plano de acao rede cegonha
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plano de acao rede cegonha


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GOVERNO DO DISTRITO FEDERAL 
SECRETARIA DE ESTADO DE SAÚDE DO DF
PLANO DE AÇÃO DA 
REDE CEGONHA
Brasília, maio de 2012
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Governador do Distrito Federal AGNELO DOS SANTOS QUEIROZ FILHO
Vice-Governador NELSON TADEU FILIPPELLI
Secretário de Estado de Saúde RAFAEL DE AGUIAR BARBOSA
Secretário-Adjunto de Saúde ELIAS FERNANDO MIZIARA
Subsecretário de Planejamento Regulação Avaliação e Controle LUCAS CARDOSO VERAS
Subsecretário de Atenção à Saúde ROBERTO JOSÉ BITTENCOURT
Subsecretário de Atenção Primária à Saúde ROSALINA ARATANI SUDO
Subsecretário de Vigilância à Saúde JOSÉ CARLOS VALENÇA CORREA
Unidade de Administração Geral VALTER RODRIGUES DE SOUZA
Subsecretário de Logística e Infraestrutura JOSÉ MORAES FALCÃO
Subsecretária de Gestão de Pessoas em Saúde MARIA NATIVIDADE GOMES
Subsecretário de Gestão Participativa JOSÉ BONIFÁCIO CARREIRA ALVIM
Subsecretário de Tecnologia da Informação em Saúde JOSÉ CARLOS ESTEVES FRANCISCO
Fundo de Saúde do Distrito Federal JOSÉ MENEZES NETO
Fundação Hemocentro de Brasília BEATRIZ MACDOWELL SOARES
Fundação de Ensino e Pesquisa em Ciências da Saúde GISLENE REGINA DE SOUSA CAPITANI
Conselho de Saúde do Distrito Federal RAFAEL DE AGUIAR BARBOSA
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ELABORAÇÃO
GRUPO CONDUTOR DA REDE CEGONHA E 
ESCRITÓRIO DE PROJETOS ESTRATÉGICOS
Adelson Guimarães da Costa Subsecretaria de Vigilância à Saúde
Adriano Bueno Tavares Subsecretaria de Atenção à Saúde
Alexandre Peixoto Serafim Subsecretaria de Atenção à Saúde
Cláudio José Ferreira Lima Júnior Subsecretaria de Atenção Primária à Saúde
Fátima Regina Amaral Pinheiro Subsecretaria de Atenção Primária à Saúde
Karla Larica Wanderley (Coordenadora) Subsecretaria de Planejamento,Regulação Avaliação e Controle
Maria Liz Cunha de Oliveira Subsecretaria de Vigilância à Saúde
Mônica Iassanã Reis Lopes Coordenação Técnica de Articulação de Redes Assistenciais do 
Distrito Federal / Escritório de Projetos Estratégicos
Rodrigo Rodrigues Miranda Subsecretaria de Planejamento,Regulação Avaliação e Controle
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APRESENTAÇÃO
 A Secretaria de Estado de Saúde do Distrito Federal - SES, em consonância com as políticas do Ministério da 
Saúde, elegeu a atenção materno-infantil como prioridade e vem empenhando esforços permanentes, por meio da 
adesão à Rede Cegonha, para conformar uma rede de saúde organizada, integrada, eficiente e capaz de responder as 
reais necessidades da saúde da população do Distrito Federal.
 Ampliar o potencial de resolução dos serviços públicos de saúde, por intermédio da estruturação e adequação 
física das unidades, aliadas à reorganização dos fluxos assistenciais (rede de referência e contra-referência) e também 
às estratégias de capacitação dos servidores da SES são compromissos assumidos por esta gestão. Eles impactam 
positivamente o alcance dos resultados desejados para o nosso sistema de saúde, que é o de garantir a atenção integral 
e humanizada para todos os cidadãos do Sistema Único de Saúde - SUS no DF.
 A proposta de adesão à Rede Cegonha traz o diferencial da mudança do modelo de atenção prestada pelo SUS 
no DF. A transformação para a definição de metas baseadas em resultados agrega mais eficiência ao nosso sistema de 
saúde. A lógica da organização do sistema de saúde, por meio da contratualização, imprime uma nova forma de gerir 
os serviços, sejam nos aspectos assistenciais ou nos de gestão.
 Um dos desafios presentes, para a qualificação da linha de cuidado da mulher e da criança, refere-se à necessidade 
de grande mobilização e participação pró-ativa de todos os gestores das unidades de saúde, coordenadores de 
especialidades, profissionais de saúde e comunidade em geral. A identificação da missão de cada um neste processo, 
o envolvimento do conjunto e a integração entre os diferentes tipos de serviços são fatores chaves para o sucesso 
desta iniciativa. O tema, além de nobre, tem uma série de elementos que o faz ser único, especial. 
 E, neste contexto, vale aqui o reconhecimento e o registro do empenho realizado pelas diversas equipes da 
SES na construção deste projeto, na viabilização deste sonho. Exige, além da visão estratégica, o compromisso de 
melhorar os principais indicadores de saúde para uma atenção materno-infantil cada vez mais equânime, universal e 
de qualidade, como o próprio SUS define.
 A implantação da Rede Cegonha no Distrito Federal assume papel relevante e é um marco para a SES. Esta 
proposta reposiciona a mulher e a criança no status de priorização das ações e dos serviços públicos prestados. A 
gestante terá, a partir da consolidação dessa linha de cuidado, as melhores condições para trilhar o seu caminho de 
maneira mais segura e confortável, de forma a exercer a mais bela das missões da humanidade, que é a de gerar uma 
nova vida.
Rafael de Aguiar Barbosa
5
SUMÁRIO 
 Página
1. INTRODUÇÃO . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .07
 1.1. Atenção materno-infantil - breve histórico . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .07
 1.2. Atenção materno-infantil no Distrito Federal . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .09
 1.3. Grupo Condutor da Rede Cegonha no Distrito Federal . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .10
2. REGIÕES DE SAÚDE DO DISTRITO FEDERAL . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .11
3. DIAGNÓSTICO SITUACIONAL . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .12
4. LINHA DE CUIDADO MATERNO-INFANTIL \u2013 Rede Cegonha DF . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .14
5. PRÉ-NATAL, PUERPÉRIO E ATENÇÃO INTEGRAL À SAÚDE DA CRIANÇA . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .15
 5.1. Componente I \u2013 Plano de Ação: Pré-natal . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .15
 5.2. Programação financeira dos novos exames . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .17
 5.3. KITS para as Unidades Básicas de Saúde . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .18
 5.4. KITS para as gestantes . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .18
 5.5. Programação de exames e consultas para as gestantes, puérperas e crianças até 24 meses . . . . . . . . . . . . .18
 5.6. Benefício financeiro para apoio às gestantes nos deslocamentos para as consultas de pré-natal e para 
 o local em que será realizado o parto . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .18
 5.7. Componente III \u2013 Plano de Ação: Puerpério e Atenção integral à Saúde da Criança . . . . . . . . . . . . . . . . .19
6. COMPONENTE PARTO E NASCIMENTO . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .20
 6.1. A Rede Hospitalar atual: leitos obstétricos e de UTI . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .20
 6.2. Região Integrada para o Desenvolvimento do Entorno e Distrito Federal . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .20
 6.3. Partos realizados nos hospitais da rede SES/DF por local de residência . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .21
 6.4. Estimativa de necessidade de leitos: Obstétricos, UTI Adulto, Neonatal, UCI Neonatal, Canguru, 
 Centro de Parto Normal, Cada da Gestante, Bebê e Puérpera . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .