2 AVALIANDO APRENDIZADO DIREITO CONSTITUCIONAL AVANÇADO MÁRCIA CAROLINE
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2 AVALIANDO APRENDIZADO DIREITO CONSTITUCIONAL AVANÇADO MÁRCIA CAROLINE

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Di s c.: DI REI TO CONSTI TUCI O NA L AVA NÇADO
Al uno (a) : MÁ RCIA CA R O LI NE DE SOUSA LI MA
Ma trícu la: 201512557731
Ace rto s: 0,5 de 0,5
I nício : 04/04/2019 ( F ina liz.)
1a Q ue stã o (Re f.:2 015 15 679 150 )
Pon to s: 0, 1 / 0, 1
C o m ba se no d ispo s to na C F, a ss inale a o ã o co rre ta a re s pe ito d e co ntro le de
co ns titucio na lida de .
É po s sív e l o c ontro le a bs tra to de c ons tituciona lid ad e de le is o u a tos no r ma tivo s
munic ipa is e m fa ce d a le i o rg ânic a m unicip al.
Os e fe itos da d e cla r ão d e inco ns titucio na lida de e m c ontro le de co nstitucio na lida de
difus o no â mbito do tribuna l de jus t a o e rg a om ne s e ex nunc, co mo o s ã o os e fe itos
de d ec la ra ç ã o d e inco nstitucio na lida de d e le i e m co ntro le difus o no â mbito do S TF.
Na a pr e cia ç ã o do co ntro le de c ons tituc io nalid a de e m gr au de r e cur so , os a utos de v e m s er
re m e tidos a o re la tor da C â m ar a Julga do r a do Tr ibuna l, q ue po de r á mo no cra tica me nte
de c lar a r a inco ns titucio na lida de d a le i.
Entre o s le g itima do s univ e r sa is pa ra a pr op os itura de a çã o dir e ta de inc ons tituc io nalid a de
inclui -se o g ov e r na dor d e e stad o, e e ntre os le gitima dos e s pe cia is inc lui -s e o pr es ide nte
da R e públic a .
A s anç ã o pr es ide nc ia l a pro j eto de le i nã o s upr e v íc io s d e inic iativ a, pa de ce nd o de v íc io
fo rm a l a le i s a ncio na da , a s er de c la ra do por me io de ão j udic ial pr ópr ia .
2a Q ue stã o (Re f.:2 015 15 673 341 )
Pon to s: 0, 1 / 0, 1
2015 B a nca : C O NSES P Ó r o: DAE -Ba ur u P ro v a : C O NS ES P - 2015 - D A E -Ba ur u - P ro cur a dor
Juríd ico .
A ce r ca d o co ntrole de cons tituc io na lida de , o c ontro le difu so , r ea liz a do po r qua lque r juiz o u
tribuna l, tev e or ige m :
na Fra nça
na Á ustria
na G uiné -B is sa u
na A le ma nha
nos EUA
3a Q ue stã o (Re f.:2 015 15 686 305 )
Pon to s: 0, 1 / 0, 1
A no : 2015 Ba nc a : FUND A TEC Ór o: S I S P R EM - RS
A o de cla r a r a inco nstitucio na lida de d e le i o u a to no rm a tiv o, e tendo e m v is ta ra z õe s de
se g ura a jur ídic a ou de e x ce pc io nal inte re s se so cia l, p od e o S up re m o Tr ibuna l Fed e ra l, po r
ma io ria de do is te o s d e se us me m br os , r e strin gir o s e f eitos da q uela dec la ra ç ã o o u de c idir que
e la tenh a ef icá c ia a pa rtir de s eu tr âns ito e m julg ad o ou de o utro m o me nto q ue v e nha a se r
fix a do . A hip ótes e c ita da e le ga lm e nte pr e v ista (Lei nº 9.868/199 9) tra ta de :
D e cla r a çã o pa rc ia l de inc ons tituc ion alid ad e .
I nte rp re taç ão c o nfo rm e , se m red uçã o de te x to.
I nte rp re taç ão c o nfo rm e , co m re duç ã o de tex to.
Efe ito a plic á v e l a o ca so c on cre to.
Modula ç ão d e e fe itos d a de cis ã o.
4a Q ue stã o (Re f.:2 015 15 672 596 )
Pon to s: 0, 1 / 0, 1
A na lise a s a ss e rtiv as a ba ix o.
I . C o ntrole pre v e ntiv o é a q uele exer cid o d ura nte o p ro ce s so le gis la tivo co m o intui to de e v itar
uma v io la ç ão da C ons tituiç ã o. No B r as il e s te co ntro le po de s e r fe ito pe lo s t s P ode r e s;
I I. C o ntr ole r e pre s siv o é exer cid o ap ós a pub lica ç ão d a le i, po de ndo s e r fe ito pe lo s trê s P od e re s .
O C he f e do P o de r Ex e cutiv o pod e ne ga r c ump rim e nto a um a to nor ma tivo que e ntend a
inco ns titucio na l de s de q ue e sta ne ga tiv a se j a mo tiva da e lhe se j a da da pub licid ad e ;
I II . C ontro le difus o é aque le que po de se r e x e rc ido por qua lque r juiz o u Trib unal. È tam m
co nhe c ido co mo s istem a nor te -a m e ric a no. O sur gim e nto de s se c o ntro le c os tuma se r atrib uído a
de c isã o do juiz Mar s hall (1803) no fa m os o ca s o Ma rb ury v . Madis on;
I V . C o ntro le co nc en tra do , tam m c ham a do de r e se r v a do ou sis tem a a ustría co o u s iste ma
e uro pe u, é a que le atribuíd o a a pe na s um de te rm ina do ór gão do Po de r Judic rio , o S TF (se o
pa m e tro fo r a C o ns tituiçã o Fed er a l) e o T J (no â mb i to e s tadua l e se o p ar â me tro fo r a
C o ns tituiçã o Es ta dua l).
A pe na s I, II e I I I
A pe na s II e I I I
To da s a s a fir m ativ a s e s tã o cor r e tas .
A pe na s I e II
A pe na s I e II I
5a Q ue stã o (Re f.:2 015 15 663 657 )
Pon to s: 0, 1 / 0, 1
Em rel ação ao t emp o de caract eriz ão do víc io forma l de um p rocess o le gisl at ivo, ele p ode ocorr er na fase
inici al ou no de correr do p rocess o. Caso o vício form al ocorr a na fase inic ial do p rocess o, cara ct eriz ada est á a
inconst it ucionalidad e:
Ob je tiva
I nor nic a
A po ntica
Tr ina
S ubj etiv a