adicional de 1% no consumo de tubo.
c) Cercas com Mourão Triangular de Concreto:
c.1) Adicional de 3% no consumo de arame.
2) Para efeito do pagamento de transporte do material da forma de madeira, considerar:
a) Da fonte fornecedora até o canteiro da obra o peso a ser considerado deverá ser o
constante da planilha.
b) Devido a reutilização do material da forma, o transporte efetuado do canteiro da
obra até o local de aplicação deverá ter o consumo constante da planilha
multiplicado por 3 (três).
ESTADO DE SANTA CATARINA
SECRETARIA DE ESTADO DA INFRA-ESTRUTURA - SIE
DEPARTAMENTO ESTADUAL DE INFRA-ESTRUTURA DE SANTA CATARINA - DEINFRA-SC
PROCEDIMENTOS PARA MEDIÇÃO E PAGAMENTO DE OBRAS RODOVIÁRIAS
PLANILHA DE QUANTITATIVOS RELATIVA A SERVIÇOS BÁSICOS
PÁG. 01/01
CÓDIGO
CONSUMOS DOS MATERIAIS
SERVIÇO EM TONELADA (t)
Cimento Areia Brita Pedra Madeira Tijolo
I - BÁSICOS
45.210 CONCRETO MAGRO 0,150 0,846 1,332
45.220 CONCRETO fck 9 MPA 0,245 1,020 1,110
45.230 CONCRETO fck 11 MPA 0,276 0,935 1,170
45.240 CONCRETO fck 15 MPA 0,319 1,079 1,011
45.250 CONCRETO POROSO 0,319 0,488 1,400
45.260 CONCRETO CICLÓPICO 11 MPA 0,193 0,654 0,819 0,720
45.270 CONCRETO CICLÓPICO 15 MPA 0,223 0,755 0,708 0,720
45.280 ARGAMASSA CIMENTO/AREIA 1:4 0,350 1,725
45.285 ARGAMASSA CIMENTO/AREIA 1:3 0,450 1,57545.290 FORMAS DE MADEIRA 0,022
45.295 ESCORAMENTO 0,023
45.315 LASTRO DE BRITA 1,800
45.325 ENROCAMENTO DE PEDRA JOGADA DE CORTE/PEDREIRA 1,650
45.340 ENROCAMENTO DE PEDRA ARRUMADA 1,800
45.345 ALVENARIA DE PEDRA DE MÃO ARGAMASSADA 0,105 0,518 1,950
45.350 ALVENARIA DE TIJOLOS MACIÇOS PAREDE DE 0,20 m 0,019 0,091 0,281
ESTADO DE SANTA CATARINA
SECRETARIA DE ESTADO DA INFRA-ESTRUTURA - SIE
DEPARTAMENTO ESTADUAL DE INFRA-ESTRUTURA DE SANTA CATARINA - DEINFRA-SC
PROCEDIMENTOS PARA MEDIÇÃO E PAGAMENTO DE OBRAS RODOVIÁRIAS
PLANILHA DE QUANTITATIVOS RELATIVA A SERVIÇOS DE DRENAGEM PÁG.
01/05
Código Serviço
CONSUMO DE MATERIAIS
EM TONELADA (t)
Cimento Areia Brita
Pedra
de
Mão
Tubo
Formas
de
Madeira
Bidim Aço
Meia
Calha
Tijolo
II - DRENAGEM
55.250 SARJETA EM MEIA CALHA D=0,30 0,0005 0,0016 0,0430
55.300 SARJETA EM MEIA CALHA D=0,40 0,0009 0,0032 0,0620
55.350 SARJETA EM MEIA CALHA D=0,60 0,0009 0,0032 0,1500
55.450 SARJETA TRIANGULAR DE CONCRETO TIPO I 0,0230 0,0790 0,0980 0,0010
55.500 SARJETA TRIANGULAR DE CONCRETO TIPO II 0,0290 0,0970 0,1220 0,0010
55.550 SARJETA TRIANGULAR DE CONCRETO TIPO III 0,0340 0,1160 0,1450 0,0010
55.600 SARJETA TRIANGULAR DE CONCRETO TIPO IV 0,0170 0,0560 0,0700 0,0010
55.650 SARJETA TRAPEZOIDAL DE CONCRETO TIPO I 0,0340 0,1150 0,1440 0,0010
55.700 SARJETA TRAPEZOIDAL DE CONCRETO TIPO II 0,0350 0,1170 0,1460 0,0150
55.750 SARJETA TRAPEZOIDAL DE CONCRETO TIPO III 0,0310 0,1050 0,1310 0,0220
55.800 SARJETA TRAPEZOIDAL DE CONCRETO TIPO IV 0,0200 0,0680 0,0850 0,0010
55.850 SARJETA RETANGULAR DE CONCRETO ARMADO TIPO I 0,0850 0,2870 0,3590 0,0260 0,0070
55.900 SARJETA RETANGULAR DE CONCRETO ARMADO TIPO II 0,0940 0,3170 0,3970 0,0310 0,0080
55.950 SARJETA RETANGULAR DE CONCRETO ARMADO TIPO III 0,1110 0,3770 0,4720 0,0400 0,0080
56.000 SARJETA RETANGULAR DE CONCRETO ARMADO TIPO
IV
0,1370 0,4660 0,5830 0,0530 0,0090
56.050 SARJETA DE TERRACEAMENTO 0,0260 0,0890 0,1110 0,0020
56.150 BANQUETA DE CONDUÇÃO TIPO I 0,0150 0,0500 0,0630 0,0070
56.200 BANQUETA DE CONDUÇÃO TIPO II 0,0090 0,0310 0,0390 0,0070
56.250 RÁPIDOS 0,0240 0,0810 0,1020 0,0010
56.300 MEIO-FIO DE CONCRETO SIMPLES 0,0120 0,0400 0,0500 0,0100
56.350 MEIO-FIO DE CONCRETO ARMADO 0,0200 0,0670 0,0630 0,0130 0,0030
56.400 MEIO-FIO DE CONCRETO 12 x 15 cm 0,0060 0,0190 0,0230
56.450 TRAVESSIA SOBRE SARJETA EM ACESSO SECUNDÁRIO 0,0600 0,2020 0,2530 0,0830 0,0040
56.500 TRAVESSIA SOBRE VALETÃO EM ACESSO SECUNDÁRIO 0,0470 0,1600 0,2000 0,1220 0,0100
56.550 CAIXA COLETORA C/BOCA DE LOBO TIPO C1 H=2,00m 0,4880 1,6530 2,0690 0,3480 0,0030
56.600 CAIXA COLETORA C/BOCA DE LOBO TIPO C2 H=2,00m 0,6330 2,1450 2,6840 0,4600 0,0030
56.650 CAIXA COLETORA C/BOCA DE LOBO TIPO C1 H=3,00m 0,7470 2,5300 3,1660 0,5480 0,0030
ESTADO DE SANTA CATARINA
SECRETARIA DE ESTADO DA INFRA-ESTRUTURA - SIE
DEPARTAMENTO ESTADUAL DE INFRA-ESTRUTURA DE SANTA CATARINA - DEINFRA-SC
PROCEDIMENTOS PARA MEDIÇÃO E PAGAMENTO DE OBRAS RODOVIÁRIAS
PLANILHA DE QUANTITATIVOS RELATIVA A SERVIÇOS DE DRENAGEM PÁG.
02/05
Código Serviço
CONSUMO DE MATERIAIS
EM TONELADA (t)
Cimento Areia Brita
Pedra
de
Mão
Tubo
Formas
de
Madeira
Bidim Aço
Meia
Calha
Tijolo
56.700 CAIXA COLETORA C/BOCA DE LOBO TIPO C2 H=3,50m 0,8610 2,9150 3,6480 0,6360 0,0030
57.100 CAIXA COLETORA C/BOCA DE LOBO TIPO I 0,8800 2,9780 2,7900 0,6020 0,0090
57.150 CAIXA COLETORA C/BOCA DE LOBO TIPO II 0,7720 2,6110 2,4470 0,4950 0,0070
57.200 CX.COLETORA C/BOCA DE LOBO P/BSTC D=0,40m
H=1,50m
0,2640 1,0540 0,4710 0,0760 0,0060 1,7000
57.250 CX.COLETORA C/BOCA DE LOBO P/BSTC D=0,40m
H=2,00m
0,3040 1,2450 0,4710 0,0760 0,0060 2,2900
57.300 CX.COLETORA C/BOCA DE LOBO P/BSTC D=0,50m
H=1,50m
0,2840 1,1280 0,5220 0,0820 0,0080 1,7620
57.350 CX.COLETORA C/BOCA DE LOBO P/BSTC D=0,50m
H=2,00m
0,3260 1,3300 0,5220 0,0820 0,0080 2,3860
57.400 CX.COLETORA C/BOCA DE LOBO P/BSTC D=0,60m
H=1,50m
0,3070 1,2120 0,5800 0,0890 0,0080 1,8320
57.450 CX.COLETORA C/BOCA DE LOBO P/BSTC D=0,60m
H=2,00m
0,3520 1,4270 0,5800 0,0890 0,0080 2,4950
57.500 CX.COLETORA C/BOCA DE LOBO P/BSTC D=0,60m
H=2,50m
0,3970 1,6420 0,5800 0,0890 0,0080 3,1580
57.550 CX.COLETORA C/BOCA DE LOBO P/BSTC D=1,00m
H=2,00m
0,4320 1,7240 0,7800 0,1110 0,0110 2,7510
57.600 CX.COLETORA C/BOCA DE LOBO P/BSTC D=1,20m
H=2,00m
0,4620 1,8280 0,8620 0,1310 0,0130 2,8040
57.650 DESCIDA D'ÁGUA PARA VALAS DE CORTE TIPO DD-V 0,0780 0,2650 0,3310 0,0370
57.700 ENTRADA D'ÁGUA PARA DESCIDA TIPO DD-V 0,0820 0,2780 0,3470 0,0260
57.750 CX.AMORTEC. P/DESCIDA D'ÁGUA TIPO DD-V 0,0690 0,2330 0,2910 0,0350
57.800 DESCIDA D'ÁGUA EM CORTES TIPO DD-1 0,0920 0,3100 0,3880 0,0730
57.850 DESCIDA D'ÁGUA EM CORTES TIPO DD-2 0,1030 0,3500 0,4380 0,0770
57.900 DESCIDA D'ÁGUA EM CORTES TIPO DD-3 0,1150 0,3900 0,4880 0,0820
57.950 DESCIDA D'ÁGUA EM CORTES TIPO DD-4 0,1740 0,5880 0,7360 0,1040
58.000 DESCIDA D'ÁGUA EM CORTES TIPO DD-5 0,2000 0,6770 0,8470 0,1140
58.050 DESCIDA D'ÁGUA EM CORTES TIPO DD-6 0,2270 0,7700 0,9640 0,1240
ESTADO DE SANTA CATARINA
SECRETARIA DE ESTADO DA INFRA-ESTRUTURA - SIE
DEPARTAMENTO ESTADUAL DE INFRA-ESTRUTURA DE SANTA CATARINA - DEINFRA-SC
PROCEDIMENTOS PARA MEDIÇÃO E PAGAMENTO DE OBRAS RODOVIÁRIASPLANILHA DE QUANTITATIVOS RELATIVA A SERVIÇOS DE DRENAGEM PÁG.
03/05
Código Serviço
CONSUMO DE MATERIAIS
EM TONELADA (t)
Cimento Areia Brita
Pedra
de
Mão
Tubo
Formas
de
Madeira
Bidim Aço
Meia
Calha
Tijolo
58.100 DESCIDA D'ÁGUA EM ATERROS TIPO DD1 0,1740 0,5900 0,7380 0,0570
58.150 DESCIDA D'ÁGUA EM ATERROS TIPO DD2 0,1940 0,6580 0,8240 0,0610
58.200 DESCIDA D'ÁGUA EM ATERROS TIPO DD3 0,2140 0,7260 0,9090 0,0660
58.250 DESCIDA D'ÁGUA EM ATERROS TIPO DD4 0,2950 1,0000 1,2520 0,0830
58.300 DESCIDA D'ÁGUA EM ATERROS TIPO DD5 0,3640 1,2330 1,5430 0,0980
58.350 DESCIDA D'ÁGUA EM ATERROS TIPO DD6 0,3820 1,2940 1,6190 0,1020
58.450 BOCA PARA DESCIDA D'ÁGUA EM CORTES TIPO DD-1 0,0850 0,2880 0,3600 0,0710
58.500 BOCA PARA DESCIDA D'ÁGUA EM CORTES TIPO DD-2 0,1040 0,3520 0,4410 0,0740
58.550 BOCA PARA DESCIDA D'ÁGUA EM CORTES TIPO DD-3 0,1230 0,4160 0,5210 0,0770
58.600 BOCA PARA DESCIDA D'ÁGUA EM CORTES TIPO DD-4 0,2170 0,7360 0,9210 0,0900
58.650 BOCA PARA DESCIDA D'ÁGUA EM CORTES TIPO DD-5 0,2630 0,8910 1,1150 0,0960
58.700 BOCA PARA DESCIDA D'ÁGUA EM CORTES TIPO DD-6 0,3040 1,0310 1,2910 0,1020
58.750 BOCA PARA DESCIDA D'ÁGUA EM ATERROS TIPO DD-1 0,2270 0,7700 0,9630 0,1730
58.800 BOCA PARA DESCIDA D'ÁGUA EM ATERROS TIPO DD-2 0,3270 1,1080 1,3860 0,2400
58.850 BOCA PARA DESCIDA D'ÁGUA EM ATERROS TIPO DD-3 0,4500 1,5250 1,9080 0,2770
58.900 BOCA PARA DESCIDA D'ÁGUA EM ATERROS TIPO DD-4 0,3600 1,2200 1,5270 0,2340
58.950 BOCA PARA DESCIDA D'ÁGUA EM ATERROS TIPO DD-5 0,5270 1,7870 2,2360 0,3310
59.000 BOCA PARA DESCIDA D'ÁGUA EM ATERROS TIPO DD-6 0,7250 2,4540 3,0710 0,4370
59.100 CAIXA PARA DESCIDA D'ÁGUA EM ATERROS TIPO DD-1 0,1400 0,4740 0,5930 0,0730
59.150 CAIXA PARA DESCIDA D'ÁGUA EM ATERROS TIPO DD-2 0,1560 0,5300 0,6630 0,0750
59.200 CAIXA PARA DESCIDA D'ÁGUA EM ATERROS TIPO DD-3 0,1730 0,5850 0,7320 0,0770
59.250 CAIXA PARA DESCIDA D'ÁGUA EM ATERROS TIPO DD-4 0,2390 0,8110 1,0140 0,0840
59.300 CAIXA PARA DESCIDA D'ÁGUA EM ATERROS TIPO DD-5 0,2960 1,0020 1,2540 0,0900
59.350 CAIXA PARA DESCIDA D'ÁGUA EM ATERROS TIPO DD-6 0,3110 1,0530 1,3170 0,0910
59.600 ENROCAMENTO DE PEDRA ARRUMADA 1,8000
59.650 DRENO TIPO I 1,1700 0,0530
59.700 DRENO TIPO II 1,2720 0,0009
59.750 DRENO TIPO III 1,1700 0,0530 0,0009
59.800 DRENO TIPO IV 1,1700 0,0530
59.850 DRENO TIPO V 0,8900 0,3810 0,0004
ESTADO DE SANTA CATARINA
SECRETARIA DE ESTADO DA INFRA-ESTRUTURA - SIE
DEPARTAMENTO ESTADUAL DE INFRA-ESTRUTURA DE SANTA CATARINA - DEINFRA-SC
PROCEDIMENTOS PARA MEDIÇÃO E PAGAMENTO DE OBRAS RODOVIÁRIAS
PLANILHA DE QUANTITATIVOS RELATIVA A SERVIÇOS DE DRENAGEM PÁG.
04/05
Código Serviço
CONSUMO DE MATERIAIS
EM TONELADA (t)
Cimento Areia Brita
Pedra
de
Mão
Tubo
Formas
de
Madeira
Bidim Aço
Meia
Calha
Tijolo
59.900 DRENO TIPO VI 0,1700
60.000 DRENO TIPO VII 0,1020
60.050 DRENO TIPO VIII 0,2040
60.100 DRENO TIPO IX 0,3900
60.150 DRENO TIPO X 1,2720 0,0013
60.200 DRENO TIPO XI 1,2380 0,0009
60.250 DRENO TIPO XII 0,8900 0,3480 0,0004
60.300 DRENO TIPO XIII 1,2540 0,0009
60.350 DRENO TIPO XIV 0,8900 0,3650 0,0004
60.400 DRENO TIPO XV 0,9830 0,0009
60.450 DRENO TIPO XVI 1,0010 0,0009
60.500 DRENO TIPO XVII 0,6440 0,3390 0,0004
60.550 DRENO TIPO XVIII 0,6440 0,3560 0,0004
60.600 DRENO TIPO XIX 0,9830
60.650 DRENO TIPO XX 1,0010
60.700 DRENO 1,0x1,50m COM BRITA 2,5500
60.750 DRENO 0,50x2,00m COM BRITA E BIDIM 1,7250 0,0011
60.800 DRENO 0,50x2,50m COM AREIA GROSSA 2,1600
60.850 DRENO 0,50x0,80m COM BRITA 0,7800
60.900 DRENO 0,60x0,60m COM BRITA E BIDIM 0,6110 0,0005
60.950 DRENO 0,60x0,80m COM BRITA E BIDIM 0,8130 0,0006
61.000 DRENO 0,50x0,50m COM AREIA 0,5850
61.050 DRENO 0,60x0,60m COM TUBO E AREIA 0,4050 0,0530
61.100 DRENO 0,10x1,00m COM AREIA 0,1700
61.200 DRENO TIPO XXI 0,5250 0,0530
61.250 DRENO TIPO XXII 0,6750
61.300 DRENO TIPO XXIII 0,1020
61.350 SAÍDA DE DRENO PROFUNDO TIPO U 0,0270 0,0920 0,1150 0,0330
61.400 SAÍDA DE DRENO PROFUNDO TIPO L 0,0100 0,0330 0,0410 0,0150
61.450 FORNECIMENTO DE TUBO PARA SAÍDA DE DRENO 0,0530
ESTADO DE SANTA CATARINA
SECRETARIA DE ESTADO DAINFRA-ESTRUTURA - SIE
DEPARTAMENTO ESTADUAL DE INFRA-ESTRUTURA DE SANTA CATARINA - DEINFRA-SC
PROCEDIMENTOS PARA MEDIÇÃO E PAGAMENTO DE OBRAS RODOVIÁRIAS
PLANILHA DE QUANTITATIVOS RELATIVA A SERVIÇOS DE DRENAGEM PÁG.
05/05
Código Serviço
CONSUMO DE MATERIAIS
EM TONELADA (t)
Cimento Areia Brita
Pedra
de
Mão
Tubo
Formas
de
Madeira
Bidim Aço
Meia
Calha
Tijolo
61.500 EXECUÇÃO DE REVESTIMENTO VALAS DE GABIÃO
H=0,30m
0,5400
ESTADO DE SANTA CATARINA
SECRETARIA DE ESTADO DA INFRA-ESTRUTURA - SIE
DEPARTAMENTO ESTADUAL DE INFRA-ESTRUTURA DE SANTA CATARINA - DEINFRA-SC
PROCEDIMENTOS PARA MEDIÇÃO E PAGAMENTO DE OBRAS RODOVIÁRIAS
PLANILHA DE QUANTITATIVOS RELATIVA A SERVIÇOS DE OBRAS DE ARTE CORRENTES PÁG.
01/13
Código SERVIÇO
CONSUMO DE MATERIAIS
EM TONELADA (t)
CIMENTO AREIA BRITA
PEDRA
DE
MÃO
TUBO
FORMAS
DE
MADEIRA
ESCORAMENTO
ENROCAMENTO
OU
LASTRO
AÇO
CA-50
CHAPAS
III - OBRAS DE ARTE CORRENTES
65.950 CORPO DE BSTC D=0,30m COM LASTRO DE BRITA 0,0010 0,0030 0,0420 0,0830
66.000 CORPO DE BSTC D=0,40m COM LASTRO DE BRITA 0,0010 0,0050 0,0900 0,1220
66.050 CORPO DE BSTC D=0,50m COM LASTRO DE BRITA 0,0020 0,0060 0,1080 0,1990
66.100 CORPO DE BSTC D=0,60m COM LASTRO DE BRITA 0,0020 0,0080 0,1260 0,2930
66.150 CORPO DE BSTC D=0,60m COM LASTRO DE BRITA TUBO CA-
1
0,0020 0,0080 0,1260 0,4100
66.200 CORPO DE BSTC D=0,60m COM BERÇO DE CONCRETO
TUBO CA-2
0,0580 0,1980 0,1780 0,1810 0,4140 0,0150
66.250 CORPO DE BSTC D=0,80m COM BERÇO DE CONCRETO
TUBO CA-2
0,0940 0,3210 0,2900 0,2950 0,7170 0,0200
66.300 CORPO DE BSTC D=1,00m COM BERÇO DE CONCRETO
TUBO CA-2
0,1390 0,4690 0,4280 0,4350 1,0100 0,0250
66.350 CORPO DE BSTC D=1,20m COM BERÇO DE CONCRETO
TUBO CA-2
0,1900 0,6420 0,5890 0,5990 1,3130 0,0290
66.400 CORPO DE BDTC D=0,80m COM BERÇO DE CONCRETO
TUBO CA-2
0,1890 0,6400 0,5800 0,5900 1,4340 0,0200
66.450 CORPO DE BDTC D=1,00m COM BERÇO DE CONCRETO
TUBO CA-2
0,2770 0,9380 0,8560 0,8700 2,0200 0,0250
66.500 CORPO DE BDTC D=1,20m COM BERÇO DE CONCRETO
TUBO CA-2
0,3790 1,2840 1,1780 1,1980 2,6260 0,0290
66.550 CORPO DE BTTC D=0,80m COM BERÇO DE CONCRETO
TUBO CA-2
0,2830 0,9620 0,8710 0,8860 2,1510 0,0200
66.600 CORPO DE BTTC D=1,00m COM BERÇO DE CONCRETO
TUBO CA-2
0,4160 1,4080 1,2840 1,3060 3,0300 0,0250
66.650 CORPO DE BTTC D=1,20m COM BERÇO DE CONCRETO
TUBO CA-2
0,5690 1,9270 1,7670 1,7970 3,9390 0,0290
ESTADO DE SANTA CATARINA
SECRETARIA DE ESTADO DA INFRA-ESTRUTURA - SIE
DEPARTAMENTO ESTADUAL DE INFRA-ESTRUTURA DE SANTA CATARINA - DEINFRA-SC
PROCEDIMENTOS PARA MEDIÇÃO E PAGAMENTO DE OBRAS RODOVIÁRIAS
PLANILHA DE QUANTITATIVOS RELATIVA A SERVIÇOS DE OBRAS DE ARTE CORRENTES PÁG.
02/13
Código SERVIÇO
CONSUMO DE MATERIAIS
EM TONELADA (t)
CIMENTO AREIA BRITA
PEDRA
DE
MÃO
TUBO
FORMAS
DE
MADEIRA
ESCORAMENTO
ENROCAMENTO
OU
LASTRO
AÇO
CA-50
CHAPAS
66.700 CORPO DE BSTC D=0,80m COM BERÇO DE CONCRETO
TUBO CA-3
0,0940 0,3210 0,2900 0,2950 0,7170 0,0200
66.750 CORPO DE BSTC D=1,00m COM BERÇO DE CONCRETO
TUBO CA-3
0,1390 0,4690 0,4280 0,4350 1,0100 0,0250
66.800 CORPO DE BSTC D=1,20m COM BERÇO DE CONCRETO
TUBO CA-3
0,1900 0,6420 0,5890 0,5990 1,3130 0,0290
66.850 CORPO DE BDTC D=0,80m COM BERÇO DE CONCRETO
TUBO CA-3
0,1890 0,6400 0,5800 0,5900 1,4340 0,0200
66.900 CORPO DE BDTC D=1,00m COM BERÇO DE CONCRETO
TUBO CA-3
0,2770 0,9380 0,8560 0,8700 2,0200 0,0250
66.950 CORPO DE BDTC D=1,20m COM BERÇO DE CONCRETO
TUBO CA-3
0,3790 1,2840 1,1780 1,1980 2,6260 0,0290
67.000 CORPO DE BTTC D=0,80m COM BERÇO DE CONCRETO
TUBO CA-3
0,2830 0,9620 0,8710 0,8860 2,1510 0,0200
67.050 CORPO DE BTTC D=1,00m COM BERÇO DE CONCRETO
TUBO CA-3
0,4160 1,4080 1,2840 1,3060 3,0300 0,0250
67.100 CORPO DE BTTC D=1,20m COM BERÇO DE CONCRETO
TUBO CA-3
0,5690 1,9270 1,7670 1,7970 3,9390 0,0290
67.150 CORPO DE BSTC D=0,60m COM ENROCAMENTO E LAJE DE
CONCRETO
0,0400 0,1350 0,1590 0,4140 0,0090 0,3460
67.200 CORPO DE BSTC D=0,80m COM ENROCAMENTO E LAJE DE
CONCRETO
0,0580 0,1980 0,2340 0,7170 0,0110 0,4320
67.250 CORPO DE BSTC D=1,00m COM ENROCAMENTO E LAJE DE
CONCRETO
0,0850 0,2860 0,3420 1,0100 0,0140 0,6480
67.300 CORPO DE BSTC D=1,20m COM ENROCAMENTO E LAJE DE
CONCRETO
0,1140 0,3880 0,4680 1,3130 0,0160 0,8960
67.350 CORPO DE BSTC D=1,50m COM ENROCAMENTO E LAJE DE
CONCRETO
0,1780 0,6010 0,7310 1,8850 0,0210 1,0800
ESTADO DE SANTA CATARINA
SECRETARIA DE ESTADO DA INFRA-ESTRUTURA - SIE
DEPARTAMENTO ESTADUAL DE INFRA-ESTRUTURA DE SANTA CATARINA - DEINFRA-SC
PROCEDIMENTOS PARA MEDIÇÃO E PAGAMENTO DE OBRAS RODOVIÁRIAS
PLANILHA DE QUANTITATIVOSRELATIVA A SERVIÇOS DE OBRAS DE ARTE CORRENTES PÁG.
03/13
Código SERVIÇO
CONSUMO DE MATERIAIS
EM TONELADA (t)
CIMENTO AREIA BRITA
PEDRA
DE
MÃO
TUBO
FORMAS
DE
MADEIRA
ESCORAMENTO
ENROCAMENTO
OU
LASTRO
AÇO
CA-50
CHAPAS
67.400 CORPO DE BSTC D=2,00m COM ENROCAMENTO E LAJE DE
CONCRETO
0,3090 1,0490 1,2850 2,4560 0,0290 2,2500
67.450 CORPO DE BDTC D=0,80m COM ENROCAMENTO E LAJE DE
CONCRETO
0,1170 0,3970 0,4690 1,4340 0,0110 0,8640
67.500 CORPO DE BDTC D=1,00m COM ENROCAMENTO E LAJE DE
CONCRETO
0,1680 0,5690 0,6830 2,0200 0,0140 1,2960
67.550 CORPO DE BDTC D=1,20m COM ENROCAMENTO E LAJE DE
CONCRETO
0,2290 0,7750 0,9350 2,6260 0,0160 1,7930
67.600 CORPO DE BDTC D=1,50m COM ENROCAMENTO E LAJE DE
CONCRETO
0,3550 1,2040 1,4630 3,7690 0,0210 2,1600
67.650 CORPO DE BDTC D=2,00m COM ENROCAMENTO E LAJE DE
CONCRETO
0,6190 2,0970 2,5690 4,9130 0,0290 4,5000
67.700 CORPO DE BTTC D=0,80m COM ENROCAMENTO E LAJE DE
CONCRETO
0,1750 0,5940 0,7020 2,1510 0,0110 1,2960
67.750 CORPO DE BTTC D=1,00m COM ENROCAMENTO E LAJE DE
CONCRETO
0,2530 0,8570 1,0250 3,0300 0,0140 1,9440
67.800 CORPO DE BTTC D=1,20m COM ENROCAMENTO E LAJE DE
CONCRETO
0,3430 1,1650 1,4040 3,9390 0,0160 2,6890
67.850 CORPO DE BTTC D=1,50m COM ENROCAMENTO E LAJE DE
CONCRETO
0,5330 1,8050 2,1940 5,6540 0,0210 3,2400
67.900 CORPO DE BTTC D=2,00m COM ENROCAMENTO E LAJE DE
CONCRETO
0,9280 3,1460 3,8540 7,3690 0,0290 6,7500
67.950 CORPO DE BSTC D=0,80m C/ENROCAMENTO E LAJE
CONCRETO CA-3
0,0580 0,1980 0,2340 0,7170 0,0110 0,4320
68.000 CORPO DE BSTC D=1,00m C/ENROCAMENTO E LAJE
CONCRETO CA-3
0,0850 0,2860 0,3420 1,0100 0,0140 0,6480
68.050 CORPO DE BSTC D=1,20m C/ENROCAMENTO E LAJE
CONCRETO CA-3
0,1140 0,3880 0,4680 1,3130 0,0160 0,8960
ESTADO DE SANTA CATARINA
SECRETARIA DE ESTADO DA INFRA-ESTRUTURA - SIE
DEPARTAMENTO ESTADUAL DE INFRA-ESTRUTURA DE SANTA CATARINA - DEINFRA-SC
PROCEDIMENTOS PARA MEDIÇÃO E PAGAMENTO DE OBRAS RODOVIÁRIAS
PLANILHA DE QUANTITATIVOS RELATIVA A SERVIÇOS DE OBRAS DE ARTE CORRENTES PÁG.
04/13
Código SERVIÇO
CONSUMO DE MATERIAIS
EM TONELADA (t)
CIMENTO AREIA BRITA
PEDRA
DE
MÃO
TUBO
FORMAS
DE
MADEIRA
ESCORAMENTO
ENROCAMENTO
OU
LASTRO
AÇO
CA-50
CHAPAS
68.100 CORPO DE BDTC D=0,80m C/ENROCAMENTO E LAJE
CONCRETO CA-3
0,1170 0,3970 0,4690 1,4340 0,0110 0,8640
68.150 CORPO DE BDTC D=1,00m C/ENROCAMENTO E LAJE
CONCRETO CA-3
0,1680 0,5710 0,6830 2,0200 0,0140 1,2960
68.200 CORPO DE BDTC D=1,20m C/ENROCAMENTO E LAJE
CONCRETO CA-3
0,2290 0,7750 0,9350 2,6260 0,0160 1,7930
68.250 CORPO DE BTTC D=0,80m C/ENROCAMENTO E LAJE
CONCRETO CA-3
0,1750 0,5940 0,7020 2,1510 0,0110 1,2960
68.300 CORPO DE BTTC D=1,00m C/ENROCAMENTO E LAJE
CONCRETO CA-3
0,2530 0,8570 1,0250 3,0300 0,0140 1,9440
68.350 CORPO DE BTTC D=1,20m C/ENROCAMENTO E LAJE
CONCRETO CA-3
0,3430 1,1650 1,4040 3,9390 0,0160 2,6890
68.400 CORPO DE BSCC 1,30x2,00m 1,00 < H =< 3,00m 0,5000 1,6900 1,5830 0,2220 0,0600 0,7650 0,0670
68.450 CORPO DE BSCC 1,30x2,00m 3,00 < H =< 6,00m 0,5000 1,6900 1,5830 0,2220 0,0600 0,7650 0,0670
68.500 CORPO DE BSCC 1,60x2,40m 1,00 < H =< 3,00m 0,5910 2,0000 1,8740 0,2640 0,0880 0,9000 0,0750
68.550 CORPO DE BSCC 1,50x1,50m 1,00 < H =< 2,50m 0,5020 1,6980 1,5910 0,5490 0,1780 0,0520 0,0460
68.600 CORPO DE BSCC 1,90x2,90m 1,00 < H =< 3,00m 0,6310 2,1340 2,0000 0,3150 0,1270 1,0350 0,0850
68.650 CORPO DE BSCC 2,00x1,50m 1,00 < H =< 2,50m 0,5870 1,9850 1,8610 0,6640 0,1890 0,0690 0,0800
68.700 CORPO DE BSCC 2,00x2,00m 1,00 < H =< 2,50m 0,6360 2,1520 2,0170 0,6640 0,2330 0,0920 0,0840
68.750 CORPO DE BSCC 2,10x3,20m 1,00 < H =< 3,00m 0,7620 2,5790 2,4160 0,3450 0,1550 1,1250 0,1150
68.800 CORPO DE BSCC 2,30x3,50m 1,00 < H =< 3,00m 1,2910 4,3680 4,0930 0,3850 0,1850 1,2600 0,1090
68.850 CORPO DE BSCC 2,50x2,00m 1,00 < H =< 2,50m 0,8980 3,0400 2,8490 0,8010 0,2490 0,1150 0,1040
68.900 CORPO DE BSCC 2,50x2,50m 1,00 < H =< 2,50m 0,9720 3,2900 3,0840 0,8010 0,2930 0,1440 0,1380
68.950 CORPO DE BSCC 3,00x1,00m 1,00 < H =< 2,50m 1,0060 3,4050 3,1910 0,8860 0,1760 0,0690 0,1610
69.000 CORPO DE BSCC 3,00x2,00m 1,00 < H =< 2,50m 1,0080 3,4100 3,1970 0,9160 0,2600 0,1380 0,1570
69.050 CORPO DE BSCC 3,00x2,50m 1,00 < H =< 2,50m 1,0740 3,6330 3,4050 0,9160 0,3040 0,1730 0,1690
69.100 CORPO DE BSCC 3,00x3,00m 1,00 < H =< 2,50m 1,3740 4,6470 4,3540 0,9390 0,3520 0,2070 0,1680
69.150 CORPO DE BSCC 1,50x1,50m 2,50 < H =< 5,00m 0,5020 1,6980 1,5910 0,5490 0,1780 0,0520 0,0680
69.250 CORPO DE BSCC 2,00x1,50m 2,50 < H =< 5,00m 0,7320 2,4760 2,3200 0,6870 0,1940 0,0690 0,0920
ESTADO DE SANTA CATARINA
SECRETARIA DE ESTADO DA INFRA-ESTRUTURA - SIE
DEPARTAMENTO ESTADUAL DE INFRA-ESTRUTURA DE SANTA CATARINA - DEINFRA-SC
PROCEDIMENTOS PARA MEDIÇÃO E PAGAMENTO DE OBRAS RODOVIÁRIAS
PLANILHA DE QUANTITATIVOS RELATIVA A SERVIÇOS DE OBRAS DE ARTE CORRENTES PÁG.
05/13
Código SERVIÇO
CONSUMO DE MATERIAIS
EM TONELADA (t)
CIMENTO AREIABRITA
PEDRA
DE
MÃO
TUBO
FORMAS
DE
MADEIRA
ESCORAMENTO
ENROCAMENTO
OU
LASTRO
AÇO
CA-50
CHAPAS
69.300 CORPO DE BSCC 1,60x2,40m 3,00 < H =< 6,00m 0,5910 2,0000 1,8740 0,2640 0,0880 0,9000 0,0810
69.350 CORPO DE BSCC 2,00x2,00m 2,50 < H =< 5,00m 0,7980 2,6980 2,5280 0,6870 0,2380 0,0920 0,1070
69.400 CORPO DE BSCC 2,50x2,00m 2,50 < H =< 5,00m 0,8980 3,0400 2,8490 0,8010 0,2490 0,1150 0,1670
69.450 CORPO DE BSCC 2,50x2,50m 2,50 < H =< 5,00m 0,9720 3,2900 3,0840 0,8010 0,2930 0,1440 0,1960
69.500 CORPO DE BSCC 3,00x2,50m 2,50 < H =< 5,00m 1,2910 4,3690 4,0930 0,9390 0,3080 0,1730 0,2070
69.550 CORPO DE BSCC 3,00x3,00m 2,50 < H =< 5,00m 1,6140 5,4600 5,1160 0,9620 0,3560 0,2070 0,2420
69.600 CORPO DE BSCC 1,50x1,50m 5,00 < H =< 7,50m 0,5020 1,6980 1,5910 0,5490 0,1780 0,0520 0,1000
69.650 CORPO DE BSCC 1,30x2,00m 6,00 < H =< 9,00m 0,5000 1,6900 1,5830 0,2220 0,0600 0,7650 0,0690
69.700 CORPO DE BSCC 1,60x2,40m 6,00 < H =< 9,00m 0,5910 2,0000 1,8740 0,2640 0,0880 0,9000 0,1000
69.750 CORPO DE BSCC 2,00x2,00m 5,00 < H =< 7,50m 0,7980 2,6980 2,5280 0,6870 0,2380 0,0920 0,1590
69.800 CORPO DE BSCC 2,50x2,00m 5,00 < H =< 7,50m 1,0830 3,6650 3,4360 0,8240 0,2530 0,1150 0,1880
69.850 CORPO DE BSCC 2,50x2,50m 5,00 < H =< 7,50m 1,1730 3,9700 3,7220 0,8240 0,2970 0,1440 0,2220
69.900 CORPO DE BSCC 3,00x2,00m 2,50 < H =< 5,00m 1,2090 4,0910 3,8340 0,9390 0,2640 0,1380 0,1940
69.950 CORPO DE BSCC 3,00x3,00m 5,00 < H =< 7,50m 1,6140 5,4600 5,1160 0,9620 0,3560 0,2070 0,2860
70.000 CORPO DE BSCC 2,00x1,50m 7,50 < H =< 10,00m 0,8840 2,9890 2,8020 0,7100 0,1980 0,0690 0,1470
70.050 CORPO DE BSCC 2,00x2,00m 7,50 < H =< 10,00m 0,9660 3,2670 3,0620 0,7100 0,2420 0,0920 0,1640
70.100 CORPO DE BSCC 2,50x2,00m 7,50 < H =< 10,00m 1,2740 4,3120 4,0400 0,8470 0,2570 0,1150 0,2090
70.150 CORPO DE BSCC 2,50x2,50m 7,50 < H =< 10,00m 1,1730 3,9700 3,7220 0,8240 0,2970 0,1440 0,2950
70.200 CORPO DE BSCC 3,00x3,00m 7,50 < H =< 10,00m 1,8610 6,2940 5,8990 0,9840 0,3610 0,2070 0,3470
70.250 CORPO DE BSCC 1,50x1,50m 10,00 < H =< 12,50m 0,6300 2,1330 2,0000 0,5720 0,1830 0,0520 0,1210
70.300 CORPO DE BSCC 2,00x2,00m 10,00 < H =< 12,50m 0,9660 3,2670 3,0620 0,7100 0,2420 0,0920 0,1970
70.350 CORPO DE BSCC 2,50x2,00m 10,00 < H =< 12,50m 1,2740 4,3120 4,0400 0,8470 0,2570 0,1150 0,2720
70.400 CORPO DE BSCC 2,50x2,50m 10,00 < H =< 12,50m 1,3810 4,6730 4,3790 0,8470 0,3010 0,1440 0,3030
70.450 CORPO DE BSCC 3,00x3,00m 10,00 < H =< 12,50m 1,8610 6,2940 5,8990 0,9840 0,3610 0,2070 0,4340
70.500 CORPO DE BDCC 1,50x1,50m 1,00 < H =< 2,50m 0,8880 3,0060 2,8180 0,9270 0,2770 0,1040 0,0680
70.550 CORPO DE BDCC 2,00x1,50m 1,00 < H =< 2,50m 1,0580 3,5800 3,3550 1,1560 0,2990 0,1380 0,1120
70.600 CORPO DE BDCC 2,00x2,00m 1,00 < H =< 2,50m 1,1320 3,8310 3,5900 1,1560 0,3650 0,1840 0,1210
70.650 CORPO DE BDCC 2,50x2,00m 1,00 < H =< 2,50m 1,3010 4,4040 4,1270 1,3850 0,3870 0,2300 0,2000
70.700 CORPO DE BDCC 3,00x2,00m 2,50 < H =< 5,00m 1,8610 6,2960 5,9010 1,6490 0,4140 0,2760 0,3470
ESTADO DE SANTA CATARINA
SECRETARIA DE ESTADO DA INFRA-ESTRUTURA - SIE
DEPARTAMENTO ESTADUAL DE INFRA-ESTRUTURA DE SANTA CATARINA - DEINFRA-SC
PROCEDIMENTOS PARA MEDIÇÃO E PAGAMENTO DE OBRAS RODOVIÁRIAS
PLANILHA DE QUANTITATIVOS RELATIVA A SERVIÇOS DE OBRAS DE ARTE CORRENTES PÁG.
06/13
Código SERVIÇO
CONSUMO DE MATERIAIS
EM TONELADA (t)
CIMENTO AREIA BRITA
PEDRA
DE
MÃO
TUBO
FORMAS
DE
MADEIRA
ESCORAMENTO
ENROCAMENTO
OU
LASTRO
AÇO
CA-50
CHAPAS
70.750 CORPO DE BDCC 2,30x3,50m 1,00 < H =< 3,00m 2,1780 7,3680 6,9040 0,5900 0,3700 2,4080 0,1760
70.800 CORPO DE BDCC 2,50x2,50m 1,00 < H =< 2,50m 1,4250 4,8210 4,5170 1,3850 0,4530 0,2880 0,2210
70.850 CORPO DE BDCC 3,00x2,00m 1,00 < H =< 2,50m 1,3830 4,6800 4,3860 1,6490 0,4140 0,2300 0,2060
70.900 CORPO DE BDCC 3,00x2,50m 1,00 < H =< 2,50m 1,9600 6,6300 6,2130 1,6490 0,4800 0,3450 0,2170
70.950 CORPO DE BDCC 3,00x2,50m 2,50 < H =< 5,00m 1,9600 6,6300 6,2130 1,6490 0,4800 0,3450 0,3630
71.000 CORPO DE BDCC 3,00x3,00m 1,00 < H =< 2,50m 2,0580 6,9630 6,5250 1,6490 0,5460 0,4140 0,2800
71.050 CORPO DE BDCC 2,00x1,50m 2,50 < H =< 5,00m 1,0580 3,5800 3,3550 1,1560 0,2990 0,1380 0,1850
71.100 CORPO DE BDCC 2,70x3,90m 1,50 < H =< 3,00m 2,5330 8,5680 8,0290 1,5460 0,6560 0,4840 0,2080
71.150 CORPO DE BDCC 2,00x2,00m 2,50 < H =< 5,00m 1,1320 3,8310 3,5900 1,1560 0,3650 0,1840 0,1880
71.200 CORPO DE BDCC 2,00x2,00m 5,00 < H =< 7,50m 1,4070 4,7610 4,4620 1,1910 0,3700 0,1840 0,2010
71.250 CORPO DE BDCC 3,00x3,00m 5,00 < H =< 7,50m 2,4580 8,3160 7,7940 1,6830 0,5500 0,4140 0,5010
71.300 CORPO DE BDCC 2,00x2,00m 7,50 < H =< 10,00m 1,4070 4,7610 4,4620 1,1910 0,3700 0,1840 0,2690
71.350 CORPO DE BDCC 2,50x2,50m 7,50 < H =< 10,00m 2,1000 7,1040 6,6570 1,4540 0,4620 0,28800,3680
71.400 CORPO DE BDCC 3,00x2,50m 7,50 < H =< 10,00m 2,7200 9,2030 8,6240 1,7170 0,4880 0,3450 0,4670
71.450 CORPO DE BDCC 2,00x2,00m 10,00 < H =< 12,50m 1,6920 5,7240 5,3640 1,2250 0,3740 0,1840 0,2770
71.500 CORPO DE BTCC 2,00x2,00m 1,00 < H =< 2,50m 1,6150 5,4630 5,1200 1,6490 0,4970 0,2760 0,1710
71.550 CORPO DE BTCC 2,50x2,00m 1,00 < H =< 2,50m 1,8690 6,3230 5,9260 1,9920 0,5300 0,3450 0,2860
71.600 CORPO DE BTCC 3,00x2,00m 2,50 < H =< 5,00m 2,6840 9,0820 8,5110 2,3810 0,5680 0,4140 0,4910
71.650 CORPO DE BTCC 2,70x3,90m 1,50 < H =< 3,00m 4,1620 14,0800 13,1940 2,2670 0,8910 0,7270 0,2780
71.700 CORPO DE BTCC 2,70x3,90m 3,00 < H =< 6,00m 4,1620 14,0800 13,1940 2,2670 0,8910 0,7270 0,4080
71.750 CORPO DE BTCC 2,70x3,90m 6,00 < H =< 9,00m 4,1620 14,0800 13,1940 2,2670 0,8910 0,7270 0,5620
71.800 CORPO DE BTCC 2,70x3,90m 9,00 < H =< 12,00m 4,1620 14,0800 13,1940 2,2670 0,8910 0,7270 0,7480
71.850 CORPO DE BTCC 3,00x3,00m 1,00 < H =< 2,50m 2,9480 9,9720 9,3450 2,3820 0,7440 0,6210 0,3920
71.900 BUEIRO COM TUBO ARMCO GALVANIZADO D=1,80m
E=3,35mm
0,8100 0,1870
71.950 BUEIRO COM TUBO ARMCO GALVANIZADO D=1,50m
E=2,65mm
0,8100 0,1240
72.000 BUEIRO COM TUBO ARMCO GALVANIZADO D=2,75m
E=2,65mm
1,2380 0,2950
ESTADO DE SANTA CATARINA
SECRETARIA DE ESTADO DA INFRA-ESTRUTURA - SIE
DEPARTAMENTO ESTADUAL DE INFRA-ESTRUTURA DE SANTA CATARINA - DEINFRA-SC
PROCEDIMENTOS PARA MEDIÇÃO E PAGAMENTO DE OBRAS RODOVIÁRIAS
PLANILHA DE QUANTITATIVOS RELATIVA A SERVIÇOS DE OBRAS DE ARTE CORRENTES PÁG.
07/13
Código SERVIÇO
CONSUMO DE MATERIAIS
EM TONELADA (t)
CIMENTO AREIA BRITA
PEDRA
DE
MÃO
TUBO
FORMAS
DE
MADEIRA
ESCORAMENTO
ENROCAMENTO
OU
LASTRO
AÇO
CA-50
CHAPAS
72.050 BUEIRO COM TUBO ARMCO GALVANIZADO D=4,60m
E=2,65mm
2,0700 0,4910
72.100 BUEIRO COM TUBO ARMCO GALVANIZADO D=2,20x1,70m
E=2,65m
1,1880 0,2190
72.150 BUEIRO COM TUBO ARMCO EPOXI BONDED D=1,80
E=2,70mm
0,1980
72.200 TUNEL LINE EPOXI BONDED D=1,80 E=4,70mm H=17,70m 0,3120
72.300 BOCA PARA BSTC D=0,60m NORMAL 0,2840 0,9630 0,9030 0,9180 0,0980
72.350 BOCA PARA BSTC D=0,60m ESCONSA 0,2870 0,9730 0,9130 0,9280 0,0990
72.400 BOCA PARA BSTC D=0,60m TIPO DEINFRA-SC 0,1590 0,5390 0,6740 0,0940 0,6080
72.450 BOCA PARA BSTC D=0,80m NORMAL 0,5130 1,7360 1,6280 1,6550 0,1520
72.500 BOCA PARA BSTC D=0,80m ESCONSA 0,5180 1,7550 1,6460 1,6740 0,1540
72.550 BOCA PARA BSTC D=0,80m TIPO DEINFRA-SC 0,2310 0,7830 0,9790 0,1070 0,7920
72.600 BOCA PARA BSTC D=1,00m NORMAL 0,8340 2,8220 2,6470 2,6910 0,2180
72.650 BOCA PARA BSTC D=1,00m ESCONSA 0,8440 2,8580 2,6800 2,7250 0,2210
72.700 BOCA PARA BSTC D=1,00m TIPO DEINFRA-SC 0,2960 1,0020 1,2540 0,1530 1,2350
72.750 BOCA PARA BSTC D=1,20m NORMAL 1,2410 4,2010 3,9390 4,0060 0,2880
72.800 BOCA PARA BSTC D=1,20m ESCONSA 1,2570 4,2570 3,9920 4,0600 0,2930
72.850 BOCA PARA BSTC D=1,20m TIPO DEINFRA-SC 0,3850 1,3040 1,6320 0,2090 1,5050
72.900 BOCA PARA BSTC D=1,50m TIPO DEINFRA-SC 0,7330 2,4840 3,1090 0,3150 2,3850
72.950 BOCA PARA BSTC D=2,00m TIPO DEINFRA-SC 1,3320 4,5110 5,6450 0,5200 4,1040
73.000 BOCA PARA BDTC D=0,80m NORMAL 0,7440 2,5180 2,3610 2,4010 0,1810
73.050 BOCA PARA BDTC D=0,80m ESCONSA 0,7520 2,5440 2,3860 2,4260 0,1840
73.100 BOCA PARA BDTC D=0,80m TIPO DEINFRA-SC 0,3300 1,1170 1,3980 0,1560 1,6990
73.150 BOCA PARA BDTC D=1,00m NORMAL 1,1730 3,9730 3,7250 3,7890 0,2550
73.200 BOCA PARA BDTC D=1,00m ESCONSA 1,1900 4,0290 3,7790 3,8430 0,2590
73.250 BOCA PARA BDTC D=1,00m TIPO DEINFRA-SC 0,4760 1,6120 2,0170 0,2870 2,4620
73.300 BOCA PARA BDTC D=1,20m NORMAL 1,7020 5,7640 5,4050 5,4960 0,3340
73.350 BOCA PARA BDTC D=1,20m ESCONSA 1,7280 5,8510 5,4870 5,5800 0,3400
ESTADO DE SANTA CATARINA
SECRETARIA DE ESTADO DA INFRA-ESTRUTURA - SIE
DEPARTAMENTO ESTADUAL DE INFRA-ESTRUTURA DE SANTA CATARINA - DEINFRA-SC
PROCEDIMENTOS PARA MEDIÇÃO E PAGAMENTO DE OBRAS RODOVIÁRIAS
PLANILHA DE QUANTITATIVOS RELATIVA A SERVIÇOS DE OBRAS DE ARTE CORRENTES PÁG.
08/13
Código SERVIÇOCONSUMO DE MATERIAIS
EM TONELADA (t)
CIMENTO AREIA BRITA
PEDRA
DE
MÃO
TUBO
FORMAS
DE
MADEIRA
ESCORAMENTO
ENROCAMENTO
OU
LASTRO
AÇO
CA-50
CHAPAS
73.400 BOCA PARA BDTC D=1,20m TIPO DEINFRA-SC 0,6150 2,0820 2,6060 0,4320 3,0190
73.450 BOCA PARA BDTC D=1,50m TIPO DEINFRA-SC 0,9570 3,2410 4,0550 0,5590 4,4550
73.500 BOCA PARA BDTC D=2,00m TIPO DEINFRA-SC 1,7270 5,8510 7,3220 0,6740 7,1420
73.550 BOCA PARA BTTC D=0,80m NORMAL 0,9750 3,3000 3,0950 3,1470 0,2100
73.600 BOCA PARA BTTC D=0,80m ESCONSA 0,9890 3,3480 3,1390 3,1920 0,2140
73.650 BOCA PARA BTTC D=0,80m TIPO DEINFRA-SC 0,3750 1,2690 1,5880 0,2000 2,3900
73.700 BOCA PARA BTTC D=1,00m NORMAL 0,9890 3,3480 3,1390 3,1920 0,2140
73.750 BOCA PARA BTTC D=1,00m ESCONSA 1,5360 5,2020 4,8780 4,9610 0,2970
73.800 BOCA PARA BTTC D=1,00m TIPO DEINFRA-SC 0,6100 2,0660 2,5860 0,2990 3,4790
73.850 BOCA PARA BTTC D=1,20m NORMAL 2,1650 7,3300 6,8740 6,9900 0,3790
73.900 BOCA PARA BTTC D=1,20m ESCONSA 2,1990 7,4440 6,9810 7,0990 0,3870
73.950 BOCA PARA BTTC D=1,20m TIPO DEINFRA-SC 0,7570 2,5650 3,2090 0,5080 4,3000
74.000 BOCA PARA BTTC D=1,50m TIPO DEINFRA-SC 1,2340 4,1790 5,2300 0,5960 6,3450
74.050 BOCA PARA BTTC D=2,00m TIPO DEINFRA-SC 2,0980 7,1080 8,8940 0,7720 10,2670
74.100 BOCA PARA BSCC 1,30x2,00m NORMAL 3,4010 12,4460 12,4270 1,2520 0,3000
74.150 BOCA PARA BSCC 1,30x2,00m ESCONSIDADE 10 GRAUS 3,5250 12,9210 12,9110 1,2810 0,3170
74.200 BOCA PARA BSCC 1,30x2,00m ESCONSIDADE 20 GRAUS 3,8670 14,2020 14,2140 1,3840 0,3250
74.250 BOCA PARA BSCC 1,30x2,00m ESCONSIDADE 30 GRAUS 4,4970 16,5390 16,5680 1,6120 0,3980
74.300 BOCA PARA BSCC 1,50x1,50m NORMAL 2,2460 7,6010 7,1230 1,8700 0,8990 0,1820
74.350 BOCA PARA BSCC 1,50x1,50m ESCONSIDADE 15 GRAUS 2,3350 7,8990 7,4020 1,9840 0,9500 0,1930
74.400 BOCA PARA BSCC 1,60x2,40m NORMAL 4,1630 15,3380 15,3860 1,4120 0,3480
74.450 BOCA PARA BSCC 1,60x2,40m ESCONSIDADE 5 GRAUS 5,6290 19,8320 19,2210 2,1050 0,2900
74.500 BOCA PARA BSCC 1,60x2,40m ESCONSIDADE 10 GRAUS 5,6450 19,8980 19,2930 2,1250 0,2980
74.550 BOCA PARA BSCC 1,60x2,40m ESCONSIDADE 30 GRAUS 6,7170 23,8140 23,1970 2,5210 0,4930
74.600 BOCA PARA BSCC 2,00x1,50m NORMAL 2,8300 9,5770 8,9750 2,1900 0,9810 0,2030
74.650 BOCA PARA BSCC 2,00x1,50m ESCONSIDADE 15 GRAUS 3,2670 11,0520 10,3570 2,3740 1,0320 0,2240
74.700 BOCA PARA BSCC 1,90x2,90m ESCONSIDADE 10 GRAUS 7,2490 25,6160 24,8880 2,6230 0,5020
74.750 BOCA PARA BSCC 1,90x2,90m ESCONSIDADE 20 GRAUS 7,5760 26,8450 26,1370 2,7890 0,6360
74.800 BOCA PARA BSCC 1,90x2,90m ESCONSIDADE 30 GRAUS 8,5830 30,5270 29,8100 3,1220 0,9910
ESTADO DE SANTA CATARINA
SECRETARIA DE ESTADO DA INFRA-ESTRUTURA - SIE
DEPARTAMENTO ESTADUAL DE INFRA-ESTRUTURA DE SANTA CATARINA - DEINFRA-SC
PROCEDIMENTOS PARA MEDIÇÃO E PAGAMENTO DE OBRAS RODOVIÁRIAS
PLANILHA DE QUANTITATIVOS RELATIVA A SERVIÇOS DE OBRAS DE ARTE CORRENTES PÁG.
09/13
Código SERVIÇO
CONSUMO DE MATERIAIS
EM TONELADA (t)
CIMENTO AREIA BRITA
PEDRA
DE
MÃO
TUBO
FORMAS
DE
MADEIRA
ESCORAMENTO
ENROCAMENTO
OU
LASTRO
AÇO
CA-50
CHAPAS
74.850 BOCA PARA BSCC 2,00x2,00m NORMAL 3,6300 12,2830 11,5120 3,1290 1,2010 0,2490
74.900 BOCA PARA BSCC 2,00x2,00m ESCONSIDADE 15 GRAUS 3,9190 13,2610 12,4290 3,3200 1,2580 0,2650
74.950 BOCA PARA BSCC 2,00x2,00m ESCONSIDADE 25 GRAUS 4,7210 15,9730 14,9700 3,9810 1,6210 0,3360
75.000 BOCA PARA BSCC 2,00x2,00m ESCONSIDADE 40 GRAUS 6,7300 22,7700 21,3400 5,8320 2,2220 0,4600
75.050 BOCA PARA BSCC 2,10x3,20m NORMAL 8,4750 29,9290 29,0620 2,8830 0,6440
75.100 BOCA PARA BSCC 2,10x3,20m ESCONSIDADE 10 GRAUS 8,5260 30,1420 29,2940 2,9410 0,7390
75.150 BOCA PARA BSCC 2,10x3,20m ESCONSIDADE 30 GRAUS 8,6900 30,8400 30,0640 3,1290 0,7120
75.200 BOCA PARA BSCC 2,30x3,50m NORMAL 9,7820 34,5660 33,5790 3,2080 0,7950
75.250 BOCA PARA BSCC 2,50x2,00m NORMAL 4,5140 15,2710 14,3120 3,5260 1,2460 0,3060
75.300 BOCA PARA BSCC 2,50x2,00m ESCONSIDADE 15 GRAUS 4,6880 15,8600 14,8630 3,8160 1,3290 0,3230
75.350 BOCA PARA BSCC 2,50x2,50m NORMAL 5,5940 18,9250 17,7360 4,6940 1,5810 0,4210
75.400 BOCA PARA BSCC 2,50x2,50m ESCONSIDADE 15 GRAUS 5,984020,2450 18,9740 4,9990 1,6420 0,4510
75.450 BOCA PARA BSCC 3,00x2,00m NORMAL 5,2810 17,8670 16,7450 3,9340 1,6100 0,3400
75.500 BOCA PARA BSCC 3,00x2,50m NORMAL 6,7690 22,9010 21,4620 5,1900 1,8510 0,4550
75.550 BOCA PARA BSCC 3,00x3,00m NORMAL 8,0130 27,1100 25,4060 6,5640 1,9800 0,5460
75.600 BOCA PARA BSCC 3,00x3,00m ESCONSIDADE 15 GRAUS 8,6110 29,1340 27,3030 6,9830 2,0670 0,5800
75.650 BOCA PARA BDCC 1,50x1,50m NORMAL 2,9390 9,9430 9,3190 2,9380 1,0380 0,2120
75.700 BOCA PARA BDCC 2,00x1,50m NORMAL 3,8140 12,9020 12,0930 3,5990 1,1640 0,2410
75.750 BOCA PARA BDCC 2,00x1,50m ESCONSIDADE 35 GRAUS 5,2880 17,8910 16,7680 5,0950 1,6500 0,3410
75.800 BOCA PARA BDCC 2,00x2,00m NORMAL 4,7990 16,2360 15,2160 4,8840 1,3870 0,2810
75.850 BOCA PARA BDCC 2,00x2,00m ESCONSIDADE 15 GRAUS 5,1470 17,4170 16,3230 5,1900 1,5040 0,3030
75.900 BOCA PARA BDCC 2,00x2,00m ESCONSIDADE 40 GRAUS 7,9680 26,9580 25,2660 8,1130 2,2990 0,4650
75.950 BOCA PARA BDCC 2,50x2,00m NORMAL 6,0280 20,3950 19,1140 5,7620 1,4770 0,3800
76.000 BOCA PARA BDCC 2,50x2,00m ESCONSIDADE 15 GRAUS 6,1510 20,8110 19,5030 6,0520 1,5470 0,3940
76.050 BOCA PARA BDCC 2,30x3,50m ESCONSIDADE 20 GRAUS 14,3160 50,8490 49,6000 3,7050 0,8950
76.100 BOCA PARA BDCC 2,50x2,50m NORMAL 7,7550 26,2380 24,5910 7,7460 1,8660 0,5310
76.150 BOCA PARA BDCC 3,00x2,00m NORMAL 7,0150 23,7360 22,2460 6,6170 1,8570 0,4320
76.200 BOCA PARA BDCC 3,00x2,50m ESCONSIDADE 15 GRAUS 9,1640 31,0060 29,0590 8,9450 1,9480 0,5820
76.250 BOCA PARA BDCC 3,00x3,00m NORMAL 10,3500 35,0170 32,8180 10,3410 2,2350 0,6410
ESTADO DE SANTA CATARINA
SECRETARIA DE ESTADO DA INFRA-ESTRUTURA - SIE
DEPARTAMENTO ESTADUAL DE INFRA-ESTRUTURA DE SANTA CATARINA - DEINFRA-SC
PROCEDIMENTOS PARA MEDIÇÃO E PAGAMENTO DE OBRAS RODOVIÁRIAS
PLANILHA DE QUANTITATIVOS RELATIVA A SERVIÇOS DE OBRAS DE ARTE CORRENTES PÁG.
10/13
Código SERVIÇO
CONSUMO DE MATERIAIS
EM TONELADA (t)
CIMENTO AREIA BRITA
PEDRA
DE
MÃO
TUBO
FORMAS
DE
MADEIRA
ESCORAMENTO
ENROCAMENTO
OU
LASTRO
AÇO
CA-50
CHAPAS
76.300 BOCA PARA BDCC 3,00x3,00m ESCONSIDADE 15 GRAUS 11,0240 37,2990 34,9570 10,8760 2,3360 0,6770
76.350 BOCA PARA BDCC 2,70x3,90m NORMAL 10,3410 39,2030 40,1400 3,0570 1,0170
76.400 BOCA PARA BTCC 2,00x2,00m NORMAL 5,9950 20,2840 19,0110 6,6780 1,5720 0,3320
76.450 BOCA PARA BTCC 2,50x2,00m NORMAL 7,5420 25,5180 23,9170 7,9980 1,6620 0,4710
76.500 BOCA PARA BTCC 3,00x2,00m NORMAL 8,7460 29,5930 27,7350 9,2920 2,1040 0,5270
76.550 BOCA PARA BTCC 2,70x3,90m NORMAL 12,0390 40,7460 38,1970 22,8960 1,7890 1,0760
76.600 BOCA PARA BTCC 2,70x3,90m ESCONSIDADE 10 GRAUS 12,3240 41,7070 39,0980 23,4300 1,8860 1,1510
76.650 BOCA PARA BTCC 2,70x3,90m ESCONSIDADE 20 GRAUS 13,3380 45,1430 42,3190 25,4150 2,1590 1,2570
76.700 BOCA PARA BTCC 2,70x3,90m ESCONSIDADE 30 GRAUS 15,3480 51,9430 48,6930 29,1540 2,7340 1,4720
76.750 BOCA PARA BTCC 3,00x3,00m NORMAL 12,7190 43,0350 40,3340 14,1190 2,5080 0,7390
77.000 CAIXA COLETORA DE TALVEGUE PARA BSTC D=0,60m
H=1,50m
0,3270 1,1060 1,0370 1,0550 0,2350
77.050 CAIXA COLETORA DE TALVEGUE PARA BSTC D=0,60m
H=2,00m
0,4150 1,4060 1,3180 1,3410 0,3320
77.100 CAIXA COLETORA DE TALVEGUE PARA BSTC D=0,80m
H=1,50m
0,3360 1,1390 1,0680 1,0860 0,2560
77.150 CAIXA COLETORA DE TALVEGUE PARA BSTC D=1,00m
H=1,50m
0,3170 1,0730 1,0060 1,0230 0,2560
77.200 CAIXA COLETORA DE TALVEGUE PARA BSTC D=0,80m
H=2,00m
0,4510 1,5270 1,4320 1,4570 0,3660
77.250 CAIXA COLETORA DE TALVEGUE PARA BSTC D=1,00m
H=2,00m
0,4320 1,4620 1,3710 1,3940 0,3660
77.300 CAIXA COLETORA DE TALVEGUE PARA BSTC D=1,20m
H=2,00m
0,4120 1,3960 1,3090 1,3310 0,3660
77.350 CAIXA COLETORA DE TALVEGUE PARA BSTC D=1,50m
H=2,00m
0,4380 1,4830 1,3910 1,4140 0,3670
77.400 CAIXA COLETORA DE TALVEGUE PARA BSTC D=0,80m
H=2,50m
0,5660 1,9160 1,7970 1,8270 0,4760
ESTADO DE SANTA CATARINA
SECRETARIA DE ESTADO DA INFRA-ESTRUTURA - SIE
DEPARTAMENTO ESTADUAL DE INFRA-ESTRUTURA DE SANTA CATARINA - DEINFRA-SC
PROCEDIMENTOS PARA MEDIÇÃO E PAGAMENTO DE OBRAS RODOVIÁRIAS
PLANILHA DE QUANTITATIVOS RELATIVA A SERVIÇOS DE OBRAS DE ARTE CORRENTES PÁG.
11/13
Código SERVIÇO
CONSUMO DE MATERIAIS
EM TONELADA (t)
CIMENTO AREIA BRITA
PEDRA
DE
MÃO
TUBO
FORMAS
DE
MADEIRA
ESCORAMENTO
ENROCAMENTO
OU
LASTRO
AÇO
CA-50
CHAPAS
77.450 CAIXA COLETORA DE TALVEGUE PARA BSTC D=1,00m
H=2,50m
0,5470 1,8510 1,7350 1,7650 0,4760
77.500 CAIXA COLETORA DE TALVEGUE PARA BSTC D=1,20m
H=2,50m0,5270 1,7850 1,6740 1,7020 0,4760
77.550 CAIXA COLETORA DE TALVEGUE PARA BSTC D=1,50m
H=2,50m
0,5670 1,9180 1,7990 1,8300 0,4900
77.600 CAIXA COLETORA DE TALVEGUE PARA BSTC D=0,60m
H=3,00m
0,6170 2,0910 1,9600 1,9940 0,5250
77.650 CAIXA COLETORA DE TALVEGUE PARA BSTC D=0,80m
H=3,00m
0,6810 2,3050 2,1620 2,1980 0,5860
77.700 CAIXA COLETORA DE TALVEGUE PARA BSTC D=1,00m
H=3,50m
0,6610 2,2390 2,1000 2,1360 0,5860
77.750 CAIXA COLETORA DE TALVEGUE PARA BSTC D=1,20m
H=3,00m
0,6420 2,1740 2,0380 2,0730 0,5860
77.800 CAIXA COLETORA DE TALVEGUE PARA BSTC D=1,50m
H=3,00m
0,6950 2,3540 2,2080 2,2450 0,6130
77.850 CAIXA COLETORA DE TALVEGUE PARA BSTC D=0,80m
H=3,50m
0,7960 2,6940 2,5260 2,5690 0,6960
77.900 CAIXA COLETORA DE TALVEGUE PARA BSTC D=1,00m
H=3,50m
0,7760 2,6280 2,4650 2,5060 0,6960
77.950 CAIXA COLETORA DE TALVEGUE PARA BSTC D=1,00m
H=2,00m
0,8920 3,0200 2,8320 2,8800 0,7080
78.000 CAIXA COLETORA DE TALVEGUE PARA BSTC D=1,20m
H=3,50m
0,7570 2,5620 2,4030 2,4440 0,6960
78.050 CAIXA COLETORA DE TALVEGUE PARA BDTC D=1,20m
H=2,00m
1,0200 3,4530 3,2380 3,2930 0,8270
78.100 CAIXA COLETORA DE TALVEGUE PARA BDTC D=1,00m
H=3,50m
1,5530 5,2570 4,9300 5,0130 1,2520
ESTADO DE SANTA CATARINA
SECRETARIA DE ESTADO DA INFRA-ESTRUTURA - SIE
DEPARTAMENTO ESTADUAL DE INFRA-ESTRUTURA DE SANTA CATARINA - DEINFRA-SC
PROCEDIMENTOS PARA MEDIÇÃO E PAGAMENTO DE OBRAS RODOVIÁRIAS
PLANILHA DE QUANTITATIVOS RELATIVA A SERVIÇOS DE OBRAS DE ARTE CORRENTES PÁG.
12/13
Código SERVIÇO
CONSUMO DE MATERIAIS
EM TONELADA (t)
CIMENTO AREIA BRITA
PEDRA
DE
MÃO
TUBO
FORMAS
DE
MADEIRA
ESCORAMENTO
ENROCAMENTO
OU
LASTRO
AÇO
CA-50
CHAPAS
78.150 CAIXA COLETORA DE SARJETA PARA BSTC D=0,60m
H=1,00m
0,3460 1,1710 1,0980 1,1170 0,1400
78.200 CAIXA COLETORA DE SARJETA PARA BSTC D=0,60m
H=1,50m
0,4480 1,5180 1,4240 1,4480 0,2460
78.250 CAIXA COLETORA DE SARJETA PARA BSTC D=0,80m
H=1,50m
0,3610 1,2230 1,1470 1,1660 0,2570
78.300 CAIXA COLETORA DE SARJETA PARA BSTC D=1,00m
H=1,50m
0,3960 1,3420 1,2580 1,2790 0,2530
78.350 CAIXA COLETORA DE SARJETA PARA BSTC D=0,60m
H=2,00m
0,4790 1,6220 1,5210 1,5470 0,3880
78.400 CAIXA COLETORA DE SARJETA PARA BSTC D=0,80m
H=2,00m
0,4920 1,6660 1,5630 1,5890 0,3770
78.450 CAIXA COLETORA DE SARJETA PARA BSTC D=1,00m
H=2,00m
0,5440 1,8430 1,7280 1,7580 0,4030
78.500 CAIXA COLETORA DE SARJETA PARA BSTC D=1,20m
H=2,00m
0,5670 1,9180 1,7990 1,8300 0,4120
78.550 CAIXA COLETORA DE SARJETA PARA BDTC D=1,00m
H=1,50m
1,0010 3,8900 3,1790 3,2330 0,7090
78.600 CAIXA COLETORA DE SARJETA PARA BSTC D=0,80m
H=2,50m
0,5370 1,8190 1,7060 1,7340 0,4300
78.650 CAIXA COLETORA DE SARJETA PARA BSTC D=1,00m
H=2,50m
0,5970 2,0220 1,8960 1,9280 0,4820
78.700 CAIXA COLETORA DE SARJETA PARA BSTC D=1,20m
H=3,00m
0,7010 2,3720 2,2250 2,2620 0,5780
78.750 CAIXA COLETORA DE SARJETA PARA BDTC D=0,80m
H=1,50m
0,6710 2,2710 2,1300 2,1660 0,4820
78.800 CAIXA COLETORA DE SARJETA PARA BDTC D=1,00m
H=2,50m
0,9300 3,1500 2,9540 3,0040 0,7020
ESTADO DE SANTA CATARINA
SECRETARIA DE ESTADO DA INFRA-ESTRUTURA - SIE
DEPARTAMENTO ESTADUAL DE INFRA-ESTRUTURA DE SANTA CATARINA - DEINFRA-SC
PROCEDIMENTOS PARA MEDIÇÃO E PAGAMENTO DE OBRAS RODOVIÁRIAS
PLANILHA DE QUANTITATIVOS RELATIVA A SERVIÇOS DE OBRAS DE ARTE CORRENTES PÁG.
13/13
Código SERVIÇO
CONSUMO DE MATERIAIS
EM TONELADA (t)
CIMENTO AREIA BRITA
PEDRA
DE
MÃO
TUBO
FORMAS
DE
MADEIRA
ESCORAMENTO
ENROCAMENTO
OU
LASTRO
AÇO
CA-50
CHAPAS
78.850 CAIXA COLETORA DE SARJETA PARA BDTC D=1,20m
H=2,50m
0,8040 2,7220 2,5520 2,5960 0,5550
78.900 CAIXA COLETORA DE SARJETA PARA BTTC D=1,20m
H=2,00m
1,0660 3,6080 3,3840 3,4410 0,7130
78.950 CAIXA COLETORA TIPO II D=0,80 H=2,00m 0,5420 1,8360 2,2980 0,1740
79.000 CAIXA COLETORA TIPO II D=0,80 H=2,50m 0,6800 2,3040 2,8830 0,2210
79.050 CAIXA COLETORA TIPO II D=0,80 H=3,00m 0,8180 2,7710 3,4680 0,2670
79.100 CAIXA COLETORA TIPO II D=0,80 H=3,50m 0,9560 3,2390 4,0530 0,3130
79.150 CAIXA COLETORA TIPO II D=1,00 H=2,00m 0,5190 1,7580 2,2000 0,1740
79.200 CAIXA COLETORA TIPO II D=1,00 H=2,50m 0,7010 2,3750 2,9720 0,2460
79.250 CAIXA COLETORA TIPO II D=1,20 H=2,00m 0,4950 1,6780 2,1000 0,1740
79.300 CAIXA COLETORA TIPO II D=1,20 H=2,50m 0,6760 2,2910 2,8670 0,2460
79.350 CAIXA COLETORA TIPO II D=1,20 H=3,00m0,7710 2,6130 3,2700 0,2670
79.400 CAIXA COLETORA TIPO II D=0,60 H=2,00m 0,6040 2,0480 2,5620 0,1970
79.450 TAMPA CAIXA COLETORA INCLUSIVE VIGOTE 0,0280 0,0950 0,0890 0,0690 0,0060
79.650 LASTRO DE BRITA 1,8000
ESTADO DE SANTA CATARINA
SECRETARIA DE ESTADO DA INFRA-ESTRUTURA - SIE
DEPARTAMENTO ESTADUAL DE INFRA-ESTRUTURA DE SANTA CATARINA - DEINFRA-SC
PROCEDIMENTOS PARA MEDIÇÃO E PAGAMENTO DE OBRAS RODOVIÁRIAS
PLANILHA DE QUANTITATIVOS RELATIVA A SERVIÇOS COMPLEMENTARES
PÁG.
01/01
CONSUMO DE MATERIAIS
EM TONELADA (t)
CÓDIGO SERVIÇO PEDRA
MOURÃO ESTICADOR ARAME MADEIRA BALIZADOR MATERIAIS GABIÃO DE
MÃO
IV - SERVIÇOS COMPLEMENTARES
CERCAS 0,0075 0,0013 0,0004
EXECUÇÃO DE PORTEIRA 0,5200
EXECUÇÃO DE MATA-BURRO 0,7300
BALIZADOR DE CONCRETO 0,0180
DEFENSA SINGELA SEMI-MALEAVEL 0,0194
GABIÃO CAIXA GALVANIZADO H = 0,50m 0,0120 1,8000
GABIÃO CAIXA GALVANIZADO H = 1,00m 0,0090 1,8000