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MIP - MANGA
Universidade do Estado da Bahia – UNEB
Departamento de Tecnologia e Ciências Sociais – DTCS
Curso de Engenharia Agronômica
Disciplina: Entomologia Agrícola
Juazeiro - BA
2017
André Luiz de Freitas Ferraz
Aureliano Roberto R. Ramos
Kecio Emanuel Santos
Nicollas Akira Taniguchi
Rayla Mirele Passos 
MIP – Cultura da Mangueira
Reino: Plantae
Divisão: Spermatophytae
Classe: Dicotyledoneae
Ordem: Sapindales
Família: Anacardiaceae
Gênero: Mangifera
Espécie: Mangifera indica L.
Classificação botânica e origem
Produção de manga no Brasil por unidade da federação (toneladas x 1.000)
Unidade da Federação/Ano
2009
2010
2011
2012
2013
2014
2015
Participação (%)
P. Acumulada
Bahia
540
510
522
423
438
431
280
29
29
Pernambuco
197
194
216
227
214
219
239
25
53
São Paulo
187
212
227
234
214
205
184
19
72
Minas
99
100
109
123
132
112
107
11
83
Ceará
44
47
48
43
47
49
45
5
88
Rio Grande do Norte
32
33
36
38
38
43
42
4
92
Sergipe
25
25
22
21
19
16
22
2
94
Espírito Santo
7
8
13
14
14
14
13
1
96
Paraíba
20
20
16
12
11
11
11
1
97
Outras
47
41
41
40
36
33
32
3
100
Total
1.198
1.190
1.249
1.176
1.163
1.132
977
100
Fonte: IBGE (2017)
Quantidade de manga exportada por país (toneladas x 1.000)
País/Ano
2007
2008
2009
2010
2011
2012
2013
Participação (%)
P. Acumulada (%)
México
236
226
233
275
288
297
338
21
21
Índia
241
275
287
260
229
215
264
16
37
Tailândia
61
62
144
145
152
196
253
15
52
Peru
83
83
69
97
124
100
127
8
60
Brasil
116
134
110
124
127
127
122
7
67
Outros
426
420
405
448
519
548
544
33
100
Total
1.163
1.200
1.248
1.349
1.439
1.483
1.648
100
Fonte: FAO (2017)
Produção de manga no Brasil
Fases fenológicas da mangueira sob condições de semi-árido brasileiro com indução floral com uso de paclobutrazol.
MOSCA-DAS-FRUTAS
MICROÁCARO DA MANGUEIRA | COCHONILHA | TRIPES | LAGARTA
Fenologia x Ocorrência de pragas
Praga chaves de inúmeras frutíferas comerciais e nativas;
Pertencem a um grupo de insetos de maior importância para a mangicultura, tanto pelo dano direto que causa, como em decorrência das barreiras quarentenárias impostas por países importadores da fruta in natura;
3 principais espécies de moscas-das-frutas para a mangicultura do VSF:
- Anastrepha obliqua (+ causa dano a manga)
- Anastrepha fraterculus
- Ceratitis capitata (Espécie quarentenária considerada principal no VSF)
Distribuição geográfica no Brasil:
- Mais distribuída em todo o pais são as moscas do gênero Anastrepha spp.
Moscas-das-frutas
Fases fenológicas da mangueira sob condições de semi-árido brasileiro com indução floral com uso de paclobutrazol.
MOSCA-DAS-FRUTAS
MICROÁCARO DA MANGUEIRA | COCHONILHA | TRIPES | LAGARTA
Fenologia x Ocorrência de pragas
Anastrepha fraterculus (Diptera, Tephritidae)
Anastrepha obliqua (Diptera, Tephritidae) 
Ceratitis capitata (Diptera, Tephritidae)
Ciclo de vida: Anastrepha spp. (24 a 39 dias)
		 Ceratitis capitata (17 a 26 dias)
Anastrepha fraterculus
Anastrepha obliqua
Ceratitis capitata
Moscas-das-frutas
Parte dos hospedeiros afetada: Fruto; Os adultos fazem a postura nos frutos. As larvas penetram no fruto e alimentam-se do seu interior, podendo destruí-lo completamente;
Espécie Polífaga;
Cada fêmea coloca cerca de 1000 ovos durante a vida em frutos verdes a maduros;
Sua forma de identificação juntos de algumas outras espécies é através do aparelho ovopositor;
Ciclo de vida: Aproximadamente 30 dias;
Em regiões com temperaturas mais elevadas e com uma maior diversidade de plantas hospedeiras, como por exemplo, o Vale do São Francisco (VSF), a mosca-das-frutas tem um ciclo de vida curto, com cerca de 30 dias de ovo a adulto;
Culturas Afetadas: Abacate, Acerola, Ameixa, Anonáceas, Cacau, Café, Caja, Carambola, Castanhola, Citros, Goiaba, Kiwi, Maçã, Mamão, Manga, Maracujá, Nectarina, Nespera, Pêra, Pêssego, Pimenta, Romã, Seriguela, Uva.
Moscas-das-frutas
Anastrepha fraterculus (Diptera, Tephritidae)
Parte afetada: Frutos
Fase de ataque: Frutificação
Moscas-das-frutas
Anastrepha fraterculus (Diptera, Tephritidae)
Moscas-das-frutas
Anastrepha obliqua (Diptera, Tephritidae) 
Parte afetada: Frutos
Fase de ataque: Frutificação
Moscas-das-frutas
Ceratitis capitata (Diptera, Tephritidae)
Parte afetada: Frutos
Fase de ataque: Frutificação
Moscas-das-frutas
Medidas de controle de Moscas-das-frutas
Medidas de controle de Moscas-das-frutas
Medidas Culturais
Eliminar os hospedeiros alternativos, os quais podem favorecer o desenvolvimento de populações de moscas-das-frutas nas proximidades dos pomares comerciais de manga;
Hospedeiros alternativos: Abacate, Acerola, Ameixa, Anonáceas, Cacau, Café, Cajá, Carambola, Castanhola, Ciriguela, Citros, Goiaba, Kiwi, Maçã, Mamão, Maracujá, Melão São Caetano, Nectarina, Nêspera, Pêra, Pêssego, Pimenta, Romã, Seriguela, Uva;
Retirar os frutos infectados caídos no chão, para evitar-se que as larvas empupem no solo. Desse modo, rompe-se o seu ciclo reprodutivo.
Medidas de controle de Moscas-das-frutas
Monitoramento:
O monitoramento da população é o passo inicial para o sucesso do controle das moscas-das-frutas. Essa técnica consiste na instalação de armadilhas contendo atrativo alimentar ou sexual em pontos estratégicos do pomar, visando conhecer o momento adequado para iniciar o controle.
Armadilha Jackson
Armadilha McPhail
Armadilha com Garrafa PET e atrativo
Medidas de controle de Moscas-das-frutas
Monitoramento:
Tipos de atrativos: Os atrativos alimentares utilizados são a proteína hidrolisada a 7%, específica para atração de qualquer espécie de moscas-das-frutas ou açúcar mascavo em armadilhas McPhail. Os paraferomônios trimedilure, de grande eficiência para C.capitata, e metil-eugenol, específico para B.carambolae, são atrativos sexuais utilizados em armadilhas tipo Jackson.
Tipo de armadilha: 
- McPhail: Para atrativo alimentar (hidrolisado de proteína)
- Jackson: Para atrativo sexual (trimedilure – específico p/ C.capitata)
Localização das armadilhas: As armadilhas devem ser instaladas na periferia do pomar ou de cada talhão, sob a copa da árvore, em local sombreado, a uma altura entre 1,50 e 1,80 m do solo.
Densidade das armadilhas: McPhail: utilizar 4 armadilhas, para pomares de até 1 há; de 2 a 5 há, 2 armadilhas/há; acima de 5 há, 1 armadilha/há. As armadilhas com atrativos sexual, mais eficiente, densidade ¼ da McPhail.
Medidas de controle de Moscas-das-frutas
 Controle Químico:
Detectar a presença de moscas nos pomares e iniciar a pulverização com iscas tóxicas (melaço de cana a 7% ou proteína hidrolisada a 1%, misturados com inseticida no interior das árvores a 2-3 metros de altura, buscando atingir a face inferior da folhagem;
Produtos registrados para mosca-das-frutas na cultura da mangueira: 
Medidas de controle de Moscas-das-frutas
 Controle Químico:
SAFETY - IHARA:
Classe: INSETICIDA de Contato do grupo químico Éter Difenílico;
 
Medidas de controle de Moscas-das-frutas
 Controle Químico:
SAFETY - IHARA:
Modo de aplicação: “SAFETY” é apresentado na forma de concentrado emulsionável, e é aplicado através de pulverizadores com equipamentos terrestres e aéreos. São usados pulverizadores costais manual ou motorizado, tratorizados de barra, aviões com barras ou atomizadores, ou outros tipos de equipamentos.
Manga: Utilizar volume de calda de 1000 L/ha, na forma de isca tóxica (água + melaço + inseticida). Dosagem do melaço: 5% do volume de calda.
Via terrestre: utilizar pulverizadores tratorizados de barra, dotados de bicos cônicos vazio da série JA ou D, ou equivalentes com pressão de 100 a 120 lb/pol2 . No caso de citros e manga utilizar turbo atomizador, ou pulverizador motorizado munido de pistola equipados com os bicosapropriados para obter uma cobertura uniforme da parte aérea da planta.
Medidas de controle de Moscas-das-frutas
 Controle Químico:
SAFETY - IHARA:
Condições Climáticas: O diâmetro de gotas deve ser ajustado de acordo com as variações da umidade relativa do ar para proporcionar a adequada densidade de gotas, obedecendo ventos de 2 a 10 km/h, temperatura inferior à 32°C e umidade relativa acima de 55%, visando reduzir ao mínimo, perdas por deriva ou evaporação;
Intervalo de segurança:
Manga: 1 dia
Medidas de controle de Moscas-das-frutas
 Controle Químico:
SPLAT GF-120 – Iscas Tecnológicas:
Classe: INSETICIDA de Contato do grupo químico Espinosinas; 
Medidas de controle de Moscas-das-frutas
 Controle Químico:
SPLAT GF-120 – Iscas Tecnológicas:
Modo de aplicação: SPLAT GF-120 é uma isca tóxica pronta para uso, não devendo ser misturada em água. Com auxilio de uma haste agitar o produto até que toda emulsão apresente aspecto homogêneo;
Encaixar a embalagem do produto no depósito do aplicador, ligar o soprador mantendo aceleração máxima, abrir o registro de saída lentamente. 
A distancia entre o registro de saída e a fonte de vento deve ser regulada para que sejam formadas porções de isca tóxica com aproximadamente 4 mm de diâmetro. 
A velocidade utilizada para movimentação do sistema dispersor dentro da cultura deve ser regulada para que sejam distribuídas 40 porções de isca tóxica (com 4 mm) por metro quadrado de copa. Depositar o produto em um dos lados da planta, preferencialmente na exposição leste
 Repetir as aplicações a cada 10 a 15 dias. 
Intervalo de segurança: Manga: 1 dia
Medidas de controle de Moscas-das-frutas
 Controle Químico:
SUCCESS 0.02 CB – Dow AgroSciences:
Classe: INSETICIDA do grupo químico Espinosinas; 
Número, época e intervalo de aplicação: Iniciar as aplicações de SUCCESS® 0.02 CB assim que o monitoramento através de armadilhas indicar a presença de adultos da mosca ou 2 a 3 semanas antes do início do amadurecimento dos frutos. Repetir a aplicação a cada 7 a 14 dias. Fazer no máximo 6 (seis) aplicações por safra.
Medidas de controle de Moscas-das-frutas
 Controle Químico:
SUCCESS 0.02 CB – Dow AgroSciences:
Modo de aplicação: SUCCESS® 0.02 CB é uma isca concentrada que deve ser misturada com água na proporção de 1 parte de produto para 1,5 partes de água. Primeiramente, adicionar metade do volume de água, o volume total de SUCCESS® 0.02 CB e então o restante da água. Fazer agitação constante da solução para assegurar uniformidade na aplicação. Após a diluição SUCCESS® 0.02 CB deve ser utilizado em no máximo 24 horas;
Aplicação terrestre: pulverizar 1 metro quadrado de copa por planta em um dos lados da mesma. A aplicação deve ser realizada com equipamento costal, a uma pressão de 25-50 libras utilizando-se pistola de pulverização com recipiente dosador. Para otimização da utilização da isca deve-se trabalhar com gotas de 4 a 6 mm. Utilizar disco número 5 (D5).
Intervalo de segurança: Manga: 1 dia
Medidas de controle de Moscas-das-frutas
 Controle Biológico:
Entomopatógenos; 
Nematoides;
Parasitoides. 
Parasitoides de Mosca-das-frutas no Brasil:
Medidas de controle de Moscas-das-frutas
 Controle Biológico:
Parasitoides exóticos de mosca-das-frutas no Brasil:
1994 – Embrapa introduziu Diachasmimorpha longicaudata 
 (Parasitoide de larvas);
2012 – Embrapa introduziu Fopius arisanus (Parasitoide de ovos)
Diachasmimorpha longicaudata
Diachasmimorpha longicaudata
Fopius arisanus
Medidas de controle de Moscas-das-frutas
 Controle Biológico:
Como atacam as moscas-das-frutas??
Diachasmimorpha longicaudata
Medidas de controle de Moscas-das-frutas
 Controle Biológico:
Controle com parasitoide:
Adquirir os parasitoides com biofábricas;
Criação de parasitoides.
Etapas para criação de parasitoides:
Criar o hospedeiro (larvas de moscas-das-frutas);
Criar o parasitoide sobre as larvas hospedeiras.
Medidas de controle de Moscas-das-frutas
 Controle Biológico:
Etapas para criação de parasitoides:
Criar o hospedeiro 
(larvas de moscas-das-frutas);
Criar o parasitoide sobre as larvas hospedeiras.
Criação Artesanal de C. ceratitis
Colônia de moscas
Inoculação de ovos na dieta
Larva Moscamed 3º estagio
Dieta de adultos na tela de Nylon
Larva de Ceratitis capitata
Medidas de controle de Moscas-das-frutas
 Controle Biológico:
Criação Artesanal de D. longicaudata
Unidade de parasitismo:
Criação pequena sobre Moscamed;
Larva+dieta;
Exposição por 4-8 h no interior da gaiola;
Parasitismo de 78 a 85%.
Medidas de controle de Moscas-das-frutas
 Controle Biológico:
Liberação em campo:
População: 600 a 1000 adultos/há/semana;
Horário: bem cedo ou no fim da tarde;
Liberação em pomares domiciliares e caatingas 	 Sobrevivência e berçário na entressafra.
Medidas de controle de Moscas-das-frutas
 Controle Biológico:
Medidas que contribuem para o controle biológico:
Interação com outros métodos de controle não tóxicos: controle cultural, Entomopatógenos e TIE;
Uso de inseticidas seletivos e pouco tóxicos aos parasitoides.
Medidas de controle de Moscas-das-frutas
 Técnica do inseto estéril:
A TIE é considerada um tipo de controle autocida, onde a praga é empregada para seu próprio controle;
TIE consiste na criação massal do inseto praga que se deseja controlar, na sua esterilização com radiação gama e na liberação semanal de uma população no mínimo nove vezes maior do que a selvagem no campo. Este macho estéril copula com a fêmea selvagem (da mesma espécie presente no campo) e, por ser estéril, não gera descendente.
Moscamed – Vale do São Francisco
Medidas de controle de Moscas-das-frutas
 Resistência varietal:
Resultados de pesquisas mostraram diferenças significativas na suscetibilidade das variedades de mangas ao ataque da mosca-das-frutas, sendo uma característica muito importante , que deve ser considerada nos programas de melhoramento da mangueira e da manga no Brasil;
Segundo carvalho et al. (1994), entre as variedades de manga existentes no Brasil, a variedade Cartola é altamente preferida pela mosca-das-frutas para ovoposição e alimentação, enquanto outras não são preferidas, como, por exemplo, a variedade espada;
Segundo Lara (1979), quando um inseto se alimenta normalmente da planta e esta exerce um efeito adverso sobre a biologia do mesmo, considera-se esse tipo de resistência antibiose.
Cochonilha
Aulacaspis tubercularis; 
Psedaonidia tribitiformis;
Pinnaspis spp;
S. oleae.
Ciclo de Vida: Após postura dos ovos 15 a 30 dias ninfas 1
Cochonilha
Fases fenológicas da mangueira sob condições de semi-árido brasileiro com indução floral com uso de paclobutrazol.
MOSCA-DAS-FRUTAS
MICROÁCARO DA MANGUEIRA | COCHONILHA | TRIPES | LAGARTA
Cochonilha
Medindo cerca de 2mm (Aulacaspis tubercularis) maior ocorrência no semi-arido em baixa umidade relativa do ar;
Psedaonidia tribitiformis Medindo cerca de 3 a 4mm;
Mecanismo de ataque : Suga a seiva da planta nas partes verdes ocasionando a queda das folhas secamento de ramos e aparecimento de Fumaginas.
Cochonilha
Presente em pomares jovens de 1 a 3 anos de idade podendo aparecer em todas as fases vegetativas da planta até a frutificação;
As plantas devem ser monitoradas mensalmente no período vegetativo e semanalmente no período de frutificação. A amostragem deve ser feita ao acaso, em ramos, folhas e frutos.
Cochonilha
Controle Cultural: 
Retirada dos frutos atacados;
No caso de A. tubercularis evitar a utilização de grade, pois a poeira favorece o seu desenvolvimento.
Cochonilha
Controle Biológico:
 
O ectoparasitóide Aphytis sp. e o endoparasita Aspidiotiphagus lounsburyi (Hymenoptera Aphelinidae) foram relatados no Cerrado e no Semi-Árido brasileiro, como inimigos naturais de P. trilobitiformis e A. tubercularis, respectivamente (Murakami et al., 2000);
As joaninhas Azya luteipes e Pentilia egena (Coleoptera:Coccinelidae),a vespa Scutellista cyanea (Hymenoptera: Pteromalidae ) e crisopídeos (Neuroptera: Chrysopidae) são predadores de cochonilhas (Gravena & Yamamoto, s.d.; Icuma & Cunha, 2001).
Cochonilha
Aphytis spp
Azya luteipes
Pentilia egena
Crisopídeo
vespa Scutellista cyanea
Cochonilha
Controle Químico:
 
Utilização de óleo mineral diluir 10 a 20 ml de oleo em 1,0 litro de água e pulverizar;
Óleo mineral emulsionável pode ser usado como alternativa; neste caso, misturar 30 ml em 1 litro de água;
Pulverizar com uma mistura de 1 litro de óleo vegetal + 100 gramas de sabão neutro ou 100 ml de sabão líquido e 15 litros de água. Agitar até obter uma emulsão. 
Cochonilha
Controle Químico:
 
Mistura de querosene, sabão e macerado de fumo:
Aqueça 10 litros de água, 20 colheres de sobremesa de querosene e 3 colheres de sopa de sabão em pó biodegradável. Deixe esfriar e adicione um litro de macerado de fumo. Pulverizar sobre as plantas. 
Controla cochonilhas com carapaça e ácaros.
Calda Sulfocálcica: 
Produtos 
• 12,5 Kg de cal virgem  
• 25,0 Kg de enxofre em pó . 10.0 L de água 
É recomendável a adição de espalhante adesivo à calda (20ml para 100 litros de calda). 
Continuação...
Cochonilha
Controle Químico:
 Emulsão de óleos: 
Ingredientes: 1,0 kg de sabão comum ou feito com óleo de peixe + 8,0 litros de óleo mineral + 4,0 litros de água. Preparo: o Ferver e dissolver o sabão picado em 4 litros de água. Retirar do fogo e dissolver vagarosamente 8 litros de óleo mineral, ainda quente. Diluir uma parte do produto obtido em 10 a 50 partes e pulverizar.
ESSAS AÇÕES PODEM SER UTILIZADAS NO CONTROLE DA COCHONILHA PULGÕES E ÁCAROS.
LEMBRANDO QUE SE A INFESTAÇÃO ESTIVER MUITO ELEVADA É NECESSARIO A REMOÇÃO DO FRUTO OU DA PLANTA DO LOCAL.
DEVE-SE FAZER A OBSERVAÇÃO A CAMPO PERIODICAMENTE AFIM DE DETECTAR A AÇÃO DAS PULVERIZAÇÕES E A SUA EFICÁCIA. 
Continuação...
Ácaro 
Aceria mangiferae (Acari, Eriophyidae)
Ciclo de vida: 14 a 21 dias
Ordem 
Família
Ácaro 
MOSCA-DAS-FRUTAS
MICROÁCARO DA MANGUEIRA | COCHONILHA | TRIPES | LAGARTA
Continuação...
MICROÁCARO DA MANGUEIRA
Ácaro 
Aceria mangiferae (Acari, Eriophyidae)
Ciclo de vida: 14 a 21 dias
Ácaro 
Continuação...
Ácaro 
Continuação...
Amostragem
Determinação do tamanho da parcela e número de plantas amostradas 
Dividir o pomar em parcelas de 1 a 5 ha, 6 a 10 ha ou de 11 a 15 ha.
iniciar na primeira semana da brotação vegetativa. Cada ponto de amostragem é constituído por uma planta. 
10 plantas
14 plantas
18 plantas
Ácaro 
Continuação...
A) Pernada. B) Braços. C) Ramos 
Ácaro 
Continuação...
Amostragem
A frequência de observações deve ser semanal, registrando-se a presença da praga ou sintomas de sua presença, em ficha de campo. Em cada planta amostrada, são observadas oito brotações ou ramos (dois em cada quadrante) e quatro inflorescências e/ou frutos por quadrante. 
Praga
Parte da planta amostrada
Método de amostragem
Nível de controle
Microácaro(Aceriamangiferae)
Brotações
Presença desuperbrotamentovegetativo
De 3 a 5%de ramos comsuperbrotamento
http://www.ceinfo.cnpat.embrapa.br/arquivos/artigo_2571.pdf
Formas de controle 
Controle cultural 
Material sem problema fitossanitário (mudas);
Eliminação de vegetais ou partes infestados.
Controle biológico 
Dispersão de ácaros predadores.
Controle químico 
Produtos com enxofre em sua formulação;
Inseticidas naturais.
Formas de controle 
Controle cultural 
Material sem problema fitossanitário (mudas);
Eliminação de vegetais ou partes infestados.
Controle biológico 
Dispersão de ácaros predadores.
Controle químico 
Produtos com enxofre em sua formulação;
Inseticidas naturais.
Formas de controle 
Controle Químico:
Talento – Du Pont do Brasil S.A. : (Tiazolidinedionas)
Diminuição na transcrição de genes específicos 
Ação sobre ovos, larvas e ninfas, possuindo efeito esterilizante sobre novas ovoposições de fêmeas adultas.
O controle ocorre pelo seu contato direto com o produto pulverizado, ou pelo contato com as superfícies tratadas das plantas.
Talento possui ação translaminar.
50% IA. : 3g do produto/100 L água 
Volume de calda 2000 L/ha
Aplicação preventiva no inicio da floração + espalhante recomendado 
Intervalo de segurança: Manga: 3 dias
* Efeito de redução na população de ácaros adultos é observado 20 a 30 dias após a aplicação de Talento
** Reaplicação com intervalo mínimo de 12 meses na mesma área.
Formas de controle 
Controle Químico:
Eltra 400 SC – FMC Química do Brasil Ltda. : (Metilcarbamato de benzofuranila)
Inibidor da acetilcolinesterase 
Ao atingir o nível de controle, com atomizador costal ou tratorizado. 
O controle ocorre pelo seu contato direto com o produto pulverizado, ou pelo contato com as superfícies tratadas das plantas.
40% IA. : 30g do IA/100 L água 
Volume de calda 500 a 1000 L/ha
Aplicações recomendadas por ciclo 2x
Intervalo de segurança: Manga: 15 dias

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